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	<title>Pop4</title>
	
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		<title>Formação original do Guns vai se reunir</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Ferri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Guns´n Roses]]></category>
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		<category><![CDATA[Rock´n Roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizzy Reed anunciou que a formação original vai se reunir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para surpresa e alegria dos fãs, Dizzy Reed, tecladista do Guns´n Roses desde 1990 anunciou que todos os integrantes da formação original da banda vão se reunir. Por enquanto, ainda não vai rolar um show, mas os antigos integrantes vão participar da festa que os incluirá no Hall da Fama do Rock´n Roll, em abril.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/ErvgV4P6Fzc?rel=0" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>The Black Keys, ao vivo na BBC</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 16:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[BBC Radio 1 Live Lounge Zane Lowe 2012 recebe The Black Keys]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fãs dos americanos do <strong>The Black Keys</strong> puderam acompanhar no último programa BBC Radio 1 Live Lounge Zane Lowe 2012 uma apresentação ao vivo da banda nos estúdios.</p>
<p>Dan Auerbach (voz e guitarra) e Patrick Carney (bateria) estavam acompanhados de outros músicos para execução de várias faixas conhecidas do grupo. Confira:</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/qZCSGwKOntY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Os Primeiros 10 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 16:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Tomie Ohtake]]></category>
		<category><![CDATA[Os primeiros 10 anos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Primeiros 10 anos leva artistas emergentes ao Instituto Tomie Ohtake]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em atividade desde 2000, o <a href="http://www.institutotomieohtake.org.br/" target="_blank">Instituto Tomie Ohtake</a> tornou-se um dos principais pontos de referência para o espaço das artes em São Paulo e no país. Para comemorar a década de profícuas exposições, será apresentada ao público a coletiva <strong>Os Primeiros 10 anos</strong>.</p>
<p>Poderão ser conferidos trabalhos de 50 artistas dos mais variados suportes, com obras de diferentes temáticas e origens. A exposição é organizada pelo Núcleo de Pesquisa e Curadoria do <strong>Instituto Tomie Ohake</strong>, com direção de Agnaldo Farias, em parceria com o crítico convidado Tiago Mesquita. O que liga as obras são a autoria de artistas de destaque no panorama contemporâneo emergente.</p>
<p>A exposição reafirma também uma das práticas que contribuíram para a consolidação do perfil da instituição e que consiste em apresentar recortes da arte brasileira assinados por alguns dos curadores mais importantes do país. Até então, Paulo Herkenhoff dedicou-se aos anos 1950, Glória Ferreira dos 1960 – 1970, Agnaldo Farias dos 1980 – 1990 e, junto com Moacir dos Anjos.</p>
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		<item>
		<title>24 Letras Por Segundo</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 15:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[24 Letras Por Segundo]]></category>
		<category><![CDATA[Não Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[24 Letras por Segundo, uma adaptação do cinema para as páginas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você vive nesse planeta e tem o mínimo interesse por produtos de arte e entretenimento, certamente já deve ter se pego às voltas discutindo com amigos sobre a eterna briga: “o que é melhor, o livro ou o filme daquela obra?”.</p>
<p>Adaptações de livros à telona são comuns, mas e o contrário? Bem, é indo nesta direção que a premiada editora sulista <a href="http://www.naoeditora.com.br/catalogo/24-letras-por-segundo/" target="_blank">Não Editora</a> convida dezessete escritores para interpretarem seus diretores de cinema favoritos em <strong>24 Letras Por Segundo</strong>.</p>
<p>O primeiro grande – e curioso – aspecto da obra é sua editoração gráfica. A capa lembra a capa de uma fita VHS, com letreiros como ficha técnica e aqueles dados no verso: “Contos/Duração:192pag/PB/Livre/2011/Legendado”. Os detalhes são mínimos, mas anteveem, de forma criativa, o que o leitor pode esperar.</p>
<p>Para começar a obra, temos um conto temos o escritor Bernardo Moraes com o conto O Túmulo Frio de Mimi Meyers, uma prosa voraz e direta como uma adaptação da linguagem de Quentin Tarantino:</p>
<p><em>“1.Açougueiros</p>
<p>Aqui está a verdade: eu encostado na parede, Tim e Ted sentados no banco do meu lado. Ainda estamos com os uniformes do açougue, manchados de sangue e tudo, porque é hora do intervalo. Odeio trabalhar no turno da noite: é um silêncio danado na rua, ainda mais nesse bairro cheirando a mijo. Acendo um cigarro. Ted pede um e eu o mando à merda. Ele me chama de idiota, eu xingo a mãe dele, ele solta um palavrão e nós ficamos quietos. Aí eu lhe dou um cigarro, ele agradece e diz que sou seu melhor amigo&#8230;”</em></p>
<p>Assim temos um desdobrar de contos, com autores e cineastas tão variados quanto possíveis. Um fio em comum que une os textos é justamente a fala nata de autor x cineasta. O desafio, cumprido na maior parte das vezes, é transmitir ao leitor uma imagem construída com a poética do texto literário, mas preservando situações e textos comuns das obras cinematográficas.</p>
<p>O Conchário, por exemplo, é um conto de Pena Cabreira sobre o cineasta norte-americano Terry Gilliam, um dos fundadores do Monty Python. Surrealista em sua essência, o diretor teve sua alma criativa captada num texto nonsense sobre uma estranha figura, atemporal, que se entranha numa terra inexistente dando origem a uma lenda regionalista.</p>
<p><em>“O andante, em sua expedição pelo planeta caracol, se deparou com o primeiro horror, um Renault 1947 descolorido pela ferrugem com quatro cadáveres se desmanchando em volta. Um homem uma mulher, um guri e uma menininha. A família feliz de vísceras pra fora, carcomidas por colônias de vermes, provocou outra série de vômitos no infeliz. Foi o começo. A seguir, ele encontrou carros, carroças, charretes, caminhões despedaçados, junto com carcaça de gente, de cavalos e cachorros em vários estados de podridão, chegando a esqueletos sem nenhum restolho de carne ou pano. Quando olhou pra trás e verificou ter cruzado quilômetros de infortúnio e desgraça, e que as curvas do suave mundo macabro cada vez mais menos iluminado não deixam ele avistar o Studebaker teve a certeza de haver mergulhado de cabeça no universo sem volta . A marcha pela praia acrílica se estorvou de vez quando caiu o último gole d’água do cantil, aí o horizonte do macho forte começou a turvar. A sede, a fome, a maresia e o ar irrespirável, aos poucos, plantaram no seu espírito um câncer desconhecido – a covardia”.</em></p>
<p>De forma tão distinta quando os textos, seus autores e correspondentes diretores, o livro se torna um prazer de muitas facetas, de agradáveis, dinâmicas e essenciais leituras.</p>
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		<title>SOPA/PIPA e o que você tem a ver com isso</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 00:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[DotArt]]></category>
		<category><![CDATA[PIPA]]></category>
		<category><![CDATA[SOPA]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma visão sociocultural unilateral é perigosa. Tome cuidado antes de compartilhar a SOPA/PIPA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa história diária de download, uma coisa me perturba bastante. Gosto de peneirar novos discos e novas bandas. Geralmente faço download de obras que me interessam. Após escutar a bolacha virtual algumas vezes, vou até o Youtube e digito o nome do artista. Me empolgo quando vejo um vídeo de alguma faixa do novo disco. Daí, clico para assisti-lo e dou de cara com uma mensagem do tipo “Este conteúdo não está disponível para a sua região”.</p>
<p>A cultura é um dos bens mais críticos de um povo. É nela que guardamos nossa história, costumes e forma de ver o mundo. É nela que nos criamos, e criamos gerações. Cultura, enquanto mobilidade e troca simbólica é o que dá a um povo sua cara. Mas cultura também oprime. Historicamente é desnecessário resgatar à mente exemplos como hispânicos na américa latina, romanos etc.</p>
<p>Pessoalmente, acredito que a maior contribuição da internet é justamente sua possibilidade de trocas e compreensões culturais. Vivenciar, experimentar e assistir, num espaço tão próximo, a Cultura de outros povos é algo quase mágico. É como viver numa cidade sem nunca tê-la vista. É poder se identificar com valores desconhecidos, sem nunca ter cruzado a fronteira de um território.</p>
<p>Recentemente vimos dois grandes atos do contexto jurídico norte-americano destinados ao controle da circulação de bens culturais através de protocolos de internet. SOPA e PIPA ganharam às telas (de pcs, tv etc) numa velocidade viralizante. Assim, não tardaram aparecer opiniões pungentes sobre as possíveis restrições derivadas de um pressuposto sucesso destas ações.</p>
<p>Não vou discutir aqui a validade das ações (até acredito que pontos colocados por elas fazem lá algum sentido), mas sim um frisson específico da internet brasileira. Pelo Facebook, acompanhei atualizações como: “estão querendo acabar com sua possibilidade de fazer download de músicas, filmes etc&#8230; lute a favor da liberdade de expressão”. Frases tão desprovidas de senso quanto possíveis que encontravam centenas de usuários para curti-la e compartilha-las, gerando assim uma onda infindável de uma pressuposta resistência digital.</p>
<p>Este comportamento de viralização é comum também com outros conteúdos, como afirmar que alguém estrupou uma participante num programa de TV, ou que a polícia agrediu um grupo de estudantes que faziam parte de uma manifestação cultural pacífica.</p>
<p>Bom, é também este mesmo tipo de comportamento que gera uma visão unilateral e perigosa sobre instituições e momentos históricos culturais. Me atendo especificamente à internet, tenho percebido, cada vez mais, a criação desta percepção unilateral, sem senso crítico ou margem para vias alternativas. Acredito que o grande engano de um usuário é achar que pode exercer um ato político de fato endossando uma “corrente” virtual em prol de uma visão libertadora.</p>
<p>SOPA e PIPA são atos criados numa país que restringe, e sempre restringiu, o consumo de seus bens culturais a outras nações. Esta mesma nação empoe a grande parte do mundo (através de filmes, seriados e mídia) uma visão particular e opressora, reforçando mitos de consumo, beleza e mercado. É nela, nas últimas décadas, que se desenvolveram a – prioritariamente mais libertária, e agora a mais temível – forma de opressão em massa. Informação. Eis a palavra. Aqui reside o veículo mais tangível de trocas simbólicas, culturais. Aqui reside o que orienta nossa forma de ver o mundo e se relacionar com ele. Quando uma nação assume as rédeas sobre como você acessa a informação, a guarda ou a disponibiliza, ficamos submissos a um modelo de pensamento. A uma forma de viver.</p>
<p>Pense um pouco. Onde surgiu a internet? Onde os produtos mais utilizados da rede (navegadores, mecanismos de pesquisa, sites de relacionamento) foram concebidos? Onde se encontram as empresas mais significativas no campo da tecnologia e da informação?</p>
<p>Information retrieval, ou resgate da informação, é um campo multidisciplinar destinado à pesquisa sobre como procuramos e armazenamos nossas informações. É basicamente como guardamos nossa percepção de mundo, nossa cultura. E é a partir deste processo que criamos, através de uma interpretação pessoal, um estilo de vida, de encarar as coisas. Mas o que acontece quando a forma como lidamos com as informações são introjetadas de um modelo externo ao nosso contexto sociocultural.</p>
<p>Antes de endossar uma causa como SOPA e PIPA, acho que devemos refletir sobre valores e percepções anteriores. A restrição de fora para dentro ao acesso a bens culturais é via de regra para a cultura dos EUA, mas o contrário é motivo de engajamento. E não, você não perderá seu direito de fazer download de arquivos. O que está em discussão é como usuários de uma nação específica poderão ter seu acesso bloqueado a mídias de fora dessa nação que infrinjam ao código de propriedade intelectual de seu próprio país. Pesquise sobre instituições e aspectos jurídicos. Você perceberá que para que uma nação tenha poder absoluto sobre bens informacionais disponíveis em outra, o processo é bem mais longo e politicamente complexo.</p>
<p>Antes de um falso engajamento, percorra o caminho mais difícil. Pesquise fora de modelos previsíveis. Busque fontes de informação alternativas. Desenvolva seu senso crítico. Colabore com colocações politicamente e judicialmente embasadas. Não seja mais um pseudo politizado na multidão de usuários que grita sem direção, numa turba desenfreada e conduzida por uma visão cultural bem distinta da sua.</p>
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		<title>Histórias Cruzadas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 13:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Ferri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias cruzadas]]></category>
		<category><![CDATA[Kathryn Stockett]]></category>
		<category><![CDATA[New York Times]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme representa um momento na história em que os negros, lutando por direitos iguais, passaram a ser ouvidos pela sociedade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao escolher um filme para assistir no cinema, a sinopse de Histórias Cruzadas não se destaca como a mais atrativa: “a vida de empregadas domésticas negras nos EUA durante os anos 1960”. Porém, o enredo surpreendeu e foi capaz de, alternadamente, despertar na platéia gargalhadas, raiva, tristeza e indignação.</p>
<p>Os fatos começam a se desenrolar quando a recém formada Skeeter retorna a sua cidade natal determinada a adquirir experiência para ser uma grande escritora. Ao observar a forma como as empregadas domésticas negras são tratadas nas casas de suas amigas e familiares, decide desenvolver um livro de entrevistas em que elas mesmas contam sobre momentos bons e ruins que viveram durante o trabalho.</p>
<p>Na década de 1960, a segregação racial nos Estados Unidos, principalmente no Mississipi, onde se passa a trama, estava em alta, sendo que os negros tinham que ocupar lugares separados nos ônibus, e não podiam utilizar os mesmo banheiros que os brancos. Mulheres negras não tinham muita opção senão trabalhar como faxineiras, lavadeiras, passadeiras, cozinheiras, babás, tudo ao mesmo tempo, para uma família branca.</p>
<p>É fácil perceber que a história do filme representa um momento em que os negros, lutando por direitos iguais, passaram a ser ouvidos pela sociedade. É um momento de revolução, de mudança do pensamento preconceituoso com relação a diferenças raciais. Há cenas em que Martin Luther King aparece na televisão da sala fazendo discursos, enquanto os empregados da casa olham de soslaio por detrás de pilastras, sonhando com dias melhores. E sentindo que parece que, finalmente, esses dias virão.</p>
<p>A sociedade americana já progrediu desde então, com relação ao preconceito racial. Mas ao assistir ao filme e sentir esse clima de revolução social, nós contemporâneos podemos realizar que é possível mudar aquilo que não nos satisfaz na sociedade e sentir a excitação de ver destruídos conceitos opressores, observando a capacidade de evolução do ser humano.</p>
<p>Histórias Cruzadas me fez tentar identificar na atualidade onde estão ações que podem levar à derrubada de conceitos prejudiciais à vida e à felicidade alheia.  Observei questões como a luta pelos direitos dos homossexuais, que batalham consequentemente por respeito e aceitação, assim como a luta pela liberdade de expressão, contra a violência doméstica e contra a corrupção política. Percebi também que as redes sociais estão, cada vez mais, servindo para impulsionar a divulgação de situações opressoras e absurdas. Parece que o facebook não serve apenas para postar fotos tiradas no espelho do banheiro fazendo biquinho.</p>
<p>A história do filme é adaptada do livro de mesmo nome, fenômeno de vendas do New York Times desde o lançamento, em 2009. Não se sabe até que ponto é baseada em fatos reais, e a autora Kathryn Stockett, parece não confirmar e também não negar as hipóteses. Sabe-se, porém, que Ablene (a personagem principal da história chama-se Aibileen), empregada doméstica do irmão da autora, entrou com um pedido de danos morais contra Kathryn, afirmando que foram usadas informações pessoais de Ablene sem permissão.</p>
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		<item>
		<title>Duran Duran no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscila Armani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Duran Duran]]></category>
		<category><![CDATA[Turnê]]></category>

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		<description><![CDATA[Duran Duran confirma três datas para o Brasil entre abril e maio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é fã de <a href="http://www.myspace.com/duranduran" target="_blank">Duran Duran</a>, já pode comemorar! A banda anunciou hoje em seu site oficial que fará três shows no Brasil como parte da turnê do seu álbum mais recente, <strong>All You Need is Now</strong>. </p>
<p>A última vez que o Duran Duran estive no país foi no festival SWU, no ano passado. No dia 28 abril, eles se apresentarão em Brasília, no Ginásio Nilson Nelson. Em 30 de abril, os cariocas conferem a performance do quarteto, no Citibank Hall. Já no dia 2 de maio, eles passam por São Paulo, no Credicard Hall. Argentina e Chile também farão parte da agenda do grupo no próximo mês.</p>
<p>As entradas para o show de Brasília começam a ser vendidas pela internet no dia 27 de fevereiro. Já os ingressos para as demais apresentações serão vendidos a partir do dia 5 de março.</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/sSMbOuNBV0s" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O que ela quer de você</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/pop4/~3/Ia1IBKKXM3U/4637-o-que-ela-quer-de-voce.html</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Dublês de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[carta]]></category>
		<category><![CDATA[diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Não exige nada de muito perfeito. Nada muito. Além de um sorriso arteiro e um xeque-mate no chuveiro. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela só quer se divertir. Quer carinho e atenção. Espera sempre um verso esperto e cuidadoso. Não exige nada de muito perfeito. Nada muito. Além de um sorriso arteiro e um xeque-mate no chuveiro. As coisas no lugar para você bagunçar com ela. Dizer que seus trejeitos são como descobrir e apanhar frutas silvestres. Correndo, atrás dela, descalços, numa grama-bermuda. Tudo que ela quer é poder estar livre num piquenique e ter você como herói de sua história McCarthyana.</p>
<p>Ela só quer que você mude a armação dos seus óculos e que vá, as vezes, ao médico, se cuidar. Ela quer tatear a cicatriz de velho oeste do seu ombro, relevo de alguma glória esquecida, a segredar por lendas algures onde você passou. E que ela possa retocá-las, ao sobejo da noite, admirada, encostada em sua marca quase fatal, desvanecida. Uma imagem presente de uma força tímida mas valente.</p>
<p>Ela nem pede muita abstração, não faz questão de um &#8216;eu te amo&#8217; difícil. Tão menos de alguma declaração de amor com complexidade psicológica e dramática. Ela quer ir ao cinema ver algum roteiro da <em>lost generation</em> e se arranhar no seu queixo. Quer ver você bêbado numa balada de sábado à noite, rindo de si mesmo, com aquele sorriso <em>particuliere</em> Ela só quer que você viva o suficiente para ter histórias para contar para sempre. Noites suaves sobre velhos e os mares. Meridianos de sangue e de vinhos.</p>
<p>Ela quer que você ensine poderes e conte suas proezas ao filho dela, para que ele a proteja dos levantes e perscrutadores juízes do apocalipse. E no leito final, ela só quer seu gesto derradeiro, pleno, dividido e derramado, como no primeiro beijo pulsante e demasiado. Que não se sobreponha à vida, mas que seja a própria vida. Como uma haste alta erguida soberana de felicidade.</p>
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		<title>Master Tapes inéditas de Joy Division e New Order encontradas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 12:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Jamie Olivier]]></category>
		<category><![CDATA[Joy Division]]></category>
		<category><![CDATA[New Order]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante escavação, o chef Jamie Olivier encontrou fitas raras de Joy Division e New Order]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O famoso chef de cozinha inglês <a href="http://www.jamieoliver.com/" target="_blank">Jamie Olivier</a> (que teve programas exibidos no Brasil pela GNT) acaba de encontrar fitas raras do <a href="http://www.facebook.com/NewOrderOfficial" target="_blank">New Order</a> e Joy Division durante a escavação para construção de seu novo restaurante em Manchester.</p>
<p>Inexplicavelmente as fitas foram encontradas junto a armas, ouro e joias. Somando o valor dos itens encontrados até agora, o chef ganhou a bagatela de 1,1 milhão de euros.</p>
<p>O <strong>New Order</strong> continua na ativa com uma série de shows pela Inglaterra e ainda não se pronunciou sobre o achado.</p>
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		<title>Rio recebe Percurso Afetivo, de Tarsila do Amaral</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Percurso Afetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Tarsila do Amaral]]></category>

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		<description><![CDATA[Percurso Afetivo, primeira individual de Tarsila do Amaral em 40 anos no Rio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos 40 anos o Rio de Janeiro não recebe uma exposição individual de <a href="http://www.tarsiladoamaral.com.br/" target="_blank">Tarsila do Amaral</a>. Para preencher essa lacuna, o CCBB leva à cidade Percurso Afetivo, a partir de hoje, 14/02, até o dia 29/04.</p>
<p>A exposição, que tem como inspiração um diário da artista em sua viagem à Europa com o então marido Oswald de Andrade, apresenta ao público 85 trabalhos.</p>
<p>Entre as obras da mostra destaque para uma fotografia descoberta há pouco por Tarsilinha (sobrinha-neta de Tarsila), em que uma mulher negra foi retratada numa escada. A imagem daria origem a um dos quadros mais famosos de Tarsila, Negra. Além da fotografia, o público poderá ver vários esboços e versões da obra, como evolução do ofício da artista.</p>
<p>Está é uma oportunidade única para conferir uma individual de Tarsila. Até então, somente três outras vezes a cidade recebeu uma exposição só dela: em 1929 e 1933, no Palace Hotel, e em 1969, no Museu de Arte Moderna (MAM).</p>
<p>Infelizmente, a obra mais famosa de <strong>Tarsila do Amaral</strong>, <strong>O Abaporu</strong> não está presente. O quadro não teve permissão do Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires para integrar a exposição. A pintura foi comprada pelo argentino Eduardo Constantini por US$ 1,43 milhão em 1995. </p>
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