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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Politica &amp; Economia</title><link>http://www.politicaeconomia.com/</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/politica-economia" /><description>Política, Economia. Este blog se destina a publicar minhas análises sobre a cena política, econômica e social nestes tempos obscuros de poder da esquerda na América Latina, em geral, e no Brasil, em particular.</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Kassia Tavares)</managingEditor><lastBuildDate>Thu, 23 Feb 2012 18:23:44 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">167</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="politica-economia" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Government &amp; Organizations/National</media:category><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">News &amp; Politics</media:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Política, Economia. Este blog se destina a publicar minhas análises sobre a cena política, econômica e social nestes tempos obscuros de poder da esquerda na América Latina, em geral, e no Brasil, em particular.</itunes:subtitle><itunes:category text="Government &amp; Organizations"><itunes:category text="National" /></itunes:category><itunes:category text="News &amp; Politics" /><item><title>Preços dos imóveis em 2012: sobem, descem ou estáveis?</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/02/precos-dos-imoveis-em-2012-sobem-descem.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Investimentos</category><category>Mercado</category><category>Economia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 23 Feb 2012 18:11:32 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-1176538136405007902</guid><description>Os preços dos imóveis registraram forte valorização nos últimos anos, motivados por uma série de fatores: a estagnação de preços nos anos anteriores, a maior oferta de crédito e a ascensão das classes C e D, aumento de renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/02/precos-dos-imoveis-em-2012-sobem-descem.html"&gt;&lt;img alt="Preços dos imóveis no Brasil em 2012" border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-hy0CjRnUBLU/T0bwvHYiW6I/AAAAAAAAA0c/lY5yL3EXldA/s640/Imoveis-Brasil.jpg" title="Preços dos imóveis no Brasil em 2012" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, a valorização atingiu 25,5%, de acordo com o índice FipeZap. A pergunta que fica é: ainda há espaço para mais valorizações? Há quem diga que sim e há quem tenha opinião contrária. Especialistas listaram 5 motivos para que os preços dos imóveis subam este ano – e 5 para que eles caiam (ou fiquem estáveis).&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Motivos para que os preços subam&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o CEO da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, os imóveis devem continuar se valorizando em 2012. Confira as razões apresentadas pelo executivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Crescimento e estabilidade econômica&lt;/b&gt; O crescimento da economia brasileira e a estabilidade econômica atingida pelo País nos últimos anos continuarão a ser, na opinião de Frankel, os principais drivers para o aquecimento do mercado imobiliário e o consequente aumento dos preços dos empreendimentos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Queda na taxa de juros &lt;/b&gt;A queda da Selic (taxa básica de juro) também tende a estimular a economia e aumentar a procura por crédito, fazendo com que os preços dos imóveis continuem em trajetória ascendente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Escassez de terrenos&lt;/b&gt;&amp;nbsp;A escassez de terrenos, principalmente nos grandes centros urbanos, deve continuar fazendo com que os imóveis sejam negociados a preços elevados. Isso porque, ao comprarem terrenos cada vez mais escassos, as incorporadoras e construtoras precisam repassar os custos para os compradores, ocasionando uma elevação do preço das unidades lançadas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Capacidade de consumo e crédito&lt;/b&gt; A ascensão das classes C e D e a capacidade de consumo do brasileiro, aliadas à boa oferta de crédito, continuarão impulsionando o preço dos imóveis para patamares mais elevados em 2012, acredita o executivo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Aumento de preços de mão de obra e materiais&lt;/b&gt;&amp;nbsp;O aumento de preço de mão de obra e dos materias de construção deve ser outro motivo para que o preço dos imóveis suba este ano.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Motivos para os preços caírem (ou ficarem estáveis)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Já o vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do Livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, aponta alguns motivos para que os preços fiquem estáveis ou até mesmo caiam em 2012:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Grande oferta de imóveis&lt;/b&gt; O especialista ressalta que nunca se construiu tantos empreendimentos imobiliários quanto agora. “Hoje já vemos muitos empreendimentos prontos, com vários apartamentos disponíveis para a venda”, diz. Segundo ele, é interessante acompanhar de perto os relatórios anuais das empresas incorporadoras, para ver se o estoque aumentou. “Se aumentou, é sinal de que a demanda diminuiu - ou que construíram mais do que a demanda”, afirma.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Os preços já atingiram níveis muito altos&lt;/b&gt; Calado também aponta que os preços dos imóveis chegaram a um patamar muito alto. “Prova disso é que os brasileiros já começam a achar atrativos os preços nos Estados Unidos”, pontua.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Condições de crédito&lt;/b&gt; De acordo com o especialista, as condições de crédito e limite para uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), de R$ 500 mil, também continuam sendo impeditivos para as pessoas financiarem os imóveis.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Demanda menor&lt;/b&gt; O especialista também ressalta que havia uma demanda reprimida por imóveis, mas não era uma demanda infinita. “Hoje muita gente já comprou o seu imóvel. É claro que sempre vai ter mais gente para comprar, mas o que vimos nos últimos anos foi um “boom”, com todos querendo comprar. Os lançamentos eram vendidos em um final de semana”, exemplifica.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Preço mais estabilizado dos terrenos&lt;/b&gt; O coordenador do curso de Real Estate da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), João da Rocha Lima Júnior, também aponta que não há nenhuma razão para que os imóveis continuem subindo este ano. Segundo ele, entre os motivos para que os preços caiam ou permaneçam estáveis, está o fato de que os terrenos, apesar de escassos, estão com preços mais estabilizados. “Hoje há um maior equilíbrio, algo que não acontecia algum tempo atrás. Com muitas empresas disputando poucos terrenos, eles acabaram ficando muito mais caros e inflando o preço dos imóveis”, ressalta.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div&gt;
Os imóveis devem continuar a se valorizar em 2012, porém em um ritmo menor que o observado até agora. &amp;nbsp;O que &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/09/o-que-explica-valorizacao-nos-precos.html" target="_blank"&gt;sustenta a valorização é uma combinação&lt;/a&gt; de PIB crescendo, taxas de juros caindo e valorização das Bolsas de Valores, elementos que costumam anteceder valorizações imobiliárias.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Fonte: &lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/5-raz%C3%B5es-pre%C3%A7os-dos-im%C3%B3veis-subirem-2012-5-204606664.html" target="_blank"&gt;Yahoo / Infomoney&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-1176538136405007902?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-23T23:11:32.671-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-hy0CjRnUBLU/T0bwvHYiW6I/AAAAAAAAA0c/lY5yL3EXldA/s72-c/Imoveis-Brasil.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-44.174724999999995 -92.3549675 15.704716999999999 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Investidor representa até 70% da clientela de imóveis, mas isso não significa que há bolha imobiliária</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/02/investidor-e-ate-70-da-clientela-de.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Investimentos</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 23 Feb 2012 06:03:53 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-1447777062484527770</guid><description>Uma reportagem do &lt;a href="http://economia.ig.com.br/financas/casapropria/investidor-e-ate-70-da-clientela-dizem-empresas/n1597648473576.html" target="_blank"&gt;IG Finanças Pessoais&lt;/a&gt; aponta que os investidores representam até 70% das compras de alguns empreendimentos imobiliários em São Paulo, de olho na valorização e na possibilidade de locação, fazendo com que o consumidor final, aquele que compra para morar, seja &lt;b&gt;minoria nos lançamentos de 1 quarto em São Paulo&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/02/investidor-e-ate-70-da-clientela-de.html"&gt;&lt;img alt="Bolha Imobiliária" border="0" height="460" src="http://2.bp.blogspot.com/-vKWo-4gVWX4/T0ZAELbc8kI/AAAAAAAAAzw/BZiy8cRcuIo/s640/Apto-1-quarto-investidores.JPG" title="Apartamentos de 1 quarto: foco dos investidores" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
É importante considerar que isso, em hipótese alguma, significa que os preços de imóveis estão inadequados ou que têm bolha, quando menos, pelo fato de que investidores do mercado imobiliário sempre existiram, e os preços só subiram de forma mais expressiva de 2008 para cá, &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/09/o-que-explica-valorizacao-nos-precos.html" target=_blank&gt;refletindo novas condições de mercado&lt;/a&gt;, e não aumento de investidores.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, como fica claro na reportagem, os 70% de investidores, que vão desde aqueles que compram várias unidades, como aqueles pequenos que compram um para a aposentadoria, não irão se desfazer de suas unidades no futuro, pois são investidores pensando em colocar essas unidades para aluguel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tanto é assim que os investidores compram os imóveis nos bairros onde há maior procura por locação, como é o caso de coração da zona sul, em bairros como Vila Mariana ou Vila Madalena. Nesses bairros, assim como outros mais centrais, como Santa Cecília, é natural uma grande quantidade de investidores, e, diga-se de passagem, sempre foi assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os edifícios de flats nos Jardins, sobretudo, estão todos alugados e foram comprados há alguns anos atrás por investidores, e nem por isso os preços ficaram inflacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Objetivo é o aluguel&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A reportagem em questão também informa uma estimativa que aponta metade dos compradores de 1 dormitório é investidor, sendo que tais investidores irão direcionar o produto para o mercado futuro de locação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante desse quadro, aqueles que acham que existe um bolha de preços no mercado imobiliário brasileiro podem deixar de comemorar a notícia pois os investidores não sustentam bolha imobiliária nenhuma. São apenas pessoas comprando um imóvel para alugar no futuro, ou, em menor proporção, para vender quando o imóvel estiver pronto, aproveitando a valorização que ocorre durante a obra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse tipo de investidor sempre existiu no mercado e é absolutamente saudável que seja assim, pois permite um financiamento do mercado e a construção de novos empreendimentos, abastecendo a demanda por imóveis tanto de compra como de locação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="640" height="355" src="http://www.youtube.com/embed/9DbWDe_AJVc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-1447777062484527770?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-23T11:03:53.794-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-vKWo-4gVWX4/T0ZAELbc8kI/AAAAAAAAAzw/BZiy8cRcuIo/s72-c/Apto-1-quarto-investidores.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-44.215689 -92.3549675 15.745681000000001 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Reportagem da EXAME nega a existência de Bolha Imobiliária no Brasil</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/02/reportagem-da-exame-nega-existencia-de.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Investimentos</category><category>Mercado</category><category>Economia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 23 Feb 2012 06:04:46 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-4436495627534257359</guid><description>A mais recente edição da revista Exame chegou às bancas com uma reportagem com título sensacionalista na capa: "&lt;a href="http://www.bfre.com.br/pt/noticias/4014-um-mercado-sob-suspeita" target="_blank"&gt;Imóveis - Um mercado sob suspeita&lt;/a&gt;". Isso foi o suficiente para que em diversos sites de Internet que acreditam na existência de uma bolha imobiliária no mercado brasileiro dessem como fato consumado a grande mídia admitindo a existência desse fenômeno na economia brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/02/reportagem-da-exame-nega-existencia-de.html"&gt;&lt;img border="0" height="450" src="http://2.bp.blogspot.com/-uGknPu5E6tI/T0JToEL8U1I/AAAAAAAAAzo/FzZY_C0fPSI/s640/Bolha-Imobiliaria-Exame.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A leitura da reportagem, porém, joga um balde de água fria nesse pessoal. A reportagem da Exame traça um histórico do que aconteceu com as principais empresas do setor de construção civil no Brasil desde que virou moda a abertura de capital na Bolsa de Valores.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A primeira parte da reportagem mostra os motivos pelos quais o setor de construção civil em 2011 foi muito penalizado no mercado financeiro a despeito das condições extremamente favoráveis a tais empresas na economia real: preços em elevação, disponibilidade de crédito e incentivos governamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A reportagem conclui que as empresas adotaram uma estratégia de crescimento rápido após a abertura de capital, sem muito cuidado com custos e planejamento. Um caso emblemático é o da GAFISA, que comprou a Tenda Engenharia - empresa especializada em "baixa renda" - e depois descobriu que essa empresa era um grande problema, pois os critérios adotados para a venda eram bastante "flexíveis".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje a GAFISA precisa cancelar mais de 2.000 empreendimentos da Tenda Engenharia e o custo dessa operação é de estimados R$ 200 milhões de reais. Outra com problemas similares, porém de dimensões menores, é a TRISUL, que também tentou embarcar no mercado de baixa renda e o resultado não foi muito positivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses erros levaram muitas construtoras brasileiras a enfrentar problemas de financiamento de suas obras, gerando desconfianças no mercado financeiro e, consequentemente, uma punição em termos de valor de mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, a reportagem da EXAME mostra como tais empresas já estão lidando com tais problemas desde 2011 e entram em 2012 com uma estratégia completamente diferente. Ao invés da meta de crescimento acelerado, meta de entrega das obras atuais, recomposição de caixa, e volta à lucratividade. O resultado é a valorização na Bolsa de Valores desde o início de 2012. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto abordado na reportagem da EXAME é sobre a famigerada "Bolha Imobiliária". A revista aponta argumentos que justificam os atuais níveis de preços dos imóveis e afirma categoricamente que não existem preços artificiais (bolha) no mercado imobiliário brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, este blog está entre os que não acreditam na existência de Bolha Imobiliária e os motivos são simples: ao longo dos últimos cinco anos vimos uma elevação da renda média do brasileiro, uma maior disponibilidade de crédito para compra de imóveis. Apesar disso, a relação crédito imobiliário/PIB ainda é muito baixa na economia brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, especular com imóveis é muito caro no Brasil, pois a concessão de financiamentos é rigorosa e mesmo os apartamentos na planta exigem aportes significativos - o que, por si só, já afasta os aventureiros e deixa a proporção de investidores em níveis saudáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se não bastasse, tanto São Paulo quanto Rio de Janeiro apresentaram ganhos de arrecadação do ITBI em 2011 frente a 2010 da ordem de 19% no Rio e 18% em São Paulo, mostrando que os preços atuais são sustentáveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concluindo: os preços dos imóveis no Brasil estão elevados? Sim, mas isso não significa que há uma bolha imobiliária no mercado e muito menos que esses preços irão baixar. Na realidade, a tendência é a de que continuem a subir em 2012 respondendo aos fatores de valorização que são expansão do PIB, redução dos juros e valorização das Bolsas de Valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="640" height="355" src="http://www.youtube.com/embed/9DbWDe_AJVc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-4436495627534257359?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-23T11:04:46.385-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-uGknPu5E6tI/T0JToEL8U1I/AAAAAAAAAzo/FzZY_C0fPSI/s72-c/Bolha-Imobiliaria-Exame.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-44.174724999999995 -92.3549675 15.704716999999999 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Existe uma Bolha Imobiliária no Brasil? Não, não há.</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/02/existe-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Imóveis</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 23 Feb 2012 06:04:35 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-405305767267744635</guid><description>Muito se debate sobre a existência de uma bolha no mercado imobiliário do Brasil. Em geral, as bolhas imobiliárias surgem em economias onde há ambiente permanente de juros baixos. Nada mais distante da realidade brasileira. Apesar dos cortes na Selic, a taxa de juros real ainda é das mais altas do mundo, e os percentuais praticados pelo mercado são muito superiores aos observados em países que passaram por esse processo de valorização insustentável do preço dos imóveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/02/existe-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil.html"&gt;&lt;img border="0" height="506" src="http://4.bp.blogspot.com/-pCP3QbhuOU4/T0JMBcKIUZI/AAAAAAAAAzg/m4an0o7nAqQ/s640/Bolha-Imobiliaria.jpg" width="640" alt="Bolha Imobiliária - Brasil" title="Há uma Bolha Imobiliária no Brasil?"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Outra característica de mercados suscetíveis à formação de bolhas é a atuação intensa de "flippers", ou seja, investidores que alocam recursos para o mercado imobiliário objetivando um lucro rápido. Eles exploram o setor como alternativa ao mercado de capitais ou como uma fonte de investimento meramente especulativo. Essa atividade aumenta artificialmente o valor do imóvel com o consequente desequilíbrio entre oferta e demanda.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Porcentagem do mercado de crédito imobiliário em relação ao PIB era de menos de 5% em abril de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que pese o argumento de que certos compradores de imóveis na planta possam estar especulando, vale notar que a natureza desse tipo de financiamento no Brasil é muito distinta de mercados como o americano pré-crise de 2008. Aqui, via sinal e parcelas mensais, o comprador capitaliza por vezes até 30% do valor do imóvel antes da entrega. Lá, compradores na planta investiam valores muito menores. Muitas vezes, sequer pagavam pela opção do direito de compra. E, quando da entrega do empreendimento, caso houvesse redução do valor de mercado do imóvel, muitos não exerciam a opção de compra, aumentando a oferta de imóveis no mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro aspecto que se observa é a ausência de produtos no mercado de crédito imobiliário brasileiro, onde o devedor possa financiar mais do que o valor de mercado do imóvel, pagar apenas a parcela referente aos juros da parcela (amortização negativa) ou/e obter crédito sem apresentação de documentação comprobatória de renda. Além disso, o arcabouço regulatório brasileiro é menos fragmentado que o americano. O BC regula e fiscaliza as entidades que concedem crédito imobiliário, diferentemente dos Estados Unidos, onde uma sistemática regulatória complexa possibilitava a existência dos chamados "bancos sombra", que concediam créditos sem avaliação devida da capacidade de pagamento do contratante, e operavam alheios à supervisão do regulador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que tange ao mercado de securitização, nota-se que as estruturas existentes no mercado brasileiro não atingiram a complexidade dos instrumentos mobiliários dos Estados Unidos. As estruturas dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) brasileiros (sênior/subordinado, por exemplo) são claras e chegam a ser consideradas até mesmo pueris quando comparadas aos instrumentos de seguro mobiliário ("monoliners") e as complexas estruturas de "collateralized debt obligations" (CDOs), que contavam com mais de 50 séries e títulos respaldando uma única emissão, fato que inviabilizava uma precificação adequada do instrumento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota-se ainda que, embora o mercado de capitais brasileiro esteja evoluindo como instrumento de financiamento da produção imobiliária (vide o sucesso e popularização dos fundos imobiliários), não há o excesso de liquidez que provocou desequilíbrio nos mercados financeiro-imobiliário europeu e americano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse sentido, dados de abril de 2011 do Banco Central do Brasil indicam que a porcentagem do mercado de crédito imobiliário em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) é de menos de 5%, muito inferior do que mercados como o espanhol (61%) e americano (70%). Mesmo crescendo, a disponibilidade do crédito imobiliário no Brasil seguirá sendo, por algum tempo, muito pequena quando comparada a outros países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houve um inegável aumento nos preços dos imóveis, em especial nos maiores centros metropolitanos, como Rio de Janeiro e São Paulo. Aí reside a suspeita da existência de uma bolha. Todavia, em vez de especulativa, tal valorização reflete o crescimento e estabilização da economia brasileira, o gatilho da chamada janela demográfica e o crescimento da capacidade de consumo e tomada de crédito de uma parcela considerável da população, que até então estava alheia ao mercado financeiro-imobiliário. Além disso, a inflação, embora estável, ainda impacta no mercado da construção civil com aumentos nos custo da matéria prima e mão de obra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabe-se que as bolhas especulativas são inerentes ao capitalismo e infelizmente sua identificação normalmente ocorra apenas com o benefício da retrospectiva. Embora não se observe sinais de que o mercado brasileiro esteja sob a égide de um processo especulativo, é importante que haja instrumentos para avaliação quantitativa da evolução dos preços dos imóveis para que reguladores, autoridade monetária e demais participantes do mercado financeiro-imobiliário monitorem a apreciação dos ativos imobiliários e enderecem os excessos adequadamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os índices hoje existentes no Brasil muitas vezes refletem os preços de venda ofertados (ou pedidos) por construtoras e corretores imobiliários, carecendo de uma metodologia que corroborem uma análise robusta e precisa. Um bom exemplo seria a adoção de um índice semelhante ao Case-Shiller Index dos Estados Unidos, com metodologia de âmbito nacional, porém representando a oscilação de preço em milhares de localidades, respeitadas as peculiaridades de cada região. Tal índice é alimentado por todos os participantes do mercado financeiro-imobiliário americano e reflete operações efetivamente realizadas em uma determinada área ou cidade. Naturalmente, a mera existência de tal índice não significa uma proteção contra processo especulativo, como se depreende da própria experiência americana. Porém, a existência de instrumentos e réguas adicionais permitirá que se aprenda com os erros e eventualmente mitigando, ou mesmo evitando, um processo especulativo no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte &lt;a href="http://www.valor.com.br/opiniao/2523888/ha-uma-bolha-imobiliaria" target="_blank"&gt;Valor Econômico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="640" height="355" src="http://www.youtube.com/embed/9DbWDe_AJVc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-405305767267744635?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-23T11:04:35.611-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-pCP3QbhuOU4/T0JMBcKIUZI/AAAAAAAAAzg/m4an0o7nAqQ/s72-c/Bolha-Imobiliaria.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-44.174724999999995 -92.3549675 15.704716999999999 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Setor Noroeste de Brasília: situação das obras em fevereiro de 2012</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/02/setor-noroeste-de-brasilia-situacao-das.html</link><category>Brasilia</category><category>santuariodospajes</category><category>Infraestrutura</category><category>setor-noroeste</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Sun, 19 Feb 2012 11:26:46 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-6306846606657587093</guid><description>A Setor Noroeste de Brasília, bairro nobre da Capital Federal, receberá seus primeiros moradores ainda em 2012, quando os primeiros edifícios forem entregues. O bairro que apresenta imóveis com valor médio de R$ 932k, terá de oito a dez edifícios prontos até o fim do ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/02/setor-noroeste-de-brasilia-situacao-das.html"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-fBN6gnnKeDA/T0FHQXV05QI/AAAAAAAAAtk/2N-dkqfV9dU/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(1).JPG" width="640" alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
As obras de infra-estrutura, porém, ainda precisam ser aceleradas, como mostram essas imagens feitas no bairro em 19/02/2012. Como se pode observar, o GDF precisa ainda fazer sua parte na instalação das redes de abastecimento de água e de luz e além da finalização da na urbanização da área.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NubgaOHSkBk/T0FHR3M15-I/AAAAAAAAAts/-r-byEYBYpQ/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(10).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-NubgaOHSkBk/T0FHR3M15-I/AAAAAAAAAts/-r-byEYBYpQ/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(10).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A pavimentação pavimentação asfáltica e o meio-fio do Noroeste, sobretudo nas áreas em que estão sendo feitos os primeiros empreendimentos, já está concluída, entretanto falta ainda o sistema de iluminação e de abastecimento de água, pois o que existe no local atende apenas os canteiros de obras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_y9PhL3Yk4o/T0FHS0wcqxI/AAAAAAAAAt0/hnCy79KUX-8/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(11).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-_y9PhL3Yk4o/T0FHS0wcqxI/AAAAAAAAAt0/hnCy79KUX-8/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(11).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No que respeita o paisagismo, há duas prioridades: a implantação do Parque Burle Marx e a complementação da infra-estrutura urbana nas vias de acesso ao novo bairro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CfLobpfFwFI/T0FHT8Aw91I/AAAAAAAAAt8/e7TtH6eNi-Y/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(13).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-CfLobpfFwFI/T0FHT8Aw91I/AAAAAAAAAt8/e7TtH6eNi-Y/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(13).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Segundo informações da ADEMI-DF, a licitação do Parque Burle Marx está concluída e as obras devem começar imediatamente, sendo que, em uma primeira etapa será feita urbanização inicial do parque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hPl0hRJCUew/T0FHUquftGI/AAAAAAAAAuE/uDd0iyojWFQ/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(14).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-hPl0hRJCUew/T0FHUquftGI/AAAAAAAAAuE/uDd0iyojWFQ/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(14).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, a Novacap deve concluir a pavimentação, drenagem e meios-fios, que custarão ao todo R$ 137 milhões, até junho deste ano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZidxwwmS_7w/T0FHWuqfM3I/AAAAAAAAAuM/oZZdimx0CuM/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(15).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZidxwwmS_7w/T0FHWuqfM3I/AAAAAAAAAuM/oZZdimx0CuM/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(15).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No que respeita o sistema de iluminação, a CEB estuda um novo sistema de iluminação baseado em LED - que reduz o consumo e adequada-se à proposta de ser um bairro ecológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-a0neuknx3Mg/T0FHXUubk9I/AAAAAAAAAuU/_FMbAiYbRDQ/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(16).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-a0neuknx3Mg/T0FHXUubk9I/AAAAAAAAAuU/_FMbAiYbRDQ/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(16).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Como se pode observar, são excelentes notícias para os compradores e investidores do Setor Noroeste. Até o fim de 2012 haverá paisagismo provisório da entrada e o Burle Marx pronto, mais a rede de esgoto e água concluída, além da implantação do sistema de iluminação provisório por LED.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-faE-yZr7lvI/T0FHYhkSsbI/AAAAAAAAAuc/IVCiYK0GdHQ/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(17).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-faE-yZr7lvI/T0FHYhkSsbI/AAAAAAAAAuc/IVCiYK0GdHQ/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(17).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Essas obras de infra-estrutura, assim como a entrega dos primeiros empreendimentos, fará com que os preços no Noroeste subam bastante, evidenciando o fato de que o momento atual é um dos mais oportunos para se comprar um imóvel no Noroeste, tendo em vista que, em termos reais, os preços estão bastante atrativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hA4HrhMsxh4/T0FHZWAoOyI/AAAAAAAAAuk/yadX5hxDHXg/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(18).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-hA4HrhMsxh4/T0FHZWAoOyI/AAAAAAAAAuk/yadX5hxDHXg/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(18).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A tendência dos preços no Setor Noroeste de Brasília é a subida, depois que toda a infra-estrutura estiver concluída e os primeiros moradores estiverem habitando o bairro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aMz6pyucGl0/T0FHaC-gziI/AAAAAAAAAus/8fE1SAZ6mVA/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(19).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-aMz6pyucGl0/T0FHaC-gziI/AAAAAAAAAus/8fE1SAZ6mVA/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(19).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Mais fotos do Setor Noroeste em Fevereiro de 2012:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4zsiSapdCS0/T0FHbC_f_LI/AAAAAAAAAu0/cDIOJiQSZk4/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(20).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-4zsiSapdCS0/T0FHbC_f_LI/AAAAAAAAAu0/cDIOJiQSZk4/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(20).JPG" width="640" alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2fB6fRDFvKE/T0FHbss50YI/AAAAAAAAAu8/RHSUapcwBFk/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(21).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-2fB6fRDFvKE/T0FHbss50YI/AAAAAAAAAu8/RHSUapcwBFk/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(21).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3yvE-3Qa1XU/T0FHcbe7pqI/AAAAAAAAAvE/cdrQmV5Ms_Y/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(22).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://2.bp.blogspot.com/-3yvE-3Qa1XU/T0FHcbe7pqI/AAAAAAAAAvE/cdrQmV5Ms_Y/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(22).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zoGjnVy-kMU/T0FHdMBatEI/AAAAAAAAAvM/ufC9XTj8Lwk/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(23).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-zoGjnVy-kMU/T0FHdMBatEI/AAAAAAAAAvM/ufC9XTj8Lwk/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(23).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--pj9yNmhORs/T0FHdwZoCiI/AAAAAAAAAvU/fkH0jGUh7qY/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(24).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://2.bp.blogspot.com/--pj9yNmhORs/T0FHdwZoCiI/AAAAAAAAAvU/fkH0jGUh7qY/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(24).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zvQMYHp7iD8/T0FHelHr6II/AAAAAAAAAvc/pLbEWSxevxs/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(25).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-zvQMYHp7iD8/T0FHelHr6II/AAAAAAAAAvc/pLbEWSxevxs/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(25).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kVibH4oc_Qk/T0FHfBs4UDI/AAAAAAAAAvk/LzCmxmERGYQ/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(26).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-kVibH4oc_Qk/T0FHfBs4UDI/AAAAAAAAAvk/LzCmxmERGYQ/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(26).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dr0b5KjcSdw/T0FHha5IBeI/AAAAAAAAAvs/30J54cWf0M0/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(27).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-dr0b5KjcSdw/T0FHha5IBeI/AAAAAAAAAvs/30J54cWf0M0/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(27).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-akKZYc0dsuw/T0FHh7WQlWI/AAAAAAAAAv0/n15IQCNbNYk/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(28).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-akKZYc0dsuw/T0FHh7WQlWI/AAAAAAAAAv0/n15IQCNbNYk/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(28).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9v_Wn3JYCTU/T0FHiv1Q5JI/AAAAAAAAAv8/0w9eazCllpA/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(29).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://2.bp.blogspot.com/-9v_Wn3JYCTU/T0FHiv1Q5JI/AAAAAAAAAv8/0w9eazCllpA/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(29).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MuPpSOalOiw/T0FHjezU0LI/AAAAAAAAAwE/wZ1Fa6Xw5pc/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(30).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-MuPpSOalOiw/T0FHjezU0LI/AAAAAAAAAwE/wZ1Fa6Xw5pc/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(30).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gsYiatmtx3A/T0FHjx-WFII/AAAAAAAAAwM/k3gZnJ1S5eg/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(31).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-gsYiatmtx3A/T0FHjx-WFII/AAAAAAAAAwM/k3gZnJ1S5eg/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(31).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UVkFeTdu7tI/T0FHkvXtuzI/AAAAAAAAAwU/PBjvrkdm5kc/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(32).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-UVkFeTdu7tI/T0FHkvXtuzI/AAAAAAAAAwU/PBjvrkdm5kc/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(32).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-HrpOpBnQ7Ug/T0FHmq7k02I/AAAAAAAAAwc/t0SAn_HsL8A/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(33).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-HrpOpBnQ7Ug/T0FHmq7k02I/AAAAAAAAAwc/t0SAn_HsL8A/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(33).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--qUZkYkaB8U/T0FHnOlTkLI/AAAAAAAAAwk/fK2ThhDgDzM/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(34).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/--qUZkYkaB8U/T0FHnOlTkLI/AAAAAAAAAwk/fK2ThhDgDzM/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(34).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NYjk0_YhXoo/T0FHn2zqk6I/AAAAAAAAAws/PidodIWxt5Y/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(35).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-NYjk0_YhXoo/T0FHn2zqk6I/AAAAAAAAAws/PidodIWxt5Y/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(35).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-K2l1exUwk_Y/T0FHomlvX7I/AAAAAAAAAw0/HyORX0J0ZW0/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(36).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-K2l1exUwk_Y/T0FHomlvX7I/AAAAAAAAAw0/HyORX0J0ZW0/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(36).JPG" width="640" alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BfPHKgi69UQ/T0FHpR-Nd2I/AAAAAAAAAw8/HeR8UxBNNlE/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(37).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-BfPHKgi69UQ/T0FHpR-Nd2I/AAAAAAAAAw8/HeR8UxBNNlE/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(37).JPG" width="640" alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3StpCh-FjT4/T0FHp6ohVhI/AAAAAAAAAxE/I0Oag-IzgEs/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(38).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-3StpCh-FjT4/T0FHp6ohVhI/AAAAAAAAAxE/I0Oag-IzgEs/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(38).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-W1iOT-ebiDI/T0FHqk5lggI/AAAAAAAAAxM/0pdtQHutOJ8/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(39).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-W1iOT-ebiDI/T0FHqk5lggI/AAAAAAAAAxM/0pdtQHutOJ8/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(39).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cgF7mZvm1Wg/T0FHrJfIN8I/AAAAAAAAAxU/5KOAzddYtcY/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(40).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-cgF7mZvm1Wg/T0FHrJfIN8I/AAAAAAAAAxU/5KOAzddYtcY/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(40).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KnwzXV1aeS8/T0FHtAkcR6I/AAAAAAAAAxc/741xbbtuJ4Q/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(41).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-KnwzXV1aeS8/T0FHtAkcR6I/AAAAAAAAAxc/741xbbtuJ4Q/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(41).JPG" width="640" alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-o1_UCtRF5Jc/T0FHt0HfJOI/AAAAAAAAAxk/YcX5XiBQSdE/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(42).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-o1_UCtRF5Jc/T0FHt0HfJOI/AAAAAAAAAxk/YcX5XiBQSdE/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(42).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Vh-FAAnID8Y/T0FHuwxdCII/AAAAAAAAAxs/N0wRFPnwK-4/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(43).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-Vh-FAAnID8Y/T0FHuwxdCII/AAAAAAAAAxs/N0wRFPnwK-4/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(43).JPG" width="640"  alt="Setor Noroeste de Brasília" title="Setor Noroeste de Brasília"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1KKN7bCCVnA/T0FHvkxafFI/AAAAAAAAAx0/oChYlxsypDU/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(44).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-1KKN7bCCVnA/T0FHvkxafFI/AAAAAAAAAx0/oChYlxsypDU/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(44).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9Ddmhtcbaio/T0FHxVIGqRI/AAAAAAAAAx8/0WcziBsjWKI/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(45).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://2.bp.blogspot.com/-9Ddmhtcbaio/T0FHxVIGqRI/AAAAAAAAAx8/0WcziBsjWKI/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(45).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TyZvzj9zuV8/T0FHyCiJj2I/AAAAAAAAAyE/bm54ZoBnSgs/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(46).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-TyZvzj9zuV8/T0FHyCiJj2I/AAAAAAAAAyE/bm54ZoBnSgs/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(46).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wkNTXOgHwt8/T0FHz8sXZeI/AAAAAAAAAyM/ZBUu3_Cx4fQ/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(47).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://4.bp.blogspot.com/-wkNTXOgHwt8/T0FHz8sXZeI/AAAAAAAAAyM/ZBUu3_Cx4fQ/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(47).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gAQtL_Y5wdE/T0FH08_IjfI/AAAAAAAAAyU/nRV3IMGo-fc/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(48).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://2.bp.blogspot.com/-gAQtL_Y5wdE/T0FH08_IjfI/AAAAAAAAAyU/nRV3IMGo-fc/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(48).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-J2jX5MZ7eQ4/T0FH1sZI_mI/AAAAAAAAAyc/DDrbgHSz8UE/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(49).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-J2jX5MZ7eQ4/T0FH1sZI_mI/AAAAAAAAAyc/DDrbgHSz8UE/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(49).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CDODS5HNEv4/T0FH2gqztcI/AAAAAAAAAyk/Um-rdR_yflI/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(5).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://2.bp.blogspot.com/-CDODS5HNEv4/T0FH2gqztcI/AAAAAAAAAyk/Um-rdR_yflI/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(5).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BrThKm-KXwk/T0FH3bxJNoI/AAAAAAAAAys/FgGdbJiGncU/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(50).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-BrThKm-KXwk/T0FH3bxJNoI/AAAAAAAAAys/FgGdbJiGncU/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(50).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yhW2vYVFq9o/T0FH36Mm7nI/AAAAAAAAAy0/ofDZaWxY8ZE/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(51).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-yhW2vYVFq9o/T0FH36Mm7nI/AAAAAAAAAy0/ofDZaWxY8ZE/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(51).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-L35oJWcUdhM/T0FH4oJdAmI/AAAAAAAAAy8/6npH2pzmJKQ/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(6).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-L35oJWcUdhM/T0FH4oJdAmI/AAAAAAAAAy8/6npH2pzmJKQ/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(6).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tML5mtupzgk/T0FH5H_-oXI/AAAAAAAAAzE/sVQORmal-QE/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(8).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://3.bp.blogspot.com/-tML5mtupzgk/T0FH5H_-oXI/AAAAAAAAAzE/sVQORmal-QE/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(8).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1aYoBB4S2_Q/T0FH6qLpJCI/AAAAAAAAAzM/dyCraK1UqQU/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(9).JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-1aYoBB4S2_Q/T0FH6qLpJCI/AAAAAAAAAzM/dyCraK1UqQU/s640/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(9).JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-6306846606657587093?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-19T16:26:46.204-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-fBN6gnnKeDA/T0FHQXV05QI/AAAAAAAAAtk/2N-dkqfV9dU/s72-c/Setor-Noroeste-Brasilia-infra-estrutura+(1).JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Mato Grosso, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-90.0 146.35597 63.949974999999995 109.79347</georss:box></item><item><title>Pinheirinho em São José dos Campos: uma vitória da Democracia e o do Estado de Direito</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/01/pinheirinho-em-sao-jose-dos-campos-uma.html</link><category>PSDB</category><category>Politica</category><category>PT</category><category>santuariodospajes</category><category>Infraestrutura</category><category>pinheirinho</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 14:06:07 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-3992602641881684234</guid><description>A favela do Pinheirinho, em São José dos Campos, estava ocupada ilegalmente por cerca de mil e quinhentas famílias desde 2004. A área, que pertence à massa falida do grupo Selecta, teve sua reintegração de posse autorizada pela juíza Márcia Faria Mathey Loureiro, da 6ª Vara Cível de São José dos Campos, em julho de 2011. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/01/pinheirinho-em-sao-jose-dos-campos-uma.html"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-hR-Q7ozpZQw/TyW7XtG7EpI/AAAAAAAAAtE/t9_EydeYV0A/s640/Pinheirinho-Sao-Jose-dos-Campos.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Neste começo de 2012 o Governo do Estado de São Paulo, em operação conjunta com a prefeitura de São José dos Campos, executaram a reintegração de posse, retirando da área as famílias ilegalmente alojadas no local.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O episódio serviu para que o PT fizesse seu tradicional proselitismo onde os fatos são ocultados e versões são vendidas. Na Internet, os blogs financiados com o dinheiro do governo federal, divulgaram mentiras sobre a reintegração de posse, afirmando que teria ocorrido mortes e feridos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não ocorreu nada disso, pois a &lt;a href="http://www.polmil.sp.gov.br/" target="_blank"&gt;PM de São Paulo&lt;/a&gt; não dispunha de armas letais na reintegração de posse, portanto não teria como ferir alguém. Até a EBC - Empresa Brasileira de Comunicação - comandada pelo PT divulgou essas versões, e depois teve que se desculpar assumindo os erros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="355" src="http://www.youtube.com/embed/k84Mzm60qcg" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os fatos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Operação Pinheirinho terá um custo total de R$ 109,4 milhões, sendo que desse total, o maior investimento será na construção das moradias para abrigar as famílias do acampamento: R$ 88 milhões. Até que o conjunto habitacional fique pronto, os sem-teto vão receber um ‘aluguel social’ de R$ 500 mensais que vai atingir a cifra de R$ 9 milhões em 18 meses --prazo previsto para a construção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-t-5B2QA7YIU/TyW6vb0_01I/AAAAAAAAAs8/lt_167zQo9k/s1600/Operacao-Pinheirinho-Custos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-t-5B2QA7YIU/TyW6vb0_01I/AAAAAAAAAs8/lt_167zQo9k/s1600/Operacao-Pinheirinho-Custos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Empresa tentou mediar regularização&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os vereadores de São José dos Campos tentaram estabelecer um acordo para a desocupação em 2008, intermediando uma negociação com os representantes dos moradores. O acordo faria com que cada família pudesse ter o seu lote pagando R$ 60 a R$ 100 por dez anos.  Entretanto os representantes dos moradores, que eram na realidade candidatos a vereador do PSTU, recusaram a oferta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses "administradores do Pinheirinho" evidentemente que não tinham interesse resolver a vida das pessoas que estavam no Pinheirinho, pois lucravam com isso: cobravam uma taxa mensal dos moradores, como mostra o vídeo abaixo, gravado pela imprensa de São José dos Campos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="464" src="http://www.youtube.com/embed/tPIY0FE84Wo" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de todas as mentiras que foram divulgadas na Internet sobre o processo de reintegração de posse, os fatos vão surgindo. A juíza Mathey Loureiro, que determinou a reintegração de posse da área do Pinheirinho, em entrevista abaixo, mostra como o Governo de São Paulo e a PM de São Paulo agiram com competência e honra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="355" src="http://www.youtube.com/embed/NtupI-OpCGY" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa entrevista deixa clara todas as providências que foram tomadas para a desocupação. Planejamento cuidadoso por parte do Governo de São Paulo e da prefeitura de São José dos Campos. E evidencia também que o Governo Federal estava envolvido na negociação mas não quis ajudar em nada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A favela do Pinheirinho estava sendo explorada politicamente por candidados a políticos locais, que cobravam propina da população que lá residia ilegalmente. Entretanto, as famílias que foram removidas terão agora um lugar digno para morar, pois serão construídas casas para todas as famílias pelo governo do Estado de São Paulo. Enquanto as casas não ficam prontas, o governo bancará um aluguel de até R$500 reais para todas as famílias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parabéns ao &lt;a href="http://www.saopaulo.sp.gov.br/" target="_blank"&gt;Governo de São Paulo&lt;/a&gt;, à PM de Sâo Paulo, que agiram com competência para manter a ordem e também para dar às pessoas que moravam na favela um local digno para viver, com infraestrutura de saneamento básico e tudo que é necessário em um bairro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-3992602641881684234?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-29T19:06:07.436-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-hR-Q7ozpZQw/TyW7XtG7EpI/AAAAAAAAAtE/t9_EydeYV0A/s72-c/Pinheirinho-Sao-Jose-dos-Campos.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-40.023103500000005 -92.3549675 11.553095500000001 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Pichação: a expressão mais visível da idiotia</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/01/pichacao-expressao-mais-visivel-da.html</link><category>Politica</category><category>comportamento</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 12:49:31 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-918630919310431049</guid><description>São Paulo vem desenvolvendo há alguns anos uma batalha contra a poluição visual, com esforços e resultados importantes, como a Lei Cidade Limpa, a demolição de edifícios abandonados e o planejamento da derrubada do Minhocão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/01/pichacao-expressao-mais-visivel-da.html"&gt;&lt;img alt="Pìchadores em São Paulo - idiotas" border="0" height="352" src="http://3.bp.blogspot.com/-KoiJmegNOPc/TyVO2cQt1fI/AAAAAAAAAso/9vHw9OFDqXs/s640/pichacao-sao-paulo.jpg" title="Idiotas picham São Paulo" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, a batalha mais importante dessa cruzada para deixar uma cidade mais limpa e agradável para todos é contra a imbecilidade e idiotia humana expressa na pichação e no graffiti. Li no &lt;a href="http://www.nytimes.com/2012/01/29/world/americas/at-war-with-sao-paulos-establishment-black-paint-in-hand.html" target="_blank"&gt;New York Time&lt;/a&gt;s que esses dementes que picham São Paulo acreditam estar fazendo "protesto social".&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Tipos como Rafael Guedes Augustaitiz, que já tem 27 anos, ainda acham que "praticam guerra de classe" com a imundície que ele e sua gangue disseminam na cidade. Ele lidera um bando de bestas que arriscam a vida subindo em edifícios para deixar sua marca estúpida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas gangues de pichadores são constituídas em média por dez idiotas, em geral idiotas jovens da periferia. Retardados que se juntam em associações de gangues, que podem ter até 50 estúpidos, com nomes patéticos como "Os primeiros 50" ou "Registrados sob o Código Penal".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns morrem na tarefa, mas como a capacidade de proliferação dos idiotas é enorme, isso não é realmente um problema para eles. Sempre será agradável, porém, saber quando um deles se deu mal, como o babaca pichador de 18 anos de Campinas que caiu de um edifício, ou o pichador em Belo Horizonte morto a tiros por um vigia noturno quando se preparava para sujar a cidade sua sua estupidez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="376" src="http://www.youtube.com/embed/s1X2toIrnGg" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No documentário "Pixo", de John Weiner, fica evidenciada o tamanho da estupidez. Esses ignorantes gastam seu já pouco dinheiro e arriscam a vida subindo em edifícios para pichar...e depois reclamam da "injustiça social". O problema não é injustiça social, é demência, retardamento mental. Pois só isso explica uma pessoa que já não tem dinheiro, gastar o pouco que tem com uma inutilidade dessa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Grafitti: a imbecilidade travestida de arte&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-W8yX5tKuvIQ/TyVSa-bhtNI/AAAAAAAAAs0/DHp_q7qnMAY/s1600/Grafitti-SP.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Grafitti em Sâo Paulo" border="0" height="427" src="http://4.bp.blogspot.com/-W8yX5tKuvIQ/TyVSa-bhtNI/AAAAAAAAAs0/DHp_q7qnMAY/s640/Grafitti-SP.jpg" title="Grafitti em São Paulo: imbecilidade travestida de arte" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Mas existem também os que se acham "artistas", os pichadores chamados de grafiteiros. Acreditam estar fazendo arte ao sujar as ruas com seus desenhos de mau gosto. Não é uma coisa nem outra. É apenas uma forma menos vazia de tornar a cidade mais feia. Da mesma forma, a racionalidade sugere que não deveriam perder seu tempo e seu dinheiro com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="376" src="http://www.youtube.com/embed/s1X2toIrnGg" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Paulo em particular e o Brasil em geral precisam adotar uma postura mais firme com relação a esses dementes. Se eles não podem cuidar de si próprios, o Estado e a sociedade precisam adotar meios para coibir essa prática de forma mais afirmativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As cidades de Nova York e Las Vegas nos EUA também tiveram problemas com esses dementes, mas incentivaram a população a acionar a Polícia quando constatavam um evento como esse em curso. As penas foram aumentadas e a repressão foi reforçada. O resultado são cidades mais limpas e agradáveis para todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-918630919310431049?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-29T17:49:31.884-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-KoiJmegNOPc/TyVO2cQt1fI/AAAAAAAAAso/9vHw9OFDqXs/s72-c/pichacao-sao-paulo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-40.023103500000005 -92.3549675 11.553095500000001 -11.4955925</georss:box></item><item><title>O trânsito em São Paulo: causas e consequências</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/01/o-transito-em-sao-paulo-causas-e.html</link><category>santuariodospajes</category><category>Infraestrutura</category><category>Economia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:21:56 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-149834140155663646</guid><description>Interessante documentário sobre a evolução da infraestrutura urbana de São Paulo da década de 20 até os dias de hoje, mostrando que as escolhas feitas naquela época, em termos de critérios de urbanização, estão nas causas dos principais problemas da cidade de São Paulo hoje em dia: trânsito e enchentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/01/o-transito-em-sao-paulo-causas-e.html"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-kJLKs8GeX1U/TxNVi0XDMHI/AAAAAAAAAsg/sKASms5oTyA/s640/Transito-SP.jpg" width="640" alt="trânsito em São Paulo" title="Trânsito em São Paulo"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O documentário embute uma crítica à construção do trecho norte do Rodoanel. Entretanto, sem o Rodoanel,  São Paulo, que já está parada, vai ficar imobilizada.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="383" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/25113784?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-149834140155663646?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T00:21:56.639-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-kJLKs8GeX1U/TxNVi0XDMHI/AAAAAAAAAsg/sKASms5oTyA/s72-c/Transito-SP.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Privataria Tucana - a resposta de Verônica Serra aos difamadores</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2012/01/privataria-tucana-resposta-de-veronica.html</link><category>Privatizações</category><category>privatariatucana</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Sun, 08 Jan 2012 13:47:26 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-4647355398863074024</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Verônica Serra, filha do ex-governador de São Paulo, a propósito do mais recente dossiê - este em forma de livro - fabricado contra o &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/search/label/PSDB" target="_blank"&gt;PSDB&lt;/a&gt; - é uma peneira gasta para tapar o sol da corrupção em série nos governos do PT. Nada foi mais investigado no Brasil do que as privatizações. A tentativa de ressuscitar o tema seria ridícula se mirasse apenas os alvos preferenciais do petismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2012/01/privataria-tucana-resposta-de-veronica.html"&gt;&lt;img alt="Privataria Tucana" border="0" height="480" src="http://3.bp.blogspot.com/-QH_Cl6P7fIc/TwoOtnk8lmI/AAAAAAAAAsY/Mlt9ywoqOf8/s640/privatatia-tucana.jpg" title="Tucano" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas atacar a família de um adversário do jeito que têm atacado Verônica ultrapassa qualquer limite da “luta política”, como eles dizem. Até bandidos têm código. Os que estão por trás deste ataque não têm nenhum.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_HW1mal2oD0/Twd4oIjHdMI/AAAAAAAAAsQ/g0SdF0OTZLc/s1600/privataria-tucana.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Privataria Tucana - resposta de Verônica Serra" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-_HW1mal2oD0/Twd4oIjHdMI/AAAAAAAAAsQ/g0SdF0OTZLc/s1600/privataria-tucana.jpg" title="Privataria Tucana - Resposta de Verônica Serra" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segue a nota de Verônica:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos últimos dias, têm sido publicadas e republicadas, na imprensa escrita e eletrônica, insinuações e acusações totalmente falsas a meu respeito. São notícias plantadas desde 2002 — ano em que meu pai foi candidato a presidente pela primeira vez — e repetidas em todas as campanhas posteriores, não obstantes os esclarecimentos prestados a cada oportunidade. Basta lembrar que, em 2010, fui vítima de quebra ilegal de sigilo fiscal, tendo seus autores sido indiciados pela Polícia Federal. E, agora, uma organizada e fartamente financiada rede de difamação dedicou-se a propalar infâmias intensamente através de um livro e pela internet. Para atingir meu pai, buscam atacar a sua família com mentiras e torpezas.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="376" src="http://www.youtube.com/embed/bY4bpX600HM" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
1. Quais são os fatos?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Nunca estive envolvida nem remotamente com qualquer tipo de movimentação ilegal de recursos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Jamais intermediei nenhum negócio entre empresa privada e setor público no Brasil ou em qualquer parte do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Não fui sócia de Verônica Dantas, apenas integramos o mesmo conselho de administração.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Faço uma breve reconstituição desses fatos, comprováveis por farta documentação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
2. No período entre Setembro de 1998 e Março de 2001, trabalhei em um fundo chamado International Real Returns (IRR) e atuava como sua representante no Brasil. Minha atuação no IRR restringia-se à de representante do Fundo em seus investimentos. Em nenhum momento fui sua sócia ou acionista. Há provas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
3. Esse fundo, de forma absolutamente regular e dentro de seu escopo de atuação, realizou um investimento na empresa de tecnologia Decidir. Como conseqüência desse investimento, o IRR passou a deter uma participação minoritária na empresa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
4. A Decidir era uma empresa “ponto.com”, provedora de três serviços: (I) checagem de crédito; (II) verificação de identidade e (III) processamento de assinaturas eletrônicas. A empresa foi fundada na Argentina, tinha sede em Buenos Aires, onde, aliás, se encontrava sua área de desenvolvimento e tecnologia. No fim da década de 90, passou a operar no Brasil, no Chile e no México, criando também uma subsidiária em Miami, com a intenção de operar no mercado norte-americano.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
5. Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão. Ao contrário do que afirmam detratores levianos, sem provar nada, a Decidir não era uma empresa de fachada para operar negócios escusos. Todas e quaisquer transações relacionadas aos aportes de investimento eram registradas nos órgãos competentes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
6. Em conseqüência do investimento feito pelo IRR na Decidir, passei a integrar o seu Conselho de Administração (ou, na língua inglesa, “Board of Directors”), representando o fundo para o qual trabalhava.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
7. À época do primeiro investimento feito pelo IRR na Decidir, o fundo de investimento Citibank Venture Capital (CVC) – administrado, no âmbito da América Latina, desde Nova Iorque – liderou a operação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
8. Como o CVC tinha uma parceria com o Opportunity para realizar investimentos no Brasil, convidou-o a co-investir na Decidir, cedendo uma parte menor de seu aporte. Na mesma operação de capitalização da Decidir, investiram grandes e experientes fundos internacionais, dentre os quais se destacaram o HSBC, GE Capital e Cima Investments.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
9. Nessa época, da mesma forma como eu fui indicada para representar o IRR no Conselho de Administração da Decidir, a Sra. Veronica Dantas foi indicada para participar desse mesmo conselho pelo Fundo Opportunity. Éramos duas conselheiras (e não sócias), representando fundos distintos, sem relação entre si anterior ou posterior a esta posição no conselho da empresa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
10. O fato acima, no entanto, serviu de pretexto para a afirmação (feita pela primeira vez em 2002) de que eu fui sócia de Verônica Dantas e, numa ilação maldosa, de que estive ligada às atividades do empresário Daniel Dantas no processo de privatização do setor de telecomunicações no Brasil. Em 1998, quando houve a &lt;a href="http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/BNDES_Transparente/Privatizacao/index.html" target="_blank"&gt;privatização&lt;/a&gt;, eu morava há quatro anos nos Estados Unidos, onde estudei em Harvard e trabalhei em Nova York numa empresa americana que não tinha nenhum negócio no Brasil, muito menos com a privatização.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
11. Participar de um mesmo Conselho de Administração, representando terceiros, o que é comum no mundo dos negócios, não caracteriza sociedade. Não fundamos empresa juntas, nem chegamos a nos conhecer, pois o Opportunity destacava um de seus funcionários para acompanhar as reuniões do conselho da Decidir, realizadas sempre em Buenos Aires.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
12. Outra mentira grotesca sustenta que fui indiciada pela &lt;a href="http://www.dpf.gov.br/" target="_blank"&gt;Polícia Federal&lt;/a&gt; em processo que investiga eventuais quebras de sigilo. Não fui ré nem indiciada. Nunca fui ouvida, como pode comprovar a própria Polícia Federal. Certidão sobre tal processo,  da Terceira Vara Criminal de São Paulo, de 23/12/2011, atesta que “Verônica Serra não prestou declarações em sede policial, não foi indiciada nos referidos autos, tampouco houve oferecimento de denúncia em relação à mesma.”&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
13. Minhas ligações com a Decidir terminaram formalmente em Julho de 2001, pouco após deixar o IRR, fundo para o qual trabalhava. Isso ressalta a profunda má fé das alegações de um envolvimento meu com operações financeiras da Decidir realizadas em 2006. Essas operações de 2006 – cinco anos após minha saída da empresa – são mostradas num fac-símile publicado pelos detratores, como se eu ainda estivesse na empresa. Não foi mostrado (pois não existe) nenhum documento que comprove qualquer participação minha naquelas operações. Os que pretendem atacar minha honra confiam em que seus eventuais leitores não examinem fac-símiles que publicam, nem confiram datas e verifiquem que nomes são citados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
14. Mentem, também, ao insinuar que eu intermediei negócios da Decidir com governos no Brasil. Enquanto eu estive na Decidir, a empresa jamais participou de nenhuma licitação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Encerro destacando que posso comprovar cada uma das afirmações que faço aqui. Já os caluniadores e difamadores não podem provar uma só de suas acusações e vão responder por isso na justiça. Resta-me confiar na Polícia e na Justiça do meu país, para que os mercadores da reputação alheia não fiquem impunes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://blogdosalto.blogspot.com/2012/01/resposta-aos-difamadores-nota-de.html" target="_blank"&gt;Felipe Saito&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-4647355398863074024?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-08T18:47:26.242-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-QH_Cl6P7fIc/TwoOtnk8lmI/AAAAAAAAAsY/Mlt9ywoqOf8/s72-c/privatatia-tucana.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-43.620024 -92.3549675 15.150016 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Retrospectiva 2011 via Google Zeitgeist</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/12/retrospectiva-2011-via-google-zeitgeist.html</link><category>Politica</category><category>Economia</category><category>Ciencia-Tecnologia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 15 Dec 2011 20:09:52 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-500424144366728212</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Google emite todo ano um relatório consolidado do mercado de buscas, e disponibiliza essas informações no &lt;a href="http://www.googlezeitgeist.com/en/" target="_blank"&gt;Google Zeitgeist&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/12/retrospectiva-2011-via-google-zeitgeist.html"&gt;&lt;img alt="Retrospectiva 2011" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-t-pioH9QilQ/TurEHL1O9rI/AAAAAAAAAsA/MyZZ8R7WckQ/s1600/Retrospectiva-2011.jpg" title="Retrospectiva 2011" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A retrospectiva de 2011 já foi lançada junto com vídeo, que você confere abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="386" src="http://www.youtube.com/embed/SAIEamakLoY" width="700"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-500424144366728212?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-16T01:09:52.158-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-t-pioH9QilQ/TurEHL1O9rI/AAAAAAAAAsA/MyZZ8R7WckQ/s72-c/Retrospectiva-2011.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-40.023103500000005 -92.3549675 11.553095500000001 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Emplavi aciona judicialmente os manifestantes anti-noroeste</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/12/emplavi-aciona-judicialmente-os.html</link><category>Brasilia</category><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>santuariodospajes</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 09:57:32 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-7566238155188476964</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A &lt;a href="http://www.emplavi.com.br/"&gt;Construtora Emplavi&lt;/a&gt; fez saber por meios de seus canais institucionais de comunicação, que entrou com ação judicial de reparação de danos materiais contra os manifestantes do Setor Noroeste que depredaram, destruíram e impediram suas operações no &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/ideologia-da-inveja-e-o-movimento.html" target="_blank"&gt;Setor Noroeste, em Brasília&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/12/emplavi-aciona-judicialmente-os.html"&gt;&lt;img alt="Emplavi - Setor Noroeste - Indígenas" border="0" height="367" src="http://1.bp.blogspot.com/-hXD50PtjOOE/TuJCV3yMi_I/AAAAAAAAArg/JVnZGRoGw_4/s640/Emplavi-Jardins-Planalto.jpg" title="Emplavi - Setor Noroeste - Indígenas" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A empresa impetrou na última terça-feira (06/12) ação contra os manifestantes (estudantes desocupados da UNB auto-intitulados "ambientalistas") que tentam impedir a livre consecução das obras no novo bairro ecológico de Brasília - o Setor Noroeste.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A empresa participou de licitação pública da &lt;a href="http://www.terracap.df.gov.br/" target="_blank"&gt;Companhia Imobiliária do Distrito Federal – TERRACAP&lt;/a&gt;, certame onde sagrou-se vencedora das projeções I e J da Super quadra Noroeste 108 (SQNW 108), onde a empresa edifica o Jardins Alvorada e o &lt;a href="http://www.jardinsplanalto.com.br/" target="_blank"&gt;Jardins Planalto&lt;/a&gt; (cujas imagens ilustram este post).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O objetivo da construtora brasiliense com a ação judicial é o de responsabilizar os manifestantes pelos danos e prejuízos causados ao seu canteiro de obras, o qual foi instalado mediante o atendimento de todos os requisitos legais, urbanísticos e ambientais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ifStS_6sn5w/TuJCq1X6KSI/AAAAAAAAAro/Bx658Mdlybk/s1600/Emplavi-Acao-Justica-Noroeste.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Emplavi entra com ação contra manifestantes" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-ifStS_6sn5w/TuJCq1X6KSI/AAAAAAAAAro/Bx658Mdlybk/s1600/Emplavi-Acao-Justica-Noroeste.jpg" title="Emplavi entra com ação contra manifestantes" /&gt;&lt;/a&gt;Apesar disso, a empresa teve seu livre direito de exercício de sua propriedade impedido, de forma torpe e ilegal, por um grupo de pessoas, que não eram indígenas, e que se dizem "representantes da sociedade civil", mas que na realidade são, em sua maioria estudantes estudantes que não trabalham e são sustentados pelos respectivos papais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tais estudantes, sem algo melhor do que se ocupar, adotam ações de violência contra os trabalhadores dos canteiros de obras das construtoras, promovendo atos de vandalismo como a destruição e queimada das cercas e tapumes instalados pela empresa, além de pichação de máquinas e equipamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os manifestantes avisaram, na ocasião, que ficariam no local para destruir o que houvesse e impedir o início das obras de construção dos empreendimentos previstos para o terreno.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para evitar novas ações de vandalismo, a Emplavi teve que contratar uma empresa de segurança para permanecer no local 24 horas por dia, acarretando assim mais prejuízos para a construtora. Com a ação na Justiça a Emplavi Incorporações Imobiliárias LTDA, aguarda agora ser ressarcida pelos danos materiais causados pelos manifestantes. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TbDFY9b1-2w/TuJDQi-4rQI/AAAAAAAAArw/eqCdL627cl8/s1600/Emplavi-Jardins-Planalto-vista-interna.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Emplavi - Jardins Planalto - vista interna" border="0" height="437" src="http://3.bp.blogspot.com/-TbDFY9b1-2w/TuJDQi-4rQI/AAAAAAAAArw/eqCdL627cl8/s640/Emplavi-Jardins-Planalto-vista-interna.jpg" title="Emplavi - Jardins Planalto - vista interna" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
É importante apontar, também, que entre os desocupados da UNB que tentam impedir os outros de trabalhar no Setor Noroeste encontram-se também outros que militam nas marchas para liberação de &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/santuario-dos-pajes-chega-ao-fim-ao-fim.html" target="_blank"&gt;drogas ilícitas em Brasília&lt;/a&gt;, como pode ser visto &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/setor-noroeste-obtem-vitoria-judicial.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-7566238155188476964?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-09T14:57:32.050-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-hXD50PtjOOE/TuJCV3yMi_I/AAAAAAAAArg/JVnZGRoGw_4/s72-c/Emplavi-Jardins-Planalto.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasília - DF, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-15.7801482 -47.9291698</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-16.2691132 -48.5608838 -15.291183199999999 -47.297455799999994</georss:box></item><item><title>A primeira coisa que eu faço quando vejo uma bolha é comprar - George Soros</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/primeira-coisa-que-eu-faco-quando-vejo.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Investimentos</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 09:45:22 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-3747348573871467393</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto alguns revoltados com o lucro alheio ficam &lt;a href="http://housingmarketbr.blogspot.com/2011/11/relatos-de-uma-bolha.html" target="_blank"&gt;torcendo&lt;/a&gt; por estouro de bolhas (já estão torcendo há mais de um ano), investidores estão surfando em subidas de preços. O mega especulador do mercado financeiro George Soros afirma, em entrevista ao The Wall Street Jornal que "&lt;i&gt;&lt;b&gt;quando vejo uma bolha primeiro que eu faço é comprar&lt;/b&gt;, porque se eu estiver certo, a bolha vai desenvolver e eu vou ganhar dinheiro. E se eu vejo uma bolha e vejo uma falha na bolha, então eu fico realmente feliz, porque eu sei que eu preciso vender - a maioria das bolhas você não sabe que elas são bolhas&lt;/i&gt;."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/primeira-coisa-que-eu-faco-quando-vejo.html"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-HopcVxawsa0/TuJI9HgGw7I/AAAAAAAAAr4/n_T0Xq9sKvc/s1600/George-Soros-Quantum-Fund-Bubble.jpg" "alt="George Soros: a primeira coisa que eu faço quando vejo uma bolha é comprar" title="George Soros: a primeira coisa que eu faço quando vejo uma bolha é comprar"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais algumas citações de George Soros:&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;i&gt;Eu perdi um monte de dinheiro na bolha das ponto.co porque eu sai muito cedo."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Mercados são imprevisíveis, mas isso não significa que não se pode prevê-los."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Você não pode esperar que os participantes do mercado resistam a uma bolha, você pode esperar que eles irão se juntar a bolha, e quando todos estão na bolha é quando o fim chegou. É por isso que você precisa de REGULADORES.&lt;/i&gt;"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;embed base="http://admin.brightcove.com" bgcolor="#FFFFFF" flashvars="videoId=28217116001&amp;amp;playerId=607698505&amp;amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;amp;domain=embed&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;" height="576" name="flashObj" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash" seamlesstabbing="false" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/607698505" swliveconnect="true" type="application/x-shockwave-flash" width="680"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-3747348573871467393?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-09T14:45:22.260-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-HopcVxawsa0/TuJI9HgGw7I/AAAAAAAAAr4/n_T0Xq9sKvc/s72-c/George-Soros-Quantum-Fund-Bubble.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-44.174724999999995 -92.3549675 15.704716999999999 -11.4955925</georss:box><enclosure url="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/607698505" length="43667" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/607698505" fileSize="43667" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Enquanto alguns revoltados com o lucro alheio ficam torcendo por estouro de bolhas (já estão torcendo há mais de um ano), investidores estão surfando em subidas de preços. O mega especulador do mercado financeiro George Soros afirma, em entrevista ao The </itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</itunes:author><itunes:summary>Enquanto alguns revoltados com o lucro alheio ficam torcendo por estouro de bolhas (já estão torcendo há mais de um ano), investidores estão surfando em subidas de preços. O mega especulador do mercado financeiro George Soros afirma, em entrevista ao The Wall Street Jornal que "quando vejo uma bolha primeiro que eu faço é comprar, porque se eu estiver certo, a bolha vai desenvolver e eu vou ganhar dinheiro. E se eu vejo uma bolha e vejo uma falha na bolha, então eu fico realmente feliz, porque eu sei que eu preciso vender - a maioria das bolhas você não sabe que elas são bolhas." Mais algumas citações de George Soros: "Eu perdi um monte de dinheiro na bolha das ponto.co porque eu sai muito cedo.""Mercados são imprevisíveis, mas isso não significa que não se pode prevê-los.""Você não pode esperar que os participantes do mercado resistam a uma bolha, você pode esperar que eles irão se juntar a bolha, e quando todos estão na bolha é quando o fim chegou. É por isso que você precisa de REGULADORES." www.politicaeconomia.com</itunes:summary><itunes:keywords>bolhaimobiliaria, imobiliario, Investimentos, Mercado</itunes:keywords></item><item><title>Decisão judicial garante continuidade das obras no Setor Noroeste em Brasília</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/decisao-judicial-garante-continuidade.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>santuariodospajes</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Tue, 08 Nov 2011 13:16:05 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-6264760287974926272</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O G1 &lt;a href="http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/11/obras-no-setor-noroeste-devem-ser-retomadas-nesta-quarta-diz-advogado.html" target="_blank"&gt;informa&lt;/a&gt; que as obras no Setor Noroeste continuam paralisadas na manhã desta terça-feira (8), porém com previsão de serem retomadas na quarta-feira (9), às 7h da manhã. Será que serão retomadas mesmo? Já foram feitos &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/setor-noroeste-obtem-vitoria-judicial-e.html" target="_blank"&gt;anúncios&lt;/a&gt; de que as obras seriam "retomadas" algumas vezes e precisaram parar pois os maconheiros fascistas da UnB e demais &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/ideologia-da-inveja-e-o-movimento.html" target="_blank"&gt;desocupados&lt;/a&gt; insistem em agredir seguranças de empresas e tentar impedir os outros de trabalhar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/decisao-judicial-garante-continuidade.html"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-5DFjMC0i0pY/Trk7qJpJYVI/AAAAAAAAArI/FdOPN4017Ko/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-DF-Indios.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade dos fatos é que esses facistóides da UnB que querem preservar o &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/o-setor-noroeste-em-brasilia-os-indios.html" target="_blank"&gt;local "sagrado"&lt;/a&gt; onde queimam o seu fumo. Mas existem outros interesses envolvidos: militantes de partidos políticos estão infiltrados no movimento, e acabam manipulando alguns inocentes úteis que se juntam ao movimento com boa fé, para fazer valer os interesses de seus partidos e grupelhos políticos.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O dado novo é que uma &lt;a href="http://www.trf1.jus.br/sitetrf1/conteudo/detalharConteudo.do?conteudo=95991&amp;amp;canal=2" target="_blank"&gt;decisão judicial do TRF&lt;/a&gt; de Brasília autorizou a PM a usar a força para garantir que as construturas possam continuar suas obras. A construtora EMPLAVI foi a única que pode manter o ritmo de obras, mas a Brasal e a João Fortes tiveram seus canteiros de obras depredados e destruídos pelos fascistas da UnB.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9eJGRiQ-Dvc/Trlj2DMX72I/AAAAAAAAArQ/XTLcRBbvflM/s1600/decisao-judicial.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Decisão Judicial autorizado a PM-DF a garantir as obras no Noroeste" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-9eJGRiQ-Dvc/Trlj2DMX72I/AAAAAAAAArQ/XTLcRBbvflM/s1600/decisao-judicial.jpg" title="Decisão Judicial que autoriza a PM-DF a garantir as obras no Setor Noroeste" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A Polícia Militar do Distrito Federal pediu 72 horas, contados de domingo, para montar uma estratégia pública que garanta a continuidade das obras e a propriedade das projeções do Noroeste. Talvez a PM do DF deva pedir uma consultoria com a PM de São Paulo, que &lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/tropa-de-choque-desentoca-fascistas-encapuzados-da-reitoria-da-usp/" target="_blank"&gt;conseguiu tirar mais de 70 delinquentes de dentro da reitoria da USP&lt;/a&gt;, delinquentes estes que tinham uma causa similiar aos fascistas da UnB: garantir um local onde possam continuar a fumar maconha sem ser importunados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos conferir, a partir de amanhã, se, de fato, a PM-DF vai adotar uma postura profissional e acabar com essa patuscada de fascistas mimados do Plano Piloto, que nunca trabalharam na vida, vivem às custas de pápis e mamis, e, por isso, têm tempo de ficar fumando maconha e de impedir os outros de fazer o que eles não gostam e não precisam: trabalhar. Veja no vídeo abaixo o índio jogando gasolina e tentando agredir funcionários das empresas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="680" height="491" src="http://www.youtube.com/embed/tLW649ZBLyY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-6264760287974926272?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-08T18:16:05.566-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-5DFjMC0i0pY/Trk7qJpJYVI/AAAAAAAAArI/FdOPN4017Ko/s72-c/Setor-Noroeste-Brasilia-DF-Indios.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-44.174724999999995 -92.3549675 15.704716999999999 -11.4955925</georss:box></item><item><title>O trânsito influencia no preço dos imóveis</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/o-transito-influencia-no-preco-dos.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Imóveis</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Tue, 08 Nov 2011 02:47:01 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-9013315447647598634</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao longo dos últimos três anos, o preço dos imóveis nas capitais brasileiras tem aumentado de forma brutal. Alguns aumentos chegaram a atingir valorizações de mais de 100% nesse período, com bairros ultrapassando preços médios de 15 mil reais o m2. Quais as razões que motivam esses aumentos? Será que existe um vínculo entre o problema de transporte e a valorização dos imóveis? E o que acontece com os mercados considerados de “alto luxo”, mais conhecidos como bairros nobres?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/o-transito-influencia-no-preco-dos.html"&gt;&lt;img alt="A influência do trânsito no preço dos imóveis" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-a3t2Sf7yj74/TrkIJc69UVI/AAAAAAAAArA/KMUg6qz-vVA/s1600/Sao-Paulo-preco-de-imoveis.jpg" title="A influência do trânsito no preço dos veículos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que o aumento no preço dos imóveis decorre primordialmente de outros fatores, sobretudo aqueles relacionados ao aumento no nível de renda da população e no acesso a crédito, este talvez o principal motor do mercado de habitação. O Brasil tem uma fortíssima demanda por habitação, ainda com inúmeras favelas. Então, ao lado das taxas de juros, os programas governamentais de habitação acabam, por via reflexa, também influenciando os preços dos imóveis em geral, alterando a relação custo e benefício do aluguel vs. compra.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas essa equação também sofre alteração por conta do trânsito. E não apenas no Rio de Janeiro ou em São Paulo, exemplos mais óbvios de cidades com problema no trânsito. A dificuldade no deslocamento pode incentivar valorização em determinados bairros. Ou mesmo relativa desvalorização de áreas mais distantes (na verdade, não fosse o trânsito, nem tão distantes assim). Algumas ruas (e mesmo bairros) já se desvalorizaram porque não comportam o grande fluxo de veículos que lá trafegam ao longo do dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O custo do deslocamento não envolve apenas o preço da passagem (quando o veículo é público) ou da gasolina (quando o veículo é privado), mas também o respectivo tempo de trânsito. Embora algumas soluções, como o bilhete único, possam enfrentar os custos da passagem, reduzindo em alguma medida o estímulo à favelização, o tempo de deslocamento somente pode ser resolvido com a melhoria nas condições de trânsito. E isso é bem mais complicado porque envolve uma efetiva melhora no transporte público ao lado de medidas de desestímulo ao uso de veículos privados, sem o que os congestionamentos permanecem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns movimentos migratórios dentro das cidades, seguidos de respectivas valorizações (para o bairro migrado) e desvalorizações (para o bairro migrante) já são vistos com frequência. O conceito de qualidade de vida está cada vez mais relacionado à distância do trajeto casa-trabalho. E o mercado de imóveis também precifica isso. Essa precificação, na verdade, é uma conformação por parte dos cidadãos com os congestionamentos, que, na verdade, são graves limitações à liberdade de ir e vir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é a primeira vez que isso ocorre. Lembro-me de uma música do Rappa, que tinha o seguinte trecho “As grades do condomínio são prá trazer proteção, mas também trazem a dúvida se é você que tá nessa prisão”. As pessoas reagiram à falta de segurança e se instalaram (ou se aprisionaram) em condomínios. Agora, mesmo que retirem as grades, continuam presas… no trânsito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/direito-e-desenvolvimento/2011/11/06/transito-modifica-preco-dos-imoveis/" target="_blank"&gt;EXAME&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="491" src="http://www.youtube.com/embed/vF1Ad3hrdzY" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-9013315447647598634?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-08T07:47:01.279-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-a3t2Sf7yj74/TrkIJc69UVI/AAAAAAAAArA/KMUg6qz-vVA/s72-c/Sao-Paulo-preco-de-imoveis.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528 -14.235004 -51.92528</georss:box></item><item><title>Crescente influência do Brasil é alvo de protestos na América Latina</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/crescente-influencia-do-brasil-e-alvo.html</link><category>Politica</category><category>governodilma</category><category>EUA</category><category>Economia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Sat, 05 Nov 2011 08:39:11 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-3565778792400500082</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O presidente da Bolívia - Evo Morales - e objeto de raiva de manifestantes indígenas que o chamam de "lacaio do Brasil" em manifestações na frente da embaixada brasileira em La Paz que denunciam as tendências imperialistas do Brasil. Intelectuais bolivianos criticam a burguesia paulista, comparando-os aos caçadores de escravos que expandiram as fronteiras do Brasil colonial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/crescente-influencia-do-brasil-e-alvo.html"&gt;&lt;img alt="Imperialismo brasileiro é alvo de protestos na Bolívia" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ND_Z6R-8wyE/TrVU_wx6EvI/AAAAAAAAAqA/X6RBerZPQjA/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-5.JPG" title="Imperialismo brasileiro é alvo de protestos na Bolívia" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imperialismo: esse tipo de crítica costumeiramente reservada aos Estados Unidos, há algum tempo é dirigida também ao Brasil, que tem exercido influência extraordinária em toda a América Latina. Da mesma forma que os Estados Unidos, o Brasil cada vez mais flexiona seu poder político e econômico na região, e começa a experimentar o mesmo tipo de reação contra a crescente influência.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-H1nogRuql7s/TrVVUoK-HgI/AAAAAAAAAqY/ABgc1DfkGXg/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Manifestantes indígenas protestam contra o Brasil em La Paz - Bolívia" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-H1nogRuql7s/TrVVUoK-HgI/AAAAAAAAAqY/ABgc1DfkGXg/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-1.JPG" title="Manifestantes indígenas protestam em frente à embaixada brasileira em La Paz - Bolívia" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O Poder mudou de um lado da Avenida Arce para o outro", diz Fernando Molina, colunista de um jornal local, referindo-se à rua em La Paz, onde a residência do embaixador brasileiro fica em frente à embaixada dos Estados Unidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_7u1BeqBjDE/TrVVFJ3QfvI/AAAAAAAAAqI/mt4iUiFoxnw/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Manifestantes indígenas protestam contra o Brasil em La Paz - Bolívia" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-_7u1BeqBjDE/TrVVFJ3QfvI/AAAAAAAAAqI/mt4iUiFoxnw/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-4.JPG" title="Manifestantes indígenas protestam em frente à embaixada brasileira em La Paz - Bolívia" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Empreendimentos brasileiros estão sendo tidos como cautela em vários países. O Brasil quer construir uma estrada através das selvas da Guiana até sua costa, mas o projeto está parado pois o pequeno país &lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/05/09/world/americas/09guyana.html" target="_blank"&gt;teme&lt;/a&gt; que o Brasil possa esmagar o pequeno vizinho com a migração e comércio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Argentina, autoridades suspenderam um grande projeto da Vale sob a &lt;a href="http://www.reuters.com/article/2011/06/18/vale-argentina-idUSN1E75H04N20110618"&gt;acusação&lt;/a&gt; de que a gigante da mineração brasileira não contrata moradores locais o suficiente . No Equador há tensão pois a construção de uma hidrelétrica brasileira é objeto de uma batalha nos tribunais, e no Peru, índios Asháninka&lt;a href="http://www.metro.co.uk/lifestyle/874646-amazonian-dams-villagers-prepare-to-fight-against-green-proposal" target="_blank"&gt; protestam&lt;/a&gt; contra a construção de uma barragem na Amazônia peruana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas talvez nenhum projeto brasileiro na região provocou tanto a ira quanto o projeto de construir uma rodovia no território indígena boliviano. Financiado pelo BNDES, um gigante financeiro que supera o poder de empréstimo do Banco Mundial, a construção da estrada provocou uma revolta que leva centenas de manifestantes indígenas a La Paz, em outubro, após uma extenuante marcha de dois meses que os levou até a coluna vertebral da Cordilheira dos Andes, denunciando o seu outrora líder Evo Morales.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Evo Morales: "Lacaio do Brasil"&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Lacaio do Brasil" dizia um dos cartazes dos manifestantes indígenas em La Paz, chamando o presidente boliviano de um um assecla do Brasil. Morales, primeiro presidente indígena da Bolívia e um ambientalista confesso , de repente viu-se em desacordo com uma parte importante da sua base política, defendendo um projeto brasileiro que poderia aumentar o desmatamento. No fim, ele cedeu às exigências dos manifestantes e descartou a estrada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FrzJ2UI0ZAk/TrVVLtHoEUI/AAAAAAAAAqQ/9J2960BJO6s/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Evo Morares: " bolivianos"="" border="0" brasil"="" do="" indígenas="" lacaio="" por="" src="http://4.bp.blogspot.com/-FrzJ2UI0ZAk/TrVVLtHoEUI/AAAAAAAAAqQ/9J2960BJO6s/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-3.JPG" title="Evo Morales é acusado de " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Empresas de outros países, nomeadamente a China, também estão se expandindo rapidamente na América Latina e, ocasionalmente, confrontando hostilidade . Mas o Brasil é o maior país da região, com uma população de cerca de 200 milhões de pessoas, eo tamanho e ousadia de sua ascensão ao longo dos últimos dez anos ajudam a explicar algumas das tensões que gerou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil agora conta com um corpo diplomático sofisticado, que negocia ajuda estrangeira e financia, por meio do BNDES, projetos não só na América Latina, mas também na África, mas essa crescente influência brasileira não é acompanhada de uma política clara para tratar a ansiedade que pode acompanhar este processo. "Há o perigo real de, no fim, a recepção ser de raiva em determinados lugares, aponta um Matias Spektor, da FGV.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Bolívia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Estados Unidos já tiveram grande influência na Bolívia, mas desde as eleições de 2005, Morales entrou em conflito várias vezes com Washington, e se aproximou de outros países, especialmente Brasil, Venezuela, Cuba e Irã. Em 2008, Morales expulsou o embaixador americano, Philip S. Goldberg, e desde então os Estados Unidos não têm sequer um embaixador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o perfil do Brasil tem crescido. A construtora brasileira OAS ganhou um contrato de US$ 415 milhões, com financiamento do BNDES, banco que, em 2011, tem US$ 83 bilhões para emprestar, contra US$ 57,4 bilhões dólares do Banco Mundial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Lula&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como a marcha de protesto contra a estrada começou a avançar através da planície, em agosto, o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, viajou para a Bolívia para fazer um discurso patrocinado pela empresa brasileira para empresários e para se reunir com Morales. (Assessores de Lula argumentou que a disputa estrada não fazia parte da agenda da viagem.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HERAV4SbkLA/TrVVazRSHGI/AAAAAAAAAqg/WPmCzW_NCI0/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-9.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Indígenas bolivianos marcham para protestar contra estrada construída pela OAS" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-HERAV4SbkLA/TrVVazRSHGI/AAAAAAAAAqg/WPmCzW_NCI0/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-9.JPG" tite="Indígenas bolivianos marcham para protestar contra estrada construída pela OAS" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A viagem veio em momento crítico, quando as negociações estavam hesitantes. Mas a viagem de Lula não conseguiu aliviar a tensão, e sua visita era parte de uma viagem de três países, também pagas pela OAS e pela Queiroz Galvão, outra empresa de construção civil brasileira, que incluiu paradas na Costa Rica e El Salvador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"É óbvio que o Brasil só quer os nossos recursos naturais", disse Marco Herminio Fabricano, 47, um artesão do grupo Mojeño indígenas que estava entre os manifestantes de La Paz. "Evo se sente em posição de nos trair em favor de seus aliados brasileiros."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9ZglLdUTbk4/TrVVfhorvOI/AAAAAAAAAqo/PCUPvQBABqw/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Estrada em construção pela empreiteira brasileira OAS é alvo de protestos na Bolívia" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-9ZglLdUTbk4/TrVVfhorvOI/AAAAAAAAAqo/PCUPvQBABqw/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-6.JPG" title="Estrada em construção pela empreiteira brasileira OAS é alvo de protestos na Bolívia" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As autoridades brasileiras insistem em que a estrada não tem nada a ver com traições ou com pilhagem de recursos. "Queremos que o Brasil seja rodeado por prosperidade e por países estáveis", diz Marcel Biato, o embaixador do Brasil para a Bolívia, argumentando que o Brasil financia infra-estrutura na Bolívia e em outros lugares na América do Sul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato, as autoridades brasileiras argumentam que seu país tem acesso a outras fontes de matérias-primas, bem como às rotas em todo o continente através do qual ele pode enviar as mercadorias para os portos no Pacífico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TyMukloZt0E/TrVVmBbl2HI/AAAAAAAAAqw/bf7uCBKWl8k/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Imperialismo brasileiro é alvo de protestos na Bolívia" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-TyMukloZt0E/TrVVmBbl2HI/AAAAAAAAAqw/bf7uCBKWl8k/s1600/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-2.JPG" title="Indígenas bolivianos protestam contra o imperialismo brasileiro" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas a estrada na Bolívia tem importância estratégica para os produtores de coca, talvez mais fiel eleitorado de Morales, composta em grande parte da Quechua e Aymara, índios de língua, estabelecendo um confronto entre eles e outros grupos indígenas que vivem no território.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil continua a cultivar uma variedade de planos na Bolívia, incluindo vários projetos hidrelétricos e de uma política antidrogas ambiciosa que envolve a implantação de postos militares na fronteira e treinamento para equipar as forças de segurança bolivianas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas a disputa em torno da estrada colocou o Brasil no centro de disputas na Bolívia. "Assim como a China consolida hegemonia regional na Ásia, o Brasil quer fazer o mesmo na América Latina", disse Raúl Prada Alcoreza, um ex-funcionário do governo da Bolívia que hoje é um crítico feroz de Morales.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Um processo boliviano pretende fornecer uma alternativa, e os movimentos sociais ajudaram a tornar possível este governo", disse Prada, "mas esse projeto acabou sendo esmagado por interesses econômicos brasileiros."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://www.nytimes.com/2011/11/05/world/americas/brazils-rapidly-expanding-influence-worries-neighbors.html?_r=1&amp;amp;emc=tnt&amp;amp;tntemail1=y" target="_blank"&gt;New York Times&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-3565778792400500082?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-05T12:39:11.250-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-ND_Z6R-8wyE/TrVU_wx6EvI/AAAAAAAAAqA/X6RBerZPQjA/s72-c/Imperialismo-Brasileiro-na-Bolivia-5.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-44.215689 -92.3549675 15.745681000000001 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Os índios do Setor Noroeste vestem GAP</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/os-indios-do-setor-noroeste-vestem-gap.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Imóveis</category><category>Investimentos</category><category>santuariodospajes</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Sat, 05 Nov 2011 13:53:14 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-9061173072652042524</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma reportagem &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/a-ecletica-aldeia-indigena-da-capital-federal" target="_blank"&gt;publicada&lt;/a&gt; no site da Revista Veja sobre a "eclética aldeia indígena da capital federal", localizada Setor Noroeste, mostra que a disputa é travada por índios que vestem GAP e Reebok, apoiados por estudantes em tempo integral (&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/setor-noroeste-obtem-vitoria-judicial.html" target="_blank"&gt;alguns dos quais apoiadores também da Marcha da Maconha&lt;/a&gt;) e advogados que chegaram a exigir R$75 milhões de reais para desocupar a área. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/os-indios-do-setor-noroeste-vestem-gap.html"&gt;&lt;img alt="Índios do Setor Noroeste  vestindo GAP" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/--kH8Gbw7qWk/TrU_AxbRzAI/AAAAAAAAApQ/IEt7x24Oguk/s1600/Setor-Noroeste-Indios-vestindo-GAP.JPG" title="Índios brancos e rechonchudos com agasalho da GAP no Setor Noroeste em Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/o-setor-noroeste-em-brasilia-os-indios.html"&gt;Noroeste&lt;/a&gt; é reivindicado por moradores, integrantes de tribos Fulniô, Guajajara, Kariri-Xocó e Terena, que afirmam que a área começou a ser ocupada por tais tribos em em 1957 por "parentes" que se mudaram para o Centro-Oeste com o intuito de trabalhar na construção da nova capital. Entretanto, estudos antropológicos mostram que quando Brasília começou a ser construída não havia sinal da presença indígena e a área era apenas um ponto de passagem de grupos nativos que nunca se fixaram na área onde hoje é o Distrito Federal. A própria &lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-10-14/para-funai-area-nao-e-terra-tradicional-indigena" target="_blank"&gt;Fundação Nacional do Índio - FUNAI - não reconhece o local como uma área tradicional dos indígenas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-99BCoTRx7Tw/TrU_ha8iEYI/AAAAAAAAApY/SNIRY4kL6xw/s1600/Setor-Noroeste-acampamento-estudantes-UNB.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="acampamento dos estudantes no Setor Noroeste em Brasília" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-99BCoTRx7Tw/TrU_ha8iEYI/AAAAAAAAApY/SNIRY4kL6xw/s1600/Setor-Noroeste-acampamento-estudantes-UNB.JPG" title="Acampamento dos estudantes no Setor Noroeste em Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A disputa começou em 2008, quando um advogado dos índios chegou a exigir &lt;b&gt;75 milhões de reais de indenização&lt;/b&gt;, mas não teve sucesso. Desde então a causa vem ganhando adeptos de estudantes em tempo integral da UnB - que acabam funcionando como massa de manobra de interesses de partidos políticos que alocam militantes para se infiltrar, liderar e coordenar o movimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-n8Y8rXjI_7k/TrU_nnjozGI/AAAAAAAAApg/c7WxMH6O-hU/s1600/Setor-Noroeste-reserva-indigena.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Reserva Indígena no Setor Noroeste em Brasília" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-n8Y8rXjI_7k/TrU_nnjozGI/AAAAAAAAApg/c7WxMH6O-hU/s1600/Setor-Noroeste-reserva-indigena.JPG" title="Reserva Indígena no Setor Noroeste em Brasília: em quase nada lembra uma aldeia tradicional" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A reportagem da Veja também aponta que o agrupamento no Noroeste em nada lembra uma aldeia tradicional indígena, pois é formada por casas de alvenaria, barracos de madeira e construções distribuídas de forma irregular. Mais recentemente a área foi tomada também por barracas de camping trazidas por jovens que se solidarizaram com a causa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xMJkfWL1kN0/TrU_sxZARQI/AAAAAAAAApo/MdIdHMOQwdc/s1600/Setor-Noroeste-Indios-acampamento-estudantes.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Estudantes da UNB e índios no Setor Noroeste" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-xMJkfWL1kN0/TrU_sxZARQI/AAAAAAAAApo/MdIdHMOQwdc/s1600/Setor-Noroeste-Indios-acampamento-estudantes.JPG" title="Estudantes e índios do Setor Noroeste em Brasíla" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Em meio a índios branquelos rechonchudos com cara pintada vestindo agasalho da famosa grife GAP, índios com camisa da Reebok, punks, e jornalistas recém-formados que reclamam de mosquitos, há um fotógrafo francês casado com uma antropóloga brasileira, que se mostra "indignada" com quem questiona a pureza dos índios do Noroeste: "&lt;i&gt;&lt;b&gt;Essa ideia de que índio é determinado por sangue é uma falácia&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;", teoriza. "&lt;i&gt;&lt;b&gt;Índio é quem se identifica como índio e é reconhecido como tal pela própria cultura&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;". A antropóloga afirma que prefere não se identificar por causa da "criminalização dos movimentos sociais".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YzcltMNBGMs/TrU_9X1p1uI/AAAAAAAAApw/6qXXicD-Gx0/s1600/Setor-Noroeste-Indios+%25287%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Índios do Setor Noroeste" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-YzcltMNBGMs/TrU_9X1p1uI/AAAAAAAAApw/6qXXicD-Gx0/s1600/Setor-Noroeste-Indios+%25287%2529.JPG" title="Índios do Setor Noroeste em Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;50 hectares: nem o advogado sabe explicar o motivo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Poder Judiciário já determinou que a área do Noroeste que ficará reservada aos indígenas será de 4,6 hectares, mas os "índios" exigem 50 hectares. Entretanto, nem mesmo o advogado  que os representa consegue mostrar o motivo de reivindicação de uma área tão grande. Segundo o advogado, os 50 hectares seriam necessários para a "sobrevivência", mas o mesmo advogado informa que os "índios" não caçam e tampouco pescam, pois não há rios e nem mesmo animais na área - exceto os domésticos. Além disso, o que se planta na área não ocupa 50 hectares e não é suficiente para sobreviverem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Mz1xhL6xRkI/TrVAHUeB12I/AAAAAAAAAp4/PMgDZW9EKpw/s1600/Setor-Noroeste-Indios-FUNAI.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Reserva indígena - FUNAI - Setor Noroeste - Brasília" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Mz1xhL6xRkI/TrVAHUeB12I/AAAAAAAAAp4/PMgDZW9EKpw/s1600/Setor-Noroeste-Indios-FUNAI.JPG" title="Reserva indígena - FUNAI - Setor Noroeste - Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na realidade a caça e a pesca não são necessárias, pois os índios moradores do local têm emprego fixo, como é o caso de Santxiê Fulniô, o cacique, que trabalha na Funai, ou estudam, como Gilberto Fulniô, formado em Teologia, e que, segundo a Veja, pretende se matricular num curso de Pedagogia. Quando são solicitadas fotos por parte da imprensa, os índios correm e colocam o cocar na cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo a reportagem da Veja, mulheres, crianças e idosos são raros no acampamento. Leia a reportagem completa no &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/a-ecletica-aldeia-indigena-da-capital-federal" target="_blank"&gt;site da Revista Veja&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="680" height="491" src="http://www.youtube.com/embed/BglZTo4wgPk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-9061173072652042524?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-05T17:53:14.722-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/--kH8Gbw7qWk/TrU_AxbRzAI/AAAAAAAAApQ/IEt7x24Oguk/s72-c/Setor-Noroeste-Indios-vestindo-GAP.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasília - DF, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-15.7801482 -47.9291698</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-16.269011199999998 -48.5608838 -15.291285199999999 -47.297455799999994</georss:box></item><item><title>FHC em 80 atos que transformaram o Brasil contemporâneo</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/fhc-em-80-atos-que-transformaram-o.html</link><category>PSDB</category><category>Politica</category><category>FHC80</category><category>FHC</category><category>Economia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 16:30:58 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-8178593150142543354</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como etapa comemorativa do aniversário de 80 anos de FHC, o &lt;a href="http://www.ifhc.org.br/" target="_blank"&gt;Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC)&lt;/a&gt; publicou um estudo extraodinário que analisa o governo de FHC e lista 80 ações de seu governo que mudaram o Brasil.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/fhc-em-80-atos-que-transformaram-o.html"&gt;&lt;img alt="FHC e Dona Ruth Cardoso" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-_UH7faWWlD8/TrRyk5W0WFI/AAAAAAAAAog/m1Oi_qqwVmA/s1600/FHC-Fernando-Henrique-Cardoso-esposa.jpg" title="FHC e Dona Ruth Cardoso" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento destaca “que a herança deixada por Fernando Henrique Cardoso ao seu sucessor ultrapassa certos números simplistas comumente utilizados no mundo político para se comparar a gestão presidencial” e que os pontos selecionados são “de natureza estruturantes, executadas pela equipe dirigente que governou o país nos 8 anos de FHC na presidência da República do Brasil”.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ahb63oOskS0/TrRyp_QhjEI/AAAAAAAAAoo/upTfNSTWO78/s1600/FHC-Fernando-Henrique-Cardoso-Gorbachov.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="FHC &amp;amp; Mikhail Gorbachev" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ahb63oOskS0/TrRyp_QhjEI/AAAAAAAAAoo/upTfNSTWO78/s1600/FHC-Fernando-Henrique-Cardoso-Gorbachov.jpg" title="FHC &amp;amp; Mikhail Gorbachev" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre as medidas realizadas no governo de FHC estão a abertura da exploração dos serviços públicos de telecomunicações ao capital privado, a privatização de estatais como a Vale do Rio Doce e a Telebrás, a criação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além dos programas de distribuição de renda como o Bolsa Alimentação, o Programa Auxílio-Gás e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qvDDmFmDtNE/TrRywysJnwI/AAAAAAAAAow/zX2cqOjLtw8/s1600/FHC-Fernando-Henrique-Cardoso-Koffi-Annan.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="FHC &amp;amp; Kofi Annan" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-qvDDmFmDtNE/TrRywysJnwI/AAAAAAAAAow/zX2cqOjLtw8/s1600/FHC-Fernando-Henrique-Cardoso-Koffi-Annan.jpg" title="FHC &amp;amp; Kofi Annan" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;AS 80 MEDIDAS DO GOVERNO FHC PARA O BRASIL&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Listamos abaixo as 80 medidas do governo FHC que mudaram o Brasil. Para ter mais detalhes sobre cada uma delas leia na íntegra o documento &lt;a href="http://www.ifhc.org.br/files/pdf/80-medidas-estruturantes-governo-fhc.pdf" target="_blank"&gt;SEMEANDO O FUTURO: 80 Medidas Estruturantes do Governo FHC&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte/SIMPLES (Lei 9.317/1996)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Modernização dos Portos, complementando a Lei 8.630/1993 com a Lei 9.719/1998&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Lei de Concessão dos Serviços Públicos (Lei 8.987/1995),&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Quebra do monopólio estatal na exploração do petróleo e criação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Derivados/ANP, para regular e fiscalizar a concorrência no setor (Lei 9478/1997).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Abertura da exploração dos serviços públicos de telecomunicações ao capital privado (EC 8/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Privatização de empresas estatais, destacando-se a Cia Vale do Rio Doce e a Telebrás, livrando-as da inoperância econômica devido ao empreguismo e fisiologismo político, permitindo sua modernização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro Nacional/ PROER (MP 1.179/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8. Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9. Conselho de Controle de Atividades Financeiras/COAF (lei 9613/1998)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10. Renegociação da Dívida Externa, a partir da securitização (abril/1994), alongando o perfil de pagamentos em função da  estabilidade da economia trazida pelo Plano Real.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;11. Participação de capital estrangeiro nas empresas de comunicação (lei 10610/2002), regulamentando o § 4o do art. 222 da Constituição, restringindo-o a 30% do capital das empresas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;12. Regime de Câmbio Flutuante (Comunicado BACEN 6.565/1999) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;13. Programa de Recuperação Fiscal/REFIS (Lei 9964/2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;14. Combate ao tabagismo e suas danosas consequências à saúde pública, proibindo publicidade na TV e rádio (lei 9294/1996).&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15. Prioridade ao Programa Saúde da Família/PSF (1994)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16. Programa de Prevenção e Controle da AIDS (Lei 9313/1996)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;17. Viabilização da produção e do comércio dos medicamentos genéricos (Lei 9787/99)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18. Programa Saúde da Mulher, incluindo o Programa Nacional de Combate ao Câncer do Colo Uterino (Portaria MS 3040/1998).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;19. Emenda Constitucional 29, fixando percentuais mínimos do orçamento a serem investidos em saúde&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;20. Lei de Diretrizes e Bases da Educação/LDB (1996)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;21. Criação do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Lei Complementar 111/2001)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;22. Início dos programas de transferência de renda, que somados atingiram dispêndios de 3% do PIB, com 6,5 milhões de famílias beneficiadas (2002): a) Programa Bolsa Escola (Lei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10.219/2001) b) Programa Bolsa Alimentação (MP 2.206/2001) c) Programa Auxílio-Gás (2001) d) Programa de Erradicação do Trabalho Infantil/PETI (1996)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;23. Criação do Exame Nacional do Ensino Médio/ENEM (1998)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;24. Criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério/FUNDEF (Lei 9424/1996)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;25. Criação do Exame Nacional de Cursos/PROVÃO (lei 9131/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;26. Parâmetros Curriculares Nacionais (1997)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;27. Programa de Financiamento Estudantil/ FIES (1999)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;28. Regulamentação (lei 1605/1995) do Fundo Nacional de Assistência Social/LOAS (lei 8.742/1993)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;29. Reforma da Previdência Social (EC 20/1988 e Lei 9.876/1999)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;30. Regulamentação da aposentadoria rural plena (lei 9032/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;31. Regulamentação do Regime de Previdência Complementar (LC 109/2001)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;32. Política Nacional do Idoso (Lei 8842/1994)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;33. Proteção e Promoção das Pessoas com Deficiência (Decreto 3298/1999), seguido da Lei de Acessibilidade (lei 10.098/2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;34. Programa Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e Degradante (1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;35. Comissão de Conciliação Prévia (Lei 9.958/2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;36. Regularização das comunidades quilombolas (nov/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;37. Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar/PRONAF (1996)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;38. Programa Luz no Campo (2000/2002)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;39. Programa de Revitalização das Cooperativas/RECOOP (MP 1.715/1998)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;40. Criação dos Bancos Cooperativos (Resolução BACEN 2.193/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;41. Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (MODERFROTA), instituído pelo CMN e normatizado pelo BACEN (Resolução&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2.699/2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;42. Lei de Proteção de Cultivares (Lei 9456/1997)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;43. Criação da Cédula do Produto Rural/CPR (Lei 8929/94)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;44. Construção dos Complexos Industriais e Portuários do Pecém (1995/2002)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;45. Sistema de Vigilância da Amazônia/SIVAM (inaugurado em 2002)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;46. Gasoduto Bolívia-Brasil (1997/1999)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;47. Prodetur NE II (complemento ao Prodetur I, com recursos do BID)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;48. Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;49. Criação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza/SNUC (Lei 9.985/2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;50. Elevação de 50% para 80% a área de Reserva Legal das propriedades rurais situadas na Amazônia Legal (MP 1511/1996)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;51. Estabelecimento da Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/1997), com criação da Agência Nacional de Águas/ANA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;52. Programa de Irrigação e Drenagem, direcionado ao semiárido nordestino, acrescentando (1995-2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;53. Criação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança/CTNBio (Lei 8.974/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;54. Principal proponente e articulador junto à ONU para aprovação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;55. Política de recuperação do poder de compra do Salário Mínimo, incluindo o estabelecimento de pisos salariais nos Estados (LC 103/2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;56. Projeto Alvorada (Decreto 3.769/2001), reforçando e integrando ações governamentais nas áreas de educação, saúde, saneamento, emprego e renda, com foco nos municípios com IDH abaixo de 0,500; instituídos o Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal e os Cartões Magnéticos (em 2002 todos os cartões foram unificados no Cartão Único) para  pagamento dos Programas de Transferência de Renda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;57. Criação da Rede INFOSEG &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;58. Comissão de Ética Pública (Decreto 26/05/1999), vinculada diretamente ao Presidente da República&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;59. Corregedoria Geral da União/CGU (MP 2.143/2001 e Decreto 4177/2002), atualmente intitulada Controladoria Geral da União&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;60. Criação do Ministério da Defesa (LC 97/1999)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;61. Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503/1997)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;62. Agência Nacional do Cinema/ANCINE (MP 2228-1/2001)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;63. Programa de Geração de Emprego e Renda/PROGER para as atividades rurais e agroindustriais (Res CODEFAT 89/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;64. Implementação da Advocacia Geral da União/AGU (Lei 9028/1995)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;65. Lei da Arbitragem (lei 9307/1996)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;66. Definição dos crimes de tortura (Lei 9455/1997)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;67. Criação da Agência Brasileira de Inteligência/ABIN (Lei 9893/1999)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;68. Endosso brasileiro ao Tratado sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares (Decreto 2864/1998).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;69. Lei da Propriedade Industrial (lei 9279/1996) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;70. Programa de Computador (Lei 9609/1998), protegendo a propriedade intelectual de programa de computador, por 50 anos, normatizando sua comercialização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;71. Criação das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público/ OSCIP (lei 9790/1999)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;72. Estatuto da Cidade (lei 10257/2001)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;73. Consolidação dos direitos autorais (Lei 9610/1998)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;74. Lei de proteção da concorrência e contra o abuso econômico, com transformação do CADE em Autarquia (Lei 8884/1994)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;75. Criação do Serviço de Radiodifusão Comunitária (lei 9612/1998)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;76. Lei Pelé (Lei 9615/1998)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;77. Novo Código Civil (Lei 10406/2002)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;78. Política Nacional de Educação Ambiental (Lei 9795/1999)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;79. Combate à Biopirataria (MP 2052/2000)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;80. Modernização da gestão pública, com o Programa de Desburocratização, seguido do Programa Desenvolvimento de&amp;nbsp;Gerentes e Servidores (PPA/2000-2003)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="376" src="http://www.youtube.com/embed/926NkGYSGUI" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-8178593150142543354?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-04T20:30:58.378-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-_UH7faWWlD8/TrRyk5W0WFI/AAAAAAAAAog/m1Oi_qqwVmA/s72-c/FHC-Fernando-Henrique-Cardoso-esposa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-44.174724999999995 -92.3549675 15.704716999999999 -11.4955925</georss:box><enclosure url="http://www.ifhc.org.br/files/pdf/80-medidas-estruturantes-governo-fhc.pdf" length="121906" type="application/pdf" /><media:content url="http://www.ifhc.org.br/files/pdf/80-medidas-estruturantes-governo-fhc.pdf" fileSize="121906" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Como etapa comemorativa do aniversário de 80 anos de FHC, o Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) publicou um estudo extraodinário que analisa o governo de FHC e lista 80 ações de seu governo que mudaram o Brasil.&amp;nbsp; O documento destaca “que a her</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</itunes:author><itunes:summary>Como etapa comemorativa do aniversário de 80 anos de FHC, o Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) publicou um estudo extraodinário que analisa o governo de FHC e lista 80 ações de seu governo que mudaram o Brasil.&amp;nbsp; O documento destaca “que a herança deixada por Fernando Henrique Cardoso ao seu sucessor ultrapassa certos números simplistas comumente utilizados no mundo político para se comparar a gestão presidencial” e que os pontos selecionados são “de natureza estruturantes, executadas pela equipe dirigente que governou o país nos 8 anos de FHC na presidência da República do Brasil”. Entre as medidas realizadas no governo de FHC estão a abertura da exploração dos serviços públicos de telecomunicações ao capital privado, a privatização de estatais como a Vale do Rio Doce e a Telebrás, a criação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além dos programas de distribuição de renda como o Bolsa Alimentação, o Programa Auxílio-Gás e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. AS 80 MEDIDAS DO GOVERNO FHC PARA O BRASIL Listamos abaixo as 80 medidas do governo FHC que mudaram o Brasil. Para ter mais detalhes sobre cada uma delas leia na íntegra o documento SEMEANDO O FUTURO: 80 Medidas Estruturantes do Governo FHC. 1. Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte/SIMPLES (Lei 9.317/1996)2. Modernização dos Portos, complementando a Lei 8.630/1993 com a Lei 9.719/19983. Lei de Concessão dos Serviços Públicos (Lei 8.987/1995),4. Quebra do monopólio estatal na exploração do petróleo e criação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Derivados/ANP, para regular e fiscalizar a concorrência no setor (Lei 9478/1997).5. Abertura da exploração dos serviços públicos de telecomunicações ao capital privado (EC 8/1995)6. Privatização de empresas estatais, destacando-se a Cia Vale do Rio Doce e a Telebrás, livrando-as da inoperância econômica devido ao empreguismo e fisiologismo político, permitindo sua modernização.7. Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro Nacional/ PROER (MP 1.179/1995)8. Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000)9. Conselho de Controle de Atividades Financeiras/COAF (lei 9613/1998)10. Renegociação da Dívida Externa, a partir da securitização (abril/1994), alongando o perfil de pagamentos em função da estabilidade da economia trazida pelo Plano Real.11. Participação de capital estrangeiro nas empresas de comunicação (lei 10610/2002), regulamentando o § 4o do art. 222 da Constituição, restringindo-o a 30% do capital das empresas.12. Regime de Câmbio Flutuante (Comunicado BACEN 6.565/1999) 13. Programa de Recuperação Fiscal/REFIS (Lei 9964/2000)14. Combate ao tabagismo e suas danosas consequências à saúde pública, proibindo publicidade na TV e rádio (lei 9294/1996).15. Prioridade ao Programa Saúde da Família/PSF (1994)16. Programa de Prevenção e Controle da AIDS (Lei 9313/1996)17. Viabilização da produção e do comércio dos medicamentos genéricos (Lei 9787/99)18. Programa Saúde da Mulher, incluindo o Programa Nacional de Combate ao Câncer do Colo Uterino (Portaria MS 3040/1998).19. Emenda Constitucional 29, fixando percentuais mínimos do orçamento a serem investidos em saúde20. Lei de Diretrizes e Bases da Educação/LDB (1996)21. Criação do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Lei Complementar 111/2001)22. Início dos programas de transferência de renda, que somados atingiram dispêndios de 3% do PIB, com 6,5 milhões de famílias beneficiadas (2002): a) Programa Bolsa Escola (Lei10.219/2001) b) Programa Bolsa Alimentação (MP 2.206/2001) c) Programa Auxílio-Gás (2001) d) Programa de Erradicação do Trabalho Infantil/PETI (1996)23. Criação do Exame Nacional do Ensino Médio/ENEM (1998)24. Criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério/FUNDEF (Lei 9424/1996)25. Criação do Exame Nacional de Cursos/PROVÃO (lei 9131/1995)26. Parâmetros Curriculares Nacionais (1997)27. Programa de Financi</itunes:summary><itunes:keywords>PSDB, Politica, FHC80, FHC, Economia</itunes:keywords></item><item><title>Mercado imobiliário em outubro de 2011: preços sobem em ritmo menor</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/mercado-imobiliario-em-outubro-de-2011.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 06:59:43 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-8672722684693806647</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A indicador de valorização imobiliária &lt;a href="http://www.zap.com.br/imoveis/fipe-zap/" target="_blank"&gt;FipeZap Composto&lt;/a&gt; apontou, em outubro/2011, evolução de 1,6%, indicando que os preços dos imóveis continuam a subir no Brasil, porém a um ritmo menor que o verificado em setembro, quando a valorização média foi de 1.9%.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/mercado-imobiliario-em-outubro-de-2011.html"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-neFHo5So51E/TrPuiDfM1AI/AAAAAAAAAoA/c78_UFF3MU0/s1600/Valorizacao-Imoveis-Brasilia-2011-5.jpg" alt="Valorização dos Imóveis - Outubro de 2011" title="Valorização dos Imóveis - Outubro de 2011"  /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O indicador de preços vem reduzindo seu ritmo desde abril, quando aumentou 2,7%. No acumulado em 12 meses, o preço médio das 7 regiões pesquisadas aumentou 29%, com Rio de Janeiro liderando a alta com 40% de valorização, onde os maiores valores  estavam no Leblon, onde o m2 foi anunciado por R$ 16.608, lidera a lista dos maiores preços.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-c993x-K6fQQ/TrPu2bhzygI/AAAAAAAAAoQ/THsnlJDV7No/s1600/Valorizacao-imoveis-Rio-de-Janeiro-outubro-2011.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-c993x-K6fQQ/TrPu2bhzygI/AAAAAAAAAoQ/THsnlJDV7No/s1600/Valorizacao-imoveis-Rio-de-Janeiro-outubro-2011.PNG" alt="Valorização dos Imóveis - Outubro de 2011 - Rio de Janeiro" title="Valorização dos Imóveis - Outubro de 2011 - Rio de Janeiro"   /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Em São Paulo, os preços anunciados subiram em média  23% em 2011. Desde janeiro de 2008, a alta foi de 117%. A região do Ibirapuera/Vila&amp;nbsp;Nova Conceição ultrapassou o valor de R$ 9.000 e manteve o posto de líder no preço por m2.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7klKL57ym14/TrPupSZUGAI/AAAAAAAAAoI/s9CBvQqWt7k/s1600/Valorizacao-imoveis-Sao-Paulo-outubro-2011.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-7klKL57ym14/TrPupSZUGAI/AAAAAAAAAoI/s9CBvQqWt7k/s1600/Valorizacao-imoveis-Sao-Paulo-outubro-2011.PNG" alt="Valorização dos Imóveis - Outubro de 2011 - São Paulo" title="Valorização dos Imóveis - Outubro de 2011 - São Paulo"  /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Em Brasília a evolução dos preços alcançou 0,7% em outubro de 2011, uma redução do ritmo, como observado no gráfico abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-m27hsjy9gCo/TrPu-hVEECI/AAAAAAAAAoY/kn3KhfqTOrk/s1600/Valorizacao-imoveis-Brasilia-outubro-2011.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-m27hsjy9gCo/TrPu-hVEECI/AAAAAAAAAoY/kn3KhfqTOrk/s1600/Valorizacao-imoveis-Brasilia-outubro-2011.PNG" alt="Valorização dos Imóveis - Outubro de 2011 - Brasília (DF)" title="Valorização dos Imóveis - Outubro de 2011 - Brasília (DF)"  /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conclusão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/mercado-imobiliario-no-df-arrecadacao.html" target="_blank"&gt;mercado imobiliário no Brasil&lt;/a&gt; vem se ajustando desde o começo de 2011, mostrando um ritmo de vendas menor, porém com preços mais elevados.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-8672722684693806647?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-04T10:59:43.936-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-neFHo5So51E/TrPuiDfM1AI/AAAAAAAAAoA/c78_UFF3MU0/s72-c/Valorizacao-Imoveis-Brasilia-2011-5.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-40.023103500000005 -92.3549675 11.553095500000001 -11.4955925</georss:box></item><item><title>Loucos, desajustados e rebeldes</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/loucos-desajustados-e-rebeldes.html</link><category>santuariodospajes</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:43:11 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-1877586683740980211</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;i&gt;Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os encrenqueiros. Os pinos redondos em buracos quadrados. Os que enxergam as coisas de um jeito diferente. Eles não gostam muito de regras. Eles não respeitam o status quo. Pode-se citá-los, discordar deles, exaltá-los ou difamá-los. A única coisa que não se pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os julgam loucos, nós os julgamos gênios. Porque as pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo...são as que mudam.&lt;/i&gt;" (by Steven P. Jobs).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/loucos-desajustados-e-rebeldes.html"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-0fyHdNxiP3Y/TrNQmC-DcMI/AAAAAAAAAn4/59HnAT7ZfdI/s1600/Crazy-Santuario-dos-Pajes.jpg" alt="Santuario dos Pajes - Setor Noroeste - Brasilia" title="Setor Noroeste - Loucos, desajustados e rebeldes" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Think diferent. Crazy. Stupid.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="491" src="http://www.youtube.com/embed/OWmaoQWX6Ws" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-1877586683740980211?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-03T23:43:11.155-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-0fyHdNxiP3Y/TrNQmC-DcMI/AAAAAAAAAn4/59HnAT7ZfdI/s72-c/Crazy-Santuario-dos-Pajes.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Distrito Federal, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-15.826691 -47.9218204</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-16.3156435 -48.553534400000004 -15.3377385 -47.2901064</georss:box></item><item><title>Mercado Imobiliário no DF - Arrecadação do ITBI</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/mercado-imobiliario-no-df-arrecadacao.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Mercado</category><category>Tributação</category><category>Economia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Wed, 02 Nov 2011 20:27:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-750319900848146034</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os indicadores do mercado imobiliário em 2011 apontam números aparentemente conflitantes. Enquanto os dados do &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/mercado-imobiliario-sp-mostra.html" target="_blank"&gt;SECOVI apontam uma redução nos negócios em relação à 2010&lt;/a&gt;, o índice &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/valorizacao-de-imoveis-se-acelera-em.html" target="_blank"&gt;FIPE-ZAP, assim como os valores médios de comercialização, continuam a apontar uma tendência de valorização nos imóveis&lt;/a&gt;. O paradoxo fica evidente: vendas em queda e &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/bolha-imobiliaria-onde-ibope-nao-ha.html" target="_blank"&gt;preços em alta&lt;/a&gt;, como é possível? O fato é que o mercado em 2010 estava vivendo um climax, onde lançamentos imobiliários eram vendidos em um ou dois meses, sendo que em alguns casos, em semanas ou dias, o que indicava que o mercado não suportava aquele nível de demanda, provocando uma elevação dos preços e equilibrando novamente a demanda e a oferta de imóveis em um nível mais elevado de preços.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/mercado-imobiliario-no-df-arrecadacao.html"&gt;&lt;img alt="Arrecadação ITBI - Distrito Federal - 2011 x 2010 x 2009 " border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-lN3sx0zzb6A/TrH3yVYcQiI/AAAAAAAAAnQ/wpoXET0Wjcc/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-x-2010-x-2011.PNG" title="Arrecadação ITBI - Distrito Federal: 2011 x 2010 x 2009" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Um indicador relativamente confiável do desempenho do mercado imobiliário é a arrecadação do ITBI - Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis - que incide a uma alíquota de 2% sobre uma transferência de imóveis. Assim, uma elevação na arrecadação do ITBI indica um mercado imobiliário mais aquecido, e vice-versa. O primeiro gráfico (acima) mostra uma comparação da arrecadação acumulada de ITBI de Janeiro a Junho relativo aos anos de 2009, 2010 e 2011. Como podemos observar, 2011, apesar da retração nas vendas, ainda mostra maior arrecadação 3,22% maior que a de 2010, que por sua vez foi 37,8% superior à verificada no mesmo período de 2009.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8y_mvm2vLEg/TrH32c0SZtI/AAAAAAAAAnY/AModhoF_2pk/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-2011.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Arrecadação ITBI - Distrito Federal " border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-8y_mvm2vLEg/TrH32c0SZtI/AAAAAAAAAnY/AModhoF_2pk/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-2011.PNG" title="Arrecadação ITBI - Distrito Federal" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O gráfico acima mostra os valores mensais de arrecadação do ITBI para o Distrito Federal entre janeiro de 2009 e junho de 2011, evidenciando uma certa estabilidade nominal - já captada pelo gráfico anterior - em relação à 2010. É importante observar que, dada a valorização dos imóveis e a retração na quantidade vendida, o mercado imobiliário do DF está transacionando menos imóveis, porém a preços mais elevados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xrlY9rh8Tu4/TrH36EwKcEI/AAAAAAAAAng/6R3L4Z60KjU/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-2011-tendencia.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Tendência da Arrecadação ITBI - Distrito Federal " border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-xrlY9rh8Tu4/TrH36EwKcEI/AAAAAAAAAng/6R3L4Z60KjU/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-2011-tendencia.PNG" title="Tendência da arrecadação ITBI - Distrito Federal" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O último gráfico mostra o comportamento da arredação do ITBI de janeiro de 2009 a junho de 2011, aplicando uma linha de tendência polinomial de grau 2. Como pode ser verificado, a linha tendencial indica que a arrecação do ITBI pode estar iniciando uma trajetória de queda, o que ainda precisa ser confirmado com os números que ainda serão divulgados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3T-SIvL07nI/TrIESGL8yjI/AAAAAAAAAno/o2dmB7PVAw8/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-x-2010-x-2011-mensal.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img "="" alt="Arrecadação ITBI DF - Mensal de janeiro a junho - 2009 x 2010 x 2011" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-3T-SIvL07nI/TrIESGL8yjI/AAAAAAAAAno/o2dmB7PVAw8/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-x-2010-x-2011-mensal.PNG" title="Arrecadação ITBI DF - Mensal de janeiro a junho - 2009 x 2010 x 2011" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por outro lado, a comparação de arrecadação mês a mês mostra que a arrecadação do ITBI em abril, maio e junho de 2011 apresenta uma evolução significativa em relação à de 2010, o que permite-nos supor que a tendência de queda na arrecadação apontada pela linha de tendência do gráfico anterior provavelmente não irá se confirmar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-HtyhRWnj02I/TrIJMqngUXI/AAAAAAAAAnw/ltFLbJuecz8/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-x-2010-x-2011-acumulada.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Arrecadação ITBI DF - Acumulado de janeiro a junho - 2009 x 2010 x 2011" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-HtyhRWnj02I/TrIJMqngUXI/AAAAAAAAAnw/ltFLbJuecz8/s1600/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-x-2010-x-2011-acumulada.PNG" title="Arrecadação ITBI DF - Acumulado de janeiro a junho - 2009 x 2010 x 2011" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O gráfico com a arrecadação acumulada de janeiro a junho para os três anos mostra que 2011 começou muito fraco. Entretanto, como a arrecadação mensal veio subindo, em maio de 2011 o valor acumulado já era superior ao de 2010. Esse fenômeno indica uma recuperação do mercado imobiliário do DF ao longo do ano.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Considerações&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ao analisar os números do ITBI é preciso levar em conta que o ITBI não capta a venda de imóveis na planta, tendo em vista que ele só é arrecadado quando ocorre uma transferência de propriedade, o que só ocorre quando o imóvel é entregue ao proprietário. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em que pese esses aspectos, o comportamento de sua arrecadação é um indicador do que ocorre no mercado imobiliário. Os números mostrados evidenciam que o mercado em 2011 está menos aquecido que em 2010, mas ainda opera em um ritmo superior ao de 2009. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/estados_municipios/sistn.asp" target="_blank"&gt;Tesouro Nacional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-750319900848146034?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-03T00:27:29.347-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-lN3sx0zzb6A/TrH3yVYcQiI/AAAAAAAAAnQ/wpoXET0Wjcc/s72-c/Arrecadacao-ITBI-Distrito-Federal-2009-x-2010-x-2011.PNG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-40.023103500000005 -92.3549675 11.553095500000001 -11.4955925</georss:box></item><item><title>A ideologia da inveja e o movimento contra o Setor Noroeste</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/11/ideologia-da-inveja-e-o-movimento.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Imóveis</category><category>Investimentos</category><category>santuariodospajes</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 11:51:20 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-8989600738326116143</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O movimento contrário à construção do Setor Noroeste em Brasília e à favor da manutenção do &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/search/label/santuariodospajes" target="_blank"&gt;Santuário dos Pajés&lt;/a&gt; é um relativo sucesso — nem tanto de público, mas certamente de uma certa mídia. Como qualquer iniciativa da esquerda, sua principal denúncia é a "desigualdade" produzida pela especulação imobiliária promovida pelas malvadas construtoras de Brasília. Auto-proclamando-se representantes dos índios, destilam todo seu ódio contra os que têm dinheiro para comprar um apartamento no Noroeste, segundo eles os responsáveis e principais beneficiários da especulação imobiliária e destruição do cerrado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/11/ideologia-da-inveja-e-o-movimento.html"&gt;&lt;img alt="Setor Noroeste - Brasilia (DF)" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-k_unpcyTkgQ/TrA44rTIFoI/AAAAAAAAAmo/kIWRuoDqoQI/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-DF.jpg" title="Setor Noroeste - Brasília (DF)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
As ações do movimento em defesa do &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/search/label/santuariodospajes" target="_blank"&gt;Santuário dos Pajé&lt;/a&gt;s, porém, encerram enormes contradições: os maiores beneficiários da construção do Setor Noroeste em Brasília são a classe média e a população de baixa renda. As construtoras, o GDF e os proprietários dos apartamentos comprados no Noroeste estão financiando a construção de um bairro moderno, sintonizado com os melhores padrões de sustentabilidade. O resultado: geração de empregos, e elevação da oferta de imóveis, que aumenta a renda da população e reduz os preços das moradias, beneficiando, portanto, toda a coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LyzGDZbIoMA/TrA5AvChcUI/AAAAAAAAAm4/DpmFJkhg2AE/s1600/Setor-Noroeste-Indios.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Setor Noroeste - Brasilia (DF) - Índios" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-LyzGDZbIoMA/TrA5AvChcUI/AAAAAAAAAm4/DpmFJkhg2AE/s1600/Setor-Noroeste-Indios.jpg" title="Setor Noroeste - Brasília (DF) - Índios" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Outro aspecto curioso é que a maioria dos defensores da manutenção dos índios no Noroeste são estudantes em tempo integral, que não trabalham e têm o dia livre para ficarem fazendo manifestações. Sustentados pelas mamães e pelas vovós, &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/santuario-dos-pajes-chega-ao-fim-ao-fim.html" target="_blank"&gt;os maconheiros da UnB&lt;/a&gt; acham-se no direito de tentar impedir os outros de fazer algo que eles nunca fizeram: trabalhar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contradições à parte, é sintomático de uma grave doença da alma (a inveja) que esse movimento contra o Setor Noroeste não esteja propriamente protestando contra a especulação imobiliária, mas efetivamente contra a riqueza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--iONMldHXyQ/TrA5KVRLzBI/AAAAAAAAAnI/fJ6M05Myq4w/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-Distrito-Federal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Setor Noroeste - Brasilia (DF)" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/--iONMldHXyQ/TrA5KVRLzBI/AAAAAAAAAnI/fJ6M05Myq4w/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-Distrito-Federal.jpg" title="Setor Noroeste - Brasília (DF)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
É por essas e outras que, quando algum &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/santuario-dos-pajes-chega-ao-fim-ao-fim.html" target="_blank"&gt;maconheiro da UnB &lt;/a&gt;tenta impedir as obras no Setor Noroeste sob a argumentação de que os índios deveriam dispor de 50 hectares de terra, não se consegue explicar qual o motivo que leva esses desocupados a defender que uma área de 41.000 metros quadrados (que é o que corresponde aos 4 hectares já reservados aos indígenas) seja desumana, quando o máximo que as famílias que estão comprando imóveis no Noreste disporá será de 200 metros quadrados - duzentas vezes menos que os indígenas. Esse paradoxo evidencia que a verdadeira preocupação desses lumpens da UnB é com o que os mais ricos possuem, e não realmente com o cerrado ou com os indígenas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto que precisa ser destacado é que os investimentos no Setor Noroeste trarão à região um grande desenvolvimento e uma enorme soma de recursos financeiros para o Governo do Distrito Federal. Cada projeção no Noroeste está sendo vendida em valores entre R$ 20 milhões e R$ 25 milhões de reais. Esses recursos são usados pela Terracap para levar infra-estrutura, saneamento básico, energia elétrica, pavimentação e infra-estrutura urbana para as regiões mais pobres do DF e do Entorno, beneficiando exatamente as populações de baixa renda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vx3HclDHANw/TrA5FXXSfuI/AAAAAAAAAnA/kN-JhGUPgQY/s1600/Santuario-dos-Pajes-Setor-Noroeste-Brasilia-DF.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasilia" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-vx3HclDHANw/TrA5FXXSfuI/AAAAAAAAAnA/kN-JhGUPgQY/s1600/Santuario-dos-Pajes-Setor-Noroeste-Brasilia-DF.jpg" title="Santuário dos Pajés - Brasília (DF)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Colocar-se contra o Setor Noroeste não melhora em nada Brasília. Ao contrário: piora a situação das regiões mais pobres do Distrito Federal, pois reduz a quantidade de recursos à disposição do governo para investir em áreas menos favorecidas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-8989600738326116143?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-01T15:51:20.544-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-k_unpcyTkgQ/TrA44rTIFoI/AAAAAAAAAmo/kIWRuoDqoQI/s72-c/Setor-Noroeste-Brasilia-DF.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Distrito Federal, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-15.826691 -47.9218204</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-16.315541 -48.553534400000004 -15.337841000000001 -47.2901064</georss:box></item><item><title>Setor Noroeste obtém vitória judicial e Estado de Direito triunfa</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/10/setor-noroeste-obtem-vitoria-judicial-e.html</link><category>imobiliario</category><category>Imóveis</category><category>Investimentos</category><category>santuariodospajes</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 27 Oct 2011 21:17:48 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-4779466625846493263</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Democracia e o Estado de Direito estão prevalecendo na disputa envolvendo áreas do &lt;b&gt;Setor Noroeste de Brasília&lt;/b&gt;. Audiência Pública na 2º Vara de Justiça do TRF de Brasília, conduzida pela desembargadora Selene Maria de Almeida, estabeleceu não só que as obras poderão continuar, mas definiu garantias para que as construtoras possam trabalhar em paz livre dos &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/santuario-dos-pajes-chega-ao-fim-ao-fim.html" target="_blank"&gt;estudantes desocupados da UnB&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/setor-noroeste-obtem-vitoria-judicial-e.html"&gt;&lt;img alt="Setor Noroeste - Brasília" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ppks3ceKXlA/Tqoi2mEoACI/AAAAAAAAAhQ/paYeWcMwA_s/s1600/Brasilia-setor-noroeste.JPG" title="Setor Noroeste - Brasília" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nesse sentido, a Polícia Federal estará presente a partir de agora no Setor Noroeste para fazer cumprir a Lei e permitir que as obras dos edifícios possam avançar.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QcsbILmJHXU/TqojrQY9eQI/AAAAAAAAAhY/_9qznuGMREk/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-DF-Indios.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Edifício do Setor Noroeste - Brasília (DF)" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-QcsbILmJHXU/TqojrQY9eQI/AAAAAAAAAhY/_9qznuGMREk/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia-DF-Indios.jpg" title="Edifício do Setor Noroeste - Brasília (DF)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em relação à disputa sobre as terras supostamente indígenas da área, a razão triunfou, com a manutenção para o &lt;b&gt;Santuário dos Pajés&lt;/b&gt;&amp;nbsp;em uma área de 4 hectares de terra, área esta que já estava há muito tempo garantida à comunidade da tribo&amp;nbsp;Fulni-ô. Foi negada a reivindicação dos 50 hectares que vinha sendo feita recentemente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-a_AKVzZWNTA/TqojwkDDEoI/AAAAAAAAAhg/T8XA8Pk0sPA/s1600/Setor-Noroeste-Santuario-dos-Pajes+%252812%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasília (DF)" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-a_AKVzZWNTA/TqojwkDDEoI/AAAAAAAAAhg/T8XA8Pk0sPA/s1600/Setor-Noroeste-Santuario-dos-Pajes+%252812%2529.jpg" title="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasília (DF)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Esses 4 hectares de terra do Setor Noroeste foram confirmados por uma antropóloga da FUNAI presente na Audiência, e que, em um laudo em 2003, confirmou que o território indígena no Setor Noroeste correspondia a 4 hectares.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O Santuário dos Pajés dentro do Noroeste: fator de valorização&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não deixa de ser interessante para um bairro ecológico como o Setor Noroeste contar com uma área de 4 hectares de reserva indígena no seu interior.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-A4wH9dsdBvo/Tqoj9uhr3qI/AAAAAAAAAhw/UAJS3EtaUJE/s1600/Setor-Noroeste-Santuario-dos-Pajes-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasília (DF)" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-A4wH9dsdBvo/Tqoj9uhr3qI/AAAAAAAAAhw/UAJS3EtaUJE/s1600/Setor-Noroeste-Santuario-dos-Pajes-2.jpg" title="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasília (DF)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O &lt;b&gt;Santuário dos Pajés&lt;/b&gt;, dentro do Noroeste, poderá se tornar um importante polo de atração turística para o bairro, o que deve levar a uma valorização maior ainda da área.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1rvRLK6aalI/Tqoj4udOfFI/AAAAAAAAAho/vwJXEaN25h4/s1600/Setor-Noroeste-Santuario-dos-Pajes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasília (DF)" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-1rvRLK6aalI/Tqoj4udOfFI/AAAAAAAAAho/vwJXEaN25h4/s1600/Setor-Noroeste-Santuario-dos-Pajes.jpg" title="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasília (DF)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Da mesma forma, os indígenas que lá permanecerem poderão estabelecer negócios e lucrar com o desenvolvimento do bairro, obtendo, assim, recursos para a manutenção de suas tradições.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Y8VBq5k5_UE/TqokCLa7ezI/AAAAAAAAAh4/I2K9c_93eHg/s1600/Setor-Noroeste-Santuario-dos-Pajes+%252811%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasília (DF)" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Y8VBq5k5_UE/TqokCLa7ezI/AAAAAAAAAh4/I2K9c_93eHg/s1600/Setor-Noroeste-Santuario-dos-Pajes+%252811%2529.jpg" title="Santuário dos Pajés - Setor Noroeste - Brasília (DF)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Afinal, qual outro bairro do Brasil tem, em sua gênese, uma história de suor e lágrimas como o Setor Noroeste de Brasília? E que conta, ainda, com o charme de dispor de documentário de sua criação - &lt;b&gt;Sagrada Terra Especulada&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="383" src="http://player.vimeo.com/video/15172707?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="383" src="http://player.vimeo.com/video/28597529?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Finalmente a Democracia triunfa no&amp;nbsp;&lt;b&gt;Setor Noroeste em Brasília&lt;/b&gt;. A partir de amanhã as construtoras poderão tranquilamente demarcar suas projeções e iniciar suas obras. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Polícia Federal estará no local para garantir o direito constitucional dos legítimos proprietários das projeções do Setor Noroeste, e, caso algum vândalo travestido de estudante da UnB resolva interpor algum óbice ao exercício do trabalho alheio, terá o que merece: cadeia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-4779466625846493263?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-28T01:17:48.641-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-Ppks3ceKXlA/Tqoi2mEoACI/AAAAAAAAAhQ/paYeWcMwA_s/s72-c/Brasilia-setor-noroeste.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Sqs 314 - Brasília, DF, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-15.826691 -47.9218204</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-16.315541 -48.553534400000004 -15.337841000000001 -47.2901064</georss:box></item><item><title>Chapa liberal vence a eleição para o DCE da UnB</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/10/chapa-liberal-vence-eleicao-para-o-dce.html</link><category>PSDB</category><category>Politica</category><category>santuariodospajes</category><category>Democracia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 27 Oct 2011 19:35:38 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-8340210606984329941</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A chapa &lt;a href="http://liberdadeunb.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Aliança pela Liberdade&lt;/a&gt; foi declarada vencedora das eleições para o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade de Brasília (UnB), obtendo 1.280 dos 5.782 votos válidos. A chapa vitoriosa alinha-se com os idéias de liberdade, meritocracia e democracia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/chapa-liberal-vence-eleicao-para-o-dce.html"&gt;&lt;img alt="Aliança pela Liberdade - UnB" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-APhTCD7kkw8/TqoS7a1yIdI/AAAAAAAAAg4/_Bke0HFCUz8/s1600/Chapa-Alianca-pela-Liberdade-UnB.jpg" title="Aliança pela Liberdade - Unb" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos principais pontos da campanha da chapa Aliança pela Liberdade é a adoção de um sistema parlamentarista no DCE. Outros aspectos apoiados pela Aliança pela Liberdade da UnB é o retorno ao policiamento no campus, e um maior foco nos problemas vividos pelos estudantes, afastamento dos movimentos sociais e de partidos políticos que historicamente dominam a política estudantil.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Aliança pela Liberdade conta com 30 membros, com predominância de alunos dos cursos de ciência política, economia, engenharia civil e direito. Para sua gestão, a chapa pretende modificar o sistema eleitoral do DCE. "Queremos implementar um sistema parlamentarista, no qual os centros acadêmicos indiquem os representantes do Conselho. Assim, teríamos um órgão plural, sem o domínio desse ou daquele grupo político", explica o vice-presidente da chapa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1OXgeqj3BOo/TqoTO1A4-mI/AAAAAAAAAhA/ToEzDNChR24/s1600/Alianca-pela-Liberdade-UNB.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Aliança pela Liberdade - UnB" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-1OXgeqj3BOo/TqoTO1A4-mI/AAAAAAAAAhA/ToEzDNChR24/s1600/Alianca-pela-Liberdade-UNB.jpg" title="Aliança pela Liberdade - Unb" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A proposta é explicada em detalhes no &lt;a href="http://liberdadeunb.blogspot.com/"&gt;blog&lt;/a&gt; da chapa. Também foi pautada pela chapa a melhoria da infra-estrutura dos câmpus, incluindo o fornecimento de papel higiênico e toalhas de papel nos banheiros da instituição. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Foco na universidade &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O DCE da UnB tem se notabilizado, desde 2000, quando foi reaberto, por ser aparelhado e financiado por partidos de esquerda, e também por usar a estrutura do DCE principalmente para questões extra-acadêmicas, como o apoio ao &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/search/label/santuariodospajes" target="_blank"&gt;Santuário dos Pajés&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-b_fmMMpwQ1g/TqoTSnlBVJI/AAAAAAAAAhI/6IK6snI4ffE/s1600/Alianca-pela-Liberdade-UNB-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Aliança pela Liberdade - UnB" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-b_fmMMpwQ1g/TqoTSnlBVJI/AAAAAAAAAhI/6IK6snI4ffE/s1600/Alianca-pela-Liberdade-UNB-2.jpg" title="Aliança pela Liberdade - Unb" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A chapa Aliança pela Liberdade pretende mudar essas pautas e focar na UnB, menos preocupações com revoluções e mais temas que afetem o ambiente universitário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="491" src="http://www.youtube.com/embed/SBpkxkKXrEk" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Enfim, um sopro de renovação da UnB.&lt;b&gt; Parabéns à Aliança pela Liberdade&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="680" height="491" src="http://www.youtube.com/embed/VlzptZ9wieQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-8340210606984329941?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-27T23:35:38.091-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-APhTCD7kkw8/TqoS7a1yIdI/AAAAAAAAAg4/_Bke0HFCUz8/s72-c/Chapa-Alianca-pela-Liberdade-UnB.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-14.235004 -51.92528</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-40.023103500000005 -92.3549675 11.553095500000001 -11.4955925</georss:box></item><item><title>INCC com perspectiva de aceleração em novembro de 2011</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/10/incc-com-perspectiva-de-aceleracao-em.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>Investimentos</category><category>Economia</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 27 Oct 2011 06:48:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-111197645557723271</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em outubro, o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,20%, puxado em grande parte pelo aumento do custo com mão de obra. Responsável pela metade do índice, o grupo vai subir ainda mais em novembro, de acordo com Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que apura o índice.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/incc-com-perspectiva-de-aceleracao-em.html"&gt;&lt;img alt="Evolução do INCC 2011" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-ddu9xKdqUMg/TqlgxVVcZqI/AAAAAAAAAcE/EX5KfM6jqK8/s1600/INCC-2011-2010-evolucao.jpg" title="Evolução do INCC - 2011 e 2010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Responsável por 0,16 pontos no INCC-M de outubro, a mão de obra no mês foi puxada pela antecipação de aumento salarial por parte de algumas empresas mineiras. Como resultado, o índice em Belo Horizonte ficou em 0,86% no mês, o maior entre as sete capitais pesquisadas pela FGV. Em São Paulo, o acréscimo foi de 0,12%, enquanto no Rio de Janeiro ficou em 0,15%.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Ana Maria Castelo, estão previstos reajustes salariais em Minas Gerais, Recife e Distrito Federal, que negociou, neste ano, o aumento em duas parcelas. “A média dos reajustes está em 10%. Brasília destoa um pouco e vai ser de 16%, mas a primeira parte já foi concedida”, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No acumulado do ano, mão de obra registra acréscimo de 9,4%. Nos últimos 12 meses, o índice aumentou 11,23%.  O item foi responsável por 68% da alta do INCC-M neste ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-M7yK85OsoOA/TqlgOBTYtYI/AAAAAAAAAb8/zPNiFuZsjsc/s1600/INCC-2010-2011.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Evolução do INCC - 2011 e 2010" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-M7yK85OsoOA/TqlgOBTYtYI/AAAAAAAAAb8/zPNiFuZsjsc/s1600/INCC-2010-2011.PNG" title="Evolução do INCC - 2011 e 2010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O custo com mão de obra na construção civil vem aumentando acima dos Índices Gerais de Preços (IGPs) nos últimos anos, reflexo do aquecimento do setor, segundo a economista. “Os salários vêm ganhando aumento real, influenciados também pelo forte crescimento da construção civil como um todo. A escassez de trabalhadores qualificados e a demanda por obras no país dão mais condições aos sindicatos na hora de negociar.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano, o INCC-M deve fechar um pouco acima dos 7,5% registrados em 2010. O item materiais e equipamentos, que aumentou 0,23% em outubro em relação a setembro, reflete o crescimento da economia como um todo neste ano. Até outubro, o grupo, responsável por 39% do índice, estava em 3,73%. Serviços tem alta acumulada de 5,45% no ano, e 0,34% neste mês, mas corresponde por 11% do INCC-M.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para 2012, o mercado da construção civil no país deve continuar aquecido, provocando reflexos na mão de obra. As obras de mobilidade urbana e infraestrutura para a Copa do Mundo e Olimpíada, somadas aos projetos já existentes do governo, como o Minha Casa Minha Vida e o Plano de Aceleração do Crescimento 2 (PAC), devem manter o INCC-M acima dos índices gerais de preços. Além disso, a mão de obra vai encarecer também em virtude do aumento do salário mínimo já previsto para o ano que vem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://www.valor.com.br/brasil/1070454/acordos-salariais-vao-puxar-indice-da-construcao-para-cima-em-novembro" target="_blank"&gt;Valor Econômico&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-111197645557723271?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-27T10:48:37.822-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-ddu9xKdqUMg/TqlgxVVcZqI/AAAAAAAAAcE/EX5KfM6jqK8/s72-c/INCC-2011-2010-evolucao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Setor Noroeste em Brasília, os índios, os mitos e os fatos</title><link>http://www.politicaeconomia.com/2011/10/o-setor-noroeste-em-brasilia-os-indios.html</link><category>bolhaimobiliaria</category><category>imobiliario</category><category>santuariodospajes</category><category>Mercado</category><author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</author><pubDate>Thu, 27 Oct 2011 19:20:28 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1749017029290574316.post-4355973184300048347</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tendo em vista a ampla desinformação que ocorre na mídia em geral sobre a questão indígena do Setor Noroeste, este artigo pretende esclarecer os principais pontos de polêmica sobre o novo bairro de Brasília, o qual é objeto de &amp;nbsp;algumas manifestações contrárias à sua construção.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/o-setor-noroeste-em-brasilia-os-indios.html"&gt;&lt;img alt=" Setor Noroeste em Brasília, os índios, os mitos e os fatos" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-01s_nQKccAA/Tqi1YxXp77I/AAAAAAAAAbk/BcrDinkR8NM/s1600/Setor-Noroeste-Brasilia.jpg" title=" Setor Noroeste em Brasília, os índios, os mitos e os fatos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A seguir relacionaremos os mitos e os fatos sobre o setor Noroeste de Brasília.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mito 1: “&lt;b&gt;&lt;i&gt;O Brasília Revisitada previu o Noroeste para as classes C,D e E&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.”&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lsw_HFYabAM/Tqi1xOFm6tI/AAAAAAAAAbs/0AhOJJQGZSA/s1600/Brasilia-Revisitada.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Documento Brasília Revisitada" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-lsw_HFYabAM/Tqi1xOFm6tI/AAAAAAAAAbs/0AhOJJQGZSA/s1600/Brasilia-Revisitada.PNG" title="Documento Brasília Revisitada" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Fatos -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;O documento &lt;a href="http://www.sedhab.df.gov.br/sites/300/379/00002546.pdf" target="_blank"&gt;Brasília Revistada 87/87&lt;/a&gt;, configurando-se como Anexo I do Decreto nº10.829/1987 - GDF e da Portaria nº 314/1992 - Iphan, &lt;u&gt;nada falam sobre classes C, D e E&lt;/u&gt; para o Noroeste. O que o documento original menciona é que os dois novos bairros à Oeste - Sudoeste e Noroeste - os quais são tratados no documento como Asa Nova Sul e Asa Nova Norte - estão previstos com a implantação de Quadras Econômicas (pilotis e três pavimentos) para responder à&amp;nbsp;demanda habitacional popular e Superquadras (pilotis e seis pavimentos) para classe média.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O fato é que na implantação do Sudoeste foi criado o chamado Sudoeste Econômico, que dispõe de prédios de 3 andares sem elevador, que seriam supostamente destinados à população de baixa renda. Hoje esses imóveis são comercializados na faixa de R$ 500 mil reais - um valor inadequado para a baixa renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, se o GDF criasse o Noroeste e o comercializasse apenas para o segmento de baixa renda, como foi feito com o Setor Mangueiral, por exemplo, o que aconteceria é que, no momento que os imóveis estivessem prontos, os compradores de baixa renda iriam vender tais imóveis para os proprietários de alta renda com condições de pagar os elevados valores do Noroeste. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mito 2: "&lt;i&gt;&lt;b&gt;O Setor Noroeste foi aprovado graças a aprovação do Plano Diretor das Cidades que segundo a operação Caixa de Pândora deputados distritais receberam propina para aprová-lo.  O governo que lançou a pedra fundamental deste bairro teve seu governador preso em pleno carnaval.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Fatos - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;O Setor Noroeste estava previsto nos PDOT/93 e no PDOT/97, muito anteriores ao advento do Governo Arruda. O Parque Burle Marx, que ficará anexo ao Setor Sudoeste, foi originalmente criado a partir do Decreto n.º 12.249, de 7 de março de 1990, retificado pelo Decreto nº 13.231, de 4 de junho de 1991, tendo o Governo no Distrito Federal destinado para tanto  uma área de 175,46 hectares.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os fatos acima evidenciam que o Setor Noroeste não é uma criação do Governo Arrruda, mas oriundo de um processo que se iniciou em 1987, com o documento Brasília Revisitada de Lúcio Costa, depois foi inserido nos diversos Planos Diretores de Brasília, e também foi objeto de um &lt;a href="http://www.terracap.df.gov.br/internet/arquivos/0026301609.pdf" target="_blank"&gt;Estudo de Impacto Ambiental&lt;/a&gt; e de um Relatório de Impacto Ambiental, documentos iniciados no começo da década de 90.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mito 3: "&lt;b&gt;&lt;i&gt;O projeto do Parque Burle Marx que não foi licitado, a destruição de árvores nativas protegidas por lei como o Pequizeiro.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vlgF7zwtjZs/Tqi16HBD6bI/AAAAAAAAAb0/gKItWxmE-CA/s1600/Brasilia-Revisitada-2.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Brasilia Revisitada - Parque Burle Marx" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-vlgF7zwtjZs/Tqi16HBD6bI/AAAAAAAAAb0/gKItWxmE-CA/s1600/Brasilia-Revisitada-2.PNG" title="Brasilia Revisitada - Parque Burle Marx" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Fatos -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;O Parque Burle Marx, que ficará anexo ao Setor Sudoeste, foi originalmente criado a partir do Decreto n.º 12.249, de 7 de março de 1990, retificado pelo Decreto nº 13.231, de 4 de junho de 1991, tendo o Governo no Distrito Federal destinado para tanto  uma área de 175,46 hectares.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mito 4: "&lt;b&gt;&lt;i&gt;O Santuário dos Pajés é área indígena, e segundo a constituição federal e o STF quem define o que é terra indígena é o estudo antropológico e o processo de demarcação da FUNAI.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Fatos -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;O artigo 231 da&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm" target="_blank"&gt; Constituição Federal de 1988&lt;/a&gt; estabelece que "&lt;i&gt;são reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam,&lt;b&gt; competindo à União demarcá-las&lt;/b&gt;, proteger e fazer respeitar todos os seus bens&lt;/i&gt;".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Como se pode ver acima, a Constituição Federal não menciona a FUNAI e muito menos "estudo antropológico". Sendo assim, a FUNAI, que é o órgão da União para questões indígenas, tem a competência legal para demarcar a terra indígena. A contratação de estudo antropológico é mera discricionariedade do órgão, que, representando a União nessa questão, pode ater-se ou não às recomendações de qualquer estudo antropológico contratado ou não por ela.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Com base nessas competências constitucionais, em 14/10/2011, a &lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-10-14/para-funai-area-nao-e-terra-tradicional-indigena" target="_blank"&gt;Agência Brasil da EBC noticiou&lt;/a&gt; que "&lt;b&gt;&lt;i&gt;a Funai não considera a área como terra tradicional indígena. O laudo apresentado pelo antropólogo Jorge Eremites não se sustenta, e a maioria das pessoas que vivem no local, ainda que há muito tempo, sequer são lideranças indígenas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;”. Esse relato foi feito pelo indigenista da Funai Mário Moura, que ainda completou que os índios sequer têm direito a usucapião da terra. “&lt;b&gt;&lt;i&gt;Se fosse terra particular, eles teriam direito a usucapião, mas como é terra pública, isso não é aplicável&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;”, disse o técnico da Funai. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="383" src="http://player.vimeo.com/video/28616213?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="680"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Diante do exposto acima, fica evidente que não há qualquer fundamentação nas&lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/santuario-dos-pajes-chega-ao-fim-ao-fim.html" target="_blank"&gt; manifestações de grupos organizados do DF&lt;/a&gt;, os quais, mesmo ante seguidas &lt;a href="http://www.politicaeconomia.com/2011/10/setor-noroeste-obtem-vitoria-judicial.html" target="_blank"&gt;decisões judiciais favoráveis à continuidade das obras&lt;/a&gt;, ainda continuam a tentar impedir os outros de trabalhar, empreender e construir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.politicaeconomia.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1749017029290574316-4355973184300048347?l=www.politicaeconomia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-27T23:20:28.098-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-01s_nQKccAA/Tqi1YxXp77I/AAAAAAAAAbk/BcrDinkR8NM/s72-c/Setor-Noroeste-Brasilia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Brasília - DF, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-15.7801482 -47.9291698</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-16.2691132 -48.5608838 -15.291183199999999 -47.297455799999994</georss:box><enclosure url="http://www.sedhab.df.gov.br/sites/300/379/00002546.pdf" length="393009" type="application/pdf" /><media:content url="http://www.sedhab.df.gov.br/sites/300/379/00002546.pdf" fileSize="393009" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Tendo em vista a ampla desinformação que ocorre na mídia em geral sobre a questão indígena do Setor Noroeste, este artigo pretende esclarecer os principais pontos de polêmica sobre o novo bairro de Brasília, o qual é objeto de &amp;nbsp;algumas manifestações</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Kássia Tavares)</itunes:author><itunes:summary> Tendo em vista a ampla desinformação que ocorre na mídia em geral sobre a questão indígena do Setor Noroeste, este artigo pretende esclarecer os principais pontos de polêmica sobre o novo bairro de Brasília, o qual é objeto de &amp;nbsp;algumas manifestações contrárias à sua construção. A seguir relacionaremos os mitos e os fatos sobre o setor Noroeste de Brasília. Mito 1: “O Brasília Revisitada previu o Noroeste para as classes C,D e E.” Fatos -&amp;nbsp;O documento Brasília Revistada 87/87, configurando-se como Anexo I do Decreto nº10.829/1987 - GDF e da Portaria nº 314/1992 - Iphan, nada falam sobre classes C, D e E para o Noroeste. O que o documento original menciona é que os dois novos bairros à Oeste - Sudoeste e Noroeste - os quais são tratados no documento como Asa Nova Sul e Asa Nova Norte - estão previstos com a implantação de Quadras Econômicas (pilotis e três pavimentos) para responder à&amp;nbsp;demanda habitacional popular e Superquadras (pilotis e seis pavimentos) para classe média. O fato é que na implantação do Sudoeste foi criado o chamado Sudoeste Econômico, que dispõe de prédios de 3 andares sem elevador, que seriam supostamente destinados à população de baixa renda. Hoje esses imóveis são comercializados na faixa de R$ 500 mil reais - um valor inadequado para a baixa renda. Além disso, se o GDF criasse o Noroeste e o comercializasse apenas para o segmento de baixa renda, como foi feito com o Setor Mangueiral, por exemplo, o que aconteceria é que, no momento que os imóveis estivessem prontos, os compradores de baixa renda iriam vender tais imóveis para os proprietários de alta renda com condições de pagar os elevados valores do Noroeste. Mito 2: "O Setor Noroeste foi aprovado graças a aprovação do Plano Diretor das Cidades que segundo a operação Caixa de Pândora deputados distritais receberam propina para aprová-lo. O governo que lançou a pedra fundamental deste bairro teve seu governador preso em pleno carnaval." Fatos - O Setor Noroeste estava previsto nos PDOT/93 e no PDOT/97, muito anteriores ao advento do Governo Arruda. O Parque Burle Marx, que ficará anexo ao Setor Sudoeste, foi originalmente criado a partir do Decreto n.º 12.249, de 7 de março de 1990, retificado pelo Decreto nº 13.231, de 4 de junho de 1991, tendo o Governo no Distrito Federal destinado para tanto uma área de 175,46 hectares. Os fatos acima evidenciam que o Setor Noroeste não é uma criação do Governo Arrruda, mas oriundo de um processo que se iniciou em 1987, com o documento Brasília Revisitada de Lúcio Costa, depois foi inserido nos diversos Planos Diretores de Brasília, e também foi objeto de um Estudo de Impacto Ambiental e de um Relatório de Impacto Ambiental, documentos iniciados no começo da década de 90. Mito 3: "O projeto do Parque Burle Marx que não foi licitado, a destruição de árvores nativas protegidas por lei como o Pequizeiro." Fatos -&amp;nbsp;O Parque Burle Marx, que ficará anexo ao Setor Sudoeste, foi originalmente criado a partir do Decreto n.º 12.249, de 7 de março de 1990, retificado pelo Decreto nº 13.231, de 4 de junho de 1991, tendo o Governo no Distrito Federal destinado para tanto uma área de 175,46 hectares. Mito 4: "O Santuário dos Pajés é área indígena, e segundo a constituição federal e o STF quem define o que é terra indígena é o estudo antropológico e o processo de demarcação da FUNAI." Fatos -&amp;nbsp;O artigo 231 da Constituição Federal de 1988 estabelece que "são reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens". Como se pode ver acima, a Constituição Federal não menciona a FUNAI e muito menos "estudo antropológico". Sendo assim, a FUNAI, que é o órgão da União para questões indígenas, tem a competência legal para demarcar a terra indígena. A contratação de estudo antropológico é mera discricionariedade do órgão, que, representando</itunes:summary><itunes:keywords>bolhaimobiliaria, imobiliario, santuariodospajes, Mercado</itunes:keywords></item><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

