<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Administração - Últimas Notícias</title><link>http://www.portaladministracao.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>25/05/2012 02:31:08</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portaladministracao" /><feedburner:info uri="portaladministracao" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Como inovar mais na pequena empresa?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/7dQmgYgHyfw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Pequenas empresas devem ter uma área de inovação?&lt;br /&gt;
Respondido por Guto Grieco, especialista em inovação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambiente das pequenas empresas já é mais propício para a inovação. O que alguns chamam de limitações são justamente aspectos que facilitam a inovação. Por exemplo, o fato de alguns funcionários acumularem funções e a limitação dos recursos financeiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sobreposição de funções facilita o trânsito dos projetos de inovação. As equipes são naturalmente multifuncionais e a interação entre as áreas ocorre mais facilmente se comparada com as grandes empresas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inovar com menos recursos financeiros não é fácil, todavia, quando a inovação emerge nesse cenário geralmente é muito relevante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As empresas crescem, se estruturam e, algumas vezes, acabam perdendo um pouco do vigor inovador das pequenas empresas. A partir de então, grandes empresas perseguem novamente algumas características das pequenas empresas para se tornarem mais inovadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, por que não aproveitar as características inerentes às pequenas empresas e focar os esforços em projetos de inovação? É aí que as pequenas empresas geralmente se saem melhor do que as grandes!&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/7dQmgYgHyfw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 14:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53317</feedburner:origLink></item><item><title>Como ganhar dinheiro com as redes sociais?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/8KfH5ToxrZE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Como ganhar dinheiro com as redes sociais?&lt;br /&gt;
Respondido por Fernando de La Riva, especialista em negócios digitais&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caminho para ganhar dinheiro com redes sociais começa entendendo quem você é e o que as diferentes redes podem fazer para você. Podemos dividir a resposta em três visões, com diferentes cenários: empresa, empreendedor digital e desenvolvedor, que também pode ser empreendedor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você é dono de uma empresa, as redes sociais são um canal como uma TV aberta, com audiência potencial de centenas de milhões de pessoas. Neste caso, você deve usar o Facebook, Twiter, Foursquare e outros como ferramentas de marketing, para conquistar clientes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O público é aberto e as preferências e opções são as mais diversas. Outra estratégia é usar as redes como atendimento multicanal integrado, uma vez que cada reclamação resolvida em uma rede social custa dezenas de vezes menos que uma ligação no call center.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para um empreendedor digital, são dois caminhos: tentar o &amp;ldquo;home run&amp;rdquo; e criar uma rede social segmentada (como o Linkedin, Pinterest, Airbnb, Soundcloud ou Badoo) ou trazer um modelo de negócio da web para o Facebook. Uma dica é oferecer uma solução para alguma necessidade humana bem básica, como convívio social, moradia, sexo ou entretenimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os desenvolvedores podem criar aplicativos para redes sociais (como a Zynga ou seu copycat Vostu), ou estender o componente social da aplicação por meio do ecossistema, assim como o Draw Something (que foi vendido para a própria Zynga por US$ 200 milhões) ou aplicativos de relacionamento baseados no Foursquare.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utilizar as redes sociais para alavancar seu negócio não é uma tarefa simples. O fato é que você tem que estar lá. O Facebook levou oito anos para chegar aos seus 750 milhões de usuários, enquanto a internet levou 30 anos. Ignorar as redes sociais, independente de quem você é, é como ignorar a web, mas com consequências mais rápidas e drásticas.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/8KfH5ToxrZE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 14:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53316</feedburner:origLink></item><item><title>Vingadores é a maior bilheteria no Brasil, passando Avatar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/D5IXprflBQU/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Os Vingadores bateu recorde nessa semana e se tornou a maior bilheteria da história no Brasil, de acordo com a Disney.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O longa, que estreou há quatro semanas, já arrecadou 104,3 milhões de reais, ultrapassando Avatar (103 milhões de reais) e Tropa de Elite 2 (102,6 milhões de reais).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos Estados Unidos, o filme, que estreou em 4 de maio, já arrecadou 468,2 milhões de dólares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em todo o mundo, a produção já soma 1,2 bilhão de dólares, o que a elevou ao posto de quarta maior bilheteria de todos os tempos, atrás de Avatar, Titanic e Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/D5IXprflBQU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 14:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53315</feedburner:origLink></item><item><title>Companhias que já demitiram funcionárias sexy demais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/QG-ipaRGgto/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Nesta semana, a americana Lauren Odes entrou com um processo contra a antiga empresa para a qual trabalhava, alegando que havia sido demitida por ser atraente demais. O caso, no entanto, não é isolado e histórias parecidas já aconteceram em outras companhias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tanto é verdade que, no ano passado, uma pesquisa elaborada pelo britânico Peter Jones, CEO da Dragons, com 3.000 executivos, apontava que um a cada cinco chefes já havia demitido uma funcionária por conta de um decote mais provocante.&lt;br /&gt;
Metade dos executivos consultados na pesquisa disse também que deixou de promover ou aumentar o salário de uma funcionária que vestia roupas muito justas ou decotadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não são todos os casos que ganham destaque na mídia e causam reboliços no mundo corporativo, como o caso de Lauren, mas alguns acabam entrando para a história. Veja, a seguir, três demissões que deram o que falar, porque foram causadas pela sensualidade excessiva de ex-funcionárias:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Lauren Odes &amp;ndash; a vendedora &amp;ldquo;quente&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
"Você é muito quente para este cargo". Foi com essas palavras que Lauren Odes, de 29 anos, recebeu a notícia de que não fazia mais parte do quadro de funcionários da Native Intimate, companhia americana especializa em lingerie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lauren afirma que a empresa a obrigava usar uma espécie de roupão para cobrir seus decotes, que chamavam muita atenção. Além disso, diversas vezes, os supervisores da ex-funcionária se queixavam de suas vestimentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A americana começou a trabalhar na Native em abril deste ano e não chegou a completar um mês na função.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Debrahlee Lorenzana &amp;ndash; a bancária provocante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em meados de 2010,a americana Debrahlee Lorenzana foi demitida do Citibank e a razão de sua saída foi justificada nas roupas justas e provocantes. Na ocasião, a ex-funcionária se sentiu ofendida com a situação e decidiu processar o banco, alegando preconceito de gênero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Citibank, por sua vez, se defendeu afirmando que a verdadeira razão para o desligamento de  Debrahlee era seu desempenho no trabalho, que estava aquém das expectativas do banco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Amy-Erin Blakely - e seus seios fartos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A também americana Amy-Erin Blakely processou, em 2009, a antiga companhia, a Fundação Devereux, para a qual trabalhava depois de ser demitida por discriminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na ocasião, Amy alegou que empresa a dispensou, porque seus seios chamavam muita atenção. Ela foi acusada de distrair os demais funcionários devido aos seus decotes provocantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A advogada de Amy, Gloria Allred, a mesma de Lauren Ode, defendeu a ex-funcionária, alegando que nenhuma mulher deve se submeter a esse tipo de situação machista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/QG-ipaRGgto" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 19:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53248</feedburner:origLink></item><item><title>Natura tem produtos barrados na alfândega da Argentina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/mFJb3Pqd1KQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Na semana em que o secretário de Comércio Interior da Argentina liderou uma missão com 580 empresários ao Brasil, com o intuito de exportar mais ao País, a Natura, indústria brasileira líder de mercado no segmento de cosméticos, fragrâncias e higiene pessoal, afirmou estar enfrentando sérias dificuldades para liberar a entrada de seus produtos na Argentina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o diretor de assuntos corporativos e relações governamentais da empresa, Rodolfo Guttilla, desde que o secretário de Comércio Interior do país vizinho, Guillermo Moreno, editou Declaração Juramentada Antecipada de Importação (DJAI), em fevereiro, 60% de tudo o que a Natura exporta para a Argentina está parado na alfândega. "É o próprio pessoal do senhor Moreno que está fazendo as liberações. E às vezes dá impressão que a coisa é pessoal, porque eles estão permitindo apenas a entrada das nossas matérias-primas, que vão para a nossa terceirizada no país", disse, indignado, o diretor da Natura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Guttilla, a Natura é a terceira marca de cosmético mais lembrada pelo consumidor argentino, onde a empresa atua no mercado portenho desde 1994. "Se a situação continuar nessa instabilidade a Natura não vai ter como manter seus investimentos na Argentina", prevê o executivo, para quem cerca de 60 mil revendedoras no país vizinho, que têm na Natura sua fonte renda, deixarão de contribuir para a microeconomia local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Natura tem uma indústria terceirizada que produz cosméticos, fragrâncias e produtos de higiene pessoal na Argentina, mas os produtos acabados produzidos no Brasil, que respondem pela maioria dos embarques para o país vizinho, estão sendo retidos na alfândega de lá. "Confesso que já não sabemos mais o que fazer", diz o executivo. Para ele, a &lt;br /&gt;
Natura já perdeu a estratégia do Dia das Mães, a segunda melhor data para as vendas. "Estamos a ponto de perder também o resultado do ano. Respeitamos a soberania nacional argentina, mas a medida é desleal porque estamos perdendo mercado para empresas locais", lamentou o diretor da Natura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guttilla elogiou a iniciativa do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que esteve na Argentina há 60 dias conversando com o secretário Moreno e com empresários. Na terça-feira (8), Skaf reuniu na sede da entidade, durante todo o dia, os 580 empresários argentinos, 400 brasileiros além do próprio Moreno. Durante o encontro, denominado Rodada de Negócios Argentina-Brasil, brasileiros e argentinos discutiram formas de derrubar as barreiras comerciais erguidas dos dois lados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diretor da Natura reclama ainda da falta de empenho do governo brasileiro para solucionar o impasse comercial. "Levamos a nossa situação constrangedora ao conhecimento da Secretaria Executiva do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) há um mês e até agora não tivemos nenhuma resposta", queixou-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/mFJb3Pqd1KQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>22/05/2012 00:00:00 14:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53196</feedburner:origLink></item><item><title>Getty Images pode estar à venda</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/zsfwlNAni5U/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Getty Images, uma das maiores distribuidoras de fotos, vídeos e outros conteúdos digitais do mundo, pode estar à venda, segundo reportagem, desta terça-feira, doFinancial Times. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o jornal, os donos da Getty Images entraram em contato com bancos que possam tocar o negócio. Além da venda, o IPO da companhia também é estudado entre os sócios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas próximas à companhia afirmaram ao FT que tanto a venda quanto o IPO podem gerar 4 bilhões de dólares aos fundadores da empresa.&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com o jornal, a operação pode chamar a atenção de fundos de private equity. Se fechada, a operação pode ser a segunda maior desse setor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na semana passada, um fundo de private equity comprou 50% da companhia Fotolia. A movimentação pode ter despertado o interesse do setor de promover outras operações nesse sentido, a fim de consolidar o setor.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/zsfwlNAni5U" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>22/05/2012 00:00:00 14:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53195</feedburner:origLink></item><item><title>Na guerra das fraldas, marcas lutam - surpresa - pelo preço alto</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/5eLYMdR5juA/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Enquanto esperam seus filhos frequentarem o banheiro por conta própria, os pais sentem no bolso o peso do aprendizado: estima-se que um bebê use em média 5.000 fraldas descartáveis até se familiarizar com a descarga. Há pouco mais de 20 anos, o luxo era reservado a pouquíssimas crianças no Brasil. Com um preço salgado, as fraldas de plástico eram adotadas em festas e viagens &amp;ndash; e apenas pelos pais mais endinheirados. De lá para cá, o consumidor ficou mais rico e o mercado agigantou-se: em 2011, o mercado movimentou mais de 3,4 bilhões de reais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Não dá para pensar nessa mudança sem associá-la à ascensão das classes C e D", afirma Renato Meirelles, sócio diretor do Data Popular. "Com mais dinheiro no bolso do consumidor e a ida da mulher para o mercado de trabalho, passou a sobrar menos tempo e disposição para lavar a fralda de pano."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houve, contudo, quem não acompanhasse o embalo. A Johnson &amp; Johnson, que dominava o mercado com uma participação superior a 70% no começo dos anos 90, aposentou sua linha de produção no mês passado. As empresas que assumiram a dianteira no setor apostaram no alargamento da base compradora. O barateamento das fraldas ajudou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não parece ser mais a estratégia das companhias para crescer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O grande desafio é mudar o hábito da maioria dos que ainda usam fraldas de baixo valor agregado e fazê-los migrar para as linhas que oferecem melhor custo-benefício", afirma Thiago Icassati, diretor de marketing da Procter &amp; Gamble no Brasil. Com a Pampers, a empresa abocanha uma fatia de 31,5% do segmento, apesar de ser 20% mais cara que a média do mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caminho até o topo do ranking foi tortuoso: apesar de ter sido introduzida no país em 90, a Pampers só caiu no gosto dos brasileiros treze anos depois. Foi quando a P&amp;G lançou o modelo "Básico", que prometia evitar vazamentos, mas por um preço ainda competitivo. Foi o suficiente para triplicar o negócio em menos de três meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na China, onde chegou alguns anos depois, a empresa também teve que suar a camisa para ganhar em escala. Inicialmente, a ideia foi oferecer fraldas com qualidade inferior, assumindo que os consumidores seriam seduzidos pelo preço baixo. Não foi o que aconteceu. A virada só aconteceu depois da P&amp;G investir em &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para deixar o bebê seco por mais de 10 horas, dispensando, ao mesmo tempo, adicionais que encareceriam o produto, como creme anti-assadura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para convencer os chineses de que a fralda era exatamente o que precisavam, os pesquisadores da companhia visitaram mais de 6.800 lares. Em parceria com o Beijing Children&amp;rsquo;s Hospital Sleep Research Center, a P&amp;G descobriu que os bebês que usavam fraldas adormeciam 30% mais rápido e dormiam 30 minutos a mais todos os dias. O toque final: associar as horas de sono ao desenvolvimento cognitivo em propagandas, em uma sociedade obcecada por progressão intelectual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Foco na sofisiticação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na visão de Luiz Gaspar, executivo de atendimento a clientes da Nielsen, o embate atual das empresas se dá pela preferência dos que desejam sofisticar as compras. "Assim como o consumidor sai do iogurte comum e vai para o funcional, ele também procura um diferencial na fralda", afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao que parece, a Kimberly-Clark, dona da marca Turma da Mônica Huggies, está comprometida com o objetivo. Com três pontos atrás da P&amp;G em participação de mercado, a empresa foi a primeira a lançar fraldas para recém-nascidos, além de fraldas "respiráveis" e fraldas para a piscina. "O cliente está mais exigente e buscando melhor qualidade, por isso os produtos premium são os que mais crescem", reconhece Eduardo Aron, diretor de cuidados pessoais da companhia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Protagonista da maior consolidação recente do setor, a Hypermarcas também comemora o investimento na sua linha mais cara. De 2009 a 2011, a companhia desembolsou mais de 1 bilhão de reais na compra das empresas Sapeka, Mabesa (fraldas Cremer-Disney) e Pom Pom. Esta última passou por uma "melhoria de performance" e ganhou anúncio com a global Juliana Paes no ano passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma versão mais fashion da fralda, inclusive, o tradicional plástico branco foi substituído por estampas diferentes. Como resultado, as vendas da Pom Pom subiram 30%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Essa foi a marca que mais cresceu no portfólio da Hypermarcas", diz Gabriela Garcia, diretora de planejamento da empresa. Não por menos, a fábrica da Sapeka no Nordeste, que produz a fralda mais econômica da empresa, será reformada para também fabricá-la. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Carlos Richer, que criou uma consultoria em fraldas depois de trabalhar na mexicana Absormex por 21 anos, ainda há espaço para a competição se acirrar por aqui: a penetração das fraldas no Brasil é de 49%, ante 96% nos Estados Unidos e 72% na Argentina. Prova disso é a entrada de novas competidoras globais no país, como a sueca SCA (BabyFral), que comprou a paulista Pro Descart, e a chilena CMPC (BabySec).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas se falar de fraldas costuma evocar o troca-troca exigido pelos bebês, daqui para frente as empresas voltarão cada vez mais sua atenção para outra faixa etária. Com a queda de natalidade e o alongamento da expectativa de vida, afirma Richer, as fraldas geriátricas e para adultos com incontinência já crescem em ritmo mais acelerado no mundo todo, inclusive no Brasil. É aguardar para ver quando as investidas de marketing mirarão a comodidade de gente grande ao invés do conforto dos nenéns. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/5eLYMdR5juA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>22/05/2012 00:00:00 14:02:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53194</feedburner:origLink></item><item><title>China aprova compra da Motorola pelo Google com condições</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/jRE2xepP7Rc/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A China aprovou, com condições, a compra da Motorola Mobility pelo Google, eliminando o último entrave para o negócio que ajudará a companhia de Internet a desenvolver seus próprios smartphones, anunciaram autoridades chinesas no domingo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprovação, que o Google havia adiantado no sábado, acontece quase oito meses após o anúncio do negócio de 12,5 bilhões de dólares e exige que o Google mantenha o Android gratuito e com código aberto por pelo menos cinco anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"No fim desses cinco anos, o Ministério do Comércio continuará a analisar o mercado chinês de smartphones", afirmou o órgão chinês.&lt;br /&gt;
Reguladores dos Estados Unidos e da Europa aprovaram a operação em fevereiro.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/jRE2xepP7Rc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53141</feedburner:origLink></item><item><title>Duratex compra 25 porcento de companhia colombiana</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/iiKMLDoxcg8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Duratex anunciou a compra de 25% da colombiana Tablemac, companhia de painéis de madeira industrializada, pelo valor de 56 milhões de dólares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo comunicado, a companhia pode chegar a deter 46,4% da companhia colombiana nos próximos anos e o valor do investimento pode chegar a 118 milhões de dólares. A operação passará agora pela aprovação dos acionistas da Tablemac.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No primeiro trimestre do ano, a Duratex registrou lucro de 86,2 milhões de reais, 12,2% a mais na comparação com o mesmo período do ano anterior. A receita líquida cresceu 11,8% nos três meses até março, totalizando 737,8 milhões de reais.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/iiKMLDoxcg8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:06:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53140</feedburner:origLink></item><item><title>Brasil, México e Argentina são focos do HSBC na América Latina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/y59c1ZdX4r4/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O grupo financeiro britânico HSBC, que recentemente vendeu suas unidades em quatro países da América Latina, prevê concentrar suas operações latino-americanas na Argentina, no Brasil e no México, disse nesta sexta-feira o diretor geral da filial mexicana, Luis Pe&amp;ntilde;a.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HSBC anunciou na semana passada a venda ao grupo colombiano GNB Sudameris de suas operações em Colômbia, Peru, Uruguai e Paraguai por 400 milhões de dólares em meio a um processo do banco em nível global para se desfazer de negócios de baixa escala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pe&amp;ntilde;a disse a jornalistas no balneário mexicano de Acapulco, no marco de uma convenção de banqueiros, que "os mercados determinados pelo grupo como importantes de se investir estrategicamente são Ásia e América Latina."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele acrescentou que "dentro da América Latina, os três mercados prioritários determinados pelo grupo são México, Brasil e Argentina."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os recursos da venda dessas operações deverão ser mantidos na região para aumentar as operações nesses três mercados, acrescentou o executivo.&lt;br /&gt;
O banco, que também está presente na América Central, vendeu suas operações de banco varejista no Chile ao Itaú no ano passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No México, a segunda maior economia da América Latina, o HSBC é o quinto banco do sistema financeiro em termos de carteira de crédito e também ocupa o quinto lugar em termos de ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/y59c1ZdX4r4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53139</feedburner:origLink></item><item><title>Robinson Shiba: assalto nos EUA foi pontapé para China in Box</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/zE9kfcOJ6b4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quando ainda estudava &lt;a href="http://www.portalodontologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;odontologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, Robinson Shiba resolveu passar uma temporada no exterior para afinar o inglês. Mas depois de sofrer um assalto nos Estados &lt;br /&gt;
Unidos e perder todo o dinheiro que guardava na doleira, espécie de pochete que é usada sob a calça, ele teve que suar a camisa para continuar no país. Passou a trabalhar na cozinha de restaurantes como lavador de pratos. E voltou para o Brasil com a ideia de criar um negócio que vendesse comida chinesa em caixinhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para colocar o plano de pé, o pai do executivo chegou a vender um apartamento por um terço do valor de mercado. Nascia então a China in Box. Hoje com vinte anos de idade, a empresa faz parte do grupo Trend Foods, que também controla as marcas Gendai, Brevitá e Owan. No ano passado, a companhia faturou 280 milhões de reais. Para este ano, ainda quer mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em entrevista à EXAME.com, Shiba fala sobre sua incrível trajetória como empreendedor e conta os planos da empresa para crescer daqui para frente. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Entrevista:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/robinson-shiba-assalto-nos-eua-foi-pontape-para-china-in-box"&gt;http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/robinson-shiba-assalto-nos-eua-foi-pontape-para-china-in-box&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/zE9kfcOJ6b4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53065</feedburner:origLink></item><item><title>Franquia de produtos Disney, Fantasia lança modelo de loja</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/OPX6UZQAgQQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A rede Fantasia, especializada em produtos com a marca Disney, está lançando um novo formato de franquias. A partir do próximo mês, os candidatos a franqueados da rede poderão escolher o modelo de loja. Até agora, a empresa só trabalhava com quiosques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criada no ano passado, a rede tem hoje 30 unidades em 14 estados, todas instaladas em shoppings center.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Danielle Lyra, fundadora da empresa, conta que o novo formato já estava previsto no plano de negócios da Fantasia. &amp;ldquo;A gente quis iniciar pelo quiosque para ter uma expansão mais rápida. Mas os próprios franqueados estão pedindo lojas para ter uma variedade maior de produtos&amp;rdquo;, conta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ela, hoje a empresa é licenciada para vender mais de mil itens da Disney em 70 categorias, que vão de artigos para cozinha até informática. &amp;ldquo;Na loja, vai ter um espaço maior para exposição&amp;rdquo;, explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo deve ser lançado durante a ABF Franchising Expo 2012, que acontece entre os dias 13 e 16 junho, em São Paulo. &amp;ldquo;A expectativa é abrir dez lojas e entre 25 e 30 quiosques até o final do ano&amp;rdquo;, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No formato de loja, a franquia tem investimento de 300 mil reais, com prazo de retorno estimado entre 18 e 30 meses. Exige-se que o ponto tenha pelo menos 45 metros quadrados e cinco funcionários. O faturamento médio é de 60 mil reais. O quiosque tem investimento mínimo de 194 mil reais e retorno em 18 meses. O faturamento médio mensal é de 42 mil reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/OPX6UZQAgQQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:42:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53063</feedburner:origLink></item><item><title>Imaginarium tem novo modelo de franquia por RS 180 mil</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/DBwSMLARih8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Lançado neste ano, o modelo de franquia compact do Grupo Imaginarium já conta com seis unidades abertas. O novo formato tem o tamanho médio de 25 a 35 metros quadrados, sendo que as franquias do grupo têm, em média, 50 metros quadrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo desse novo modelo é entrar no mercado de cidades a partir de 200 mil habitantes, tanto em shoppings centers quanto ruas de grandes fluxos. A meta é abrir 40 unidades até o final deste ano, totalizando 100 novas lojas até 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Grupo Imaginarium participará da 21&amp;ordf; edição ABF Franchising Expo 2012, que acontece entre os dias 13 e 16 junho, em São Paulo, e o destaque será esse modelo de franquia compact.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O investimento inicial é de 180 a 210 mil reais, e inclui taxa de franquia, projeto arquitetônico, previsão de obra civil, equipamentos e estoque inicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de uma franquia da loja Imaginarium no modelo &amp;ldquo;master&amp;rdquo;, é preciso de 212 mil reais a 350 mil reais. O faturamento médio mensal do tipo tradicional de loja é de 95 mil reais; no modelo novo é de 65 mil reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao todo, a marca contabiliza 98 lojas, 19 quiosques e 600 pontos multimarcas espalhados pelo Brasil. No primeiro trimestre de 2012, o grupo registrou crescimento de 15% em relação ao ano passado. O faturamento de 2011 foi de 110 milhões de reais, crescimento de 22% em relação a 2010.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/DBwSMLARih8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=53062</feedburner:origLink></item><item><title>Novo fundo de índice segue ações de utilidade pública</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/SLhAnP0qWxk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um novo fundo de índice, atrelado ao Índice Utilidade Pública (UTIL), o ETF UTIP (UTIP11), foi lançado hoje na BM&amp;FBovespa. A carteira do índice é composta por ações de 17 empresas líderes nos setores de energia elétrica, água e saneamento e gás. Com a criação do ETF, o investidor ganha uma nova referência para selecionar e acompanhar o desempenho das ações desta classe de empresas, que é reconhecida por pagar altos dividendos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ETFs (exchange traded funds) são fundos espelhados em índices e são negociados na Bolsa da mesma forma que as ações. Ao comprar uma cota de ETF, o investidor aplica em uma carteira de ações de diferentes empresas, sem ter a necessidade de comprar os papéis de cada empresa separadamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Índice UTIL irá calcular qual seria o retorno médio de uma carteira baseada em empresas do setor de utilidade pública. As ações foram escolhidas de acordo com o seu nível de liquidez. Elas serão pesadas na carteira do Índice pelo valor de mercado das ações disponíveis à negociação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a gestora do fundo, a BlackRock Brasil, a rentabilidade do índice nos últimos 12 meses foi de 29,6%, enquanto o Ibovepa acumula queda de 9,87%. A disparidade entre os índices pode ser explicada pelo fato de as empresas listadas na carteira terem caráter defensivo. Por oferecerem serviços públicos, elas têm uma demanda estável e não sofrem a mesma variação de outras ações em momentos de crise. Fatores que as levam a manter a lucratividade, resultando em bons pagamentos de dividendos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como em outros ETFs, os dividendos gerados serão reinvestidos no próprio fundo. As empresas que compõem a carteira do Índice UTIL têm um dividend yield - índice calculado pela divisão entre o valor pago em dividendos pelo preço de uma ação - que supera todos os outros da Bovespa, até mesmo o do índice de dividendos. De acordo com Ricardo Cavalheiro, diretor da BlackRock, por este motivo o ETF deverá facilitar a busca de investidores individuais por ações de elevado dividendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazem parte da atual carteira do Índice UTIL as seguintes empresas: Cesp, Comgas, Cemig, Coelce, CPFL, Copel, Copasa, Eletrobras, Eletropaulo, Energias BR, Equatorial, AES Tietê, Light S/A, MPX Energia, Sabesp, Tractebel e Transmissão Paulista&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/SLhAnP0qWxk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 15:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52994</feedburner:origLink></item><item><title>Cervejaria Petrópolis é suspeita de sonegar RS 600 milhões em impostos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/AAvwoFw-jRE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Mais uma vez a Cervejaria Petr&amp;oacute;polis &amp;eacute; alvo de uma opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra sonega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos &amp;ndash; desta vez a empresa &amp;eacute; suspeita de ter deixado de recolher mais de 600 milh&amp;otilde;es de reais em impostos estaduais entre 2006 e 2011, segundo a Secretaria da Fazenda de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a manh&amp;atilde; de hoje, agentes fiscais da Secretaria, promotores do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo e policiais militares se encontram na f&amp;aacute;brica de Boituva da cervejaria Petr&amp;oacute;polis, no interior de S&amp;atilde;o Paulo para averiguar a suposta fraude na opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o batizada de Czar. Os policiais cumprem mandados de busca e apreens&amp;atilde;o na cervejaria Crystal e em distribuidores do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A &amp;aacute;rea jur&amp;iacute;dica da companhia est&amp;aacute; neste momento acompanhando os fiscais e a empresa est&amp;aacute; inteiramente &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para que o caso seja esclarecido&amp;rdquo;, afirmou a assessoria de imprensa do Grupo Petr&amp;oacute;polis, respons&amp;aacute;vel pelas marcas Crystal, Itaipava, Lokal e Petra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa j&amp;aacute; passou por uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o semelhante, em junho de 2005, quando dirigentes da cervejaria e distribuidoras de bebidas foram alvo da Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cevada. Na &amp;eacute;poca, a Receita Federal investigavam a sonega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 1 bilh&amp;atilde;o de reais em impostos federais e estaduais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com as investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a principal empresa paulista da Petr&amp;oacute;polis estaria sonegando o ICMS (Imposto sobre Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Mercadorias e Servi&amp;ccedil;os) por meio de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es simuladas de transfer&amp;ecirc;ncias de bebidas entre o estabelecimento paulista e uma de suas filiais, localizada em outro Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A assessoria da empresa afirma que mant&amp;eacute;m um processo r&amp;iacute;gido de controle de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bebidas. Cada latinha de bebida que sai de sua f&amp;aacute;brica conta com um n&amp;uacute;mero de s&amp;eacute;rie por onde &amp;eacute; controlado o pagamento de impostos sobre produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, recolhido a cada dez dias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/AAvwoFw-jRE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 15:40:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52993</feedburner:origLink></item><item><title>Abrir uma microfranquia em casa, já pensou na ideia?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/_Oile0MjmPM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cada dia mais brasileiros sonham em abrir o próprio negócio. Quem tem dinheiro para investir já sabe exatamente onde aplicá-lo. Os segmentos de franquias e microfranquias estão em ampla expansão no país e são uma boa alternativa para trabalhar em casa e, ao mesmo tempo, ter um bom rendimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se ter uma ideia, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), as microfranquias faturaram R$ 3,9 bilhões em 2011, 15% a mais em relação ao ano anterior.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Para 2012 a expectativa de crescimento é de 20%. A explicação deste sucesso pode estar no crescimento econômico da classe C e do aquecimento da economia doméstica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As microfranquias mais populares são as que oferecem prestação de serviços. "Além desta característica também são comuns as que não exigem funcionários - o próprio franqueado (aquele que compra a franquia) pode realizar as atividades - e as que possibilitem criar um pequeno escritório em casa", afirma André Friedheim, sócio da Francap.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma microfranquia o investimento não ultrapassa o valor de R$ 20 mil. As atividades mais comuns são prestadores de serviços de reparo, cuidadores de idosos, bebês ou pessoas com mobilidade reduzida, pet sitter (cuidadores de animais), professores particulares e procedimentos estéticos em domicílio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora as franquias ofereçam um risco menor, ele existe. Normalmente o franqueador (aquele que vende) disponibiliza um treinamento e todo o apoio necessário para o franqueado. "Não é preciso ter experiência, mas ter uma boa veia para negócios e desenvolvimento de projetos faz com que os riscos sejam menores", alerta Friedheim.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Não se engane quanto ao fato de poder trabalhar por conta própria e em casa. Montar um escritório na residência é algo que pode ser perigoso para quem não tem disciplina. "É preciso saber separar o espaço profissional do pessoal. Minha dica é fazer uma autocrítica antes de escolher a microfranquia em que irá investir", sugere o sócio da Francap. Outro detalhe que ajuda muito no sucesso do negócio investir em uma área em que se tenha afinidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quer saber mais sobre as opções de microfranquias e como se tornar integrante de uma delas, André Friedheim recomenda entrar em contato com o Grupo Zaiom.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/_Oile0MjmPM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:59:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52889</feedburner:origLink></item><item><title>Casino dá mais um passo para assumir o Pão de Açúcar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/V3ecfgd47Ek/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Casino deu mais um passo para assumir o controle do Grupo Pão de Açúcar. A companhia francesa enviou uma notificação a Abilio Diniz informando-o de que Jean Charles Naouri assumir a presidência do conselho de administração da Wilkes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Wilkes é a holding que controla o Pão de Açúcar, e na qual estão representados os interesses de Abilio e do Casino. Segundo comunicado à imprensa, Naouri deve assumir o comando da Wilkes em 22 de junho, quando seus acionistas realizarão uma assembleia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também nesta ocasião, o Casino indicará a maioria dos membros do conselho de administração, a fim de alinhá-lo às diretrizes do grupo francês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o comunicado, o Casino exerceu a opção de comprar uma ação ordinária da Wilkes, o que lhe deu a maioria das ações com direito a votos. A opção, porém, só será confirmada se Abilio Diniz não exercer seu direito de obrigar o Casino a comprar um milhão de ações ordinárias da Wilkes. Abilio tem até o dia 22 de agosto para se pronunciar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/V3ecfgd47Ek" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:57:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52888</feedburner:origLink></item><item><title>Cemig tem lucro líquido consolidado 20 porcento maior</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/L5jB9v4RiU8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Cemig registrou no primeiro trimestre de 2012 lucro líquido consolidado de R$ 631,388 milhões, o que representa uma alta de 20% sobre o mesmo período de 2011. O Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações; também conhecido como Ebitda, em inglês), foi de R$ 1,44 bilhão, um crescimento de 11,44% sobre R$ 1,292 bilhão no primeiro trimestre de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Companhia Energética de Minas Gerais anotou receita consolidada de R$ 4,148 bilhões, 15% maior que a de R$ 3,605 bilhões no período de janeiro a março de 2011. A receita com fornecimento bruto de energia elétrica alcançou R$ 4,586 bilhões, 16% maior que em igual intervalo do ano anterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O resultado financeiro líquido representa uma despesa de R$ 262,080 milhões, 7,3% menor que a de R$ 282,819 milhões do primeiro trimestre de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/L5jB9v4RiU8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 16:59:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52826</feedburner:origLink></item><item><title>GOL terá voo com milhas para EUA nos finais de semana</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/lqJNZBqPCvQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A GOL anunciou nesta segunda-feira um voo de frequência semanal aos Estados Unidos na alta temporada, realizado aos finais de semana, para clientes do programa de milhagem Smiles. A operação começa em 7 de julho e o trecho será oferecido inicialmente por 40 mil milhas. A exigência é de que os passageiros permaneçam uma semana no destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos sábados, o horário de decolagem será 15h20 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com pouso previsto em Miami às 00h30. A volta será à 1h50 do domingo, pousando às 13h45 na capital paulista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/lqJNZBqPCvQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 16:58:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52825</feedburner:origLink></item><item><title>Gafisa elege novos membros para conselho de administração</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/GqwGMBBh6Bs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os investidores decidiram que o conselho de administração terá oito membros independentes, do quais quatro pertencem à atual formação: Guilherme Affonso Ferreira, José Écio Pereira da Costa Junior, Gerald Dinu Reiss e Henri Phillippe Reichstul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os quatro novos membros são Claudio José Carvalho de Andrade, Nelson Machado, Mauricio Marcellini Pereira e Rodolpho Amboss. Odair Garcia Senra retorna ao Conselho como membro não-independente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O conselho fiscal terá como membros Olavo Fortes Campos Rodrigues Junior, Adriano Rudek de Moura e Luis Fernando Brum de Melo. Marcello Marcotto Lannalfo, Paulo Ricardo de Oliveira e Laiza Fabiola Martins de Santa Rosa serão suplentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A assembleia geral ordinária aconteceu na sexta-feira, quando também estava marcada uma assembleia geral extraordinária, mas não houve quorum para essa última.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/GqwGMBBh6Bs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 16:55:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52824</feedburner:origLink></item><item><title>Caixa abrirá 500 agências no sábado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/OYCUdAukaNA/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Caixa Econômica Federal abrirá 500 agências em todo o país, no próximo sábado (12), com o objetivo de oferecer serviços em dia alternativo para quem trabalha em horário comercial durante a semana. As unidades estarão abertas entre 9h e 16h, com atendimento dirigido aos produtos do Programa Caixa Melhor Crédito, para pessoas físicas e jurídicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste dia, de acordo com nota do banco, &amp;ldquo;quem procurar uma agência do banco vai receber informações sobre a forma consciente e responsável de contrair empréstimos e alongar suas dívidas&amp;rdquo;. Ainda segundo a Caixa, &amp;ldquo;os clientes poderão fazer simulações, envolvendo diferentes valores, prazos e prestações, conforme suas necessidades e capacidade de pagamento".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os demais serviços prestados pela Caixa também estarão disponíveis, exceto penhor e movimentação em dinheiro nos guichês de caixas. A relação das agências que abrirão no sábado está publicada no site da instituição. De acordo com o banco, "essa ação faz parte da estratégia de atuar junto à sociedade brasileira na oferta de produtos e serviços, com taxas de juros mais baixas, agregando orientações de gestão financeira&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/OYCUdAukaNA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 12:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52719</feedburner:origLink></item><item><title>Burger King reverte prejuízo e registra lucro no primeiro tri</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/FHql7VuAc7w/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A rede de fast-food Burger King divulgou nesta quarta-feira que teve lucro líquido de US$ 25 milhões no primeiro trimestre deste ano, ante um prejuízo de US$ 5,9 milhões em igual período do ano passado. A receita avançou 3,2%, para US$ 569,9 milhões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vendas no conceito mesmas lojas cresceram 4,6% no período. Na divisão por regiões, as vendas avançaram 4,2% nos Estados Unidos e Canadá; 9,9% na América Latina; e 6,6% na Europa, Oriente Médio e África. Na Ásia e no Pacífico, as vendas recuaram 2,8%. A margem bruta nos restaurantes subiu para 10,7% no primeiro trimestre, de 9,1% em igual intervalo de 2011, devido a uma queda de 0,8% nas despesas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segunda maior rede de fast-food do mundo, atrás apenas do McDonald's, o Burger King tem visto suas margens melhorarem após a companhia passar por uma reestruturação global para cortar custos. No mês passado, o Burger King fechou um acordo de US$ 1,4 bilhão com o veículo de investimento britânico Justice Holdings, no que deve ser o primeiro passo para reabrir o capital da companhia. As informações são da Dow Jones.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/FHql7VuAc7w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 12:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52718</feedburner:origLink></item><item><title>Cade aprova compra de empresas argentinas pela Avex</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/k6jtbkK_QfI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade, a aquisição por parte da argentina Avex, que pertence à Brasil Foods, das também argentinas Flora Dánica, Flora San Luis e GB Dan, que produzem margarinas, entre outros produtos alimentícios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o Grupo Dánica não possui ativos e operações no Brasil, o órgão antitruste considerou que a aquisição não traz efeitos anticompetitivos ao mercado brasileiro, mas determinou que a BR Foods em hipótese alguma importe produtos desse grupo argentino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proibição visa atender o Termo de Compromisso de Desempenho (TCD) assinado pela companhia brasileira no processo de fusão entre a Sadia e a Perdigão, que impede a comercialização de novas marcas de margarina e outros produtos pela BR Foods pelo prazo de cinco anos.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/k6jtbkK_QfI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 12:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52717</feedburner:origLink></item><item><title>Grupo Pão de Açúcar investirá RS 1,8 bilhão em novas lojas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/XKV7jXnGXU4/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Grupo Pão de Açúcar estima investir 1,8 bilhão de reais no ano, sendo 1,4 bilhão de reais destinados aos negócios de varejo alimentar e os outros 400 milhões de reais destinados ao segmento não alimentar, formado pela Viavarejo e pela Nova Pontocom. A expectativa é que o grupo atinja um faturamento de 57,2 bilhões de reais no ano, com as despesas financeiras abaixo de 2,8% (o lucro estimado não foi divulgado pela companhia).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Nesse momento em que as vendas, como um todo estão difíceis, o mais importante é reduzir despesa e ganhar participação de mercado e estamos focados nisso&amp;rdquo;, disse Abilio Diniz, presidente do conselho de administração do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os recursos serão destinados à abertura de 70 a 80 lojas de alimentos &amp;ndash; sete da bandeira Pão de Açúcar, oito Extra Supermercado e cerca de 50 no formato Mini Mercado, lojas de conveniência, localizadas próximas a grandes supermercados da rede. &amp;ldquo;Nos supermercados, o foco será reforçar o conceito de oferecer tudo em uma só loja, dando mais força de atração aos pontos de vendas&amp;rdquo;, disse José Roberto Tambasco, vice-presidente do Pão de Açúcar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também serão abertos 12 novos pontos da bandeira Assaí, focada em atacado de autosserviço. O modelo sofreu no trimestre algumas adequações com intuito de reduzir despesas e buscar mais rentabilidade. Adequação do sortimento de produtos, com fechamento de padaria e açougue, foram algumas alterações sofridas pelo modelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Essas mudanças foram feitas para atender melhor, e com menos custos para a companhia, o público alvo principal da bandeira que é o cliente pessoa jurídica, donos de pequenos comércios&amp;rdquo;, afirma Belmiro Gomes, diretor de atacado autosserviço do Grupo Pão de Açúcar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sinergia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na área de não alimentos, outras 50 a 60 novas lojas Casas Bahia e Ponto Frio ainda este ano, sendo a primeira bandeira focada nas regiões Norte e Nordeste e a segunda em shoppings no Sul e Sudeste do país. &amp;ldquo;As lojas Ponto Frio serão abertas dentro de um novo conceito que está prestes a ser finalizado e irá promover uma melhoria de resultados&amp;rdquo;, afirmou Raphael Klein, CEO do Viavarejo, braço do Grupo Pão de Açúcar que inclui as lojas do Pontofrio, da Casas Bahia e as operações da Nova Pontocom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A companhia está hoje, lembrou os executivos, no 28º mês no processo de aprovação do Cade. Porém, ainda não há uma data definida para a aprovação. &amp;ldquo;Boa parte das sinergias entre as bandeiras já foram capturadas no ano passado, mas ainda há o que capturar depois da aprovação, principalmente em relação na parte logística&amp;rdquo;, disse Klein. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resultados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A receita bruta de vendas foi de 13,660 bilhões de reais, crescimento de 10,4% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior e lucro líquido de 167 milhões de reais no 1o trimestre deste ano, crescimento de 25,8% em relação ao mesmo período de 2011. O resultado ficou um pouco abaixo do esperado por analistas do setor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) foi de 758 milhões de reais de janeiro a março, contra 583 milhões de reais no mesmo período em 2011. A dívida líquida ficou em 4,8 bilhões de reais, no primeiro trimestre, acima dos 3,8 bilhões de reais apresentados no mesmo período do ano passado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/XKV7jXnGXU4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 17:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52674</feedburner:origLink></item><item><title>Hyundai produzirá no Brasil em setembro deste ano, diz FT</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/deDwgOOMTKE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A montadora Hyundai começará a produzir carros de sua planta em Piracicaba, perto de São Paulo, a partir do mês de setembro, afirma reportagem do Financial &lt;br /&gt;
Times publicada nesta segunda-feira. A nova fábrica da empresa, com capacidade de produção de 150 mil unidades, vai construir carros compactos tipo "B", afirmou S.T.&amp;thinsp;Kim, executivo sênior da montadora, ao jornal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa vai fabricar modelos modificados da série Accent, com um motor 1.0 e combustível flex, que atende aos incentivos fiscais dados no Brasil aos veículos que utilizam etanol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O FT afirma que a Hyundai pretende, com a nova planta brasileira, diminuir seu plano de expansão e focar em áreas consolidadas por montadoras rivais. O jornal relembra que a empresa teve alta de 12% nas vendas globais de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Montadoras rivais, incluindo Nissan, Toyota, Fiat, Volkswagen e Peugeot Citro&amp;euml;n pretendem aumentar ou construir novas fábricas no Brasil por causa dos incentivos à produção local de carros, principalmente com a elevação de impostos aos veículos importados (IPI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A América do Sul é a última "grande região" que a Hyundai ainda não construiu fábricas, assim como sua filiada Kia Motors.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/deDwgOOMTKE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 17:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52673</feedburner:origLink></item><item><title>Os Vingadores bate recorde de bilheteria</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/iO-I7cOK8Ok/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Filme &amp;ldquo;Os Vigandores&amp;rdquo; conquista o primeiro lugar em sucesso de bilheteria, segundo ranking do BoxOfficeMojo. Em seu final de semana de estreia, o longa metragem arrecadou 200,3 milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Harry Potter e as Rel&amp;iacute;quias da Morte - Parte 2, que at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o ocupava o primeiro posto da lista, fechou seu primeiro final de semana com 169,2 milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares em caixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O longa, dirigido por Joss Whedon, une os her&amp;oacute;is da Marvel Homem de Ferro, Capit&amp;atilde;o Am&amp;eacute;rica, Thor, Hulk, Gavi&amp;atilde;o Arqueiro e Vi&amp;uacute;va Negra para defender a humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A trama de 172 minutos tem estrelas como Robert Downey Jr., Chris Evans, Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Jeremy Renner, Samuel L. Jackson. Confira o trailer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a lista dos principais sucessos de bilheteria, segundo o BoxOfficeMojo.com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Filme Faturamento no fim de semana de estreia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Os Vingadores:&lt;/strong&gt; US$ 200,3 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Harry Potter e as Rel&amp;iacute;quias da Morte - Parte 2:&lt;/strong&gt; US$ 169,2 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas:&lt;/strong&gt; US$ 158,4 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Jogos Vorazes:&lt;/strong&gt; US$ 152,5 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Homem - Aranha 3:&lt;/strong&gt; US$ 151,1 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saga Crep&amp;uacute;sculo - Lua Nova:&lt;/strong&gt; US$ 142,8 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saga Crep&amp;uacute;sculo - Amanhecer - Parte 1:&lt;/strong&gt; US$ 138,1 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Piratas do Caribe - O Ba&amp;uacute; da Morte:&lt;/strong&gt; US$ 135,6 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Homem de Ferro 2:&lt;/strong&gt; US$ 128,1 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Harry Potter e as Rel&amp;iacute;quias da Morte - Parte 1:&lt;/strong&gt; US$ 125 milh&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/iO-I7cOK8Ok" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>07/05/2012 00:00:00 16:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52621</feedburner:origLink></item><item><title>Google pode pagar até USS 10 mi por violação de privacidade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/rqnpszm8WoE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Google estaria negociando com a Comiss&amp;atilde;o Federal de Com&amp;eacute;rcio dos Estados Unidos qual ser&amp;aacute; a multa por ter violado a privacidade de usu&amp;aacute;rios do navegador Safari, da Apple. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; da Bloomberg.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A multa poderia chegar a mais de 10 milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares, segundo uma fonte envolvida no caso. O porta-voz do Google, Chris Gaither, disse que a empresa vai colaborar para responder todas as d&amp;uacute;vidas dos oficiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa foi pega rastreando as atividades de usu&amp;aacute;rios de aparelhos m&amp;oacute;veis da Apple que usavam o Safari como navegador.&lt;br /&gt;
A invas&amp;atilde;o &amp;eacute; uma viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o a leis federais e &amp;agrave; privacidade dos usu&amp;aacute;rios. A acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o veio a p&amp;uacute;blico em fevereiro deste ano, ap&amp;oacute;s uma den&amp;uacute;ncia do Wall Street Journal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Google teria usado um software para acompanhar as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A companhia de busca nega e disse que n&amp;atilde;o estava de forma alguma coletando informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos usu&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/rqnpszm8WoE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>07/05/2012 00:00:00 16:13:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52620</feedburner:origLink></item><item><title>GOL PODE BUSCAR OPORTUNIDADES EM VOOS INTERNACIONAIS</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/syfaV1bnjoM/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Gol pode procurar novas oportunidades de negócios no mercado internacional. A afirmação foi feita nesta sexta-feira (04/05) pelo presidente da empresa, Constantino de Oliveira Junior, durante teleconferência com jornalistas. "Não temos nada em vista, mas vamos observar essas possibilidades", afirmou. "Podemos começar com voos charters que, dependendo da consistência, podem se tornar voos regulares."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O executivo falou a respeito ao ser questionado se a empresa estaria em busca de outras oportunidades como o voo para Miami, via Caracas, na Venezuela, que deve começar a ser operado nos próximos meses - já que iniciativas do gênero devem elevar as receitas em dólar da empresa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Constantino disse, porém, que esse tipo de oportunidade tem de ser analisada caso a caso, porque ela também eleva as despesas em moeda estrangeira. "Vamos continuar olhando oportunidades, mas não colocaremos em risco a perspectiva de melhora nas margens operacionais com a busca de mais receita em dólar", afirmou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Boatos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Oliveira Junior voltou a negar que a empresa esteja negociando a venda de uma nova parcela da empresa para a companhia Delta, que já possui cerca de 3% do capital da companhia (negócio fechado em dezembro do ano passado). "É boato", afirmou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre o programa de fidelidade Smiles, o vice-presidente de Finanças, Leonardo Pereira, disse que o cronograma previsto inicialmente não sofreu alterações e que a intenção da companhia é recolher dados sobre uma possível separação do Smiles em uma empresa independente (spin-off), a exemplo do que a TAM fez com o Multiplus, até o fim do primeiro semestre de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Boston Consulting Group foi contratado no início deste ano para assessorar a companhia aérea nesse processo. Oliveira Junior também negou que a empresa esteja negociando a compra da aérea regional Passaredo, que há tempos é comentada no mercado. Segundo ele, as conversações entre as duas companhias referem-se apenas ao "aprimoramento" do acordo de codeshare já existente. O executivo reforçou que o mesmo ocorre com a Delta. "Todas as tratativas (com as duas empresas) não passam desse aprimoramento dos acordos de codeshare", disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Participação de mercado&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A participação de mercado da Gol nos voos domésticos, que hoje gira em torno de 35%, deve se manter neste patamar ao longo do ano, avaliou Oliveira Junior. Segundo os dados mais recentes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a TAM e a Gol lideraram o mercado doméstico em março, com participação de 38,25% e 34,44%, respectivamente. No acumulado do primeiro trimestre de 2012, a participação das duas empresas alcançou 39,42% e 34,30%, respectivamente. Mas ambas vêm perdendo fatia de mercado para as companhias menores nos últimos meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Estimamos um crescimento de 5% a 7% da demanda para nós. Se isso se confirmar, não teremos mais perda (de participação de mercado) em função dessa racionalização", afirmou o executivo. A racionalização a que ele se refere diz respeito à adição de oferta no mercado, que deve ser negativa esse ano, tanto por parte da Gol como da TAM. De acordo com Constantino, isso deve fazer que as taxas de ocupação, que também registraram queda nos últimos meses em relação ao mesmo período do ano passado, devem melhorar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Gol discorda de rebaixamento por agências de risco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O vice-presidente financeiro da Gol, Leonardo Pereira, disse que respeita a decisão das agências de classificação de risco, que recentemente rebaixaram os ratings da Gol, mas deixou claro que discorda da avaliação feita sobre a companhia. "Acho que o investidor vai tirar suas próprias conclusões", afirmou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, a Gol está muito mais sólida hoje do que no final de 2008 e no início de 2010, quando teve início a crise global. O executivo ressaltou que, naquela época, o caixa da empresa era de cerca de R$ 200 milhões e hoje ultrapassa R$ 2 bilhões; e a dívida de curto prazo representava cerca de 30% do total e hoje gira em torno de 10%. "O nosso perfil de dívida na época era pior e o rating era melhor", disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pereira afirmou ainda que o rebaixamento da nota da Gol não impedirá que ele vá ao mercado refinanciar sua dívida, caso considere que existam boas oportunidades. "De jeito nenhum estamos com medo de ir a mercado. Vamos continuar alongando nossa dívida, mas não temos pressão, porque nossas próximas dívidas vencem em 2015", disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em abril, as três principais agências de classificação de risco do mundo, Fitch, Standard &amp; Poor's e Moody's, rebaixaram os ratings da Gol.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/syfaV1bnjoM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52531</feedburner:origLink></item><item><title>STARBUCKS PODE TER DE PAGAR USS 2,9 BILHÕES À KRAFT</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/W3XwgZpiIOM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A rede de cafeterias norte-americanaStarbucks revelou na quinta-feira (04/05) que a Kraft Foods querreceber US$ 2,9 bilh&amp;otilde;es, al&amp;eacute;m de honor&amp;aacute;rios advocat&amp;iacute;cios, porque a Starbucks rompeu um contrato de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as duas empresas. O preju&amp;iacute;zo &amp;eacute; maior do que os analistas estimavam e inclui US$ 1,9 bilh&amp;atilde;o pelo neg&amp;oacute;cio de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de multa e juros. A executiva-chefe da Kraft, Irene Rosenfeld, disse que o valor deveria ser mantido em sigilo, dando sinais com isso de que estaria um pouco incomodada com a revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma audi&amp;ecirc;ncia entre as duas empresas est&amp;aacute; agendada para julho. A Kraft Foods entrou na Justi&amp;ccedil;a contra a Starbucks em dezembro de 2010 para evitar o fim do acordo de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que durava 12 anos. A Starbucks transportava o caf&amp;eacute; embalado da Kraft at&amp;eacute; supermercados e outros varejistas. A ideia da Starbucks &amp;eacute; ter opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;oacute;prias de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas a Kraft quer uma indeniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois entende que se trata de uma viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o contratual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kraft diz que rejeitou uma oferta de compra de US$ 750 milh&amp;otilde;es, feita pela Starbucks em agosto de 2010, por acreditar que o pagamento era &amp;quot;muito inferior ao valor justo de mercado pelo neg&amp;oacute;cio&amp;quot;. A Kraft avalia que, desde ent&amp;atilde;o, as duas empresas &amp;quot;mudaram repentinamente de percurso&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Starbucks alega que a Kraft quebrou alguns termos do acordo, o que isentaria a rede de cafeterias de pagar para encerrar a parceria. A Starbucks tamb&amp;eacute;m diz que a Kraft n&amp;atilde;o promoveu adequadamente a Starbucks e sua marca secund&amp;aacute;ria, a Seattle's Best Coffee. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o da Dow Jones.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/W3XwgZpiIOM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52529</feedburner:origLink></item><item><title>Lucro supera previsão e LinkedIn eleva projeções</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/LxeMDSyai34/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A receita e o lucro do LinkedIn superaram as projeções do mercado, com forte crescimento advindo de serviços que auxiliam empresas a buscar e contratar funcionários. A empresa revisou, então, sua previsão para 2012. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A rede social profissional também anunciou nesta quinta-feira que adquiriu a companhia de compartilhamento de conteúdo SlideShare por 118,75 milhões de dólares em dinheiro e ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A LinkedIn registrou aumento de 101 por cento em sua receita no primeiro trimestre, para 188,5 milhões de dólares, superando a previsão média de analistas de 178,58 milhões de dólares, de acordo com o serviço Thomson Reuters I/B/E/S.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ação da empresa subiu 8,7 por cento nos negócios do after-market.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A performance do LinkedIn é acompanhada atentamente por investidores. A companhia, sediada em Mountain View, California, foi uma das primeiras redes sociais proeminentes a abrir seu capital em maio passado, incentivando o apetite daqueles que aguardam ansiosamente a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do Facebook.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A companhia revisou sua previsão para 2012, estimando receita entre 880 milhões de dólares e 900 milhões de dólares ante a previsão anterior, de 840 milhões de dólares a 860 milhões de dólares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Excluindo itens excepcionais, a empresa registrou lucro de 0,15 dólar por ação, bastante acima das expectativas de analistas de 0,09 dólar por ação.&lt;br /&gt;
O lucro líquido da companhia subiu para 5 milhões de dólares ante 2,1 milhões de dólares no mesmo trimestre no ano anterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/LxeMDSyai34" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52479</feedburner:origLink></item><item><title>Banco do Brasil vai anunciar novas reduções de taxas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/Rh_NWLo7Pok/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Banco do Brasil antecipou, nesta quinta-feira, que fará mais um anúncio para mais uma redução de taxas de juros, desta vez na linha de crédito para pessoa física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Alexandre Abreu, vice-presidente de negócios de varejo do BB, a divulgação será feita amanhã e o banco estará nos próximos meses analisando novas oportunidades de mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Não posso dar muito detalhes dessa redução, mas posso antecipar que nossos desembolsos diários para pessoa física cresceram 50% desde os primeiros anúncios de redução de taxas na comparação com igual período do ano passado", disse o executivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os desembolsos para pessoa jurídica cresceram 20% em relação ao ano passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na próxima semana, o banco também deve anunciar a redução de taxas de administração de alguns fundos de investimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/Rh_NWLo7Pok" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:02:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52478</feedburner:origLink></item><item><title>Crescimento orgânico impulsiona resultado do Fleury</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/KH4L2-x2jKQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O lucro líquido da rede de laboratórios Fleury cresceu perto de 16 por cento no primeiro trimestre, impulsionado principalmente por um crescimento orgânico de 18,7 por cento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A integração das receitas do Labs D'Or - que chegou a 90 por cento no primeiro trimestre - e os esforços da companhia para um maior corte de custos também impulsionaram os resultados, disse à Reuters o presidente da empresa, Omar Hauache.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A companhia encerrou 2011 com crescimento orgânico de 14,9 por cento. Um ano antes, havia sido de 9,2 por cento. Em março de 2012, foi de 18,7 por cento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2012, o executivo espera que a companhia mantenha o mesmo ritmo de crescimento obtido entre janeiro e março. "Se a gente conseguir manter o nível de crescimento orgânico superior a 15 por cento e conseguir manter a margem Ebtida (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) entre 22 e 23 por cento, a gente julga adequado", disse em entrevista à Reuters.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Hauache, 2012 será um ano para capturar os resultados da expansão orgânica em curso, que abriga inauguração de novas unidades e reformas das unidades já existantes, e também de foco na finalização da integração do Labs D'or.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Mas há sempre espaço para aquisições. Temos negociações em curso, mas não do tamanho de Labs D'Or", disse o presidente. Esta aquisição, anunciada em dezembro de 2010, foi de 1,04 bilhão de reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o diretor executivo de Finanças, Jurídico e Relações com Investidores do Fleury, Fábio Marchiori, os 10 por cento da receita restantes da cadeia de laboratórios do Rio de Janeiro serão integrados no segundo trimestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Fleury registrou lucro líquido de 31,7 milhões de reais no primeiro trimestre, alta de 15,8 por cento sobre o mesmo período do ano passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ebitda foi de 77,4 milhões de reais, alta de 53 por cento, na mesma base de comparação, com margem Ebtida de 22 por cento.&lt;br /&gt;
A receita líquida da companhia subiu 52,6 por cento, para 352 milhões de reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/KH4L2-x2jKQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:01:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52477</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/3VLFcsjkBXQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/3VLFcsjkBXQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Pilotos da TAM protestam contra falta de segurança de voo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/MT3OhhACsR8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Em protesto por melhores condições de trabalho e segurança de voo, pilotos e comissários da TAM iniciaram uma operação de &amp;ldquo;não-colaboração&amp;rdquo; à empresa. Para chamar a atenção da companhia aérea, os funcionários criaram um blog chamado &amp;ldquo;Aviador Anônimo TAM&amp;rdquo;. Os manifestantes dizem que mais de 10.000 funcionários que trabalham na área de segurança de voo (entre pilotos, comissários e mecânicos) estão insatisfeitos com a companhia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Não é prudente que uma empresa aérea mantenha justamente as pessoas mais envolvidas em segurança sob estresse&amp;rdquo;, diz um dos textos publicados. Eles reclamam das escalas de trabalho, da falta de planejamento das jornadas, da redução dos salários e do péssimo trato da chefia com os subordinados. &amp;ldquo;O rigor na escala torna quase impossível nossa volta para casa&amp;rdquo;, disse um piloto ao site de Veja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os funcionários prometem seguir rigorosamente os manuais das aeronaves &amp;ndash; o que pode ocasionar atrasos em voos e aumento de consumo de combustível. &amp;ldquo;Iremos emitir diretrizes aos tripulantes, que deverão ser seguidas durante o mês de maio. Serão coisas simples como fazer o procedimento completo, enfim, trabalhar em cima do que está escrito&amp;rdquo;, diz um dos textos publicados no site.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em carta encaminhada ao presidente da TAM, Marco Bologna, em abril, os pilotos fazem um alerta: &amp;ldquo;Seremos como robôs, cumpriremos estritamente as normas escritas pela empresa e deixaremos que os outros departamentos façam o trabalho deles. Vai ser como cortar na carne, mas não vemos outra alternativa&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gastos - O objetivo do movimento é pressionar a companhia sem greves, mas de forma a causa possíveis prejuízos para a TAM. Segundo um piloto, metade dos gastos da empresa é proveniente de combustível e as medidas adotas pelos aviadores podem pesar no bolso da TAM. A assessoria da companhia confirmou que o combustível é o principal custo operacional da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Se cada comandante deixar de economizar 100 quilos de combustível por etapa, com uma adesão de 50% dos pilotos, teríamos um aumento nas despesas na ordem de 5 milhões de reais ou mais, só em maio&amp;rdquo;, estima um comandante que preferiu não se identificar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta quarta-feira, o blog &amp;ldquo;Aviador Anônimo TAM&amp;rdquo; recebeu mais de cem comentários sobre o início da manifestação. &amp;ldquo;Basta seguir o que está escrito que iremos chamar a atenção. O consumo daqui a algum tempo vai aparecer, vamos causar estrago. Vai virar uma bola de neve: aeronautas regulamentados, voos atrasados, aí o bicho vai pegar.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro manifestante diz: &amp;ldquo;Minha parte estou fazendo. Limpeza só entra depois do desembarque encerrado, embarque só ocorre depois de a limpeza ter saído. Comissária não chegou? Problema da base. Contagem não bateu com a do despacho? Paciência, só fecho a porta quando bater. Fechar a porta com passageiros em pé? Não, não, não!&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até o meio-dia desta quarta-feira, a companhia registrou atrasos em 17,8% dos voos &amp;ndash; a média de atrasos de todas as empresas foi de 15,1%. &amp;ldquo;O índice de atrasos de hoje é padrão para as companhias&amp;rdquo;, informou a assessoria da TAM ao site de Veja. &amp;ldquo;Todos foram prejudicados pelo mau tempo, principalmente em Porto Alegre.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resposta &amp;ndash; A assessoria da TAM informou que a segurança é prioridade para a companhia: &amp;ldquo;Cumprimos rigorosamente toda a legislação do setor aéreo e os procedimentos de operação das aeronaves sugeridos pelos fabricantes&amp;rdquo;. A TAM nega que haja um &amp;ldquo;movimento&amp;rdquo; entre os funcionários da companhia, mas admite que o departamento de recursos humanos da empresa enviou uma carta ao blog em resposta aos &amp;ldquo;supostos&amp;rdquo; manifestantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz uma parte do texto encaminhado pelo RH aos blogueiros: &amp;ldquo;Pertencemos a uma única empresa e esse espírito deve permanecer. Somente por meio do diálogo sincero e aberto entre nós é que poderemos encontrar, juntos, as respostas e soluções&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/MT3OhhACsR8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:51:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52408</feedburner:origLink></item><item><title>Por que "Os Vingadores" pode salvar a Disney do fracasso de "John Carter"</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/q5m8B_P6x7k/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Depois do fiasco de "John Carter" nas bilheterias de todo o mundo, a Disney tem bons motivos para comemorar. Isso porque, o filme "Os Vingadores", da Marvel, que pertence à Disney Company, teve excelente aceitação em boa parte dos países onde já estreou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sem começar a ser exibido nos Estados Unidos, em um único fim de semana, o filme faturou mais de 200 milhões de dólares. A previsão é que essa cifra salte para 500 milhões de dólares no próximo fim de semana - quando o filme começará a ser exibido no país americano, na Rússia e China.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, o filme bateu recorde de bilheteria, segundo a consultoria Filme B e faturou 21,7 milhões de reais no seu primeiro fim de semana. Em público, perdeu apenas para os longas Amanhecer &amp;ndash; parte 1 e Homem-Aranha 3.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Volta por cima&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a imprensa internacional, a boa aceitação de "Os Vingadores" é a resposta que a Disney precisava para apagar de vez o fracasso de "John Carter".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o filme, a Disney acumulou prejuízo de 200 milhões de dólares. Segundo estimativas de mercado, a companhia investiu na produção a mesma quantia que a Fox investiu no filme "Avatar"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"John Carter" faturou nas bilheterias mundiais apenas 269 milhões de dólares e parte desse valor, ainda, precisou ser dividido com as companhias donas das salas de cinema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A derrocada provocou também a demissão de Rich Ross, CEO dos Estúdios Disney, que deixou o comando da companhia de entretenimento após dois anos no cargo.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/q5m8B_P6x7k" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:50:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52407</feedburner:origLink></item><item><title>Lucro da Gerdau cai 3 porcento no primeiro tri e soma RS 397 milhões</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/D4HQB89fm-Y/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Gerdau apurou lucro l&amp;iacute;quido de R$ 397 milh&amp;otilde;es no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 3% ante os R$ 409 milh&amp;otilde;es registrados no mesmo per&amp;iacute;odo de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, deprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e amortiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es) atingiu R$ 1,008 bilh&amp;atilde;o de janeiro a mar&amp;ccedil;o, uma retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 9% ante os R$ 1,102 bilh&amp;atilde;o contabilizados em igual trimestre de 2011. A margem Ebitda registrou recuo de 3 pontos porcentuais, para 11%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A receita l&amp;iacute;quida da companhia somou R$ 9,199 bilh&amp;otilde;es no primeiro trimestre, crescimento de 10% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/D4HQB89fm-Y" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:49:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52406</feedburner:origLink></item><item><title>Fundador da CVC quer comprar Costa do Sauípe, diz jornal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/w6MsK43mrQI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Guilherme Paulus, fundador da CVC, está interessado em comprar o controle do complexo turístico Costa do Sauípe, na Bahia, segundo o jornal Brasil Econômico, desta quarta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a reportagem, o empresário estaria conversando a Previ, fundo dos funcionários do Banco do Brasil, para adquirir por meio do fundo o controle do empreendimento. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A operação ocorreria em duas etapas: a de Paulus conseguir comandar a gestão do complexo e depois de obter o controle do empreendimento, informou o jornal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O empresário detém mais de 33% da CVC. A operadora de &lt;a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"&gt;&lt;strong&gt;turismo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; é responsável por cerca de 40% da taxa de ocupação da Costa do Sauípe.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/w6MsK43mrQI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:17:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52318</feedburner:origLink></item><item><title>Ex-Burger King quer trazer nova rede de fast food para o Brasil</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/vdb8kV-vrwI/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Guilherme Batalha, empresário responsável pelo desembarque da rede Burger King no Brasil, está interessado agora na rede americana Pollo Tropical, segundo reportagem do Brasil Econômico, desta quarta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o jornal, a rede confirmou que vai entrar no Brasil por São Paulo e que está conversando com um empresário brasileiro, sem identificar o nome. Pessoas próximas a Batalha, no entanto, confirmaram o interesse do empresário ao jornal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Pollo Tropical pertence ao grupo Carrols Corporation, que detém também a bandeira Taco Cabana, nos Estados Unidos. A empresa possui cerca de 120 lojas Pollo e 315 Taco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das 120 lojas Pollo, 30 delas estão distribuídas fora dos Estados Unidos, nas regiões de Porto Rico, Equador, Honduras, Trinidad e Tobago e Bahamas.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/vdb8kV-vrwI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52317</feedburner:origLink></item><item><title>TIM cresce com venda de dados</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/KDl86mlIEHU/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A TIM começou o ano com o pé direito. Depois de lucrar 276 milhões de reais no primeiro trimestre, um crescimento de quase 30% em relação ao mesmo período de 2011, a empresa redobra as apostas na expansão da base de clientes e no avanço do negócio de dados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em conferência para apresentação dos resultados, Luca Luciani, presidente da empresa, ressaltou que uma das principais estratégias é ampliar a penetração de smartphones. Hoje, 31% dos aparelhos com planos da operadora possuem acesso à internet. Há um ano, o percentual era de 13%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos três primeiros meses, a receita líquida total da companhia cresceu 19,1%, chegando a 4,4 bilhões de reais. Para a equipe de analistas do BTG Pactual, o generoso salto deve-se à explosão nos serviços de dados, que subiu 56%. Ao mesmo tempo, a operadora viu o faturamento com chamadas locais e de longa distância começar a desacelerar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A TIM tem boas operações e está crescendo em um bom ritmo, mas permanecemos cautelosos com o setor", assinaram Carlos Sequeira, Fabio Levy e Bernardo Miranda em relatório do BTG. Um dos motivos, apontam os analistas, seria o aumento da competição na telefonia móvel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Modelo ilimitado ganha adesão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No último ano, os maiores concorrentes incorporaram conceitos da TIM na oferta de chamadas ilimitadas e de longa distância. Embora, a investida tenha tirado o espaço que a companhia passara a ocupar sozinha, Luca Luciani, presidente da TIM, permanece confiante quanto à consequência desse movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Existe um mercado resiliente até hoje no mundo do fixo tradicional, sem qualquer razão econômica", afirmou. "Uma assinatura básica só pelo tráfego de voz custa o dobro de qualquer plano ilimitado móvel."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daqui para frente, o mercado estima que a briga fique mais acirrada depois da reestruturação da Oi, que decidiu abraçar com força o modelo de venda subsidiada de aparelhos. Para os executivos da TIM, telefones mais baratos significariam, no cômputo final, preços mais altos para o pacote de serviços, baixa competitividade e a imposição de retenção contratual aos clientes. "Sem subsídio, podemos investir na qualidade do pós e em outras alavancas mais interessantes", finalizou Claudio Zezza, diretor financeiro da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, a TIM conta com 67,2 milhões de linhas. No segundo trimestre do ano passado, a companhia tirou da Claro o posto de segunda maior operadora de telefonia móvel no Brasil. O primeiro lugar é da Vivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/KDl86mlIEHU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 17:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52246</feedburner:origLink></item><item><title>Após 50 anos, Nintendo tem seu primeiro prejuízo anual e culpa redes sociais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/itUNT8FDFuM/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Nintendo, dona dos videogames Wii e 3DS, registrou pela primeira vez na história prejuízo anual. No ano fiscal, que encerrou em 31 de março, a companhia japonesa acumulou perdas de mais de 550 milhões de dólares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ano antes, a empresa havia somado lucro de quase 10 milhões de dólares. Segundo a companhia, a mudança de cenário está diretamente ligada aos jogos online oferecidos por redes sociais e smartphones.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A receita da companhia caiu 36% na comparação com o ano fiscal anterior, totalizando 8 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a Nintendo, para reverter as perdas, a companhia planeja lançar até agosto uma nova versão do jogo "Super Mario Bros" para o videogame de mão 3DS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ano fiscal encerrado em março, a companhia vendeu 13,5 milhões do 3DS, mas tinha planos de vender 18,5 milhões de unidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já as vendas do Wii despencaram no período, atingindo 9,8 milhões de unidades - queda de 35% na comparação com o ano fiscal anterior. para este ano, as vendas devem atingir 10,5 milhões de unidades.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/itUNT8FDFuM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 16:59:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52245</feedburner:origLink></item><item><title>Itaú lança índice de bem-estar social do país</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/7dwMKaxj-c0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Itaú acaba de lançar o Índice Itaú de Bem-Estar Social, um indicador nacional que avalia a melhoria das condições de vida dos brasileiros. Com periodicidade anual, o índice tem como modelo o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), embora seja mais amplo e customizado para retratar com pertinência a realidade do País. O estudo é dividido em séries históricas, que mostram as condições de vida ao longo de quase 20 anos, de 1992 a 2010, e se propõe a apontar se o avanço da economia tem sido acompanhado pela melhora da qualidade de vida da população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Desenvolvemos um indicador para responder quanto o crescimento do PIB reverte em melhoria da qualidade de vida do cidadão e bem-estar das pessoas. &lt;br /&gt;
Percebemos a necessidade de elaborar um levantamento customizado para a população brasileira, que englobasse as condições de vida e os aspectos humanos, além dos econômicos&amp;rdquo;, explica Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A metodologia do IDH avalia aspectos como longevidade, educação e renda. Além desses itens, nosso indicador agrega novos componentes de análise como segurança pública, saneamento, saúde e educação&amp;rdquo;, complementa Caio Megale, economista do Itaú Unibanco e coordenador do índice.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Índice Itaú de Bem-Estar Social baseia-se em três subindicadores: Condições Econômicas, Humanas e Igualdade Social. O primeiro deles (Condições Econômicas) se divide em dois blocos: Consumo e Emprego. Para analisá-lo, o Itaú levou em consideração o aumento do poder de compra, emprego, taxa de desemprego, taxa de participação &amp;ndash; percentual da população em idade ativa efetivamente empregada ou procurando emprego &amp;ndash; e o rendimento médio real. Veja abaixo o resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 1992 até 1997, um rápido e palpável crescimento especialmente do consumo, impulsionado pelo sucesso do Plano Real. De 1998 a 2002, períodos de constantes crises no Brasil e nos países emergentes, o indicador mostra uma leve tendência de queda, especialmente pela alta do desemprego. De 2003 em diante, o subindicador volta a avançar, de forma menos rápida do que no primeiro período, mas por tempo mais prolongado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo subindicador (Condições Humanas) é dividido em três blocos: Saúde e Saneamento (S/S), Educação e Segurança. Neste caso, foram utilizados como parâmetros de estudo a mortalidade infantil, expectativa de vida, casos de tuberculose reportados/ total estimado, percentual da população com banheiro em casa, percentual da população com acesso à rede de esgoto, escolaridade média, distribuição do tempo de escolaridade média do brasileiro e taxa anual de homicídios em território nacional. Abaixo o resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1997 e 2003, o indicador avança a taxas moderadas. Nesse período, os importantes ganhos identificados em educação e saúde/saneamento são parcialmente compensados por uma piora na segurança. A partir de 2003, os ganhos em educação e S/S continuam (embora a taxas marginalmente menores), mas a taxa de homicídios passa a ser declinante. Dessa forma, o indicador passa a avançar em ritmo mais elevado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, vale notar a estagnação dos últimos dois anos. Nesse período, a segurança voltou a piorar, cancelando os ganhos nos outros dois blocos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro subindicador do índice retrata a Igualdade Social. E para tal, o Itaú lançou mão de dois indicadores usuais: o índice de Gini e o índice de Theil. Na avaliação da instituição, nos dias de hoje torna-se cada vez mais elevada a preocupação com a sustentabilidade do crescimento e da melhora de vida. E os resultados abaixo comprovam este cenário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com exceção de 1993, quando ainda havia hiperinflação, a redução da desigualdade social no Brasil é praticamente uma constante, particularmente a partir de 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elaborado pela equipe macroeconômica da instituição, o Índice Itaú de Bem-Estar Social é fruto de um trabalho de aproximadamente um ano e contou com a contribuição de Samuel Pessoa, sócio da consultoria Tendências Integrada e pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consolidando todos os resultados acima, o índice aponta, como resultado final, que a partir de 1992 diferentes fatos influenciaram o bem-estar na vida do brasileiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A reforma monetária de 1994 produziu não apenas uma reversão abrupta da piora de bem-estar que vinha se experimentando no Brasil até aquele ano, como impulsionou rapidamente o índice para cima nos anos seguintes. Os anos de 1995 e 1996 foram os que registraram a maior elevação marginal de bem-estar no período analisado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1997 e 2001, período marcado pelas crises de balanço de pagamentos em países emergentes, há um período de estagnação. A melhora das condições humanas (exceto segurança) e da desigualdade (taxas baixas) foram compensadas pela piora nas condições econômicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No período, o brasileiro experimentou melhora de bem-estar apenas em 1999, ano em que foi registrada uma melhora nos indicadores de desigualdade incorporados no Índice Itaú de Bem-Estar Social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 2002, no entanto, o bem-estar volta a melhorar continuadamente, registrando melhora nos três subindicadores. A partir de 2008 nota-se alguma acomodação no ritmo de crescimento, embora o bem-estar continue em expansão. A desaceleração está ligada à crise financeira global, de um lado, e a um aumento marginal na taxa de homicídios no período. Os avanços em educação e em saúde e saneamento também foram mais moderados.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/7dwMKaxj-c0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>maxpressnet.com.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 11:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52159</feedburner:origLink></item><item><title>Grendene anuncia lucro de R$ 82,1 milhões no primeiro trimestre de 2012</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaladministracao/~3/s_TD4kSI2YM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Grendene, uma das maiores fabricantes mundiais de calçados, anuncia o balanço do primeiro trimestre de 2012, com resultados positivos. A receita líquida subiu 25%, passando de R$ 316,7 milhões para R$395,8 milhões. A produção totalizou 40,8 milhões de pares (32,9 milhões de pares no 1T11), com lucro líquido de R$82,1 milhões &amp;ndash; um crescimento de 29% em relação ao mesmo período de 2011 (R$63,5 milhões). A distribuição de dividendos será de R$58,9 milhões, 30,7% superior ao 1º trimestre de 2011 (R$45,1 milhões).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
O EBIT passou de R$35,2 milhões para R$55,4 milhões, um crescimento de 57,4%. As margens Bruta, EBIT, EBITDA e Líquida também aumentaram, 470 bps, 290 bps, 250 bps, e 60 bps, respectivamente. Os números positivos foram decorrentes da já esperada recuperação da demanda iniciada no quarto trimestre de 2011, e que teve continuidade no 1T12 com incremento de 32,2% de pares de calçados entregues ao mercado interno (26,5 milhões de pares) e 11,0% de aumento do número de pares ao mercado externo (14,2 milhões de pares) no 1T12 vs. 1T11.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
No mercado interno, a elevação do salário mínimo, a desoneração tributária e um portfólio mais ajustado à conjuntura econômica permitiram à Grendene ganhar mercado. Os negócios no mercado externo foram reforçados pela entrega de pares na Argentina, referentes a pedidos de 2011 entregues no 1T12. A fabricante mantém a liderança nas exportações pelo décimo ano consecutivo: 43,5% do total de calçados exportados do País, neste período, são da Grendene.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Sobre o mercado externo, o diretor de relações com investidores da Grendene, Francisco Schmitt, pontua que no futuro as taxas de crescimento da exportação devem ser mais modestas do que as observadas nos últimos anos. &amp;lsquo;As receitas de exportação devem diminuir a participação na receita bruta total, o que deve ter um efeito positivo na margem bruta, já que os preços praticados no mercado interno são maiores do que os praticados no mercado externo&amp;rsquo;, reforça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Em 2012, a expectativa da companhia é que o consumo de calçados no Brasil se recupere da queda de cerca de 8% registrada em 2011. &amp;lsquo;O mercado continuará muito disputado, mas a Grendene tem demonstrado grande capacidade de competição, tanto no mercado interno quanto no internacional. Nossa orientação continuará sendo o aprimoramento das margens através de ganhos de produtividade e venda de mix de produtos de maior valor agregado&amp;rsquo;, destaca Schmitt.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Eventos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mantendo a estratégia de participar em grandes eventos, em 2012 a Grendene esteve presente em diversas feiras no Brasil como: Fashion Rio, Couromoda e São Paulo Fashion Week e no exterior na Agenda em Long Beach, Surf Expo em Orlando, Bread &amp; Butter em Berlin, Tranoi, Premiere Classe em Paris, FN Platform, Magic, Project e S.L.A.T.E em Las Vegas, Coteric/Sole Commerce em New York, Pere em Londres, Micam em Milão, Smota em Miami, CPM em Moscou, GDS em Dusseldorf e Rooms 24 em Tokyo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia 08 de fevereiro de 2012 inaugurou mais uma loja-conceito, a Galeria Melissa NY, localizada na 102, Greene St, Soho em Nova York, com o objetivo de aproximar ainda mais a marca do mercado Americano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Destaques do resultado do 1T12&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Principais indicadores econômico-financeiros&lt;br /&gt;
R$ milhões 1T11 1T12 Var. % 1T12/1T11&lt;br /&gt;
Receita bruta 397,5 504,9 27,0%&lt;br /&gt;
Mercado interno 298,4 377,8 26,6%&lt;br /&gt;
Exportação 99,1 127,2 28,3%&lt;br /&gt;
Receita líquida 316,7 395,8 25,0%&lt;br /&gt;
CPV (197,0) (227,4) 15,4%&lt;br /&gt;
Lucro bruto 119,7 168,4 40,6%&lt;br /&gt;
Despesas operacionais (84,5) (112,9) 33,6%&lt;br /&gt;
EBIT 35,2 55,4 57,4%&lt;br /&gt;
EBITDA 42,4 63,1 48,8%&lt;br /&gt;
Resultado financeiro líquido 35,4 39,6 11,7%&lt;br /&gt;
Lucro líquido 63,5 82,1 29,1%&lt;br /&gt;
Lucro por ação (R$) 0,21 0,27 29,1%&lt;br /&gt;
Volume (mm pares) 32,9 40,8 23,9%&lt;br /&gt;
Mercado interno 20,1 26,5 32,2%&lt;br /&gt;
Exportação 12,8 14,2 11,0%&lt;br /&gt;
Preço médio (R$) 12,09 12,39 2,5%&lt;br /&gt;
Mercado interno 14,88 14,25 (4,2%)&lt;br /&gt;
Exportação 7,72 8,93 15,7%&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Margens % 1T11 1T12 Var. (p.p.)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Bruta -  37,8% 42,5% 4,7&lt;br /&gt;
EBIT -  11,1% 14,0% 2,9&lt;br /&gt;
EBITDA -  13,4% 15,9% 2,5&lt;br /&gt;
Líquida -  20,1% 20,7% 0,6&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
A empresa manteve as metas para o período 2011-2015:&lt;br /&gt;
&amp;bull; Crescimento da receita bruta a uma taxa composta média (CAGR) entre 8% e 12% nos 5 anos (2011 &amp;ndash; 2015).&lt;br /&gt;
&amp;bull; Crescimento lucro líquido a uma taxa composta média (CAGR) entre 12% e 15% nos 5 anos (2011 &amp;ndash; 2015).&lt;br /&gt;
&amp;bull; A Grendene tem por objetivo manter neste período as despesas de propaganda e publicidade em média entre 8% e 10% da receita líquida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Grendene primeiramente divulgou estas metas para o período 2008-2013 e, posteriormente, estendeu a previsão de crescimento até 2015. Schmitt destaca que os resultados obtidos de crescimento desde o 1T08 até o 1T12 foram de 11,1% a/a para a Receita Bruta e 19% a/a para o Lucro Líquido, superando largamente, até este trimestre, a meta de crescimento do Lucro Líquido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informações à Imprensa:&lt;br /&gt;
CDN &amp;ndash; Comunicação Corporativa&lt;br /&gt;
Luciana Ferreira &amp;ndash; Tel. (11) 3643-2706 &amp;ndash; luciana.ferreira@cdn.com.br&lt;br /&gt;
Roberta Santoro &amp;ndash;Tel. (11) 3643 2753 &amp;ndash; roberta.santoro@cdn.com.br&lt;br /&gt;
Ana Paiva &amp;ndash; Tel. (11) 3643-2943 &amp;ndash; &lt;a href="mailto:ana.paiva@cdn.com.br"&gt;ana.paiva@cdn.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comunicasul&lt;br /&gt;
Néia Oliveira &amp;ndash; Tel. (51) 3024-5289 &amp;ndash; neia@comunicasul.com.br&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaladministracao/~4/s_TD4kSI2YM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>maxpressnet.com.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 11:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=52155</feedburner:origLink></item></channel></rss>

