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	<title>Pedro Doria</title>
	
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	<description>Informação Digital, Mídia e transformação</description>
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		<title>Google x Apple x Adobe x Microsoft: é o HTML 5</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 22:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A guerra sendo travada no Vale do Silício, neste momento, é complexa. E boa parte dela envolve as novas especificações da linguagem sobre a qual a web é escrita: HTML, versão 5.
Apple e Google, que há um ano pareciam inseparáveis, se distanciam cada vez mais na disputa aberta pelo território da internet móvel. Mas o [...]]]></description>
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<p>Apple e Google, que há um ano pareciam inseparáveis, se distanciam cada vez mais na disputa aberta pelo território da internet móvel. Mas o HTML 5 ainda os une. Trata-se de um padrão aberto, uma sugestão a ser adotada por todos os browsers, programas que servem à navegação na rede. HTML 5 tem por responsáveis dois engenheiros, um da Apple, outro do Google.</p>
<p>A nova versão da linguagem HTML tem dois objetivos. O primeiro é resolver a questão do vídeo. Browsers com o novo padrão não precisarão de um plugin para passar filmes.</p>
<p>O segundo é permitir a criação de aplicativos de web. HTML 5 possibilita desde o simples arrastar de itens numa janela de e-mail (já implementado no Gmail) até a gravar conteúdo fora da web, no disco local.</p>
<p>Há quem sonhe, a partir daí, com o fim dos sistemas operacionais. Toda nossa vida computacional se daria numa janela de browser.</p>
<p>Talvez seja um sonho distante. Mais próximo, embora um bocado difícil, é o fim de plugins e outros elementos que completam a funcionalidade dos browsers, notadamente a linguagem java e o infame Flash, da Adobe.</p>
<p>Mas há um problema, aí.</p>
<p>Enquanto Apple e Google, os ex-parceiros, se digladiam pelos aparelhos móveis, enquanto Facebook e Twitter se encaram na disputa pelas redes sociais, enquanto os poderes no Vale do Silício buscam novo equilíbrio, um velho jogador observa. É a Microsoft.</p>
<p>Os outros gostariam de decidir sozinhos o futuro da internet mas a empresa de Bill Gates tem um trunfo e tanto nas mãos. Eles não inovam há muitos anos, mas o Internet Explorer (IE) ainda é o browser mais utilizado da rede.</p>
<p>Ou seja: a não ser que o IE carregue todas as funcionalidades previstas no HTML5, uns 60% dos usuários da rede passarão ao largo delas.</p>
<p>A Microsoft tem poder mas não o controle. Segundo a empresa Net Applications, a última versão do Explorer, 8, é utilizada por 22,4% dos usuários. O velho IE 6 ainda está nas máquinas de 20% dos navegantes. Para o desespero da Microsoft, este grupo garante seu domínio da rede mas passa ao largo de qualquer novidade tecnológica que tenha ocorrido na última década.</p>
<p>Mesmo que a Microsoft abrace a tecnologia, não quer dizer que os usuários verão mudanças.</p>
<p>Oficialmente, a equipe do Explorer diz que apoia o padrão HTML 5. Dizem até que concordam com a necessidade de trazer vídeo para o browser, eliminando plugins.</p>
<p>Mas há um problema aí. O principal concorrente do Adobe Flash, responsável por boa parte da multimídia na web, é um produto Microsoft chamado Silverlight. Eles gostariam de se aproveitar do fato de que o Flash é lento para garantir o controle da web, assumindo então seu lugar.</p>
<p>O compromisso da Microsoft com um padrão aberto, portanto, é apenas parcial. E, sem a Microsoft, HTML 5 não terá muito futuro.</p>
<p>Para a Apple, HTML 5 representaria livrar-se da Adobe. O Flash no Macintosh é ruim demais e às vezes a experiência da web no Windows fica melhor por conta..</p>
<p>Para o Google, HTML 5 quer dizer uma chance de levar a web para celulares e tablets, incluindo aplicativos e padrões abertos. É sua chance de dominar o mercado.</p>
<p>E a Microsoft, o que ganha?</p>
<p>Uma das disputas mais animadas do Vale se decide nesta resposta. A Adobe torce para que sua rival não queira nada com isso.</p>
<p><i><b>Coluna publicada no Link em 8 de fevereiro, 2010</b></i></p>
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		<title>De dentro do furacão, tudo parece parado</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 19:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O processo vem em ondas como o mar. A última onda quebrou sobre nossas cabeças faz uns dez anos, quando os sistemas de busca assumiram o controle da internet, Google à frente.
Mas duas mudanças estão vindo.
A primeira tem a ver com como nos informamos. Facebook de um lado, Twitter do outro. O Facebook se esforça [...]]]></description>
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<p>Mas duas mudanças estão vindo.</p>
<p>A primeira tem a ver com como nos informamos. Facebook de um lado, Twitter do outro. O Facebook se esforça muito para virar o novo Twitter. O Twitter não chega a ser um Facebook. São bichos distintos. No primeiro, criamos redes de amigos. &#8220;O que aquela moça que conheci anda fazendo hoje?&#8221; Pelo segundo é possível acompanhar as leituras das pessoas que respeitamos. Parecidos, porém distintos.</p>
<p>Na última onda da rede, a maneira de encontrar informação passou a ser via sites de buscas. Agora, começa a ser pela recomendação de gente com quem convivemos nas redes sociais, amigos ou não.</p>
<p>A segunda mudança é uma disputa pelo futuro da internet.</p>
<p>A rede de hoje parece fixa por um cabo ou por um wi-fi limitado pela distância do roteador. Quando comecei como jornalista, telefone era assim também.  A um fio de distância ou à distância do sem-fio. Em apenas três anos saímos do mundo em que uma linha custava dois mil dólares e passamos ao universo no qual o pedreiro tem celular. Se wifi parece complexo hoje, em dois ou três anos todo mundo terá 3G. A internet ficará móvel.</p>
<p>Na coluna que sairá no Estado amanhã, falo sobre como a Microsoft ainda tem algum poder neste jogo. Mas quem está na disputa mesmo são Apple e Google. Impossível dizer quem vencerá, mas cada um tem visões um bocado distintas de como será a internet móvel. Ao Google interessam os padrões abertos. Há vantagens: sai mais barato para o consumidor, por exemplo. E, em um sistema aberto, novos softwares podem ser criados a toda hora por quem tiver vontade. Criatividade na internet, até hoje, dependeu disso. Um padrão fechado como o proposto pela Apple é mais seguro. Quando toda telefonia estiver integrada à internet, vamos querer estar sujeitos a vírus? A cavalos de tróia que assumem o comando de nossos celulares sem que sequer percebamos? Isto já acontece com computadores.</p>
<p>Tudo parece calmo, mas a rede está mudando intensamente neste exato momento.</p>
<p><i>Um rascunho deste post foi publicado anteriormente por engano.</i></p>
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		<title>A estratégia alucinada por trás do tablet de Jobs</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O iPad é a segunda coisa mais ousada que Steve Jobs fez em sua vida. E, a estas alturas, o prezado leitor está lá pensando com seus botões: “coitado, o colunista pirou.” É só um iPhone grande.
Sim, é. O tablet de Jobs não é uma revolução. É evolução de uma linha bem sucedida de produtos. [...]]]></description>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hjLSQ3r_8LvKyJeyDSwRsgsZ_xQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hjLSQ3r_8LvKyJeyDSwRsgsZ_xQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>O iPad é a segunda coisa mais ousada que Steve Jobs fez em sua vida. E, a estas alturas, o prezado leitor está lá pensando com seus botões: “coitado, o colunista pirou.” É só um iPhone grande.</p>
<p>Sim, é. O tablet de Jobs não é uma revolução. É evolução de uma linha bem sucedida de produtos. Mas trata-se de uma jogada arrojada que vem de uma estratégia alucinada.</p>
<p>Ele, afinal, quer concorrer com a web.</p>
<p>A corrida é pela internet móvel. De um lado do ringue está o Google. A trupe da cidadezinha de Mountain View tem uma vantagem: sua plataforma Android é aberta e portanto serão muitos os smartphones e tablets com o sistema. Os aparelhos podem parecer caros hoje. Mas haverá modelos vendidos a US$ 100 lá por 2013. Telefonia celular sempre avançou muito rápido e com a internet móvel não será diferente.</p>
<p>O Google abre as portas para um mundo que os navegantes já conhecem. É a internet da boa e velha web, aberta como sempre foi.</p>
<p>Do outro lado está a Apple. Promete uma multimídia mirabolante. Há um formato para livros – e o livro texto de medicina permitirá ao estudante vasculhar por dentro do corpo humano com filmes e cores e sons aos quais ele jamais teve acesso.</p>
<p>E um formato para periódicos – o jornal e a revista mantêm a diagramação elegante do papel, mas a ela somam-se a atualização continuada da internet, filmes, galerias de fotos. As vantagens de um e as do outro. Isso, para não falar dos games. Tudo estruturado numa plataforma que já é conhecida. A da dupla iPod e iTunes.</p>
<p>A vantagem do Google virá no preço e no fato de que todos já estão habituados com a web aberta.</p>
<p>Mas que ninguém dispense a Apple – ela também conta com uma vantagem no momento em que a internet fica móvel: os produtores de conteúdo estão do seu lado. Estúdios de cinema, gravadoras, jornais, revistas, editoras, game houses, quem produz conteúdo quer um ambiente já aceito pelo mercado no qual possa vender o que produz.</p>
<p>E, se o melhor conteúdo estiver fora da web aberta, talvez a Apple possa virar esse jogo.</p>
<p>Neste ambiente, Microsoft e RIM, do Blackberry, correm desesperadas atrás. Para não falar da pobre Palm.</p>
<p>Ao decidir concorrer com a web, Steve Jobs faz a segunda coisa mais ousada de sua carreira. A primeira foi o computador pessoal.</p>
<p><i><b>Coluna publicada no Link em 1<sup>o</sup> de fevereiro, 2010</b></i></p>
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		<title>J. D. Salinger</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 12:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Watterson]]></category>
		<category><![CDATA[J D Salinger]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem entrará na casa de Salinger, agora, para buscar aqueles livros que ele passou a vida escrevendo só para si?
O novo gênio recluso já assumiu seu lugar. É Bill Watterson.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ELebooaUghPFwsCmJmC2qW0lI30/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ELebooaUghPFwsCmJmC2qW0lI30/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ELebooaUghPFwsCmJmC2qW0lI30/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ELebooaUghPFwsCmJmC2qW0lI30/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Quem entrará na casa de Salinger, agora, para buscar aqueles livros que ele passou a vida escrevendo só para si?</p>
<p>O novo gênio recluso já assumiu seu lugar. É <a href="http://ignatz.brinkster.net/ctigerstrikes.html" target="_blank">Bill Watterson</a>.</p>
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		<title>Agenda do dia na Campus Party + iPad</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 09:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estarei hoje na Campus Party em dois eventos. Primeiro, no Encontros em Rede Vivo, às 14h30, e depois no debate sobre Censura Prévia na Web, às 20h.
Ainda quero ler mais sobre o iPad para comentar. A grande surpresa é o preço: começando em 499 dólares, a impressão é que mata o Kindle (259 dólares, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQcaCOWwJjLXsIZzGojLwwCnZyw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQcaCOWwJjLXsIZzGojLwwCnZyw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQcaCOWwJjLXsIZzGojLwwCnZyw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQcaCOWwJjLXsIZzGojLwwCnZyw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Estarei hoje na Campus Party em dois eventos. Primeiro, no Encontros em Rede Vivo, às 14h30, e depois no debate sobre Censura Prévia na Web, às 20h.</p>
<p>Ainda quero ler mais sobre o iPad para comentar. A grande surpresa é o preço: começando em 499 dólares, a impressão é que mata o Kindle (259 dólares, ou 359 no modelo maior). Se, ainda assim, parece caro, não cusa lembrar: o iPad é um netbook. Um computador inteiro com conexão wifi. A comparação com um iPod Touch ou um iPhone grande é infeliz porque não da conta das possibilidades deste aparelho. É um computador hiper-portátil.</p>
<p>Falei ontem rapidamente <a href="http://int.territorioeldorado.limao.com.br/eldorado/audios!getPlayerAudio.action?destaque.idGuidSelect=55C1BA9A968E43A585319B83C7B0CF74" target="_blank">na Eldorado</a> sobre o iPad, em cima do lançamento. Uma informação que não eu não tinha: diferentemente do que ocorre no iPhone, no iPad <a href="http://www.engadget.com/2010/01/27/apple-lifts-voip-over-cellular-restrictions-in-new-iphone-sdk/" target="_blank">voz por IP está liberada</a>. Então Skype pode rodar, sim. É uma briga e tanto com as operadoras de celular.</p>
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		<title>O tablet da Apple, a horas de ser lançado</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 10:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às 16h do Brasil, começa no Vale do Silício o evento patrocinado pela Apple para anunciar sua nova linha de produtos. Entre eles estará um tablet – computador de mão, um celular avantajado. As editoras esperam um concorrente para o Kindle. TVs cogitam a possibilidade de ser um novo lugar no qual apresentar sua programação. [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qWotqHPiQlOaMNavfePgAJmdCCA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qWotqHPiQlOaMNavfePgAJmdCCA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qWotqHPiQlOaMNavfePgAJmdCCA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qWotqHPiQlOaMNavfePgAJmdCCA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Às 16h do Brasil, começa no Vale do Silício o evento patrocinado pela Apple para anunciar sua nova linha de produtos. Entre eles estará um tablet – computador de mão, um celular avantajado. As editoras esperam um concorrente para o Kindle. TVs cogitam a possibilidade de ser um novo lugar no qual apresentar sua programação. Mas em nenhum canto o aparelho é aguardado com tanta avidez quanto cá na indústria jornalística. No final do ano passado, a editora Time publicou no YouTube o protótipo de como seria uma edição da revista Sports Illustrated no tablet:</p>
<p><object width="400" height="243"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ntyXvLnxyXk&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ntyXvLnxyXk&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="400" height="243"></embed></object></p>
<p>Algo do tipo já daria para fazer no computador. Então por que tanta avidez? Ora pois, voltamos à questão da criação de escassez numa conversa que puxa, também, pela discussão a respeito de modelos abertos e fechados na rede de computadores, inclui a experiência do consumo de informação e flerta com a música.</p>
<p>O computador ligado à internet é um bicho aberto. É a natureza da rede. Não é à toa que cobrar por conteúdo online é difícil. A tecnologia foi desenvolvida por engenheiros e cientistas que queriam um meio fácil, rápido e eficaz de transmitir informação. Foi exatamente isto que construíram. A ficha na indústria da informação começou a cair quando vieram os primeiros sinais de banda larga e os modems começaram a ficar potentes o suficiente para a transferência de arquivos de música.</p>
<p>A história do Napster e das outras redes de troca é bem conhecida – mas vamos nos focar na do iPod.</p>
<p>Já existiam outros players de arquivos mp3 no mercado quando a Apple lançou o iPod. E o iPod ainda demorou um ou dois anos para pegar. Hoje, distantes que estamos daquele lançamento em outubro de 2001, talvez seja difícil reconhecer o quanto o aparelho alterou a maneira de experimentarmos música. É mais que um Walkman: é a possibilidade de carregar consigo uma discoteca inteira. De ter toda sua música à mão a qualquer instante. É a possibilidade de alterar o ambiente no qual estamos. Estar em Ipanema e buscar Tom Jobim para incrementar nossa percepção do momento, se isolar no metrô buscando o conforto de Sinatra ou atravessar a Paulista do Paraíso à Consolação ouvindo Bruce Springsteen. É a combinação que for desejada.</p>
<p>Mas o iPod não é apenas o iPod – é também, para a maioria de seus usuários no mundo, a iTunes Store. A legislação de direitos autorais no Brasil é complexa, as partes que arrecadam a comissão de músicos e compositores não se entendem e as grandes gravadoras são tacanhas. Por conta, não temos a versão nacional desta loja. Mas ligar o iPod ao computador e no tempo de dois cliques ter uma música por 2 reais é tão simples que funciona.</p>
<p>Sim: música continua sendo pirateada na internet. Mas ela é também vendida digitalmente por alguns motivos. A maior parte da música baixada via internet é consumida em iPods. Uma loja conectada diretamente ao aparelho é coisa tentadora. E, segredo de polichinelo, piratear música dá um trabalho desgraçado. Dez dólares pelo disco não é tão caro assim se vai poupar meia hora de trabalho.</p>
<p>O iPod alterou fundamente a experiência de ouvir música e, de presto, criou uma maneira simples e prática de consumir música. Que escassez está explorando? A de capacidade técnica e tempo. Piratear é sempre possível – mas para quem não tem tempo ou não sabe fazê-lo a iTunes Store está sempre ali.</p>
<p>Um aparelho, uma ferramenta tecnológica que altere profundamente a maneira de experimentarmos informação, é fundamental para que se crie uma nova escassez. Queremos informação daquele jeito, naquele formato – quanto custa? Ao criar esta tecnologia separada do modelo aberto da internet, cria-se também um modelo de negócios. Foi o que a Apple fez com música. E foi o modelo copiado pela Amazon para criar seu leitor de livros eletrônicos, o Kindle.</p>
<p>Tudo parece simples mas não é – basta comparar um iPod a um Kindle. O primeiro é de uma elegância em sua simplicidade, é obra de engenheiros enquanto artistas. O Kindle, coitado, é bom e prático, eficiente, mas não é lá um aparelho muito inspirado. A verdade é que a maioria dos apetrechos tecnológicos com os quais convivemos não são lá muito inspirados. Não conseguem mudar nossa experiência.</p>
<p>Este, ora pois, não é um objetivo trivial.</p>
<p>Assim, todos os olhos para o Vale do Silício, hoje à tarde. Afinal, é a Apple que vai anunciar um aparelho que talvez mude completamente a maneira de nos informarmos.</p>
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		<title>Como Hollywood faz dinheiro criando escassez</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 17:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[Escassez]]></category>
		<category><![CDATA[iMax]]></category>

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		<description><![CDATA[Já que falávamos de cinema e de escassez, não custa permanecer no assunto. Antes, no entanto, uns números interessantes.
1. Em 2008, o lucro da venda de ingressos de cinema nos EUA e Canadá bateu o recorde anterior, fechando em 9,78 bilhões de dólares.
2. Em 2009, embora os números de dezembro (o ponto alto da temporada) [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b0_Y1SwDOJhYngo7rweP8QEHiZU/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b0_Y1SwDOJhYngo7rweP8QEHiZU/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b0_Y1SwDOJhYngo7rweP8QEHiZU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b0_Y1SwDOJhYngo7rweP8QEHiZU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Já que falávamos de cinema e de escassez, não custa permanecer no assunto. Antes, no entanto, uns números interessantes.</p>
<p>1. Em 2008, o lucro da venda de ingressos de cinema nos EUA e Canadá bateu o recorde anterior, fechando em <a href="http://www.hollywoodreporter.com/hr/content_display/news/e3i7fcfe6ddd3b5d6c263092af2c7e678e7" target="_blank">9,78 bilhões</a> de dólares.</p>
<p>2. Em 2009, embora os números de dezembro (o ponto alto da temporada) não tenham sido plenamente computados, a conta já está em <a href="http://www.hollywoodreporter.com/hr/content_display/news/e3icf90084764d1ef2deed5745536a62b5e" target="_blank">9,69 bilhões</a>. Deve ultrapassar a casa dos 10 ou chegar muito próximo. O recorde foi batido.</p>
<p>3. Este ano tem outra característica: pela primeira vez desde 2002, o lucro com ingressos vendidos foi maior do que o com a venda de discos de filmes (incluindo DVD e Blu-ray). Em 2004, o lucro com DVDs de cinema chegou a 12,1 bilhões, em 2009 a estimativa é de que feche 8,73 bi.</p>
<p>4. Outros dados de 2009: 1,27 bilhões gastos com pay-per-view na TV paga e <a href="http://online.wsj.com/article/SB20001424052748704789404574636531903626624.html" target="_blank">361 milhões</a> com aluguel e compra de filmes via internet.</p>
<p>5. No total, os consumidores de EUA e Canadá gastaram 28,38 bilhões com filmes em 2009. Ligeiramente abaixo dos 28,47 bilhões de 2008.</p>
<p>Um quê de contexto: EUA e Canadá, juntos, são o maior mercado consumidor de cinema do mundo, correspondendo a um naco de 35% do total. Não custa lembrar que a queda de 2009 em relação a 2008 é muito pequena se formos lembrar que a recessão atingiu duramente os EUA no período.</p>
<p>As pessoas estão gastando mais dinheiro indo ao cinema e estão comprando menos filmes. Embora o mercado de Blu-ray e o de compra online esteja crescendo – o segundo num ritmo violento – ainda não compensou a queda de DVDs.</p>
<p>De volta ao problema econômico básico: fazer cópia e distribuir informação era caro. Com a internet, isso mudou. <b>Mas a escassez de cópias não é a única escassez que empresas que lidam com informação podem explorar.</b> De todas as indústrias, nenhuma tem se mostrado mais atenta a isso do que Hollywood. E ela sabe exatamente em que escassez investir: a da experiência única.</p>
<p>As tecnologias iMax e 3D são a mostra disso. Não há jogo de caixas de som 5.1 ou tela de TV grande que substitua a experiência de um filme construído para iMax e 3D e assim projetado. Hollywood pode ter outra segurança: é verdade que a tecnologia do entretenimento doméstico melhora e cai de preço dramaticamente. Mas em um mundo cada vez mais urbano, a metragem dos apartamentos também diminui. <b>Jamais será possível recriar, num quarto e sala, a experiência de estar envolto pela tela grande.</b></p>
<p>O filme projetado em sala de exibição tem uma qualidade para quem quer fazer dinheiro: ele está sob controle da indústria.</p>
<p>O resultado da experiência de um CD pode ser copiado sem perda de qualidade. </p>
<p>O resultado da experiência de um filme iMax ou 3D só se tem nas condições que o dono do conteúdo dita.</p>
<p>Escassez permanece a questão chave para todos. Se cópia e distribuição foram barateadas pela tecnologia, que nova escassez a tecnologia pode criar?</p>
<p>A indústria do cinema já apostou num caminho que, aparentemente, vem rendendo resultados. Avatar, o filme que serve de melhor exemplo para as duas novas tecnologias, recebeu <a href="http://community.nytimes.com/comments/carpetbagger.blogs.nytimes.com/2010/01/05/avatar-commandeers-film-piracy-record/?scp=40&amp;sq=movie%20theaters%20DVD&amp;st=cse" target="_blank">500.000 downloads ilegais</a> nos primeiros dois dias após sua chegada aos cinemas. E 980.000 na primeira semana. Mas quem, após deixar a sala do filme, fala de sua história? Ninguém. O deslumbre é puramente visual. Quem viu a cópia pirata que baixou da rede não viu Avatar. E sabe disso.</p>
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		<title>Campus Party: a importância de um evento de tecnologia</title>
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		<comments>http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/24/a-importancia-de-um-evento-de-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 18:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Campus Party, cuja terceira edição brasileira começa segunda-feira, tem tudo para se transformar no mais importante evento relacionado à internet no País.
É um tipo de evento necessário – temos muito o que discutir sobre todos os aspectos.
Nos meses anteriores à eleição que levou Barack Obama à Casa Branca, uma série de conferências ocorreu nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DLNrx5AAcaygu7NUbKzGPj_Rlyg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DLNrx5AAcaygu7NUbKzGPj_Rlyg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DLNrx5AAcaygu7NUbKzGPj_Rlyg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DLNrx5AAcaygu7NUbKzGPj_Rlyg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>A Campus Party, cuja terceira edição brasileira começa segunda-feira, tem tudo para se transformar no mais importante evento relacionado à internet no País.</p>
<p>É um tipo de evento necessário – temos muito o que discutir sobre todos os aspectos.</p>
<p>Nos meses anteriores à eleição que levou Barack Obama à Casa Branca, uma série de conferências ocorreu nos EUA. Ainda em 2007, a primeira foi a YearlyKos, promovida pelo blog político&nbsp;<a href="http://DailyKos.com" title="http://DailyKos. " target="_blank">DailyKos.com</a>, que reuniu os principais candidatos democratas à presidência.</p>
<p>Foi apenas a primeira dentre muitas conferências que culminarão, em maio, no encontro Gov 2.0 Expo, em Washington, inteiramente dedicado às mudanças provocadas pela internet na maneira como se governa.</p>
<p>Política não é o único assunto discutido. Desde 2007, o Instituto Aspen reúne anualmente, no Colorado, jornalistas de alta patente para o Focas, uma conferência inteiramente dedicada ao impacto da nova mídia na imprensa tradicional. Em San Francisco, a ONA é outro encontro, mais voltado para iniciativas do jornalismo online. O CM Summit, que ocorre duas vezes por ano, reúne quem é ligado ao negócio da publicidade online.</p>
<p>Não importa qual o assunto, os EUA vêm discutindo – e discutindo muito – o impacto das tecnologias digitais. Os fóruns são, na maioria das vezes, abertos, transmitidos em vídeo pela web.</p>
<p>Não temos coisa do tipo no Brasil. Mas a Campus Party tem o potencial de se transformar em raiz de algo assim. Já traz um espírito aberto, já atrai gente curiosa com a rede e, principalmente, já tem em seu modelo essa vontade de ampliar a conversa.</p>
<p>Basta ver a lista de eventos simultâneos. De palestras técnicas aos assuntos mais curiosos, há de tudo por lá. É um palco aberto. Pensadores importantes – caso do advogado americano Lawrence Lessig – serão trazidos.</p>
<p>Uma das coisas que mais chamou a atenção, na primeira edição da Campus Party, foi os gráficos de entrada e saída de dados. Num ambiente cheio de garotada com seus computadores à mão e banda larga numa velocidade que sequer existe para vender no mercado, se esperaria todo mundo baixando informação alucinadamente. Só que não. Mais dados foram enviados para a rede do que retirados dela. A infraestrutura favorece o compartilhamento.</p>
<p>Estamos entrando em ano eleitoral e, pela primeira vez, a internet será o principal veículo pelo qual os brasileiros irão se informar sobre política. Não há uma conferência específica para discutirmos como será. Mas, nessa semana que começa, nos debates oficiais e nas várias conversas de corredor, o assunto estará presente.</p>
<p>Assim como estarão presentes as questões essenciais para nossa liberdade online. Que leis queremos para a rede? O que deve ser proibido? O que é crime e como se pune?</p>
<p>A internet passa pelo futuro do Brasil. O evento que está começando hoje é mais do que uma festa. É o mais importante palco que temos para discutirmos estas questões essenciais.</p>
<p><b><i>Coluna publicada no Link em 25 de janeiro, 2010</b></i></p>
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		<title>Escassez e Gutenberg</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 17:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Escassez]]></category>
		<category><![CDATA[Gutenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[No vídeo após o salto do link (em iglês), Elizabeth Eisenstein fala da revolução que ocorreu após a invenção da imprensa. A senhorinha é fera. Mude-se imprensa por internet e tudo parece igual.
Ela é a autora do livro citado uns posts atrás.
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M_RAaSfSetqCZ1nVM2WCX1gXyro/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M_RAaSfSetqCZ1nVM2WCX1gXyro/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M_RAaSfSetqCZ1nVM2WCX1gXyro/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M_RAaSfSetqCZ1nVM2WCX1gXyro/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>No vídeo após o <a href="http://footage.stealthisfilm.com/video/4" target="_blank">salto do link</a> (em iglês), Elizabeth Eisenstein fala da revolução que ocorreu após a invenção da imprensa. A senhorinha é fera. Mude-se imprensa por internet e tudo parece igual.</p>
<p>Ela é a autora do livro citado <a href="http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/22/revolucao-digital-o-fim-da-escassez-de-informacao/" target="_blank">uns posts atrás</a>.</p>
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		<title>Outros blogs por aqui</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 13:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Doria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administrativas]]></category>
		<category><![CDATA[Informação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Keller]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[P2P]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma penca de blogs cá no Estadão e pelo menos dois tratam de temas próximos ao discutido por aqui.
Um está aqui mesmo no Link: é o P2P. A pegada é diferente, mas trata do encontro entre cultura e tecnologia. É farto em posts.
Outro é o de Gabi e seu cro-magnon de estimação, Groc. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/--YoWGHiJGmCy-EGxNGvu380J50/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/--YoWGHiJGmCy-EGxNGvu380J50/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/--YoWGHiJGmCy-EGxNGvu380J50/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/--YoWGHiJGmCy-EGxNGvu380J50/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Há uma penca de blogs cá no Estadão e pelo menos dois tratam de temas próximos ao discutido por aqui.</p>
<p>Um está aqui mesmo no Link: é o <a target="_blank">P2P</a>. A pegada é diferente, mas trata do encontro entre cultura e tecnologia. É farto em posts.</p>
<p>Outro é o de Gabi e seu cro-magnon de estimação, Groc. É bom de ler e também de ver. O último post deles trata dos <a href="http://blogs.estadao.com.br/gabi-e-groc/2010/01/22/revisitando-bill-keller/" target="_blank">sete princípios</a> que Bill Keller, diretor de redação do New York Times, acredita devem nortear o avanço do jornal na internet. É, nos EUA, o jornal que melhor entende a rede. </p>
]]></content:encoded>
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