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	<title>Perdido na Comunicação</title>
	
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	<description>Como tudo. Como Todos.</description>
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		<title>Rádios Comunitárias: Histórico Brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 14:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamille Santana</dc:creator>
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No início da década de 80, no Brasil ainda imerso no regime ditatorial, na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, mais de 100 emissoras de rádios piratas foram colocadas no ar, criando um movimento denominado “Verão de 82 da Liverpool Brasileira”. O movimento foi inspirado na experiência britânica de jovens estudantes que, para driblar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1021 aligncenter" title="ditadura[1][1]" src="http://perdidonacomunicacao.com/wp-content/uploads/ditadura11.jpg" alt="ditadura[1][1]" width="397" height="279" /></p>
<p style="text-align: justify;">No início da década de 80, no Brasil ainda imerso no regime ditatorial, na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, mais de 100 emissoras de rádios piratas foram colocadas no ar, criando um movimento denominado “Verão de 82 da Liverpool Brasileira”. O movimento foi inspirado na experiência britânica de jovens estudantes que, para driblar o monopólio estatal de rádios e TVs, instalaram uma estação de rádio numa embarcação a 12 milhas marítimas da costa – o que impossibilitava a aplicação da legislação britânica ao caso –, hasteando uma bandeira de pirata. Logo depois, através da própria evolução dos meios de comunicação, a expressão “rádio pirata” já estava bastante difundida no mundo, levando consigo, a princípio, uma carga ideológica não de resistência, mas de transgressão(1).</p>
<div style="text-align: justify;">Diferente do que aconteceu em Liverpool, no interior de São Paulo as rádios entraram no ar em terra firme, sob a guarda ou repressão da legislação brasileira, provocando um posterior debate sobre liberdade de expressão e iniciando uma luta pelo acesso à comunicação e quebra do monopólio das concessões – intitulado por alguns como “capitanias hereditárias”(2), uma vez que, segundo o Código Brasileiro de Telecomunicações, no artigo 33, caput, os serviços de telecomunicações, não executados diretamente pela União, poderão ser explorados por concessão, autorização ou permissão, observados, inclusive, os prazos estabelecidos no parágrafo terceiro, quais sejam, 10 (dez) anos para o serviço de radiodifusão sonora e de 15 (quinze) anos para o de televisão, podendo ser renovados por períodos sucessivos e iguais se os concessionários houverem cumprido todas as obrigações legais e contratuais, mantido a mesma idoneidade técnica, financeira e moral, e atendido o interesse público.</div>
<div style="text-align: justify;">O que aconteceu no Brasil, desde o início da década de 60 até alguns dias antes da promulgação da Constituição Federal, foi o maior crescimento histórico das empresas privadas que assumiam as lideranças no preenchimento das concessões para funcionamento do serviço de radiodifusão brasileiro.</div>
<p style="clear: both; text-align: justify;">Hoje, o que se prova é que as concessões eram “moeda de troca”, apoio mútuo entre empresas e políticos, independente do sistema instaurado. As estatísticas não poderiam demonstrar outro fato:</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O marco legal que dá início à promiscuidade na relação entre o público e o privado nas Comunicações é o Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT), aprovado em 27 de agosto de 1962. Ele facilitou ao máximo a ocupação das freqüências previstas, abrindo espaço para um enorme crescimento do setor privado (3).</p>
</blockquote>
<div style="text-align: justify;">Na década de 80, quando se formava a constituinte, o presidente Sarney já previa as mudanças para o sistema de outorgas, que àquela época eram distribuídas pelo Presidente da República, e em apenas 03 anos e meio concedeu 1.028 outorgas. Importante frisar que 25% das premiações se deram em setembro, muitas delas seis dias antes de promulgada a Constituição: O Diário Oficial da União do dia 29/9/88, seis dias antes de promulgada a Constituição, trouxe 59 outorgas em um só dia, todas assinadas na noite anterior (4).</div>
<p style="text-align: justify;">Depois daquela experiência da “Liverpool brasileira” durante o decênio de 80, diversas rádios universitárias foram ao ar, principalmente em São Paulo, demonstrando não um movimento tecnológico, mas uma ampla denúncia à “ditadura do monopólio de comunicação”. Nesse momento, destacaram-se rádios como a Rádio Xilique, coordenada por alunos e professores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que não foi só ouvida, mas principalmente lida, através de seus boletins e panfletos que transmitiam o conteúdo dos seus programas a interessados que estavam longe de suas ondas, mas queriam a “reforma agrária do ar”(5).</p>
<div style="text-align: justify;">Porém, foi com o advento da Constituição Federal em 88 que o movimento, até então subterrâneo, de rádios piratas, embasado no reconhecimento social dos direitos à comunicação e liberdade de expressão, conseguiu dar maior visibilidade a trabalhos culturalmente importantes, desenvolvidos por rádios que, naquele momento, passaram a se denominar “livres”, deixando de lado a idéia de transgressores (piratas), pertinente no início da década de 80.</div>
<div style="text-align: justify;">Com a saída do país do regime de ditadura militar – instaurado na maioria das nações latino-americanas à época – e o começo experimental do ambiente democrático, as “vozes livres”, através de encontros nacionais de rádios livres e coletivas, discutiam propostas de políticas públicas e situações comuns vividas pelas rádios regionais de todo o país.</div>
<div style="text-align: justify;">Surgia o Movimento pela democratização das comunicações. Uma das defesas desse movimento era a da regionalização da comunicação, que pode traduzir-se em produção jornalística, artística e cultural (6).</div>
<div style="text-align: justify;">Enquanto o movimento ganhava força com os novos dispositivos constitucionais que permitiam, agora dentro da “legalidade”, a sua estruturação, rádios livres de grande importância (como a rádio livre Paulicéia, na qual os repórteres eram meninos de rua da região, munidos de gravadores) eram fechadas – e outras eram abertas. A tal fenômeno se deu o nome de “cobra de vidro”.</div>
<div style="text-align: justify;">O fenômeno conseguiu alcançar um espaço geográfico impensado, principalmente no interior, onde pequenas comunidades, incentivadas pela perspectivas da regionalização da informação, desejavam falar assuntos próximos, levando ao surgimento de outras rádios locais, que lhes proporcionavam identificação com os assuntos tratados. Tal fato chega a ser natural, quando um meio guarda a perspectiva de ser único elo de diálogo e efetiva comunicação dentro de algumas comunidades brasileiras, ao atuarem na promoção da cultura regional, no desenvolvimento da pequena economia e, até mesmo, quando anunciam projetos sociais de cunho governamental.</div>
<div style="text-align: justify;">Segundo Coelho Neto, a pressão causou enorme impacto, dando origem ao projeto da LIDE (Lei da Informação Democrática), elaborado pelo professor José Carlos Rocha. O apoio pós-constituição dos jornalistas – que também contavam com esse período fértil para discussão da liberdade de imprensa – foi fundamental para massificar as informações e debater o projeto a nível nacional, quando até delegados e agentes da Polícia Federal – como “A Dama da Tesoura”, Solange Maria Teixeira Hernandez, ex-diretora do Departamento Nacional de Censura Federal – assinaram o documento de apoio ao projeto.</div>
<div style="text-align: justify;">Eram crescentes as cobranças por novas políticas públicas voltadas para setor de comunicação, tendo em vista que o novo ambiente democrático instalado criava uma expectativa de que o inédito grau de liberdade garantida se refletisse também nos meios de comunicação, até então marcados pela hegemonia inquebrantável das “capitanias hereditárias”(2).</div>
<div style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que se tornou visível a luta pela efetividade da liberdade nos meios de comunicação, centenas de rádios eram fechadas e seus equipamentos apreendidos. Tal ambigüidade pode ser explicada pelo fato de que, na década de 70, portanto durante da ditadura militar, a concentração das concessões de funcionamento dos serviços de rádio e TV às elites políticas e econômicas viciou os sistemas de comunicação que, em troca de concessões públicas, notoriamente não só se calavam perante as atrocidades cometidas no regime, como também o exaltavam:</div>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A década de 70 é marcada por uma aliança do governo militar com a Rede Globo de Televisão. Foco de uma CPI que considerou ilegal o aporte de dinheiro do grupo Time-Life na sua estrutura, a Rede Globo cumpriu o estratégico papel de unidade nacional, sendo subserviente à censura do Regime, o que contribuiu sobremaneira com as vistas grossas do Estado em relação à expansão não controlada do setor. Data dessa época o crescimento dos nove maiores grupos de comunicação do país que até hoje controlam 90% dos canais de rádio e TV existentes (7).</p>
</blockquote>
<div style="text-align: justify;">Resta evidente que qualquer movimento que viesse desestruturar a ordem imposta, se contrapondo ao controle instaurado por anos, viraria “caso de polícia”, levando à Polícia Federal às apreensões de equipamento, fechamento de estabelecimentos e instauração dos inquéritos policiais.</div>
<div style="text-align: justify;">Referências:</div>
<p style="text-align: justify;"><em>(1) &#8211; COELHO NETO, Armando. Rádio Comunitária não é crime. O direito de antena: o espectro eletromagnético como um bem difuso.  São Paulo: Ícone, 2002, p. 52.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(2) &#8211; Revista Concessões de Rádio e TV: Onde a democracia ainda não chegou., Intervozes, p. 10. Disponível em http://www.intervozes.org.br/publicacoes/revistas-cartilhas-e-manuais/revista_concessoes_web.pdf Acesso em 30 de dezembro de 2008.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(3) &#8211; Revista Concessões de Rádio e TV: Onde a democracia ainda não chegou., Op. Cit., p. 05.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(4) -Revista Concessões de Rádio e TV: Onde a democracia ainda não chegou., Op. Cit., p. 05.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(5) &#8211; COELHO NETO, Armando. Op. Cit.52.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(6) &#8211; MENDES, Soraia da Rosa. Esfera pública e direitos fundamentais: estudos sobre a liberdade de comunicação, Passo Fundo: IFIBE, 2008, 65.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(7) &#8211; Revista Concessões de Rádio e TV: Onde a democracia ainda não chegou. Op. Cit. 05.</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">____</p>
<p style="text-align: justify;">Autora: <a href="http://inresumo.com"><strong>Jamille Santana</strong></a><br />
Feira de Santana – Bahia<br />
Bacharela em Direito pela UEFS – Universidade Federal de Feira de Santana/Bahia<br />
Advogada e Coordenadora do Escritório de Advocacia José Neto &amp; Associados.<br />
Website: <a href="http://inresumo.com">http://inresumo.com</a></p>
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		<title>Microsoft e Yahoo juntos contra Google</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 12:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wendell Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Microsoft e o Yahoo anunciaram ontem uma parceria nas áreas das buscas na Internet e da publicidade online, criando uma frente unida face ao Google. O acordo surge numa altura em que o Google ameaça a Microsoft com a criação de um sistema operativo rival do Windows, e que o Yahoo não consegue desafiar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Microsoft e o Yahoo anunciaram ontem uma parceria nas áreas das buscas na Internet e da publicidade online, criando uma frente unida face ao Google. O acordo surge numa altura em que o Google ameaça a Microsoft com a criação de um sistema operativo rival do Windows, e que o Yahoo não consegue desafiar o domínio do Google nas buscas na Internet.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Segundo o acordo válido por 10 anos, o Yahoo vai usar o motor de busca Bing da Microsoft nos seus sites, disseram as duas empresas em comunicado. Por sua vez, o Yahoo vai vender espaço publicitário junto dos resultados das buscas, cujas receitas serão partilhadas com a Microsoft.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Microsoft, número mundial no software, está a procurar mais utilizadores para o Bing, que tem apenas um oitavo da quota de mercado do Google nos EUA, segundo dados da ComScore.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No ano passado, o Yahoo rejeitou uma proposta de aquisição da Microsoft de 47,5 mil milhões de dólares. O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, disse depois que um acordo sobre publicidade seria benéfico para ambos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No comunicado, a CEO do Yahoo, Carol Bartz, disse que &#8220;o acordo contém bateladas de valor&#8221; para a sua companhia, após ter usado a expressão &#8220;bateladas&#8221; em Maio para quantificar o preço pelo qual venderia o Yahoo. No entanto, a parceria poderá desiludir alguns dos seus investidores, porque não contempla qualquer pagamento à cabeça por parte da Microsoft, disse Jeff Lindsay, um analista da Sanford C. Bernstein citado pela Bloomberg. O Yahoo diz esperar que a parceria acrescente 500 milhões de dólares por ano ao seu lucro operacional, e que poupe 200 milhões em custos de capital.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Yahoo e a Microsoft detêm cerca de 28% do mercado de buscas na Internet dos EUA, contra 65% para o Google, segundo a ComScore.</div>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-1024" title="google-mwah-hah-ha" src="http://perdidonacomunicacao.com/wp-content/uploads/google-mwah-hah-ha.gif" alt="google-mwah-hah-ha" width="245" height="237" />A Microsoft e o Yahoo anunciaram ontem uma parceria nas áreas das buscas na Internet e da publicidade online, criando uma frente unida face ao Google. O acordo surge numa altura em que o Google ameaça a Microsoft com a criação de um sistema operativo rival do Windows, e que o Yahoo não consegue desafiar o domínio do Google nas buscas na Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o acordo válido por 10 anos, o Yahoo vai usar o motor de busca Bing da Microsoft nos seus sites, disseram as duas empresas em comunicado. Por sua vez, o Yahoo vai vender espaço publicitário junto dos resultados das buscas, cujas receitas serão partilhadas com a Microsoft.</p>
<p style="text-align: justify;">A Microsoft, número mundial no software, está a procurar mais utilizadores para o Bing, que tem apenas um oitavo da quota de mercado do Google nos EUA, segundo dados da ComScore.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, o Yahoo rejeitou uma proposta de aquisição da Microsoft de 47,5 mil milhões de dólares. O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, disse depois que um acordo sobre publicidade seria benéfico para ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">No comunicado, a CEO do Yahoo, Carol Bartz, disse que &#8220;o acordo contém bateladas de valor&#8221; para a sua companhia, após ter usado a expressão &#8220;bateladas&#8221; em Maio para quantificar o preço pelo qual venderia o Yahoo. No entanto, a parceria poderá desiludir alguns dos seus investidores, porque não contempla qualquer pagamento à cabeça por parte da Microsoft, disse Jeff Lindsay, um analista da Sanford C. Bernstein citado pela Bloomberg. O Yahoo diz esperar que a parceria acrescente 500 milhões de dólares por ano ao seu lucro operacional, e que poupe 200 milhões em custos de capital.</p>
<p style="text-align: justify;">O Yahoo e a Microsoft detêm cerca de 28% do mercado de buscas na Internet dos EUA, contra 65% para o Google, segundo a ComScore.</p>
<p>via <a href="http://www.oje.pt/noticias/negocios/microsoft-e-yahoo-juntos-contra-google"> Oje &#8211; o Jornal Economico &#8211; Negócios &#8211; Microsoft e Yahoo juntos contra Google </a>.</p>
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		<title>O Facebook tem a sua Cara!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 10:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wendell Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho visto vários artigos em diversos sites a questionarem a possibilidade do Facebook repetir o fenómeno do Hi5 em Portugal, bem como o do Orkut no Brasil. É uma questão complexa e de um modo geral, acho que actualmente, o Facebook é a rede social que mais tem crescido em número de usuários no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="Face" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dodzqi9cx0U/SjTgHjXUd5I/AAAAAAAADgU/Tiqe4M998FQ/s320/Facebook.png" alt="" width="134" height="134" />Ultimamente tenho visto vários artigos em diversos sites a questionarem a possibilidade do <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a> repetir o fenómeno do <a href="http://hi5.com/" target="_blank">Hi5</a> em Portugal, bem como o do <a href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a> no Brasil. É uma questão complexa e de um modo geral, acho que actualmente, o Facebook é a rede social que mais tem crescido <strong>em número de usuários no mundo inteiro, e dentro em breve fará frente não só ao Hi5 e Orkut, como a todas as principais redes sociais do mundo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Porém, não acho que seja uma coisa imediata e nem tão pouco veremos massas de pessoas a apagar seus perfis no Hi5, Orkut ou Myspace. Parece-me que vai acontecer o que já está acontecendo: alguns usuários vão migrar aos poucos, iniciando um perfil no Facebook e passando cada dia menos a usar as outras redes. Até que chegar ao ponto de realmente excluir-se.</p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Universalidade</strong></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;">Embora não sendo o melhor site de rede social em termos de usabilidade, o Facebook é hoje <strong>o maior site de rede social do mundo em termos de abrangência</strong>. Foi o primeiro a quebrar a barreira cultural que existia. Durante alguns anos, observaram-se tendências a adopção cultural dos sites de rede social, ou seja, do facto de determinados sites serem utilizados dentro de determinadas fronteiras culturais de língua e costumes. Assim, a adopção dos diversos sites era bastante regionalizada. A adopção do Facebook foi na contramão: passou a englobar países que já usavam outros sites, fazendo com que os usuários migrassem para o Facebook.</div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;">O facto do site estar crescendo tanto indica sua popularização e a probabilidade de que também venha a crescer em países sul-americanos e europeus. As redes sociais não são isoladas por fronteiras geográficas e é através delas que acontecem os convites. <em>(Vejam esse </em><a href="http://www.techcrunch.com/2009/06/07/a-map-of-social-network-dominance/" target="_blank"><em>mapa recente</em></a><em> publicado no Techcrunch sobre a abrangência do Facebook no mundo e comparem com </em><a href="http://www.oxyweb.co.uk/blog/socialnetworkmapoftheworld.php" target="_blank"><em>esses outros mapas</em></a><em> </em><a href="http://valleywag.gawker.com/273201/the-world-map-of-social-networks" target="_blank"><em>mais antigos</em></a><em>.)</em></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Inovação</strong></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><img style="border: 0px initial initial;" title="Imagem 1" src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000123a63e07ec0fdc78ca007f000000000001.Imagem%201.png" alt="" width="NaN" height="NaN" />O Facebook não é hoje do tamanho que é por nada. Foi absolutamente <strong>inovador</strong> quando permitiu que os próprios usuários criassem aplicativos para rodar na plataforma. Com isso, criou uma massa especializada de usuários que inova constantemente os aplicativos, com novos jogos, mashups, ferramentas interessantes e etc. Isso agrega muito valor ao sistema do Facebook. Hoje, por exemplo, existem várias empresas que são especialisadas em desenvolvimento de aplicativos. Com isso, gerou-se um motor de desenvolvimento interno: conforme os aplicativos geram interesse na ferramenta, mais usuários entram no Facebook por causa deles, mais o Facebook fica valorizado pelo número de usuários, mais estímulo têm os <em>developers</em> para melhorar e desenvolver mais aplicativos inovadores que, por sua vez, vão gerar mais usuários e <strong>fazendo um ciclo de crescimento</strong>. Novas formas de monetizar esses aplicativos estão sendo criadas e são mais um estímulo para que developers passem a desenvolver aplicativos para o sistema, gerando mais interesse na ferramenta por todo o planeta.</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diferencial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.danah.org/" target="_blank">Danah Boyd</a> escreveu há tempos <a href="http://www.danah.org/papers/essays/ClassDivisions.html" target="_blank">um artigo</a> sobre o Facebook, que na época competia fortemente com o MySpace nos Estados Unidos, e a apropriação dos dois sites como forma de diferenciação de classe social. A diferenciação é uma característica humana. Ao mesmo tempo que temos uma quantidade enorme de internautas de todas as cores, classes e credos nas redes mais comuns, surge também a necessidade de ser diferente e de estabelecer fronteiras.</p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;">Penso que é possível que isso também aconteça em relação à adoção do Facebook na América do Sul e Europa. Pois já observamos as qualificações de uso das ferramentas em termos como “orkutização” e “favelização do orkut” (no caso do Brasil), sendo constantemente repetidas. Essas qualificações refletem também características da apropriação das ferramentas e é preciso que se observe de perto como isso se reflete nos diversos grupos sociais. O Facebook hoje conta com mais de 190 milhões de usuários no mundo, contra os 66 milhões no Orkut e os 60 milhões do <a id="aptureLink_If59PkLykm" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hi5%20%28website%29">Hi5</a>.</div>
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		<item>
		<title>Bill Bernbach, o B da DDB</title>
		<link>http://perdidonacomunicacao.com/2009/08/bill-bernbach-o-b-da-ddb/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 12:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wendell Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[William “Bill” Bernbach foi para a publicidade o que Philip Kotler é para o marketing. Muitos provavelmente podem nunca terem ouvido falar do seu nome completo, então eu lhes apresento o senhor Bernbach, a letra “B” da agência mundialmente conhecida DDB.

“Não é o QUE você diz que estimula as pessoas, é COMO você diz”. Bernbach [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">William “Bill” Bernbach foi para a publicidade o que Philip Kotler é para o marketing. Muitos provavelmente podem nunca terem ouvido falar do seu nome completo, então eu lhes apresento o senhor Bernbach, a letra “B” da agência mundialmente conhecida DDB.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1034" title="63vwbeetle4963" src="http://perdidonacomunicacao.com/wp-content/uploads/63vwbeetle4963-219x300.jpg" alt="63vwbeetle4963" width="219" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><em>“<strong>Não é o QUE você diz que estimula as pessoas, é COMO você diz”</strong></em>. Bernbach não inventou a publicidade, mas a recriou. Antes dele, tudo era normal e enfadonho. Como a maioria das grandes personalidades da história, Bernbach era um homem visionário, dono de argumentos poderosos — presunçosos para alguns — e que não se conformava com a mediocridade. Ele foi responsável pela revolução criativa da década de 60, criador da <a href="http://adage.com/century/campaigns.html" target="_blank">melhor campanha publicitária do século XX </a>(VW Beatle) e provavelmente o primeiro a unir Redactor (Copywriter) e Director de Arte em uma <em>Dupla Criativa</em> — antes em departamentos separados .</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">Transcrevo abaixo um trecho do livro de Luke Sullivan sobre quem foi Bill Bernbach:</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><em>“A verdade não é verdade até que as pessoas acreditem em você e as pessoas não acreditarão em você se elas não souberem o que você está dizendo, e elas não saberão o que você está dizendo se elas não ouvirem você, e elas não ouvirão você se você não for interessante, e você não será interessante a menos que você diga coisas imaginativas, originais e frescas.”</em></p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">Muita gente sabe que a década de 60 foi a década de ouro da publicidade. Mas pouca gente que 70 não foi. Marketing estratégico com suas pilhas de números foi, por um longo, rival da publicidade. A chegada do conceito “posicionamento” criada por Al Ries levou a publicidade das empresas de volta a sem-graceira da década de 50. Empresas testavam campanhas antes de veicular, realizavam pesquisas e mais pesquisas na tentiva de posicionar o produto e deixaram de usar uma publicidade adequada.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">Os anúncios haviam perdido a piada. Um exemplo do embate entre Estratégia X Publicidade é o do refrigerante 7UP: Na era das colas, ao invés dele ser posicionado como refrigerante claro com sabor de limão, ele automaticamente se tornou conhecido como “o não-cola”. Isso foi antes de Ries e seu conceito, a publicidade havia conseguido posicionar o 7UP com muito menos ou quase nenhum número. O que isso tem a ver com Bill? Uma década antes do termo <em>posicionamento</em> ser escrito pela 1ª vez, Bill disse: “<em>você pode dizer a coisa certa sobre o produto e ninguém irá ouvir”</em>. E bateu de frente contra a pesquisas e dados dizendo “<em>quanto mais intelectual você fica, mais você perde as habilidades intuitivas que realmente tocam as pessoas”</em>.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">Bill Bernbach reiventou a publicidade, ensinou publicitários a ser mais do que meros vendedores anônimos. <em>“A boa publicidade aumenta vendas, a grande publicidade constrói fábricas”</em>. Bill batia de frente com a mediocridade 60 anos atrás, repudiando a publicidade meramente vendedora e sem brilho dizendo que isso era ruim para o cliente e para o mercado como um todo. Esse mal provavelmente nunca vai acabar, mas Bill parece ter deixado um legado contra a propaganda do “melhor e mais barato” e “ofertas imperdíveis”. Consumidores são espertos. Siga o exemplo deles.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1035" title="bernbach1" src="http://perdidonacomunicacao.com/wp-content/uploads/bernbach1-230x300.jpg" alt="bernbach1" width="230" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">Bill, como maior criativo, o mestre, o guru, o génio, o pai de todos os criativos, o <em>I&#8217;m not worthy </em>genuíno, é o único publicitário que aparece na famosa campanha <em>Think Different</em> da Apple, ao lado de outras personalidades como <em>Einstein</em>, <em>Gandhi</em>, <em>Picasso</em>, <em>John Lennon</em> e outros. Curioso ainda, é o facto de este anúncio de homenagem ter sido criado pela <a href="https://www.tbwachiat.com/" target="_blank">TBWA/Chiat/Day</a>, onde ele nunca trabalhou.</p>
<p style="clear: both"><span style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="380" height="307" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PIJSnDiTHbk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="380" height="307" src="http://www.youtube.com/v/PIJSnDiTHbk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></span></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Microsoft e Yahoo! pensam em selo contra spam</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 10:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wendell Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gmail]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Yahoo!]]></category>

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		<description><![CDATA[A idéia de criar um selo postal para os spammers, o que encareceria o envio de e-mails em massa, está sendo seriamente considerada pela Microsoft e pela Yahoo!.
Ainda é tudo muito indefinido, conta o site Internetnews.com, mas algumas empresas anti-spam &#8211; como a IronPort, a Vanquish e a Goodmail &#8211; já criaram suas versões sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both; text-align: justify;">A idéia de criar um selo postal para os spammers, o que encareceria o envio de e-mails em massa, está sendo seriamente considerada pela Microsoft e pela Yahoo!.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">Ainda é tudo muito indefinido, conta o site <a href="http://www.internetnews.com" target="_blank">Internetnews.com</a>, mas algumas empresas anti-spam &#8211; como a IronPort, a Vanquish e a Goodmail &#8211; já criaram suas versões sobre o tema. Neste modelo, os provedores conseguiriam reduzir seus custos de recebimento, manutenção e entrega de mensagens.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">
<p style="clear: both; text-align: justify;">A idéia do selo postal foi sugerida pelo &#8220;<em>chairman</em>&#8221; da Microsoft, Bill Gates, durante seu discurso no Fórum Econômico Mundial que aconteceu em janeiro passado na Suíça. Um porta-voz da companhia disse que a Microsoft ainda não escolheu um projeto específico para esta estratégia, mas o CEO da Goodmail informou que o Yahoo! e outros provedores se mostraram &#8220;bastante interessados&#8221; com a proposta.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">
<p style="clear: both; text-align: justify;">A Jupiter Research, dona do Internetnews.com, estima que os custos dos provedores com o bloqueio de mensagens indesejadas vai pular de 230 milhões de dólares, em 2003, para 419 milhões em 2008.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">
<p style="clear: both; text-align: justify;">Em entrevista ao site, Brad Garlinghouse, vice-presidente de comunicações da Yahoo!, disse que a técnica pode impedir que os spammers disparem mensagens contrárias aos interesses dos provedores e dos usuários. Informou, ainda, que a empresa pensa apenas em uma solução contra o lixo eletrônico que não afetasse o envio de e-mails por seus clientes para amigos e parentes.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">
<p style="clear: both; text-align: justify;">Mais em <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1397456" target="_blank">Publico.pt</a></p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
<img src="http://perdidonacomunicacao.com/?ak_action=api_record_view&id=918&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os 10 níveis de intimidade na comunicação hoje</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 08:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wendell Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[Mass Media]]></category>
		<category><![CDATA[Meios]]></category>

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		<description><![CDATA[A ilustração feita por Ji Lee, mostra de forma objectiva como mudamos e adquirimos novas fórmulas comunicação. O interessante é que ele coloca o Twitter como última posição e não menciona outras redes sociais como Hi5, Orkut ou Myspace.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ilustração feita por <a href="http://pleaseenjoy.com/index.php" target="_blank"><strong>Ji Lee</strong></a>, mostra de forma objectiva como mudamos e adquirimos novas fórmulas comunicação. O interessante é que ele coloca o <a href="http://twitter.com/pncomunicacao" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a> como última posição e não menciona outras redes sociais como Hi5, Orkut ou Myspace.</p>
<p style="clear: both"><img style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" src="http://img34.imageshack.us/img34/3983/levelscom.jpg" alt="" width="494" height="235" /></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
<img src="http://perdidonacomunicacao.com/?ak_action=api_record_view&id=913&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ataques à web 2.0 estão na moda</title>
		<link>http://perdidonacomunicacao.com/2009/08/ataques-a-web-2-0-estao-em-alta/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 15:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wendell Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
O instituto Web Application Security Consortium (WASC) divulgou na ultima semana um relatório onde aponta o crescimento de ataques a diversos serviços da rede.
O documento, que há 10 anos analisa e comenta dados do Web Hacking Incidents Database (WHID), informa que houve um crescimento considerável das ameaças em relação a 2008.
No primeiro semestre de 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both; text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://perdidonacomunicacao.com/wp-content/uploads/web2_periodictable.jpg" alt="" width="460" height="276" /></p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">O instituto <em>Web Application Security Consortium (WASC)</em> divulgou na ultima semana um relatório onde aponta o crescimento de ataques a diversos serviços da rede.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">O documento, que há 10 anos analisa e comenta dados do <em>Web Hacking Incidents Database (WHID)</em>, informa que houve um crescimento considerável das ameaças em relação a 2008.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">No primeiro semestre de 2009, os ataques às redes sociais mais populares, como Facebook e Twitter somaram 19% de todos os problemas constatados na rede. Eles são os alvos preferidos de produtores de malware, spyware e cavalos-de-tróia, pois costumam atrair um número expressivo de usuários.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">Páginas comerciais relacionadas á social media aparecem em segundo lugar com 16% das ocorrências registradas, enquanto lojas online aparecem emparelhadas com empresas de tecnologia em terceiro lugar com 12%.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">Entre as ameaças mais populares, a técnicas de <em>defacement</em> e injeção de <em>malwares</em> estão em alta, com 28% dos casos constatados, seguidos de perto pelo roubo de informações, com 26%.</p>
<p style="clear: both; text-align: justify;">Segundo o relatório, os criminosos preferem que os usuários sejam contaminados por páginas maliciosas, tomando o lugar do e-mail como disseminador de pragas virtuais. Confira o documento completo <a href="http://www.scribd.com/doc/18825431/WPTheWebHackingIncidents2009" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
<img src="http://perdidonacomunicacao.com/?ak_action=api_record_view&id=903&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Google testa novo motor de pesquisa</title>
		<link>http://perdidonacomunicacao.com/2009/08/google-testa-novo-motor-de-pesquisa/</link>
		<comments>http://perdidonacomunicacao.com/2009/08/google-testa-novo-motor-de-pesquisa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caffeine]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Motores de Busca]]></category>
		<category><![CDATA[Motores de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Teste]]></category>

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		<description><![CDATA[Os usuários do google podem já testar o novo mecanismo de buscas em fase experimental &#8220;caffeine&#8221; através deste endereço.
Este projecto tem sido mantido em segredo. O objectivo é tornar as pesquisas mais eficazes, no entanto, as mudanças só serão perceptíveis nos resultados, principalmente para desenvolvedores de web ou para quem utiliza bastante o google, já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both"><img class="alignleft" src="http://perdidonacomunicacao.com/wp-content/uploads/googlw.jpg" alt="" width="223" height="167" />Os usuários do google podem já testar o novo mecanismo de buscas em fase experimental &#8220;caffeine&#8221; através deste <a href="http://www2.sandbox.google.com/">endereço</a>.<br />
Este projecto tem sido mantido em segredo. O objectivo é tornar as pesquisas mais eficazes, no entanto, as mudanças só serão perceptíveis nos resultados, principalmente para desenvolvedores de web ou para quem utiliza bastante o google, já que provê resultados mais precisos.</p>
<p style="clear: both">A colaboração dos usuários continua sendo necessária. Próximo aos resultados aparece perguntas do género “Insatisfeito? Ajude-nos a melhorar nossos serviços”. Digite seus comentários na caixa de textos e então inclua a palavra “caffeine” em algum lugar.</p>
<p style="clear: both"><a href="about:blank"></a></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
<img src="http://perdidonacomunicacao.com/?ak_action=api_record_view&id=895&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Microsoft proibida de vender Word com a tecnologia XML</title>
		<link>http://perdidonacomunicacao.com/2009/08/microsoft-proibida-de-vender-word-com-a-tecnologia-xml/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 12:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wendell Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>

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		<description><![CDATA[Um juíz no Texas proibiu ontem a Microsoft de vender o conhecido Microsoft Office Word nos EUA. A i4i Inc, empresa sediada em Toronto, ganhou uma acção judicial contra a Microsoft relacionada com a patentes de XML da empresa.
Segundo a i4i Inc, a acção “proíbe a Microsoft de vender ou importar para os EUA qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1055" title="microsoft-office-2007" src="http://perdidonacomunicacao.com/wp-content/uploads/microsoft-office-2007-300x276.jpg" alt="microsoft-office-2007" width="300" height="276" />Um juíz no Texas proibiu ontem a Microsoft de vender o conhecido Microsoft Office Word nos EUA. A i4i Inc, empresa sediada em Toronto, ganhou uma acção judicial contra a Microsoft relacionada com a patentes de XML da empresa.</p>
<p style="clear: both">Segundo a i4i Inc, a acção “proíbe a Microsoft de vender ou importar para os EUA qualquer producto da Microsoft Word que tenha a capacidade de abrir ficheiros em <a id="aptureLink_gcus6hBeNg" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/XML">*.XML</a>, *.DOCX ou *.DOCM (todos ficheiros XML)”.</p>
<p style="clear: both">A Microsoft tem 60 dias para cumprir a decisão judicial ou, em alternativa, pagar à i4i cerca de 290 milhões de dólares (perto de 204 milhões de euros) causados por prejuízos. Os responsáveis da Microsoft dizem, no entanto, que vão interpor recurso da decisão do juiz.</p>
<p style="clear: both">A i4i Inc produz plugins para o Word que permitem abrir ficheiros com a arquitectura XML como se fossem ficheiros de texto normal.</p>
<p style="clear: both">Ver mais em <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1396152" target="_blank">Microsoft proibida de vender Word com a tecnologia XML</a></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
<img src="http://perdidonacomunicacao.com/?ak_action=api_record_view&id=866&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria</title>
		<link>http://perdidonacomunicacao.com/2009/08/pt-vai-reunir-com-igac-para-discutir-combate-a-pirataria/</link>
		<comments>http://perdidonacomunicacao.com/2009/08/pt-vai-reunir-com-igac-para-discutir-combate-a-pirataria/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wendell Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Press This]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Portugal Telecom irá reunir-se na próxima semana com a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) para discutir o combate à pirataria na Internet, afirmou hoje, quinta-feira, à Lusa o director de comunicação da PT, Abílio Martins.
O responsável disse à Lusa que a PT solicitou uma reunião com responsáveis da IGAC porque &#8220;tem todo o interesse&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">A Portugal Telecom irá reunir-se na próxima semana com a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) para discutir o combate à pirataria na Internet, afirmou hoje, quinta-feira, à Lusa o director de comunicação da PT, Abílio Martins.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">O responsável disse à Lusa que a PT solicitou uma reunião com responsáveis da IGAC porque &#8220;tem todo o interesse&#8221; em discutir o combate à pirataria na Internet, depois de ter sido notificada por aquele organismo para remover ou bloquear &#8217;sites&#8217; que disponibilizem conteúdos pirateados. Segundo Abílio Martins, a notificação foi enviada hoje pelo IGAC para o endereço electrónico do apoio ao cliente (16200), embora a inspectora-geral das Actividades Culturais tenha referido à Lusa que enviou a notificação terça-feira. &#8220;Não se compreende porque é que não nos mandaram uma carta para os serviços sociais ou para a sede social&#8221;, lamentou o responsável, dado que o endereço 16200 se destina a responder aos clientes da PT.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">A IGAC notificou a PT, enquanto fornecedora de acesso à Internet, a remover e bloquear 28 &#8217;sites&#8217; que disponibilizam conteúdos pirateados, como filmes e música. Apenas quatro desses 28 &#8217;sites&#8217; são blogues alojados no portal Sapo e apresentam ligações que remetem para &#8217;sites&#8217; internacionais que permitem fazer descarregamentos ilegais, não pagos, de conteúdos como filmes, séries de televisão e álbuns de música. De acordo com Abílio Martins, a PT irá &#8220;avaliar jurídica e judicialmente&#8221; estes blogues, sublinhando que tanto a empresa de telecomunicações como o portal Sapo defendem uma política de combate a divulgação ilegal de conteúdos na Internet. &#8220;O Sapo é o maior portal em Portugal e por isso defende uma cultura de não ter conteúdos ilegais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Temos uma equipa que existe para detectar e eliminar esses conteúdos. Detectam várias centenas por mês&#8221;, referiu. O portal Sapo tem uma equipa que monitoriza permanentemente os &#8217;sites&#8217; alojados na sua rede e, quando identifica conteúdos ilegais, informa o utilizador de que os vais eliminar. De acordo com a PT, a empresa de telecomunicações &#8220;não pode impedir o acesso a nenhum &#8217;site&#8217; a não ser que tenha uma ordem judicial&#8221;. As notificações da IGAC surgiram na sequência de denúncias feitas pelo MAPINET, Movimento Cívico Antipirataria na Internet. Este movimento reúne representantes da ACAPOR &#8211; Associação de Comércio Audiovisual de Portugal, AFP &#8211; Associação Fonográfica Portuguesa, AUDIOGEST &#8211; Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos, FEVIP &#8211; Federação de Editores de Videogramas, GDA &#8211; Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, GEDIPE &#8211; Associação para a Gestão de Direitos de Autor, produtores e</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria &#8211; JN .</div>
<p style="text-align: justify;"><a id="aptureLink_opk66tpKlD" style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; text-align: center; display: block; padding-top: 0px; padding-right: 6px; padding-bottom: 0px; padding-left: 6px;" href="http://www.flickr.com/photos/mabi/168256059/"><img style="border: 0px initial initial;" title="pirate bay" src="http://static.flickr.com/45/168256059_79b31d08c7.jpg" alt="" width="420px" height="242px" /></a>A Portugal Telecom irá reunir-se na próxima semana com a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) para discutir o combate à pirataria na Internet, afirmou hoje, quinta-feira, à Lusa o director de comunicação da PT, Abílio Martins.</p>
<p style="text-align: justify;">O responsável disse à Lusa que a PT solicitou uma reunião com responsáveis da IGAC porque &#8220;tem todo o interesse&#8221; em discutir o combate à pirataria na Internet, depois de ter sido notificada por aquele organismo para remover ou bloquear &#8217;sites&#8217; que disponibilizem conteúdos pirateados. Segundo Abílio Martins, a notificação foi enviada hoje pelo IGAC para o endereço electrónico do apoio ao cliente (16200), embora a inspectora-geral das Actividades Culturais tenha referido à Lusa que enviou a notificação terça-feira. &#8220;Não se compreende porque é que não nos mandaram uma carta para os serviços sociais ou para a sede social&#8221;, lamentou o responsável, dado que o endereço 16200 se destina a responder aos clientes da PT.</p>
<p style="text-align: justify;">A IGAC notificou a PT, enquanto fornecedora de acesso à Internet, a remover e bloquear 28 &#8217;sites&#8217; que disponibilizam conteúdos pirateados, como filmes e música. Apenas quatro desses 28 &#8217;sites&#8217; são blogues alojados no portal Sapo e apresentam ligações que remetem para &#8217;sites&#8217; internacionais que permitem fazer descarregamentos ilegais, não pagos, de conteúdos como filmes, séries de televisão e álbuns de música. De acordo com Abílio Martins, a PT irá &#8220;avaliar jurídica e judicialmente&#8221; estes blogues, sublinhando que tanto a empresa de telecomunicações como o portal Sapo defendem uma política de combate a divulgação ilegal de conteúdos na Internet. &#8220;O Sapo é o maior portal em Portugal e por isso defende uma cultura de não ter conteúdos ilegais.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos uma equipa que existe para detectar e eliminar esses conteúdos. Detectam várias centenas por mês&#8221;, referiu. O portal Sapo tem uma equipa que monitoriza permanentemente os &#8217;sites&#8217; alojados na sua rede e, quando identifica conteúdos ilegais, informa o utilizador de que os vais eliminar. De acordo com a PT, a empresa de telecomunicações &#8220;não pode impedir o acesso a nenhum &#8217;site&#8217; a não ser que tenha uma ordem judicial&#8221;. As notificações da IGAC surgiram na sequência de denúncias feitas pelo MAPINET, Movimento Cívico Antipirataria na Internet. Este movimento reúne representantes da ACAPOR &#8211; Associação de Comércio Audiovisual de Portugal, AFP &#8211; Associação Fonográfica Portuguesa, AUDIOGEST &#8211; Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos, FEVIP &#8211; Federação de Editores de Videogramas, GDA &#8211; Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, GEDIPE &#8211; Associação para a Gestão de Direitos de Autor, produtores e</p>
<p style="text-align: justify;"><a id="aptureLink_wd6QAA0r5R" href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1334342">PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria &#8211; JN .</a></p>
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