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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Ensinando - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalensinando.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>07/08/2012 02:57:12</lastBuildDate><qtdP>0</qtdP><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalensinando" /><feedburner:info uri="portalensinando" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Estudantes pernambucanos levam projeto de energia limpa ao Paraguai</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/7xJKdtIwdrw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Três jovens do Recife, que concluíram o ensino médio na Escola Estadual Martins Júnior, no bairro da Torre, na Zona Oeste, viajam no domingo (5) para o Paraguai. Eles vão representar Pernambuco numa exposição internacional de ciência, apresentando um projeto inspirado na natureza, que foi desenvolvido no laboratório de química da escola e já ganhou outros reconhecimentos em nível nacional.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foi no Espaço Ciência, em Olinda, que os três conquistaram o primeiro lugar do prêmio "Ciência Jovem Espaço Ciência", na categoria desenvolvimento tecnológico. Na ocasião, escolas públicas e particulares estavam na disputa, mas o projeto dos alunos da professora Joselma Maria da Silva se destacou. &amp;ldquo;Foram muitas teses, muitas leituras, muito tudo. Muitos testes, e fizemos de novo, com dias em que nada deu certo, dias em que tudo deu certo. Foram três anos nessa história&amp;rdquo;, contou Eduarda Luiza de Vasconcelos, uma das estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Baseado na fotossíntese das plantas, que transforma a luz do sol em energia, o projeto também usa a força solar, só que para produzir eletricidade. A ideia é parecida com as placas fotovoltaicas, que podem ser vistas em alguns pontos, no teto das casas, na produção de energia solar. As placas, entretanto, são de &amp;ldquo;silício&amp;rdquo;, um material muito caro, que poderia ser substituído por outro mais barato.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para alcançar esse resultado no futuro, os alunos trabalham com fotocélulas &amp;ndash; uma espécie de pilha que funciona quando exposta à luz. &amp;ldquo;Nós fizemos o vidro com substrato e, nele, adicionamos massa química, a partir da alizarina, que serve para tingir roupas, occitano e grafite. Imita o processo de fotossíntese na natureza, que dá açúcar às plantas. Mas aqui é energia elétrica.&amp;rdquo;, contou Caio Felipe de Araújo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com o trabalho, os alunos vão representar Pernambuco, ao lado de estudantes de outros estados, na Exposição de Ciência da América Latina, na cidade de Assunção, capital do Paraguai. O encontro vai durar uma semana, e os pernambucanos já embarcam neste domingo. &amp;ldquo;Não busco premiações, busco fazer amizades, mostrar o projeto, conscientizar as pessoas também&amp;rdquo;, falou o estudante Humberto Antônio Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em março deste ano, o projeto de Eduarda, Caio e Humberto e da professora Joselma foi destaque, em São Paulo, na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, realizada na Universidade de São Paulo (USP). O trabalho chamou tanta atenção que a universidade doou materiais para a escola onde eles estudaram.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O três estudaram na mesma escola de Alcides Nascimento que, em 2007, foi primeiro lugar na rede pública no vestibular da UFPE, passando no curso de biomedicina.  Alcides, que era filho de uma catadora de lixo, foi assassinado a tiros, na porta de casa, no dia 5 de fevereiro de 2010. Para a professora Joselma, o trabalho desenvolvido por alunos e por professores e colaboradores são exemplos que devem ser seguidos e uma mostra de que a escola pública tem muito do que se orgulhar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Quando faltam recursos, aumenta a criatividade das pessoas que trabalham. Dentro da escola pública, vai ter sempre alunos que querem e que não querem. Vários Alcides existem, basta descobrir; ou melhor, redescobri-los. A maioria entra sem acreditar em si mesmos. É um trabalho de ganho, conquista, de autoestima, de eles perceberam que podem fazer acontecer&amp;rdquo;, comemorou a professora Joselma.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/7xJKdtIwdrw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 14:53:00</pubDate><id>56204</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=56204</feedburner:origLink></item><item><title>Governo reabre negociação com servidores técnico-administrativos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/KLQxweKsrqc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O governo federal reiniciará nesta segunda-feira, 6, as negociações com os servidores técnico-administrativos das universidades e institutos federais de educação, ciência e &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Os funcionários estão em greve há 56 dias por reajuste salarial e mudança na carreira.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Sindicato dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), a paralisação atinge a "grande maioria" dos 40 institutos (incluindo os dois centros de educação tecnológica e o Colégio Pedro II, no Rio) e das 59 universidades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Está marcada para as 17h uma reunião no Ministério do Planejamento, em Brasília, com membros do governo e do Sinasefe, além da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As principais reivindicações dos servidores são aumento salarial de 22,08% e reestruturação da carreira.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Professores&lt;br /&gt;
A greve das universidades federais, que começou no dia 17 de maio com algumas adesões, ganhou força com o decorrer do tempo. Na última sexta-feira, 57 das 59 instituições de ensino superior federais tinham parte ou a totalidade de seus docentes parados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apenas a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Universidade Federal de Itajubá (Unifei) não aderiram ao movimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A paralisação atinge também os institutos federais de ensino técnico. Professores e funcionários de 34 dos 38 institutos espalhados pelo País aderiram ao movimento grevista.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na lista de reivindicações da categoria estão o reajuste salarial, plano de carreira e melhores condições de trabalho.&lt;br /&gt;
Ao longo da greve, o governo fez duas propostas. A primeira, apresentada no dia 13 de julho, após 57 dias de greve, foi negada por todos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A mais recente - com a oferta de um aumento entre 25% e 40% até 2015 e um plano de carreira com 13 níveis, em vez dos 17 inicialmente sugeridos - mostrou um racha entre os sindicatos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foram contrários à proposta o Andes - o maior sindicato da categoria, presente em 51 das 59 universidades federais - e o Sinasefe, que representa professores e funcionários dos institutos federais. A negativa foi embasada, segundo o movimento grevista, em assembleias gerais realizadas em todo o País.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O único órgão a aceitar a proposta apresentada pelos ministérios da Educação e do Planejamento foi a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), que representa sete universidades e um instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na reunião com o governo, a Proifes apresentou o resultado de um plebiscito em que, de acordo com a federação, votaram 5.222 docentes de 43 instituições: 74% teriam pedido o fim das paralisações.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na noite de sexta-feira, o Ministério da Educação informou que havia concluído as negociações com a Proifes e enviaria o projeto de lei com as mudanças na carreira para o Congresso Nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Andes e o Sinasefe refutaram a decisão e conclamaram ainda os professores a intensificar o movimento para pressionar pela retomada do processo de negociação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em todo o Brasil, de acordo com o MEC, mais de 500 mil alunos foram afetados pela greve e, se a paralisação continuar, há a possibilidade de os alunos perderem o ano letivo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Instituições como a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal do Estado do Rio (UniRio) já suspenderam os seus calendários acadêmicos. A medida garante a reposição das aulas, mas prejudica quem está no semestre final. Os que pretendiam emendar a graduação com um curso de pós podem não conseguir.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A presidente do Andes, professora Marinalva Oliveira, afirma que, caso o semestre seja perdido, a culpa é do governo. "É resultado da falta de disposição de negociar", diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ela afirma que, apesar de estarem sem aula, os estudantes apoiam o movimento. "Eles vivem o dia a dia e sabem que há falta até de salas de aula. Um aluno do curso de Medicina que não estuda anatomia porque não há laboratório está sempre sem aula, com ou sem greve".&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/KLQxweKsrqc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 14:51:00</pubDate><id>56203</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=56203</feedburner:origLink></item><item><title>Metas grandiosas podem atrapalhar os estudos para o vestibular</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/nxOCJmqaor0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Para os vestibulando, o mês de agosto tem um significado especial. É nessa época que começam as inscrições para os mais concorridos e desejados vestibulares do país. Isso quer dizer que está cada vez mais próximo o momento de fazerem os exames.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No começo do ano, dava a impressão de que os candidatos tinham todo o tempo do mundo para estudar. Hoje, muitos sentem que não aproveitaram bem o primeiro semestre e que os meses que faltam são insuficientes. Para alguns, principalmente os que estão fazendo cursinho, a ideia é de que não conseguirão ser aprovados, até porque não foram no meio do ano. Na tentativa de recuperarem o prejuízo, criam estratégias mirabolantes de estudo, que mais atrapalham que ajudam nessa empreitada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para quem não aproveitou os meses anteriores, a hora é de olhar para a situação e ver o que é possível fazer.  A maior queixa dos estudantes é não terem tempo suficiente para se prepararem. No entanto, eles desperdiçam tempo calculando o que não fizeram, em vez de aproveitá-lo para estudarem. Muitas pessoas, ironicamente, dispõem de várias horas para lamentar o fato de não terem tempo. Alguns estudantes simplesmente se dedicam mais a planejar e organizar o estudo do que se concentrar nele. E, assim, o tempo vai embora.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um fator que atrapalha os vestibulandos é acharem que têm que fazer tudo o que é proposto na apostila, que por vezes são listas enormes de exercícios. Desanimam antes mesmo de começarem a estudar. São tantas coisas para cada matéria que fica impossível ver tudo. As coisas vão ficando para trás, aumentando a sensação de falta de tempo e de dedicação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nem tudo dá para ler ou fazer. Um bom caminho para quem tem dificuldade em aproveitar o tempo escasso é priorizar o que deve ser estudado, evitando metas diárias grandiosas. O mínimo a ser estudado pode significar muito mais do que estudar o todo de qualquer jeito. Quem consegue fazer isso vê que o tempo até sobra, e ainda sente que as coisas realmente estão caminhando.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro sofrimento dos estudantes é considerarem que a vida praticamente acabou, que não podem fazer mais nada a não ser ficarem em torno dos livros (não necessariamente estudando). Por mais que a dedicação para disputar uma vaga na universidade tenha que ser grande, isso não significa que é preciso parar a vida para estudar. Ninguém aguenta ficar o tempo todo estudando, é necessário um intervalo para descansar e aprender aquilo tudo que foi lido e praticado. E por que não fazer isso sábado à noite com os amigos?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Penso que a questão não é se há tempo, mas sim como ele é aproveitado. O tempo passa e não volta, não importa como o usamos. Se ficarmos lamentando, ele se esvairá. Os quatro meses entre hoje e as provas podem ser bem aproveitados se os estudantes souberem priorizar os estudos, sem a pretensão de saberem tudo o que há nas apostilas. E ainda sobra um pouquinho para se divertirem com os amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/nxOCJmqaor0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 18:43:00</pubDate><id>56122</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=56122</feedburner:origLink></item><item><title>Guia de redação do Enem diverge do edital da prova</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/N8lMFLawNsY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Produzido ao custo de R$ 2 milhões, o guia da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) contém uma orientação diferente do edital que define suas regras. A divergência é nos critérios de anulação da redação e pode provocar confusão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No manual, lançado nesta semana, há a informação de que o "desrespeito aos direitos humanos" é motivo para atribuir nota zero ao texto. Mas isso não está entre os motivos para anulação elencados no edital. O respeito aos direitos humanos está apenas entre os critérios de avaliação - sem que isso possa zerar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Se houver problema na redação de um aluno, como nos anos anteriores, vai haver ambiguidade", diz Ana Nakazoni, da EscreverOnline, um curso de redação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério da Educação (MEC) argumenta que não há contradição, mas uma diferença de objetivos. O edital explicitaria as situações em que o estudante terá nota zero, enquanto o guia detalha "que um critério decisivo para a avaliação da redação é o respeito aos direitos humanos". / P.S.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/N8lMFLawNsY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 18:42:00</pubDate><id>56121</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=56121</feedburner:origLink></item><item><title>ProUni recebe inscrições para lista de espera até sábado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/Ki8ic_fDm88/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os candidatos a bolsas de estudos oferecidas pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) neste segundo semestre têm até este sábado, 4, para manifestar interesse em participar da lista de espera. Podem pedir inclusão na lista os estudantes não pré-selecionados nas chamadas regulares ou pré-selecionados em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; sem formação de turma.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudante deve manifestar interesse na lista de espera na página eletrônica do ProUni (http://prounialuno.mec.gov.br/). O cronograma pode ser conferido no portal do programa (http://prouniportal.mec.gov.br/)&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A partir da próxima terça-feira, 7, a lista será usada pelas instituições de ensino participantes do programa para oferta das bolsas ainda existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Criado em 2004, o ProUni já ofereceu oferece a mais de 1 milhão de estudantes de baixa renda bolsas de estudos em instituições de educação superior particulares em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de graduação e sequenciais de formação específica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na segunda edição deste ano, o ProUni registrou 456.973 candidatos e 874.273 inscrições. Cada estudante pode optar por até dois &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Foram ofertadas 52.487 bolsas integrais aos estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 933). Já os candidatos com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.866) por pessoa puderam concorrer a 37.824 bolsas parciais (50% da mensalidade).&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/Ki8ic_fDm88" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 18:38:00</pubDate><id>56120</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=56120</feedburner:origLink></item><item><title>Feira de talentos da Unicamp oferece vagas de estágio e trainees</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/QOlIG3ofTGA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Núcleo das Empresas Juniores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) realiza no dia 23 de agosto a Talento, maior feira de recrutamento de estudantes do estado de São Paulo para vagas de estágio e trainee, no campus do distrito de Barão Geraldo, em Campinas (SP). O evento será realizado no estacionamento do Ginásio Multidisciplinar da universidade em uma tenda de 2,4 mil m&amp;sup2;. A organização da feira divulgou a presença de 66 empresas participantes em diversas áreas, além de mais de 30 palestras agendadas, e espera presença de 7 mil visitantes. A feira vai receber os candidatos às vagas das 9h às 20h.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre as áreas com maior número de oportunidades estão engenharia e &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da informação, saúde, &lt;a href="http://www.portalbiologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;biologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, comunicação e direito, além de administração. Empresas como Medley, Delloite, Itaú Unibanco, GE, Shell e Ambev confirmaram presença na feira e vão oferecer mais de 500 vagas disponíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Perfil dos estudantes&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Uma pesquisa realizada pelos organizadores da Talento mostrou que 70% dos visitantes da feira estão na faixa dos 20 anos, geralmente querendo a primeira colocação no mercado de trabalho. Em outra fase da vida, os 17,5% que passaram dos 30 anos também vão à feira em busca de um emprego melhor. Mais da metade dessas pessoas são do sexo feminino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cadastro de currículo&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;No dia da feira, não é necessário levar cópia do currículo. O candidato deve acessar o site do evento para cadastrá-lo. As empresas terão acesso à base de dados e farão a busca automática do que desejam naquele momento.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/QOlIG3ofTGA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:55:00</pubDate><id>56041</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=56041</feedburner:origLink></item><item><title>Feira de profissões orienta vestibulandos na USP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/4q2UNbaiWCs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Alunos do ensino médio, vestibulandos, professores e pais podem obter informações sobre disciplinas, grade curricular, duração, estágios e mercado de trabalho dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; oferecidos pela Universidade de São Paulo (USP). A 6&amp;ordf; Feira de Profissões acontece no Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo (Cepeusp), na Cidade Universitária, na Zona Oeste da capital paulista. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O evento vai desta quinta-feira (2) até sábado (4), das 9h às 17h.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Professores, alunos e funcionários das unidades de ensino e pesquisa, museus e órgãos do campus de São Paulo vão distribuir material informativo, realizar experimentos científicos e apresentar ferramentas que fazem parte do cotidiano das principais áreas de formação dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de graduação da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os interessados podem aproveitar para fazer passeios aos museus e espaços da universidade. Para mais informações, basta acessar o site da USP.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/4q2UNbaiWCs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:53:00</pubDate><id>56040</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=56040</feedburner:origLink></item><item><title>Sindicatos racham e greve deve seguir em 51 federais </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/3IwWAqLf5Hw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A greve das universidades federais, iniciada há mais de dois meses, sofreu um racha ontem. A Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais (Proifes), que representa 6 das 57 instituições paralisadas, aceitou a proposta do governo e assina hoje um acordo para encerrar o movimento. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O fim da greve vai depender de cada sindicato, depois que assembleias locais forem realizadas", afirmou o presidente da entidade, Eduardo Rolim. Por enquanto, apenas a Universidade Federal de São Carlos, em assembleia, decidiu acatar a proposta do governo, o que pode representar um sinal de que a paralisação poderá acabar na instituição. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para justificar a decisão, a Proifes apresentou uma pesquisa feita pela internet com cerca de 5 mil professores. O acordo foi anunciado após reunião de mais de duas horas entre representantes dos Ministérios do Planejamento e da Educação com integrantes de associações que participam do movimento e arrancou protestos das demais entidades. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Esse acordo não tem representatividade. A greve vai continuar. Vamos ver quem tem mais força", disse a presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), Marinalva Oliveira. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, deu essa etapa de negociação como encerrada. O governo deve enviar ao Congresso a proposta do novo plano de carreira para professores universitários apresentada na semana passada. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Reivindicações. A paralisação atinge 57 das 59 federais e afeta, segundo o Planejamento, 500 mil alunos. O movimento, iniciado em maio, reivindica reajuste salarial, plano de carreira e melhores condições de trabalho. Ao longo da greve, o governo apresentou duas propostas. Na mais recente, foi feita a oferta de um aumento entre 25% e 40% até 2015 e um plano de carreira com 13 níveis, em vez dos 17 inicialmente sugeridos. Nessa versão, o impacto no Orçamento seria de R$ 4,18 bilhões, 7% a mais que os R$ 3,9 bilhões previstos na primeira proposta. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o Andes, o formato sugerido pelo Planejamento aumentaria as distorções na carreira. Entre os pontos considerados inaceitáveis está a diferença do salário dos professores. Os grevistas defendem que aqueles que trabalham 40 horas semanais recebam o dobro do que os que têm jornada de 20 horas. Também contestam o formato da progressão na carreira. O governo atrela a ascensão à titulação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para professores, a progressão deve ser feita pelo tempo de carreira. A titulação serviria como acréscimo, não condicionante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Força. Apesar da reação do Andes, o secretário de Ensino Superior do MEC, Amaro Lins, avalia que a greve começa a perder força. "A partir da semana que vem algumas instituições deverão retomar as atividades. Dialogamos, fizemos tudo o que era possível, atendemos a algumas demandas consideradas justas." &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/3IwWAqLf5Hw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:51:00</pubDate><id>56039</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=56039</feedburner:origLink></item><item><title>ITA adia início das inscrições para o vestibular 2013</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/d6HW7zyX2Ko/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos, no interior de São Paulo, decidiu adiar o início do prazo de inscrições para o vestibular 2013.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O anúncio foi feito na página oficial da universidade nesta quarta-feira (1º) - quando estava previsto o começo do prazo de inscrições. O ITA não informou o motivo do adiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A universidade não divulgou também quando será a nova data.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/d6HW7zyX2Ko" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 16:37:00</pubDate><id>55934</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55934</feedburner:origLink></item><item><title>USP desbanca universidades britânicas e é 15ª em conteúdo web</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/IH3w2Lw6LE4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Universidade de São Paulo (USP) é considerada dentre mais de 20 mil universidades de todo o mundo, a 15&amp;ordf; no ranking de produção e disponibilização de conteúdo acadêmico na web. A USP perde apenas para 14 universidades americanas, que monopolizam o ranking do 1º ao 14º lugar. Os dados fazem parte da pesquisa Ranking Web de Universidades divulgados pelo Laboratório de Cibermetria, vinculado ao Centro de Ciências Humanas e Sociais do Governo Espanhol. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As três primeiras colocadas na pesquisa foram a Universidades de Harvard, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e Stanford. Na avaliação do conteúdo científico disponibilizado pelas universidades, a USP desbancou a reconhecida universidade americana Yale e duas importantes instituições britânicas: a Universidade de Cambridge e Oxford. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ranking Web de Universidades é realizado duas vezes por ano. Os dados são recolhidos em janeiro e em julho e após análise são publicados no final dos respectivos meses. Na pesquisa realizada em julho de 2011, a USP se encontrava na 42&amp;ordf; posição, abaixo dessas três universidades top. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No levantamento realizado em janeiro deste ano, a Universidade de São Paulo melhorou ainda mais. Ficou em 20º lugar, ultrapassando Yale e essas duas universidades britânicas. Nesse último levantando, com data base em julho de 2012,  a USP se consolida à frente não só  das universidades de Cambridge e Oxford, como também de outras importantes instituições de ensino do Reino Unido, como as universidades College London e de Edinburgh.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Brasil&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;No país, foram avaliadas 1.696 universidades. A segunda melhor instituição de ensino superior brasileiro foi a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no 98º lugar. Entras as 200 universidades mais bem pontuadas ainda se encontram: a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), no 121º; a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na 124&amp;ordf; colocação, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no número 172; e a Federal de Minas Gerais (UFMG), no 184 lugar do ranking mundial. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte obteve a pior pontuação dentre as universidades brasileiras avaliadas, ficando no 20.517º lugar do ranking mundial.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Metodologia&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O ranking leva em consideração o volume de conteúdo web, a visibilidade e o impacto das publicações na rede. Além disso, aspectos como qualidade das políticas de edição eletrônica, livre acesso e transparência também são avaliados. A pesquisa tem como principal objetivo promover o acesso eletrônico a publicações científicas e todos outros tipos de materiais acadêmicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os principais instrumentos para quantificar o volume de conteúdos digitais publicados são a quantidade de links disponíveis nos portais das universidades. Essa análise é feita através de feramentas analíticas do buscador Google. Observa-se também o número de documentos digitais presentes no repositório de trabalhos científicos Google Acadêmico. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já análise qualitativa do Ranking Web de Universidades é obtida principalmente através dos indicadores de excelência de trabalhos científicos disponibilizados pelos provedores de dados Majestic SEO e Scimago. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A produção científica universitária que forma parte dos 10% dos artigos mais citados em seus respectivos campos de Ciência é bastante relevante na composição desses indicadores de excelência.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/IH3w2Lw6LE4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 16:36:00</pubDate><id>55933</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55933</feedburner:origLink></item><item><title>Ciência sem Fronteiras abrirá inscrições para bolsas em 7 países</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/bvsYIvV1iWM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A partir da próxima segunda-feira, 6, estudantes de graduação podem se candidatar a novas bolsas do programa Ciência sem Fronteiras. Há vagas para &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; na Austrália, Alemanha, Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, Holanda e Reino Unido. As inscrições ficam abertas até 14 de setembro. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Somente para os Estados Unidos e Alemanha serão distribuídas 5.500 bolsas da Capes na modalidade sanduíche, que permite ao estudante fazer um ano do seu curso fora do País com aproveitamento dos créditos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para se candidatar, o estudante deve estar matriculado em curso nas áreas definidas como estratégicas pelo Ciência sem Fronteiras; ter nacionalidade brasileira, ter cursado no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto e apresentar o teste de proficiência na língua do país de destino. A meta do programa é oferecer 101 mil bolsas de graduação e pós-graduação até 2015. Para este ano, a previsão é a concessão de 20 mil bolsas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa do governo federal, por meio dos Ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e suas instituições de fomento &amp;ndash; Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Mais informações nas chamadas para cada país e na cartilha com informações de apoio ao estudante no exterior. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/bvsYIvV1iWM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 16:33:00</pubDate><id>55932</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55932</feedburner:origLink></item><item><title>Fuvest lança dia 1º manual de candidato a curso de Ciências da USP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/t2RsaYc-FaQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Fuvest publicará na quarta-feira, 1.º de agosto, o manual do candidato do curso de licenciatura em Ciências, na modalidade EaD, oferecido pela USP em parceria com o programa Univesp. O curso terá 360 vagas, com atividades presenciais nas cidades de Piracicaba (40 vagas), Ribeirão Preto (40 vagas), São Carlos (40 vagas), Santos (40 vagas), Lorena (40 vagas), Jaú (40 vagas) e São Paulo (120 vagas). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O manual do vestibulando poderá ser acessado no site www.fuvest.br. As inscrições para a terceira turma do curso estarão abertas de 24 de agosto a 10 de setembro, no mesmo endereço eletrônico. O pagamento da taxa de inscrição, de R$ 130, poderá ser feito até o 11 de setembro, usando o boleto gerado após a inscrição online.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A prova de 1.&amp;ordf; fase está marcada para 25 de novembro de 2012, nas sete cidades com polo presencial. Os exames da 2.&amp;ordf; fase ocorrerão nos dias 6, 7 e 8 de janeiro de 2013.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O concurso oferecerá bônus nas notas da 1.&amp;ordf; e da 2.&amp;ordf; fase para priorizar o ingresso de candidatos professores sem curso superior completo, atuando em docência na educação básica das redes públicas há pelo menos dois anos; portadores de diploma de conclusão de curso superior (público) ou reconhecido, com experiência docente comprovada de, no mínimo dois anos na educação básica nas redes públicas, em qualquer área, e que não possuam licenciatura; licenciados que, necessariamente, tenham experiência docente de pelo menos dois anos em escolas das redes públicas; e egressos do ensino médio, sem formação universitária, formados há, no mínimo, dez anos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Candidatos que se enquadrarem em uma dessas quatro situações deverão informá-la na inscrição, conforme instruções disponíveis no site da Fuvest. No mesmo endereço será possível adquirir informações sobre como pedir isenção ou redução da taxa de inscrição.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/t2RsaYc-FaQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:16:00</pubDate><id>55882</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55882</feedburner:origLink></item><item><title>Universitários preocupam-se mais com conquistas pessoais do que com vida em sociedade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/a2I5LA4G8V8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Universitários de cinco continentes estão mais preocupados com seu progresso pessoal do que em contribuir com a vida em sociedade, apontam os resultados iniciais de pesquisa sobre o perfil de estudantes de instituições de ensino superior católicas divulgada nesta quinta-feira, 26, durante encontro da Federação Internacional de Universidades Católicas (Fiuc). Foram entrevistados 17 mil jovens com idades entre 16 e 30 anos de 34 países.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os países mais desenvolvidos são os que menos têm interesse pelo social. Os africanos expressam mais essa preocupação, já os europeus menos. (Os estudantes da) América do Sul estão em um meio termo. Devemos aprofundar a análise, mas esta é uma das primeiras impressões&amp;rdquo;, analisou Rosa Aparicio Gómez, socióloga responsável pela pesquisa e professora do Instituto Universitário Ortega y Gasset, da Espanha.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os dados socioeconômicos reunidos pelo trabalho apontam que as mulheres são maioria nas universidades católicas do mundo, com 64% dos entrevistados. De acordo com Rosa, essa proporção só se altera nos países africanos, quando a presença feminina não alcança 47% do total. Na avaliação de classes sociais, os estudantes de classe média representam 73%, sendo que 42% são de classe média alta. Os universitários de classe alta são 16% e de classe baixa somam 11%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dentre as principais razões apontadas pelos pesquisados para ingressar na universidade, 91% escolheram a necessidade de conquistar um trabalho. Os outros itens mais citados foram: gosto pelo estudo (43%) e vontade de obter uma melhor posição social (25%). Apenas 18% citaram a necessidade de ser útil à sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando questionados sobre quais os cinco aspectos mais importantes em suas vidas, o mais citado, com 94%, foi a família. Também foram apontados estudos (44%), amigos (43%), parceiro (33%) e futuro (27%). Os cinco menos escolhidos foram: religião (21%), trabalho (19%), lazer (6%), país (5%) e política (1%).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra questão que aponta certo grau de individualismo, na avaliação da pesquisadora, trata sobre os projetos que os universitários gostariam de conquistar nos próximos 15 anos. Ter um bom trabalho (62%), formar uma família (45%), fazer pós-graduação (41%) e ganhar dinheiro (30%) são os mais escolhidos. Os menos citados são: trabalhar para uma sociedade mais justa (8%), envolver-se em projeto social (5%), participar de grupo religioso (3%) e atuar em grupo político (2%).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo mostra, ainda, que o perfil dos universitários brasileiros está mais próximo ao dos estudantes de países emergentes do que ao dos latino-americanos. Para a pesquisadora, isso pode estar relacionado ao momento econômico vivido pelo País. &amp;ldquo;É uma época de certa bonança. As pessoas estão vivendo outras coisas, estão avançando pessoalmente&amp;rdquo;, avalia. Ela aponta que o Brasil está mais próximo de países do Sul da Ásia, como a Índia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em relação aos papel das instituições, os estudantes mostraram-se céticos ao pontuar a maioria delas. O item que recebeu maior nota, de zero a seis, foi o das instituições educacionais, com 4,1. Em seguida, aparecem as instituições religiosas, com média 3,7, empatada com as organizações não governamentais e bancos. As três piores notas foram dadas para a polícia (2,8), para os governos (2,3) e para os políticos (1,9).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O uso da internet também foi enfocado na pesquisa. As redes sociais estão presentes na vida de 94% dos entrevistados. Eles passam mais tempo na internet do que com amigos. São cerca de duas a quatro horas por dia no computador. O ambiente virtual que simula a vida real, conhecido como Second Life, não é muito utilizado na maior parte do mundo, mas na Ásia o percentual de jovens que constroem personagens virtuais chega a 50%. &amp;ldquo;É um dado que precisamos interpretar. Inicialmente, dá impressão que significa uma insatisfação com a vida&amp;rdquo;, analisa Rosa.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/a2I5LA4G8V8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:14:00</pubDate><id>55881</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55881</feedburner:origLink></item><item><title>Professor é quem mais influencia leitores </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/JrkISlcl2Qc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se o País quiser melhorar o índice de leitura dos seus habitantes, é fundamental investir na capacitação do professor para esse fim. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro no ano passado, mostrou que os professores são os maiores influenciadores desse hábito. Entre as 5 mil pessoas ouvidas em todo o Brasil, 45% apontaram os mestres como tal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Essa foi a terceira pesquisa da série (iniciada em 2001) e, pela primeira vez, os docentes aparecem no topo da lista. No levantamento anterior, feito em 2007, as mães eram a figura mais lembrada nesse quesito. Elas apareciam com 49% das indicações, ante 33% dos professores. Dessa vez, tiveram dois pontos porcentuais a menos que eles: 43%.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Isso mostra a crescente importância da escola frente ao papel dos pais, que muitas vezes não conseguem dar esse exemplo", afirma Karine Pansa, presidente do Instituto Pró-Livro. "Logo, se tem esse status de influenciador, o professor precisa ser letrado, gostar de ler."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No Brasil, no entanto, muita gente ainda corre dos livros. O resultado da pesquisa mostrou que apenas 50% dos brasileiros são considerados leitores - segundo a metodologia, pessoas que leram pelo menos um livro nos três meses precedentes ao questionário da pesquisa. É um índice menor que os 55% registrados em 2007. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nesses quatro anos, o número de livros lidos por ano também caiu de 4,7 para 4. A queda pode ser entendida pela preferência das atividades de lazer. Em 2011, 28% disseram gostar de ler jornais, revistas, livros e textos na internet no tempo livre. O porcentual era de 36% na pesquisa anterior, em 2007. Enquanto isso, o índice de quem gosta de assistir à TV subiu de 77% para 85%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Estamos muito longe de alcançarmos países historicamente leitores, como Espanha e Portugal, que registram 10,3 e 8,5 livros/ano por habitante, respectivamente", diz Karen. No Brasil, são os livros didáticos, lidos por obrigação, os campeões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Biblioteca. Um antídoto para isso, explica Karen, é exatamente o estímulo à biblioteca, equipamento ainda em desuso por aqui. "Precisamos ter estratégias. O público vai se interessar por um acervo bem catalogado, que tenha os livros mais vendidos, uma estante de obras que sempre se renove", diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa mostrou que 75% da população não frequenta uma biblioteca. Dentre os que frequentam, a maioria (71%) considera o espaço um lugar para estudar; para 61% é um lugar para pesquisa; em seguida, aparece como um ambiente voltado para estudantes para 28% dos entrevistados; e, em quarto, com 17%, a biblioteca é apontada como um local para emprestar livros de literatura. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Isso nos leva a pensar que se deve estabelecer modelos mais atrativos, com internet e filmes, por exemplo. E eu não acho que isso vá tirar o foco do local. Pelo contrário, serve de isca. A pessoa entra sem pensar no livro e sai de lá apaixonada por literatura."&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/JrkISlcl2Qc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:12:00</pubDate><id>55880</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55880</feedburner:origLink></item><item><title>Inep lança guia sobre correção da redação do Enem</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/bVGqQKaAslU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais lançaram na tarde desta segunda-feira, 30, um manual que explica como funciona a correção das redações do Enem. Na publicação, de 48 páginas, os estudantes encontram detalhes sobre as competências avaliadas na prova, além de análises sobre o tema da redação de 2011 e provas que tiveram a nota máxima.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
A redação no Enem 2012 &amp;ndash; Guia do participante terá tiragem inicial de 1,7 milhão de cópias, a serem distribuídas às escolas públicas de todo o País. Haverá também cópias em braille e na forma ampliada, para pessoas com déficit de visão. O arquivo em PDF pode ser acessado nos sites do MEC e do Inep.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foram selecionadas redações que receberam a nota máxima (1.000 pontos) no Enem 2011 e aparecem no Guia com comentários. No Guia, considera-se que seus autores "desenvolveram o tema de acordo com as exigências do texto dissertativo-argumentativo" e demonstraram "domínio da norma culta de língua escrita".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa, o objetivo do guia é "tornar o mais transparente possível a metodologia de correção da redação, além de explicar o que se espera do participante em cada uma das competências avaliadas". "Queremos que o Guia contribua para aperfeiçoar o estudo, exemplificar os critérios e mostrar como se faz uma boa redação."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O manual foi elaborado pela equipe da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) do Inep, em conjunto com especialistas em língua portuguesa. Segundo nota da Assessoria de Imprensa do instituto, esta é "mais uma ação para tornar a correção da redação do Enem mais transparente, aperfeiçoando os critérios de correção e, ao mesmo tempo, ampliando o quadro e o treinamento de avaliadores, com a participação efetiva das universidades e institutos federais do País".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Edital&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Além de lançar o guia da redação, o Inep publicou uma chamada pública convocando instituições de ensino superior a fazerem estudos e pesquisas em avaliação educacional e psicometria relacionados às provas aplicadas. O objetivo do edital é subsidiar diagnósticos mais precisos e induzir mudanças nas práticas de gestão e ensino, por meio de melhorias nos sistemas de avaliação escolar. O valor total do edital é de R$ 2 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;* Com informações da Assessoria de Imprensa do Inep&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/bVGqQKaAslU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:11:00</pubDate><id>55879</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55879</feedburner:origLink></item><item><title>Ano letivo nas universidades deve avançar até 2013 por causa da greve</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/OKlnXBZMvDA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A greve dos professores das universidades federais já dura 72 dias e aumenta a probabilidade de que o calendário letivo de 2012 tenha de ser estendido até o início de 2013. Na maioria das 57 instituições a paralisação teve início antes do encerramento do primeiro semestre. Com isso, quando a greve terminar, será necessário concluir as atividades para só então dar início ao segundo semestre de 2012.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo, explica que, quando a greve for encerrada, o calendário deverá ser reorganizado. &amp;ldquo;O semestre letivo não coincide com o ano fiscal. É provável que a gente entre (com as atividades letivas) em 2013 com a reposição. Mas já vivemos experiências de outras greves em que foi possível organizar isso de modo qualificado&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Agência Brasil entrevistou reitores de insituições das cinco regiões do País. Eles descartam a possibilidade de cancelar o semestre e apostam na reposição. Na Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), os professores encerraram as atividades antes da paralisação, mas o semestre não foi oficialmente finalizado porque a maioria não lançou as notas no sistema. Como as aulas foram concluídas, o reitor Carlos Alexandre Netto acha que não será necessário comprometer as férias de janeiro com a reposição &amp;ndash; isso se a greve não se prolongar por muito tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além dos professores, os técnicos administrativos das universidades federais estão em greve desde 11 de junho. Em algumas universidades, a paralisação dos servidores também atrapalha o calendário, já que serviços como o lançamento de notas e matrículas podem ficar comprometidos. O governo espera resolver a situação com os professores para depois iniciar a negociação com os técnicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Assim que os professores retornarem, nós vamos tentar corrigir o calendário. Mas, se não for resolvida a questão dos técnicos, nós não temos como começar o semestre seguinte. Nossa expectativa é que haja logo uma negociação também com essa categoria&amp;rdquo;, disse o reitor da Federal de São Carlos (UFSCar), Targino de Araújo Filho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Até segunda-feira, 30, professores se reunirão em assembleias para deliberar sobre o fim da greve. Nesta quinta, 26, docentes de pelo menos 12 universidades federais já rejeitaram a proposta apresentada pelo governo na terça-feira, 24, e mantiveram a paralisação. São elas as Universidades Federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Santa Maria (UFSM), de Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE), do Espírito Santo (Ufes), de Uberlândia (UFU), de Brasília (UnB), da Paraíba (UFPB), da Bahia (UFBA), de Goiás (UFG), de Pelotas (UFPel) e Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Na Federal de São Carlos (UFSCar), os docentes aceitaram a proposta do governo, mas o fim da paralisação ainda depende da aprovação em um plebiscito.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/OKlnXBZMvDA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:06:00</pubDate><id>55878</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55878</feedburner:origLink></item><item><title>Professores da Unifesp decidem manter greve </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/GpsjTWAMRWc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os professores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) decidiram em assembleia realizada na tarde desta sexta-feira (27) dar continuidade à greve que atinge 57 das 59 universidades federais.  Os professores, que cruzaram os braços há cerca de dois meses, consideram a nova proposta anunciada pelo governo terça-feira (24) muito parecida com a proposta inicial.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O professor de filosofia Denílson Cordeiro, do campus Diadema, no ABC, acompanhou as negociações em Brasília ao longo da semana e criticou a última proposta.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O governo tem sentido a pressão da greve. As propostas não podem nos iludir. No essencial, essa proposta é muito parecida com a anterior&amp;rdquo;, disse durante o encontro dos campi da Unifesp em São Paulo, que aconteceu na Zona Sul da capital.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o governo, o aumento mínimo passaria de 12% para 25%. O máximo para professores com titulação maior e dedicação exclusiva, permaneceria em 40%, além de 4% já concedidos para os professores em medida provisória.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a professora Virgínia Junqueira, presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal de São Paulo, a proposta deixa a desejar. &amp;ldquo;Em termos salariais, subiu de R$ 3,9 bi em três anos para R$ 4,2 bilhões. No entanto, quando você arruma esse recurso na carreira proposta pelo governo, a gente vê que não há uma proposta coerente de carreira e há um salário de ingressante ainda muito desvalorizado&amp;rdquo;, declarou. Segundo ela, o governo passou o salário do ingressante de R$ 8.439 para R$ 8.639 em março de 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro problema, para Virgínia, é que a progressão da carreira não foi detalhada na proposta. &amp;ldquo;Uma série de requisitos vão ser discutidos em 180 dias em um grupo de trabalho que o governo propõe fazer, quando já existe avaliação de desempenho em todas as federais&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Durante a reunião que começou por volta das 11h30, os docentes criticaram ainda o fato da proposta do governo deixar para a próxima gestão uma parte do aumento, que seria escalonado em três anos. Os grevistas também reivindicam uma maior participação do Ministério da Educação e Cultura (MEC), pois o consideram um interlocutor indispensável para a discussão do plano de carreira.  Nesta tarde os professores discutiam quais seriam as propostas que serão levadas na próxima reunião marcada para dia 1º de agosto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ainda na assembleia desta sexta, os docentes decidiram que irão encaminhar ao Comando Nacional de Greve algumas contrapropostas que serão formuladas e sugeridas ao governo, em Brasília. Essa reunião com o governo deve ocorrer em 1º de agosto. Uma nova assembleia geral dos docentes da Unifesp está marcada para 6 de agosto, quando será discutido o retorno do governo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Nossa greve tem dois grandes aspectos. O primeiro ponto é a reestruturação da carreira, que envolve salário, e o segundo ponto são condições de trabalho e infraestrutura. O governo só tem falado do primeiro ponto&amp;rdquo;, diz ao G1 a professora Marian Dias, do comando local de greve.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Unifesp deve sugerir ao comando de greve, segundo Marian, uma nova distribuição da renda de R$ 4,2 bilhões proposta pelo governo, com a incorporação da gratificação junto ao salário dos docentes. Os professores deverão pedir também a progressão na carreira com aumento de 5% a cada categoria, melhores condições de infraestrutura e trabalho, e o protagonismo do Ministério da Educação (MEC) nas negociações em vez do Ministério do Planejamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Há &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; sem professores, falta água em alguns campi e essas questões não estão sendo sequer colocadas na mesa. Nós nos reunimos com eles [o governo] e só nos são apresentadas tabelas com valores e salários. Nós queremos falar também sobre carreira e infraestrutura para poder trabalhar&amp;rdquo;, diz Marian.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/GpsjTWAMRWc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:04:00</pubDate><id>55877</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55877</feedburner:origLink></item><item><title>Pais devem estabelecer regras de estudo na volta às aulas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/JkT-1oyz_qA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma queixa comum dos pais em relação aos filhos é a falta de responsabilidade deles com a escola. Por mais que falem e cobrem, eles pouco estudam ou fazem lição. O incômodo existe mesmo quando os resultados são positivos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por um lado, há a ideia do aluno perfeito, que faz as obrigações espontaneamente e estuda todos os dias, garantindo bom desempenho nas avaliações. Pelo outro, temos o aluno real, cujo  aprender é cansativo e prefere, com certa frequência, brincar a ter que se debruçar sobre cadernos e livros. Nessa categoria, encontra-se a maior parte dos estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A responsabilidade é algo que se aprende, seja pelo exemplo dado pelos pais, seja pelo exercício. Uma das maneiras de ajudar os pequenos a desenvolverem esse aspecto é orientando-os para que se organizem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando o ano letivo se inicia, alguns combinados podem ser feitos com as crianças possibilitando que deem conta das tarefas escolares. Além de combinar é necessário que sejam cobradas para que as sigam. Alguns pais estabelecem regras e as escrevem em cartazes coloridos, colocando-os sobre a escrivaninha. E só. Esperam que elas as sigam. As crianças estão se desenvolvendo e precisam dos adultos para que cumpram seus deveres.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para tanto, é necessário acordar as regras de estudo com a criança &amp;ndash; nem ela e nem os pais sozinhos devem decidir como serão. A participação delas garante a possibilidade de cobrança caso não cumpram, visto que as aceitaram. Já a dos pais, permite a dosagem certa do estudo. Algumas crianças se empolgam tanto no início do ano que se propõem a estudar três horas diárias, sendo que mal dão conta de uma. Ou o inverso, consideram meia hora o suficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como se dará a dedicação ao estudo dependerá de cada criança. Algumas gostam de chegar da escola e já estudar. Outras precisam de um tempo de descanso, para depois pegarem os livros. Têm aquelas que não conseguem se organizar sozinhas e precisam da presença do adulto. Cada criança é uma.  Ao verificar como é seu filho, o melhor é esquecer a imagem do aluno ideal. É esse,  de carne e osso, que importará para o estabelecimento de qualquer regra.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Às vezes, porém, esses combinados precisam ser revistos. O meio do ano, após cinco meses de estudo, é um bom momento para se fazer isso. As aulas estão para começar. É hora de sentar com o filho e ver como as coisas transcorreram até então. Fazer um balanço do que foi bom e daquilo que precisa ser melhorado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Desta forma, ajudamos os pequenos a tomarem consciência de si próprios, exercitando pensar sobre sua pessoa, além de assinalar a possibilidade que sempre existe de mudarmos as coisas. Sem contar que estimulamos para que se organizem e tenham responsabilidade com os estudos, estando junto deles. Estudo é algo para ser levado a sério.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De certo modo, o segundo semestre é um recomeço. A maneira como iniciamos algo dá o tom de como será seu ritmo. Que todos comecem com o pé direito.&lt;br /&gt;
Boa volta às aulas!!!&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/JkT-1oyz_qA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:03:00</pubDate><id>55876</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55876</feedburner:origLink></item><item><title>Incluir criança na escolha da nova escola ameniza seu sofrimento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/XS0qoZ78ZVA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Alguns eventos da vida obrigam as pessoas a mudarem de cidade, causando-lhes transtornos. É necessário adaptar-se ao novo lugar, seus costumes e pessoas. A tarefa nem sempre é fácil e gera certa insegurança. Para as crianças, o processo também é difícil. Elas, além de cidade, têm que mudar de escola &amp;ndash; seu principal ambiente social fora de casa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É na escola que importantes laços afetivos são formados. Professores e alunos, que por vezes se tornam amigos da vida inteira, são pessoas significativas no universo infantil. Ir para outra instituição significa de algum modo perdê-los, não as animando muito tal ideia. Os pais temem essa troca e questionam qual a melhor maneira de fazê-lo, para que seja menos traumático.  Mudar de lugar faz parte da vida e, apesar de sofrido, é algo possível de ser superado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O ideal é que essa mudança seja realizada no final do período escolar. Assim, a criança inciará o ciclo com a nova turma, que também estará trocando de professor. Porém, às vezes é necessário que as coisas aconteçam no meio do ano. Alguns cuidados podem ser tomados para que haja tranquilidade nessa transição. Uma delas, talvez a principal, é esclarecer a criança sobre tudo o que está acontecendo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Saber o que vai acontecer ameniza o sofrimento à medida que desfaz algumas fantasias. Por isso, é importante que ela conheça de antemão a cidade, a casa e a nova escola. E, se possível, participe da escolha da nova instituição, dentro daquilo que os pais julguem adequado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Conhecer os novos alunos e professores também é interessante. Para isso, ela pode fazer uma vivência, onde passará um período como aluna antes de se mudar. Quando chegar o primeiro dia de aula, ela não se sentirá totalmente estranha ao novo ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ter pais dispostos a ouvi-la em seu medo e insegurança é algo necessário. Às vezes, na tentativa de tornar essa nova etapa atraente, os adultos tendem a apontar apenas as coisas boas &amp;ndash; é uma escola maior, tem aula disso e daquilo, o filho de fulano estuda lá&amp;hellip; Esquecem-se de lembrá-la que pode se sentir desconfortável, principalmente no começo, e com receio das novas relações.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas que, aos poucos, as coisas vão entrar em seus devidos lugares.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Antecipando algumas coisas que podem vir a incomodar, os filhos se sentirão acolhidos e poderão contar com os pais diante de suas tristezas com o novo momento. Não vão precisar sofrer sozinhos, achando que têm que se adaptar a qualquer custo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Garantir que podem ver os amigos e professores da antiga escola, inclusive trocando e-mails e telefones para manterem contato, pode servir para amenizar a saudade. E por que não uma festinha de despedida? As boas lembranças alimentam nossa alma e fazem o sofrimento ficar menos pesado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mais que tudo, os pais precisam confiar que seus filhos são capazes de enfrentar as adversidades da vida. A vida nunca foi e jamais será um linha reta. As crianças, mais que os adultos, têm uma facilidade maior de se adaptarem as novas situações.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/XS0qoZ78ZVA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:00:00</pubDate><id>55875</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55875</feedburner:origLink></item><item><title>Novas regras da redação do Enem serão publicadas na segunda, diz Inep</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/0ZTWO65ic2k/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Luiz Cláudio Costa, anunciou nesta quinta-feira (26) que o edital com as modificações no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será publicado na próxima segunda-feira (30). As mudanças foram classificadas por ele como "melhorias" para tornar o processo seletivo ainda mais transparente em todo o país. O Ministério da Educação anunciou, em maio, que criaria "filtros mais precisos" para avaliar a prova de redação dos candidatos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Costa participou de evento da 64&amp;ordf; reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a SBPC, que acontece até esta sexta-feira (27) em São Luis (MA).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Será instituída uma banca com três corretores específicos para a redação. Isso vai facilitar e reduzir o tempo de correção de uma das partes mais demoradas e complexas do exame. Além disso, haverá a redução para 200 pontos, na pontuação da redação, que anteriormente era de 1.300&amp;rdquo;, afirmou o presidente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Abertura de edital&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Luiz Claudio disse também que na próxima segunda-feira (30) o Inep lançará um edital específico para a parte que engloba a redação da prova nacional. &amp;ldquo;Na semana que vem, nós vamos lançar um edital de R$ 2 milhões para buscar novos conhecimentos e práticas para a correção da redação. Queremos envolver a sociedade nessa prática que transformou o ingresso do brasileiro ao ensino superior&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além dessas mudanças, o Instituto planeja criar e publicar um guia da redação para o participante do exame nacional. &amp;ldquo;O intuito é tornar o processo ainda mais prático, ágil e transparente. Essas modificações vão permitir justamente o entendimento de todos sobre o Enem&amp;rdquo;, garantiu.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na visita, o presidente de Inep aproveitou ainda para ressaltar a importância da realização da SBPC de forma inclusiva. &amp;ldquo;Um evento com a SBPC permite a verdadeira integração da teoria à prática. A troca de conhecimentos e o entendimento de que a ciência e &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; podem ser pesquisadas, estudadas por todo mundo&amp;rdquo;, finalizou Luiz Claudio.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/0ZTWO65ic2k" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/07/2012 00:00:00 14:15:00</pubDate><id>55746</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55746</feedburner:origLink></item><item><title>Nova proposta do governo para pôr fim à greve divide professores</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/ybkjQbFPFEI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A proposta do governo para tentar acabar com a greve nas instituições federais de ensino dividiu os sindicalistas. Enquanto dois já recusaram a posição do governo, um terceiro aprovou a proposta. Em Londres, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que os professores não podem se queixar da oferta, alegando que, em momento de crise econômica mundial, poucos segmentos estão recebendo aumentos ou garantias. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nesta terça-feira, 24, o Ministério do Planejamento apresentou uma contraproposta de reajuste de 25% a 40%. Há duas semanas, o governo havia oferecido um aumento entre 12% e 40%, em três anos, para a categoria. Para a nova proposta, o governo ampliou a previsão de recursos de R$ 3,92 bilhões para R$ 4,2 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mercadante diz apostar em um acordo com os grevistas na próxima semana. &amp;ldquo;Não conheço nenhum setor que ganhou isso neste momento. São os únicos que terão uma restruturação da carreira&amp;rdquo;, disse. &amp;ldquo;Não há margem fiscal e a economia está desacelerando.&amp;rdquo; Nesta quarta, a presidente Dilma Rousseff cobrou de Mercadante uma solução.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Rejeição&lt;br /&gt;
O Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes), que representa o maior número de instituições, rejeitou a proposta. A decisão deve ser debatida entre esta quarta e segunda-feira nas universidades em greve. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o diretor do Andes Josevaldo Cunha, o governo não avançou nas reivindicações de reestruturação de plano de carreira. Ele criticou o &amp;ldquo;ultimato&amp;rdquo; de Mercadante. &amp;ldquo;É até desrespeitoso o ministro dizer isso, de outro país, sobre uma greve que tem respaldo da sociedade.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cunha afirma que, com a proposta, poucos professores receberão reajustes reais, descontada a inflação acumulada e projetada até 2015. Mas pondera: &amp;ldquo;Caso o governo tenha chegado a um teto orçamentário, que se discuta a reestruturação da carreira dentro desses porcentuais&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O sindicato exige um padrão de aumento entre níveis remuneratórios, salário baseado na carreira de 20 horas semanais, fixando o dobro para a carreira de 40 horas. E que se valorize da forma adequada a dedicação exclusiva.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O sindicato dos servidores técnicos (Sinasefe) também recusou. &amp;ldquo;O governo insiste em não fazer uma verdadeira reestruturação da carreira&amp;rdquo;, reafirma em nota.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O único sindicato que aprovou a proposta foi a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), que representa sete universidades e um instituto. Entre os pontos citados pela entidade está a garantia de que nenhum professor recebesse reajuste inferior a 25%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, a instituição cita preocupação com o prazo de até 31 de agosto para que o governo envie um projeto de lei ao Congresso. Uma nova reunião com o governo está marcada para o dia 1.º. Até o lá, os professores devem decidir se acatam a posição dos sindicatos. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/ybkjQbFPFEI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>26/07/2012 00:00:00 14:10:00</pubDate><id>55745</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55745</feedburner:origLink></item><item><title>Auditoria indica que 87 por cento das escolas públicas do DF precisam de reparos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/WdDRE7hHrB8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Auditoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) indica que, em função da falta de manutenção, 87,4% das escolas públicas da capital federal precisam de reparos moderados ou grandes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A fiscalização, realizada em uma amostra de 50 unidades no primeiro trimestre 2011, também concluiu que a maioria das unidades não tem estrutura compatível com as atividades exigidas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após a auditoria, o tribunal determinou à Secretaria de Educação que adote providências para a recuperação dos estabelecimentos de ensino. A pasta tem 120 dias, contados a partir da notificação, que deve ocorrer nesta terça, para enviar um plano de execução das medidas exigidas pelo TCDF.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Secretaria de Educação informou ao G1 que está providenciando um cronograma de obras. Segundo a assessoria da pasta, 32 obras constantes no relatório do TCDF já estão em andamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O plano, segundo o tribunal, deve conter cronograma de etapas e prazos, além de apresentar os nomes dos servidores que integrarão grupo de contato da auditoria.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O governo ressaltou ainda que atualmente a Secretaria de Educação conta com a assessoria de dez empresas que realizam a manutenção nas 653 instituições de ensino públicas do DF. A pasta esclareceu que a atual gestão da secretaria já trabalha com a previsão de melhorias em toda a rede.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/WdDRE7hHrB8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 19:06:00</pubDate><id>55676</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55676</feedburner:origLink></item><item><title>Governo cede e oferece reajustes de 25 por cento a 40por cento para professores em greve</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/mr21Nj8-Z80/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O governo federal cedeu à pressão dos professores universitários e de institutos de pesquisa e apresentou contraproposta de reajuste de 25% a 40%. Os novos porcentuais terão impacto de R$ 4,2 bilhões no Orçamento da União.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Há duas semanas, o governo ofereceu um aumento entre 12% e 40% ao longo dos próximos três anos para a categoria, que está em greve há 66 dias. Na ocasião, o reajuste anunciado foi 16% a 45%, pois o governo havia incluído um porcentual já concedido. Nessa proposta, o impacto estimado era de R$ 3,9 bilhões. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Acreditamos que essa nova proposta é um movimento suficiente do governo para que a greve termine", afirmou Sérgio Mendonça, secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento. "Nosso desejo é pôr fim à greve", disse Marco Antônio Oliveira, secretário de Educação Profissionalizante e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC). "Mas, no caso dos valores, chegamos a um limite. Se não houver acordo, ficaremos numa situação delicada."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O governo espera que as entidades representativas de professores respondam no início da semana que vem se aceitam a contraproposta. A presidente do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes), Marinalva Oliveira, não gostou da oferta. "Não resolve o problema de desestruturação da carreira." Segundo ela, a categoria não aceita concessão de porcentuais diferenciados para docentes com título. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o presidente da Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), Eduardo Rolim, a contraproposta é satisfatória. "Numa análise rápida, o governo atendeu integralmente às nossas reivindicações."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os novos porcentuais de reajuste não atingem os professores que estão no topo da carreira. Os titulares, com doutorado e dedicação exclusiva, mantiveram o aumento em seus salários, que vão saltar de R$ 12.224,56 para R$ 17.057,74. Os vencimentos dos docentes com doutorado e 40 horas semanais pularão dos R$ 5.918,95 propostos pelo governo há duas semanas para R$ 7.859,61. Além dos novos valores, o governo concordou em antecipar os reajustes de julho para março de 2013 a 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Protesto. Ontem, cerca de 150 servidores sentaram na rampa do Palácio do Planalto em protesto. Funcionários do Executivo, eles condenam a atitude do governo, que, além de não apresentar proposta aos grevistas, determinou corte de salários.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Estamos há 36 dias em greve e o governo não apresentou nenhuma proposta", declarou César Leite, do Ministério da Saúde. Eles esperavam ser recebidos ainda ontem pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/mr21Nj8-Z80" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 19:04:00</pubDate><id>55675</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55675</feedburner:origLink></item><item><title>Faculdades aprovam exame para médicos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/wNVOrJqz5ao/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As principais escolas de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; do Estado de São Paulo apoiam a decisão do Conselho Regional de Medicina (Cremesp) de tornar obrigatória a realização de uma prova para avaliar os formandos do 6º ano do curso de Medicina, conforme o Estado antecipou, mas fazem considerações sobre o modelo adotado e defendem uma avaliação nacional.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Diretores das faculdades de Medicina da Unicamp, Unesp, USP, UFSCar e Unifesp defendem a avaliação, dizem que ela é necessária porque será mais um mecanismo para que as instituições conheçam suas falhas e criticam a expansão de vagas nos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Medicina &amp;ndash; o governo federal anunciou 2,5 mil novas vagas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O professor Mario Saad, da Unicamp, diz que uma prova de múltipla escolha ao final do curso pode não ser a melhor forma de avaliar se um aluno realmente aprendeu tudo o que deveria. &amp;ldquo;Nem sempre quem responde bem um teste é quem melhor atende num hospital. O ideal seria existir um mecanismo de avaliação ao final do 2º, do 4º e do 6 º anos, incluindo uma avaliação prática e uma prova discursiva.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O professor Joaquim Edson Vieira, da comissão de graduação da USP, segue o mesmo raciocínio. Ele apoia a existência da avaliação, mas avalia que o exame poderia ser mais completo, como uma prova de residência médica (que inclui questões discursivas e prova prática). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Nossos alunos não faziam a prova quando era voluntária por considerar que esse modelo de exame não contribui para o exame da residência médica, que eles obrigatoriamente fazem quando se formam. Não é questão de ser melhor ou pior. Mas são exames diferentes&amp;rdquo;, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Silvana Artioli Schellini, da Unesp, e Bernardino Geraldo Alves Souto, da UFSCar, dizem que os resultados serão uma ferramenta a mais para a melhoria do ensino. &amp;ldquo;A proposta é muito inteligente porque mantém o sigilo do aluno, não tem caráter punitivo e ainda fornece os resultados por área para a faculdade&amp;rdquo;, afirmou o professor Souto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O professor Antonio Carlos Lopes, da Unifesp, classifica como oportuna a medida, mas lamenta que a prova não tenha força para filtrar profissionais. &amp;ldquo;A decisão do Cremesp é apenas política. Serve de estatística, mas infelizmente não tem validade para impedir o indivíduo de exercer a profissão&amp;rdquo;, avalia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, Valdir Golin, a iniciativa vem a se somar com a análise feita pelo Enade, do Ministério da Educação (MEC), que avalia os universitários no primeiro e último ano de curso. &amp;ldquo;A regra é corajosa e absolutamente salutar. Faz um diagnóstico. Mas o ideal seria termos algo em todo o Brasil.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a professora Cibele Retele Duch, da Uniara, de Araraquara, ainda é cedo para se pensar num exame de ordem nacional. &amp;ldquo;Ainda precisa de maturidade. Essa evolução tende a ocorrer, mas assim já vai forçar as instituições a repensarem seu ensino.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Henrique George Naufel, da Universidade de Mogi das Cruzes, reforça a importância da participação de todos. &amp;ldquo;Como é obrigatório mas não é excludente, pode ser que algumas instituições boicotem e prejudiquem o objetivo real do exame.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como funcionará. A prova já existe há sete anos, de forma voluntária, mas a adesão caiu no decorrer dos anos, prejudicando a amostra e a avaliação. Ao torná-la obrigatória, a intenção do Cremesp é ampliar a base de participação e assim ter um retrato mais fiel do problema, além de avançar o debate da instituição (via uma lei federal) de um exame nacional que seja requisito obrigatório para o exercício da Medicina no País, como já acontece com os advogados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A norma já vale para os formandos de 2012. O exame será realizado no dia 11 de novembro e será composto por 120 questões de múltipla escolha sobre as 9 principais áreas da &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, que incluem pediatria, clínica médica, obstetrícia e saúde pública. No ano passado, 46% dos alunos voluntários foram reprovados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Associação Médica Brasileira (AMB) e a Associação Paulista de Medicina (APM) também se declararam favoráveis à aplicação da prova. Em nota, o CFM diz concordar com a adoção de medidas que contribuam e estimulem a avaliação de estudantes e escolas, mas diz não ter um consenso sobre a melhor abordagem para enfrentar o problema.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/wNVOrJqz5ao" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 18:58:00</pubDate><id>55672</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55672</feedburner:origLink></item><item><title>Formandos em Medicina de SP serão obrigados a fazer uma prova no fim do 6º ano</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/4SmaEPHRthA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os formandos de Medicina do Estado de S&amp;atilde;o Paulo ser&amp;atilde;o obrigados a fazer uma prova no final do 6&amp;ordm; ano do curso que ter&amp;aacute; o objetivo de avaliar a qualidade do ensino. A obrigatoriedade ser&amp;aacute; anunciada nesta ter&amp;ccedil;a, 24, pelo Conselho Regional de Medicina (Cremesp), respons&amp;aacute;vel pela aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do exame.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos rec&amp;eacute;m-formados j&amp;aacute; &amp;eacute; aplicada para os formandos de Medicina do Estado h&amp;aacute; sete anos &amp;ndash; mas de forma volunt&amp;aacute;ria. At&amp;eacute; hoje, 4.821 novos m&amp;eacute;dicos j&amp;aacute; se submeteram ao exame, que a cada ano demonstra a falta de preparo dos profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No exame do ano passado, 46% dos alunos que fizeram a prova foram reprovados. Eles n&amp;atilde;o sabiam, por exemplo, identificar um quadro de meningite em beb&amp;ecirc;s, e tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o sabiam que uma febre de quase 40 graus pode aumentar o risco de infec&amp;ccedil;&amp;otilde;es graves em crian&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Registro. O Estado apurou que a obrigatoriedade da prova passar&amp;aacute; a valer assim que a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cremesp for publicada, o que significa que ela valer&amp;aacute; para todos os estudantes, inclusive para os que j&amp;aacute; est&amp;atilde;o cursando.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A prova ser&amp;aacute; individual, espec&amp;iacute;fica e a nota ser&amp;aacute; informada exclusivamente ao interessado, a menos que haja uma procura&amp;ccedil;&amp;atilde;o para que outra pessoa tenha acesso &amp;agrave; nota. Al&amp;eacute;m disso, apesar de obrigat&amp;oacute;rio, o exame n&amp;atilde;o vai impedir que o formando exer&amp;ccedil;a a profiss&amp;atilde;o de m&amp;eacute;dico: mesmo que o rec&amp;eacute;m-formado tire nota zero, ele poder&amp;aacute; obter seu registro no Cremesp.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O que muda em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao que j&amp;aacute; existe hoje &amp;eacute; que o Cremesp pretende exigir o comprovante de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do exame entre os documentos necess&amp;aacute;rios para que o profissional consiga obter o registro de m&amp;eacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E &amp;eacute; esse o ponto-chave da discuss&amp;atilde;o, j&amp;aacute; que o Cremesp n&amp;atilde;o tem autonomia nem compet&amp;ecirc;ncia para vincular a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o na prova &amp;agrave; obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do registro para exerc&amp;iacute;cio da &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, como acontece com os formados em &lt;a href="http://www.portaldireito.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Direito&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Para isso, seria necess&amp;aacute;rio ter uma lei aprovada na C&amp;acirc;mara dos Deputados, no Senado e sancionada pela presidente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Cid Carvalhaes, presidente do Sindicado dos M&amp;eacute;dicos de S&amp;atilde;o Paulo, o Cremesp pode exigir esse documento para o registro profissional, mas n&amp;atilde;o pode impedir que esse rec&amp;eacute;m-formado exer&amp;ccedil;a a Medicina em outros locais do Pa&amp;iacute;s. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Isso &amp;eacute; uma das fragilidades do exame. Se um aluno n&amp;atilde;o quiser se submeter &amp;agrave; prova e questionar isso na Justi&amp;ccedil;a, provavelmente ele vai ter o direito de exercer a profiss&amp;atilde;o independentemente da prova&amp;rdquo;, avalia Carvalhaes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Qualidade do ensino. Segundo Carvalhaes, o exame ser&amp;aacute; mais um elemento convincente para que, a m&amp;eacute;dio prazo, os conselhos consigam demonstrar de forma pr&amp;aacute;tica a m&amp;aacute; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos m&amp;eacute;dicos. &amp;ldquo;O que se pretende &amp;eacute; fazer uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o criteriosa para avaliar a qualidade do ensino. A possibilidade de que ela passe a valer em todo o Pa&amp;iacute;s existe&amp;rdquo;, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A proposta de uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional, inclusive, foi apresentada para todos os presidentes de conselhos regionais de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; do Pa&amp;iacute;s em reuni&amp;atilde;o no &amp;uacute;ltimo dia 11. A experi&amp;ecirc;ncia de S&amp;atilde;o Paulo servir&amp;aacute; de modelo dentro de um projeto-piloto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A medida, entretanto, divide opini&amp;otilde;es. A m&amp;eacute;dica Dilza Ribeiro, presidente do conselho do Acre, v&amp;ecirc; com bons olhos a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;Vi com simpatia o que foi apresentado. O ensino m&amp;eacute;dico est&amp;aacute; muito ruim. Mas precisamos ver como aplicar, j&amp;aacute; que essa prova demanda or&amp;ccedil;amento.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nem&amp;eacute;sio Tomasella de Oliveira, presidente do conselho de Tocantins, &amp;eacute; mais cauteloso. Para ele, &amp;eacute; injusto &amp;ldquo;punir&amp;rdquo; o m&amp;eacute;dico exigindo a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma prova depois de seis anos de estudo. O ideal seria avaliar a qualidade do ensino nos primeiros anos e corrigir o problema na base.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;S&amp;atilde;o Paulo &amp;eacute; um laborat&amp;oacute;rio, e n&amp;oacute;s vamos esperar os resultados. N&amp;atilde;o descartamos a possibilidade de um dia aplicar esse exame. Mas, definitivamente, essa n&amp;atilde;o &amp;eacute; a melhor maneira de combater o ensino ruim. O problema s&amp;atilde;o as escolas que deformam.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Abdon Jos&amp;eacute; Murad Neto, presidente do conselho do Maranh&amp;atilde;o, afirmou ser contra o exame. &amp;ldquo;&amp;Eacute; ilegal e uma arbitrariedade. O Cremesp n&amp;atilde;o pode impedir o rec&amp;eacute;m-formado de se inscrever. Deixar o aluno estudar seis anos para depois dizer que ele n&amp;atilde;o est&amp;aacute; preparado para ser m&amp;eacute;dico &amp;eacute; uma covardia&amp;quot;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/4SmaEPHRthA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 14:45:00</pubDate><id>55639</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55639</feedburner:origLink></item><item><title>MEC cria comissão para acompanhar Reuni</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/VATF1iRctjM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o criou uma comiss&amp;atilde;o para acompanhar o Programa de Expans&amp;atilde;o e Reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Universidades Federais (Reuni). A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do grupo, oficializada no Di&amp;aacute;rio Oficial desta ter&amp;ccedil;a-feira, 24, foi prometida pelo ministro Aloizio Mercadante no m&amp;ecirc;s passado, durante audi&amp;ecirc;ncia com representantes de movimentos estudantis.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A comiss&amp;atilde;o ser&amp;aacute; composta por dois representantes da Uni&amp;atilde;o Nacional dos Estduantes (UNE), Daniel Iliescu e Yuri Pires, dois da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es Federais de Ensino Superior (Andifes), Jo&amp;atilde;o Luiz Martins e Maria L&amp;uacute;cia Cavalli Neder, e dois do pr&amp;oacute;prio MEC , Adriana Rigon Weska e Antonio Sim&amp;otilde;es Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os encontros do grupo ser&amp;atilde;o peri&amp;oacute;dicos e incluem, entre outros temas, uma an&amp;aacute;lise das verbas dispon&amp;iacute;veis para a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo de expans&amp;atilde;o da rede federal de ensino superior. Segundo o texto publicado no Di&amp;aacute;rio Oficial, a comiss&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;ldquo;incumbida de acompanhar as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com vistas &amp;agrave; consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo de expans&amp;atilde;o das universidades federais e de tratar dos assuntos estudantis correlatos ao tema&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos estudantes est&amp;aacute; amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da assist&amp;ecirc;ncia estudantil, como alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e moradia para alunos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/VATF1iRctjM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 14:30:00</pubDate><id>55638</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55638</feedburner:origLink></item><item><title>Ciência Sem Fronteiras não renova bolsas </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/-mRwN--wHaY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O programa Ciência Sem Fronteiras, uma das apostas do governo federal para a formação de pesquisadores, decidiu não renovar bolsas de pelo menos 25 estudantes que estão no exterior, forçando-os a abandonar estudos e pesquisas. O grupo teve indeferida a renovação das bolsas para o próximo semestre sem motivo ou explicação e pede, em um abaixo-assinado, que a situação seja reavaliada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As bolsas foram concedidas inicialmente por seis meses, com a possibilidade de renovação por mais um semestre prevista no edital.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O período de permanência de 12 meses é indicado como mínimo para o bom aproveitamento do intercâmbio. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pelo programa, não explicou por que não houve a renovação e não informou quantos alunos tiveram seus pedidos indeferidos (mais informações nesta página).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lançado com pompa pela presidente Dilma Rousseff em julho de 2011, o programa tem a meta de oferecer 101 mil bolsas de graduação e pós-graduação até 2015, sendo 75 mil bancadas pelo governo federal. As demais virão de parcerias privadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Espalhados. Os 25 bolsistas estão em instituições de países como Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Espanha, Canadá e Portugal. Eles tentam a renovação desde maio, quando entraram em contato com o CNPq. Desde então, enfrentaram uma novela com informações desencontradas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Primeiro, receberam orientações sobre os documentos necessários, mas depois a informação era de que não havia nenhuma possibilidade de renovação. Em algumas mensagens, o indeferimento era uma decisão de instâncias superiores do CNPq. Em outros e-mails, a culpa era do limite de bolsistas por país.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A estudante de Arquitetura Caroline Oliveira, de 21 anos, crê que sua documentação nem foi analisada. Aluna da Universidade Federal do Paraná (UFPR), conseguiu por meio do Ciência Sem Fronteiras um intercâmbio na Technische Universit&amp;auml;at em Munique, Alemanha. Entregou toda a documentação no prazo, mas teve o pedido negado. "A universidade nem imagina que eu posso ter de abandonar. Estou em um projeto grande, com pesquisadores de vários países. Vou atrasar o trabalho deles."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa de Yara Barros, de 21 anos, é sobre genética humana, em um dos laboratórios da Universidade de Coimbra, em Portugal. "Como não sei mais se vou ficar, está a maior correria. Estou tentando adiantar, porque ainda não tenho finalizada a parte experimental. Enquanto estão todos de férias, estou aqui. Mas é certo que a pesquisa vai ficar incompleta", diz ela, estudante da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como todos os participantes ouvidos pelo Estado, Yara faz questão de reafirmar as qualidades do Ciência Sem Fronteiras. "A oportunidade é maravilhosa, a bolsa é muito boa. Mas fico indignada com o tratamento que nos dão agora. São dois meses sem termos nenhuma justificativa. Quando se pronunciam, a resposta simplesmente é: 'Não vamos renovar e pronto'."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Abaixo-assinado. Depois de várias tentativas de renovar a bolsa e salvar os estudos, o grupo de 25 estudantes preparou um abaixo-assinado. Encaminhou o documento ao CNPq em junho. Mais uma vez, a resposta foi negativa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As bolsas de graduação do Ciência sem Fronteiras são concedidas normalmente para 12 meses. O CNPq não informou quantos foram ao exterior com contratos de seis meses.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Até o momento, foram concedidas 10.752 bolsas de graduação sanduíche no exterior. Muitos desses estudantes estão em preparação para a viagem. Até o fim do ano, há a expectativa de que sejam concedidas 20 mil bolsas. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/-mRwN--wHaY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 14:28:00</pubDate><id>55637</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55637</feedburner:origLink></item><item><title>Fuvest divulga locais da prova de transferência para a USP em 2013</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/b-NPyYOWx5Q/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;A Fuvest divulgou, na manhã desta sexta-feira (20), os locais da prova de transferência para &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da Universidade de São Paulo (USP) em 2013, e a lista de inscritos para o exame. No total são oferecidas 1.207 vagas de graduação: são 727 vagas em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; na área de exatas, 178 vagas em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; na área de biológicas, e 159 vagas em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de humanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prova será aplicada no dia 29 de julho, às 13h, em nove cidades de São Paulo. De acordo com a Fuvest, os portões serão abertos às 12h30 e a prova terá duração de quatro horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os classificados participarão de uma segunda etapa na faculdade que oferece o curso escolhido pelo interessado. A prova terá 80 questões objetivas e 4 horas de duração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os candidatos aos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da área de humanidades, a prova constará de 34 questões de língua portuguesa, 12 de língua inglesa e 34 de conhecimentos sobre cultura Contemporânea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os inscritos para &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da área de exatas responderão a 24 questões objetivas de língua portuguesa, 12 de língua inglesa, 22 de matemática e 22 de física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os que procurarem &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da área de biológicas terão a prova de pré-seleção com 24 questões de língua portuguesa, 12 de língua inglesa, 22 de gnética e 22 de bioquímica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lista dos aprovados para a segunda fase do exame será divulgada no dia 10 de agosto. Nos 16 e 17 de agosto (quinta e sexta-feira), os candidatos convocados deverão entregar, nos Serviços de Graduação das escolas que abrigam o curso pretendido, os documentos previstos no Edital do Concurso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além das mencionadas acima, outras 143 vagas terão seleção somente nas instituições que as oferecem. A relação completa está no Manual do Candidato que pode ser consultado no site da Fuvest.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/b-NPyYOWx5Q" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 15:39:00</pubDate><id>55510</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55510</feedburner:origLink></item><item><title>ITA vai mudar cursos de graduação para humanizar estudantes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/xFqep_mQnSg/noticia_view.asp</link><description>Uma das melhores e mais tradicionais universidades do país, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), irá reestruturar os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de graduação no próximo ano para tentar &amp;ldquo;humanizar&amp;rdquo; seus alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da reformulação, segundo o reitor, Carlos Américo Pacheco, é aliar o aprendizado técnico com habilidades sociais para aumentar a capacidade dos alunos de trabalhar em grupo e lidar com desafios. Para isso, serão ministrados &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; extracurriculares. A grade também deverá sofrer alterações. Uma comissão formada por 18 especialistas de dentro e fora da instituição, como do Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT), estuda como implantar as mudanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Pacheco, a proposta de alterar o aprendizado da universidade tem gerado polêmica entre os educadores e professores do instituto. Mas a mudança deve começar já no segundo semestre de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Queremos dar outras dimensões para os currículos para ir além da base técnica. Nossos alunos são muito bons em &amp;lsquo;hard skills&amp;rsquo;, como chamamos no meio acadêmico. Mas acho que faltam os &amp;lsquo;soft skills&amp;rsquo; (competências pessoais). Trabalhamos pouco isso hoje&amp;rdquo;, diz Pacheco. Segundo ele, as mudanças não vão diminuir a qualidade dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São duas as principais propostas em estudo para viabilizar a mudança: a criação de um Centro de Inovação, um laboratório que visa aproximar os alunos à dinâmica das principais empresas do país, e a implantação de &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; mais abrangentes, como engenharia de sistemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mudança dará fim a uma tradição de 62 anos da instituição, considerada o berço da elite da engenharia brasileira, com seis &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; consolidados &amp;ndash; aeronáutica, aeroespacial, computação, civil aeronáutica, mecânica aeronáutica e eletrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
'Outro patamar'&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Dono do grupo Poliedro, o engenheiro aeronáutico Nicolau Arbex Sarkis, formado no ITA na turma de 1992, elogia a mudança proposta. "O engenheiro precisa ter uma formação ampla. Além dos números, é preciso sensibilidade para administrar pessoas", diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A capacidade de trabalhar em grupo, de liderança e de relacionamento são os aspectos mais importantes da vida profissional. E justamente estes aspectos são, há tempos, os mais criticados nos engenheiros formados no ITA. O novo projeto vai proporcionar uma bem-vinda mudança no perfil do profissional e elevar os engenheiros formados pelo ITA a outro patamar", afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Sarkis, "aliar a formação técnica já existente no ITA com a formação humana é o que todo profissional deseja e toda empresa necessita".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Concorrência acirrada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O vestibular do ITA atraiu no ano passado 9.337 candidatos interessados nas 120 vagas abertas dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de graduação (uma concorrência de mais de 77 pessoas por vaga). A meta é dobrar para 240 as vagas abertas nos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; a partir de 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ITA irá assinar em agosto um convênio de R$ 300 milhões com o Ministério da Educação para ampliar as instalações da universidade. As obras devem começar em outubro e serão executadas ao longo de quatro anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto prevê a construção de um novo alojamento para os estudantes, novas bibliotecas, laboratórios e salas de aula. Fundado em 1950, o ITA é a única universidade do Brasil em que os formandos obtiveram o conceito &amp;lsquo;A&amp;rsquo; em todos os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e em todas as edições do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), o antigo Provão.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/xFqep_mQnSg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 15:27:00</pubDate><id>55507</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55507</feedburner:origLink></item><item><title>Alunos do Instituto Confúcio na Unesp vão estudar na China</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/_CDbHVaBucI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Instituto Confúcio na Unesp, que é resultado de um convênio entre a Unesp e o governo da China em parceria com a Universidade de Hubei, recebeu bolsa para os 37 alunos que foram apresentados em 2012 para intercâmbio. A partir de agosto, eles passarão entre seis meses e um ano na instituição oriental.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Desde 2010, o Instituto Confúcio na Unesp tem enviado alunos à China para participarem de &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de aperfeiçoamento em língua chinesa na universidade parceira. Em 2010 foi um grupo de 10 estudantes; em 2011, um de 12 estudantes; e, agora, em 2012, a Unesp recebeu 37 bolsas para o envio de alunos. Elas são oferecidas pelo Escritório Central dos Institutos Confúcio, na China.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O aumento expressivo de bolsas reflete, de um lado, o crescente interesse da China pelo Brasil e, de outro, é o reconhecimento do bom trabalho do Instituto Confúcio na Unesp, atualmente um dos com mais alunos matriculados em todo o mundo, e da importância que a Unesp tem dado a esse projeto&amp;rdquo;, disse Luís Antonio Paulino, diretor executivo do instituto em São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A unidade na Unesp faz parte de uma rede internacional de 258 Institutos Confúcio presentes em 105 países. Além das aulas regulares de língua chinesa, e de oferecer bolsas de estudo para alunos interessados em estudar no país, também há a promoção de atividades culturais, como exposições fotográficas e apresentação de espetáculos e mostras culturais. O órgão também é autorizado pelo governo chinês a aplicar testes de proficiência de língua chinesa tanto para adultos (HSK) como para crianças e adolescentes (YCT).&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/_CDbHVaBucI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:10:00</pubDate><id>55409</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55409</feedburner:origLink></item><item><title>Universia Brasil encerra levantamento do Enem com dados sobre geografia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/dciLmZJCfGE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Portal Universia Brasil lançou neste ano o mapeamento inédito de todas as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), desde a primeira prova, em 1998, até a edição mais recente, em 2011. O estudo apontou quais são os assuntos mais recorrentes em cada uma das disciplinas cobradas pelo exame.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Na prova de geografia, por exemplo, ao assunto mais pedido historicamente é agricultura. Dentro deste tema estão a reforma agrária e problemas de distribuição de terra, extrativismo predatório, agronegócio, agropecuária, fome e subalimentação no Brasil e América Latina, e possíveis impactos sociais da agricultura como, por exemplo, o êxodo rural.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Em segundo lugar ficou aspectos socioeconômicos, tais como, desemprego, migração, mortalidade infantil, natalidade, indicadores de saúde, índice de desenvolvimento humano (IDH), e dados sobre a população, como crescimento e envelhecimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ricardo Fasti, diretor da Universia Brasil, afirma que a ideia principal desse levantamento é auxiliar os estudantes na organização dos estudos. &amp;ldquo;Evidente que o aluno tem que estudar tudo, mas com esses dados apontando o que é mais recorrente, ele pode identificar aquelas matérias em que tem mais dificuldade e criar um roteiro de estudo voltado para a prova, que também reflete o que é cobrado em vários vestibulares pelo Brasil&amp;rdquo;, diz ele.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
O mapeamento completo feito pela rede Universia Brasil, com dicas de professores de vários cursinhos de São Paulo, podem ser encontradas em http://noticias.universia.com.br/tag/cai-no-enem-2012/.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/dciLmZJCfGE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:07:00</pubDate><id>55408</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55408</feedburner:origLink></item><item><title>Editor inglês defende avaliação internacional de universidades </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/xmi3XApncXQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O jornalista britânico Phil Baty, editor da Times Higher Education (THE), revista dedicada à classificação de universidades, defendeu o sistema usado pela publicação para avaliar instituições de educação superior em diversos países. Ele também convidou as instituições brasileiras de ensino a trabalhar em conjunto com a revista na construção de um sistema de avaliação mais justo para o ensino superior no Brasil. Todos os anos, a THE divulga a classificação das 100 melhores universidades do planeta, em parceria com a companhia Thomson Reuters.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Baty chegou a Brasília na terça-feira, 17, a convite do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), para fazer palestra no Ministério da Educação. Ao defender a classificação da revista, Baty disse que o sistema de avaliação pode influenciar a vida das universidades para melhor, com atuação em diferentes áreas. No caso das próprias instituições, ele observou que os rankings servem como selo de qualidade formal nos países onde inexistem medidas de avaliação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para os alunos, o jornalista salienta que a classificação impulsiona as instituições a melhorar as experiências de aprendizagem. &amp;ldquo;Para os professores, ela incentiva a colaboração, as parcerias, os programas compartilhados&amp;rdquo;, observou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Depois da criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e com a intensificação das ações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes) na avaliação dos programas de pós-graduação, as universidades brasileiras buscam cada vez mais a melhoria em seus indicadores de qualidade. As que estão mais bem classificadas na listagem da THE 2011/2012,  são a USP (178&amp;ordf;) e a Unicamp (294&amp;ordf;).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa, a ideia da classificação de instituições de ensino é polêmica, mas os desafios da internacionalização obrigam as universidades brasileiras a discutir os sistemas de avaliação internacional: &amp;ldquo;Não temos que quebrar o termômetro. O que devemos fazer é melhorar nossa avaliação.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Costa lembrou que a expansão das universidades, a partir de 2002 &amp;ndash; quando o Brasil saltou de apenas 300 mil formados por ano para mais de 1 milhão, em 2012 &amp;ndash; oferece desafios adicionais para o governo e para as próprias instituições. Ele observou que, de um total de 2.389, só 250 são universidades. &amp;ldquo;Queremos dar passos que apontem para a internacionalização, uma tendência mundial&amp;rdquo;, afirmou o presidente do Inep.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A palestra foi ministrada a reitores de universidades, pró-reitores e representantes de entidades ligadas à educação superior no país. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/xmi3XApncXQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:04:00</pubDate><id>55407</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55407</feedburner:origLink></item><item><title>Ufes entra no 3° mês de greve com mais de 50 por cento de adesão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/ppNn1irn1Mw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Após dois meses de paralisação, os professores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) seguem em greve. Mesmo com o tempo de paralisação, o calendário acadêmico segue normalmente, segundo a Ufes. A Associação dos Docentes da Ufes (Adufes) informou que a última proposta do Governo Federal não foi satisfatória e na próxima quinta-feira (19) uma assembleia deve formalizar a continuação da greve.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A nossa principal reivindicação, a reestruturação da carreira não foi contemplada, desconsideramos essa proposta e a greve deve continuar", disse o professor de Ciências Econômicas e do Comando de Greve da Ufes, Helder Gomes. De acordo com a associação, 90% dos professores da instituição aderiram à greve.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já a Ufes contesta a informação e comunica que cerca de 52% do corpo docente aderiu à paralisação, já que os Centros de Ciências da Saúde e Tecnológico, &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da área de Engenharia, além do curso de &lt;a href="http://www.portaldireito.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Direito&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, mantiveram as aulas. Atualmente, esses &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; entraram em recesso, conforme previsto no calendário acadêmico. Quando a greve for encerrada, o calendário acadêmico da Ufes deverá ser reprogramado, segundo a universidade.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/ppNn1irn1Mw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 14:49:00</pubDate><id>55375</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55375</feedburner:origLink></item><item><title>Começa nesta terça matrícula dos aprovados na 2ª chamada do Sisu</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/0ocjHry6V1Q/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os candidatos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do  Ministério da Educação têm entre esta terça-feira (17) e a quarta (18) para fazer sua matrícula junto à instituição para a qual foi selecionado. A segunda chamada foi divulgada na sexta-feira (13).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Neste processo seletivo são oferecidas 30.548 vagas em 56 instituições de ensino superior, entre federais e estaduais. A seleção é feita com base no desempenho dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estudantes não aprovados nas duas primeiras chamadas poderão declarar interesse na lista de espera até a próxima quinta-feira (19). A convocação dos candidatos em lista de espera será realizada pelas instituições a partir do dia 24 de julho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Números do Sisu&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O Sisu registrou 642.878 estudantes inscritos, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Educação no dia 23 de junho. As inscrições terminaram no dia 22. Como cada candidato pode optar por até dois &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, foram registradas 1.245.437 inscrições.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estados com o maior número de inscrições recebidas são, respectivamente, Rio de Janeiro (245.716), Minas Gerais (166.162), Ceará (156.343), Maranhão (105.782) e Bahia (92.120).As instituições que mais receberam inscrições foram a Universidade Federal do Rio de Janeiro (152.196), a Universidade Federal do Ceará (108.574), a Universidade Federal do Maranhão (103.829), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (80.483) e a Universidade Federal de Ouro Preto (60.136).&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/0ocjHry6V1Q" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 14:45:00</pubDate><id>55374</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55374</feedburner:origLink></item><item><title>No ensino superior, 38 por cento dos alunos não sabem ler e escrever plenamente </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/NhVoGKwpNP0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM) e pela ONG Ação Educativa. O indicador reflete o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Criado em 2001, o Inaf é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo aplicado em uma amostra nacional de 2 mil pessoas entre 15 e 64 anos. Elas respondem a 38 perguntas relacionadas ao cotidiano, como, por exemplo, sobre o itinerário de um ônibus ou o cálculo do desconto de um produto. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O indicador classifica os avaliados em quatro níveis diferentes de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo (mais informações nesta pág.). Aqueles que não atingem o nível pleno são considerados analfabetos funcionais, ou seja, são capazes de ler e escrever, mas não conseguem interpretar e associar informações. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a diretora executiva do IPM, Ana Lúcia Lima, os dados da pesquisa reforçam a necessidade de investimentos na qualidade do ensino, pois o aumento da escolarização não foi suficiente para assegurar aos alunos o domínio de habilidades básicas de leitura e escrita. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A primeira preocupação foi com a quantidade, com a inclusão de mais alunos nas escolas", diz Ana Lúcia. "Porém, o relatório mostra que já passou da hora de se investir em qualidade." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo dados do IBGE e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), cerca de 30 milhões de estudantes ingressaram nos ensinos médio e superior entre 2000 e 2009. Para a diretora do IPM, o aumento foi bom, pois possibilitou a difusão da educação em vários estratos da sociedade. No entanto, a qualidade do ensino caiu por conta do crescimento acelerado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Algumas universidades só pegam a nata e as outras se adaptaram ao público menos qualificado por uma questão de sobrevivência", comenta. "Se houvesse demanda por conteúdos mais sofisticados, elas se adaptariam da mesma forma."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão, o indicativo reflete a "popularização" do ensino superior sem qualidade. "No mundo ideal, qualquer pessoa com uma boa 8.&amp;ordf; série deveria ser capaz de ler e entender um texto ou fazer problemas com porcentagem, mas no Brasil ainda estamos longe disso."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Vera, o número de analfabetos só vai diminuir quando houver programas que estimulem a educação como trampolim para uma maior geração de renda e crescimento profissional. "Existem muitos empregos em que o adulto passa a maior parte da vida sem ler nem escrever, e isso prejudica a procura pela alfabetização", afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Jovens e adultos. Entre as pessoas de 50 a 64 anos, o índice de analfabetismo funcional é ainda maior, atingindo 52%. De acordo com o cientista social Bruno Santa Clara Novelli, consultor da organização Alfabetização Solidária (AlfaSol), isso ocorre porque, quando essas pessoas estavam em idade escolar, a oferta de ensino era ainda menor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Essa faixa etária não esteve na escola e, depois, a oportunidade e o estímulo para voltar e completar escolaridade não ocorreram na amplitude necessária", diz o especialista.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele observa que a solução para esse grupo, que seria a Educação de Jovens e Adultos (EJA), ainda tem uma oferta baixa no País. Ele cita que, levando em conta os 60 milhões de brasileiros que deixaram de completar o ensino fundamental de acordo com dados do Censo 2010, a oferta de vagas em EJA não chega a 5% da necessidade nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A EJA tem papel fundamental. É uma modalidade de ensino que precisa ser garantida na medida em que os indicadores revelam essa necessidade", diz Novelli. Ele destaca que o investimento deve ser não só na ampliação das vagas, mas no estímulo para que esse público volte a estudar. Segundo ele, atualmente só as pessoas "que querem muito e têm muita força de vontade" acabam retornando para a escola.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele cita como conquista da EJA nos últimos dez anos o fato de ela ter passado a ser reconhecida e financiada pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). "Considerar que a EJA está contemplada no fundo que compõe o orçamento para a educação é uma grande conquista."&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/NhVoGKwpNP0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 14:37:00</pubDate><id>55373</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55373</feedburner:origLink></item><item><title>Governo dá reajuste de até 45 por cento a professores de ensino superior da rede federal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/SlPJl8wqlZE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O governo federal propôs um plano de carreira às entidades sindicais dos professores dos institutos e das universidades federais que passará a vigorar a partir de 2013. A proposta foi anunciada em um encontro que os Ministérios do Planejamento e da Educação tiveram com os representantes sindicais da categoria nesta sexta-feira, 13. O reajuste vai de 16% até 45%.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A proposta reduz de 17 para 13 os níveis da carreira, como forma de incentivar o avanço mais rápido e a busca da qualificação profissional e dos títulos acadêmicos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em reunião realizada com os representantes sindicais dos professores, o governo propôs o seguinte plano:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Todos os docentes federais de nível superior terão reajustes salariais, além dos 4% concedidos pela MP 568 retroativo a março, ao longo dos próximos três anos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O salário inicial do professor com doutorado e com dedicação exclusiva será de R$ 8,4 mil. Os salários dos professores já ingressados na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva passarão de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao longo dos próximos três anos, a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva passará de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, além da possibilidade de progressão pela titulação, haverá um novo processo de certificação do conhecimento tecnológico e experiência acumulados ao longo da atividade profissional de cada docente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o MEC, hoje a rede federal tem 105.667 professores, dos quais 37.522 são aposentados. Entre os docentes em atividade, 87% têm contratos de dedicação exclusiva. Dos ativos, 68% têm doutorado, 25,9% têm mestrado e 2,1%, só a graduação. Outros 2.797 professores estão em nível de aperfeiçoamento ou de especialização, com &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em andamento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Desta forma, o governo federal atende a reivindicação histórica dos docentes, que pleiteavam um plano de carreira que privilegiasse a qualificação e o mérito. Além disso, torna a carreira mais atraente para novos profissionais e reconhece a dedicação dos professores mais experientes", informou o Ministério do Planejamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Andes, sindicato dos professores de universidades federais, criticou a proposta de plano de carreira apresentada pelo governo federal, mas não quis informar se defenderá a manutenção da greve, que já se estende por 57 dias. "Para as universidades públicas brasileiras se desenvolverem, é preciso ter uma carreira estruturada, e não tabelas com valores jogados ao léu", disse o segundo tesoureiro do Andes, Almir Menezes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A proposta do governo estabelece prazo de até três anos. "O MEC apresentou uma tabela sem um conceito de carreira e não disse quando isso vai ser aplicado. O problema é que no ano que vem pode ser só 1%, por exemplo." Menezes admitiu que os reajustes, que variam de 16% a 45%, podem ser considerados "razoáveis" se fossem entrar em vigor imediatamente. Mas, com o horizonte proposto, de três anos, são "insuficientes".&lt;br /&gt;
  &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Além da crítica à falta de parâmetro e aos valores atribuídos "aleatoriamente" e sem cronograma detalhado, o Andes considerou que a forma de divulgação prejudica a apreciação da proposta. "O comando nacional de greve vai precisar fazer um estudo das tabelas e depois encaminhar para a base", disse Menezes. "Vamos discutir os números na semana que vem. Cada assembleia tem seu tempo."&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/SlPJl8wqlZE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 18:24:00</pubDate><id>55336</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55336</feedburner:origLink></item><item><title>Programa Ciência sem Fronteiras já mandou mais de 6,7 mil estudantes para o exterior</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/f2SbjcOWa30/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Lançado em dezembro de 2011, o Programa Ciência sem Fronteiras apresenta saldo positivo para o Brasil. Mais de 6,7 mil estudantes brasileiros já estão no exterior, em universidades de excelência, como bolsistas do programa. Em setembro, mais 12 mil alunos embarcam para o exterior para fazer um ano da graduação em instituições de 12 países: Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, adiantou que os próximos editais do Ciência sem Fronteiras serão lançados no final deste mês. Serão oferecidas bolsas para graduação sanduíche nos 12 países que receberão os bolsistas em setembro, e também na China.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A meta do programa é oferecer 101 mil bolsas de graduação e pós-graduação até 2015, sendo 75 mil bancadas pelo próprio governo federal. As demais virão de parcerias com a iniciativa privada. Para este ano, a previsão é a concessão de 20 mil bolsas. &amp;ldquo;Não tenho dúvida de que esse programa vai abrir um novo capítulo na história da educação brasileira&amp;rdquo;, disse o ministro Aloizio Mercadante, que fez um balanço do Ciência sem Fronteiras no programa de rádio Hora da Educação, gravado nesta quinta-feira, 12.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/f2SbjcOWa30" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 18:21:00</pubDate><id>55335</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55335</feedburner:origLink></item><item><title>Bolsa Universidade oferece 371 oportunidades na região de Ribeirão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/KfnUox37RLY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As inscrições para o projeto Bolsa Universidade da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo terminam nesta sexta-feira (13). Em Barretos(SP), Franca (SP), Jaboticabal (SP), Ribeirão Preto (SP), São Joaquim da Barra (SP) e Sertãozinho (SP), são 371 oportunidades para estudantes interessados em atuar como educadores em escolas públicas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para participar é preciso estar matriculado em uma instituição de ensino superior conveniada ao programa Escola da Família, não receber outra bolsa, financiamento ou similar e ter disponibilidade para atuar como educador universitário aos sábados e domingos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As inscrições devem ser feitas pelo site.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estudantes receberão uma bolsa integral de seus &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em troca de atuarem como educadores. Informações pelo telefone: 0800 777 0333.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/KfnUox37RLY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 17:40:00</pubDate><id>55223</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55223</feedburner:origLink></item><item><title>Universidade de Oxford recebe doação milonária de ex-estudante</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/iY3nBOGSRYo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Universidade de Oxford recebeu uma doação recorde de 75 milhões de libras (R$ 236,3 milhões) de um antigo estudante, informou a instituição britânica nesta quarta-feira, 11. A doação, que será usada para ajudar jovens com poucos recursos, foi realizada pelo empresário e ex-jornalista Michael Moritz e sua esposa, a romancista Harriet Heyman. O valor é o maior já dedicado a estudantes na Europa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Cerca de cem estudantes receberão, cada um, 11 mil libras (R$ 34,6 mil) para custear matrícula e manutenção durante o ano letivo de 2012. A doação coincidiu com o aumento das taxas universitárias na Inglaterra, que giram em torno de 9 mil libras anuais (R$ 28,3 mil). O dinheiro doado vai ser empregado em um programa de bolsas de estudos no valor de 300 milhões de libras (R$ 945,3 milhões), que tem como objetivo ajudar estudantes cujas famílias tem receita menor que 16 mil libras (R$ 50,4 mil) por ano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Durante a apresentação da bolsa de estudos, Moritz, que mora em São Francisco, nos Estados Unidos, disse que o objetivo da iniciativa é assegurar que "cada professor ao longo do Reino Unido entenda que não há obstáculos para nenhum de seus alunos na hora de obter uma vaga em Oxford". "Agora já não há barreiras econômicas entre nenhum estudante e a Universidade", afirmou o empresário americano de origem galesa, que é o fundador de um fundo de capitais que financiou grandes empresas tecnológicas do Vale do Silício (Califórnia) como Apple, Google e YouTube.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Moritz, que se graduou em Oxford em 1976 no curso de história da arte, revelou que por trás da doação há uma razão pessoal. "Não estaria aqui se não fosse pela generosidade de estranhos", disse o empresário, cujo pai teve a oportunidade de estudar em um bom colégio em Londres graças a uma bolsa de estudos "depois de perder tudo" na Alemanha nazista.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/iY3nBOGSRYo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 17:35:00</pubDate><id>55222</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55222</feedburner:origLink></item><item><title>Dilma promete aumentar para 60 mil número de escolas integrais até 2014</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/qGLqq_3xA74/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, 12, que a grandeza de uma nação não é medida pelo Produto Interno Bruto (PIB), mas pelo que faz pelas suas crianças e adolescentes. "Uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz para as suas crianças e adolescentes, não é o PIB, é a capacidade de o País, do governo e da sociedade de proteger o seu presente e o seu futuro", discursou Dilma, diante de uma plateia formada, na maioria, por adolescentes, durante a 9&amp;ordf; Conferência Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O Brasil durante muito tempo conviveu com uma situação lamentável e terrível, ser um país com tantas riquezas, formado por um povo tão solidário, mas que uma parte imensa da sua população estava afastada dos direitos e, sobretudo, dos benefícios dessas riquezas e de tudo que esse país pode produzir", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dilma destacou programas do governo federal, como o Brasil Carinhoso e o Bolsa Família, prometendo aumentar - até o final de 2014 - de 33 mil para 60 mil escolas o número de escolas de ensino fundamental e médio que tenham dois turnos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Vamos disputar o que é a economia moderna, que é a economia do conhecimento, aquela que agrega valor, a internet, as tecnologias de informação. Esse país vai ser um país desenvolvido quando todas as crianças e seus jovens tiverem acesso à educação de qualidade", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Lugar de criança e adolescente é na creche e na escola, num ambiente seguro, é nas escolas técnicas, é nos campos esportivos, é em todas as manifestações artísticas, é sobretudo em um ambiente seguro, livre da miséria, da violência e dos abusos."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No encerramento do discurso, a presidente manifestou apoio à candidatura do brasileiro Wanderlino Nogueira Neto ao Comitê de Direitos da Criança da ONU. Dilma deixou o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, local do evento, sem falar com a imprensa, evitando comentar a redução da taxa Selic, definida ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/qGLqq_3xA74" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 17:33:00</pubDate><id>55221</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55221</feedburner:origLink></item><item><title>Divulgada lista de classificação da Unesp</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/htSMHUgj9b4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Unesp divulgou a lista de candidatos habilitados em seu vestibular de meio de ano, cujas provas da segunda fase foram aplicadas nos dias 23 e 24 de junho. A lista pode ser consultada na internet.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Neste ano, 16.039 vestibulandos disputaram as 465 vagas que a universidade oferece, distribuídas entre os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Agronomia, Geografia, Zootecnia e Engenharia (Ambiental, Civil, de Controle e Automação, de Produção, Elétrica e Mecânica), que serão ministrados nas cidades de Bauru, Ilha Solteira, Dracena, Ourinhos, Registro e Sorocaba, no interior paulista.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Todos os 8.351 candidatos habilitados no processo seletivo precisam declarar interesse pelas vagas caso pretendam frequentar os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para os quais se inscreveram. Para tanto, devem fazer esta confirmação exclusivamente pelo site www.vunesp.com.br, apenas entre as 10 horas da próxima sexta-feira, 13, e 23h59 do domingo, 15 de julho (horários de Brasília).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As listas de chamadas serão processadas apenas com os candidatos efetivamente interessados, seguindo a ordem de classificação e o número de vagas disponíveis, sendo considerados desistentes os demais participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Conforme o Manual do Candidato, a divulgação da primeira lista de candidatos convocados (primeira chamada) está prevista para o dia 17 deste mês, no site da Vunesp.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os convocados nesta relação devem efetuar suas matrículas na quinta-feira, dia 19. No sábado seguinte, 21 de julho, deve ser publicada a segunda lista de candidatos convocados, que efetuarão suas matrículas no dia 23. Já em 25 de julho, está prevista a divulgação da terceira lista de vestibulandos convocados. As matrículas, neste último caso, deverão ser efetuadas no dia 27.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/htSMHUgj9b4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 17:31:00</pubDate><id>55220</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55220</feedburner:origLink></item><item><title>Entra em vigor reajuste no valor das bolsas de pós-graduação da Capes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/RoeQbeBKMJY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O novo valor das bolsas de estudos de pós-graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) entrou em vigor nesta quarta-feira (11). A portaria que reajustou os valores em cerca de 10% foi publicada na edição desta quarta do "Diário Oficial da União". Segundo a assessoria de imprensa da Capes, o valor reajustado vale a partir do mês de julho, e o pagamento é feito no mês seguinte.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o texto, as bolsas de mestrado e doutorado pagas pela Capes subiram de R$ 1.200 para R$ 1.350 e de R$ 1.800 para R$ 2.000, respectivamente. Os bolsistas de pós-doutorado receberão R$ 3.700 mensais --antes, o valor era de R$ 3.300-- e os estudantes de graduação receberão bolsa de R$ 400 pela pesquisa de iniciação científica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a Capes, desde 2008 o número de bolsas concedidas subiu 75%, passando de 40 mil para 71 mil bolsistas no país. A Associação Nacional de Pós-Graduando considera que o reajuste ideal para repor a desvalorização destes três anos é de 40%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Anúncio&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O anúncio do reajuste, o primeiro em quatro anos, foi feito em maio pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, durante o 23º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, em São Paulo. As bolsas pagas pelo CNPq têm os mesmos valores que as da Capes, e receberam o mesmo aumento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em abril, o ministro da Educação Aloizio Mercadantejá havia sinalizado o reajuste nos valores. Na época, Mercadante reconheceu que o valor pago pelas bolsas está defasado. &amp;ldquo;Temos que construir um reajuste das bolsas da Capes o mais rápido possível, para corrigir a defasagem&amp;rdquo;, disse o ministro.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/RoeQbeBKMJY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 15:11:00</pubDate><id>55203</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=55203</feedburner:origLink></item></channel></rss>
