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	<title>pixeladas aleatórias</title>
	
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	<description>Pequenas doses de (des)informação sobre a Vida, a Web e Tudo Mais</description>
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		<title>Compras coletivas se embolam no luxo</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 18:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[compras coletivas]]></category>
		<category><![CDATA[promoções]]></category>

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		<description><![CDATA[A guerra pela sobrevivência dos sites de compras coletivas chega a um novo patamar com descontos em carros de luxo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-medium wp-image-780" title="Mini Cooper" src="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2011/07/mini-300x200.jpg" alt="MINI One Cooper" height="188" />Dois sites de compras coletivas promoveram esta semana um produto diferente. Longe dos milhares de cupons para tratamentos de beleza, jantares e hospedagens, estes sites venderam carros <em><a href="http://www.minibrasil.com">MINI Copper</a></em> com 50% de desconto. A compra era possível para o primeiro mortal com um cartão de crédito com limite acima de trinta mil reais (<em>ah, quem me dera ter um destes!</em>).</p>
<p>Mas, como você já deve estar imaginando, os sistemas deste tipo de sites não suportam bem demandas muito altas ou promoções-relâmpago como estas <span style="text-decoration: underline;">porque não foram planejados para isso</span>.</p>
<p>Para furar o <em><a href="http://www.groupon.com.br">Grupon</a></em>, que divulgou a promoção alguns dias atrás, o <em><a href="http://www.clickon.com.br/">ClickOn</a></em> liberou a venda ontem um pouco antes da meia-noite com desconto de 57% no preço final do produto. Sem planejamento adequado aconteceu o (im)previsto: trinta usuários compram um mesmo carro <a href="http://www.facebook.com/clickonbr/posts/240851765936425">no mesmo segundo</a> sendo que apenas uma compra foi validada. Entre tantas <a href="http://www.facebook.com/clickonbr/posts/235576273141861">acusações de fraudes</a>, não vejo aquela que poucos têm coragem de fazer: <em>quem foi que teve esta ideia?</em></p>
<p>O <em>Grupon</em> promoveu a <a href="http://www.groupon.com.br/deals/oferta-nacional/MINI-Cooper/580138?nlp=&amp;CID=BR_CRM_151_0_0_0&amp;utm_source=Deal_general_newsletter&amp;utm_medium=All_Cities&amp;utm_content=Initial_Version&amp;utm_campaign=Varies">mesma compra</a>, sim, mas não sem antes criar um concurso cultural. Aquele que enviasse a melhor frase teria o <a href="http://www.facebook.com/groupon.br?sk=app_10442206389">direito a saber o horário da liberação da venda do carro</a>. Concurso cultural é uma saída nada criativa, eu sei, mas funcionou! A promoção só não foi um sucesso completo pois o usuário vencedor não é o comprador do carro. Mas não há ninguém questionando a empresa, a venda ou o ganhador nas mídias sociais.</p>
<p>Promoções são válidas para promoção de marcas, produtos e serviços, mas requerem um <span style="text-decoration: underline;">planejamento adequado</span>. E não há planejamento sem tempo, sem <em>brainstorm</em>, sem infraestrutura, sem consultar todos os departamentos envolvidos (sim, a tecnologia também, por que não?) e, principalmente, sem um plano alternativo. O <em>timing</em> de uma promoção é apenas um dos elementos a serem considerados e talvez nem é o mais importante.</p>
<p>Mais aqui: <a title="Permanent link to ClickOn fura Groupon e vende MINI One por R$ 29.999, mas processo gerou desconfiança" href="http://carplace.virgula.uol.com.br/clickon-fura-groupon-e-vende-mini-one-por-r-29-999-mas-processo-gerou-desconfianca/" rel="bookmark">ClickOn fura Groupon e vende MINI One por R$ 29.999, mas processo gerou desconfiança</a></p>
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		<title>O luxo na era das compras coletivas</title>
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		<comments>http://s1mone.net/blog/2011/07/o-luxo-na-era-das-compras-coletivas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-Business]]></category>
		<category><![CDATA[compras coletivas]]></category>
		<category><![CDATA[luxo]]></category>

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		<description><![CDATA[O luxo pode ser uma nova fronteira a ser explorada por empresas de comércio eletrônico tradicional e sites de compras coletivas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi agora um cupom-desconto do <a href="http://www.myhabit.com/">MyHabit</a>  um novo e-commerce da <a href="http://amazon.com">Amazon</a> com ofertas de grifes como <em>Dolce &amp; Gabbana</em> e <em>Puma</em>. Babei na experiência do usuário com sua vitrine em vídeo e interface minimalista. Há algum tempo tenho acompanhado o <a href="http://fab.com/sale/">Fab.com</a>, que possui a mesma proposta só que com itens de design.</p>
<div id="attachment_771" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center;"><a href="http://www.myhabit.com/#page=d&amp;dept=women&amp;sale=AXUDO9DIIGOQ3&amp;asin=B004W8ZXS0&amp;cAsin=B004W8ZXT4&amp;ref=qd_g_hero_shvl_d_1"><img class="size-full wp-image-771 " title="MyHabit" src="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2011/07/myhabit.jpg" alt="" width="630" height="418" /></a><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Tela de produto do Fab.com</p></div>
<p>Estes sites fazem parte de uma tendência de evolução comercial dos de compras coletivas como <em>Grupon</em> e <em>Peixe Urbano</em>. A empresa fecha um acordo com produtos que precisam de visibilidade ou estão encalhados. A oferta fica disponível de um a três dias na loja virtual. Os usuários podem assinar a <em>newsletter</em> com as ofertas do dia. E sim, o <em>email marketing</em> será ainda por muito tempo uma das fontes primordiais de vendas no e-commerce.</p>
<p>Aqui podemos ver diversas oportunidades para investir no mercado de luxo. É uma indústria estável, com consumidores fiéis e que não entra em crise nunca. Vinhos, maquiagem, jóias, acessórios e gadgets, são vários os produtos que se encaixam em negociações de alto nível bem longe do perrengue dos salões de beleza e restaurantes. Mas será que esta será uma boa ideia para o mercado nacional, principalmente com a nova classe média que emergiu nos últimos anos? <a href="http://s1mone.net/?p=765#respond">O que você acha?</a></p>
<div id="attachment_772" class="wp-caption alignnone" style="width: 642px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center;"><a href="http://fab.com/sale/206/"><img class="size-full wp-image-772 " title="Fab.com" src="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2011/07/fab.jpg" alt="" width="632" height="304" /></a><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Tela de produto do Fab.com</p></div>
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</ul>
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		<title>Três motivos para usar (ou não) os comentários do Facebook em seu site</title>
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		<comments>http://s1mone.net/blog/2011/06/comentarios-do-facebook/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 14:49:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui surpreendida pelas mudanças no Big Picture, a página de galerias fotojornalísticas do site do jornal do Boston Globe. A partir de agora, o usuário contribuir nesta seção somente através do widget de comentários do Facebook. Os motivos para esta mudança foram descritos desta forma: Facebook é ubiquo; possui mais de 500 milhões de usuários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui surpreendida pelas mudanças no <em><a href="http://www.boston.com/bigpicture/">Big Picture</a></em>, a página de galerias fotojornalísticas do site do jornal do <em><a href="http://www.boston.com/">Boston Globe</a></em>. A partir de agora, o usuário contribuir nesta seção somente através do <em>widget</em> de comentários do <em>Facebook</em>. Os motivos para esta mudança foram descritos desta forma:</p>
<blockquote><p>Facebook é ubiquo; possui mais de 500 milhões de usuários ativos, 70% deles não são dos Estados Unidos. Está disponível em 70 idiomas. Era a melhor ferramenta que pudemos encontrar para servir a audiência mundial de fãs do <em>Big Picture</em>.<br />
<a href="http://www.boston.com/bigpicture/2011/05/changes_to_big_picture_comment.html">[referência]</a></p></blockquote>
<p>O <em>Facebook</em> pode estar presente em diversos países e em diversas plataformas, mas será mesmo que as redes sociais significam o fim dos sites da Web como conhecemos? Questionei há um ano que o fim estaria nos aplicativos, um pouco antes de um famoso artigo na <em>Wired </em>afirmar que estava de fato nas redes. Há algumas empresas abrindo mão de desenvolvimento de sites tradicionais para criar e manter <em>fan pages</em>, mas esta sempre foi uma decisão de marketing baseado na estratégia do produto ou serviço e não uma decisão técnica.</p>
<p>Além disso, Facebook faz parte de uma nova leva de empresas favorecidas por um investimento maciço que vai na contra-mão da recessão europeia, americana e japonesa. Não precisamos ir muito longe para temer que esta é uma bolha que eventualmente pode explodir com consequências imprevisíveis. Mais que isso: sabemos que há um ciclo de vida entre nas plataformas digitais.</p>
<p>Por outro lado, quem disse que seu site vai durar mais que o <em>Facebook</em>? Devemos estar preparados para surfar em cada grande onda da internet?</p>
<blockquote><p>Os comentaristas possuem a opção de compartilhar seus comentários no site com seus amigos no Facebook, que poderão ser apresentados às fantátiscas fotografias do Big Picture.</p></blockquote>
<p>Neste ponto, não resta dúvidas para ninguém. As redes sociais hoje são responsáveis por grande parte do tráfego na maior parte dos site e blogs que conhecemos. É provável que estas fontes devem passar os mecanismos de busca em número de acessos.</p>
<blockquote><p>A qualidade dos comentários deve melhorar com as pessoas usando seus nomes verdadeiros.</p></blockquote>
<p>Aqui temos uma premissa falsa ou um falha em definir &#8220;qualidade em comentários&#8221;. Boa parte dos comentários destas fotogalerias são tão resumidas quanto um &#8220;curti&#8221;, e um &#8220;curti&#8221; em diversos idiomas. Se antes os usuários temiam em comentar em seu idioma local, agora não há motivo para tanto. A quantidade de comentários certamente cresce. E a qualidade do debate melhora junto?</p>
<p><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="size-full wp-image-751 alignleft" title="comentários do Facebook" src="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2011/06/comentarios.jpg" alt="" width="426" height="287" /></p>
<p style="clear:both"><a href="http://s1mone.net/blog/2011/06/comentarios-do-facebook/#respond">O que você acha?</a></p>
</p>
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		<item>
		<title>O que você precisa saber sobre HTML5</title>
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		<comments>http://s1mone.net/blog/2011/05/o-que-voce-precisa-saber-sobre-html5/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 May 2011 19:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web Standards]]></category>
		<category><![CDATA[HTML5]]></category>

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		<description><![CDATA[HTML5 está sendo discutido por todo lado. Natural. É a grande novidade da década no desenvolvimento para a Web. Depois de anos de indas e vindas com o XHTML2, W3C se uniu aos dissidentes do WHATWG para continuar desenvolvendo a especificação do HTML. As maravilhosas oportunidades do HTML5 você pode ver no HTML5 Demos and Examples, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2011/05/HTML5_Logo_256.png"></a><a href="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2011/05/HTML5_Logo_2561.png"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-full wp-image-719" title="HTML5" src="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2011/05/HTML5_Logo_2561.png" alt="" width="150" height="208" /></a>HTML5 </strong>está sendo discutido por todo lado. Natural. É a grande novidade da década no desenvolvimento para a Web. Depois de anos de indas e vindas com o XHTML2, <a href="http://www.w3.org/">W3C</a> se uniu aos dissidentes do <a href="http://www.whatwg.org/">WHATWG</a> para continuar desenvolvendo a especificação do HTML.</p>
<p>As maravilhosas oportunidades do HTML5 você pode ver no <a href="http://html5demos.com/">HTML5 Demos and Examples</a>, no <a href="http://html5gallery.com/">HTML5 Gallery</a> ou no <a href="http://html5watch.tumblr.com/">HTML5 Watch</a>. Mas o que de fato você precisa saber antes de tomar uma decisão em aplicar este tipo de documento ao seu projeto?</p>
<h3 style="clear: both;">Código mais frouxo</h3>
<p>Nos últimos anos, a obsessão pelo código válido e bem formado nos fez esquecer o princípio do HTML: qualquer um pode escrever documentos e publicá-los na Web. Para quem trabalha com CSS e JavaScript, esta obsessão tem uma razão de ser. Qualquer trecho mal formado pode criar problemas de renderização indecifráveis. Nesta nova especificação, voltamos a não obrigatoriedade de fechar tags do HTML 4.</p>
<p>Além disso, o HTML5 permite tags escritas em caixa alta ou baixa. Quem tem TOC terá problemas em trabalhar com um código colaborativo ou legado.</p>
<h3>Não há plugin de validação de código</h3>
<p>Esta é uma meia verdade. Existe uma opção no <a href="http://chrispederick.com/work/web-developer/">Web Developer</a> para exibição da validação da página que cobre o HTML5. O problema é navegar em outras páginas durante o trabalho. Tudo fica extremamente lento. E também há <a href="https://addons.mozilla.org/pt-br/firefox/addon/html-5-validator/">este plugin para Firefox</a> que joga para o <a href="http://html5.validator.nu">html5.validator.nu</a>, o que é totalmente inútil se você estiver trabalhando localmente. E se você estiver com algum tempo livre sobrando, pode também instalar o validator.nu no seu ambiente local e usar o plugin do <a href="http://www.456bereastreet.com/archive/201102/validating_html5_with_validatornu_and_the_html5validator_extension_for_firefox/">456 Berea Street</a>. Não tenho uma teoria de o porquê de não termos um bom plugin para validação ainda.</p>
<h3>É de verdade ou é de brincadeirinha?</h3>
<p>Qualquer aplicação ou site já desenvolvido pode ser passado integralmente para HTML5 sem dano. Basta mudar declaração do tipo de documento e validar a página para corrigir alguns detalhes. Mas o ideal é verificar quais são as novas tags disponíveis para a organização de um documento e treinar novas aplicações em diversos tipos de documento. Aqui vale um estudo mais cuidadoso dos modelos de conteúdo (ou <em>content models</em>). Aí está algo que nunca demos muita importância no passado principalmente depois das &#8220;verdades absolutas&#8221; proclamadas pelos evangelistas de SEO sobre o peso de cada elemento dentro de um documento e a relevância destes conteúdos para os mecanismos de busca.</p>
<h3>E funciona no Internet Explorer?</h3>
<p>Sim, HTML5 funciona no Internet Explorer com um JavaScript para habilitar as tags específicas. Mas não se preocupe: HTML5 está nos planos da Microsoft para o IE 10. Veja mais sobre este script no <a href="http://html5doctor.com/how-to-get-html5-working-in-ie-and-firefox-2/">HTML5 Doctor</a>.</p>
<h3>De qualquer forma&#8230;</h3>
<p>Todo desenvolvedor deve aprender HTML5. Nunca sabemos quando será o próximo projeto e quais serão seus requisitos básicos. E esta nova especificação não é difícil. Tenha em mente apenas que a semântica está mais presente e tem um papel mais fundamental do que nas versões anteriores. E este sempre foi o calcanhar de Aquiles do desenvolvimento para a Web.</p>
<p>Lembre-se sempre: HTML5 é mais do que as maravilhosas tags que permitem conteúdo rico em dispositivos móveis da Apple. ;)</p>
<h4>Veja mais sobre este assunto:</h4>
<ul>
<li>Uma outra visão sobre este assunto no artigo <a href="http://weblog.200ok.com.au/2011/04/html5-switch.html">The HTML5 swich</a> de Ben Buchanan</li>
<li>Um texto do auge da euforia no LifeHacker: <a href="http://lifehacker.com/5416100/how-html5-will-change-the-way-you-use-the-web">How HTML5 Will Change the Way You Use the Web</a>, por Kevin Purdy</li>
</ul>
<h4>Aprenda HTML5:</h4>
<ul>
<li><a href="http://www.w3schools.com/html5/">Tutorial de HTML5 do W3Schools</a></li>
<li><a href="http://net.tutsplus.com/tutorials/html-css-techniques/25-html5-features-tips-and-techniques-you-must-know/">O básico sobre as novas tags do HTML5 no Nettuts+</a></li>
<li>Livro <a href="http://www.abookapart.com/products/html5-for-web-designers">HTML5 for designers</a>, de Jeremy Keith. Gosto muito da seção sobre <em>content models</em>.</li>
<li><a href="http://www.delicious.com/s1mone/html5">Coleção de links de artigos, tutoriais e demos de HTML5</a></li>
</ul>
<p><strong><a href="http://s1mone.net/blog/2011/05/o-que-voce-precisa-saber-sobre-html5/#respond">E você tem alguma consideração sobre o desenvolvimento em HTML5?</a></strong></p>
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<li><a href="http://s1mone.net/blog/2007/09/visie-code-show/" rel="bookmark" title="03/09/2007">Visie: Code Show</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2007/10/definindo-estrutura-apresentacao-e-comportamento/" rel="bookmark" title="23/10/2007">Definindo estrutura, apresentação e comportamento</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2007/06/desenvolvendo-de-acordo-com-os-padroes-web/" rel="bookmark" title="07/06/2007">Desenvolvendo de acordo com os padrões Web</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2006/03/extensoes-essenciais-para-firefox/" rel="bookmark" title="08/03/2006">Extensões essenciais para Firefox</a></li>
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		<title>A morte dos sites</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 13:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[computação ubíqua]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[padrões Web]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[webapocalipse]]></category>

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		<description><![CDATA[E sem querer, Internet Explorer 6 morreu mesmo em março. Não o navegador que nos assombra, mas a relevância sobre compatibilidade entre navegadores. Ainda ouviremos reclamações sobre a morte do Flash Player, mas isso logo será passado também. Hoje o foco de nossas preocupações deve estar no futuro dos websites como referência de serviços online. Estamos caminhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E sem querer, <a href="http://meiobit.com/38943/o-enterro-do-internet-explorer-6-ser-em-mar-o/"><em>Internet Explorer 6</em> morreu mesmo em março</a>. Não o navegador que nos assombra, mas a relevância sobre compatibilidade entre navegadores. Ainda ouviremos reclamações sobre a morte do <em>Flash Player</em>, mas isso logo será passado também. Hoje o foco de nossas preocupações deve estar no <strong>futuro dos websites como referência de serviços online</strong>.</p>
<p>Estamos caminhando para a Web ubíqua, com aplicativos e dispositivos de todos os tamanhos e propósitos.</p>
<div id="attachment_670" class="wp-caption alignnone" style="width: 436px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center;"><a href="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2010/04/gato-ipad.jpg"><img class="size-full wp-image-670" title="gato-ipad" src="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2010/04/gato-ipad.jpg" alt="Gato brincando no iPad" width="426" height="222" /></a><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Teorizamos sobre computação ubíqua há muito tempo. Agora chegamos lá. É isso. É o seu gato brincando no iPad.</p></div>
<p>Em certos casos, o navegador não é mais o recurso primário de uso de um serviço na internet. O <a href="http://gowalla.com/"><em>Gowalla</em></a>, um aplicativo de geolocalização concorrente do <em>Foursquare</em>, existe somente como aplicativo para iPhone e Android. O site serve apenas para suporte e ajuda. Mesmo que você possua algum outro celular com navegador, não será possível usá-lo através da versão mobile do site.</p>
<p>Além disso, a vida sedentária que os desktops nos forçou a ter também acabará algum dia. Empresas brasileiras mais ágeis já devem estar planejando ou implementando a substituição de pesados computadores para notebooks e wi-fi, aproveitando a queda do preço do hardware nos últimos anos. Lá fora, não sei se já estão pensando fornecer <a href="http://www.proxxima.com.br/portal/noticia/Para_que_serve_o_iPad">iPads para funcionários</a>. Preso num aeroporto durante o caos aéreo na Europa, o primeiro-ministro da Noruega foi capaz de <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/04/16/preso-no-aeroporto-de-nova-york-primeiro-ministro-da-noruega-governa-pais-pelo-ipad-916356223.asp">governar o país através de um iPad</a>.</p>
<h3>O que muda para nós, profissionais da Web?</h3>
<p><strong>Muda tudo.</strong> No final das contas, é a velha briga dos padrões abertos repaginada. E como toda guerra, precisamos ficar bem informados sobre as tendências e devemos traçar estratégias.</p>
<p>Hoje temos um mercado de sistemas operacionais para dispositivos móveis dividido entre <em>iPhone OS</em> e <em>Android</em>. Mal dividido aliás, pois o <em>hype</em> sobre iPhones, iPads e afins gerou uma enorme demanda por aplicativos para estas plataformas, principalmente entre os editores de conteúdo tradicional, como revistas e jornais do mundo físico. A esperança de não termos um monopólio de plataformas está na estratégia do <em>Google </em>em manter o código aberto no <em>Android</em> e também no <em><a href="http://www.wired.com/gadgetlab/2010/04/nyt-google-android-tablet-imminent/">Google Tablet</a></em>.</p>
<p><em>Se você questionar se não é melhor logo a Apple manter este monopólio, podemos conversar sobre como o IE6, mencionado anteriormente, atrasou a evolução da Web nos últimos anos.</em></p>
<h4>Mais sobre isso:</h4>
<ul>
<li>O título deste artigo é diretamente inspirado no <a href="http://thenextweb.com/apple/2010/04/20/apps-replacing-websites-death-of-the-website/">artigo do The Next Web</a> que traz outros exemplos de como estamos cada vez mais atraídos pelos aplicativos.</li>
<li>Mas o conteúdo veio de uma série de <a href="http://twitter.com/s1mone">twitts</a> que publiquei semana passada depois de ler <a href="http://blog.fwdmovement.com.au/?p=37">este artigo sobre as novas demandas dos usuários</a>.</li>
<li>E este post também é uma continuação de &#8220;<a href="http://s1mone.net/blog/2010/02/o-progresso-feito-na-marra/">O progresso feito na marra</a>&#8220;.</li>
<li><a href="http://blogs.techrepublic.com.com/programming-and-development/?p=718">Um cálculo</a>: o HTML5 pode levar mais doze anos para ser completamente desenvolvido.</li>
<li>No Mashable: <a href="http://mashable.com/2010/04/21/hospital-purchases-100-ipads/">Hospital Outfits Staff with 100 iPads</a>.</li>
<li>Na Wired: <a href="http://www.wired.com/magazine/2010/08/ff_webrip/all/1">The Web Is Dead. Long Live the Internet</a>.</li>
</ul>
<hr/>
<h3>Artigos relacionados:</h3>
<ul>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2010/02/o-progresso-feito-na-marra/" rel="bookmark" title="26/02/2010">O progresso feito na marra</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2007/10/sendo-pago-apenas-para-estar-la/" rel="bookmark" title="16/10/2007">Sendo pago apenas para estar lá</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2007/06/desenvolvendo-de-acordo-com-os-padroes-web/" rel="bookmark" title="07/06/2007">Desenvolvendo de acordo com os padrões Web</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2006/01/latitude-longitude/" rel="bookmark" title="06/01/2006">Latitude, Longitude: A geolocalização na Web 2.0</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2008/12/a-terceira-onda-o-design-franciscano/" rel="bookmark" title="04/12/2008">A terceira onda: O design franciscano</a></li>
</ul>
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		<title>Fácil até demais?</title>
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		<comments>http://s1mone.net/blog/2010/03/facil-ate-demais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento ao consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>

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		<description><![CDATA[A  matéria de capa do Jornal do Brasil de hoje é sobre a compra num clique da Saraiva e do Submarino. Segundo o jornal, a nova ferramenta destes sites de comércio eletrônico permite uma compra super rápida com dados de forma de pagamento e endereço de entrega pré-cadastrados pelo cliente. Mas será que é bom mesmo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A  <a href="http://s1mone.net/wp-content/uploads/2010/03/Materia_JbOnline-09032010.jpg">matéria de capa</a> do <em>Jornal do Brasil</em> de hoje é sobre a compra num clique da <em><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/compre_com_um_clique/">Saraiva</a></em> e do <em><a href="http://www.submarino.com.br/portal/compra-com-1-click/?WT.mc_id=-click_home&amp;WT.mc_ev=click">Submarino</a></em>. Segundo o jornal, a nova ferramenta destes sites de comércio eletrônico permite uma compra super rápida com dados de forma de pagamento e endereço de entrega pré-cadastrados pelo cliente. Isso é ótimo para quem tem metas a cumprir, mas imagino o pesadelo que deve ser para o atendimento ao consumidor devido a erros nos pedidos.</p>
<p>A experiência de comprar na internet passa pelo impulso sim, mas também precisa ser um evento especial para o cliente. Comprar nestas lojas não pode ser trivial como compras de mês no supermercado. Deve ser valorizado, acalentado e, principalmente, realizado com cuidado. Uma compra errada de um livro é bem mais traumática do que a de um amaciante de roupas, mesmo que o valor seja igual. E não há nada mais desagradável do que depois de realizado um pedido numa loja, ter que ligar e alterar a forma de pagamento ou o endereço de entrega.</p>
<p>Não fiz uma compra de teste nestas lojas porque, confesso, fiquei com medo de acabar fazendo um pedido teste e chegar algo lá em casa. :) Se você fez o teste, <a href="http://s1mone.net/blog/2010/03/facil-ate-demais/#respond">conte-me como foi</a>.</p>
<p>A extrema facilidade não pode ser confundida com persuasão. Todo o processo de compra deve ser cuidadoso, confirmando junto ao usuário sobre cada informação fornecida. Erros que podem ser evitados no momento da compra significam menores custos no atendimento posterior e um impacto negativo menor nas mídias sociais.</p>
<hr/>
<h3>Artigos relacionados:</h3>
<ul>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2008/10/a-crise-e-o-e-commerce-20/" rel="bookmark" title="16/10/2008">A crise e o e-commerce 2.0</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2009/08/a-identidade-virtual-da-pessoa-juridica/" rel="bookmark" title="12/08/2009">A identidade virtual da pessoa jurídica</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2009/06/incentivando-a-colaboracao-do-usuario/" rel="bookmark" title="26/06/2009">Incentivando a colaboração do usuário</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2009/04/a-realidade-paralela-dos-fakes-no-twitter/" rel="bookmark" title="24/04/2009">A realidade paralela dos fakes no Twitter</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2004/07/banheiros-modernos/" rel="bookmark" title="08/07/2004">Banheiros modernos</a></li>
</ul>
<p><!-- Similar Posts took 34.558 ms --></p>
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		<item>
		<title>O progresso feito na marra</title>
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		<comments>http://s1mone.net/blog/2010/02/o-progresso-feito-na-marra/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 21:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[HTML5]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[padrões Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas, lovemarks de tecnologia andam anunciando produtos e serviços que entram em conflitos com outras marcas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lovemark">lovemarks</a> </em>de tecnologia andam anunciando produtos e serviços que entram em conflitos com outras marcas:</p>
<ol>
<li><em>YouTube</em> lança uma versão <a href="http://youtube.com/html5">HTML5</a> do site que dispensa o uso do plugin <em>Flash Player</em> (via <a href="http://mashable.com/2010/01/20/youtube-html5/">Mashable</a>). O player ainda funciona em poucas versões de navegadores e tem alguns bugs, mas<em> já funciona</em>.</li>
<li><em>Apple</em> anuncia o <em>iPad</em> que, assim como <em>iPhone</em> e o <em>iPod Touch</em>, não possui suporte ao <em>Flash</em>. Dias depois, Steve Jobs afirma em entrevista que a <a href="http://www.band.com.br/jornalismo/tecnologia/conteudo.asp?ID=259260"><em>Adobe</em> é uma empresa preguiçosa</a>. Não sem razão. A versão do Flash para MacOsX causa mais travamentos do que na do Windows.</li>
<li><em>Google </em>suspende o suporte ao Microsoft Internet Explorer 6 (no <a href="http://blogs.computerworld.com/15509/google_internet_explorer_6_and_chrome_3_must_die">Computerworld</a>), A medida também vale para Firefox 2, Safari 2 e Chrome 3. A isso se junta a campanha forte nos últimos meses para matar o IE6 liderada pela própria Microsoft. Não sabemos o estrago que as estações de trabalho que ainda rodam XP por causa disso estão fazendo às vendas do Windows 7. Além disso, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u681083.shtml">governos europeus passaram recomendar o uso de navegadores alternativos</a> depois da invasão de contas de ativistas chineses graças a uma brecha de segurança no IE.</li>
</ol>
<p>A Web vive de ondas rápidas. Muitos poucos sites conseguem fidelização de seus usuários que duram anos. A exceção são os serviços &#8211; como provedores de acesso e de webmail &#8211; e os portais que provém este serviço. Nos últimos anos, algumas redes sociais conseguiram isso com sucesso em alguns mercados, como o <em>Orkut </em>no Brasil e o <em>Friendster</em> nas Filipinas.</p>
<p>O irônico, é que a plataforma que sustenta este mercado volátil é praticamente o mesmo há dez anos. Fora algumas iniciativas da comunidades, como a adoção maciça do CSS para estrutura e dos frameworks JS, não houve evolução significativa no desenvolvimento para a Web.</p>
<p>Em desenvolvimento <em>server-side</em>, o mercado se dividiu entre <em>Java</em>, <em>Microsoft .Net</em> e <em>PHP</em>. Alguns desenvolvedores tem migrado para Ruby, outra linguagem dos idos de 1990. Para aplicações ricas, temos o <em>Adobe Flash,</em> que domina o mercado desde 1996, apesar de outras iniciativas como o <em>Silverlight</em>. Além disso, o <a href="http://www.adobe.com/products/player_census/flashplayer/">Flash Player está instalado em 99% dos computadores</a>, sendo uma alternativa mais viável para a publicação de vídeos em sites como o <em>YouTube </em>e o <em>Vimeo</em> e matando o mercado do <em>Quicktime</em>, do <em>Real Player</em> e do <em>Windows Media Player</em>.</p>
<p>O HTML5, juntamente com o CSS 3, é uma especificação ansiosamente aguardada pelos desenvolvedores por causa dos seus inúmeros recursos, mas também é uma demanda das empresas de vanguarda. A nova fronteira é móvel, onde <em>MacOsX</em> e <em>Android </em>evoluem rapidamente para se manter competitivas. <a href="http://videolog.uol.com.br/pontofrio/videos/521682">Veja este vídeo sobre o Motorola Milestone</a>, onde a plataforma de desenvolvimento se tornou um argumento de venda.</p>
<p>O que vem por aí é excitante. Todos sabem disso. E se for necessário bater forte em um adversário, Apple e Google não se intimidarão. Para nós, profissionais da Web, tudo o que resta é se manter atualizado com as boas práticas e com as novas especificações mantendo os dois pés bem firmes na terra.</p>
<h4>Leia mais:</h4>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/02/10/ipad-e-google-empurram-migracao-para-html-5/">iPad e Google empurram migração para HTML 5</a>, Raphael Monteiro Barboza no Webinsider;</li>
<li><a href="http://www.band.com.br/jornalismo/tecnologia/conteudo.asp?ID=270104">Nova linguagem de internet promete ser o futuro da navegação</a>, eBand;</li>
<li><a href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2010/03/03/empresa-aerea-bane-flash-de-seu-site/">Empresa aérea bane Flash de seu site</a>, IDGNow;</li>
<li><a href="http://thenextweb.com/apple/2010/03/03/10-reasons-apple-acquire-adobe/">7 Reasons For Apple To Acquire Adobe</a>, The Next Web;</li>
<li><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/16444">Como Adobe e Google estão garantindo que o Flash jamais morrerá</a>, no iMasters;</li>
<li><a href="http://www.apple.com/hotnews/thoughts-on-flash/">Declaração de Steve Jobs sobre o Flash</a>.</li>
</ul>
<hr/>
<h3>Artigos relacionados:</h3>
<ul>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2010/04/a-morte-dos-sites/" rel="bookmark" title="20/04/2010">A morte dos sites</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2011/05/o-que-voce-precisa-saber-sobre-html5/" rel="bookmark" title="05/05/2011">O que você precisa saber sobre HTML5</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2007/06/desenvolvendo-de-acordo-com-os-padroes-web/" rel="bookmark" title="07/06/2007">Desenvolvendo de acordo com os padrões Web</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2007/10/definindo-estrutura-apresentacao-e-comportamento/" rel="bookmark" title="23/10/2007">Definindo estrutura, apresentação e comportamento</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2007/08/pagando-seus-pecados-com-sharepoint/" rel="bookmark" title="31/08/2007">Pagando seus pecados com Sharepoint</a></li>
</ul>
<p><!-- Similar Posts took 59.416 ms --></p>
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		<item>
		<title>A identidade virtual da pessoa jurídica</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pixeladas/~3/oVeNApyW0RU/</link>
		<comments>http://s1mone.net/blog/2009/08/a-identidade-virtual-da-pessoa-juridica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 20:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Houve um tempo onde havia uma distinção clara e precisa entre pessoas físicas e jurídicas. Com o amplo uso das redes sociais na Internet, estará esta distinção ficando cada vez mais tênue?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Houve um tempo onde havia uma distinção clara e precisa entre pessoas físicas e jurídicas. Pessoas físicas cedem seu tempo para execução de tarefas para as empresas e, em contrapartida, fornecem produtos e serviços. Esta relação nem sempre é amigável. Há conflitos de todo tipo durante a relação de troca, sempre resolvidos em negociações particulares entre as partes.</p>
<p>Com a ascensão das redes sociais, esta distinção tornou-se mais delicada e a relação de poder se tornou mais instável. As negociações passaram a ter uma audiência assíncrona. Um conflito nas relações de consumo ou de trabalho relatado numa rede estará teoricamente armazenado para sempre, mesmo que tenha sido resolvido satisfatoriamente. Lembram do <a href="http://www.pagebuilder.com.br/odeioatelerj/">Eu odeio a Telerj</a>? Do mesmo modo que um recrutador pode encontrar o perfil constrangedor de um futuro empregado cadastrado numa rede social anos antes.</p>
<p>É fácil aconselhar ao mais novo a não publicar nada que possa ser comprometedor em seu futuro profissional, mas como convencer o profissional de comunicação institucional a ser mais cuidadoso?</p>
<p>Ouso dizer as empresas sempre foram percebidas como uma entidade pessoal: Apple é <em>cool</em>, Adidas é descolada, HP é para tiozinhos. Só que agora estão sendo tratadas de fato como tal nas redes, porque quem está lá publicando sobre Apple, Adidas e HP não é um profissional de comunicação, é um <em>amador</em>. E por <em>amador</em> entendemos uma pessoa que ama uma marca, mas também pode odiar, invejar, ignorar, confiar e desconfiar. E é este <em>ser passional</em> que está falando sobre a sua empresa nas redes. E agora, José?</p>
<p>Antes de qualquer coisa, não entre em pânico. Respire. Não entre em negação.  Isso já acontecendo.</p>
<p>Construa e gerencie você mesmo a identidade virtual da sua empresa antes que <em>seres passionais</em> assumam esta tarefa. Escolha um caminho do mesmo modo que ele foi planejado para o mundo real e invista com esmero em promovê-la da mesma forma que você constrói suas relações pessoais. Sua empresa deve saber oferecer produtos e serviços sem ser intrusivo, deve resolver problemas de modo amigável e transparente. Não há nenhuma dica mágica aqui, certo? A única diferença é que agora todos estão olhando. Se alguém nesta platéia não gostar, ele não irá se calar e a idéia irá se propagar.</p>
<h4>Outras:</h4>
<p>Este texto é fruto de pensamentos aleatórios durante a palestra sobre <a href="http://www.slideshare.net/ninocarvalho/marketing-digital-e-as-redes-sociais-palestra-planetario-nino-20090811">Redes Sociais</a>, do Nino Carvalho, onde rolou uma bela discussão sobre <a href="http://godfathertheblog.wordpress.com/2009/08/12/e-vc-blue-pill-ou-red-pill-minha-visao-sobre-a-palestra-de-redes-sociais/">as novas gerações de profissionais</a> ou quem está disposto a encarar o admirável mundo novo. <a href="http://www.lularibeiro.com/redes-sociais-nino-carvalho/">Lula Ribeiro publicou uma descrição do evento</a>.</p>
<p>Uma referência essencial para encontrar milhares de outras sobre este assunto é o documentário <a href="http://www.thecorporation.com/">The Corporation</a>. Algo no filme acabou parecendo datado para mim depois da palestra, mas ainda assim.</p>
<hr/>
<h3>Artigos relacionados:</h3>
<ul>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2009/06/incentivando-a-colaboracao-do-usuario/" rel="bookmark" title="26/06/2009">Incentivando a colaboração do usuário</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2008/10/a-crise-e-o-e-commerce-20/" rel="bookmark" title="16/10/2008">A crise e o e-commerce 2.0</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2009/04/a-realidade-paralela-dos-fakes-no-twitter/" rel="bookmark" title="24/04/2009">A realidade paralela dos fakes no Twitter</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2010/03/facil-ate-demais/" rel="bookmark" title="10/03/2010">Fácil até demais?</a></li>
<li><a href="http://s1mone.net/blog/2009/01/morte-ao-internet-explorer-6/" rel="bookmark" title="13/01/2009">Morte ao Internet Explorer 6!</a></li>
</ul>
<p><!-- Similar Posts took 8.006 ms --></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/pixeladas/~4/oVeNApyW0RU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Incentivando a colaboração do usuário</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pixeladas/~3/2ik4pTkmocM/</link>
		<comments>http://s1mone.net/blog/2009/06/incentivando-a-colaboracao-do-usuario/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[HCI]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://s1mone.net/?p=514</guid>
		<description><![CDATA[Há diversas intervenções que podem ser feitas em cada interface para facilitar o uso e incentivar a colaboração. Para certos tipos de websites, a carga de conteúdo dos usuários é essencial para o seu funcionamento. Veja algumas dicas de como construir interfaces que estimulem a colaboração do usuário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há diversas intervenções que podem ser realizadas em cada interface para facilitar o uso e incentivar a publicação de conteúdo pelo usuário. Para certos tipos de <em>websites</em>, como redes sociais, agregadores de notícia e <em>hotsites</em> de promoções, a carga de conteúdo realizada pelos usuários é essencial para o seu funcionamento.</p>
<p>Veja algumas dicas de como construir interfaces que estimulem a colaboração do usuário.</p>
<h3>Mantenha o foco</h3>
<p>O foco deve estar na tarefa do usuário que é a contribuição. Quaisquer outras tarefas como buscas, listas, perfis de usuários e outros serviços não são prioritários. Defina o cronograma e orçamento seu projeto de acordo.</p>
<h3>Seja simples</h3>
<p>É mais fácil achar pontos de entrada para a realização da tarefa em interfaces simples, que tenha poucos pontos de distração. Tenha cuidado o posicionamento de <em>banners</em> e quaisquer outros elementos que requeiram destaque.</p>
<h3>Seja conveniente</h3>
<p>Espalhe os pontos de interações cuidadosamente. Não é necessário ser econômico nem discreto. Estimular a navegação ou a interação deve ser um trabalho pontual em cada interface. Nenhuma delas pode ser uma rua sem saída. Mesmo nas interfaces mais simples devem ter algum atrativo para fazer o usuário continuar contribuindo. Numa tela de sucesso, por exemplo, use pequenas listas de indicações de outros conteúdos.</p>
<p>Lembre-se: O link interno é seu melhor amigo.</p>
<p>No <a href="http://www.buzzfeed.com/peggy/macbook-becomes-spaceship">BuzzFeed</a>, os botões rápidos de heart, broken heart, LOL, OMG etc, ficam logo abaixo do conteúdo. São estes comentários rápidos que ajudam a classificar o conteúdo.</p>
<p><strong>Mostre exemplos</strong></p>
<p>Na maior parte dos casos, é mais fácil para um usuário ver como outros colaboraram do que procurar tutoriais ou começar a partir de um formulário em branco. Estimule seus colegas e amigos a colaborarem com conteúdo antes de um lançamento oficial. Aproveite para recolher informações sobre a experiência de cada um.</p>
<p>Não utilize <em>fakes</em>! Parte do trabalho inicial de um novo site é estabelecer credibilidade.</p>
<p>No <a href="http://www.hunch.com/">Hunch</a>, antes mesmo do cadastro, o usuário pode colaborar respondendo aos questionários rápidos. A sedução e o aprendizado caminham juntos.</p>
<h3>Explore a vaidade do usuário</h3>
<p>Providencie uma página de perfil atraente. Nem sempre o usuário quer especificar todas as suas atividades e interesses no seu site, mas ofereça esta opção. E sempre há modos de incentivar o usuário a <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/eight_ways_to_get_users_to_fil.php">completar o seu perfil</a>.</p>
<p>O <a href="http://www.shelfari.com/stmarkiewicz">perfil de usuário do Shelfari</a> é bem completo. Como há muitas listas disponíveis para cada usuário, ele divide o perfil em abas o que mantém todas as informações acessíveis numa mesma tela e organiza a interface.</p>
<h3>Não seja mesquinho</h3>
<p>Ofereça oportunidades para o usuário fazer links para outros sites de relacionamento. Se for necessário, inclua uma funcionalidade de importação de <em>feeds</em>, mesmo que de sites concorrentes.</p>
<p><a href="http://www.songkick.com/">Songkick</a>, por exemplo, é um site de resenhas de shows. Ele trabalha com um <em>tracker</em> próprio para coletar as músicas executadas no computador do usuário, mas também permite a importação destes mesmos dados do <a href="http://last.fm/">Last.fm</a>.</p>
<p><a href="#respond"><strong>E você tem alguma dica para compartilhar?</strong></a></p>
<p><strong>Bônus: cases</strong></p>
<p>O site <a href="http://www.aldeiaviral.com.br/">Aldeia Viral</a> é um exemplo de poluição e perda de foco da tarefa.</p>
<p><img style="border: 0px initial initial;" title="aldeia-viral" src="http://s88223.gridserver.com/wp-content/uploads/2009/06/aldeia-viral.jpg" alt="aldeia-viral" width="426" height="224" /></p>
<p><em>Banners </em>se misturam com conteúdo. Não há indícios claros de entrada de conteúdo pelo usuário, como botões de &#8220;como colaborar&#8221; ou a marcação de avaliação.</p>
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		<title>O padrão</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 13:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado Web está condenado a ciclos curtos de expansão e retração?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anunciaram um novo paradigma de mercado. Era a Web. A tecnologia se fortaleceu com as novas idéias e recebeu recursos para prosseguir. Ignoraram todos os erros do passado. &#8220;É um novo mundo&#8221;, disseram. Investidores mais ousados apostaram todas suas fichas. Houve uma época de euforia. E aí veio a crise. Era a <em>bolha</em>.</p>
<p>“O que deu errado?” todos se perguntavam. Chamaram todos os especialistas, consultores, gurus e encontraram o erro. &#8220;Vamos fazer tudo de novo.&#8221;</p>
<p>Nove anos depois, anunciaram mais um novo paradigma de mercado. Era a Web 2.0. Vieram mais idéias e mais recursos. Desta vez, os erros do passado não foram ignorados. Estava indo tudo certo, com calma e determinação. E aí veio a crise.</p>
<p>&#8220;De novo? Bem, agora não é nossa culpa!&#8221;, foi o que disseram. Será?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-508" title="Dead Pool da Web 2.0" src="http://s88223.gridserver.com/wp-content/uploads/2009/06/deadpool.png" alt="Dead Pool da Web 2.0" width="426" height="150" /><br />
<small><a href="http://www.flickr.com/photos/meg/3528372602/">Web 2.0 logo chart &#8211; updated for 2009 (dead companies)</a></small></p>
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