<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">

<channel>
	<title>Pedro Doria</title>
	
	<link>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria</link>
	<description>Informação Digital, Mídia e transformação</description>
	<lastBuildDate>Sun, 14 Mar 2010 21:23:17 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/pedrodoria" /><feedburner:info uri="pedrodoria" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><geo:lat>37.419389</geo:lat><geo:long>-122.13273</geo:long><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><feedburner:emailServiceId>pedrodoria</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item>
		<title>As três principais dúvidas, no Twitter, sobre o novo estadão.com.br</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/eApAntPbQKk/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/14/as-tres-principais-duvidas-no-twitter-sobre-o-novo-estadao-com-br/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 21:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[estadão.com.br]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Redesenho]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=94</guid>
		<description><![CDATA[No momento em que o novo estadão.com.br foi ao ar, ontem às 21h, nós todos aqui fomos ao Twitter ouvir. Há várias críticas pertinentes por lá – várias delas já sendo endereçadas pela equipe técnica que não parou um minuto, durante a madrugada, de trabalhar.
Três dúvidas são tão comuns que é importante endereçá-las.
A primeira varia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xJXSx7L0AvyX5YRVK7O-Li2KS9Q/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xJXSx7L0AvyX5YRVK7O-Li2KS9Q/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xJXSx7L0AvyX5YRVK7O-Li2KS9Q/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xJXSx7L0AvyX5YRVK7O-Li2KS9Q/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>No momento em que o novo <a href="http://www.estadao.com.br/" target="_blank">estadão.com.br</a> foi ao ar, ontem às 21h, nós todos aqui fomos <a href="http://search.twitter.com/search?lang=pt&amp;q=+estad%C3%A3o" target="_blank">ao Twitter ouvir</a>. Há várias críticas pertinentes por lá – várias delas já sendo endereçadas pela equipe técnica que não parou um minuto, durante a madrugada, de trabalhar.</p>
<p>Três dúvidas são tão comuns que é importante endereçá-las.</p>
<p><b>A primeira</b> varia em muitas formas mas tem em comum uma busca por referências: qual a origem do layout do site? O espanhol El País? O americano New York Times? O francês Le Monde? Um dos leitores chegou a inventar uma <i>hash tag</i> só para o redesenho.  É, por assim dizer, um layout <a href="http://twitter.com/#search?q=querosertheguardian" target="_blank">#queroSerTheGuardian</a>.</p>
<p>Ele não está longe da verdade, não.</p>
<p>No design contemporâneo de sites jornalísticos, existem três escolas. A americana, a escandinava e a europeia.</p>
<p>Os sites escandinavos são confusos: muita informação, muita imagem, muitas cores, o que há de mais recente entra em cima e empurra o mais velho para baixo.</p>
<p>Os americanos são intimamente ligados ao jornal de papel, cuja aparência buscam emular na tela. Deles, o destaque é certamente o site do New York Times, com uma interface simples porém sofisticadíssimo do ponto de vista da arquitetura de informação.</p>
<p>Nós optamos pela escola europeia – quem viu traços de El País ou Le Monde está certo. Embora busque uma identidade visual com o jornal impresso, a informação é organizada com a web em mente. Por isso a organização em duas colunas principais com o noticiário, à esquerda o que for importante (hard news) e, à direita, o interessante (soft news). Além de organizar, permite uma edição mais variada de conteúdo.</p>
<p>Os leitores mais atentos pinçaram jornais britânicos – The Guardian, The Times. Eles formam uma sub-escola dentre os europeus. A mesma divisão ao topo, mas no pé caixas com o material mais recente de várias editorias. E, espalhado pelo site, faixas horizontais com ‘destaques do editor’.</p>
<p>Do ponto de vista de como se organiza a informação, os jornais britânicos em geral, o Guardian em particular, serviram como nossa principal referência.</p>
<p>Logo <b>em segundo</b> salta uma reclamação e uma cobrança: onde está o ‘Estadão de Hoje’ e a dificuldade de acessar a edição digital – versão completa do jornal impresso.</p>
<p>Até por seguir este conceito europeu de sites, o estadão.com.br não pretende ser uma versão online do jornal. Boa parte do conteúdo impresso está no site – mas chamado segundo a lógica de edição da web. É por isso que não reproduzimos uma lista do conteúdo tal qual foi organizado no papel. O ‘Estadão de Hoje’ não existe mais – embora seu conteúdo ainda esteja online, misturado com o material produzido para a web, de forma a melhor informar nossos leitores.</p>
<p>Para quem gostaria de ter acesso à versão feita para o papel na internet, existe a <a href="http://digital.estadao.com.br/" target="_blank">edição digital</a>. Estamos com problemas já detectados que devem ser resolvidos nas próximas horas.</p>
<p>O <b>terceiro comentário</b> mais frequente é uma pergunta: que cavalinho é este? É a versão modernizada de nosso <i>Ex-Libris</i>, o selo da biblioteca do Estado de S. Paulo. No cavalo está Bernard Gregoire, o francês que circulava São Paulo, em finais do século 19, gritando as notícias e oferecendo o jornal à venda.</p>
<p>Está ali para que lembremos, aqui na redação, da história do jornal. E é um bocado de história.</p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=eApAntPbQKk:2KxLxg-lTcI:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=eApAntPbQKk:2KxLxg-lTcI:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=eApAntPbQKk:2KxLxg-lTcI:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/14/as-tres-principais-duvidas-no-twitter-sobre-o-novo-estadao-com-br/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/14/as-tres-principais-duvidas-no-twitter-sobre-o-novo-estadao-com-br/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Não-ficção científica: Bailenson e os avatares na vida real</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/KCkIVBZqn_w/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/08/nao-ficcao-cientifica-bailenson-e-os-avatares-na-vida-real/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=91</guid>
		<description><![CDATA[Os professores Grace Augustine e Jeremy Bailenson têm dois pontos em comum e um, radical, que os distingue. Ambos tocam sua vida acadêmica na Universidade Stanford, de onde saem as melhores mentes do Vale do Silício. Ambos se dedicam ao estudo de avatares e de como mudamos quando imergimos em outros corpos. A professora Augustine, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TonaeHxxn87Oye4lgf5bAhC1TPo/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TonaeHxxn87Oye4lgf5bAhC1TPo/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TonaeHxxn87Oye4lgf5bAhC1TPo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TonaeHxxn87Oye4lgf5bAhC1TPo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Os professores Grace Augustine e Jeremy Bailenson têm dois pontos em comum e um, radical, que os distingue. Ambos tocam sua vida acadêmica na Universidade Stanford, de onde saem as melhores mentes do Vale do Silício. Ambos se dedicam ao estudo de avatares e de como mudamos quando imergimos em outros corpos. A professora Augustine, no entanto, é fictícia. Trata-se da personagem da atriz Sigourney Weaver no filme Avatar, de James Cameron.</p>
<p>Passar uma hora no Laboratório de Realidade Virtual de Stanford, dirigido por Bailenson, é uma experiência e tanto. Com óculos que simulam outro ambiente, outro corpo, numa salinha minúscula, qualquer um pode vagar por outras realidades.</p>
<p>Jeremy, um sujeito forte e baixo, sorriso fácil, boa companhia numa mesa de bar, é provavelmente o maior especialista do mundo na psicologia da realidade virtual. E Avatar – o filme – é incrivelmente fiel à ciência que já existe. Hoje, a coluna vai um quê diferente. É uma conversa sobre o que acontece quando vivemos, cada vez mais, “em avatar”.</p>
<p><b>Como mudamos a percepção que temos de nós mesmos quando incorporamos avatares em videogames ou outros ambientes?</b></p>
<p>O que as nossas pesquisas mostram é que, quando incorporamos avatares com aspectos diferentes de nossos corpos reais, passamos inconscientemente a nos comportar de forma diferente. Um exemplo: não importa a altura real de uma pessoa, ela vai se mostrar mais confiante quando incorporar um avatar alto. Vista um avatar atraente e você se torna mais sociável do que se estivesse num avatar padrão. Fica mais extrovertido, age de forma mais calorosa. O interessante é que estes efeitos continuam mesmo após deixarmos os avatares no mundo virtual. O sujeito que passou algum tempo num avatar atraente se torna mais confiante horas depois, quando vai passar uma cantada. É um efeito de ligação com o avatar que perdura.</p>
<p><b>Essas descobertas já têm impacto ou ficarão mais para o futuro?</b></p>
<p>Aqui nos EUA, a garotada passa mais tempo jogando videogames – ou seja, num mundo virtual e usando avatares – do que assistindo TV. Mesmo adultos que passam por jogos da rede como World of Warcraft e Everquest gastam um bom tempo incorporando avatares. Uma de nossas pesquisas mostra que o adulto que joga games padrão passa 20 horas por semana em avatar. Além disso, no Ocidente, já estamos nos habituando com a representação digital dos outros. Pode ser a voz pelo celular, o perfil nas redes sociais, ou o cotidiano em mundos como o Second Life. Quanto mais imersivos ficam estes ambientes, permitindo até a simulação de gestos como no Nintendo Wii, a fronteira entre nossa vida real e a virtual se torna cada vez mais difusa.</p>
<p><b>Do perfil numa rede social ao personagem num game Wii, tudo é avatar? Os efeitos são sempre os mesmos?</b></p>
<p>São avatares. Mas a ligação que formamos com eles depende de alguns fatores. Quanto mais um avatar se parece com a pessoa real, por exemplo, maior a ligação. Muitos gamers preferem uma imagem bem diferente de si. Mas quando avatar e jogador se parecem mesmo que só um pouco, a tendência de formar um elo comportamental é grande.</p>
<p>Outro fator é a possibilidade de controlar os movimentos do personagem. O terceiro é escolha. Ao escolhermos uma representação virtual de nós mesmos, já formamos algum elo. As ligações mais fortes se dão quando os três fatores estão presentes, mas basta um deles para que algo já mude dentro de nós. Várias pesquisas demonstram a ligação com nossos avatares mesmo quando se trata apenas de uma fotografia num perfil ou mesmo um ícone. Alguns dos efeitos de ligação já estão lá.</p>
<p><b>Os ambientes em seu laboratório são fascinantes, porém ainda um tanto simples. Estamos muito longe de termos ambientes virtuais como o holodeck realista da série Jornada nas Estrelas?</b></p>
<p>Tanto o ritmo do avanço tecnológico quanto o interesse do público por ambientes virtuais sugerem que não. Apenas dez anos atrás, fora fãs de ficção científica, ninguém havia sequer ouvido falar de ambientes virtuais e avatares. Estamos chegando lá.</p>
<p><b><i>Coluna publicada no Link em 8 de março, 2010</b></i></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=KCkIVBZqn_w:r8WcvhyauKY:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=KCkIVBZqn_w:r8WcvhyauKY:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=KCkIVBZqn_w:r8WcvhyauKY:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/08/nao-ficcao-cientifica-bailenson-e-os-avatares-na-vida-real/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>29</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/08/nao-ficcao-cientifica-bailenson-e-os-avatares-na-vida-real/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O novo estadão.com.br</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/oMB-oUy5i2o/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/07/o-novo-estadao-com-br/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 10:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administrativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=88</guid>
		<description><![CDATA[Ora pois – quase um mês sem posts.
O motivo foi bom: como o jornal anuncia hoje, em uma semana sai o novo estadão.com.br. A data é domingo, dia 14. Vou tentar escrever por aqui sobre o que muda, e por que muda, ao longo da semana.
Este não será um blog de frequência diária. Adoraria – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KddjoM3-WIDtUKpE0XIdk9rDovc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KddjoM3-WIDtUKpE0XIdk9rDovc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KddjoM3-WIDtUKpE0XIdk9rDovc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KddjoM3-WIDtUKpE0XIdk9rDovc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Ora pois – quase um mês sem posts.</p>
<p>O motivo foi bom: como o jornal <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,estado-renova-projeto-grafico--lanca-cadernos-e-amplia-portal,520709,0.htm" target="_blank">anuncia hoje</a>, em uma semana sai o novo <i>estadão.com.br</i>. A data é domingo, dia 14. Vou tentar escrever por aqui sobre o que muda, e por que muda, ao longo da semana.</p>
<p>Este não será um blog de frequência diária. Adoraria – não dá. Mas espero que a partir do lançamento consigamos estabelecer uma rotina em todo o site que me permita mais tempo para escrever.</p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=oMB-oUy5i2o:T6j8HkGwPoM:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=oMB-oUy5i2o:T6j8HkGwPoM:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=oMB-oUy5i2o:T6j8HkGwPoM:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/07/o-novo-estadao-com-br/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/07/o-novo-estadao-com-br/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O Estado da Internet</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/KYBpMsXKr9I/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/07/o-estado-da-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 10:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=85</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tqqQ50ZWeRiN3s3n18OC7Wf-sKM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tqqQ50ZWeRiN3s3n18OC7Wf-sKM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tqqQ50ZWeRiN3s3n18OC7Wf-sKM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tqqQ50ZWeRiN3s3n18OC7Wf-sKM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/T6MfnuvH4Rs&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/T6MfnuvH4Rs&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=KYBpMsXKr9I:oEu6GXEglbE:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=KYBpMsXKr9I:oEu6GXEglbE:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=KYBpMsXKr9I:oEu6GXEglbE:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/07/o-estado-da-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/03/07/o-estado-da-internet/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O que é aberto e o que é fechado? E o que faz da rede segura?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/qjN9g0ejjlA/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/10/o-que-e-aberto-e-o-que-e-fechado-e-o-que-faz-da-rede-segura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 22:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Internet Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Blackberry]]></category>
		<category><![CDATA[Botnet]]></category>
		<category><![CDATA[Código Aberto]]></category>
		<category><![CDATA[Free]]></category>
		<category><![CDATA[RIM]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=81</guid>
		<description><![CDATA[Vários leitores questionaram – nos comentários, no Twitter – minha afirmação de que um padrão fechado pode ser mais seguro do que um aberto. E questionaram com toda razão: é tanto uma afirmação ambígua quanto polêmica.
É fácil sacar um exemplo honesto, óbvio: Microsoft. Do Windows ao Internet Explorer, passando pelo MSN Messenger, são tantos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z4tyARzEswK3Nc9OAk_cHxs3f64/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z4tyARzEswK3Nc9OAk_cHxs3f64/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z4tyARzEswK3Nc9OAk_cHxs3f64/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z4tyARzEswK3Nc9OAk_cHxs3f64/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Vários leitores questionaram – nos comentários, no Twitter – minha afirmação de que um padrão fechado pode ser mais seguro do que um aberto. E questionaram com toda razão: é tanto uma afirmação ambígua quanto polêmica.</p>
<p>É fácil sacar um exemplo honesto, óbvio: Microsoft. Do Windows ao Internet Explorer, passando pelo MSN Messenger, são tantos os problemas de segurança conhecidos e documentados nos produtos MS que a empresa de Bill Gates deve ter algum tipo de recorde de insegurança digital.</p>
<p>Minha afirmação foi também ambígua porque “aberto” e “fechado” quer dizer muitas coisas.</p>
<p>Programas de código aberto são softwares que qualquer programador pode fuçar, mexer, revirar. Quando são programas populares – o sistema operacional Linux é o exemplo mais evidente –, existem muitos programadores trabalhando e checando uns os trabalhos dos outros o tempo todo. O resultado é que tornam-se programas mais seguros por terem sido melhor testados.</p>
<p>Para programas populares, é uma fórmula eficiente. Para softwares de código aberto que contam com poucos programadores empenhados no desenvolvimento, isso já não é tão verdade. A publicação do código fonte, portanto, pode trazer segurança. Mas não é garantia.</p>
<p>O Microsoft Windows não é um programa de código aberto. Ao contrário: seu código fonte é secretíssimo. Também é um software mais mal do que bem escrito. É injusto que ponham a culpa da insegurança do Windows no fato de ser código proprietário. É código ruim porque os padrões de qualidade da Microsoft são notadamente frouxos.</p>
<p>Outras software houses produzem bons programas fechados.</p>
<p>O código do Windows pode ser fechado. Mas a plataforma é aberta. Ou seja: qualquer um pode escrever programas para o universo Windows. Alguns bons, outros nem tanto. Alguns de código aberto, outros fechados.</p>
<p>O Google está construindo para si uma plataforma aberta.</p>
<p>Muito se pode fazer usando ferramentas livres da trupe de Mountain View – seja com o Google Maps, com o Gmail cada vez mais incrementado, com a suíte de programas Docs. O Google usa em seus servidores o sistema livre Linux muito adaptado para aguentar o tranco de acesso vindo de todas as partes do mundo. Se o Linux não fosse aberto, os engenheiros do Google não poderiam tê-lo adaptado para suas necessidades particulares.</p>
<p>Mas isso não quer dizer que tudo no Google seja aberto.</p>
<p>Pergunte qual a fórmula de sua busca e a resposta será: segredo de Estado. Pergunte quais critérios decidem a escolha de manchetes e subs no GoogleNews e os engenheiros de Mountain View farão ouvidos moucos. O que determina quais imagens vêm do Google Images? Silêncio. Seus algoritmos são fechados. Não temos a liberdade de dar uma olhada para dizer se os critérios são justos ou não.</p>
<p>É um bocado de poder para uma empresa só: os critérios fechados do Google decidem quem é visto e quem não é visto na internet.</p>
<p>O argumento do Google é, de certa forma, um argumento que apela para a segurança. Se seus critérios forem abertos – conhecidos por todos – qualquer um poderá manipular seus sites para ganhar relevância, deturpando os resultados. Um algoritmo fechado dá ‘segurança’ para os usuários de que ninguém manipulará o sistema. (O raciocínio não funciona de todo: por experiência e erro, um bocado já foi aprendido e muitos sites já manipulam os resultados de busca.)</p>
<p>O que é ser aberto e ser fechado?</p>
<p>A base do sistema operacional da Apple tem o código aberto. Um Unix como o Linux. A camada da interface gráfica por cima, fechada.</p>
<p>Quando a Apple sugere que sua plataforma móvel será fechada, não se refere apenas aos códigos. É mais que isso: nem todo mundo poderá colocar um software ali. Eles serão previamente avaliados pela Apple. É fechado em todos os sentidos.</p>
<p>A web é aberta. Qualquer um pendura um computador nela, constrói um sistema, usa seus cabos como bem entende. Há mecanismos de segurança robustos o suficiente para mantê-la no ar. Há uma vantagem clara: cria-se, e cria-se muito na internet. Porque ela é livre. Mas como quem cria tem intenções às mais variadas e capacitação técnica das mais diversas, a segurança na rede varia.</p>
<p>Dentre seus pontos frágeis estão as <i>botnets</i>. Redes de robôs. Aproveitando-se de fragilidades do Windows, sites com más intenções implantam em computadores programas espiões. Sua missão é ficar ocultos. Quando ativados remotamente, em bando, podem desferir um ataque a um site. Ou tentar burlar a segurança de outro. O pobre dono do computador contaminado sequer desconfia que seu computador conectado à rede faz parte de uma ação criminosa. Mas ele apenas acha que comanda seu computador. Alguém a continentes de distância tem o controle.</p>
<p>No momento em que a rede for para o celular de todos, e não estamos a muita distância disto, há um dilema sob a mesa.</p>
<p>De um lado, uma plataforma aberta. Todo mundo instala o que quiser. A vantagem é criativa.</p>
<p>Do outro, uma plataforma fechada. Uma empresa, uma organização, decide o que entra e o que não entra. A vantagem é um filtro contra, por exemplo, <i>botnets</i>.</p>
<p>Só porque a plataforma é fechada, não quer dizer que nela não possa entrar um software de código aberto. Coisas distintas.</p>
<p>Mas há um raciocínio que não fiz no último post e que aponta para uma terceira via. Uma solução que não polariza.</p>
<p>Boa parte da fragilidade da internet está concentrada na plataforma Windows. Mas o Windows não é ruim por ser fechado. Tampouco é ruim porque os engenheiros da Microsoft sejam incompetentes. (Não são.) É ruim porque as prioridades da Microsoft têm mais a ver com marketing e vendas de produto do que com acabamento de software.</p>
<p>Isto tampouco quer dizer que o sistema da Apple ou o Linux sejam seguros. (Se é digital, por definição terá falhas de segurança.) Eles são apenas menos atacados. O Windows é mais atacado, e o Explorer é mais atacado, porque são mais comuns.</p>
<p>Não é diferente com biologia.</p>
<p>Se, numa floresta, um vírus que ataca micos varre boa parte da população destes, araras, capivaras ou jaguatiricas continuam de pé. Variedade de espécies mantém a vida. Biodiversidade é bom. Se tivéssemos uma população de browsers e de sistemas operacionais mais variada, teríamos uma internet mais segura. Uma fragilidade descoberta num sistema não poria a rede em risco, afetaria menos máquinas.</p>
<p>A monocultura contribui para a insegurança.</p>
<p>Se a plataforma móvel da Apple for bastante forte, e a do Google também, se RIM (do Blackberry) conseguir se sustentar importante e, de repente, até o Windows Mobile se segurar num ambiente em que cada um tem mais ou menos um quarto do mercado, talvez aí tenhamos uma rede móvel mais segura.</p>
<p>Segura, pois. Mas com o perigo de uma falar mal com a outra.</p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=qjN9g0ejjlA:VoKa6fAnmxo:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=qjN9g0ejjlA:VoKa6fAnmxo:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=qjN9g0ejjlA:VoKa6fAnmxo:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/10/o-que-e-aberto-e-o-que-e-fechado-e-o-que-faz-da-rede-segura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>20</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/10/o-que-e-aberto-e-o-que-e-fechado-e-o-que-faz-da-rede-segura/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Google x Apple x Adobe x Microsoft: é o HTML 5</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/oUZhhPi7NpI/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/08/google-x-apple-x-adobe-x-microsoft-e-o-html-5/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 22:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=79</guid>
		<description><![CDATA[A guerra sendo travada no Vale do Silício, neste momento, é complexa. E boa parte dela envolve as novas especificações da linguagem sobre a qual a web é escrita: HTML, versão 5.
Apple e Google, que há um ano pareciam inseparáveis, se distanciam cada vez mais na disputa aberta pelo território da internet móvel. Mas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7xW_jHg7mk5G_S7oyVPxe2TJ9kY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7xW_jHg7mk5G_S7oyVPxe2TJ9kY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7xW_jHg7mk5G_S7oyVPxe2TJ9kY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7xW_jHg7mk5G_S7oyVPxe2TJ9kY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>A guerra sendo travada no Vale do Silício, neste momento, é complexa. E boa parte dela envolve as novas especificações da linguagem sobre a qual a web é escrita: HTML, versão 5.</p>
<p>Apple e Google, que há um ano pareciam inseparáveis, se distanciam cada vez mais na disputa aberta pelo território da internet móvel. Mas o HTML 5 ainda os une. Trata-se de um padrão aberto, uma sugestão a ser adotada por todos os browsers, programas que servem à navegação na rede. HTML 5 tem por responsáveis dois engenheiros, um da Apple, outro do Google.</p>
<p>A nova versão da linguagem HTML tem dois objetivos. O primeiro é resolver a questão do vídeo. Browsers com o novo padrão não precisarão de um plugin para passar filmes.</p>
<p>O segundo é permitir a criação de aplicativos de web. HTML 5 possibilita desde o simples arrastar de itens numa janela de e-mail (já implementado no Gmail) até a gravar conteúdo fora da web, no disco local.</p>
<p>Há quem sonhe, a partir daí, com o fim dos sistemas operacionais. Toda nossa vida computacional se daria numa janela de browser.</p>
<p>Talvez seja um sonho distante. Mais próximo, embora um bocado difícil, é o fim de plugins e outros elementos que completam a funcionalidade dos browsers, notadamente a linguagem java e o infame Flash, da Adobe.</p>
<p>Mas há um problema, aí.</p>
<p>Enquanto Apple e Google, os ex-parceiros, se digladiam pelos aparelhos móveis, enquanto Facebook e Twitter se encaram na disputa pelas redes sociais, enquanto os poderes no Vale do Silício buscam novo equilíbrio, um velho jogador observa. É a Microsoft.</p>
<p>Os outros gostariam de decidir sozinhos o futuro da internet mas a empresa de Bill Gates tem um trunfo e tanto nas mãos. Eles não inovam há muitos anos, mas o Internet Explorer (IE) ainda é o browser mais utilizado da rede.</p>
<p>Ou seja: a não ser que o IE carregue todas as funcionalidades previstas no HTML5, uns 60% dos usuários da rede passarão ao largo delas.</p>
<p>A Microsoft tem poder mas não o controle. Segundo a empresa Net Applications, a última versão do Explorer, 8, é utilizada por 22,4% dos usuários. O velho IE 6 ainda está nas máquinas de 20% dos navegantes. Para o desespero da Microsoft, este grupo garante seu domínio da rede mas passa ao largo de qualquer novidade tecnológica que tenha ocorrido na última década.</p>
<p>Mesmo que a Microsoft abrace a tecnologia, não quer dizer que os usuários verão mudanças.</p>
<p>Oficialmente, a equipe do Explorer diz que apoia o padrão HTML 5. Dizem até que concordam com a necessidade de trazer vídeo para o browser, eliminando plugins.</p>
<p>Mas há um problema aí. O principal concorrente do Adobe Flash, responsável por boa parte da multimídia na web, é um produto Microsoft chamado Silverlight. Eles gostariam de se aproveitar do fato de que o Flash é lento para garantir o controle da web, assumindo então seu lugar.</p>
<p>O compromisso da Microsoft com um padrão aberto, portanto, é apenas parcial. E, sem a Microsoft, HTML 5 não terá muito futuro.</p>
<p>Para a Apple, HTML 5 representaria livrar-se da Adobe. O Flash no Macintosh é ruim demais e às vezes a experiência da web no Windows fica melhor por conta..</p>
<p>Para o Google, HTML 5 quer dizer uma chance de levar a web para celulares e tablets, incluindo aplicativos e padrões abertos. É sua chance de dominar o mercado.</p>
<p>E a Microsoft, o que ganha?</p>
<p>Uma das disputas mais animadas do Vale se decide nesta resposta. A Adobe torce para que sua rival não queira nada com isso.</p>
<p><i><b>Coluna publicada no Link em 8 de fevereiro, 2010</b></i></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=oUZhhPi7NpI:-aaA0eLI_uY:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=oUZhhPi7NpI:-aaA0eLI_uY:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=oUZhhPi7NpI:-aaA0eLI_uY:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/08/google-x-apple-x-adobe-x-microsoft-e-o-html-5/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>34</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/08/google-x-apple-x-adobe-x-microsoft-e-o-html-5/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>De dentro do furacão, tudo parece parado</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/viH41mO9X3A/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/07/de-dentro-do-furacao-tudo-parece-parado/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 19:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=73</guid>
		<description><![CDATA[O processo vem em ondas como o mar. A última onda quebrou sobre nossas cabeças faz uns dez anos, quando os sistemas de busca assumiram o controle da internet, Google à frente.
Mas duas mudanças estão vindo.
A primeira tem a ver com como nos informamos. Facebook de um lado, Twitter do outro. O Facebook se esforça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HSO3geLL8iYyMfAZ2kNP8EJQvMY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HSO3geLL8iYyMfAZ2kNP8EJQvMY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HSO3geLL8iYyMfAZ2kNP8EJQvMY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HSO3geLL8iYyMfAZ2kNP8EJQvMY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>O processo vem em ondas como o mar. A última onda quebrou sobre nossas cabeças faz uns dez anos, quando os sistemas de busca assumiram o controle da internet, Google à frente.</p>
<p>Mas duas mudanças estão vindo.</p>
<p>A primeira tem a ver com como nos informamos. Facebook de um lado, Twitter do outro. O Facebook se esforça muito para virar o novo Twitter. O Twitter não chega a ser um Facebook. São bichos distintos. No primeiro, criamos redes de amigos. &#8220;O que aquela moça que conheci anda fazendo hoje?&#8221; Pelo segundo é possível acompanhar as leituras das pessoas que respeitamos. Parecidos, porém distintos.</p>
<p>Na última onda da rede, a maneira de encontrar informação passou a ser via sites de buscas. Agora, começa a ser pela recomendação de gente com quem convivemos nas redes sociais, amigos ou não.</p>
<p>A segunda mudança é uma disputa pelo futuro da internet.</p>
<p>A rede de hoje parece fixa por um cabo ou por um wi-fi limitado pela distância do roteador. Quando comecei como jornalista, telefone era assim também.  A um fio de distância ou à distância do sem-fio. Em apenas três anos saímos do mundo em que uma linha custava dois mil dólares e passamos ao universo no qual o pedreiro tem celular. Se wifi parece complexo hoje, em dois ou três anos todo mundo terá 3G. A internet ficará móvel.</p>
<p>Na coluna que sairá no Estado amanhã, falo sobre como a Microsoft ainda tem algum poder neste jogo. Mas quem está na disputa mesmo são Apple e Google. Impossível dizer quem vencerá, mas cada um tem visões um bocado distintas de como será a internet móvel. Ao Google interessam os padrões abertos. Há vantagens: sai mais barato para o consumidor, por exemplo. E, em um sistema aberto, novos softwares podem ser criados a toda hora por quem tiver vontade. Criatividade na internet, até hoje, dependeu disso. Um padrão fechado como o proposto pela Apple é mais seguro. Quando toda telefonia estiver integrada à internet, vamos querer estar sujeitos a vírus? A cavalos de tróia que assumem o comando de nossos celulares sem que sequer percebamos? Isto já acontece com computadores.</p>
<p>Tudo parece calmo, mas a rede está mudando intensamente neste exato momento.</p>
<p><i>Um rascunho deste post foi publicado anteriormente por engano.</i></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=viH41mO9X3A:4ml17ejcxdo:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=viH41mO9X3A:4ml17ejcxdo:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=viH41mO9X3A:4ml17ejcxdo:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/07/de-dentro-do-furacao-tudo-parece-parado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>32</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/07/de-dentro-do-furacao-tudo-parece-parado/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>A estratégia alucinada por trás do tablet de Jobs</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/9-QIXMAtb-M/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/01/a-estrategia-alucinada-por-tras-do-tablet-de-jobs/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Blackberry]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Palm]]></category>
		<category><![CDATA[Tablet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=69</guid>
		<description><![CDATA[O iPad é a segunda coisa mais ousada que Steve Jobs fez em sua vida. E, a estas alturas, o prezado leitor está lá pensando com seus botões: “coitado, o colunista pirou.” É só um iPhone grande.
Sim, é. O tablet de Jobs não é uma revolução. É evolução de uma linha bem sucedida de produtos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hjLSQ3r_8LvKyJeyDSwRsgsZ_xQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hjLSQ3r_8LvKyJeyDSwRsgsZ_xQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hjLSQ3r_8LvKyJeyDSwRsgsZ_xQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hjLSQ3r_8LvKyJeyDSwRsgsZ_xQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>O iPad é a segunda coisa mais ousada que Steve Jobs fez em sua vida. E, a estas alturas, o prezado leitor está lá pensando com seus botões: “coitado, o colunista pirou.” É só um iPhone grande.</p>
<p>Sim, é. O tablet de Jobs não é uma revolução. É evolução de uma linha bem sucedida de produtos. Mas trata-se de uma jogada arrojada que vem de uma estratégia alucinada.</p>
<p>Ele, afinal, quer concorrer com a web.</p>
<p>A corrida é pela internet móvel. De um lado do ringue está o Google. A trupe da cidadezinha de Mountain View tem uma vantagem: sua plataforma Android é aberta e portanto serão muitos os smartphones e tablets com o sistema. Os aparelhos podem parecer caros hoje. Mas haverá modelos vendidos a US$ 100 lá por 2013. Telefonia celular sempre avançou muito rápido e com a internet móvel não será diferente.</p>
<p>O Google abre as portas para um mundo que os navegantes já conhecem. É a internet da boa e velha web, aberta como sempre foi.</p>
<p>Do outro lado está a Apple. Promete uma multimídia mirabolante. Há um formato para livros – e o livro texto de medicina permitirá ao estudante vasculhar por dentro do corpo humano com filmes e cores e sons aos quais ele jamais teve acesso.</p>
<p>E um formato para periódicos – o jornal e a revista mantêm a diagramação elegante do papel, mas a ela somam-se a atualização continuada da internet, filmes, galerias de fotos. As vantagens de um e as do outro. Isso, para não falar dos games. Tudo estruturado numa plataforma que já é conhecida. A da dupla iPod e iTunes.</p>
<p>A vantagem do Google virá no preço e no fato de que todos já estão habituados com a web aberta.</p>
<p>Mas que ninguém dispense a Apple – ela também conta com uma vantagem no momento em que a internet fica móvel: os produtores de conteúdo estão do seu lado. Estúdios de cinema, gravadoras, jornais, revistas, editoras, game houses, quem produz conteúdo quer um ambiente já aceito pelo mercado no qual possa vender o que produz.</p>
<p>E, se o melhor conteúdo estiver fora da web aberta, talvez a Apple possa virar esse jogo.</p>
<p>Neste ambiente, Microsoft e RIM, do Blackberry, correm desesperadas atrás. Para não falar da pobre Palm.</p>
<p>Ao decidir concorrer com a web, Steve Jobs faz a segunda coisa mais ousada de sua carreira. A primeira foi o computador pessoal.</p>
<p><i><b>Coluna publicada no Link em 1<sup>o</sup> de fevereiro, 2010</b></i></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=9-QIXMAtb-M:UHYn_MZKDCE:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=9-QIXMAtb-M:UHYn_MZKDCE:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=9-QIXMAtb-M:UHYn_MZKDCE:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/01/a-estrategia-alucinada-por-tras-do-tablet-de-jobs/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>48</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/02/01/a-estrategia-alucinada-por-tras-do-tablet-de-jobs/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>J. D. Salinger</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/nDIhHgsgFok/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/29/j-d-salinger/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 12:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Watterson]]></category>
		<category><![CDATA[J D Salinger]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=66</guid>
		<description><![CDATA[Quem entrará na casa de Salinger, agora, para buscar aqueles livros que ele passou a vida escrevendo só para si?
O novo gênio recluso já assumiu seu lugar. É Bill Watterson.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ELebooaUghPFwsCmJmC2qW0lI30/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ELebooaUghPFwsCmJmC2qW0lI30/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ELebooaUghPFwsCmJmC2qW0lI30/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ELebooaUghPFwsCmJmC2qW0lI30/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Quem entrará na casa de Salinger, agora, para buscar aqueles livros que ele passou a vida escrevendo só para si?</p>
<p>O novo gênio recluso já assumiu seu lugar. É <a href="http://ignatz.brinkster.net/ctigerstrikes.html" target="_blank">Bill Watterson</a>.</p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=nDIhHgsgFok:c1jtTZfk4bE:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=nDIhHgsgFok:c1jtTZfk4bE:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=nDIhHgsgFok:c1jtTZfk4bE:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/29/j-d-salinger/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/29/j-d-salinger/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Agenda do dia na Campus Party + iPad</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pedrodoria/~3/xyHVXrTxqps/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/28/agenda-do-dia-na-campus-party-ipad/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 09:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[iPod]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/?p=63</guid>
		<description><![CDATA[Estarei hoje na Campus Party em dois eventos. Primeiro, no Encontros em Rede Vivo, às 14h30, e depois no debate sobre Censura Prévia na Web, às 20h.
Ainda quero ler mais sobre o iPad para comentar. A grande surpresa é o preço: começando em 499 dólares, a impressão é que mata o Kindle (259 dólares, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQcaCOWwJjLXsIZzGojLwwCnZyw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQcaCOWwJjLXsIZzGojLwwCnZyw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQcaCOWwJjLXsIZzGojLwwCnZyw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQcaCOWwJjLXsIZzGojLwwCnZyw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Estarei hoje na Campus Party em dois eventos. Primeiro, no Encontros em Rede Vivo, às 14h30, e depois no debate sobre Censura Prévia na Web, às 20h.</p>
<p>Ainda quero ler mais sobre o iPad para comentar. A grande surpresa é o preço: começando em 499 dólares, a impressão é que mata o Kindle (259 dólares, ou 359 no modelo maior). Se, ainda assim, parece caro, não cusa lembrar: o iPad é um netbook. Um computador inteiro com conexão wifi. A comparação com um iPod Touch ou um iPhone grande é infeliz porque não da conta das possibilidades deste aparelho. É um computador hiper-portátil.</p>
<p>Falei ontem rapidamente <a href="http://int.territorioeldorado.limao.com.br/eldorado/audios!getPlayerAudio.action?destaque.idGuidSelect=55C1BA9A968E43A585319B83C7B0CF74" target="_blank">na Eldorado</a> sobre o iPad, em cima do lançamento. Uma informação que não eu não tinha: diferentemente do que ocorre no iPhone, no iPad <a href="http://www.engadget.com/2010/01/27/apple-lifts-voip-over-cellular-restrictions-in-new-iphone-sdk/" target="_blank">voz por IP está liberada</a>. Então Skype pode rodar, sim. É uma briga e tanto com as operadoras de celular.</p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=xyHVXrTxqps:LZQL57cQBwg:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?a=xyHVXrTxqps:LZQL57cQBwg:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/pedrodoria?i=xyHVXrTxqps:LZQL57cQBwg:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/28/agenda-do-dia-na-campus-party-ipad/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>41</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/28/agenda-do-dia-na-campus-party-ipad/</feedburner:origLink></item>
	</channel>
</rss><!-- Dynamic page generated in 0.439 seconds. --><!-- Cached page generated by WP-Super-Cache on 2010-03-15 07:06:34 -->
