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		<author>
			<name>Alexandre Gaigalas</name>
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					</author>
		<title type="html"><![CDATA[A Liberdade do Android]]></title>
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		<updated>2011-08-25T20:28:13Z</updated>
		<published>2011-08-25T20:28:13Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="Sem Categoria" />		<summary type="html"><![CDATA[Claro que o Android é livre. &#8220;Livre&#8221; está no top 4 palavras mais genéricas do universo logo após &#8220;pop&#8221;, &#8220;rock&#8221; e a expressão &#8220;pop/rock&#8221;. O fato é que liberdade é relativa, você não pode simplesmente interpretá-la da forma que você quiser. A liberdade do Android não é pra você. Não é ter mais apps gratuitos, [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/a-liberdade-do-android/">&lt;p&gt;Claro que o Android é livre. &amp;#8220;Livre&amp;#8221; está no top 4 palavras mais genéricas do universo logo após &amp;#8220;pop&amp;#8221;, &amp;#8220;rock&amp;#8221; e a expressão &amp;#8220;pop/rock&amp;#8221;. O fato é que liberdade é relativa, você não pode simplesmente interpretá-la da forma que você quiser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A liberdade do Android não é pra você. Não é ter mais apps gratuitos, ter código aberto ou ser desenvolvido por um consórcio. Não é poder aplicar ROMs customizadas no aparelho ou nada parecido. A liberdade do Android não é para os usuários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você não pode fazer o que quiser com o Android, ele não tem tudo que você precisa e nada nele é magia, apenas tecnologia. *Editor, por favor insira uma imagem da Feiticeira aqui*.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem tem liberdade são as fabricantes, que podem moldar o sistema operacional como bem quiserem. São as operadoras, que podem compreender como a stack de software de telefonia do aparelho funciona, que podem realizar modificações no aparelho antes de enviá-lo para o usuário. São os desenvolvedores que podem criar aplicativos para a plataforma.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;FUI ENGANADO CADÊ MINHA LIBERDADE.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Talvez, ao invés de dizer &amp;#8220;meu Android é livre chupa essa manga&amp;#8221; o ideal seja dizer &amp;#8220;meu Android é uma jogada genial do Google pra ganhar apoio de um exército de empresas e acelerar o desenvolvimento de uma plataforma única em tempo recorde o que faz esse sistema ter um maior potencial de crescimento&amp;#8221;, mas provavelmente você não terá pulmões pra falar tudo isso sem algumas vírgulas.&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?a=GcCvndd-4Rc:QSuQDeP3xaU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/planetbr/~4/GcCvndd-4Rc" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
			<name>Alexandre Gaigalas</name>
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					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Isso não é um post]]></title>
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		<updated>2011-08-23T19:17:36Z</updated>
		<published>2011-08-23T19:17:36Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="The Internet" />		<summary type="html"><![CDATA[Na primeira vez que vi “A Traição das Imagens” de Magritte, um quadro com apenas um cachimbo e uma frase, surgiu uma complexa cadeia de pensamentos, contextos culturais, sociais e políticos que  culminaram em um unânime “af, serião?” no meu cérebro seguido de um imenso sentimento de “não acredito que isso é arte”. A expressão [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/isso-nao-e-um-post/">&lt;p&gt;Na primeira vez que vi “A Traição das Imagens” de Magritte, um quadro com apenas um cachimbo e uma frase, surgiu uma complexa cadeia de pensamentos, contextos culturais, sociais e políticos que  culminaram em um unânime “af, serião?” no meu cérebro seguido de um imenso sentimento de “não acredito que isso é arte”. A expressão em francês escrita na obra significa “Isto não é um cachimbo”, o que torna tudo ainda mais suspeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/08/magritte-pipe-011.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-medium wp-image-127" title="A Traição das Imagens" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/08/magritte-pipe-011-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Eu poderia dizer que só entendi o real significado dessa obra quando entendi REST, porque ambos estão intimamente conectados. Seria um ótimo gancho pra começar a falar da tecnologia. Mas na verdade eu já sabia o que a obra significava porque tinha lido na &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Treachery_of_Images"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;. De qualquer forma, acho justo utilizá-la como exemplo porque pretendo deixar esse texto mais longo e cheio de referências obscuras.&lt;span id="more-126"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É uma imagem de um cachimbo. Uma representação ilustrada do cachimbo. É sutil, mas muito importante essa separação entre conceitos e suas representações. REST é um estilo de arquitetura de software que define como cliente e servidor podem comunicar-se transferindo apenas representações de recursos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando você acessa o site &lt;a href="http://brejas.com.br"&gt;http://brejas.com.br&lt;/a&gt;, por exemplo, para saber um pouco mais sobre as deliciosas cervejas artesanais brasileiras, você não está transferindo as cervejas em si. As cervejas são os recursos sobre os quais você está obtendo informações, mas você está apenas transferindo representações em dados sobre elas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse ponto, o REST é decepcionante. Seria muito mais interessante poder transferir garrafas completas e geladinhas de cerveja pelo protocolo HTTP. Mas ao mesmo tempo em que eu lamento essa terrível realidade, eu compreendo que ainda não possuímos tecnologia suficiente para levar o estilo arquitetural a um nível tão deliciosamente sofisticado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um aspecto interessante dessa experiência tentadora de pesquisar sobre cervejas e outros assuntos na web é que tudo tem um endereço, uma identificação: a URI. Esse é possivelmente o melhor mecanismo de identificação jamais inventado, que pode ser aplicado a qualquer coisa. Cada URI da Wikipedia é um endereço de identificação pra um verbete em uma gigante enciclopédia que descreve muito do que conhecemos do universo. Cada ponto no Google Maps pode ser expresso em uma URI, cada música no last.fm, cada filme no IMDB e por aí vai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Roy Fielding criou o protocolo HTTP, sua primeira implementação e o estilo arquitetural REST. Ele não era um cara normal. Não demora muito pra compreender sua genialidade ao notar que o trabalho acadêmico que deu origem ao estilo REST fora na verdade um trabalho assinado para o curso de filosofia, e não qualquer área associada a tecnologia da informação. Pense um instante e tente listar pessoas que você conhece que são boas em exatas e humanas, que conseguem compreender e até mesmo criar conceitos que transcendem essas duas áreas. Pois é, eu também não lembro de muitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você identifica e encontra coisas pelas suas URIs, e então transfere representações dessas coisas por uma interface uniforme. Simples e prático, mesmo após algumas cervejas.&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?a=KShHeP7--4s:Ybl1oAywVyg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/planetbr/~4/KShHeP7--4s" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<entry>
		<author>
			<name>Francisco de Souza Junior</name>
						<uri>http://chico.net.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[O sistema de [in]segurança do Banco do Brasil]]></title>
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		<updated>2011-08-22T13:17:27Z</updated>
		<published>2011-08-20T20:38:06Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="Sem Categoria" />		<summary type="html"><![CDATA[Primeiro eu gostaria de falar oi para os internautas: oi internautas. Agora eu queria falar de uma coisa muito séria. CAPTCHAs são ridículos. Sim, CAPTCHAs são falhos e a maioria é facilmente burlável. Opa, você não sabe o que é CAPTCHA? CAPTCHAs são aquelas letrinhas que você não consegue digitar quando quer fazer alguma coisa na [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/o-sistema-de-inseguranca-do-banco-do-brasil/">&lt;p&gt;Primeiro eu gostaria de falar oi para os internautas: oi internautas. Agora eu queria falar de uma coisa muito séria. &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA"&gt;CAPTCHA&lt;/a&gt;s são ridículos. Sim, CAPTCHAs são falhos e a maioria é facilmente burlável. Opa, você não sabe o que é CAPTCHA? CAPTCHAs são aquelas letrinhas que você não consegue digitar quando quer fazer alguma coisa na internet, tipo um perfil falso no orkut para estalkear aquela gatinha. O termo CAPTCHA significa &lt;em&gt;Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart&lt;/em&gt;, que, em tradução livre, quer dizer &amp;#8220;método inseguro e sádico para descobrir se você é um humano ou não&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 750px"&gt;&lt;img title="Fonte: http://xkcd.com/632/" src="http://imgs.xkcd.com/comics/suspicion.png" alt="Fonte: http://xkcd.com/632/" width="740" height="225" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Fonte: http://xkcd.com/632/&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Mas o motivo desse post não é a existência do CAPTCHA em si, e sim algo que eu descobri recentemente. Não sei há quanto tempo o Banco do Brasil faz isso, mas eu fui fazer uma trasferência de 100 milhões de reais hoje para pagar a conta do bar que meu amigo Bill Gates pagou ontem, e me deparei com essa surpresinha no site do net banking do Banco do Brasil:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-120"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_121" class="wp-caption aligncenter" style="width: 154px"&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/08/imgVerificacao.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-121" title="3T80 acertei??" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/08/imgVerificacao.jpg" alt="" width="144" height="32" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;3T8O acertei??&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Sim, meus caros. Um CAPTCHA! Neste momento você deve se perguntar: &amp;#8220;poxa, como será que eles fazem esse texto ser visto apenas por humanos e não por computadores, né?&amp;#8221; O que você não sabe porque ninguém quer dizer é o seguinte: esse texto é tão facilmente lido por computadores quanto é por humanos. Na verdade, vai demorar mais ensinar uma criança a ler números do que ensinar um computador a ler esses números.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tanto é que eu, que nunca trabalhei com CAPTCHAS e tenho apenas o conhecimento básico de visão computacional (que são técnicas para se extrair informações de imagens) , demorei menos de 5 minutos para fazer meu computador lê-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim, 5 minutos. E isso não é um eufemismo. Ok., eu usei o Photoshop e um OCR (&lt;em&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reconhecimento_%C3%B3tico_de_caracteres"&gt;Optical Character Recognition&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, que numa tradução livre significa &amp;#8220;Bagulho Loko Que Lê Os Texto Na Moral&amp;#8221;) já pronto. Mas o ponto é o seguinte: se eu faço isso com o meu Photoshop supostamente legalizado e com um OCR online, qualquer um definitivamente pode fazer isso em um programa automatizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu só não faço porque, se o Banco do Brasil prefere por um CAPTCHA fedido no seu site &lt;del&gt;ao invés de colocar um sistema de assinaturas digitais&lt;/del&gt; apenas para economizar dinheiro na sua &amp;#8221; incansável busca pela segurança do dinheiro dos seus clien zzzzz ronc&amp;#8221;, ele deve ser mau caráter o suficiente para tentar me processar por automatizar a quebra e expor ao ridículo o ingênuo sistema de segurança que eles tentam vender. (E é claro que eu também não faço porque tenho preguiça e daria trabalho fazer algo bonitinho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quebra desse CAPTCHA é simples. Como em todo programa de visão computacional, há primeiro a fase de pré-processamento e depois a leitura da imagem para extrair o texto. A fase de pré-processamento se enquadra em tornar o CAPTCHA mais bonito, cheirosinho e cuti-cuti para que o algoritmo escolhido para leitura (como, por exemplo, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multilayer_perceptron"&gt;redes neurais artificiais&lt;/a&gt;) possa efetivamente extrair as informações necessárias da imagem, que no caso são esses números.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira parte da fase de pré-processamento consiste em retirar o ruído artificial inserido no CAPTCHA (é assim que eles pretendem fazer com que o computador não leia o texto). O que é simples, posto que o ruído também é bem simples. Neste caso específico, eu apenas &amp;#8220;binarizei&amp;#8221; a imagem (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thresholding_(image_processing)"&gt;Thresholding&lt;/a&gt;) e posteriormente passei um filtro de mediana (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Median_filter"&gt;median filter&lt;/a&gt;) para retirar o ruído restante. O resultado final foi:&lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_122" class="wp-caption aligncenter" style="width: 154px"&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/08/imgVerificacao2.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-122" title="ainda acho que é 3T8O" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/08/imgVerificacao2.jpg" alt="" width="144" height="32" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;ainda acho que é 3T8O&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Percebem como essa imagem está mais nítida e legítvel que a anterior? Pois é; e se ela está mais simples para nós, ela também está mais simples para um computador. Também é legal ficar registrado que thresholding e um filtro de mediana são bem simples de serem implementados em um programa de computador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como fiquei com preguiça de treinar uma RNA (Rede Neural Artificial) para ler essa imagem, preferi usar um &lt;a href="http://www.free-ocr.com/"&gt;OCR on-line gratuito&lt;/a&gt; para sua leitura. As vantagens são que, para a demonstração da &amp;#8220;prova de conceitos&amp;#8221;, eu não preciso avançar muito mais no pré-processamento e que o OCR em questão já está treinado e funcionando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem, o resultado foi que o OCR leu a imagem; &amp;#8220;3780&amp;#8243; foi o texto extraído. E se vocês duvidam da minha gloriosa e honrada palavra, copiem a imagem acima para seus computadores e enviem para o &lt;a href="http://www.free-ocr.com/"&gt;site do OCR&lt;/a&gt; (curiosamente, ele também usa um CAPTCHA, embora o dele seja melhor).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim. Esse CAPTCHA é um sistema quase infantil de segurança. Se vocês acham que retirar o dinheiro de baixo do colchão para por no banco foi uma boa atitude, talvez estejam enganados&amp;#8230; Na verdade, a única segurança que o público tem ao colocar dinheiro no banco não está no fato dele ser supostamente mais seguro. Está no fato de que as leis obrigam o banco a te ressarcir caso sua conta seja furtada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, a segurança do CAPTCHA, senhas de cartões, microchips, chaveiros com geradores de números aleatórios (?), bloqueios de cartões quando esses são clonados etc. Enfim, &lt;strong&gt;todas as supostas medidas de segurança &amp;#8211; sejam elas realmente seguras ou não -&lt;/strong&gt; são única e exclusivamente para aumentar a segurança do próprio banco, que é obrigado legalmente a te ressarcir caso seu dinheiro seja tomado de você da sua conta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, banqueiro algum se importa: se o investimento na segurança é maior que o prejuízo com as fraudes sofridas, por que gastar dinheiro em segurança? Se é possível economizar para aumentar os lucros &amp;#8211; mesmo que seja ao custo da sua dor de cabeça &amp;#8211; é isso o que será feito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leitura recomendada: &lt;a href="http://tuliovianna.wordpress.com/2009/05/17/o-que-ha-de-errado-com-o-projeto-azeredo/"&gt;O que há de errado com o Projeto Azeredo?&lt;/a&gt; por Tulio Vianna.&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/planetbr/~4/q9KqeuJ8UHg" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
			<name>Alexandre Gaigalas</name>
						<uri>http://gaigalas.net</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Histórias de Projetos em TI, parte 1]]></title>
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		<updated>2011-08-12T18:10:56Z</updated>
		<published>2011-08-11T01:08:39Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="Histórias" />		<summary type="html"><![CDATA[Até hoje eu reflito e não me conformo como não pude identificar que aquele projeto, lá no passado, estava claramente destinado ao fracasso. Eu era o mais novo programador júnior a ingressar em uma equipe de desenvolvedores, analistas e DBAs engravatados que trabalhavam com tecnologias de no mínimo 5 anos atrás: um típico ambiente corporativo. [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/historias-de-projetos-em-ti-parte-1/">&lt;p&gt;Até hoje eu reflito e não me conformo como não pude identificar que aquele projeto, lá no passado, estava claramente destinado ao fracasso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu era o mais novo programador júnior a ingressar em uma equipe de desenvolvedores, analistas e DBAs engravatados que trabalhavam com tecnologias de no mínimo 5 anos atrás: um típico ambiente corporativo.&lt;span id="more-117"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalhávamos com servidores, ferramentas e técnicas que estavam no auge&amp;#8230; da geração passada. Engessados não pela falta de recursos, que era abundante, nos afogávamos em processos burocráticos que impediam os profissionais de inovar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nossa criatividade era direcionada para o maior desafio técnico na nossa rotina: vencer o proxy corporativo que nos impedia de navegar livremente na internet. E nós éramos muito bons nisso. Tão bons que se essa habilidade não beirasse o ilegal, eu colocaria em destaque no meu currículo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo a longo prazo era totalmente vago: migrar de uma linguagem de programação para outra. Não haviam requisitos claros pra essa migração, e o código estava uma completa porcaria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis o que geralmente acontece quando você migra um projeto ruim de uma tecnologia pra outra sem um conjunto de requisitos bem definido: você inevitavelmente repetirá boa parte da arquitetura inapropriada e desajeitada do projeto original.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Arquitetura de código não é um negócio genérico. Você tem que conhecer a linguagem para qual arquiteta, e isso pode parecer incrivelmente óbvio, mas nosso gerente talvez não compartilhasse do mesmo esclarecimento: ele colocou analistas de uma liguagem de programação para coordenar programadores que trabalhavam com outra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto atrasou pelo menos uns 4 anos. Não sei ao certo, porque quando entrei ele já estava atrasado, e quando saí ele ainda não estava concluído. Desse meu tempo nesse e outros projetos desse emprego específico eu trouxe comigo muitas histórias que compartilharei com vocês aqui.&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/planetbr/~4/jh654QPJqtM" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
			<name>Alexandre Gaigalas</name>
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					</author>
		<title type="html"><![CDATA[THE INTERNET]]></title>
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		<updated>2011-08-12T18:11:08Z</updated>
		<published>2011-08-09T17:01:39Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="The Internet" />		<summary type="html"><![CDATA[Esse é o primeiro de uma série de posts que talvez nunca tenha continuação. Pra falar a verdade, talvez esse rascunho que estou digitando nesse exato momento seja descartado e eu jamais comece essa série. Por isso é tão complicado manter uma sérHAHAHAHAHAHA chega desse meta-mimimi de problogger sem assunto, não é mesmo? Vou falar [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/the-internet/">&lt;p&gt;Esse é o primeiro de uma série de posts que talvez nunca tenha continuação. Pra falar a verdade, talvez esse rascunho que estou digitando nesse exato momento seja descartado e eu jamais comece essa série.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso é tão complicado manter uma sérHAHAHAHAHAHA chega desse meta-mimimi de problogger sem assunto, não é mesmo? Vou falar sobre&lt;strong&gt; tecnologias que você usa diariamente mas é um completo ignorante em relação a forma como elas funcionam&lt;/strong&gt;, que tal?&lt;span id="more-102"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você é daquelas pessoas que ri de quem acha que &lt;em&gt;A Internet&lt;/em&gt; é aquele ícone azul com a letra &amp;#8220;e&amp;#8221;, há uma grande chance de você se sentir um completo ignorante quando perceber que você também mistura um monte de conceitos. Mas fique tranquilo, nós vivemos num mundo sem preconceitos e com muita paz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um exemplo simples é o HTTP. Você usa todo dia, até vê esse nomezinho lá na barra de endereços do navegador, mas assuma: você não sabe como ele funciona ou por que ele existe, não é mesmo seu danado? Nesse ponto você é igual ao cara que confunde computador com monitor.&lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_114" class="wp-caption aligncenter" style="width: 442px"&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/08/Lindsay_lohan_.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-114" title="Oi gatinho que tal conhecer um pouco mais sobre o Protocolo de Transferência de Hiper Texto eu sei que você vai curtir chuchu" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/08/Lindsay_lohan_.jpg" alt="Oi gatinho que tal conhecer um pouco mais sobre o Protocolo de Transferência de Hiper Texto eu sei que você vai curtir chuchu" width="432" height="324" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Oi gatinho que tal conhecer um pouco mais sobre o Protocolo de Transferência de Hiper Texto eu sei que você vai curtir chuchu&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Computadores se comunicam por protocolos, que são regrinhas de comunicação básicas que todo mundo deve seguir tais como pedir por favor, dizer obrigado e xingar quem te fecha no trânsito. O HTTP é um protocolo que define uma forma quase universal de comunicação entre computadores na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse protocolo é utilizado pra transferir vídeos do YouTube, servir arquivos em um serviço de cloud computing, é a base do AJAX, é a base que apps de iPhone e Android usam pra se comunicar e &lt;a title="Protocolo de Controle de Cafeteiras por Hipertexto" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hyper_Text_Coffee_Pot_Control_Protocol"&gt;até mesmo cafeteiras&lt;/a&gt;. Qualquer linguagem de programação pra web, qualquer servidor web e qualquer navegador implementam a maioria do protocolo HTTP perfeitamente, sem as diferenças e bizarrices que vemos com o HTML, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele dá suporte pra declarar o que está sendo transferido (se é uma imagem, uma página HTML, um vídeo), como o navegador deve armazenar esse conteúdo, quando ele expira, como você pode obter pedaços arbitrários desse recurso, como você pode atualizar e modificar esse recurso e tudo mais que esses programadores sarados adoram utilizar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para um usuário normal não há uma utilidade direta pra conhecer as entranhas de um protocolo criado há mais de 10 anos atrás, mas de certa forma também não há muita utilidade em saber o modelo do seu processadPERAÍ, HÁ MAIS DE DEZ ANOS ALEXANDRE?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim, mais de 10 anos &lt;strong&gt;sem alterações&lt;/strong&gt;. Enquanto um mar de tecnologias briga pra ver quem prevalece, com pedaços de HTML5 e Flash mais espalhados que batatinha quando nasce, o HTTP continua intacto, sem nenhum concorrente em potencial para substituí-lo, jovem e atraente como uma ninfeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informações e fotos exclusivas da Lindsay Lohan no próximo post da série.&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?a=GaGYT-Tpq5Y:YOpKIc3TGg0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/planetbr/~4/GaGYT-Tpq5Y" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
			<name>Francisco de Souza Junior</name>
						<uri>http://chico.net.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Ciência da Computação e o mercado de trabalho #2]]></title>
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		<updated>2011-06-15T14:45:05Z</updated>
		<published>2011-06-14T23:32:42Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="Ciência" /><category scheme="http://pla.net.br" term="Filosofia de Bar" />		<summary type="html"><![CDATA[&#160; No post anterior, algo propositalmente não foi discutido: em momento algum tentei convencer alguém de que o conhecimento da CCP era útil. E não fiz isso por um motivo simples: tava com uma puta preguiça. Não, perai. Eu não fiz por outro motivo: porque eu na verdade não queria convencer ninguém naquela hora a cursar [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/ciencia-da-computacao-e-o-mercado-de-trabalho-2/">&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No &lt;a href="http://pla.net.br/ciencia-da-computacao-e-o-mercado-de-trabalho/"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, algo propositalmente não foi discutido: em momento algum tentei convencer alguém de que o conhecimento da CCP era útil. E não fiz isso por um motivo simples: tava com uma puta preguiça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não, perai. Eu não fiz por outro motivo: porque eu na verdade não queria convencer ninguém naquela hora a cursar CCP, e sim a parar de querer de estranhamente mudar a grade curricular de um curso que as pessoas não compreendiam as premissas ou evitavam compreender (Clarice Lispector feat. Edsger W. Dijkstra).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora sim eu quero te convencer a fazer CCP, porque a Ciência é linda e tal. O conhecimento científico aprendido na faculdade é foda e definitivamente será útil na maioria dos ambientes de trabalho, ainda que as pessoas achem que a única coisa que um programador precisa saber é programar em determinada linguagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-107"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiramente, inspirado na &lt;a href="http://pla.net.br/ciencia-da-computacao-e-o-mercado-de-trabalho/#comment-178629274"&gt;discussão&lt;/a&gt; com o Gabriel no post anterior, vale afirmar: &amp;#8211; na maioria dos casos, &lt;strong&gt;não existe&lt;/strong&gt; apenas uma forma de se resolver um problema. Você pode criar softwares de diversas formas, com diversas linguagens, diversas técnicas (avançadas ou não); pode pegar softwares prontos, pode até pagar para alguém fazer o software para você.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, se você diz: &amp;#8211; &amp;#8220;aff, mas nada disso que eu aprendo na faculdade eu vou usar no emprego&amp;#8221;, você está errado. Porque você provavelmente vai poder utilizar o que aprendeu na faculdade e apenas &lt;strong&gt;não vai querer&lt;/strong&gt; ou não vai saber como (e isso nem é uma crítica).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas é claro, nem todo mundo tem tempo para estudar tudo que é importante ou tem saco para isso. É você quem decide para você o que é melhor para sua qualificação profissional (eu deixo, juro).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, vamos ao que interessa&amp;#8230;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/04/cooltext527891324.gif"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-108 aligncenter" title="As disciplinas do curso de ciência da computação são realmente úteis?" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/04/cooltext527891324.gif" alt="As disciplinas do curso de ciência da computação são realmente úteis?" width="687" height="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta é: sim. Só tem uma ressalva: você tem que saber utiliza-las. E é claro que nem tudo é útil a todo tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Argumentar sobre todas as disciplinas e todo conteúdo aprendido nelas demandaria muito tempo e muito mais conhecimento do que eu realmente tenho (mesmo pesquisando na wikipédia vê se pode!!!), então vamos de leve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como eu já disse, provavelmente vão existir várias formas de se chegar a um mesmo objetivo. Algumas serão mais caras, outras mais baratas, algumas serão mais fáceis, outras mais difíceis. Algumas serão mais gays, outras&amp;#8230; pera ai, isso não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mundo real, você provavelmente vai ter que escolher entre o custo-benefício da sua forma de se resolver um problema. E dificilmente você vai poder maximizar o custo e o tempo de você resolver um determinado problema, porque todo mundo sabe que seu chefe é mão de vaca e enrolou 3 meses pra te passar o problema e agora quer na hora!!! Então é por isso que você aprende as ~coisas~, para que você faça sozinho e ganhe dinheiro com isso (ao invés de perder dinheiro pagando para outro fazer).&lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_109" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/06/PQAAADuSuTDcU9roduraOY94VcNdBXijzpR-PR0ihIrO1up5vYwhdszWM8cJ4S7lRDtvgoyi-hcPcqHZBsF3o-6Y4VQAm1T1UINyaDqNu3IjXxCtItBk2GkuSk6n.jpg"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-109 " title="Cheirador de gatinhos" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/06/PQAAADuSuTDcU9roduraOY94VcNdBXijzpR-PR0ihIrO1up5vYwhdszWM8cJ4S7lRDtvgoyi-hcPcqHZBsF3o-6Y4VQAm1T1UINyaDqNu3IjXxCtItBk2GkuSk6n-300x224.jpg" alt="Cheirador de gatinhos" width="300" height="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Se vocẽ não atender as expectativas dos seus chefes, você pode acabar como um viciado na gatolândia.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Vamos supor um exemplo simples: você quer filtrar os perfils de &lt;em&gt;spammers&lt;/em&gt; no twitter. Você pode fazer isso de 10 mil formas diferentes. Você pode:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Procurar manualmente os perfis;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utilizar expressões regulares para pesquisar perfis cujos nomes comecem com letras e terminem com números (quase todos fazem isso, você já reparou?);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utilizar um algoritmo de aprendizado de máquina como o &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/K-nearest_neighbor_algorithm"&gt;k-NN&lt;/a&gt; ou uma &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multilayer_perceptron"&gt;Rede Neural Artificial&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Procurar alguma empresa que faça isso para você;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dizer para seu chefe que não tem como fazer isso e torcer para ele acreditar;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;(Repita as formas citadas anteriormente com pequenas variações até dar 10 mil).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Veja bem, cada uma dessas alternativas vai demandar de você um esforço diferente, vai demorar tempos diferentes, custos diferentes e principalmente conhecimentos diferentes. Se você entrou na faculdade e não dormiu na aula de Inteligência Artificial, vai saber como usar um k-NN e vai ter essa opção para testar para eventualmente resolver o seu problema. E, veja só, ainda que não se aprenda isso na faculdade, utilizar expressões regulares também pode ser uma boa alternativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas você vai me dizer: &amp;#8211; &amp;#8220;mas procurar spammers no twitter parece mais uma brincadeira de estudante do que um problema real mimimimi&amp;#8221;. É, até é mesmo. Vamos supor outro exemplo: você tem um site de vendas. Você deseja saber o que os compradores sempre costumam comprar ao mesmo tempo. Você pode: procurar manualmente pelo seu banco de dados de 100 mil tuplas ou pode utilizar um algoritmo de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Association_rule_learning"&gt;regras de associação&lt;/a&gt; e extrair essa informação automaticamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você sabe modelar seu problema para utilizar essas técnicas mais avançadas, você definitivamente irá utiliza-las. E esses são só dois exemplos dentro da Inteligência Artificial! Outros conhecimentos também são importantes, saber sobre arquiteturas de processadores é importante se você deseja atingir um tempo de resposta determinado com seu software ou trabalhar com sistemas embarcados. Geometria e Álgebra são a base de basicamente tudo que há na CCP. Desde complexidade de algoritmos, até as técnicas de Inteligência Artificial etc. Isso sem falar em estatística &amp;#8211; útil para que você analise corretamente seus dados -, engenharia de software &amp;#8211; que vai servir para você organizar sua equipe para criar um software &amp;#8211; etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim. Você pode até discordar de mim e dizer que mesmo assim essas coisas não são úteis para seu trabalho em sua empresa. O que provavelmente é ingenuidade sua, mas é seu direito. Só que antes de reclamar da grade curricular da sua faculdade, tenha em mente: isso pode não ser útil para você, mas definitivamente &lt;strong&gt;é útil&lt;/strong&gt; para muitas outras pessoas que escolheram conscientemente o curso e utilizam o conhecimento dele. Como eu. Como grande parte das pessoas que conheço que se formaram em CCP nesse nosso Brasil varonil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fim.&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?a=-hssuiHxRys:_gvclNQQQt0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
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		<entry>
		<author>
			<name>Francisco de Souza Junior</name>
						<uri>http://chico.net.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Ciência da Computação e o mercado de trabalho #1]]></title>
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		<id>http://pla.net.br/?p=104</id>
		<updated>2011-06-15T05:02:38Z</updated>
		<published>2011-04-05T03:27:15Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="Ciência" /><category scheme="http://pla.net.br" term="Filosofia de Bar" />		<summary type="html"><![CDATA[Sempre vejo gente reclamando que seu curso de Ciência[s] da[e] Computação (CCP, pros macho) não estava preparando-o para o mercado de trabalho, pois as tecnologias que aprendiam no curso não eram utilizadas no emprego. Por exemplo, muita gente reclamava estar aprendendo Pascal no primeiro ano quando o que estava bombando nas empresas era o Java. [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/ciencia-da-computacao-e-o-mercado-de-trabalho/">&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13px; font-weight: normal;"&gt;Sempre vejo gente reclamando que seu curso de Ciência[s] da[e] Computação (CCP, pros macho) não estava preparando-o para o mercado de trabalho, pois as tecnologias que aprendiam no curso não eram utilizadas no emprego. Por exemplo, muita gente reclamava estar aprendendo Pascal no primeiro ano quando o que estava bombando nas empresas era o Java.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu pensava: &amp;#8211; pooooooooooooooooxa, tentar se preparar para o mercado de trabalho com curso de ciências não dá. E o argumento padrão contra esse tipo de comentário é: &amp;#8211; você aprende conceitos e não tecnologias. O problema é que, apesar de eu concordar com esse argumento, talvez ele esteja refutando a coisa errada (ou esteja refutando apenas parcialmente a coisa certa).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Uma pequena nota antes de continuar: antes que você, leitor lindo deste singelo site, pense que eu vou tentar te convencer a frequentar um curso de Ciências da Computação, saiba que meu intuito é diferente. Eu quero é justamente tentar te convencer a &lt;strong&gt;não cursar &lt;/strong&gt;essa graduação. Ou quase isso.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Longe de eu querer dar um aval global sobre todas as críticas de todos os alunos sobre todos os cursos que este cursaram nesse Brasilzão lindo de dar dó, mas, na minha humilde opinião, muitas dessas críticas estão simplesmente equivocadas no que tangem ao que deve se esperar de um curso de CCP.&lt;span id="more-104"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para dizer isso, me baseio primordialmente no próprio nome do curso: Ciência[s] da[e] Computação. Para ajudar a explicar meu ponto, uma pequena enquete: na opinião de vocês, um curso de CCP tem em sua grade disciplinas &lt;strong&gt;primordialmente &lt;/strong&gt;relacionadas à:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Tecnologias de Mercado?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Oportunidades de emprego?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Homens nús?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Diferentes tipos de nós de gravatas?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;abbr title="Not a Number"&gt;NaN&lt;/abbr&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Nada, pois a faculdade é apenas um mercadinho imoral de diplomas?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fundamentação da parte científica da computação?&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Se você respondeu a questão &lt;del&gt;6&lt;/del&gt; 7 você deve estar certo! Pelo menos na opinião da &lt;a href="http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_jdownloads&amp;amp;Itemid=208&amp;amp;task=finish&amp;amp;cid=52&amp;amp;catid=36"&gt;SBC&lt;/a&gt; (ou da minha interpretação dela).&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"&gt;&lt;a href="http://malvados.com.br/"&gt;&lt;img class=" " title="oi" src="http://4.bp.blogspot.com/_5tr5Kjkno1E/R1M_ZfOFA6I/AAAAAAAAAB0/hiFuXWd1rh4/s1600-R/Malvados.GIF" alt="oi" width="400" height="127" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;pura vdd&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Em cursos de CCP, você aprenderá fundamentalmente a parte científica da computação e, para isso, você precisará de outros fundamentos para essa parte científica. E é aí que entram as disciplinas matemáticas que muita gente odeia. Note que isso não significa que as grades de CCP devem ignorar a tecnologia atual até porque isso seria burrice.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A SBC, no documento linkado, ainda, faz uma distinção interessante: cursos de computação como atividade-fim e cursos de computação como atividade-meio. E isso é importantississímo, principalmente quando estamos falando do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A computação é para a sociedade, em sua essência, uma ferramenta. Ela é utilizada com esse fim pelas empresas, na maioria das vezes. Os softwares que você provavelmente desenvolve para a sua empresa não são softwares soberanos que existem por existir e são auto-suficientes e ponto final falow vlwww. Você provavelmente cria softwares para resolver problemas do &lt;em&gt;mundo real&lt;/em&gt;, como os ERPs, que são, a grosso modo, criados para gerenciar uma empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja só: você, na verdade, está resolvendo o problema de uma empresa, e para isso está usando a programação. A programação e a computação ai são as ferramentas (atividade-meio) utilizadas para resolver o problema da empresa (atividade-fim).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cursos em CCP são, em sua definição, cursos de atividade-fim. Você faz CCP para estudar a própria Computação e poder contribuir dentro da Computação. É claro que o conhecimento adquirido pode (e vai) te ajudar a desenvolver uma solução para uma empresa e utilizar a computação como atividade-meio, mas esse não é o intuito dos cursos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, quando você estiver naquela aula de redes de computadores do seu curso de CCP, puto da vida por estar aprendendo o modelo de camadas ISO/OSI e não como fazer um webservice, não diga: &amp;#8211; &amp;#8220;que merda inútil da porra vtnc&amp;#8221;, mas se pergunte: &amp;#8211; &amp;#8220;Será que eu realmente quero fazer um curso de CCP ou eu quero fazer um curso técnico em Java com webservices para eu ser mais tecnologicamente útil para minha empresa?&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sério, eu sei que Ciência[s] da[e] Computação é um nome imponente e parece reunir todo conhecimento computacional do mundo em 5 anos de aulas noturnas, mas, aí é que está: isso não é verdade para caso nenhum! Não é simplesmente o ~~seu~~ curso que é &amp;#8220;ruim&amp;#8221;, é que provavelmente todos os cursos são assim. As pessoas que cursam Biologia, saem da faculdade biólogos. As pessoas que cursam Medicina, saem da faculdade médicos (ou quase). Então porque você, que cursa CCP, acha que deveria sair da faculdade um programador e não um cientista da computação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E isso tudo pode parecer ser uma péssima notícia para você que discorda de mim e está cursando CCP, mas há sempre uma boa notícia no final: em tese, você não precisa cursar CCP para trabalhar! Existem outros cursos &amp;#8220;mais tecnológicos&amp;#8221; de computação que definitivamente podem te ajudar a melhor se adaptar a tecnologia de sua preferência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na minha opinião, essa visão errada de um curso de CCP se dá ao fato de que a ciência é ~~LoKa~~ e todo mundo fala mal + paga 1 pal pra ela. Assim, acha-se que só um curso com ~~Ciência~~ no nome é bom (ou pelo menos é melhor), quando isso é um equívoco (essa visão também afeta as pseudo-ciências).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim. Ainda há espaço para discussão. Eu poderia argumentar que as disciplinas de um curso de CCP são úteis independente da forma que você utiliza a computação (e eu vou no futuro); você poderia dizer que nem só de ciência vivem os cursos de CCP etc. mas esse não é o escopo desse post. Você pode dizer que saber a fundamentação científica não é importante; o que eu discordo, mas acredito no seu direito de escolher o que deve ser mais importante para sua qualificação profissional. O ponto é: se o seu curso de CCP não é útil para a sua função na sua empresa, talvez não seja o curso de CCP que é ruim, e sim você que está esperando a coisa errada do curso.&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?a=KCsKeFncem0:Eu0Bt_sL7dE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
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		<author>
			<name>Alexandre Gaigalas</name>
						<uri>http://gaigalas.net</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Guide of the IT of the Assholes &#8211; Site Corporativo]]></title>
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		<updated>2011-02-02T14:26:44Z</updated>
		<published>2011-02-02T13:33:56Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="Guia da TI Babaca" />		<summary type="html"><![CDATA[Hello friends of my dear. Hoje esse mini-capítulo do Guia da TI Babaca é sobre como criar um site dinâmico, moderno e sério pra sua empresa. Termos quentes (anote para utilizar em relatórios e reuniões): dinâmico. O seu site é a imagem que sua empresa transmitirá na internet, deve ser profissional e bonito. Você não [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/guia-da-ti-babaca-site-corporativo/">&lt;p&gt;Hello friends of my dear. Hoje esse mini-capítulo do Guia da TI Babaca é sobre como criar um site dinâmico, moderno e sério pra sua empresa.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Termos quentes&lt;/strong&gt; (anote para utilizar em relatórios e reuniões): &lt;strong&gt;dinâmico&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O seu site é a imagem que sua empresa transmitirá na internet, deve ser profissional e bonito. Você não quer passar vergonha com ele né? Mas também não quer gastar dinheiro, cortar custos é super importante! Risos, risos risos risos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-100"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_101" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/02/handshake1.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-101" title="grab on the mine and shake" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/02/handshake1.jpg" alt="grab on the mine and shake" width="480" height="316" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;grab on the mine and shake&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Certifique-se de incluir, impreterivelmente, as seguintes seções no seu site:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Missão&lt;/strong&gt;: Uma boboseira qualquer sobre maximizar o valor dos serviços que você presta ou produtos que você vende maximizando valor para seus parceiros.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Visão&lt;/strong&gt;: Uma outra baboseira qualquer que reflete o que você jamais será. Mencione novamente seus produtos, serviços e parceiros.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Valores&lt;/strong&gt;: Fale qualquer coisa sobre ética e consistência. Mencione seus clientes e parceiros.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Lembre-se que não é realmente importante conhecer o que significam esses três conceitos, na verdade você nem precisa ler eles. Ninguém &lt;strong&gt;jamais&lt;/strong&gt; lerá eles, apenas copie de algum outro site e cole no seu.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Termos quentes&lt;/strong&gt; (anote para utilizar em relatórios e reuniões): &lt;strong&gt;maximizar valor&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;impreterivelmente&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;parceiros&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;transmitir&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Outro aspecto importante é a versão em inglês do seu site. Realmente não importa se todos os seus clientes são brasileiros, você deve criar algo em outro idioma pra transmitir a ilusão de grandeza, mesmo que nem você saiba ler nesse idioma. Sei lá, apenas use os mesmos textos traduzidos pelo Google que não tem como dar errado, não é mesmo? O título desse artigo foi feito dessa forma. Gastar com tradutor? Risos, risos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acima de tudo, seu site deve ser um canal de comunicação. Mantenha um formulário de contato simples que não fique no caminho entre o consumidor e você. Peça apenas o necessário. Veja um exemplo com anotações:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nome&lt;/strong&gt; (você precisará chamá-lo de algo)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobrenome&lt;/strong&gt; (peça o sobrenome separadamente, assim você pode chamá-lo de Sr. Pereira, por exemplo)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Email&lt;/strong&gt; (não é tão importante, mas peça. Quem sabe dá pra enfiar ele num email marketing! Risos risos)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empresa&lt;/strong&gt; (você precisa saber quem são seus possíveis parceiros)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Endereço&lt;/strong&gt; (talvez você precise entrar em contato com ele pelo correio ou mandar umas promoções muito legais pra ele, ele vai adorar)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cidade/Estado&lt;/strong&gt; (mais importante do que saber o que seu consumidor quer é saber de onde ele vem)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CEP&lt;/strong&gt; (saber &lt;strong&gt;&lt;em&gt;M E S M O&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;de onde ele vem)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Telefone&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Comercial&lt;/strong&gt; (auto-explicativo)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Telefone Residencial&lt;/strong&gt; (nem preciso falar nada né)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Telefone Celular&lt;/strong&gt; (mobilidade é tudo)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nextel&lt;/strong&gt; (adoro aqueles bip bip)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fax&lt;/strong&gt; (muita gente ainda usa)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros telefones&lt;/strong&gt; (sabia que existem mais telefones que pessoas no Brasil? Peça todos que você puder, peça todos!)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Assunto&lt;/strong&gt; (super importante pra organizar sua grande caixa de emails corporativa)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mensagem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde você conheceu nosso site? &lt;/strong&gt;(Aqui as opções: Google, Indicação de um amigo, Email Marketing, Parceiros)&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Todos os campos são obrigatórios.&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
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		<author>
			<name>Francisco de Souza Junior</name>
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		<title type="html"><![CDATA[Netiqueta]]></title>
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		<updated>2011-02-02T02:31:37Z</updated>
		<published>2011-02-01T17:29:42Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="Filosofia de Bar" />		<summary type="html"><![CDATA[ATENÇÃO: esse é um post moralista. Leia por sua conta e risco. =^.^= A internet também possui suas normais sociais, também chamada de netiqueta, uma etiqueta para a internet (nossa que explicação foda). Da mesma forma que as madames da vida real se irritam quando você não troca a faca de mãos para cortar uma [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/netiqueta/">&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt;ATENÇÃO&lt;/strong&gt;: esse é um post moralista. Leia por sua conta e risco. =^.^=&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A internet também possui suas normais sociais, também chamada de netiqueta, uma etiqueta para a internet (nossa que explicação foda). Da mesma forma que as madames da vida real se irritam quando você não troca a faca de mãos para cortar uma carne, as madames da internet se irritam quando você escreve em maiúsculo na sua rede social preferida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, por que há a necessidade de se comportar com &lt;em&gt;glamour&lt;/em&gt; na internet? Por que as pessoas que são &amp;#8220;feias&amp;#8221; não podem por suas fotos nos álbuns do Orkut? Por que elas não podem gostar de gifs animados coloridos e piscantes e poeminhas cheios de clichês? Essas convenções sociais são ditadas de quem se julga a &amp;#8220;aristocracia da internet&amp;#8221; (a &lt;a href="http://twitter.com/classemedia"&gt;classe média&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-98"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"&gt;&lt;img title="oi" src="http://4.bp.blogspot.com/_cW0uQzoYCqI/TO-cz9CTchI/AAAAAAAAAxI/eSJ_Ip4fWVM/s1600/Sarah-Palin.jpg" alt="oi" width="360" height="277" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Mas chiquin as vezes vc ta lá na relax e a pessoa te manda e-mail chato sem você pedir E AI CHUPA ESSA MANGA&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Sem dúvida gata. Quem disse que as pessoas ao nosso redor muitas vezes não nos incomodam? Eu as vezes recebo e-mails de correntes cristãs, de pessoas que sabem que não sou cristão e nem simpatizo com o cristianismo. Acho chato. Proselitismo é chato. Mas aí é que está: quem escolheu ficar incomodado foi eu e eu não tenho o direito de não ser incomodado. Simples assim. Nesse caso, geralmente eu mando o link do meatspin pra essas pessoas e fica tudo na paz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ponto, na minha humilde opinião, no caso do Brasil, é simplesmente uma briga de classes. Tudo isso surgiu quando os pobres começaram a entrar na internet por meio do Orkut (aliás, taí um cara que merecia uma medalha do governo brasileiro). E daí surgiu o termo &amp;#8220;orkutização&amp;#8221;. É um termo legal de se brincar e tal, mas no fundo, é carregado de preconceito social contra pobres. Quando os pobres entraram na internet, a classe média e os ricos já estavam na internet faziam alguns anos. Ambos já sabiam usar a internet, já tinham decidido qual seria a etiqueta dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que a maior evidência disso é que isso existe nas redes sociais e não só em outras formas de comunicação da internet (como e-mails). Qual o problema de gente se comportando de maneira &amp;#8220;desgradável&amp;#8221; no Orkut? Você não é obrigado a interagir com essas pessoas. Você pode bloquear essas pessoas. Aliás, antes disso, como bem me lembrou o gatin do &lt;a href="http://twitter.com/alganet"&gt;Alexandre&lt;/a&gt;, você precisa adicionar as pessoas. Qual é o problema? Se você já não tinha o direito de não ser diretamente incomodado, como você se afeta sendo que essas pessoas sequer se relacionam com você?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, por causa do filme do Facebook, mais brasileiros vão entrar nessa rede. &lt;a href="http://search.twitter.com/search?q=orkutiza%C3%A7%C3%A3o+facebook"&gt;Dizem que vai acontecer uma &amp;#8220;orkutização do facebook&amp;#8221;&lt;/a&gt;. Mas, afinal, qual o malefício dessa orkutização? Qual o malefício em ter gente se comportando de forma &amp;#8220;desagradável&amp;#8221; numa rede onde, com poucos cliques, você pode simplesmente fingir que essa pessoa não existe?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Será que o que te desagrada é o comportamento dela ou é o fato dela entrar em comunidades que só você fazia parte e te deixavam na &amp;#8220;vanguarda&amp;#8221; da internet?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As ferramentas de comunicação da internet (redes sociais, comunicadores instantâneos etc) de hoje permitem que você não interaja com quem te desagrada. No fim das contas, a &amp;#8220;netiqueta&amp;#8221; é simplesmente uma grande babaquice.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="alignnone" src="http://www.scrapsegifs.com.br/data/media/37/15.gif" alt="" width="277" height="360" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?a=f09aX1ol9I0:uL-HviQ8Rhs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/planetbr?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/planetbr/~4/f09aX1ol9I0" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
			<name>Francisco de Souza Junior</name>
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					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Ciência no Brasil parte 1- ChipCflow]]></title>
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		<updated>2011-01-30T14:29:50Z</updated>
		<published>2011-01-28T11:09:52Z</published>
		<category scheme="http://pla.net.br" term="Ciência" /><category scheme="http://pla.net.br" term="Sistemas Embarcados" /><category scheme="http://pla.net.br" term="ciência no brasil" />		<summary type="html"><![CDATA[É sabido que o Brasil prioriza obras de infra-estrutura e outras coisas à qualquer tipo de investimento da ciência. O motivo é óbvio: foda-se a ciência. Ninguém liga pra ela, a não ser quando está mexendo no seu computador para ver aquela pornografia ou quando a gripe suína aperta. A consequência óbvia disso é que [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://pla.net.br/ciencia-no-brasil-chipcflow-parte-1/">&lt;p&gt;É sabido que o Brasil prioriza obras de infra-estrutura e outras coisas à qualquer tipo de investimento da ciência. O motivo é óbvio: foda-se a ciência. Ninguém liga pra ela, a não ser quando está mexendo no seu computador para ver aquela pornografia ou quando a gripe suína aperta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A consequência óbvia disso é que boa parte do desenvolvimento científico no Brasil se dá em forma de correr atrás do que já está pronto. Infelizmente, muitas pessoas rechaçam isso como se fosse culpa dos pesquisadores. O ponto é que conhecimento não simplesmente PANS no seu cérebro e está lá. Ele precisa ser construído. Construir um veículo robótico autônomo é difícil pra caralho, e sair do zero para competir no &lt;a href="http://www.darpa.mil/grandchallenge/index.asp"&gt;DARPA Urban Challenge &lt;/a&gt;com gente que faz isso há 20 anos é um pouco mais foda que ficar de mimimi critanco em um blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez por isso há um culto pelo estrangeiro no Brasil, principalmente no que tange a tecnologia e ciência. Tudo que é brasileiro é ruim. Tudo que é de fora não.  O que, na minha humilde opinião, é uma babaquice. E se você pensa assim, só digo uma coisa: tomara que não aconteça nada para você porque não desejo mal para ninguém. Mas não há nada além da abundância de dinheiro e o conhecimento prévio que faz os pesquisadores de lá melhores que os daqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posto isto, tentarei aqui, humildemente, fazer breves apresentações de projetos científicos bacanas de pesquisadores brasileiros que eu conheço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para começar, nada mais fácil que falar em algo que conheço bem, como o projeto no qual participo. O &lt;a href="http://chipcflow.eti.br/"&gt;ChipCflow&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-7"&gt;&lt;/span&gt;O ChipCflow é um projeto idealizado pelo &lt;a href="http://www.icmc.usp.br/~jsilva/"&gt;Prof. Dr. Jorge Luiz e Silva&lt;/a&gt;, e tem como intuito construir um sistema capaz de mapear grafos &lt;em&gt;dataflow&lt;/em&gt; dinâmicos em hardware parcialmente reconfigurável.&lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_10" class="wp-caption aligncenter" style="width: 236px"&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2010/02/o-grito2.jpg"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-10" title="Foto tirada da sua webcam" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2010/02/o-grito2-226x300.jpg" alt="Foto tirada da sua webcam" width="226" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Foto tirada da sua webcam&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Se você é um ciêntista da computação PROFISSIONAL formado em uma universidade CATÓLICA que não sabe que o é uma BESTEIRA DESSAS, parabéns, você é como eu era antes de conhecer o projeto. Então vamos lá:&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Dataflow&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O modelo de computação baseado em fluxo de dados (&lt;em&gt;dataflow&lt;/em&gt;) se deu por início na segunda metade do século passado. As arquiteturas de processadores tradicionais, de propósito geral, executam instruções uma de cada vez. OU SEJA, um programa de computador é um amontoado de instruções que são executadas em sequência. Sem entrar em detalhes, o modelo tradicional facilita muito a computação. Basta você ter as instruções na ordem correta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O modelo baseado em fluxo de dados, diferentemente, baseia sua execução na medida em que os dados estão disponíveis. Na LENDÁRIA ANALOGIA DA TROCA DE LÂMPADAS, ao invés de você ter uma pessoa só que faz, passo-a-passo, o processo todo de troca de lâmpada (acender, verificar se está queimada, retirar a queimada, por a não queimada, testar etc) você teria várias pessoas fazendo cada passo. Enquanto uma está tirando a lâmpada queimada, outra está buscando a nova lâmpada para agilizar o processo, tá ligado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vantagem desse modelo é que quando várias tarefas (instruções, para ser mais exato) podem ser feitas simultâneamente, o processo todo acaba antes. Isso é chamado de &lt;em&gt;throughput&lt;/em&gt; Imagina você só fazer o arroz depois de terminar o feijão. Vai demorar mais do que se você fizer o feijão e o arroz simultâneamente, já que nem e o arroz e nem o feijão dependem um do outro para serem feitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu já falei sobre esse projeto para a Sarah Palin, e quando terminei de explicar o conceito de processadores baseados em fluxo de dados, ela me indagou:&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 287px"&gt;&lt;img class=" " title="vc usa uniodonto?" src="http://2.bp.blogspot.com/_yNM6UVEJ0fw/S1WRPnKk7tI/AAAAAAAAB5k/-tnoZAczBzU/s400/sarah_palin2.jpg" alt="oi" width="277" height="371" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Tudo bem, Chiquinho, seu lindo, mas para quê eu vou pesquisar isso se  com a lei de Moore todos sabemos que a quantidade de transistores dos  chips dobra a cada 24 meses? Isso não é meio desnecessário? *Em tradução livre.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Sem dúvida foi uma pergunta bastante inteligente desta nobre mãe de família norte-americana. O ponto é: não é certo que a lei de Moore durará para sempre. Aliás, ela é apenas uma leitura da tendência atual das coisas. A própria Intel acha que ela não durará mais que 10 anos. Sem contar que o simples fato de duplicar os transistores em um chip não necessariamente significa duplicar a velocidade. Existem outras barreiras a serem transpostas, que não serão discutidas aqui porque vocês não tão nem ai.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Hardware Reconfigurável&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Um hardware com a capacidade de se reconfigurar nada mais é do que um hardware que pode reconfigurar seu circuito interno. Você deve estar se perguntando: &amp;#8220;quêeeeee????&amp;#8221;, mas esse é um conceito extremamente bacana. Veja a imagem abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_82" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"&gt;&lt;a href="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/01/orkut7tn1.jpg"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-82 " title="clique para ampliar abss" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/01/orkut7tn1-300x219.jpg" alt="amg instala o chrome" width="300" height="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;SUZANA: uma pessoa que foi enganada ou apenas 1 visionaria e nada mais?&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Você pode estar rindo, o que é muito feio, porque rir da falta de informação alheia é pior que xavecar a própria irmã. E o pior: se a pergunta fosse um pouco diferente, o diálogo seria assim:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Suzana&lt;/strong&gt;:  &lt;em&gt;por favor onde acho pra baxar o PROCESSADOR OPEN SPARC pra eu usar com no mínimo 300Mbz&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;* PECO&lt;/strong&gt;: baixar o que?? open sparc? hahahahahha&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo&lt;/strong&gt;: Open Sparc é um processador (hardware) e você compra na loja&amp;#8230; Deve ser Windows que você tá falando&amp;#8230; só pode ser&amp;#8230; eu vou chorar&amp;#8230; sério&amp;#8230; to quase&amp;#8230;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Suzana: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;meu amigo calaboca você não sabe de nada vai rir da sua avó aquela puta o Open Sparc é um processador open source e eu já achei onde baixar sua especificação é em http://www.opensparc.net vou sintetiza-lo e configura-lo no meu FPGA Xilinx Virtex 5 e chupa meu pau&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo&lt;/strong&gt;: mãs&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Suzana&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;mas nada &lt;a href="http://cersibon.blogspot.com/2008/03/ngreso.html"&gt;vaza de cocoras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Sim, amigos. É isso o que o hardware reconfigurável permite: que você crie especificações de circuitos e coloque-as em dispositivos com essa capacidade. Se todos os &lt;em&gt;chips&lt;/em&gt; tivessem essa capacidade, poderia-se sim, por exemplo, baixar a especificação do Pentium 4 (caso a Intel a liberasse, é claro) para reconfigura-la.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hardware reconfigurável é um termo genérico para o conceito. O FPGA (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Field-programmable_gate_array"&gt;Field Programmable Gate Array&lt;/a&gt;) e o CPLD (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Complex_programmable_logic_device"&gt;Complex Programmable Logic Device&lt;/a&gt;) são os produto mais populares e conhecidos com esse atributo. Normalmente, quando você ouvir falar de hardware reconfigurável e Computação Reconfigurável, as pessoas estarão se referindo aos FPGAs ou CPLDs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora você deve estar se perguntando: &amp;#8220;nossa super hi-tech isso foi criado recentemente né?&amp;#8221;. Errado. O conceito de hardware reconfigurável é mais velho que sua avó e o FPGA foi comercialmente lançado pela primeira vez pela empresa Xilinx, no meio da década de 80.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É claro que na época o hardware era praticamente inútil para a maioria dos casos, mas hoje ele é muito utilizado no meio acadêmico e timidamente está entrando em produtos comerciais também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sarah Palin não é mole não. Quando eu tava nessa parte ela também me questionou:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 413px"&gt;&lt;img class="   " title="pai nosso q estas no ceu" src="http://opiniaoenoticia.com.br/wp-content/uploads/Sarah-Palin.jpg" alt="" width="403" height="277" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Mas Chiquinho para quê você quer criar processadores novos sozinho e do  zero se os processadores da ARM, Intel, AMD etc vão ser sempre muito  melhores???&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Você não entendeu nada Sarah Palin você é 1 anta mesmo. O ponto não é recriar o que já tem de melhor, o ponto é outro. A grande vantagem de um hardware perante um software é a velocidade, certo? O hardware é mais rápido, até porque, um software executa em cima de um hardware. Então, imagina se você, ao invés de fazer um software de um algoritmo, fizesse um hardware desse algoritmo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois é. Antigamente isso era muito difícil, mas com as tecnologias atuais como o FPGA, que permite uma rápida prototipação &amp;#8211; você não precisa efetivamente fabricar um novo chip para cada hardware que você criar &amp;#8211; isso ficou fácil e agora é muito mais explorado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só tem um problema: continua difícil d+ criar hardwares. O tempo de se descrever um hardware é muito maior que o tempo de se programar um software. Além disso, é muito mais difícil achar gente que cria hardwares do que gente que programa softwares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então é aí que o ChipCflow entra&amp;#8230;.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-86" title="chipcflow" src="http://pla.net.br/wp-content/uploads/2011/01/20cdc1f9b16c1994fef0cfb877681017.gif" alt="" width="370" height="88" /&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O ChipCflow é (digo, será) uma ferramenta de compilação de uma linguagem de programação para hardware que utiliza o conceito de fluxo de dados e hardware reconfigurável. Dessa forma, sua intenção é pegar um código em C &amp;#8211; que é essencialmente sequencial &amp;#8211; converte-lo para o modelo de fluxo de dados &amp;#8211; essencialmente paralelo &amp;#8211; e, a partir desse modelo de fluxo de dados, criar sozinho um hardware que será reconfigurado e executado em um hardware reconfigurável.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"&gt;&lt;img class=" " title="até q da 1 caldo hein" src="http://www.bahianoticias.com.br/fotos/editor/Image/Entretenimento/sarah-palin.jpg" alt="oi" width="290" height="419" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Mas isso dá certo?????&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Não sabemos! Essa é a graça da ciência: você está lá para pesquisar, não para fazer coisas que você sabe que vão funcionar. É claro que temos a impressão de que isso um dia irá simplesmente funcionar, &amp;#8220;bem&amp;#8221; ou &amp;#8220;mal&amp;#8221;. Mas não dá pra saber como e quando. Por isso se chama pesquisa! No meu mestrado, por exemplo, a proposta não &amp;#8220;deu certo&amp;#8221;. Simples assim. Foi isso que defendi (com sucesso yesss): a ideia que tinhamos não funcionou totalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas mesmo assim conseguimos resultados interessantes. Por exemplo, no modelo mais rudimentar, conseguimos um desempenho equivalente à um processador Core 2 Duo em uma aplicação não-tão-paralelizável. E você pode falar: foda-se, melhor pegar um Core 2 Duo então ué. Mas tenha em mente:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Faz só três anos que estamos pesquisando isso!&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O preço do chip FPGA utilizado é muito inferior ao processador, o consumo de energia também.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quem sabe o que vem pela frente? E se, através dessa ferramenta, conseguimos criar um modelo melhor ainda que os atuais? Nunca se sabe! &lt;img src='http://pla.net.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /&gt; &lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, eu sugiro que vocês visitem o site oficial do &lt;a href="http://chipcflow.eti.br/"&gt;ChipCflow&lt;/a&gt; caso tenham se interessado pelo assunto, lá há informações sobre as publicações mais recentes (inclusive minha recente defesa! &lt;img src='http://pla.net.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /&gt; ) e vocês podem se aprofundar um pouco mais no modelo. Sugiro pesquisarem no site &lt;a href="http://www.teses.usp.br"&gt;Teses Usp&lt;/a&gt; as dissertações dos mestres Lucas, Vitor e a minha, assim que estiver disponível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um abraço pros meninos e um beijinho pras meninas rsrsrs (mentira só pra minha namorada sai daqui suas baranga!!!)&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
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