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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Fonoaudiologia - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>25/05/2012 03:02:49</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalfonoaudiologia" /><feedburner:info uri="portalfonoaudiologia" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Zumbido afeta cerca de 28 milhões de brasileiros</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/5umNQQdfgbM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Da primeira vez, o incômodo não chega a permanecer muito tempo, mas dias depois, ele insiste a ponto de você ficar irritado e procurar um especialista. É o que ocorre com cerca de 28 milhões de brasileiros, pessoas que convivem ou já conviveram com algum tipo de zumbido (sons de cigarra, chiado, apito, cachoeira, mosquito, rádio ou sirene), conforme pesquisas da Disciplina de Otorrinolaringologista da Faculdade de Medicina de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário do que se imagina, o ruído insistente que muitas vezes atrapalha tarefas simples do cotidiano e chega até causar estresse por conta disso não representa uma doença, mas sim um distúrbio, e tem como principal causa problemas auditivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua origem também está relacionada a outros fatores, como o abuso do consumo de cafeína e chocolate, problemas odontológicos, na coluna cervical e musculares na cabeça e pescoço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um estudo realizado pelo Grupo de Pesquisa em Zumbido da Faculdade de Medicina da USP comprovou que o zumbido pode ser o primeiro sinal de perda auditiva. Cerca de 35% dos pacientes atendidos no grupo tiveram a exposição a ruídos como uma das causas do zumbido. "Quem nunca foi a um local muito barulhento, como um show de rock, e saiu com um zumbido temporário nos ouvidos?", questiona a fonoaudióloga Isabela Gomes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonoaudióloga alerta que, em muitos locais, nos grandes centros urbanos, são verificados ruídos que chegam a alarmantes 90 decibéis. "Nessa intensidade, após quatro horas diárias de exposição, o indivíduo terá sua acuidade auditiva afetada". Segundo as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, uma pessoa que fica exposta a um ruído de 90 decibéis, por quatro horas no dia, poderá desenvolver uma perda auditiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema não só está nos barulhos cotidianos, mas também em ouvir o mp3 como alternativa para se livrar da poluição sonora, pois muita gente coloca a música em um volume mais alto do que já está nas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O som do motor de um carro ligado é de aproximadamente 85 decibéis, ou seja, para encobrir esse barulho a pessoa iria ouvir a música no mp3, no mínimo, com um som de 90 decibéis, o que já poderia causar danos auditivos, dependendo do tempo de exposição", exemplifica Mariene Terume Umeoka Hidaka, diretora da Faculdade de Fonoaudiologia da PUC-Campinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fones de ouvido estão entre os mais prejudiciais porque carregam sons de até 120 decibéis diretamente para o tímpano, isso contribui para que o zumbido ocorra antes de provocar alguma perda da audição mais perceptível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a fonoaudióloga Isabela Gomes, exames e testes de audição (audiometria) conduzido por fonoaudiólogos são usados para confirmar o mal. O zumbido é amenizado com a adoção de algumas ações terapêuticas, como a Terapia de Habituação do Zumbido, em que o paciente aprende a não perceber os sons de forma intensa. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A terapia é uma forma de os pacientes não focarem sua atenção ao zumbido. Lembrando que apenas fonoaudiólogos e médicos com formação em TRT estão habilitados para aplicar este tratamento. Conforme o caso também são usado medicamentos e a acupuntura. Alguns pacientes do Ambulatório de Zumbido do Hospital das Clínicas de São Paulo já utilizaram a &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; no tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/5umNQQdfgbM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 15:01:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53327</feedburner:origLink></item><item><title>A importância da voz</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/vNzWCdt1KRI/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Imagine uma reunião onde é apresentada uma nova idéia ou produto. Nessa hora, uma boa voz, limpa e clara, é tão importante quanto à aparência.&lt;br /&gt;
Como as outras partes do corpo, ela também requer cuidados de beleza, afinal, também pode ficar "flácida". A &lt;a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;fonoaudiologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; considera isso tão importante que até criou a especialidade &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da voz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os tratamentos podem ter como objetivo minimizar os efeitos do tempo, dos hormônios e do tabagismo sobre a voz ou simplesmente deixá-la mais bonita e agradável. Consistem, basicamente, em exercícios de respiração e outros que envolvem a pronúncia dos chamados sons facilitadores. A repetição desses sons, sob orientação profissional, &amp;lsquo;recondiciona&amp;rsquo; as cordas vocais, melhorando suas condições biomecânicas&amp;rdquo;, explica a fonoaudióloga Maria Aparecida Coelho, de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudanças hormonais no período menstrual e a gravidez podem deixar as cordas vocais inchadas e irritadas. "Em razão desse inchaço, a voz fica um pouco mais grossa e rouca", complementa a especialista. Para quase 50% das mulheres, no entanto, a mudança mais importante - e permanente - acontece durante a menopausa. A baixa na taxa de hormônios femininos pode resultar em uma voz perceptivelmente mais grave e áspera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a fonoaudióloga Maria Aparecida, os gargarejos são paliativos. Eles só cumprem sua função quando a pessoa está com dor de garganta ou faringite. &amp;ldquo;Por outro lado, o consumo de chás, como os de romã ou de gengibre, é benéfico para a voz&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há, ainda, exercícios que ensinam a "calibrar a voz". Por meio da repetição de sons facilitadores, o paciente aprende a deslocar o foco da voz, fazendo com que ela, em vez de parecer saída do fundo da garganta, dê a impressão de brotar da ponta dos lábios - menos gutural e mais leve.&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Ran-ran&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem também pode sofrer com problemas na voz é o tabagista, o qual, normalmente, apresenta voz grossa, causada por um inchaço provocado pela inflamação das cordas vocais. &amp;ldquo;Os exercícios que o fonoterapeuta indicará nesse caso não diferem muito daqueles prescritos para diminuir o inchaço das cordas causado pelas alterações hormonais na menopausa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, ao melhorar a circulação sanguínea, eles também favorecerão a eliminação de toxinas, o que reduz a formação do pigarro - o famoso &amp;lsquo;ran-ran&amp;rsquo; do fumante, que tem a secreção mais grossa, agride ainda mais as cordas vocais. Assim como pigarrear, falar alto demais e expor-se exageradamente ao ar condicionado são alguns dos hábitos inimigos de uma bela voz&amp;rdquo;, conclui a especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/vNzWCdt1KRI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 15:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53326</feedburner:origLink></item><item><title>Ouvidos também precisam de repouso</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/M_zJQP8vNF8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O som produzido pelo trânsito, pelas construções e até mesmo pelos objetos usados no cotidiano, como o computador, é corriqueiro e nem todos se dão conta sobre os perigos que rondam a audição. De acordo com a otorrinolaringologista e otoneurologista Rita de Cássia Cassou Guimarães, cada ruído possui uma intensidade diferente, medida pela unidade decibel (dB). &amp;ldquo;O ouvido humano é extremamente sensível e exposições prolongadas a sons de alta intensidade podem provocar sintomas como perda de audição temporária ou irreversível, zumbido e sensibilidade&amp;rdquo;, observa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escala da unidade de medida dos sons, o menor ruído que um ser humano pode ouvir é o de 0 dB, praticamente silêncio total. A escala logarítmica dos decibéis é feita assim: um som 10 vezes mais potente do que o silêncio tem 10 dB, um ruído cem vezes mais forte possui 20 dB, um barulho mil vezes mais intenso é classificado no nível de 30 dB e assim por diante. &amp;ldquo;Os índices de decibéis são importantes para verificar o tempo máximo de exposição em um ambiente barulhento para evitar danos à audição&amp;rdquo;, explica a médica, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rita dá alguns exemplos na escala de decibéis: .0 dB: perto do silêncio total|. 15 dB: um sussurro|.60 dB: uma conversa normal entre duas pessoas|.90 dB: som de uma máquina de cortar grama ou aspirador de pó|. 100 dB: turbina de um avião|.120 dB: motor a jato, trios elétricos|.140 dB: tiro ou rojão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A médica alerta que os sons acima de 85 dB podem causar perda de audição dependendo da potência do som e do período de exposição. A Organização Mundial da Saúde recomenda que neste nível a exposição máxima deve ser de no máximo oito horas para não prejudicar a saúde auditiva. &amp;ldquo;No ambiente de trabalho a situação é mais complexa, pois os trabalhadores são expostos a ruídos intensos durante a longa jornada. Por isso é fundamental que o empregador disponibilize equipamentos de proteção individual e que os empregados usem os recursos da maneira adequada&amp;rdquo;, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nível de pressão sonora (dB) x Tempo de exposição:85 &amp;ndash; 8 horas|90 &amp;ndash; 4 horas|95 &amp;ndash; 2 horas|100 &amp;ndash; 1 hora|105 &amp;ndash; meia hora|110 &amp;ndash; quinze minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A exposição de apenas alguns segundos a um som de 140 dB pode causar danos irreversíveis e sensação dolorosa, além da destruição das células auditivas. Rita lembra que não é possível reverter às lesões que comprometem as estruturas do ouvido interno. &amp;ldquo;O envelhecimento já é um fator natural que reduz o limiar auditivo progressivamente, pois as células do ouvido envelhecem, morrem e não há reposição. A poluição sonora é mais um agente que aumenta os riscos da perda auditiva&amp;rdquo;, ressalta Rita, coordenadora do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de oito horas exposto a um ruído de 85 dB, o ideal é que haja um descanso auditivo de no mínimo 14 horas para que os ouvidos possam se recuperar. Outra dica é evitar o uso de fones de ouvido, não introduzir objetos ou hastes de algodão dentro do canal auditivo e não usar remédios sem prescrição médica. &amp;ldquo;O exame audiométrico e outras avaliações complementares ajudam a diagnosticar possíveis lesões e problemas auditivos, possibilitando o tratamento precoce&amp;rdquo;, acrescenta a especialista, responsável pelo Setor de Otoneurologia da Unidade Funcional de Otorrinolaringologia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/M_zJQP8vNF8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistafator.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 14:58:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53325</feedburner:origLink></item><item><title>Respiração correta freia o envelhecimento da pele </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/bCPaK4EdpaE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Inspirar e expirar são ações tão automáticas que quase ninguém se preocupa em verificar se está ou não realizando esse processo corretamente. No entanto, saber respirar direito, além de ser essencial para a saúde dos pulmões, pode dar mais brilho à pele e combater os sinais do envelhecimento cutâneo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Isso acontece porque a respiração adequada faz com que o corpo elimine com mais facilidade as toxinas presentes no organismo e absorva maior número de nutrientes essenciais para a preservação do maior órgão dos seres humanos, a pele. Assim, para que a cútis fique bonita e saudável por mais tempo é imprescindível acertar o processo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
"Qualquer diminuição na oxigenação das células da pele altera o seu funcionamento, causando diversas reações como a perda de brilho, o surgimento de rugas e marcas de expressão, além de dificuldades de cicatrização", explica Solange Pistori Teixeira, dermatologista, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Medicina Estética (SBME). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aprenda a respirar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O ato de respirar possui duas etapas: a inspiração (entrada de ar) e a expiração, (saída do ar). Esse processo se desenvolve gradualmente até os 20 anos de idade e passa a decrescer desta fase em diante, devido ao declínio natural da capacidade respiratória das pessoas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, para manter a pele e todos os outros tecidos do corpo em bom estado é essencial que o ciclo respiratório seja regular, isto quer dizer que, é necessário que ele apresente uma frequência média de 12 a 18 respirações por minuto. Vale lembrar também que a respiração deve ser feita por meio da cavidade nasal, de maneira profunda e utilizando o músculo do diafragma (que separa o tórax do abdômen). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
"Uma forma de saber se a respiração está sendo feita corretamente é apoiar a mão sobre o abdômen e observar o movimento que ela faz durante a inspiração e a expiração. Se a respiração for profunda e o diafragma estiver sendo utilizado adequadamente, será possível ver a mão se mover levemente para cima ao inspirar e para baixo, ao expirar", explica Carolina Bastos Ferreira Motta, fonoaudióloga especialista em &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; facial. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ioga&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Para a filosofia da ioga, o oxigênio possui uma energia vital por nutrir todos os chakras - centros de energia que captam, armazenam e transmitem energia. Por isso, antigos mestres passaram a observar o ato de respirar e desenvolveram diversos pranayamas (exercícios de respiração) a fim de atingir a excelência no processo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
"A prática da ioga torna as pessoas menos ansiosas, o que tranquiliza e coordena todo o processo respiratório, combatendo o ritmo acelerado e superficial, que é uma característica comum da respiração da maioria das pessoas", diz Carolina. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Confira, a seguir, o passo a passo de um dos exercícios respirátorios mais importantes da ioga:&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Kúmbhaka pranayama: sente-se no chão confortavelmente, de modo que sua coluna fique reta. Inspire em quatro tempos: 1, 2, 3, 4. Em seguida, segure o ar em quatro tempos: 1, 2, 3, 4. Depois, expire em oito tempos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8. Tente mais uma vez, sem forçar a expiração. Pratique o exercício por cinco minutos. &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/bCPaK4EdpaE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 19:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53250</feedburner:origLink></item><item><title>Música para curar o corpo e a mente</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/McmJnGpbPN0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisas mais recentes mostram que os diferentes ritmos e melodias podem, além de alterar o nosso humor (colocando-o lá em cima ou lá embaixo), também melhorar a saúde do organismo. Parece mentira, mas a música tem realmente propriedades terapêuticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wolfgang Amadeus Mozart sempre foi um talentoso compositor. Suas primeiras aventuras começaram aos 4 anos e, a partir dos 6, ele já tinha composto um minueto e um trio. A influência musical de Mozart foi tamanha que, em 1950, na França, tiveram início pesquisas com as complexas estruturas musicais compostas por ele. O médico Alfred Tomatis foi quem saiu na dianteira e deu início a experiências de estimulação auditiva em crianças com problemas de audição e comunicação, através da música composta por Mozart, o que ficou conhecido, mais tarde, por "Efeito Mozart".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros centros espalhados pelo mundo também começaram a pesquisa, depois disso, a influência da frequência musical criada por ele. São experimentos com dislexia, autismo, epilepsia e síndrome de down. O objetivo do "Efeito Mozart" é interligar a mente e o coração, equilibrando o organismo de tal forma que a recuperação começa a ser notada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a idealizadora do site Concertino, Elza de Moraes Fernandes Costa, a música clássica teria uma vibração diferente das demais e ajudaria no fortalecimento e consequente saúde do organismo. Elza conta que cresceu ouvindo música clássica. Com o pai pianista e a irmã professora de piano, ela se tornou uma musicista também, mas teve a época em que ela parou por um momento e deixou de lado o instrumento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao se deparar com uma lesão causada no nervo trigêmeo por uma artroscopia mal sucedida, seguido de uma fibromialgia ocasionada pela dor crônica, a pianista recorreu novamente à música para se tratar. "Tenho problema de dor crônica. Fiz cirurgia, procurei médicos, remédios e nada adiantou. Comecei a sentir o efeito da música no meu organismo enquanto eu tocava. Primeiro imaginei que fosse impressão minha, mas fui me dedicando, tocando mais e pensei &amp;lsquo;deve acontecer algo ao organismo referente a música&amp;rsquo;."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa mesma época, Don Campbell escreveu o livro "Efeito Mozart", relatando como o coágulo em seu cérebro desapareceu depois de ter introduzido a música clássica do compositor em seu dia a dia. Elza fez o mesmo e obteve melhoras consideráveis em relação à dor que sentia. Adotou um novo-velho estilo de vida e, hoje, toca 4 horas por dia - todos os dias - para manter a saúde do corpo. "É uma questão de sobrevivência a uma dor que tenho".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pianista deixa claro que a música não deve ser trocada pelo tratamento médico, mas para ela, continua sendo um complemento essencial para que ela se sentisse mais forte e tivesse uma melhora significativa na doença. "Não sou musicoterapeuta. Não valido e não estou substituindo o trabalho delas. Em hipótese alguma estou falando que a música substitui os profissionais de saúde, pelo contrário, a música é um complemento ao tratamento de saúde. Falo isso por experiência de vida", afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela ressalta que as dores continuam, mas a convivência com elas está bem mais suportável depois da música. "Não é que a minha dor passou, eu convivo 24 horas com ela. A música faz com que o meu organismo suporte melhor a dor. Ela faz com que o corpo libere as morfinas que a gente fabrica, as endorfinas. Ela atinge o centro do prazer no cérebro e faz com que você se sinta melhor e suportar melhor um estado de dor crônica".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o livro "Efeito Mozart" são necessários 20 minutos diários de música de repertório variado. A concentração também conta bastante. "Quando você quer fazer da música terapia, você deve fazer uma seleção, ir para o quarto, se trancar, desligar o telefone e fica curtindo a música", indica Elza. "O ideal é ficar de 10 a 20 minutos, sem parar", completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos podem inserir a música no dia a dia. O importante é respeitar o gosto musical de cada um. "Não tem contra indicação. O importante é respeitar o organismo. A pessoa precisa gostar do tipo de música que está ouvindo para que o organismo se fortaleça. Se você se sente bem ouvindo canto gregoriano ouça. Depois ouça Beethoven, uns sambas do Chico Buarque, Tom Jobin, Chopin", explica Elza. "É difícil você escutar música de Bach e não gostar. Escutar Beethoven e Chopin e não gostar. É experimentar para ver se curte. Mas nada impede que você ouça reggae ou música evangélica", ressalta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
E procure sempre variar as músicas selecionadas, para que o corpo não tenha tempo de se acostumar com qualquer uma delas. "Tudo que vira rotina o cérebro ignora", adverte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.concertino.com.br"&gt;www.concertino.com.br&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/McmJnGpbPN0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 17:10:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53217</feedburner:origLink></item><item><title>Pessoas super sensíveis aos sons</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/jZuI5i-gt-g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A otorrinolaringologista Rita de Cássia Guimarães explica que pequenas modificações na frequência do som podem fazer com que o sistema auditivo o identifique como mais grave ou mais agudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O ouvido possui limitações e por isso não é capaz de captar as frequências sonoras dos chamados ultrassons e dos infrassons, que estão em faixas abaixo da capacidade da audição", explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas pessoas possuem alterações na percepção do som e não suportam determinados sons mesmo em níveis considerados fracos devido ao excesso de sensibilidade auditiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"É a chamada hipersensibilidade a sons. Quando o grau de intolerância aos sons é severo, o indivíduo acaba perdendo qualidade de vida, já que tem dificuldades até para conviver socialmente", destaca a médica, que também é mestre em clínica cirúrgica pela UFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem pelo menos três tipos de hipersensibilidade: a hiperacusia, misofonia e a fonofobia. A hiperacusia pode ser definida como a tolerância reduzida aos sons e que se manifesta mesmo quando a intensidade do barulho é fraca ou moderada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O paciente reclama ao ouvir o som da descarga, da televisão ligada ou o barulho de abrir e fechar uma janela. É uma reação anormal e intensa das vias auditivas a sons considerados comuns no meio ambiente e isto acontece devido a alterações no processamento da informação sonora", afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A misofonia é a resposta emocional ou condicionada da aversão a determinados sons. Ao ouvir o som que traz desprazer, ocorre uma reação desproporcional do sistema nervoso e do sistema límbico, sem haver alterações anormais do sistema auditivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Um exemplo típico é quando o paciente não suporta um som em um determinado ambiente, como uma música, mas em casa ele se sente normal ao ouvir este mesmo som", acrescenta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Já a fonofobia é o medo da exposição sonora. O tratamento da hipersensibilidade varia conforme o caso e é necessária a consulta a um especialista.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/jZuI5i-gt-g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 17:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53216</feedburner:origLink></item><item><title>Otite em adultos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/UAsfZJO9eIQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;As bactérias presentes na boca ou no nariz percorrem as vias respiratórias e ao chegarem na tuba auditiva, se instalam no ouvido médio (que fica logo após o tímpano), causando a otite. Para detectar a inflamação, os sintomas mais comuns são a coceira e as contínuas dores no ouvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já a otite média aguda ocorre quando há infecção por bactéria no ouvido médio, provocando a produção de pus, podendo até sangrar. Isso pode causar o rompimento do tímpano, que pode resultar em uma infecção do ouvido e permitir que bactérias entrem diretamente no ouvido médio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela ainda está associada a fatores como a exposição recente na água, que predispõe o surgimento de fungos e bactérias do meio aquático. Nadar em águas poluídas é uma maneira de contrair otite externa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também pode ser provocada por arranhões e lesões de objetos estranhos. Retirar a cera do canal auditivo, especialmente com o uso frequente de cotonetes, que podem irritar a pele. A própria retirada da cera favorece a entrada de microorganismos, já que ela atua como barreira de proteção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O clima muito seco de inverno também é outro fator a ser levado em conta, pois ocasiona problemas respiratórios que facilitam o acesso das bactérias ao canal auditivo. A infecção pode ser tratada com antibióticos, como a amoxicilina ou mesmo a penicilina em altas doses, usada em adultos. Também são utilizados outros medicamentos para gripes e resfriados e também anti-histamínicos, pois são de grande ajuda para pessoas com alergia. Mas para tratá-la deve-se consultar-se com o médico e avaliar cada caso específico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A melhor forma de evitar uma otite é prevenir. Não utilize grampos ou outros objetos no ouvido, e evite o uso freq&amp;uuml;ente de cotonetes. O ideal é secar bem os ouvidos com uma toalha logo após sair do banho ou da água do mar/piscina. Também pode ser usado um papel higiênico e o uso do dedo indicador para secar a região externa. Manter o nariz sempre limpo das secreções e não mergulhar em águas poluídas também é recomendado, tanto para crianças como para adultos.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/UAsfZJO9eIQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 17:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53215</feedburner:origLink></item><item><title>Barulhos podem causar surdez</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/C4BCJH6oxRc/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A exposição em excesso à barulhos pode causar surdez cumulativa no decorrer dos anos. Segundo a fonoaudióloga, Marcela Vidal, na maioria dos casos as pessoas não percebem as situações de riscos e só se dão conta dos prejuízos anos depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma vida um pouco mais bagunçada, os adolescentes são os que mais se expõem à perigos, pois frequentam baladas, escutam músicas em volume alto, conversam e gritam muito quando estão em grupos e muitas vezes estas situações ultrapassam o limite de 80 decibéis toleráveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nestas situações, é comum que o jovem sinta apenas um desconforto, uma sensação de abafado, nas primeiras 24 horas, mas depois tudo parece voltar ao normal. Contudo, os tímpanos correm sérios riscos de serem prejudicados com a repetição.&lt;br /&gt;
"Dependendo da frequência e do tempo de exposição ao som elevado, uma pessoa pode sofrer danos auditivos de forma contínua e elevada ao longo da vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto maior a presença em ambientes barulhentos, maior o problema. Além disso, na medida em que o volume passa dos 100 decibéis, aumenta o risco de lesões na cóclea (órgão dentro do ouvido responsável pela audição). Nesses casos, o tempo de exposição não deve passar de 30 minutos", afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonoaudióloga ainda explica que existem formas de evitar o problema, como o uso do protetor auricular sempre que entrar em um ambiente barulhento. Mas, como sabemos que nenhum adolescente vai topar sair de casa usando um, o ideal é se afastar a cada duas horas de lugares muito barulhentos e ficar 20 minutos no silêncio. Desta forma, o tímpano tem tempo para relaxar, diminuindo assim a dilatação causada pelo barulho.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/C4BCJH6oxRc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:28:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53156</feedburner:origLink></item><item><title>Internet sem fio para aparelhos auditivos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/NmoYvnlNOYU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A qualidade de vida das pessoas usuárias de aparelhos auditivos vai além do que se imagina. O acesso ao mundo da conectividade é um exemplo disso. E para falar dessas e outras inovações para os jornalistas, o presidente mundial da Phonak, multinacional fabricante de aparelhos auditivos, Valentim Chapero, esteve no Brasil  dia 15 de outubro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos temas abordados por Chapero foi  o dispositivo Icom, que permite aos usuários de aparelho auditivo a conexão wireless (sem fio) a aparelhos como laptops e celulares. No caso de celulares, o telefone toca e a pessoa ouve um bip. Então, aperta o botão do Icom e a voz de quem está ligando vai direto para o seu aparelho de ouvido. Ele nem precisa tirar o celular do bolso. É só falar que o dispositivo transmite sua voz para o celular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes, a pessoa com deficiência auditiva precisava colocar o celular no ouvido e o som não chegava direito por causa dos ruídos externos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Campanha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na ocasião, Valentim Chapero e o presidente da Phonak no Brasil, Pedro Stern,  anunciour o projeto :Hear The World, (&lt;a href="http://www.hear-the-world.com.br/web/"&gt;http://www.hear-the-world.com.br/web/&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;) no Brasil. A campanha visa a apoiar a triagem auditiva neonatal universal (TANU) que, feita precocemente nos bebês, é possível detectar a perda de audição congênita ou adquirida durante o período neonatal. E assim iniciar um tratamento efetivo até os 6 meses de idade. Estima-se que a cada 1.000 nascimentos, de uma a três crianças nascem com algum comprometimento auditivo. Essa iniciativa já realizada em diversos países e conta com apoio de embaixadores como o tenor e maestro Plácido Domingo.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/NmoYvnlNOYU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53155</feedburner:origLink></item><item><title>Filme trata de problemas auditivos na infância</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/hdQtlmk2LE0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O filme "Pequenos Espiões 4", que será lançado em breve no Brasil, abordará um tema que não é brincadeira: crianças com problemas auditivos. Na trama, um dos personagens principais édeficiente auditivo, o jovem Cecil. A personagem reproduz a situação de muitas crianças que precisam usar um aparelho auditivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande parte dos casos de perda auditiva na infância ocorre por questões hereditárias, mas há também casos relacionados a infecções virais sofridas pelas mães durante a gestação, como toxoplasmose, rubéola e outras doenças infecto-contagiosas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em 2005 o número de pessoas com deficiência auditiva incapacitante no mundo era de 278 milhões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São consideradas incapacitantes as perdas auditivas maiores que 40 dB para adultos e 30 dB para crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada caso deve ser tratado de uma maneira, de acordo com o grau e o tipo da perda auditiva, o problema de base e as alterações associadas. "É crucial que os pequenos usem um aparelho auditivo adequado, pois o principal objetivo do tratamento é buscar a melhor forma de integração da criança à sociedade, uma vez que eles podem apresentar como consequência da deficiência auditiva: alterações de fala e de linguagem, dificuldades no aprendizado e no desenvolvimento cognitivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais cedo a deficiência for detectada e o aparelho auditivo adaptado, melhor será para o progresso da criança", explicou a fonoaudióloga Maria do Carmo Branco, do Grupo Microsom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje em dia os aparelhos auditivos estão mais modernos e atraentes, o que facilita a vida de jovens e crianças que precisam deles. Alguns oferecem resistência à água, outros interagem com equipamentos portáteis, como celulares e MP3 players. Até a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; Bluetooth colabora permitindo a interação entre o usuário e o dispositivo a distância, como, por exemplo, falar ao celular sem a necessidade de estar com o aparelho perto da orelha. Se você notou algum tipo de dificuldade para ouvir nos seus filhos, procure um médico e peça os exames necessários.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/hdQtlmk2LE0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53154</feedburner:origLink></item><item><title>Você está perdendo a audição?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/zcZujGosfIg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A perda da audição pode estar relacionada à idade, mas também é causada por outros fatores como a exposição prolongada a ruídos muito intensos, utilização de determinados medicamentos ou antecedentes familiares. Responda as sete perguntas abaixo e analise como está a sua audição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Você costuma pedir para que as pessoas repitam o que acabaram de dizer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Você prefere o volume da TV ou do rádio mais alto do que os demais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3- As pessoas parecem estar murmurando quando falam com você?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4- Você tem zumbido nos ouvidos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5- Você responde coisas diferentes das que foram perguntadas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6- Você sente dificuldades durante conversas ao telefone?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7- Você escuta o que as pessoas falam, mas não entende?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a resposta for afirmativa para uma ou mais das perguntas acima é recomendável procurar um médico otorrinolaringologista para fazer uma avaliação mais detalhada, pois, provavelmente, há uma perda auditiva. Existem diferentes tipos de perda auditiva e diversos tratamentos para a mesma, podendo passar por cirurgia, medicamentos ou uso de aparelhos auditivos.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/zcZujGosfIg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:56:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53075</feedburner:origLink></item><item><title>Práticas que prejudicam a audição</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/6KUW3SEvwzE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Muitas pessoas despreocupam-se com a saúde dos ouvidos. Até que ponto isso pode ser prejudicial? Segundo Reinaldo Yazaki, otorrinolaringologista que também se dedica à saúde auditiva, é importantíssimo dar atenção à própria audição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A audição é uma função sensorial especial. Deixar de valorizar sintomas de doenças nos ouvidos, pode ter um custo irreparável para a capacidade de ouvir", afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos de danos são a redução da audição, que pode acontecer repentina ou progressivamente e o zumbido (apitos ou chiados) no ouvido que vem sozinho ou com tonturas (labirintites).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro problema segundo o especialista é oruído excessivo e prolongado com até 85 decibéis que dura mais de cinco horas, podendo levar a reduções irreversíveis da audição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tocadores de mp3 em celulares e outros aparelhos têm levado muitos jovens a ficarem com níveis de audição compatíveis com pessoas acima de 60 anos, quando já se é esperado que haja reduções pelo envelhecimento normal de um indivíduo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Yazaki, esse quadro denomina-se trauma acústico crônico e a perda auditiva induzida pelo ruído, que também se aplica a exposição ao ruído que acontece no âmbito de certas ocupações.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
"O ideal no caso dos fones de ouvido é ouvir o som em ambientes silenciosos, com volume mais baixo possível, pelo menor período de tempo, de modo que a pessoa ao lado não possa ouvir o som de seu aparelho", recomenda Yazaki.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/6KUW3SEvwzE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:54:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53074</feedburner:origLink></item><item><title>Você pode não estar consciente do seu talento musical</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/wGBhivdQ2Fw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O teste foi lançado em janeiro de 2011, e demonstrou que o talento musical não depende de idade, sexo ou ocupação, e que pessoas dos mais diferentes estilos de vida subestimam o próprio potencial para a música.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas com treinamento musical são capazes de lembrar mais melodias e de batucar ritmos corretamente, mas quando se trata de notar pequenas diferenças nos sons, a diferença entre quem tem treinamento e quem não tem desaparece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, de certa forma, a gente meio que espera isto, ao lembrar de casos como o de Ester Dean, que foi descoberta em uma platéia quando cantava junto com a banda que estava no palco, e que tem músicas sendo cantadas por Kate Perry e Rihanna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Desenvolvendo o talento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Dr. Mullensiefen aponta que o talento musical pode ser desenvolvido se as pessoas passarem um tempo em contato com a música, experimentando-a de todos os modos possíveis. Não precisam ser horas e horas de ensaio a portas fechadas, pode ser um tempo menor, desde que seja ocupado com qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cantar com os amigos, tocar instrumentos, gravar músicas, ou simplesmente experimentar novos ritmos e ideias musicais pode ser uma boa maneira de desenvolver a musicalidade, e é o que faz a escola Brit School de artes performáticas e &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, em Croydon, sul de Londres, que tem entre seus ex-alunos Amy Winehouse, Adele e Jessie J.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora o ensino tradicional de música não seja completo, as escolas modernas estão cobrindo esta lacuna, ao oferecerem aulas mais informais e colaborativas. A filosofia do ensino de música é que &amp;ldquo;todo mundo é um músico&amp;rdquo;, e que a escola não cria o talento, mas passa conhecimento e habilidades da indústria da música para que as pessoas se aperfeiçoem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser pode fazer o teste também do BBC Lab, basta clicar aqui (em inglês). O teste é feito para pessoas com mais de 18 anos (as informações testadas só foram validadas para quem tem mais de 18 anos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/wGBhivdQ2Fw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>http://hypescience.com</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:52:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=53072</feedburner:origLink></item><item><title>Evite o uso do cotonete</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/SjtURsu-Cyg/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Usar cotonete faz mal à saúde do ouvido.&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;"Outro possível dano, além de otites é a infecção, que acontece no canal do ouvido ou depois do tímpano, onde o pus pode dar coceira, dor, surdez, ardor, secreção purulenta, odor e até a paralisia dos músculos da metade do rosto", descreve Yazaki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O excesso de limpeza da entrada do ouvido pode causar coceira intensa nos ouvidos. Ao invés de retirar a cera, o cotonete pode empurrá-la mais para dentro. Outro fato é que a cera não é uma sujeira, mas sim uma espécie de proteção. Mas, o quadro mais grave que pode acometer o ouvido é a perfuração do tímpano e até a surdez súbita e parcial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"É bom ser tratada a tempo, no entanto, infelizmente não é o que acontece. Os pacientes chegam ao especialista já com dias de quadro, quando o estado está pior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, busque o otorrinolaringologista se sua audição se alterou de forma súbita", aconselha o especialista.&lt;br /&gt;
A melhor forma de retirar limpar os ouvidos é com a ponta de uma toalha limpa e apenas onde o dedo alcançar.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/SjtURsu-Cyg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 15:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52992</feedburner:origLink></item><item><title>O que é otosclerose</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/FMWEmrW1M7E/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A otosclerose é uma doença hereditária que pode prejudicar a condução do som ou atingir as células sensitivas, podendo causar, consequentemente, a perda auditiva de forma progressiva. Em alguns casos a cirurgia pode resolver o problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estimativas apontam que pelos menos 10% das pessoas na fase adulta apresentam algum sinal da otosclerose. De acordo com a otorrinolaringologista Rita de Cássia Cassou Guimarães, a otosclerose é genética e se manifesta enquanto a pessoa ainda é um adulto jovem. "A doença causa alteração no processo de ossificação e reabsorção do osso do labirinto, afetando a transmissão dos sons", explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ouvido é formado por três partes - o ouvido externo, médio e interno. No interno está localizado o osso mais duro do organismo, chamado de bloco labiríntico. É nesta região que a cóclea e o labirinto ficam situados dentro do ouvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Este osso é preenchido por um líquido e quando há alterações degenerativas o osso começa a ficar esponjoso, afetando tanto a condução dos sons quanto a parte sensitiva da audição. A doença inicia na proximidade entre o osso estribo e o bloco labiríntico, impossibilitando a vibração necessária para a condução do som", esclarece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O som é uma vibração que se propaga pelas moléculas presentes no ar. Para que o ruído chegue aos ouvidos é preciso que haja a vibração do som externo, que será transmitida para a orelha interna por meio da vibração dos ossículos do ouvido em direção aos líquidos do labirinto", observa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Por isso quando a vibração óssea é interrompida, como no caso da otosclerose, a condução do som também se encerra. Essa degeneração é responsável por um tipo de surdez chamada de condução e com o agravamento da doença ocorre a degeneração óssea labiríntica com surdez mista, ou seja, de condução e sensorial por causa da lesão das células auditivas", acrescenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reclamação comum entre os pacientes com otosclerose é o zumbido, que pode ou não estar acompanhado de problemas na audição. "A perda pode ser parcial ou total. Em alguns casos a evolução do problema tende a ser rápida e a pessoa pode perder a audição ainda em idade jovem, já que a doença normalmente surge entre os 18 e 30 anos. São raros os casos em que algum indivíduo com mais de 40 anos tenha otosclerose", destaca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não existe nenhum meio de prevenir a doença e quem tem otosclerose deve ficar atento as queixas dos filhos com relação à audição e até fazer exames periódicos, facilitando o diagnóstico.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
"Há duas opções de tratamento, o uso do aparelho auditivo e a cirurgia. Como a doença se manifesta ainda na juventude, a maioria dos pacientes se sente incomodada com a perda auditiva e procura o médico para diagnóstico e tratamento. O aparelho auditivo compensa a perda auditiva com resultados muito bons em relação à audição, o entendimento dos sons da fala e o zumbido. A intervenção cirúrgica tem bons resultados, mas não pode ser indicada para todos os casos. A cirurgia só é recomendada quando a perda de audição é condutiva, alteração identificada na maioria dos casos", ressalta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a cirurgia é feita a substituição do osso estribo afetado por uma prótese, possibilitando a vibração do som e a volta da audição. Mas a escolha pelo procedimento não é tão fácil, já que requer um cirurgião experiente em cirurgias de ouvido para evitar a lesão do ouvido interno com risco de perda auditiva total e irreversível. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
"Outro detalhe é que o tipo de material da prótese pode influenciar os resultados. Após a cirurgia há algumas limitações. Não é possível fazer mergulho submarino profundo por causa da pressão, por exemplo", finaliza a especialista.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/FMWEmrW1M7E" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 15:34:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52991</feedburner:origLink></item><item><title>Fones de ouvido - cuidado ao andar na rua com eles</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/XcAn4NIZn78/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O número de casos de pedestres gravemente feridos ou mortos no transito por estarem distraídos por conta do uso de fones de ouvido próximo às rodovias e ferrovias triplicou em seis anos, segundo um estudo feito nos Estados Unidos e publicado na revista online Injury Prevention.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa mostra que a quantidade de casos passou de 16, entre 2004 e 2005, para 47, em 2010 e 2011. O estudo também revela que a maioria tem menos de 30 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa revela os perigos do uso de dispositivos como tocadores de música com fones de ouvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto já se sabem os riscos que envolvem o uso de celular e outros, pouco se sabe sobre a distração que acontece durante a caminhada quando o praticante sai às ruas com fones de ouvido. No entanto, é bom tomar cuidado!&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/XcAn4NIZn78" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 17:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52910</feedburner:origLink></item><item><title>Dicas para identificar problemas de audição nas crianças</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/54GEyAZYbwY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O cuidado com a saúde auditiva não costuma fazer parte do check up de rotina que os pais fazem com as crianças. Estudos provam que os ouvidos estão cada vez mais expostos a ruídos nocivos, então é importante ficar bastante atenta a questão da audição dos seus filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonoaudióloga da Phonak, Talita Donini, lembra que pesquisas alertam que pessoas com menos de 30 anos estão apresentando problemas auditivos antes mesmo dos seus pais e avós. Isso tem relação com a evolução da &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e com os novos estilos de vida adotados. Ela afirma que os pais devem se atentar a alguns detalhes para acompanhar a saúde auditiva de seus filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fique atenta se o seu filho tiver os seguintes comportamentos com frequência:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
- a criança não reage a barulhos fortes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- não atende quando é chamado pelo nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- pede para aumentar o som da TV, computador ou telefone com frequência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- se mostra "avoada"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- dificuldade em manter a atenção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- prefere brincar sozinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- dificuldade na alfabetização&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- troca de fonemas na escrita&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- dificuldade de aprendizado em geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a médica, caso seja detectada uma perda auditiva na criança, o tratamento deve ser imediato e o primeiro passo é procurar um otorrinolaringologista, normalmente encaminhado pelo pediatra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/54GEyAZYbwY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 17:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52909</feedburner:origLink></item><item><title>Telessaúde pode ajudar pacientes com deficiência auditiva</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/m4Z8cgFZlso/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p&gt;A telessaúde na &lt;a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;fonoaudiologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; é a prestação de serviços  de saúde à distância por meio de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, desde uma consulta até um treinamento para outros profissionais da área. O conceito é da professora Deborah Viviane Ferrari, da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da Universidade de São Paulo, conforme informações divulgadas na sexta-feira pela Agência USP.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida explica que a tele-educação consiste em treinamentos de profissionais, alunos de graduação e pós-graduação, &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; rápidos e palestras em diversas áreas da saúde.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já a tele-assistência refere-se a consultas por meio de teleconferências. Por meio dessas consultas é possível, por exemplo, fazer o reparo e calibrar corretamente aparelhos auditivos, além de orientar e participar do processo de reabilitação dos pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados das pesquisas da FOB, conforme Deborah, têm mostrado que a qualidade de atendimento do paciente se mantém, ou seja, o método tem sido bem aceito. De acordo com a médica, dados do Ministério da Saúde indicam que mais de 13 milhões de brasileiros possuem perda auditiva que requer maior atenção, ou seja, a utilização de aparelhos de correção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/m4Z8cgFZlso" height="1" width="1"/&gt;</description><author>R7.com.br</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 17:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52829</feedburner:origLink></item><item><title>Respiração correta evita problemas nas cordas vocais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/0qgszopJlVc/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p&gt;A saúde  da voz é tão importante quanto à saúde corporal, dizem os especialistas. Da mesma maneira que se há a preocupação em manter bons hábitos como alimentação correta e a prática de exercícios, a voz também merece cuidados especiais. O uso incorreto da voz pode ocasionar vários problemas às cordas vocais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre as alterações que podem se manifestar no órgão estão as funcionais e orgânicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se faz o uso incorreto da voz, o primeiro sintoma a surgir é a rouquidão. Ela é causada principalmente pelo uso indevido da voz. A respiração incorreta seria a primeira responsável em causar a rouquidão. Ao inalar o ar pela boca, a garganta fica ressecada, facilitando a chance de irritação ou infecção na garganta. O problema da rouquidão não atinge apenas a voz, alternando seu tom. A falta de cuidado para preservá-la também pode acarretar edemas, nódulos e pólipos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para evitar a rouquidão constante é preciso fazer um trabalho de reeducação com um profissional especializado. No entanto é possível evitar algum problema futuro na voz seguindo algumas dicas. O ideal é manter as cordas vocais sempre hidratadas bebendo água regularmente. Comer maçã também colabora para a saúde delas. A fruta é adstringente e limpa o trato vocal além de sua mastigação exercitar a musculatura responsável pela articulação das palavras.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/0qgszopJlVc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>R7.com.br</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 17:06:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52828</feedburner:origLink></item><item><title>Motociclistas correm maior risco de perda auditiva definitiva</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/zMHj8POj9L4/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Uma investigação conduzida pelo Instituto Nacional de Surdez e Doenças da Comunicação, dos Estados Unidos, conclui que, em média, uma mota emite um ruído na ordem de 95 decibéis (dB), ou seja, quase o dobro do máximo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é 55 dB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este facto torna os motociclistas com risco elevado de alterações na estrutura interna do ouvido e perda permanente de audição, sendo que a situação se agrava quanto maior for o barulho causado pelo veículo e, também, o tempo de exposição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Esta investigação norte-americana lança um novo alerta sobre uma população muito específica, os motociclistas, que são, na sua maioria, jovens, que ao estarem expostas a níveis de ruído tão intensos e de uma forma tão precoce, põem em risco a sua capacidade auditiva para toda a vida&amp;rdquo;, explica Pedro Paiva, Audiologista da MiniSom.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perda de audição induzida por ruído é a principal causa de perda auditiva na população portuguesa. Esta situação é definitiva e, como tal, irreversível. Para além de perda auditiva irreversível, a exposição prolongada ao barulho pode originar outros problemas de saúde, como por exemplo, problemas do foro psicológico ou doenças cardiovasculares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/zMHj8POj9L4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>http://noticias.portugalmail.pt</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 17:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52827</feedburner:origLink></item><item><title>Entenda como sons altos afetam sua saúde</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/s-yIYDBWUdE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O cotidiano, abarrotado de estímulos sonoros e ruídos, está detonando a nossa audição, num processo que não tem volta. Os grandes agressores não dão trégua - e a gente é que precisa aprender a se proteger dos barulhos que sabotam a saúde e a qualidade de vida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Em todo o planeta, 120 milhões já estão com a audição afetada pela exposição a ruídos intensos e podem caminhar para a surdez, já que as células do ouvido não têm a capacidade de se regenerar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Buzinas, shows, bares, praças de alimentação e festas aumentam a incidência de problemas auditivos, em idades cada vez mais precoces. "O barulho ameaça a audição, a saúde, a aprendizagem e o comportamento", afirma Nancy Nadler, porta-voz do Center for Hearing and Communication (CHC), responsável pela instituição do Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Quer cuidar da sua audição? Veja as dicas e previna-se!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Antes que aconteça&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Evite ligar ao mesmo tempo máquina de lavar, liquidificador, TV e outros eletrodomésticos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Modere o tocador de MP3. A medida: a pessoa ao lado não deve ouvir a música e você precisa escutar a voz dela.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Prefira os fones do tipo concha.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Use protetor auditivo em baladas e eventos esportivos. Em shows, mantenha-se longe da caixa de som.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Ao sair de lugar barulhento, fique em silêncio para descansar o ouvido.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Quando o trânsito estiver pesado, evite andar a pé. No carro, feche os vidros.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Se mora em vias movimentadas, adote proteção acústica nas paredes e janelas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Está escutando?&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Você escuta o que as pessoas dizem, mas às vezes não entende bem ou perde partes da mensagem?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Costuma pedir para que repitam o que acabaram de falar?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Dizem que você mantém TV e CD player altos demais?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Sente dificuldade de ouvir ao telefone?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Com ruídos ao fundo, não entende seu interlocutor?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Se alguém conversa de costas, ou de outro cômodo, você não compreende?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;bull; Tem apresentado zumbido no ouvido?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Se respondeu sim a qualquer das perguntas, procure um otorrinolaringologista para avaliar sua audição!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/s-yIYDBWUdE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 13:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52728</feedburner:origLink></item><item><title>A visão e a audição do bebê</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/A5W2zYJyKh0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Superempolgada com os avanços do bebê nos primeiros meses, nem sempre a mãe se liga em acompanhar também o aperfeiçoamento da visão e o desempenho da audição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses dois sentidos são fundamentais para o progresso da criança. É por eles que o pequeno recebe os estímulos que vão permitir que ele se expresse e se relacione com o ambiente ao redor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas primeiras semanas, a visão do recém-nascido ainda é pouco nítida. Ele percebe padrões (como listras) e contrastes (como preto e branco), mas não distingue cores nem formas. Além disso, os olhos não captam imagens que estejam a mais de 30 ou 40 centímetros de distância. "A visão é um dos sentidos que mais se desenvolvem nos primeiros meses, quando há o amadurecimento acelerado das conexões entre as células dos olhos e a parte do cérebro responsável por traduzir em imagens as informações captadas. Só por volta do sexto mês que a visão tridimensional está pronta", diz a oftalmopediatria Célia Nakanami, de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A audição funciona plenamente desde o nascimento. "O bebê escuta como adulto. A diferença é que, com o passar dos meses, aprende a identificar a origem dos sons e a relacioná-los com as situações", diz o otorrinolaringologista Fernando Veiga Angélico Júnior, de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ainda na maternidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O sucesso dessas aquisições, porém, depende de cuidados que devem começar na maternidade, como os testes do olhinho e da orelhinha. Gratuitos em quase todas as maternidades públicas e privadas, eles são simples e investigam o risco de doenças congênitas que possam ameaçar o desenvolvimento da visão e da audição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso alguma anormalidade seja detectada, o neonatologista orienta os pais a procurar um especialista. Afinal, quanto mais precocemente o problema for diagnosticado e tratado, maiores as chances de minimizar as perdas. "Quando há um quadro de catarata, por exemplo, é possível fazer uma cirurgia de substituição do cristalino antes do terceiro mês, para que o bebê não sofra interferência no desenvolvimento visual", diz Célia. No caso de problemas com a audição, a correção pode ser feita com o uso de um aparelho auditivo. "Assim, garantimos que o processo de aquisição da fala e da linguagem aconteça sem prejuízos", afirma Júnior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estimular é essencial&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Se está tudo em ordem com a visão e a audição do seu pequeno, basta proporcionar os estímulos certos para que esses sentidos se aprimorem. Ficar bem perto do bebê ao falar com ele, oferecer brinquedos de cores fortes e contrastantes e pendurar móbiles no berço são maneiras de ajudá-lo a treinar os recursos visuais. Após os 3 meses, incentive seu filho a explorar, com o olhar, diferentes ambientes, dentro e fora de casa. Brincar de esconder o rosto e mudar lentamente um objeto de lugar, de modo que a criança acompanhe sua trajetória, são outros bons estímulos visuais. Já para garantir uma audição apurada, converse bastante com seu bebê, cante para ele, conte histórias e deixe-o escutar músicas de estilos variados, incluindo as instrumentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saiba que o investimento nesses primeiros meses se transforma em progressos futuros. "A criança que enxerga bem se concentra nas brincadeiras e explora melhor o ambiente", afirma Célia. Uma boa audição, por sua vez, favorece o desenvolvimento da linguagem e, consequentemente, da socialização. "Acredita-se que, até o oitavo mês, o bebê já aprendeu todos os sons básicos da sua língua nativa, o que é fundamental para que, logo, ele também esteja apto a reproduzi-los", afirma a fonoaudióloga Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sinais que exigem atenção&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Alguns sinais do bebê merecem uma consulta ao pediatra, pois podem indicar problemas de visão ou de audição. Conheça os indícios mais preocupantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Indiferença diante de ruídos fortes. Desde as primeiras semanas, a criança acorda, chora ou pisca os olhos para expressar seu incômodo quando o barulho é excessivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Incapacidade de fixar o olhar no rosto da mãe ou em um objeto colocado bem próximo após a quinta semana de vida e também, por volta do segundo mês, a falta de coordenação entre os dois olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Globo ocular aumentado, falta de brilho ou mudança na cor dos olhos, pupilas esbranquiçadas e lacrimejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Desinteresse em buscar sons e vozes movendo a cabeça e o olhar para as laterais entre o terceiro e o sexto mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; 3 Ausência de vocalizações e sons rudimentares (como "bá-bá-bá" e "bu-bu-bu") a partir do final do sexto mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Falar de pertinho com o bebê é uma excelente maneira de estimular tanto a visão quanto a audição do pequeno. Aproveite para conversar com ele, em tom suave, enquanto troca a fralda ou amamenta&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/A5W2zYJyKh0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 13:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52727</feedburner:origLink></item><item><title>Zumbido no ouvido e suas principais causas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/zHMaAg9pU6E/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Segundo Rita de Cássia Guimarães, otorrinolaringologista e otoneurologista, &amp;ldquo;O zumbido é uma percepção sonora nos ouvidos ou na cabeça sem haver uma fonte externa que gere esse som.&amp;rdquo; Trata-se de um  sintoma que pode indicar a existência de uma ou mais doenças e problemas relacionados ou não com os ouvidos. O diagnóstico só é possível a partir de uma investigação minuciosa que começa com uma consulta a um médico otorrinolaringologista: &amp;ldquo;Depois de conhecer as causas, indica-se o tratamento mais adequado, levando em consideração as características de cada paciente. É de extrema importância um tratamento com abordagem interdisciplinar, que envolva especialistas de diferentes áreas, devido à abrangência das causas deste barulho tão incômodo&amp;rdquo;, ressalta Rita de Cássia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema pode atingir pessoas de qualquer idade, mas predomina na população idosa, sendo que um terço das pessoas com mais de 65 anos sofrem com o zumbido.Problemas de audição, doenças do ouvido &amp;ndash; denominadas otológicas -, problemas cardiovasculares, metabólicos, hormonais, neurológicos, psicológicos, vasculares, musculares, odontológicos e até o uso de remédios e drogas podem desencadear o zumbido. Hábitos sedentários e alimentação inadequada, como o fumo e o consumo em excesso de açúcar, sal, cafeína e chás também estão entre os principais responsáveis pelo sintoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Gerson K&amp;ouml;hler, ortodontista e ortopedista facial que faz parte do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ) , o bruxismo, apertamento de dentes, somatização por estresse, dores tensionais de cabeça e no ouvido e alterações da intensidade do zumbido podem ser um sinal de que a causa seja odontológica. &amp;ldquo;O excesso de força empregado pela musculatura facial, a maneira como a boca se fecha e o dentes se contactam podem influenciar o zumbido, podendo ser a causa ou um fator que piora ainda mais a situação&amp;rdquo;, destaca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O  GAPZ, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, oferece informações e dá orientação aos pacientes:  &amp;ldquo;O paciente tem que se informar, assim o diagnóstico e o tratamento ficam mais fáceis. E o nosso papel é contribuir com  a transmissão de conhecimentos, orientações e permitir a interação do grupo, trocando informações não só com os palestrantes, mas também entre si&amp;rdquo;, acrescenta Gerson K&amp;ouml;hler.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os encontros do GAPZ acontecem todas as primeiras sextas-feiras do mês, no 5º andar do anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, a partir das 14 horas. O evento é aberto para qualquer pessoa, a entrada é gratuita e quem quiser colaborar pode fazer a doação de um produto de higiene pessoal. Mais informações sobre o próximo encontro podem ser obtidas através do telefone (41) 3225-1665.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/zHMaAg9pU6E" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 13:22:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52726</feedburner:origLink></item><item><title>Dor no ouvido: tratamento previne a perda auditiva</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/s58VKUyOEmM/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A dor de ouvido é um dos problemas mais comuns em crianças. Os pais devem ter atenção redobrada, pois caso ocorram defasagens no sistema imunológico, o simples incômodo pode trazer consequências crônicas para a audição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A otite média aguda costuma ocorrer durante ou logo após uma gripe, resfriado ou infecção na garganta, em função da passagem de secreção para o ouvido médio através da tuba auditiva. Esse tipo de infecção é mais comum em crianças devido a anatomia da tuba auditiva das mesmas, que facilita a passagem da secreção. Os principais sintomas são: dor, diminuição da audição, febre, falta de apetite, entre outros.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a otorrinolaringologista Vyrna Santos, cerca de 90% das crianças terão pelo menos um episódio de otite média aguda até os sete anos de idade. Observar atentamente as atitudes da criança é fundamental, pois muitas vezes a doença é silenciosa. &amp;ldquo;Cuidado quando a criança pedir para repetir as frases várias vezes ou assistir televisão com um som bastante alto. Se os pequenos detalhes não forem notados, as crianças desenvolverão atrasos na fala e prejudicar-se na escola. Pode persistir um líquido no ouvido, sem dor ou febre, causando perda auditiva&amp;rdquo;, alerta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na grande maioria dos casos, a surdez provocada pelo líquido no ouvido desparece espontaneamente em até quatro semanas. Mas a persistência por mais tempo necessita de remoção cirúrgica para reverter o quadro que acarreta na otite média crônica. A cirurgia consiste em uma incisão na membrana timpânica com a colocação de uma espécie de tubo de ventilação. &amp;ldquo;Incialmente, fazemos tratamentos com o uso de antibióticos e analgésicos. Só que por meio do acompanhamento percebemos se é possível a efetivação da cirurgia ou não. Com a modificação da tuba, geralmente o problema melhora e o paciente não apresenta mais otites&amp;rdquo;, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem outras consequências que acometem o paciente com a dor de ouvido. A meningite, abcesso cerebral e até a labirintite infecciosa são algumas das complicações. Portanto, consultar-se com um profissional da otorrinolaringologia é essencial, pois os remédios caseiros podem piorar a situação. &amp;ldquo;Os paciente precisa encontrar um tratamento mais adequado, pois caso não faça os procedimentos necessários, é possível que desenvolva uma perfuração no tímpano ou uma retração. Todos geradores de perdas auditivas&amp;rdquo;, declara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Alguns cuidados:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Não se automedique, nem siga sugestões de vizinhos ou conhecidos para aliviar a dor de ouvido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Procure um otorrinolaringologista sempre que apresentar dor, coceira ou secreção no ouvido ou perda auditiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Evite o uso de cotonetes ou de outros objetos que possam ferir o ouvido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Proteja os ouvidos contra a entrada de água&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Não amamente seu filho deitado, pois isso favorece a entrada de liquido através da tuba auditiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Vacine seu filho contra gripe  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/s58VKUyOEmM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>http://180graus.com</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 17:54:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52680</feedburner:origLink></item><item><title>Pessoas que falam duas línguas têm a audição mais atenta, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/1A3KVXxsIt4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cientistas descobriram mais uma vantagem que falar duas línguas traz ao cérebro. Uma pesquisa publicada pela revista científica &amp;ldquo;PNAS&amp;rdquo;, da Academia Americana de Ciências, mostra que os bilíngues têm a atenção auditiva mais bem desenvolvida do que as pessoas que falam só uma língua. Estudos anteriores já mostravam que falar mais de uma língua causa mudanças estruturais no cérebro, mais especificamente nas regiões responsáveis pelo processamento da linguagem e pelas chamadas &amp;ldquo;funções executivas&amp;rdquo;, ligadas à criatividade e à tomada de decisões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, a equipe da neurocientista Nina Kraus, da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que o domínio de dois &lt;a href="http://www.portalidiomas.com.br"&gt;&lt;strong&gt;idiomas&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; muda a maneira como o sistema nervoso responde ao som. O estudo foi feito com adolescentes da cidade de Chicago. Metade deles falava apenas inglês, e a outra metade era fluente em inglês e espanhol. Os cientistas mapearam o cérebro de cada um deles para avaliar a resposta a uma mensagem falada, em duas situações diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a mensagem era dita em um ambiente silencioso, os dois grupos reagiram de maneira semelhante. Porém, quando ela foi dita em meio a ruídos, os cérebros bilíngues captaram a frequência com mais clareza. Segundo os pesquisadores, isso representa uma vantagem na atenção auditiva. &amp;ldquo;A experiência mais acentuada dos bilíngues com o som resulta em um sistema auditivo que é altamente eficiente, flexível e focado em seu processamento automático de sons, especialmente em condições que representam um desafio ou sons desconhecidos&amp;rdquo;, afirmou Kraus, em material de divulgação de sua universidade.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/1A3KVXxsIt4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>correiodoestado.com.br</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 17:50:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52679</feedburner:origLink></item><item><title>Diagnóstico precoce evita problemas de audição</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/pcn8i7zDvQQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Teste da Orelhinha ou Triagem Auditiva Neonatal é um exame importante para detectar se o recém-nascido tem problemas de audição. Após a sua realização, é possível iniciar o diagnóstico e o tratamento das alterações auditivas precocemente. O Conselho Federal de Fonoaudiologia e outras entidades brasileiras recomendam que o exame seja realizado na maternidade, antes da alta hospitalar. O teste da orelhinha é rápido, indolor e não tem contraindicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Lei Federal nº 12.303/2010 tornou obrigatória e gratuita a realização do exame e espera-se que todos os hospitais e maternidades do Brasil ofereçam o teste. Conforme explica o Dr. Hélio Epiphânio, otorrinolaringologista, Rio Claro foi pioneira na aprovação de lei municipal para a obrigatoriedade da medida quanto à sua importância para a saúde. &amp;ldquo;É fundamental a realização do exame em baixa idade, pois a criança com problema auditivo deve ser estimulada o quanto antes para que haja a devida recuperação do aparelho auditivo sem consequências negativas para a fala&amp;rdquo;, comenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme orienta, quando detectado algum problema, o bebê é encaminhado para um serviço de diagnóstico em que serão realizados a avaliação otorrinolaringológica e exames complementares. Nessa fase, muitos bebês apresentarão audição normal e alguns terão a perda auditiva confirmada. Uma vez confirmados o tipo e o grau da perda auditiva, o bebê será encaminhado para um programa de intervenção precoce, a fim de orientar a família, preparar para o uso de aparelhos de amplificação ou implante coclear e terapia fonoaudiológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Inicialmente, o bebê deve ser testado com aparelhos e estímulos. Em último caso, recomenda-se o implante. Mas faz-se necessário reforçar a avaliação precoce, em no máximo até seis meses do seu nascimento, para que possa ocorrer a recuperação do centro da fala e, consequentemente, a sua captação de forma adequada para o pleno desenvolvimento da linguagem em função da audição&amp;rdquo;, conclui.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/pcn8i7zDvQQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>uol.com.br</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 17:31:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52633</feedburner:origLink></item><item><title>Centrinho abre concurso para biólogo e fonoaudiólogo em Bauru</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/rxq19FdWT98/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A partir de segunda-feira (07) o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (HRAC-USP/Centrinho) abre inscrições para concursos públicos que contratarão dois biólogos e quatro fonoaudiólogos. O salário inicial é de R$ 5.691,08. As inscrições serão recebidas exclusivamente pela internet até às 16 horas do dia 11 de maio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
No ato da inscrição, o candidato deve escolher o campus e a função e localizar o número do edital. A leitura detalhada dos dois editais pode ser feita pelo site do Centrinho-USP (clicar em Concurso). A taxa de inscrição para as duas funções é de R$86,00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Veja as descrições dos cargos:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Biólogo:&lt;/strong&gt; entre as exigências, o candidato deve ter curso de graduação completo em História Natural ou Ciências Biológicas, em qualquer uma de suas especialidades, ou licenciatura em Ciências com habilitação em Biologia, com carga horária mínima fixada pelo MEC. O candidato também deve ter conhecimentos de informática e de inglês em nível técnico, bem como registro no Órgão Profissional: Conselho Regional de Biologia da 1&amp;ordf; Região (CRBio-01).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Fonoaudiólogo:&lt;/strong&gt; oferece quatro vagas e os profissionais vão atuar na área de seleção, indicação e adaptação de dispositivos eletrônicos aplicados às deficiências auditivas e em habilitação e reabilitação auditiva nas diferentes faixas etárias. Para essas vagas, são exigidos dos candidatos Curso de Graduação Completo em Fonoaudiologia, com carga horária mínima fixada pelo MEC , além de conhecimentos de informática e de inglês em nível intermediário, bem como registro no Órgão Profissional: Conselho Regional de Fonoaudiologia (CRF&amp;ordf;) da 2&amp;ordf; Região (SP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/rxq19FdWT98" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>07/05/2012 00:00:00 17:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52632</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba por que o inverno favorece doenças e como se proteger delas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/busqnN70CkM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Junto com o frio dos últimos dias, chegam também as doenças respiratórias. Resfriados, gripes, rinites e tantas outras &amp;ldquo;ites&amp;rdquo; atacam mais no inverno. Para se proteger delas, o otorrinolaringologista Richard Voegels e a pediatra Ana Escobar deram dicas sobre os cuidados a serem tomados quando o tempo muda. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Os médicos destacaram também a importância de tomar a vacina contra a gripe &amp;ndash; no país, a campanha nacional começa neste sábado (5) e vai até 25 de maio. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os especialistas, o organismo geralmente combate sozinho todos esses problemas respiratórios. Em cinco a sete dias, elimina todos os vírus ou bactérias, com a ajuda de muita hidratação, alimentação balanceada e repouso. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Um sinal de que as doenças podem ter se agravado é apresentar secreções amareladas ou esverdeadas no nariz ou no ouvido, ou ainda pontos de pus na garganta, o que exige procurar um médico logo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Todo o sistema respiratório é coberto por uma mucosa com cílios. O frio paralisa os cílios da mucosa, cuja função é varrer os invasores para fora. Com os cílios paralisados, os micro-organismos entram no corpo humano e, dependendo de onde se instalam, causam um tipo de diferente infecção. Assim, em uma mesma casa, um vírus pode se instalar no ouvido de uma criança (causando otite) e na faringe da mãe (provocando faringite). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Lugares abertos e ventilados são melhores no frio, porque evitam a concentração de vírus e bactérias. Portanto, evite locais fechados e sem ventilação. Abra as janelas do ônibus, não deixe as crianças confinadas e ponha a casa para ventilar. É melhor se agasalhar e ficar ao ar livre do que protegido e mais exposto a doenças. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Além dessas medidas, retire o excesso de água do cabelo antes de sair no frio. Cerca de 80% do calor é eliminado pela cabeça. Com o cabelo molhado, você perde calor muito rápido. Ocorre, então, uma vasoconstrição na cabeça e o sangue foge das mucosas, dificultando o trabalho dos cílios que varrem os vírus e bactérias. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dicas para evitar doenças&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
- Lave o nariz com soro à noite, ou com água e sal, para retirar a poluição e eventuais invasores &lt;br /&gt;
- Use um umidificador para combater o ar seco &lt;br /&gt;
- Para evitar infecções, beba mais água, até o xixi ficar bem clarinho &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Campanha nacional de vacinação &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Neste sábado, a vacinação contra a gripe (que inclui três tipos de vírus, entre eles o da gripe suína, o H1N1) busca atingir principalmente: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;- Idosos com mais de 65 anos &lt;br /&gt;
- Grávidas &lt;br /&gt;
- Crianças pequenas, entre 6 meses e 2 anos &lt;br /&gt;
- Índios &lt;br /&gt;
- Profissionais da saúde &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Para essas pessoas, a dose é grátis, das 8 da manhã às 17 horas, em toda a rede pública. A ação busca imunizar 80% do público-alvo, que é de 30,1 milhões de pessoas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A vacina não é recomendável para quem tem alergia à proteína do ovo &amp;ndash; usada na fabricação - ou para quem teve reações adversas a doses anteriores. Em casos de doenças agudas e febris ou de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável uma avaliação médica. Quem pretende doar sangue deve aguardar 48 horas após a dose para fazer a doação. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A Organização Mundial da Saúde estima que existe no mundo cerca de 1,2 bilhão de pessoas com risco elevado de contrair gripe com complicações, sendo 385 milhões de idosos acima de 65 anos, 140 milhões de crianças e 700 milhões de crianças e adultos com doenças crônicas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os residentes em lares de idosos, a vacinação pode diminuir em 60% o risco de pneumonia e de 50% a 68% o risco global de hospitalização. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Em 95% dos casos, as gripes são causadas por vírus e, nos demais, por bactérias. O curioso é que em alguns casos uma infecção por vírus pode facilitar a infecção por bactéria, pois há uma redução das defesas do organismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/busqnN70CkM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 14:48:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52556</feedburner:origLink></item><item><title>Equipamento que mede ruídos da cidade é instalado na zona sul de SP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/42_0aE-Ss4s/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A capital paulista ganhou o primeiro decibelímetro, aparelho que mede a intensidade de ruídos, na altura do número 2.881 da avenida Rebouças, na zona sul de São Paulo. O aparelho de acesso público foi inaugurado nesta quarta-feira (25), Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Na data, foi promovido 60 segundos de silêncio, entre às 14h25 e 14h26, para destacar o impacto do ruído nas nossas vidas cotidianas. No mundo, estima-se que pelo menos 800 milhões de pessoas sofram com perda auditiva. A quantidade deverá aumentar para 1,1 bilhão até 2015 (aproximadamente 16% da população mundial), segundo estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A pausa do Dia Internacional de Conscientização sobre o Ruído é uma boa oportunidade para pensar sobre o problema que atinge a todos, comenta a fonoaudióloga Talita Donini, do Espaço Phonak. A entidade foi a responsável pela instalação do decibelímetro na avenida Rebouças. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A especialista pontua que o uso constante de fones de ouvido, barulho de obras, música no carro, trânsito, celulares e os ruídos constantes de grandes cidades são altamente prejudiciais à saúde auditiva. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
- Como estamos cada vez mais conectados, a audição está recebendo estímulo o tempo todo, o que pode ser nocivo se não estivermos atentos a alguns cuidados. Pesquisas alertam que pessoas com menos de 30 anos estão apresentando problemas auditivos antes mesmo dos seus pais e avós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/42_0aE-Ss4s" height="1" width="1"/&gt;</description><author>r7.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 14:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52555</feedburner:origLink></item><item><title>Proposta obriga escolas a utilizar Libras com estudantes surdos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/Wm5Y00Tc9O0/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Câmara dos Deputados analisa proposta que obriga as instituições de ensino públicas e privadas a utilizar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) com todos os estudantes surdos em qualquer nível ou modalidade da educação básica. A medida está prevista no Projeto de Lei 2040/11, do Senado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela proposta, as escolas deverão contar com professores bilíngues, tradutores, intérpretes e profissionais de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de comunicação em Libras. Além dos alunos, também deverão ter aula de Libras seus pais e toda a comunidade escolar que conviver com esses estudantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras sobre a oferta do ensino de Libras deverão ser definidas em regulamento específico, após a aprovação da lei. Segundo o autor da proposta, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o objetivo é facilitar a integração dos deficientes auditivos nas escolas e na sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tramitação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O projeto, que tramita em regime de prioridade, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; Educação e Cultura; e Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para o Plenário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/Wm5Y00Tc9O0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:18:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52488</feedburner:origLink></item><item><title>Educação de surdos em escolas tradicionais ainda é desafio no Brasil</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/9HBoVTpvsFA/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Políticas de inclusão têm tentado corrigir questões históricas no ensino de surdos no Brasil. Excluídos durante muito tempo do processo educativo tradicional, eles começaram, nos últimos anos, a compartilhar as salas com ouvintes em algumas escolas do País. Contudo, a existência de classes mistas, vista como alternativa para integrar crianças e jovens surdos à comunidade, nem sempre funciona. Há relatos negativos, de alunos desmotivados, com dificuldade de aprendizagem e inseridos em ambientes sem infraestrutura adequada. No Dia Nacional da Educação de Surdos, o Terra ouviu relatos que reforçam esse cenário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mãe de uma deficiente auditiva, Hozana Rios Dias acredita que os alunos surdos não deveriam dividir atenções com colegas ouvintes. Na classe de sua filha Inara, de 19 anos, há outros três surdos. "Ela não consegue acompanhar. Mesmo com intérprete, tem dificuldade em compreender a matéria, pois seu ritmo é diferente do das outras crianças", diz. A jovem frequenta a Escola Municipal Marília Carneiro, em Goiânia, desde os três anos, quando estudava em uma sala só para crianças surdas. Dois anos depois, foi para a aula tradicional. Hoje, no 8º ano, Hozana defende o retorno de classes especiais para surdos e planeja matricular a filha no Centro Especial Elyisio Campos, escola mantida pela Associação de Surdos de Goiânia, que trabalha a Língua Brasileira de Sinais (Libras).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A psicopedagoga Eloisa Lima faz coro à opinião da mãe de Inara. Mestre em neurolinguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ela firma que, quando se trata de aprendizagem, a surdez é a mais complexa entre as deficiências. "O surdo acaba não desenvolvendo também a fala, porque ele não ouve e perde essa base. Isso não acontece com o cego, por exemplo". A especialista explica que deficientes auditivos precisam ser estimulados por outros sentidos, como a visão e o tato. "Se a professora dá uma aula expositiva sem mostrar objetos e componentes do conteúdo, é prejudicial para o aluno ouvinte. Para o surdo é muitas vezes pior", garante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Hozana, o ambiente de uma sala apenas para surdos é melhor. "Se a professora explica a matéria e ela não entende, os colegas surdos podem ajudar. Minha filha gosta muito de estudar e é bastante sociável, mas tem dificuldades em uma turma mista", afirma. Hozana acredita que a presença de um intérprete em sala de aula não é suficiente para dar conta das necessidades dos alunos. Além da cooperação entre colegas, Eloisa destaca a necessidade de a postura em uma sala de aula mista ser diferente. "A criança surda fica nervosa com excesso de movimento, luminosidade, pessoas falando sem ser em linguagem de sinais. Isso desorganiza a cabeça deles. Para aprender, precisam de foco, e esse não é o lugar apropriado", diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;"Envolver é melhor do que segregar", diz especialista&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Para a professora Valéria Cavetta, uma das coordenadoras do projeto Libras na Ciência, da Universidade de São Paulo (USP), separar ouvintes de surdos não é a melhor alternativa para estimular a aprendizagem. "Não sou partidária da separação no contexto da educação formal nem em qualquer outro. É interessante invertermos a problemática. Precisamos nos inserir na cultura dos surdos para compreender não somente o processo de socialização deles, mas também a Libras, como se dá a comunicação e, finalmente, a aprendizagem entre surdos e entre surdos e ouvintes. Acredito que temos mais a ganhar por meio de um trabalho que envolva surdos e ouvintes do que aquele que os segregue", diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valéria enfatiza, no entanto, que a inclusão de surdos na escola comum demanda a elaboração de meios que estimulem a participação e aprendizagem desses alunos. Além do ensino regular, a professora explica que os deficientes auditivos devem ter acesso ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), um período adicional de horas de estudo. Além de momentos em que os conteúdos são ministrados em Libras, preferencialmente por um professor surdo, o AEE trabalha o ensino da língua específica e de Português, em aulas especiais para alunos com deficiência auditiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), em 2010, 71.283 alunos deficientes auditivos, surdos e portadores de surdez e cegueira estiveram matriculados na educação básica, tanto em classes regulares quanto em escolas ou turmas de ensino especializado. Até 2015, todos os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de licenciatura e pedagogia brasileiros deverão contratar um profissional de Libras. O objetivo é auxiliar na formação dos futuros professores da educação básica.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/9HBoVTpvsFA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52487</feedburner:origLink></item><item><title>Sistema transforma textos em animação virtual na língua de sinais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/xdKtZ7ubnPU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;No país, pessoas surdas ou com deficiência auditiva comunicam-se por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras), um sistema linguístico com gramática particular, expressa a partir da combinação da forma e do movimento das mãos, do ponto no corpo ou no espaço onde esses sinais são feitos e também por expressão facial e corporal. A língua escrita, em especial para as pessoas que adquirem a surdez antes da alfabetização, é menos acessível que a Libras, pois é semelhante ao uso de um idioma estrangeiro. A partir dessa constatação, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) iniciaram o desenvolvimento de um sistema de transcrição para converter textos em animações apresentadas por um avatar na língua de sinais. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A proposta do sistema de transcrição é criar um mecanismo que possibilite a reprodução computacional e em tempo real de conteúdo em língua de sinais, utilizando para isso um agente virtual sinalizador, um modelo que representa uma figura humana e que articula os sinais da Libras&amp;rdquo;, explica José Mario De Martino, que coordena o trabalho. Na comunicação em língua de sinais, o espaço tridimensional é fundamental, devido à mobilidade de articulações. Por isso, optou-se pela animação em três dimensões, que possibilita ao usuário alterar o ângulo de visão, girando, aproximando ou afastando a câmera. Trata-se de uma vantagem em relação às animações em duas dimensões e ao conteúdo de vídeo, já que, uma vez produzidos, não podem ser modificados. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
A &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; foi desenvolvida em XML (Extensible Markup Language), uma linguagem computacional em códigos que dizem como certos dados devem ser interpretados, seja por pessoas ou computadores. O sistema criado pelos pesquisadores da Unicamp descreve em códigos um sinal que define a configuração de mão, a posição da mão no espaço e o movimento realizado durante a articulação do sinal. Esta transcrição é, então, interpretada e convertida pelo sistema nas rotações das juntas, por exemplo, o ombro ou o pulso do modelo, necessárias para formar a pose e os movimentos que compõem o sinal. A articulação real produzida pelos surdos contém ainda aspectos gramaticais como segmentação, flexão verbal e nominal e coarticulação, aspectos que também foram considerados no desenvolvimento do sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo De Martino, o principal desafio é levantar quais as informações necessárias para descrever os sinais e como organizá-las para que o conteúdo não contenha ambiguidade ou omissão de informações. Para o engenheiro, trata-se de um trabalho com caráter multidisciplinar que pode contribuir para um melhor entendimento da língua de sinais brasileira, cuja estrutura, gramática e fonética ainda é pouco conhecida. &amp;ldquo;Apesar dos estudos das línguas de sinais existirem por quase meio século, o problema de transcrição continua um desafio. Não há um consenso claro, nem entre os linguistas, sobre o que é necessário e suficiente para descrever uma articulação em língua de sinais&amp;rdquo;, afirma De Martino. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Perspectivas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Segundo Wanessa Machado do Amaral, orientanda de De Martino e que desenvolve o sistema de transcrição em sua pesquisa de doutorado, a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; está em fase de testes. &amp;ldquo;O sistema de transcrição foi implementado e alguns sinais da Libras foram gerados. Estes sinais estão sendo avaliados por surdos e ouvintes para testarem sua inteligibilidade&amp;rdquo;, comenta a estudante. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
A patente do sistema já foi depositada no país e os pesquisadores esperam poder contar com o apoio de parceiros e empresas para dar continuidade ao trabalho. &amp;ldquo;Avaliamos como potenciais interessadas empresas envolvidas com dispositivos móveis, TV Digital, web e portais na internet&amp;rdquo;, afirma Amaral. A &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, segundo ela, poderá beneficiar, em especial, empresas com forte interação com o público, como bancos e repartições públicas, que poderiam melhorar a qualidade dos serviços prestados à comunidade surda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/xdKtZ7ubnPU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>comciencia.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52485</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/VBC9pd623X4/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/VBC9pd623X4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Unipê abre inscrições para 1,7 mil vagas em 17 cursos e para 3.2 mil bolsas de estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/2n-Jehj7_9w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) abriu inscrições do Vestibular 2012.2, nesta quarta-feira (2), para 1,7 mil vagas em 17 &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e 3,2 mil bolsas de estudo. O Unipê passará a oferecer os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Enfermagem e Educação Física também no turno da noite, além dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Fonoaudiologia, Engenharia Civil e Redes de Computadores. Os candidatos devem se inscrever até 30 de maio, exclusivamente pela Internet, no Portal www.unipe.br .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prova será aplicada no dia 2 de junho, no campus universitário, no bairro de Água Fria, na Capital. Os candidatos também podem ingressar na instituição com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há duas modalidades no Vestibular 2012.2. Os candidatos poderão ingressar no Unipê usando a nota do Enem, ou ainda, através da prova que será aplicada na instituição, no dia 2 de junho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a modalidade do Enem, o candidato deve preencher o Formulário de Inscrição, pela Internet, e comparecer à Segen - Secretaria Geral de Ensino, no prédio do Espaço de Vivência Acadêmica (EVA), e confirmar a sua inscrição, mediante a entrega de cópia autenticada, do Boletim do Enem, expedido pelo MEC. Após este procedimento, o candidato receberá da Segen o boleto bancário para pagamento da taxa de inscrição. A inscrição só será efetivada com a apresentação do Boletim, no prazo estabelecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os candidatos que optarem pela prova no Unipê, eles serão submetidos a uma prova de Redação e mais uma prova com questões objetivas. Será eliminado do Vestibular o candidato que obtiver nota zero na Redação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cursos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No Vestibular 2012.2, o Unipê está oferecendo os &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Administração (Bacharelado), Arquitetura e Urbanismo (Bacharelado), Ciências Contábeis (Bacharelado), Ciência da Computação (Bacharelado), &lt;a href="http://www.portaldireito.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Direito&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (Bacharelado), Educação Física (Bacharelado), Educação Física (Licenciatura), Enfermagem (Bacharelado), Fisioterapia (Bacharelado), Fonoaudiologia (Bacharelado), Psicologia (Bacharelado), Odontologia (Bacharelado), Design de Moda (Tecnológico), Gestão de Tecnologia da Informação (Tecnológico), Sistemas para Internet (Tecnológico) e, ainda, Redes de Computadores (Tecnológico) e Engenharia Civil (Bacharelado).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Bolsas de estudo: como proceder&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Unipê realizará as inscrições para o Processo de Seleção de Bolsas de Estudo para o Semestre 2012.2 no período de 2 a 30 de maio para os alunos veteranos e já matriculados. Já para os aprovados no Vestibular 2012, para o semestre 2012.2, o período de inscrição para pleitear as bolsas será de 25 a 29 de junho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os critérios de seleção para concorrer a 3,2 mil bolsas de estudo e todas as informações de como proceder estão disponíveis no Portal Unipê (www.unipe.br ). Os candidatos às bolsas devem se inscrever exclusivamente no Portal. O resultado final de todos os classificados nesse processo está previsto para ser divulgado no dia 31 de julho deste ano, no Portal da instituição. A divulgação dos pré-selecionados sairá em 6 de julho.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/2n-Jehj7_9w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>paraiba.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52414</feedburner:origLink></item><item><title>Londrina: crianças têm acompanhamento preventivo gratuito</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/f4OE9m-rRlc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O sábio ditado "prevenir  é melhor que remediar" é levado muito a sério na Bebê Clínica Unopar. Trabalhando em conjunto, um grupo de quatro professores e 30 alunos dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Odontologia, Nutrição, Fisioterapia e Fonoaudiologia criaram uma rede de proteção que cuida gratuitamente de crianças de 0 a 6 anos de idade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
As mães podem fazer o agendamento diretamente na clínica (veja serviço no final da matéria). Na primeira consulta, que deve acontecer antes dos 12 meses de idade, realiza-se uma avaliação minuciosa com profissionais das quatro áreas: as professoras Luciana Lira Meneghel (Odontologia), Cláudia Simone Maturana (Fisioterapia), Juliana Jandre Melo (Fonoaudiologia) e Aline Menezes Tibúrcio Roque (Nutrição). "Nosso diferencial é justamente o caráter preventivo do projeto, atendendo a comunidade externa de maneira multiprofissional e interdisciplinar", explica a professora Cláudia. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a professora Luciana, essa abordagem auxilia os diagnósticos e promove um resultado muito mais eficiente: "A criança deve ser vista integralmente e não sob um foco restrito, visando seu bem estar físico, psicológico e social". Segundo ela, quanto antes se inicia o acompanhamento, melhores são os resultados. "Nossa ênfase é na prevenção. Ensinamos a mãe que a limpeza da boca é extremamente importante na prevenção da cárie dentária e de outras doenças bucais, como a candidíase ou "sapinho", que ocorre frequentemente em bebês e pode ser evitada se a higiene for realizada após as mamadas". &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Outros aspectos observados são a dieta e o consumo de alimentos açucarados, posicionamento dos dentes e da língua, além de hábitos como chupar chupeta, chupar o dedo, e mamadas noturnas que podem trazer consequências sérias para a saúde bucal e necessidade de tratamento no futuro. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A pequena Sofia de Souza Battistela de 11 meses, já tem seis dentinhos na boca. Impaciente com o exame clínico, ela chupa um dos dedos. "Avaliamos não somente os dentes como também lábios, língua, palato e bochechas. Também observamos o comportamento da criança enquanto conversamos com a as mães",conta Luciana, demonstrando preocupação ao observar que Sofia chupa o dedo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Para as crianças, além do benefício da prevenção, o acompanhamento na Unopar contribui para que ela cresça sem medo de dentista. "Como elas vêm aqui desde bebês, se acostumam com a rotina do consultório e, a partir de certa idade, não estranham mais a cadeira, os instrumentos ou a vestimenta do profissional" observa a professora. "Essas crianças têm tudo para chegar à idade adulta sem nenhuma cárie", garante Luciana. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O mesmo cuidado que recebem na Odontologia vale para a Fisioterapia. As mães recebem orientações específicas sobre o desenvolvimento motor infantil, os malefícios da utilização de andadores e/ou calçados inadequados. As dicas da Fisioterapia e o olhar atento das mães no período em que os bebês aprendem a engatinhar e andar contribuem para que esse processo seja tranquilo e natural. "Existem coisas simples que toda mãe precisa saber. Por exemplo, nunca fazer uso de andadores para estimular a marcha ou para colocar os bebês em pé, não retirá-los das banheiras pelos braços ou qual o melhor calçado para promover o equilíbrio no início da locomoção em pé", ensina Cláudia. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Na Nutrição, a professora Aline revela que durante o atendimento é realizada a avaliação nutricional da criança, com verificação do peso, estatura, perímetro cefálico e índice de massa corporal. A mãe ou responsável pela criança recebe orientações que vão desde o aleitamento materno à melhoria de hábitos alimentares. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a professora Juliana, a Fonoaudiologia atua na educação e prevenção de distúrbios da fala, linguagem, audição e aprendizagem. Para tanto, utiliza protocolos específicos para avaliação e acompanhamento do desenvolvimento de fala e linguagem até a alta clínica da criança. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O acompanhamento das crianças continua até o 6 anos de idade. Os retornos dependem de cada área e de cada caso. Os atendimentos acontecem sempre às quartas e sextas-feiras. Nos 8 anos de existência, a Bebê Clínica da Unopar já atendeu 1500 crianças, num total de aproximadamente 50 mil procedimentos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Serviço:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Bebê Clínica Unopar funciona na Rua Marselha 269, Jardim Piza. O atendimento é gratuito, toda 4&amp;ordf; e 6&amp;ordf; feiras a partir das 13h30. Os agendamentos podem ser feitos pelo telefone (43) 3371-7775.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/f4OE9m-rRlc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bonde.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52413</feedburner:origLink></item><item><title>Dormir e respirar bem são fundamentais para saúde </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/td-gA_mL9Rs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os distúrbios do sono afetam aproximadamente 40% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Insônia, apnéia obstrutiva do sono, síndrome das pernas inquietas, bruxismo (ativação exagerada e repetitiva da musculatura mastigatória durante a noite), sono insuficiente e atraso de fase de sono são os problemas mais comuns. O ortodontista e ortopedista facial Gerson K&amp;ouml;hler, que atua de forma interdisciplinar em doenças do sono, afirma que a Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) é considerada, dentro do contexto da Medicina do Sono, um dos distúrbios mais graves da atualidade. &amp;ldquo;É um sério problema de saúde pública&amp;rdquo;, ressalta Gerson, da K&amp;ouml;hler Ortofacial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quadro se caracteriza pela obstrução total da respiração durante alguns segundos, a apnéia do sono, ou pela obstrução parcial da entrada e saída de oxigênio, hipopnéia. A SAOS está relacionada à obstrução das vias aéreas superiores e o principal sintoma são os roncos. &amp;ldquo;A SAOS é uma doença multifuncional, que possui várias causas associadas entre si e presentes no quadro clínico. As interrupções da respiração, que ocorrem várias vezes a cada hora de sono, prejudicam a saúde em geral e aumentam o risco de outras enfermidades&amp;rdquo;, alerta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Problemas cardiovasculares, obesidade, dificuldades cognitivas e de concentração, ansiedade, redução significante da libido, sudorese noturna, dores de cabeça matinais (normalmente pelo bruxismo que ocorre durante o sono) e depressão são consequências da SAOS. &amp;ldquo;O sono é fundamental para a qualidade de vida e qualquer alteração na sua característica normal ou quantidade provoca danos à saúde. O sono representa o terço da vida que pode garantir ou não um organismo saudável nos outros dois terços&amp;rdquo;, enfatiza o especialista, professor convidado da pós-graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) desde 1988. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Hipertensão e obesidade estão relacionadas com a SAOS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
De acordo com um estudo britânico da Universidade de Birmingham, publicado na revista médica Hypertension, da Americam Heart Association, os pacientes que sofrem com SAOS apresentam alterações funcionais nos vasos sanguíneos e 40% dos hipertensos tem apnéia. &amp;ldquo;Quando a respiração é interrompida, o organismo libera adrenalina e os vasos sanguíneos se contraem. O sangue precisa continuar seu trabalho e para conseguir circular nas vias estreitas, a pressão do líquido sanguíneo aumenta. Em longo prazo, ocorre o endurecimento das artérias, gerando doenças cardiovasculares&amp;rdquo;, afirma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obesidade está intimamente ligada a SAOS. A respiração possui um papel muito importante na alimentação, no sono e oxigenação do corpo. Repirar mal causa também - já durante a infância - problemas ortodônticos, que afetam a mastigação e favorecem a alimentação inadequada, aumentando o peso corporal. Além disso, quanto mais massa o corpo tiver, maior será o esforço para respirar, aumentando as chances dos distúrbios do sono se instalarem. &amp;ldquo;As doenças do sono surgem progressivamente e prejudicam a saúde aos poucos&amp;rdquo;, acrescenta Juarez K&amp;ouml;hler, especialista em ortopedia facial e ortodontia. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Medicina do sono e &lt;a href="http://www.portalodontologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;odontologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; combatem distúrbios do sono &lt;br /&gt;
Juarez explica que o tratamento deve ser interdisciplinar, envolvendo especialistas de diversas áreas da saúde, como &lt;a href="http://www.portalodontologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;odontologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;fonoaudiologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem basicamente três estratégias para tratar os distúrbios do sono, em especial a SAOS. &amp;ldquo;A apnéia pode ser tratada com intervenção cirúrgica, uso do CPAP &amp;ndash; uma espécie de máscara que injeta ar por pressão positiva no nariz &amp;ndash; e o uso de aparelho intrabucal, que projeta a língua para frente e abre a região da orofaringe que estava obstruída&amp;rdquo;, esclarece. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nilse Waltrick K&amp;ouml;hler, fonoaudióloga e especialista em Distúrbios Miofuncionais e em Motricidade Orofacial da K&amp;ouml;hler Ortofacial, observa que atualmente há a indicação de exercícios que normalizam o tônus muscular da base da língua e da musculatura da faringe. &amp;ldquo;Estes exercícios devem ser feitos em conjunto com outros tratamentos. Eles são importantes para manter a língua no seu posicionamento correto, evitando que ela obstrua a passagem do ar. Vários estudos científicos recentes - incluidos os da Escola Paulista de Medicina, da UNIFESP - comprovam a eficácia destes exercícios&amp;rdquo;, declara. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Doutor Gerson K&amp;ouml;hler (CRO 3921 &amp;ndash; PR)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Blog: &lt;a href="http://gersonkohler.wordpress.com"&gt;http://gersonkohler.wordpress.com&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E-mail: &lt;a href="mailto:kohler1@uol.com.br"&gt;kohler1@uol.com.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fone: 41 3224.4883/3013-0183 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42, Centro, Curitiba/PR. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/td-gA_mL9Rs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>incorporativa.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:10:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52412</feedburner:origLink></item><item><title>Ambiente de trabalho é propício para perda auditiva</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/TfsqD4qssX0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Próximo do Dia do Trabalhador, comemorado em 1º de Maio, é importante destacar a necessidade de condições de trabalho que garantam a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores. As empresas devem oferecer equipamentos de segurança e ter procedimentos que afastem qualquer risco a integridade dos colaboradores. A otorrinolaringologista Rita de Cássia Cassou Guimarães chama a atenção para a importância dos cuidados com os ouvidos no ambiente de trabalho. "Sem proteção, a audição fica exposta a agentes que provocam perda de audição, zumbido e outros problemas", observa. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A perda auditiva ocupacional pode ser causada por exposição intensa a ruídos, vibrações, solventes e outros agentes químicos, como a gasolina. Metais, como chumbo, arsênico e mercúrio, produtos químicos asfixiantes, como monóxido de carbono e nitrato de butila, e solventes aromáticos, entre eles tolueno, xileno, benzeno e álcool etílico, fazem parte da lista de substâncias nocivas à saúde auditiva. "O ruído é, sem dúvida, a principal causa de deficiência auditiva. Os ouvidos perdem, aos poucos, sua funcionalidade com o envelhecimento, mas outros fatores aceleram este processo", afirma. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Este tipo de perda de audição teve seus primeiros registros no século XVII, quando ferreiros e caldeireiros começaram a ficar surdos. Na Revolução Industrial, foi a vez dos ferroviários, tecelões e trabalhadores de fábricas. Com o passar do tempo, os locais de trabalho ficaram mais modernos, as leis mais rígidas com relação à segurança do trabalhador, mas os riscos continuam presentes. "Hoje, soma-se a isso o estilo de vida que favorece os danos auditivos. Fones de ouvido, baladas, trânsito, eletrodomésticos e outros aparelhos eletrônicos são perigosos para a audição", ressalta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A exposição a ruídos com níveis superiores aos recomendados causa perda auditiva temporária, trauma acústico e a surdez ocupacional. A temporária é caracterizada por uma sensação de abafamento da audição ou fadiga auditiva após deixar o ambiente de trabalho. Neste caso, a redução da audição é reversível e o órgão retorna progressivamente ao normal com o encerramento da exposição. "O trauma acústico é uma perda auditiva súbita, que é provocada pela exposição a um barulho muito intenso ou de impacto, como o som de um explosivo, por exemplo. Se não houver exposições sucessivas, há chances de reverter o quadro", esclarece. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A surdez ocupacional surge após exposições prolongadas a ruídos com níveis elevados e é irreversível. Ficar atento aos sintomas é fundamental para o diagnóstico precoce. Os trabalhadores devem procurar ajuda médica quando houver irritação a sons mais intensos, zumbido, dificuldade de localizar a fonte sonora e de compreender os sons da fala. Falar muito alto e aumentar o volume da televisão ou rádio sem motivo aparente também podem ser sinais do problema. "Outras queixas comuns são dores de cabeça, estresses, redução da concentração, elevação da pressão arterial e insônia", acrescenta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Rita explica que a perda auditiva é irreversível, pois não é possível recuperar as células auditivas lesionadas e o organismo não faz a reposição das que morreram. Algumas características sinalizam a perda de audição ocupacional. Normalmente, a perda é neurossensorial, bilateral, prejudicando a percepção dos sons agudos inicialmente, mas ao cessar a exposição aos fatores de risco, o problema não progride. "As frequências afetadas não atuam na comunicação oral. Sem perceber as alterações, o trabalhador segue com suas atividades e quando a perda é detectada, já está em um estágio mais avançado", destaca. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O ideal é que as pessoas que trabalham em ambientes ruidosos façam exames de audição periódicos. De seis em seis meses é necessário verificar como está o funcionamento dos ouvidos. O uso de protetores auriculares e abafadores de ruído é essencial para preservar a audição. "Os empregadores devem tomar o cuidado de medir e isolar regularmente as fontes emissoras de ruído e de vibrações. A implantação de um programa de conservação auditiva é uma medida eficaz para garantir a saúde auditiva dos trabalhadores", enfatiza a médica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/TfsqD4qssX0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bonde.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52324</feedburner:origLink></item><item><title>Barulho influencia no aumento da violência urbana das grandes cidades</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/VHjYnq2CZXM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O transporte público, o trânsito e os locais de lazer acabam por ser fontes de ruído acima do recomendável. Autocarros e motos, por exemplo, ultrapassam os limites recomendados. Para se ter ideia, numa rápida medição na rua, Alice verificou índices próximos a 90 decibéis produzidos por motores de autocarros, e superiores a isso no caso de buzinas de motos. Uma balada com música pode representar um &amp;laquo;ataque&amp;raquo; aos ouvidos entre 110 e 115 decibéis. &amp;laquo;Não é à toa que há problemas comportamentais, as pessoas estão mais stressadas&amp;raquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com informações da câmara de São Paulo, os limites de ruído são definidos pela Lei de Zonas, e variam nestas categorias: área residencial (50 decibéis entre as 07:00 e 22:00), área mista (de 55 a 65 dB entre 07:00 e 22:00) e área industrial (de 65 a 70 dB entre 07:00 e 22:00).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ministério do Trabalho determina desde 1978, pela Norma Reguladora (NR) 15, que os excessos devem ser avaliados a partir da quantidade de decibéis e da duração da exposição ao barulho. Numa jornada de oito horas, o trabalhador passa a ter uma condição insalubre se o ruído estiver acima de 85 decibéis. A cada cinco decibéis a mais, o tempo de exposição deve ser reduzido para metade, chegando ao limite máximo de 115 decibéis, por sete minutos e meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a exposição ao ruído é contínua, é natural perder a referência individual do limite de barulho que o corpo suporta sem se incomodar. As pessoas acabam por acostumar-se aos ruídos e não é invulgar que passem a falar mais alto, a assistir a programas na televisão ou no computador em volume mais alto, a subir o volume do rádio do carro ou do leitor de MP3; e isso não quer dizer que não estejam a ser lesadas pelo barulho em excesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma actividade que exige leitura e concentração, por exemplo, passa a ser prejudicada quando o ruído fica acima de 65 decibéis. Se não é possível escapar, o recomendado é não piorar a situação. Para quem tem o hábito de usar headphones para ouvir música, a fonoaudióloga Alice Penna recomenda que se pergunte a quem estiver ao lado se é possível escutar o som. Se a resposta for positiva, significa que há excesso de ruído e possível risco para a audição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em casa, a dica é mudar a rotina: não ligue a televisão ou o rádio se não for prestar atenção; muitas pessoas precisam desse tipo de barulho para realizar outras actividades ou até mesmo para encobrir ruídos que vêm da rua. &amp;laquo;É preciso ter alguns minutos diários de silêncio para que possamos descansar, relaxar o organismo e esvaziar a mente&amp;raquo;, diz Alice.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mesmo as opções de lazer devem ser escolhidas considerando o perigo que representam. Jovens e adolescentes não devem deixar de frequentar locais com música alta, até mesmo porque a batida e o ritmo podem ser prazerosos, mas o ideal seria fazer pausas de 15 a 20 minutos, em ambientes mais silenciosos, após uma hora de exposição ao ruído.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/VHjYnq2CZXM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>http://diariodigital.sapo.pt</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:40:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52323</feedburner:origLink></item><item><title>Destros não gostam de música diferente</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/ckdts4f8NAM/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Um pesquisador de Ohio, EUA, descobriu que pessoas que preferem usar a mão direita (os destros) parecem gostar mais de gêneros populares, e desgostar dos &lt;br /&gt;
outros. O estudo sugere que os destros convictos talvez sejam menos abertos para novas experiências musicais, com tendência a &amp;ldquo;gravitar&amp;rdquo; no que já é mais familiar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele também descobriu que as pessoas que utilizam a mão não dominante para pelo menos duas atividades &amp;ndash; o que não significa ambidestria &amp;ndash; apresentam gostos musicais abrangentes. Elas também demonstram gosto e vontade pelo que não é popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos fatores influenciam nossas preferências musicais, então que diferença a mão poderia fazer? Na verdade, o efeito acontece no cérebro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Pessoas que usam as duas mãos tem mais contato com os processos do hemisfério direito&amp;rdquo;, afirma o autor do estudo, Stephen Christman. O lado direito do cérebro tem uma grande parte na atualização dos pensamentos e crenças, e nos dá novas visões para as coisas, enquanto o esquerdo é mais apegado ao que julgamos verdadeiro e testado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Christman lembra que cerca de 80% dos canhotos possuem habilidades com a outra mão, enquanto apenas 40% dos destros conseguem o mesmo.&lt;br /&gt;
O estudo usou 92 estudantes que passaram por um teste de &amp;ldquo;mão&amp;rdquo;. 49 eram apenas destros, e 43 tinham mais de duas habilidades com a outra mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quatro participantes era apenas canhotos, o que significa um grupo muito pequeno para virar estatística. Mas outros estudos com canhotos mostram que eles são piores ainda do que os destros, no sentido de ser cabeça dura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cientistas pediram aos estudantes para classificar a frequência com que ouviam 21 tipos diferentes de música, e o prazer em ouvi-las. Nove foram consideradas &amp;ldquo;populares&amp;rdquo;, de acordo com as vendas, e as outras eram &amp;ldquo;não populares&amp;rdquo;. Nas de sucesso, estavam o rock clássico, heavy metal, country e o rap/hip-hop. Nas impopulares estavam jazz, folk, reggae e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os três mais escolhidos pelos destros foi R&amp;B (rhythm and blues), pop moderno e rock alternativo; entre os &amp;ldquo;duas mãos&amp;rdquo; foi R&amp;B, seguido de rock alternativo e rock moderno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o leque de interesses pode abrir. O pesquisador aconselha pessoas muito apegadas a uma das mãos a abrir a cabeça para novas formas de música. &amp;ldquo;Dê uma chance à música, e você pode acabar gostando dela e ainda aumentando seus horizontes&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele é um exemplo. Os gostos musicais de Christman sempre foram mais para o folk/acústico. Mas quando sua filha começou a trazer álbuns do Eminem e Ludacris, ele logo começou a desenvolver interesse por rap e hip-hop.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você? É destro, canhoto ou consegue usar as duas mãos? É aberto para experiências musicais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/ckdts4f8NAM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>http://hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 16:42:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52237</feedburner:origLink></item><item><title>Tabagismo piora a dor em pacientes com câncer</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/1OZQn2VYJuc/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A relação entre fumo e câncer já é bem estabelecida. Agora, há indícios que sugerem que pacientes com câncer que continuam a fumar apesar do diagnóstico experimentam maior dor do que não fumantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores supuseram que, entre os pacientes com diagnósticos de câncer, fumantes apresentariam maior dor, maior interferência da dor no cotidiano e mais angústia do que ex-fumantes ou pessoas que nunca fumaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores entrevistaram 224 pacientes com uma variedade de cânceres. Eles mediram intensidade de dor, angústia, dores relacionadas, e as interferências relacionadas à dor nos participantes do estudo, bem como analisaram dados demográficos. Os pacientes também classificaram a severidade de sua dor corporal (de 1 ou nenhuma, a 6 ou muito grave) e o grau em que a dor interferia sua rotina diária (de 1 ou não interfere a 5 ou extremamente).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fumantes relataram mais dor severa do que os não fumantes, e também relataram maior interferência da dor no cotidiano do que não fumantes ou ex-fumantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os ex-fumantes, houve uma relação inversa entre a dor e o número de anos desde que parou de fumar, o que indica que parar de fumar pode ter reduzido a dor ao longo do tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, não é fácil compreender as importantes relações entre dor e tabagismo nas pessoas com câncer. Para identificar alvos potenciais para a intervenção, é necessário analisar resultados passados, examinar relatórios de tabagismo e dor com maior detalhe através de uma ampla gama de pacientes com câncer, e por em conta os potenciais benefícios de parar de fumar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eles acreditam que os médicos devem ajudar os pacientes com câncer a parar de fumar após o diagnóstico. Apesar da complexidade inerente aos estudos de relações entre a dor, diagnósticos de câncer e dependência da nicotina, os pesquisadores observam que este estudo tem resultados fortes principalmente pela diversidade dos tipos de câncer e estágios da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, apesar de mais pesquisas serem necessárias para compreender os mecanismos que relacionam a nicotina à dor, os cientistas sugerem que os médicos promovam a cessação do tabagismo em pacientes com câncer, o que deve melhorar a resposta ao tratamento e a qualidade de vida deles.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/1OZQn2VYJuc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>http://hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 16:40:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52236</feedburner:origLink></item><item><title>Ruídos produzidos em avenidas podem causar problemas de audição</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/z2VrUpetwSo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Polícia Militar de São Paulo já recebeu desde janeiro, 140 mil denúncias de barulho excessivo. E um medidor de ruídos foi instalado em uma das avenidas mais movimentadas da cidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
São os sons da metrópole em movimento. E, se os nossos ouvidos já se acostumaram, quando a gente enxerga o tamanho do barulho, fica preocupado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Um painel mostra a intensidade dos sons na avenida. &amp;ldquo;A linha verde seria o limite de segurança, a linha amarela seria o limite de atenção e a linha vermelha significa que o som já ultrapassou o limite de segurança. A partir disso eu começo a colocar minha audição em risco&amp;rdquo;, explica a fonoaudóloga Talita Donini&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Não é um dia que você fica exposto a esses ruídos que você vai desenvolver esses problemas. É ao longo do tempo&amp;rdquo;, afirma a fonoaudióloga Alessandra Samelli.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Outra fonoaudióloga explica que o som muito alto pode prejudicar a cóclea, um órgão que fica dentro do ouvido.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Dentro da cóclea nos temos várias células que com a exposição ao ruído elas trabalham muito, Vão ficando estressadas e vão morrendo. E quanto menos células, menos audição&amp;rdquo;, alerta Marilisa Zavagli .&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Nas grandes avenidas, o som do trânsito às vezes abafa todos os outros. É até difícil entender o que as pessoas dizem. E a gente reage ao barulho com mais barulho. Falando alto, por exemplo, ou aumentando o volume da música.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Ouço música com o volume bem alto, no último volume para tampar o barulho da cidade&amp;rdquo;, conta o office boy João Carlos Santos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Isso aumenta a possibilidade de um problema de audição. A Associação Brasileira para a Qualidade Acústica diz que o ruído urbano deve ser tratado como problema de saúde pública. E o primeiro passo é medir e mapear os barulhos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Você pode ter intervenções de controle do tráfego, controle da velocidade, tipo do pavimento&amp;rdquo;, analisa Davi Akkerman.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/z2VrUpetwSo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>jornalfloripa.com.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 14:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52195</feedburner:origLink></item><item><title>Oficialização de libras é comemorada por centro de apoio a deficientes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalfonoaudiologia/~3/cCc6t-gCfp0/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Apresentações de relatos de experiências, oficinas e o lançamento do projeto &amp;ldquo;Libras na Mão&amp;rdquo; marcaram, nesta terça-feira (24), a programação comemorativa aos 10 anos de oficialização da Língua Brasileira de Sinais (Libras), promovida pelo Centro de Ensino de Apoio à Pessoa com Surdez (CAS), da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a programação comemorativa, o CAS lançou o projeto Libras na Mão, que prevê a realização de &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; rápidos de Libras em escolas, que agora também serão oferecidos em parcerias com Secretarias de Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;É muito importante que mais pessoas aprendam Libras. A comunidade surda também precisa avançar em conhecimentos e novas oportunidades profissionais como entrar numa universidade, para alcançar uma vida melhor&amp;rdquo;, ressaltou o secretário do CAS, Cláudio Jorge de Oliveira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizada na Superintendência de Recursos Humanos da Secretaria de Educação (Seduc), no bairro Monte Castelo, a programação alusiva aos 10 anos de oficialização da Libra contou com a participação de gestores, professores, estudantes e profissionais que atuam com a pessoa surda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a Supervisora de Educação Especial da Seduc, Maria do Perpétuo do Socorro Castelo Branco, trata-se de uma data comemorativa e também marca a luta pelo direito das pessoas surdas. &amp;ldquo;Em uma dessas lutas pelo direito do surdo, o Maranhão está à frente de muitos estados quando realizou concurso específico para instrutor e intérprete de libras. Hoje são mais de 100 intérpretes efetivos da rede estadual de ensino&amp;rdquo;, destacou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Esse é um momento ímpar para a educação dos surdos. Uma década de oficialização da Libras, língua da comunidade surda, que precisa ser mais ainda difundida em outras instituições para que tanto surdos como profissionais das mais diversas áreas e a sociedade em geral tenham acesso às variadas informações&amp;rdquo;, salientou a gestora-geral do CAS, Irene Cabral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundado há nove anos, o CAS oferta &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Libras para surdos e ouvintes e apoio pedagógico especializado às 24 escolas de São Luís que têm alunos surdos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, realiza formação continuada para professores instrutores e intérpretes de Libras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instituída pela Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, a Libras é a forma de comunicação, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema ling&amp;uuml;ístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalfonoaudiologia/~4/cCc6t-gCfp0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 14:10:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=52194</feedburner:origLink></item></channel></rss>

