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	<title>Porra, man!Porra, man! | Porra, man!</title>
	
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	<description>Cinema e Séries do jeito que você entende.</description>
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		<title>Drácula (Dracula)</title>
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		<comments>http://www.porraman.com/2012/05/dracula-critica-filme-lugosi-classico-1931/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 14:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[clássico]]></category>
		<category><![CDATA[classicos]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>

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		<description><![CDATA[Drácula (Dracula, 1931 – 121 min) Horror. Dirigido por Tod Browning, roteiro de Garrett Fort adaptado da peça teatral homônima de Hamilton Deane e John L. Balderston, por sua vez baseada no livro de Bram Stoker. Elenco: Béla Lugosi, Helen Chandler, David Manners, Dwight Frye, Edward Van Sloan, Herbert Bunston, Frances Dade, Joan Standing e Charles K. Gerrard. Enquanto a maioria das pessoas procura os últimos lançamentos do cinema repletos de efeitos especiais, eu prefiro filmes mais antigos, tanto que às vezes chego a ser um pouco alienado com relação ao que está em cartaz atualmente. Por isso, quando pedi para o Marcio Melo um espaço para escrever aqui e ele sugeriu: “talvez você pudesse pegar uma vertente aí, sei lá, filmes antigos [...]”, eu parei de ler o e-mail imediatamente e decidi que deveria escrever sobre esses filmes, lançados há 30 anos ou mais, muito antes de o Edward sair por aí brilhando à luz do sol e conquistando pré-adolescentes em Crepúsculo, época em que os Vampiros eram criaturas sombrias e cruéis. Por isso resolvi começar por aquele que provavelmente é o mais famoso dos chupadores de sangue: o Conde Drácula, que teve sua primeira aparição nas telonas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" title="Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /><br />
</strong></p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-10178" title="Dracula (poster)" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/Dracula-poster.jpg" alt="" width="115" height="173" />Drácula (Dracula, 1931 – 121 min)<br />
Horror.</strong></p>
<p>Dirigido por Tod Browning, roteiro de Garrett Fort adaptado da peça teatral homônima de Hamilton Deane e John L. Balderston, por sua vez baseada no livro de Bram Stoker. Elenco: Béla Lugosi, Helen Chandler, David Manners, Dwight Frye, Edward Van Sloan, Herbert Bunston, Frances Dade, Joan Standing e Charles K. Gerrard.</p></blockquote>
<hr />
<p>Enquanto a maioria das pessoas procura os últimos lançamentos do cinema repletos de efeitos especiais, eu prefiro filmes mais antigos, tanto que às vezes chego a ser um pouco alienado com relação ao que está em cartaz atualmente. Por isso, quando pedi para o Marcio Melo um espaço para escrever aqui e ele sugeriu: <em>“talvez você pudesse pegar uma vertente aí, sei lá, filmes antigos [...]”</em>, eu parei de ler o e-mail imediatamente e decidi que deveria escrever sobre esses filmes, lançados há 30 anos ou mais, muito antes de o Edward sair por aí brilhando à luz do sol e conquistando pré-adolescentes em Crepúsculo, época em que os Vampiros eram criaturas sombrias e cruéis. Por isso resolvi começar por aquele que provavelmente é o mais famoso dos chupadores de sangue: o Conde Drácula, que teve sua primeira aparição nas telonas em 1931. Adaptado para o cinema através de uma peça teatral inspirada no livro de <strong>Bram Stoker</strong>,<strong> </strong>apesar da falta do vermelho do sangue, este filme deixa muitos vampiros de hoje em dia comendo poeira.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10179" title="Lugosi" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/Imagem-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A trama do filme conta a história do Conde Drácula e sua mudança da Transilvânia para Londres. Na capital inglesa ele se instala em uma Abadia que fica ao lado da clínica psiquiátrica do Dr. Seward onde o médico mora com sua filha, Mina Harker. A bela jovem logo desperta a atenção do Conde, porém seus planos são atrapalhados pela chegada do Professor Abraham Van Helsing.</p>
<p>O grande destaque do filme fica para as atuações, afinal o húngaro <strong>Béla Lugosi </strong>(grande ídolo de Ed Wood, o pior cineasta de todos os tempos), embora possa parecer um pouco piegas e risível em alguns momentos, dá um verdadeiro show na interpretação do protagonista. Outro que merece destaque é Dwight Frye, como Renfield, fiel servo do Conde Drácula, bastante atormentado e dividido entre a fidelidade ao seu “mestre” e sua própria consciência no ímpeto de salvar Mina das garras do vampiro. Outro ponto forte, este não por mérito do diretor ou dos atores, mas pela pura falta de recursos nos efeitos especiais, é que o vampiro deste filme não voa (a não ser quando se transforma em morcego), não brilha nem solta raios ou coisas do gênero – o que me deixou bastante aliviado. O que se vê nesse filme é um vampiro que teme a luz do sol, crucifixos e espelhos, exatamente como a lenda sugere.</p>
<p>Mas posso dizer que se por um lado é extasiante conhecer a história original do vampiro mais famoso de todos os tempos, pessoalmente eu fiquei um tanto quanto decepcionado. Como não li o livro, não posso dizer com certeza se direciono minha decepção à <strong>Bram Stoker</strong> (autor do livro) ou <strong>Garrett Fort</strong> (roteirista do filme), mas achei que faltaram diálogos daqueles que mais parecem verdadeiros duelos verbais, principalmente entre Drácula e Van Helsing. Em minha opinião isso deixou o filme um pouco morno, já que ação não é uma marca do nobre Conde. O medo que é passado ao expectador também deixou a desejar, tanto que em determinados momentos é difícil classificar este filme como terror e na maior parte da história você acaba torcendo pelo vampiro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10180" title="Drácula - 1931" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/Imagem-2.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Apesar de esperar muito mais deste filme, trata-se certamente de um dos maiores clássicos do cinema e apesar da minha insatisfação com o roteiro, considero Drácula uma boa pedida, especialmente para quem gosta de vampiros, afinal a estrela de <strong>Béla Lugosi</strong> me faz crer que <strong>o Drácula retratado neste filme é o melhor vampiro da história do cinema</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="right"><em>“A força do vampiro é que as pessoas não acreditam nele”<br />
</em><em>– Van Helsing</em></p>
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		<title>[Lista de Filmes] – Vidas que se Cruzam</title>
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		<comments>http://www.porraman.com/2012/05/vidas-que-se-cruzam-the-burning-plain/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 10:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[pocket resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de uma parceria de muito sucesso com o diretor Alejandro Inãrritu nos filmes “Amores Brutos”, “21 Gramas” e “Babel”, o mexicano Guillermo Arriaga &#8211; ótimo roteirista diga-se de passagem &#8211; resolveu no ano de 2008 fazer a sua estréia na direção com “Vidas que se Cruzam (The Burning Plain)”. Fica a seu cargo também o roteiro neste seu trabalho que trouxe como destaque no elenco a bela e versátil Charlize Theron (“Jovens Adultos”). Seguindo a linha daquelas histórias que começam dispersas e depois vão se entrelaçando até chegarmos ao final e vermos todas as ligações, o que se pode dizer é que temos aqui mais um bom exemplo de como Arriaga continua sendo apenas um ótimo roteirista. Apesar de trazer um elenco interessante com Theron e ainda  Kim Basinger, “Vidas Que Se Cruzam” não traz nada de muito interessante ou inovador. Pior mesmo só o desfecho, naquela mania que muitos cineastas tem de terminar a história em “aberto”, deixando sempre uma dúvida no ar: “É uma saída de gênio, muito sábia e com proposta de deixar livres interpretações disponíveis para quem assistiu ao filme, ou, é uma saída mais fácil e preguiçosa?” Vidas que se Cruzam (The Burning Plain, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Regular: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Depois de uma parceria de muito sucesso com o diretor<strong> Alejandro Inãrritu</strong> nos filmes “<em>Amores Brut</em>os”, “<em>21 Gramas</em>” e “<em>Babel</em>”, o mexicano <strong>Guillermo Arriaga</strong> &#8211; ótimo roteirista diga-se de passagem &#8211; resolveu no ano de 2008 fazer a sua estréia na direção com “<strong>Vidas que se Cruzam (The Burning Plain)</strong>”. Fica a seu cargo também o roteiro neste seu trabalho que trouxe como destaque no elenco a bela e versátil <strong>Charlize Theron</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2012/04/jovens-adultos-young-adult/" target="_blank">Jovens Adultos</a>”).</p>
<p>Seguindo a linha daquelas histórias que começam dispersas e depois vão se entrelaçando até chegarmos ao final e vermos todas as ligações, o que se pode dizer é que temos aqui mais um bom exemplo de como Arriaga continua sendo apenas um ótimo roteirista. Apesar de trazer um elenco interessante com <strong>Theron</strong> e ainda  <strong>Kim Basinger</strong>, <strong>“Vidas Que Se Cruzam” não traz nada de muito interessante ou inovador</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10166" title="kim-basinger-e-joaquim-de-almeida-vivem-romance-em-vidas-que-se-cruzam-de-guillermo-arriaga-1271370244374_560x400" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/kim-basinger-e-joaquim-de-almeida-vivem-romance-em-vidas-que-se-cruzam-de-guillermo-arriaga-1271370244374_560x400.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Pior mesmo só o desfecho, naquela mania que muitos cineastas tem de terminar a história em “<em>aberto</em>”, deixando sempre uma dúvida no ar: “<em>É uma saída de gênio, muito sábia e com proposta de deixar livres interpretações disponíveis para quem assistiu ao filme, ou, é uma saída mais fácil e preguiçosa?</em>”<strong><br />
</strong></p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-10167" title="vidas-q-se-cruzam" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/vidas-q-se-cruzam-212x300.jpg" alt="" width="148" height="210" />Vidas que se Cruzam (The Burning Plain, 2008 – 111 min)<br />
Drama</strong></p>
<p>Um filme de Guillermo Arriaga com Charlize Theron, Kim Basinger, Jennifer Lawrence, José María Yazpik, Joaquim de Almeida, Tessa la, Diego J. Torres, J. D. Pardo e Danny Pino.</p></blockquote>
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		<title>[Lista de Filmes] – O Último Rei da Escócia</title>
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		<comments>http://www.porraman.com/2012/05/lista-de-filmes-o-ultimo-rei-da-escocia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[oscar]]></category>
		<category><![CDATA[pocket resenha]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano de 2007 o grande Forest Whitaker e seu ‘lazy eye’ levou o Oscar de melhor ator com este excelente filme dirigido por Kevin Macdonald que é adaptado do livro escrito por Giles Foden que conta a história de um brutal ditador que comandava a Uganda na década de 1970. Trazendo ainda uma grande atuação de James McAvoy e tendo conquistado além dos Oscar outros 36 prêmios, da minha Lista de Filmes a Assistir este era o mais “vergonhoso” habitante. Porque demorei tanto de vê-lo? Coisas da vida e da falta de tempo. A visão que temos da África nesta produção, na época (e acredito que até hoje), foi bastante diferenciada do que era acostumado a se ver por aí. Existe um claro trabalho de minimizar as barbaridades que Amim realizou no mundo real, necessárias para deixar a obra “acessível” para um público mais amplo nos cinemas, ainda assim, todo o trabalho neste quesito é muito bem realizado. A atuação premiada de Whitaker combinada com a também bela atuação McAvoy (“O Procurado”) são a força motriz de “O Último Rei da Escócia”. Fora isso, ainda temos a participação (discreta) da eterna agente Dana Scully (Gillian Anderson) da série “Arquivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Excelente: Classificação 5 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/5_porraman.gif" alt="" width="92" height="50" /></p>
<p>No ano de 2007 o grande<strong> Forest Whitaker</strong> e seu <em>‘lazy eye</em>’ levou o <strong>Oscar de melhor ator</strong> com este<strong> excelente filme</strong> dirigido por<em> Kevin Macdonald</em> que é adaptado do livro escrito por <em>Giles Foden</em> que conta a história de um brutal ditador que comandava a Uganda na década de 1970. Trazendo ainda uma grande atuação de<strong> James McAvoy</strong> e tendo conquistado além dos Oscar outros 36 prêmios, da minha <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">Lista de Filmes a Assistir</a> este era o mais “<em>vergonhoso</em>” habitante. Porque demorei tanto de vê-lo? Coisas da vida e da falta de tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10151" title="re35" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/re35.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A visão que temos da África nesta produção, na época (e acredito que até hoje), foi bastante diferenciada do que era acostumado a se ver por aí. Existe um claro trabalho de minimizar as barbaridades que Amim realizou no mundo real, necessárias para deixar a obra “acessível” para um público mais amplo nos cinemas, ainda assim, todo o trabalho neste quesito é muito bem realizado. A atuação premiada de <em>Whitaker</em> combinada com a também bela atuação <em>McAvoy</em> (“<a href="http://www.porraman.com/2008/08/o-procurado-wanted/" target="_blank">O Procurado</a>”) são a força motriz de “<strong>O Último Rei da Escócia</strong>”. Fora isso, ainda temos a participação (discreta) da eterna agente <em>Dana Scully</em> (<strong>Gillian Anderson</strong>) da série “<em>Arquivo X</em>”.</p>
<p>Sedução pelo poder, corrupção, traição, jogos de interesses e a realidade africana como raras vezes foi apresentada nas telas do cinema são motivos mais do que suficientes para fazer você, <em>caro amigo ET que nunca assistiu a este filme</em>, correr atrás do prejuízo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>PS: Este texto é uma “<a href="http://www.porraman.com/2012/05/lista-de-filmes-a-assistir-dando-vazao-aos-filmes-que-ainda-nao-comentei-por-falta-de-tempo/" target="_blank">Pocket Resenha</a>”, conforme nova resolução minha para dar vazão aos filmes que ainda tenho que comentar. </em></p>
<p><em>PS2: Com o tempo prometo melhor meu poder de síntese.</em></p>
<p><em>PS3: Opinem assim mesmo ok? Deixem de preguiça! Já basta a minha de escrever.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong><img class="alignright  wp-image-10150" title="poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/poster.jpg" alt="" width="160" height="225" />O último rei da Escócia (The last king of Scotland, 2006 – 121 min)<br />
Drama</strong></p>
<p>Dirigido por Kevin Macdonald com roteiro de Jeremy Brock baseado em livro de Giles Foden. Estrelando: Forest Whitaker, James McAvoy, Kerry Washington, Gilliam Anderson e Simon McBurney.</p>
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		<title>Lista de Filmes a assistir, dando vazão aos filmes que ainda não comentei por falta de tempo.</title>
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		<comments>http://www.porraman.com/2012/05/lista-de-filmes-a-assistir-dando-vazao-aos-filmes-que-ainda-nao-comentei-por-falta-de-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 23:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Logo que criei o blog inventei essa história de “Lista de Filmes a Assistir” e nunca conseguia terminá-la, pior, me deixava sempre com trocentos filmes a mais pra comentar e acabava atrasando todos os textos. Pensando nisso resolvi mudar um pouco as coisas, para alguns filmes mais antigos, como estes na Lista de Filmes eu irei adotar o método das “pockets resenhas”, assim escrevo rapidinho, dou meu recado, minha opinião e deixo os textos mais completos para os filmes que ache que ainda valham a pena ter um comentário mais amplo e dedicado, não necessariamente apenas os filmes do ano e mais novos, alguns clássicos ou algumas pérolas que deixei passar merecem também algumas palavrinhas a mais. Fora isso outras resoluções estão sendo tomadas aqui no blog com intuito de melhorar a interatividade e a diversão. Muita coisa eu testo antes na Fanpage e vou acompanhando os resultados. Sendo assim, não se assustem quando eu comentar sobre filmes com “O Último Rei da Escócia” ou “A Conquista da Honra” em 2 parágrafos ok? Só para vocês terem ideia, este ano eu já vi, até a presente dada (17 de maio de 2012), mais de 60 filmes, sendo cerca de metade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Logo que criei o blog inventei essa história de “<a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">Lista de Filmes a Assistir</a>” e nunca conseguia terminá-la, pior, me deixava sempre com <strong>trocentos filmes a mais pra comentar</strong> e acabava atrasando todos os textos. Pensando nisso resolvi mudar um pouco as coisas, para alguns filmes mais antigos, como estes na<strong> Lista de Filmes</strong> eu irei adotar o método das “<strong>pockets resenhas</strong>”, assim escrevo rapidinho, dou meu recado, minha opinião e deixo os textos mais completos para os filmes que ache que ainda valham a pena ter um comentário mais amplo e dedicado, não necessariamente apenas os filmes do ano e mais novos, alguns clássicos ou algumas pérolas que deixei passar merecem também algumas palavrinhas a mais.</p>
<p>Fora isso outras resoluções estão sendo tomadas aqui no blog com intuito de melhorar a interatividade e a diversão. Muita coisa eu testo antes na <a href="http://www.facebook.com/porraman" target="_blank">Fanpage</a> e vou acompanhando os resultados.</p>
<p>Sendo assim, não se assustem quando eu comentar sobre filmes com “<em>O Último Rei da Escócia</em>” ou “<em>A Conquista da Honra</em>” em 2 parágrafos ok?</p>
<p>Só para vocês terem ideia, este ano eu já vi, até a presente dada (17 de maio de 2012), mais de 60 filmes, sendo cerca de metade deles filmes antigos que fui deixando passar. É muita coisa pra escrever!</p>
<p><strong>Claro, como sempre, sou todo olhos* para sugestões de vocês nos comentários.</strong></p>
<p><em>*Lá ele!</em></p>
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		<title>Drive</title>
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		<comments>http://www.porraman.com/2012/05/drive-critica-filme-heroi-verdadeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>

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		<description><![CDATA[O que faz de um personagem um herói de verdade e o que ele precisa provar para merecer este título? Adaptado de um livro escrito por James Sallis, “Drive” é um estiloso filme de ação com uma “pegada” anos 80 muito bem vinda e uma trilha sonora bastante interessante. Apesar de ter recebido uma ótima recepção tanto do público quanto da crítica lá fora onde foi lançado no ano passado, o longa foi  injustamente ignorado pelo Oscar 2012 (onde só recebeu uma indicação numa categoria técnica) e, por aqui no Brasil, não obteve uma divulgação muito animadora, algo para se lamentar, pois trata-se de uma produção bastante recomendada e que merece, sem dúvidas, ser assistida. Na trama acompanhamos a vida de um dublê de hollywood, que também faz bicos como mecânico e, nas horas va&#8217;gas, trabalha como motorista de fuga, função esta que exerce sem nunca questionar os seus “clientes”. Misterioso, solitário e de poucas palavras, ele (Ryan Gosling, “A Garota Ideal”) acaba se apaixonando por sua vizinha (Carey Mulligan, “Educação”) que é casada e possui um filho. Quando o marido dela, ex-presidiário, acaba tendo problemas com alguns bandidos, ele resolve ajudar e é aí que as coisas começam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ótimo: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>O que faz de um personagem um herói de verdade e o que ele precisa provar para merecer este título? Adaptado de um livro escrito por <em>James Sallis</em>, <strong>“Drive” é um estiloso filme de ação com uma “pegada” anos 80 muito bem vinda e uma trilha sonora bastante interessante</strong>. Apesar de ter recebido uma ótima recepção tanto do público quanto da crítica lá fora onde foi lançado no ano passado, o longa foi  injustamente ignorado pelo <em>Oscar 2012</em> (onde só recebeu uma indicação numa categoria técnica) e, por aqui no Brasil, não obteve uma divulgação muito animadora, algo para se lamentar, pois trata-se de uma produção bastante recomendada e que merece, sem dúvidas, ser assistida.</p>
<p>Na trama acompanhamos a vida de um dublê de hollywood, que também faz bicos como mecânico e, nas horas va&#8217;gas, trabalha como motorista de fuga, função esta que exerce sem nunca questionar os seus “clientes”. Misterioso, solitário e de poucas palavras, ele (<strong>Ryan Gosling</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2011/06/a-garota-ideal-lars-and-the-real-girl/" target="_blank">A Garota Ideal</a>”) acaba se apaixonando por sua vizinha (<strong>Carey Mulligan</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/03/educao-an-education-critica-filme/" target="_blank">Educação</a>”) que é casada e possui um filho. Quando o marido dela, ex-presidiário, acaba tendo problemas com alguns bandidos, ele resolve ajudar e é aí que as coisas começam a fugir totalmente de seu controle.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10131" title="Drive-Movie-480x318" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/Drive-Movie-480x318.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>No início da história pouquíssimas palavras são ditas e é assim que somos apresentados ao misterioso protagonista, um sujeito de pouca conversa mas que traz em seu olhar uma espécie de fúria contida e determinação implacável. Sem nunca sabermos o seu nome, vestido numa jaqueta “<em>invocada</em>” e quase sempre mastigando um palito no canto da boca, como se fosse um<em> John Wayne</em> do asfalto, elegemos rapidamente o personagem como nosso herói e, com todo seu carisma, vamos torcendo por ele até o final do filme sem nos importarmos com a <strong>quantidade extrema de violência e sangue</strong> jogadas na nossa cara.</p>
<p>Existem algumas semelhanças com o modo <em>Tarantino</em> de fazer cinema, mesmo assim o diretor dinamarquês <strong>Nicolas Winding Refn</strong> consegue de forma muito feliz fazer a história soar até como original, por mais que ela traga nas entrelinhas toda aquela bagagem de produções do gênero ação, trazendo um herói como ícone para torcemos até o fim seguindo a sua jornada típica, uma donzela indefesa para proteger e colocá-lo em risco ao mesmo tempo e, como obstáculos a serem transponidos, malvados vilões querendo acabar com toda a festa.</p>
<p>A atuação de <strong>Ryan Gosling</strong>, um dos queridinhos do momento, trata-se de um show à parte, mostrando que ele realmente merece todos os elogios técnicos de um ótimo ator (os elogios à sua beleza eu deixo para as garotas que tanto se derretem por ele). E como não se apaixonar pela mocinha e interesse romântico de seu personagem interpretada pela bela e também talentosa <strong>Carey Mulligan</strong>? O restante do elenco de apoio não deixa a desejar mesmo sem termos grandes destaques.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10130" title="Drive_Movie_10" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/Drive_Movie_10.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Por fim<strong> é impossível não se comentar a respeito da FANTÁSTICA (em caixa alta mesmo) trilha sonora</strong>, outro grande mérito desta interessante obra cinematográfica. Pode parecer estranho elogiar tanto a trilha de um filme de “<em>poucas palavr</em>as” – do início da história até ouvirmos alguns diálogos bons minutos se passam – e, em vários momentos até parece que a música não se casa direito com a cena em questão, mas é esse “<em>choque</em>” que dá a beleza e torna tudo muito interessante.</p>
<p>Lembrando de forma positiva alguns clássicos de ação dos anos 80, <strong>“Drive” é visualmente arrojado e traz um ritmo diferente das produções atuais do gênero</strong>, o que pode desagradar todas aqueles que preferem assistir explosões aleatórias e ensurdecedoras em torno de robôs gigantes ou pirotecnias alienígenas, fato este que pode ter sido o principal motivo desta produção ter sido ignorado por muitos, o que é uma pena, pois, para mim ao menos, trata-se de <strong>uma obra imperdível</strong>.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-10132" title="drive-poster-01" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/drive-poster-01-202x300.jpg" alt="" width="162" height="240" />Drive (2011 &#8211; 100 min)<br />
Ação</strong></p>
<p>Dirigido por Nicolas Winding Refn com roteiro de Hossein Amini adaptando livro de James Sallis. Estrelando: Ryan Gosling, Carey Mulligan, Albert Brooks, Bryan Cranston, Ron Perlman, Oscar Isaac, Christina Hendricks</p></blockquote>
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		<title>A Guerra Está Declarada (La Guerre Est Déclarée)</title>
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		<comments>http://www.porraman.com/2012/05/a-guerra-esta-declarada-la-guerre-est-declaree/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 09:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[francês]]></category>
		<category><![CDATA[oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[Indicado da França para concorrer ao prêmio de melhor filme estrangeiro no Oscar 2012, “A Guerra Está Declarada (La Guerre Est Déclarée)” consegue conversar sobre um assunto delicado e difícil sem cair na pieguice e com um olhar diferenciado do que estamos acostumados a assistir por aí. Como lidar com a luta (que aqui é comparada com a Guerra ao Iraque) contra o câncer de seu filho? Será que sua vida muda com isto? Mais do que um simples drama, temos aqui uma verdadeira declaração de amor em forma de cinema. Dois jovens, Romeo (Jérémie Elkaïm) e Juliette (Valérie Donzelli), ao se conhecerem em uma balada acham graça da coincidência de seus nomes e iniciam um romance que culmina em um casamento e filho. A vida do jovem casal tem uma virada drástica quando o filho deles, ainda bebê, é diagnosticado com um tumor no cérebro, fato este que muda a rotina de todos ao redor e exigirá muito de cada um. A história é inspirada no que aconteceu (e está acontecendo) com Jérémie Elkaïm e Valérie Donzelli que são os protagonistas do filme e escreveram juntos o roteiro. A direção por sua vez ficou a cargo apenas de Valérie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Bom: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Indicado da França para concorrer ao prêmio de melhor filme estrangeiro no Oscar 2012, “<strong>A Guerra Está Declarada (La Guerre Est Déclarée)</strong>” consegue conversar sobre um assunto delicado e difícil sem cair na pieguice e com um olhar diferenciado do que estamos acostumados a assistir por aí. Como lidar com a luta (que aqui é comparada com a Guerra ao Iraque) contra o câncer de seu filho? Será que sua vida muda com isto? Mais do que um simples drama, temos aqui <strong>uma verdadeira declaração de amor em forma de cinema</strong>.</p>
<p>Dois jovens, Romeo (<strong>Jérémie Elkaïm</strong>) e Juliette (<strong>Valérie Donzelli</strong>), ao se conhecerem em uma balada acham graça da coincidência de seus nomes e iniciam um romance que culmina em um casamento e filho. A vida do jovem casal tem uma virada drástica quando o filho deles, ainda bebê, é diagnosticado com um tumor no cérebro, fato este que muda a rotina de todos ao redor e exigirá muito de cada um.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10115" title="CINEMAGUERRA600x360" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/CINEMAGUERRA600x360.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A história é i<strong>nspirada no que aconteceu (e está acontecendo) com Jérémie Elkaïm e Valérie Donzelli</strong> que são os protagonistas do filme e escreveram juntos o roteiro. A direção por sua vez ficou a cargo apenas de <em>Valérie</em> que demonstrou além de uma boa atuação (assim como seu &#8216;marido&#8217;) talento na direção para trabalhar com uma história tão forte, pessoal e ainda dar espaço para embalar tudo numa <strong>trilha sonora fantástica</strong>. Um outro registro interessante é que as cenas no hospital contaram com a participação não só de atores contratados, mas também com os próprios funcionários reais, fato este que mereceu um agradecimento especial nos créditos.</p>
<p>O tema é muito forte e possui uma carga dramática muito elevada, mas, ao invés de cair no sentimentalismo barato e exacerbado, somos apresentados a uma visão menos “sensacionalista” e que é <strong>capaz de nos levar da tristeza para momentos de alegria</strong>. É engraçado também notar a estranheza que algumas cenas podem nos fazer sentir, como por exemplo em um determinado momento que o jovem casal, em meio a tanto fatalismo e poucas chances de &#8220;&#8216;vitória” no tratamento de seu filho vão se divertir em uma festa. Na mente de muita gente parece ser algo proibido o que eles estão fazendo, mas será mesmo? Existe uma cartilha de como proceder em casos como este? Ama mais quem se confina e fecha as portas pro mundo em meio a situações tão delicadas como esta?</p>
<p>Ao invés de seguir um ritmo “<em>hollywoodiano</em>”cheio de momentos de superação, pieguices e afins, “<strong>A Guerra Está Declarada</strong>” prefere seguir um ritmo mais próximo do que é a realidade das pessoas que passam por situações como a apresentada na história. O romance do início da trama que se apresenta tão lindo, belo e fulminante, rapidamente dá lugar a momentos de pura desesperança e impotência, é como se a doença e seu tratamento se tornassem o protagonista do filme.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10116" title="declaration__111202101735" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/declaration__111202101735.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>O espectador é convidado a amadurecer junto com o jovem casal à medida que o tempo vai avançando e o peso dessa grande luta enfrentada é sentido. Trata-se de<strong> um bom filme</strong> apesar de toda esta “carga” que se recebe ao acompanhar essa corajosa trajetória de <strong>Valérie</strong> e <strong>Jérémie</strong> e, como já diria o <em>Jota Quest</em>: “<strong>Se isso não é amor, o que mais pode ser?</strong>”.</p>
<hr />
<p><strong><img class="alignright  wp-image-10114" title="a-guerra-está-declarada" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/a-guerra-está-declarada.jpg" alt="" width="163" height="242" />A Guerra Está Declarada (La Guerre Est Déclarée, 2011 &#8211; 100 min)<br />
Drama</strong></p>
<p>Dirigido por Valérie Donzelli com roteiro de Valérie Donzelli e Jérémie Elkaïm. Estrelando: Valérie Donzelli, Jérémie Elkaïm, César Desseix e Gabriel Elkaïm.</p>
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		<title>Os Vingadores – The Avengers</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 00:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[herói]]></category>
		<category><![CDATA[marvel]]></category>

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		<description><![CDATA[Aguardado como um dos mais esperados do ano, “Os Vingadores – The Avengers” faz jus a todo o hype que girou em torno da produção e trata-se, sem sombra de dúvidas, do maior filme de super-heróis criado para o cinema. O ensaio para este grande encontro entre o Homem de Ferro, Hulk, Thor e o Capitão América (dentre outros personagens da Marvel) já vinha sendo apresentado há algum tempo com pequenas aparições nos filmes ‘solo’ de cada um deles e que resultou, neste ano de 2012, numa produção muito divertida e com boas sequências de ação mas que não é perfeita, como alguns fãs mais exaltados vem trovejando por aí. A trama se inicia quando o meio-irmão de Thor (Chris Hemsworth) , Loki (Tom Hiddleston), chega ao nosso planeta para roubar o poderoso artefato chamado Tesseract e, consequentemente, dominar a Terra. Temendo a iminente guerra interplanetária que se anuncia, a SHIELD, através de Nick Fury (Samuel L. Jackson, “The Spirit”), com intuito de evitar um desastre mundial, coloca em ativação a iniciativa “Vingadores”, o maior recrutamento de heróis já realizado. Sem trazer nenhuma novidade no roteiro iniciamos com a apresentação de cada um dos personagens e as primeiras tentativas  (em vão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ótimo: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Aguardado como <a href="http://www.porraman.com/2012/01/os-12-filmes-mais-esperados-de-2012/" target="_blank">um dos mais esperados do ano</a>, “<strong>Os Vingadores – The Avengers</strong>” faz jus a todo o hype que girou em torno da produção e trata-se, sem sombra de dúvidas, do<strong> maior filme de super-heróis criado para o cinema</strong>. O ensaio para este grande encontro entre o <a href="http://www.porraman.com/2008/05/homem-de-ferro-iron-man/" target="_blank">Homem de Ferro</a>, <a href="http://www.porraman.com/2008/06/o-incrivel-hulk-the-incredible-hulk/" target="_blank">Hulk</a>, <a href="http://www.porraman.com/2011/05/thor-filme-2011/" target="_blank">Thor</a> e o <a href="http://www.porraman.com/2011/08/capitao-america-o-primeiro-vingador/" target="_blank">Capitão América</a> (dentre outros personagens da Marvel) já vinha sendo apresentado há algum tempo com pequenas aparições nos filmes ‘solo’ de cada um deles e que resultou, neste ano de 2012, numa<strong> produção muito divertida </strong>e com boas sequências de ação<strong> mas que não é perfeita</strong>, como alguns fãs mais exaltados vem trovejando por aí.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10102" title="Scarlett-Johansson-Chris-Hemsworth-Chris-Evans-Jeremy-Renner-Iron-Man-and-The-Hulk-in-The-Avengers-2012-Movie-Image-600x337" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/Scarlett-Johansson-Chris-Hemsworth-Chris-Evans-Jeremy-Renner-Iron-Man-and-The-Hulk-in-The-Avengers-2012-Movie-Image-600x337.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A trama se inicia quando o meio-irmão de Thor (<strong>Chris Hemsworth</strong>) , Loki (<strong>Tom Hiddleston</strong>), chega ao nosso planeta para roubar o poderoso artefato chamado <em>Tesseract</em> e, consequentemente, dominar a Terra. Temendo a iminente guerra interplanetária que se anuncia, a <em>SHIELD</em>, através de <strong>Nick Fury</strong> (<strong>Samuel L. Jackson, </strong><a href="http://www.porraman.com/2009/03/the-spirit-o-filme/" target="_blank">“The Spirit”</a>), com intuito de evitar um desastre mundial, coloca em ativação a iniciativa “<em>Vingadores</em>”, o maior recrutamento de heróis já realizado.</p>
<p>Sem trazer <strong>nenhuma novidade no roteiro</strong> iniciamos com a apresentação de cada um dos personagens e as primeiras tentativas  (em vão logicamente) de vê-los formando um time. Com tantos egos e temperamentos diferentes, primeiro vemos os heróis brigando entrei si até o momento em que, finalmente (que surpresa), eles descobrem (e aceitam)  que precisam trabalhar em equipe. <strong>O início talvez seja a parte menos interessante do filme</strong>, é bem arrastado e traz poucas ‘emoções’ mas já mostra como<strong> Joss Whedon foi feliz na direção</strong>, sabendo administrar muito bem o número excessivo de personagens importantes dando a cada um deles espaço e tempo necessário para se desenvolverem e mostrarem sua relevância, desde o bilionário playboy até o agente nerd fã dos heróis.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10103" title="Tom-Hiddleston-in-The-Avengers-2012-Movie-Image-3-600x400" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/Tom-Hiddleston-in-The-Avengers-2012-Movie-Image-3-600x400.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p><strong>O melhor de “Os Vingadores” está reservado na segunda metade da história</strong> que é justamente quando as coisas começam a acontecer e as cenas de ação vão surgindo em sequências explosivas e deslumbrantes. Em meio a tudo isto existe muito humor, boas piadas – até mesmo o<em> Deus do Trovão</em> se arrisca e é dele uma das melhores – e <strong>o grande trunfo dos “<em>Vingadores</em>”: Hulk esmagando</strong> (<em>poxa, que vacilo o pessoal da legenda ter traduzido como ‘Hulk arrebenta’ ao invés de ESMAGA, é brochante</em>). Para completar, durante os créditos surge uma cena com uma deixa muito interessante para uma possível continuação, se é que alguém duvida depois de todos os números de bilheteria já levantados que isto não vai acabar acontecendo.</p>
<p>Nas mãos de <strong>Joss Whedon</strong> estavam depoistadas grandes responsabilidades, mas ele soube sacar cada um dos super poderes que estavam em sua posse para fazer as coisas funcionarem. É fato que <strong>faz valer cada centavo seu investido no ingresso</strong> já que, dentro de suas pretensões, “<strong>Os Vingadores</strong>” funciona muito bem como “cinemão” de entretenimento e pode até ser que figure em minha lista de melhores do ano sim, mas numa posição bem mais abaixo do que muitos gostariam porque, infelizmente, opinião eu só tenho a minha e não dá pra relevar tão facilmente o roteiro raso e pouco inspirado ou até mesmo o início sonolento.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10101" title="Jeremy-Renner-Chris-Evans-and-Scarlett-Johansson-in-The-Avengers-2012-Movie-Image3-600x400" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/Jeremy-Renner-Chris-Evans-and-Scarlett-Johansson-in-The-Avengers-2012-Movie-Image3-600x400.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Ver a união de tantas franquias de super-heróis em um único filme era um sonho de muitas pessoas (em principal a nós nerds e fãs de obras do gênero), ver ainda que mesmo com todos os riscos que eram iminentes em uma produção como esta<strong> quase tudo deu certo</strong>, resultando num <strong>ótimo trabalho</strong>, divertido e com boas cenas de ação e bons efeitos especiais, é melhor ainda. Ruim somente é constatar que está se tornando um crime, passível de sérias ofensas, não classificar “<strong>Os Vingadores</strong>” como um filme excelente, perfeito e impecável.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-10104" title="VINGADORES (1)" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/05/VINGADORES-1-207x300.jpg" alt="" width="207" height="300" />Os Vingadores (The Avengers, 2012 &#8211; 142 min)<br />
Ação, Aventura</strong></p>
<p>Dirigido por Joss Whedon com roteiro de Zak Penn e Joss Whedon. Estrelando: Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Tom Hiddleston, Clark Gregg, Cobie Smulders, Stellan Skarsgård, Samuel L. Jackson, Gwyneth Paltrow, Paul Bettany, Alexis Denisof e Tina Benko.</p></blockquote>
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		<title>American Pie: O Reencontro (American Reunion)</title>
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		<comments>http://www.porraman.com/2012/04/american-pie-o-reencontro-american-reunion/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 11:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro filme da franquia American Pie foi um marco para o gênero mesmo não sendo pioneiro. Por mais que este tipo de comédia adolescente “soft porn” já tivesse aparecido de forma marcante nos idos da década de 80 (alguns até antes disto), trata-se de uma série cinematográfica que ficou com um lugarzinho guardado na lembrança de muita gente e, tendo em vista todo este sucesso, alguns derivados de gosto muitíssimo duvidoso foram lançados não faz muito tempo. Quando vi pela primeira vez o trailer de “American Pie: O Reencontro (American Reunion)” trazendo novamente os personagens “clássicos” não tive dúvidas de colocar esta produção como uma das mais esperadas do ano. Uma década se passou e os antigos amigos de colégio se reúnem mais uma vez em um encontro comemorativo aos 10 anos de formatura deles. No ano de 1999 tínhamos 4 amigos tentando perder a virgindade e agora o que se tem são pessoas em que o peso do tempo e da responsabilidade começa a pesar e muito em cada uma de suas ações, complicando um pouco a “diversão” durante o reencontro. A trama começa nos apresentando Jim (Jason Biggs, “Amigos, Amigos, Mulheres à Parte”) e Michelle (Alyson Hannigan, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Divertido: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>O primeiro filme da franquia<strong> American Pie</strong> foi um marco para o gênero mesmo não sendo pioneiro. Por mais que este tipo de comédia adolescente “<em>soft porn</em>” já tivesse aparecido de forma marcante nos idos da década de 80 (alguns até antes disto), trata-se de uma série cinematográfica que ficou com um lugarzinho guardado na lembrança de muita gente e, tendo em vista todo este sucesso, <a href="http://www.porraman.com/2008/02/american-pie-5-o-ultimo-stifler-virgem-the-naked-mile/" target="_blank">alguns derivados de gosto muitíssimo duvidoso</a> foram lançados não faz muito tempo. Quando vi pela primeira vez o trailer de <strong>“American Pie: O Reencontro (American Reunion)</strong>” trazendo novamente os personagens “<em>clássicos</em>” não tive dúvidas de colocar esta produção como <a href="http://www.porraman.com/2012/01/os-12-filmes-mais-esperados-de-2012/" target="_blank">uma das mais esperadas do ano</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10091" title="american_pie_reencontro" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/american_pie_reencontro.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Uma década se passou e os antigos amigos de colégio se reúnem mais uma vez em um encontro comemorativo aos 10 anos de formatura deles. No ano de 1999 tínhamos 4 amigos tentando perder a virgindade e agora o que se tem são pessoas em que o peso do tempo e da responsabilidade começa a pesar e muito em cada uma de suas ações, complicando um pouco a “<em>diversão</em>” durante o reencontro.</p>
<p>A trama começa nos apresentando Jim (<strong>Jason Biggs</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2008/11/amigos-amigos-mulheres-a-parte-my-best-friends-girl/" target="_blank">Amigos, Amigos, Mulheres à Parte</a>”) e Michelle (<strong>Alyson Hannigan</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2008/01/uma-comedia-nada-romantica-date-movie-2006/" target="_blank">Uma Comédia Nada Romântica</a>”) já com alguns anos de casado e com um filho para criar e vai partindo para os outros personagens nos mostrando que com o passar do tempo todos ganharam uma vida um tanto quanto monótona. <strong>Somente para uma pessoa parece que o tempo não passou e tudo continua na mesma,</strong> <em>Stifler</em> (<strong>Seann William Scott</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2008/08/southland-tales-o-fim-do-mundo/" target="_blank">Southland Tales: O Fim do Mundo</a>”). É este o personagem central do filme e é ele quem garante as melhores risadas e os momentos mais insanos e que fazem, com toda certeza, tudo valer a pena. Outro personagem que continua sendo muito importante e garante bons risos – a cena final já nos créditos com ele é imperdível – trata-se do pai de <em>Jim</em> interpretado por <strong>Eugene Levy</strong> que, curiosamente, é o único personagem que esteve presente em todas as produções da franquia.</p>
<p>O problema se concentra justamente quando não vemos <em>Stifler</em> em cena pois a levada da história é mesmo um pouco arrastada nestas partes e pouco engraçada, para dizer a verdade. É gostoso pelas lembranças dos primeiros filmes da franquia, mas nestes momentos em que vemos os outros se queixando a todo instante do estado atual de suas vidas, problemas no casamento, dúvidas se estão com a pessoa certa ao seu lado ou dilemas morais (pegar ou não a garota toda oferecida que acabou de completar 18 aninhos?), a única coisa que nos move é a certeza que logo mais teremos “<em>Stifodão</em>” com aquele seu sorriso icônico totalmente à postos para aprontar alguma coisa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10092" title="american_reunion_3" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/american_reunion_3.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p><strong>A diversão, no geral, é garantida</strong>, mas bem que podería-se suprimir, ou pelo menos diminuir, todos estes momentos chatos com seus arcos <em>edificantes</em> ou <em>micro-cenas</em> com alguns outros personagens clássicos que aparecem apenas para dizer um “<em>oi</em>”. Não ajuda muito também no andamento da história a mania de querer arrumar espaço para todo mundo, fechando suas historinhas e deixando cada um com sua tampa (nem que seja uma transparente). No final das contas,<strong> &#8220;American Pie: O Reencontro” vale mesmo pela nostalgia e pelos momentos em que Stifler aparece em cena garantido algumas boas risadas</strong>.</p>
<hr />
<p><strong><img class="alignright  wp-image-10094" title="american-pie-reunion-poster-image" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/american-pie-reunion-poster-image-201x300.jpg" alt="" width="161" height="240" />American Pie: O Reencontro (American Reunion, 2012 &#8211; 113 min)<br />
Comédia</strong></p>
<p>Um filme de Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg. Estrelando:  Jason Biggs, Seann William Scott, Alyson Hannigan, Chris Klein, Eddie Kaye Thomas, Thomas Ian Nicholas, Tara Reid, Mena Suvari, Jennifer Coolidge, Eugene Levy, John Cho e Dania Ramirez.</p>
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		<title>Jovens Adultos (Young Adult)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 11:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>

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		<description><![CDATA[O que você vai ser quando você crescer? Quando criança a pergunta é respondida com entusiasmo, mas quando a chega àquele momento da vida de cada um em que você precisa escolher o que fará dela dali em diante é que, supostamente, entramos na fase adulta. Quando jovens nem sempre estamos preparados para isso e é nessa fase que, geralmente e salvo algumas exceções, precisamos amadurecer e seguir em frente. E será que acontece exatamente desta forma com todos ou alguns prolongam essa fase por muitos e muitos anos? Trazendo novamente a dupla que fez sucesso a pouco tempo atrás com o filme “Juno” – Jason Reitman na direção e Diablo Cody, vencedora do Oscar de 2011, no roteiro – “Jovens Adultos (Young Adult)” é daqueles filmes que possuem uma proposta interessante mas que são difíceis de se classificar. Na trama conhecemos uma escritora (na verdade uma ghost writer) de literatura infanto-juvenil chamada Mavis Gary (Charlize Theron, “A Estrada”) que, na tentativa de recuperar seus melhores tempos do passado, retorna a sua pequena cidade natal. Seu plano é recuperar seu ex-namorado que agora está casado e acaba de ter um filho. Em seu “caminho” ela acaba esbarrando de forma um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Regular: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p><em>O que você vai ser quando você crescer?</em> Quando criança a pergunta é respondida com entusiasmo, mas quando a chega àquele momento da vida de cada um em que você precisa escolher o que fará dela dali em diante é que, supostamente, entramos na fase adulta. Quando jovens nem sempre estamos preparados para isso e é nessa fase que, geralmente e salvo algumas exceções, precisamos amadurecer e seguir em frente. E será que acontece exatamente desta forma com todos ou alguns prolongam essa fase por muitos e muitos anos? Trazendo novamente a dupla que fez sucesso a pouco tempo atrás com o filme “<a href="http://www.porraman.com/2008/02/juno-2008/" target="_blank">Juno</a>” – <strong>Jason Reitman</strong> na direção e<strong> Diablo Cody</strong>, vencedora do <a href="http://www.porraman.com/2011/02/oscar-2011-vencedores/" target="_blank">Oscar de 2011</a>, no roteiro –<strong> “Jovens Adultos (Young Adult)” é daqueles filmes que possuem uma proposta interessante mas que são difíceis de se classificar</strong>.</p>
<p>Na trama conhecemos uma escritora (na verdade uma <em>ghost writer</em>) de literatura infanto-juvenil chamada Mavis Gary (<strong>Charlize Theron</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/04/a-estrada-the-road/" target="_blank">A Estrada</a>”) que, na tentativa de recuperar seus melhores tempos do passado, retorna a sua pequena cidade natal. Seu plano é recuperar seu ex-namorado que agora está casado e acaba de ter um filho. Em seu “caminho” ela acaba esbarrando de forma um tanto quanto indesejada com velhos conhecidos e também seus familiares.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10078" title="young_adult_film" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/young_adult_film.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Bastam alguns poucos minutos e já fica fácil para o espectador traçar o perfil da <strong>protagonista que é muito bem interpretada por Charlize Theron</strong>. Alimentação desregrada (e preguiçosa), proprietária de um cão que necessita de melhores cuidados, detentora de diálogos bobos para a sua idade e por aí vai, percebe-se logo de cara que apesar de já ser independente (casa, carro e emprego) ela de certa forma não amadureceu. Quando ela parte para a sua “aventura” ao revisitar a sua antiga cidade, a qual deixou para trás por não aguentar mais nada de lá, com exceção óbvia de seu ex-namorado é que o filme toma um rumo interessante.</p>
<p>Ao contrário do que se é esperado <strong>a construção da história nos leva a torcer contra a personagem principal</strong>. A medida em que o mundo de ilusão que Mavis carrega consigo começa a se chocar com a realidade é que <strong>“Jovens Adultos” nos convida a refletir sobre algumas questões que nos são bastante pertinentes</strong>. É fato que trata-se de uma realidade mais forte para os americanos do que para a gente toda essa história de garota (ou garoto) popular da escola e a relação imediata que se faz com uma pessoa de sucesso, mas não se trata de nada muito diferente do que se vê por aqui.</p>
<p>O filme nos reserva até alguns poucos momentos divertidos mas durante a maior parte do tempo o tom é dramático e bem realista, não existem pessoas totalmente certas nem totalmente erradas, são todas humanas. Mas a virtude do filme é também o seu ponto fraco já que, analisando friamente, <strong>não existe nada de novo ou original apresentado aqui</strong>. São coisas que já vimos de montão por aí em outros filmes apenas com uma roupagem mais “<em>cool</em>” e condizente com a realidade atual (alguns falam que é moda outros que é uma praga toda essa onda de “<em>jovens adultos</em>”).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10076" title="20034017.jpg-r_760_x-f_jpg-q_x-20120221_054613" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/20034017.jpg-r_760_x-f_jpg-q_x-20120221_054613.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Porque algumas pessoas vivem tanto de passado (<em>os torcedores do time rival ao que eu torço são assim</em>) e não conseguem se desprender dele para seguir em frente, evoluir como individuo e, consequentemente, amadurecer? Porque nem todo mundo consegue aceitar as coisas como elas são e não como elas gostariam que fossem? Esses questionamentos interessantes ficaram comigo ao término da história mas, pelo menos para mim, com uma premissa tão boa em mãos <strong>esperava mais desta obra</strong> e, no final das contas, achei o <strong>filme apenas regular</strong>. Cinema pra mim tem que ter emoção e <strong>“Jovens Adultos</strong>” tem uma levada muito letárgica e pouco envolvente, ainda assim, é daquelas obras que merecem ser assistidas para que cada um tire suas próprias conclusões.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-10077" title="poster-do-filme-young-adult-1321438197463_300x420" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/poster-do-filme-young-adult-1321438197463_300x420-214x300.jpg" alt="" width="171" height="240" />Jovens Adultos (Young Adult, 2011/2012 &#8211; 94 min)</strong><br />
Comédia, Drama.</p>
<p>Dirigido por Jason Reitman com roteiro de Diablo Cody. Estrelando: Charlize Theron, Patton Oswalt, Patrick Wilson e Elizabeth Reaser.</p></blockquote>
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		<title>Jogos Vorazes (Hunger Games)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 08:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[distopia]]></category>
		<category><![CDATA[ficção cientifica]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos em que os gêneros cinematográficos são definidos muito mais por nichos de mercado do que propriamente pelo estilo do filme, não é de se espantar que as distribuidoras tenham vendido “Jogos Vorazes (Hunger Games)” como o substituto de “Harry Potter” ou o novo “Crepúsculo”. De fato a estrutura básica é semelhante, afinal, trata-se de uma aventura infanto-juvenil ou, como está na moda, uma produção destinada ao público “jovem adulto” que foi adaptada para os cinemas a partir de uma série de livros (3 ao todo e escritos por Suzanne Collins), porém, as discussões levantadas são tantas e o universo apresentado é tão interessante que as comparações acabam se tornando rasas e injustas. Na trama somos levados até um futuro de tempo desconhecido quando conhecemos Panem, um país que é dividido em 12 distritos e que mantêm o controle de toda a sua população com o ‘auxílio &#8216;de um torneio mortal onde cada um dos distritos tem que enviar dois jovens, um garoto e uma garota com  idade entre 12 a 18 anos que irão lutar entre si até a morte, ou seja, de 24 jovens apenas 1 sairá vencedor, e vivo também. Em meio a todo este contexto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ótimo: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Em tempos em que os gêneros cinematográficos são definidos muito mais por nichos de mercado do que propriamente pelo estilo do filme, não é de se espantar que as distribuidoras tenham vendido “<strong>Jogos Vorazes (Hunger Games)</strong>” como o substituto de “<a href="http://www.porraman.com/tag/harry-potter/" target="_blank">Harry Potter</a>” ou o novo “Crepúsculo”. De fato a estrutura básica é semelhante, afinal, trata-se de uma aventura infanto-juvenil ou, como está na moda, uma produção<strong> destinada ao público “jovem adulto”</strong> que foi adaptada para os cinemas a partir de uma série de livros (3 ao todo e escritos por <strong>Suzanne Collins</strong>), porém, as discussões levantadas são tantas e o universo apresentado é tão interessante que as comparações acabam se tornando rasas e injustas.</p>
<p>Na trama somos levados até um futuro de tempo desconhecido quando conhecemos Panem, um país que é dividido em 12 distritos e que mantêm o controle de toda a sua população com o ‘auxílio &#8216;de um torneio mortal onde cada um dos distritos tem que enviar dois jovens, um garoto e uma garota com  idade entre 12 a 18 anos que irão lutar entre si até a morte, ou seja, de 24 jovens apenas 1 sairá vencedor, e vivo também. Em meio a todo este contexto conhecemos Katniss Everdreen (<strong>Jennifer Lawrence</strong>, <a href="http://www.porraman.com/2011/06/x-men-primeira-classe-x-men-first-class/" target="_blank">“X-Men – Primeira Classe</a>”) que entra no torneio para representar o pobre distrito 12 depois de se oferecer como “tributo” no lugar da irmã mais nova que havia sido sorteada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10066" title="filmes_1491_Jogos-Vorazes-1" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/filmes_1491_Jogos-Vorazes-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p><strong>A mistura de reality show mortal com ficção científica futurista é muito boa e consegue levantar importantes discussões morais, sociais e éticas</strong> como o culto cego e ‘imbecil’ à celebridades, o controle do governo e da própria mídia perante a sociedade e a forma como se consegue poder e obediência a partir de coisas tão vazias e, pasmem, cruéis e sanguinárias como um espetáculo de morte e assassinatos de jovens sendo consumido como entretenimento. Ainda que a “<em>fé cênica</em>” – aquela que te move a acreditar em algo proposto num filme – tenha sido um pouco abalada com esta questão de se ter um torneio mortal auxiliando e mantendo o controle de toda uma nação, não é difícil visualizar que é justamente para lá que todos nós estamos caminhando atualmente, e traçar paralelos com coisas de nosso presente não é muito complicado.</p>
<p>A máquina <em>Hollywoodiana</em> sedenta por uma nova “mania” nos cinemas capaz de arrecadar rios de dinheiro com uma bilheteria bastante farta encontrou nos <em>best-sellers</em> criados por <strong>Suzanne Collins</strong> o produto ideal e precisou apenas “polir” um pouco toda a violência que, com toda a certeza,  deve ser maior nos livros do que nas telas. E o diretor <strong>Gary Ross</strong> conseguiu de maneira muito interessante driblar e contornar as cenas mais fortes com todo um jogo de câmeras e cortes muito bem encaixados.</p>
<p>De nada adiantaria no entanto uma aventura interessante se não contasse com bons atores. Na linha de frente podemos ver uma <strong>Jennifer Lawrence</strong> (que já tinha saltado aos olhos da crítica no indicado ao <a href="http://www.porraman.com/2011/02/oscar-2011-vencedores/" target="_blank">Oscar de 2011</a> “<a href="http://www.porraman.com/2011/02/inverno-da-alma-winter%C2%B4s-bone/" target="_blank">Inverno da Alma</a>”) muito bem no papel da heroína. E que bom que uma nova franquia promissora tenha a frente a figura de uma mulher forte e determinada. Ela passa muita verdade nas suas expressões como, por exemplo, na cena em que ela está a instantes de iniciar o torneio, tremendo como vara verde e bastante assustada, e dá pra sentir isso ao assistí-la. Também na linha de frente temos o jovem <strong>Josh Hutcherson</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/02/minhas-maes-e-meu-pai-the-kids-are-all-right/" target="_blank">Minhas Mães e Meu Pai</a>”) dando conta do recado com seu personagem que se torna peça fundamental no “jogo”. Do elenco coadjuvante podemos destacar, entre os demais, a atuação “afetada” e bem divertida de<strong> Stanley Tucci</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/08/capitao-america-o-primeiro-vingador/" target="_blank">Capitão América – O Primeiro Vingador</a>”) como apresentador (o “<em>Bial</em>”) do torneio e ainda o sempre bom <strong>Woody Harrelson</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2010/02/zumbilandia-zombieland/" target="_blank">Zumbilândia</a>”) como um sobrevivente de um antigo torneio e uma espécie de tutor (amargurado e bêbado) dos jovens do Distrito 12.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10067" title="hunger-games-review" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/hunger-games-review.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>O universo ficcional criado originalmente por <strong>Suzanne Collins</strong> é baseado numa realidade em que o controle e obediência dos indivíduos de uma sociedade perante a “mão forte” de um governo autoritário e opressivo é exercido com a ajuda do uso da “máquina” da mídia como suporte aos seus vis interesses (<em>Porra, man! Bonito isso!</em>). E isto é a base das chamadas <strong>distopias</strong> (ou anti-utopias), que são criadas geralmente como formas de “aviso” ou “sátiras” do nosso cotidiano, ou seja, <strong>além de lhe entreter durante mais de 2 horas, “Jogos Vorazes” é capaz de lhe fazer refletir e te convidar a contestar sobre assuntos importantes e inerentes à todos nós que vivemos em sociedade</strong>. É é muito bom que em meio a tudo isto você ainda possa se emocionar, ficar tenso em determinadas partes e, principalmente, torcer pela protagonista do início ao fim numa ótima aventura.</p>
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-10069" title="poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/04/poster.jpg" alt="" width="185" height="273" />Jogos Vorazes (Hunger Games, 2012 &#8211; 142 min)<br />
Ficção Científica, Aventura, Ação, Drama.</strong></p>
<p>Dirigido por Gary Ross com roteiro de Billy Ray e Gary Ross adaptando livro de  Suzanne Collins. Estrelando: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Elizabeth Banks, Woody Harrelson, Liam Hemsworth, Wes Bentley, Stanley Tucci, Toby Jones, Lenny Kravitz, Amandla Stenberg, Alexander Ludwig e Donald Sutherland.</p>
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