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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Educação Física - Últimas Notícias</title><link>http://www.portaleducacaofisica.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>03/08/2012 06:04:30</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portaleducacaofisica" /><feedburner:info uri="portaleducacaofisica" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Passar horas sentado pode atrapalhar a corrida </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/9cAH2sSceRc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo feito pelo Centro de Longevidade Pritikin, em Miami, nos EUA, constatou que não basta praticar atividade física durante uma parte do dia e passar horas sentado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O sedentarismo prejudica a prática de atividades físicas, principalmente a corrida. De acordo com a pesquisa, mesmo quando se levanta, os músculos permanecem encurtados e essa falta de alongamento não é benéfica, dificultando a execução do exercício.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A sugestão, diz o estudo, é procurar se movimentar no escritório com exercícios específicos e de fácil execução. Por exemplo, uma das sugestões é ficar em pé. Com os pés afastados e braços à frente, gire o tronco rapidamente de um lado para o outro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A movimentação solta os músculos. Outro exercício de fácil execução é ficar em pé, com os antebraços apoiados na mesa. Com o corpo inclinado, estique os pés e eleve a perna por cerca de 45 graus, abaixando-a e levantando-a lentamente.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/9cAH2sSceRc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 18:02:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=56102</feedburner:origLink></item><item><title>O treino certo do começo ao fim </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/D3Y1KjCS2m4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Matricular-se na academia, comprar roupas de fitness, receber a planilha de exercícios e começar a treinar. Simples assim, sem surpresas. Fazer um pouco de atividade aeróbica em um dia, no outro trabalhar separadamente grupos musculares. E só. Familiar a qualquer um que já tenha se proposto a começar a praticar atividades físicas, esse esquema de treinamento já é algo do passado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hoje, descobertas no campo da fisiologia e a ascensão de novos conceitos estão ajudando a construir um novo padrão de treino ideal. Ele vem embasado em informações que permitem instituir com maior precisão o tempo e a intensidade necessários ao resultado desejado e ajudam a evitar equívocos responsáveis por lesões ou pelo desânimo que costuma abater os praticantes após dois, três meses o início de seus treinos. Na sua essência, está a mais moderna maneira de compreender o corpo: um organismo integrado no qual músculos, ossos, articulações, artérias e veias sanguíneas trabalham em conjunto com o objetivo de preservar nossa capacidade de executar movimentos &amp;ndash; desde os mais simples, como se agachar para amarrar os sapatos, até os mais complexos. Enfim, que atuam como uma orquestra afinada para garantir a funcionalidade do corpo. Não se trata mais, portanto, de pensar o treino de forma fragmentada, com músculos estimulados isoladamente, por exemplo. No treino ideal, todas as estruturas do organismo envolvidas no movimento devem ser levadas em consideração. É o chamado treinamento funcional, integrado por exercícios capazes de turbinar, ao mesmo tempo, o equilíbrio, a força, a estabilidade e a potência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A mais recente novidade nessa área é a chegada às academias de um novo método de avaliação para conhecer a fundo os segredos que interferem nos movimentos de cada um antes do ingresso na atividade física. Os resultados são usados para definir o plano certo de treinamento, que podem incluir exercícios corretivos, se for o caso, e aqueles destinados a assegurar a funcionalidade do corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Conhecido pela sigla FMS, do inglês Functional Movement Screen (em tradução livre, teste de movimento funcional), o recurso começa a ser oferecido em academias americanas, como a moderna Equinox, a respeitada Mayo Clinic e o Cooper Fitness Center, um dos principais difusores da proposta. &amp;ldquo;Precisamos conhecer as pessoas e, como diz o criador da técnica, Gray Cook, primeiro ajudá-las a se movimentar bem para depois se movimentar com frequência&amp;rdquo;, disse à ISTOÉ Carla Sottovia, diretora da rede Cooper.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No Brasil, a avaliação funcional começa também a se tornar acessível a um público mais amplo. Academias como a Cia. Athletica, Triathlon e a Edge, a ser inaugurada em breve em São Paulo, e a Porto do Corpo, em Porto Alegre, estão incluindo a técnica. Já a BodyTech agendou para daqui a um mês o lançamento de um projeto piloto com o método em uma de suas unidades paulistas. Se der certo, irá expandi-lo para toda a rede. Na Runner, a análise integra um programa desenhado para acolher os alunos que chegam. &amp;ldquo;É um serviço já disponível em oito unidades&amp;rdquo;, diz Guilherme Moscardi [CREF 002676-G/SP], responsável pelos licenciamentos da rede.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Originalmente, a avaliação é composta por sete sequências de movimentos para mensurar o equilíbrio, a estabilidade, flexibilidade, velocidade, agilidade, força e potência e resistência aeróbica (confira os exercícios no quadro que começa nesta página). A essa matriz, o mestre em educação física Mauro Guiselini [CREF 000042-G/SP], diretor de um instituto de ensino, pesquisa e atendimento em fitness que leva seu nome, em São Paulo, e consultor científico do programa receptivo da Runner, somou mais dois exercícios, destinados a avaliar mais detalhadamente 29 pares de músculos situados no abdômen e que sustentam o complexo quadril-pélvico-lombar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estudos mostram que essa cadeia muscular está associada às dores de coluna, alterações do quadril e flacidez abdominal. &amp;ldquo;Não é raro a pessoa que há tempos não faz exercícios ter um encurtamento muscular ou instabilidade da coluna responsáveis por dificuldade para fazer movimentos no dia a dia&amp;rdquo;, diz Guiselini. &amp;ldquo;A mesma musculatura será acionada na realização de exercícios. Isso mostra a importância de avaliar a qualidade dos movimentos para traçar programas de exercícios que atendam às reais necessidades das pessoas&amp;rdquo;, explica o especialista. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A avaliação é feita de modo complementar aos testes convencionais para saber o percentual de gordura no corpo, o VO2 (volume máximo de oxigênio que o corpo captura dos pulmões. Quanto maior, mais elevado o potencial aeróbico) e tirar medidas para descobrir se há diferenças de tamanho entre um membro e outro. Na visão do cardiologista Nabil Ghorayeb, porém, é preciso também fazer uma consulta médica e o teste ergométrico. &amp;ldquo;Isso deve ser feito antes de tudo, para saber se o indivíduo tem condições de praticar uma atividade ou se está em risco&amp;rdquo;, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A importância da análise funcional ficou demonstrada em um estudo recente que investigou as condições de mais de três mil recém-chegados à Runner. &amp;ldquo;Entre 1% e 2% das pessoas tiveram dores ao fazer movimentos básicos, como o agachamento, e foram orientadas a ir ao médico antes de começar a treinar&amp;rdquo;, conta Guiselini. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, 15% não conseguiram executar um ou mais exercícios e apenas 18% os realizaram com perfeição. Mais um achado significativo: 33% dos novatos apresentavam algum encurtamento na musculatura do tornozelo que predispõem a lesões. Também verificou-se que cerca de 20% das pessoas não poderiam fazer os abdominais tradicionais por causa de déficits de movimento relacionados a encurtamentos musculares e instabilidade. A consequência, nesses casos, pode ser o surgimento de dores na coluna.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Esse tipo de teste nos auxilia a ver quais compensações o corpo está fazendo para realizar um exercício e auxiliar o aluno a ter um desempenho melhor&amp;rdquo;, diz o personal trainner Henrique Varella [CREF 005638-G/RJ], da Cia. Athletica do Rio de Janeiro. &amp;ldquo;A partir dele, montamos o plano de treino acrescido de exercícios funcionais para a correção das dificuldades&amp;rdquo;, explica. Paulo Zogaib, professor de fisiologia do exercício da Universidade Federal de São Paulo, alerta para a necessidade de uma reavaliação do aluno a cada dois a três meses. &amp;ldquo;É fundamental para saber se o treino teve o efeito esperado&amp;rdquo;, diz. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Antes desse formato mais simplificado de avaliação funcional, criado por pesquisadores americanos, outra versão do teste, mais sofisticada, mantinha-se como um recurso disponível apenas em centros de excelência como o laboratório de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; esportiva SportsLab ou o Laboratório de Estudo do Movimento da Universidade de São Paulo. Feita com instrumentos mais precisos, ela é destinada a um público predominantemente formado por atletas e pessoas com nível médio ou avançado de atividade. &amp;ldquo;A avaliação funcional mais básica que chega às academias é realmente útil para revelar especificidades do movimento que o indivíduo fará no dia a dia ou na academia. Mas praticantes de alta performance não estão dispensados de outros testes funcionais&amp;rdquo;, diz o ortopedista Arnaldo Hernandez, chefe do grupo de Medicina do Esporte do Hospital das Clínicas de São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No SportsLab, por exemplo, o exame ocorre em três etapas. Primeiro, o perfil do aluno é registrado em fotografias com o intuito de calcular medidas de desalinhamento corporal, assimetrias e alterações mais notáveis. Depois, são feitos testes de flexibilidade e equilíbrio e uma filmagem do indivíduo andando na esteira, em três velocidades, para conhecer os seus padrões de movimento e possíveis déficits e falta de alinhamentos. Por fim, o indivíduo usa uma máquina &amp;ndash; o dinamômetro isocinético &amp;ndash; para quantificar o desempenho dos membros e ver a força, potência e resistência muscular de cada grupo muscular. Com esses resultados na mão, o especialista em &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; esportiva Rogério Neves tem condições de indicar exercícios corretivos e adaptar o treino de forma individualizada. &amp;ldquo;Começa a haver maior consciência de que o exercício mal indicado e realizado de maneira errada pode levar a lesões e que, em vez de ajudar, prejudica e envelhece&amp;rdquo;, diz Neves, que está à frente do SportsLab.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A questão também é conciliar o que o aluno precisa, de acordo com as avaliações funcionais, com o que ele intimamente deseja quando chega à academia: perder gordura e ganhar músculos. &amp;ldquo;É necessário fazer um trabalho de convencimento para mostrar aos alunos os ganhos do exercício funcional para a sua performance&amp;rdquo;, diz Caio Correia, gerente de inovação da academia Competition. &amp;ldquo;Mas estamos assistindo ao surgimento de um novo ambiente nas academias. Ele é voltado para a construção de um corpo pensado de forma integrada e com um treinamento focado na prevenção&amp;rdquo;, complementa Patrícia Pirozzi, diretora da Triathlon.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outras informações recém-saídas de laboratórios de pesquisa prometem aprimorar mais o treinamento. Uma delas joga luz sobre uma dúvida comum: saber se realizar sessões muito próximas de musculação e de exercícios aeróbicos prejudicaria os ganhos musculares e os cardiovasculares. Para examinar o assunto, pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, convidaram voluntários de meia-idade para três dias de teste. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No primeiro, eles pedalaram uma bicicleta ergométrica por 40 minutos em ritmo moderado. No segundo, fizeram sessões intensas de exercícios de extensão da perna, para fortalecimento. No último dia, houve 20 minutos para extensão de perna e 20 minutos de bicicleta. Antes e depois, uma amostra de tecido do músculo da perna foi analisada. &amp;ldquo;Não vimos prejuízos. O exercício aeróbico pode preceder o treinamento de resistência no mesmo dia, sem comprometer a construção dos músculos&amp;rdquo;, afirmou Stuart Phillips, que liderou o estudo. O trabalho evidencia ainda que é possível obter os mesmos benefícios fazendo menor quantidade de cada tipo de atividade se elas forem associadas. A conclusão vai ao encontro do que se verifica nas academias. &amp;ldquo;Observamos que não há restrição na iniciação conjunta com aeróbicos e localizados e que isso otimiza os resultados&amp;rdquo;, diz Saturno de Souza [CREF 002623-G/SP], diretor da rede Bio Ritmo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A investigação do mínimo de exercícios que se pode fazer para melhorar a saúde é mais uma área em evidência. No mês passado, a jornalista Gretchen Reynolds, autora de uma das colunas mais lidas do jornal americano &amp;ldquo;The New York Times&amp;rdquo;, sobre fitness, alavancou o tema ao lançar o livro &amp;ldquo;The First 20 Minutes: Surprising Science Reveals How We Can Exercise Better, Train Smarter, Live Longer&amp;rdquo;, algo como Os primeiros vinte minutos: a surpreendente ciência que revela como podemos nos exercitar melhor, treinar de maneira inteligente e viver mais. Gretchen reúne estudos para provar que basta se mover em torno de vinte minutos diariamente para obter as alterações fisiológicas positivas do exercício. Ela defende que ter uma rotina ativa é mais fácil do que parece e dispensa, por exemplo, vincular-se a uma academia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na Inglaterra, um trabalho da Universidade de Bath vai mais longe. De acordo com os pesquisadores, pedalar na bicicleta ergométrica com intensidade e em três arrancadas de 20 segundos cada uma por dia seria suficiente para reduzir os níveis de açúcar no sangue, prevenindo, a diabetes (caracterizada pelo acúmulo de glicose na corrente sanguínea). Esse esquema de exercício obrigaria os músculos a gastar seus estoques de energia e a buscar sua reposição na glicose do sangue. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Também na Inglaterra, cientistas da Universidade de Exeter verificaram que bastam 15 minutos de caminhadas diárias para sofrer menos com a compulsão por doces. Isso seria resultado da redução no estresse proporcionada pela atividade. Com menos tensão, é menor a chance de o cérebro buscar mecanismos de compensação &amp;ndash; nesse caso, nas guloseimas. Aqui no Brasil, os especialistas preferem aguardar mais tempo de estudos, mas veem com bons olhos notícias como essas. &amp;ldquo;Os trabalhos ainda são controversos&amp;rdquo;, diz Arnaldo Hernandez. &amp;ldquo;Mas, de todo modo, o ideal é fazer uma atividade contínua de 20 minutos com intensidade um pouco maior. Assim é possível ter os mesmos efeitos de um exercício mais longo de baixa intensidade&amp;rdquo;, diz. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já a ideia de que levantar cargas pesadas em treinos puxados é o único meio de ganhar músculos está sendo contestada por pesquisas feitas no Centro Médico da Universidade de Maastricht, na Holanda. &amp;ldquo;Um número maior de repetições com pesos leves é tão eficiente para construir músculos como o uso de pesos mais pesados com menor número de repetições&amp;rdquo;, disse a ISTOÉ Cameron Mitchell, que participou do trabalho. O que faz diferença, nas duas situações, é atingir o ponto de fadiga. &amp;ldquo;Mesmo com baixo peso, ela precisa ser sentida nas últimas duas a três repetições para estimular o fortalecimento dos músculos&amp;rdquo;, afirma a cientista.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um crescente corpo de evidências científicas também está colocando em xeque outro conceito estabelecido. Um trabalho recente da Universidade de Pittsburgh (EUA) está derrubando a ideia de que perda de massa muscular é inexorável a partir dos 40 anos. Os cientistas analisaram as condições de 40 atletas recreativos com idades entre 40 e 81 anos submetidos a sessões de corrida, natação, caminhada ou bicicleta repetidas entre quatro e cinco vezes por semana. Descobriram que o treino continuado praticamente elimina a temida perda de músculos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos testes, foram constatadas perdas pouco significativas na musculatura das pernas entre os que mantiveram um treinamento regular. Isso ocorreu independentemente da idade, como ficou comprovado em exames de ressonância magnética do músculo quadríceps, situado na coxa. As imagens exibiam diferenças ínfimas na musculatura de um triatleta de 40 anos em comparação a outro, com 70 anos. A avaliação de um homem sedentário de 74 anos, porém, revelou uma quantidade de gordura muito maior e a de músculos, menor. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Quando se fala em envelhecimento, geralmente não se estuda o que os nossos corpos são capazes de fazer. Mas controlamos 70% desse processo&amp;rdquo;, disse Vonda Wright, coordenadora da pesquisa. No entanto, um novo estudo do mesmo grupo de pesquisadores revelou que o efeito só se aplica aos músculos estimulados. Na visão dos pesquisadores, isso deixa claro que de fato é necessário adotar planos de exercícios elaborados para preservar as funções musculares do corpo todo, o que uma única atividade não garante.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/D3Y1KjCS2m4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 17:58:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=56101</feedburner:origLink></item><item><title>O lado malvado dos exercícios do bem</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/G6pXNYto5oc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A trilha dos anos 80 marcava a aeróbica à lá Jane Fonda. Nas décadas seguintes as barras esculpiram músculos e, depois, a qualidade de vida norteou práticas zen, como ioga e pilates. Atravessando modismos e descobertas do fitness, as academias têm um novo filão: o treinamento funcional. Seus entusiastas chegam a defini-lo como a ginástica do futuro. Mas recente posicionamento do Colégio Americano de Medicina do Esporte afirma haver poucos estudos para avaliar seus benefícios em adultos jovens. Além disso, especialistas alertam para algumas distorções do objetivo e da forma de execução dos movimentos, o que pode trazer uma série de prejuízos ao corpo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No treinamento funcional, as máquinas de musculação dão espaço a bolas, elásticos, trampolins, halteres e o chamado bosu, uma espécie de bola cortada ao meio. Movimentos mais livres, com sustentação e equilíbrio do corpo no chão ou em objetos instáveis &amp;mdash; como a bola ou o bosu &amp;mdash; estão entre seus princípios. Boa parte deles, no entanto, não é novidade e alguns até chegaram a ser banidos das academias na década de 90, como o agachamento a fundo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Chegou-se à conclusão de que o agachamento até o calcanhar é arriscado porque aumenta a pressão nos joelhos, que já são frágeis &amp;mdash; afirmou o professor de educação física e coordenador da assessoria esportiva Equipe Filhos do Vento, Ricardo Sartorato. &lt;br /&gt;
&amp;mdash; O treinamento funcional trouxe velhos fantasmas com uma nova roupagem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
método deve ser complementar&lt;br /&gt;
O professor de educação física Marcelo Cabral diz que exercícios funcionais são utilizados, de forma complementar, nas séries das academias. Mas ele desconfia do resultado da prática destes movimentos num método de treinamento isolado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; O que era complementar está sendo o todo, o que é complicado &amp;mdash; afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estudos publicados sobre o tema apontam benefícios em casos específicos. A Associação Americana de Terapia Física informou, em 2010, o resultado positivo na recuperação de lesões do joelho. Outro, no periódico &amp;ldquo;Bristish Journal of Sports Medicine&amp;rdquo;, recomenda os exercícios para a prevenção de contusões em adolescentes esportistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ideia principal dos funcionais é ajudar o corpo a enfrentar o envelhecimento, com exercícios que reativem as funções básicas, como andar, subir escada e agachar-se. Além disso, o livro &amp;ldquo;Functional training for sports&amp;rdquo;, de 2003, sem tradução para o português e um dos mais famosos sobre o assunto, diz ser um programa mais completo de movimentos e a mais eficiente forma de treinamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Isso é mito. A ideia é bastante sedutora e até parece coerente, mas assim dá a impressão de que outros métodos não trabalham todo o corpo &amp;mdash; critica Cabral. &amp;mdash; Não há problema nenhum neste tipo de treinamento, desde que seja preservada a segurança.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Frequentemente, com a intenção de simular movimentos do cotidiano, são vistos exercícios com amplitudes e posições potencialmente perigosas. Isto é injustificável porque expõe a pessoa ao risco e, pior, sem a certeza de bons resultados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É preciso ter força, equilíbrio e coordenação&lt;br /&gt;
Ainda segundo Cabral, diversos exercícios comumente utilizados no treinamento funcional são úteis quando a pessoa tem um déficit funcional, como, por exemplo, em idosos que já apresentam dificuldade em movimentos do cotidiano ou nos que sofreram lesões articulares e que precisam recuperar a coordenação dos músculos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nas academias, o treinamento começou a ser feito no início dos anos 2000 com indivíduos que se recuperavam de contusões, mas rapidamente foi adotado pelos fãs de musculação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Este tipo de treinamento trabalha o corpo em superfícies instáveis e deve usar cargas mais baixas. Mas o que acontece é que o modismo leva praticantes a não pensar nos aspectos funcionais. Eles se preocupam com o ganho de massa, com a &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, que precisa de intensidade de carga. Isto é prejudicial ao corpo &amp;mdash; explica Ricardo Sartorato.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As séries de funcionais das academias também demandam força, equilíbrio e coordenação motora do praticante. Os iniciantes em atividade física não têm estas habilidades muito desenvolvidas, o que pode levar à prática dos exercícios de forma errada. O resultado é o efeito reverso: eles acabam provocando lesões nas lombares e nos joelhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; O que o aluno não vê é que as contusões acontecem por prática repetitiva, demorando às vezes meses ou anos para ocorrer, o que enfraquece a percepção da relação de causa-efeito. Por isso, é difícil convencer alguns alunos a abandonar movimentos perigosos que veem em revistas e programas de TV &amp;mdash; alerta Ricardo Sartorato.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/G6pXNYto5oc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>oglobo.globo.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 17:55:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=56100</feedburner:origLink></item><item><title>Conheça treino de 11 minutos para ficar em forma sem sair de casa </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/pPbMg2sjpvE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quanto tempo uma pessoa precisa para ficar em forma? Segundo o método de exercícios criado pelo cientista e atleta Bill Orbin para os pilotos da Força Aérea Canadense, apenas 11 minutos por dia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A técnica, criada no fim dos anos 50 e reproduzida no livro "Mantenha-se Fisicamente em Forma" (Global Editora, 108 págs., R$ 25), alterna alongamento com abdominais, flexões e corrida sem sair do lugar. Tudo pode ser feito em casa, sem aparelhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar de antigo, o método tem praticantes fiéis, entre eles a atriz Bibi Ferreira, que, em entrevista à revista Serafina, disse fazer os exercícios diariamente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Fernanda Rodrigues Lima, reumatologista e coordenadora do Laboratório de Condicionamento Físico do Hospital das Clínicas de São Paulo, a técnica é atual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A proposta é fazer exercícios de alta intensidade em um curto período. Estudos recentes mostram que essa opção tem resultados semelhantes às práticas menos intensas de longa duração."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a reumatologista, o método já passou por várias pesquisas entre os anos 80 e 90 e todas comprovaram sua eficiência. "Depois disso, deixou de ser citado. Interessante voltar agora."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A técnica tem uma versão para homens, chamada de 5BX, e outra para mulheres, a XBX. São cinco exercícios (as fotos ao lado mostram os tipos de movimento). A intensidade e o número de repetições seguem tabelas que variam de acordo com a idade e com o grau de dificuldade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Lima, quem tem hipertensão, problemas no coração ou nas articulações não deve fazer o programa. "Alguns exercícios desgastam as articulações e podem causar danos a pessoas com reumatismo." Na dúvida, é melhor procurar um médico antes de iniciar a atividade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
REPETIÇÃO&lt;br /&gt;
"O método funciona, mas pode se tornar desinteressante depois de um tempo. É muito técnico, sem momentos de brincadeira", afirma Raul Santo de Oliveira [CREF 001984-G/SP], professor de fisiologia do exercício da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro ponto negativo, de acordo com o fisiologista, é que a rotina é solitária e, por isso, pode não ser interessante para idosos. "Nesta fase, a atividade física deve levar em conta a socialização."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o diretor técnico da rede de academias Bio Ritmo, Saturno de Souza [CREF 002623-G/SP], os exercícios do método continuam sendo usados, mas de forma diferente. "Usamos aparelhos e integramos os movimentos em rotinas mais variadas."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Souza, a prática trabalha músculos importantes nas regiões da coluna lombar, da bacia e da pélvis. Mas, para ele, as técnicas atuais têm melhores resultados. "Hoje, há sequências específicas de alongamento e séries para a parte aeróbica."&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/pPbMg2sjpvE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=56022</feedburner:origLink></item><item><title>Excesso de exames desestimula o aluno, diz médico do esporte </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/FfGIauL-G00/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Nova lei municipal define que alunos de academias da cidade de São Paulo têm que se submeter a exames médicos semestrais, mas muitos médicos não estão convencidos da necessidade de repetir exames em um período de tempo tão curto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Não vejo problemas em alguém saudável, com menos de 35 anos, ir ao médico só a cada dois anos", afirma Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Visitas semestrais são interessantes depois dos 50, segundo Souza: "Antes disso, só é preciso retornar quando o próprio médico indicar".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre os exames mais pedidos pelos médicos para autorizar a prática de esportes estão o ergométrico, que mostra como o coração se comporta diante do esforço físico, os que medem os níveis de gordura, colesterol e açúcar no sangue, a avaliação ortopédica e o eletrocardiograma, que faz uma espécie de fotografia do coração.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Souza, o excesso de exames desestimula a prática de exercícios: "A atividade física moderada é algo natural, que não exige do corpo mais do que ele pode dar. Quem precisa de todos os exames possíveis são os atletas profissionais", diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O advogado Pedro Araújo, 38, está no limiar do profissionalismo: "Comecei fazendo academia normalmente, três vezes por semana, mas meu objetivo sempre foram as maratonas. Hoje, viajo pelo menos duas vezes por ano para correr", conta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por causa do alto impacto da corrida, Pedro se submete duas vezes por ano ao chamado "checkup fitness", que inclui prova de função pulmonar e avaliação ultrassonográfica do coração.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Fui sedentário e fumei dois maços de cigarro por dia durante 15 anos, se for para errar agora, prefiro que seja por excesso de cuidados", justifica o advogado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Afastado da academia há nove anos "por preguiça crônica não detectável em exames", o engenheiro Samuel Bueno, 28, tem mais medo da esteira que do estetoscópio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Acho bom fazer exames regularmente. Ajuda não só na saúde, mas também para mostrar seu aumento de desempenho, o que sempre é um estímulo", diz Samuel.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A preocupação dos praticantes com a própria saúde é uma coisa louvável, mas muitos supervalorizam os exames sem perceber que o maior risco está na atividade mal orientada", afirma o fisiologista Turíbio de Barros [CREF 041074-P/SP].&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para ele, a chave da redução de lesões está na capacitação de treinadores e professores, não no consultório.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/FfGIauL-G00" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=56020</feedburner:origLink></item><item><title>CREF13/BA-SE notifica 17 academias em Vitória da Conquista (BA)</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/a5Bjdb23reA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Conselho, junto com a Polícia Militar, o Procon e a Vigilância Sanitária, visitou 40 academias em Vitória da Conquista, o que representa a totalidade deste tipo de estabelecimento no município. Além da ausência de registro junto ao CREF e da falta de um Profissional de Educação Física qualificado para supervisionar as atividades, duas academias foram interditadas e lacradas por apresentarem falta de segurança e higiene nas instalações e equipamentos. Três pessoas foram detidas por exercício ilegal da profissão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os agentes de fiscalização e orientação do CREF13/BA-SE conversaram com 48 profissionais de Educação Física nos estabelecimentos de Vitória da Conquista e encontraram oito profissionais com anuidade em atraso, cinco com cédula de identidade profissional vencida e dois atuando em desvio de jurisdição. Entre os 16 estudantes visitados, sete apresentaram evidências de irregularidades e, por isso, três estabelecimentos serão denunciados ao Ministério Público do Trabalho por fraude em estágio. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/a5Bjdb23reA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=56018</feedburner:origLink></item><item><title>Exercício deixa os homens mais seguros nos relacionamentos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/hOrKoKN6Qys/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os homens morrem cada vez mais cedo que as mulheres. A afirmação pode parecer forte, mas a verdade é que eles são as maiores vítimas de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, e de causas externas, como a violência no trânsito. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esta realidade geralmente é resultado da falta de cuidado com a saúde, pois eles são mais resistentes a procurar um médico quando têm algum problema. Para mudar este cenário tem aumentado o número de homens que investem na prática regular de exercícios físicos. Entre os cadastrados na agência de casamentos Par Ideal, por exemplo, 80% já são adeptos a alguma atividade física.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Esta mudança dos homens, ao procurar uma atividade física, influencia diretamente os relacionamentos sejam amorosos, profissionais ou familiares. Eles ficam mais seguros e buscam mulheres que também cuidem da saúde com algum exercício regular&amp;rdquo;, comenta Sheila Rigler, especialista em relacionamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Tony Ribeiro, educador físico da academia Fit Premium, a musculação é a melhor opção para os homens que buscam esta segurança, mas algumas atividades como andar de bicicleta ou correr na rua também são boas alternativas para começar. &amp;ldquo;Alguns ficam intimidados ao chegar sozinhos na academia e acabam deixando de ir, por isso é sempre bom ter um personal ou mesmo ir com um amigo, pois isso reduz esta insegurança e ajuda na frequência já que um incentiva o outro&amp;rdquo;, destaca Ribeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro alerta do educador é para os cuidados com a alimentação, pois para cuidar da saúde, além dos exercícios, a alteração de alguns hábitos alimentares é fundamental. &amp;ldquo;É o conjunto que contribui para ter maior disposição no dia a dia, os homens que fazem esta alteração com seriedade comentam inclusive que o estresse com o trabalho diminui e a atividade sexual melhora com o tempo&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
E Sheila destaca que a disposição para tarefas do dia a dia é fundamental para os relacionamentos amorosos. &amp;ldquo;Com o tempo, principalmente depois do casamento, muitos homens cedem à preguiça evitando ajudar em atividades domésticas ou mesmo sair com os amigos, alegando excesso de trabalho e cansaço. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Este comportamento e falta de energia, interfere, e pode levar ao fim do relacionamento&amp;rdquo;, destaca a especialista. Ela ainda comenta que muitas mulheres ao procurar um novo amor preferem os mais ativos, que já tem alguma atividade física, pois acreditam que este hábito traz muitos benefícios para a relação e representa uma verdadeira vantagem competitiva no momento da conquista.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/hOrKoKN6Qys" height="1" width="1"/&gt;</description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 17:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55951</feedburner:origLink></item><item><title>Pesquisa avalia impacto de exercícios na menopausa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/okcnEBMDFW4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Laboratório de Fisiologia Cardiovascular e Atividade Física da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro (SP), procura voluntários para uma pesquisa que pretende avaliar o impacto dos exercícios físicos sobre a pressão arterial de mulheres no climatério.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Embora o estudo tenha como foco a saúde feminina, os pesquisadores estão recrutando voluntários de ambos os sexos, com idade entre 40 e 65 anos. Os candidatos não podem ser fumantes e nem possuir diabetes. Também é desejado que o índice de massa corporal (IMC) não seja maior que 30. Serão aceitas pessoas hipertensas e também com pressão arterial considerada normal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Embora a incidência de hipertensão e de outras doenças cardiovasculares seja maior entre os homens, de modo geral, estudos recentes têm mostrado que essa relação se inverte quando as mulheres entram na menopausa&amp;rdquo;, disse Angelina Zanesco, coordenadora da pesquisa financiada pela FAPESP.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Acredita-se que o declínio nos níveis do hormônio estrogênio durante o climatério seja a principal explicação para o fenômeno. &amp;ldquo;Em animais isso já foi demonstrado, mas em humanos a causa não está bem clara&amp;rdquo;, disse a pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Zanesco ressaltou, no entanto, que os estudos feitos até o momento centraram-se em mulheres sedentárias. &amp;ldquo;Agora, pretendemos checar se homens hipertensos e mulheres hipertensas dentro da mesma faixa etária respondem da mesma maneira aos exercícios físicos&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O treinamento dura dois meses e consiste em uma hora de caminhada na esteira, três vezes por semana. A intensidade do exercício será prescrita de forma individual, de acordo com uma avaliação realizada no início do programa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de medidas antropométricas, como peso, altura e circunferência abdominal, a avaliação inicial inclui o monitoramento da pressão durante 24 horas. Esse exame é feito com um aparelho automático que fica preso ao braço e o paciente pode levar para casa. Também será coletada uma amostra de sangue para a análise de marcadores como nitrito e nitrato, cortisol e testosterona plasmática.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 &amp;ldquo;Os teores de nitrito e nitrato no sangue refletem indiretamente a produção de óxido nítrico pelo organismo, substância que tem ação vasodilatadora e ajuda no controle da pressão&amp;rdquo;, explicou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já o cortisol será avaliado porque, segundo Zanesco, estudos têm apontado elevação dessa substância após a menopausa. &amp;ldquo;Como ele é o hormônio do estresse, libera mediadores que elevam a pressão arterial. Há ainda pesquisas que apontam a alteração na relação entre os níveis de estrógeno e de testosterona como a origem da hipertensão&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após os dois meses de exercícios, homens e mulheres &amp;ndash; hipertensos e normotensos &amp;ndash; passarão por nova avaliação para ver como cada grupo reagiu ao treinamento físico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O recrutamento de voluntários começou em março e ainda deve durar mais dois anos. Devido à limitação no número de esteiras no laboratório, o treinamento é realizado em grupos de 20 a 30 pessoas por vez. O objetivo é chegar a 120 voluntários até a segunda metade de 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os interessados em participar podem entrar em contato com os pesquisadores pelo telefone (19) 3526-4324.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/okcnEBMDFW4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 17:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55950</feedburner:origLink></item><item><title>4 problemas que podem atrapalhar sua corrida</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/K9Lqn6_-j1c/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você sobreviveu a boa parte do treinamento sem sofrer lesões relevantes. Mas, quando está na fase de redução gradual de volume, sente uma pontada no pé ou uma rigidez nos joelhos nas corridas em descidas. E então começa a questionar seus planos para aquela prova. Será que ainda pode tentar um recorde pessoal?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Consegue aguentar 42 km ou deveria tentar uma meia maratona? "Ao treinarmos para uma prova, a carga de treino aumenta e crescem as chances de ocorrerem problemas, especialmente se você se esforça muito mais que de costume. E algumas dores não devem ser ignoradas", diz Tim Hilden, maratonista e fisioterapeuta no Colorado (EUA). A seguir, Hilden indica quando seguir em frente e quando reavaliar as metas para a competição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O problema: Dores generalizadas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Siga em frente: É normal sentir dor e cansaço em todo o corpo, principalmente no auge do treinamento. Esses sintomas devem desaparecer quando você passar a correr menos e tiver mais tempo para se recuperar (na fase de redução de volume).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vá com calma: Quando você consegue definir o local específico da dor, geralmente isso é um sinal de lesão. Procure um especialistas em &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; esportiva &amp;ndash; só assim você saberá se deve mudar os planos de competição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O problema: Rigidez e dor&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Siga em frente: Se esses sintomas desaparecerem durante o treino, depois que você tiver aquecido, provavelmente trata-se de uma "dor muscular de início tardio" (uma consequência de seu último treino pesado). Ou talvez você tenha ficado muito tempo sentado no trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vá com calma: Se esses sintomas persistirem ou piorarem enquanto você corre, talvez você tenha sofrido uma lesão. Reduza a carga de treino, faça alongamento, coloque gelo e massageie o local da dor. Se essas medidas não tiverem efeito, procure um médico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O problema: Dor durante um treino específico (como os intervalados)&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Siga em frente: Deixe de fazer o treino que está agravando sua dor, mas continue treinando em menor intensidade. Seguir uma rotina de treinos leves é suficiente para que você cruze a linha de chegada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vá com calma: Se os treinos que provocam dor são fundamentais para você alcançar sua meta na competição, não participe dessa prova. Faça o tratamento adequado, livre-se da dor e só então retome o treino intenso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O problema: Lesão&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Siga em frente: Joelho de corredor, síndrome da banda iliotibial, fascite plantar e canelite são problemas que você consegue superar, se não estiver mancando. No caso de maratonistas, talvez seja preciso mudar as metas para a prova. Coloque gelo e massageie o local da dor e faça alongamento durante a fase de redução de volume de treino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vá com calma: Uma fratura por estresse ou um estiramento muscular indicam "fim da linha". Essas lesões são graves demais para você seguir em frente e você não vai se divertir se tiver de mancar até a chegada. Dê tempo a si mesmo para se recuperar totalmente e voltar com força total.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/K9Lqn6_-j1c" height="1" width="1"/&gt;</description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 17:06:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55949</feedburner:origLink></item><item><title>A importância do professor de Educação Física nas escolas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/GSnNm_lPNSA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Historicamante a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica passou por diversas tranforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es e entendimentos no &amp;acirc;mbito escolar, conforme consta nos PCNs (Par&amp;acirc;mentros Curriculares Nacionais), passando pelo higienismo, militarismo, at&amp;eacute; sofrer forte influ&amp;ecirc;ncia dos pensamentos pedag&amp;oacute;gicos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A partir da&amp;iacute;, iniciam-se algumas tend&amp;ecirc;ncias pedag&amp;oacute;gicas no &amp;acirc;mbito escolar atrav&amp;eacute;s de abordagens, sendo elas a psicomotora, construtivista, desenvolvimentista e cr&amp;iacute;tica. Dessa forma, com novas pesquisas e estudos, a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica Escolar vem inovando e proporcionando aos educandos novas formas de ensino/aprendizagem em busca de novos conhecimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hoje a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica em &amp;acirc;mbito escolar &amp;eacute; uma disciplina que atua desde a aeduca&amp;ccedil;&amp;atilde;o infantil, passando pelo ensino fundamental I e II, ensino m&amp;eacute;dio, EJA e tamb&amp;eacute;m com atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas universidades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em cada grau de escolaridade, a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica Escolar tem sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o planejada conforme a idade e a capacidade de entendimento do educando, desenvolvendo com responsabilidade os conte&amp;uacute;dos previstos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
N&amp;atilde;o existe nenhum documento oficial que dispense o aluno da pr&amp;aacute;tica da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, a n&amp;atilde;o ser os j&amp;aacute; existentes na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o) 9394 Lei n&amp;ordm; 10.793.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ou seja, os alunos praticantes de atividades em academias e modalidades esportivas de treinamentos n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ser dispensados da pr&amp;aacute;tica da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, pois a disciplina desenvolve atividades e habi-lidades da cultura corporal de forma que os alunos possam praticar e refletir. Pelo que podemos entender, as escolas que disp&amp;otilde;em desses n&amp;iacute;veis de ensino devem obrigatoriamente ofecer aos alunos a disciplina de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quanto &amp;agrave; resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o publicada no DOU - Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o - no dia 9 de dezembro de 2010 (que desde ent&amp;atilde;o vem causando pol&amp;ecirc;mica), que fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental de nove anos. &amp;quot;Art. 31 Do 1&amp;ordm; ao 5&amp;ordm; ano do Ensino Fundamental, os componentes curriculares de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica e Artes poder&amp;atilde;o est&amp;aacute; a cargo do professor de refer&amp;ecirc;ncia da turma, aquele com o qual os alunos permanecem a maior parte do per&amp;iacute;odo escolar, ou de professores licenciados nos respectivos componentes.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O artigo prop&amp;otilde;e a dispensa do professor de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica das escolas. Ent&amp;atilde;o questionamos o que esses professores iriam ensinar aos alunos, pois eles n&amp;atilde;o possuem forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada para atuarem como professores de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, pois hoje um professor de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, para atuar em uma escola, dever&amp;aacute; no m&amp;iacute;nino estar cursando a s&amp;eacute;tima fase do Curso de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, pois acredita-se que a partir dessa etapa o professor estar&amp;aacute; apto a desenvolver as atividades que v&amp;atilde;o ao encontro da disciplina.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como professores de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, temos um papel de suma import&amp;acirc;ncia dentro da escola, assim como os demais professores em suas disciplinas. Nossos ensinamentos rompem as barreiras das quatro bolas (futebol, handebol, voleibol e basquetebol), pois somos tamb&amp;eacute;m pesquisadores e nos especia-lizamos nessa &amp;aacute;rea do saber para proporcionar &amp;agrave; comunidade escolar um ensino de qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Trabalhamos com princ&amp;iacute;pios de inclus&amp;atilde;o e diversidade, dando oportunidade a todos de forma igualit&amp;aacute;ria, respeitando suas capacidades conforme sua idade ou dificuldade.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/GSnNm_lPNSA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55887</feedburner:origLink></item><item><title>Antes rivais, videogames se tornam aliados das aulas de educação física</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/AYc9mBN3G_Y/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;"Pessoal, hoje vamos trabalhar com o videogame", diz o professor Daniel Veras [CREF 017960-G/SP] a uma turma de 7.&amp;ordf; série da Escola Estadual Oscar Thompson, em São Paulo. É dia de educação física e o aviso quebra a sonolência da primeira aula da manhã. O tema é atletismo e, em poucos minutos, os alunos disparam perguntas sobre o peso do martelo, a distância viajada pelo dardo e recordes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tradicionalmente vistos como "rivais" da escola, jogos digitais vêm se popularizando como uma ferramenta para educadores e aliados das aulas de educação física ao ajudar alunos a conhecer novos esportes e, de quebra, driblar a falta de recursos para tratar de alguns conteúdos previstos no currículo escolar. Embora com ressalvas, os benefícios são atestados por cientistas. O trabalho encontra respaldo na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que garante aos professores liberdade didática.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foi pesquisando métodos para aplicar conteúdos como saltos e arremessos do atletismo que Veras decidiu inovar - sem deixar as atividades em quadra e o conteúdo da apostila em segundo plano. "Se na escola a gente não tem como vivenciar um salto em altura, arranjamos um jeito", explica. "Os alunos não tinham noção de como funcionavam algumas modalidades e se empolgaram."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ideia, esclarece Veras, era "suprir a necessidade de materiais e espaço" para aplicar o conteúdo, previsto na apostila, mas teve mais efeitos positivos. "O comportamento melhorou e percebi os alunos mais confiantes."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No Colégio Maxwell, escola particular da zona norte paulistana, o professor Marcos Neves também tira proveito da familiaridade dos alunos com videogames para trabalhar modalidades que vão do futebol de rua à capoeira. Os benefícios, segundo ele, vão muito além do aprendizado. "Alunos que antes se recusavam a participar das dinâmicas de exercícios físicos, mas usaram os jogos, mostraram-se mais sociáveis", observa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na escola municipal Raimundo Correia, em São Miguel, na zona leste de São Paulo, o tae-kwon-do foi a porta de entrada dos videogames nas aulas do professor Jorge Júnior. Praticante da arte marcial, ele deu início a um programa cujo conteúdo eram lutas. "Até alunos que não participavam das atividades mostraram maior interesse", nota. "É algo da cultura juvenil, e se a escola exclui essas tecnologias, fica mais distante dos alunos."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Linguagem do aluno. A ideia de introduzir games nas aulas se baseia em pesquisas que estudam a cultura como elemento que influencia o comportamento. Como os professores têm liberdade pedagógica, a ideia é trazer elementos da vida dos jovens à escola, explica Mario Nunes, um dos idealizadores do Grupo de Pesquisas em Educação Física Escolar da USP. Ele lembra que a educação física não trata só do movimento, mas também de colocar jovens e crianças em contato com a teoria e os estudos dos exercícios e esportes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O presidente do Conselho Federal de Educação Física, Jorge Steinhilber [CREF 000002-G/RJ], concorda. "A educação física é confundida com condicionamento e prática de exercícios físicos", diz, explicando que a disciplina não é uma iniciação esportiva, e sim uma "oportunidade para o aluno vivenciar e compreender modalidades. A ferramenta usada vai de acordo com as possibilidades da escola, da comunidade e do professor".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nunes, porém, alerta: "Os jogos não devem servir apenas como atrativo, e sim conservar o objetivo pedagógico, de debater e ensinar. Inserir um elemento desses no currículo não traz mudança se tiver apenas o objetivo de divertir os alunos".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Chocolate com brócolis". Os alunos não podem pensar na escola como um local apenas de diversão, concorda a professora Angela McFarlane, da Universidade de Bristol (Grã-Bretanha), autora do livro Use of Computer and Videogames in the Classroom (O uso de computadores e videogames na sala de aula, em tradução livre).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar de ser favorável à introdução de ferramentas tecnológicas na educação, ela lembra que o aprendizado deve ser satisfatório - e não apenas divertido. "Aprender demanda tempo, concentração. É um processo que pode ser difícil, mas é como uma recompensa. O ideal é que a criança se sinta satisfeita com o que aprendeu e reconheça isso como algo relevante", analisa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como jogar é divertido - e aprender, nem sempre -, ela compara esse aspecto à "&lt;a href="http://www.psicologiavirtual.com.br"&gt;&lt;strong&gt;psicologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; do brócolis com chocolate": se cobrirmos brócolis com chocolate a criança vai comer? Não, porque é ruim. Da mesma forma, os games atraem atenção e concentração das crianças - mas, se mal utilizados, podem não provocar um aprendizado satisfatório, sem resultados efetivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar das ressalvas, Angela concorda que jogos e computadores são aliados da educação. No quesito interatividade, ela crê que "não há nada como um videogame" e diz que há evidências de que alguns jogos desenvolvem determinadas habilidades e a capacidade das crianças de resolver problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas a professora acredita que o aprendizado é maior quando os alunos são criadores de conteúdos digitais, e não apenas consumidores. "O ideal é envolver os alunos no processo de criação, pois isso os ajuda a explicar sua própria compreensão do mundo e usar isso como meio para compartilhar suas ideias."&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/AYc9mBN3G_Y" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55886</feedburner:origLink></item><item><title>Exercícios físicos supervisionados auxiliam na reabilitação pós-infarto </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/MZoefwgfcns/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Até os anos 70 recomendava-se repouso de três semanas aos pacientes que se recuperavam de um infarto agudo, com base no conceito de que tal repouso facilitaria o processo de cicatrização do miocárdio. Entretanto, hoje a Medicina sabe que o exercício físico supervisionado é altamente recomendado para o processo de reabilitação cardiovascular, com benefícios para o tratamento de longo prazo e para a qualidade de vida do paciente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O exercício físico pode aumentar a capacidade de função cardiovascular e diminuir a demanda de oxigênio do miocárdico para um determinado nível de atividade física&amp;rdquo; explica a médica geriatra Janise Lana Leite (CRM 126.876), da Academia Estação do Exercício &amp;ndash; especializada em musculação para idosos e grupos especiais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Normalmente os médicos dividem o processo de reabilitação cardiovascular em 4 fases, sendo que a primeira, chamada fase 1, vai da ocorrência do infarto até a alta hospitalar. As fase 2 e 3 tem duração de 3 a 6 meses e tem como objetivo possibilitar a pessoa voltar a sua vida social e laboral e adotar um estilo de vida saudável. A fase 4 compreende a manutenção dos exercícios e hábitos por toda a vida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dra. Janise explica que a atividade física inserida no processo de reabilitação na fase aguda do infarto objetiva reduzir os efeitos negativos do prolongado repouso no leito, o controle das alterações psicológicas e a redução da permanência hospitalar. &amp;ldquo;Além disso, no longo prazo, o exercício pode ajudar a controlar o hábito de fumar, a hipertensão arterial, dislipidemias, diabetes mellitus, obesidade e a tensão emocional&amp;rdquo; afirma a médica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o professor de educação física Carlos A. Silva [CREF 070540-G/SP], diretor da Estação do Exercício, &amp;ldquo;há evidências de que o exercício físico realizado por longos períodos possa influenciar na prevenção da aterosclerose e na redução de eventos coronários&amp;rdquo;. Contudo, &amp;ldquo;é fundamental que a atividade física seja supervisionada e orientada por um profissional qualificado, preparado para lidar com pacientes em processo de reabilitação cardiovascular&amp;rdquo; orienta o professor. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Para cada fase, os profissionais de saúde deverão prescrever as atividades mais adequadas. Além disso, cada indivíduo é único em sua condição de saúde, que deve ser vista como um todo.&amp;rdquo; explica a Dra. Janise. &amp;ldquo;Na Academia Estação do Exercício, a equipe médica trabalha alinhada com o cardiologista do paciente, determinando em conjunto o treino mais adequado em cada caso. É esta interação médica que garantirá os melhores resultados para o aluno-paciente&amp;rdquo; conclui.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/MZoefwgfcns" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55885</feedburner:origLink></item><item><title>Adolescentes e crianças com intolerância severa exercícios físicos são foco de pesquisas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/J30VJrRnYok/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O limiar anaeróbico ventilatório (LAV) é uma ferramenta de estudo que possibilita a representação da função pulmonar e a capacidade de desempenho de crianças e adolescentes. O artigo &amp;ldquo;Identificação do limiar anaeróbio ventilatório em crianças e adolescentes: revisão da literatura&amp;rdquo; buscou identificar quais grupos de crianças têm sido o foco da pesquisa nessa temática, além de investigar os critérios de identificação do LAV.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a publicação da Revista Brasileira de Cineantropometria &amp; Desempenho Humano deste ano, os valores máximos de frequência respiratória, pulso de oxigênio e frequência cardíaca apresentados por crianças e adolescentes são bastante diferentes dos apresentados por adultos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os autores Anselmo José Perez [CREF 000263-G/ES] e Luciana Carletti [CREF 000258-G/ES], ambos da Universidade Federal do Espírito Santo, identificaram que o consumo máximo de oxigênio, o pico de consumo de oxigênio e o consumo de oxigênio no limiar anaeróbico ventilatório são medidas que analisam a aptidão aeróbica desses jovens. Segundo eles, a eficiência ventilatória, observada em certas fases do exercício, tanto por meio da LAV como por inclinação da relação entre a ventilação pulmonar e a produção de dióxido de carbono, também é uma forma significativa de compreender a saúde para essa faixa etária. &amp;ldquo;Os valores elevados deste parâmetro indicam ventilação ineficiente e estão presentes no perfil funcional de uma série de doenças cardíacas e pulmonares e têm sido estudados em crianças saudáveis para a identificação de parâmetros de referência para o processo de crescimento e desenvolvimento&amp;rdquo;, explicam os especialistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os autores não descartaram a importância de estudos que orientem sobre a fisiologia cardiorrespiratória de crianças e adolescentes uma vez que a população pesquisada apresenta condições clinicas e de aptidão específicas. Para a elaboração do artigo, Anselmo e Luciana buscaram na literatura médica pesquisas que usaram a LAV como metodologia, sem considerar aquelas que fizeram uso apenas do conceito de mensuração do lactato como metodologia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dos trabalhos selecionados, os autores identificaram que 51% investigavam intolerância severa ao exercício; 15% crianças saudáveis; 10% obesas e 10% comparavam metodologias. Além disso, 7% focavam na cinética de O2 e 5% no &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, enquanto desnutrição pregressa, asma e percepção do esforço foram as temáticas de 2% das pesquisas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ideia de fazer este estudo se explica através da &amp;ldquo;necessidade de se desenvolver investigações de valores de referência de limiar anaeróbio em crianças e adolescentes, assim como os mecanismos fisiológicos envolvidos com grupos nessas faixas etárias, e isso envolve os métodos utilizados&amp;rdquo;, afirmam os autores. &amp;ldquo;Os dados indicam que a principal utilização do LAV tem sido para estudos de reabilitação de crianças e adolescentes por meio da técnica do V-slope&amp;rdquo;, encerram.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/J30VJrRnYok" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55884</feedburner:origLink></item><item><title>Conheça dez erros cometidos por quem corre </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/ksjV_As2aNQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;NÃO FAZER EXAMES PERIÓDICOS&lt;/strong&gt; - um dos principais erros do corredor é achar que sua saúde está sempre perfeita, já que pratica uma atividade física regularmente, o que é um engano. Deve-se ir pelo menos uma vez por ano ao médico, para acompanhamento; em alguns casos específicos, a cada seis meses. Os resultados é que permitirão ao corredor e ao treinador montar um plano mais eficiente e seguro.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;NÃO RESPEITAR AS PLANILHAS DE TREINAMENTO&lt;/strong&gt; - o programa de treinamento é feito para que, de forma organizada e segura, o atleta possa evoluir. Os treinadores montam suas planilhas levando em conta aspectos individuais como peso, tempo de treinamento, objetivos propostos etc. Alguns corredores acham que podem seguir sua planilha de qualquer forma, não respeitando ritmo, quilometragem e, principalmente, os dias de descanso. Essa indisciplina pode resultar em overtraining, causando redução de desempenho, lesões musculares e até queda do sistema imunológico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;NÃO ESCUTAR O CORPO -&lt;/strong&gt; a filosofia do "no pain, no gain" ("sem dor não há ganho") não é adequada para quem quer fazer da corrida uma prática saudável. É possível evoluir sem nenhum desconforto, e um bom programa de treinamento deve primar por isso, segundo o especialista em assessoria esportiva Mário Sérgio Andrade Silva [CREF 002575-G/SP]. Assim, se você sentiu uma leve dor na canela ou na lateral do joelho, não tenha receio, reduza o seu volume de treino e, caso continue, consulte um médico. Seja adepto do lema "mais vale prevenir do que remediar".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EVOLUIR RÁPIDO DEMAIS -&lt;/strong&gt; para iniciantes, a melhora no desempenho é percebida logo nas primeiras semanas, o que gera a tentação de puxar o treino. O ideal é que a evolução seja de, no máximo, 10% do total de quilometragem percorrido na semana anterior. Se você estiver com sobrepeso, redobre sua preocupação, pois o impacto da corrida poderá contribuir para lesões na sua estrutura óssea ou articular. Não tenha pressa, com certeza todos os seus objetivos serão atingidos no tempo certo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;NÃO SE HIDRATAR&lt;/strong&gt; - muitos corredores não se hidratam de forma adequada durante os treinos. Alguns acham que perdem o ritmo e, outros, por mais absurdo que pareça, acreditam que a água irá interferir no seu peso. A água não só é primordial para a manutenção das funções do corpo, como não possui caloria. Vale lembrar também que o corpo, em estágio de desidratação, perde muito do seu desempenho. A recomendação é tomar cerca de 600 ml por hora, ou melhor, cerca de 150 ml a cada 15 minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;CORRER EM JEJUM&lt;/strong&gt; - para se exercitar, o corpo deve estar com energia suficiente para responder à atividade. Corredores que não se alimentam antes do treino comprometem seu desempenho e submetem seu organismo a problemas de saúde. Portanto, entre 1h30 a 2 horas antes de correr, coma algum alimento leve para oferecer suporte energético para a atividade. Em treinos mais longos a dica é repor com sachês de carboidratos ou maltodextrina.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;COMPETIR ALÉM DA CONTA&lt;/strong&gt; - a participação em competições deve ser feita de forma moderada, pois nas provas atingimos o ápice de desempenho e esforço físico. Alguns corredores chegam a participar de provas todos os fins de semana, o que pode impedir uma melhoria da condição física, além de provocar uma excessiva comparação com outros corredores. O resultado do colega serve como referência apenas para ele; seu desafio é com você mesmo, compare suas evoluções com os seus próprios desempenhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;USAR TÊNIS INADEQUADO -&lt;/strong&gt; alguns corredores não se preocupam com o tipo de pisada e usam qualquer tênis. Isso pode causar algum desconforto. Uma outra dica é não deixar passar a "idade" do calçado, que deve durar, em média, de 450 a 600 km. Outra sugestão é alternar dois pares de tênis entre os treinamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;NÃO DESCANSAR&lt;/strong&gt; - Para cada treino mais intenso deve haver um dia de treino mais leve, e até mesmo um "day off". É durante os períodos de descanso, entre um treino e outro, que acontecem a recuperação e a construção muscular. Quando o corredor faz um descanso adequado, ele melhora seu desempenho. Vale lembrar do bom senso, visto que o descanso não deve ser nem muito curto, nem muito longo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;USAR UMA TÉCNICA INCORRETA&lt;/strong&gt; - quando usa uma técnica inadequada, o corredor despende muita energia durante o exercício. O diretor da empresa de assessoria esportiva Run&amp;Fun Mário Sérgio Andrade Silva recomenda que se busque orientação em revistas especializadas ou ajuda de um treinador para analisar como anda sua técnica de corrida. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/ksjV_As2aNQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55883</feedburner:origLink></item><item><title>Sobrecarga na musculação pode provocar lesões nos joelhos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/A6c1Fmiu8Q4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O joelho é a maior articulação do corpo humano, sustenta todo o nosso peso e está sempre sujeito a sofrer lesões. Por isso é preciso cuidado na hora de praticar exercícios físicos que exigem bastante das pernas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No Bem Estar desta sexta-feira (9), os fisioterapeutas Maria Emília Mendonça e David Costa falaram sobre os riscos de lesão e explicaram como funciona o joelho. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a fisioterapeuta Maria Emília, é importante distribuir o esforço nas diferentes articulações. Além disso, é importante exercer uma força de reação ao solo, ou seja, não apenas ficar passivamente em pé, mas levar um pouco o peso à frente para estimular a musculatura de sustentação e não apoiar-se nos ligamentos dos joelhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A dor que sentimos é um sinal de defesa do corpo humano já que as articulações têm células mecanorreceptoras que avisam o cérebro quando elas estão sendo exigidas demais. A principal dica dos especialistas é não fazer exercícios físicos com dor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na musculação, é indispensável a orientação profissional para não sobrecarregar a região da perna com cargas muito elevadas. Não tenha pressa para ganhar músculos, pois a sobrecarga causa o envelhecimento das articulações.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Movimentos errados, postura inadequada e falta de intervalos durante as séries pode causar diversos problemas no joelho. Os mais comuns são desgaste da cartilagem, dos meniscos, lesões nos tendões e ligamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Exercícios de agachamento com as duas pernas podem forçar o ligamento, os meniscos e os tendões e a pessoa pode desenvolver tendinopatia, uma inflamação nos tendões, degeneração na cartilagem e nos meniscos. Já a cadeira extensora pode pressionar a cartilagem e também influenciar no processo de degeneração.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Carga muito pesada pode até provocar um corte no menisco, geralmente nos exercícios com agachamento de uma perna e depois a outra. Muitas vezes, há uma falha muscular durante a atividade e o peso vai todo para a região articular, sobrecarregando os ligamentos que esticam demais e se rompem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os flexores de joelho, que são exercícios para glúteos e músculos atrás das coxas, podem prejudicar os tendões ou inflamar a região posterior do joelho. Essa inflamação é provocada pelo líquido sinuvial, que tem a função de lubrificar a região.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Outro problema que pode atingir o joelho é a artrose, que tem início com uma lesão chamada condromalacia patelar, que afeta a cartilagem entre a patela e o fêmur. É o início do desgaste da cartilagem. Essa patologia pode acontecer após exercícios feitos de forma inadequada, deficiência congênita e sobrecarga, mas também tem um fator genético - algumas pessoas nascem com a cartilagem mole, por exemplo. A condromalacia provoca dor, inchaço e limitações de movimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse desgaste da cartilagem é o maior problema que o sobrepeso pode causar ao joelho e, depois da condromalacia, pode avançar para a artrose, se não houver mudanças de hábito.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para proteger os joelhos, é importante fortalecer os músculos das pernas, do quadril, do abdômen e da lombar. Mas cuidado com esportes como futebol, tênis, vôlei e hóquei, que oferecem maior risco de lesões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os médicos explicam que a lesão mais comum é causada pela mudança brusca de direção, ou seja, quando o jogador que está correndo precisa parar rapidamente para mudar de sentido. Nesse movimento, o joelho sofre uma torção e os ligamentos podem se romper. É muito comum acontecer com jogadores de futebol. Depois de rompidos, os ligamentos só são recuperados com enxerto, pois não podem ser costurado como a pele.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mulheres também devem tomar cuidado com sapatos. Usar um sapato baixo após um dia inteiro com salto alto força a coluna e sobrecarrega o quadril e os joelhos. O salto alto faz com que os joelhos fiquem hiperestendidos, além de prejudicar o equilíbrio do corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pés ajudam a equilibrar o corpo e a tirar a sobrecarga da ação da gravidade sobre os joelhos. O apoio correto e a boa mobilidade dos tornozelos é fundamental para melhorar a distribuição do peso do corpo e evitar uma sobrecarga nos joelhos já que os pés bem posicionados amortecem o peso do corpo.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/A6c1Fmiu8Q4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 19:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55776</feedburner:origLink></item><item><title>Falta de coordenação motora pode ser resolvida com exercícios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/nD6-T-O1iRw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Todo mundo conhece alguém que vive derrubando tudo que aparece pela frente. É a falta de coordenação motora, um problema comum, que normalmente vem desde cedo, mas que pode ser amenizado com alguns exercícios específicos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Bem Estar  recebeu a terapeuta corporal Mônica Monteiro e o fisioterapeuta David Costa. Eles ajudaram os outros convidados do programa &amp;ndash; pessoas com falhas na coordenação motora &amp;ndash; com dicas que você também pode seguir em casa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os movimentos do corpo dependem tanto do cérebro, que dá o comando, quanto dos músculos, responsáveis pela execução. Por isso, uma boa coordenação motora passa primeiramente por músculos bem estruturados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A participação do cérebro vem na compreensão das informações. Uma pessoa só consegue executar bem o movimento se entender bem o que deve fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ação de uma pessoa pode ser coordenada, descoordenada &amp;ndash; quando ela tem dificuldade para controlar seus movimentos corretamente &amp;ndash; ou incoordenada &amp;ndash; quando a pessoa pensa em fazer um movimento, mas faz outro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A descoordenação pode ser por uma questão de pouca habilidade corporal, ou então por alguma lesão que prejudica os movimentos. Já a incoordenação geralmente está associada a alguma doença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tropeçar, esbarrar nos móveis e deixar objetos caírem no chão são aceitáveis para pessoas levemente descoordenadas. Porém, quando são muito recorrentes, podem sinalizar algum problema mais grave &amp;ndash; como a dismetria, um distúrbio que faz com que a pessoa não tenha muita noção de distância.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Umas pessoas têm mais facilidade que outras, mas a coordenação motora está ao alcance de todos nós. Se os pais identificarem a dificuldade na criança, devem procurar um psicopedagogo para fazer os exercícios desde cedo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Marchar é um exercício perfeito de coordenação motora, pois os braços fazem o movimento contrário ao das pernas. Outras boas opções são andar em linha reta ou em ziguezague.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/nD6-T-O1iRw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 19:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55775</feedburner:origLink></item><item><title>10 minutos de exercício, 3x por dia - e uma saúde melhor </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/cB7QwXPz1HI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Apenas dez minutos de alguma atividade física aeróbica, desde que feita com um pouco de intensidade, três vezes ao dia, é tão benéfico para a saúde do que fazer meia hora de atividade física de uma vez  (a recomendação padrão dos médicos para sedentários em geral) &amp;ndash; em alguns casos, esse exercício fracionado pode trazer até mais benefícios, segundo pesquisas recentes. A ideia dos trabalhos não é desestimular os praticantes de atividades físicas regulares e frequentadores de academia &amp;ndash; muito pelo contrário, eles já estão bem encaminhados e não precisam de mais incentivos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O objetivo dos médicos é conseguir ganhar a adesão dos sedentários convictos, daqueles que não têm tempo, recursos, disposição ou disciplina para se engajar numa rotina mais longa de exercícios, e que, na maioria das vezes, já estão com pressão alta e problemas cardiovasculares. Ao conseguir comprovar que com pequenas mudanças é possível reduzir seus problemas de saúde os médicos podem fazer orientações mais adequadas e realistas para esse perfil de paciente &amp;ndash; o consenso é que para ter efeito é preciso ao menos de meia hora de atividade física.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo estudo conduzido pelo professor Glenn Gaesser, do Healthy Research Center, da Universidade do Arizona, com dois grupos de voluntários sedentários e com pressão alta, os que fracionaram os exercícios em três momentos de dez minutos (um de manhã, um à tarde e um à noite) tiveram uma redução maior da pressão sanguínea em comparação com os que fizeram 30 minutos de uma só vez. Além disso, também na comparação, os que fracionaram os exercícios tiveram menos picos de pressão alta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essas conclusões vão ao encontro de outras pesquisas que também analisaram o impacto dos exercícios fracionados no organismo.  Um trabalho de pesquisadores canadenses mostrou que atividades de cinco minutos, algumas vezes ao dia, foram tão eficazes para reduzir os riscos cardíacos de crianças e adolescentes quanto sessões mais longas de exercício. Outra pesquisa, feita em New Hampshire, também chegou a conclusões parecidas em mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ou seja, quem não consegue fazer pelo menos 30 minutos diários, se matricular numa academia ou mesmo colocar um tênis para caminhar na rua, pode fazer mudanças na rotina que já terão benefícios para a saúde. Dez minutos é bem pouco e é possível de se conseguir estacionando o carro mais longe na hora de ir trabalhar ou de parar no supermercado; trocando o elevador e subindo as escadas; optando por ir até a padaria a pé em vez de pegar o carro; levar o cachorro pra dar uma volta no quarteirão e até andar nos corredores do shopping&amp;hellip;enfim, as possibilidades na própria rotina, sem precisar se paramentar para ir a uma academia, são várias.  Ninguém vai virar atleta com isso, mas esse, nesse caso, não é muito o objetivo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/cB7QwXPz1HI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>blogs.estadao.com.br</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 19:01:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55774</feedburner:origLink></item><item><title>Exercício físico ajuda a crescer com ossos fortes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/E9V9bVt2SkY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Deixar a criança em casa, sob a vigilância de um responsável, assistindo à programação ininterrupta da TV enquanto os pais trabalham ou realizam uma de suas atividades rotineiras parece uma saída. Mas além dos prejuízos já comumente relacionados ao sedentarismo infantil, como os riscos de obesidade, problemas cardíacos ou motores, há mais um forte motivo para estimular os pequenos a se mexer: faz bem para os ossos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um estudo divulgado na publicação da Academia Americana de Pediatria acompanhou crianças entre 7 e 9 anos, por um período de quatro anos, e constatou que a atividade física garantiu o aumento da densidade óssea e do tamanho do próprio osso, sem possibilidade de fraturas. Pelo contrário: exercícios diários moderados antes da puberdade melhoram a resistência óssea, diminuindo esse risco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o grupo de pesquisadores suecos responsáveis pelo trabalho, a criança que se exercita chega à velhice com menos probabilidade de desenvolver osteoporose. De acordo com a pesquisa, antes da puberdade há um crescimento celular mais intenso do osso, e o exercício potencializa este desenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo recomenda às crianças a prática de de atividades físicas por pelo menos 30 minutos diários. Se para alguns parece muito, o pediatra Roberto Cooper, do Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz, garante que a solução é bem simples:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Exercício nesta idade significa brincar: correr, pular, escalar coisas, jogar bola, que são atividades que envolvem impacto, repetição, velocidade, e isto estimula o osso. O que era um prazer diário, foi sendo esquecido na vida das grandes cidades. Mas o Rio de Janeiro tem bastante espaço, é preciso vencer a preguiça.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quem leva este conselho à risca é a Aline Motta, que diz que se o tempo está bom prefere não ficar em casa com seu filho Miguel, de 2 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; O Rio é uma cidade para se ficar ao ar livre. É bom que ele saia, vá ao parquinho, brinque, interaja com outras crianças. Noto que ele é ágil, cai muito pouco, sobe com facilidade no escorrega &amp;mdash; afirma Aline, durante um passeio no Baixo Bebê, na Lagoa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas como estimular a criança a se exercitar se os próprios pais são os mais sedentários? Um levantamento da Associação Brasileira de Academias no Rio (Acad-RJ) mostra que pais ativos têm 60% de chance de que seus filhos também o sejam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Sempre que possível, trago ela comigo &amp;mdash; conta Susana Vaz, durante caminhada na Lagoa com a filha Luísa, de 7 anos. &amp;mdash; Com a atividade, vejo que ela fica mais forte, com mais fome, mais ativa e ainda dorme melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre ficar em casa ou na rua, Luísa nem pensa para responder:&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Gosto mais de ficar do lado de fora &amp;mdash; afirma a menina, que ainda exemplifica uma de suas atividades favoritas: &amp;mdash; Andar de bicicleta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na rua ou na academia, o mais importante é que a criança se sinta à vontade. Esta é a recomendação do professor Paulo Roberto Gonçalves, coordenador de atividades coletivas da Academia Velox Fitness.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Nesta fase, é legal experimentar, deixar a criança passar por diferentes atividades. Depois, ela vai acabar optando por um &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &amp;mdash; afirma Gonçalves, que ainda alerta sobre o exercício adequado para cada caso:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Se a criança quiser sair de uma aula, respeite. Mesmo pequena, ela sabe do que gosta. O grande erro é o pai achar que ele deve escolher pelo filho. Dessa forma, quando adulto, ele pode acabar rejeitando a prática de exercícios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ainda segundo o professor, a atividade física pode trazer vários benefícios ao corpo, mas de nada adianta se a prática for chata. Portanto, vale ousar para agradar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com apenas 4 anos, Ana Laura Portes dá show na aula de patinação na Velox, e já faz planos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Ela gosta tanto que me fez comprar patins, e diz que quando eu estiver craque, vamos à escola patinando &amp;mdash; diverte-se a mãe, Daniela Portes.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/E9V9bVt2SkY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>26/07/2012 00:00:00 16:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55756</feedburner:origLink></item><item><title>Nem todo mundo se beneficia da atividade física, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/_exGjpyZFE0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ao contrário do que se pensa, nem todas as pessoas apresentam melhora na saúde com a prática de atividades físicas, sugere um novo estudo americano. De acordo com a pesquisa, 7% dos indivíduos podem ter piora em problemas cardíacos e diabetes com os exercícios.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 Porém, segundo os autores do trabalho, isso não deve incentivar as pessoas ao sedentarismo - o melhor nesses casos e buscar orientação profissional. As conclusões foram publicados nesta quarta-feira no periódico PLoS One.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, que são do Centro de Pesquisas Biomédicas Pennington, nos Estados Unidos, outros trabalhos já estabeleceram que cada pessoa responde de uma maneira aos exercícios físicos e apresentam melhora nos quadros de saúde em níveis diferentes. No entanto, ainda não estava claro se existem indivíduos que se prejudicam com a prática regular de atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nesse trabalho, a equipe se baseou em outras seis pesquisas sobre o tema que envolveram, ao todo, 1.687 adultos. Eles observaram as pessoas que mostraram uma piora em algum fator de risco para diversas doenças, como aumento da pressão sanguínea, dos níveis de colesterol e de resistência à insulina. Os pesquisadores concluíram que, com a prática frequente de atividade física, 7% dos participantes apresentaram reação em dois ou mais fatores de risco. Além disso, 8,4% das pessoas demonstraram piora no quadro de resistência à insulina, 12,2% na pressão sanguínea e 13,3% nos níveis de colesterol. A equipe não encontrou resultados diferentes entre homens e mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os autores do estudo, no entanto, não acreditam que esses resultados sejam suficientes para fazer com que as pessoas deixem de praticar atividades físicas, já que ainda não é conhecido o mecanismo pelo qual os exercícios podem prejudicar certos indivíduos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Precisamos identificar de que maneira os exercícios afetam essas pessoas para que a prática de exercícios possa ser personalizada", escreveram os autores no artigo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/_exGjpyZFE0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>veja.abril.com.br</author><pubDate>26/07/2012 00:00:00 16:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55755</feedburner:origLink></item><item><title>6 ideias para quem trabalha sentada se movimentar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/tVg_oaVzwdw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Nosso corpo foi desenvolvido para se movimentar. "O sedentarismo promove alterações metabólicas que podem resultar em infarto, acidente vascular cerebral, trombose, diabetes, hipertensão, ente outros males", diz Marcelo Godoi Cavalheiro, ortopedista (SP). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Por isso, se você trabalha sentada, é preciso compensar o organismo com a prática regular de atividade física nos horários fora do expediente ou dar um jeitinho de se movimentar enquanto trabalha. Comece já!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
1. Que tal ir trabalhar a pé ou de bicicleta?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
2. Utilize as escadas no lugar do elevador.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
3. Aproveite a hora do almoço para fazer uma caminhada leve.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
4. A cada hora trabalhada, faça uma pausa, ande, alongue. Vale ir até a mesa de uma amiga bater papo, encher a garrafinha d&amp;rsquo;água...&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
5.Leve sempre uma mochila com tênis e roupa leve para o trabalho. Se pintar uma brecha no horário, dá para correr até a academia ou um parque, sem desculpas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
6.Se você já passa muito tempo sentada, não faça o mesmo nas horas de lazer. Busque opções bem ativas, como dançar, praticar esportes ao ar livre...&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/tVg_oaVzwdw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 15:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55715</feedburner:origLink></item><item><title>Correr com orientação adequada diminui a dor nas costas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/ShzOuXW99WI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A dor nas costas é um termo popular para um trio de problemas bem conhecido da Medicina: a lombalgia, a cervicalgia e a dorsalgia. O nome identifica a região das costas em que o desconforto aparece: na coluna lombar (área mais baixa, próxima ao quadril); na coluna cervical (região do pescoço) ou na coluna dorsal (o meio da coluna,respectivamente.&lt;br /&gt;
 &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Dependendo da região das costas e da gravidade do problema, ele chega a gerar incapacidade funcional. Cerca de 80% da população, em todo o mundo, já teve ou irá ter dor nas costas ao longo da vida segundo a Organização Mundial da Saúde. O número só vem atrás do total de vítimas de dor de cabeça.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Praticada com acompanhamento adequado, a atividade física age de forma preventiva. Isso porque ela fortalece os músculos que dão sustentação à coluna e combate a obesidade (que exige demais do esqueleto).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas a falta de orientação pode transformar até os atletas saudáveis em alvo de algum problema nas costas. Excesso de peso, excesso de gordura abdominal, flacidez abdominal, encurtamento da musculatura posterior das pernas, encurtamento e/ou fraqueza da musculatura lombar e movimentos bruscos são as causas mais comuns de problemas de coluna entre os praticantes de corrida. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O uso de tênis e palmilhas inadequados também favorece o mal. Para se prevenir, alongue bastante os músculos atrás da coxa e das costas, na região lombar. E faça abdominais, porque é a musculatura desta região é importante na sustentação e estabilidade durante seus treinos de corrida, diminuindo a sobrecarga na musculatura lombar e paravertebral (todos os músculos em volta da coluna dorsal).&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/ShzOuXW99WI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.minhavida.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 15:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55713</feedburner:origLink></item><item><title>Você sabe respirar corretamente enquanto corre?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/y7qYu7MnK_Y/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A corrida é uma atividade aeróbia bastante exigente, que envolve o metabolismo do oxigênio como fonte de energia. Daí a grande importância na maneira como você respira enquanto corre: isso determina o consumo de calorias e o rendimento do seu treino.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas nada de paranóias. A respiração é algo natural e, portanto, vai variar seguindo as necessidades do seu corpo. Parado e sem se exercitar, seu corpo responde com a respiração nasal, que melhora a qualidade do ar que respiramos o nariz filtra e aquece o ar que vai chegar aos pulmões. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Só que, durante uma atividade física aeróbia de intensidade forte, a prioridade é suprir a necessidade maior de ar. Por isso, não se force a ficar de boca fechada. Combine inspirações pela boca e pelo nariz, de acordo com a necessidade do seu corpo.&lt;br /&gt;
Inspire, expire! &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Seu corpo revela se você está respirando direito&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
1. Olhe para o abdômen e para o peito: qual dos dois estufa primeiro? Se for o abdômen, perfeito. Do contrário, acalme-se e tente corrigir. A respiração pelo peito é chamada de curta ou alta. É de pouco fôlego e provoca ansiedade. No seu dia a dia, tente se observar. Treinando a respirar pela barriga, logo o exercício torna-se automático. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
2. Infle o abdômen na respiração e murche quando expirar. Solte o ar mais lentamente do que inspirou, aumentando a eliminação de gás carbônico e abrindo espaço nos pulmões para a entrada de oxigênio. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
3. A respiração correta faz o seguinte caminho: começa pelo abdômen, chega até a região das costelas e, por fim, atinge o tórax. Praticá-la é a melhor receita contra a famosa dor de lado , porque os movimentos diminuem a tensão no músculo do diafragma, envolvido na respiração. Quando a troca de ar é alta, este músculo é obrigado a se contrair e relaxar em intervalos muito curtos, gerando um espasmo espécie de cãibra que ocasiona a terrível dor na lateral do abdômen.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/y7qYu7MnK_Y" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.minhavida.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 14:59:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55712</feedburner:origLink></item><item><title>21 minutos contra a depressão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/4JgGSEgkdxw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo da Universidade Southern Methodist, de Dallas, nos EUA, conseguiu identificar a quantidade diária necessária de exercício físico capaz de proteger contra a depressão: apenas 21 minutos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o pesquisador responsável pelo estudo, Jasper Smiths, a prática de exercícios parece atuar em neurotransmissores específicos do cérebro como os antidepressivos, ajudando pessoas a restabelecer comportamentos positivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A liberação da serotonina e da dopamina em maior quantidade resulta em um efeito protetor contra a dor e também em mais felicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;É importante encontrar uma atividade prazerosa e que possa ser mantida a longo prazo e não somente até que os sintomas sejam amenizados&amp;rdquo;, explica Ricardo Wesley [CREF 070539-G/SP], professor da Cia Athletica (unidade Estádio do Morumbi). Os exercícios aeróbios são os mais indicados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A prática de exercícios também proporciona um benefício social aos pacientes, uma vez que induz a uma interação do paciente com outros pessoas&amp;rdquo;, completa Dario Mathias [CREF 048279-G/SP], da Bodytech (unidade Eldorado).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tempo é sete minutos inferior ao preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para quem quer sair do sedentarismo.&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Manter-se ativo é importante não somente pelo lado psicológico, mas para prevenir problemas como hipertensão, diabetes e dores na coluna. Assim podendo viver uma vida mais longa e saudável&amp;rdquo;, diz o professor, avaliando que vale a pena esticar o treino uns minutinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cerca de 5% da população mundial tem ao menos um episódio de depressão anualmente. A doença psiquiátrica aumenta o risco de infarto, porque o paciente deprimido sofre alterações neuroendócrinas e imunológicas graves.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Veja o que você pode fazer nesse tempo:&lt;br /&gt;
- Caminhada: o cérebro libera dopamina e serotonina durante a atividade. A caminhada, por não ser competitiva, é ideal para quem quer começar. Além disso, pode ser praticada pela grande maioria da população em qualquer lugar, sem implicar custos. Também é fácil de ser inserida na rotina. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Corrida leve: também é um ótimo exercício, com os mesmos benefícios que a caminhada, mas exige força de vontade e perseverança. Também demanda um pouco mais de condicionamento físico do que uma simples caminhada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Bicicleta: é um ótimo exercício aeróbcio, e, portanto, traz todos os benefícios da caminhada ou da corrida. Mas, pedalar tem um ganho extra: é mais dinâmico e passear por paisagens diversas pode trazer uma maior sensação de bem-estar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Ioga: os movimentos da ioga tem ação direta no sistema nervoso central e trazem um grande relaxamento. A sensação de prazer, alívio e paz protege contra a depressão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Musculação: os exercícios de força melhoram o bem-estar, por isso também podem ser uma boa opção para quem quer se proteger contra a depressão. Além disso, o corpo fica mais firme, melhorando a autoestima.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/4JgGSEgkdxw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 14:54:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55642</feedburner:origLink></item><item><title>Exercícios físicos garantem qualidade de vida aos portadores de HIV e AIDS </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/AHs4T8SyjZs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O envelhecimento da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o portadora de HIV e AIDS &amp;eacute; um fato relativamente novo no pa&amp;iacute;s, mas j&amp;aacute; atrai a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos profissionais de sa&amp;uacute;de, preocupados com a qualidade de vida destes pacientes. Se por um lado o tratamento antirretroviral garante a sobrevida de muitos anos, &amp;eacute; justamente o uso prolongado do coquetel e a presen&amp;ccedil;a do v&amp;iacute;rus que aceleram o processo de envelhecimento, com todas as suas consequ&amp;ecirc;ncias sobre o organismo. A pr&amp;aacute;tica de exerc&amp;iacute;cios f&amp;iacute;sicos regulares tem se mostrado uma boa aliada para a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade de vida dos pacientes com HIV e AIDS.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a m&amp;eacute;dica geriatra Dra. Janise Lana Leite(CRM 126.876), &amp;ldquo;pesquisas t&amp;ecirc;m mostrado que os idosos portadores de HIV e AIDS t&amp;ecirc;m maior preval&amp;ecirc;ncia de fatores de risco cardiovascular, lipodistrofia e baixa densidade mineral &amp;oacute;ssea&amp;rdquo;. A partir desta constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a pr&amp;aacute;tica de exerc&amp;iacute;cios f&amp;iacute;sicos regulares e supervisionados pode contribuir para o tratamento de longo prazo dos portadores de HIV, &amp;ldquo;uma vez que atua nos fatores de risco cardiovascular e osteomuscular, al&amp;eacute;m de contribuir com uma mudan&amp;ccedil;a comportamental que influencia positivamente na ader&amp;ecirc;ncia ao tratamento medicamentoso&amp;rdquo; explica a m&amp;eacute;dica, da Academia Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Exerc&amp;iacute;cio &amp;ndash; especializada em muscula&amp;ccedil;&amp;atilde;o para idosos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O professor de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica Carlos Alberto A. Silva [CREF 070540-G/SP], diretor da Academia Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Exerc&amp;iacute;cio, garante que a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de treinamentos concorrentes (muscula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e exerc&amp;iacute;cios aer&amp;oacute;bicos combinados) proporciona melhora significativa dos par&amp;acirc;metros cardiorrespirat&amp;oacute;rios e muscular dos alunos portadores do v&amp;iacute;rus. &amp;ldquo;Mesmo sem impacto direto no aumento do T CD4+ e na diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga viral, tais resultados s&amp;atilde;o altamente favor&amp;aacute;veis para a qualidade de vida do portador do HIV e AIDS&amp;rdquo;, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em junho deste ano o Minist&amp;eacute;rio da Sa&amp;uacute;de lan&amp;ccedil;ou um manual de recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a pr&amp;aacute;tica deatividades f&amp;iacute;sicas para pessoas vivendo com HIV e AIDS. Dirigido aos profissionais de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica e Sa&amp;uacute;de, o manual visa principalmente a preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o controle de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es metab&amp;oacute;licas, j&amp;aacute; que um dos problemas recorrentes de quem vive com HIV e AIDS e que pode ser minimizado com a pr&amp;aacute;tica de exerc&amp;iacute;cios f&amp;iacute;sicos &amp;eacute; a lipodistrofia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A s&amp;iacute;ndrome, caracterizada por altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na redistribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da gordura corporal, pode ocorrer, em maior ou menor grau, em at&amp;eacute; 50% dos pacientes de AIDS, de acordo com estudos internacionais. A lipodistrofia se manifesta como perda de gordura (lipoatrofia) nas pernas, bra&amp;ccedil;os, rosto e bumbum ou ganho de gordura (lipohipertrofia) no abd&amp;ocirc;men, mamas, parte superior das costas (giba) e na mand&amp;iacute;bula (papada). &amp;Eacute; resultado de um soma de fatores: gen&amp;eacute;tica, sedentarismo, a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;oacute;prio HIV e dos medicamentos antirretrovirais. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/AHs4T8SyjZs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 14:52:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55641</feedburner:origLink></item><item><title>COB lança Academia de Treinadores </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/hhBpRcyejsQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Comit&amp;ecirc; Ol&amp;iacute;mpico Brasileiro (COB) lan&amp;ccedil;ou, em 11 de julho, a Academia Brasileira de Treinadores (ABT), com o objetivo de melhorar o sistema de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o esportiva e preencher a car&amp;ecirc;ncia na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do t&amp;eacute;cnico de alto rendimento no Brasil.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O curso vai ser desenvolvido atrav&amp;eacute;s de oito m&amp;oacute;dulos presenciais, outros tr&amp;ecirc;s &amp;agrave; dist&amp;acirc;ncia e mais um m&amp;oacute;dulo de est&amp;aacute;gio, voltados para &amp;aacute;reas de Esporte de Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Esporte de Rendimento. Depois de 23 meses de aulas, os t&amp;eacute;cnicos ser&amp;atilde;o certificados atrav&amp;eacute;s de um brev&amp;ecirc;. As primeiras modalidades atendidas pelo curso ser&amp;atilde;o atletismo, gin&amp;aacute;stica art&amp;iacute;stica e nata&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os interessados em ingressar nos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da ABT devem ser profissionais de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, devidamente registrado no respectivo Conselho Regional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica e tamb&amp;eacute;m na Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da respectiva modalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- N&amp;oacute;s temos uma lacuna na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de treinadores e esperamos diminuir isso com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Academia. At&amp;eacute; mesmo para que aconte&amp;ccedil;a essa forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;eacute;cnicos. Com isso, multiplicar&amp;iacute;amos todo esse conhecimento - explicou Marcus Vinicius Freire, superintendente executivo de esportes do COB.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Coordenadora da sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira de gin&amp;aacute;stica (CBG), Georgette Vidor (CREF 003715-G/RJ) tamb&amp;eacute;m elogiou a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Academia e disse vai concorrer a uma vaga.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- A gin&amp;aacute;stica do Brasil teve medalhas, mas n&amp;oacute;s n&amp;atilde;o temos um escola de gin&amp;aacute;stica. Isso &amp;eacute; muito importante. N&amp;oacute;s n&amp;atilde;o temos uma escola de treinadores. Sempre prestigiamos os atletas e tudo &amp;eacute; feito em volta deles. Os treinadores acabam passando. Esse &amp;eacute; um ponto de mudan&amp;ccedil;a significativa para criar uma estrutura ol&amp;iacute;mpica - declarou Georgette.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/hhBpRcyejsQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.confef.org.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 14:50:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55640</feedburner:origLink></item><item><title>Viciados em exercício físico: quanto o saudável se torna não saudável</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/3-VxZVp7xSA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Talvez você ache que não existe essa de &amp;ldquo;se exercitar demais&amp;rdquo;, mas existe. Como quase tudo na vida, exercício físico faz bem quando é na medida certa: nem mais, nem menos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando a pessoa faz poucos exercícios, não obtêm da atividade os benefícios de saúde que deveria. Esse é um caso bem conhecido na sociedade atual, na qual a obesidade se tornou uma epidemia, principalmente por conta de maus hábitos alimentares e falta de exercício físico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas e quando a pessoa faz muito exercício físico? &amp;ldquo;Exercício é como uma droga, se você não faz o suficiente, não obtêm os benefícios, mas se faz muito, passa a ter problemas&amp;rdquo;, explica Geralyn Coopersmith, diretora nacional do Equinox Fitness Training Institute, instituto de treino e atividade física.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O vício&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Segundo profissionais da saúde, o vício em atividade física geralmente vem acompanhado de outros vícios. &amp;ldquo;Talvez eles também sejam comedores compulsivos, ou festeiros demais&amp;rdquo;, diz Amy Dixon, instrutora de educação física.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a Revista da Associação Médica Americana, normalmente, praticar exercícios físicos ou fazer sexo já triplica o risco de uma pessoa ter ataque cardíaco nas horas seguintes ao esforço &amp;ndash; principalmente para quem não faz essas atividades com frequência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Imagine então quem exagera. Segundo Amy, se a pessoa malha dois períodos por dia, está se exercitando além da conta, e, consequentemente, o corpo está &amp;ldquo;apanhando&amp;rdquo;. Isso porque, apesar das pessoas acharem que quanto mais exercício físico, melhor, o excesso de atividade pode causar tendinite e outras lesões, fadiga extrema, irritabilidade, mau humor, ritmo cardíaco elevado mesmo em repouso, febre, dores de cabeça constantes, insônia, dor muscular grave, bem como desempenho diminuído.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em casos mais extremos, o excesso de peso levantado (para quem exagera na musculação, por exemplo), pode interferir nos ossos e articulações, causando lesões ortopédicas graves, assim como o excesso de atividades aeróbicas pode sobrecarregar o coração, aumentando a espessura de suas paredes e a frequência cardíaca, o que pode ser fatal. Por fim, o excesso de exercícios físicos também causa envelhecimento precoce por conta da alta produção de radicais livres, o que é o oposto do que o preocupado com a &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; quer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esses sinais de que a pessoa anda exagerando são claramente não saudáveis. Ou seja, essa é a deixa para você perceber que a atividade está deixando de lhe fazer bem. &amp;ldquo;Existem tantos benefícios em se exercitar, mas se você faz isso excessivamente, os maiores benefícios, como o bom humor e sono melhor, começam a desaparecer&amp;rdquo;, argumenta a fisiologista Jessica Matthews.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E quem se enquadra bastante nessa categoria são os próprios profissionais de educação física, já que &amp;ldquo;treinar em excesso&amp;rdquo; é um risco da profissão. &amp;ldquo;Muitos instrutores de fitness e personal trainers caem nessa categoria, porque é nosso trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Conheço instrutores que dão mais de 30 aulas por semana&amp;rdquo;, conta Amy.&lt;br /&gt;
E como tratar tal problema? Para os profissionais de educação física, é questão de administração profissional. Como outros trabalhos que possuem seus perigos próprios, as pessoas devem se programar para prevenir ao máximo consequências ruins.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para os viciados em exercício, uma ajuda profissional pode ser bem-vinda. Além de escutar o seu instrutor de educação física, que sabe o quanto você pode &amp;ndash; deve &amp;ndash; se exercitar, como acontece com qualquer outro vício, uma visita ao psicólogo pode ser o incentivo que você precisa para mudar de atitude. Lembre-se: com a saúde não se brinca. Procurar um médico especialista é a melhor solução.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/3-VxZVp7xSA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 19:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55466</feedburner:origLink></item><item><title>Exercício aeróbico rejuvenesce até 12 anos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/wRoU7Om4O5A/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Dr. R. J. Shephard da Universidade de Toronto em Ontário, Canadá e seus colegas publicaram um artigo no periódico científico British Journal of Sports Medicine onde revisaram estudos sobre esta questão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Exercícios aeróbicos regulares aumentam a habilidade do corpo de captar oxigênio e utilizá-lo, mas a capacidade aeróbica máxima de uma pessoa declina com a idade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com Shephard, estudos sobre a resposta do treinamento aeróbico em pessoas mais velhas mostraram que se exercitar, especialmente com atividades físicas intensas por períodos mais longos, pode aumentar o poder aeróbico. Em realidade, sete estudos sobre este tipo de exercício descobriram que a capacidade aeróbica das pessoas aumentou 25%, o equivalente a 12 anos de perda de forma física.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Baseado nesta revisão, Shephard concluiu que pessoas mais velhas que fazem treinamento aeróbico progressivo podem manter a independência por mais tempo, pelo fato de atrasarem o relógio biológico na perda da forma aeróbica que ocorre com a idade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outros pontos positivos da forma aeróbica incluem a redução de riscos de doenças sérias, recuperação mais rápida depois de ferimentos ou doenças e redução de riscos de quedas devido à manutenção da força muscular, equilíbrio e coordenação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Ali se mostra a necessidade de esclarecer a importância da deterioração na forma física relativa com outras causas potenciais de dependência, mas, de um ponto de vista prático, atividade aeróbica regular pode ajudar em muitas questões de ambas as perdas: funcionais e doenças crônicas&amp;rdquo;, ele escreveu.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/wRoU7Om4O5A" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 19:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55465</feedburner:origLink></item><item><title>Qual corrida gasta mais calorias: esteira ou ao ar livre?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/0lpe4OHiVLY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Esteira&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Centro de gravidade&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Fica estático. Para manter a estabilidade, a corredora move a perna de apoio para a frente do centro de gravidade&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resistência ao vento&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Não há&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Músculos&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A função é reposicionar as pernas para a frente e manter o centro estável. Trabalha-se mais a região da coxa&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ritmo&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Constante, ditado pela esteira&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Consumo de oxigênio&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Menor que correr na rua no mesmo ritmo&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Passadas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Geralmente, são mais longas&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ao ar livre&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Centro de gravidade&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Ele é deslocado a cada passada. As pernas criam forças propulsivas, que aceleram o centro e o movem para a frente&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resistência ao vento&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Representa um esforço até 10% maior&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Músculos&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Exercita-se mais a musculatura posterior da coxa, já que é preciso empurrar o chão para baixo e para trás&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ritmo&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Oscila de acordo com a inclinação das ruas e o cansaço da corredora&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Consumo de oxigênio&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Até 10% maior que na esteira, graças à resistência do ar e o maior trabalho muscular&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Passadas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Ficam mais curtas&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/0lpe4OHiVLY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 17:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55439</feedburner:origLink></item><item><title>3 motivos para começar a praticar musculação já!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/2osBKk9BPio/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A ideia de que praticar musculação deixa o corpo masculinizado não é verdade. Isso só acontece se você exagerar no treino. Se for feita adequadamente, a musculação só oferece benefícios, como queimar calorias em tempo recorde. Confira:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Musculação queima mais calorias que aeróbicos&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Um estudo realizado pela Universidade de Penn State, nos Estados Unidos, concluiu que puxar ferro pelo menos três vezes por semana queima cerca de 40% a mais de gordura do que o mesmo tempo de exercício aeróbico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Musculação acelera o metabolismo&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Uma outra pesquisa, realizada pela Universidade de Maine, também nos Estados Unidos, mostrou que a prática deixa o organismo acelerado por aproximadamente 40 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;  &lt;br /&gt;
Aumenta o bem-estar&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A musculação ajuda a controlar o estresse, melhora o humor, regula o ritmo cardíaco, desenvolve a memória, o raciocínio e o foco. Há ainda pesquisadores que dizem que quem faz musculação fica até 15% mais tolerante com os colegas, além de aumentar a produtividade no trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/2osBKk9BPio" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 17:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55438</feedburner:origLink></item><item><title>Cama elástica queima calorias e turbina os músculos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/uSBZ_X_r3Vc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os exercícios na cama elástica, ou minitrampolim, dão pique de sobra para realizar as tarefas ao longo do dia. "Por ser um exercício aeróbico, aumenta o condicionamento físico e melhora o funcionamento do sistema cardiorrespiratório. Vale lembrar que antes de iniciar qualquer atividade física, você deve procurar seu médico e um educador físico, ok?", alerta Guga Binotto, personal trainer e especialista em emagrecimento (RS)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
1. O minitrampolim não ocupa espaço. O acessório tem, em média, uma largura de 92 centímetros e profundidade de 20 centímetros. E ainda há versões dobráveis. Portanto, é possível guardá-lo facilmente em qualquer lugar da casa ou até mesmo escondê-lo embaixo da cama.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
2. Deixa o corpo durinho. Os movimentos ajudam a tonificar a musculatura, principalmente, membros inferiores (coxas, panturrilhas, bumbum e músculos da região do quadril).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
3. Afasta lesões. Os exercícios fortalecem a região de musculatura flexora do quadril, que é fundamental para proteger os joelhos e tornozelos. "De acordo com um estudo da Universidade de Oklahoma (EUA), a lona elástica absorve 87% dos impactos. O fortalecimento muscular da área do quadril contribui diretamente para uma melhor estabilidade do corpo", conta Guga Binotto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
4. Deixa a barriga durinha. Por causa do esforço que a cama elástica demanda do abdome para manter o equilíbrio, a musculatura do core &amp;ndash; conjunto de músculos abdominais e dorsais que, juntamente aos do quadril, formam o núcleo do corpo &amp;ndash; é altamente trabalhada. A estrutura também é responsável pela manutenção da postura e proteção da coluna contra impactos e sobrecargas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
5. Desenvolve a coordenação motora e descontração durante a execução dos movimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
6. Melhora a circulação sanguínea e do sistema linfático, contribuindo para o combate da celulite.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
7. Fortalece os músculos das pernas e do bumbum e dos tecidos ósseos, prevenindo a osteoporose.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
8. Pode ser praticado por pessoas de diferentes níveis de condicionamento físico, desde iniciantes até as mais avançadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
9. É muito mais barato do que uma esteira residencial. O minitrampolim pode ser encontrado com valores entre R$ 150 e R$ 350, enquanto uma esteira custa, em média, R$ 1 mil, e necessita de muito mais espaço.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
10. Você malha e se diverte. Além de todos os benefícios que a cama elástica faz pelo seu corpo, esse treino ainda tem gostinho de infância, da época em que você pulava na cama da mãe ou brincava com as outras crianças no jardim. Outra vantagem é que você pode pular ouvindo música ou assistindo TV, e o treino não cai na rotina. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/uSBZ_X_r3Vc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 17:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55437</feedburner:origLink></item><item><title>Caminhar é o exercício preferido dos brasileiros, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/45Lz5MUiDHw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa realizada pela Proteste (associação civil que tem por objetivo a defesa do consumidor no Brasil) revelou que caminhar é o exercício preferido dos brasileiros. A atividade foi escolhida por 44% das mulheres e 41% dos homens entrevistados.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo analisou os hábitos esportivos de quase 7 mil adultos do Brasil, da Espanha e da Itália. Comparado a esses países, o índice de sedentarismo brasileiro é o mais alto. Além disso, um quarto de nossa população não faz qualquer atividade física há mais de uma década.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre os entrevistados sedentários, a maioria afirma ter vontade de retomar as atividades físicas. Porém, quanto maior o período em que a pessoa está parada, mais difícil é voltar a se exercitar, pois à medida que o tempo passa o estímulo diminui.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Ainda assim, seis em cada dez brasileiros garante que pratica alguma atividade física regularmente. Além da caminhada, futebol, musculação, pilates e ioga também estão entre os exercícios mais praticados.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/45Lz5MUiDHw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55363</feedburner:origLink></item><item><title>Exercícios que aumentam a concentração e diminuem o cansaço</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/YylJDioeSIU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios aeróbicos rápidos e alongamentos, durante o dia, ajudam a despertar e a manter a concentração, evitando aquela sonolência no meio da tarde. Márcio Scomparin, gerente-técnico da Monday Academia (SP), indica subir e descer um lance de escada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, tal atividade aumenta a frequência cardíaca e a temperatura corporal contribuindo para um corpo mais desperto. Outra alternativa é alongar-se. Confira o passo a passo:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; De pé, estenda os braços na direção do teto e mantenha-os erguidos por 15 segundos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Posicione a mão direita na nuca. Puxe o cotovelo flexionado para a esquerda por trás da cabeça. Depois, inverta a posição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Entrelace os dedos das mãos atrás das costas, com as palmas viradas para baixo. Flexione o tronco, estendendo os braços. Mantenha o olhar fixo para a frente.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/YylJDioeSIU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:32:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55362</feedburner:origLink></item><item><title>10 motivos para adotar uma bike</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/sCYe2035LQ8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Que tal desencanar um pouco da bicicleta ergométrica e trocar o carro pelo menos um dia pela bike? Veja 10 motivos para sair pedalando por aí:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Melhora a saúde&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Segundo o professor Kleber Franco, da Academia Competition (SP), andar de bicicleta melhora o condicionamento cardiovascular, fortalecer as articulações, músculos dos membros inferiores, músculos do ombro, braço, antebraço, abdominais e extensores de coluna. &amp;ldquo;A modalidade contribui para melhorar a circulação do sangue no corpo, regula os batimentos cardíacos e contribui para um coração saudável", explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Tonifica as curvas&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Para quem quer trabalhar quadríceps (musculatura posterior de coxa), panturrilha, glúteos, abdômen ou extensores de coluna, este é o &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; certo. &amp;ldquo;Quando pedalamos em rampas, estes músculos são mais solicitados, principalmente os glúteos&amp;rdquo;, completa Franco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Engrossa as pernas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Segundo Franco, é possível sim engrossar a pernas andando de bicicleta, mas isso depende da carga que se aplica durante a pedalada. "Aumentando a resistência no pedal, consequentemente aumentamos o esforço e teremos um tônus muscular maior", explica Franco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Ajuda a emagrecer &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Andar de bicicleta também pode ajudar na batalha contra a balança. "Como é considerada uma atividade aeróbica,  se a pessoa andar, em média, 1h por dia e associar uma alimentação saudável, com certeza essa  terá a redução de peso", explica Franco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Vá ao trabalho pedalando&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Se a pessoa não morar muito longe, pode ir trabalhar pedalando. "Escolha uma bike adequada para o seu tipo físico e necessidades principais.Também se lembre de ter sempre por perto um bom cadeado para prender a bicicleta em locais públicos e estacionamentos privados", alerta Fernanda Machado, membro do coletivoCRU, união colaborativa de ações urbano-artísticas ligadas ou não à bike.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. Bike e metrô combinam&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;"Em São Paulo, alguns metrôs possuem estacionamento para bikes, facilitando assim o usuário de pedalar, estacionar e depois seguir seu caminho pelo metrô ou ônibus. O metrô também permite o transporte da bike em suas estações em todos os dias da semana, em horários determinados", afirma a designer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. Andar de bike é mais barato&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Andar de bicicleta pode ser até seis vezes mais econômico do que andar de carro e três vezes mais barato que o ônibus, segundo a conclusão do engenheiro Marcelo Daniel Coelho do Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Os gastos com a bike são mínimos e dá para economizar no estacionamento, mecânico, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;8. Minimiza as emissões de gases de efeito estufa&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Andar de bicicleta não exige motores, nem emite gases ofensivos ao meio ambiente. A única energia usada é a do seu próprio corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;9. Sensação de liberdade&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Ir e vir de bicicleta não prende a pessoa com cintos, muito menos em trânsitos quilométricos. É possível só dar uma voltinha na praça, como também atravessar a cidade e conhecer pessoas novas. &amp;ldquo;Viver na cultura de bike como transporte faz a pessoa mais livre, independente de carro, ônibus, taxi, etc. Quem pedala todos os dia um pouco, nem que seja pequenas distâncias, está sempre bem disposta, com energia renovada. Por ser quase uma extensão do corpo, a bike humaniza as pessoas e faz com que elas enxerguem os próprios limites. Assim, acabam respeitando mais os limites das outras pessoas&amp;rdquo;, completa Fernanda .&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;10. Permite conhecer novos lugares e pessoas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Apostar nas pedaladas permite conhecer novos lugares e pessoas. É possível aproveitar uma volta na praça, assim como se arriscar a uma nova aventura na cidade. A dica pra quem quer começar, é apostar nos grupos de bike. Que tal?&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/sCYe2035LQ8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55361</feedburner:origLink></item><item><title>3 movimentos para melhorar sua resistência física</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/8Mecjj7UFd0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você sente que, quando está treinando, a falta de fôlego a impede de alcançar um desempenho melhor? Então prepare o seu corpo praticando, de três a quatro vezes por semana, a série proposta por Alessandra Dianin, professora da academia Bio Ritmo (SP), com 3 movimentos para melhorar sua resistência física.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Corda&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;De pé, pernas semiflexionadas e abertas na linha dos ombros, braços estendidos ao lado do corpo, segurando cada extremidade da corda com uma das mãos. Posicione a corda atrás dos pés e rotacione-a para a frente, passando a corda por cima da cabeça, e salte com os dois pés juntos quando ela tocar o chão. Faça o exercício por 10 minutos, intercalando 2 minutos de atividade e 2 de descanso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Step&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;De pé atrás do step, pernas paralelas e braços estendidos ao longo do tronco. Flexione uma das pernas e suba no step, certificando-se de pisar no centro da plataforma. Suba o outro pé e desça, apoiando uma perna de cada vez no chão. Volte ao início e recomece com a outra perna. O exercício também pode ser feito nas escadas da sua casa ou prédio. Realize-o por 10 minutos, intercalando 1 minuto de atividade e 1 de repouso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Jump&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Em cima do minitrampolim, com as pernas semiflexionadas e os braços estendidos ao longo do corpo. Flexione os joelhos enquanto empurra a lona elástica para baixo. A resistência do tecido a impulsiona para cima. Não é preciso pular, apenas empurre a lona com os pés. Execute 10 minutos sem intervalo.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/8Mecjj7UFd0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 17:50:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55330</feedburner:origLink></item><item><title>Atividade física ajuda a retardar o surgimento de varizes e vasinhos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/6jqSiU0JUyI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Bem Estar deu dicas de exercícios para evitar vasinhos ou varizes e mostrou tratamentos que ajudam a eliminá-los. O principal fator determinante para o surgimento desse problema é a pré-disposição genética.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em algum momento da vida, eles podem ou até devem aparecer, mas a boa notícia é que esse surgimento pode ser retardado com bons hábitos de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os vasinhos são capilares da pele que se dilatam inexplicavelmente, de cor avermelhada ou arroxeada, que podem aparecer em diferentes locais do corpo, como rosto, colo, seios, abdômen, costas, pernas e pés. Já as varizes são veias superficiais dilatadas e tortuosas, de cor roxo-azulada ou esverdeada, que surgem ao longo das pernas e dos pés e podem causar dor e inchaço.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vasinhos podem ou não estar relacionados com as varizes. Quando isso acontece, são as veias que os alimentam. Um indício de que isso pode estar ocorrendo é quando a pessoa seca o vasinho, mas sempre aparecem outros na mesma região.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Existem algumas técnicas que evidenciam essa possível relação. Pode-se usar a descompressão da região (o médico aperta e solta a pele), visualização direta e aparelhos que enxergam essas veias. Os vasinhos não causam nenhum dano à saúde, a não ser estético. &lt;br /&gt;
Já as varizes, quando progridem muito, podem provocar úlceras na perna (atrofia a pele da perna), feridas enormes e provocar trombose.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ficar muito tempo em pé ou muito tempo sentado pode acelerar o aparecimento de varizes e vasinhos porque uma maior quantidade de sangue desce para as pernas e as veias trabalham contra a força da gravidade. Esse esforço faz com que a parede das veias se dilate, fiquem &amp;ldquo;frouxas&amp;rdquo; e acumulem sangue.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma musculatura forte e que está em constante movimento de contração ajuda no retorno venoso, por isso é importante fazer atividade física e não ficar na mesma posição por muito tempo. No caso das varizes, o uso de anticoncepcionais também pode ser um fator determinante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vasinhos e varizes são mais comuns em mulheres: aproximadamente 15% delas têm ou vão ter ao longo da vida em algum grau. Mas também acometem homens. Estudos mostram que para cada 4 mulheres com o problema, há um homem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como eliminar os vasinhos&lt;br /&gt;
A injeção de produtos que irritam os vasos (glicose, espumas, etc.) faz os vasinhos secarem, mas pode ser usado também um laser que promove uma irritação térmica (cauteriza). O tratamento é feito em sessões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Antigamente os pacientes faziam de 10 a 20 sessões. Hoje, com o auxílio de novos sedativos de pouco efeito colateral, a pessoa consegue terminar o tratamento em até três sessões. A única restrição é não tomar sol por 30 dias por causa dos hematomas que as aplicações provocam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como eliminar as varizes&lt;br /&gt;
Depende do tamanho. Pode-se usar a cauterização com cateter de radiofreq&amp;uuml;ência, laser ou a cirurgia de retirada da veia. As veias que mais causam problemas são as safenas (temos duas em cada perna), mas as varizes podem ocorrer em outras veias superficiais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Entenda a circulação&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O sangue desce pelas artérias e sobe pelas veias. Quando estamos deitados, esse trabalho é feito sem nenhum esforço. Quando estamos sentados ou em pé parados, o sangue sobe com mais dificuldade porque está trabalhando contra a gravidade. Quando estamos em movimento, contraindo os músculos da perna, a contração ajuda a empurrar o sangue para cima de volta. Atividade física ajuda no bombeamento sanguíneo de todo o nosso corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A panturrilha é o coração da perna. É preciso mobilizar, fortalecer e alongar os músculos dessa região para ajudar o retorno venoso. A contração do músculo posterior da panturrilha ajuda a empurrar o sangue pra cima sem forçar muito as veias que fazem o trabalho de devolver o sangue ao coração.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os exercícios são ótimos para retardar o aparecimento de vasinhos e varizes para quem tem pré-disposição a esse problema. Servem para pessoas que trabalham muito tempo sentadas, em pé ou dona de casa que passa muito tempo em pé passando roupa ou lavando louça.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exercícios&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Para quem está sentado e não pode levantar, a dica é ficar na ponta dos pés e abaixar o calcanhar por cinco vezes. Na mesma posição, a pessoa pode alongar o músculo com a ponta do pé para cima por 10 segundos. Tirar o pé do chão e fazer movimentos circulares de tornozelo também pode ajudar. O ideal é fazer esses movimentos a cada duas horas, pelo menos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para quem fica muito tempo em pé ou pode levantar durante as atividades do dia, o indicado é marchar na ponta dos pés (10 vezes cada perna) e subir e descer na ponta dos pés. Levantar para ir até o café, subir e descer escadas, caminhar um pouco também ajuda.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/6jqSiU0JUyI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 17:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55329</feedburner:origLink></item><item><title>Dicas para aproveitar ao máximo sua caminhada ao ar livre</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/IUib4bjOveM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Faça um check-up&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Vá ao cardiologista e faça uma avaliação. "Consulte, também, um ortopedista, para descobrir, por exemplo, se os joelhos estão aptos à atividade que você quer fazer", explica Ronaldo Martinelli, professor da academia Bio Ritmo (SP).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fuja do sol!&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Prefira caminhar até as 10 horas da manhã ou depois das 16 horas. E use o protetor solar, mesmo se o tempo estiver fechado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Invista em um bom par de tênis&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
O sistema de amortecimento, que reduz o impacto da pisada, protege as articulações e evita problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Escolha roupas confortáveis!&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Vista um top com alças grossas e firmes, mas que não aperte demais. A sustentação dos seios é essencial. Quanto ao short ou a calça, prefira os mais soltinhos, que deem liberdade aos movimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Hidrate-se&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Beber bastante água durante a caminhada é essencial, porque ela vai sendo perdida na forma de suor. Tenha sempre um squeeze a tiracolo para a reposição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Capriche na escolha do local&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Para quem está começando, um terreno muito duro, irregular ou íngreme contribui para problemas nas articulações. A pessoa força uma determinada região e pode, por exemplo, desenvolver uma tendinite ou sofrer uma torção no tornozelo. "Se você ainda não está acostumada a fazer caminhadas, prefira a grama ou até mesmo a esteira", aconselha Ronaldo Martinelli. Cuidado também com os buracos e as valetas das ruas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/IUib4bjOveM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 18:56:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55243</feedburner:origLink></item><item><title>Treino antiflacidez com bosu</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/8j7YYTicB7c/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A flacidez - falta de definição e firmeza muscular - não poupa nem mesmo as magrinhas. Afinal, de nada adianta estar em dia com a balança se os músculos estiverem molengas, não é mesmo? Nossa proposta para atacar em cheio essa inimiga das curvas femininas é um treino poderoso antiflacidez com o bosu.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Você já deve ter visto esse acessório, que lembra um meio círculo, por aí. O bosu é bastante utilizado, por exemplo, nas aulas de pilates, e seu maior trunfo é causar uma instabilidade durante a prática de exercícios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Com esse desequilíbrio, a praticante vai muito além de uma simples contração muscular. Ela tem de recrutar os músculos mais profundos, que não costumamos utilizar muito no dia a dia. Assim, vai fortalecer o corpo todo e ganhar tônus, combatendo a flacidez", conta Rafael Ribeiro, professor da Monday Academia (SP), personal trainer responsável pelo site Exercícios em Casa e quem criou o nosso supertreino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nomenclatura bosu é uma sigla da expressão both sides up, que em português significa "ambos os lados para cima". Isso porque o acessório pode mesmo ser usado dos dois lados: tanto com a parte plana para baixo, quanto a oval.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De um jeito ou de outro, cara leitora, se prepare: você vai precisar de foco e equilíbrio para realizar os exercícios. Uma dica? "Concentre-se no core, o centro de força do corpo, que compreende abdome, quadril e lombar", diz Rafael Ribeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O resultado vai compensar: tudo durinho e no lugar. Quem é que não quer, hein? E se o seu objetivo é perder medidas, além de tonificar a musculatura, o ideal é combinar o treino com o bosu a um exercício aeróbico como caminhada, corrida, bike, transport...&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/8j7YYTicB7c" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 18:50:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55242</feedburner:origLink></item><item><title>Como evitar calos e bolhas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/fLn4iY0-mus/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem pratica esportes já sofreu ao menos uma vez com bolhas ou calos nos pés ou nas mãos. A fricção contra o tênis e o atrito entre os dedos são as principais causas desses doloridos incômodos. Marcos Bonassi, dermatologista (SP), explica como evitar calos e bolhas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Bolha&lt;br /&gt;
O que é?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Descolamento da epiderme após um trauma mecânico (atrito) ou físico (queimadura por calor ou frio).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como evitar?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Use meias grossas com tecidos respiráveis, feitas de fibras naturais. Às vezes, as bolhas aparecem entre os dedos dos pés, dependendo do formato dos dedos e da pisada da pessoa. Utilizar um tênis adequado também ajuda a reduzir o risco. No início, a bolha é dolorosa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como tratar?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Reduza a atividade física que está causando o atrito. Entre 24 e 48 horas, a pessoa pode furar a bolha, com agulha esterilizada, e envolver a região com um curativo macio, tipo gaze ou algodão. Mantenha o local limpo e, no banho, utilize sabonete normal. Você pode fazer compressas de água boricada ou banhos de permanganato de potássio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Calos&lt;br /&gt;
O que é?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Espessamento da epiderme, com o objetivo de proteger a pele. Aparece em regiões de atrito constante e repetido.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como evitar?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Tente reduzir ao máximo o atrito. Às vezes, o início da calosidade é uma bolha que com o atrito repetido se torna espessa. Já existem protetores de calo que minimizam o problema. Para quem pratica musculação, recomenda-se o uso de luvas apropriadas e de um creme esfoliante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como tratar?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Não lixe exageradamente a região. Para calosidades nos calcanhares, aplique cremes hidratantes no local. O jeito que a pessoa anda influencia muito no aparecimento dos calos. Quem anda marchando, por exemplo, é mais suscetível ao problema. O jeito correto de caminhar é apoiar o pé por inteiro no chão, nesta sequência: calcanhar, planta e dedos.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/fLn4iY0-mus" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 18:44:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55241</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba como acabar com a dor do lado na hora da corrida</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/XaxF7nXBYFk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A "dor do lado", pontada forte sentida logo abaixo da costela enquanto se realiza algum exercício físico, principalmente a corrida, pode surgir por dois motivos principais:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- dor do lado por esforço físico muito grande, maior do que o corpo pode aguentar &amp;ndash; o que pode estar associado também à falta de condicionamento físico;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- dos do lado por respiração errada enquanto realiza a atividade física, por exemplo, na hora de dar as passadas na corrida. "Respirar muito superficialmente faz com que o diafragma, músculo que separa o tórax do abdômen, contraia e relaxe rápido demais, podendo apresentar um espasmo, uma espécie de cãibra, e daí vêm as dores", afirma a educadora física do B&amp;A Academia, Carolina de Sousa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ela, o estômago muito cheio também pode fazer com que o diafragma entre em espasmo "pois o músculo ficaria tocando constantemente no estômago durante a inspiração". Por isso, preste atenção no que come antes do treino, e também na quantidade, para não ser pega por essa incômoda dor do lado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Não sofra com essa dor!&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Uma dica da educadora física para se livrar da "dor do lado" quando ela aparecer é diminuir o ritmo do esforço imediatamente. "Procure respirar profunda e vagarosamente e pressione o local da dor com os dedos", indica Carolina.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra atitude que pode dar resultado é intensificar a respiração no momento da dor, expirando várias vezes de maneira forte e prolongada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já para evitar que essa dor te pegue, Carolina de Sousa orienta prestar atenção na sua respiração. "Se você é iniciante, comece a se exercitar com um ritmo lento, para que o corpo se acostume e acerte a frequência da sua respiração. Um aquecimento mais leve vai acertar o trabalho muscular e ajeitar a respiração do atleta", afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas é importante saber que a respiração ideal vem com o tempo e acontece sozinha, à medida em que a pessoa vai conhecendo seu corpo e descobrindo seu ritmo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Acerte a respiração!&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Não existe uma fórmula mágica para se respirar corretamente. Porém, algumas dicas podem ajudar a evitar as incômodas dores enquanto se exercita.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Procure respirar inflando o abdômen, e não erguendo os ombros ou estufando o peito - uma respiração curta que provoca ansiedade e dá pouco fôlego. A respiração pelo abdômen relaxa o diafragma, enquanto a outra obriga o músculo a se contrair e relaxar muito rapidamente, com intervalos muito curtos, o que pode provocar as pontadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No começo não é tão fácil, mas treine a respiração no dia a dia e em pouco tempo isso se tornará automático para você.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/XaxF7nXBYFk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 18:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55240</feedburner:origLink></item><item><title>Descubra o seu tipo de pisada</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/u3fO6azK_2I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Saber o tipo de pisada ajuda na escolha do sapato certo, beneficia o desempenho de uma atividade física e na solução de algum problema patológico. &amp;ldquo;Através de uma avaliação especializada, é possível até descobrir o motivo de uma diminuição no rendimento físico em atividades recreativas, laborais (rotina, como ir ao trabalho a pé) ou esportivas&amp;rdquo;, completa Fabio Ganime, coordenador do curso de educação física do centro universitário Laureate International Universities (IBMR) (RJ).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pisada está relacionada às características do sistema locomotor, como a postura corporal. &amp;ldquo;No entanto, fatores como a flexibilidade, força muscular, equilíbrio, atividades praticadas, tipo de calçado e solo também podem alterar o tipo de pisada&amp;rdquo;, afirma Ganine.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 A dica também vale para quem sente uma alteração nas articulações dos pés e joelhos: &amp;ldquo;Desconforto ou dores articulares ao caminhar (principalmente nos pés e joelhos) são sintomas que podem estar relacionados ao tipo de pisada. Por isso, deve ser diagnosticada para o uso de um sapato correto&amp;rdquo;, explica Fabio Ravaglia, Cirurgião ortopedista e traumatologista e presidente Instituto Ortopedia &amp; Saúde (IOS).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Existem três tipos básicos de pisadas: neutra (pisada uniforme, impulsionada pelos três primeiros dedos dos pés), pronada (movimento pela parte interna do calcanhar, apoiando o peso na borda interna do pé) e supinada (impulso do caminhar concentrado nos últimos dedos dos pés). &amp;ldquo;O ideal para descobrir corretamente o tipo de pisada, é fazer uma baropodometria, exame que mapeia a distribuição da carga na sola do pé enquanto a pessoa caminha&amp;rdquo;, indica Ravaglia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na baropodometria, a paciente anda descalça sobre um tapete de borracha que mapeia o pé enquanto transfere as características ósseas e musculares para a tela de um computador. &amp;ldquo;O resultado em imagem digital pode ser impresso. A partir destas informações, o profissional classifica a pisada e recomenda o que precisa ser feito (modelo de sapato ou palmilha), caso haja necessidade de alguma correção ortopédica&amp;rdquo;, explica Ravaglia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se quiser arriscar um método caseiro, Ganime indica: &amp;ldquo;Dá para observar nos sapatos usados. Pegue aquele calçado que mais usa e veja os desgastes tanto da palmilha, como do solado. O desgaste excessivo da borda interna do calçado (principalmente na sola) e o apoio marcado e pesado indicam uma pisada de pronação. Já a tendência para a supinação pode ser vista se o desgaste ocorrer na parte externa do tênis. Mas, uma análise muito simplificada pode levar a conclusões erradas. O ideal é buscar pela baropodometria&amp;rdquo;, indica Ganime.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/u3fO6azK_2I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 18:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55157</feedburner:origLink></item><item><title>Aula de circo pode detonar 400 calorias em 1h! Conheça os exercícios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/WJ8Hf6Oh1Ok/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A aula de circo uniu o propósito de trabalhar bem o corpo com a pegada lúdica que os acessórios oferecem. "Essa onda de dar aulas de circo nas academias começou na Europa e agora se firma por aqui. É interessante, porque utilizando o peso do próprio corpo conseguimos trabalhar inúmeras aptidões, tais como força muscular, equilíbrio, consciência corporal, superação de medos, dentre outras", conta Rúbia Neiva, coordenadora de circo da academia Competition (SP), onde são oferecidas aulas diárias da modalidade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Rúbia, em 1 hora de aula de técnicas circenses é possível detonar até 400 calorias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E se você é avessa a repetições e pula fora quando o treino cai na mesmice, o circo pode ser a solução. "Não dá para cair na rotina. Todos os dias a aluna vai trabalhar sua superação, fazendo o exercício com um grau maior de di&amp;not;iculdade. É tudo muito dinâmico e desafiador", garante a especialista. São diversos exercícios propostos: técnicas no solo, tecido, trapézio, cama elástica, malabares... "Graças a essa diversidade, é possível praticar as técnicas durante anos seguidos, que sempre haverá algo para aperfeiçoar". Em três semanas de aula, garante ela, já dá para arriscar números superbacanas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com o treinamento pesado, as artistas de circo certamente não têm tempo hábil para dedicar-se às repetições de abdominal todos os dias. O que explica, então, a barriga sarada e bem marcada? A instabilidade proposta pelos exercícios. "Durante quase toda a aula, os músculos abdominais são recrutados para garantir mais equilíbrio durante as manobras", diz Rúbia Neiva. E não é só isso. Pernas e braços também &amp;not;ficam supertorneados. A&amp;not;final, haja força para sustentar-se no alto do tecido, ficar de ponta-cabeça suspensa no trapézio...&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A especialista garante ainda que, apesar de parecer difícil, a aula pode ser feita por qualquer pessoa. Com os equipamentos de segurança adequados e trabalhando em níveis que vão se complicando na medida em que a praticante amadurece, não é preciso temer os acidentes. A prática só fica vetada para portadoras de labirintite.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/WJ8Hf6Oh1Ok" height="1" width="1"/&gt;</description><author>corpoacorpo.uol.com.br</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 18:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55156</feedburner:origLink></item><item><title>Pilates ajuda pessoas com esclerose múltipla avançada </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portaleducacaofisica/~3/8L9Bg50Z-MY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pilates pode ajudar na reabilitação de esclerose múltipla mesmo em pacientes que estão com sintomas avançados da doença, mostra uma pesquisa realizada na Universidade Queen Margaret, na Escócia. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O método pilates, já utilizado no Brasil em alguns casos de esclerose, foi testado na universidade escocesa para a reabilitação de pessoas que estão em cadeira de rodas devido à doença. A esclerose múltipla afeta, entre outras coisas, a força muscular e o equilíbrio, fazendo com que o doente perca mobilidade. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No estudo, a postura e a intensidade das dores e da fadiga (sintomas da doença) foram medidas em 15 cadeirantes antes e depois de começarem seu tratamento com pilates. Outras oito pessoas com sintomas parecidos também foram acompanhadas durante o período, porém sem participar das aulas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao final de 12 semanas, foi possível observar uma melhora nas dores no ombro e no pescoço das pessoas que tiveram aulas de pilates. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados foram publicados na revista "Research Matters", editada pela Sociedade de Esclerose Múltipla de Londres. Os pesquisadores lembram que ainda são necessários estudos com maior número de participantes para validar os resultados. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
NO BRASIL &lt;br /&gt;
Entre os benefícios da prática, a fisioterapeuta Andrea Lotufo, do centro de reabilitação do Hospital Albert Einstein cita a melhora da força, da postura e do equilíbrio. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Porém ela lembra que, se a pessoa faz exercícios inadequados para sua condição, ela pode sentir uma grande fadiga, própria da doença e mais forte do que um cansaço normal de quem vai a academia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A instrutora de pilates Régia Guimarães, 47, atende alunos com esclerose múltipla há cinco anos. Ela diz que o pilates, por ser originalmente um trabalho individual, permite que o instrutor conheça a pessoa e consiga perceber quais os exercícios mais adequados para suas necessidades. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ela também destaca o uso dos aparelhos como uma forma de fazer com que seus alunos se sintam mais acolhidos: "Uma pessoa que não consegue ficar de pé, por exemplo, pode fazer exercícios na cama que simulem o caminhar em um ambiente seguro". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma de suas alunas, Wilma Vieira, 52, descobriu que tinha esclerose múltipla há sete anos. Tudo começou com um formigamento no rosto e nos pés que parecia não ter grande importância. Teve dificuldade para acreditar que sofria da doença quando a médica deu o diagnóstico: "Esclerosada, eu? Mas como, se minha memória é boa?". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A razão do estranhamento foi em parte pelo nome da doença, que leva muitas pessoas a relacionar esclerose múltipla e velhice. Entrou em depressão quando soube que a doença não tinha cura e sua possível piora não podia ser totalmente descartada. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Wilma passou a tomar medicamentos intravenosos três vezes por semana. Ela conta que esses medicamentos têm efeitos colaterais, entre eles deixar a musculatura rígida e provocar dor nas articulações. Mas são fundamentais para controlar os surtos e a piora de sua saúde. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Antes de praticar pilates, ela tentou outras atividades físicas, como &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e ioga, sem o mesmo resultado positivo. &lt;br /&gt;
Encontrar uma professora que já havia trabalhado com pessoas com esclerose múltipla foi o que a motivou a começar. Praticante há dois anos, diz que o maior benefício é a diminuição das dores nas articulações que os alongamentos proporcionam. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O que ela mais gosta é de estar deitada e ser alongada por elásticos. Dessa forma, consegue sentir sua flexibilidade aumentando.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A ESCLEROSE MÚLTIPLA &lt;br /&gt;
A esclerose múltipla é uma doença crônica autoimune do sistema nervoso. Acontece quando o sistema imunológico começa a agredir a bainha de mielina, capa que cobre os neurônios, comprometendo a transmissão de impulsos elétricos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As principais dificuldades ocasionadas pela doença são a perda parcial da visão, da sensibilidade, da força e do equilíbrio. A doença se manifesta a partir de crises, chamadas surtos, em que os sintomas da doença ficam mais agudos e deixam sequelas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É importante que a pessoa que tem esclerose múltipla realize exercícios físicos. Como cada pessoa desenvolve esses sintomas de maneira única, em velocidades e ocorrência de surtos diferentes, é preciso consultar um especialista, como um fisiatra, para indicar qual a prática mais adequada para cada um. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O neurologista Charles Pulbery, membro da Academia Brasileira de Neurologia, diz que a técnica não atua na doença propriamente dita. "Ela é muito útil, mas como um tratamento reabilitador e conservador. Não trará cura para a doença." &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portaleducacaofisica/~4/8L9Bg50Z-MY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 18:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacaofisica.com.br/educacaofisica/principal/noticia_view.asp?id=55155</feedburner:origLink></item></channel></rss>
