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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Biologia - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalbiologia.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>23/05/2012 06:02:12</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalbiologia" /><feedburner:info uri="portalbiologia" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Filhotes de coruja são encontrados dentro de caixa em rodovia no Paraná</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/habTkdezYxc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Três filhotes de coruja foram encontrados por policiais militares dentro de uma caixa de papelão, na última terça-feira (22), às margens da rodovia Mabio Gonçalves Palhano, próximo a Mata do Godoy, em Londrina, na região norte do Paraná.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os filhotes foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) de Mauá da Serra, onde serão tratados para depois serem reinseridos na vida silvestre. Segundo fiscais do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), as corujas são da espécie Suindaras (Tytonidae).&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/habTkdezYxc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=53221</feedburner:origLink></item><item><title>Macaco de 'alta classe' se recupera mais rápido de doenças, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/TkT60HnNe_s/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo conduzido por várias universidades internacionais detectou que machos babuínos de nível social mais elevado se recuperaram mais rápido de doenças e lesões do que os &amp;ldquo;menos favorecidos&amp;rdquo; da mesma espécie. A descoberta sugere que a escala social desses animais tem forte influência na função do sistema imunológico, responsável pelas defesas do organismo, e, consequentemente, na saúde deles. O estudo foi divulgado nesta terça-feira (23), na revista científica "PNAS", da Academia Americana de Ciências.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um estudo semelhante já havia sugerido que macacos rhesus &amp;ldquo;mais favorecidos&amp;rdquo; eram mais saudáveis do que os da mesma espécie que viviam abaixo na pirâmide social desses animais. Ambas as pesquisas sugerem que tais evidências mostram mais uma semelhança entre esses primatas e os seres humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 Elizabeth Archie e um grupo de cientistas do Departamento de Ciências Biológicas, da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, cruzaram dados de 27 anos de estudos sobre doenças e lesões em babuínos selvagens do Quênia, observando até que ponto as diferenças de idade, condições físicas, estresse, capacidade reprodutiva e níveis de testosterona contribuíam para relacionar o status social as diferenças na imunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados surpreenderam a equipe por ter ido na contramão de evidências já estabelecidas. Enquanto estudos anteriores determinaram que macacos de alta classe tinham a imunidade afetada porque passavam mais por situações de estresse e se reproduziam mais. Nos animais pesquisados, os machos &amp;ldquo;mais favorecidos&amp;rdquo; estavam menos predispostos a ficar doentes, e se recuperavam mais rápido de lesões e doenças do que os de classe inferior, mesmo vivendo as mesmas situações. Nesta classe de macacos, em especial, os machos vivem em conflitos uns com os outros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Embora as evidências não esclareçam se é a camada social que determina o estado de saúde ou se é a saúde que determina o status social, as descobertas devem ajudar a descobrir os fatores que delimitam as diferenças na saúde e na imunidade em primatas não-humanos, dizem os autores.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/TkT60HnNe_s" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 17:56:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=53220</feedburner:origLink></item><item><title>Enguia pré-histórica tem coluna parecida com a humana</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/gcHIwnnVsLw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo publicado nesta segunda-feira (14) mostrou que uma enguia que viveu h&amp;aacute; cerca de 350 milh&amp;otilde;es de anos j&amp;aacute; tinha uma coluna vertebral semelhante &amp;agrave; dos animais terrestres, incluindo os humanos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em geral, os peixes t&amp;ecirc;m uma anatomia mais simples, dividida apenas em duas partes &amp;ndash; antes e depois da cauda. J&amp;aacute; os animais terrestres t&amp;ecirc;m a coluna separada em cinco se&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;ndash; cervical (no pesco&amp;ccedil;o), tor&amp;aacute;cica (na parte de cima do tronco), lombar (na parte debaixo do tronco), sacrais (na altura do p&amp;eacute;lvis) e caudais (na cauda). As v&amp;eacute;rtebras de cada uma dessas regi&amp;otilde;es possuem caracter&amp;iacute;sticas pr&amp;oacute;prias, que revelam a que parte ela pertence.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O f&amp;oacute;ssil do Tarrasius problematicus, encontrado na Esc&amp;oacute;cia, revela que essa enguia pr&amp;eacute;-hist&amp;oacute;rica tinha a vers&amp;atilde;o mais complexa, com as cinco subdivis&amp;otilde;es. A descoberta de Lauren Sallan, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, publicada pela revista cient&amp;iacute;fica &amp;ldquo;Proceedings of the Royal Society B&amp;rdquo; traz um problema para os paleont&amp;oacute;logos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Normalmente, as caracter&amp;iacute;sticas das v&amp;eacute;rtebras eram usadas para determinar se um f&amp;oacute;ssil era de um animal aqu&amp;aacute;tico ou terrestre. Com a novidade, esse tra&amp;ccedil;o sozinho n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; mais suficiente para revelar os h&amp;aacute;bitos de um animal pr&amp;eacute;-hist&amp;oacute;rico.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/gcHIwnnVsLw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 17:51:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=53218</feedburner:origLink></item><item><title>Pesquisadores do clima dizem ter resolvido mistério da elevação do mar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/XTNNGtvnYI0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A extração massiva de águas subterrâneas pode resolver um mistério relacionado à elevação dos níveis do mar nas últimas décadas, pesquisadores japoneses informaram neste domingo (20).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Especialistas estimam que os níveis globais do mar tenham aumentado, em média, 1,8 milímetros por ano de 1961 a 2003, mas a grande questão é o quanto disso pode ser atribuído ao aquecimento global.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um relatório de 2007 divulgado no Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática da ONU, o IPCC, atribuía a elevação de 1,1 milímetros por ano à expansão térmica dos oceanos e ao degelo das geleiras, calotas polares e calotas da Groenlândia e da Antártida. Os outros 0,7 milímetros não têm origem atribuída e acabaram se tornando um mistério para vários cientistas, que se perguntavam se os dados estavam realmente corretos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em um estudo publicado no jornal &amp;ldquo;Nature Geoscience&amp;rdquo;, um time de pesquisadores liderado por Yadu Pokhrel, da Universidade de Tóquio, diz que a resposta está na água que é extraída dos aquíferos subterrâneos, rios e lagos, para o desenvolvimento humano, e nunca é reposta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eventualmente, essa água chega ao oceano por meio de rios e da evaporação, informa o estudo. A pesquisa afirma que a extração dessa água é um componente importante para resolver o mistério da elevação dos níveis do ar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O uso insustentável das águas subterrâneas, represas artificiais, armazenamento terrestre de água causado pelo clima e a perda de água de bacias fechadas contribuíram para o aumento dos mares de 0,77 milímetros por ano de 1961 a 2003, cerca de 42% do aumento observado&amp;rdquo;, diz a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo pretende preencher uma das lacunas na complexa ciência das mudanças climáticas. Os pesquisadores admitem que existem muitas incógnitas sobre as maneiras com as quais os oceanos respondem ao aquecimento, e uma delas é relacionada ao aumento dos níveis do mar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo que pequeno, um aumento repetido ano após ano pode, eventualmente, causar um impacto dramático nas localizações que são vulneráveis a tempestades ou ao influxo de água salgada nos aquíferos e campos costeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo divulgado em 2007 pelo IPCC revela que os oceanos se elevarão algo entre 18 e 59 centímetros até o final do século. Apesar disso, a estimativa não leva em consideração às águas derretidas das calotas da Groenlândia e da Antártida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma pesquisa publicada no ano passado pelo Projeto de Monitoramento e Avaliação do Ártico afirma que os níveis do mar subirão, pelas tendências atuais de derretimento, de 90 centímetros a 1,6 metros até 2100.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/XTNNGtvnYI0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:34:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=53163</feedburner:origLink></item><item><title>Metano preso há milênios está escapando com derretimento do Ártico, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/Kw-IJaraq68/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Gás metano que estava preso há milênios no interior do Ártico está sendo expelido para a atmosfera por causa do derretimento do gelo polar, segundo cientistas americanos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em estudo publicado na revista especializada Nature Geoscience, pesquisadores da Universidade do Alasca em Fairbanks (UAF) disseram ter identificado milhares de áreas árticas onde o metano, que estava preso sob o gelo, está conseguindo escapar à medida que este derrete.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso pode ter um impacto significativo nas mudanças climáticas globais, dizem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O metano é segundo gás mais causador do efeito estufa, após o CO2, e seus níveis estão aumentando depois de alguns anos de estabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Moléculas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;As origens do gás são difíceis de serem medidas, já que suas fontes são variadas - por exemplo, decomposição do lixo e criação de gado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas os pesquisadores do projeto no Ártico, liderados por Katey Walter Anthony, identificaram que o gás na região estava retido há muito tempo pela quantidade de diferentes isótopos de carbono nas moléculas de metano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A partir de pesquisas aéreas e de campo, a equipe identificou 150 mil pontos de metano no Alasca e na Groenlândia, em lagos margeados por gelo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Amostras locais mostram que alguns desses pontos estão liberando metano antigo, possivelmente proveniente de depósitos naturais de gás ou de carvão sob os lagos. Outras áreas estão expelindo gás mais recente, possivelmente formado a partir da decomposição de vegetais nos lagos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o estudo, esse fenômeno pode acontecer em outras regiões, onde bacias sedimentares estão cobertas por um subsolo congelado (chamado de permafrost), por geleiras ou coberturas de gelo ricas em gás natural. Uma das áreas onde isso pode ocorrer é o oeste da Sibéria.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se o derretimento ocorrer substancialmente até 2100, 'o resultado será um grande aumento no ciclo de metano, com potenciais implicações para o aquecimento global'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aquecimento mais rápido&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A quantificação da liberação de metano no Ártico é uma área de pesquisa florescente, já que diversos países estão enviando missões para monitorar as terras e os mares da região.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'O Ártico é a região do planeta que mais rapidamente se aquece e tem muitas fontes de metano que podem elevar (sua emissão) à medida que a temperatura subir', afirmou Euan Nisbet, professor e pesquisador do metano no Ártico para a Universidade de Londres.&lt;br /&gt;
'E essa é mais uma preocupação séria: o aquecimento provoca ainda mais aquecimento.'&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A seriedade e a urgência da ameaça da situação identificada no Ártico são motivos de controvérsia - alguns cientistas dizem acreditar que os impactos disso não serão percebidos por muitas décadas, enquanto outros alertam para a possibilidade de uma aceleração rápida do processo de aquecimento global.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/Kw-IJaraq68" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:31:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=53162</feedburner:origLink></item><item><title>Cientistas encontram nova espécie de sapo em floresta da Malásia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/scczJgvoUD0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores da Malásia descobriram uma nova espécie de anfíbio que vive na região de Bornéu, ilha conhecida por ambientalistas como local rico em biodiversidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com cientistas da Universiti Malaysia Sarawak (Unimas), o exemplar de sapo marrom tem entre 4 e 5 centímetros e emite um som característico e estridente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O animal foi descoberto durante uma expedição feita às florestas do Monte Singai, em Sarawak, durante o mês de setembro de 2010. Um outro exemplar também foi visto próximo ao Parque Nacional de Kubah, na mesma região.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No ano passado, pesquisadores da mesma universidade reencontraram uma espécie de anfíbio na ilha de Bornéu que era considerada desaparacida desde 1924.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O sapo arco-íris de Bornéu (Ansonia latidisca) foi descrito há 87 anos, por meio de ilustrações, mas desde aquela época não houve mais notícias sobre o animal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os anfíbios auxiliam os seres humanos em fatores importantes, como no controle de insetos que espalham doenças e ajudam a manter saudáveis os ecossistemas de água doce.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os produtos químicos na pele deles também auxiliam na criação de novos medicamentos com potencial de salvar vidas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/scczJgvoUD0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=53157</feedburner:origLink></item><item><title>Mudança climática pode vir rápido demais para alguns mamíferos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/PyJH5uBW3jM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores americanos conclu&amp;iacute;ram que cerca de 9% das esp&amp;eacute;cies de mam&amp;iacute;feros do Hemisf&amp;eacute;rio Ocidental podem n&amp;atilde;o conseguir se deslocar para habitats seguros em rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s mudan&amp;ccedil;as clim&amp;aacute;ticas. O estudo foi publicado na &amp;ldquo;Proceedings of the National Academy of Sciences&amp;rdquo;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com o aquecimento global, diversas regi&amp;otilde;es ter&amp;atilde;o seu ambiente alterado, tornando-se inabit&amp;aacute;veis para determinados mam&amp;iacute;feros. A pesquisa calculou quanto tempo essas esp&amp;eacute;cies demorariam para se deslocar para outras &amp;aacute;reas que tivessem as caracter&amp;iacute;sticas necess&amp;aacute;rias para sua sobreviv&amp;ecirc;ncia. Os cientistas calcularam que cada esp&amp;eacute;cie se deslocaria de habitat uma vez por gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e comparou o resultado com a velocidade das transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es ambientais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma das conclus&amp;otilde;es &amp;eacute; que, em especial os primatas, como os macacos-aranha e os saguis, podem ser bastante afetados, assim como o grupo que inclui as toupeiras e musaranhos. Carn&amp;iacute;voros como coiotes e lobos t&amp;ecirc;m maior propens&amp;atilde;o a se &amp;ldquo;safarem&amp;rdquo; do aquecimento global.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso dos macacos, um fator que os faz migrar mais lentamente &amp;eacute; o fato de demorarem para amadurecer sexualmente, o que diminui o &amp;iacute;ndice de dispers&amp;atilde;o de suas popula&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A pesquisadora Carrie Schloss, da Universidade de Washington, calcula que 75% dos primatas do continente americano devem ter seus habitats severamente reduzidos em decorr&amp;ecirc;ncia das mudan&amp;ccedil;as clim&amp;aacute;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao todo, 493 de esp&amp;eacute;cies de mam&amp;iacute;feros foram analisadas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/PyJH5uBW3jM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 18:59:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52944</feedburner:origLink></item><item><title>Ativistas continuam protesto contra embarque de ferro-gusa no Maranhão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/hOX3fzO0fek/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O diretor da Campanha Amazônia do Greenpeace, Paulo Adário, se pendurou no fim da manhã desta quarta-feira (16) na corrente da âncora do navio cargueiro bahamense Clipper Hope, que está na baía de São Marcos, em São Luis (MA), para evitar um carregamento de 31,5 mil toneladas de ferro-gusa destinado aos Estados Unidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Adário, que segurava uma faixa com os dizeres "Dilma, desliga essa motosserra", pedindo o veto da presidente ao Código Florestal aprovado no Senado, participa do revezamento iniciado pelos ativistas na última segunda-feira (14).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em fevereiro, ele foi escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como "Herói da Floresta", devido aos 15 anos de trabalho para preservar a Amazônia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles pedem providências para evitar que o ferro-gusa, matéria-prima do aço, continue sendo feito no Brasil com carvão vegetal extraído ilegalmente da Amazônia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No início da semana, relatório divulgado pela organização ambiental liga o desmatamento ilegal na floresta amazônica do Pará e Maranhão à produção de aço voltada para o mercado automobilístico dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o estudo &amp;ldquo;Carvoaria Amazônia&amp;rdquo;, até 90% do ferro-gusa (principal matéria prima do aço e requer carvão vegetal) produzido na região de Carajás é exportado para siderúrgicas dos EUA, que fornecem, posteriormente, para grandes montadoras. Carajás engloba partes do Pará, Maranhão e Tocantins.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Greenpeace apontou no documento que ao menos duas guseiras brasileiras, uma instalada no PA e outra no MA, são responsáveis por essa produção, mas as duas movimentariam uma cadeia com ilegalidades como desmate do bioma, carvoarias com trabalho escravo e invasões de terras indígenas. O carregamento destinado aos EUA vem de uma dessas empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Adário, a ação feita pela ONG já gerou uma movimentação na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, que deve marcar uma audiência pública em breve para debater a produção de ferro-gusa nos dois estados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O governo tem sido incapaz de resolver a ilegalidade na Amazônia, que tem porões escuros que escondem trabalho escravo, invasão de terras indígenas, além de conflitos agrários com características da idade média&amp;rdquo;, disse o diretor do Greenpeace se referindo às mortes registradas na região devido à disputa de terras entre madeireiros e extrativistas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/hOX3fzO0fek" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 18:55:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52943</feedburner:origLink></item><item><title>Relógio biológico evoluiu de forma parecida em todos os seres vivos </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/H6V7-OSU1ag/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O relógio biológico evoluiu há 2,5 bilhões de anos de forma parecida em todos os seres vivos. A descoberta é de um estudo liderado pelo neurocientista Akhilesh Reddy, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, publicado nesta quarta-feira (16) pela revista científica "Nature".&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa mostra pela primeira vez que o relógio "circadiano", como é chamado pelos cientistas, evoluiu de forma muito parecida desde o início da vida em todos os organismos, inclusive as bactérias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Até agora se pensava que o relógio circadiano dos diferentes organismos tinha evoluído separadamente, e que cada um estava controlado por genes e proteínas diferentes. Nosso trabalho unifica a forma na qual o relógio interno controla o tempo", explicou Reddy à Agência Efe.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O relógio circadiano, responsável da regulação de processos biológicos como o apetite e o sono e, está presente em todas as células -- menos nas cancerígenas -- e funciona graças à produção de uma proteína denominada peroxirredoxina.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores associam alterações nesta proteína a desordens como a obesidade, a diabetes, a insônia, a depressão, as doenças coronarianas e o câncer, e por isso confiam que este estudo permitirá futuros avanços em relação a estas doenças.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em um estudo divulgado no ano passado, Reddy já tinha conseguido demonstrar que os humanos não eram os únicos possuidores deste relógio biológico, que também pode ser encontrado em todos os demais organismos cujo DNA se encontra no núcleo das células, como animais e plantas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Observando as mudanças químicas que a peroxirredoxina sofre durante o dia e a noite em ratos, moscas da fruta, fungos e bactérias, sua equipe descobriu agora que até as formas de vida mais primitivas, inclusive organismos sem núcleo, também estão reguladas por este relógio interno.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"É muito provável que todos os seres vivos tenham um mecanismo similar para medir o tempo em ciclos de 24 horas, o que representa uma descoberta completamente nova que nos permitiria investigar os ritmos circadianos em organismos nos quais não se suspeitava que os tivessem", declarou Reddy.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/H6V7-OSU1ag" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 18:52:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52942</feedburner:origLink></item><item><title>População e consumismo ameaçam o planeta, alerta estudo do WWF </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/mYsLWyvyy1g/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;A crescente popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o mundial e o consumismo amea&amp;ccedil;am a sa&amp;uacute;de do planeta, alerta a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambientalista Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que divulgou relat&amp;oacute;rio sobre a sa&amp;uacute;de da Terra nesta ter&amp;ccedil;a-feira (15).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A demanda por recursos naturais se tornou insustent&amp;aacute;vel e exerce uma press&amp;atilde;o &amp;quot;tremenda&amp;quot; sobre a biodiversidade do planeta, destaca a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A pesquisa citou o Qatar como o pa&amp;iacute;s com a maior pegada ecol&amp;oacute;gica, seguido dos vizinhos Kuwait e dos Emirados &amp;Aacute;rabes Unidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pegada ecol&amp;oacute;gica &amp;eacute; um instrumento de medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do uso de recursos naturais. Quanto menor &amp;eacute; a pegada ecol&amp;oacute;gica de uma na&amp;ccedil;&amp;atilde;o, melhor &amp;eacute; o uso que ela faz de seus recursos naturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dinamarca e Estados Unidos completam o ranking dos cinco primeiros, segundo c&amp;aacute;lculo com base na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fontes renov&amp;aacute;veis consumidas contra a capacidade de regenera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do planeta. Foram levados em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesta pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o a &amp;aacute;rea constru&amp;iacute;da (urbanizada), a pesca, o uso das florestas, pecu&amp;aacute;ria, emiss&amp;otilde;es e &amp;aacute;rea de cultivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil, segundo o ranking do WWF, est&amp;aacute; na 56&amp;ordm; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com uma pegada ecol&amp;oacute;gica de 2,9 hectares globais por habitante, bem pr&amp;oacute;xima &amp;agrave; m&amp;eacute;dia mundial, que &amp;eacute; 2,7 hectares globais por habitante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Impacto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o estudo, &amp;quot;se todos vivessem como um morador t&amp;iacute;pico dos EUA, seriam necess&amp;aacute;rios quatro planetas Terra para regenerar a demanda anual da humanidade imposta &amp;agrave; natureza&amp;quot;. O WWF afirma ainda que &amp;quot;se a humanidade vivesse como um habitante comum da Indon&amp;eacute;sia (com uma pegada aproximada de 1 hectare global por habitante), apenas 2/3 da biocapacidade do planeta seriam consumidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O relat&amp;oacute;rio &amp;quot;Planeta Vivo&amp;quot; revelou que pa&amp;iacute;ses de alta renda t&amp;ecirc;m uma pegada ecol&amp;oacute;gica em m&amp;eacute;dia cinco vezes maior do que a de pa&amp;iacute;ses de baixa renda. Segundo a pesquisa, a pegada ecol&amp;oacute;gica dobrou de tamanho em todo o planeta desde 1966.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Estamos vivendo como se tiv&amp;eacute;ssemos um planeta extra &amp;agrave; nossa disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, disse Jim Leape, diretor-geral do WWF Internacional. &amp;quot;Estamos usando 50% mais recursos do que a Terra pode produzir de forma sustent&amp;aacute;vel e a menos que mudemos o curso, este n&amp;uacute;mero crescer&amp;aacute; r&amp;aacute;pido. Em 2030, mesmo dois planetas n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o suficientes&amp;quot;, acrescentou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biodiversidade em queda&lt;br /&gt;
A pesquisa, compilada a cada dois anos, reportou uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia de 30% na biodiversidade desde 1970, chegando a 60% nas regi&amp;otilde;es tropicais, duramente afetadas. O decl&amp;iacute;nio foi mais r&amp;aacute;pido em pa&amp;iacute;ses de baixa renda, &amp;quot;demonstrando como os pa&amp;iacute;ses mais pobres e vulner&amp;aacute;veis subsidiam o estilo de vida dos pa&amp;iacute;ses mais ricos&amp;quot;, destacou o WWF.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em todo o mundo, cerca de 13 milh&amp;otilde;es de hectares de florestas foram perdidos por ano entre 2000 e 2010. &amp;quot;Uma demanda sempre ascendente por recursos de parte de uma popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o crescente p&amp;otilde;e uma enorme press&amp;atilde;o sobre a biodiversidade do nosso planeta e amea&amp;ccedil;a nossa seguran&amp;ccedil;a, sa&amp;uacute;de e bem estar futuros&amp;quot;, informou o organismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O relat&amp;oacute;rio &amp;eacute; publicado &amp;agrave;s v&amp;eacute;speras da Confer&amp;ecirc;ncia das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas sobre Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel, a Rio+20, a quarto maior c&amp;uacute;pula sobre o tema realizada desde 1972, e que ser&amp;aacute; celebrada em junho no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a ONU, cerca de cem l&amp;iacute;deres mundiais estar&amp;atilde;o presentes no Brasil, com o objetivo de determinar o caminho rumo a uma economia que possa equilibrar crescimento econ&amp;ocirc;mico, erradica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pobreza e prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao meio ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cobran&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O WWF quer ver sistemas de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais eficientes que possam reduzir a demanda humana por terra, &amp;aacute;gua e energia e uma mudan&amp;ccedil;a na pol&amp;iacute;tica governamental que medisse o sucesso de um pa&amp;iacute;s para al&amp;eacute;m do Produto Interno Bruto (PIB).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o enfoque imediato precisa estar na redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dr&amp;aacute;stica da pegada ecol&amp;oacute;gica dos pa&amp;iacute;ses de alta renda, particularmente sua pegada de carbono, destacou o WWF. &amp;quot;A Rio+20 pode e deve ser o momento de os governos estabelecerem um novo curso rumo &amp;agrave; sustentabilidade&amp;quot;, disse Leape.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Este relat&amp;oacute;rio &amp;eacute; como um check-up planet&amp;aacute;rio e os resultados indicam que temos um planeta muito doente&amp;quot;, alertou Jonathan Baillie, diretor do programa de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Sociedade Zool&amp;oacute;gica de Londres, que co-produziu o relat&amp;oacute;rio, em conjunto com a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Global Footprint Network, que elabora a pegada ecol&amp;oacute;gica.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/mYsLWyvyy1g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 18:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52868</feedburner:origLink></item><item><title>Cientistas descobrem nova espécie de peixe na Suécia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/cACXltFtUvQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Uma nova espécie de peixe foi encontrada na região de V&amp;auml;der&amp;ouml;arna, na costa oeste da Suécia, ao ser clicado por um fotógrafo em uma reserva natural. Existem hoje 265 espécies de peixes no país, entre as quais pouco mais de 200 habitam no mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O peixe encontrado é um Callionymus reticulatus, semelhante aos seus parentes suecos mais comuns, segundo pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O macho da espécie tem apenas 11 cm de comprimento e as fêmeas 6,5 cm. Seu focinho é um pouco mais longo e seus olhos maiores.&lt;br /&gt;
Essa espécie é encontrada em ilhas de norte ao sul do país, na Irlanda, Portugal e no mediterrâneo ocidental, tanto em águas pouco ou muito profundas.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/cACXltFtUvQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 18:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52867</feedburner:origLink></item><item><title>Cientistas criam método para medir emissões de dióxido de carbono </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/zxYBccc-mz4/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Cientistas da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, desenvolveram um método para medir emissões de dióxido de carbono (CO2). Usando medições de três estações de monitoramento do gás na cidade de Salt Lake City, o método poderia detectar com segurança as emissões de CO2, segundo o estudo divulgado na edição online da revista científica &amp;ldquo;Proceedings of the National Academy Of Sciences&amp;rdquo; (PNAS), da Academia Americana de Ciências, nesta semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;ldquo;A principal motivação do estudo foi captar dióxido de carbono em regiões urbanas e perguntar se você poderia prever os padrões de CO2 concentrados no ar&amp;rdquo;, afirma o autor do estudo Jim Ehleringer, professor de &lt;a href="http://www.portalbiologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;biologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da Universidade de Utah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cientista e pesquisadores da Universidade Harvard criaram uma simulação por computador das emissões de CO2 em uma região de vale em Salt Lake City, baseado em dados de um software que detectava ventos e circulação do ar de acordo com a área pesquisada. Isto é, fazia as medições de áreas mais povoadas, cobertas por casas e edifícios ou pela agricultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ehleringer começou monitorando níveis de dióxido de carbono em seis lugares diferentes da região montanhosa de Salt Lake Valley em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A simulação mostrou como as concentrações de CO2 aumentaram durante a noite quando o ar estava calmo, e, então, diminuíam no período da manhã com a luz solar misturando-se ao ar e as plantas consumindo CO2 através da fotossíntese. No entanto, nem sempre a simulação conseguiu captar o momento exato em que essa mistura ocorreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A ideia é você poder combinar concentração e padrões de tempo [...] e matematicamente determinar emissões baseadas naquela informação&amp;rdquo;, reitera Ehleringer.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/zxYBccc-mz4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 18:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52865</feedburner:origLink></item><item><title>Aquecimento global ameaça mais uma plataforma de gelo na Antártica</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/fSdZbi-fHuE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os cientistas estão prevendo o desaparecimento de outra grande plataforma de gelo na Antártica até o fim do século, o que deve acelerar a elevação do nível dos oceanos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A plataforma de gelo de Filchner-Ronne, contígua ao Mar de Weddell, no lado oriental da Antártica, não registrou até agora perda de gelo decorrente do aquecimento global e boa parte das observações de degelo se centralizou no lado ocidental do continente, em torno do Mar de Amundsen.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, novas pesquisas do Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Marinha e Polar, na Alemanha, indicam que os 450 mil metros quadrados da plataforma de gelo estão sob ameaça.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"De acordo com nossos cálculos, essa barreira protetora vai se desintegrar até o fim deste século", disse Harmut Hellmer, principal autor do estudo, publicado na revista "Nature" desta semana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As plataformas de gelo gigantes que flutuam pelos mares que margeiam a Antártida funcionam como uma proteção contra as águas mais quentes que derretem a base das geleiras muito maiores por trás delas que ficam sobre a terra firme.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As plataformas de gelo são como rolhas de garrafas para as correntes de gelo atrás delas", disse Hellmer. "Elas reduzem o fluxo do gelo."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Se, no entanto, as plataformas de gelo derreterem a partir de baixo, elas se tornam tão finas que as superfícies que arrastam se tornam menores e o gelo por trás começa a se mover."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hellmer e sua equipe preveem que o derretimento da plataforma de Filchner-Ronne poderá acrescentar até 4,4 milímetros por ano aos níveis globais das marés.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com as mais recentes estimativas com base em dados de sensoriamento remoto, os níveis dos oceanos subiram 1,5 milímetro por ano entre 2003 e 2010 em razão do degelo de geleiras e de plataformas de gelo, dizem os cientistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso além de um aumento anual estimado em 1,7 milímetro em razão da expansão dos oceanos, à medida que a água esquenta.&lt;br /&gt;
A pesquisa foi financiada pelo programa 'Ice2sea', da União Europeia, desenvolvida logo depois do relatório de 2007 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, que salientou os mantos de gelo como a incerteza remanescente mais significativa nas projeções sobre a elevação dos níveis das marés.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/fSdZbi-fHuE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 17:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52767</feedburner:origLink></item><item><title>Vistos do alto, deltas de rios viram 'arte moderna'</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/Go6VMxOVm1g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Algumas destas imagens mais parecem obras de arte de pintores modernos, mas elas são fotografias, tiradas de satélite, do delta de diversos rios famosos no mundo. Vistos do espaço, esses rios também lembram veias de sangue, que cruzam diversos continentes até chegarem ao mar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cerca de 500 milhões de pessoas moram ao redor destes famosos rios - ou uma em cada 15 no planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Estas imagens mostram a variedade de formatos dos deltas dos rios", diz Helene Burningham, da University College London, especialista em geografia física.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Os deltas oferecem uma série de ambientes valiosos, como terras alagadas que geram ecossistemas", diz a especialista.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O delta do rio Ganges-Brahmaputra se estende por vastas áreas do sul de Bangladesh e do leste da Índia, e é uma das regiões mais populosas do mundo".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas ela destaca que o grande acúmulo de povoados ao redor de alguns destes deltas é perigoso, já que estes vilarejos e cidades passam a ser suscetíveis a inundações. Erosão e aquecimento global também são ameaças constantes nessas paisagens, que vistas de satélites não parecem tão perigosas assim.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/Go6VMxOVm1g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 17:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52766</feedburner:origLink></item><item><title>Rara lagosta é encontrada nos EUA e quase vira refeição em restaurante</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/O5_DsxaJM08/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um raro exemplar de lagosta com partes do corpo manchadas com as cores laranja e amarelo foi encontrado nesta semana por funcionários de um restaurante de Massachusetts, nos Estados Unidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O exemplar é conhecido com "cálico". Vale lembrar que a lagosta comum tem coloração avermelhada. De acordo com especialistas, a chance de encontrar um crustáceo com estas cores é de uma em 30 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O animal, que teve a imagem divulgada pela agência Associated Press, foi encaminhado para o Centro de Biologia dos Biomas Marinhos, em Rhode Island, onde ficará em um aquário.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/O5_DsxaJM08" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 17:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52765</feedburner:origLink></item><item><title>Pesquisadores descobrem nova espécie de aranha nos EUA</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/1Jqwhpz10gA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cientistas americanos divulgaram nesta ter&amp;ccedil;a-feira (8) a descoberta de uma nova esp&amp;eacute;cie de aranha. A Myrmekiaphila tigris foi nomeada em homenagem &amp;agrave; mascote da Universidade de Auburn, no estado do Alabama, que &amp;eacute; um tigre. A descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi publicada pela revista cient&amp;iacute;fica &amp;ldquo;ZooKeys&amp;rdquo;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A esp&amp;eacute;cie rec&amp;eacute;m-descoberta faz parte da fam&amp;iacute;lia Ctenizidae, que &amp;eacute; parente das tar&amp;acirc;ntulas. Ela foi encontrada na pr&amp;oacute;pria cidade de Auburn, bem perto da pr&amp;oacute;pria universidade, nos fundos de uma conjunto habitacional, no mesmo bairro em que moram os pesquisadores Jason Bond e Charles Ray, que a descreveram.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A descoberta demorou a ser feita porque a M. tigris &amp;eacute; parecida com outra esp&amp;eacute;cie de aranhas, a M. foliata. No entanto, exames mais detalhados, principalmente da genit&amp;aacute;lia, mostraram diferen&amp;ccedil;as entre elas. Testes de DNA confirmaram a separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as esp&amp;eacute;cies.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/1Jqwhpz10gA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 17:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52638</feedburner:origLink></item><item><title>Desmatamento pode ter relação com aumento de casos de alergias</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/2TsCvdsVyEU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A perda da biodiversidade pode contribuir para o aumento de casos de alergias e doenças inflamatórias, como a asma, entre pessoas que vivem em cidades, segundo estudo publicado nesta terça-feira (8), na revista científica &amp;ldquo;PNAS&amp;rdquo;, da Academia Americana de Ciências.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso acontece porque moradores dessas regiões teriam menores quantidades de uma bactéria na pele que tem função antialérgica natural.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao analisarem 118 jovens de diferentes áreas do leste da Finlândia, os autores do estudo realizado pela Universidade de Helsinki descobriram que os participantes que moravam em fazendas ou próximos a florestas tinham maior diversidade de bactérias em suas peles e menor sensibilidade alérgica do que os que moravam em áreas com menor diversidade ambiental, como áreas urbanas ou próximas ao mar ou lagos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os moradores das áreas mais povoadas, ao contrário, mostraram ser mais suscetíveis a reações alérgicas por terem menos exemplares da bactéria.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos anteriores indicam que micróbios que se instalam na pele, nas vias aéreas e na garganta protegem contra problemas inflamatórios, mas pouco era sabido acerca dos fatores ambientais que influenciavam esses microorganismos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A descoberta sugere que o aumento da prevalência das doenças inflamatórias pode ser associado com a mudança da biodiversidade e da ausência dessa bactéria na pele.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/2TsCvdsVyEU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 17:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52637</feedburner:origLink></item><item><title>Dilma deve vetar parte do Código Florestal e editar nova medida</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/ZQu7HnUm8Qc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A presidente Dilma Rousseff deverá vetar trechos do projeto que modifica o Código Florestal aprovado no mês passado pela Câmara dos Deputados. O Planalto prepara ainda uma medida &amp;ndash; decreto ou medida provisória &amp;ndash; para suprir as lacunas deixadas pelos vetos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 No dia 25 de abril, o plenário da Câmara aprovou o relatório do deputado Paulo Piau (PMDB-MG), considerado mais ruralista que ambientalista. O Planalto recebeu o projeto de lei nesta segunda (7) e tem até o dia 25 para sancionar ou vetar total ou parcialmente o texto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 A expectativa é de que a presidente Dilma vete artigos que representem anistia a produtores que se estabeleceram em áreas de preservação permanente (APPs). Dilma também deverá vetar trechos do projeto de lei que deixa a cargos dos estados as faixas de reflorestamento a serem exigidas de quem desmatou em APPs.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 O texto aprovado pela Câmara permite a permanência de produtores que desmataram até julho de 2008 desde que reflorestem parte da área. No entanto, o projeto deixa a cargo dos estados estabelecer as faixas de recomposição. Só foi mantido no texto a exigência de recompor, no mínimo, 15 metros de mata ciliar ao longo das margens de rios com até 10 metros. O relatório de Piau retirou faixas de reflorestamento exigidas de grandes produtores em APPS e excluiu os percentuais de recomposição previstos em ocupações ao longo de rios com mais de 10 metros &amp;ndash; entenda o texto aprovado na Câmara.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 Para o Planalto, o texto onera o pequeno produtor, com propriedade de até 4 módulos fiscais, que será obrigado a recompor 15 metros ao longo de rios. Ao mesmo tempo, o projeto flexibiliza a recomposição exigida aos grandes produtores, já que deixa a fixação de faixas mínimas a cargo dos estados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 A previsão é de que Dilma reduza o percentual de recomposição exigido de propriedades pequenas, e edite uma medida que restabeleça as faixas de reflorestamento de grandes propriedades consolidadas em APPs. O Planalto já iniciou reuniões para discutir alternativas à proposta aprovada pela Câmara e deve utilizar os 15 dias previstos em lei para decidir sobre os vetos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/ZQu7HnUm8Qc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 17:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52635</feedburner:origLink></item><item><title>Pesquisadores se vestem de panda e ajudam ursos a se adaptar à natureza</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/vjssSgGKrh8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores do Centro de Conservação de pandas gigantes, que funciona em Sichuan, na China, se vestiram nesta quinta-feira (3) de urso panda durante processo de introdução à natureza de dois exemplares de ursos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a agência Reuters, Tao Tao, um espécime de 21 meses, e sua mãe, Cao Cao, foram levados em caixotes para uma área maior, porém com terreno mais íngrime e altitude superior. As características do local fazem parte do treinamento de introdução desses mamíferos à vida selvagem. O centro chinês é conhecido por reproduzir pandas em cativeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já as roupas especiais, vestidas pelos pesquisadores, são uma forma de evitar a influência humana durante o processo de adaptação. De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês), os ursos pandas estão ameaçados de extinção.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/vjssSgGKrh8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:52:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52543</feedburner:origLink></item><item><title>Nasa cria mapa que mostra locais do planeta com o solo mais quente</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/PB8f8EJMn0w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Onde é o lugar com o solo mais quente da Terra? Para a agência espacial americana (Nasa), que mediu a temperatura do interior da superfície terrestre em diferentes partes do planeta entre 2003 e 2009, é o Deserto de Lut, no Irã, com 70,7ºC, registro de 2005.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Utilizando o satélite Modis, os cientistas elaboraram um mapa do mundo que mostra a variação do calor que vem do solo. As medidas foram colhidas em locais protegidos do reflexo direto do sol, a poucos centímetros da superfície (média de 0,4 m de profundidade).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a Nasa, em cinco dos sete anos analisados, a temperatura mais alta da superfície foi no Deserto de Lut. O calor neste local foi 12ºC maior que a temperatura do ar mais alta já registrada registrada na história (58ºC, na Líbia, em 1922).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas nem em todos os anos o deserto iraniano foi o local mais quente. Em 2003, os satélites registraram 69,3ºC nas terras áridas de Queensland, na Austrália (o segundo maior registro da série). Já em 2008, a maior temperatura foi de 66.8ºC, na depressão de Turfan, no oeste da China.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A conclusão dos cientistas é que as temperaturas recordes do solo ocorrem principalmente nos desertos rochosos, quando o céu está claro, o solo seco, os ventos são leves e a terra absorve a luz solar (sem a refletir muito).&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/PB8f8EJMn0w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:47:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52542</feedburner:origLink></item><item><title>Cérebro de embriões acorda antes do nascimento, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/ynuR0RFNUqM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa publicada nesta quinta-feira (3) pela revista científica &amp;ldquo;Current Biology&amp;rdquo; mostra que o cérebro do embrião das aves pode acordar quando ele ainda está no ovo, antes de nascer.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A descoberta de que o cérebro desperta antes do nascimento pode valer também para outras espécies animais, inclusive para os seres humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Assim como o cérebro fica acordado, ele também apresenta padrões de um cérebro adormecido em alguns momentos. A alternância entre os dois estados acontece apenas no último quinto da vida embrionária. Nos primeiros 80% desse tempo, o cérebro fica em um terceiro estado, comparável ao de uma pessoa em coma ou sob efeito de anestesia, segundo os pesquisadores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas estudaram também os movimentos do embrião. Antes do despertar do cérebro, aconteceram muitos movimentos espontâneos, mesmo sem atividade cerebral. Depois que o cérebro acordou, os movimentos passaram a acontecer sempre acompanhados de atividade cerebral, e o embrião não se mexia durante o sono do cérebro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os últimos 30% do desenvolvimento do cérebro fetal são um período mais interessante do que pensávamos, porque é quando funções complexas que dependem da coordenação de áreas separadas do cérebro começam a surgir&amp;rdquo;, afirmou Balaban, em material de divulgação de sua universidade.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/ynuR0RFNUqM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52541</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/661ePIg7GEU/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/661ePIg7GEU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Ambientalistas bloqueiam saída de navio na Suécia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/tr7FP-Khjk8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ativistas do Greenpeace bloquearam um navio quebra-gelo na costa da Suécia na manhã desta quinta-feira (3), em uma tentativa de impedir os planos da Shell de explorar petróleo no Oceano Ártico, segundo afirmou o próprio grupo de ambientalistas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Primeiro, seis ambientalistas subiram a bordo do Nordica por volta de 4h, no horário local (23h de quarta, em Brasília). Por volta de 8h30, horário local, autoridades suecas entraram no navio e detiveram um dos ativistas &amp;ndash; os outros cinco se acorrentaram à embarcação. A polícia levou o navio ao porto de Karlskrona, onde todos foram retirados do navio e detidos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em seguida, outros ativistas chegaram ao porto em botes de borracha para impedir que o navio partisse. Eles também acabaram detidos pelos policiais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na terça (1º), ativistas do Greenpeace já tinham se acorrentado ao mesmo navio em Helsinque, na Finlândia. Ao todo, 40 ambientalistas foram detidos na ação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Nordica, de bandeira finlandesa, tentava embarcar para o Alasca para se juntar ao Fennica, outro navio quebra-gelo, na extração de petróleo da Shell, segundo o Greenpeace. O grupo é contra as operações da petrolífera porque considera o risco muito alto para o frágil ecossistema da região.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/tr7FP-Khjk8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 17:37:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52423</feedburner:origLink></item><item><title>Flamingos invadem região do Quênia em busca de alimentação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/CChqdQsNWuQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Centenas de flamingos-pequenos (Phoeniconaias minor) invadiram a região de Naivasha, no Quênia, nesta quinta-feira (3) em busca de comida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A espécie, típica da África tropical, vive em áreas onde existem lagos com água salgada, devido à presença de cianobactérias e fitoplânctons &amp;ndash; principais alimentos dessas aves.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas fortes chuvas que atingem o país mudaram o nível de salinidade de alguns reservatórios próximos ao habitat dos flamingos-pequenos, o que forçou uma migração em massa dessas aves para regiões mais secas. Agora, os flamingos dividem lagos com outros animais selvagens, como girafas e hipopótamos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/CChqdQsNWuQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 17:32:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52422</feedburner:origLink></item><item><title>Terremoto e tsunami no Chile teriam afundado solo marinho, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/udmBWHh6_XM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O forte terremoto que atingiu a regi&amp;atilde;o de Maule, no Chile, em 2010, pode ter afundado o solo marinho em determinadas &amp;aacute;reas e causado o desaparecimento de habitats naturais, segundo estudo publicado na &amp;quot;PLoS ONE&amp;quot;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa, divulgada nesta quarta-feira (2) foi realizada por cientistas de universidades do Chile, Estados Unidos e Alemanha.&lt;br /&gt;
Eles apontaram casos de subsid&amp;ecirc;ncia (deslocamento de superf&amp;iacute;cies terrestres para baixo) encontrados em algumas praias, o que modificou a altura de alcance das mar&amp;eacute;s, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tais fen&amp;ocirc;menos foram detectados em praias de Maule e Boyeruca, por exemplo. O estudo aponta ainda houve uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o na quantidade de esp&amp;eacute;cies e habitats naturais nessas &amp;aacute;reas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em algumas praias de areia brancas, por exemplo, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais presen&amp;ccedil;a de alguns tipos de vegetais marinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Impacto positivo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
J&amp;aacute; em localidades onde existiam barreiras constru&amp;iacute;das pelo homem (conhecidas como quebra-mar), agora &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel verificar a presen&amp;ccedil;a de invertebrados nos cost&amp;otilde;es rochosos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a pesquisa, j&amp;aacute; h&amp;aacute; ind&amp;iacute;cios de coloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de invertebrados nessas &amp;aacute;reas, que antes eram exclu&amp;iacute;dos devido &amp;agrave;s barreiras impostas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esses animais teriam sido &amp;quot;afastados&amp;quot; dessas &amp;aacute;reas devido &amp;agrave;s constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es e agora &amp;quot;retomam&amp;quot; a regi&amp;atilde;o como consequ&amp;ecirc;ncia da cat&amp;aacute;strofe.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 27 de fevereiro de 2010 um terremoto de magnitude 8,8 atingiu o Chile e durou cerca de tr&amp;ecirc;s minutos. O tremor causou um tsunami de 2,6 metros na regi&amp;atilde;o de Valpara&amp;iacute;so e foram confirmadas 723 mortes. Por&amp;eacute;m, o governo chileno trabalha com um grande n&amp;uacute;mero de desaparecidos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/udmBWHh6_XM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 17:13:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52418</feedburner:origLink></item><item><title>Concurso premia os melhores fotógrafos alemães de natureza</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/l1PeShAP6yY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A foto 'Toad Migration' (Migração de Sapo, em tradução livre), do fotógrafo alemão Klaus Tamm, foi a grande vencedora do GDT Nature Photographer of the Year 2012, concurso realizado pela Gesellschaft Deutscher Tierfotografen, a Sociedade de Fotógrafos Alemães de Animais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tamm registrou a imagem ao tentar salvar sapos que atravessavam uma estrada. 'O animal se movia muito devagar por conta da noite fria e eu consegui uma foto com o farol do carro em que estava'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'A superfície molhada da estrada com seus reflexos ajudou a formar uma boa composição', disse o fotógrafo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Neste ano, o concurso recebeu 3252, enviadas por 225 membros da sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O concurso é dividido em sete categorias, entre elas pássaros, mamíferos e paisagens.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/l1PeShAP6yY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52259</feedburner:origLink></item><item><title>Fertilizantes podem fortalecer mudança climática, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/9HizeGh3tik/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa norte-americana publicada nesta segunda-feira (30) aponta que as emissões de nitrogênio também podem provocar a mudança climática. Geralmente, as emissões de carbono são tidas como as principais responsáveis pelo fenômeno.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O nitrogênio é um elemento importante na composição dos fertilizantes. Fixado no solo, ele altera o ecossistema e, em longo prazo, isso aumenta as emissões de óxido nitroso (N20) na atmosfera. Esse gás é um dos responsáveis pelo efeito estufa, e seu excesso pode provocar aquecimento exagerado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por outro lado, os combustíveis fósseis contêm outras substâncias com o nitrogênio na fórmula. Na queima dos combustíveis, esses gases são emitidos e provocam alterações químicas na atmosfera que tendem a resfriar o planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De toda forma, isso não serve para anular os efeitos do aquecimento global, e a maior preocupação dos pesquisadores é mesmo com o aumento da temperatura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Para evitar o aquecimento causado pelo nitrogênio reativo dos EUA, reduções nas emissões agrícolas de N20 são necessárias. Um progresso substancial em direção a este objetivo é possível com a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; atual. Sem tais ações, reduções ainda maiores nas emissões de CO2 serão necessárias para evitar uma mudança climática perigosa&amp;rdquo;, escreveram os autores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa foi conduzida por Robert Pinder, da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, e publicada pela &amp;ldquo;PNAS&amp;rdquo;, revista da Academia Americana de Ciências.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/9HizeGh3tik" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52258</feedburner:origLink></item><item><title>Biólogos descobrem 24 espécies de lagarto, e todas estão ameaçadas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/MHbw3EeyAQU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo publicado nesta segunda-feira (30) descreve 24 espécies ainda desconhecidas de lagarto que vivem na região do Caribe. Ao mesmo tempo em que entram nas páginas da &amp;ldquo;Zootaxa&amp;rdquo;, revista científica que traz a novidade, as espécies já vão para a lista vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os lagartos recém-descobertos são todos da família Scincidae. Embora sejam semelhantes aos lagartos comuns, eles possuem características próprias. Alguns destes lagartos, em vez de pôr ovos, geram os filhotes dentro do ventre.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Blair Hegdes, pesquisador da Universidade da Pensilvânia e autor do estudo, acredita que esta peculiaridade esteja entre os fatores que colocaram em risco a existência destes animais. As fêmeas grávidas são mais lentas e vulneráveis aos predadores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O principal predador dos lagartos é o mangusto, um mamífero carnívoro de pequeno porte. Os colonizadores levaram este animal da Índia para a região no século 19 para controlar o aumento da população de ratos, que tinham se tornado uma praga para as plantações de cana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de atacar os ratos, os mangustos rapidamente incluíram os lagartos na dieta. A população dos répteis é muito pequena desde o início do século passado, por isso levou tanto tempo até que cientistas os descobrissem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os lagartos têm pequenas diferenças entre si que justificam a separação em tantas espécies. Desde o século 19, não havia na ciência a descrição de mais de 20 espécies de répteis de uma só vez.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/MHbw3EeyAQU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52257</feedburner:origLink></item><item><title>Origem da amizade pode ser muito mais antiga do que pensamos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/Eli1f6NsTtY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Assim como os humanos, animais também se beneficiam de possuir amigos. Novos estudos mostram que animais que podem contar com outros &amp;ndash; para se coçar, dividir comida ou fazer um gesto de amizade &amp;ndash; têm mais chances de se reproduzir e conseguem encarar melhor as doenças.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso sugere que a necessidade de confiança e companhia é mais antiga do que pensamos. Se isso for verdade, a amizade pode oferecer vantagens evolucionárias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Esse fenômeno está começando a parecer algo muito antigo na evolução, que é dividido por muitas espécies sociais&amp;rdquo;, afirma a bióloga Dorothy Cheney.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos com macacos, cavalos e chimpanzés mostram que eles são seletivos na hora de escolher com quem passar tempo ou comer. Outro trabalho atual revela que um hormônio de ligação social torna os macacos mais generosos uns com os outros. Pesquisas mostram que fêmeas de elefantes, golfinhos e roedores com boas amigas têm mais chance de ter mais crias e viver mais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
São muitas as linhas de pesquisa. Analisar todos esses fatores pode trazer pistas para a origem e evolução que faz dos humanos seres tão sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eu te protejo&lt;br /&gt;
Os cientistas sabem há tempos que os animais formam laços. Primatas e cavalos que passam mais tempo próximos geralmente são mais amigos e menos agressivos uns com os outros. Chimpanzés e elefantes dividem comida, confortam os machucados e parecem ficar mal quando seus parentes morrem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo assim, por décadas, a visão mais comum era de que as interações aconteciam apenas entre os animais muito próximos (familiares). Laços formados entre animais sem parentesco eram supostamente passageiros, realizados para conseguir um benefício imediato. Mas agora os cientistas sabem que isso não é verdade. E evidências indicam que um animal pode fazer algo para ajudar outro, sem ser da família, para receber algum benefício posterior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em termos estritamente evolucionários, os parentes se ajudam para promover a sobrevivência do material genético. Mesmo assim várias espécies formam laços com aqueles que não carregam a mesma genética.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Chimpanzés machos formam coalizações, e tomam parte de um lado, mas não de maneira aleatória. Eles ficam junto daqueles que futuramente vão ajudá-los. Um estudo de 2009 mostrou que 22 entre 28 chimpanzés formaram seus laços mais fortes de amizade com um outro com o qual não tinham parentesco, com algumas amizades durando uma década ou mais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O maior fator para justificar a amizade entre animais &amp;ndash; principalmente os machos &amp;ndash; é evitar conflitos, e ter mais integrantes para defender o território e o grupo. Mas eles, e nós também, fazemos amigos por outra razão também: porque dá uma sensação boa. Não apenas é relaxante como também dá um efeito positivo na saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos detectaram a ocitocina &amp;ndash; um dos hormônios que é secretado em situações prazerosas &amp;ndash; nos macacos sociais, que eram também mais generosos com os outros. Mais pesquisas serão feitas ainda, para analisar também o lado neural desse tipo de relação no mundo animal.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/Eli1f6NsTtY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52256</feedburner:origLink></item><item><title>Belíssimo caranguejo roxo é descoberto</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/uWhfWpyD9ws/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quatro espécies novas de caranguejos coloridos (do gênero Insulamon) foram descobertas na ilha Palawan, Filipinas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas as espécies endêmicas recém descobertas são ameaçadas pela mineração na região, um dos pontos com mais biodiversidade do planeta, segundo cientistas do Instituto de Pesquisa Senckenberg, na Alemanha, e da Universidade De La Salle, nas Filipinas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;As quatro espécies descobertas vivem exclusivamente na ilha de Palawan&amp;rdquo;, explica o coordenador do estudo, Hendrik Freitag, de Senckenberg. Portanto, a menor mudança no ambiente pode levar à extinção dos animais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas acreditam que tais pesquisas possam servir de instrumentos de pressão para que o governo filipino preserve algumas dessas áreas, que sofrem imensamente pela ação de mineradoras.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/uWhfWpyD9ws" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52255</feedburner:origLink></item><item><title>Populações de tubarões somem em ilhas mais povoadas do Pacífico</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/RYKKpmWH7aM/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Grandes populações de tubarões vêm sofrendo enormes baixas nas últimas três décadas no Oceano Pacífico, principalmente os que vivem em arrecifes de ilhas mais povoadas. Essa é a conclusão de um estudo publicado nessa semana na revista científica &amp;ldquo;Conservation Biology&amp;rdquo;, que revela uma censo desses animais realizado na região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grupo de pesquisadores da Adminsitração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) percorreu por 46 ilhas e atóis do Pacífico para comparar as baixas no número de tubarões de arrecifes nesses locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;ldquo;Nós estimamos que o número de tubarões diminuiu substancialmente em torno da ilhas populosas, mais de 90% comparado com aqueles que vivem nos arrecifes mais intocados&amp;rdquo;, disse Marc Nadon, autor do estudo e cientista do Instituto Conjunto para a Investigação Marinha e Atmosférica (Jimar, na sigla em inglês) da Universidade do Havaí. &amp;ldquo;Em outras palavras, pessoas e tubarões não se misturam&amp;rdquo;, reitera Nadon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para chegarem às estimativas, Nadon e seus colegas fizeram um censo usando mergulhadores que, conduzidos por pequenas embarcações, fizeram 1.600 mergulhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao cruzarem esses dados com os das populações ao redor, a complexidade do habitat, as áreas dos arrecifes estudados e medições feitas por satélite da temperatura da superfície do oceano, os pesquisadores concluíram que a presença humana causou enormes efeitos negativos nos arrecifes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Ao redor das áreas bastante populosas que nós pesquisamos no Pacífico, como as principais ilhas havaianas, o arquipélago Mariana e a Samoa Americana, vimos uma grande queda no número de tubarões dos arrecifes (...). Nós estimamos que menos de 10% desses tubarões permanecem nessas áreas&amp;rdquo;, afirma Nadon.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/RYKKpmWH7aM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52154</feedburner:origLink></item><item><title>Evaporação e formação de chuvas estão mais rápidas, dizem cientistas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/09POi3cYy9Y/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Estudo realizado por pesquisadores da Austrália e dos Estados Unidos afirma que os eventos extremos da natureza como a seca e as chuvas, decorrentes da mudança climática global, ficarão mais intensos nas regiões onde esses fenômenos já ocorrem com frequência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo artigo publicado na revista científica &amp;ldquo;Science&amp;rdquo; nesta quinta-feira (26), foram analisados 50 anos de medições de níveis de salinidade do mar e na atmosfera da Terra e verificou-se que o processo de evaporação e precipitação (chuva) tem ocorrido de forma mais rápida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cientistas sugerem que este ciclo global da água poderá se intensificar em até 24% se as temperaturas globais aumentarem entre 2º C e 3ºC &amp;ndash; conforme previsão feita pelo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O efeito é classificado como &amp;ldquo;ricos cada vez mais ricos&amp;rdquo;, ou seja, onde já há secas intensas, a probabilidade de agravamento é alta e onde as regiões já são umidas, as chuvas devem se acentuar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudiosos afirmam que essa mudança na disponibilidade de água doce (proveniente das chuvas), em resposta à mudança climática, representa um importante risco para a sociedade humana e ecossistemas. Uma redistribuição de chuvas afetaria, por exemplo, a disponibilidade de alimentos no mundo.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/09POi3cYy9Y" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52153</feedburner:origLink></item><item><title>Fazendas eólicas 'aquecem' temperatura local, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/ZitGLh1eukI/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Fazendas e&amp;oacute;licas podem afetar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas das regi&amp;otilde;es em que se situam, provocando a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de temperaturas durante a noite.&lt;br /&gt;
Essa foi a conclus&amp;atilde;o de um estudo realizado no Estado americano do Texas. Os pesquisadores usaram informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sat&amp;eacute;lites e observaram que &amp;aacute;reas situadas perto de turbinas e&amp;oacute;licas tendem a esquentar mais do que as que n&amp;atilde;o contam com fazendas e&amp;oacute;licas nas imedia&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa, publicada na revista especializada Nature Climate Change, confirmou as conclus&amp;otilde;es de um estudo anterior, datado de 2010, tamb&amp;eacute;m realizado em uma regi&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica dos Estados Unidos e que utilizou modelos criados por computador para mostrar que fazendas e&amp;oacute;licas podem provocar aquecimento regional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cientistas acreditam que o aquecimento &amp;eacute; provocado pelas turbinas das usinas, que liberam ar quente ao n&amp;iacute;vel do solo.&lt;br /&gt;
A &amp;aacute;rea em que foi feita o estudo, localizada no centro-oeste do Texas, registrou um crescimento no n&amp;uacute;mero de programas de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turbinas, em meados da d&amp;eacute;cada passada, passando de 111 em 2003 para 2325 apenas seis anos depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sensores de inc&amp;ecirc;ndios&lt;br /&gt;
Pesquisadores utilizaram informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es geradas pelos sensores Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (Modis), contidos nos sat&amp;eacute;lites Aqua e Terra, da Nasa, que s&amp;atilde;o capazes de medir radia&amp;ccedil;&amp;otilde;es infravermelhas emitidas por inc&amp;ecirc;ndios na superf&amp;iacute;cie do planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es geradas pelos Modis podem ser transformadas rapidamente em ''mapas ativos de inc&amp;ecirc;ndios'', que permitem localizar focos de inc&amp;ecirc;ndios florestais e avaliar para onde eles est&amp;atilde;o se movendo. Essas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es costumam ser usadas por corpos de bombeiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos sensores Modis foram usadas para medir as temperaturas na regi&amp;atilde;o estudada no come&amp;ccedil;o e ao final do boom de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usinas - respectivamente os per&amp;iacute;odos que v&amp;atilde;o de 2003 a 2005 e de 2009 a 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo desse per&amp;iacute;odo, a regi&amp;atilde;o centro-oeste do Texas como um todo observou um aumento de temperatura - e de forma mais acentuada nas &amp;aacute;reas pr&amp;oacute;ximas a fazendas e&amp;oacute;licas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas os pesquisadores avaliaram que outros fatores podem ter influ&amp;iacute;do nos resultados, como mudan&amp;ccedil;as de vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas afirmaram que tais fatores ocorreram em escala muito pequena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As mudan&amp;ccedil;as n&amp;atilde;o ocorreram de forma id&amp;ecirc;ntica em todas as &amp;aacute;reas pr&amp;oacute;ximas a fazendas e&amp;oacute;licas. De acordo com os cientistas, o aquecimento observado foi de cerca de 0.72&amp;ordm;C por d&amp;eacute;cada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pesquisador-s&amp;ecirc;nior Liming Zhou advertiu que a experi&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o representa um sinal de que as temperaturas seguem aumentando. ''A tend&amp;ecirc;ncia de aquecimento se aplica apenas &amp;agrave; regi&amp;atilde;o e ao per&amp;iacute;odo estudados e n&amp;atilde;o deve ser estendida de forma linear para outras regi&amp;otilde;es por per&amp;iacute;odos mais longos''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'Resultados consistentes'&lt;br /&gt;
O especialista diz que &amp;agrave; noite o ar acima do n&amp;iacute;vel do solo costuma ser mais quente do que o ar no n&amp;iacute;vel do solo. Mas Zhou e seus colegas acreditam que as l&amp;acirc;minas das turbinas e&amp;oacute;licas est&amp;atilde;o simplesmente agitando o ar, misturando ar quente e ar frio e fazendo com que parte do calor chegue ao n&amp;iacute;vel do solo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Os resultados dessa pesquisa me parecem bem consistentes'', diz Steven Sherwood, do Centro de Pesquisas de Mudan&amp;ccedil;as Clim&amp;aacute;ticas, da University of New South Wales, da Austr&amp;aacute;lia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Sherwood, a estrat&amp;eacute;gia de provocar um aquecimento artificial costuma ser usada por produtores de frutas que sobrevoam seus pomares de helic&amp;oacute;ptero para combater geadas matinais'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'Essa pequisa &amp;eacute; o primeiro passo na potencial explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es satelitais para quantificar os poss&amp;iacute;veis impactos de grandes fazendas e&amp;oacute;licas sobre o clima e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas'', afirmou Zhou, da Universidade Estadual de Nova York em Albany, &amp;agrave; BBC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele conta que ele e sua equipe de pesquisadores est&amp;atilde;o agora ampliando seu estudo para outras fazendas e&amp;oacute;licas e construindo novos modelos para melhor entender os processos f&amp;iacute;sicos do aquecimento que estaria sendo provocado pelas usinas e&amp;oacute;licas.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/ZitGLh1eukI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52151</feedburner:origLink></item><item><title>Em resposta a ONG, consórcio divulga fotos de obras de Belo Monte</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/OFS3lrDRROQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Norte Energia, empresa responsável pela construção e futura operação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, divulgou nesta sexta-feira (27) imagens das obras do empreendimento realizadas na região de Altamira.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ação é uma resposta à organização ambiental Greenpeace, que distribuiu nesta quinta-feira (26) fotos aéreas que mostram o impacto da construção na região. As fotos divulgadas pela empresa foram feitas entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. Já os dois sobrevoos do Greenpeace foram realizados em janeiro e em abril de 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A empresa afirma que parte da área que abrigará o complexo hidrelétrico já estava desmatada antes mesmo do início da instalação dos canteiros e das barragens, em 2011 e 2012, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As imagens do consórcio mostram áreas de pastagem e fazendas próximas à região denominada &amp;ldquo;Volta Grande do Xingu&amp;rdquo; que, segundo a Norte Energia, foram adquiridas pela empresa após já terem sido "antropizadas" (quando a vegetação nativa foi removida para dar lugar a atividades agrícolas). A Norte Energia diz que 60% da área ocupada por Belo Monte está desta forma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra imagem mostra o antes e depois da implantação do Sítio Belo Monte, um dos principais canteiros e onde será instalada a casa de força principal da usina.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estimativa da companhia é que serão desmatados até 175 km&amp;sup2; de florestas da Amazônia, uma área equivalente ao tamanho da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, que tem 167 km&amp;sup2; de acordo com o Instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Informações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A hidrelétrica ocupará parte da área de cinco municípios: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. Altamira é a mais desenvolvida dessas cidades e tem a maior população, quase 100 mil habitantes, segundo o IBGE. Os demais municípios têm entre 10 mil e 20 mil habitantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Belo Monte custará pelo menos R$ 25 bilhões, segundo a Norte Energia. Há estimativas de que o custo chegue a R$ 30 bilhões. Trata-se de uma das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais bandeiras do governo federal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar de ter capacidade para gerar 11.200 MW de energia, Belo Monte não deve operar com essa potência. Segundo o governo, a potência máxima só pode ser obtida em tempo de cheia. Na seca, a geração pode ficar abaixo de 1.000 MW. A energia média assegurada é de 4.500 MW.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/OFS3lrDRROQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 18:10:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52094</feedburner:origLink></item><item><title>Coalas podem estar ameaçados na Austrália</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/6YtUSheIx-4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O governo australiano planeja incluir coalas na lista de espécies ameaçadas ou vulneráveis em certas regiões do país.&lt;br /&gt;
A decisão permite ao governo proteger essas regiões contra as indústrias madeireira e de mineração, de forma a permitir a recuperação das populações de coalas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo assim, ambientalistas temem que isso não seja suficiente e pedem mais proteção.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estima-se que menos de 80 mil coalas vivam na natureza.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os motivos para o declínio da população de coalas vão de mudança climática à expansão imobiliária e doenças.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/6YtUSheIx-4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 17:49:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52093</feedburner:origLink></item><item><title>Cérebro de pombos tem 'GPS' embutido, revela estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/PstaHh8FV2U/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os pombos t&amp;ecirc;m neur&amp;ocirc;nios capazes de ler o campo magn&amp;eacute;tico da Terra e traduzir estas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para identificar a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que eles ocupam no planeta e em que dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o indo. Em outras palavras, estas aves s&amp;atilde;o equipadas com um GPS natural.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A exist&amp;ecirc;ncia de sensores capazes de perceber o campo magn&amp;eacute;tico da Terra no bico, nos olhos e nos ouvidos dos pombos j&amp;aacute; era conhecida. A novidade apresentada pela pesquisa publicada na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta sexta-feira (27) da revista &amp;ldquo;Science&amp;rdquo; &amp;eacute; a resposta de neur&amp;ocirc;nios posicionados no tronco do enc&amp;eacute;falo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A descoberta feita com pombos tamb&amp;eacute;m pode valer para outras aves, j&amp;aacute; que, segundo os autores, &amp;ldquo;muitos animais confiam no campo magn&amp;eacute;tico da Terra para a orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o espacial e a navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. O artigo &amp;eacute; assinado por Le-Qing Wu e David Dickman, neurocientistas da Faculdade de Medicina Baylor, de Houston, nos Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas colocaram sete pombos em uma &amp;aacute;rea sem luz e capaz de produzir um campo magn&amp;eacute;tico artificial. Eles ent&amp;atilde;o ajustaram este campo magn&amp;eacute;tico em diferentes &amp;acirc;ngulos e intensidades e, ao mesmo tempo, mapearam a atividade neural dos animais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foram identificados 53 neur&amp;ocirc;nios, localizados no tronco do enc&amp;eacute;falo, com uma resposta significativa &amp;agrave;s mudan&amp;ccedil;as do campo magn&amp;eacute;tico artificial. Estas c&amp;eacute;lulas foram especialmente sens&amp;iacute;veis &amp;agrave; intensidade mais parecida com a do campo magn&amp;eacute;tico natural da Terra.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Como a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das c&amp;eacute;lulas &amp;eacute; usada para orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda falta ser descoberto, mas nosso achado demonstra uma evid&amp;ecirc;ncia neural direta da exist&amp;ecirc;ncia de um sentido magn&amp;eacute;tico no c&amp;eacute;rebro das aves&amp;rdquo;, conclui o estudo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/PstaHh8FV2U" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 17:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52091</feedburner:origLink></item><item><title>Correntes marinhas quentes derretem geleiras na Antártica, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/RYiKXaOEE_w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O derretimento do gelo polar, tido como uma das consequências mais graves do aquecimento global, não ocorre só devido às mudanças de temperatura do ar. Um estudo publicado nesta quarta-feira (25) pela revista &amp;ldquo;Nature&amp;rdquo; mostra que o gelo é atacado em duas frentes: pela água e pelo ar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As correntes marinhas cada vez mais quentes derretem as plataformas de gelo por baixo. Por cima, o calor provoca o derretimento do gelo que fica em contato com o ar. O fenômeno ocorre com 20 das 54 plataformas de gelo da Antártica analisadas na pesquisa. O oeste do continente é a região mais afetada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 &amp;ldquo;Podemos perder uma quantidade terrível de gelo para o mar sem nunca ter um verão quente suficiente para derreter a neve no topo das geleiras. O oceano pode fazer todo o trabalho por baixo&amp;rdquo;, afirmou Hamish Pritchard, do Programa Antártico Britânico, autor do estudo, em material de divulgação da Nasa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os especialistas que conduziram o estudo usaram dados do Icesat, da Nasa. Este aparelho usa &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; a laser para analisar a superfície polar. Os dados obtidos entre 2003 e 2008 foram processados por um modelo de computador para chegar à conclusão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa mostrou ainda que as mudanças que o mar provocam na geleira têm influência sobre o clima da Antártica. A força e a direção dos ventos é alterada, o que sugere que o aquecimento global pode ter um efeito especialmente rápido sobre o continente.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/RYiKXaOEE_w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 17:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52002</feedburner:origLink></item><item><title>Louva-a-deus com menos parceiras se acasalam mais, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/oTsxlWoVrjo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Exemplares machos de louva-a-deus que estão há muito tempo sem encontrar com fêmeas têm grandes chances de êxito em novas abordagens, afirma estudo desenvolvido por cientistas da Universidade do Estado de Nova York, nos Estados Unidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No trabalho publicado nesta semana na revista científica &amp;ldquo;PLoS ONE&amp;rdquo;, os cientistas identificaram que, dependendo da quantidade de encontros diários que o macho já conseguiu, a forma de abordagem e cortejo mudam &amp;ndash; aumentando as chances de &amp;ldquo;faturar&amp;rdquo; a fêmea.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Willian Brown, um dos idealizadores do estudo, os resultados sugerem que a mudança de atitude é um processo evolutivo da espécie, pois reduz o risco de ataques aos machos em reproduções futuras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a pesquisa, as fêmeas de louva-a-deus costumam matar e se alimentar dos espécimes machos após a reprodução, o que tornaria o processo reprodutivo um &amp;ldquo;risco mortal&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/oTsxlWoVrjo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 17:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52001</feedburner:origLink></item><item><title>Fotos de ONG mostram obras da usina de Belo Monte na Amazônia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/2W2t0mB751U/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A organização ambiental Greenpeace divulgou na última semana imagens feitas durante dois sobrevoos realizados na região de Altamira, no Pará, onde são realizadas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, construção polêmica do governo federal no Rio Xingu.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As fotos mostram trechos de floresta amazônica que foram suprimidos para a construção, além da movimentação de máquinas e caminhões na região.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Greenpeace, a área já sofre com impactos da obra como o adensamento demográfico em Altamira. Levantamento feito pela ONG aponta que o empreendimento pode desalojar até 40 mil pessoas devido ao alagamento de uma área equivalente a 516 km&amp;sup2;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Norte Energia, empresa responsável pela construção e futura operação de Belo Monte, informou que deve investir R$ 3,2 bilhões em ações socioambientais na região, privilegiando as áreas da saúde, educação, geração de emprego, renda e segurança pública.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A companhia afirma que, embora o inventário florestal ainda não tenha sido concluído, &amp;ldquo;é possível informar que 60% da área ocupada por Belo Monte é constituída por pastagens e vegetação secundária antropizada (cobertura nativa substituída pela agricultura)".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A responsável pelas obras disse também que não haverá impacto em terras indígenas na região do Rio Xingu e que o Projeto Básico Ambiental (PBA) foi desenvolvido para Belo Monte a partir da licença ambiental concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/2W2t0mB751U" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 17:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=52000</feedburner:origLink></item><item><title>Pássaro caramancheiro 'cultiva' plantas para decorar seu ninho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/HP2jjrYYkuE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa publicada nesta segunda-feira (23) pela revista &amp;ldquo;Current Biology&amp;rdquo; registrou pela primeira vez no mundo animal o cultivo de plantas para um fim que não seja alimentar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O caramancheiro é um pássaro nativo da Oceania com um hábito curioso. Os machos constroem verdadeiros ninhos de amor, decorados com plantas e frutas. Quanto mais colorido é o ambiente, mais atraente ele fica aos olhos da fêmea.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como o nome já diz, o caramancheiro vive próximo a uma árvore chamada caramanchão. Nas regiões que o pássaro habita, outro tipo de planta cresce em volta, em maior número. Esta planta, da mesma família que a berinjela, tem flores roxas e frutas verdes, especialmente atrativas para as fêmeas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo concluiu que os machos não escolhem o local em que estas plantas existem em maior quantidade. Na verdade, eles as cultivam.&lt;br /&gt;
Primeiro, eles colhem as frutas, mas depois de murchas, essas frutas são descartadas. Como o caramancheiro também retira a grama e pequenas ervas das redondezas, as condições ficam ideais para que a planta cresça &amp;ndash; e mantenha o ninho bonito aos olhos da fêmea.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Não achamos que os caramancheiros estejam cultivando estas plantas intencionalmente, mas esse acúmulo de objetos preferidos perto de um local de habitação é, seguramente, a forma como todo cultivo começa&amp;rdquo;, argumentou Joah Madden, líder do estudo, em material divulgado pela Universidade de Exeter, na Inglaterra.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/HP2jjrYYkuE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/04/2012 00:00:00 18:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=51851</feedburner:origLink></item><item><title>Orca branca adulta é vista 'pela primeira vez' na natureza</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/7u_Nhgywcug/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma orca branca adulta foi vista pela primeira vez na natureza, segundo cientistas de universidades em Moscou e S&amp;atilde;o Petesburgo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O cet&amp;aacute;ceo macho, provavelmente albino, foi fotografado perto da costa de Kamchatka, na R&amp;uacute;ssia, e recebeu o apelido de Iceberg.&lt;br /&gt;
Ele parece ser saud&amp;aacute;vel e vive em uma fam&amp;iacute;lia com outras doze orcas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Nadadeira de 2 metros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O encontro com Iceberg aconteceu durante uma expedi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pesquisa com um grupo de cientistas e estudantes russos, co-liderada por Erich Hoyt, renomado cientista especializado em orcas, que agora faz parte da Sociedade de Preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Baleias e Golfinhos (WDCS, na sigla em ingl&amp;ecirc;s).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'J&amp;aacute; vimos duas outras orcas brancas na R&amp;uacute;ssia, mas elas eram jovens, enquanto esta &amp;eacute; a primeira vez que vimos um adulto maduro', ele disse &amp;agrave; BBC.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'Ele tem a nadadeira dorsal de 2 metros de um adulto macho, o que significa que tem pelo menos 16 anos de idade. Na verdade, a nadadeira est&amp;aacute; um pouco desgastada, ent&amp;atilde;o ele pode ser um pouco mais velho.'&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As orcas - que tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o conhecidas como baleias-assassinas, apesar de n&amp;atilde;o serem tecnicamente baleias, mas animais da fam&amp;iacute;lia Delphinidae, a mesma dos golfinhos - atingem a idade adulta aos 15 anos e os machos chegam a viver 50 ou 60 anos, apesar de 30 ser a expectativa de vida mais comum.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'Iceberg parece estar bem socializado. Sabemos que essas orcas que se alimentam de peixes ficam com as m&amp;atilde;es a vida inteira e, pelo que podemos ver, ele est&amp;aacute; bem atr&amp;aacute;s da m&amp;atilde;e com supostamente seus irm&amp;atilde;os ao lado', disse Hoyt.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Moby Dick&lt;br /&gt;
A causa da pigmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o incomum &amp;eacute; desconhecida. A orca branca que vivia em cativeiro, Chima, sofria de s&amp;iacute;ndrome de Chediak-Higashi, uma doen&amp;ccedil;a gen&amp;eacute;tica rara que causa albinismo parcial, assim como diversas complica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel que se tente fazer uma bi&amp;oacute;psia em Iceberg, mas os cientistas relutam em fazer isso a n&amp;atilde;o ser que haja uma justificativa importante para a preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da esp&amp;eacute;cie. Eles esperam, no entanto, observar o animal mais de perto para, entre outras coisas, identificar a cor dos olhos do cet&amp;aacute;ceo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O projeto co-liderado por Hoyt, o Far East Russia Orca Project (Ferop), foi o pioneiro no monitoramento visual e ac&amp;uacute;stico nos mares de Kamchatka e produziu diversos estudos sobre a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das orcas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As pesquisas podem ajudar a entender melhor a complexa estrutura social das 'baleias assassinas', que inclui cl&amp;atilde;s familiares matriarcais, grupos formados por diversas fam&amp;iacute;lias ou at&amp;eacute; em 'supergrupos'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um projeto relacionado busca estudar e preservar o habitat para todas as baleias e golfinhos na costa da R&amp;uacute;ssia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos &amp;uacute;ltimos anos, uma baleia-jubarte branca apelidada de Migaloo gerou grande interesse na Austr&amp;aacute;lia, enquanto a beluga do &amp;Aacute;rtico &amp;eacute; naturalmente branca.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A mais famosa baleia branca, no entanto, &amp;eacute; a cachalote ficcional Moby Dick, que levou o capit&amp;atilde;o Ahab &amp;agrave; morte no livro de Herman Melville.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Cet&amp;aacute;ceos brancos de v&amp;aacute;rias esp&amp;eacute;cies s&amp;atilde;o vistos eventualmente, mas as &amp;uacute;nicas orcas conhecidas eram jovens, incluindo uma com um problema gen&amp;eacute;tico raro, que morreu em um aqu&amp;aacute;rio canadense, em 1972.&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/7u_Nhgywcug" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/04/2012 00:00:00 18:22:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=51850</feedburner:origLink></item><item><title>Fissura no gelo do Ártico expõe alta concentração de metano, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalbiologia/~3/Hpv8T5MzquE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cientistas da agência espacial americana (Nasa) descobriram que fissuras encontradas nas camadas de gelo do Ártico, e que expõem a superfície do oceano, concentram alta quantidade de gás metano que pode ser liberado na atmosfera. O gás é considerado um dos principais causadores do efeito estufa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, o fenômeno foi detectado durante voos realizados sobre o Ártico entre 2009 e 2010. Foram observados níveis de metano acima do normal enquanto o avião estava em altitude baixa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A investigação científica, publicada na revista &amp;ldquo;Nature Geoscience&amp;rdquo; no último dia 22, confirma a existência de grandes quantidades de metano armazenadas nas calotas polares.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entretanto, com o aquecimento global e constante degelo na região, o gás se forma na superfície do mar -- devido à ação de seres vivos. Esta exposição, que tem se tornado mais frequente na região, pode acentuar as emissões para atmosfera.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalbiologia/~4/Hpv8T5MzquE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/04/2012 00:00:00 18:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalbiologia.com.br/biologia/principal/noticia_view.asp?id=51849</feedburner:origLink></item></channel></rss>

