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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Ensinando - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalensinando.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>23/05/2012 06:10:40</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalensinando" /><feedburner:info uri="portalensinando" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Parada LGBT de 2012 vai pedir educação para 'curar' homofobia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/3lsVvrWfgBU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A 16&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Parada do Orgulho LGBT de S&amp;atilde;o Paulo (L&amp;eacute;sbicas, Gays, Bissexuais e Transg&amp;ecirc;neros) levar&amp;aacute; para a Avenida Paulista neste ano o tema &amp;ldquo;Homofobia tem cura: educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e criminaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; preconceito e exclus&amp;atilde;o, fora de cogita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. O evento que acontece em 10 de junho foi apresentado pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Parada nesta ter&amp;ccedil;a-feira (22), durante entrevista coletiva na manh&amp;atilde;. J&amp;aacute; est&amp;aacute; confirmada a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 12 trios el&amp;eacute;tricos, n&amp;uacute;mero que pode subir para 20, segundo previs&amp;atilde;o dos organizadores.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;N&amp;oacute;s estamos chamando a comunidade para discutir, debater esses temas e tentando esclarecer e trazer &amp;agrave; tona a luta pela igualdade&amp;rdquo;, diz Fernando Quaresma, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Parada do Orgulho LGBT. A Parada acontece no dia 10 de junho, a partir das 12h, na Avenida Paulista. A concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ocorrer &amp;agrave;s 10h em frente ao Masp.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Helo&amp;iacute;sa Gama Alves, coordenadora de Pol&amp;iacute;ticas para a Diversidade Sexual da Secretaria de Estado da Justi&amp;ccedil;a e da Defesa da Cidadania, o tema da Parada neste ano pretende contribuir para a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da viol&amp;ecirc;ncia contra o p&amp;uacute;blico LGBT.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;De um ano para c&amp;aacute;, n&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;amos nada em legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o para essa popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o temos muito para comemorar porque a viol&amp;ecirc;ncia contra esse p&amp;uacute;blico tem aumentado ano a ano. Acredito que a escolha do tema da Parada foi muito feliz j&amp;aacute; que a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; extremamente importante. A criminaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o vai acabar com a homofobia, pode apenas dar meios para punir quem a comete. A educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sim, &amp;eacute; um elemento fundamental para o combate &amp;agrave; homofobia, para que as pr&amp;oacute;ximas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es acolham as diferen&amp;ccedil;as&amp;rdquo;, diz Helo&amp;iacute;sa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O coordenador de assuntos da diversidade sexual da Prefeitura de S&amp;atilde;o Paulo, Franco Reinaldo, destaca dados consolidados no mapa da homofobia denunciada, estudo realizado desde 2006. &amp;ldquo;O primeiro deles &amp;eacute; que a maioria dos agressores possui v&amp;iacute;nculo com a v&amp;iacute;tima. Mesmo sabendo que ser&amp;atilde;o reconhecidos, eles praticam a viol&amp;ecirc;ncia, ent&amp;atilde;o eles n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m receio de praticar a viol&amp;ecirc;ncia, por isso a necessidade de puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Outro dado &amp;eacute; que 22% dos casos de viol&amp;ecirc;ncia f&amp;iacute;sica acontecem dentro de casa.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; uma estimativa oficial para o p&amp;uacute;blico esperado neste ano. Em 2011 foram 4 milh&amp;otilde;es de pessoas, sendo 83,8% residentes na cidade de S&amp;atilde;o Paulo. Dos participantes que vieram de fora da capital paulista, ainda de acordo com a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, 49,8% vieram de outros estados; 48,1% vieram do interior de S&amp;atilde;o Paulo; e 2,1% eram estrangeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ainda segundo levantamento realizado pelo Observat&amp;oacute;rio do Turismo durante a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2011, 58,9% dos participantes eram homens e 34,2% dos entrevistados eram heterossexuais (49,5% eram homossexuais e 15,9% eram bissexuais).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
At&amp;eacute; esta ter&amp;ccedil;a-feira, a associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da parada n&amp;atilde;o tinha informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre como ser&amp;aacute; o esquema de seguran&amp;ccedil;a para o evento deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Manifesto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Parada do Orgulho LGBT divulgou nesta ter&amp;ccedil;a-feira um manifesto reivindicando a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos kits produzidos pelo projeto Escola Sem Homofobia. A entidade pede ainda a criminaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da homofobia, a fim de que seja combatida no momento de sua a&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O ambiente escolar deve ser espa&amp;ccedil;o inclusivo de vanguarda. Queremos formar novas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que acolham as diferen&amp;ccedil;as. Queremos uma escola sem homofobia j&amp;aacute;&amp;rdquo;, disse Quaresma. Ainda de acordo com ele, foram 266 gays e l&amp;eacute;sbicas mortos em 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Al&amp;eacute;m da Parada, fazem parte ainda dos eventos organizados pela associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o um ciclo de leituras, um ciclo de debates sobre a diversidade sexual, a Feira Cultural no Vale do Anhangabau, em junho, e a entrega do Pr&amp;ecirc;mio Cidadania e Respeito &amp;agrave; Diversidade.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/3lsVvrWfgBU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=53224</feedburner:origLink></item><item><title>EUA vão enviar 30 pesquisadores para universidades do Brasil </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/Z1Vj7qZiQ2c/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Consulado dos Estados Unidos em São Paulo anunciou nesta quarta-feira (23) que o governo norte-americano busca universidades brasileiras interessadas em receberem 30 pesquisadores dos EUA a partir de agosto de 2013 ou março de 2014.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cinco bolsas serão outorgadas a professores e pesquisadores com pelo menos 10 anos de experiência, e outras 25 bolsas para jovens pesquisadores com pelo menos cinco anos de atuação. Todos os bolsistas participantes do projeto atuam nas áreas de ciências, &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, engenharia e matemática e terão 100% de sua bolsa custeada pela Comissão Fullbright.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A instituição ligada ao governo americano oferece bolsas de estudos para estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores e já financiou 3 mil bolsas para brasileiros nos Estados Unidos e trouxe 2.700 pesquisadores americanos a instituições do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As universidades brasileiras interessadas em acolher os pesquisadores devem entrar em contato diretamente com a Fullbright. O telefone é 11-3057-3703 e o e-mail é fulbrightsp@fulbright.org.br.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/Z1Vj7qZiQ2c" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:06:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=53223</feedburner:origLink></item><item><title>A importância da alfabetização no processo de humanização dos alunos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/ahxBjrfJImA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O pedagogo Paulo Freire, no artigo &amp;ldquo;A Importância do Ato de Ler&amp;rdquo;, ressalta que é o ato de ler que possibilita ao homem a leitura crítica do mundo. Daí a importância da alfabetização. Apesar da expansão do ensino ocorrida a partir de 1950, quando a população brasileira que estava à margem foi incluída no sistema educacional, de acordo com dados da OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura), ainda vivemos um conflito quando as crianças chegam à escola, segundo a professora Maria do Rosário Longo Mortatti.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;As crianças vão para a sala de aula ansiosas para aprender a ler e escrever. Mas elas têm muita dificuldade para concretizar esse anseio. Por que o desejo se transforma em sentimento de fracasso, um obstáculo intransponível? Há um descompasso entre o que as crianças desejam aprender e o que lhes é apresentado. A escola oferece a aprendizagem do código escrito, não a possibilidade de participação transformadora no mundo público da cultura letrada. Assim, o aprendizado da leitura e da escrita se torna atividade sem sentido para os alunos&amp;rdquo;, explica a professora, que é livre-docente em Metodologia da Alfabetização e professora titular da Unesp (Universidade Estadual Paulista/Campus de Marília).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a especialista, os problemas da alfabetização brasileira são antigos, mas assumem novos contornos no século XXI. &amp;ldquo;Por um lado, para a maioria da população brasileira, leitura e escrita continuam sendo atividades secundárias, facilmente substituídas por atividades nas quais a oralidade se impõe. As pessoas preferem, por exemplo, ver/ouvir telejornais, em vez de ler o jornal impresso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por outro lado, a escola pública está se tornando um lugar de treinamento para testes padronizados de programas nacionais ou internacionais de avaliação de estudantes e sistemas de ensino. O importante é que os alunos tenham &amp;lsquo;bom desempenho&amp;rsquo;, para que escolas, municípios, estados e o país alcancem boas posições nos rankings educacionais e sociais. Assim, o prazer de ler e de escrever tornou-se secundário, e o ensino perdeu seu espaço&amp;rdquo;, diz Maria do Rosário.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E como fica o professor nesse contexto? Não tão perto de seu dever de ofício e do direito de seus alunos, como deveria, do ponto de vista da especialista. &amp;ldquo;A aprendizagem depende do ensino. E ensinar é também fazer junto com o aluno o que ele ainda não sabe, mas pode e deseja aprender. O professor não deve se contentar em participar desse processo como &amp;lsquo;facilitador&amp;rsquo;, ou &amp;lsquo;espectador&amp;rsquo;, ou &amp;lsquo;treinador&amp;rsquo;&amp;rdquo;, ressalta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma das soluções apontadas pela professora Maria do Rosário para tornar a alfabetização mais atraente é ler junto com as crianças, selecionando bons textos literários. E ela completa com um pensamento semelhante ao de Paulo Freire. &amp;ldquo;A leitura pode contribuir para o processo de humanização. A obtenção de bons índices de desempenho em testes padronizados não significa que os alunos estejam lendo e escrevendo, de fato. Se não houver apropriação crítica, leitura e escrita se reduzem a meras atividades escolares, que não contribuem para a transformação dos sujeitos e da sociedade.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/ahxBjrfJImA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=53222</feedburner:origLink></item><item><title>Professores de ensino médio vão poder visitar acelerador de partículas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/qodEuWILycw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Professores de f&amp;iacute;sica do ensino m&amp;eacute;dio t&amp;ecirc;m at&amp;eacute; o dia 31 para se inscrever em um evento que vai levar um grupo de educadores brasileiros para uma visita de uma semana ao Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o europeia de f&amp;iacute;sica de part&amp;iacute;culas que abriga o maior acelerador do mundo, o LHC (Large Hadron Collider). A sede fica em Genebra, na Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O organizado pela Sociedade Brasileira de F&amp;iacute;sica (SBF) ser&amp;aacute; realizado em agosto. Desde 2009, o Cern recebe professores brasileiros e africanos como forma de promover o ensino de ci&amp;ecirc;ncias e de f&amp;iacute;sica de part&amp;iacute;culas entre os estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No ano passado, foram 20 professores brasileiros e a ideia &amp;eacute; ampliar neste ano. &amp;quot;Agora, esperamos levar mais professores&amp;quot;, diz Nilson Marcos Dias Garcia, coordenador da Escola de F&amp;iacute;sica Cern 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem ser feitas no site da Escola de F&amp;iacute;sica.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/qodEuWILycw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:44:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=53167</feedburner:origLink></item><item><title>UFPE abre vagas para especialização em Tecnologias da Informação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/Q3gGfFkbvLU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) está com as inscrições abertas para a especialização Lato Sensu em Tecnologias da Informação até o dia 20 de julho. São 44 vagas disponíveis no curso, que tem como público alvo profissionais de informática em geral, engenheiros, economistas, administradores e áreas afins que se dedicam ao ensino da informática, mas não têm formação inicial na área.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A especialização tem foco na área de banco de dados e engenharia de software, com aulas previstas para começar no dia 10 de agosto, realizadas quinzenalmente, nas sextas-feiras, das 17h às 21h, e aos sábados das 08h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com duração total de 18 meses, o curso conta com um módulo básico, contendo três disciplinas com carga horária de 30 horas cada, um módulo avançado contendo seis disciplinas com carga horária de 45 horas cada e uma monografia de conclusão do curso &amp;ndash; todas as disciplinas ministradas por professores do CIn.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O investimento é de R$ 10.800 e pode ser dividido em 18 parcelas iguais de R$ 600, sendo cobrada na primeira uma taxa de R$ 16 para a emissão do certificado. Para se inscrever no curso, o candidato precisa apresentar a ficha de inscrição, diploma ou certificado de conclusão, histórico escolar, currículo atualizado, cópia autenticada da carteira de identidade e do CPF, cópia do pagamento da Taxa (GRU) R$ 11,00 (onze reais), no Banco do Brasil, e cópia do comprovante de pagamento. Os formulários estão disponíveis na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outras informações pelo telefone (81) 2126-8430, ramal 4071 ou por e-mail. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/Q3gGfFkbvLU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=53165</feedburner:origLink></item><item><title>Universidades podem aderir ao Prouni a partir desta segunda-feira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/h8Jg6WDImPs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Começa nesta segunda-feira (21) o prazo para que as instituições de ensino superior façam a adesão ao Programa Universidade para Todos (Prouni) que concede bolsas de estudo aos alunos de baixa renda. O período termina às 23h59 do dia 12 de junho, e a adesão deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Informatizado do Prouni (Sisprouni), disponível no endereço eletrônico http://prouniportal.mec.gov.br. As datas foram publicadas no Diário Oficial desta segunda-feira (21).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Instituições que têm mais de um local de oferta de &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; devem firmar um termo de adesão para cada um desses locais, abrangendo todos os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, habilitações e turnos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As instituições precisam informar o tipo de bolsas de estudo que pretendem oferecer aos estudantes de baixa renda - integral ou parcial - em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de graduação e sequenciais de formação específica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Prouni tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. O programa é dirigido aos estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais, com renda per capita familiar máxima de três salários mínimos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Desde sua criação em 2004, o Prouni já atendeu 919 mil estudantes, sendo 67% com bolsas integrais.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/h8Jg6WDImPs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=53164</feedburner:origLink></item><item><title>Papel da escola é fundamental nos casos de ciberbullying </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/Dnzt2otR5g8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;No Colégio Pentágono, em São Paulo, há internet sem fio e lousas eletrônicas nas salas das turmas a partir do 6º ano. Alunos podem levar seus laptops e o portal do colégio tem ferramentas para acompanhamento das lições. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O papel da escola é formar os alunos para saberem utilizar eticamente as diferentes ferramentas", diz Darlene Sola, assessora pedagógica de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; educacional. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As opiniões sobre o tema divergem. As escolas da pedagogia Waldorf, baseada nos princípios da antroposofia, são contra o contato das crianças com os meios eletrônicos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A pedagogia Waldorf entende que existe idade para introduzir essas ferramentas [em torno dos 14 anos]. A capacidade de imaginação não depende da &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;", diz Lorenzo Bagini, professor da Escola Waldorf São Paulo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Há ainda escolas que usam a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; como recurso pedagógico, mas com moderação. Na escola Vera Cruz, mesmo as pesquisas feitas em casa são orientadas: &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Indicamos fontes de informação na internet, principalmente para alunos dos 8º e 9º anos", diz Vera Lúcia Conn, coordenadora do ensino fundamental. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A participação da escola fica mais importante nos casos de ciberbullying. Para o espanhol Jorge Flores, fundador do PantallasAmigas (entidade que promove o uso seguro da internet), esse é o problema mais relevante para as crianças: "Suas consequências podem ser muito graves, é muito difícil de prevenir e quando a coisa começa é muito difícil de interrompê-la". &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/Dnzt2otR5g8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 18:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52935</feedburner:origLink></item><item><title>PUC de Goiás abre inscrições para o Processo Seletivo 2012/2</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/fi7dLBtYUg8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) está com inscrições abertas para o vestibular 2012/2. Os candidatos podem se inscrever pela internet até o dia 30 de maio. São 4.315 vagas em 46 &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, entre bacharelados, licenciaturas e tecnológicos. O boleto para o pagamento da taxa de inscrição será disponibilizado no ato da inscrição. As provas serão aplicadas no dia 4 de junho, a partir das 8h30.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O candidato que não tiver acesso à internet pode se inscrever no laboratório da PUC-GO (Área 4, Bloco G, sala 209, Praça Universitária), na PUC Idiomas (Rua 9 com Rua 28, Setor Marista) ou no estande da PUC-GO, instalado no Piso 1 do Goiânia Shopping. De 24 a 26 de maio, em função da Semana de Cultura e Cidadania, as inscrições, para quem não tem acesso à internet, serão realizadas no estande da Coordenação de Admissão Discente (CAD), na Área 1.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após o pagamento da taxa, o candidato deverá acessar o site da PUC para imprimir o cartão de identificação, onde constará o número da inscrição e o local das provas. O cartão deverá ser apresentado no dia da prova, juntamente com um documento de identificação civil original.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Modalidades&lt;br /&gt;
O vestibular 2012/2 oferece três modalidades de inscrição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Modalidade I: por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, engenharia civil e arquitetura e urbanismo não concorrem nessa modalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Modalidade II: avaliação por área de conhecimento e redação em língua portuguesa para as categorias de bacharelado e licenciatura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Modalidade III: apenas avaliação discursiva em forma de redação para os candidatos aos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; superiores tecnológicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O candidato que se inscrever nas modalidades II e III, com exceção daqueles que concorrem aos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, engenharia civil e arquitetura e urbanismo, também poderá se inscrever na Modalidade I (Enem), sendo considerada a maior das notas obtidas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para concorrer pela nota do Enem, é necessária a entrega do Boletim Individual de Resultado do Enem na Coordenação de Admissão Discente (Área 4, Praça Universitária), na PUC Idiomas ou no estante da PUC-GO no Goiânia Shopping, até as 17h do dia 31 de maio, comprovando a média mínima de 300 pontos e Redação com nota mínima também de 300 pontos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Taxa de inscrição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O valor da taxa de inscrição é de R$ 50 até o dia 25 de maio, e de R$ 80 de 26 a 30 de maio. O pagamento deverá ser feito nas agências da Caixa Econômica Federal ou casas lotéricas, não podendo ser efetuado em caixas eletrônicos ou via internet. A inscrição na modalidade Enem terá isenção de taxa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para fazer a prova, os candidatos precisam levar carteira de identidade e cartão de identificação impresso na página do vestibular. O resultado está previsto para ser divulgado no dia 14 de junho. As matrículas dos candidatos classificados em primeira chamada serão realizadas de 18 a 22 de junho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Provas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estudantes também podem participar como treineiros, condição que deverá ser informada no ato da inscrição. Neste caso, as notas serão arquivadas para aproveitamento do melhor desempenho entre os vestibulares subsequentes, exceto para os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, engenharia civil e arquitetura e urbanismo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/fi7dLBtYUg8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 18:18:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52934</feedburner:origLink></item><item><title>Brasil tem maior taxa de reprovação no ensino médio desde 1999</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/kEPciGRrK2g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Em 2011, 13,1% de todos os estudantes matriculados em algum ano do ensino médio estavam repetindo a mesma série feita em 2010. A taxa de reprovação no ensino médio, incluindo tanto a rede pública quanto as escolas particulares, foi divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) na tarde de segunda-feira (14) em seu site, com base nas informações do Censo Escolar 2011.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse é o pior índice desde 1999, primeiro ano com dados disponíveis no site do Inep. Entre 2006 e 2007, o órgão alterou a metodologia e adotou a taxa de rendimento em vez de índices de evasão escolar. Porém, o número de alunos repetentes no ensino médio, que desde 2007 oscilava em cerca de 12%, acabou sofrendo um leve salto depois de cinco anos. O G1 procurou a assessoria de imprensa do órgão para perguntar o motivo desta tendência, mas ainda não obteve resposta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estados com maior índice total de reprovação no ensino médio são Rio Grande do Sul (20,7%), Rio de Janeiro (18,5%) e Distrito Federal (18,5%), Espírito Santo (18,4%) e Mato Grosso (18,2%).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A rede municipal de ensino na região urbana de Belém, no Pará, foi a que apresentou o maior índice de reprovação do país: 62,5% seguida pela rede federal na zona rural do Mato Grosso do Sul, com 40,3%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estados com menores taxas de repetição são Amazonas (6%), Ceará (6,7%), Santa Catarina (7,5%), Paraíba (7,7%) e Rio Grande do Norte (8%).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Taxa de abandono&lt;br /&gt;
Os dados sobre o rendimento dos estudantes é dividido em quatro categorias: taxa de aprovação, taxa de reprovação, taxa de abandono e taxa de não-resposta (TNR), composta matrículas que não se encaixam nas outras categorias por falta de informação nas escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar do aumento na taxa de reprovação, o índico de abandono no ensino médio vem caindo de maneira constante: em 2007, 13,2% dos estudantes que estavam no ensino médio em 2006 haviam desistido de estudar, enquanto em 2011 o número de desistentes em relação a 2010 foi de 9,6%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ensino fundamental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, segundo o Inep, o ensino fundamental teve taxa de reprovação de 9,6%. Os estados com maior índice total de reprovação neste ciclo do ensino básico são Sergipe (19,5%), Bahia e Alagoas (15,2%), Rio Grande do Norte (14,9%) e Rondônia (14,2%). A rede estadual de Bahia e Sergipe também têm os piores indices do país: 26,6% e 22,5%, respectivamente entre as escolas na zona urbana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estados com menores taxas são Mato Grosso (3,6%), Santa Catarina (4,4%), São Paulo (4,9%), Minas Gerais (7,3%) e Goiás (7,6%).&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/kEPciGRrK2g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 18:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52933</feedburner:origLink></item><item><title>MEC aumenta verba de alimentação para creches e pré-escolas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/E_aEsjmi29E/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (15) os novos valores per capita destinados à alimentação escolar de mais de 5 milhões de crianças de creches e pré-escolas, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar, voltado às escolas públicas e filantrópicas. A resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), publicada na edição desta terça do "Diário Oficial da União", reajusta valores que estavam em vigor desde janeiro de 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aumento só vai ser aplicado para crianças matriculadas na educação infantil (creches e pré-escolas). De acordo com a resolução, o valor por criança da alimentação escolar nas creches subiu de R$ 0,60 para R$ 1, enquanto o reajuste para a pré-escola subiu de R$ 0,30 para R$ 0,50.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O valor per capita destinado aos alunos matriculados no ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos (EJA) continuou em R$ 0,30. As escolas de educação básica localizadas em áreas indígenas e em áreas remanescentes de quilombos seguirão recebendo R$ 0,60 para cada estudante matriculado e o repasse relativo aos alunos participantes do Programa Mais Educação continuará em R$ 0,90.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelos dados do Censol Escolar 2011, divulgado em abril pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o Brasil tinha, no ano passado, 5.021.545 crianças matriculadas na educação infantil na rede pública: 1.470.507 delas em creches e 3.551.038 em pré-escolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Construção de creches&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em solenidade no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Roussef anunciou, na segunda-feira (14), a assinatura de convênios para a construção de 1.512. Desde o início do governo, 1.507 creches já foram anunciadas pelo MEC, mas até agora nenhuma foi inaugurada. Segundo o ministério, 657 delas estão em obras, e 850 em fase de licitação ou planejamento. A promessa de campanha de Dilma era a construção de 6 mil novas creches ao longo de quatro anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o atraso acontece nos municípios. O ensino infantil é responsabilidade dos municípios, mas governo federal repassa dinheiro para as prefeituras construírem as creches.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, afirmou que o custo médio por criança repassado pelo governo às creches é de R$ 200 por mês. "Mas o custo de todos os estudos feitos de uma creche de qualidade média é R$ 600 por mês. Eu diria que deveria haver o inverso, nós faríamos o prédio e a união sustentaria o custo da creche", disse ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um levantamento do próprio governo mostra que, para atender todas as crianças de 0 a 5 anos do Brasil, ainda é necessário construir 19.700 creches.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/E_aEsjmi29E" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 18:59:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52876</feedburner:origLink></item><item><title>Pais devem ser exemplo aos filhos de como se comportar na internet</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/UvMQBSHJwbU/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Tem sido comum as pessoas verem sua intimidade devastada na internet. A atriz Carolina Dieckmann é uma delas. Por não ceder à chantagem, fotos em que aparece nua foram divulgadas em vários sites. O mais preocupante é que elas faziam parte de seu acervo pessoal, guardadas em seu computador. Quem as divulgou, teve acesso à sua máquina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria das pessoas coloca coisas na internet para quem quiser ver. Dizem de seu dia a dia, postam fotos e vídeos da família, contam por onde andaram e por onde andarão. E todos ficam sabendo. As informações caem na rede e se perde o controle de por onde elas vão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como se perde o controle de por onde os filhos navegam nesse mundo virtual. Entre sites de estudo, que ajudam na formação acadêmica, e aqueles que são jogos adequados e interessantes, encontram-se todos os tipos de informação. Da pornografia às salas de bate papo, que apesar de alguns sugerirem não acessar caso tenha idade inferior a 18 anos, fica a critério do internauta sua entrada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas salas de bate papo não se sabe ao certo com quem se fala. Nem sempre as pessoas dizem quem realmente são. Criam um personagem para viver a ilusão de ser alguém ou simplesmente enganar o outro. Nada é garantido. Tudo é virtual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se muitos adultos são enganados em seus contatos na rede (há muitos casos de pessoas que entregaram suas economias para namorados virtuais), as coisas se tornam mais preocupantes com os mais novinhos. A tendência é de que acreditem em tudo o que vêem e ouvem. É preciso protegê-los,  função que é dos pais e das escolas. Delas também, visto que têm solicitado cada vez mais o uso desse rico instrumento em suas tarefas escolares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como podemos ajudá-las a navegarem de maneira segura? Talvez o início de tudo seja dando o próprio exemplo, não ficando tanto tempo online e em redes sociais. Atividade em que os adultos tem se dedicado bastante. Tudo se faz pela internet. Os filhos também, eles seguem os passos dos pais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses precisam ter a consciência de que apesar de ser um meio de comunicação importante e fascinante, a internet apresenta riscos reais, mesmo que seu filho esteja em seu quarto. Essa ideia tem que ser passada para as crianças e adolescentes, principalmente do perigo de manter contato com pessoas desconhecidas. Eles devem ser orientados numa conversa franca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas ações práticas são importantes, como o uso de bloqueadores para sites inapropriados, limitação do tempo de uso da internet e utilizá-la próximo a um adulto (não trancado no quarto). Verificar por onde o filho navega é necessário e pode ser feito através do histórico de acessos. Porém, não deve ser realizado as escondidas, a criança ou adolescente deve ser avisado que os pais irão fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante da constatação de que navegaram por águas turvas, mais que brigar, é importante orientar o filho e mostrar porque aquele site é inadequado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lembrá-los sempre daquelas regras mais básicas: não fornecer senhas e dados pessoais, não marcar encontros com desconhecidos, não comprar coisas ou preencher cadastros sem o consentimento dos pais, não enviar fotos a desconhecidos, não entrar em salas de bate papos.. e por aí vai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo com todos os cuidados, estragos ocorrem. Carolina Dieckmann é um exemplo disso. Aquilo que estava guardado em sua intimidade, foi roubado e exposto. Todo o cuidado é pouco em se tratando do mundo virtual.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/UvMQBSHJwbU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 18:57:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52875</feedburner:origLink></item><item><title>Para especialista, educação infantil é primeiro passo no combate à pobreza</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/VDnsGIAaG20/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;O 'Programa Brasil Carinhoso' passa a valer nesta terça-feira (15) em todo o País. A ação, lançada pela presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (14), tem como objetivo tirar da miséria crianças de até seis anos, cuja renda familiar per capita seja inferior a R$ 70.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Maristella Angotti, pedagoga e pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara (SP), esse investimento só terá um bom resultado se for desenvolvido com foco na qualidade e no atendimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia, segundo o governo, é reforçar o subsídio oferecido, por meio do Bolsa Família, e ampliar a cobertura do sistema de saúde, com a distribuição de vitamina A, ferro e remédios contra asma para crianças. O programa também prevê a ampliação de vagas em creches e pré-escolas públicas, além de acelerar o ritmo de construção de novas unidades. O objetivo do governo é levantar seis mil creches até 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a pesquisadora, a creche também deve ser considerada como etapa importante do sistema educacional brasileiro. &amp;ldquo;Nós não temos uma etapa mais ou menos importante na vida do ser humano. Toda ela é carente e necessita de um atendimento educacional especializado específico&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Angotti ressalta que a creche hoje não significa apenas uma condição de atendimento social, mas um meio em que é fundamental para o desenvolvimento da base intelectual, social, ética e moral. Angotti cita como exemplo a criança que trabalha com o imaginário em uma casa de brinquedos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Na verdade, ela não está só brincando. Quando ela faz as representações dos papéis da família, ela está muitas vezes representando a casa dela e também melhorando a qualidade de vida que ela gostaria. Então, ela própria já resolve algumas situações como gostaria que fosse na realidade. Nós não podemos mais desconsiderar o brincar, as diferentes linguagens como condição fundamental para o desenvolvimento dessa criança&amp;rdquo;, explica.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/VDnsGIAaG20" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 18:54:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52874</feedburner:origLink></item><item><title>Fuvest oferece mais de 1.200 vagas de transferência para a USP em 2013</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/xeuVcAkcp38/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Fuvest divulgou, nesta quarta-feira (9), as regras para a transferência de estudantes de outras instituições de ensino superior para &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da Universidade de São Paulo, ou de estudantes da USP que queiram mudar de curso. São mais de 1.200 vagas disponíveis em 102 &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Todas elas são para o ano letivo de 2013. As inscrições, pela internet, terão início em 25 de junho e vão até 9 de julho. A taxa é de R$ 110, mas os candidatos que se encaixem nos requisitos sócio-econômicos poderão pedir redução de 50% do valor entre 4 e 10 de junho pelo site www.fuvest.br.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Podem se inscrever quaisquer estudantes matriculados em um curso de graduação em uma instituição de ensino superior, inclusive da própria USP. De acordo com o edital, publicado no último sábado (5) no "Diário Oficial do Estado de São Paulo", quem tiver a matrícula trancada também poderá concorrer às vagas, mas, se for aprovado, deverá estar regularmente matriculado na instituição de origem o momento de solicitar a transferência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Fuvest será responsável por aplicar a primeira fase do processo seletivo, conhecido como pré-seleção, e cada unidade da USP se encarregará de realizar a seleção dos candidatos aprovados. Porém, as vagas dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; ligados à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, ao Instituto de Física de São Carlos e à Pró-Reitoria de Graduação serão preenchidas apenas pelo processo de seleção direto destas unidades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cada unidade deverá publicar, até a segunda-feira (14), um edital com as regras específicas para a segunda fase da seleção.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A prova de pré-seleção será realizada no dia 29 de julho e terá 80 perguntas e quatro horas de duração.Os candidatos a &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de ciências humanas terão uma prova com 34 questões de português, 12 de inglês e 34 de cultura contemporânea. Quem se candidatar para algum curso de ciências biológicas deverá responder a 24 perguntas de português, 12 de inglês, 22 de genética e 22 de bioquímica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Candidatos de &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de ciências exatas terão 24 testes de português, 12 de inglês, 22 questões de matemática e 22 de física.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/xeuVcAkcp38" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 17:48:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52774</feedburner:origLink></item><item><title>Universidade russa abre vagas para brasileiros no curso de medicina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/4zxUbsJ3RIw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Universidade Estatal Médica de Kursk (KMSU), na Rússia, abriu 30 vagas para estudantes brasileiros. As aulas são ministradas em inglês. A seleção será feita até o dia 10 de junho e a viagem está programada para a primeira semana de setembro.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A seleção, que inclui entrevista, análise do histórico escolar e exames de saúde, será feita no Brasil pela Aliança Russa de Ensino Superior, representante das universidades estatais russas no país. As entrevistas já começaram.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O valor cobrado por aluno é simbólico por conta de uma política, de incentivo a estudantes estrangeiros adotada pelo governo russo. Em média, cada estudante desembolsa aproximadamente R$ 7 mil por ano em despesas entre curso e moradia, valor muito inferior ao das universidades particulares no Brasil devido ao subsídio dado pelo governo russo aos estrangeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Durante os nove primeiros meses de curso, os selecionados farão a Faculdade Preparatória (FP) em inglês, para aprofundar o conhecimento sobre o idioma e aprender termos técnicos. A FP pode ser feita tanto como no Brasil, como a Rúsisia, a critério do estudante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Localizada na parte europeia do país, a cidade de Kursk é um grande polo industrial, cultural e científico a 500 quilômetros da capital Moscou. A KMSU é uma tradicional universidade russa, pioneira em oferecer programas médicos de graduação em inglês.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao voltar para o Brasil, o estudante tem de submeter o diploma adquirido a um processo de reconhecimento em uma universidade pública brasileira e prestar prova de revalidação. De acordo com a Aliança Russa, os diplomas das universidades russas passaram a ser reconhecidos em toda a União Europeia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mais informações podem ser obtidas nos sites www.medicinarussia.com.br e www.aliancarussa.com.br e pelo telefone (11) 3854-2515.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/4zxUbsJ3RIw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 17:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52773</feedburner:origLink></item><item><title>Mackenzie divulga aprovados no vestibular com notas do Enem</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/7JNu6SCDYyY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Universidade Presbiteriana Mackenzie divulgou a lista de aprovados no vestibular cuja seleção foi feita pelas notas do Exame Nacional do Ensino Médo (Enem) de 2011. As vagas são distribuídas nos campi de Higienópolis, Alphaville e Campinas, no interior de São Paulo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A decisão da universidade em aderir ao Enem como processo de seleção causou insatisfação entre os estudantes. Na época, eles afirmaram que eram contra a mudança porque o Enem não era um exame com credibilidade. Em 21 de março, estudantes interditaram faixas na Rua da Consolação, no Centro de São Paulo, como protesto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na ocasião, o Mackenzie afirmou que "o Enem pode ser considerado o mais democrático e inclusivo dos processos seletivos do país e que a universidade segue o exemplo de outras instituições educacionais de primeira linha no Brasil, tanto públicas quanto privadas, que já incluíram esta iniciativa em sua seleção&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Documentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os estudantes convocados devem se matricular no próximo sábado (12), das 9h às 14h, no campus onde irá estudar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os candidatos, ou seus representantes legais, deverão apresentar obrigatoriamente, no ato da matrícula, os seguintes documentos (cópia autenticada, ou cópia simples com a apresentação do documento original para autenticação na Universidade Presbiteriana Mackenzie):&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
a) Certidão de Conclusão do Ensino Médio ou equivalente;&lt;br /&gt;
b) Histórico Escolar do Ensino Médio ou equivalente;&lt;br /&gt;
c) Cédula de Identidade;&lt;br /&gt;
d) Uma fotografia 3x4 recente;&lt;br /&gt;
e) CPF &amp;ndash; Cadastro de Pessoa Física;&lt;br /&gt;
f) Atestado Médico de aptidão física para atividade esportiva (unicamente para os candidatos ao curso de Educação Física).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A segunda lista de convocados será divulgada em 17 de maio, com matrículas em 19 de maio.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/7JNu6SCDYyY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 17:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52772</feedburner:origLink></item><item><title>Rio sediará olimpíada internacional de astronomia e astrofísica em agosto</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/jIQzqP3TQVU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Rio de Janeiro será sede em agosto da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA), primeira competição científica de alcance mundial realizada no país. Reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU), a competição vai acontecer de 4 a 14 de agosto e envolver estudantes de ensino médio de todo o mundo. No Brasil, os estudantes são selecionados a partir da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), disputada anualmente desde 1998.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Todos os estudantes competem nas três modalidades de prova: observacional, na qual demonstram seus conhecimentos sobre o céu que podemos ver; teórica, na qual resolvem problemas de astronomia e astrofísica; e, finalmente, a prova prática, em que utilizam e interpretam dados como um astrônomo profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mais informações podem ser obtidas no site www.ioaa2012.ufrj.br.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Olimpíada Brasileira será na próxima sexta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) será realizada nesta sexta-feira (11). Podem participar alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e privadas, urbanas e rurais, de todo o país.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Em 2011, a olimpíada distribuiu 33.307 medalhas e reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores. A expectativa, esse ano, é atingir a marca de 1 milhão de estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As provas serão divididas em quatro níveis distintos, de acordo com a escolaridade. Cada exame será constituído de dez perguntas: cinco de astronomia, três de astronáutica e duas de energia. &amp;ldquo;As questões serão, em sua maioria, de raciocínio lógico&amp;rdquo;, diz o astrônomo e coordenador nacional da OBA, João Canalle.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estudantes mais bem classificados vão integrar as equipes que representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, de 2013.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/jIQzqP3TQVU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 17:53:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52642</feedburner:origLink></item><item><title>Bolsas de mestrado e doutorado vão ser reajustadas, diz CNPq</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/QAB5c6K6suY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As bolsas de estudos de p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o reajustadas em 10% ap&amp;oacute;s quatro anos de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mesmo valor. O an&amp;uacute;ncio foi feito nesta sexta-feira (4) pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&amp;iacute;fico e Tecnol&amp;oacute;gico (CNPq), Glaucius Oliva, durante o 23&amp;ordm; Congresso Nacional de P&amp;oacute;s-Graduandos, em S&amp;atilde;o Paulo. O reajuste entrar&amp;aacute; em vigor em 1&amp;ordm; de junho e vale tamb&amp;eacute;m para as bolsas oferecidas pela Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Aperfei&amp;ccedil;oamento de Pessoal de N&amp;iacute;vel Superior (Capes).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com o reajuste, as bolsas de mestrado v&amp;atilde;o subir de R$ 1.200 para R$ 1.320, e as bolsas de doutorado v&amp;atilde;o mudar de R$ 1.800 para R$ 1.980.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em abril, o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Aloizio Mercadantej&amp;aacute; havia sinalizado o reajuste nos valores. Na &amp;eacute;poca, Mercadante reconheceu que o valor pago pelas bolsas est&amp;aacute; defasado. &amp;ldquo;Temos que construir um reajuste das bolsas da Capes o mais r&amp;aacute;pido poss&amp;iacute;vel, para corrigir a defasagem&amp;rdquo;, disse o ministro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O &amp;uacute;ltimo reajuste foi feito em 2008. Atualmente, as bolsas de mestrado est&amp;atilde;o em R$ 1,2 mil; de doutorado, em R$ 1,8 mil; p&amp;oacute;s-doutorado, R$ 3,3 mil, e professor visitante nacional s&amp;ecirc;nior, R$ 8,9 mil. No exterior, o valor varia conforme o pa&amp;iacute;s, a modalidade e a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o familiar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a Capes, de 2008 at&amp;eacute; hoje o n&amp;uacute;mero de bolsas concedidas subiu 75%, passando de 40 mil para 71 mil bolsistas no pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
A Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de P&amp;oacute;s-Graduando considera que o reajuste ideal para repor a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes tr&amp;ecirc;s anos &amp;eacute; de 40%.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/QAB5c6K6suY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 17:47:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52641</feedburner:origLink></item><item><title>Proibição a trotes sujos e venda de bebidas na UnB entra em vigor</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/D6fhLGS2UbU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Universidade de Brasília publicou na noite desta segunda-feira (7) a resolução que mantém a proibição à venda de bebidas alcoólicas e veta a realização de trotes sujos nos campi da instituição. A norma foi aprovada pelo Conselho Universitário no final de março.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o chefe de gabinete da reitoria, Davi Diniz, as regras regulam situações cotidianas de convivência na UnB. &amp;ldquo;Fala principalmente que toda atividade universitária deve respeitar ensino, pesquisa e extensão. Que nenhum evento pode atrapalhá-los&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Diniz afirmou que a resolução não prevê punição para manifestações &amp;ldquo;espontâneas&amp;rdquo; e &amp;ldquo;não degradantes&amp;rdquo;, como o tradicional trote com tinta, ovo e farinha. &amp;ldquo;Elas só não podem desbancar para a violência. Se houver humilhação ou for degradante, seja lá o que for, não pode.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O chefe de gabinete afirmou que os casos serão avaliados isoladamente. Segundo ele, vítimas ou testemunhas poderão formular queixas unidades acadêmicas ou na reitoria. A previsão é de a investigação dure cerca de 15 dias e a punição, caso não seja pedido recurso, aconteça em três meses.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em relação ao comércio de bebidas alcoólicas, Diniz disse  que, assim como vinha ocorrendo, a venda permanece proibida na universidade. &amp;ldquo;Só pode ocorrer com permissão prévia e depende do espaço e do evento em que isso vai acontecer&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se houver desrespeito às normas, o chefe de gabinete falou que a universidade pode optar por punições que já são usadas, como advertência, demissão ou expulsão. &amp;ldquo;Mas também estamos estudando sanções pedagógicas e educativas, como doação de cestas básicas e participação em programas sociais da UnB.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/D6fhLGS2UbU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 17:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52640</feedburner:origLink></item><item><title>O que fazer se o seu filho foi mal na prova?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/H1YunIXq6d4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Foi assim com você e ainda continua da mesma maneira. A semana de provas é estressante &amp;ndash; tanto para pais quanto para filhos. Você, no tempo que pode, procurou fazer o melhor para auxiliar o seu filho nas dúvidas que tinha em cada disciplina. Ele, por sua vez, se esforçou nos estudos, ainda que em algumas matérias tenha mais facilidade, claro! Muitas vezes, no entanto, na hora da prova, o nervosismo - ainda mais para aqueles que estão passando por essa experiência pela primeira vez - tira a concentração e a decepção chega junto com as notas. E agora? Como lidar a pontuação baixa ou até mesmo um boletim inteiro vermelho? &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A professora da escola BBS, Cristina Navarenho Santos Zanetti, há 16 anos na profissão, está acostumada a dar esse tipo de notícia, para a criança e para os pais. Segundo ela, antes de tudo, é importante que o professor acolha o aluno para depois questionar qual foi o problema que o levou àquela nota.&amp;ldquo;Sempre deixo a criança se abrir, mostro que me importo e digo que ela sabe mais do que aquilo que colocou na prova, porque é verdade. Muitas vezes, a tensão toma conta do raciocínio, mesmo que ela tenha estudado&amp;rdquo;, diz. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com Cristina, as provas devem ser somente mais um instrumento de avaliação, junto com excursões, trabalhos, atividades em grupo e feiras de ciência - e não uma ferramenta que concentre todo o peso da aprendizagem daquele bimestre. &amp;ldquo;Isso deixa a criança ainda mais insegura&amp;rdquo;, esclarece. Além disso, ela deve ser incentivada a estudar um pouco todos os dias para assimilar o conteúdo com calma e tempo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Conversar com o filho, com calma, é o primeiro passo depois que o boletim chega com as notas baixas, segundo Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Lembre-se de que é fundamental que ela possa contar com seu apoio. No entanto, não há uma única fórmula porque depende da característica da criança. &amp;ldquo;Cada família tem uma dinâmica. Se o filho é descompromissado, os pais precisam descobrir o porquê de ter ido mal na avaliação escolar e incentivar a criança, explicando a importância do estudo para a sobrevivência dela&amp;rdquo;, afirma. Punição, segundo Quézia, não é o caminho. Em vez de cortar tudo o que ela gosta, como forma de castigo, faça acordos e reorganize a sua rotina. Um exemplo é avaliar o tempo em que ela passa em jogos, assistindo à TV, com atividades extracurriculares, como natação, futebol, balé. Se nada adiantar, vale procurar ajuda profissional para ajudá-la a superar as dificuldades. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na casa do empresário autônomo Gilson Francisco da Silva, 37 anos, pai de Melissa, de 9 anos, há regras estabelecidas. &amp;ldquo;Se ela chega com uma nota baixa, eu sou duro. O combinado é suspender durante uns dias aquilo que ela mais gosta de fazer, porque o estudo é a obrigação dela nesse momento&amp;rdquo;, conta. Já Karla Coraini Rodrigues, 35 anos, gerente de vendas e mãe da Vitória, de 9 anos, age diferente. &amp;ldquo;A gente conversa e eu tento ver o que está atrapalhando. Tento notar se é psicológico ou falta de vontade. Procuro analisar a situação como um todo e nunca cobro, porque sei que ela já se cobra. Sempre digo que ela pode melhorar&amp;rdquo;, comenta. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Podem ser várias as razões para um desempenho ruim na escola, como falta de estudo e de motivação, timidez na hora de tirar dúvidas, problemas sociais (família e amigos), Déficit de Atenção, entre outros. Junto com a escola, os pais devem observar qual é a principal dificuldade da criança e, dependendo do motivo, ela deve ser orientada por um profissional. Agora, vale reforçar: esse acompanhamento dos pais com os estudos do filho não deve se concentrar apenas no período de provas. O interesse tem de ser diário. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;E quando seu filho recupera a nota, deve ser recompensado?&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Quézia, a recompensa é perigosa. &amp;ldquo;A criança tem que perceber que ela já está lucrando com essa nota alta, e não depender de um presente para saber que fez a coisa certa. Senão, ela vai começar a sempre querer algo em troca e deixar de prestar atenção na importância do estudo no seu desenvolvimento&amp;rdquo;, afirma. O mais válido nesse momento é você mostrar ao seu filho o quanto está feliz e orgulhoso de sua recuperação e também como o esforço é sempre válido para obter resultados, em tudo o que ele fizer na vida. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/H1YunIXq6d4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistacrescer.globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 16:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52585</feedburner:origLink></item><item><title>Os limites da lição de casa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/OmDtqACIjUk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;João chegou em casa contando para a mãe a solução que havia encontrado para o fim de seu maior drama atual: ele e o colega fariam um &amp;ldquo;enunciado&amp;rdquo; para o fim da lição de casa. Do alto de seus 7 anos, ele queria mesmo era dizer &amp;ldquo;abaixo-assinado&amp;rdquo;, mas o que importava não era a palavra, e sim o significado que estava dando a ela. Sentindo-se sobrecarregado de tanta tarefa, João só pensa em encontrar um jeito de dar um basta. Sobrou até para o Saci. Após exaustivos dias de muita lição de casa, a professora mandou ler O Saci, de Monteiro Lobato, e, adivinhem: o menino já o encarou como &amp;ldquo;tarefa chata e exaustiva&amp;rdquo; e quer ver o personagem bem longe dele. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lição de casa. Atire aí o primeiro lápis preto quem não se arrepia na hora que ouve essa palavra. Por mais &amp;ldquo;certinho&amp;rdquo; que você tenha sido como aluno, aposto que em algum momento você quis mesmo que a hora da lição acabasse logo para fazer outra coisa. É ou não é? Com um filho com mais de 6 anos em casa, você passa ou vai passar esse aperto. (Porque, antes disso, nem pensar! Se houver tarefas para uma criança na educação infantil, que ela seja só um pequeno treino eventual, sem maiores cobranças.) E o tal aperto pode acontecer por razões simples: crianças saudáveis querem sempre transgredir, a falta de tempo é uma realidade e porque, sim, existe lição de casa chata. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A gente carrega este peso com essas tarefas desde o começo do século passado. Foi lá que nasceu a péssima relação desse dever com punição. &amp;ldquo;Vocês não se comportaram, então vou dobrar a lição de casa de todos&amp;rdquo;, costumava sentenciar a professora. O mundo mudou, mas o mal-estar continua &amp;ndash; e a necessidade do momento de lição de casa também. &amp;ldquo;O cérebro precisa de um tempo para assimilar individualmente o que foi aprendido em sala de aula. Quando a criança está na classe, o nível de fixação é outro&amp;rdquo;, diz Marta Pires Relva, professora de neurociência e aprendizagem da Universidade Cândido Mendes &amp;ndash; AVM Faculdade Integrada (RJ). Embora o tema esteja na lista de reclamações há tanto tempo, a vida em sociedade hoje complica um pouco mais a história. De um lado, pais que, na maioria, trabalham fora e contam nos dedos as horas por dia que conseguem ficar com os filhos. De outro, crianças mais ágeis e com uma sede de aprender que tem origem &amp;ndash; ou estímulos &amp;ndash; em outras formas. Para elas, a lição de casa, decididamente, não pode ser como antigamente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Medida e foco&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Uma coisa é mais do que certa: a lição de casa não deve ser motivo de estresse para a criança. Deve ter sua medida certa e faz parte do trabalho do professor mostrar o sentido e orientar a criança. Essa relação anda tão confusa que no Canadá e nos Estados Unidos há grandes movimentos de pais pedindo limites para o excesso de tarefas, pelo direito de a criança &amp;ldquo;aproveitar a infância&amp;rdquo;. Não é a primeira vez que isso acontece, mas o dever chegou a ser banido no norte de Toronto nos jardins de infância e em todos os feriados para crianças maiores. Usam como base diversas pesquisas que apontam que não há relação entre quantidade de lição de casa com absorção de aprendizado ou de conteúdo das crianças. &amp;ldquo;Não há como fazer essa relação porque nosso cérebro é qualitativo e não quantitativo&amp;rdquo;, diz Marta Relva. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Então, qual seria a medida? Nos Estados Unidos, a Associação Nacional Americana recomenda que o tempo de estudo em casa não ultrapasse os dez minutos no primeiro ano, por exemplo. &amp;ldquo;O ideal é que comece a ter certa intensidade a partir do segundo, que pode exigir meia hora, depois, 40 minutos, a partir do terceiro, e assim por diante. Tem que ser gradativo&amp;rdquo;, diz Telma Scott, coordenadora pedagógica do Colégio Sidarta, de Cotia (SP). &amp;ldquo;E ela vai aprendendo a resolver o que precisa naquele período. Um treino para a vida&amp;rdquo;, diz. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A tarefa precisa ter um objetivo claro também. &amp;ldquo;Deve-se perguntar: ela está a serviço de quê? Assim vai ser valorizada em sala de aula e também pelo aluno. Toda lição tem de ter uma função acadêmica e coletiva. Aprender algo sozinho e depois poder levar para o grupo&amp;rdquo;, diz Cleuza Vilas Boas, diretora do ensino fundamental do Colégio Móbile (SP). O tempo conta muito. Estar no período integral ou ter a agenda cheia pode influenciar muito. &amp;ldquo;A criança está esgotada? Tem pouco tempo para descansar, brincar ou simplesmente não fazer nada? Se a lição vier depois de uma série de atividades, não há como ela ficar bem.&amp;rdquo; &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/OmDtqACIjUk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistacrescer.globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 16:36:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52584</feedburner:origLink></item><item><title>Como ajudar as crianças a superar seus medos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/RCsy0W_Imqc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Os medos e suas fases&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles estão ligados a etapas específicas do desenvolvimento, e o modo e a intensidade variam de criança para criança &amp;ndash; têm relação com a personalidade dela, a dos pais, entre outros fatores. Com o crescimento e a maturação cognitiva e emocional, seu filho vai encontrando estratégias eficazes para lidar com os medos, mas sua ajuda é fundamental, claro. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Conheça alguns dos principais medos, de acordo com a idade do seu filho. E aprenda a lidar com eles: &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;ATÉ 7 MESES &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;De barulhos inesperados e luzes fortes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Para ajudar: Evite expor a criança a qualquer estímulo intenso. Se não for possível, faça de maneira suave e verifique como ela reage. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;DE 7 MESES A 1 ANO E MEIO&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
De pessoas, ambientes e objetos novos; de perder os pais, pois acham que pessoas desaparecem quando não estão ao alcance de seus olhos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Para ajudar: O pai, a mãe ou o cuidador devem estar presentes quando o bebê for exposto a situações novas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;DE 1 ANO E MEIO A 3 ANOS &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Do escuro, de pessoas com máscaras ou fantasias, de ficar sozinho. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Para ajudar: Ao encontrar alguém fantasiado, aproxime-se devagar e mostre que é apenas uma roupa diferente. Se ele não gostar, não force. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;DE 3 A 5 ANOS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
De monstros, fantasmas, da escuridão, de animais, chuva, trovão, de se perder. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Para ajudar: Respeite a criança, permitindo que se expresse, e explique que nada lhe acontecerá de mal. Quanto ao medo de se perder, faça-a decorar o nome inteiro e o telefone de casa e a ensine a pedir ajuda. Ela se sentirá mais segura. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A PARTIR DOS 5 ANOS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
De ser deixado na escola, de bandido, de personagens de terror. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Para ajudar: Insegurança melhora com diálogo. Se o medo for de bandido, reforce, por exemplo, a importância de ficar perto de adultos conhecidos. Para a criança se sentir segura, diga que alguém sempre estará cuidando dela na escola. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A PARTIR DOS 6 ANOS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Da própria morte e da dos pais, pois já a entende como algo irreversível; de ser criticado. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Para ajudar: Se houver perguntas sobre morte, não invente histórias absurdas, diga a verdade de forma delicada. E quanto às críticas: explique que elas nos ajudam a melhorar. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/RCsy0W_Imqc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistacrescer.globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 16:34:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52583</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/vBk_bWA9RS8/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/vBk_bWA9RS8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>USP reúne em site 1.300 teses com soluções para uma 'economia verde'</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/yEZb8ShFVaw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) disponibilizaram em um site mais de 1.300 dissertações e teses que abordam assuntos relacionados com a Rio+20, Cúpula da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre Desenvolvimento Sustentável.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O objetivo é facilitar o entendimento da sociedade civil sobre os temas debatidos na conferência, que deve reunir mais de 130 chefes de Estado em junho, no Rio de Janeiro, para tratar de políticas sociais, econômicas e ambientais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O projeto batizado de &amp;ldquo;USP Rio+20&amp;rdquo; expõe ao público documentos que tratam de temas como biodiversidade, mudanças climáticas, Agenda 21 e governança ambiental, além de economia verde, principal tema de negociação entre os 190 países ligados às Nações Unidas. Os estudos foram feitos entre 1992, época da Rio 92, e setembro de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com Wagner Costa Ribeiro, professor titular do departamento de geografia da USP e um dos coordenadores do projeto USP Rio+20, os trabalhos apresentam possíveis alternativas que podem ser aplicadas pelo poder público e que analisam as condições ambientais do planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A grande missão da Rio+20 é arrumar os erros que cometemos no século passado. Diante disso, os trabalhos oferecem diagnósticos detalhados de várias partes do Brasil, com análises sobre o que é possível modificar nessas regiões&amp;rdquo;, explica o professor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ciência na discussão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ribeiro ressalta a importância de a ciência ser ouvida durante discussões governamentais na Rio+20, pois, segundo ele, problemas ambientais poderiam ter menores consequências se medidas propostas pela ciência fossem aplicadas desde o início. &amp;ldquo;Mas, infelizmente, a ciência é a última a ser convidada a opinar porque, na maioria das vezes, ela é crítica e, por isso, ninguém quer ouvi-la&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele cita o caso do governo brasileiro no debate do Código Florestal, projeto polêmico que muda a legislação ambiental do país e que foi aprovado na última semana no Senado. &amp;ldquo;A academia disse que aquela não era a melhor forma [do projeto] para aprovação e o Congresso aprovou um documento inadequado em pleno Século 21. Mas não é um caso apenas do Brasil, acontece em todos os países&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O especialista, que fez parte da delegação brasileira na Rio 92 representando as organizações não governamentais, acredita em um resultado positivo na Cúpula da ONU. Para ele, avanços devem surgir nas negociações, mas deve-se levar em conta que a conferência do Rio de Janeiro não terá resultados rápidos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A Rio+20 não vai gerar um plano de ação nos próximos cinco ou dez anos. Ela vai propor um pacto entre os países envolvendo a questão ambiental em longo prazo&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/yEZb8ShFVaw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 18:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52429</feedburner:origLink></item><item><title>Sociedade de pessoas com QI alto aceita duas crianças de 2 anos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/iwKFR-QxyZU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Mensa, sociedade internacional que reúne pessoas consideradas "gênias" por terem alto quociente de inteligência (QI), aceitou em seus quadros neste ano duas crianças de 2 anos de idade. A pequena Emmelyn Roettger foi aceita em março, na filial dos Estados Unidos da Mensa, segundo o site do programa de TV americano Today Show, um mês antes de completar 3 anos e depois que uma suspeita de autismo acabou sendo apenas necessidade de óculos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já o mais jovem membro da Mensa no Canadá, segundo o jornal canadense The Victoria Times Colonist, é Anthony Popa Urria, de 2 anos e 9 meses, que ainda usa fraldas, mas conta até mil e recita o alfabeto de trás para frente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As duas crianças são as mais jovens a integrar a sociedade em seus respectivos países, e bateram o recorde de Heidi Hankins, a garota de 4 anos com QI de 159, apenas um ponto do quoeficiente de Albert Einstein e de Stephen Hawking. Para ser aceito na Mensa, os candidatos devem ficar entre o grupo de 2% de pessoas com a nota mais alta em um dos cerca de 200 testes aceitos pela sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Anthony, segundo o The Victoria Times Colonist, foi levado pelos pais para fazer um teste de QI no Inglaterra em fevereiro. Lá, ele foi avaliado por Joan Freeman, uma psicóloga especializada em superdotados. O jornal afirma que, em um relatório, Freeman afirmou que o garoto sabe descrever a função e a seleção de itens "muito acima do nível pasa a sua idade".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com sua família, Anthony fala três &lt;a href="http://www.portalidiomas.com.br"&gt;&lt;strong&gt;idiomas&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e já sabia reconhecer as letras do alfabeto aos seis meses. Aos 10, conseguia pronunciá-las perfeitamente. Hoje, antes mesmo de abandonar as fraldas, ele sabe montar quebra-cabeças de 70 peças, conhece os dias da semana, as estações do ano e é capaz de nomear capitais de países como Madagascar. Representantes da Mensa no Canadá afirmaram ao jornal que, no país, apenas 7 pessoas com até 10 anos foram aceitas na sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Problema de visão&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Ao Today Show, a mãe de Emmelyn, Michelle Horne, afirmou que, aos 9 meses, os médicos suspeitavam que a então bebê tinha autismo, porque ela não fazia contato visual com as pessoas. Depois de um instinto, ela sugeriu que os médicos testassem sua visão. "Era tão óbvio que qualquer atraso dela era relacionado à visão. Desde então, ela decolou", contou Michelle.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a família de Emmelyn, aos 2 anos, ela conseguia escrever seu nome, contar até 100 e fazer contas matemáticas simples.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A garota atingiu um QI de 135 em um teste feito aos 2 anos e 10 meses de idade e o pedido de ingresso na Mensa americana foi feito mais por curiosidade dos pais. Ao programa, porém, a mãe disse que a sociedade, que já aceitou outras crianças da mesma idade de Emmelyn, oferece jogos e até sugestões de lições para que pais e professores possam estimular as crianças com inteligência mais avançada que os colegas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/iwKFR-QxyZU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 18:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52428</feedburner:origLink></item><item><title>Cresce o número de brasileiros com diploma universitário, diz censo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/9KHfcYvlPZU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O número de brasileiros com diploma universitário deu um salto em uma década, segundo dados do IBGE. Em 2000, 4,4% da população havia concluído o ensino superior; em 2010, o índice subiu para 7,9%.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De 2001 para 2010, o número de matrículas no ensino superior dobrou segundo o Ministério da Educação que atribui o crescimento à criação de bolsas e programas de financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com boas notas no Enem, Alexsandra Moreira conseguiu bolsa no Prouni e é a primeira entre seis irmãos a cursar uma universidade. "Minha família inteira está feliz com isso", afirma Alexsandra. Assim como ela, 74% dos estudantes estão em instituições particulares.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na última década, o percentual de adolescentes de 15 a 17 anos na escola aumentou para 77,4% (em 2000) para 83,3% (em 2010). O Sudeste tem o maior número, os menores índices estão no Norte e no Sul. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar do crescimento, a qualidade ainda é um problema que precisa ser superado. Segundo o Movimento Todos pela Educação, só 11% dos estudantes que concluem o ensino médio aprendem o que deveriam em matemática, déficit que esbarra no ensino superior. "Esses alunos que entram no ensino superior apresentam defasagem muito grande de aprendizagem que vem da educação básica. O ensino médio praticamente não melhorou sua qualidade nos últimos dez anos e o reflexo disso no ensino superior é muito grande", diz Priscila Cruz, do Todos pela Educação.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/9KHfcYvlPZU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 18:02:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52427</feedburner:origLink></item><item><title>ONG faz mapa interativo com mais de 180 instituições com sistema de cotas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/VuKPl3G2FaA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A ONG Educafro lançou, nesta terça-feira (1º), a edição mais atualizada de seu mapa interativo de ações afirmativas nas instituições de ensino superior no Brasil (veja aqui). De acordo com o levantamento feito pela entidade, que é reformulado periodicamente junto às próprias instituições, mais de 180 universidades estaduais e federais, além de faculdades e institutos de ensino tecnológico, oferecem algum tipo de política de ação afirmativa a candidatos que estudaram em escolas públicas ou são negros, indígenas ou mulheres.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o mapa, o estado com o maior número de instituições que aplicam algum tipo de cota ou bônus é São Paulo, com 57, a maioria parte das Faculdades de Tecnologia (Fatecs), do governo estadual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais reúnem, respectivamente, 19, 18 e 14 instituições. No Nordeste, o estado com maior número de universidades ou institutos com sistema de cotas é a Bahia (são 9, no total).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O mapa permite que o candidato busque, por estado, a lista de instituições que oferecem algum tipo de política de ação afirmativa. O site mostra o ano de implantação da política e explica se ela se baseia em bônus na nota final ou em reserva de vagas especificamente para um determinado grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tendência de cotas regionais&lt;br /&gt;
De acordo com Frei David Santos, diretor-executivo da Educafro, o mapeamento é feito desde 2002, mas ele ganhou um formato interativo há três anos. O último levantamento, segundo ele, foi feito no final de 2010 e listou 129 instituições.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A versão lançada nesta terça-feira, segundo ele, mostra que 60 instituições optam por oferecer bônus na nota final para candidatos que estudaram em escola pública ou são negros. Outras 52 instituições combinam cota racial e social na forma de reserva de vagas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Ainda segundo Frei David, 55 instituições só têm cota social, e apenas 20 oferecem política de ação afirmativa só para estudantes negros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diretor da Educafro comemorou a decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF) que, na semana passada, julgou pela constitucionalidade dos sistemas de cotas. "Com a bonita aprovação do STF, estamos percebendo que vai aumentar o número de instituições com políticas de ação afirmativa", afirmou ao G1.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Frei David disse ainda que a Educafro tem notado uma tendência de aumento das cotas regionais, principalmente por causa do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação. O novo formato tem aumentado a mobilidade de estudantes pelos estados brasileiros, mas muitos estudantes, depois de assegurar a vaga, conseguem transferência para outros estados e aumentam a defasagem em universidades do Norte e do Nordeste, principalmente em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; mais concorridos, como &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diretor citou como exemplo a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), onde, segundo ele, mais de 70% dos candidatos aprovados neste ano vinham de outras unidades do Brasil. "O Sisu deve aumentar as vagas destinadas a estudantes da região", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ainda segundo Frei David, as instituições particulares não são incluídas no mapa porque todas as universidades e faculdades que aderem ao Programa Universidade Para Todos (Prouni), que dá bolsa integral ou parcial a estudantes de escola pública e baixa renda, precisam reservar vagas específicas para negros, na mesma porcentagem da população negra de seu estado, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). "Para saber quais instituições particulares oferecem cotas, basta ver o site do Prouni", disse.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/VuKPl3G2FaA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52270</feedburner:origLink></item><item><title>Jogo educativo ajuda pessoas com problemas neurológicos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/DFMhh_ABgn8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; Um jogo educativo desenvolvido por estudantes da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos (SP) começou a ser testado em uma instituição da cidade que cuida de pessoas com problemas neurológicos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com o jogo, o aprendizado sobre conceitos de cidadania é feito de uma maneira descontraída. O programa de computador ensina a importância da reciclagem do lixo. Ele foi desenvolvido por alunos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP São Carlos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o aplicativo já é usado em instituições filantrópicas de Campinas. Agora, começa a ser testado em pessoas com problemas neurológicos em São Carlos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O jogo é voltado para pessoas com idade mental entre quatro e sete anos. E, segundo os criadores, vem mostrando resultados positivos. &amp;ldquo;Os jogos são bem lúdicos e auxiliam tanto na parte motora, como no desenvolvimento cognitivo e mental dos alunos, porque eles apreciam a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, e com isso eles são motivados cada vez mais a estarem participando e atuando junto aos jogos&amp;rdquo;, explicou a professora Kalinka Castelo Branco.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/DFMhh_ABgn8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:13:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52269</feedburner:origLink></item><item><title>Alfabetização matemática deve privilegiar criatividade e não decoreba</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/f5VTCyUulak/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Matemática pode &amp;ndash; e deve &amp;ndash; ser brincadeira de criança. De acordo com o professor José Carlos Miguel, da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (Unesp) e especialista em Metodologia e Prática de Ensino de Matemática, a alfabetização matemática acontece já na creche e na educação infantil, com os pequenos tendo contato com resoluções de problemas, conhecendo os números e realizando operações simples. Para não ter medo de matemática na vida adulta, é preciso aprender a gostar e entender o mundo matemático desde cedo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Chamamos de alfabetização matemática o processo de conceituação elementar da matemática que tem um uso imediato. Desde pequeninos os alunos devem desenvolver um vocabulário fundamental para a matemática, como &amp;lsquo;interior&amp;rsquo;, &amp;lsquo;exterior&amp;rsquo;, &amp;lsquo;dentro&amp;rsquo;, &amp;lsquo;fora&amp;rsquo;... A partir do mundo físico, e da exploração desse mundo, eles podem estabelecer relações lógicas que sustentem o conhecimento dos números. Para compreender os números, as crianças têm que entender a lógica da seriação, classificação, ordenação...&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O especialista critica os modelos imitativos e repetitivos que são ensinados na maioria das escolas e que não despertam o interesse das crianças. Mas ressalta que a culpa não é dos professores nem dos alunos, na verdade, de acordo com ele, todos são vítimas de um processo de formação que privilegia a repetição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Muitos docentes não reconhecem que a matemática vai além da contagem. Ela está no nosso cotidiano de diversas formas, como nos códigos &amp;ndash; o CEP é um código que determina onde fica a minha casa, o telefone é um código, o número do meu apartamento também. Nesses casos, a ordenação dos números é fundamental para a localização. O aluno decora os números de 0 a 20, escreve 29, mas não sabe a relação entre 28 e 30. É preciso romper com a cultura da decoreba e ajudar os alunos a coordenarem ações e entenderem porque uma fórmula funciona de uma maneira e não de outra&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E existem maneiras de tornar o ensino de matemática mais prazeroso e próximo da realidade dos alunos? O professor José Carlos Miguel afirma que sim. &amp;ldquo;O docente pode produzir o próprio material didático e envolver os estudantes nesse processo. Por exemplo, ele pode cortar cartolina e fazer fichas para explicar as diferenças entre dezenas, centenas e milhares. Existe material pronto também, como o que chamamos de material dourado, que são aqueles cubinhos de madeira. O professor não lança mão de novos materiais didáticos por insegurança. Silêncio na sala de aula não significa necessariamente aprendizado. Temos que pensar atividades que façam sentido para as crianças e também para os adultos que estão sendo alfabetizados. Muitos adultos acham que não conseguem aprender porque já passaram da idade, o que não é verdade. Se, por exemplo, usarmos com eles aquele dinheiro de brinquedo, vendido em qualquer loja de R$ 1,99, eles vão entender melhor a aplicação da matemática no dia a dia&amp;rdquo;, completa.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/f5VTCyUulak" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52268</feedburner:origLink></item><item><title>"Prejuízo é incalculável", diz professor da Unesp de Botucatu, SP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/czmCZzqFw68/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Para os professores que trabalham no laboratório da Faculdade de Veterinária da Unesp, em Botucatu (SP), e que foi atingido por um incêndio na manhã desta segunda-feira (30), é quase impossível calcular os prejuízos causados pelo incidente. &amp;ldquo;Eram arquivos de trabalho, de pesquisas, tudo em papel. É praticamente impossível recuperar esse material&amp;rdquo;, afirma André Vicente Ruiz de Matos, que trabalha há cinco anos no local.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O professor José Pais de Almeida mantinha na sala que foi totalmente destruída pelo fogo um acervo de 30 anos de pesquisa, como livros, computadores, teses de mestrado e doutorado, além de documentos. Tudo foi perdido no incêndio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O fogo começou por volta das 10 horas. Apenas dois funcionários estavam na ala de inspeção de alimentos, atingida pelas chamas. Eles acionaram o Corpo de Bombeiros, que em 30 minutos controlaram o fogo. Mas, a fumaça tomou conta do prédio, três salas foram destruídas e o forro, de PVC, derreteu. Os bombeiros retiraram os botijões de gás para evitar uma explosão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A principal preocupação dos responsáveis pelo prédio é que, por ser um laboratório, existiam muitos produtos químicos, boa parte deles inflamáveis. O local onde esse material fica estocado está a menos de cinco metros de onde o fogo começou: são mais de 200 produtos, entre eles glicerina, altamente explosivo. &amp;ldquo;Por sorte, o fogo foi controlado e não chegou até essa sala, senão teríamos um incêndio de enormes proporções&amp;rdquo;, disse Luiz Carlos Vulcano, diretor da faculdade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diretor da faculdade disse ainda que o prédio passou por reforma recentemente e que as instalações são novas. Uma perícia vai investigar as causas do incêndio. Apesar dos estragos, ninguém ficou ferido no incêndio.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/czmCZzqFw68" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52267</feedburner:origLink></item><item><title>Rituais de iniciação mostram que nem tudo é válido para ser aceito</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/jNh9lZCMrHk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma notícia chegou do Maranhão trazendo espanto. Em uma escola de São Luís, meninas adolescentes se submetem a sessões de tapas no rosto para tentarem entrar em um grupo da escola chamado &amp;ldquo;família&amp;rdquo;. O número de sopapos varia. No entanto, a reação é a mesma &amp;ndash; todas sorriem ao apanhar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Existe a ideia de que há um adulto por trás disso, o que levará a uma investigação por autoridades competentes. Pode ser. Esse tipo de coisa, no entanto, parece ter saído da cabeça de um adolescente, que funciona como um líder. Todo grupo tem um. No caso, ele é negativo e não cuida bem de seus membros, fazendo com que eles se submetam à humilhação e à violência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se por um lado ele é negativo, por outro mostra perspicácia. Conhece bem as necessidades dos adolescentes &amp;ndash; de encontrar um grupo que, de certo modo, substitua sua família. Não por acaso o nome do grupo é &amp;ldquo;família&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nessa época da vida, as pessoas se encontram muito confusas. Há muitas coisas para serem resolvidas e que levam para uma autonomia cada vez maior. Tornar-se autônomo também é ser mais independente de seus pais. Algo que é bastante sofrido, pois essa independência é ao mesmo tempo desejada e temida, tornando a convivência familiar mais complicada. Não que os adolescentes não queiram mais sua família, mas precisam bater asas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Seguindo esse caminho natural, esses jovens necessitam de outras pessoas com as quais possam se identificar até encontrarem o seu jeito de ser. Tendem a se agrupar entre iguais como modo de se sentirem mais seguros. Geralmente, eles se reúnem por terem algo em comum. Como, por exemplo, um &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Ou os próprios amigos do colégio que compartilham o mesmo gosto musical. Alguns se refugiam em comunidades religiosas. Há aqueles que usam roupas diferentes que representam movimentos culturais, e por aí vai.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Às vezes surgem os ídolos, como um astro da música ou um jogador de futebol. Eles ganham ares de divindade e são seguidos em tudo o que dizem ou fazem. Aí problemas podem existir, porque nem todo ídolo pode ser copiado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Assim como nem todo grupo deve ser seguido. Principalmente aqueles em que exigências são feitas para que se possa participar, envolvendo humilhações e maus tratos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O espanto está principalmente no porquê dessas meninas se submeterem a isso. Muito provavelmente se deve ao fato de precisarem se sentir aceitas e acolhidas. Por falta de amor próprio, por não se sentirem merecedoras de serem amadas, fazem qualquer coisa para garantir aceitação e acolhimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A adolescência é um momento em que o grupo tem uma importância fundamental. Infelizmente, no caso do Maranhão e de muitos outros, o líder não soube cuidar bem de seus membros.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/jNh9lZCMrHk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:02:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52266</feedburner:origLink></item><item><title>PUC-Rio abre inscrições para o vestibular de meio de ano</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/k_bIeL8ZcFk/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) abriu nesta segunda-feira (30) as inscrições para o vestibular de meio de ano. Os candidatos podem se inscrever até o dia 1º de junho e devem ser feitas pela internet no site da PUC-Rio. A taxa de inscrição custa R$ 120.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As provas serão realizadas no dia 1º de julho. Os candidatos ao curso de teologia farão também uma prova específica no dia 2 de julho. O resultado será divulgado no dia 12 de julho. Os aprovados iniciarão seus &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em 6 de agosto de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; oferecidos são Cursos oferecidos: administração, artes cênicas, ciência da computação, ciências biológicas, ciências sociais, design de moda, design de projeto de produto, filosofia, geografia, história, letras, pedagogia, sistemas de informação e teologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os candidatos aos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de ciência da computação e de sistemas de informação se inscrevem para o Núcleo Básico de Computação. A opção por um desses dois &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; deverá ser feita a partir do segundo semestre cursado.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/k_bIeL8ZcFk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:42:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52158</feedburner:origLink></item><item><title>Inep divulga cronograma do Censo Escolar da Educação Básica de 2012</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/h67L_b4unAs/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta segunda-feira (30), por meio da portaria nº 144, no "Diário Oficial da União", o cronograma do Censo Escolar da Educação Básica de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a portaria, o censo terá duas etapas e será realizado via internet em todo o território nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Na 1&amp;ordf; etapa, a abertura do Sistema Educacenso na internet será no dia 30 de maio. O período de coleta, digitação e exportação dos dados pela internet será entre os dias 30 de maio e 30 de julho. O envio dos dados preliminares ao Ministério da Educação para a publicação no Diário Oficial está previsto para o dia 15 de agosto. Em seguida, os resultados serão publicados, de maneira preliminar, no DOU e as instituições de ensino terão acesso aos relatórios no Sistema Educacenso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a divulgação dos resultados preliminares, as escolas terão 30 dias para conferência e correção dos dados listados nos relatórios.&lt;br /&gt;
As instituições têm até o dia 30 de novembro para enviar os dados finais resultantes das correções e verificações do Censo Escolar da Educação Básica/2012 ao Ministério da Educação para publicação final no Diário Oficial da União.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A 2&amp;ordf; etapa tem início em 1º de fevereiro de 2013 com a abertura do módulo "situação do Asluno" no Sistema Educacenso para a entrada de dados de rendimento e movimento escolar dos alunos declarados ao Censo Escolar 2012. A coleta, a digitação e a exportação dos dados de rendimento e movimento escolar serão realizados pela internet entre os dias 1º de fevereiro a 15 de março de 2013. Após esses procedimentos, os dados serão divulgados no site do Inep.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os relatórios por escola no módulo "situação do aluno" no Sistema Educacenso para conferência dos gestores municipais e estaduais estarão disponíveis a partir de 25 de março de 2013. As instituições poderão corrigir os dados até 10 de abril de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 22 de abril serão divulgados os relatórios por escola no módulo "Situação do Aluno" contendo os dados finais de rendimento e movimento escolar 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Secretaria de Educação do Distrito Federal, assim como a cada Secretaria Estadual de Educação, em cooperação com os órgãos municipais de educação, serão responsáveis pelo  cumprimento dos prazos estipulados.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/h67L_b4unAs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:40:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52157</feedburner:origLink></item><item><title>Adiantar o ingresso da criança na escola nem sempre é uma boa ideia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/i9-EdUWkY1A/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Um juiz de Pernambuco tomou uma decisão judicial que permite a matrícula de crianças menores de seis anos no primeiro ano do ensino fundamental, desde que a escola comprove sua capacidade intelectual através de uma avaliação psicopedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso se deve ao fato de que uma resolução do Conselho Nacional de Educação determina que apenas as crianças que completam seis anos até 31 de março é que podem ser matriculadas no primeiro ano. Assim, aquela que faz aniversário dias ou meses depois, deve esperar mais um ano, refazendo a pré escola. O Ministério da Educação vai recorrer da decisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos pais foram orientados a procurar a justiça para garantir o ingresso de seus filhos com idade de cinco no primeiro ano. Justificam que a criança perderia um ano de sua vida escolar, desestimulando-se por ter que refazer o pré, o que poderia causar-lhes um mal (seriam repetentes).&lt;br /&gt;
Até um tempo atrás, antes do ensino fundamental ser de nove anos, as crianças entravam na primeira série no ano em que completavam sete, não importando o mês. Muitos se adiantaram praticamente em 12 meses sua escolaridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se trata de aprender, adiantar nem sempre é lucro. Pelo contrário. Muitas crianças e adolescentes, mesmo sendo inteligentes e capazes, apresentam problemas no desempenho acadêmico devido a estarem cronologicamente adiantados. A impressão que passam é que estão no lugar errado, enfrentando exigências pedagógicas que vão além de sua maturidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a mudança do ensino para nove anos, a data limite para a entrada no ensino fundamental era 30 de junho. Que também trouxe insatisfação para o pais das crianças que aniversariavam depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles ficam bastante angustiados com isso, o que é estimulado pelas escolas &amp;ndash; de que se deve aprender as coisas cada vez mais cedo. Diminui-se o tempo de ser criança, pois elas estão aprendendo tudo mais cedo, inclusive erotizando-se precocemente. Como se isso representasse alguma vantagem lá na frente, quando estivessem competindo no mercado de trabalho. O que também é associado a ilusão de que o filho é especial por saber determinadas coisas tão novinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse um ano não é perda de tempo e nem de conhecimento. Pelo contrário, pode representar ganhos. Como o desenvolvimento de determinadas habilidades intelectuais, emocionais e sociais necessárias para dar conta do processo de aprendizagem. Não basta ser inteligente para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do mais, preocupa o fato de as escolas virem a aplicar testes de inteligência para determinar a capacidade de seus alunos. Algo que pode ter um resultado discriminatório para aqueles que não tiveram um bom resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem contar que é necessário um profissional psicólogo que  domine essas técnicas para realizar o trabalho. Como é que fica isso, principalmente no setor público, que até professores faltam? Talvez precisássemos da intervenção do setor judiciário que garantisse um ensino público de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para aqueles que estão colocando o filho na pré-escola, é necessário já adequar o ano a sua idade, considerando a data de aniversário. O que já deveria ter sido feito por esses pais e escolas que estão lutando para que a criança se adiante.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/i9-EdUWkY1A" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:38:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52156</feedburner:origLink></item><item><title>Metade dos brasileiros não terminou o ensino fundamental, diz IBGE</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/mVaF8xwvreY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Dados do Censo 2010 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, naquele ano, metade da população brasileira com 10 anos ou mais de idade não tinha instrução ou tinha o ensino fundamental incompleto. Segundo o instituto, o número de pessoas nessa condição era de 65,1% em 2000, e caiu para 50,2% dez anos depois.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por outro lado, no mesmo período o número de brasileiros que terminou o ensino superior cresceu 80%. Em 2010, 7,9% da população tinha esse grau de instrução, contra 4,4% em 2000.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A região Nordeste é a que tem o nível mais baixo de instrução: 59,1% da população com o fundamental incompleto e 4,7% com superior completo. No outro extremo, 44,8% dos habitantes do Sudeste tinham cursado apenas parte do fundamental, quanto 10% tinha nível superior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Censo 2010 do IBGE mostrou também que 966 mil crianças e adolescentes de entre 6 a 14 anos não estavam matriculados na escola, o que representa 3,3% da população nessa faixa etária. Já entre os jovens de 15 a 17 anos, o número foi bem maior: 16,7%. Apesar de a porcentagem de exclusão escolar ter caído (em 2000, o índice era 22,6%), o número ainda está longe da meta do governo de ter, até 2022, 98% de todas as crianças e jovens de 6 a 17 anos na escola.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/mVaF8xwvreY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 18:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52101</feedburner:origLink></item><item><title>Inscrições para o vestibulinho das Etecs começam nesta sexta-feira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/YsbQpoLZ3t8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As inscrições do vestibulinho das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) para o segundo semestre começam nesta sexta-feira (27) e vão até as 15h do dia 17 de maio. Os interessados devem se candidatar pelo site www.vestibulinhoetec.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 25. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O exame será no dia 17 de junho. Ao todo, serão oferecidas 63.678 vagas em 79 &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; técnicos. Neste semestre, os candidatos poderão indicar uma segunda opção de curso ou período no ato da inscrição, desde que sejam oferecidos na mesma unidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Também poderão se inscrever nesse processo seletivo profissionais que já atuam em suas áreas, mas ainda não têm diploma de técnico. Trata-se da Certificação por Competência, que será oferecida em 13 habilitações.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As vagas do vestibulinho serão oferecidas em 197 Etecs, 87 classes descentralizadas (unidades que funcionam com um ou mais &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em parceria com prefeituras ou empresas, sob a administração de uma Etec). Na modalidade semi-presencial, estarão disponíveis vagas em 61 turmas de 37 Etecs por meio do Telecurso TEC.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, pelo convênio firmado entre o Centro Paula Souza, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e a Prefeitura da Capital, serão oferecidas também vagas em 105 escolas estaduais de 67 municípios paulistas e em 21 Centros Educacionais Unificados (CEUs) da cidade de São Paulo, com aulas noturnas, ministradas por professores das Etecs.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Novos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Dos 79 &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; técnicos oferecidos neste processo, três são inéditos: finanças (nas Etecs Prof. Alfredo de Barros Santos, de Guaratinguetá, e Dra. Maria Augusta Saraiva, da Capital), legislativo (na Etec Dra. Maria Augusta Saraiva, da Capital) e portos (na classe descentralizada da Etec Dona Escolástica Rosa).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para se inscrever, o candidato precisa ter concluído ou estar cursando a partir do 2º ano do ensino médio regular. Quem já concluiu ou está fazendo o ensino de Educação de Jovens e Adultos (EJA) ou o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) deve ter o certificado de conclusão do ensino médio, a declaração de que está matriculado a partir do 2º semestre da EJA, ter dois certificados de aprovação em áreas de estudos da EJA, boletim de aprovação do Encceja enviado pelo MEC ou o certificado de aprovação do Encceja em duas áreas de estudos avaliadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Centro Paula Souza tem um sistema de pontuação acrescida que concede bônus de 3% a estudantes afrodescendentes e 10% a oriundos da rede pública. Se o candidato estiver nas duas situações, recebe 13% de bônus.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/YsbQpoLZ3t8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 18:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52100</feedburner:origLink></item><item><title>42,3% das universidades federais do país têm cotas para negros e índios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/UZ9OTOPHpOY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Levantamento feito pelo G1 mostra que, das 59 universidades federais do país, 36 oferecem algum tipo de ação afirmativa de reserva de vagas no processo seletivo. Destas, 25 têm algum tipo de cota racial para negros, pardos e/ou índios. O número corresponde a 42,3% do total das instituições. Nesta quinta-feira (26), o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou constitucional a adoção de políticas de reserva de vagas para garantir o acesso de negros e índios a instituições de ensino superior em todo o país.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Educação, cada instituição federal tem autonomia para decidir se vai ou não adotar uma política de ação afirmativa. As cotas podem ser raciais (para negros, pardos e índios), sociais (para oriundos de escolas públicas e deficientes físicos) ou uma combinação dos dois modelos, ou seja, dentro da cota de vagas para estudantes vindos de escolas públicas são reservadas vagas para negros, pardos e índios. Em geral, para entrar nesta cota, basta que o estudante se autodeclare negro ou pardo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um total de 32 universidades federais reserva uma porcentagem das vagas para candidatos egressos da rede pública de educação básica, ou seja, esses candidatos só competem diretamente com outros estudantes na mesma situação. Em algumas delas, a porcentagem de reserva chega a até 50% do total de vagas, caso da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Pernambuco, e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), no Rio Grande do Sul.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Negros, pardos e índios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estudantes negros ou pardos são contemplados em políticas de ação afirmativa de 21 instituções. Os indígenas também são contemplados por cotas em 19 processos seletivos nas universidades vinculadas ao MEC. Em alguns casos, como nas federais do Paraná (UFPR) e Roraima (UFRR), há um vestibular específico para indígenas. Em outros, como na Federal do Amapá (Unifap), são oferecidos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; exclusivos para esse grupo, como a licenciatura intercultural indígena. A Universidade Federal de Goiás (UFG), além de cotas para negros, pardos e índios, é a única do país com cota para estudantes quilombolas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O levantamento revela que algumas instituições cogitaram implantar políticas de ação afirmativa, mas, depois de um estudo sobre a origem dos estudantes aprovados no vestibular,  detectaram que não há necessidade de reserva de vagas ou bonificação. É o caso da própria Unifap, onde, segundo a pró-reitoria de Graduação, a maioria dos ingressantes fez a educação básica em escolas públicas, e da Universidade Federal do Ceará (UFC), onde, segundo o pró-reitor Custódio Almeida, não há "demanda da socidade cearense".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outras oito universidades federais não têm ações afirmativas, mas dão bônus na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para alunos de escolas públicas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/UZ9OTOPHpOY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 18:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52099</feedburner:origLink></item><item><title>Nos EUA, cotas são ilegais, mas universidades adotam ações afirmativas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/2WfchVktPh0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Beneficiada por a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas que lhe permitiram entrar em institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o apenas frequentadas pelos brancos, ela n&amp;atilde;o apenas obteve seu bacharelado com honras, como continuou os estudos e obteve um mestrado na New School for Social Research, em Nova York, e um doutorado em Jurisprud&amp;ecirc;ncia, Juris Doctor, em Harvard.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'A&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas s&amp;atilde;o isso, lan&amp;ccedil;ar uma rede ampla para recrutar pessoas: por exemplo, ir a uma escola pobre no centro da cidade e falar com os professores, o que minha universidade fez', disse Wilcher, hoje diretora-executiva da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Americana para A&amp;ccedil;&amp;otilde;es Afirmativas (AAAA), &amp;agrave; BBC Brasil. '&amp;Eacute; reconhecer os talentos e dar oportunidades.'&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A&amp;ccedil;&amp;otilde;es como as que resultaram na admiss&amp;atilde;o de Wilcher em uma das universidades mais concorridas dos EUA s&amp;atilde;o medidas amplamente utilizadas por institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino americanas para recrutar seus alunos desde os anos 1970.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Contrariando a cren&amp;ccedil;a de muitas pessoas fora dos EUA, as cotas num&amp;eacute;ricas s&amp;atilde;o ilegais no pa&amp;iacute;s (apenas 'metas' n&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;rias s&amp;atilde;o adotadas por empresas com contratos federais). Mas as principais universidades levam em conta fatores qualitativos - como status de minoria ou origem socio-econ&amp;ocirc;mica - para escolher alguns estudantes em detrimento de outros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o inconsistentes com o m&amp;eacute;rito', argumenta Wilcher. 'Estas universidades s&amp;oacute; recrutam bons estudantes que est&amp;atilde;o no topo da lista. Meus colegas da faculdade de &lt;a href="http://www.portaldireito.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Direito&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Harvard todos se graduaram com honra em seus bacharelados.'&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lit&amp;iacute;gio&lt;br /&gt;
Mas, como no Brasil, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes crit&amp;eacute;rios nos EUA est&amp;aacute; longe de ser uma unanimidade. Da mesma forma que as iniciativas brasileiras v&amp;atilde;o a julgamento no Supremo, em Bras&amp;iacute;lia, tamb&amp;eacute;m tem cabido &amp;agrave; corte de maior hierarquia nos EUA o papel de definir a forma e o escopo das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Atualmente, vigora o entendimento da Suprema Corte americana em duas decis&amp;otilde;es tomadas conjuntamente em 2003, quando estava em julgamento o sistema de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas da Universidade de Michigan.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em um dos casos (Gratz x Bollinger - Lee Bolinger era o diretor da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o), a Corte derrubou uma atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 20 pontos para alunos de minorias &amp;eacute;tnicas no sistema de admiss&amp;otilde;es da Universidade, um quinto do necess&amp;aacute;rio para aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o autom&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tribunal manteve uma decis&amp;atilde;o de 1978 que proib&amp;iacute;a vantagens num&amp;eacute;ricas para as minorias - assim banindo, por exemplo, cotas.&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo, em outro caso (Grutter x Bollinger), a Corte entendeu que a Universidade tinha o direito de fazer sua sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o objetivo mais vago de criar uma 'massa cr&amp;iacute;tica' de minorias sub-representadas em suas salas de aula, em especial negros e hisp&amp;acirc;nicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'O Supremo enfocou, mais que nada, a quest&amp;atilde;o da diversidade na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior, na necessidade de ter um corpo estudantil diverso, que prepare os estudantes a trabalhar em um pa&amp;iacute;s cada vez mais diverso', diz Wilcher.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'At&amp;eacute; o meio deste s&amp;eacute;culo, metade de todos os americanos ser&amp;atilde;o pessoas de cor, portanto a diversidade, para n&amp;oacute;s, &amp;eacute; um tema nacional.'&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
Ao proferir a senten&amp;ccedil;a, o Supremo disse acreditar que a decis&amp;atilde;o valeria por 25 anos - mas a verdade &amp;eacute; que o tema nunca saiu de pauta, e a Corte deve voltar a ela muito mais cedo que esperado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em outubro pr&amp;oacute;ximo, os nove ju&amp;iacute;zes v&amp;atilde;o ouvir o argumento que coloca no banco dos r&amp;eacute;us as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas da Universidade do Texas.&lt;br /&gt;
S&amp;oacute; que, hoje, a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de magistrados d&amp;aacute; uma maioria de cinco para os conservadores - o que para ativistas de direitos civis traz o risco de uma revers&amp;atilde;o das decis&amp;otilde;es da mesma corte oito anos atr&amp;aacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Intelectuais como o economista - negro - Thomas Sowell, da Universidade de Stanford, Calif&amp;oacute;rnia, s&amp;atilde;o frontalmente contra a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas. Em seu livro 'A&amp;ccedil;&amp;otilde;es Afirmativas ao Redor do Mundo: Um Estudo Emp&amp;iacute;rico', Sowell argumenta que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; indicadores que apoiem o sucesso das pol&amp;iacute;ticas afirmativas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'Alunos de minorias aceitos sob resultados reduzidos (1) n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m desempenho t&amp;atilde;o bom quanto os de outros estudos, (2) n&amp;atilde;o chegam &amp;agrave; gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o e (3) n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m desempenho t&amp;atilde;o bom em suas carreiras ap&amp;oacute;s terminar a universidade', escreve. Ele n&amp;atilde;o estava dispon&amp;iacute;vel para entrevistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O intelectual rejeita a teoria da 'massa cr&amp;iacute;tica', utilizada pela Universidade de Michigan em 2003, segundo a qual s&amp;oacute; a multiplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estudantes provenientes de minorias (a massa cr&amp;iacute;tica) os far&amp;aacute; sentir mais &amp;agrave; vontade no ambiente acad&amp;ecirc;mico, melhorando seu desempenho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Sowell, a prova de que a teoria &amp;eacute; 'contraproducente' s&amp;atilde;o as hist&amp;oacute;rias de negros que, ao conquistar lugares antes s&amp;oacute; reservados aos brancos, s&amp;atilde;o acusados de 'se embranquecer'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas nos EUA fizeram negros que sa&amp;iacute;ram da pobreza por seus pr&amp;oacute;prios esfor&amp;ccedil;os parecer que devem o seu reconhecimento a programas oficiais', defende.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Representatividade&lt;br /&gt;
Esta linha de pensamento ecoa em muitos Estados onde as universidades s&amp;atilde;o proibidas de levar em conta aspectos de 'ra&amp;ccedil;a' para admiss&amp;atilde;o de estudantes, como a Calif&amp;oacute;rnia e, desde 2006, Michigan.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por causa da lei de 2006 em Michigan, a representatividade de negros caiu 51% entre 2005 e 2010 na Faculdade de &lt;a href="http://www.portaldireito.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Direito&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da Wayne State University, segundo a coaliz&amp;atilde;o de defesa das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas BAMN ('By Any Means Necessary', ou Por Qualquer Meio Necess&amp;aacute;rio).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo, a representatividade de negros na Faculdade de Medicina caiu 55% no mesmo per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na Calif&amp;oacute;rnia, onde as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas foram banidas de vez ap&amp;oacute;s um referendo em 1996, a representatividade de negros e hisp&amp;acirc;nicos caiu entre 1995 e 2000 nos campi mais prestigiosos, como Los Angeles e Berkeley, mas aumentou em unidades como Riverside e Santa Cruz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas para Donna Stern, da coaliz&amp;atilde;o BAMN, o aumento estat&amp;iacute;stico das minorias nas universidades californianas &amp;eacute; insignificante, j&amp;aacute; que mais da metade dos alunos que terminam a escola secund&amp;aacute;ria no Estado s&amp;atilde;o hisp&amp;acirc;nicos ou negros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'N&amp;atilde;o &amp;eacute; vi&amp;aacute;vel ter um sistema em que as melhores universidades s&amp;atilde;o reservadas para os brancos', diz a ativista.&lt;br /&gt;
'O ataque contra as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es afirmativas &amp;eacute; uma tentativa da direita deste pa&amp;iacute;s de cimentar seu privil&amp;eacute;gio, porque eles sabem que, numericamente, est&amp;atilde;o a ponto de se tornar a minoria.'&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/2WfchVktPh0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 18:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52012</feedburner:origLink></item><item><title>OAB abre inscrições para uma nova edição do Exame de Ordem</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/igdv-m_4yJg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) abriu nesta quarta-feira (25) as inscrições para mais o VII Exame de Ordem. As inscrições custam R$ 200 e podem ser feitas até o dia 6 de maio. A aprovação no Exame de Ordem é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As inscrições podem ser feitas no site da OAB ou no site da FGV Projetos, responsável pela prova. A inscrição pode ser paga no banco até o dia 7 de maio, considerando homologada a inscrição com a efetivação do pagamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A primeira fase, com prova objetiva, será realizada no dia 27 de maio. A segunda fase, com prova prático-profissional, será em 8 de julho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No momento da inscrição, o candidato precisa optar pela cidade onde fará o exame e pela área jurídica da prova prático-profissional. São elas: direito administrativo, civil, constitucional, do trabalho, empresarial, penal ou tributário.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A prova objetiva terá a duração de cinco horas e será aplicada dia 27 de maio, das 14h às 19h. Serão 80 questões de múltipla escolha. Quem acertar o mínimo de 40 questões passa para a segunda fase.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na segunda fase,o candidato precisa redigir uma peça processual e responder a quatro questões, sob a forma de situações-problema. O resultado preliminar final será divulgado em 27 de julho, quando os candidatos poderão entrar com recursos. O resultado final sairá dia 14 de agosto, segundo o edital.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No último Exame de Ordem foram aprovados 23,7 mil candidatos entre os 99,7 mil que fizeram as provas, o que dá um índice de aprovação de 23,3%, segundo o resultado preliminar. A lista final de aprovados será publicada no dia 3 de maio, segundo o edital.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/igdv-m_4yJg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 18:32:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52010</feedburner:origLink></item><item><title>Supremo começa a julgar legalidade de cotas em universidades </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/_AvcwnQc2Dw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar por volta de 14h35 desta quarta-feira (25) três ações que contestam a constitucionalidade da política de cotas em instituições de ensino no Brasil. Será o primeiro julgamento conduzido pelo recém-empossado presidente do Supremo, Ayres Britto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma das ações, protocolada pelo DEM, questiona o sistema de cotas da Universidade de Brasília e outra se refere a recurso que questiona a política adotada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que combina dois critérios para a seleção: a origem de escola pública e a "raça". Os dois processos são de relatoria do ministro Ricardo Lewandowski.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra ação que deve ser analisada é a que contesta o sistema de reserva de bolsas de estudo para negros, indígenas, pessoas com deficiência e alunos da rede pública implementado pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) do governo federal. O sistema de seleção para recebimento do benefício foi atacado pelo DEM e por entidades como a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O argumento é que trechos da lei que criou o programa ofenderiam princípios constitucionais como o da igualdade e da isonomia. As entidades sustentam, por exemplo, que não seria legítima a reserva de vagas com base na condição sócio-econômica do aluno ou em critério racial.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tema foi debatido em audiências públicas realizadas pelo Supremo, em março de 2010, com a participação de mais de 40 especialistas convidados. A principal polêmica é a adoção da questão racial como critério em detrimento de outros fatores, como a renda do candidato.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/_AvcwnQc2Dw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 18:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=52009</feedburner:origLink></item><item><title>Governo vai oferecer cursos para até 100 mil mulheres, diz Mercadante</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/a_dc4OgpMOw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta segunda-feira (23) que o governo federal pretende ampliar o programa Mulheres Mil para atender até cem mil mulheres em situação de vulnerabilidade social até 2014. O anúncio foi feito durante evento sobre o programa, na presença do governador-geral do Canadá, David Johnston, em Brasília.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O programa, feito em cooperação com a Associação das Faculdades Comunitárias Canadenses, é voltado a mulheres adultas, em geral chefes de família, que tiveram que abandonar a escola. Ele pretende oferecer curso de educação de jovens e adultos (EJA) e &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; profissionalizantes para promover a inserção das mulheres no mercado de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre 2008 e 2011, segundo Mercadante, 1.191 mulheres "tiveram a oportunidade de aprofundar sua formação e buscar empregabilidade e melhor inserção no mercado de trabalho para melhorar a renda de suas famílias". Atualmente, 10 mil mulheres participam do programa em mais de 100 institutos federais. Segundo Mercadante, a maioria vive no Nordeste, onde nasceu o Mulheres Mil.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Neste mês, segundo o MEC, o governo abriu edital para 10 mil vagas em mais 102 campi, além de 10 mil novas vagas nos campi que já aderiam ao programa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A metodologia do Mulheres Mil foi inspirada nas políticas de educação de populações vulneráveis desenvolvidas desde a década de 1960 pelas faculdades comunitárias canadenses, que atendem a população nativa do Canadá, imigrantes e deficientes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O projeto elaborado com base na experiência canadense consiste na busca, ingresso e aconselhamento das mulheres, o reconhecimento de aprendizagem prévia das participantes, além da identificação de sua vocação, e a oferta de programas de formação e capacitação, além da criação de redes entre os institutos federais e empregadores da comunidade para a inserção das mulheres no mercado de trabalho local.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o governador-geral David Johnston, que atua como representante oficial da Rainha Elizabeth II no país e está em visita ao Brasil até o próximo sábado (28), as histórias das mil primeiras mulheres atendidas pelo programa são "os melhores frutos" da cooperação bilateral entre os países. Ele elogiou o rumo que o projeto tomou, de "pensar grande, começar pequeno e se expandir", e afirmou que a educação, principalmente de mulheres chefes de família, é o caminho para combater a pobreza em todo o mundo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/a_dc4OgpMOw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 19:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=51986</feedburner:origLink></item><item><title>Governo anuncia 12 mil bolsas no Canadá para estudantes brasileiros</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/mCU_qeqx6VM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (24) que o governo concederá 12 mil bolsas a brasileiros interessados em cursar graduação, doutorado e pós-doutorado no Canadá. O anúncio foi feito após reunião com o governador-geral do Canadá, David Johnston, no Palácio do Planalto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As bolsas fazem parte do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal, de incentivo ao estudo no exterior. O objetivo do programa é conceder mais de 100 mil bolsas até 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A parceria com o Canadá terá como foco as áreas de matemática, física, química, &lt;a href="http://www.portalbiologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;biologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, engenharia, ciências médicas e ciências da computação, segundo informou a presidente. &amp;ldquo;Eles têm excelentes universidades, de alta categoria, nas áreas de ciências exatas&amp;rdquo;, disse a presidente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A qualidade das instituições acadêmicas do Canadá e as relações que essas bolsas permitem para os estudantes brasileiros - com o estudo acadêmico e estágios empresariais - vão, sem dúvidas, fazer a diferença&amp;rdquo;, disse a presidente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dilma recebeu David Johnston para uma reunião bilateral no Palácio do Planalto, em Brasília. O chefe de estado disse que, atualmente, o Canadá é o principal destino para brasileiros que buscam aprender o inglês como segunda língua, &amp;ldquo;ficando atrás apenas da França, quando se trata do aprendizado do francês como segunda língua&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Johnston elogiou o programa Ciência sem Fronteira e afirmou que o Brasil tem exercido um &amp;ldquo;poderio suave e amigável nas discussões em todos os fóruns do mundo&amp;rdquo;. &amp;ldquo;O mundo precisa que o Brasil tenha sucesso porque vocês têm muitas lições a ensinar ao mundo sobre como construir uma sociedade saudável&amp;rdquo;, declarou o canadense.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mulheres mil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Dilma agradeceu a parceria canadense no Mulheres Mil, programa de educação e qualificação profissional para mulheres em situação de vulnerabilidade social. O Ministério da Educação anunciou nesta segunda-feira (23) que, até 2014, cerca de 100 mil mulheres serão beneficiadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mulheres Mil está sendo implantado na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica em parceria cooperativa com o Sistema de Faculdades e Institutos Canadenses.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os projetos locais são ordenados de acordo com as necessidades da comunidade e segundo a vocação econômica regional, de acordo com o ministério. O programa faz parte das ações do Brasil Sem Miséria.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de agradecer a parceria canadense, Dilma destacou a importância de se formar bem as mulheres. &amp;ldquo;Se você forma a mulher, você tem uma melhoria em cadeia da sociedade, porque a mulher mais bem formada tem, por definição, uma relação em que tudo o que ela tem de melhor [ela dá] para o seu filho&amp;rdquo;, disse a presidente.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/mCU_qeqx6VM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 19:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=51985</feedburner:origLink></item><item><title>Uerj prorroga prazo de inscrição para o vestibular 2013</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalensinando/~3/lrBXBeHN2HM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Universidade do Estado do Rio de Janeiro prorrogou o prazo de inscrições para o vestibular 2013. As inscrições que terminariam nesta quarta-feira (25) podem ser feitas até o dia 3 de maio. O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 45, poderá ser feito até 4 de maio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As informações referentes ao vestibular da Uer), além do conteúdo restrito para acompanhamento da situação de inscrição, já podem ser acessadas por meio de smartphones e de tablets com o sistema Android.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O aplicativo utilizado, que está disponível no Google Play Store (Android Market) e no endereço eletrônico www.vestibular.uerj.br. Segundo a Uerj, em breve estará disponível para os principais sistemas utilizados em smartphones.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Uerj vai realizadar dois exames de qualificação durante o ano - em junho e em setembro -, que correspondem à primeira fase do vestibular. Os candidatos que queiram prestar o vestibular da Uerj devem ser aprovado em pelo menos uma das edições do exame.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na fase dos exames de qualificação, não é necessário escolher a carreira no ato da inscrição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A partir de 23 de maio, a Uerj vai dar início à emissão do cartão de confirmação dos inscritos. De acordo com o edital, a prova será feita em 17 de junho, das 9h às 13h, e terá as mesmas questões para todos os candidatos, com conteúdos de linguagens, ciências da natureza e ciências humanas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O gabarito será divulgado no mesmo dia e a lista de candidatos aprovados para a segunda fase sairá em 25 de junho. Segundo as regras divulgadas pela Uerj, todos os candidatos que acertarem mais de 40% das questões. Porém, quanto maior o número de acertos, mais pontos o candidato acumulará na nota final do processo seletivo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As inscrições para o segundo exame de qualificação do vestibular da Uerj acontece entre 3 e 25 de julho e a prova será realizada em 16 de setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A segunda fase, que ainda não teve data divulgada, terá provas de língua portuguesa e redação, além de duas provas de disciplinas específicas para o curso escolhido pelo candidato.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalensinando/~4/lrBXBeHN2HM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 19:13:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=51984</feedburner:origLink></item></channel></rss>

