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	<title>Paraty em Foco</title>
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	<description>Blog de Fotografia</description>
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		<title>Gui Mohallem em residência com a Photo-Festivals em Beirute {por Yasmina Reggad}</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 19:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Yasmina Reggad fala sobre o programa de residência artística de Gui Mohallem no Líbano. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No início de 2010 acompanhei da Inglaterra o <a href="http://modobulb.wordpress.com/2010/04/16/novo-projeto-projetoincubadora-com-lancamento-do-blog/" target="_blank">Projeto Incubadora</a>, no qual os artistas <a href="http://brenorotatori.com" target="_blank">Breno Rotatori</a>, <a href="http://feliperusso.com" target="_blank">Felipe Russo</a> e <a href="http://www.guimohallem.com/" target="_blank">Gui Mohallem</a> participavam. Ano passado fui convidada para dar uma palestra na <a href="http://casatomada.com.br" target="_blank">Casa Tomada</a> e conheci Gui Mohallem, um dos primeiros residentes, que agora compartilha um estúdio no local. Ele falou sobre suas origens e a curiosidade de saber mais sobre o país de seus ascendentes, o Líbano. Contou que tinha um projeto de viajar pra lá, e sabendo do meu trabalho envolvendo o país no <a href="http://photoforumbeirut.blogspot.com/" target="_blank">Photo Forum Beirut</a>, me pediu conselhos e contatos.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta para Londres, a <a href="http://www.photo-festivals.com" target="_blank">Photo-Festivals</a> – empresa que coordeno –  foi convidada pela <a href="http://www.zicohouse.org/" target="_blank">Zico House</a> para organizar uma nova residência no seu espaço em Beirute, chamada <a href="http://www.photo-festivals.com/2011/crossing-point-residency" target="_blank">Crossing Point</a>. Trata-se de uma residência intensiva de curto prazo, cujo programa foi direcionado ao processo de investigação, oferecendo ao artista a oportunidade de passar um tempo no Líbano.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/WH-site-09.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20459" title="WH-site-09" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/WH-site-09.jpg" alt="" width="580" height="387" /><br />
</a>&#8216;Welcome Home&#8217;, 2011 © Gui Mohallem</p>
<p style="text-align: justify;">Convidamos Gui Mohallem para realizar a primera <a href="http://www.photo-festivals.com/2011/category/projects/crossing-point-residency/off-site/" target="_blank">Crossing Point Residency Off-Site</a> na Zico House, onde ele permanece de 17 maio a 30 junho 2012. Pela primeira vez no Líbano, o artista vai dedicar seu tempo à pesquisa e desenvolvimento um projeto artístico, e dará também um workshop de 3 dias e uma palestra no Photo Forum Beirut.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de organizar esta residência no Líbano com a Zico House, fizemos uma parceria com duas organizações no Brasil. A Casa Tomada em São Paulo organizará uma palestra em setembro, e no final do ano, a <a href="http://www.exa.art.br/" target="_blank">EXA (Espaço Experimental de Arte)</a>, em Belo Horizonte, irá promover uma apresentação do trabalho desenvolvido no Líbano.</p>
<p style="text-align: justify;">Também será possível seguir as aventuras do Gui no Líbano no <a href="http://www.crossingpointresidency.photo-festivals.com/" target="_blank">blog da residência</a>.<br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>+</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Gui Mohallem nasceu em 1979 no Brasil, se formou na Escola de Cinema da Universidade de São Paulo, onde se especializou em cinematografia. Trabalhou em projetos sociais e educativos relacionados à fotografia por mais de três anos. Seu trabalho foi exibido individualmente e em mostras coletivas no Brasil e nos EUA. Participou do Descubrimientos PHotoEspaña e ganhou o 2º lugar no Prêmio Conrado Wessel (Brasil). É representado pela Galeria Emma Thomas em São Paulo e vai publicar seu primeiro livro em setembro de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/WH-site-16.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20460" title="WH-site-16" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/WH-site-16.jpg" alt="" width="580" height="387" /><br />
</a>&#8216;Welcome Home&#8217;, 2011 © Gui Mohallem</p>
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		<title>O Brasil de Rosa de Luca {por Juan Esteves}</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2012/05/o-brasil-de-rosa-de-luca-por-juan-esteves/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 20:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Headline]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado na última SP Arte, o livro Brasil Arte Vida (Alles Trade, 2012) é mais uma bela coletânea de imagens produzidas pela fotógrafa italiana Rosa de Luca. Há algumas décadas radicada no Brasil, ela vem sistematicamente fotografando algumas regiões brasileiras como o Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Lançado na última SP Arte, o livro Brasil Arte Vida (Alles Trade, 2012) é mais uma bela coletânea de imagens produzidas pela fotógrafa italiana Rosa de Luca. Há algumas décadas radicada no Brasil, ela vem sistematicamente fotografando algumas regiões brasileiras como o Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia. Publicações como <em>Tarde de Mar</em>, <em>Arte Vida Minas Gerais</em> e <em>Arte Vida Sul Bahia</em>, retratam com maestria as paisagens e os habitantes do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Como uma rica elegia estão em <em>Brasil Arte Vida</em> paisagens deslumbrantes, captadas no Parque Nacional da Serra do Bodoquena (MS), Lagoa Bonita (MA), Rio Tapajós (PA), Alta Floresta (MT), Pantanal (MT) e Rio Amazonas, entre outras que a fotógrafa visita constantemente. São imagens com forte apelo cromático cuja habilidade da autora em fundir paisagens naturais a elementos humanos através de manipulação crescem exponencialmente a cada página.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do recurso da pós produção em sistema, a maior parte das fotografias são absolutamente captação e transposição direta. Se no primeiro uso, Rosa de Luca promove a inserção de pequenas criaturas humanas na sua narrativa em contraponto a exuberância da paisagem natural brasileira, no segundo ela transcreve seus relatos deixando que a estese tome conta do leitor. É o que acontece quando olhamos o pequeno índio se esgueirando pelo telhado ou o tranquilo sono de uma onça pintada.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/1.jpg"><img title="1" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/1.jpg" alt="" width="580" height="398" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A paisagem brasileira é motivo de centenas de livros de brasileiros e inúmeros fotógrafos internacionais. Alan Harvey, Alex Webb, Eliott Erwitt são alguns entre tantos que já registraram em cor e preto-e-branco. Fazem parte dessa produção imagens dos brasileiros Luiz Claudio Marigo, Luciano Candisani, Adriano Gambarini entre tantos outros. Lugares como Amazônia e Pantanal, são constantemente retratados, deixando um legado cada vez mais dificil de uma publicação como esta impressionar. No entanto, Rosa de Luca subverte a lógica e se posiciona como autora consistente e ultrapassa tal desafio.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/2-.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20448" title="2" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/2-.jpg" alt="" width="580" height="417" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta autoral das imagens de <em>Brasil Arte e Vida</em>, assim como nas outras publicações produzidas por Rosa de Luca é respeitável. Não estamos aqui tratando apenas de truques imagéticos aliados a um conteúdo que ofusca os menos interados dessa paisagem onipresente, e sim de um posicionamento de uma autora que se expressa de maneira peculiar, aliando poesia a documento, estética a informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Rosa de Luca, não está interessada em somente captar belas imagens. Uma das propostas do novo livro é também proporcionar uma interação maior entre os leitores e as associações que atuam na preservação das regiões onde ela fotografa. Melhor ainda, ela não faz essa conexão de maneira panfletária, seu engajamento é mais sóbrio e menos ruidoso. Interessa mais o apelo imagético, não laudatório, e o que é proposto ao final do livro, onde estão as informações sobre diversas entidades preservacionistas atuantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/3-.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20449" title="3" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/3-.jpg" alt="" width="580" height="387" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.jaguar.org.br" target="_blank">Instituto Onça Pintada (IOP)</a> acompanha o maior felino do continente americano; o programa <a href="http://www.escoladaamazonia.org" target="_blank">Escola da Amazônia</a>, atua nas escolas rurais da região de Alta Floresta e em escola privadas dos grandes centros urbanos; a <a href="http://www.fundacaocristalino.org" target="_blank">Fundação Cristalino</a>, que gerencia o Parque Estadual Cristalino que está localizado no extremo norte do Mato Grosso; o <a href="http://www.icmbio.gov.br" target="_blank">Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade</a>, uma autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, que fomenta e executa programas de pesquisa, proteção e preservação, são algumas das ações documentadas por Rosa de Luca.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/4-.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20450" title="4" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/4-.jpg" alt="" width="580" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A imagem de paisagem, assim como qualquer outra imagem, passa – necessariamente – pelo questionamento de si mesma. É uma imagem que se destina somente a provocar a estese em quem a observa? É uma imagem que obrigatoriamente necessita do engajamento de seu autor? Uma imagem que serve como produto artístico ou tem que se ater ao documental anexo as denúncias de aviltamento do nossos sistemas ecológicos?</p>
<p style="text-align: justify;">Distante de retumbantes ativistas que mais fazem barulho com a autopromoção, Rosa de Luca faz a sua parte, silenciosamente, provando que documental pode ser um belo trabalho de arte e que este pode fazer eco para além das galerias onde são expostos. Melhor ainda, comprova que livros de arte não precisam – e nem devem – ficar apenas parados enfeitando as mesas da sala.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A fotografia indiana :: parte 2/2 {por Juan Esteves}</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2012/05/a-fotografia-indiana-parte-22-por-juan-esteves/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 14:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA["Se anos atrás, a formalidade e a pompa imperavam, a informalidade do cotidiano passa ser o mote dos fotógrafos mais contemporâneos."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Baseado em Bangalore, <strong>Mahesh Shantaram</strong> é uma das expressões do novo documentarismo indiano. Segundo ele, “um documentarismo subjetivo” que em vez de ser abatido pela responsabilidade de dizer a verdade – o que para ele, é quase impossível – apenas registra os eventos que acontecem, ou traduzindo: suas experiências mais pessoais. Curiosamente, Shantaram passou um longo tempo nos Estados Unidos, mas se deu conta que estava perdendo seu tempo “em um cubículo em Washington” e resolveu retornar a Índia, onde se tornou o mais popular fotógrafo de casamento, conta ele <a href="http://thecontrarian.in/" target="_blank">em seu website</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/jovem-usando-medalhão-Orisha-1976-foto-de-Rajesh-Vora_MG_8225.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20436" title="jovem usando medalhão, Orisha 1976, foto de Rajesh Vora_MG_8225" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/jovem-usando-medalhão-Orisha-1976-foto-de-Rajesh-Vora_MG_8225.jpg" alt="" width="580" height="351" /><br />
</a><em>Jovem usando medalhão, Orisha 1976 © Rajesh Vora</em></p>
<p style="text-align: justify;">Já no século 20, o poder da câmera se alterou, desprezando o retrato da riqueza colonial  em direção ao da auto-representação e dos retratos mais populares, <span style="text-align: justify;">o que deu maior responsabilidade aos estúdios locais. Ou seja, não bastava ter a família documentada, mas esta imagem tinha que durar para a posteridade. Nesse caminho podemos incluir as manipulações anteriores aos softwares, como o Photoshop, uma associação com a pintura indiana que aplica à fotografia seus truques mais elementares, levando o resultado as vezes com uma leitura </span><em style="text-align: justify;">kitch</em><span style="text-align: justify;">, as  vezes surrealista.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Como em outros lugares do mundo, parte dessa sintaxe fotográfica recai sobre a produção dos retratos, fio condutor das mudanças sociais e econômicas. E, se anos atrás, a formalidade e a pompa imperavam, a informalidade do cotidiano passa ser o mote dos fotógrafos mais contemporâneos como Manu Thomas, Ronny Sen, Swarup Dutta e Rajesh Vora, entre outros que integram o Pix Collective, formado também por curadores e pesquisadores, coordenados por Rahaab Allan.</p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo Pix também edita a “Pix A Photography Quarterly” uma revista trimestral que parte da premissa que a fotografia é um meio evolutivo que coloca o mundo em termos tangíveis, através das mais diferentes maneiras, seja em termos temporais, espaciais ou históricos, revelando suas informalidades tanto quanto sua incongruência. O coletivo trabalha não somente com a imagem de arte mas com o editorial procurando a difusão da nova imagem indiana, principalmente através das mídias digitais. Para eles a imagem não se limita ao papel, e a proposta multimídia abre outras perspectivas.</p>
<p style="text-align: justify;">O documental clássico, como o produzido por fotógrafos Raghubir Singh (1942-1999) um dos pioneiros da imagem em cor, certamente tem uma participação predominante nessa produção mais contemporânea. Singh atuou na Europa no início da década de 1970 e foi um dos primeiros fotógrafos a inserir o uso da cor no documental, em contrapartida a ortodoxia determinada pelo preto-e-branco. As suas imagens feitas em Bombaim, revelam a anatomia geográfica e social da Índia em meio as suas complexidades. Ele também foi professor na Escola de Artes Visuais da Columbia University, em Nova York.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/Crawford-Market-de-Raghubir-Singh-1987-.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20434" title="Crawford Market de Raghubir Singh 1987" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/Crawford-Market-de-Raghubir-Singh-1987-.jpg" alt="" width="580" height="381" /><br />
</a><em>Crawford Market, 1987 © Raghubir Singh </em></p>
<p style="text-align: justify;">O indiano Raghu Rai, da Magnum Photos, é outro nome importante que abrange o mercado internacional por conta da difusão de sua agência. Nascido na pequena vila de Jhhang, hoje pertencente ao Paquistão, ele foi indicado  por Henri Cartier-Bresson em 1977 para fazer parte da famosa cooperativa. Já publicou mais de 18 livros, alguns antológicos como “ Tibet in Exile” (Mondadori, 1990) e The Sikhs (Lustre Press, 1984). Rai tem uma leitura muito particular com seu preto-e-branco, mas transita pela cor com a mesma segurança com que trata seus retratos intensos, como os de Madre Teresa de Calcutá ou as grandes manifestações de rua.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/Festival-Nag-Nathaiya-de-Raghu-Rai-2004.jpg"><img title="Festival Nag Nathaiya de Raghu Rai 2004" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/Festival-Nag-Nathaiya-de-Raghu-Rai-2004.jpg" alt="" width="580" height="214" /><br />
</a><em>Festival Nag Nathaiya, 2004 © Raghu Rai </em></p>
<p style="text-align: justify;">Com posturas mais ecléticas, as inter-relações com a arte não ficam muito atrás, apesar de que estas se alimentam igualmente do registro documental, seja no caráter étnico, seja no uso da arquitetura como referência para instalações cuja a base é fotografia, nas projeções multimídias e nos trabalhos com imagens 3D. Pushpamala N é uma artista que usa o retrato em instalações fotográficas ou vídeos, focando na questão étnica e da mulher, colocando a questão da autenticidade da imagem como leitmotiv de suas obras.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a pauta do momento é discutir qual seria a contribuição da fotografia no mundo real, ou melhor, se a fotografia é ou não realidade, questões que impelem os filósofos e pensadores, encontramos artistas como Baiju Parthan que trabalha com manipulações fotográficas em 3D, compondo grande painéis. Com uma carreira iniciada com a pintura, ele é reconhecido como pioneiro da arte interdisciplinar e intermidiática na Índia. De maneira crítica Parthan une a questão urbana com o universo onírico numa espécie de provocação surrealista, questionando o crescimento irregular e desordenado de seu país.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/Baiju_Chorus-DE-BAIJU-PARTHAN-2011.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20433" title="Baiju_Chorus DE BAIJU PARTHAN 2011" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/Baiju_Chorus-DE-BAIJU-PARTHAN-2011.jpg" alt="" width="580" height="214" /><br />
</a><em>Baiju Chorus, 2011 © Baiju Parthan </em></p>
<p style="text-align: justify;">O eixo global/local gerou uma dicotomia ancestral na arte moderna indiana, entre tradição e modernidade, afirma o historiador de arte indiano Deepak Ananth, professor da École des Beaux-Arts em Caen, Normandia. Para ele, o meio pictórico é privilegiado, sendo ancorado na iconografia e na realidade social, temáticas vivenciadas pelos artistas que aderiram as técnicas mistas de representação. E, se a arte indiana repercurte internacionalmente, encontramos definitivamente na fotografia, como mídia principal ou como suporte, um papel cada vez mais essencial em sua representação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Publicado originalmente na revista Fotografe Melhor de abril de 2012</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A fotografia indiana :: parte 1/2 {por Juan Esteves}</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2012/04/a-fotografia-indiana-parte-12-por-juan-esteves/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 18:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA["Não há dúvida que essa extensa produção vem sendo mediada pelo olhar ocidental, que tenta traduzir as peculiaridades de um país que tem como força motora um exotismo, muitas vezes caracterizado por uma visão peculiar, com uma importância forjada mais na estranheza de seu conteúdo do que nas características artísticas ou fotográficas que estas poderiam representar."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Índia é um país cheio de superlativos. Foi, e ainda é, retratado por grandes escritores, grandes artistas; lembrado pela sua religiosidade ampla, do budismo ao  hinduísmo; pela sua enorme produção cinematográfica, através da Bollywood (fusão de Bombay com Hollywood) e exageros em diferentes manifestações: sétimo país em área geográfica, segundo em população, e como não poderia deixar de ser, por uma produção fotográfica também expressiva, embora nem tão popular como suas outras artes, mas igualmente generosa e rica.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito mudou desde que Sir Richard Burton (1821-1890) tornou popular no Ocidente os <em>The arabian nights</em> (os contos das 1001 noites) ou o Kama Sutra (saga erótica indiana) no final da era Vitoriana. Das imagens da dupla Bourne &amp; Shepherd, retratando a Calcutá de 1867, até as manipulações fotográficas em 3D do artista <strong>Baiju Parthan</strong>, de 2011, a produção do país passa pelo registro documental clássico e vai para as experimentações multimídias. Se o mundo mudou, os fotógrafos e artistas indianos também  não ficaram parados.</p>
<p>Parte significativa dessa produção fotográfica foi exposta no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, na mostra <em>Índia, lado a lado, Arte Contemporânea indiana</em>, onde diferentes artistas e fotógrafos compartilham uma imagética tão ampla quanto a literatura e os textos religiosos de seu país. Lá estavam  registros documentais, bem como a nova arte indiana, que como as de outros países, encontrou na fotografia um novo sopro criativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há dúvida que essa extensa produção vem sendo mediada pelo olhar ocidental, que tenta traduzir as peculiaridades de um país que tem como força motora um exotismo, muitas vezes caracterizado por uma visão peculiar, com uma importância forjada mais na estranheza de seu conteúdo do que nas características artísticas ou fotográficas que estas poderiam representar.</p>
<p style="text-align: justify;">Por muito tempo a fotografia definiu um papel expressionista, calcado em parte na representação do retrato, da imagem de rua (street photography) no posicionamento político (as transformações da era colonial à independência) como as imagens de <strong>Homai Vyarawalla</strong> (1913-2012) e suas antológicas fotografias do Mahatma Ghandi, até chegar nas contemporaneidade quando seus produtores se rendem as performances e instalações, eco de um caminho aberto por artistas como Avtarjeet Dhanjal ou Anish Kapoor.</p>
<p>Se podemos considerar que existe uma “imagem indiana” ela deve ser creditada a fundações como a Alkazi Foudation of Art, baseada em Nova Dheli, que desde 1995 vem se dedicando a pesquisa e preservação da fotografia. A Alkazi Collection of Photography (ACP)  reúne cerca de 85 mil imagens do século 19 e do século 20, oriundas do Sul da Ásia, da África do Norte e do Oriente Médio, entre negativos de acetato, cópias vintage, negativos de vidro, álbuns que vieram da Índia, Nepal, Sri Lanka, Afeganistão, Tibet e Burma entre outros países.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/fotografo-desconhecido-cerca-de-1900-Alkazi-collection.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20356" title="fotografo desconhecido cerca de 1900 Alkazi collection" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/fotografo-desconhecido-cerca-de-1900-Alkazi-collection.jpg" alt="" width="429" height="580" /><br />
</a><em>Fotógrafo desconhecido, cerca de 1900 © Alkazi collection</em></p>
<p style="text-align: justify;">A arquitetura, a arqueologia, o desenvolvimento da colônias, estão registrados fotograficamente. Além dos fotógrafos orientais, temos imagens produzidas por grandes artistas do ocidente que vão do italiano Felix Beato (1832-1909) ao francês Henri Cartier-Bresson (1908-2004) que colaboraram definitivamente com a expansão dessas imagens ao redor do mundo. No entanto, é em trabalhos como o de  Vyarawalla, seguidora de Ghandi, e considerada a primeira fotojornalista indiana que se tem notícia, que a imagem contemporânea se firma.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a compreensão do processo evolutivo da imagem indiana, temos que retornar alguns anos, com o trabalho da dupla Bourne &amp; Shepherd, estabelecidos em Agra desde 1863, considerado o mais antigo estúdio fotográfico no país e um dos mais antigos no mundo. Charles Shepherd e Samuel Bourne, bem como os fotógrafos do estúdio de John Nicholas &amp; Co, abriram caminho para a documentação do povo e arquitetura indiana e caminharam juntos com a evolução da fotografia ao redor do mundo, tradicionais estúdios fotográficos que atendiam principalmente as comunidades mais abastadas das grandes cidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-20357" title="john nicholas and co Madras 1860_1890 Alkazi Collection" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/john-nicholas-and-co-Madras-1860_1890-Alkazi-Collection.jpg" alt="" width="580" height="421" /><br />
<em>John Nicholas &amp; Co :: Madras 1860-1890 © Alkazi Collection</em></p>
<p style="text-align: justify;">Os tipos humanos, retratos do dia-a-dia, de cidades como New Delhi ou Calcutá, cujas reverberações alcançam expressão internacional, foram se estabelecendo no cânone, chegando às representações contemporâneas, em obras de expressivos fotógrafos como Manu Thomas. Para este fotógrafo, “há uma espécie de fascinação e riqueza, naquela imagem suburbana, diferente da visão rural”. Em suas séries, extraídas do caos das grandes cidades,  cuja poesia é um denominador comum,  ele destaca “uma beleza interior no meio de um trabalho incessante e duro”.  <strong>(continua&#8230; )</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Manu-Thomass.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20359" title="Manu Thomass" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Manu-Thomass.jpg" alt="" width="580" height="388" /><br />
</a></strong><em>© Manu Thomas</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Publicado originalmente na revista Fotografe Melhor de abril de 2012.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>[lançamento RJ+SP+BH] revista ZUM#2</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2012/04/lancamento-rjspbh-revista-zum2/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 16:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Este mês chega às bancas a revista de fotografia contemporânea ZUM#2. O lançamento acontece em SP dia 26 de abril e em BH dia 24 de maio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/476872_417040108323586_147025758658357_1476183_1163500145_o.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20402" title="476872_417040108323586_147025758658357_1476183_1163500145_o" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/476872_417040108323586_147025758658357_1476183_1163500145_o.jpg" alt="" width="467" height="580" /></a></p>
<p>Em abril, chega às livrarias e às principais bancas do país a revista semestral <strong>ZUM#2</strong>, publicação do Instituto Moreira Salles voltada à fotografia contemporânea. Seu lançamento no Rio de Janeiro e em São Paulo é marcado pela conferência com o fotógrafo húngaro Balazs Gardi, que integra o projeto Basetrack. O coletivo acompanhou um grupo de fuzileiros navais americanos no Afeganistão com Iphones e registrou, com fotos e vídeos, o dia a dia dos combatentes. Expandiram o jornalismo disponibilizando tudo nas redes sociais e em tempo real. Até que o governo americano se sentiu incomodado e os obrigou a voltar.</p>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/GB.AFG_.10.0007.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20404" title="GB.AFG.10.0007" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/GB.AFG_.10.0007.jpg" alt="" width="580" height="580" /></a></p>
<p>Parte dessas fotos está na <strong>ZUM#2</strong> e são acompanhadas por um texto do jornalista <strong>Leão Serva</strong>, que analisa como cada guerra teve um marco tecnológico da fotografia, como, por exemplo, a Guerra Civil Espanhola (1936-1939), na qual foi adotada a câmera de 35 mm, ou a Guerra da Crimeia (1854-1856), cuja cobertura foi possível graças ao surgimento das primeiras câmeras portáteis. Dia 24 Balazs Gardi esteve no IMS-RJ, e o roteiro continua:<strong> IMS-SP no dia 26 de abril, quinta-feira, às 20h</strong>. A entrada é gratuita.</p>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/GB.AFG_.11.0135.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20405" title="GB.AFG.11.0135" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/GB.AFG_.11.0135.jpg" alt="" width="580" height="580" /></a></p>
<p>Já em Belo Horizonte, a <strong>ZUM</strong> terá lançamento no dia 24 de maio, às 19h, no Oi Futuro, dentro da programação do <strong>Foto em Pauta</strong>.<strong> Mauro Restiffe </strong>participará de um bate-papo aberto ao público. A convite da <strong>ZUM</strong>, <strong>Mauro Restiffe</strong> perambulou pelo bairro paulistano da Luz nos últimos dois meses, logo após a expulsão dos usuários de <em>crack</em> que vivem na região. O resultado são imagens que parecem ser muito mais antigas do que são. Mauro Restiffe usatecnologia analógica, filmes de 35 mm em preto e branco. “A impressão de que as imagens são antigas chama a atenção para as precariedades estruturais que o país enfrenta há muito tempo, como a dificuldade de integração da população que vive à margem das instituições”, explica Heloísa Espada no comentário publicado com as fotos.</p>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/563371_383052255068185_100000902403200_1171252_1818008220_n.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20412" title="563371_383052255068185_100000902403200_1171252_1818008220_n" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/563371_383052255068185_100000902403200_1171252_1818008220_n.jpg" alt="" width="580" height="435" /><br />
<em> </em></a><em><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/536441_383051858401558_100000902403200_1171251_1508807191_n.jpg"></a></em></p>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/563371_383052255068185_100000902403200_1171252_1818008220_n.jpg"><em> </em></a><em><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/536441_383051858401558_100000902403200_1171251_1508807191_n.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20411" title="536441_383051858401558_100000902403200_1171251_1508807191_n" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/536441_383051858401558_100000902403200_1171251_1508807191_n.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a></em></p>
<p><em><em><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/563373_383050491735028_100000902403200_1171245_866576028_n.jpg"></a></em></em></p>
<p><em><em><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/563373_383050491735028_100000902403200_1171245_866576028_n.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20413" title="563373_383050491735028_100000902403200_1171245_866576028_n" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/563373_383050491735028_100000902403200_1171245_866576028_n.jpg" alt="" width="580" height="435" /><br />
</a></em></em><em><em>ZUM#2 na gráfica :: fotos de Thyago Nogueira</em></em></p>
<p>Saiba mais sobre a <strong>ZUM#2 </strong><a href="http://ims.uol.com.br/Home-Programacao-Lancamento-da-revista-Zum-2/D967" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>[exposição + lançamento] Patrimônio Paulista: Litoral e Vale do Paraíba</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 20:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de 24 de abril, terça-feira, o Museu da Casa Brasileira promove a exposição e o lançamento de um levantamento iconográfico dos bens tombados no Litoral Paulista e no Vale do Paraíba.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tornar cada vez mais conhecidos os bens que representam São Paulo. Este é um dos principais objetivos da exposição e lançamento do livro “<em>Patrimônio Paulista: Litoral e Vale do Paraíba</em>”, que acontece a partir de 24 de abril, terça-feira, no <a href="www.mcb.org.br" target="_blank">Museu da Casa Brasileira</a>, instituição da Secretaria de Estado a Cultura. O livro, escrito pela cientista social Margarida Gordinho e 2º volume da coleção, é fruto da iniciativa do Governo do Estado e do Condephaat, em parceria com o <strong>MCB</strong>.  A mostra é composta por 90 fotografias, em recorte significativo dos bens tombados na região.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-20392" title="condephaat_fau_mcb_finalALTERADO3" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/condephaat_fau_mcb_finalALTERADO3.jpeg" alt="" width="447" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">A seleção de imagens que o visitante irá encontrar no <strong>MCB </strong>representa os bens tombados no litoral e Vale do Paraíba pelo Condephaat &#8211; Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico, órgão da Secretaria da Cultura para a proteção ao patrimônio do Governo do Estado de São Paulo, salientando a importância de sua preservação.</p>
<p style="text-align: justify;">Com fotos coordenadas pela equipe do fotógrafo Iatã Cannabrava e textos de Margarida Cintra Gordinho, a mostra traz antigas vilas que foram amplamente exploradas pelos portugueses nos séculos XVI e XVII e cidades como São Vicente, Itanhaém, Peruíbe, Iguape, Cananeia, Bertioga e Guarujá, entre outras, que guardam até hoje memória da cultura material de seu passado, assim como marcos de arquitetura contemporânea.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Mercado-Municipal-de-São-Luis-do-Paraitinga-©-Galeria-Experiência.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-20395" title="Mercado Municipal de São Luis do Paraitinga © Galeria Experiência" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Mercado-Municipal-de-São-Luis-do-Paraitinga-©-Galeria-Experiência.jpeg" alt="" width="600" height="400" /><br />
</a><em>Mercado Municipal de São Luis do Paraitinga © Galeria Experiência</em></p>
<p style="text-align: justify;">“No litoral norte, Ilhabela e Ubatuba preservam edificações que testemunham a riqueza que a cana-de-açúcar e a navegação de cabotagem geraram para a região e São Sebastião, por suas atividades portuárias contemporâneas, tornou-se um município estratégico e que guarda um Centro Histórico significativo. Em Santos, o Centro Histórico e a área portuária são testemunhos da pujança do café, que séculos mais tarde transformaria a cidade numa das mais prósperas do país, com seu porto e seus negócios de exportação”, conta Cintra.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Estação-Ferroviária-de-Guaratinguetá-em-Guaratinguetá-©-Garapa-Coletivo-Multimídia.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-20393" title="Estação Ferroviária de Guaratinguetá, em Guaratinguetá © Garapa Coletivo Multimídia" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Estação-Ferroviária-de-Guaratinguetá-em-Guaratinguetá-©-Garapa-Coletivo-Multimídia.jpeg" alt="" width="400" height="600" /><br />
</a><em>Estação Ferroviária de Guaratinguetá, em Guaratinguetá © Garapa Coletivo Multimídia</em></p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de produzir livros surgiu da necessidade de divulgar o patrimônio histórico para cada vez mais pessoas. “É fundamental que os paulistas conheçam quais são os bens tombados no Estado para que compreendam a importância da preservação”, afirma a presidente do Condephaat, Fernanda Bandeira de Mello. “Nosso maior objetivo é mostrar que a proteção da história de um município é a base para construir o futuro.”</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Forte-da-Barra-Grande-no-Guarujá-©-Iatã-Cannabrava.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20394" title="Forte da Barra Grande, no Guarujá © Iatã Cannabrava" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Forte-da-Barra-Grande-no-Guarujá-©-Iatã-Cannabrava.jpg" alt="" width="580" height="185" /><br />
</a><em>Forte da Barra Grande, no Guarujá © Iatã Cannabrava</em></p>
<p style="text-align: justify;">A publicação deste livro dá continuidade à Coleção, iniciada em 2010, com a exposição e lançamento do livro <em>Patrimônio da Metrópole Paulistana</em>, cuja mostra fotográfica é atualmente reapresentada na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP até o dia 27 de maio.  “Focado, sobretudo, nas áreas de arquitetura, design e correlatos, o Museu da Casa Brasileira, com estas publicações, colabora com o Governo do Estado de São Paulo e com o Condephaat na divulgação de seu patrimônio cultural, e incentiva o debate envolvendo as questões inerentes à formação de uma consciência relativa à preservação da cultura material e à consolidação de políticas públicas neste sentido.”, completa Miriam Lerner, diretora geral do <strong>MCB</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Patrimônio Paulista: Litoral e Vale do Paraíba</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abertura e lançamento de livro homônimo:</strong> 24 de abril, às 19h30 – entrada gratuita<br />
<strong>Visitação:</strong> 25 de abril a 17 de junho de 2012<br />
<strong>Valor do livro: </strong>R$ 55,00<br />
Editora Terceiro Nome<br />
<strong>Realização: </strong>Secretaria de Estado da Cultura e Condephaat</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde?</strong> Museu da Casa Brasileira :: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 &#8211; Jardim Paulistano<br />
<strong>Quando? </strong>de terça a domingo das 10h às 18h<br />
<strong>+ info </strong>11 3032 3727<br />
<strong>$?</strong> R$ 4,00 – Estudantes R$ 2,00</p>
<p style="text-align: justify;">Domingos e feriados – gratuito<br />
Acesso a portadores de deficiência física.<br />
<strong>Visitas orientadas:</strong> 3032-2564 &#8211; <a href="mailto:agendamento@mcb.org.br">agendamento@mcb.org.br<br />
</a><strong>Estacionamento:</strong> de terça a sábado até 30 minutos, grátis; até 2 horas, R$ 12,00, demais horas, R$ 2,00. Domingo e feriados, preço único de R$ 15,00.<br />
Bicicletário com 20 vagas</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>PT-BR: Coletivo Kameraphoto no Brasil</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2012/04/pt-br-coletivo-kameraphoto-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 14:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[workshops]]></category>

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		<description><![CDATA[De 28 de abril a 24 de maio, o Estúdio Luzia traz à capital paulista o coletivo português de fotógrafos Kameraphoto para promover uma série de workshops, masterclasses, e mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De 28 de abril a 24 de maio, o coletivo português de fotógrafos <a href="http://www.kameraphoto.com/" target="_blank">Kameraphoto</a> vem a São Paulo (SP) promover diversas atividades em parceria com o <a href="http://estudioluzia.com.br/" target="_blank">Estúdio Luzia</a>. O coletivo irá promover duas masterclasses, workshops, uma revisão de portfólio o lançamento do livro <a href="http://paratyemfoco.com/blog/2010/04/link-pef-documentando-portugal/" target="_blank">Um Diário da República</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Missa-Papal-na-Rua-Augusta.-Lisboa_03.06.2010_Pedro_Letria.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20366" title="Missa Papal na Rua Augusta. Lisboa_03.06.2010_Pedro_Letria" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Missa-Papal-na-Rua-Augusta.-Lisboa_03.06.2010_Pedro_Letria.jpg" alt="" width="580" height="435" /><br />
</a><em>Missa Papal na Rua Augusta, Lisboa 03.06.2010 © Pedro Letria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, o coletivo levou o Prêmio de Fotojornalismo Estação <a href="http://www.estacao-imagem.com/" target="_blank">Imagem/Mora</a> 2012. João Pina levou o 1º lugar na categoria “Notícias” com o projeto <em>Revolução Egípcia</em> e Nelson d’Aires, o 2º prémio na mesma categoria, com o trabalho <em>Sobreviventes</em>, o que lhe rendeu uma bolsa que o permitirá desenvolver um projeto sobre o Alentejo, a ser exposto em 2013 em Mora.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Sasha-23-anos-transexual-prostituta-do-Conde-Redondo.-Lisboa.-30.11.010-Pauliana-Valente-Pimentel.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20367" title="Sasha,-23-anos,-transexual,-prostituta-do-Conde-Redondo.-Lisboa.-30.11.010---Pauliana-Valente-Pimentel" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Sasha-23-anos-transexual-prostituta-do-Conde-Redondo.-Lisboa.-30.11.010-Pauliana-Valente-Pimentel.jpg" alt="" width="580" height="382" /><br />
</a><em>Sasha, 23 anos, transexual, prostituta do Conde Redondo. Lisboa. 30.11.010 © Pauliana Valente Pimentel</em></p>
<p style="text-align: justify;">Clique na imagem abaixo para visualizar o PDF completo sobre a programação:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/kamerasp.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-20325" title="programa" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/programa.jpg" alt="" width="580" height="529" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Kameraphoto é um coletivo de fotógrafos criado em 2003, em Portugal, com o objetivo de promover, distribuir e representar o trabalho de fotógrafos freelancers. Desde então vem estimulando os fotógrafos a trabalhar em projetos pessoais, enquanto procuram proteger seus direitos como autores independentes. Os 13 fotógrafos atualmente são: Alexandre Almeida, Augusto Brázio, António Júlio Duarte, Céu Guarda, Guillaume Pazat, João Pina, Jordi Burch, Martim Ramos, Nelson d&#8217;Aires, Pauliana Valente Pimentel, Pedro Letria, Sandra Rocha e Valter Vinagre.</p>
<p style="text-align: justify;">Com pluralidade e uma ampla plataforma que acomoda diferentes vertentes fotográficas o Kameraphoto já realizou projetos de fôlego como o &#8220;Against Fire&#8221; por  Nelson d&#8217;Aires, &#8220;Football&#8221; por Kameraphoto, &#8220;Luanda Jet Set&#8221;, por Sandra Rocha e &#8220;José Saramago&#8221; por Kameraphoto, entre outros interessantes ensaios. <strong>Em 2010, Sandra Rocha, Guillaume Pazat e Jordi Burch representaram o coletivo no 6º Paraty em Foco</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/LIVRO-DR004.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20371" title="LIVRO-DR004" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/LIVRO-DR004.jpg" alt="" width="580" height="386" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/LIVRO-DR010.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20376" title="LIVRO-DR010" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/LIVRO-DR010.jpg" alt="" width="580" height="470" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/LIVRO-DR007.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20374" title="LIVRO-DR007" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/LIVRO-DR007.jpg" alt="" width="580" height="386" /><br />
</a><em>© Kameraphoto</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Paraty em Foco entrega cheque ao Instituto Trilha da Arte e Educação (ITAE)</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2012/04/paraty-em-foco-entrega-cheque-ao-instituto-trilha-da-arte-e-educacao-itae/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 20:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, o Paraty em Foco realizou a entrega de um cheque de R$ 17.040,00 para o Instituto Trilha das Artes e Educação (ITAE). Desde sua primeira edição, o festival doa uma porcentagem do valor arrecadado no Leilão para o Instituto, que promove oficinas de fotografia e ações sociais na comunidade ao longo de todo o ano, além de atividades especiais durante o festival. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/00.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20340" title="00" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/00.jpg" alt="" width="580" height="273" /><br />
</a><em>© Meca</em></p>
<p>Na semana passada, o Paraty em Foco realizou a entrega de um cheque de R$ 17.040,00 para o Instituto Trilha das Artes e Educação (ITAE). Desde sua primeira edição, o festival doa uma porcentagem do valor arrecadado no Leilão para o Instituto, que promove oficinas de fotografia e ações sociais na comunidade ao longo de todo o ano, além de atividades especiais durante o festival. As imagens dos alunos ganham uma exposição própria no Paraty em Foco.</p>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Entrega-cheque-ao-ITAE..jpg"><img title="Entrega cheque ao ITAE." src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/Entrega-cheque-ao-ITAE..jpg" alt="" width="580" height="405" /><br />
</a><em>Da esquerda para a direita, Comendador Antonio Conti, a presidente do ITAE Maria Helena e Maxime Delmotte. © Meca</em></p>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC_2920.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20341" title="DSC_2920" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC_2920.jpg" alt="" width="580" height="386" /><br />
</a><em>Aluno do ITAE fotografa pelas ruas de Paraty © Meca</em></p>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC_2920.jpg"></a><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC_2944.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20342" title="DSC_2944" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC_2944.jpg" alt="" width="580" height="386" /><br />
</a><em>© Meca</em></p>
<p>O projeto Jovens do ITAE (Instituto Trilha da Arte e Educação) acontece desde a primeira edição do Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco, em 2005, sob a coordenação de Giancarlo Mecarelli e Maxime Delmotte. O objetivo é encaminhar jovens da comunidade de Paraty para uma formação cultural. Ao longo do ano, os alunos aprendem a fotografar, conhecem trabalhos de grandes fotógrafos para contribuir com a formação de uma linguagem fotográfica e, como resultado desse processo, as fotografias são expostas durante as edições do Festival Internacional de Fotografia – Paraty em Foco.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vem aí o 8º Paraty em Foco!</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2012/04/vem-ai-o-8%c2%ba-paraty-em-foco/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 20:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A oitava edição do festival já tem data marcada: de 26 a 30 de setembro. Martin Parr é a primeira presença confirmada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A oitava edição do festival já tem data marcada: de 26 a 30 de setembro, a cidade histórica de Paraty vai respirar fotografia. &#8220;O Paraty em Foco vem levantando reflexões sobre a fotografia  como arte e sua inserção no mercado artístico. Na próxima edição, a  discussão será posicionada de uma forma mais ampla, voltando-se ao  caráter documental da fotografia, sem deixar de lado outras vertentes  imagéticas, que compõem e norteiam a produção internacional&#8221;, diz Iatã Cannabrava, curador e coordenador do evento ao lado de Giancarlo Mecarelli.</p>
<p>Em meio aos simulacros e às imagens verdadeiras, vêm as perguntas: qual iconografia se tornará referência no futuro? Quais imagens ajudarão as próximas gerações a compreender nossa complexa e eclética história? Quais protocolos irão definir o valor documental de uma imagem e seus diferentes contextos? Estas são algumas das questões que o Paraty em Foco, com a ajuda de um grande elenco de colaboradores, ajudará a fundamentar.</p>
<p>O inglês Martin Parr ja é presença confirmada e ganhou destaque em edicão do jornal O Globo. Clique na imagem para visualizar a matéria online.</p>
<p><a href="http://extra.globo.com/tv-e-lazer/martin-parr-volta-ao-brasil-para-evento-de-fotografia-4623885.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-20330" title="1_O-Globo-Online-12.04" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/1_O-Globo-Online-12.04.jpg" alt="" width="580" height="535" /></a></p>
<p><strong><br />
Deu no New York Times</strong></p>
<p>Em janeiro, o New York Times citou o Paraty em Foco como um dos motivos para elencar a cidade de Paraty entre os 45 lugares imperdíveis do mundo. Olha só:</p>
<p><a href="http://travel.nytimes.com/2012/01/08/travel/45-places-to-go-in-2012.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-20329" title="08.01" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/08.01.jpg" alt="" width="580" height="456" /></a></p>
<p><a href="http://travel.nytimes.com/2012/01/08/travel/45-places-to-go-in-2012.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-20328" title="08.01.2012_NYTimes" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/08.01.2012_NYTimes.jpg" alt="" width="580" height="438" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>3º Concurso Fotolibro Latinoamericano</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2012/03/3%c2%ba-concurso-fotolibro-latinoamericano/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 19:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O ganhador terá seu fotolivro publicado e distribuído mundialmente. Inscrições de 2 de abril a 29 de junho. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de incentivar e difundir a fotografia latinoamericana, a <a href="http://www.editorialrm.com/2010/" target="_blank">Editorial RM</a> irá premiar um fotógrafo com a publicação de um fotolivro. As inscrições vão de <strong>2 de abril até 29 de junho</strong>. Além de ter seu livro publicado com tiragem de mil exemplares, o ganhador terá a publicação distribuída mundialmente pela editora. &#8220;A distribuição em larga escala é uma peça fundamental do concurso, que tem como objetivo projetar internacionalmente novos trabalhos latino-americanos&#8221;, afirma Claudi Carreras, um dos jurados do prêmio.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/flyer.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20302" title="flyer" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/flyer.jpg" alt="" width="580" height="379" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.editorialrm.com/noticias/CATRM20121.pdf" target="_blank">Veja aqui</a> o Catálogo 2012 de publicações da editora.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Desde a publicação de <a title="Fotolivros Latino-americanos {por Juan Esteves}" href="http://paratyemfoco.com/blog/2012/01/fotolivros-latino-americanos-por-juan-esteves/" target="_blank">Fotolivros latino-americanos</a> há um interesse crescente na publicação de fotolivros na América Latina. Estamos vivendo um momento decisivo, e a ideia de fotolivro ainda parece um pouco difusa. O livro de Horacio Fernández é essencial para deixar claro que um fotolivro é diferente de um livro com fotos&#8221;, acrescenta Carreras.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suas duas últimas edições, o concurso se restringiu aos países da Amética Latina, mas desta vez também <strong>podem se inscrever fotógrafos residentes na Espanha e em Portugal</strong>. O concurso é direcionado a fotógrafos profissionais, estudantes de fotografia e amadores. <a href="http://concurso.editorialrm.com/" target="_blank">Confira aqui detalhes sobre o regulamento</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Não serão aceitos trabalhos já publicados previamente em formato de livros e revista. Serão permitidos trabalhos que já tenham sido publicados em coletivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O jurado irá se reunir em agosto e o ganhador será conhecido em setembro através de uma newsletter, a página da Editorial e suas redes sociais. Os ganhadores serão contatados imediatamente por telefone e email. O jurado também irá considerar menções honrosas que considere pertinentes.</p>
]]></content:encoded>
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