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	<title>pequeno Guru</title>
	
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	<description>Crescimento profissional com equilíbrio na vida pessoal.</description>
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		<title>13 fatos superinteressantes sobre a Procter &amp; Gamble</title>
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		<comments>http://www.pequenoguru.com.br/2013/06/13-fatos-superinteressantes-sobre-a-procter-gamble/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 19:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvio Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios & Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas]]></category>

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		<!-- <description><![CDATA[A maioria dos brasileiros deve conhecer esta empresa de $200 bilhões de dólares do programa do Faustão (parte da estratégia de conquistar ... ]]></description> -->
				<content:encoded><![CDATA[<p class="first-child "><img class="alignright size-medium wp-image-8974" alt="Procter Gamble produtos marcas" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/180613_procter_gamble_produtos_marcas-300x296.jpg" width="300" height="296" /><span title="A" class="cap"><span>A</span></span> maioria dos brasileiros deve conhecer esta empresa de $200 bilhões de dólares do programa do Faustão (parte da estratégia de conquistar a classe média brasileira e abocanhar uma fatia de mercado da sua grande rival Unilever), mas a gigante tem números que impressionam até o mais experiente homem de negócios. Por ano, são investidos $9 bilhões em marketing e $2 bilhões em pesquisa, o que faz da empresa a maior anunciante do mundo e com alta capacidade de inovação. Além do Faustão, outro sujeito é famoso por elevar o nome da empresa,  AG Lafley. O executivo que é praticamente o guru da corporação foi responsável por quase duplicar o faturamento da empresa na década passada, por conduzir a compra da gigante Gillette e pela enorme valorização das marcas do portifólio.</p>
<p>Lendo a Época Negócios deste mês, me dei conta de que a Procter &amp; Gamble é uma gigante admirável (a maioria delas não são). Já tinha ouvido falar do estilo admirável de Lafley, do alto poder de inovação, sabia que a empresa praticamente tinha <a href="http://www.pequenoguru.com.br/2009/05/o-dia-em-que-o-branding-nasceu">inventado o branding </a>e que era uma das mais valiosas empresas do mundo (está entre as 15 com maior valor de empresa). Mas não sabia um monte de outras pequenas coisas. A partir da matéria e de uma pequena pesquisa, reuni alguns fatos interessantes sobre a companhia que atinge 63% da população mundial.</p>
<p><strong>1. A empresa nasceu de um conselho</strong><br />
Menos de duas décadas depois de Dom Pedro ter declarado a Independência do Brasil, os imigrantes William Procter e James Gable abriam sua empresa nos Estados unidos. Um produtor de velas e o outro de sabão acabaram casando com duas irmãs, filhas de um pai, aparentemente, muito sábio. O velho aconselhou os dois a abrirem um negócio juntos. E não é preciso ser muito inteligente para saber que não ouvir o pai da mulher em pleno século 19 é brincar fogo, literalmente. Por bem ou por mal, os dois abriram a empresa que apenas 20 anos depois estaria faturando $1 milhão.</p>
<p><strong>2. Inventou as fraldas com abas</strong><br />
Antes do final do século, a Procter &amp; Gamble inaugurou o seu primeiro laboratório de pesquisa. A partir daí, a empresa foi se consolidando como uma das mais inovadoras da época. Em 1961, a Pampers foi lançada e revolucionou o mercado. Até então, todo mundo usava fraldas de tecido e vamos combinar&#8230; não é nada prática. Um pesquisador da empresa também achava o mesmo e começou a desenvolver uma versão descartável. Mas vale ressaltar que ela não inventou a fralda, a Johnson&amp;Johnson já havia feito, mas foi ela quem abriu o mercado. A verdadeira  inovação veio 10 anos depois com a implementação da fita adesiva (adeus alfinetes!) e abas ao redor da perna do bebê.</p>
<p><strong>3. Aumentou as fraldas descartáveis chinesas</strong><br />
Nenhuma empresa entende tanto de consumidor como a Procter &amp; Gamble. Uma das provas vem da China: através de estudos, a empresa percebeu que os bebês chineses precisavam de fraldas maiores que as dos amiguinhos internacionais. Isso porque a restrição do governo chinês que impõe apenas um filho por casal faz com que os bebês sejam mais paparicados pelos pais e avós (ela também descobriu que a típica residência chinesa é composta de 4 adultos e 1 criança), por isso passam mais tempo no colo e acabam demorando mais para engatinhar, o que os deixam com pernas mais gordinhas. Resultado: fraldas maiores.</p>
<p><strong>4. Campeã em perfumes</strong><br />
Há grandes chances de você estar usando algo criado por funcionários da Procter &amp; Gamble agora mesmo. E não me refiro ao Always &#8211;no caso das mulheres&#8211;, Vick ou Pantene, mas de perfumes como Dolce &amp; Gabbana, Hugo Boss, Lacoste e Gucci. A companhia emprega 10% de todos os perfumistas do mundo que são responsáveis pelas fragrãncias dessas glamurosas marcas; parte delas adquiridas com a compra da Wella, 2003.</p>
<p><strong>5. Seu portifólio é bilionário</strong><br />
No ano 2000, quando AG Lafley assumiu, a Procter &amp; Gamble tinha 10 marcas que valiam mais de 1 bilhão de dólares. Hoje, elas são 25, dentre elas: Duracell, Ariel, Gillette, Head &amp; Shoulders, Mach3, Pampers, Pantene, Ace, Wella.</p>
<p><strong>6. Demora 10 anos para lançar um produto</strong><br />
A Pampers passou cinco anos no laboratório para chegar ao mercado. O novo Ariel Pods, lançado no Dia das Mães no mercado brasileiro, levou quase 10. Foram necessários 450 testes com mais de 6 mil consumidores e milhões de dólares em pesquisa para desenvolver um sabão com amaciante em cápsulas que funcione. E parece funcionar, o segmento já está faturando algumas centenas de milhões e deve continuar crescendo.</p>
<p><strong>7. Deixa as pessoas lavarem roupa de graça</strong><br />
Como um naturalista (não confundir com naturista) que observa a natureza, boa parte do trabalho da empresa consiste em observar os consumidores e tomar nota dos seus hábitos. Para isso, milhares deles são convidados a passar o dia lavando roupa, passando e limpando em um dos 26 Centros de Inovação da empresa espalhados pelo mundo. Nada muito divertido eu imagino, mas já que você tem que fazer, é melhor que seja de graça.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8973" alt="180613_gillette_indiano" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/180613_gillette_indiano.jpg" width="500" height="502" /></p>
<p><strong>8. Criou o barbeador mais barato do mundo</strong><br />
Para ganhar o mercado indiano, a Procter &amp; Gamble precisou entrar na casa dos consumidores e ver <em>como</em> os homens faziam a barba, <em>quando</em>, e <em>quanto</em>. Só assim eles perceberam que seus modernos Mach3 e Fusion jamais funcionariam ali. O indiano faz barba cerca de 2 vezes por semana, o suficiente para o pêlo crescer tornando-se difícil de barbear. Além disso, com 20 pessoas morando na mesma casa, espelho e água corrente não são tão comuns assim. Se a P&amp;G quisesse conquistar o mercado ali, precisaria criar um barbeador que desse conta de barba comprida, fosse possível usar sem espelho e sem água. Ah, e fosse barato, porque o modelo mais popular do país custavam alguns centavos. O resultado é o Gillette Guard, e o sucesso foi instantâneo.</p>
<p><strong>9. Pesquisa é tudo</strong><br />
Os últimos anos foram difíceis para a empresa. Ariel Pods à parte, não houveram muitos produtos inovadores de sucesso nos últimos tempos. Ainda assim, inovar está no DNA da empresa. Por isso, ela investe 50% mais do que a principal concorrente Unilever, um total de US$2 bilhões, que financia 15 milhões de pesquisas por ano conduzidas por 8.000 cientistas entre matemáticos, psicólogos, sociólogos, engenheiros químicos, biólogos &#8212; 1000 desses são PhDs.</p>
<p>John Smale, outro grande ex-CEO da companhia, teve papel importante nisso. Ele percebeu que 4 grandes sucessos da empresa foram resultados de 70 fracassos laboratoriais. Ou seja, 66 precisaram falhar. 66 jogaram deram prejuízo. Ainda assim, é como a inovação funciona. Essa cultura da tolerância ao erro e a devoção pelas pesquisas seria o ponto de partida da gestão de Lafley anos mais tarde.</p>
<p><strong>10. &#8220;Encantar o cliente&#8221; é uma doença</strong><br />
Se você acha que a sua empresa é focada no consumidor é porque não conhece a P&amp;G. Isso é um mantra, um princípio e um propósito, é quase doentio dentro da empresa. Todo mundo conhece, escuta pelos corredores e pratica todos os dias. Entender o consumidor é uma obrigação, e eles fazem isso através de pesquisas de campo, contatos frequentes via chat, observação nos Centros de Inovação, testes e até visitas à casa dos consumidores.</p>
<p><strong>11. Seus funcionários são chamados de proctóids</strong><br />
Essa é a forma carinhosa como são conhecidos os funcionários da Procter &amp; Gamble.</p>
<p><strong>12. Abriu mão de marcas valiosas</strong><br />
Qual empresa venderia a Pringles e o café mais vendido do país? A Procter &amp; Gamble fez. Abriu mão de um segmento de $7 bilhões para focar recursos financeiros e humanos no que realmente deveria ser o foco da empresa: higiene e cuidados pessoais.</p>
<p><strong>13. Tem um líder para se espelhar</strong><br />
A primeira vez que eu ouvi falar do AG Lafley foi em algum livro vários anos atrás. Lembro que o autor comentava a mania do executivo de visitar a casa das pessoas para ver como elas usam os seus produtos. Chega a ser ridículo imaginar que alguém pode administrar uma empresa de produtos de limpeza sem usar ou estudar como as pessoas usam. Lafley não se escondia atrás de planilhas, gráficos e reuniões. Uma vez em uma viagem à América do Sul, jornalistas foram atrás do executivo na sede da empresa e se assustaram ao descobrir que ele estava, na verdade, na pequena cozinha de uma jovem mãe venezuelana.</p>
<p>Lafley é a imagem de profissional que todas as empresas deveriam ter. Na P&amp;G, todos conhecem ou já ouviram falar do grande CEO apaixonado pelos consumidores e parecem estar ansiosos para trabalhar de novo com ele. Deve ser realmente inspirador.</p>
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		<title>O dia em que a Sony definiu os próximos 10 anos</title>
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		<comments>http://www.pequenoguru.com.br/2013/06/sony-derrotou-microsoft/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 15:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvio Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<!-- <description><![CDATA[No dia 10 de junho, Sony e Microsoft subiram ao palco da maior feira de games do mundo prontos a travar uma ... ]]></description> -->
				<content:encoded><![CDATA[<p class="first-child "><img class="alignright size-full wp-image-8961" alt="110613_jack_tretton" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/110613_jack_tretton.jpg" width="320" height="320" /><span title="N" class="cap"><span>N</span></span>o dia 10 de junho, Sony e Microsoft subiram ao palco da maior feira de games do mundo prontos a travar uma batalha importante que poderia garantir vantagens competitivas pelos próximos 10 anos. A expectativa era enorme desde que a Sony anunciou seu novo PlayStation 4 em fevereiro e a Microsoft no mês de maio. Rumores e conversas de corredor geraram discussões acaloradas pela internet a respeito de como seria o futuro dos games quanto à <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gest%C3%A3o_de_direitos_digitais">DRM</a>, conectividade e hardware. Os jogos quase ficaram em segundo plano no meio de tantos assuntos sérios. Você pode não entender nada sobre o mercado de games, nunca ter ouvido sequer falar da E3, mas a briga dessas duas gigantes é um case pra lá de interessante para qualquer pessoa que se interesse por negócios.</p>
<p>Para entender o impacto do que aconteceu na noite do dia 10 é preciso fazer uma pequena retrospectiva do cenário. Primeiro, a indústria dos games é maior que a indústria do cinema e, recentemente, se equiparou à indústria da música movimentando cerca de <a target="_blank" href="http://www.grabstats.com/statcategorymain.aspx?StatCatID=9">US$68 bilhões</a> por ano no mundo todo. Sendo assim, não é à toa que muitas empresas queiram abocanhar uma fatia desse mercado onde os principais players são Sony, Nintendo e, a mais nova delas, Microsoft. Se para Sony (que vinha de <a target="_blank" href="http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/sony-anuncia-lucro-apos-5-anos-seguidos-de-prejuizo">5 anos de prejuízo</a> até este ano), o Playstation é uma peça-chave do seu core de negócios, o Xbox para Microsoft está mais para um filho pródigo. Sua 2ª geração de videogames &#8212; o Xbox360 &#8212; vendeu mais que o seu rival, o todo poderoso Playstation, ano a ano desde 2006 se considerarmos números globais. Isso, depois de uma primeira geração morna e apagada. A Microsoft realmente jogou muito bem criando uma rede online poderosa que muitos consideram superior a da Sony, e batendo de igual para igual com o poderoso Playstation, uma marca consolidada e campeã de vendas. O problema é: será que ela conseguirá repetir o feito?</p>
<p>Com as vendas de PCs e, consequentemente, Windows caindo ano a ano, a Microsoft precisa rápido de um produto forte, e a Divisão de Entretenimento e Dispositivos da companhia é a principal <a target="_blank" href="http://www.joystiq.com/2013/04/18/microsoft-video-game-division-turns-a-profit-in-q3/">aposta</a> (basicamente Windows Phone e Xbox/Live). Então, era de se imaginar que a Microsoft usaria todo o seu arsenal para tornar o seu novo aparelho um novo sucesso em vez do papel coadjuvante do início do anos 2000. Mas foi aí que as coisas começaram a complicar. Talvez por prepotência (&#8220;já batemos a Sony, podemos fazer isso de novo&#8221;), ela resolveu mudar a forma como os consumidores usariam os videogames.</p>
<p>Aliás, videogame é uma palavra que a empresa parece não gostar muito, ela prefere chamar de &#8220;centro de entretenimento&#8221;, expressão usada pela primeira vez em 2005 com o lançamento do 360, mas que parece ganhar mais forma agora. Há muitos recursos no novo Xbox, mas a maioria deles voltados para inovar o jeito que assistimos TV, acessamos a internet e ouvimos música. Mas esse é o menor dos problemas. As três novidades mais comentadas causaram um alvoroço no mundo todo e desde o começo pareciam decretar o fim da Microsoft &#8212; caso sua rival não fizesse o mesmo.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><b>Os Três Erros da Morte da Microsoft</b><br />
1. <em>Você não pode mais emprestar, alugar ou jogar seus jogos na casa de amigos. Há um licença intransferível.</em><br />
2. <em>Você precisa conectar-se à internet, ao menos uma vez por dia, para jogar.</em><br />
3. <em>Não é um videogame, mas também roda jogos.</em></p>
<p>O que a Sony fez foi justamente o contrário: anunciou de forma enfática que é um direito seu fazer o que quiser com os jogos e jogar a hora que quiser. O resultado foi o que os jornalistas estão chamando de &#8220;o momento mais inesquecível da história da feira&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/2Ht-0Hne4EU" height="400" width="625" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Sabemos que a Microsoft não é nenhuma Apple e toda vez que ela tenta inovar demais, coisas ruins acontecem. Ela é uma empresa muito competente e eu realmente a admiro, mas ela não é uma empresa inovadora. Inovação deve gerar benefícios que não demandem grande sacrifícios, caso contrário, os consumidores não adotarão. <b>A principal lição deixada pela Sony é &#8220;respeite o seu consumidor e mantenha o foco no coração do negócio&#8221;</b>. Ao tentar ser um centro de entretenimento, a Microsoft enfraqueceu sua <a target="_blank" href="http://www.ign.com/articles/2013/03/08/braid-dev-new-xbox-not-strictly-about-games">relação com produtores</a> independente de games, o que está fazendo os consumidores perderem mais uma vez.</p>
<p>Claro, é impossível afirmar se a Sony realmente ganhará essa batalha facilmente. Mas o menor preço de lançamento, foco nos games e liberdade para fazer o que quiser a hora que quiser, parece ter colocado a japonesa de volta ao topo de uma das indústrias mais valiosas do mundo. Tudo leva crer que colocar o consumidor acima de tudo é a melhor maneira de recuperar a liderança de um mercado. Seja qual for o resultado, a Sony pode se gabar de ter gerado uma das maiores reações de uma platéia em um evento da história.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que faz pessoas curtirem (ou não) sua empresa no Facebook?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 21:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvio Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Digital]]></category>

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Quando alguém aperta aquele pequena botão azul embaixo de uma notícia, foto, vídeo e comentário significa que ela achou aquilo bacana, e ... ]]></description> -->
				<content:encoded><![CDATA[<p class="first-child "><img class="aligncenter size-full wp-image-8941" alt="curtir nao curtir facebook" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/080613_porque_curtir.jpg" width="681" height="299" /></p>
<p><span title="Q" class="cap"><span>Q</span></span>uando alguém aperta aquele pequena botão azul embaixo de uma notícia, foto, vídeo e comentário significa que ela achou aquilo bacana, e está dando seu endosso. Mas quando o pequeno botão azul é a página de uma marca ou empresa, as coisas ficam um pouco mais nebulosas. O curtir pode ser apenas um favor para um amigo, admiração sem nunca ter comprado ou simplesmente porque achou legal uma ação de marketing postada no YouTube.</p>
<p>O grande objetivo das<em> fanpages</em> é conquistar o maior número possível de fãs. Não deveria ser, mas essa é a realidade. O uso de redes sociais pelo marketing não é um jogo numérico, no qual ganha quem tiver o maior número; é uma ferramenta de negócio e embora números também sejam importantes, eles devem ser consequências de trabalho duro, planejamento e foco. Mais importante do que aumentar o número de <em>likes</em>, é entender o que leva as pessoas a curtirem ou &#8220;descurtirem&#8221; a sua página. Familiarize-se com o termo &#8220;descurtir&#8221;, pois ele tende a ficar cada vez mais popular no imperfeito mundo do marketing digital. Ou você achava que o botão, uma vez apertado era um caminho sem volta? É claro que não é algo tão comum, é preciso fazer alguma besteira para isso acontecer, mas acontece.</p>
<p>Na busca de entender um pouco o que leva as pessoas curtirem uma determinada empresa, vou usar como base uma <a target="_blank" href="http://mashable.com/2012/09/24/facebook-brand-page-value/">pesquisa da Lab42</a> que analisou a interação de 1.000 internautas com empresas.</p>
<p>Para começar, <strong>saiba quem nem todos seus fãs são clientes, e pior, boa parte deles nunca irão ser</strong>. Não tem nada de errado com o seu trabalho, mas curtir é grátis e muito mais fácil do que ir até a loja ou fazer checkout a loja virtual. É um pouco surpreendente saber que <b>46% dos curtidores não tem intenção de compra</b>, e aí está incluído aqueles que curtem as páginas da empresa do amigo só para dar uma força &#8212; e uma em cada quatro pessoas fazem isso.</p>
<p>Outro aspecto que deve-se ter cuidado é ao saber que <strong>50% considera a fanpage mais útil que o website da empresa</strong>. Eu sou um grande defensor de websites e não recomendo a nenhum cliente que troque o site pelo Facebook. Campanhas que começam em redes sociais e terminam no site, em geral são mais eficientes mostram algumas análises do eMarketer. Na minha opinião, as pessoas consideram a fanpage mais importante porque as páginas falham em levá-los até o site, além do fato que muitos dos sites são feios e desatualizados. Outro ponto é que fanpages são versões casuais das empresas enquanto sites são mais sérios e formais. Qual pessoa você você acharia mais carismática, alguém de camiseta que lhe convida para uma cerveja ou um engravatado que fala bonito e nunca perde a pose? Por último, fanpages são atualizadas com mais frequência do que os sites, e seus fãs estão sempre recebendo notícias suas. É claro que o Facebook será considerado mais útil, mais legal, mas importante. Mas isso não significa que seja realidade e websites ainda são 99% imprescindíveis.</p>
<h3>Então, por que se curte?</h3>
<p><b>1) Para se sentir mais próxima da marca:</b> 82% dos curtidores acham que é um bom lugar para interagir com as empresas, e 35% sente que elas ouvem mais na rede social do que em qualquer outro meio.</p>
<p><b>2) Economizar:</b> fãs querem algo em troca, e não apenas mais atenção. 55% dos que curtem empresas esperam receber descontos, ofertas especiais ou brindes &#8212; e mais de 70% diz ter economizado alguns trocados através do Facebook. Se você não dá nem mesmo um cafézinho para quem curte sua página, está usando mal.</p>
<p><b>3) Interagir, ficar informado e&#8230; economizar</b>: as três principais coisas que as pessoas fazem na página da marca é imprimir cupom de desconto, comentar/compartilhar e saber sobre novos produtos. As duas últimas coisas já sabíamos, mas isso reforça novamente a tese que o que realmente importa é <em>money</em>. (Obs.: cupom é uma prática antiga e que voltou a ficar popular nos EUA com a crise em 2008. No Brasil, usa-se pouco, é uma pena. Se você não conhece o recurso &#8216;ofertas&#8217; do Facebook, <a target="_blank" href="https://www.facebook.com/help/102534329872055/">clique aqui</a>)</p>
<p><b>4) Porque o amigo curtiu:</b> Duas em cada três pessoas são maria-vai-com-as-outras e curtem só porque o amigo curtiu primeiro. O nome científico disso é influência social, e funciona muito!</p>
<p><b>5) Porque o amigo pediu:</b> Nem todos são prestativos a ponto de curtir uma empresa porque um amigo pediu, mas 1/4 delas acabam fazendo. (Se os amigos dos nossos amigos curtirem &#8212; item 4 &#8211;  e, só então, pedirmos para os nossos amigos curtirem, chegaremos próximos do 100%? Faz sentido.)</p>
<h3>E por que não se curte?</h3>
<p>É importante não confundir <em>descurtir</em> com <em>não-curtir</em>. Quando alguém descurte a sua  página (<b>73% já fizeram isso ao menos alguma vez</b>), ela está dizendo que não quer mais ouvir falar de você, está retirando o endosso dado anteriormente. O não-curtir está mais ligado àquela pessoa que nunca curte empresas no Facebook. Os <em>não-curtidores</em> são cerca de 1 em cada 10 usuários, então quanto a eles fique relaxado, não devem ser motivos de preocupação já que não importa o que você faça, dificilmente se tornará amigo deles. Já o descurtir é bem mais perigoso. Entender os oferece insights de como se usar a imagem empresarial na rede.</p>
<p><b>1) Muitos posts:</b> Timeline é para amigos, mas tudo bem ver algumas marcas legais por ali de vez em quando. De vez em quando! Mantê-la limpa ou com coisas relevantes para a vida são dois dos principais argumentos dos não-curtidores. Um <a target="_blank" href="http://www.salesforcemarketingcloud.com/resources/ebooks/strategies-for-effective-wall-posts-a-timeline-analysis/">levantamento</a> da Salesforce mostrou que empresas que postam mais de 7 vezes por semana recebem 25% menos interação (curtir + compartilhar).  Alta frequência de posts é, de longe, a razão número 1 que faz as pessoas descurtirem páginas. Foque em qualidade, não quantidade.</p>
<p><b>2) Não gosta mais de você:</b> Seja lá o que você fez ou deixou de fazer, &#8220;deixar de gostar&#8221; é o segundo maior motivo que faz as pessoas deixarem de gostar. Vago, sem dúvida, mas se você estudar comportamento do consumidor o bastante, perceberá que nem tudo que os consumidores fazem tem uma razão clara. É a natureza humana em ação.</p>
<p><b>3) Má experiência com a marca:</b> Você não resolveu o problema do cliente ou ele foi mal atendido, é claro que ele não vai descurtir. E o pior: você nunca saberá, e ele talvez ainda fale mal para centenas de amigos que irão curtir e compartilhar o desabafo. E a sua marca estará lá. Preocupante! O velho conselho do Bill Bernbach para propaganda também parece valer para o marketing digital, &#8220;uma grande campanha fará um mau produto falhar mais depressa&#8221;. Se sua empresa não está com a casa em ordem, cuidado com as visitas.</p>
<p><b>4) Privacidade:</b> Manter distância das empresas é a preocupação de um terço dos não-curtidores. Seja por receio de que curtir possa significar perda de privacidade ou o mero fato de não querer ser contatado de forma alguma. Privacidade na internet sempre será um assunto que as empresas terão de lidar, sempre foi e continuará sendo por muitos anos.</p>
<p><b>5) Vergonha:</b> Ei, dá uma forcinha, curta esta <a target="_blank" href="https://www.facebook.com/girodagua">página aqui</a>. Você pode não ficar envergonhado, mas 22% das pessoas sentem vergonha de curtir coisas assim. Os três segmentos que mais deixam as pessoas envergonhadas no Facebook são; temas adultos, dietas/perda de peso e coisas relacionadas à saúde em geral. Não é à toa que pouquíssimos motéis tenham um número expressivo de fãs.</p>
<p><em>A propósito, você já curte <a target="_blank" href="http://www.facebook.com/pequenoguru">a página do Pequeno Guru</a> no Facebook? Se não, gostaria muito de saber o porquê. Comente!</em></p>
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		<title>44 lembretes de trabalho para nunca esquecer</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 16:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvio Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[vida corporativa]]></category>

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		<!-- <description><![CDATA[Uma empresa é tão boa quanto a qualidade dos seus profissionais, guarde isso. Quando eu conheci a iniciativa do designer Jason Frazen ... ]]></description> -->
				<content:encoded><![CDATA[<p class="first-child "><span title="U" class="cap"><span>U</span></span>ma empresa é tão boa quanto a qualidade dos seus profissionais, guarde isso. Quando eu conheci a iniciativa do designer Jason Frazen de criar 77 pequenas lições profissionais e emoldurá-las na parede, como pequenos lembretes gigantes, eu fiquei encantado. Ao que parece, não fui o único. O projeto Memo Randoms foi financiada no Kickstarter recebendo 570% do investimento necessário.</p>
<p>São conselhos bem simples, poderosos, alguns engraçados, uns americanos demais, outros realidade de empresas grande, outras um tanto nerd, mas no geral são os vaiosos conselhos profissionais que eu vi reunido em um só lugar. Como evito postar coisas em inglês para que todos possam ter acesso, tomei a liberdade de criar uma versão reduzida em português com as 44 melhores lições na minha opinião. Espero que nem o Jason nem o Kickstarter me processe por isso.</p>
<p>Fique à vontade para compartilhar, a melhor sabedoria vem em pequenas doses.</p>
<p>Para ver todos originais: <a target="_blank" href="http://memorandoms.com/memos/">clique aqui</a>.<br />
<br/><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-8888" alt="MEMOBR3" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR3.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8889" alt="MEMOBR5" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR5.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8890" alt="MEMOBR6" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR6.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8891" alt="MEMOBR7" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR7.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8892" alt="MEMOBR8" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR8.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8893" alt="MEMOBR9" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR9.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8894" alt="MEMOBR10" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR10.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8895" alt="MEMOBR12" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR12.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8896" alt="MEMOBR17" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR17.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8897" alt="MEMOBR23" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR23.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8898" alt="MEMOBR26" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR26.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8899" alt="MEMOBR28" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR28.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8900" alt="MEMOBR31" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR31.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8901" alt="MEMOBR32" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR32.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8902" alt="MEMOBR36" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR36.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8903" alt="MEMOBR37" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR37.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8904" alt="MEMOBR38" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR38.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8905" alt="MEMOBR39" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR39.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8906" alt="MEMOBR40" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR40.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8907" alt="MEMOBR41" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR41.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8908" alt="MEMOBR42" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR42.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8909" alt="MEMOBR43" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR43.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8910" alt="MEMOBR44" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR44.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8911" alt="MEMOBR47" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR47.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8912" alt="MEMOBR48" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR48.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8913" alt="MEMOBR49" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR49.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8914" alt="MEMOBR50" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR50.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8915" alt="MEMOBR51" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR51.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8916" alt="MEMOBR53" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR53.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8917" alt="MEMOBR54" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR54.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8918" alt="MEMOBR55" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR55.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8919" alt="MEMOBR56" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR56.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8920" alt="MEMOBR57" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR57.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8921" alt="MEMOBR61" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR61.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8922" alt="MEMOBR63" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR63.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8923" alt="MEMOBR64" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR64.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8924" alt="MEMOBR65" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR65.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8925" alt="MEMOBR67" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR67.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8926" alt="MEMOBR69" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR69.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8927" alt="MEMOBR70" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR70.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8928" alt="MEMOBR72" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR72.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8929" alt="MEMOBR73" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR73.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8930" alt="MEMOBR76" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR76.gif" width="700" height="220" /> <img class="aligncenter size-full wp-image-8931" alt="MEMOBR77" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/MEMOBR77.gif" width="700" height="220" /></p>
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		<title>Música no trabalho: aliada ou inimiga?</title>
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		<comments>http://www.pequenoguru.com.br/2013/05/musica-no-trabalho-aliada-inimiga/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 May 2013 15:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvio Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[vida corporativa]]></category>

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		<!-- <description><![CDATA[
A música está presente na nossa vida mais do que qualquer outra representação artística, muitas vezes assumindo papel de destaque em momentos ... ]]></description> -->
				<content:encoded><![CDATA[<p class="first-child "><img class="aligncenter size-full wp-image-8874" alt="música no trabalho" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/310513_musica_trabalho.jpg" width="650" height="279" /></p>
<p><span title="A" class="cap"><span>A</span></span> música está presente na nossa vida mais do que qualquer outra representação artística, muitas vezes assumindo papel de destaque em momentos marcantes de nossas vidas. Não é exagero dizer que a música está presente na nossa vida tanto quanto oxigênio, comida e um filminho com pipoca no final de semana. Ela não apenas existe, ela é essencial. Não à toa, a música é uma das maiores fontes de prazer das pessoas do mundo todo, e é quase impossível encontrar alguém que não goste de pelo menos um estilo.</p>
<p>Quando falamos em música no ambiente de trabalho, as discussões começam (para não falar em gêneros e bandas porque aí o clima fica pesado). Há quem acha que atrapalha, há quem acha que ajuda e há quem fica no meio do caminho. Eu já trabalhei com fones de ouvidos, com música ambiente, no completo silêncio e no completo caos, ouvindo música clássica ou “tuntz-tuntz”, sozinho ou em um departamento lotado. Não um dia ou uma semana, mas durante anos trabalhei à base de música.</p>
<p>Como sou apaixonado por música, sempre fiquei intrigado sobre o assunto música no trabalho, o que me fez demorar quase dois anos para escrever este artigo testando o que mais funcionava para mim e lendo, sempre que encontrava, algum texto sobre o assunto. Um dos que mais me chamou atenção abordava a <a target="_blank" href="http://online.wsj.com/article/SB10001424127887324432004578304250252788528.html?mod=djemWMP_h">música durante a prática de exercícios</a>. Se você vai à academia regularmente, sabe o quanto a música é capaz de estimular. Academia sem música é algo difícil de imaginar, iPods viraram itens essenciais de corrida e coreografias de aulas são montadas a partir da trilha sonora. O que você provavelmente não sabe é que as batidas das músicas são capazes de ampliar o seu <b>limiar respiratório</b>, que é basicamente a forma como o seu corpo aproveita o oxigênio. Isso quer dizer que ouvir Lil Wayne ou Armin Van Buuren no volume máximo faz você correr mais e se sentir menos cansado, como se tivesse ingerido um suplemento estimulante.</p>
<p>Isso me fez pensar que se a música (mais especificamente a velocidade da batida e a sincronia dos movimentos) é capaz de alterar o funcionamento do corpo, então ela deve ter alguma influência na nossa produtividade e criatividade no trabalho. Mas o seu impacto no trabalho é um tanto tênue.</p>
<h4>Música para a criatividade</h4>
<p>Neurocientistas têm estudado os efeitos dos sons no cérebro com o objetivo de entender melhor a audição e como a música afeta o cérebro e, por consequência, a criatividade. Uma busca no Google sobre &#8220;música&#8221; e &#8220;criatividade&#8221; e você descobrirá coletâneas como “Creativity &amp; Inspiration” ou “Music Therapy to Enhance Intellect And Creativity” com músicas que prometem melhorar a concentração e estimular a criatividade. Funciona? Até onde eu sei, nenhum estudo conseguiu realmente provar que sim. Mas certamente ajuda.</p>
<p>Tentei trabalhar meia-hora escutando <b>batidas binaurais</b>, um tipo de som que através da diferença de frequência sonora entre um ouvido e outro altera a percepção do que realmente está tocando e estimula o cérebro. É uma viagem! Talvez seja bom para meditar, mas definitivamente não para trabalhar. Embora eu goste muito mais da ideia de trabalhar ouvindo Daft Punk, ele também não ajuda. Acredito que o estilo ideal dependa muito do tipo de trabalho que faz, se você é designer, escutar rock pode ser bem estimulante. Mas se você trabalha com redação ou atividades que exijam raciocínio ou descobertas de insights, os vocais irão lhe distrair. É quase unânime entre especialistas e profissionais que músicas cantadas mais atrapalham do que ajudam. É melhor você se familiarizar com estilos como dubstep, deep-house, acid jazz e downtempo (a famosa música de elevador).</p>
<p>Engana-se quem acha que criatividade precisa de silêncio, uma análise de cinco experimentos chegou à conclusão de que o barulho moderado <a target="_blank" href="http://www.jstor.org/stable/10.1086/665048">aumenta o desempenho</a> em tarefas criativas, prejudicando o pensamento abstrato (que leva à criatividade) e dificultando o processamento de informações. Resumindo, o ambiente mais fértil para a criatividade é um local sem excessos, já parecido com o que muitas empresas possuem &#8212; nem barulhento que você não consiga se concentrar nem silencioso do tipo que causa desconforto. Se você não trabalha em um lugar assim, talvez seja melhor colocar os fones com uma música tranquila sem vocal.</p>
<p>O escritor Tim Ferriss tem uma ótima e bem variada <a target="_blank" href="http://www.fourhourworkweek.com/blog/the-4-hour-chef-soundtrack/">playlist</a> que vai de Justin Timberlake à música tema do Highlander. O meu estilo é diferente (<a target="_blank" href="http://grooveshark.com/#!/playlist/INSPIRATION/40536505">palinha aqui</a>), mais calmo e alternativo como artistas como Thievery Corporation, Simian Mobile Disco e Ludovico Einaudi. Gosto é gosto, mas a dica principal aqui não é evitar suas músicas favoritas, ou deixará de ser trabalho para ser diversão.</p>
<h4>Música para produtividade e motivação</h4>
<p>É importante frisar que música no trabalho é bem-vinda desde que não afete o desempenho ou a interação social. Chefes devem analisar o uso da música no ambiente, o volume, o tipo de música e a opinião de todos. E todo mundo deve fazer uma autoanálise a respeito do uso dos fones de ouvido. Embora eles ajudem na concentração – principalmente se você trabalha em um ambiente muito barulhento –, eles prejudicam a interação com o ambiente, com os colegas do trabalho e diminuem o comprometimento do funcionário com a empresa. O assunto é tão sério que <a target="_blank" href="https://mgmt.wharton.upenn.edu/files/?whdmsaction=public:main.file&amp;fileID=4067">estudos</a> tem sido feito a respeito do impacto desse comportamento dentro das empresas.  Por esse motivo, eu praticamente aboli o uso de fones enquanto trabalho. Mas cada um tem um jeito de produzir e as empresas devem estar cientes disso e tomar as devidas ações se perceberem que isso está prejudicando a empresa.</p>
<p>Uma coisa é colocar David Guetta ao final do expediente de sexta-feira, outra coisa é ouvir o dia todo. Música no trabalho é ótima para motivar a equipe, torna as pessoas mais <a target="_blank" href="http://www.psychologytoday.com/blog/empathy/201205/developing-empathy-dont-take-away-the-music">empáticas</a> e deixa as pessoas mais <a target="_blank" href="http://www.sciencedaily.com/releases/2013/05/130514185336.htm">felizes</a>, mas ela atrapalha as atividades cognitivas. Então, se você tem que pensar muito, David Guetta não irá ajudar. Já em <a target="_blank" href="http://www.psychologytoday.com/blog/conquering-cyber-overload/201305/is-background-music-boost-or-bummer">atividades repetitivas</a> ou manuais, música ajuda a aumentar o estado de alerta e a eficiência, especialmente se tocada esporadicamente e não contínua (por exemplo colocar na cozinha do escritório por exemplo onde as pessoas vão regularmente).</p>
<h4>4 dicas rápidas para usar música a seu favor</h4>
<p>A autora do livro <a target="_blank" href="http://www.livrariacultura.com.br/Produto/E-BOOK/CONQUER-CYBEROVERLOAD-GET-MORE-DONE-BOOST-YOUR/30672773">“Conquer CyberOverload”</a> escreveu 4 dicas que ajudam a balizar o uso da música no ambiente de trabalho:</p>
<ol>
<li>Tarefas repetitivas que exigem concentração, mas não muito processamento cognitivo: <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=F9bS6JFlueI">músicas alegres</a> aumentarão os níveis de atenção e energia.</li>
<li>Tarefas que necessitem alto processamento cognitivo ou criatividade: música antes ou nos intervalos.</li>
<li>Tarefas monótonas com grande volume de informação: músicas instrumentais  podem melhorar o desempenho.</li>
<li>Tarefas complexas ou que envolvam resolução de problemas ou muito pensamento cognitivo: evite música com letra, especialmente <em>pop</em>. Procure deixar a música para o fim do dia ou intervalo.</li>
</ol>
<p><b>Conclusão</b><br />
Há muita discussão sobre esse assunto, alguns estudos e muito empirismo sugerem que ouvir nossas músicas favoritas no trabalho não é uma boa ideia, mas não há motivos para radicalização. O importante é fazer o que você acha que funciona para o seu estilo de trabalho. Jazz, rock, samba, eletrônica, teste o que funciona para você, lembre-se que tudo que você faz no escritório deve contribuir para melhorar seu desempenho. Evite exageros, tome cuidado para a música não o afastar dos colegas de trabalho ou deixarem você muito eufórico. Uma boa dica é perguntar para alguém que você confia no trabalho, se você não está exagerando. Fora isso, aperte o play e seja feliz.</p>
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		<title>10 razões que fazem a sua empresa perder talentos</title>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 14:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvio Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios & Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[talento]]></category>
		<category><![CDATA[vida corporativa]]></category>

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		<!-- <description><![CDATA[
Toda empresa quer funcionários mais talentosos. Para isso, investe pesado em recrutamento &#38; seleção, cria programas de incentivo, participação nos lucros, plano ... ]]></description> -->
				<content:encoded><![CDATA[<p class="first-child "><img class="aligncenter size-full wp-image-8860" alt="270513_escritorio_vazio" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/270513_escritorio_vazio.jpg" width="680" height="369" /></p>
<p><span title="T" class="cap"><span>T</span></span>oda empresa quer funcionários mais talentosos. Para isso, investe pesado em recrutamento &amp; seleção, cria programas de incentivo, participação nos lucros, plano de cargos e salários e uma série de outras coisas com o objetivo de reter os melhores profissionais. Mas as coisas não são simples assim.</p>
<p>Vivemos em um mundo onde as pessoas <a target="_blank" href="http://www.forbes.com/sites/tykiisel/2012/10/16/65-of-americans-choose-a-better-boss-over-a-raise-heres-why/">abrem mão</a> de ganhar mais para trabalhar em um ambiente mais agradável. Se você é empresário e não está se esforçando para criar um bom ambiente de trabalho, provavelmente está perdendo dinheiro com a alta rotatividade, baixo nível de comprometimento dos colaboradores e a desmotivação. Se você entrevistasse todos os seus funcionários considerando que eles estivessem impossibilitados de mentir,  e perguntasse <em>&#8220;você se vê trabalhando nesta empresa daqui a 1 ano?&#8221;,</em> é quase certo que mais da metade responderia que não (70% segundo uma pesquisa). Eu estou quase certo que gestores e empresários não fazem ideia da gravidade da situação.</p>
<p>De qualquer forma, eu já falei tudo que tinha para falar sobre empresas que perdem bons funcionários em <a href="http://www.pequenoguru.com.br/2012/11/porque-empresas-perdem-bons-funcionarios/">outro artigo</a>, então desta vez serei mais prático. Listarei as 10 razões que fazem os seus melhores funcionários deixarem a sua empresa, baseado nas razões de Mike Myatt, um consultor de liderança de grandes empresas americanas.</p>
<h4>1. A empresa falhou em despertar paixão</h4>
<p>O primeiro mês de trabalho costuma ser desconfortável, mas o que esse momento tem de desconforto também de motivação. Um novo emprego deixam as pessoas naturalmente motivadas, com a cabeça cheia de ideias e com a motivação lá em cima. Afinal das contas, é preciso provar que você é tudo aquilo que está no seu currículo. É preciso tirar proveito desse momento alinhando paixão pessoal com missão empresarial. Entender isso e utilizar a paixão de cada um a favor da empresa é essencial para criar um ambiente fértil em que as pessoas sintam que há uma razão para estarem ali além do contra-cheque</p>
<h4>2. A empresa falhou em desafiar o seu intelecto</h4>
<p>Profissionais talentosos se entediam facilmente com a mesmice, e pior, se sentem ofendidos com atividades que qualquer pessoa poderia fazer. Estudos da Gallup e da Society for Human Resource Management mostram que poder usar habilidades em que nos consideramos bons é uma das maiores fontes de prazer no trabalho. Um ótimo designer cuja ideias são limitadas pelo chefe perderá a motivação rapidamente. Isso também reforça a premissa que os valores das empresas e os valores pessoais dos profissionais precisam estar alinhados, um profissional menos qualificado (logo, menos exigente) tem mais chances de permanecer em uma empresa menos exigente.</p>
<h4>3. A empresa não estimula a criatividade</h4>
<p>Profissionais talentosos não simplesmente realizam tarefas, eles agregam valor a elas, mudam uma coisinha aqui e outra ali que melhoram o resultado final. Talento tem a ver com mudança e inovação, e isso não está limitado aos negócios. Grandes advogados usam abordagens diferentes das convencionais e médicos implementam pequenas técnicas que melhoram a recuperação dos seus pacientes. A empresa precisa mais do que está aberta a novas ideias e novo jeitos de fazer as coisas, precisa depender delas.</p>
<h4>4. A empresa não desenvolve habilidades</h4>
<p>Grande parte do prazer de trabalhar envolve usar habilidades (pontos fortes), aprimorar e desenvolver outras. Quando a empresa proporciona isso, fortalece a relação com o funcionário. Infelizmente, são poucas empresas que oferecem esse tipo de crescimento. Talvez por medo que, uma vez mais capacitado, ele deixe a empresa. É uma possibilidade, mas sem isso será uma certeza.</p>
<h4>5. A empresa não dá voz</h4>
<p>Qual o propósito em ter os melhores profissionais se você não os deixa falar? Ou não está aberto a suas ideias e opiniões? Boas ideias podem ser mortas em minutos, mas o sentimento que fica não desaparece tão cedo e com certeza pode por em risco a relação empresa-funcionário.</p>
<h4>6. A empresa não se importa</h4>
<p>Quando os funcionários percebem que o chefe (e o chefe do chefe) não se importa, eles também passam a não se importar. Para que esquentar a cabeça quando quem está lá em cima &#8212; ganhando mais do que você para isso &#8212; não dá a mínima? Então, a produtividade cai, o orgulho desaparece e novos caminhos passam a ser considerados. Grandes profissionais não trabalham só pelo contra-cheque, trabalham por um sentido. Descubra que sentido é esse.</p>
<h4>7. A empresa não lidera</h4>
<p>O fracasso de um produto, o erro grave em um projeto, produtividade baixa&#8230; nada disso pode ser justificado por qualquer outra coisa que não seja <em>má liderança</em>. Aliás, pode ser justificado sim,  empresas ruins fazem o tempo todo. Talentos gostam de trabalhar com gente que inspira, que contribui, que dá o exemplo, eles são pessoas ambiciosas e com alto senso de urgência, por isso buscam aprender com quem já está lá. Porém, são rápidos em reconhecer um mau exemplo e raramente se submetem a eles.</p>
<h4>8. A empresa não reconhece contribuições</h4>
<p>Uma coisa leva outra, e má liderança leva chefes a guardarem todo o crédito para si. Você sabe que fez um bom trabalho, o seu chefe sabe, talvez seus colegas saibam, mas ninguém mais na empresa sabe. Isso é frustrante. Não reconhecer um bom trabalho sendo grato ou fazendo todo mundo saber que foi você quem fez, é uma das grandes razões que fazem as pessoas procurarem outro lugar. Grandes profissionais não precisam ter seu ego inflado todos os dias (eles costumam ser auto-confiantes), eles apenas não toleram injustiça.</p>
<h4>9. A empresa não aumenta as responsabilidades</h4>
<p>Quem disse que todo mundo reclama de ganhar mais responsabilidades no trabalho? Se elas vierem acompanhadas de mais autonomia e desafio, as pessoas não irão reclamar. (Nota: só é desafio se elas também verem dessa forma.) Dar mais responsabilidades é um tipo de reconhecimento pelo bom trabalho, desde que humanamente colocado dessa forma. Grandes profissionais desejam mais responsabilidades para que possam entregar mais resultados e crescer.</p>
<h4>10. A empresa não honra acordos</h4>
<p>O mínimo que se espera é que se possa confiar na empresa em que trabalha. Não cumprir o que se promete é inaceitável e irá reduzir o respeito do funcionário com a empresa de uma forma incrivelmente rápida.</p>
<p>Profissionais talentosos são mais dedicadas e cheias de ideias, mas também são mais exigentes e intolerantes com empresas que não atendem suas expectativas. Talento tem tudo a ver com querer mudar, agregar e ir mais longe, eles são não-conformistas e odeiam ser medíocres. Toda empresa quer talentos, mas poucas estão realmente preparadas para recebê-los. A sua está?</p>
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		<title>O poder da imaginação</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 14:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvio Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<!-- <description><![CDATA[Por que a simulação mental funciona? Ela funciona porque não podemos imaginar eventos ou sequências sem evocar os mesmos módulos do cérebro ... ]]></description> -->
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p class="first-child "><em><img class="alignright size-full wp-image-8856" alt="Poder da mente" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/230513_poder_da_mente.jpg" width="320" height="384" /><span title="P" class="cap"><span>P</span></span>or que a simulação mental funciona? Ela funciona porque não podemos imaginar eventos ou sequências sem evocar os mesmos módulos do cérebro que foram evocados na atividade física real. Varreduras do cérebro mostram que, quando as pessoas imaginam uma luz piscando, elas ativam a área visual do cérebro, quando elas imaginam que alguém está tocando na sua pele, elas ativam as áreas táteis do cérebro. A atividade da simulação mental não se restringe ao interior de nossas mentes. Quando as pessoas imaginam palavras começando pela letra B ou P, elas não conseguem evitar os movimentos sutis dos lábios. E as pessoas que imaginam que estão olhando para a Torre Eiffel não conseguem evitar o movimento de seus olhos para o alto. A simulação mental pode alterar até mesmo as reações físicas viscerais: quando as pessoas bebem água, mas imaginam que é suco de limão, elas salivam mais. Ainda mais surpreendente, quando as pessoas bebem limonada, mas imaginam que é água, salivam menos.</em></p></blockquote>
<p>Esse trecho é uma das minhas partes favoritas do livro “Ideias Que Colam”, um dos melhores que li nos últimos tempos. Em um parágrafo, Dan e Chip Heath resumiram o poder que a nossa mente tem de manipular o nosso corpo. Por um momento, eles me fizeram pensar que o velho truque do velho Fábio Puentes – de fazer uma pessoa comer cebola achando que é uma maçã – poderia ser verdade. Mas ninguém é capaz de manipular a sua mente, exceto você.</p>
<p>Poucos assuntos são tão antigos e populares como a imaginação. Nosso cérebro é tão poderoso que conseguimos criamos personagens com personalidade própria, enredos, tramas que se tornam filmes, livros em saga e seriados que duram anos. Mas você não precisa ser escritor ou roteirista para usar sua imaginação, é óbvio. Você imagina como deve ser trabalhar naquela empresa ao ser chamado para uma entrevista, como seria se tivesse seguido outra carreira, como um filho mudará a sua vida, como seria casar e até coisas sem sentido como o que faria se ganhasse um dia de folga. Somos campeões em imaginação.</p>
<p>Em algum momento, começou-se a falar em otimismo, um tipo de imaginação essencialmente positiva. Não era simplesmente imaginar, mas imaginar coisas boas. Se você pensa em coisas boas, coisas boas acontecerão a você, esse era ‘ O Segredo’ de Rhonda Byrne. Mas até onde isso é verdade? A sabedoria popular diz que ser otimista faz bem, imaginar coisas positivas o deixa mais feliz e satisfeito com a vida, porém, há quem diga que otimismo é perda de tempo, coisa de gente preguiçosa. Pare de sonhar e aja! Então, tem quem só sonha, tem quem só age e tem quem sonha e age. Quem será que vai mais longe? A ciência aponta que é o último grupo.</p>
<p>Estudos impressionantes mostram que nossa imaginação (o termo técnico é “simulação mental”) tem grande importância no nosso desenvolvimento, o simples ato de imaginar fazendo algo, ajuda a superar fobias (terapias fazem o paciente enfrentar o medo, imaginando situações, e interrompem com técnicas de relaxamento sempre que a ansiedade aumenta), evitar maus hábitos, lidar melhor com situações corriqueiras e até melhorar o desempenho de skatistas, soldadores e trombonistas. Uma coleção de estudos envolvendo mais de 3.214 participantes mostrou que a simulação mental – ficar apenas sentado se imaginando fazendo uma determinada atividade– melhora muito o desempenho. Chega a ser inacreditável, mas esses estudos concluíram que a prática mental sozinha gera até 66% dos benefícios da prática real. Uau! É claro que esses benefícios são maiores em atividades que usam mais o cérebro do que o corpo. Ou seja, você ainda precisará ir à academia pelo menos três vezes por semana. Também parece óbvio que você precisa ter algum conhecimento, para poder se imaginar fazendo. Não conseguimos aprender só com o poder da mente, mas conseguimos desenvolver.</p>
<p>Pense no impacto disso no nosso dia a dia. Se você tem vergonha de falar em público, comece a imaginar o público, as palavras que irá utilizar, problemas que podem acontecer e como você reagirá a eles. A simulação mental pode ajudar você a se livrar de situações embaraçosas e solucionar problemas. Um exemplo simples que os autores do livro dão é que imaginar que você está indo ao shopping pode fazê-lo lembrar de que precisa passar na lavanderia antes.<br />
Cuidado com o “O Segredo”, imaginar que tudo dará certo não parece ser tão poderoso quanto imaginar que você está fazendo o que precisa para dar certo. Visualize o processo, não o resultado. Essa é a parte mais importante.</p>
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		<title>Comédia com coaching (O fim de ‘The Office’)</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 11:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvio Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[vida corporativa]]></category>

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		<!-- <description><![CDATA[Semana passada, foi ao ar o último episódio da série que alavancou a carreira dos atores Steve Carell e Ed Helms. Uma ... ]]></description> -->
				<content:encoded><![CDATA[<p class="first-child "><img class="alignright size-medium wp-image-8841" alt="final the office" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/210513_fim_the_office1-300x300.jpg" width="300" height="300" /><span title="S" class="cap"><span>S</span></span>emana passada, foi ao ar o último episódio da série que alavancou a carreira dos atores Steve Carell e Ed Helms. Uma série que há grandes chances de você nunca ter ouvido falar ou tido a oportunidade de assistir, ou mesmo não ter achado graça nenhuma (e você <a target="_blank" href="http://www.nytimes.com/2013/05/05/arts/television/the-office-finale.html?pagewanted=1&amp;_r=1&amp;nl=el">não é o único</a>). O mérito de The Office foi maior do que entreter milhões de pessoas com piadinhas e situações cômicas do ambiente corporativo para aliviar a tensão de um dia difícil, mas entregar a mensagem de que pessoas são muito mais do que empresas, cargos e salários. Acho que foi essa a mensagem que os produtores da série tentaram transmitir nos 9 anos da série. A comédia foi apenas o instrumento que eles acharam para transmitir isso.</p>
<p>Infelizmente, Michael Scott e sua turma nunca foram popular aqui no Brasil (onde é exibido pelo FX), mas seus personagens carismáticos, as piadas exageradas e o escritório como pano de fundo fizeram da série um programa único e detentora de uma valiosa audiência (mais da metade era de adultos de 18-49 anos). Pode ser que você não tenha assistido um episódio de The Office nesses últimos 9 anos, mas se você já passou por algumas empresas, provavelmente já conheceu algum gerente irresponsável como Michael Scott ou teve um colega (puxa-saco) Dwight, (resmungão) Stanley ou (exemplar) Jim. A capacidade que um programa de TV tem de estabelecer links com a nossa vida pessoal é o que o torna tão especial. Talvez tenha sido por isso que quando eu assisti os primeiros episódios, lá em 2005, achei a série sem graça. Eu só havia trabalhado em 2 lugares até então, não sabia como era ter um gerente incompetente, um colega mala sentado ao lado ou trabalhar em uma empresa onde o melhor momento é o de ir embora para casa. Anos mais tarde, voltei a dar uma chance à série, e desde então virei fã.</p>
<p>Como em qualquer série, em The Office você vai se tornando íntimo dos personagens, vai conhecendo o que gostam, o que odeiam, porque estão ali, porque não procuram outro emprego e começa a torcer por eles, porque muitos deles também tem sonhos e frustrações, como você. Mas há algo diferente rolando ali. Eles evoluem a cada nova temporada, e não necessariamente na empresa, mas como pessoas. Aos poucos, vão se tornando mais abertos, menos egoístas e acomodados. É como se a série não quisesse apenas entreter, mas motivar. É possível notar essas &#8220;doses de sabedoria&#8221; em alguns momentos dos 200 episódios (em que a série ganha um tom dramático em vez de cômico), e ficou ainda mais evidente no último.</p>
<p>A minha visão da série é bem particular: uma comédia com lições para vida. Buscando tornar esse post útil (e não apenas uma homenagem à série), extraí pequenas lições que batizei como <b>Manual de Sobrevivência no escritório</b>, algo para divertir e refletir, como foram todos esses anos da série.</p>
<p><b>1. Gerência é sobre pessoas, não sobre números</b></p>
<p>Antes de escrever este post, selecionei alguns dos meus episódios favoritos e assisti boa parte deles com a minha querida namorada &#8212; que nunca acompanhou a série. Um dos principais comentários dela foi &#8220;mas ele [o gerente incompetente] é uma boa pessoa&#8230;&#8221;. E era mesmo. Michael Scott é o típico gerente incompetente e imaturo. Dá mau exemplos, tem atitudes infantis, faz brincadeiras o tempo todo, é inconveniente, não tem responsabilidade e não se destaca em praticamente nada, exceto pelo seu lado humano. É claro que uma empresa não pode contar com gerentes humanos, mas ineficazes. Mas também não deveriam poder contar com gerentes eficazes, mas grosseiros e rudes. Mesmo assim, vemos esse último com frequência por aí.</p>
<p>Você irá encontrar os dois tipos. Os dois são ruins para as empresas, mas trabalhar com alguém que o trata como inferior e não escuta é prejudicial para sua carreira e também para saúde.</p>
<p><b>2. As pessoas são diferentes.</b></p>
<p>A Dundler Mifflin tem um negro reclamão, um velho folgado, uma coroa bêbada, um gordo preguiçoso, uma vendedora &#8220;mãezona&#8221;, uma recepcionista sonhadora, um contador gay, um RH &#8220;mosca morta&#8221;, uma atendente fútil, um pateta bem graduado, um extremista puxa-saco e um gerente infantil&#8230; e todos se dão bem. Quer dizer, não se dão, mas com o tempo vão aprendendo a se respeitar, a conviver com as diferenças e até sentir falta.</p>
<p>Uma empresa é como uma família e já que você passa 40 horas semanais com essa &#8220;família&#8221; deveria se esforçar para se dar bem com os outros. As pessoas são diferentes, e isso que as tornam tão interessantes. Respeite, sorria, aprenda e compartilhe mais o que essa família tem a oferecer. Sua carreira só tem a ganhar.</p>
<p><b>3. O trabalho é para ser divertido</b></p>
<p>Como uma empresa de papel com funcionários de idades variadas e um gerente mala pode ser divertido? Tendo pessoas divertidas trabalhando nela. Apesar da palavra &#8220;escritório&#8221; não combinar com a palavra &#8220;diversão&#8221;, unir as duas coisas é mais benéfico do que parece. Não são poucos os estudos que mostram que o bem-estar no trabalho aumenta a produtividade, que ter amigos no trabalho faz as pessoas renderem mais, e acho que as startups têm exemplos suficientes para comprovar que ambientes divertidos são mais produtivos e criativos. Então porque ter funcionários sempre sérios e vidrados em uma tela LCD quando eles podem estar ajudando a criar um ambiente mais envolvente e produtivo?</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-8842" alt="" src="http://www.pequenoguru.com.br/imagens/210513_final_the_office.jpg" width="500" height="285" /><p class="wp-caption-text">&#8220;Você perde 100% dos tiros que não dá. Wayne Gretzky.&#8221; (MICHAEL SCOTT)</p></div>
<p><b>4. Amigos e amores acontecem</b></p>
<p>The Office tem uma das mais bonitas histórias de amor já vista em uma comédia. Pam e Jim representam o casal perfeito e a história dos dois fez parte do enredo durante quase toda a série. Além deles, outros 3 casais nasceram no escritório. Fato é que uma das maiores coisas que você pode levar de uma empresa são os relacionamentos que constrói, e você pode construir vários deles. Eu que o diga: 2 dos meus melhores amigos vieram das últimas 2 empresas que trabalhei. A minha namorada também conheci em um encontro da empresa. A vida tem um jeito curioso de ajeitar as coisas, cuidado para não bagunçar tudo.</p>
<p><b>5. Crescer é uma escolha</b></p>
<p>Uma das coisas legais de envelhecer é ver que as pessoas que você conheceu tempos atrás cresceram na carreira. Em The Office não foi diferente. Mudar e crescer são escolhas. Ninguém nunca está estagnado o suficiente que não possa dar uma reviravolta. Para isso, é preciso ter claro o que se quer e correr atrás. Na maioria das vezes, a mudança não acontece quando queremos, então precisamos deixar ele ali, incubando, até a hora em que podemos colocar em ação. Paciência é fundamental.</p>
<p>A série foi muito realista neste ponto, os personagens colheram exatamente aquilo que plantaram. O funcionário obediente se tornou, enfim, gerente. O reclamão conseguiu a tão sonhada aposentadoria. O dedicado e criativo chefe do almoxarifado se tornou um executivo de sucesso em outra cidade. Jim de tanto falar em mudar de cidade, acabou mudando. Naturalmente, alguns continuaram no lugar em que sempre estiveram. A vida é assim, feita de escolhas e ações, ou inércia.</p>
<p>Por fim, um conselho retirado do último episódio da série que vale para vida toda:</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;Se alguém aí fora estiver vendo isso, diga a si mesmo &#8216;seja forte, confie em si, se ame, supere seus medos, apenas vá atrás do que quer, e haja rápido, porque a vida não é tão longa assim.&#8221;</em></strong></p></blockquote>
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