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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Farmácia On-line - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalfarmacia.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>23/05/2012 06:43:04</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalfarmacia" /><feedburner:info uri="portalfarmacia" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Droga da Bayer não atinge meta em estudo contra câncer de pulmão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/JW1vAxuD1ds/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Bayer e a Onyx Pharmaceuticals não conseguiram demonstrar em um estudo clínico que o remédio Nexavar pode prolongar a vida de pacientes com tumores de pulmão, o maior grupo alvo no mercado de tratamento de câncer. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pílula Nexavar não melhorou o tempo de sobrevivência quando usado para combater câncer de pulmão de células não pequenas que havia piorado após o tratamento anterior, o objetivo principal da fase III de estudos, segundo afirmaram as duas empresas em comunicado nesta terça-feira. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, o remédio estendeu o tempo que a doença leva para se agravar, disseram as companhias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
O Nexavar já foi aprovado para o tratamento de câncer de fígado e de rim, com potencial de vendas visto em 750 milhões de euros (958 milhões dólares) por ano, e está em fases finais de testes de câncer de tireóide e de mama. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, as vendas da droga, que é permitida em mais de 100 países, subiram 2,8 por cento para 725 milhões de euros. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/JW1vAxuD1ds" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:42:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=53234</feedburner:origLink></item><item><title>Um terço dos medicamentos de malária são falsos, sugere estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/22ePouA0DwI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Dados compilados por pesquisadores dos Estados Unidos sugerem que um terço dos medicamentos usados no mundo para o tratamento da malária são falsificados. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após examinar 1.500 amostras de sete medicamentos de sete países no sudeste da Ásia, os cientistas constataram que comprimidos de baixa qualidade ou falsos estão gerando resistência aos medicamentos e também o fracasso dos tratamentos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles também examinaram dados coletados em 21 países da África sub-saariana, incluindo mais de 2.500 amostras de medicamentos, mostraram resultados parecidos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas, os pesquisadores do Centro Internacional Fogarty, no Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, acreditam que o problema pode ser ainda maior do que o que os dados sugerem. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A maioria dos casos, provavelmente, é relatada para agências erradas ou mantida em segredo pelas companhias farmacêuticas", afirmaram os pesquisadores, que alertam que nenhum grande estudo sobre a qualidade dos medicamentos chegou a ser realizado em países como a China e a Índia, países que sediam um terço da população mundial e são a fonte "provável" de muitos dos medicamentos falsificados e também dos medicamentos verdadeiros, segundo os pesquisadores. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O artigo foi publicado na revista especializada "The Lancet Infectious Diseases". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;RISCOS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
O pesquisador que liderou o estudo, Gaurvika Nayyar, destacou que 3,3 bilhões de pessoas correm o risco de contrair malária, a doença que já foi classificada como endêmica em 106 países. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Entre 655 mil e 1,2 milhão de pessoas morrem todos os anos devido à contaminação pelo Plasmodium falciparum (parasita causador da malária)", disse. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Grande parte desta mortalidade pode ser evitada se todos os remédios disponíveis para os pacientes fossem eficazes, de alta qualidade e usados corretamente." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores afirmaram que, em partes do mundo com predominância de malária, os medicamentos contra a doença são distribuídos em larga escala e receitados tanto de forma correta como incorreta. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo também mostrou que as instalações para monitorar a qualidade dos medicamentos para malária são insuficientes e os consumidores e profissionais de saúde sabem pouco a respeito das terapias disponíveis. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, há poucas regras para fiscalizar a fabricação dos remédios e punição leve para os falsificadores. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar de tudo isto, as taxas de mortalidade pela malária registraram uma queda de mais de 25% no mundo todo desde o ano 2000. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou, porém, que manter as atuais taxas de progresso não será o bastante para alcançar as metas globais de controle da doença. A organização pede por mais investimentos para o diagnóstico, tratamento e vigilância.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/22ePouA0DwI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:38:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=53233</feedburner:origLink></item><item><title>Remédio para colesterol diminui crescimento da próstata</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/vkcPXnWUWLQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo feito na Universidade Duke, nos Estados Unidos, reforçou o que outros trabalhos menores já haviam indicado em relação aos efeitos positivos da estatina, medicamento que controla os níveis de colesterol no sangue, sobre o câncer de próstata. De acordo com a pesquisa, a substância reduz o crescimento da próstata &amp;mdash; quadro que pode indicar presença de um tumor e de outros problemas benignos &amp;mdash; entre homens com predisposição à doença. Os resultados foram apresentados nesta segunda-feira no encontro anual da Associação Americana de Urologia, em Atlanta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A equipe de pesquisadores utilizou dados de um estudo feito com mais de 6.000 homens de 50 a 75 anos que tinham altos níveis de uma proteína produzida pela próstata que pode indicar a presença de um tumor ou de hiperplasia benigna da próstata, por exemplo. Entre eles, 1.032 tomavam estatina para controle do colesterol. Os participantes foram submetidos a uma biópsia da próstata no início do estudo e após dois e quatro anos. Ao final da pesquisa, os autores identificaram que os homens que tomavam estatina tiveram um crescimento menos significativo da próstata do que os outros que não faziam uso da substância. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Nós ainda não conhecemos todos os mecanismos provocam esse efeito. Alguns estudos, por exemplo, sugerem que a estatina pode ter propriedades anti-inflamatórias, e a inflamação tem sido associada ao crescimento da próstata&amp;rdquo;, afirma Roberto Muller, que coordenou a pesquisa. Ele explica que esses resultados ainda não são suficientes para que os médicos passem a utilizar, na prática clínica, estatina no tratamento de doenças da próstata. Como a pesquisa se baseou em um levantamento que não foi feito especificamente sobre a substância, é preciso que outros estudos sejam feitos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;HIPERPLASIA BENIGNA DA PRÓSTATA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É o aumento de tamanho não canceroso da próstata. A causa do problema não é totalmente conhecida, mas acredita-se que esteja relacionada às alterações hormonais que ocorrem com a idade. É mais comum entre homens com mais de 50 anos. Com o aumento da próstata, a uretra é comprimida e o fluxo de urina é obstruído, problema que pode levar a lesões nos rins.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/vkcPXnWUWLQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=53232</feedburner:origLink></item><item><title>O sucesso dos genéricos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/u3Fr_loqf1M/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Introduzidos há treze anos no País, vencendo pressões da indústria farmacêutica e desconfianças de consumidores, os medicamentos genéricos são hoje um sucesso. Dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró-Genéricos) revelam que, de cada quadro remédios vendidos pelas farmácias brasileiras, de janeiro a março deste ano, um foi genérico. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No período, a participação desses produtos no mercado aumentou para 23,5%, um avanço significativo em relação ao primeiro trimestre do ano passado, quando participava com 18,5%. Isso se deve, principalmente, ao preço. O medicamento genérico produzido com a mesma substância ativa do produto de marca é, em média, 52% mais barato do que este. A diferença, em alguns casos, pode chegar a 85%. Isso significa uma substancial poupança tanto para a população, especialmente para as camadas de mais baixo poder aquisitivo, como para hospitais, entidades assistenciais e para o próprio Sistema Único de Saúde (SUS), que também fornece de graça, aos portadores de doenças crônicas, remédios de uso contínuo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na realidade, o Brasil está tirando o atraso com relação aos genéricos. Na Europa, a participação das vendas desses produtos é superior a 30% do total. Na Grã-Bretanha, supera 50%. Nos EUA, os genéricos, que são vendidos há mais de 20 anos, respondem por 60% do mercado. De acordo com a BCC Research, a indústria mundial desses produtos cresce a uma média de 15% ao ano, devendo faturar US$ 168 bilhões em 2014. Nos EUA, o faturamento do setor, que foi de US$ 33 bilhões em 2009, deverá saltar para US$ 54 bilhões em 2014, segundo a mesma fonte.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando os genéricos foram introduzidos no Brasil, muitas pessoas, acostumadas aos produtos farmacêuticos de marca, duvidavam da sua eficácia e segurança. Essa desconfiança se foi dissipando com o tempo, à medida que aumentava a oferta e os médicos passaram a receitá-los normalmente. Também as farmácias passaram a oferecê-los como opção para os clientes. Na última década, segundo informação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o número de genéricos registrados no País mais que decuplicou, indo de 1.562 em 2001 para 16.675 em 2010. Com isso, as vendas desses produtos somaram R$ 2,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 35,4% em relação a igual período de 2011 (R$ 1,772 bilhão). Essa evolução também contribuiu para o fortalecimento dos laboratórios farmacêuticos nacionais, que detêm a liderança nesse setor no mercado interno.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A variedade dos produtos oferecidos pode aumentar muito mais com o vencimento de patentes detidas por grandes laboratórios. Deixando de ter validade as patentes, as próprias empresas multinacionais que eram suas proprietárias procuram outros laboratórios para fabricá-los como genéricos ou se encarregam elas próprias de fazê-lo. No ano passado, o número de novos registros cresceu 30% no Brasil, mas a quantidade poderia ser maior, se o processo de aprovação da Anvisa fosse menos demorado. Hoje, a aprovação de um genérico demora 15 meses em média. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com Odnir Finotti, presidente da Pró-Genéricos, a agência reguladora manteve, de 2001 a 2006, uma equipe exclusiva para cuidar do licenciamento de genéricos. A partir de 2006, porém, o tratamento mudou: os pedidos de registro de produtos genéricos passaram a entrar na fila junto com outros medicamentos novos. Como Finotti afirmou ao Estado (8/5), o setor não reivindica que os padrões de análise e o nível de exigência sejam modificados, mas quer que seja dada prioridade aos genéricos inéditos, ou seja, àqueles cujas patentes venceram e não existe outro genérico no mercado. A seu ver, esta é a maneira de garantir o acesso pela população a esses remédios. A Anvisa não explicou as razões da mudança de critério. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como estudos internacionais comprovam, a competição também funciona nesse setor. Quanto maior for a participação de produtos genéricos em um mercado, maior é a queda de preços dos medicamentos em geral. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/u3Fr_loqf1M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=53099</feedburner:origLink></item><item><title>Agência reguladora de remédios dos EUA volta a propor escritório no País </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/jPehLKDtGFg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um ano depois de criar uma polêmica, a poderosa Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, voltará a propor ao governo brasileiro a abertura de um escritório no País.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A informação foi revelada ao Estado pela própria chefe do órgão norte-americano, Margaret Hamburg, durante encontro em Genebra das agências reguladoras. Na prática, o escritório permitiria que técnicos da agência fiscalizassem diretamente laboratórios de remédios que exportam para os EUA -função conduzida atualmente pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, alertou que, se a proposta for de instalar um escritório com o objetivo de dar a imagem de que os EUA não confiam na Anvisa, a posição do Brasil será contrária à iniciativa. O Brasil ainda coloca como condição a abertura de um escritório da Anvisa em Washington, num sinal de reciprocidade. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A agência americana já havia anunciado, no começo de 2011, a intenção de ter um escritório no País. Mas sua chefe culpa a imprensa brasileira por ter dado uma "imagem errada" do que se queria com a iniciativa. Naquele momento, a abertura do escritório foi apontada como um voto de não confiança na Anvisa. "Queríamos cooperar", assegurou Margaret.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Barbano foi claro que essa não era a intenção dos americanos. "Naquele momento, a ideia do FDA não foi apresentada dessa forma (de cooperação). Poderiam pintar da cor que quisessem a ideia que a cor real estava clara", disse. "Na verdade, eles retrocederam na época porque eu imediatamente pedi uma reunião e disse a ela (Margaret): se vocês querem um parceiro forte, ele não pode passar a imagem ao mundo de que ele é fraco. Porque isso (abertura do escritório) vai nos enfraquecer", explicou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O que eu disse é que qualquer montagem da estrutura precisa ser parte de aproximação efetiva e dessa forma é possível que aconteça", alertou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O brasileiro ainda insinuou que a abertura de um escritório americano em Brasília teria de ser seguido por uma ação de reciprocidade. "Podemos pensar em ter uma estrutura mínima do FDA no Brasil e uma da Anvisa nos Estados Unidos. E que essas duas estruturas dialoguem e funcionem. Isso sim pode ser um modelo", indicou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Desta vez, Margaret garante que o objetivo é mesmo de cooperação. "Já temos três escritórios na China e fazemos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, centro de educação e uma cooperação real", disse. "Vamos voltar a propor neste ano a criação do escritório no Brasil e mostrar que os objetivos não são os que foram retratados", indicou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Parte dessa nova etapa na relação entre os dois países poderia começar a ganhar forma já no próximo mês. A Anvisa vai assinar em junho, em Boston, o plano de trabalho do acordo de cooperação com a FDA que envolverá ações em remédios, pesquisa clínicas e outras áreas. "Temos uma interação bilateral muito intensa com o FDA. Se eles colocarem na pauta de novo a criação do escritório, estamos dispostos a discutir. Mas nunca aceitaremos a montagem de um escritório numa condição que demonstre o que não é verdade, que temos uma relação de fragilidade da Anvisa com o FDA", indicou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Força. Ontem, a Anvisa marcou seu território ao promover um evento num dos hotéis mais prestigiados de Genebra e que contou com 50 países, além da diretora da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan. O objetivo oficial era o de debater formas de cooperação entre agências reguladoras. Só a Anvisa, que bancou o evento e almoço, esteve presente com oito funcionários.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"É cada vez mais importante para o Brasil estar reafirmando perante o mundo que o patamar de regulação que temos é um patamar que pode ser considerado como equivalente aos países centrais", disse Barbano.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/jPehLKDtGFg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=53098</feedburner:origLink></item><item><title>Dilma veta venda de remédios em supermercados </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/9q1_P4pv0h8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A presidente Dilma Rousseff proibiu a venda de remédios que não precisam de prescrição médica em supermercados, armazéns, empórios, lojas de conveniência e estabelecimentos similares. O veto consta no "Diário Oficial" da União desta sexta-feira (18).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
A dificuldade de controle da comercialização, a automedicação e o uso indiscriminado dos medicamentos foram listados como justificativas à proibição. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias) e o Conselho Federal de Farmácia haviam se posicionado contra a medida provisória (MP), aprovada pelo Senado em 25 de abril. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Representantes das duas entidades ouvidas pela Folha alertaram para a possibilidade do aumento de casos de automedicação, colocando em risco a saúde do consumidor. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A proposta foi inserida em um texto que tratava originalmente da desoneração de produtos para portadores de necessidades especiais e indicava que a relação de remédios seria elaborada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sem fornecer detalhes.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/9q1_P4pv0h8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:22:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=53097</feedburner:origLink></item><item><title>Anvisa deve tornar mais rápido acesso a remédio de referência </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/inMimjAQ9HI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu na terça-feira, 15, um passo importante para tornar mais rápida a entrada de medicamentos genéricos no mercado. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Diretores da agência aprovaram relatório sobre a resolução que obriga fabricantes de medicamentos de referência a venderem seus produtos para empresas interessadas em fazer a versão genérica da droga.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Fabricantes de genéricos precisam do remédio de referência para fazer o teste de bioequivalência - indispensável para a concessão do registro. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Há relatos de empresas que aguardaram até oito meses para conseguir o remédio de referência que seria usado para fazer o teste de bioequivalência", conta o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano. A dificuldade muitas vezes ocorre porque o remédio de referência não está disponível em &lt;a href="http://www.portalfarmacia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;farmácia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. É o caso, por exemplo, de drogas de uso hospitalar e de distribuição exclusiva do SUS - entre elas, os antirretrovirais. Quando isso acontece, a empresa fabricante do genérico depende exclusivamente da indústria do remédio de referência. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A resolução quer agilizar esse processo. A proposta foi colocada em consulta pública. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cerca de 200 contribuições foram feitas durante essa fase. As sugestões foram incluídas no relatório avaliado ontem pela diretoria da agência. Na próxima reunião, depois de um parecer jurídico, o colegiado deverá votar a resolução sobre o tema.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O teste de bioequivalência é feito com um grupo de pacientes e tem como objetivo mostrar que o remédio genérico tem a mesma eficácia e a mesma segurança que o remédio do qual ele é cópia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A proposta avaliada ontem ainda estabelece critérios para classificar o que é remédio de referência. Havia dúvidas até mesmo dentro da própria agência sobre quais itens deveriam ser avaliados.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/inMimjAQ9HI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>17/05/2012 00:00:00 17:31:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52969</feedburner:origLink></item><item><title>Distribuição gratuita de remédio contra asma começa em 4 de junho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/APRkNlWy5D8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A partir de 4 de junho, o governo brasileiro distribuirá gratuitamente medicamentos para asma nas farmácias populares. A distribuição integra o Programa Brasil Carinhoso, lançado ontem pela presidente Dilma Rousseff.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa beneficiará cerca de 2 milhões de famílias que vivem na extrema pobreza e têm crianças de até 6 anos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os remédios que passarão a ser distribuídos são o brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol. Atualmente, os três já estão na lista de medicamentos do Farmácia Popular, programa do governo federal que oferta produtos com até 90% de desconto. Hoje, o programa entrega de graça remédios para pacientes com diabete e hipertensão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Internação. Com a inclusão desses medicamentos, o Ministério da Saúde espera reduzir a internação de crianças com asma. No ano passado, das 177,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência da doença, 77,1 mil foram de crianças com até 6 anos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/APRkNlWy5D8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>17/05/2012 00:00:00 17:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52968</feedburner:origLink></item><item><title>Remédio usado pós-transplante faz vacina contra câncer ser mais eficaz</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/38cRISR79_s/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um remédio usado no tratamento de transplantados aumentou a sobrevida de pacientes com câncer de mama que, junto à medicação, tomaram uma vacina experimental contra a doença. A sobrevida foi 30% maior do que entre as pacientes com a mesma doença que só tomaram a vacina, segundo um estudo da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicado nesta semana na revista científica &amp;ldquo;Science Translational Medicine&amp;rdquo;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os testes foram realizados com o daclizumab, medicação usada para evitar rejeição em casos de transplante de rim, que se mostrou eficaz em retomar a habilidade do sistema imunológico de lutar contra os tumores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse padrão, conhecido como imunoterapia, tem sido usado em casos de câncer na última década. No entanto, pesquisadores vêm tentando ajustar o sistema imune nestes casos para obter mais células protetoras e reagir de forma enérgica na destruição dos tumores. No caso da vacina, sabe-se que seu efeito diminui com o tempo, tornando a proteção menos eficaz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O medicamento foi dado a dez pacientes com câncer de mama já em metástase (quando as células se espalharam para fora da mama), que também tomaram a vacina experimental desenvolvida e fabricada pela Universidade da Pensilvânia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Robert Vonderheide, professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia, e um dos autores do estudo, &amp;ldquo;o daclizumab funcionou incrivelmente bem&amp;rdquo;, conservando células de defesa por dois meses, sem apresentar efeitos colaterais. Além disso, entre as pacientes que tomaram a medicação houve aumento de sete meses de sobrevida, comparado aos pacientes que apenas tomaram a vacina.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/38cRISR79_s" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>17/05/2012 00:00:00 17:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52967</feedburner:origLink></item><item><title>Medicamento que deixa a pessoa sóbria mesmo após beber é testado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/0yndwh1hRSw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Médicos estão testando uma droga que poderia acabar com os efeitos colaterais do álcool mesmo quando a pessoa está embriagada. Pesquisadores acreditam que o iomazenil, tomado antes de beber, poderia diminuir os efeitos que o álcool traz ao cérebro, segundo o jornal Daily Mail.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Porém, os estudiosos da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, não querem desenvolver um medicamento que permita que as pessoas bebam mais. Eles esperam que, ao cessar os efeitos do álcool em determinadas células do cérebro, o iomazenil poderia ajudar fazendo com que as pessoas fiquem sóbrias, afastando os bebedores pesados do álcool, já que eles perderiam parte do prazer de beber. Além disso, a droga também reduziria os danos causados ao fígado e outros órgãos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o psiquiatra Deepak D'Souza, um medicamento que tem o potencial de bloquear as ações do álcool no sistema nervoso central pode atuar no tratamento da intoxicação por álcool e alcoolismo, algo que não existe até hoje. Os estudos também analisam os efeitos do iomazenil quando as pessoas conduzem um carro embriagadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mais uma série de pesquisas têm buscado maneiras de reduzir o impacto do álcool em pessoas que bebem em excesso. No entanto, no tratamento também é possível ter o prazer que o álcool proporciona, mas esse desejo não estaria em primeiro lugar. Pesquisadores britânicos estão tentando também desenvolver medicamentos líquidos que dão todo o prazer do álcool, mas sem nenhum dos danos. Seria uma espécie de valium que traria o agradável efeito do álcool sem provocar bebedeira. A substância teria a vantagem adicional de acabar com os efeitos do álcool e deixar a pessoa apta a dirigir ou a voltar para casa em segurança. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/0yndwh1hRSw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52916</feedburner:origLink></item><item><title>Remédio anti-Aids na gravidez é seguro para mãe e bebê, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/wnOGxlH9gPU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa realizada com mulheres africanas portadoras do HIV, que usaram remédio anti-Aids durante a gestação, concluiu que a medicação se mostrou segura a gestante e ao bebê. O estudo foi publicado nesta terça-feira (15) na revista científica &amp;ldquo;PLoS Medicine&amp;rdquo;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foram dados às gestantes o antirretroviral Tenofovir, que age como um &amp;ldquo;freio&amp;rdquo; na multiplicação do vírus HIV, causador da Aids.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores liderados por Diana Gibb, do Medical Research Council, em Londres, na Inglaterra, analisaram dados de grávidas com HIV positivo do Zimbabue e Uganda, que fizeram terapia antirretroviral durante a gravidez, e de seus filhos. Três mil adultos foram analisados e os bebês foram observados por mais de quatro anos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maioria das mulheres que ficaram grávidas tomou o antirretroviral antes e durante a gravidez, e, segundo os pesquisadores, não houve aumento da proporção de recém-nascidos que morreram assim que nasceram ou apresentaram deformações, comparados com os que não foram expostos ao antirretroviral no período.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, os pesquisadores observaram que nenhum dos recém-nascidos sobreviventes era HIV positivo e não tinham problemas nos rins ou fraturas ósseas após dois anos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/wnOGxlH9gPU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52914</feedburner:origLink></item><item><title>Novo remédio contra alzheimer passará por teste na Colômbia </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/1WzQgTx1_rc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa que pode levar a novos tratamentos para prevenir o alzheimer em pessoas com propensão genética a ter a doença está começando na Colômbia. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A droga será testada em pessoas sem sintomas da doença mas que, por razões genéticas, estão destinadas a desenvolver demência a partir dos 45 anos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A fase inicial do estudo vai incluir 300 de 5.000 membros de uma família de Medellín e vilarejos próximos à cidade colombiana. Acredita-se que o grupo tenha mais membros com alzheimer do que qualquer outra família do mundo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O ensaio clínico de US$ 100 milhões vai levar cinco anos, mas resultados preliminares a partir do segundo ano do estudo já poderão dizer se as drogas estão ajudando a retardar o declínio na memória e as mudanças no cérebro dos portadores do gene da doença, segundo Eric Reiman, diretor-executivo do Instituto de Alzheimer Banner, em Phoenix, e líder da pesquisa. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Alguns americanos com genes do alzheimer também serão incluídos, como parte do plano nacional dos EUA para combater a demência. &lt;br /&gt;
Outro teste deverá estudar os efeitos do remédio em pessoas com risco de alzheimer "convencional". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A droga, o crenezumabe, ataca as placas amiloides no cérebro, formações ligadas aos problemas cerebrais da doença. Se o remédio for eficaz, será possível prevenir ou atrasar os danos da doença. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O teste poderia ser considerado controverso por ocorrer em um país em desenvolvimento, entre pessoas com baixa renda e um histórico de superstições sobre a doença, conhecida como "la bobera". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A primeira coisa que fiz foi me perguntar se estávamos tirando proveito dessas pessoas. A resposta foi não", afirma Richard Scheller, da empresa Genentech. Se nada fosse feito, diz ele, essas pessoas ficariam doentes. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/1WzQgTx1_rc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52911</feedburner:origLink></item><item><title>Anvisa manda recolher lotes de emagrecedor </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/SqFnaY9WL28/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento e a inutilização de todos os lotes do emagrecedor Desobesi-M, à base de femproporex. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse tipo de inibidor de apetite, junto com outros dois, foi banido do mercado pela agência no final de 2011. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A fabricante do medicamento, o laboratório Aché, informou que não produz mais o Desobesi-M desde julho do ano passado, meses antes da proibição pela Anvisa. E que lotes remanescentes foram retirados do mercado pela empresa antes de dezembro de 2011. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/SqFnaY9WL28" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:22:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52835</feedburner:origLink></item><item><title>Laboratório de droga que supostamente matou 500 vai a julgamento na França </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/vdWBGVLRD58/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O laboratório Servier e seu fundador, Jacques Servier, 90, foram a julgamento nesta segunda-feira (14) na França, acusados de esconder de pacientes e do governo os perigos da utilização de uma droga para controle de diabetes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O medicamento Mediator, que continha o componente benfluorex, um derivado da anfetamina, foi amplamente receitado como emagrecedor. Autoridades alegam que a droga tenha sido a causa da morte de pelo menos 500 pessoas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após comprovado que o ingrediente engrossava as válvulas do coração, o remédio foi retirado do mercado francês em 2009, cerca de uma década depois de sair de circulação em outros países, como Espanha, Itália e os Estados Unidos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os promotores acusam o laboratório que a natureza do Mediator foi supostamente escondida para obter a aprovação do produto, comercializado pela primeira vez em 1976. Desde então, estima-se que o remédio tenha sido utilizado por aproximadamente cinco milhões de pessoas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O Servier permitiu que as pessoas utilizassem um produto tóxico por anos. Não existe discussão sobre isso", disse Charles Joseph Oudin, advogado de uma das supostas vítimas. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/vdWBGVLRD58" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52834</feedburner:origLink></item><item><title>Anticoncepcional não oral aumenta risco de trombose </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/nXL_M2m-sOc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um novo estudo afirma que anticoncepcionais não orais, como adesivos e anéis vaginais, trazem risco de trombose venosa maior do que o da pílula. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa foi publicada no periódico "British Medical Journal" e analisou dados de registros da Dinamarca envolvendo mais de 1,5 milhão de mulheres com idades entre 15 anos e 49 anos, acompanhadas de 2001 a 2010. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o estudo, o risco do adesivo hormonal é 2,5 vezes maior que o das pílulas de segunda geração ("antigas"), à base de levorgestrel. Já o anel vaginal apresenta um risco duas vezes maior. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Comparadas com mulheres da mesma idade que não usam métodos hormonais, aquelas que usavam o adesivo têm um risco oito vezes maior, enquanto que quem usava o anel vaginal apresenta um risco 6,5 vezes maior. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
O risco dos métodos contraceptivos não orais, porém, ainda é mais baixo do que o das pílulas mais modernas contendo drospirenona, como Yaz e Yasmin. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, a FDA (agência dos EUA que regula drogas) discutiu a segurança das novas pílulas e incluiu um risco maior em suas bulas. &lt;br /&gt;
Estudos anteriores registraram 30,8 casos de trombose por 100 mil mulheres que tomaram as pílulas mais modernas e 12,5 casos por 100 mil das usaram as antigas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a pesquisa, o implante subcutâneo apresentou risco um pouco maior que o de mulheres que não usam anticoncepcionais hormonais. Já o DIU hormonal até diminuiu o risco, segundo os autores do estudo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Isso se explica porque o implante usa apenas progesterona. Pílulas com apenas esse hormônio não aumentam o risco de trombose. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;SEM ALARME&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Segundo o professor de ginecologia da Unicamp Carlos Alberto Petta, o risco absoluto de métodos hormonais ainda é muito baixo. &lt;br /&gt;
"Não é necessário alarme. Ainda são eventos raros que, em geral, acontecem em quem tem fatores de risco. Ninguém precisa correr para trocar de método." &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Já Gilberto Narchi Rabahie, cirurgião vascular do Hospital do Coração, faz uma ressalva. "O estudo não especifica os tipos de trombose, se são superficiais ou profundas, que são mais graves." &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Mas Petta diz que o estudo é importante por mostrar que outras vias de administração não têm risco menor do que a pílula, como se pensava. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Ele lembra ainda que mulheres hipertensas, obesas, com diabetes, varizes grossas, antecedentes familiares de trombose e fumantes acima de 35 anos têm risco aumentado. Por isso, um médico deve indicar os melhores métodos para cada paciente. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o médico, a pílula é usada por cerca de 40% das mulheres. Depois vêm as laqueaduras (com 35%). "Nos 25% restantes estão todos os outros métodos." &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;OUTRO LADO&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Segundo a assessoria da Janssen-Cilag, responsável pelo adesivo Evra, os dados do estudo estão em consonância com outras pesquisas. &lt;br /&gt;
Já a assessoria da MSD, que produz o anel vaginal Nuvaring, afirma que "o risco apresentado é pouco expressivo e não supera os benefícios". &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/nXL_M2m-sOc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52833</feedburner:origLink></item><item><title>Pesquisas contra a malária: primeira vacina deve sair entre 3 e 5 anos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/hbWQAtbrkIQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A malária é uma doença infecciosa aguda que, mais do que nunca, tem merecido todas as atenções. Causada por protozoários do gênero Plasmodium, que são transmitidos através da picada do mosquito Anopheles, a doença tem sido foco de diversos estudos, muitos deles tendo como pauta o combate. Nos Estados Unidos, uma pesquisa publicada no ano passado na revista &amp;ldquo;Science&amp;rdquo; com fungos modificados mostrou que é possível matar o micro-organismo causador da malária infectando mosquitos com o fungo transgênico, eliminando o parasita dentro do inseto. O processo foi de inserção de dois genes do fungo Metarhizium anisopliae, que infecta insetos: um produz um anticorpo e o outro, uma toxina obtida de escorpiões.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;É bastante inovador, porém os testes ainda são muito preliminares e não sabemos qual será a aplicação desta técnica. Por outro lado, o uso de vírus e proteínas recombinantes já são formas mais estabelecidas de vacinação e apresentam um grande potencial de funcionarem como vacinas para humanos&amp;rdquo;, comenta Ricardo Gazzinelli, doutor em Bioquímica e Imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e chefe do Laboratório de Imunopatologia da Fiocruz Minas (Laim/Fiocruz Minas/Fiocruz).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dr. Ricardo Gazzinelli, bolsista de Produtividade em Pesquisa 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), estuda o papel do sistema imunológico na patogênese da infecção (ou seja, o mecanismo da doença). Além disso, trabalha no desenvolvimento de uma vacina contra a malária causada por P. vivax, uma das duas principais causas da malária. O P. falciparum predomina na África e é mais letal. O P. vivax está na América Latina e Ásia e, se não tratado, pode causar doença grave e morte. No Brasil, cerca de 80% dos casos de malária são causados pelo P. vivax.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Esta é uma vacina que utiliza proteínas recombinantes e vetores virais expressando proteínas deste parasita e está sendo testada. Além disto, consideramos que, durante a malária, ocorre uma ativação exagerada do sistema imune, que é a causa de muitos dos sintomas durante esta infecção. Com isto em mente, tentamos entender este processo, para que possamos prevenir a doença interferindo com um sistema imune&amp;rdquo;, explica Ricardo Gazzinelli.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ainda não há previsão nem de ser provada a possibilidade de prevenção através de fungos transgênicos nem da vacina em teste na Fiocruz Minas ser lançada para a prevenção:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Difícil fazer esta previsão. No caso da malária com P. falciparum, tem uma vacina produzida pela GlaxoSmithKline (GSK) que está sendo testada em humanos, na África, e vem apresentando resultados animadores. Se tudo der certo, talvez tenhamos uma vacina comercial para malária em um horizonte de três a cinco anos&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso se houver interesse da comunidade científica mundial ou de empresas farmacêuticas, acusadas por muitos anos de negligenciar doenças como a malária. Se algo der errado, a sugestão é dar atenção aos avanços da &lt;a href="http://www.portalbiologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;biologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; molecular. Com eles, o interesse no estudo dessas doenças deve estimular a retomada de financiamentos para as pesquisas. A avaliação é de Laura Rodrigues, professora de epidemiologia de doenças infecciosas e chefe da Faculdade de Epidemiologia e Saúde da População da London School of Hygiene and Tropical Medicine, que deu entrevista à Agência FAPESP. Para Ricardo Gazzinelli, a &lt;a href="http://www.portalbiologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;biologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; molecular é uma área que revolucionou a pesquisa na área biomédica. Ele acredita também que o interesse econômico em vacinas vem aumentando:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Isto é verdade também no caso da malária, porque permitiu o maior entendimento da &lt;a href="http://www.portalbiologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;biologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; do parasita, ainteração parasita/hospedeiro, assim como o desenvolvimento de métodos de controle, como por exemplo, vacinas e geração de mosquitos refratários a infecção com Plasmodium. Como a malária, entre outras, é uma doença de pobres, que não possuem recursos para adquirir medicamentos, o interesse ecônomico é pequeno. Mas esta tendência está mudando. As empresas que passam a trabalhar com estas doenças negligenciadas têm uma série de benefícios. Em segundo lugar, o poder aquisitivo dos países do terceiro mundo está aumentando e, como doenças como a malária afetam o setor produtivo e acarreta perdas econômicas grandes, acredita-se que os governos dos países afetados poderiam subsidiar as campanhas de vacinação pública contra estas doenças.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/hbWQAtbrkIQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52731</feedburner:origLink></item><item><title>Substância tóxica proibida usada no plástico altera mamas de macacas </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/IuZcZPvw5II/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Fêmeas de macaco rhesus expostas à substância química bisfenol A desenvolveram alterações nas glândulas mamárias, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira (8), na revista científica &amp;ldquo;PNAS&amp;rdquo;, da Academia Americana de Ciências.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O bisfenol A (ou BPA) é uma substância usada na produção de plástico e resinas encontrada em embalagens de alimentos e produtos de consumo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda de mamadeiras com BPA a partir de 2012, seguindo orientações já adotadas por Canadá e União Europeia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos anteriores mostraram que camundongos que foram expostos a baixos níveis da substância tiveram a estrutura da glândula mamária alterada e tiveram maior risco de lesões pré-cancerígenas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para chegar a esse resultado, os pesquisadores liderados por Ana Soto, da Faculdade de Medicina da Universidade Tufts, em Boston, alimentaram as fêmeas de macacos-rhesus com uma porção diária de fruta contendo bisfenol A, durante o período de gestação equivalente ao terceiro trimestre de uma gestação humana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao comparar a estrutura das glândulas mamárias das macacas expostas à substância com outras fêmeas da espécie que não tiveram contato com a substância, os cientistas concluíram que o bisfenol A afetou a densidade das células da pele da mama, fator relevante para o risco de câncer em humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A densidade da mama também estava significativamente maior nas macacas expostas ao bisfenol A e todo o desenvolvimento da glândula mamária foi mais avançado comparado com macacas que não foram expostas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/IuZcZPvw5II" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52730</feedburner:origLink></item><item><title>Governo renova quebra de patente de remédio contra Aids </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/vekToTlIuL8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O governo federal publicou, nesta segunda-feira, um decreto que prorroga por mais cinco anos a validade do licenciamento compuls&amp;oacute;rio do medicamento Efavirenz, usado contra o HIV. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2007, o ent&amp;atilde;o presidente Lula anunciou a quebra da patente do antirretroviral, alegando que o Brasil pagava ao laborat&amp;oacute;rio americano produtor at&amp;eacute; 136% a mais do que era cobrado de outros governos, como o da Tail&amp;acirc;ndia. E que, mesmo ap&amp;oacute;s muita negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o laborat&amp;oacute;rio n&amp;atilde;o baixou o pre&amp;ccedil;o para um limite poss&amp;iacute;vel. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o secret&amp;aacute;rio de Vigil&amp;acirc;ncia em Sa&amp;uacute;de do Minist&amp;eacute;rio da Sa&amp;uacute;de, Jarbas Barbosa, a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o muda em nada a atual situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e permite que o pa&amp;iacute;s continue produzindo a vers&amp;atilde;o gen&amp;eacute;rica do medicamento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;A gente tinha que prorrogar porque a primeira licen&amp;ccedil;a foi feita por cinco anos. O princ&amp;iacute;pio ativo tem uma patente, que vence em agosto. E a patente do processo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o vence em 2016. J&amp;aacute; prorrogamos porque, assim, cobrimos as duas e continuamos podendo fabricar no Brasil&amp;quot;, disse. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao final da prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, continua ele, as patentes j&amp;aacute; ter&amp;atilde;o expirado e n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; mais necess&amp;aacute;rio manter a quebra. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;PRODU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O NACIONAL&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Em 2009, a Anvisa (Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria) autorizou o registro da vers&amp;atilde;o gen&amp;eacute;rica do rem&amp;eacute;dio produzida pelo laborat&amp;oacute;rio p&amp;uacute;blico Farmanguinhos. At&amp;eacute; o ano passado, o Brasil tamb&amp;eacute;m utilizava um gen&amp;eacute;rico produzido na &amp;Iacute;ndia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Barbosa diz que, a partir deste ano, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional vai cobrir toda a demanda. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mais de 100 mil pacientes usam o Efavirenz no pa&amp;iacute;s, cerca de metade das pessoas diagnosticadas com o v&amp;iacute;rus e que necessitam de tratamento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Jo&amp;atilde;o Sanches, diretor de acesso ao mercado e governo da MSD, detentor da patente do Efavirenz, a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma surpresa no contexto da decis&amp;atilde;o tomada pelo governo em 2007. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;[A quebra da patente] n&amp;atilde;o faz parte nem da estrat&amp;eacute;gia nem da pol&amp;iacute;tica do governo, a gente n&amp;atilde;o espera que aconte&amp;ccedil;a novamente&amp;quot;, afirma. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/vekToTlIuL8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52729</feedburner:origLink></item><item><title>Sistema imunológico é enganado para aceitar transplante de órgãos incompatíveis</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/kvWtRVV5w6I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Será que existe uma maneira de fazer o corpo deixar de rejeitar um órgão doado, evitando que o paciente precise ficar a vida inteira tomando remédios para controlar os efeitos dessa rejeição? Uma mulher americana de 47 anos, que há dois recebeu um transplante de rim, já está totalmente livre destes medicamentos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O principal desafio de um receptor de órgãos é lidar com o próprio sistema imunológico ao aceitar um corpo externo no organismo. Os remédios que geralmente eles são obrigados a tomar têm uma série de possíveis efeitos colaterais, tais como infecções, pressão alta, diabetes, doenças do coração e até câncer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já em 1960, dois cientistas britânicos venceram o Prêmio Nobel por descobrir como animais poderiam ser treinados para tolerar tecidos externos. Para que isso fosse uma realidade também em humanos, no entanto, passou um longo tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O procedimento atual é conhecido como &amp;ldquo;quimerismo&amp;rdquo;. Sua ideia principal é dar um jeito de fazer as células do sistema imunológico do doador e do receptor coexistirem de forma pacífica. Isso é feito através de uma manipulação na medula óssea, na qual as células tronco são submetidas a uma quimioterapia. É o que foi feito com Lindsey Porter, a paciente de Chicago (EUA). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Este mecanismo serve para que as células sejam reduzidas ao estado mais &amp;ldquo;adaptável&amp;rdquo; possível. Quando o órgão novo é implantado no corpo, a medula volta ao seu estado normal com as células já familiarizadas com o novo órgão. Depois do transplante, o paciente toma remédios anti rejeição por precaução, mas a tendência é que as doses diminuam até serem desnecessárias. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como se trata de um método novo, não está livre de riscos. Alguns cientistas apontam o fato de que a aplicação de uma quimioterapia na medula óssea torna boa parte do organismo altamente vulnerável por algum tempo, o que pode gerar um problema futuro ainda maior. Mas os pesquisadores também já trabalham na superação desta fragilidade. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/kvWtRVV5w6I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52568</feedburner:origLink></item><item><title>Remédio contra medo de altura</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/YSGldlzBfXQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pílulas de cortisol podem ajudar pessoas a perder o medo de altura. Cientistas descobriram que este hormônio, que controla nossa reação diante de perigo, pode ajudar o cérebro a se &amp;ldquo;reprogramar&amp;rdquo; e ficar permanentemente menos ansioso diante de situações de altura. Testes em 40 pessoas com acrofobia, medo de lugares altos, mostrou que a combinação de cortisol e terapia diminuiu dramaticamente o medo. De acordo com os pesquisadores, o estudo pode ajudar a tratar outras fobias.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Metade dos pacientes recebeu a droga e a outra metade tomou placebo uma hora antes de passarem por uma simulação virtual de elevador. Seu medo foi medido durante até cinco dias, um mês depois do último teste, por meio de um questionário sobre acrofobia e por sensores que colhiam seu suor. Em comparação àqueles que receberam pílulas falsas, os pacientes que tomaram cortisol se mostraram menos ansiosos e suaram menos. O efeito, aparentemente, durou mais de um mês. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A neurocientista Dominique De Quervain, da Basel University, na Suiça, acredita que o cortisol pode ajudar as &amp;ldquo;terapias de exposição&amp;rdquo; a diminuir o medo de altura. Estas terapias envolvem exposições controladas a situações de medo para que a pessoa, gradualmente, se livre dele, ou consiga lidar melhor com certas situações. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para os pesquisadores, &amp;ldquo;os pacientes que receberam cortisol mostraram uma diminuição significativa na ansiedade durante a simulação virtual da situação que causava fobia. Os resultados indicam que a administração de cortisol pode ajudar as psicoterapias&amp;rdquo;. Eles disseram que os resultados mostram que o medo pode ser controlado com o uso de drogas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A acrofobia dispara uma sensação de pânico em lugares altos e não é a mesma coisa que vertigem, que causa tontura. Reações comuns das pessoas com fobia são vontade de sair do local imediatamente, engatinhar ou ajoelhar. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O cortisol é um hormônio secretado pela glândula adrenal. Algumas doenças como artrite, asma e algumas doenças de pele são tratadas com cortisol sintético, geralmente chamado de cortisona ou corticosteróides.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/YSGldlzBfXQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:38:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52567</feedburner:origLink></item><item><title>'Pílula antibarriga' será vendida nas farmácias</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/v32itPO4ioE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A droga emagrecedora, que já é vendida em mais de 50 países, ajuda a diminuir a gordura da barriga, a taxa de triglicerídeos e controla as taxas de açúcar no sangue. O remédio também colabora no aumento do colesterol bom, ou HDL.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A caixa com 28 comprimidos do medicamento fabricado pela Sanofi-Aventis passará a ser vendida até nas farmácias por R$ 225. Ele só poderá ser adquirido com receita médica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O remédio, porém, é indicado apenas para pessoas com fatores de risco como diabetes tipo 2 e dislipidemia, uma doença que causa aumento exagerado da taxa de lipídios no sangue. Ele não é indicado para pessoas com depressão ou distúrbios psiquiátricos. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/v32itPO4ioE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52566</feedburner:origLink></item><item><title>Anvisa quer agilizar autorização de pesquisas sobre novas drogas </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/pLcY1BM83P0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) promete simplificar e tornar mais rápida sua autorização para a realização de pesquisas clínicas visando ao desenvolvimento de medicamentos e produtos para a saúde. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa clínica é uma das últimas etapas antes do registro de novos produtos e envolve testes com pacientes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ideia é que pesquisas que já tenham sido aprovadas por agências reconhecidas no exterior -como a americana (FDA), a australiana e a japonesa- possam passar por um processo simplificado de análise pela Anvisa. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essa proposta foi aprovada pela diretoria colegiada da agência anteontem e deve ser publicada hoje na forma de um consulta pública, aberta pelos próximos 30 dias. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;INTERNACIONAL&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
O impacto direto vai ser maior em pesquisas originadas em um país estrangeiro e com braços em diversos outros, sendo um deles o Brasil, de acordo com Dirceu Barbano, diretor-presidente da Vigilância Sanitária. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Tínhamos como padrão analisar todo o estudo [desenvolvido fora] novamente. Isso demanda tempo, por vezes fazia com que o Brasil fosse excluído do estudo. Chegamos à conclusão de que uma análise simplificada é possível, avaliando questões de risco sanitário específico no país", afirma ele.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Questões como quais centros serão usados e se eles têm capacidade para desenvolver o estudo serão avaliadas pela Anvisa, mas o desenho do estudo (como o cálculo estatístico para garantir a eficácia da análise), não. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;DEMORA&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Segundo Barbano, a espera para a autorização dessas pesquisas já foi de três meses, mas, por conta do aumento de demanda pelos centros de pesquisa nacionais, a demora chega hoje a sete meses. O objetivo é que esse tempo caia para 30 dias. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com isso, a agência quer ainda ter mais agilidade na aprovação das pesquisas totalmente nacionais, que precisam passar pela análise completa da Anvisa. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Greyce Lousana, presidente-executiva da SBPPC (Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica), diz que a redução nos prazos pode abrir caminho para que pacientes com doenças raras ou graves tenham acesso a drogas experimentais. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ela conta que, recentemente, uma pesquisa sobre câncer de mama deixou de vir ao país por causa dos prazos demorados &amp;not;-da Anvisa e do comitê de ética da instituição- e, assim, deixou de beneficiar cerca de cem pacientes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lousana defende, porém, outras mudanças na norma em vigor, como análises totalmente separadas entre medicamentos e outros produtos para a saúde, o que pode encurtar mais os prazos para análise. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/pLcY1BM83P0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:06:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52525</feedburner:origLink></item><item><title>Emagrecedores e Prozac são usados juntos no país </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/s8jKc9zrNmI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A análise do consumo de redutores de apetite e do antidepressivo fluoxetina (princípio ativo do Prozac) sugere que as duas substâncias vinham sendo usadas de forma combinada, conduta que não é recomendada se o objetivo é só emagrecer. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A associação das drogas é defendida por alguns médicos para pacientes obesos e com depressão ou compulsão por comida. Por outro lado, a combinação dos remédios pode indicar um uso abusivo com foco na redução do peso, explicam especialistas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Problemas com esse tipo de associação foram objeto de pesquisa realizada pelo Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) há três anos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Agora, a união entre os moduladores de apetite anfepramona, mazindol e femproporex (banidos pelo governo no ano passado) e da sibutramina (mantida com novas regras) com o antidepressivo fluoxetina foi medida em estudo publicado na edição de fevereiro da "Revista da Associação Médica Brasileira". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa, que mediu as vendas dos remédios no país, dá fortes indícios de que o consumo casado vinha sendo prática corrente. No entanto, o trabalho não verificou as receitas em si. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foram analisadas várias situações que poderiam estar relacionadas ao uso dos emagrecedores em 2009, ano de coleta dos dados, como ser do sexo feminino, ter maior renda e escolaridade ou consumir certas substâncias. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Para nossa surpresa, a variável mais significativa foi a relação entre a fluoxetina e os moduladores de apetite, o que não é recomendado nem pelo Conselho Federal de Medicina nem pela Anvisa", explica Daniel Mota, técnico especializado em regulação e vigilância sanitária da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e autor da pesquisa -feita de forma independente da agência. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo, feito com um modelo econométrico que agrega a venda nacional dos medicamentos e a população adulta brasileira, conclui que cada 1 mg/per capita de aumento no consumo do antidepressivo produz a elevação do consumo de moduladores em 1,66 mg/per capita. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Walmir Coutinho, do departamento de obesidade da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), diz que não recomenda o uso associado dos remédios por faltarem estudos que atestem sua segurança. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele explica que o consumo isolado da fluoxetina leva à perda de peso, mas esse efeito acaba sendo revertido depois. Por isso o antidepressivo não é usado como emagrecedor. Para Coutinho, a mistura de vários elementos em fórmulas para emagrecer é a venda de uma "ilusão". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cláudia Cozer, uma das diretoras da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade), afirma que a combinação das drogas pode causar letargia e apatia, mas relativiza os danos quando o uso é por tempo limitado com acompanhamento médico. &lt;br /&gt;
Um dos usos benéficos da combinação, diz Cozer, é no controle da ansiedade e da compulsão alimentar. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o endocrinologista Alfredo Halpern, o problema está no uso casado em fórmulas para emagrecer. "Vi fórmulas absurdas, que juntam não só anfepramona e femproporex com fluoxetina mas diurético, hormônio de tireoide. É condenável. Por outro lado, o indivíduo pode precisar de uma fluoxetina porque é ansioso ou deprimido, não há por que proibir." &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/s8jKc9zrNmI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52522</feedburner:origLink></item><item><title>Método identifica produto de degradação em medicamento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/2k5IiUe3w00/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um medicamento, mesmo dentro do prazo de validade, pode formar produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;oacute;xicos para os seres humanos. Na Faculdade de Ci&amp;ecirc;ncias Farmac&amp;ecirc;uticas (FCF) da USP, pesquisadores desenvolvem m&amp;eacute;todos para identificar e quantificar os produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, assim como os fatores que contribuem com seu processo de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Com esses estudos, as ind&amp;uacute;strias poder&amp;atilde;o fazer modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, embalagem e transporte dos medicamentos para evitar o aparecimento de compostos nocivos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os experimentos utilizaram o antineopl&amp;aacute;sico Cloridrato de Doxorrubicina, empregado no tratamento do c&amp;acirc;ncer. &amp;ldquo;Como o f&amp;aacute;rmaco &amp;eacute; injet&amp;aacute;vel, caso haja qualquer produto de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, este estar&amp;aacute; 100% biodispon&amp;iacute;vel na circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do paciente&amp;rdquo;, conta a pesquisadora Mariah Ultramari, que realizou os testes. &amp;ldquo;O medicamento foi exposto &amp;agrave; luz e ao calor, submetido &amp;agrave; hidr&amp;oacute;lise &amp;aacute;cida e b&amp;aacute;sica e a processos de oxida&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para verificar quais os poss&amp;iacute;veis produtos que podem se formar durante sua vida &amp;uacute;til&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa j&amp;aacute; identificou quatro poss&amp;iacute;veis produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o presentes no medicamento. &amp;ldquo;At&amp;eacute; o momento foram realizados testes qualitativos, sem medir as quantidades de cada produto&amp;rdquo;, diz Mariah. &amp;ldquo;Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; preciso realizar avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas de toxicidade&amp;rdquo;. Quanto aos fatores que levam a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foram identificados preliminarmente a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o da luz, o meio b&amp;aacute;sico (pH superior a 7) e o oxidativo&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma vez identificadas as vias da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel fazer modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos medicamentos. &amp;ldquo;Um f&amp;aacute;rmaco muito sens&amp;iacute;vel a luz pode ter sua embalagem trocada por um modelo menos transparente, ou no caso de um comprimido, por exemplo, pode ter seu revestimento alterado&amp;rdquo;, diz a pesquisadora. &amp;ldquo;Se h&amp;aacute; problemas de oxida&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um antioxidante pode ser inclu&amp;iacute;do como excipiente, ou seja, toda subst&amp;acirc;ncia que faz parte do medicamento sem ser seu princ&amp;iacute;pio ativo&amp;rdquo;, ressalta o professor Ernani Pinto, da FCF, que coordena a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Testes&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Todo medicamento sofre degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por isso sempre &amp;eacute; estipulado um prazo de validade pelas ind&amp;uacute;strias farmac&amp;ecirc;uticas. Ao longo desse per&amp;iacute;odo, alguns f&amp;aacute;rmacos formam produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o que podem ser t&amp;oacute;xicos e comprometer sua seguran&amp;ccedil;a&amp;rdquo;, aponta o professor. Fatores como transporte e armazenamento podem favorecer a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;No exterior, h&amp;aacute; algum tempo, j&amp;aacute; s&amp;atilde;o exigidos estes testes para identificar esses produtos. No Brasil, este tema &amp;eacute; muito recente e ainda n&amp;atilde;o foi publicada uma regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria (Anvisa), que est&amp;aacute; em fase de elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem data para ser divulgada&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa com o Cloridrato de Doxorrubicina, que faz parte do doutorado de Mariah, ir&amp;aacute; detalhar a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e quantifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais importantes do f&amp;aacute;rmaco. Os estudos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o for&amp;ccedil;ada (tamb&amp;eacute;m chamados de estudos de estresse) servir&amp;atilde;o para desenvolver um m&amp;eacute;todo indicativo de estabilidade que servir&amp;aacute; especificamente para encontrar produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o em medicamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Atualmente, todas as ind&amp;uacute;strias realizam estudos de estabilidade para estipular o prazo de validade de seus medicamentos&amp;rdquo;, conta a pesquisadora. &amp;rdquo;O m&amp;eacute;todo seria aplicado em amostras origin&amp;aacute;rias desses estudos, para descobrir se h&amp;aacute; produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em que quantidade se encontram e se est&amp;atilde;o dentro dos limites a serem estabelecidos pela Anvisa&amp;rdquo;. Conforme a dosagem, a presen&amp;ccedil;a dos produtos dever&amp;aacute; ser notificada (em caso de baixas concentra&amp;ccedil;&amp;otilde;es), suas mol&amp;eacute;culas ativas identificadas (concentra&amp;ccedil;&amp;otilde;es m&amp;eacute;dias) e a toxicidade demonstrada (concentra&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais altas dosagens).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o professor da FCF, embora a Anvisa ainda n&amp;atilde;o tenha publicado nenhuma resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica sobre produtos de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ela j&amp;aacute; exige testes para novos medicamentos, como forma de preparar as ind&amp;uacute;strias para a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da norma. &amp;ldquo;Este &amp;eacute; um grande desafio para os fabricantes nacionais, pois a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige equipamentos sofisticados, de custo elevado, que s&amp;oacute; existem na academia&amp;rdquo;, afirma. &amp;ldquo;Por isso, as empresas tem procurado as universidades para desenvolver essa metodologia&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/2k5IiUe3w00" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 17:56:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52516</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/2qnslHfVOn4/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/2qnslHfVOn4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Guia para uso seguro de remédios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/Ago4R5xi8-8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;De m&amp;eacute;dico e de louco todo mundo tem um pouco. Por isso, a maioria das pessoas n&amp;atilde;o hesita em usar o rem&amp;eacute;dio alheio para tratar um problema de sa&amp;uacute;de. Na teoria, a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; combater sintomas ou doen&amp;ccedil;as. Na pr&amp;aacute;tica, pode ser um grande risco. Embora todo medicamento seja formulado para trazer benef&amp;iacute;cios, cada organismo &amp;eacute; &amp;uacute;nico e, muitas vezes, reage de maneira inesperada. Somente um profissional habilitado &amp;eacute; capaz de avaliar e indicar a melhor forma de tratamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Atenta aos perigos da automedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria (Anvisa) estabeleceu novas regras para a venda de rem&amp;eacute;dios, limitando sua exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas farm&amp;aacute;cias. Desde agosto de 2009, at&amp;eacute; os produtos que dispensam prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dica n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o mais ao alcance do consumidor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A not&amp;iacute;cia &amp;eacute; bem-vinda e atende &amp;agrave;s orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial da Sa&amp;uacute;de (OMS) quanto ao consumo de rem&amp;eacute;dios, que deve seguir crit&amp;eacute;rios como ser espec&amp;iacute;fico, corresponder &amp;agrave;s necessidades cl&amp;iacute;nicas, ter doses personalizadas, ser utilizado por tempo determinado e pelo menor custo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Embora a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da Ind&amp;uacute;stria Farmac&amp;ecirc;utica (Febrafarma), extinto &amp;oacute;rg&amp;atilde;o representante da ind&amp;uacute;stria do setor, afirme que a automedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; um problema grave no Brasil, considerando que os 966 casos de intoxica&amp;ccedil;&amp;atilde;o por rem&amp;eacute;dios registrados em 2007 n&amp;atilde;o resultaram em morte, na opini&amp;atilde;o do m&amp;eacute;dico Fl&amp;aacute;vio Dantas, professor da disciplina de Cl&amp;iacute;nica M&amp;eacute;dica da Universidade Federal de S&amp;atilde;o Paulo (Unifesp), o perigo de uso indiscriminado &amp;eacute; provocar malef&amp;iacute;cios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;INFORME-SE ANTES DE USAR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Dantas explica que rem&amp;eacute;dios s&amp;atilde;o concebidos para solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema doen&amp;ccedil;a, mas podem se tornar um veneno se utilizados de forma diferente da prescrita. &amp;quot;Isso vale tamb&amp;eacute;m para medicamentos de venda livre&amp;quot;, afirma o especialista. A primeira consequ&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; mascarar ou agravar doen&amp;ccedil;as. &amp;quot;A longo prazo, s&amp;atilde;o capazes at&amp;eacute; de comprometer a sa&amp;uacute;de da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o como um todo&amp;quot;, adverte.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Raquel Rizzi, farmac&amp;ecirc;utica e presidente do Conselho Regional de Farm&amp;aacute;cia de S&amp;atilde;o Paulo (CRF-SP) esclarece que esse &amp;eacute; o caso dos antibi&amp;oacute;ticos, cujo uso inadequado ou abusivo gera resist&amp;ecirc;ncia bacteriana, ou seja, a diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sensibilidade dos micro- organismos ao rem&amp;eacute;dio.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/Ago4R5xi8-8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistavivasaude.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 13:33:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52369</feedburner:origLink></item><item><title>Remédio hora certa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/JQxHhP89QiM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;At&amp;eacute; pouco tempo atr&amp;aacute;s, ao prescrever um determinado rem&amp;eacute;dio, o m&amp;eacute;dico limitava-se a dizer: &amp;quot;&amp;Eacute; para tomar duas vezes ao dia&amp;quot;. Em casa, o paciente escolhia os melhores hor&amp;aacute;rios, segundo a sua conveni&amp;ecirc;ncia, para seguir a orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Hoje, essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando a mudar. Gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; cronofarmacologia, os pacientes precisam obedecer rigorosamente os hor&amp;aacute;rios estipulados pelos m&amp;eacute;dicos, se quiserem maximizar os efeitos terap&amp;ecirc;uticos e minimizar os riscos colaterais dos rem&amp;eacute;dios prescritos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;O objetivo da cronofarmacologia &amp;eacute; melhorar a efic&amp;aacute;cia e a seguran&amp;ccedil;a dos rem&amp;eacute;dios, por ajustar sua concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, durante as 24 horas do dia, em sincronia com os ritmos biol&amp;oacute;gicos dos seres vivos&amp;quot;, explica Jaldo de Souza Santos, presidente do Conselho Federal de Farm&amp;aacute;cia (CFF). &amp;quot;Nos seres vivos, os ritmos biol&amp;oacute;gicos s&amp;atilde;o resultado direto dos fen&amp;ocirc;menos ambientais peri&amp;oacute;dicos e recorrentes, como as esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ano, as fases da lua, as oscila&amp;ccedil;&amp;otilde;es das mar&amp;eacute;s e, principalmente, o ciclo dia/noite&amp;quot;, acrescenta Amouni Mohmoud Mourad, do Conselho Regional de Farm&amp;aacute;cia de S&amp;atilde;o Paulo (CRF-SP). &amp;quot;Esses ritmos influenciam todas as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es do nosso organismo, sejam elas fisiol&amp;oacute;gicas, bioqu&amp;iacute;micas ou ps&amp;iacute;quicas&amp;quot;, completa Mourad.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os especialistas, existem dois tipos de ritmo biol&amp;oacute;gico: o circadiano e o n&amp;atilde;o circadiano, que compreende, por sua vez, o ultradiano e o infradiano. Mourad explica que a palavra vem do latim circa diem, que significa &amp;quot;cerca de um dia&amp;quot;. &amp;quot;O ritmo circadiano dura 24 horas e cada processo, como atividade digestiva, controle hormonal e regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;rmica, se repete diariamente, quase sempre nos mesmos hor&amp;aacute;rios&amp;quot;, afirma. J&amp;aacute; o ritmo ultradiano, completa T&amp;acirc;nia Maria Lemos Mou&amp;ccedil;o, do Conselho Regional de Farm&amp;aacute;cia do Rio de Janeiro (CRF-RJ), &amp;eacute; quando essas repeti&amp;ccedil;&amp;otilde;es ocorrem em per&amp;iacute;odos menores de 20 horas, como a secre&amp;ccedil;&amp;atilde;o da insulina, por exemplo, e o infradiano, em per&amp;iacute;odos maiores de 28 horas, como o ciclo menstrual e a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de plaquetas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No tique-taque do rel&amp;oacute;gio&lt;br /&gt;
A palavra cronofarmacologia &amp;eacute; resultado da jun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outras tr&amp;ecirc;s: crono (tempo), f&amp;aacute;rmaco (rem&amp;eacute;dio) e logia (ci&amp;ecirc;ncia ou estudo). &amp;quot;A cronofarmacologia &amp;eacute; a ci&amp;ecirc;ncia que estuda a hora certa para administrar os rem&amp;eacute;dios&amp;quot;, esclarece a farmac&amp;ecirc;utica T&amp;acirc;nia Maria.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ou seja, cada rem&amp;eacute;dio precisa ser tomado em um hor&amp;aacute;rio predeterminado para alcan&amp;ccedil;ar os melhores resultados farmacol&amp;oacute;gicos. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; um hor&amp;aacute;rio exato do dia ou da noite, pondera Regina Pekelmann Markus, que seja considerado o mais eficaz para tomar todos os rem&amp;eacute;dios existentes. Professora do Laborat&amp;oacute;rio de Cronofarmacologia do departamento de Fisiologia do Instituto de Bioci&amp;ecirc;ncias da Universidade do S&amp;atilde;o Paulo (USP), Regina salienta que cada caso &amp;eacute; um caso e que n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel generalizar. &amp;quot;Cada rem&amp;eacute;dio tem a hora certa de ser tomado, quando h&amp;aacute; maior efic&amp;aacute;cia e menor efeito colateral. E &amp;eacute; preciso respeitar os hor&amp;aacute;rios determinados pelos m&amp;eacute;dicos. H&amp;aacute; medicamentos que podem ser prejudiciais &amp;agrave; sa&amp;uacute;de quando tomados fora da hora&amp;quot;, alerta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cientistas da USP j&amp;aacute; tentam identificar as horas do dia em que h&amp;aacute; maior multiplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de c&amp;eacute;lulas tumorais para aumentar a efic&amp;aacute;cia de quimioter&amp;aacute;picos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No exterior, em pa&amp;iacute;ses como EUA e Jap&amp;atilde;o, m&amp;eacute;dicos j&amp;aacute; recorrem &amp;agrave; cronofarmacologia para tratar seus pacientes. S&amp;oacute; nos EUA, existem cerca de 100 rem&amp;eacute;dios com orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es cronofarmacol&amp;oacute;gicas na bula. Por aqui, o Laborat&amp;oacute;rio de Cronofarmacologia da USP &amp;eacute; um dos primeiros a estudar o tema. Eles j&amp;aacute; tentam identificar os per&amp;iacute;odos do dia onde h&amp;aacute; maior multiplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de c&amp;eacute;lulas tumorais, na esperan&amp;ccedil;a de aumentar a efic&amp;aacute;cia de medicamentos quimioter&amp;aacute;picos. &amp;quot;No Brasil, a esta ainda &amp;eacute; uma &amp;aacute;rea pouco estudada. Por isso, nem todos os rem&amp;eacute;dios t&amp;ecirc;m a sua posologia (dose e hora de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o) ditada por essa ci&amp;ecirc;ncia&amp;quot;, avalia Jaldo, do CFF.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/JQxHhP89QiM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistavivasaude.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 13:32:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52368</feedburner:origLink></item><item><title>Você tem mania de remédios?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/piP0ARegFwY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A adi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rem&amp;eacute;dios &amp;eacute; uma disfun&amp;ccedil;&amp;atilde;o psicol&amp;oacute;gica grave que pode causar depend&amp;ecirc;ncia e s&amp;eacute;rios danos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de. Muitas vezes desencadeada por dist&amp;uacute;rbios psicol&amp;oacute;gicos, dependendo da rotina em que o medicamento &amp;eacute; usado, passa a n&amp;atilde;o surtir mais efeito, o que leva a pessoa a aumentar as doses podendo desencadear uma overdose.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O maior tabu &amp;eacute; a admiss&amp;atilde;o da depend&amp;ecirc;ncia e a procura de ajuda m&amp;eacute;dica. Para voc&amp;ecirc; entender esse problema t&amp;atilde;o atual, a VivaSa&amp;uacute;de entrevistou a psicanalista La&amp;iacute;s de Lima. Acompanhe:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O v&amp;iacute;cio em um determinado medicamento &amp;eacute; considerado hipocondria?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
La&amp;iacute;s de Lima: A hipocondria n&amp;atilde;o est&amp;aacute; relacionada diretamente ao uso abusivo de medicamento. O que caracteriza esse quadro &amp;eacute; o fato da pessoa achar que possui alguma doen&amp;ccedil;a grave, o que a leva a procurar diversos m&amp;eacute;dicos que confirmem sua hip&amp;oacute;tese diagn&amp;oacute;stica e quando escuta que n&amp;atilde;o tem nada org&amp;acirc;nico, n&amp;atilde;o consegue se tranquilizar. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A hipocondria &amp;eacute; um dist&amp;uacute;rbio que pode acometer pessoas de todas as idades. Existem pesquisas que apontam para uma incid&amp;ecirc;ncia maior em indiv&amp;iacute;duos que j&amp;aacute; sofreram algum tipo de doen&amp;ccedil;a grave no passado, mas isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma regra.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais s&amp;atilde;o os sintomas e atitudes que identificam o v&amp;iacute;cio por medicamentos?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
La&amp;iacute;s: Entre os principais sintomas podemos destacar: depress&amp;atilde;o, medo constante e irracional da morte, preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a sa&amp;uacute;de, inquieta&amp;ccedil;&amp;atilde;o excessiva diante de sinais f&amp;iacute;sicos irrelevantes, preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o corpo, realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grande n&amp;uacute;mero de exames para se certificar de que est&amp;aacute; bem, busca por v&amp;aacute;rios profissionais de sa&amp;uacute;de. Em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do receio constante de ter uma doen&amp;ccedil;a s&amp;eacute;ria, o hipocondr&amp;iacute;aco tende a interpretar rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es org&amp;acirc;nicas normais como sendo patol&amp;oacute;gicas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Desvios de personalidade e depress&amp;atilde;o podem ser associados a esse comportamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
La&amp;iacute;s: &amp;Eacute; evidente a &amp;iacute;ntima rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sintomas com quest&amp;otilde;es emocionais, j&amp;aacute; que estes tendem a se intensificar e at&amp;eacute; mesmo a surgir ap&amp;oacute;s algum evento traum&amp;aacute;tico ou estressante. O uso abusivo de medicamentos pode encobrir quest&amp;otilde;es emocionais s&amp;eacute;rias e importantes como depress&amp;atilde;o e transtornos de personalidade. No entanto, cabe ressaltar que as quest&amp;otilde;es ps&amp;iacute;quicas que podem estar associadas a esse comportamento variam de pessoa para pessoa, s&amp;atilde;o singulares e, por este motivo, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel estabelecer uma generaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como &amp;eacute; feito o tratamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
La&amp;iacute;s: Por meio de psicoterapia e, em alguns casos, com uso de medica&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica. Normalmente o dependente resiste em procurar tratamento, pois teme que suas queixas f&amp;iacute;sicas n&amp;atilde;o sejam levadas a s&amp;eacute;rio. &amp;Eacute; importante deixar claro que o fato de nenhuma doen&amp;ccedil;a org&amp;acirc;nica ser diagnosticada n&amp;atilde;o significa que o indiv&amp;iacute;duo esteja plenamente saud&amp;aacute;vel, que esteja fingindo e que n&amp;atilde;o precise ser tratado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O v&amp;iacute;cio por medicamentos &amp;eacute; considerado uma doen&amp;ccedil;a?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
La&amp;iacute;s: Quando estamos diante de uma pessoa que n&amp;atilde;o consegue parar de usar determinado rem&amp;eacute;dio podemos dizer que, na maioria das vezes, trata-se de um quadro de depend&amp;ecirc;ncia qu&amp;iacute;mica, semelhante ao que acontece com o uso abusivo de drogas il&amp;iacute;citas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Que tipo de medicamento pode levar a depend&amp;ecirc;ncia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
La&amp;iacute;s: Os benzodiazep&amp;iacute;nicos [drogas hipn&amp;oacute;ticas e ansiol&amp;iacute;ticas] que, em excesso, causam um efeito sedativo-hipn&amp;oacute;tico, podem levar &amp;agrave; depend&amp;ecirc;ncia. Al&amp;eacute;m disso, pessoas viciadas em f&amp;aacute;rmacos ou em outras drogas procuram obter sensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es f&amp;iacute;sicas e ps&amp;iacute;quicas que aliviem seu sofrimento. Assim, medicamentos que proporcionam relaxamento, que ajudam a pessoa a dormir e at&amp;eacute; mesmo os que provocam sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de euforia e excita&amp;ccedil;&amp;atilde;o podem levar &amp;agrave; depend&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Que rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es o excesso de medica&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode causar ao paciente?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
La&amp;iacute;s: Os medicamentos podem propiciar altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mudan&amp;ccedil;as no grau de consci&amp;ecirc;ncia e no estado emocional. Por exemplo, a pessoa pode buscar a &amp;quot;droga&amp;quot; para se sentir mais desinibida, mais corajosa ou mais agressiva, sua repercuss&amp;atilde;o depender&amp;aacute; do tipo de subst&amp;acirc;ncia utilizada e tamb&amp;eacute;m das caracter&amp;iacute;sticas pessoais do usu&amp;aacute;rio e da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que &amp;eacute; consumida. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A gravidade do caso depender&amp;aacute; do valor que &amp;eacute; atribu&amp;iacute;do, pelo usu&amp;aacute;rio, &amp;agrave; droga, &amp;agrave; intensidade do uso e ao comprometimento na qualidade de vida. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/piP0ARegFwY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistavivasaude.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 13:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52367</feedburner:origLink></item><item><title>CRF/MS realiza circuito de palestras nesta quinta e sexta-feira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/r13EE6sBYYY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O CRF/MS (Conselho Regional de Farm&amp;aacute;cia do Estado de Mato Grosso do Sul) realiza circuito de palestras nesta quinta (03) e sexta-feira (04), no audit&amp;oacute;rio do CRF/MS, localizado na rua Rodolfo Jos&amp;eacute; Pinho, n&amp;ordm;66. A entrada &amp;eacute; 1 kg de alimento n&amp;atilde;o perec&amp;iacute;vel.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na quinta-feira, &amp;agrave;s 19h30, apalestra &amp;ldquo;Log&amp;iacute;stica da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transporte de medicamentos no Brasil: atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do farmac&amp;ecirc;utico durante o transporte e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medicamentos&amp;rdquo; ser&amp;aacute; ministrada pelo Dr. Clayton Gerber Mangini, Docente do Curso de P&amp;oacute;s-Gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o Lato Sensu em Log&amp;iacute;stica Farmac&amp;ecirc;utica da Universidade de Santo Amaro. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
J&amp;aacute; na sexta-feira, &amp;agrave;s 19h30, ser&amp;aacute; realizada a palestra &amp;ldquo;Gerenciamento de res&amp;iacute;duos de sa&amp;uacute;de: a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o ecologicamente correta dos medicamentos vencidos&amp;rdquo;, ministrada pelo Diretor Comercial da Empresa Luftech e membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente, Dr. Jos&amp;eacute; Rodrigues Evo e pelo engenheiro Ambiental e Sanitarista e Mestre em Saneamento Ambiental e Recursos H&amp;iacute;dricos, Samuel Acosta da Silva. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A palestra &amp;ldquo;Gerenciamento de res&amp;iacute;duos de sa&amp;uacute;de: a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o ecologicamente correta dos medicamentos vencidos&amp;rdquo; abrange a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente sobre Res&amp;iacute;duos S&amp;oacute;lidos do Servi&amp;ccedil;o de Sa&amp;uacute;de, princ&amp;iacute;pio do Gerador-Pagador, elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do PGRS - Planode Gerenciamento de Res&amp;iacute;duos de Sa&amp;uacute;de, realidade brasileira e sul-mato-grossense sobre Res&amp;iacute;duos S&amp;oacute;lidos do Servi&amp;ccedil;o de Sa&amp;uacute;de, alternativas para manejo e destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o correta, e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es e tecnologias existentes no Mercado de Servi&amp;ccedil;os de Destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o Final de Res&amp;iacute;duos S&amp;oacute;lidos do Servi&amp;ccedil;o de Sa&amp;uacute;de. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para participar, os interessados podem se inscrever pelo e-mail: gexcrfms@crfms.org.br. Basta apenas enviar o nome completo e o n&amp;uacute;mero de inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CRF/MS. Para os acad&amp;ecirc;micos &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio o nome completo, Registro Acad&amp;ecirc;mico e Institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Pela participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; emitido certificado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para outras informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, acesse www.crfms.org.br ou entre em contato pelos telefones 3325-8090 ou 9256-6171.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/r13EE6sBYYY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Assessora de Imprensa do CRF/MS</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 13:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52366</feedburner:origLink></item><item><title>Antibióticos voltam a ter crescimento de vendas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/spcS4bluUqU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A venda de antibi&amp;oacute;ticos registrada em mar&amp;ccedil;o deste ano voltou ao mesmo patamar de outubro de 2010, quando a Anvisa (Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria) passou a exigir a reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da receita. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A medida provocou a queda imediata nas vendas. Nos &amp;uacute;ltimos meses, por&amp;eacute;m, o crescimento da sa&amp;iacute;da de antibi&amp;oacute;ticos foi maior que o total do mercado, diz estudo do sindicato de ind&amp;uacute;strias do ramo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foram vendidas 8,7 milh&amp;otilde;es de caixas de antibi&amp;oacute;tico em outubro de 2010, quando a Anvisa anunciou a nova regra para a compra. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ap&amp;oacute;s queda de quase 31% nas vendas, registrada entre o m&amp;ecirc;s do an&amp;uacute;ncio e fevereiro de 2011, elas voltaram a crescer, chegando a 8,65 milh&amp;otilde;es de caixas em mar&amp;ccedil;o de 2012. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A sa&amp;iacute;da de antibi&amp;oacute;ticos desde fevereiro de 2011 cresceu 43,4%, contra 35,5% do mercado total de medicamentos. &lt;br /&gt;
A pesquisa &amp;eacute; do Sindusfarma (Sindicato da Ind&amp;uacute;stria de Produtos Farmac&amp;ecirc;uticos no Estado de S&amp;atilde;o Paulo) com dados da consultoria IMS Health, feita a pedido da Folha. Os dados se referem a farm&amp;aacute;cias (excluem o que &amp;eacute; vendido para hospitais e governos). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Nelson Mussolini, vice-presidente executivo do sindicato, o levantamento mostra que ningu&amp;eacute;m toma rem&amp;eacute;dio de que n&amp;atilde;o precisa. &amp;quot;At&amp;eacute; a automedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; feita com certa responsabilidade.&amp;quot; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A obrigatoriedade da reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receita foi defendida pelo governo e por m&amp;eacute;dicos como uma forma de reprimir o uso indiscriminado. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o presidente da SBIm (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Imuniza&amp;ccedil;&amp;otilde;es), Renato Kfouri, a volta das vendas ao patamar de 2010 surpreende. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;A percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se tinha &amp;eacute; que esse controle geraria a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do uso indiscriminado. Esse n&amp;iacute;vel surpreende, mesmo descontado o crescimento do mercado.&amp;quot; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o epidemiologista Pedro Tauil, da UnB, os n&amp;uacute;meros tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o uma surpresa. &amp;quot;Ou h&amp;aacute; fornecimento de antibi&amp;oacute;ticos sem receita ou est&amp;aacute; havendo aumento das prescri&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;quot; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os n&amp;uacute;meros, diz, refor&amp;ccedil;am a import&amp;acirc;ncia da restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;quot;A medida partiu para atacar o abuso que gerou maior possibilidade de resist&amp;ecirc;ncia [bacteriana aos rem&amp;eacute;dios].&amp;quot; O uso incorreto dos medicamentos acaba selecionando bact&amp;eacute;rias mais resistentes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, afirma que uma explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o poss&amp;iacute;vel &amp;eacute; o grande crescimento do mercado entre 2010 e 2011. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra, diz, &amp;eacute; uma confus&amp;atilde;o sobre a nova forma da prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ainda no fim de 2010, o que pode ter feito as vendas ca&amp;iacute;rem mais que o normal nos primeiros meses da medida. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;ANTI-INFLAMAT&amp;Oacute;RIOS &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de farmac&amp;ecirc;uticos de que as pessoas trocariam os antibi&amp;oacute;ticos por anti-inflamat&amp;oacute;rios para fugirem da necessidade de receita n&amp;atilde;o se confirmou nesse estudo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos dois primeiros meses ap&amp;oacute;s o an&amp;uacute;ncio da Anvisa, houve um aumento da venda de anti-inflamat&amp;oacute;rios ligeiramente superior ao do mercado, mas n&amp;atilde;o se manteve. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/spcS4bluUqU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 13:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52365</feedburner:origLink></item><item><title>Medicamentos a base de água do mar devem ter registro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/bqt1JluyAlo/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Os produtos a base de água do mar são matrizes complexas compostas de diversos oligoelementos cuja principal função é a limpeza da fossa nasal por meio do descongestionamento tópico. Essa atividade ocorre principalmente devido à presença de cloreto de sódio em soluções isotônicas ou hipertônicas. Tendo em vista essa característica, este tipo de produto está sujeito às normas de vigilância sanitária conforme Lei nº 6360/1976.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma, devem ser registrados como medicamentos junto à Coordenação de Medicamentos Fitoterápicos e Dinamizados (COFID) na Gerência Geral de Medicamentos, conforme resolução RDC nº 24/2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As empresas devem cumprir o Artigo 12 da Lei nº 6360/1976 que refere &amp;ldquo;Nenhum dos produtos de que trata esta Lei, inclusive os importados, poderá ser industrializado, exposto à venda ou entregue ao consumo antes de registrado no Ministério da Saúde&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/bqt1JluyAlo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>portal.anvisa.gov.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 10:55:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52143</feedburner:origLink></item><item><title>Nova medicação para disfunção erétil é aprovada pela FDA</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/cw2PjMnUrCI/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Uma medicação que pode trazer efeitos mais rápidos que o Viagra acaba de ser aprovada pela FDA (Food and Drug Administration), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, na última sexta-feira (28). As informações são do site do jornal americano USA Today. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Stendram, produzido pela empresa Vivus, pertence à mesma categoria de remédios como o Viagra, produzido pela Pfizer; Cialis, da Eli Lilly; e Levitra, da GlaxoSmithKline e Bayer. Todos eles inibem a mesma enzima, PDE5, e trabalham para o aumento do fluxo sanguíneo na região do pênis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerca de 30 milhões de homens têm disfunções de ereção - que envolvem dificuldades em tê-la ou mantê-la - segundo informações da FDA. A aprovação pelo órgão expande as opções de tratamento para pacientes impotentes, em consulta com o médico, "para que escolham pelo tratamento mais apropriado", disse, em comunicado, Victoria Kusiak, da FDA. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O comunicado diz anda que os pacientes são instruídos a tomar o Stendra 30 minutos antes da atividade sexual. No entanto, estudos têm mostrado que o remédio começa a fazer efeito em apenas 15 minutos, o que o torna ainda mais rápido do que as outras drogas - que se tornam ativas entre 30 e 60 minutos (embora não tenham sido diretamente comparadas em estudos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nova droga vem com as mesmas advertências das demais: 2% dos pacientes em testes com o Stendra demostraram efeitos colaterais como dor de cabeça, vermelhidão facial e congestionamento nasal, segundo a FDA. Em casos mais raros, os pacientes podem acabar mantendo a ereção por mais de quatro horas. Problemas com visão e audição também podem vir a ocorrer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, assim como as demais drogas, ele não funciona para todo mundo. Em testes com a medicação, 57% dos homens com disfunções eréteis diversas, e 40% de homens diabéticos, foram capazes de ter relações bem-sucedidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o próximo ano, a expectativa é de que as vendas com o Stendra alcancem os US$ 68 milhões, de acordo com a agência Bloomberg. O Viagra, que lidera o topo das vendas no segmento, bateu US$ 2 milhões em vendas no ano passado. Enquanto isso, a empresa Vivus aguarda outra aprovação da FDA para outro de seus produtos - uma pílula para perda de peso chamada Qnexa. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/cw2PjMnUrCI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 10:53:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52142</feedburner:origLink></item><item><title>Alcoólatras agora têm remédio</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/lN30-yZFPys/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Autoridades da Agência Sanitária Francesa (AFSSAPS, na sigla em francês) aprovaram o uso da droga Baclofen, originalmente criada para combater espasmos nervosos, para tratar o alcoolismo, seguindo um protocolo de caso para caso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo as autoridades francesas, o Baclofen &amp;ndash; nome de laboratório para os remédios Kemstro, Lioresal e Gablofen &amp;ndash; não se mostrou totalmente eficiente contra o alcoolismo, mas conseguiu &amp;ldquo;alguns resultados clínicos positivos em alguns pacientes&amp;rdquo; e pode se tornar um medicamento para alcoolismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história da droga remete à 50 anos atrás. Ela foi originalmente concebida para tratar casos de epilepsia, mas só recebeu licença para ser utilizada em tratamentos contra espasmos. Mas novos interesses surgiram em 2008, com o lançamento do livro &amp;ldquo;Le Dernier Verre&amp;rdquo; (A Última Bebida, em tradução livre), do cardiologista Olivier Ameisen, que tratou seu alcoolismo com altas doses de Baclofen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, a agência francesa fez uma pesquisa, liderada por Philippe Jaury, da Universidade de Paris-Descartes, com 132 alcoólatras graves, que receberam altas doses de Baclofen durante um ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados mostraram que 8% se tornaram abstinentes ou alcoólatras moderados. Em comparação, duas drogas comumente usadas no combate ao alcoolismo &amp;ndash; naltrexona e acamprosato &amp;ndash; conseguiram taxas de sucesso de até 25%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os efeitos colaterais constatados foram apenas fatiga, insônia, tontura e problemas digestivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, mais pesquisas precisam ser feitas e Jaury já tem seus voluntários. Ele reuniu 320 alcoólatras e os dividirá em dois grupos a partir de maio. Um grupo receberá Baclofen, em doses progressivas, enquanto outro grupo receberá placebo. Vamos esperar pelos resultados! &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/lN30-yZFPys" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 10:51:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52141</feedburner:origLink></item><item><title>Dilma deve vetar venda de remédios em supermercados, diz ministra</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/0LWkWMCxBaI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A ministra das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou nesta quinta-feira (26) que a presidente da Rep&amp;uacute;blica, Dilma Rousseff, dever&amp;aacute; vetar o artigo da medida provis&amp;oacute;ria 549/11, aprovada pelo Senado, que autoriza a venda de medicamentos que n&amp;atilde;o exigem prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dica em supermercados, armaz&amp;eacute;ns, emp&amp;oacute;rios, lojas de conveni&amp;ecirc;ncia e similares.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;N&amp;atilde;o tem acordo sobre isso [venda de rem&amp;eacute;dios] e eu acredito que o posicionamento mais prov&amp;aacute;vel seja de veto&amp;quot;, afirmou a ministra. A regra sobre rem&amp;eacute;dios foi inserida durante a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na C&amp;acirc;mara dos Deputados, e agora a medida provis&amp;oacute;ria volta para san&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Presid&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A MP foi aprovada nesta quarta (25) pelos senadores e tinha como objeto principal a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal de PIS/Pasep e Cofins para 22 produtos destinados a portadores de defici&amp;ecirc;ncia f&amp;iacute;sica. O relator foi o senador Romero Juc&amp;aacute; (PMDB-RR), ex-l&amp;iacute;der do governo no Senado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O l&amp;iacute;der do PT no Senado, senador Humberto Costa (PT-PE), ex-ministro da Sa&amp;uacute;de, afirmou em plen&amp;aacute;rio que vai pedir para a presidente Dilma vetar esta parte do projeto. &amp;quot;Mesmo sendo rem&amp;eacute;dio sem restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dica tem de ser restrito a drogarias&amp;quot;, disse o senador.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O texto da medida afirma que deve ser levada em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria (Anvisa) de produtos comercializ&amp;aacute;veis sem precisar de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Anvisa informou, por meio da assessoria de imprensa, que ainda n&amp;atilde;o possui avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a possibilidade de criar uma resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que regulamente a venda de medicamentos em locais que n&amp;atilde;o sejam farm&amp;aacute;cias. Esses estabelecimentos s&amp;atilde;o os &amp;uacute;nicos para a venda autorizados atualmente.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/0LWkWMCxBaI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 19:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52107</feedburner:origLink></item><item><title>Cientistas questionam poder dos antioxidantes na prevenção ao câncer</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/J5v0rzn_cBU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores americanos advertiram que a ação dos suplementos antioxidantes na prevenção ao câncer não foi comprovada cientificamente, afirmando, inclusive, que seu consumo poderia ser contraproducente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo uma equipe de cinco cientistas liderada por María Elena Martínez, da Universidade de San Diego (Califórnia, EUA.), os supostos benefícios anticancerígenos de suplementos como o betacaroteno ou das vitaminas C e E são "em sua maioria um mito".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em um artigo publicado na última quinta-feira (26) na revista britânica Journal of the National Câncer Institute, os especialistas assinalam que estas substâncias poderiam produzir efeitos biológicos capazes de gerar um câncer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O consumo de antioxidantes se generalizou desde que os mesmos se popularizaram como alimentos capazes de retardar o envelhecimento e prevenir doenças como o câncer, já que poderiam ter um papel importante no processo de oxidação das células.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, segundo Martínez, as pessoas estão sendo "enganadas pelas mensagens dos fabricantes de suplementos", que sublinham os benefícios de seus produtos para a saúde, principalmente a prevenção do câncer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A suposição de que qualquer suplemento dietético é seguro sob qualquer circunstância e em qualquer quantidade não são sustentadas cientificamente", ressaltou Martínez.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos últimos anos, inúmeros estudos feitos em animais apoiaram a teoria de que estes suplementos poderiam reduzir o risco do desenvolvimento de um câncer, mas suas conclusões ainda não foram confirmadas em testes aleatórios, a "prova de ouro" na &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, argumentou Martínez.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Só um pequeno número de suplementos foi submetido a este tipo de prova, sendo que alguns estudos científicos concluíram que, de fato, o risco de se desenvolver um câncer aumentou após o consumo desses antioxidantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A ingestão de antioxidantes exógenos pode ser uma faca de dois gumes. Na verdade, estes componentes poderiam gerar um efeito contrário (pró-oxidante) e interferir em alguns processos protetores do organismo, como a indução de apoptose", afirmaram os pesquisadores no artigo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A apoptose, conhecida como morte celular programada, é um processo em que as células problemáticas provocam sua própria morte.&lt;br /&gt;
Diversos estudos experimentais demonstraram que os diferentes tecidos do organismo respondem de maneira diferente a cada um dos nutrientes e, por isso, "um antioxidante associado à prevenção do câncer poderia causar um dano em outros", conclui o artigo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/J5v0rzn_cBU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>noticias.uol.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 19:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52106</feedburner:origLink></item><item><title>Tipo de malária comum na África apresenta resistência a medicamentos, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/PjKSrp37Qio/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo, divulgado na publicação de saúde Malaria Journal, mostra que o mosquito transmissor da malária na África apresenta, em testes de laboratório, resistência a medicamentos fortes disponíveis. O alerta dos especialistas é que há ameaças de perda de eficácia dos tratamentos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 655 mil pessoas morreram em 2010 por malária, que é a quinta principal causa de morte nos países subdesenvolvidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Especialistas britânicos observaram que o parasita Plasmodium falciparum resiste ao arteméter (medicamento utilizado no combate à malária). Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 28 pacientes contaminados. Em 11 casos, houve resistência ao medicamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pacientes examinados contraíram a doença durante viagem a países africanos. A região que mais sofre com a malária é a África Subsaariana. Para os pesquisadores, a resistência ao tratamento foi causada por mutações genéticas no parasita, transmitido por picadas de mosquitos infectados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O parasita Plasmodium falciparum é responsável por 90% das mortes por malária. Na África Subsaariana, ocorrem 90% das mortes por malária ocorridas anualmente em todo o mundo. Em Moçambique na última quinta-feira (26), foi localizado o corpo do brasileiro Marcelo Tosin Furlanneto, de 23 anos, em Lamego, na província de Sofala, na região central do país.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A suspeita, segundo os investigadores, é que Furlanneto tenha morrido em decorrência de complicações causadas pela malária. De acordo com amigos do brasileiro, ele se queixou de dores de cabeça nos dias anteriores à sua morte. O corpo dele deve ser transportado neste sábado (28) para o Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/PjKSrp37Qio" height="1" width="1"/&gt;</description><author>noticias.uol.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 19:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52105</feedburner:origLink></item><item><title>Antidepressivos fazem mal à saúde e podem causar morte precoce</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/jOIiTm22wYk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Antidepressivos são vilões da saúde. De acordo com um estudo da McMaster University, os benefícios destes medicamentos não compensam seus possíveis riscos, que incluem até mesmo a morte prematura em pacientes idosos. As informações são do jornal Daily Mail.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Os antidepressivos servem para aliviar os sintomas de depressão e, para isso, eles elevam os níveis de serotonina no cérebro, o que melhora o humor e a disposição. No entanto, boa parte de serotonina que o corpo produz é usada para outros fins, incluindo a digestão, formação de coágulos de sangue em locais com feridas, reprodução e desenvolvimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo pesquisa publicada no jornal Frontiers in Psychology, estes, medicamentos tiveram efeitos negativos sobre a saúde de todos os processos normalmente regulados pela serotonina. Isto incluiu um maior risco de problemas de desenvolvimento em crianças, problemas com a função sexual, problemas digestivos, sangramento anormal e acidente vascular cerebral em idosos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Precisamos ser muito mais cautelosa sobre o uso disseminado dessas drogas. É importante porque milhões de pessoas são prescritos antidepressivos a cada ano, pensando que essas drogas são seguras e eficazes", alertou o líder do estudo e biólogo Paul Andrews.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/jOIiTm22wYk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 19:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52018</feedburner:origLink></item><item><title>Uso excessivo de analgésicos pode transformar a dor simples em crônica</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/XKU7md5MhL0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A sociedade contemporânea e sua lógica de bem-estar relacionada ao consumo nos leva a uma vida agitada e corrida em que o tempo é uma matéria-prima cada vez mais escassa e valiosa. Nossos hábitos e nossa rotina confluem sempre para que economizemos tempo, de forma que ele sobre para outra tarefa. Ao ficarmos sobrecarregados, nosso corpo dá sinais de que algo não está caminhando como deveria, seja por stress ou qualquer outra patologia que esteja se desencadeando em nosso organismo. Esses sinais vêm em formade dores que atingem, por exemplo, a cabeça e a coluna, e levam muitas pessoas ao automedicamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Antiinflamatórios e analgésicos, classificados  simples pelos médicos, como o ácido acetilsalicílico, a dipirona e o paracetamol são os mais consumidos. Esses remédios são facilmente comprados em qualquer &lt;a href="http://www.portalfarmacia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;farmácia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; brasileira, pois não requerem prescrição médica. O problema é que esses remédios têm efeito paliativo e só servem para tratar o sintoma. É o que explica o neurocirurgião e professor adjunto de Neurocirurgia do Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas, Alexandre Amaral:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O episódio inicial da dor é um sinal de alerta que o nosso corpo nos dá, ou porque estamos tensos, ou por alguma dilatação venosa na cabeça causada por um stress. Quando fazemos a automedicação e tomamos um analgésico estamos ignorando a mensagem que o nosso corpo estava dando de que algo não ia bem&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Amaral, este procedimento dá origem a uma série de doenças, entre elas, a chamada dor crônica. Ao ignorar o sintoma inicial da dor comum, que era apenas um sinal, abrimos espaço, com a automedicação, para ela se tornar uma patologia, pois adiamos a procura pela causa do primeiro incômodo. E os riscos oferecidos pelo consumo de analgésicos em excesso, vão além: depois de tomar uma determinada dosagem de remédiopor um tempo, ela deixa de fazer efeito e, naturalmente, a pessoa que sente dor e está acostumada a se automedicar passa a tomar uma dosagem maior da medicação. Se antes tomava um comprimido, passa a tomar dois, depois três. O que muita gente não sabe é que esse procedimento pode desencadear lesões estomacais e sangramentos, além de provocar náuseas e vômitos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É o que aponta a pesquisa de Décio Chinzon, professor de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Os dados indicam que 41,2% das pessoas que procuraram o pronto-atendimento da USP, com dores de estômago, azia, vômitos, sangramento no intestino e lesões graves apresentavam estes sintomas devido à automedicação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Não por acao, existe um tipo de dor de cabeça denominada cefaleia crônica diária que por muito tempo foi chamada de dor de cabeça por abuso de uso de analgésicos. Em 2011, o Dr. Alexandre Amaral realizou uma pesquisa com pacientes no Rio de Janeiro para averiguar como as pessoas tomam a decisão de se automedicar. De acordo com os resultados, 40% dos entrevistados se baseavam em prescrições anteriores; e 51% em sugestões de pessoas não qualificadas profissionalmente para fazer diagnósticos como amigos e farmacêuticos. A dor de cabeça foi a principal doença tratada com automedicação, seguida de infecções respiratórias como a gripe.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em todo o mundo, antiinflamatórios e analgésicos simples como a dipirona, ácido acetilsalicílico e paracetamol são os mais consumidos; seguidos pelos antiinflamatorios não hormonais como o diclofenato potássico, que começam a ser controlados no Brasil pela exigência de apresentação da receita médica; e antirreumáticos como a nimesolina.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A pesquisa mostra que o principal motivo para as pessoas não conseguiram se desfazer da automedicação é a falta de acesso à saúde, mesmo que elas tenham acesso ao plano privado. Isso, na minha interpretação, indica que falta uma boa conversa entre o paciente e seu médico, ou seja, que a motivação da dor não foi bem explicada ao paciente e, por isso, ele a trata com uma analgesia simples quando, na verdade, deveria tratar com prevenção. Além disso, a facilidade em adquirir estes remédios pode colaborar para o seu consumo exacerbado e suas consequências&amp;rdquo;, ressalta Alexandre Amaral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os critérios utilizados para determinar os remédios que necessitam ou não de receita são científicos. Todos os anos, a agência atualiza a portaria 344, que define a lista dos medicamentos sujeitos a controle especial, com receita retida. Esse controle incide sobre medicamentos que causam dependência ou produzem efeitos no organismo que precisam ser bem monitorados, como a talidomida, capaz de alterar o desenvolvimento embrionário. E a fiscalização da retenção das receitas médicas para determinados medicamentos é feita em auditorias, por empresas privadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para amenizar o problema, que assola não só os brasileiros, Amaral implantou no Rio de Janeiro um método, que segue a orientação mundial, chamado conversador. A ideia é educar o paciente e fazê-lo entender que a melhor forma de tratá-lo é entendendo o processo que gera sua dor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Além disso, fazemos um trabalho para sensibilizar as instituições municipais, estaduais e federais para que as pessoas saibam que a analgesia aumenta a cronificação da dor, e que é muito mais barato e eficaz prevenir as causas da dor crônica do que deixar os pacientes se empanturrarem de analgésicos simples&amp;rdquo;, reforça Amaral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para isso, ele indica um tratamento multidisciplinar que engloba acupuntura, &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, atendimento psicológico e medicamentos específicos (não analgésicos) para a eficácia da cura.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/XKU7md5MhL0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 19:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52017</feedburner:origLink></item><item><title>Senado aprova venda de medicamentos em supermercados e põe saúde da população em risco</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/pHbxCF0h9uA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O perigo relacionado à venda de medicamentos em supermercados volta a rondar a população brasileira. O Plenário do Senado acaba de aprovar o Projeto de Lei de conversão 7/2012, decorrente da Medida Provisória (MP) 549/2011, facultando a comercialização de MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição), em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência. &amp;ldquo;Estamos perplexos, diante de um retrocesso tão grande que, certamente, colocará em risco a saúde dos brasileiros&amp;rdquo;, declarou o Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João. A sua esperança está no veto presidencial. &amp;ldquo;Acreditamos no bom senso da Presidenta Dilma Rousseff&amp;rdquo;, declarou.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A MP 549/11 isenta do pagamento do PIS/Pasep e Cofins 22 produtos destinados a pessoas com deficiência. Quando esteve, na Câmara, a MP ganhou um dispositivo do Deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), autorizando a venda de medicamentos fora das farmácias e drogarias. Naquela Casa legislativa, o texto de Mabel foi rejeitado por 246 votos a 81 e duas abstenções.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No Senado, onde foi votada e aprovada, hoje (25.04.12), às 17h53, a matéria levou a denominação de MP 549-B. A decisão dos senadores, de acordo com o Presidente do CFF, é &amp;ldquo;perniciosa&amp;rdquo;. Segundo ele, medicamento não é uma mercadoria qualquer que possa ser oferecida ao público, sem nenhum controle sanitário. &amp;ldquo;A decisão do Senado é uma indução à automedicação e ao uso irracional desses produtos&amp;rdquo;, alertou Walter Jorge.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas ponderou que os Senadores podem não ter sido bem orientados, ou não tiveram tempo para conhecer a matéria em sua inteireza, vez que a Medida Provisória traz como foco a isenção da carga tributária para produtos dirigidos a pessoas com deficiência, o que, de fato, tem um grande alcance social. &amp;ldquo;O problema é que, no meio da MP, foi incluída a venda de medicamentos em supermercados, o que eu inclusive considero um aditivo fora de contexto e que, certamente, não foi observado pelos Senadores&amp;rdquo;, previu Walter Jorge.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A preocupação do Conselho Federal de Farmácia é quanto aos perigos a que será exposta a população. Dr. Walter Jorge observa que o brasileiro já figura entre os povos que mais se automedicam, situação que gera um alto número de intoxicações medicamentosas. &lt;br /&gt;
Vender medicamentos isentos de prescrição, em estabelecimentos não identificados com a saúde, fora do controle sanitário e na ausência do farmacêutico, responsável pela orientação sobre o uso correto desses produtos, segundo o dirigente do CFF, só tem uma explicação: atender ao interesse econômico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Walter Jorge lembra que, há mais de 20 anos, o setor supermercadista vem pressionando o Legislativo e o Governo, com vistas a obter autorização para comercializar medicamentos, com vistas a aumentar a sua margem de lucro. &amp;ldquo;Será uma farra do interesse em cima da saúde do povo brasileiro, que passará a comprar medicamento a rodo, motivado por campanhas publicitárias do tipo leve três e pague dois. Mas temos uma grande esperança em que a Presidente Dilma Rousseff vete essa aberração, sob pena de o Governo perder o controle no setor de saúde&amp;rdquo;, advertiu o Presidente do CFF.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra advertência de Dr. Walter Jorge dirigida à população é quanto ao &amp;ldquo;mito&amp;rdquo; de que medicamentos isentos de prescrição não fazem muito mal. Ele declara: &amp;ldquo;Não há um único medicamento que não possa provocar reação adversa, em maior ou menor grau.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Presidente do CFF lembrou, ainda, que o País está discutindo a logística reversa cujo objetivo é descartar corretamente os medicamentos. É uma ação na qual as farmácias têm um papel preponderante, vez que o descarte seria feito pelos usuários dos produtos, nos estabelecimentos farmacêuticos que, por sua vez, promoveriam a destinação final. &amp;ldquo;Agora, imagine o leitor se uma mercearia vai promover o descarte correto de medicamentos&amp;rdquo;, ironizou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dr. Walter Jorge adiantou que irá procurar as autoridades sanitárias e as lideranças farmacêuticas, com vistas a desencadear medidas urgentes que levem ao veto presidencial. &amp;ldquo;Todas as autoridades sanitárias, profissionais da saúde e sociedade estarão unidos em favor do veto presidencial, porque o maior interesse a se defender é o da preservação da saúde da população&amp;rdquo;, previu o Presidente do CFF.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/pHbxCF0h9uA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cff.org.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 19:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=52016</feedburner:origLink></item><item><title>Produção de remédio com transferência de tecnologia terá regras </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/0mf55vUgd1I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Três anos após o início do programa que transfere &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de empresas privadas para fabricação de medicamentos em laboratórios públicos, o Ministério da Saúde vai publicar uma portaria que regulamenta essas transações, dando critérios para avaliar se as parcerias estão sendo cumpridas ou não. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No documento, que o governo ainda não divulgou, constarão regras para as instituições públicas e privadas que participam das chamadas PDPs (Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A falta de regulamentação e a estrutura deficiente em alguns laboratórios públicos são as principais queixas das farmacêuticas, que, em troca das volumosas compras do governo, cada vez mais concordam em transferir a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de fabricação ao país. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dos 18 laboratórios públicos, oito não têm o certificado de boas práticas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Sem ele, não é possível criar ou renovar o registro de remédios no Brasil. Um deles, o Bahiafarma, consta como desativado no registro da agência. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ausência da certificação também costuma ser fator de impedimento para a compra em várias licitações. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Esses acordos não foram acompanhados de investimento na estrutura dos laboratórios públicos" diz Antônio Britto, presidente da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), que reúne as fabricantes de 80% dos medicamentos de referência no país. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, diz que o programa tem problemas, mas considera "satisfatórios" os resultados. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o ministério, o governo federal investirá, em 2012, R$ 250 milhões em infraestrutura e qualificação dos laboratórios nacionais. Até 2014, a pasta diz que vai investir R$ 1 bilhão. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Nós não hesitaremos em rever os acordos que não estiverem sendo cumpridos pelos laboratórios públicos", diz Gadelha. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;SETE MEDICAMENTOS JÁ SÃO FABRICADOS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Das 34 parcerias firmadas desde 2009, sete medicamentos já estão em produção: o antirretroviral tenofovir, os antipsicóticos clozapina, quetiapina e olanzapina, a toxina botulínica, o imunossupressor tacrolimo e a rivastigmina, usada no tratamento de Alzheimer. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por ano, são gastos R$ 4 bilhões em compras públicas de remédios e outros gastos médicos. O governo espera economizar até R$ 1,7 bilhão ao ano com o resultado das parcerias. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dos acordos assinados até agora, quase 53% estão concentrados em duas instituições. A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) participa de 11 e o Lafepe (Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco), de sete projetos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Os laboratórios com mais estrutura estão sobrecarregados. Eles são muito bons, mas não podem dar conta de tudo", diz Antônio Britto, presidente da Interfarma. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério da Saúde rebate a crítica. "Os laboratórios não estão sobrecarregados. Pelo contrário, esse programa tem uma perspectiva de desenvolvimento regional muito interessante. Há um movimento forte de renascimento de laboratórios públicos, que estavam acabando na década de 1990", afirmou Carlos Gadelha, secretário de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos da pasta. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O presidente do Lafepe, Luciano Vasquez, diz que a instituição está dando conta de todos os acordos. E que ainda há margem para novas parcerias. "A transferência de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; está proporcionando um intercâmbio muito positivo", avalia ele. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hayne Felipe, diretor de Farmanguinhos, um dos laboratórios da Fiocruz, também diz que a instituição está bem, mesmo com vários projetos acordados. "Está tudo indo bem", diz ele. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/0mf55vUgd1I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 15:51:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=51932</feedburner:origLink></item><item><title>Remédio inibe reprodução do vírus do herpes e pode evitar lesões na pele</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/B309WapfbDM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O herpes faz pelo menos 640 mil novas v&amp;iacute;timas todo ano no Brasil. Para ser transmitido, o v&amp;iacute;rus precisa apenas de alguns segundos de contato entre uma pessoa e outra. Depois do cont&amp;aacute;gio, n&amp;atilde;o tem mais volta: voc&amp;ecirc; vai carreg&amp;aacute;-lo pelo resto da vida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Diferente do v&amp;iacute;rus HIV, que n&amp;atilde;o &amp;eacute; transmitido apenas pelo contato, o do herpes pode ser passado apenas atrav&amp;eacute;s de um beijo. A doen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o tem cura, mas se a pessoa tiver o sistema imunol&amp;oacute;gico forte, consegue evitar novas crises e les&amp;otilde;es. Al&amp;eacute;m disso, o medicamento na hora certa pode evitar tamb&amp;eacute;m o surgimento das feridas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na primeira vez que o herpes aparece, a les&amp;atilde;o vem com muito mais for&amp;ccedil;a porque pega o sistema imunol&amp;oacute;gico despreparado. O v&amp;iacute;rus &amp;eacute; uma amea&amp;ccedil;a que o corpo n&amp;atilde;o conhece, portanto n&amp;atilde;o consegue impedir e demora a se defender, deixando o organismo mais vulner&amp;aacute;vel. Nas pr&amp;oacute;ximas infec&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o corpo se acostuma e consegue amenizar as les&amp;otilde;es com uma defesa mais eficaz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A doen&amp;ccedil;a tamb&amp;eacute;m pode ser transmitida da m&amp;atilde;e com herpes genital para o beb&amp;ecirc; no caso de um parto normal. Nesse caso, &amp;eacute; fundamental a cirurgia de ces&amp;aacute;ria para evitar o cont&amp;aacute;gio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o infectologista, Dr. Caio Rosenthal, o v&amp;iacute;rus pode ser transmitido mesmo que a pessoa n&amp;atilde;o tenha a les&amp;atilde;o aparente, mas no caso das les&amp;otilde;es, &amp;eacute; mais perigoso e &amp;eacute; preciso cuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quem tem o v&amp;iacute;rus, &amp;eacute; importante cortar do card&amp;aacute;pio alimentos salgados e &amp;aacute;cidos, como batata, pipoca, laranja, suco de lim&amp;atilde;o e vinagre. Esses alimentos podem irritar ainda mais a herpes e aumentar a dor. H&amp;aacute; tr&amp;ecirc;s tipos da doen&amp;ccedil;a: o herpes labial, o genital e o zoster.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Herpes labial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O sol aumenta o risco de les&amp;otilde;es da doen&amp;ccedil;a, portanto &amp;eacute; importante utilizar protetores labiais para evitar as crises. Se voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; est&amp;aacute; com a ferida, evite passar os protetores porque eles podem irritar ainda mais os l&amp;aacute;bios, aumentar a les&amp;atilde;o e at&amp;eacute; espalhar o v&amp;iacute;rus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Herpes genital&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A camisinha pode ajudar a evitar a transmiss&amp;atilde;o do herpes genital. Ela n&amp;atilde;o &amp;eacute; 100% segura porque protege apenas o p&amp;ecirc;nis e a vagina, enquanto o v&amp;iacute;rus pode se espalhar pela virilha. O ideal mesmo evitar sexo quando h&amp;aacute; les&amp;otilde;es, at&amp;eacute; porque pode causar ardor e inc&amp;ocirc;modo no local.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Herpes zoster&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;Eacute; um tipo mais raro de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da doen&amp;ccedil;a e acontece quando h&amp;aacute; uma reativa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;iacute;rus da catapora, o v&amp;iacute;rus varicella-zoster (VVZ). Isso acontece porque, depois de ter a catapora, o v&amp;iacute;rus n&amp;atilde;o &amp;eacute; completamente eliminado do corpo e fica em estado de lat&amp;ecirc;ncia. Quando adulta, a pessoa pode ter a eclos&amp;atilde;o do herpes zoster.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por algum motivo como estresse, mudan&amp;ccedil;a hormonal ou imunossupress&amp;atilde;o, o v&amp;iacute;rus da catapora se reativa, levando ao aparecimento de ves&amp;iacute;culas em zonas muito dolorosas -- alguns pacientes n&amp;atilde;o aguentam nem o vento nessas &amp;aacute;reas. Al&amp;eacute;m de coceira e ardor, esse v&amp;iacute;rus tamb&amp;eacute;m pode causar dor de cabe&amp;ccedil;a, febre e mal-estar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando o herpes zoster surge, fica concentrada em um lado do corpo e n&amp;atilde;o chega a ultrapassar o meridiano central do corpo. Os locais mais comuns em que ela aparece s&amp;atilde;o: a regi&amp;atilde;o tor&amp;aacute;cica (53% dos casos), cervical (20%), do trig&amp;ecirc;meo (15%) e lombossacra (11%).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O aciclovir &amp;eacute; o principal rem&amp;eacute;dio para evitar o aparecimento das les&amp;otilde;es causadas pelo v&amp;iacute;rus da herpes. O medicamento n&amp;atilde;o mata o v&amp;iacute;rus, apenas impede sua reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A hora certa de passar o rem&amp;eacute;dio &amp;eacute; quando a pessoa come&amp;ccedil;a a sentir aquela sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coceira, calor e inc&amp;ocirc;modo localizados. Se aplicado em tempo, o rem&amp;eacute;dio inibe a reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;iacute;rus e evita a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ferimentos na camada mais superficial da pele.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Muita gente aplica o rem&amp;eacute;dio quando j&amp;aacute; est&amp;aacute; com a les&amp;atilde;o e isso &amp;eacute; errado porque, depois de 72 horas da fase do comich&amp;atilde;o e da coceira, o rem&amp;eacute;dio j&amp;aacute; perde quase que completamente sua efic&amp;aacute;cia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso da herpes zoster, tamb&amp;eacute;m podem ser aplicadas vacinas imunoestimulantes que diminuem a frequ&amp;ecirc;ncia e intensidade da doen&amp;ccedil;a. &amp;Eacute; importante procurar o m&amp;eacute;dico logo quando surge a doen&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/B309WapfbDM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 15:48:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=51930</feedburner:origLink></item><item><title>Aspirina pode reduzir em um terço risco de morte por câncer de intestino, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfarmacia/~3/SBjfKthf7Xg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pacientes de câncer no intestino que tomam aspirina podem reduzir em um terço o risco de morrer por causa da doença, acreditam especialistas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas eles dizem ser muito cedo para concluir que o medicamento deveria ser ministrado regularmente a pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outros estudos já apontaram para benefícios do analgésico no tratamento de outros tipos de câncer. Mas a droga também pode ter indesejáveis e perigosos efeitos, causando irritação estomacal e hemorragia interna em alguns pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo, publicado pelo "British Journal of Cancer", examinou 4.500 pacientes na Holanda. Todos receberam baixas doses diárias de aspirina -- 80mg ou menos --, também recomendadas a pessoas com doenças cardíacas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No estudo, que levou quase uma década, um quarto dos pacientes não usaram aspirina, um quarto apenas usou aspirina depois de ser diagnosticado com câncer e a metade restante tomou aspirina antes e depois do diagnóstico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maior parte dos pacientes que tomaram aspirina o fizeram para evitar doenças cardiovasculares, como enfarte e acidentes vasculares.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tomar aspirina por qualquer período depois do diagnóstico reduziu a chance de morte por câncer em 23%.&lt;br /&gt;
Os pacientes que tomaram doses diárias do medicamento por pelo menos nove meses depois do diagnóstico tiveram a chance de morrer por câncer reduzida em 30%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os que usaram aspirina apenas depois de diagnosticado o câncer de intestino apresentaram um maior impacto na redução de mortalidade.&lt;br /&gt;
Nos pacientes que tomaram a aspirina antes e depois do diagnóstico, a redução do risco de morte foi de apenas 12%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A razão para isso talvez seja o fato de que vários dos pacientes que já vinham tomando o analgésico sofriam de tipos de câncer particularmente agressivos, afirmam especialistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O pesquisador Gerrit-Jan Liefers, do Centro Medicinal da Universidade de Leiden, afirmou: 'Nosso trabalho soma-se a crescentes evidências de que a aspirina não apenas pode prevenir a ocorrência de câncer mas também impedir que a doença se espalhe'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele disse que a aspirina não deve ser vista como alternativa a outros tratamentos, como a quimioterapia, mas poderia ser útil como tratamento adicional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Recomendar, não&lt;br /&gt;
'É possível que pessoas mais velhas tenham outros problemas de saúde que não permitam a quimioterapia. Câncer de intestino é mais comum em pessoas mais velhas, então esses resultados poderiam ser um grande avanço no tratamento da doença, particularmente para este grupo. Mas precisamos de pesquisa adicional para confirmar isso.'&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele disse que o plano agora é fazer um teste aleatório controlado -- chamado 'Gold Standart Test' na pesquisa -- para verificar se a aspirina prevalece sobre uso de placebo junto ao mesmo grupo de idosos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sarah Lyness, da Cancer Research UK, disse: 'Este último estudo acrescenta evidências sobre os benefícios da aspirina. Mas ainda não chegamos ao ponto de recomendar que as pessoas tomem aspirina para reduzir o risco de câncer'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'Ainda há questões que precisamos responder sobre efeitos colaterais, como hemorragia interna, e sobre quais seriam os maiores beneficiados pelo uso da aspirina, quem poderia sofrer efeitos negativos e ainda que dose deveria ser ministrada'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'Qualquer um pensando em tomar aspirina para reduzir o risco de câncer deveria conversar com seu médico primeiro. Pessoas com câncer devem estar cientes de que a aspirina pode aumentar as chances de complicações antes de cirurgia ou outros tipos de tratamento, e devem discutir isso com o especialista'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'Enquanto isso, há outras formas de reduzir os riscos de câncer, como não fumar, beber menos álcool e manter um peso saudável'.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfarmacia/~4/SBjfKthf7Xg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 15:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/noticia_view.asp?id=51929</feedburner:origLink></item></channel></rss>

