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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Fisioterapia - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalfisioterapia.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>07/08/2012 03:11:13</lastBuildDate><qtdP>0</qtdP><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalfisioterapia" /><feedburner:info uri="portalfisioterapia" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Saiba como a fadiga pode influenciar nas lesões esportivas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/zuLVAZ1nD7o/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A corrida de rua mundialmente se tornou o &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; com maior crescimento em número de adeptos e eventos, mas como já sabemos isso traz para o &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; muita gente desinformada e praticantes de final de semana.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Podemos verificar alterações posturais na maior parte das pessoas e, se fizermos uma análise minuciosa, poderíamos até tentar prever possíveis lesões que cada indivíduo poderia desenvolver futuramente apenas pela relação entre as articulações. Isso porque existe uma biomecânica estudada e definida como ideal e tudo que foge deste ideal, teoricamente, poderia levar a uma lesão. Na prática não é bem assim. Prever uma lesão se torna algo como tentar prever uma queda da bolsa de valores, pois apesar dos analistas usarem todo seu conhecimento, teorias e analises de gráficos, ainda assim eles erram.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É imprescindível que as forças rotacionais e de impacto que passam pelas articulações sejam devidamente absorvidas. Qualquer força que sofra dissipação, ou seja, qualquer erro biomecânico pode gerar lesões em curto prazo, como tendinopatias, as famosas tendinites por excesso de uso e, em longo prazo, desgastes articulares como a artrose.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Podemos dizer neste caso, quando ocorre um desvio articular constante em um movimento repetitivo como na corrida, que há degradação do movimento. Esse fenômeno pode ocorrer com maior intensidade quando se corre no limite, pois o corpo já está exaurido e nesta hora é mais difícil para os músculos compensarem erros biomecânicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mais do que uma simples lesão - Portanto, quando falamos em lesões por fadiga não estamos falando apenas em lesões musculares, mas também processos crônicos que podem ser muito piores do que uma simples lesão muscular. Também temos que levar em consideração que é comum vermos pessoas com desvios articulares impressionantes que conseguem praticar &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; até a velhice, inclusive sem dor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Certamente podemos dar crédito para o lado psicossocial da dor, pois algumas vezes temos indivíduos com dor e nenhuma alteração em exames de imagem que justifiquem e, às vezes, indivíduos com alterações importantes com degenerações articulares e nenhuma dor. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/zuLVAZ1nD7o" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 15:09:00</pubDate><id>56208</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=56208</feedburner:origLink></item><item><title>A bola Bobath na pediatria para controle postural </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/d_BDCTPVW-Q/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Bobath é uma abordagem terapêutica e de reabilitação, desenvolvida para o tratamento de adultos, crianças e bebês, tendo como base à compreensão do desenvolvimento normal, utilizando todos os canais perceptivos para facilitar os movimentos e as posturas seletivas que aumentam a qualidade das funções.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Método Bobath trabalha com a facilitação do movimento, ou seja, solicita-se ajustamentos automáticos na postura, a fim de produzir reações automáticas de proteção, endireitamento e equilíbrio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A facilitação, então, baseia-se nas reações de endireitamento (são reações estático-cinéticas que estão presentes desde o nascimento e se desenvolvem, obedecendo a uma ordem cronológica) e nas reações de equilíbrio, a partir dos movimentos que produzem adaptações posturais possíveis para mantê-lo. Dentro da compreensão do movimento normal, incluindo a percepção, usa-se a facilitação de movimentos e posturas seletivas, objetivando-se um aprimoramento da qualidade de vida do paciente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para crianças, a correção de postura poderá ser facilitada quando utilizado o Método Bobath. Uma vez que a Fisioterapia se torna mais dinâmica e divertida, a criança realiza todos os exercícios propostos com grande satisfação!!!&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/d_BDCTPVW-Q" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 15:05:00</pubDate><id>56207</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=56207</feedburner:origLink></item><item><title>Hospital não pode substituir fisioterapeuta por auxiliar técnico</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/pezb4YjIRlw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Hospital de Clínicas de Porto Alegre não pode utilizar auxiliares técnicos no exercício de funções privativas de fisioterapeutas. A decisão é do juiz substituto da 3&amp;ordf; Vara Federal da Capital gaúcha, Enrique Feldens Rodrigues, em sentença proferida dia 24 de julho. Em caso de descumprimento, a multa diária foi fixada em  R$ 10 mil. O valor será revertido para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos. Cabe recurso junto ao Tribunal Federal da 4&amp;ordf; Região.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo Ministério Público Federal contra o hospital com base em denúncia encaminhada pelo Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Conforme o Crefito, fiscalizações feitas no hospital nos anos de 2004, 2006 e 2008 constataram que atividades típicas da profissão de fisioterapeuta estariam sendo exercidas por &amp;ldquo;auxiliares de serviços terapêuticos&amp;rdquo;, sem formação específica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o hospital, as tarefas executadas seriam de menor complexidade, contando com a supervisão de profissionais da área e de médicos fisiatras. Um acordo fechado com o Conselho teria acertado, ainda, a substituição dos auxiliares por fisioterapeutas à medida que aqueles forem se aposentando &amp;mdash; o que já estaria ocorrendo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O MPF sustentou que os assistentes estariam fazendo &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; respiratória e motora nos pacientes, além de operarem aparelhos como o de cinesioterapia. Em suas alegações, afirmou que a lei atribui somente ao fisioterapeuta e ao terapeuta ocupacional, profissionais de nível superior e com formação específica, o emprego de terapias de ordem física.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em sua decisão, o juiz entendeu que houve esforço do Hospital de Clínicas em adequar a composição e a atuação de suas equipes à legislação. Afirmou, entretanto, que o conjunto probatório demonstrou &amp;ldquo;o apego à tentativa de cingir, à margem das normas que regulamentam a atividade de fisioterapeuta, as funções consideradas simples daqueles consideradas complexas&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele julgou procedente o pedido do MPF, determinando ao hospital a interrupção do exercício de funções privativas de fisioterapeutas por auxiliares de serviços terapêuticos ou por quaisquer outros profissionais sem a devida qualificação legal. Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/pezb4YjIRlw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 14:38:00</pubDate><id>56149</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=56149</feedburner:origLink></item><item><title>11 alongamentos para fazer antes do concurso público</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/qdkXgY5QOC8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem já passou por uma longa prova de concurso público sabe: após horas de maratona de questões, o cansaço físico e mental dominam. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ficar muito tempo na mesma posição e, ainda por cima, manter a postura errada são ingredientes básicos para as dores musculares e articulares, diz a fisioterapeuta Rossana Quessa, do consultório Fisio Ibirapuera, em São Paulo. Os altos níveis de estresse contribuem, e muito, para piorar o problema.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para tentar diminuir a tensão, uma das indicações é alongar o corpo. &amp;ldquo;Em situação de imobilidade prolongada, o alongamento reduz a tensão, melhora a postura, ativa a circulação sanguínea e alivia o estresse&amp;rdquo;, diz Rossana. E, portanto, pode melhorar até seu rendimento durante a prova.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A dica é esticar os músculos um pouco antes do início da prova. Confira alguns alongamentos indicados pela fisioterapeuta clicando nas fotos ao lado. O ideal é ficar de 15 a 20 segundos em cada posição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Movimento 1 -&lt;/strong&gt; Esse movimento alivia a tensão de pescoço e ombro. Basta colocar uma das mãos na cabeça e afastar a orelha do ombro. "O alongamento deve ser feito sempre nos dois lados", diz Rossana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Movimento 2&lt;/strong&gt; - Bom para relaxar a parte posterior do pescoço e costas. Com as duas mãos na cabeça, olhe para baixo tentando encostar o queixo no tórax. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Movimento 3&lt;/strong&gt; - Este alongamento age na musculatura peitoral. Com as mãos atrás da cabeça force os cotovelos flexionados para trás.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Movimento 4 -&lt;/strong&gt;  Movimento de alongamento que alivia a tensão dos braços e das mãos, com a extensão de punho. Com os braços esticados à frente do corpo entrelace os dedos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Movimento 5 -&lt;/strong&gt;  Alongamento da região anterior do ombro e também do músculo peitoral. Junte as mãos atrás do corpo com os dedos entrelaçados e os punhos em flexão.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Movimento 6&lt;/strong&gt; - Esse movimento alonga a musculatura flexora dos antebraços e das mãos. Com um dos braços esticados à frente do corpo dobre o punho para cima e empurre os dedos das mãos para trás.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Movimento 7&lt;/strong&gt; - Também é um alongamento de extensores de antebraço e mão. Com um dos braços esticados à frente do corpo, flexione o punho para baixo com a ajuda da outra mão tente esticar o braço ao máximo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Movimento 8&lt;/strong&gt; - Faça a inclinação anterior do corpo com as pernas esticadas. O alongamento age na região posterior de pernas e também do tronco.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Movimento 9 -&lt;/strong&gt; A rotação de tronco também é indicada pela fisioterapeuta Rossana Quessa. Sentado e com as pernas cruzadas, gire o tronco em direção à perna que está sobreposta. Ideal para alongar a lateral da perna e quadril e as costas. Faça o mesmo movimento para o outro lado.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Movimento 10&lt;/strong&gt; - Para alongar toda a região das costas, sente com as pernas flexionadas e incline o tronco para a frente, em direção aos joelhos.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Movimento 11&lt;/strong&gt; - A fisioterapeuta também o alongamento lateral de braço. Com o braço esticado à frente tente trazê-lo para junto do corpo com o auxílio da mão. Faça o mesmo movimento com os dois braços. Tempo de permanência deve ser de 15 a 20 segundos em cada posição.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/qdkXgY5QOC8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 14:30:00</pubDate><id>56146</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=56146</feedburner:origLink></item><item><title>Cuidado com a dor de cotovelo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/AKmzq5R1X84/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se a dor de cotovelo não passa, o sintoma pode estar relacionado à epicondilite lateral, um dos problemas mais comuns nessa região do corpo. O incômodo atinge a face lateral do cotovelo e em casos mais agudos prejudica a movimentação do braço e dificulta a realização de tarefas simples, como escovar os dentes ou abrir uma porta.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar de também ser conhecida como "tendinite do tenista", a enfermidade acomete mais a população em geral, sobretudo trabalhadores braçais, do que os esportistas. Segundo o médico ortopedista do Hospital VITA Curitiba Fabio Martynetz, o termo se popularizou na época em que as raquetes de tênis ainda eram bastante pesadas e, associadas aos movimentos repetitivos de força, acabavam desencadeando a patologia. "Hoje os tenistas são os que menos sofrem com a epicondilite lateral e os que mais se previnem", acrescenta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O ortopedista explica que a lesão geralmente deriva de atividades de repetição que envolvem o movimento de força e preensão do punho e dos dedos, como martelar, serrar, operar uma máquina e até digitar em excesso, além de exercícios esportivos. Pessoas que apresentam o problema e dormem com a mão fechada podem piorar a condição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A primeira abordagem no tratamento da epicondilite lateral, segundo Martynetz, deve ser conservadora, com a identificação da causa, a suspensão da ação desencadeante do estresse físico, repouso, &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para o fortalecimento da região e medicação para controle da dor. "Em 90% dos casos, essas medidas são suficientes para resolver o problema, porém para os outros que não se solucionam existe a artroscopia de cotovelo", esclarece o médico, que realiza o procedimento há mais de cinco anos, com diversos trabalhos apresentados e recentemente participou como convidado durante curso promovido pela Mayo Clinic, localizada em Rochester, nos Estado Unidos, abordando técnicas de segurança e novidades na realização do procedimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A artroscopia consiste em uma técnica cirúrgica minimamente invasiva, que possibilita a avaliação detalhada e precisa das estruturas tendinosas, ósseas, cartilaginosas, ligamentares e nervosas do cotovelo. Durante a artroscopia de cotovelo, são realizadas duas pequenas incisões na articulação a ser tratada, uma utilizada para a colocação do endoscópio (aparelho com uma microcâmera) e outra para a introdução dos instrumentos necessários para a cirurgia. Por ser um procedimento delicado e trabalhoso, ainda é pouco difundido no Brasil, apesar das vantagens que oferece tanto no tratamento quanto na recuperação do paciente, que pode voltar rapidamente às suas atividades cotidianas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sintomas mais comuns&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;bull; Dor na faixa lateral do cotovelo que se irradia até o punho;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Sensação de dor que se agrava com as atividades físicas;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Nos casos mais graves, perda de força no braço e dificuldade para realizar ações simples como escovar os dentes, carregar uma pasta e pentear o cabelo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Para prevenir&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;bull; Identificar os fatores presentes no cotidiano que podem levar ao problema;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Realizar alongamentos prévios antes dos exercícios e também do trabalho, sobretudo aqueles que realizam movimentos repetitivos de preensão;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Trabalhar em condições ergonômicas;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Fazer pausas regulares;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Em caso de suspeita, procurar ajuda médica antes que o problema se torne crônico.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/AKmzq5R1X84" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 14:27:00</pubDate><id>56144</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=56144</feedburner:origLink></item><item><title>Levantar peso sem danos à coluna: saiba como e quando...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/xwUBMRGvnSg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As doenças na coluna correspondem a cerca de 30 casos de aposentadorias para cada grupo de 100 mil beneficiários da Previdência Social, além de estar entre as principais causas de licenças médicas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maioria dos afetados são homens, principalmente de idade mais avançada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto alguns ortopedistas recomendam que uma pessoa deve levantar no máximo o equivalente a 50% do seu peso, outros preferem uma recomendação menos genérica, que individualize a capacidade do ser humano para carregar determinado peso, de acordo com as suas condições físicas e da saúde em geral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As recomendações são diferentes para as mulheres, normalmente tidas como menos fisiologicamente formadas para tarefas pesadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Peso máximo para o trabalhador&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A NIOSH (National Institute for Ocupational Safety and Health), órgão internacional que fixa normas para a questão, determina o limite de 25 quilogramas (kg) de peso máximo carregado durante o exercício das tarefas laborais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse é o critério seguido nos países europeus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no Brasil, contudo, acredita que os brasileiros são muito mais fortes, e estabelece que o trabalhador pode carregar até 60 kg.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Está em tramitação no legislativo o Projeto de Lei 5.746/05, aprovado no Senado e encaminhado para a Câmara dos Deputados, que reduz de 60 kg para 30 kg a carga máxima que um trabalhador pode carregar individualmente - os 60 kg fixados na legislação brasileira foram adotados há mais de um século.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) não fixam patamares para os equipamentos em função da força física do trabalhador. A explicação das assessorias de imprensa dos dois órgãos é de que as comissões internas de prevenção a acidentes de trabalho das empresas "cuidam dessas questões de interesse dos empregados".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Equipamentos para levantar pesos&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A Norma Técnica 17, do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata de ergonomia, estabelece que todos os equipamentos colocados à disposição do trabalhador devem estar adequados às características psicofisiológicas destes e à natureza do trabalho a ser executado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O uso de equipamento mecânico de ação manual para levantamento de material "deve ser executado de forma que o esforço físico seja compatível com a capacidade de força e não comprometa a saúde ou a segurança" de quem o executa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ergonomia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O presidente da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), Carlos Campos, que é médico e ergonomista, opina que "há um conjunto de condições que precisam ser observadas" para se avaliar o peso que uma pessoa deve carregar "sem prejudicar a saúde".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso inclui, conforme explica o médico, uma série de situações ligadas às condições da pessoa e ao tipo da carga: o tempo que vai ser empregado para o seu deslocamento; o esforço que vai ser feito para retirá-la de onde está colocada, e a forma com que ela vai ser conduzida pelas mãos, além da observância de detalhes sobre a manipulação com o auxílio de equipamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, diz Carlos Campos, "tudo vai depender de onde está o peso, se está no solo, a que distância do corpo de quem vai carregar, quanto se vai ter que encurvar a coluna para pegá-lo".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, "quanto mais perto do corpo o peso estiver, tanto melhor será para o conforto de quem vai transportá-lo". Para o especialista, é preciso levar em conta também quanto tempo levará a tarefa e com que frequência será executada ao longo do dia.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/xwUBMRGvnSg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:32:00</pubDate><id>56029</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=56029</feedburner:origLink></item><item><title>Hidroterapia na amputação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/lJjXyDwW0kk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um ou mais membros se foram. Entre os jovens, mais comumente por acidente de trânsito, principalmente de moto, ou por acidente de trabalho (ex: choque elétrico de alta tensão). Entre os idosos, é mais frequente por problema vascular, geralmente diabetes. É também uma sequela de doença meningocócica. Câncer de ossos também é causa entre os jovens. São amputações adquiridas, com prevalência majoritária dos membros inferiores. Por extensão de conceito, incluem ausências de membros congênitas. Não importa, as consequências e a forma de reabilitar são as mesmas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Temos o problema: o corpo ficou assimétrico. O centro de gravidade mudou um pouco de lugar &amp;ndash; deslocou-se levemente para o lado onde sobrou mais massa corporal. O corpo se desequilibra &amp;ndash; é como se o amputado passasse a carregar uma bolsa de compras daquele lado, não apenas por poucos minutos porém permanentemente. Aquela inclinação para contrabalançar o desequilíbrio é procedida 24h e pode desalinhar a coluna e outras partes corporais. É necessário fortalecer a musculatura adequada para ela reagir contra esta inclinação e manter o corpo ereto e alinhado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A percepção do corpo no ambiente espacial também mudou. A relação com objetos e corpos próximos ficou diferente, o &amp;ldquo;golpe de vista&amp;rdquo; para não esbarrarmos deve ser retreinado. Fora a imagem corporal, a visão do corpo, sua aparência diferente... Estranhamos a nós mesmos, temos medo da reação dos outros a este nosso corpo com nova forma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O retreinamento do equilíbrio com a nova distribuição de forma e massa corporal é o campo de atuação por excelência da água. Normalmente, já ficamos instáveis na água, portanto nada de mais em ter surgido um elemento adicional de desequilíbrio &amp;ndash; a amputação. Todo um conjunto de músculos é treinado para impedir que o corpo flutuando de costas gire, outro conjunto é treinado para propiciar a passagem da posição de costas para a posição em pé, outro conjunto é treinado para manter o paciente ereto e equilibrado. A amputação requer a atuação de outros músculos que aqueles atuantes antes da amputação, porém a maneira de proceder a esta ativação e fortalecimento muscular é similar. Ademais, os centros de equilíbrio cerebrais recebem estímulos diferenciados, &amp;ldquo;chamando&amp;rdquo; por comandos de reequilíbrio diferentes dos habituais em virtude da falta do membro amputado. Ocorre um processo de reaprendizagem motora.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maior liberdade de movimento na água contribui à autoestima. Na piscina, muletas, bengalas, próteses são desnecessárias. A flutuação e a pressão hidrostática atuam como elementos de sustentação. O convívio com outros é estimulante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Técnicas de relaxamento passivo que embalam e são acolhedoras e aconchegantes soltam músculos tensos com a responsabilidade de compensar a falta de sustentação decorrente da ausência do membro e também aliviam mentes preocupadas com a nova situação de vida, com a autoimagem prejudicada, com o relacionamento com os outros. Depois de atividades aquáticas, o mundo se modifica, fica mais cor de rosa, com certeza. Agora, a todo vapor para enfrentá-lo!&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/lJjXyDwW0kk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:30:00</pubDate><id>56027</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=56027</feedburner:origLink></item><item><title>Fisioterapeuta revela os malefícios do salto alto</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/2REpILwaCco/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Qual mulher que não gosta de salto alto? Sem dúvidas, este acessório se tornou um dos maiores símbolos femininos. O salto alto traz um toque de elegância, sensualidade e sofisticação para as mulheres, mas o uso excessivo dele pode causar danos à saúde. Por estilo, ou por necessidade profissional, o uso se torna constante, assim como, as dores na coluna, problemas no joelho e até o encurtamento dos músculos da panturrilha.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas os problemas não param por aí, o fisioterapeuta responsável pela equipe da Central da Fisioterapia, Dr. Rodrigo Peres, relata que a maior porcentagem de danos causados pelo uso do salto alto, é refletido na coluna. Segundo ele, os sapatos com o salto muito alto, deixam o calcanhar muito elevado, jogando o corpo para frente e causando a hiperlordose, o que compromete a postura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por conta desta inclinação, a distribuição do peso do corpo aumenta e se concentra na articulação do joelho, provocando uma sobrecarga que se transforma em dores fortes. E para prevenir estas lesões, principalmente na coluna lombar e no joelho, o profissional indica o fortalecimento muscular, indicado para estabilizar a articulação e diminuir o risco de alteração do alinhamento articular.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma pesquisa realizada com quem usa salto alto frequentemente revelou que suas fibras musculares são, em média, 13% menor do que aquelas que usam de vez em quando, ou daquelas que não usam. A &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; também auxiliar na prevenção de um possível encurtamento muscular, já que os alongamentos e os fortalecimentos evitam os desvios articulares e dores constantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para manter todos os músculos bem alongados, é importante um treinamento preventivo, principalmente com os músculos da coluna, posteriores das coxas e pernas, que estão diretamente envolvidos. Após uma avaliação postural feita por um profissional, ele irá prescrever uma série de alongamentos específicos com a finalidade de prevenir ou diminuir os riscos de possíveis lesões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O ideal durante a semana, é fazer um rodízio entre saltos altos e baixos, evitando que os pés se acostumem apenas com um tipo específico de salto. Quando o uso de salto é diário, é recomendável usar no máximo 4 cm., e nada de saltos fino, os mais grossos dão maior sustentação e equilíbrio para o corpo&amp;rdquo;, resume o especialista.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; tem realizado um trabalho de consciência corporal onde cada indivíduo compreende de maneira clara e simples todas as funções de seus músculos e articulações evitando assim, possíveis lesões advindas de más posturas adquiridas ou até mesmo da má utilização de saltos altos.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/2REpILwaCco" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:29:00</pubDate><id>56026</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=56026</feedburner:origLink></item><item><title>Fuja das lesões ao escolher o tênis certo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/Hn7WbpxbbQk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Estabelecer critérios na hora de escolher o tênis adequado. É essa a recomendação que a Pro Teste (Associação de Consumidores) faz a quem está procurando um calçado esportivo. Teste realizado pela associação revela que é possível adquirir um produto de qualidade a um preço justo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O consumidor deve escolher o tênis de acordo com a utilização que ele vai ter. Um tênis casual não precisa ter o amortecimento de um para corridas. Hoje existem modelos apropriados para cada tipo de &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, afirma a médica dermatologista Ana Palieraqui, da Pro Teste.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A doutora ressalta que deve-se levar em consideração o tipo de pisada da pessoa. Existem três tipos: pronada, neutra e supinada. Segundo Ana, a pisada pronada é a mais comum entre os brasileiros, correspondendo a cerca de 60% da população, e consiste numa rotação do pé para dentro na hora de dar o passo, de forma que ele termine próximo do dedão. A neutra tem uma leve rotação para dentro, mas o passo termina no centro da planta do pé. Já a pisada supinada mantém todo o contato com o solo do lado externo do pé, terminando o passo na base do dedinho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Comprar um tênis com pisada diferente da sua pode causar vários problemas, principalmente na articulação do joelho. Porém, muitos tênis não trazem essa identificação na caixa, diz a médica. No teste, foram pesquisados os modelos de corrida de seis marcas: Asics, Puma, Mizuno, Adidas, Nike e Reebok. O Asics Gel-Nimbus 13 foi escolhido o melhor do teste, enquanto o Reebok Focus Dmx Power foi o que teve resultados abaixo do esperado. Procurada pelo Jornal da Tarde para comentar o baixo desempenho, a Reebok não respondeu.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre os critérios utilizados pela Proteste, a temperatura interna dos calçados apresentou variações. Segundo a associação, a variação entre o início e o fim do exercício não deve ultrapassar 5,5ºC. Essa variação seria essencial para evitar o desconforto e a diminuição da coordenação motora acarretados por um pé molhado. O da Reebok apresentou variação de 5ºC, bastante próximo do limite, enquanto a variação do modelo da Asics foi de 3ºC.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para nível de comparação, a Proteste também pesquisou um modelo de tênis de corrida falsificado, facilmente encontrado em camelôs. O resultado foi desastroso. Ele causou bolhas e lesões, sem contar que é muito mais pesado que os outros modelos. Para se ter uma noção, a variação de temperatura ficou acima do que estipulamos como aceitável e no teste de flexão, a sola e a parte de trás do tênis se romperam, afirma Ana. Comprar um tênis falsificado é o barato que sai caro, pois você paga pouco para ter, mas muito pelos problemas que ele causará à saúde. As informações são do Jornal da Tarde.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/Hn7WbpxbbQk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 17:21:00</pubDate><id>55954</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55954</feedburner:origLink></item><item><title>A fisioterapia em asmáticos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/naawln8O8V4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os problemas respiratórios são a quarta maior causa de óbito por doenças no Brasil. A asma é uma das doenças crônicas mais comuns na infância e é a principal causa de falta às aulas e de limitações para os esportes e atividades físicas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
A asma é uma doença crônica que consiste na inflamação das vias aéreas, o que causa a dificuldade respiratória. Além da medicação, outras formas de tratamentos podem auxiliar na prevenção e recuperação dos pacientes. É o caso da &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; respiratória, indicada tanto para a prevenção quanto para o tratamento de pacientes com distúrbios pulmonares.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Segundo a fisioterapeuta Sara Menezes, presidente da Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Assobrafir), nas crises de asma, o paciente tem um estreitamento das vias aéreas, os músculos responsáveis pela respiração são sobrecarregados e a musculatura acessória &amp;ndash; que normalmente não participa da respiração &amp;ndash; é recrutada para conseguir manter a ventilação. Além disso, a respiração nasal é substituída pela respiração oral, favorecendo alterações posturais do tronco e da cabeça. &amp;ldquo;Com o passar dos anos, a respiração modificada provoca um desequilíbrio de toda a musculatura do tórax que pode ocasionar o surgimento de deformidades. Essas deformações levam o paciente a um círculo vicioso, no qual a respiração inadequada piora a postura, a qual passa a interferir na respiração&amp;rdquo;, afirma.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Para o presidente do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Roberto Cepeda, a &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; respiratória utiliza técnicas de relaxamento, alongamento e fortalecimento dos músculos do corpo, promovendo, assim, a reeducação funcional respiratória. Sara Menezes afirma que o tratamento da &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; na asma se divide em dois momentos: durante a crise, cujo principal objetivo é a redução da falta de ar por meio de posicionamento adequado, nebulização e uso da ventilação não invasiva. No segundo momento, no período inter-crise, é priorizada a reeducação postural e um programa supervisionado de exercícios físicos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/naawln8O8V4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 17:18:00</pubDate><id>55953</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55953</feedburner:origLink></item><item><title>15 dicas para evitar problemas na coluna</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/mcjy8eK5SW4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Varrer, cozinhar, organizar, lustrar e tirar o pó, são apenas algumas das atividades domésticas feitas semanalmente na casa de todos. Dessas atividades surgem, frequentemente, problemas e dores na coluna que se dão, também, por não darmos a devida atenção ao realizar esses movimentos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Existem formas corretas de fazer cada atividade, aliviando e prevenindo lesões. O quiropraxista Luiz Miyajima, dono da sede da QuiroVida - clínica internacional de quiropraxia, no Brasil - aponta e explica melhorias que podem ser feitas no dia-a-dia que facilitam a limpeza e evitam dores cervicais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Varrer&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;bull; Mantenha a coluna reta sem jogar o peso do corpo na vassoura.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Não se estique para alcançar algum ponto da casa, vá até o local com o corpo todo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Evitar torcer o tronco. Empurre o lixo sempre em frente ao corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cozinhar&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;bull; Mantenha o peso do corpo nas duas pernas. É comum que nos apoiemos em apenas um dos lados do corpo, preste atenção e tente equilibrar e distribuir seu peso.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Não torça as costas em busca de ingredientes ou panelas, vá até o local desejado de forma direta e com todo o corpo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Ao se abaixar para abrir armários flexione os joelhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Arrumar&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;bull; Ao fazer o manuseio de objetos dentro de armários ou prateleiras evite se esticar. Use uma escada.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Na escada, procure ficar de frente para o local em que vai manusear os objetos e não de lado com o tronco torcido.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Procure segurar os objetos com as duas mãos e flexionar os joelhos ao pegar ou deixar um objeto no chão.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Ao tirar a poeira dos móveis procure alternar os braços para não perder o equilíbrio e não forçar apenas um dos lados da coluna.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Limpar&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;bull; Para a limpeza do chão, faça movimentos amplos com os braços e tente trabalhar alternando as mãos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Com as paredes mantenha a postura ereta.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; Faça movimentos laterais e verticais amplos com os braços.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;bull; A força deve ser colocada sobre os músculos das pernas e não sobrecarregando a musculatura da coluna.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O especialista ainda explica que a prevenção começa com pequenas ações e que é importante pensarmos na saúde da nossa coluna em qualquer atividade. "Tomar cuidado em ações diárias é a melhor forma de evitar problemas como subluxações. A falta de prevenção é o maior erro do brasileiro e a quiropraxia pode ajudar a impedir que a coluna sofra danos maiores", explica.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/mcjy8eK5SW4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 17:16:00</pubDate><id>55952</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55952</feedburner:origLink></item><item><title>Escolha a atividade física de acordo com a sua postura no trabalho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/Uw5h-bUogko/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Atualmente, muitas profissões impõem que você fique muito tempo sentado. Mas ainda existem aquelas que são mais dinâmicas e fazem que você se mantenha em pé o tempo todo. Sua rotina semanal te deixa dúvidas como: que atividade física fazer hoje se já caminhei tanto no trabalho? Sentei e levantei muito? Ou ainda fiquei muito tempo sentado? Então aqui vão algumas dicas para equilibrar as sobrecargas da rotina de trabalho. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ficou muito tempo sentado, seja no carro ou no escritório&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O ideal é que você pratique, neste dia, atividades aeróbias - como caminhada, corrida, dança e natação - e faça uma aula de alongamento ou yoga. Mas se estiver muito cansado pelo menos se alongue. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Caminhou muito&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Pratique alongamento primeiro e depois uma aula de ginástica localizada ou musculação. Execute exercícios para abdômen e membros superiores. E no final do treino movimente seus dedos dos pés e deite no chão com as pernas elevadas por 5 minutos para facilitar o retorno de sangue para o coração. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sentou e levantou da cadeira várias vezes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Se estiver no dia de trabalhar as pernas, elimine o agachamento do seu treino. Caso frequente uma academia, escolha a cadeira extensora, flexora, leg press, adutora, abdutora e aparelho ou exercícios para os glúteos. E se seu tempo for curto opte por uma atividade aeróbia. Se você subiu e desceu muita escada, elimine o treino do posterior de coxa (bíceps femoral), trabalhe mais adutores (interno das coxas) e abdutores (externo das coxas). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Trabalho duro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Se o dia foi intenso - você andou demais e também fez esforços com alguma sobrecarga tipo carregando sacolas, caixas ou mudando mobília de lugar - uma aula de dança, alongamento ou uma massagem podem ser ótimas soluções para aliviar a tensão. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Claro que há dias em que não queremos fazer nada, mas não se esqueça que muito do cansaço físico tem a ver com as sobrecargas diárias. Quem fica muito tempo sentado sofre muitas compressões corporais, alterando a circulação e a oxigenação. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No final de semana procure diversificar com atividades ao ar livre, como ciclismo, cavalgada, patinação, surfe ou até mesmo uma boa caminhada pela cidade. Para o corpo se manter em equilíbrio você deve sempre praticar atividades aeróbias (corrida, caminhada, ciclismo, dança, etc.), anaeróbias (musculação, ginástica localizada, pilates, etc.) e alongamento (Lian gong, tai chi, yoga ou alongamentos simples). &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/Uw5h-bUogko" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 20:10:00</pubDate><id>55907</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55907</feedburner:origLink></item><item><title>Maneiras de evitar dor nas costas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/RkVsBMRQDmk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você sofre de dor nas costas? Esse é um problema comum e responsável por boa parte das consultas médicas, mas também é um dos mais fáceis de serem evitados. Na maioria dos casos, esse incômodo está ligado a um espasmo muscular, que pode acontecer por má postura, movimentos repetitivos, inflamação crônica ou tensão. Por isso, o site da Mens Health listou cinco mudanças de hábito que podem acabar com essas dores. Veja a seguir.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Alongue-se antes de praticar exercícios: o alongamento deve ser levado a sério. Antes de sair para uma caminhada ou malhar, estenda a região lombar, deitando de costas e puxando um dos joelhos para o seu peito. Segure de cinco a dez segundos e faça com a outra perna. Relaxe por dez segundos e repita o ciclo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Solte os músculos tensos: &amp;ldquo;usar um rolo de espuma pode trabalhar as torções musculares antes que elas causem mais problemas", diz Neel Mehta, diretor de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; ambulatorial do Weill-Cornell Pain Medicine Center. Coloque o rolo no chão e use o peso do corpo para massagear a parte superior das costas, região lombar e o quadril. Isso vai ajudar a aliviar a tensão dos músculos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pratique ioga: você só precisa ir uma vez por semana. Segundo especialistas, quando uma pessoa com dor lombar pratica 75 minutos de ioga por semana durante três meses, o incômodo diminui 50%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Bolsas térmicas: a dor nas costas também pode ser tratada com compressões de frio e calor. Primeiro, aplique uma compressa de gelo por cinco minutos e depois tire nos cinco minutos seguintes. Repita esse ciclo por meia hora. &amp;ldquo;O ciclo de refrigeração aumentar o fluxo sanguíneo para o músculo dolorido, o que diminui a dor&amp;rdquo;, explica Mehta. No dia seguinte, você pode usar uma compressa ou uma toalha aquecida para ajudar a relaxar a tensão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Movimente-se: claro, um músculo tenso precisa de tempo para se recuperar, mas ficar parado não vai ajudá-lo nesse processo. "Ficar completamente inativo por mais de 48 horas começa a atrofiar o músculo, o que faz com que ele fique mais fraco e mais propenso a lesões", justifica Michael Neuwirth, diretor do Instituto da Vértebra, no Beth Israel Medical Center. Se ainda assim a dor persistir, o melhor é procurar um médico.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/RkVsBMRQDmk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 20:09:00</pubDate><id>55906</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55906</feedburner:origLink></item><item><title>Previna os malefícios causados pelo uso dos saltos altos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/YjIaW3EAVZk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Qual mulher que não gosta de salto alto? Sem dúvidas, este acessório se tornou um dos maiores símbolos femininos. O salto alto traz um toque de elegância, sensualidade e sofisticação para as mulheres, mas o uso excessivo dele pode causar danos à saúde. Por estilo, ou por necessidade profissional, o uso se torna constante, assim como, as dores na coluna, problemas no joelho e até o encurtamento dos músculos da panturrilha.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas os problemas não param por aí, o fisioterapeuta responsável pela equipe da Central da Fisioterapia, Rodrigo Peres, relata que a maior porcentagem de danos causados pelo uso do salto alto, é refletido na coluna. Segundo ele, os sapatos com o salto muito alto, deixam o calcanhar muito elevado, jogando o corpo para frente e causando a hiperlordose, o que compromete a postura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por conta desta inclinação, a distribuição do peso do corpo aumenta e se concentra na articulação do joelho, provocando uma sobrecarga que se transforma em dores fortes. E para prevenir estas lesões, principalmente na coluna lombar e no joelho, o profissional indica o fortalecimento muscular, indicado para estabilizar a articulação e diminuir o risco de alteração do alinhamento articular.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma pesquisa realizada com quem usa salto alto frequentemente revelou que suas fibras musculares são, em média, 13% menor do que aquelas que usam de vez em quando, ou daquelas que não usam. A &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; também auxiliar na prevenção de um possível encurtamento muscular, já que os alongamentos e os fortalecimentos evitam os desvios articulares e dores constantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para manter todos os músculos bem alongados, é importante um treinamento preventivo, principalmente com os músculos da coluna, posteriores das coxas e pernas, que estão diretamente envolvidos. Após uma avaliação postural feita por um profissional, ele irá prescrever uma série de alongamentos específicos com a finalidade de prevenir ou diminuir os riscos de possíveis lesões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O ideal durante a semana, é fazer um rodízio entre saltos altos e baixos, evitando que os pés se acostumem apenas com um tipo específico de salto. Quando o uso de salto é diário, é recomendável usar no máximo 4 cm., e nada de saltos fino, os mais grossos dão maior sustentação e equilíbrio para o corpo", resume o especialista.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; tem realizado um trabalho de consciência corporal onde cada indivíduo compreende de maneira clara e simples todas as funções de seus músculos e articulações evitando assim, possíveis lesões advindas de más posturas adquiridas ou até mesmo da má utilização de saltos altos.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/YjIaW3EAVZk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 19:16:00</pubDate><id>55780</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55780</feedburner:origLink></item><item><title>Postura e descanso são importantes para evitar lesões por repetição</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/9XmuG6pIYfU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O corpo humano não foi projetado para muitas das atividades que hoje pertencem à nossa rotina. Ficar sentado diante do computador durante horas, todos os dias, pode causar dores, dificuldades de movimentação e formigamento nos dedos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esses e outros sintomas estão ligados à LER (lesão por esforço repetitivo), tema do Bem Estar . A LER não é uma doença propriamente dita, mas engloba todos os problemas nos ossos e músculos que tenham origem em atividades repetitivas. Normalmente, o mal está ligado ao trabalho, mas isso não é regra.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para esclarecer o assunto, recebemos a terapeuta ocupacional Maria Cândida Luzo e o preparador físico José Rubens D&amp;rsquo;Elia, consultor do programa. Participou também a banda &amp;ldquo;Músicos do Futuro&amp;rdquo;, pois seus músicos exercem uma função que exige muita repetição e movimentos precisos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As lesões são mais recorrentes em pessoas que digitam muito ou apertam mouse, atendem e transferem telefonemas ou fazem fotocópias. Em casa, os serviços domésticos também desencadeiam problemas, por isso é preciso segurar corretamente panelas e vassouras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A lesão mais comum é a tendinite, uma inflamação nos tendões. Outras recorrentes são a síndrome do túnel do carpo, a tendinite de Quervain, o dedo em gatilho e o cotovelo de tenista (veja na arte acima).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os especialistas falaram, ainda, sobre os cuidados que se deve ter para evitar o surgimento de dores. Três aspectos são fundamentais para reduzir os riscos: é preciso fazer pausas durante qualquer atividade e saber respeitar os limites do corpo; a altura e a posição dos aparelhos precisa estar adaptada à pessoa; e é necessário ter atenção com a postura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em qualquer atividade que se faça, é importante usar todo o corpo. Pense no movimento que você realiza, por exemplo, quando se abaixa para pegar um objeto pesado no chão &amp;ndash; o ideal é dobrar os joelhos e usar as duas mãos. Esse tipo de raciocínio serve para todos os trabalhos braçais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso do computador, em que a LER é comum, o que se deve observar é a posição dos objetos. A cadeira e a mesa devem ficar na altura que proporcione maior naturalidade e conforto a quem estiver sentado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A posição mais recomendada do monitor é à altura dos olhos, para evitar que a pessoa abaixe a cabeça e force o pescoço. Para usar o teclado e o mouse, o ideal é que o cotovelo forme um ângulo de 90 graus. Os dois pés devem ficar apoiados no chão e, se a máquina for compartilhada por indivíduos de alturas diferentes, o uso de almofadas pode resolver o problema.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Maria Cândida aproveitou para dar dicas sobre os laptops, computadores portáteis que muita gente usa em casa. Para utilizá-lo no colo, é preciso tomar alguns cuidados: recostar-se bem no assento, apoiar os pés no chão e colocar algum objeto para deixar o computador um pouco mais alto. Ainda assim, o ideal é colocá-lo sobre a mesa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando o notebook ficar em cima da mesa, deve ser usado da mesma maneira que o desktop - computador convencional. Para isso, é recomendado colocar um suporte debaixo do computador, para que ele não fique muito baixo em relação aos olhos. Teclado e mouse também devem ficar na altura certa.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/9XmuG6pIYfU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 19:13:00</pubDate><id>55779</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55779</feedburner:origLink></item><item><title>Especialistas explicam como joelhos funcionam e como evitar lesão e dor</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/xlIc1IXVhRg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ao correr, engordar ou exagerar na carga ou no impacto sobre os joelhos, a maior articulação do corpo humano costuma sentir as consequências.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para explicar como ela funciona e dar dicas na tentativa de evitar lesões ou dores, o Bem Estar convidou o ortopedista Gilberto Camanho e o preparador físico e consultor José Rubens D'Elia, que ensinou exercícios para fortalecer essa região.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quem trabalha no trânsito ou muito tempo sentado deve ter cuidados especiais. No estúdio, o médico explicou o que acontece quando a cartilagem e ossos como a patela sofrem um desgaste. Camanho disse que as cartilagens são a estrutura mais perfeita de absorção de impacto que existe na natureza. Elas têm o poder de se revitalizar - o que não ocorre com os meniscos, por exemplo -, e isso é algo que diminui com a idade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É importante treinar o equilíbrio para prevenir lesões, principalmente em idosos, que também são mais suscetíveis à artrite, doença que leva à destruição das articulações e tem influência genética. Entre jovens, os problemas mais comuns são tendinites, bursites e síndrome patelofemoral. Desvios, joelho para dentro (em y) e para fora (cowboy) também ocorrem com frequência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nas ruas, a repórter Marina Araújo fez um &amp;ldquo;raio X&amp;rdquo; do joelho das pessoas e viu que o salto alto demais pode ser ruim, pois altera o centro de gravidade do corpo, jogando-o para a frente, e obriga a mulher a colocar o joelho para dentro, o que pode comprometer a articulação. Mas, da mesma forma, chinelos e sapatos planos podem ser prejudiciais, porque recebem todo o impacto do solo e predispõem a cartilagem ao desgaste.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, o tênis é o calçado mais indicado pelos especialistas. Saltos mais baixos ou do tipo anabela também são opções para o público feminino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diagnóstico de lesões é feito pelo histórico do paciente, por exames físicos e testes como agachar e levantar. Exercícios de reabilitação normalmente envolvem bolas, aparelhos de ginástica e outras atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O programa desta sexta mostrou, ainda, uma experiência inédita feita com ratos pela Universidade de São Paulo (USP). Os testes trazem evidências de que, nos animais, o exercício físico melhora a capacidade respiratória em 39%.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/xlIc1IXVhRg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 19:11:00</pubDate><id>55778</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55778</feedburner:origLink></item><item><title>Pausas durante esforços repetitivos ajudam a prevenir tendinite e bursite</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/bBY14C9jN1g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pequenos hábitos do dia a dia como torcer um pano, levantar objetos, digitar ou até mesmo usar o celular podem causar bursite e tendinite.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para evitar esses problemas, é importante movimentar-se da maneira correta e saudável, como mostrou a terapeuta ocupacional Maria Cândida Luso, no Bem Estar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É preciso cuidado também ao realizar movimentos repetitivos. Eles exigem pausas prolongadas, ou seja, é importante parar a cada hora e realizá-los da maneira correta. Para prevenir, é importante também beber muito líquido, o que ajuda a preservar as articulações. Aquecer os músculos e fortalecê-los com exercícios físicos também ajuda na prevenção.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como mostrou o ortopedista Luiz Batata, a bursite é uma inflamação nas bursas, &amp;ldquo;bolsinhas&amp;rdquo; que protegem não só as extremidades ósseas dos ombros, mas também de outras partes do corpo como os cotovelos, joelhos e quadris.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao sobrecarregar o ombro com peso, pode inflamar a articulação, o que pode causar tanto bursite como a tendinite, que é uma inflamação nos tendões, que são as estruturas que ligam os músculos aos ossos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As dores das duas inflamações são parecidas e uma pode causar a outra. Mas é importante saber que ambas podem ser evitas, têm tratamento e têm cura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Traumas, como dormir em um colchão duro, também podem causar problemas. Outros fatores como carregar bolsas e sacolas da maneira errada também oferecem riscos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se for impossível evitar carregar muito peso, o ideal é optar por sacolas com as alças mais largas, para distribuírem bem o peso e diminuir a força nas estruturas ósseas. É recomendável também não carregar tudo nas mãos e distribuir o peso pelos braços.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Caso a sacola já esteja mais velha e a alça esteja afinando, a terapeuta ocupacional Maria Cândida Luso orienta a passar com o ferro a alça para deixá-la larga e não causar problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso das mochilas, o correto é usar as duas alças, de preferência alcochoadas, e não apoiá-la em um só ombro para não provocar problemas de postura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro problema apontado pela terapeuta é o uso do celular. O ideal é usar as duas mãos para digitar e não exagerar na repetição dos movimentos. Para falar ao celular, o certo é sempre segurar com uma mão e revezar os braços para evitar a fadiga. Não é ideal segurar o telefone com o ombro porque isso pode causar dores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A bursite e a tendinite são mais freq&amp;uuml;entes nas mulheres de meia idade e em pessoas que repetem sempre os mesmos movimentos.&lt;br /&gt;
Segundo o ortopedista Luiz Batata, compressas de água fria são mais efetivas para inflamações de tendão, mas as quentes também ajudam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao contrário do que a maioria pensa, a massagem não ajuda e pode até piorar a inflamação. Uma das formas de tratamento é imobilizar a região. Caso a pessoa sinta dor nas articulações, é importante sempre procurar um médico.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/bBY14C9jN1g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 19:07:00</pubDate><id>55777</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55777</feedburner:origLink></item><item><title>Fibromialgia atinge cerca de 80 por cento das mulheres entre 15 e 40 anos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/SCvQD_bL9KE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma doença que merece atenção, especialmente para as mulheres é a fibromialgia. A ciência ainda não descobriu todas as causas doença, mas já se sabe que está ligada ao estresse. Os homens também podem ser atingidos, mas em proporção menor. Cerca de 80% dos pacientes com fibromialgia são mulheres de 15 a 40 anos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A aposentada Nassir Goulart Figueiredo, de São José do Rio Preto (SP),  leva hoje uma vida tranquila. As crises de dor que começam nos pés, passam pelas pernas, braços e se espalham pelo corpo são raras. Mas nem sempre foi assim. A aposentada visitou vários médicos até encontrar o diagnóstico. Ela sofre de fibromialgia, uma doença crônica. &amp;ldquo;No início achava que fosse uma câimbra, mas era uma dor constante. Tomava um antinflamatório e a dor passava, mas logo voltada&amp;rdquo;, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os principais sintomas da fibromialgia são dores pelo corpo e fadiga constante. A doença atinge uma em cada 100 pessoas e que requer muita atenção por parte dos pacientes.  Por anos, o administrador de empresas Sidinei Giron acreditou sofrer de problemas na coluna. Foi durante um tratamento para desvio de hérnia de disco, que ele descobriu a verdadeira causa do incômodo. Até hoje, o administrador de empresas não aprendeu a lidar com a doença. &amp;ldquo;Sinto dores nas articulações, uma dor que só passa com analgésico&amp;rdquo;, diz Giron.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O reumatologista Paulo Tarso Nora Verde lembra que os principais sintomas da fibromialgia são dores intensas e fadiga excessiva. Segundo o especialista, o tratamento é feito a base de antidepressivos e anticonvulsivos, já que a fibromialgia está ligada a outras doenças. &amp;ldquo;O diagnóstico é parecido com outras doenças dolorosas, por isso é preciso ser bem feito&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além dos medicamentos, outra maneira de combater a fibromialgia é o exercício físico. Mas se você não gosta de praticar esportes, uma simples caminhada pode ajudar a amenizar a dor. Mas para vencer o sedentarismo é preciso acompanhamento profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O recomendado pelos médicos é que os pacientes iniciem suas atividades em sessões de &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &amp;ldquo;Não adianta ir ao médico e ele pedir para o paciente fazer atividades físicas e ele ir caminhar por conta. É preciso ver qual a melhor atividade ele pode fazer&amp;rdquo;, afirma o fisioterapeuta Osvaldo Pereira Araújo Júnior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com movimentos cuidadosos, que incluem todas as partes do corpo, pessoas que apresentam quadro crítico de fibromialgia aliviam os incômodos causados pela doença e ganham mais qualidade de vida. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/SCvQD_bL9KE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 18:26:00</pubDate><id>55656</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55656</feedburner:origLink></item><item><title>Uso de plataforma vibratória acelera reabilitação de atletas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/mZwmYMd9ZAw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A rotina intensa e rigorosa de exercícios físicos pela qual passam os atletas profissionais pode causar uma série de lesões físicas, que exigem tratamentos de reabilitação. Nesses casos, as plataformas vibratórias têm se tornado grandes aliadas para profissionais das mais diversas áreas, acelerando os resultados.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nas quadras é o que acontece com o jogador de vôlei Felipe Airton Banderó, que já aderiu e aprovou a ferramenta. &amp;ldquo;Sou atleta profissional há quase nove anos e nunca tive um treinamento tão específico e de tamanha qualidade. Sempre que tenho uma folga longa, faço uma preparação com uma equipe que acompanha todo meu treinamento na plataforma vibratória e meu desempenho, a cada retorno, se supera&amp;rdquo;, conta. Para Banderó, um dos pontos positivos destes aparelhos é a rapidez na obtenção de resultados. &amp;ldquo;Cada meia hora de exercício sobre a plataforma é válido para mim como duas horas intensas de treinamento com bola na quadra. Fiquei impressionado com a intensidade e o desgaste muscular, porém sem dor alguma&amp;rdquo;, acrescenta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Das quadras para o palco, a escola do Teatro Bolshoi no Brasil &amp;ndash; a única Escola do Bolshoi fora da Rússia &amp;ndash; utiliza, desde agosto de 2010, a plataforma Techno Training Pulse Vibe no tratamento de seus bailarinos. &amp;ldquo;Após selecionarmos os casos mais indicados, elaboramos um protocolo de tratamento e estimulamos os exercícios em cima da plataforma, associados a outras atividades de recuperação&amp;rdquo;, explica a fisioterapeuta e consultora do núcleo de saúde da Escola do Teatro Bolshoi do Brasil, Franciele Casarin, que atualmente treina cerca de 250 alunos. &amp;ldquo;Notamos que os bailarinos que utilizam a máquina têm uma recuperação muito mais rápida se comparados aos outros&amp;rdquo;, completa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo Alexandre Giraldi, educador físico e diretor industrial da Techno Training &amp;ndash; empresa pioneira no desenvolvimento de plataformas vibratórias e única a fabricar estes produtos no Brasil com selo do Inmetro &amp;ndash; estes aparelhos são altamente recomendados para atletas lesionados, pois propiciam resultados rápidos e eficazes. &amp;ldquo;Os benefícios destes aparelhos estão fazendo com que muitos fisioterapeutas que trabalham com atletas passem a utilizá-los como aliados no tratamento de lesões dos pacientes, pois são versáteis e potencializam diversos exercícios&amp;rdquo;, explica.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/mZwmYMd9ZAw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>isioterapia.com</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 18:23:00</pubDate><id>55655</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55655</feedburner:origLink></item><item><title>Os benefícios da equitação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/2Ige-kTY3dU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se a terapia com cavalos é fundamental para a recuperação de portadores de doenças como Síndrome de Down, paralisia cerebral, distúrbios visuais, auditivos, articulares ou psicológicos, amputações, doenças reumáticas, dor e desequilíbrios, entre outros, a equitação também tem sido utilizada para trabalhar a tonificação da musculatura e favorecer o preparo físico, através de exercícios potencializados pela movimentação do animal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A equitação é uma alternativa para quem deseja fortalecer a musculatura do corpo e melhorar a postura em um ambiente diferente das academias ou aulas de ginástica. Os exercícios são realizados com a orientação de um especialista para que sejam feitos de forma segura e aproveitando os movimentos do animal, que se assemelha aos movimentos da pelve durante a marcha humana. Durante a equitação, diferentes músculos são estimulados, entre eles os bíceps, tríceps, toda a musculatura do ombro, peitoral, abdominal, assim como os músculos da coxa e da panturrilha. Ou seja, o cavalo proporciona ao corpo movimentos rítmicos e naturais, de uma forma semelhante à marcha humana, melhorando o equilíbrio, a postura, o controle motor, a mobilidade e as atividades funcionais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além dos exercícios de fortalecimento, nas sessões também podem ser trabalhadas posições de relaxamento que, feitas ao ar livre, possibilitam a diminuição do estresse e aumento do bem-estar. Segundo a fisioterapeuta Letícia Junqueira, com a movimentação em cima do cavalo, associada a exercícios específicos de alongamento e enrijecimento, o praticante passa a identificar possíveis posturas erradas e corrigi-las, enquanto fortalece a musculatura do corpo. A atividade pode ser feita de uma a três vezes por semana.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/2Ige-kTY3dU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 18:21:00</pubDate><id>55654</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55654</feedburner:origLink></item><item><title>Dor muscular de origem desconhecida pode ser ponto gatilho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/DvRZ2FdkDy4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem já não sentiu, em momentos de maior tensão, seus músculos das costas, pescoço e face ficarem tensos e doloridos? Essa tensão pode se manifestar como uma dor persistente, que se localizada na cabeça frequentemente é confundida com enxaqueca, também pode ser sintoma de uma disfunção temporomandibular (DTM) muscular por ponto-gatilho.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pouco conhecido, esse mecanismo de dor é caracterizado pela presença de áreas de tensão nos músculos do sistema da mastigação chamados de pontos-gatilho, que provocam dor à distância. Sem um diagnóstico rápido e preciso, a doença pode tornar-se crônica, aumentando a frequência da dor e levando o paciente a inúmeros e frustrantes tratamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o professor e pesquisador Antônio Sérgio Guimarães, responsável pela equipe do Ambulatório de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial do Instituto da Cabeça, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a dificuldade em diagnosticar a DTM muscular por ponto-gatilho ocorre porque, de modo geral, o paciente se queixa de dor num local distante da origem da mesma. O paciente relata a queixa de dor na lateral direita da cabeça, por exemplo, e quando é examinado, nada é encontrado nessa área que possa gerar essa mesma dor. "Porém ao se pressionar uma área distante e tensa de um músculo na face, a dor pela qual o paciente reclama é provocada", explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pontos-gatilho: mecanismos geradores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Normalmente, os mecanismos geradores desses pontos-gatilho estão associados à realização de movimentos repetitivos com a boca, tais como mascar chiclete, roer as unhas, bruxismo, alguma postura errada ao dormir ou trabalhar. "As instabilidades oclusais também parecem estar relacionadas à geração dessas áreas de tensão na musculatura da mastigação", complementa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma vez diagnosticada a DTM muscular por ponto-gatilho por meio de um exame clínico de palpação dos músculos de mastigação, a interrupção da dor é alcançada com a eliminação do ponto-gatilho, mediante a manipulação da área de tensão, com resfriamento e alongamento dos músculos, e calor ao final de cada sessão. Exercícios realizados pelo paciente em casa também são indicados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outros tipos de tratamento podem ser utilizados nesses casos, como manipulação e aplicação de aparelhos eletrônicos ou agulhamento seco desses pontos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o especialista, mais de 50% dos pacientes que procuram o Ambulatório de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial da Unifesp sofrem com a DTM muscular gerada por ponto-gatilho.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/DvRZ2FdkDy4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 19:10:00</pubDate><id>55636</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55636</feedburner:origLink></item><item><title>Músculo: o herói desconhecido</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/uwuTQpYOjiY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Músculo. Quando ouvimos essa palavra, vem-nos logo à mente um corpo forte, capaz de levantar uma carga extraordinária de peso, fruto de horas de dor, suor e dedicação a exercícios duros e puxados. De qualquer modo, é impossível ignorar por completo a presença dessa massa que corresponde a aproximadamente um terço do nosso peso.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Revestindo o esqueleto e coberto de pele e de camadas de gordura, os músculos também dão forma e definição ao corpo, conforme aparecemos na foto, o nosso visual. Mas, apesar disso, os músculos não recebem a devida atenção dos seus proprietários. São vistos apenas superficialmente, de forma simples, &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, fútil e leviana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando comparada a complexos órgãos e sistemas do organismo, a função muscular parece arcaica e rudimentar, especialmente nos nossos dias, em que há máquinas e ferramentas capazes de realizar trabalhos braçais variados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Todos que desfrutamos de uma vida saudável devemos prestar homenagem ao músculo, esse herói desconhecido que batalha a vida inteira não só para que realizemos obras, mas também tenhamos liberdade com saúde e bom humor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por trás das aparências, a importância fisiológica do tecido muscular para o corpo e a sua contribuição para o nosso equilíbrio físico e emocional, ultrapassa os limites anatômicos. Olhar além da imagem estereotipada e reconhecer a importância do músculo, ajuda, por exemplo, a compreender melhor o nosso metabolismo e a concluir a respeito da alimentação ideal e o tipo de atividade física mais apropriada para um estilo de vida saudável. Vamos procurar entender como esse maravilhoso motor biológico funciona, e compreender a verdadeira capacidade desse tecido super influente e representativo para todo o organismo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Um veículo maravilhoso&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Uma série de reações fantásticas ocorre no corpo humano para que ele goze do privilégio de se locomover. Nenhuma outra função no organismo demanda maior atenção do que o seu deslocamento, e, portanto, os músculos requerem enorme assistência nutricional, vascular, nervosa, sanguínea, endócrina e enzimática.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nossa locomoção representa uma atividade metabólica muitíssimo superior a qualquer outra no organismo. Isso significa que, para exercer a sua função, os músculos necessitam de consumir e armazenar mais água, oxigênio e nutrientes do que qualquer outro tecido do corpo. Para melhor compreender esse processo, devemos estar familiarizados com a função do cérebro em relação aos músculos e com todos os órgãos e sistemas do organismo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre o cérebro, sangue, neurónios e músculos funciona uma verdadeira engenharia biológica que a maioria de nós desconhece ou não aprecia. São maravilhosas reações elétricas, químicas e mecânicas que finalmente nos possibilitam locomover livremente, literalmente à vontade. É a oportunidade de apreciarmos o cérebro em ação. Direta ou indiretamente, todos os órgãos e sistemas do corpo humano trabalham para que os músculos possam exercer o direito fisiológico do cidadão de ir e vir.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O organismo &amp;ldquo;acostumado&amp;rdquo; com o desafio fisiológico promovido pela atividade dinâmica, não só desenvolve a sua musculatura, mas também, uma maior capacidade de armazenar energia &amp;ndash; resistência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A importância do efeito locomotor&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Para funcionar como deve ser, o nosso organismo necessita regularmente do efeito locomotor: ele precisa passear. A qualidade das nossas complexas atividades autônomas depende de um estímulo voluntário que determine as simples contrações musculares ritmadas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Assim reza a fisiologia: do corpo que pulsa, emana saúde. A atividade muscular dinâmica é a mais importante determinante da qualidade de vida. O fato do tecido muscular raramente desenvolver as patologias que normalmente afetam de forma aguda outros tecidos, como o infarto, derrame ou mesmo cancro, pouco despertou interesse por parte das áreas de saúde no passado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O desconhecimento das propriedades fisiológicas da musculatura esquelética tem contribuído para a perpetuação de graves problemas que desenvolvem doenças decorrentes do mau funcionamento do nosso organismo. Todos sabemos que, se o miocárdio repousar durante pouco mais do que alguns segundos, como numa paragem cardíaca, o organismo poderá sofrer graves consequências irreversíveis. No entanto, o que pode acontecer com o organismo que pouco utiliza a sua musculatura esquelética?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
À primeira vista, podemos logo observar um ligeiro aumento de peso, o que reflete o excesso de gordura corporal. Esse excesso, no entanto, não escolhe lugar para acumular e o próprio tecido muscular torna-se vítima desse ciclo vicioso. O acúmulo de gordura no tecido muscular provoca a inibição do transporte de glicose para o interior das suas fibras, as maiores consumidoras de açúcar de todo o corpo. Como consequência, tem início a intolerância glicêmica, com o aumento da produção e da secreção de insulina, que vão gerar a diabetes do tipo 2, macro doença crónica capaz de envolver todo o organismo, pelo resto da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pagamos um preço elevadíssimo ao negligenciarmos o imenso poder do efeito locomotor. Por trás das suas inocentes contrações, os músculos são capazes de gerar uma sequência de poderosas reações instantâneas, além de diversos efeitos crônicos em todo o organismo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A lei da falta de uso&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Para o nosso corpo, a simples contracção muscular dinâmica é uma atividade holística, essencial para a sua saúde, e que determina o seu grau de degeneração conforme envelhecemos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Até aproximadamente os dez ou doze anos de idade, a maturação do sistema nervoso central favorece o desenvolvimento motor natural das crianças de ambos os sexos, não havendo diferenças significativas de força entre elas. No entanto, após essa idade, os meninos tornam-se continuamente maiores e mais fortes, devido à maior secreção hormonal da testosterona no sexo masculino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em adultos com o peso ideal, a massa muscular corresponde entre 25 a 35% do peso total na mulher, e entre 40 e 45% nos homens. A capacidade máxima de força dos rapazes é atingida por volta dos vinte anos de idade, quando passa a sofrer um declínio gradual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com o envelhecimento, a redução da quantidade de motoneurônios é responsável pela redução do número de fibras musculares, a sarcopenia. Sendo assim, apesar de manter a mesma qualidade individual de contração, aos 65 anos de idade, um indivíduo terá entre 75 e 80% da força de que dispunha na sua juventude.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além dos empecilhos diretamente causados pela sarcopenia na locomoção, a saúde do idoso também se encontra prejudicada pela ausência efetiva do efeito locomotor em todo o organismo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O grau de envolvimento e a velocidade de desenvolvimento da sarcopenia dependem profundamente da qualidade de vida.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/uwuTQpYOjiY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 19:07:00</pubDate><id>55635</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55635</feedburner:origLink></item><item><title>Veja como levantar-se da cama sem prejudicar a coluna vertebral</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/Qjfy9x9vMDo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma boa postura &amp;eacute; a atitude que uma pessoa assume utilizando a menor quantidade de esfor&amp;ccedil;o muscular e, ao mesmo tempo, protegendo as estruturas de suporte contra traumas. Os desvios posturais tais como a lordose cervical, cifose dorsal, lordose lombar e escoliose podem levar ao uso incorreto de outras articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es, tais como as dos ombros, bra&amp;ccedil;os, articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es temporo-mandibulares, quadris, joelhos e p&amp;eacute;s. Manter posturas erradas por tempo prolongado pode acarretar altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es posturais ocasionando enrijecimento das articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es vertebrais e encurtamento dos m&amp;uacute;sculos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de posturas adequadas tanto ao sentar, repousar ou nas atividades do cotidiano s&amp;atilde;o importantes para manter a integridade das estruturas da coluna vertebral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Assim como a postura no computador, para estudar ou para fazer qualquer atividade cotidiana, deve ser correta e com o m&amp;iacute;nimo esfor&amp;ccedil;o, a postura para levantar-se da cama tamb&amp;eacute;m requer aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maneira correta de levantar &amp;eacute; aquela que n&amp;atilde;o exige a for&amp;ccedil;a da coluna vertebral. Quem deve fazer a for&amp;ccedil;a s&amp;atilde;o os m&amp;uacute;sculos.&lt;br /&gt;
Portanto, o jeito de levantar-se, de forma nenhuma, &amp;eacute; de frente como a maioria das pessoas fazem. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O certo &amp;eacute; deitar de lado (dec&amp;uacute;bito lateral), colocar os membros inferiores par fora da cama, e com a ajuda de um bra&amp;ccedil;o de apoio levantar o tronco. A coluna vertebral nunca deve fazer a for&amp;ccedil;a para suportar o corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Algumas dicas podem ser o suficiente para melhorar a sua vida!!!&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/Qjfy9x9vMDo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 18:56:00</pubDate><id>55634</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55634</feedburner:origLink></item><item><title>Novas variações do Pilates para sair da rotina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/xA1GKsKWjjk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Nessa categoria de técnica os exercícios de equilíbrio, e definição muscular, são dinâmicos e divertidos de fazer.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essa categoria surgiu da necessidade de inovar o atendimento de Pilates, pois a busca pelo domínio do corpo, a contrologia (controle consciente), através da excelência e da precisão nos movimentos instiga mais desafios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Infelizmente Joseph Pilates faleceu sem deixar documentado na íntegra todas as suas ideias revolucionárias, mas em um de seus livros usou a seguinte frase:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Todas as ideias novas são revolucionárias e quando a teoria é provada através da aplicação prática, só é necessário esperar para ela se desenvolver e florescer. Assim ideias simples e revolucionárias não podem ser ignoradas. Elas não podem ser deixadas para trás. O tempo e progresso são sinônimos, não podem parar. A verdade prevalecerá, e eu sei que meus ensinamentos irão alcançar as massas e finalmente será adotado como universal.&amp;rdquo; Joseph Pilates, 1934.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Portanto em nenhum momento Joseph diz que seu método é estático, pelo contrário ele deve evoluir e ser universal. É essa a ideia do Neo Pilates, os princípios que Joseph desenvolveu dão uma qualidade a atividade física e a reabilitação que podem ser aplicados em outros exercícios, não desenvolvidos pelo Pilates, nos exercícios aeróbicos, nos esportes, no trabalho, ou seja em qualquer momento que nos movimentamos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após extensas pesquisas, eles descobriram novos equipamentos e novos conceitos de atividade física que casam perfeitamente com a técnica do Pilates.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Neo Pilates proporciona ao paciente, forca, flexibilidade, equilíbrio, velocidade, resistência e coordenação, além da técnica auxiliar ainda no emagrecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É destinado a profissionais e acadêmicos da Fisioterapia e Educação Física e permite  que o profissional com seus conhecimentos e experiências utilize e adapte os exercícios assim que achar conveniente, de acordo com a necessidade de cada aluno/paciente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar de não ser considerado um método reconhecido, terapeutas que possuem formação específica em várias áreas como, por exemplo : gestão do processo de readaptação, estratégias preventivas e gestão de intervenções em casos de urgência, podem ajudar os artistas em treinamento a manter uma condição física excelente e ir sempre mais longe em seu desempenho físico de modo inteiramente seguro em colaboração estreita com os treinadores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Duas características oferecidas por essa técnica são: considerável queima calórica durante e após as aulas e maior dinamismo, diversão, prazer ao praticar os exercícios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para estes resultados aparelhos e acessórios específicos foram estudados e desenvolvidos para serem usados nos exercícios que devem sempre ser orientados pelo profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tecido acrobático permite a realização de vários exercícios de Pilates de maneira segura, agradável e desafiadora. O Cadillac Flyer é um novo recurso que une esse grandioso equipamento do Pilates, o Cadillac, com o tecido acrobático.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É um recurso simples, barato e bonito, que pode fazer a diferença no estúdio de Pilates. Com ele é possível realizar exercícios de flexibilidade, força, equilíbrio e propriocepção para todas as idades e para todos os níveis de condicionamento físico e saúde.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/xA1GKsKWjjk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 14:51:00</pubDate><id>55496</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55496</feedburner:origLink></item><item><title>Luva sem fio pode melhorar a sensação em lesados medulares</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/W-A5Qtz1aas/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O gadget foi utilizado com sucesso por indivíduos com sensação ou movimento limitados nas mãos devido a tetraplegia. Estes indivíduos tinham sofrido a lesão a mais de um ano antes do estudo, um período de tempo quando a maioria dos pacientes de reabilitação já deve ter tido uma melhora muito pequena para o resto de suas vidas. Notavelmente, o dispositivo foi usado primeiramente enquanto os participantes estavam realizando suas rotinas diárias.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O dispositivo é chamado de toque Mobile Music (MMT). A luva, que se parece com uma luva de treino com uma pequena caixa na parte de trás, é usada com um teclado de piano que vibra, indicando aos dedos quais as teclas apertar. Enquanto aprendia a tocar o instrumento, várias pessoas com lesão experimentaram uma sensação melhor em seus dedos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisadores do Georgia Tech e Atlanta Pastor Centro completaram recentemente um estudo sobre pessoas com fraqueza e perda sensorial devido à lesão medular.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Depois de nosso trabalho preliminar em 2011, verificou-se que a luva teria resultados positivos para as pessoas com lesão medular", disse o Ph.D. pós-graduada Tanya Markow, líder do projeto. "Mas fomos surpreendidos pela quantidade de melhoria que fizeram em nosso estudo. Por exemplo, depois de usar a luva, alguns participantes foram capazes de sentir a textura de sua cama e roupas pela primeira vez desde a sua lesão.".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Markow trabalhou com indivíduos com lesão medular que tinham sensação ou movimento limitado em suas mãos. Os participantes haviam sofrido uma lesão medular à mais de um ano antes do estudo. Nas oito semanas de projetos, os participantes do estudo tiveram que praticar o movimento de tocar piano por 30 minutos, três vezes por semana. Metade usou a luva para a prática, metade não.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O sistema com luva trabalha com um computador, MP3 player ou telefone inteligente. Um canto, tal como Ode a Joy, está programado para um dispositivo, que é sem fios ligados à luva. Como as notas musicais são iluminadas nas teclas corretas no teclado do piano, o gadget envia vibrações para "tocar" os dedos correspondentes. Os participantes tocam junto, gradualmente memorizando as teclas e aprendendo músicas adicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, estas sessões ativas de aprendizagem com a luva não eram o foco principal do estudo. Os participantes também usaram a luva em casa por duas horas por dia, cinco dias por semana, sentindo apenas a vibração (não tocando o piano). Estudos anteriores mostraram que o uso do sistema de luvas passivamente desta maneira ajudou os participantes a aprenderem músicas mais rápido e retê-los melhor. Os pesquisadores esperavam que o passivo uso do dispositivo também teria efeitos de reabilitação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No final do estudo, os participantes realizaram uma variedade de testes comuns como o de agarrar e de sensações para medir o seu aperfeiçoamento. Aqueles que usaram o sistema de luvas desempenharam significativamente melhor do que aqueles que apenas aprenderam piano normalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Algumas pessoas foram capazes de pegar objetos com mais facilidade", disse Markow. "Outro disse que poderia imediatamente sentir o calor de uma xícara de café.".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Markow acredita que as habilidades motoras aumentadas podem ser causadas por atividade cerebral renovada e que, por vezes, torna-se latente em pessoas com lesão medular. A vibração pode ser desencadeamento da atividade no córtex sensorial da mão. Markow gostaria de expandir o estudo para incluir resultados funcionais de ressonância magnética.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A luva tem evoluído nos últimos anos sob a liderança de Thad Georgia Tech Starner e Ellen Yi-Luen, bem como Deborah Backus, diretora de pesquisa de esclerose múltipla no Shepherd Center. O conceito inicial, tocar piano, desenvolvido com a equipe, então estudante de mestrado Kevin Huang, demonstrou que as pessoas pudem facilmente aprender a tocar piano, vestindo a luva e sentindo suas vibrações. Não demorou muito para Starner ver os maiores benefícios para a saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O equipamento utilizado para reabilitação da mão pode parecer monótono e enfadonho para alguns, e não fornecer qualquer feedback ou incentivo", disse Starner, que supervisiona o Grupo de Computação Contextual. "Touch Mobile Music supera cada um desses desafios e proporciona benefícios surpreendentes para pessoas com fraqueza e perda sensorial devido à lesão. É um grande exemplo de como a computação vestível pode mudar a vida das pessoas.".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Starner é professor associado na Escola de Computação Interativa. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/W-A5Qtz1aas" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 14:48:00</pubDate><id>55493</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55493</feedburner:origLink></item><item><title>Fisioterapia x massoterapia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/5_vb79RQn7Q/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Muita gente não sabe qual é a diferença entre Fisioterapia e Massoterapia, aliás, os dois temas tem como foco principal o corpo humano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para dar uma ajuda pra quem tem essa dúvida, vamos aos conceitos de cada um:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Fisioterapia, em sentido amplo, é a ciência que estuda o movimento humano e que utiliza recursos físicos no tratamento e cura. Com o sentido restrito à área de saúde, está voltada para o entendimento da estrutura e mecânica do corpo humano. Ela estuda, diagnostica, previne e trata os distúrbios, entre outros, da biomecânica e funcionalidade humana decorrentes de alterações de órgãos e sistemas humanos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, a Fisioterapia estuda os efeitos benéficos dos recursos físicos e naturais sobre o organismo humano. É a área de atuação do profissional formado em um curso superior de Fisioterapia. Esse profissional utiliza a biomecânica corporal e a eletrotermofototerapia como instrumentos de reabilitação. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O fisioterapeuta é capacitado a avaliar, reavaliar, prescrever (tratamento físico, órteses, próteses), dar diagnóstico cinesiológio-funcional, prognóstico, intervenção e alta, dentro de sua tipicidade assistencial. Então, para uma patologia cinésio-funcional, prevenção de lesões ou até mesmo laudos laborais, o Fisioterapeuta é o profissional capacitado para esse trabalho. Esse profissional pode ser especialista em: Traumato-ortopedia, Dermato Funcional, Cardiorrespiratória, Gerontologia, Ergonomia e Fisioterapia do Trabalho, Perícia Judicial, Neurologia, Pediatria, Terapia Manual, Oncofuncional, Acupuntura, Terapia Intensiva, Saúde da Mulher, Ortóptica, Desportiva, Orofacial ou Urologia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Massoterapia é a utilização de diversas técnicas holísticas de origem orientais e ocidentais, exercidas por meio de toques (massagens) proporcionando grandes virtudes terapêuticas, relaxantes, anti-estresse, estéticas, emocionais e massagem desportivas. Possibilita maior contato com o próprio físico, valorizando a respiração e desenvolvendo uma melhor percepção corporal, aumentando a consciência e dando a devida importância ao equilíbrio na vida para o dia a dia. Esse profissional pode exercer a atividade realizando um curso técnico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Depois das definições, agora fica mais claro saber qual profissional procurar de imediato dependendo do problema de cada um.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/5_vb79RQn7Q" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:36:00</pubDate><id>55418</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55418</feedburner:origLink></item><item><title>Por que fazer fisioterapia na gravidez?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/k1TfnIzuQkM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Durante a gravidez ocorrem diversas adaptações físicas necessárias ao crescimento e desenvolvimento fetal. Essas mudanças podem causar desconfortos e limitações nas atividades da vida diária da mulher grávida. Alguns dos sintomas persistem após o parto, quando surge a sobrecarga das atividades relacionadas aos cuidados com o bebê.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A realização de Fisioterapia já no pré-natal prepara o corpo da mulher para as exigências solicitadas pela gravidez e o pós-parto. São realizados exercícios de fortalecimento e alongamento de músculos específicos, exercícios aeróbicos orientados, conscientização corporal, correção de posturas inadequadas nas atividades de vida diária, exercícios de relaxamento e de respiração. Esses exercícios auxiliam ainda no alívio de desconfortos como câimbras, inchaço e falta de ar, além de ajudar na preparação para o parto. Na visão atual do parto, a mulher é tida como protagonista do nascimento do seu filho, exercendo papel ativo. Por isso, a percepção do seu próprio corpo desde o período gestacional, aliada à preparação física, aumenta seu conforto, proporciona bem-estar e gera segurança e confiança para o tão esperado momento do parto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além da preparação global do corpo, também é recomendável que a gestante tenha cuidados específicos com o assoalho pélvico. O assoalho pélvico é um conjunto de tecidos de revestimento que fecha a cavidade inferior da pelve (músculos, ligamentos e fáscias). Em conjunto, essas estruturas sustentam os órgãos pélvicos (bexiga, útero e reto), além de terem função no controle da urina, das fezes e na atividade sexual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os músculos do assoalho pélvico, também conhecidos como músculos do períneo, tendem a enfraquecer durante a gravidez por causa do efeito de hormônios, além da sobrecarga gerada pelo aumento de pressão abdominal. Este enfraquecimento pode trazer disfunções como a perda involuntária de urina, que atinge 60% das gestantes, podendo persistir após o parto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Durante a gestação o fisioterapeuta avalia o controle, a coordenação, o tônus, a força e a resistência dos músculos do assoalho pélvico e os reabilita de acordo com as deficiências apresentadas. Todas as gestantes devem realizar exercícios para esses músculos, mesmo se não têm sintomas e independentemente do tipo de parto que escolherem. Ao contrário do que muitas mulheres pensam, o parto normal não é o responsável por disfunções do assoalho pélvico. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com a realização de Fisioterapia durante a gestação, já é possível preparar a musculatura para diminuir as chances de uma possível lesão muscular durante o parto. Estudos têm mostrado que as mulheres que reforçam a musculatura perineal por meio de exercícios durante o período gestacional e após o parto apresentam menores chances de apresentarem disfunções no assoalho pélvico no futuro, quando outros fatores, como o envelhecimento e a menopausa, são desencadeados. Por isso, a Sociedade Internacional de Continência recomenda que todas as mulheres façam exercícios de fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico desde o período gestacional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Fisioterapia atua através de ações preventivas e de promoção à saúde da população feminina ao longo da vida, sendo que várias dessas ações são propícias de serem implementadas durante a fase reprodutiva visando à vivência de uma gravidez, parto e pós-parto com maior qualidade e bem-estar.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/k1TfnIzuQkM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:33:00</pubDate><id>55417</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55417</feedburner:origLink></item><item><title>A fisioterapia e a diabetes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/AGu-oXb62AY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Diabetes é uma doença crônica em que o pâncreas não produz insulina em quantidade suficiente ou o organismo não a usa de forma adequada.&lt;br /&gt;
Pode ocorrer em dois tipos:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Tipo I, onde ocorre a produção reduzida ou nula de insulina, onde a pessoa precisará de injeções diárias de medicamento. Em fase avançada, pede uso de insulina. Manifesta-se geralmente em crianças e adultos jovens. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tipo II, onde a glicose não é absorvida adequadamente pelas células. Pode ser controlada por dieta e exercícios. É uma doença silenciosa, que surge geralmente após os 40 anos de idade, podendo passar despercebida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A absorção inadequada de glicose pelas  células provoca sua elevação no sangue, ultrapassando as taxas normais de 70 a 100mg/dl em jejum, e 140 mg/dl após refeições. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É uma doença hereditária e não contagiosa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sintomas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;- Cansaço, desânimo&lt;br /&gt;
- Sede Intensa&lt;br /&gt;
- Piora da Visão&lt;br /&gt;
- Perda de peso&lt;br /&gt;
- Aumento da frequência de urina&lt;br /&gt;
- Pressão Alta&lt;br /&gt;
- Fome Intensa&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fatores de Risco&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;- Sedentarismo (pouca atividade física)&lt;br /&gt;
- Presença de diabéticos na família &lt;br /&gt;
- Excesso de peso &lt;br /&gt;
- Hipertensão arterial &lt;br /&gt;
- Aumento da taxa de colesterol e triglicerídeos &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Consequências de Diabetes Não Controlada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;- Cegueira &lt;br /&gt;
- Enfarte do miocárdio e derrame cerebral &lt;br /&gt;
- Gangrena e amputações &lt;br /&gt;
- Doenças nos rins &lt;br /&gt;
- Impotência sexual masculina&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que a Fisioterapia pode fazer?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;- Orientações e cuidados com os pés e a pele de forma global &lt;br /&gt;
- Monitoramento freq&amp;uuml;ente da pressão arterial &lt;br /&gt;
- Realização de atividades físicas freq&amp;uuml;entes &lt;br /&gt;
- Exercícios para melhorar a respiração &lt;br /&gt;
- Exercícios para equilíbrio e coordenação &lt;br /&gt;
- Orientações posturais &lt;br /&gt;
- Exercícios em grupo &lt;br /&gt;
- Caminhadas &lt;br /&gt;
- Exercícios com bola terapêutica&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/AGu-oXb62AY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:30:00</pubDate><id>55416</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55416</feedburner:origLink></item><item><title>Nova técnica de flutuação chega ao Brasil e promete bons resultados</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/IVJEzfP1t6w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Chega ao país o primeiro tanque de flutuação desenvolvido para proporcionar bem-estar físico e mental. Popular nos Estados Unidos e na Europa, esse modelo de terapia busca uma espécie de privação dos sentidos, já que o ambiente é escuro e sem ruídos e o indivíduo fica submetido a um estado de ausência de gravidade - como a água da banheira tem alta concentração de sal, o corpo não afunda. "A pessoa experimenta, então, uma posição inédita, e isso propicia profundo relaxamento muscular", explica a terapeuta Helena Liva Braga, responsável pelo Samadhi Floatation no Brasil, cuja primeira unidade foi instalada na clínica Inner Fit, em São Paulo. "Há relatos de alívio nas costas para gestantes, redução de dores na fibromialgia e na artrite, além de melhora da concentração e da criatividade no dia a dia", conta.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Por dentro do tanque&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Entenda suas peculiaridades&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Temperatura: É parecida com a da nossa pele. Fica entre 35,4 e 35,6 graus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sal: São usados 350 kg de sal do tipo Epson, que tem menos iodo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Água: O tanque tem 650 litros e profundidade de 25 centímetros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tempo: As sessões podem ser semanais e duram uma hora.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/IVJEzfP1t6w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:25:00</pubDate><id>55360</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55360</feedburner:origLink></item><item><title>As dores e lesões mais comuns da corrida</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/Phdl2AEjDHM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O caráter prático e democrático da corrida de rua está impondo um novo paradigma aos especialistas da área da saúde: ela ajuda a combater o sedentarismo e sua consequências mais preocupantes &amp;ndash; a obesidade as doenças cardiovasculares &amp;ndash;, mas está produzindo uma legião de praticantes que sofrem, às vezes por meses, com dores e lesões em músculos, tendões e ossos.Joelhos, pés, pernas, tornozelo e coluna são as áreas do corpo mais afetadas por lesões causadas pela corrida, de acordo com um estudo feito pelo Programa de Mestrado em Fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID), cujo objetivo era descrever hábitos, características de treinamento e histórico de lesões em 200 corredores que corriam por lazer há pelo menos seis meses.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na pesquisa, o grupo coordenado pelo fisioterapeuta Alexandre Dias Lopes constatou ainda que os corredores com mais tempo de prática de corrida eram justamente os que apresentavam taxas menores de lesão. Para ele, esse dado indicaria que os mais experientes estariam mais adaptados ao &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e, entendendo melhor os limites do próprio corpo, estariam mais protegidos de dores e lesões. Já os corredores mais recentes e com maiores índices de lesões estariam vulneráveis pelas razões opostas: despreparo, muitas vezes associado ao exagero.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A lesão na corrida é sempre multifatorial, mas hoje sabemos que quem corre mais de 50km por semana está mais propenso a lesões do que quem fica dentro desse limite&amp;rdquo;, diz Lopes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro fator que contribui de forma decisiva para o surgimento de dores e lesões é o aumento súbito na carga de treino, ou seja, acelerar demais o ritmo ou percorrer distâncias muito maiores do que está habituado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A pessoa se empolga, vai perdendo peso, ganhando condicionamento, fazendo amigos no &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e, frequentemente, começa a abusar, se impondo metas que vão muito além do que o corpo consegue suportar&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nem mesmo quem participa de grupos de corrida orientados ou treina individualmente, com um profissional especializado, está livre de riscos. Praticar a atividade física com a supervisão ajuda, e muito, a fugir das lesões mais frequentes. A presença do treinador, no entanto, não consegue inibir o excesso fora dos dias e horários de treino. Além disso, lembra o orientador físico e instrutor do Levitas Velocitá, Everton Casagrande, muitos empolgados literalmente ignoram a dor e seguem em frente, achando que o organismo vai se habituar a ela.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sentir dor durante a corrida, diz Casagrande, não é algo normal e não deve ser negligenciado. Fortalecer a musculatura envolvida na corrida &amp;ndash; não esquecendo o abdome &amp;ndash; ajuda a afastar problemas, mas a cautela segue sendo a forma mais eficaz de prevenir o surgimento de lesões. Outra regra de ouro, lembra Casagrande, é fazer um intervalo de descanso entre os treinos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Sempre explico aos meus alunos que o descanso é crucial. Durante a corrida os ossos sofrem microfissuras que são regeneradas justamente nesse intervalo em que o organismo descansa do exercício.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/Phdl2AEjDHM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:22:00</pubDate><id>55359</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55359</feedburner:origLink></item><item><title>Tratamentos não cirúrgicos para a coluna vertebral</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/g-l6ypr7Pcs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quando o disco, a cartilagem entre as vértebras da coluna, está em crise, os incômodos não tardam a aparecer. E só depois de muita avaliação que os especialistas no assunto podem bater o martelo para a melhor terapia. Às vezes, opta-se pelo controle da dor por meio de medicamentos. Outras tantas, recorre-se à &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Ou, então, a solução está na cirurgia - minimamente invasiva ou não. Porém, muitos concordam que, em boa parte dos casos, o tratamento é paliativo. E mais: se o paciente não toma alguns cuidados ou faz exercícios físicos sem orientação, a dor voltará a dar o ar de sua desgraça.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Não por acaso, o fisioterapeuta cearense Helder Montenegro resolveu estudar o assunto para buscar mais uma alternativa no combate às encrencas no disco vertebral. Depois de trabalhos e viagens, o expert trouxe dos Estados Unidos dois equipamentos que, segundo ele, trazem alívio para os problemas de coluna, entre eles, a hérnia de disco, a desidratação e degeneração discal e a instabilidade vertebral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um desses aparelhos é a mesa de tração eletrônica. Ela lembra uma cadeira de dentistas e é acoplada a um computador, por meio do qual o profissional poderá calcular as cargas aplicadas ao paciente. Ao contrário das mesas de tração antigas, usada nos anos 1970, esta depende do que é programado pelo fisioterapeuta. O paciente é preso pelo tórax e pelos quadris por cintos que o conectam ao equipamento. Depois de calculados o peso e a quantidade de etapas em que o procedimento será realizado, são programados os movimentos de tração, compressão e relaxamento da coluna, com a definição de uma carga mínima e outra máxima. Tudo para não prejudicar a musculatura da região.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Os movimentos realizados na mesa imitam aqueles feitos no dia-a-dia", explica Montenegro. E são eles que promovem uma abertura entre uma vértebra e outra. Assim, o nervo que passa pela coluna não fica comprimido. Em outras palavras, não há dor. "Quando o disco é pressionado pelas vértebras, diminui a quantidade de oxigênio que ele recebe e aumenta a concentração de hidrogênio", afirma o fisioterapeuta. "Isso faz com que o pH da região se torne ácido, favorecendo a irritação e a dor", completa. Depois de entrar em ação, a mesa ajuda a preservar esse espaço e permite que o disco permaneça mais hidratado e, portanto, saudável.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O outro item que auxiliará o combate das hérnias e afins é a mesa de descompressão dinâmica, que também se vale de movimentos nas articulações. "Assim como a outra, esta visa aumentar o espaço intradiscal", conta Montenegro. A diferença é que o especialista recorre a ela quando o paciente já se sente menos incomodado com o problema no disco - geralmente ela é usada depois de o indivíduo passar pela mesa de tração eletrônica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Você já ouviu falar de estabilizar vertebral? O utensílio vem da Austrália e, quando colocado sob o paciente, verifica as condições da musculatura que sustenta a coluna, especialmente na porção lombar, próxima à cintura. "Ele serve como um guia para trabalhar corretamente esses músculos", diz o fisioterapeuta especialista Helder Montenegro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tratamento que reúne esses três aparelhos costuma durar dois meses. Mas, atenção, depois de se submeter a ele, o paciente deve se comprometer a fazer atividades físicas específicas para a manutenção dos benefícios. "Caso contrário, em cerca de um ano e oito meses, o problema pode voltar", conta o fisioterapeuta. Os exercícios em questão são musculação dirigida e acompanhada por um professor de educação física, ou pilates. Montenegro, aliás, é categórico: "Se o paciente não se compromete a fazer os exercícios, não iremos atendê-lo". Na visão do especialista, eles são imprescindíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As principais contra-indicações da terapia que aposta nessa tríade de aparelhos são os casos de hérnia de disco aguda. "Não a recomendamos a pacientes que, por causa do problema, têm incontinência urinária ou já perderam a força nas pernas", avisa Montenegro. Baseado em pesquisa com 30 pacientes, o especialista assegura que 87% deles se consideram satisfeitos com o tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Procuramos ortopedistas e cirurgiões para ouvir outras visões sobre a terapia. Eles preferiram não emitir opinião uma vez que, como o uso das mesas é recente, ainda poucos a conhecem suficientemente bem para uma análise correta. Sem contar que existem poucos trabalhos científicos a respeito.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/g-l6ypr7Pcs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:18:00</pubDate><id>55358</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55358</feedburner:origLink></item><item><title>Fisioterapia depois do expediente</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/-xhOOvgXY5w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem vive correndo, sem tempo de ir ao médico, pode aproveitar para se tratar no terceiro turno nas clínicas e consultórios de Brasília. Tem profissional fazendo serão, com trabalho extraordinário à noite.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quem usa esses serviços diz que esse é o único horário que sobra. É ir ao médico à noite, estudar à noite, fazer ginástica à noite, ir ao supermercado à noite. Agora e jantar, ir ao cinema, ficar com os filhos, olhar a lição deles, namorar e dormir? Quando? Cadê o tempo para o lazer? Para muita gente, isso não existe mais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tempo passa rápido demais. &amp;ldquo;Quando você vê, passou o dia. Eu tinha que ir ao dentista e tinha que marcar um médico. Às vezes eu deixo, não dá tempo&amp;rdquo;, diz a balconista Cláudia Fontenele.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso mesmo, um consultório de &lt;a href="http://www.portalodontologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;odontologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; abriu um terceiro turno. São altas horas da noite e ninguém está no local para casos de emergência. Só para consulta normal e exames de rotina.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Profissionais liberais e pessoas que têm um dia muito corrido não encontravam tempo durante o expediente normal, de 8h as 18h, para fazer seu serviço odontológico e para ir ao dentista&amp;rdquo;, afirma Márcio Garritano, sócio da clínica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A procura é tão grande que foi preciso aumentar a equipe. Quatro dentistas e uma recepcionista já foram contratados. &amp;ldquo;Estou gostando. É um horário bem diferente, mas é bom&amp;rdquo;, conta a recepcionista Gabriela Lima.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Fisioterapia depois do expediente? Sem problemas. Em um local, quem manda na agenda é o cliente. Que tal levar os bichos de estimação para um check-up à noite ou até de madrugada? Em uma clínica veterinária, o atendimento é 24 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O movimento é bastante grande nesse horário, porque as pessoas têm a rotina intensa ao longo do dia, com trabalho e trânsito. Muitas pessoas optam por vir nesse horário à noite&amp;rdquo;, conta o médico veterinário Guilherme Jacobina. &amp;ldquo;Para quem mora em cidade grande, é muito melhor&amp;rdquo;, diz a advogada Jaciara Bauer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sem trânsito e com vagas de sobra no estacionamento, a única preocupação é com a segurança. Um prédio instalou câmeras em todos os cantos, reforçou a iluminação da área externa e tem uma equipe treinada para vigiar o movimento. &amp;ldquo;Eles sempre acompanham os pacientes, se for preciso e se alguém solicitar, até o carro&amp;rdquo;, diz a dona de clínica Juliana Naves.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Assim, as pacientes da clínica de &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; relaxam durante as sessões noturnas de massagem, botox e depilação. &amp;ldquo;É mais pela beleza que elas arranjam um tempinho e sempre vêm&amp;rdquo;, conta a gerente de clínica Dayane de Oliveira.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A opção de eu ter escolhido a clínica foi por atender até mais tarde. Para mim, isso foi um diferencial muito importante&amp;rdquo;, afirma a analista de marketing Fabiana Bellinello.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O turno extra em clínicas e consultórios é cada vez mais comum também em cidades menores. É uma nova tendência que gera mais emprego e renda.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/-xhOOvgXY5w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 17:42:00</pubDate><id>55328</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55328</feedburner:origLink></item><item><title>Movimente as pernas durante a viagem para evitar trombose</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/Fel5jtHcl6I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As férias de julho chegaram e é hora de curtir com uma boa viagem. As opções são várias &amp;ndash; você pode curtir o frio no Sul, fugir dele em uma praia no Nordeste ou ainda encarar um caminho mais longo e aproveitar o verão do hemisfério Norte.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se a sua escolha envolve uma viagem longa, preste atenção às dicas do Bem Estar desta segunda-feira (16). Os convidados do dia foram o infectologista Caio Rosenthal e o clínico geral Alfredo Salim Helito.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se você vai passar quatro horas ou mais dentro de um ônibus ou de um avião, tome cuidado com a trombose. A trombose é a formação de coágulos no sangue, que normalmente começa nas pernas. O sangue fica mais grosso e aumenta o risco de entupimento de alguma veia ou artéria. O problema não se restringe às pernas &amp;ndash; o sangue que engrossa lá pode bloquear a circulação no pulmão, por exemplo, o que causa uma embolia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na viagem, o risco aumenta porque a pessoa passa muito tempo sentada. Se as pernas ficam para baixo e paradas por muito tempo, a falta de movimento piora a circulação do sangue. A panturrilha &amp;ndash; a batata da perna &amp;ndash; funciona como um &amp;ldquo;segundo coração&amp;rdquo;. O coração bombeia o sangue até os pés, e ele retorna pelas veias que ficam na perna.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A trombose do viajante recebe também o apelido de &amp;ldquo;mal da classe econômica&amp;rdquo;, porque nessa parte do avião é ainda mais difícil se movimentar. Na primeira classe, é possível deitar a cadeira, o que facilita a circulação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Seguir dicas básicas para proteger a circulação é mais barato que comprar um bilhete de primeira classe. Os cuidados começam antes do embarque, na hora de se vestir. Procure usar uma meia elástica &amp;ndash; de preferência uma meia de compressão &amp;ndash; e calçados bem confortáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra dica é mover bastante as pernas durante a viagem. Se estiver no avião, levante-se e ande um pouco, mesmo que não precise ir ao banheiro. No ônibus, tente descer em todas as paradas, ainda que não queira comprar nada. O vídeo acima mostra exercícios que caem bem para essa situação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Também é importante beber bastante água para manter o corpo bem hidratado, o que evita que o sangue engrosse demais &amp;ndash; nada de bebida alcoólica, portanto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A trombose não acontece só durante a viagem, é um risco ao qual todos estão sujeitos. A melhor maneira de evitá-la é fazendo atividades físicas, pois o exercício ativa a circulação. Quem já tiver a circulação comprometida &amp;ndash; como os diabéticos, por exemplo &amp;ndash; precisa redobrar os cuidados. Obesos, grávidas e mulheres que tomam pílula anticoncepcional -- principalmente se forem fumantes -- também entram no grupo de risco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O principal sintoma da trombose é um inchaço na perna, principalmente se uma fica maior que a outra. Vermelhidão, aumento de temperatura e dores na batata da perna também podem indicar a doença. E é preciso ficar atento a esses sinais, porque a trombose é silenciosa, e a embolia pulmonar pode ser fatal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Erisipela&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Há uma doença com sintomas parecidos e causas muito diferentes que também se manifesta nas pernas. A erisipela atinge a camada superficial da pele, e é provocada por bactérias que estão presentes na nossa pele, principalmente nas mãos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se a pele estiver com um corte, uma picada de mosquito ou com micose, fica vulnerável à doença. Só de passar a mão infectada ou coçar, é possível contaminar a área e desenvolver a erisipela, que pode ser leve ou grave, dependendo da resistência do paciente.&lt;br /&gt;
A erisipela é mais comum nas pernas, mas pode aparecer no rosto, cotovelos e em outras partes do corpo.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/Fel5jtHcl6I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 17:38:00</pubDate><id>55327</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55327</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba o alongamento adequado para o seu tipo de exercício</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/HPb1srD_RFE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Será que é melhor alongar ou aquecer? Algumas pesquisas afirmam que fazer alongamento pode até atrapalhar o desempenho durante a atividade física e tem muito aluno que confia nisso para dar uma encurtada no treino. Mas um novo estudo, publicado pelo American College of Sports Medicine, vem para provar o contrário e acabar com as dúvidas sobre o assunto: a pesquisa, que revisou mais de 100 trabalhos, concluiu que segurar até 45 segundos braços, pernas, pescoço ou costas, em alongamento, não prejudica o rendimento da corrida. Segundo o educador físico Newton Nunes, do Instituto do Coração (INCOR) o alongamento pode e deve ser feito, mas com alguns cuidados. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Cada aluno deve alongar os músculos considerando dois fatores: as limitações individuais e o tipo de exercício que será praticado", afirma. Comece pelos movimentos mais fáceis, do alongamento estático, e avance para modelos mais complexos, como a facilitação neuromuscular proprioceptiva. Os cuidados redobram nas situações em que houve uma lesão muscular: a não ser que exista indicação profissional, seu corpo deve ser poupado de esforços devido ao risco de aparecimento de novos microtraumatismos na região. Para entender as diferenças entre esses e outros métodos, acompanhe a galeria com as dicas dos especialistas e deixe seu treino mais completo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Alongamento dinâmico ou balístico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;"Esse tipo de alongamento é indicado, principalmente, para casos em que o ganho da flexibilidade melhora o desempenho esportivo", afirma o educador físico Nikolas Chaves, de Belo Horizonte. Segundo o estudo do American College of Sports Medicine, fazer alongamentos dinâmicos - como a elevação dos joelhos, o agachamento e rotação de braços e tronco" é sempre positivo, porque aumenta a mobilidade das articulações e a amplitude do movimento. Alongamentos dinâmicos devem ser realizados após um período inicial de aquecimento, feito a partir de movimentos curtos e deslocamentos pelo solo. As crianças podem praticar esse tipo de alongamento que, se feito de maneira leve, preparara o corpo para a Educação Física.  &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Alongamento estático&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Esse é o tipo mais comum de alongamento, feito quando os músculos são esticados e você permanece numa posição estática. Segundo o educador físico Newton Nunes, o tempo ideal de alongamento pode variar entre 20 e 30 segundos, permanências superiores desnecessárias para a realização da prática esportiva. "Alongar por mais de 30 segundos provoca um relaxamento dos músculos, prejudicando a produção de força rápida". Outra boa opção é fazer os exercícios de alongamento depois do treino de musculação. Além de melhorar a flexibilidade, você experimenta um relaxamento. O alongamento estático é uma boa alternativa para dar início à reabilitação dos músculos após uma lesão.&lt;br /&gt;
  &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Facilitação neuromuscular proprioceptiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Ao utilizar essa técnica, o aluno faz o alongamento de uma maneira passiva, ou seja, com o auxílio de outra pessoa, que vai segurar o membro alongado por 30 segundos em determinada posição. Após este período, o praticante realiza uma força contra o ajudante, que sustenta o membro do praticante no ângulo inicial. O estímulo é seguido por um período de relaxamento, em que o ajudante empurra ainda mais a perna do praticante com o intuito de aumentar a amplitude do alongamento. Por exemplo, deitado sobre uma superfície confortável, o praticante dobra um dos joelhos e eleva a outra perna esticada. O ajudante alonga a perna até o limite do praticante. Em seguida, o praticante exerce uma força como se quisesse encostar a perna, que permanece esticada, novamente no chão, por, no máximo, dez segundos. O ajudando resiste a essa força, e em seguida, torna a alongar a perna, conquistando um melhor alongamento. "Há aumento na amplitude de alongamento comparando este método com o alongamento passivo convencional?, afirma Newton Nunes. Mas vale lembrar que, por se tratar de uma técnica bem específica, o ideal é que seja feita pelo profissional especializado, que sabe até onde deve levar o membro alongado.  &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Alongamento específico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Mesmo que seja feito outro tipo de alongamento, deve-se, posteriormente, ser feito um alongamento específico para o tipo de atividade que será realizada. "Se for jogar futebol, por exemplo, vale flexionar e rodar o quadril para fora ou até dar alguns chutes", explica Newton Nunes. "Dê preferência aos alongamentos com movimentos semelhantes aos do &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; que será realizado, isso minimiza o risco de lesões musculares e articulares." A dica também vale para a musculação, incluindo o alongamento dos grandes grupos musculares e também dos grupos musculares específicos que vão ser mobilizados. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Alongamento passivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Esse tipo de alongamento é feito com ajuda de algum aparelho, como uma faixa elástica ou até mesmo uma bola suíça, ou com ajuda de alguém. Nesse caso, o controle do movimento pode ser passado para outra pessoa, por isso é importante ter noção do seu limite e interromper o alongamento se sentir dores excessivas. "Trata-se de uma percepção bastante sutil já que o aumento da amplitude também causa um pouco de dor e isso é importante para que haja aumento gradual da flexibilidade", afirma o professor Nikolas.  &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/HPb1srD_RFE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 18:13:00</pubDate><id>55231</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55231</feedburner:origLink></item><item><title>Dor nas costas é responsável por 13 por cento das consultas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/_FMNYI5pDgU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a dor nas costas é a terceira causa de aposentadoria e a segunda de licença ao trabalho no Brasil. Além disso, estatísticas indicam que 13% das consultas médicas envolvem dores na coluna.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O problema é muito comum  em pessoas acima de 40 anos e pode ser sintoma de hérnia de disco. &amp;ldquo;A coluna vertebral é composta de vértebras e discos intervertebrais. A hérnia de disco acontece quando estes discos, que tem a função de amortecer o impacto entre as vértebras, se rompem e comprimem as estruturas no canal vertebral, causando dor somente na coluna ou dor irradiada e formigamento para braços e pernas&amp;rdquo;, explica o osteopata Gabriel Boal, da Clínica Reacciona. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Normalmente, a hérnia é mais encontrada na o lombar e na coluna cervical porque são as regiões mais flexíveis e suportam mais cargas. Isso porque, os fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença são a postura errada, a falta de exercícios físicos, o excesso de peso e até a alimentação inadequada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vale lembrar que o problema ocorre com mais frequências em pessoas que exigem muito da coluna vertebral, seja no trabalho ou nas atividades diárias. A hérnia também pode ser causada por acidentes, principalmente os automobilísticos. &amp;ldquo;Ao menor sintoma de dor na coluna vertebral ou formigamento e irradiação para braços e pernas, deve-se procurar, imediatamente, um fisioterapeuta especialista em osteopatia, para melhor avaliação do problema&amp;rdquo;, alerta o osteopata Felipe Yamaguchi.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/_FMNYI5pDgU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 18:11:00</pubDate><id>55230</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55230</feedburner:origLink></item><item><title>Crianças com anemia falciforme se exercitam</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/qzzDYTW7U-4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Crianças com anemia falciforme participam de um programa de extensão da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Duas vezes por semana elas fazem atividades acompanhadas por alunos dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Fisioterapia e Educação Física. A doença é hereditária, mas com o tratamento certo os resultados são notáveis na qualidade de vida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para algumas crianças que participam do programa tudo parece brincadeira, mas é cuidado com a saúde. "Eu gosto, pois é muito legal a gente na piscina, fazendo alongamento, aprendendo as atividades, também fazendo alguns testes", disse Laura dos Santos Martins, de 10 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A professora da UFU, Célia Regina Lopes, explicou que a doença compromete a saúde das crianças. "Nas crianças temos comprometimento mais frequente pelo calibre reduzido dos vasos. Isso pode trazer embolias periféricas, pulmonares, cerebral e dores articulares importantes", disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, segundo especialistas, existe o traço falciforme, que é uma herança genética que pode estar presente nos pais, sem manifestação clínica. No entanto, isso não impede que os filhos apresentem a doença como é o caso de Gheisseler Pereira dos Santos. Ela e o marido têm o traço, a filha tem a doença e participa do programa desde o início. "A minha filha apresentava muitas doenças, estava constantemente em hospitais internada. A partir do momento que ela começou a participar do projeto a resitência física e a qualidade de vida dela melhorou muito", ressaltou Santos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A estudante de Educação Física, Letícia Baioco, disse que exercícios ajudam no desenvolvimento físico das crianças. "Além das atividades aquáticas, há exercícios aeróbicos como alongamento, corrida, entre outras atividades para melhorar a circulação e o fortalecimento muscular das crianças", salientou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As crianças do projeto da UFU foram encaminhadas pelo Hemominas, mas outras que têm a doença também podem participar do programa. Já no caso de adultos é preciso ter demanda para que as turmas sejam iniciadas. Mais informações podem ser obtidas pelo (34) 3239-4861.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/qzzDYTW7U-4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 18:07:00</pubDate><id>55229</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55229</feedburner:origLink></item><item><title>KINESIO TAPE: um grande benefício</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/EuYMisfoMv0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Kinesio Taping foi desenvolvido na década de 70, no Japão, pelo Quiroprata Kenso Kase. O método de bandagem tem como objetivo a estimulação somatossensorial dos sistemas tegumentar (pele), linfático e muscular, além da estabilização de articulações. Foi desenvolvido através da hipótese de que a função dos músculos não era apenas restrita aos movimentos do corpo, mas também ao controle da circulação de fluxos venosos, linfáticos e temperatura corporal. A técnica é uma grande aliada dos fisioterapeutas, que utilizam as fitas elásticas sem restrições para os pacientes no auxílio terapêutico, por meio de estímulos mecânicos constantes e duradouros na pele.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O método consiste na colocação de uma fita especial e elástica sobre a área a ser estimulada, onde a força mais importante é a força de reação do estiramento da fita. As fitas não possuem nenhum tipo de medicação, como muitas pessoas pensam. Então, podem ser utilizadas por pacientes de todas as idades, até mesmo bebês, de forma a amenizar os efeitos de cólicas ou no tratamento de pessoas que sofreram derrame ou paralisia muscular, por exemplo. Estas fitas são peculiares por não limitarem os movimentos e as técnicas de aplicação são exclusivas e específicas para cada caso e segmento do corpo. A forma como são colocadas é que permite o tratamento e, por isso, só devem ser aplicadas por profissionais capacitados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As aplicações de Kinesio reduzem edemas e a dor de lesões musculares. Isto ocorre porque a dor causa pressão nos receptores, sensoriais e neurológicos, e é aliviada através das ondulações que a banda promove, elevando a pele, o que faz melhorar a circulação sanguínea, e permitindo que o sistema linfático flua mais livremente. Além disso, promove tratamento e prevenção de lesões comuns, como distensões, tendinites e outras causas de dor, inflamação e limitação funcional. Esta banda, além de ultraleve e elástica, é forte e altamente eficaz para o alívio da dor, estabilidade, suporte muscular e articular.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/EuYMisfoMv0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 18:05:00</pubDate><id>55228</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55228</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo com corredores revela que as mulheres sofrem mais com dores nas costas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/Y3g5wK2PnbA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Segundo estudo realizado pelo Spine Center do Hospital do Coração com corredores de rua, as mulheres são as que mais sofrem com as dores nas costas. A pesquisa foi realizada com 240 participantes de corridas de rua, sendo 123 mulheres e 117 homens, o estudo revelou que as dores nas costas afetam 49,5% das mulheres contra 39,3% dos homens.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O fisiatra intervencionista Dr. João Amadera afirma que a corrida é um &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de impacto e se não praticado adequadamente pode agravar os problemas na coluna. Entre os participantes do estudo, as dores lombares estão presentes em mais de 70% dos casos, seguidas das dores cervicais, que atingem 30% dos corredores, independente do sexo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A idade também influi na dor entre os atletas. Corredores com idade acima de 30 anos e corredoras com mais de 40 anos tem o risco aumentado em quase duas vezes de sofrerem dores crônicas na coluna. O sobrepeso, situação que já atinge quase 50% da população brasileira, mostrou ser um importante fator de risco para as mulheres desenvolverem dores crônicas na coluna. De acordo com Amadera, entre as mulheres que estão acima do peso há um risco 50% maior de desenvolverem o problema, enquanto os homens nessa mesma situação não são afetados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo também destaca que o risco de desenvolver dores na coluna dobra em ambos os sexos após o primeiro ano de treino regulares. O fisiatra Dr. Daniel Pimentel acredita que isso é um indício que o tempo de prática da modalidade pode ser um fator de risco para a dor na coluna por diversos fatores, como despreparo físico, má postura, falta dos fundamentos adequados ao correr e por não darem tempo suficiente de descanso para a regeneração de microlesões causadas nos treinos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Homens que correm mais de 20km por semana apresentaram menor risco de ter dor nas costas do que os que treinam abaixo desta quilometragem. Segundo Pimentel, acima dos 20km por semana o físico precisa de maior preparo, sendo um fator de proteção para problemas na coluna. De acordo com o especialista, os riscos de dores nas costas estavam distribuídos independente do número de vezes na semana em que os corredores treinavam. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nas corredoras, as que praticavam mais de três vezes na semana, tinham maior risco de apresentar dores na coluna. A média da intensidade da dor, numa escala de 0 a 10, foi de 3,2 em homens e 4,2 em mulheres, sendo considerada de moderada intensidade. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pimentel alerta que esse resultado demonstra que, mesmo sentindo dores, alguns até com dores severas de 9,8 na escala, muitos atletas permanecem forçando suas colunas, o que pode agravar suas lesões.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/Y3g5wK2PnbA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>noticias.uol.com.br</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 18:03:00</pubDate><id>55154</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55154</feedburner:origLink></item><item><title>Dor aguda ou crônica??? Essa é a dúvida de muita gente na hora em que o assunto é dor!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/Vj41Ucoi6ZY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Três meses. Esse é o período máximo em que você pode chamar sua dor de aguda - depois disso, lamentamos informar que ela provavelmente se tornou crônica. Especialistas divergem na hora de dizer se essa dor no ombro que está incomodando você é aguda ou crônica. A aguda teria de persistir apenas por um período dentro do limite do aceitável para a cura daquele problema. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O período de três meses foi dado por Newton Barros, vice-presidente da Associação Médica Brasileira e coordenador da Comissão de Dor e de Medicina Paliativa na Associação Médica Brasileira. Se a pessoa se machuca - um mau jeito na coluna, uma cirurgia ou dor de dente, e essa dor é solucionada, é uma dor aguda - que funciona como um sinal de aviso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já a dor crônica não tem finalidade, ela deixa de ser um aviso de um problema e passa a ser a própria doença. &amp;ldquo;A dor crônica é fruto de uma alteração do sistema nervoso, como se a dor ficasse &amp;lsquo;gravada&amp;rsquo;.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Saber a diferença da dor crônica e aguda é essencial para o tratamento do Fisioterapeuta. O tratamento para dor aguda é totalmente diferente do tratamento para dor crônica. Portanto, o profissional durante a avaliação irá procurar sinais e informações que indique qual é o tipo de dor presente.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/Vj41Ucoi6ZY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 18:00:00</pubDate><id>55153</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55153</feedburner:origLink></item><item><title>Novo tratamento elimina fibrose com massagem</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/Hf0IDMC9q8Y/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Liberação Tecidual Funcional, ou LTF, é o nome com o qual a fisioterapeuta Mariane Altomare, coordenadora da câmara técnica de &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; dermatofuncional do Conselho Regional de Fisioterapia, patenteou as manobras que têm eliminado fibroses em pacientes no pós-operatório recente (ou tardio) de cirurgias plásticas. O trabalho de doutorado da fisioterapeuta será apresentado em um congresso na Grécia, em outubro deste ano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A base científica dessa espécie de massagem (que tem um quê de RPG, como ela define) está na técnica de &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; chamada liberação miofascial &amp;mdash; que diminui tensão e dor muscular &amp;mdash; mas com tensão, direção e profundidade diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; O tecido cicatricial é rico em colágeno, porque ao ser agredido (numa cirurgia) o corpo reage colocando mais colágeno no local atingido. Eu descobri como remodelar essa fibra colágena reorganizando o tecido. Numa explicação bem básica, é como se a gente cozinhasse muito um espaguete e ele ficasse todo grudado, esta é a fibrose. Com a LTF o espaguete fica esticado lado a lado &amp;mdash; explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A técnica, segundo ela, pode ser aplicada no pós-operatório imediato e tardio, inclusive em celulite, mas nesse caso associado à radiofrequência, já que a celulite é um problema causado por diversos fatores e muito associado à flacidez.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;mdash; Não adianta desfazer a fibrose da celulite e o tecido ficar solto, flácido. Para isso usamos a radiofrequência &amp;mdash; diz Mariane.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/Hf0IDMC9q8Y" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 17:58:00</pubDate><id>55152</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55152</feedburner:origLink></item><item><title>Ficar menos tempo sentado aumenta expectativa de vida, sugere estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/a0kR6wQ970I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa americana publicada nesta segunda-feira (9) afirma que o tempo que uma pessoa passa sentada pode influir sobre a sua expectativa de vida. O estudo saiu na edição online do &amp;ldquo;British Medical Journal&amp;rdquo;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o estudo feito com adultos, quem passa menos de três horas por dia sentado tem uma expectativa de vida dois anos maior. A televisão também foi incluída como um fator importante &amp;ndash; quem assiste menos de duas horas por dia aumenta o tempo de vida em um ano e quatro meses.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os hábitos sedentários estão ligados principalmente a problemas cardiovasculares. Até 27% das mortes teriam relação com o tempo que uma pessoa passa sentada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores usaram dados de estudos nacionais norte-americanos para calcular o tempo que os adultos gastam em cada atividade &amp;ndash; como assistir televisão. Além disso, revisaram outros cinco estudos que relacionam o tempo que cada um passa sentado e diferentes causas de mortes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os dados foram analisados com uma técnica que leva em conta os fatores de risco para uma população, e não para os indivíduos em si. Os autores enfatizaram que a pesquisa não prova que ficar sentado necessariamente reduza a expectativa de uma pessoa, mas mostra o impacto que o estilo de vida sedentário pode ter sobre a saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os resultados desses estudo indicam que passar muito tempo sentado ou assistindo televisão pode ter potencial para reduzir a expectativa de vida nos EUA&amp;rdquo;, afirma o artigo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/a0kR6wQ970I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/07/2012 00:00:00 18:05:00</pubDate><id>55111</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55111</feedburner:origLink></item><item><title>A importância da fisioterapia na fratura de fêmur</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfisioterapia/~3/K7aIHJu60xY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A fratura do colo do fêmur é um dos tipos de fratura mais frequente na sequência de acidentes no idoso. Isto deve-se devido ao fato de pessoas com mais de 60 anos frequentemente sofrerem uma diminuição da densidade óssea desta região.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os acidentes envolvidos neste tipo de traumatismo são frequentemente moderados e associados a movimentos de rotação, como uma queda ou um tropeção. No entanto, a fratura do colo do fêmur pode também ocorrer espontaneamente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tendo em conta os dados clínicos disponíveis e sabendo que este tipo de situação ocorre maioritariamente em idosos, a fratura do colo do fêmur representa um problema significativo em termos de morbilidade e mortalidade. Para além da dor, regular e intensa neste tipo de casos, os idosos que sofrem a fratura são frequentemente hospitalizados por um período não inferior a 30 dias. Estes períodos longos de internamento, onde a pessoa permanece por largos períodos no leito, vão também contribuir para a perda de capacidades do idoso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É de referir que, dos acidentes mais comuns na faixa etária idosa, a fratura tem um elevado nível de incapacidade física, isto é, apenas uma pequena parte das pessoas que sofrem esta condição recupera a sua mobilidade anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Existem diversos fatores que nos podem ajudar a compreender este fato. Sabemos que, com o avançar da idade, a recuperação e regeneração dos tecidos são mais lenta e mais frágil. Sabemos também que, na maioria dos idosos, as patologias pré-existentes dificultam uma recuperação total. No idoso, a recuperação da mobilidade exige um peso corporal adequado, uma coordenação motora eficaz e uma gestão adequada da dor associada à recuperação da lesão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Muitas destas lesões são tratadas através de processos cirúrgicos, que recolocam o osso no sítio original e o fixam, para que solidifique e volte a proporcionar o apoio que antes representava aquele membro inferior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, após esta fase inicial, é fundamental investir na recuperação da mobilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao longo do processo de tratamento da fratura do colo do fémur, são vários os profissionais que investem neste sentido: fisiatras, enfermeiros e, em importante destaque, os fisioterapeutas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estes últimos serão os profissionais mais presentes no processo de reabilitação da pessoa que perdeu a sua mobilidade. Os fisioterapeutas acompanharão, no hospital ou no domicílio, a recuperação clínica do paciente e avaliarão a sua capacidade de iniciar um treino de recuperação. Este treino passa, não só por exercícios para recuperação da força muscular dos membros inferiores, como também por rotinas de manutenção da amplitude e mobilidade articular, tão frequentemente comprometidas após períodos de imobilidade e internamento hospitalar. O treino de marcha com apoios e a visita regular do fisioterapeuta permitirão uma recuperação vigiada e gradual de capacidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sem este tipo de intervenção, a lesão, ainda que recuperada, não vai permitir que muitos dos pacientes voltem a caminhar como anteriormente, provocando uma grande diminuição na sua autonomia e capacidade de auto-cuidado. Quando não existe este tipo de investimento, estas situações de dependência provocam grandes alterações na dinâmica das famílias e um sofrimento significativo do idoso, na alteração da sua imagem e conceito.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É fundamental que cada família tenha oportunidade de dispor deste tipo de acompanhamento diferenciado, quando se depara com este problema. É também importante que as expectativas, quer da família, quer do doente, sejam validadas ao longo de todo este processo: a &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; vai permitir uma reabilitação e recuperação do seu familiar, em caso de bom prognóstico. No entanto, é fundamental compreender que este pode não regressar ao seu estado de mobilidade anterior. Ainda assim, a &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; vai permitir que a pessoa idosa se consiga adaptar às novas condições existentes, desenvolvendo a sua mobilidade de acordo com as novas potencialidades que esta possui.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esta avaliação é feita pela equipe de saúde. Em casos de pessoas que não conseguem retornar ao seu estado de mobilidade anterior, o fisioterapeuta é também um elemento chave na aprendizagem da utilização de auxiliares de marcha, tais como a bengala, o tripé, o andarilho, entre outros. Estas novas aprendizagens podem permitir que muitos idosos mantenham a sua autonomia e a sua capacidade de auto-cuidado.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfisioterapia/~4/K7aIHJu60xY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>10/07/2012 00:00:00 18:03:00</pubDate><id>55110</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/noticia_view.asp?id=55110</feedburner:origLink></item></channel></rss>
