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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:a10="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Homem</title><link>http://www.portalhomem.com.br/</link><description>Experiências masculinas em direção a uma vida melhor. Papos sobre cultura, negócios, viagens, relacionamentos, esporte, estilo, aparência... Conteúdo de qualidade todo dia para homens. Apoio: Natura Homem.</description><category>Portal Homem</category><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalhomem" /><feedburner:info uri="portalhomem" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /><image><link>http://portalhomem.com.br</link><url>http://a2.twimg.com/profile_images/1427884645/twitter_reasonably_small.jpg</url><title>Portal Homem</title></image><feedburner:emailServiceId>portalhomem</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">43170d46-8ebf-45aa-ba28-e21bc1cb306f</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/DelVweOQ6WE/espinha</link><title>Este rosto não te pertence, espinha!</title><description>&lt;p&gt;Acne e espinhas são realmente uma experiência ruim. Incomodam e são esteticamente feias. O que devemos fazer então para evitar o aparecimento delas? E se aparecerem, como devemos tratá-las? É o nosso assunto de hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/acne.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Quem nunca sofreu com isso? (Imagem: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para iniciar, vale a pena contar o que são as espinhas (ou acne). A espinha é o entupimento do canal que conduz o sebo (que é a oleosidade normal da nossa pele, e que serve para protegê-la e hidratá-la). Com isso, há um acúmulo de sebo. A presença de bactérias na pele pode fazer com que este acúmulo de sebo transforme-se em uma inflamação (que é quando a espinha fica vermelha e dolorida).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, o que devemos fazer para evitar o aparecimento de espinhas?&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Ter uma alimentação balanceada (excesso de carboidratos e gorduras podem levar a um desequilíbrio da produção de insulina e, com isso, a um desequilíbrio hormonal – que é um dos principais motivos do aparecimento da acne).&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Fazer a limpeza da pele com um produto específico (um bom tônico de limpeza) duas vezes por dia, principalmente se você tem uma pele oleosa.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Usar um esfoliante uma vez por semana para eliminar as células mortas e restos de produtos (cremes, maquiagem) que possam ajudar a entupir os canais sebáceos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;E quando uma espinha aparecer, não a aperte com os dedos! Seus dedos e unhas terão provavelmente bactérias que vão ajudar a piorar a inflamação. Simplesmente lave bem a região com um tônico de limpeza e aguarde a espinha secar sozinha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o seu problema de espinha é mais severo, recomendo fortemente que você procure um dermatologista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pessoal, é isso por hoje. Até a próxima!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fred&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DelVweOQ6WE:m4NzZKawok0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DelVweOQ6WE:m4NzZKawok0:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DelVweOQ6WE:m4NzZKawok0:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=DelVweOQ6WE:m4NzZKawok0:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/DelVweOQ6WE" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-04-02T14:16:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/espinha</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">8a8539fb-0735-4bd2-a9b6-2eefe72967e9</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/RASM54vPSfE/careca-corajoso</link><title>É dos carecas corajosos que elas gostam mais</title><description>&lt;p&gt;Todos já perceberam. Muitos já te disseram, inclusive seu espelho. Pare de ignorar! &lt;strong&gt;Você está ficando careca.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seja corajoso. É hora de cortar aquilo que te resta de cabelo e recuperar sua dignidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficar careca não é só genética e idade. Pode ser que você tenha nascido com pouco cabelo mesmo. No entanto, estresse, certos medicamentos, má alimentação e depósito de cálcio no couro cabeludo também podem causar queda de cabelo ou dificultar o crescimento, inclusive nos jovens. Se quiser tirar a dúvida, consulte um médico. Pode ser o seu médico de sempre, clínico geral ou até um dermatologista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, se os homens da sua família materna são carecas e, além disso, os homens da família paterna também, lascou-se, meu amigo. É fato irremediável. Você até pode fazer altos tratamentos com pílulas/vitaminas/poções mágicas/macumbas, mas no máximo você terá uma melhora leve. Aquele cabelão que você um dia teve não voltará.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então economize nas moedas e frustrações e, no lugar, invista em uma viagem bacana, na academia ou em roupas legais. Abrace o destino! E se acostume: &lt;strong&gt;você terá que cortar o cabelo pelo menos uma vez por mês, pois há a regra de ouro é deixá-lo sempre bem curto&lt;/strong&gt;. Agora só existe um primeiro e único passo que é escolher qual corte de cabelo levar daqui pra frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="301" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/foto1(1).jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entradas pronunciadas e clareira no topo da cabeça pedem este corte. Bem curto e aparado. Ideal pra quem ainda tem dúvida sobre aturar uma cabeça completamente raspada. É interessante deixar a barba crescer, o que diminui o impacto da ausência de cabelo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="301" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/foto2(1).jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Bruce é referência de elegâncio para os carecas. O último visual dele é este, que varia entre cabeça 100% raspada na navalha com um comprimento super curto e um cavanhaque. Opção pra quem não curte deixar a barba crescer completamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="301" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/foto3.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o Vin Diesel é o bad-ass da turma. Corte de cabelo e barba completo na navalha que fica melhor ainda se você se empenhar na academia e nas roupas. Manter o corte em dia requer uma atenção constante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dúvida ainda domina seus pensamentos? Passe por um bom cabeleireiro e pergunte qual a sugestão dele pra você ou &lt;strong&gt;mande uma foto sua pra gente e tentaremos te ajudar&lt;/strong&gt;! Mas nunca, nunca mesmo, siga os passos do nosso amigo aqui embaixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="301" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/foto4(1).jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Donald, que raios é isso na sua cabeça?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=RASM54vPSfE:-bjuwaEO-Vs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=RASM54vPSfE:-bjuwaEO-Vs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=RASM54vPSfE:-bjuwaEO-Vs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=RASM54vPSfE:-bjuwaEO-Vs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/RASM54vPSfE" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-03-26T13:45:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/careca-corajoso</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">64bf9b17-7dcb-4883-b1c0-7cd245e3ee7c</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/4yW5B5nnqh0/criticas-que-nao-valem-a-pena</link><title>Perguntas e respostas | Criticar o que não vale ser criticado</title><description>&lt;p&gt;Na segunda-feira, publiquei aqui um &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/eduardo-pinheiro/artigos/lubrificantes-sociais-e-elitismo"&gt;artigo que trata do que chamo de lubrificantes sociais&lt;/a&gt;. Agora, respondo a duas das perguntas que o meu escrito levantou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Claudinei Mattos pergunta:&lt;br /&gt;
Pelo seu artigo, pode-se fazer a leitura de que crítica nenhuma vale a pena? Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="342" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/115748573.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"Rosas? ROSAS? Eu odeio rosas!" (Imagem: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Provavelmente foi incompetência minha, mas, clarificando, são dois pontos que realmente se tornam contraintuitivos juntos, e daí o desafio de um texto como esse, para mim e para o leitor. Os pontos são: a) não devemos excluir pessoas pelo gosto; b) não devemos criticar o que não merece ser criticado. São duas visões extremas que, creio, exemplificam o que há de ruim e de bom no elitismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O elitismo ruim seria o que trata pessoas e seus gostos como uma unidade, o que é complexo porque as próprias pessoas tentam construir sua imagem com base em seus gostos. Então não tratá-las assim muitas vezes vai contra o que elas mesmas esperariam. Entretanto, creio que quanto mais maduras as pessoas, mais elas são indiferentes às opiniões dos outros, e passam a julgar pelas ações, e não pelo que dizem ou pelas associações que tentam fazer. Ninguém gosta de uma pessoa que faz o "name dropping", isto é, tenta ganhar prestígio ao usar o nome de uma pessoa importante que por acaso conhece. Esse seria o caso extremo da imaturidade, tentar ganhar prestígio por associação. Contudo, na verdade tentei também inserir a terminologia "lubrificante social", porque muitas vezes usamos diversos níveis de "name dropping" com marcas, música, filmes, livros, pensadores, etc. querendo ganhar prestígio por associação, ou pelo menos começar uma conversa. No sentido de começar uma conversa, até está tudo bem. Mas quando passamos a agir em nossas vidas como agimos no Facebook, filtrando as pessoas por um ou outro "post" (uma referência dela a algo), nesse caso é possível que nos tornemos muito reativos ao que, no fundo, não são questões extremamente relevantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o elitismo bom seria o que de fato não se envolve em propagar o que não merece ser propagado, nem mesmo com críticas. Os ditados "falem mal, mas falem de mim" ou "não existe propaganda negativa" dizem tudo. Se você realmente não gosta de algo, exerça seu elitismo da forma mais pura: ignore totalmente. A crítica é válida apenas quanto a defeitos que encontramos em coisas em que vemos bom valor. "O filme é bom, mas poderia ter evitado isso ou aquilo." Sair do seu caminho para criticar algo que não tem nenhuma "qualidade redentora" (desculpem o anglicismo, redeeming quality, uma coisa que faça valer todo o resto) é falta de continência verbal e, mais que tudo, perder tempo. Sinceramente, vejo isso o tempo todo, e eu mesmo me policio constantemente para não entrar em certas discussões, seja virtualmente, seja em pessoa. Esse sim é um nariz empinado que vale a pena desenvolver, na verdade recomendo o que faço: o contínuo desenvolvimento desse tipo de atitude.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta quanto à crítica é sim, você deve criticar elementos que o desagradam em coisas que, de outra forma, possuem grande valor para você de outro modo. Criticar o que você nunca vai gostar, e o que na verdade, com bons ou maus motivos, você nem quer se envolver, é, na verdade, uma atitude idiota, e não só isso, quase como pura violência verbal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa palavra "crítica" já teve menos o sentido de julgamento de gosto e mais o sentido de encontrar e analisar defeitos. Isto é, ela passou de uma atividade construtiva, de se engajar com o objeto e encontrar o que pode ser melhorado, para uma forma de censura ou quase xingamento. Precisamos hoje adicionar que se trata de uma "crítica construtiva" (o que às vezes cria uma irritabilidade adicional, é verdade), porém o sentido original do termo realmente tem mais a ver com  discernir e purgar este ou aquele elemento no contexto de um objeto sendo analisado, isto é, com se envolver com o objeto. Dizer que vai jogar no lixo não é necessário, simplesmente jogue no lixo. Quando estamos esfregando na cara dos outros o quanto estamos jogando no lixo, é realmente mais uma atitude de violência do que propriamente comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rodolfo Viana pergunta:&lt;br /&gt;
Como você vê uma associação saudável entre pessoa e objeto (como um cara que gosta da banda X e, assim, é considerado "parte do grupo")?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="359" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/dv1788026.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Qual banda é a sua cara? E por que ela é sua cara? (Imagem: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é a questão do lubrificante social. Você descobre as pessoas por pequenas afinidades. Então se você se depara com alguém que vez após vez insiste em usar os lubrificantes sociais errados, que enfim, não saca você, e mesmo assim segue tentando um contato, talvez seja até o caso de encontrar o mais neutro e se inteirar o suficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dou um exemplo pitoresco. Eu nunca gostei de futebol, acho um saco, um tédio completo. No entanto, o futebol é o principal lubrificante social entre homens, particularmente de classes e situações de vida distintas. Assim, taxistas, porteiros, outro dia até o meu gerente no banco, muitas vezes comentam o assunto futebolístico da semana. Algumas vezes até digo que não gosto de futebol, ou ponho meus fones de ouvido. Em outras ocasiões eu já me vi, se por acaso sei algo das notícias de esporte, porque as entreouvi de alguma forma, me envolvendo na conversa de forma reticente o suficiente para que eu mantenha um nível de camaradagem, e não tenha que contar a minha vida e o que eu realmente acho do futebol. É uma forma de falsidade e mentira branca? Talvez seja, mas é algo que me reconheço cada vez mais fazendo, para não fechar a comunicação e ao mesmo tempo colocar o mínimo possível de energia nisso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E quem já não aumentou sua conexão com uma banda para aumentar a conexão com uma menina, na adolescência? Porém, essas são sinalizações sociais, não são o cerne da relação, ou não devem ser. Nossa tendência é dar muita importância a nossos gostos e a eventuais críticas que o objeto de nosso gosto recebe. Nos identificamos, algumas vezes propositadamente, com o objeto de nosso gosto. Mas isso não precisa ser assim, e, guardo a posição, é melhor que não seja assim.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=4yW5B5nnqh0:AKBLOE-v3l8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=4yW5B5nnqh0:AKBLOE-v3l8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=4yW5B5nnqh0:AKBLOE-v3l8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=4yW5B5nnqh0:AKBLOE-v3l8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/4yW5B5nnqh0" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-03-16T11:41:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/criticas-que-nao-valem-a-pena</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">e74f194c-a050-4a3d-bfeb-4e7c704eabc5</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/FiLb8tqVuSk/lubrificantes-sociais-e-elitismo</link><title>Lubrificantes sociais e elitismo</title><description>&lt;p&gt;Quando as pessoas reclamam da última versão de um reality show em geral não consideram estar assumindo um viés elitista. O elitismo raramente é explicitamente assumido e, para sermos sinceros, aqueles que o assumem muito francamente são mesmo, em geral, esnobes e insuportáveis. Contudo, o que ocorre é que a maioria de nós, pelo menos entre aqueles que leriam um texto como este, torce o nariz para uma série de coisas que considera culturalmente pobre, massificada ou “pasteurizada” – coisas elaboradas para realmente satisfazer um espectro tão grande de pessoas que perdem qualquer valor distintivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="514" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/1-1 Andy Warhol - Marilyn Monroe.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A arte que vira pop, o pop que vira arte (Imagem: reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também é fato que quando nos deparamos com pessoas altamente idiossincráticas, que parecem estar o tempo todo cuidadosamente moldando sua personalidade ou sua imagem pública (como um dândi demoradamente penteando os cabelos ao espelho de sua cômoda), isso também no mais das vezes tem o potencial de nos irritar. Sentimos grande afetação, e até um irônico grau de massificação da própria tentativa de “ser diferente”. O movimento punk, lá na década de 70, já nascia de um produtor de moda – e todas as formas de “juventude rebelde” desde então são muito mais merchandising do que qualquer outra coisa (e nos anos noventa em diante foi muitas vezes ironicamente autoassumido). Na construção de nossa identidade, enquanto adolescentes, gostar desta ou daquela banda nos posicionava perante o grupo com os valores associados aquelas tendências. Isso fazia parte de nossa imagem e de nossas aspirações, e, ao mesmo tempo em que por um lado nos direcionava, também era certo grau de escolha sobre com o que gostaríamos de nos associar. Era algo de pressão de grupo e algo de liberdade, e uma coisa se misturava com a outra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa associação tem um valor fetichista e quase místico, e é assim explorada pela publicidade – ser um usuário de produtos da Apple não apenas marca uma escolha por um produto bom, mas a construção de uma realidade em que os valores vendidos pela empresa se tornam uma de nossas formas de &lt;strong&gt;expressão pessoal&lt;/strong&gt;. Muito dessa construção não é racional, e não pode ser efetivamente debatida: tem mais a ver com o tipo de emoção que nos liga a um time de futebol. Uma determinada pessoa compra uma determinada marca de carros porque eles dá uma impressão de robustez, impressão esta que diz respeito a expectativas dele, e não a qualquer comparação efetiva, imparcial, de dados sobre automóveis. É claro que se tivéssemos informação perfeita e autocontrole emocional perfeita, não precisaríamos e não seríamos alvo da publicidade: ela funciona porque operamos em boa parte irracionalmente e impulsivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De toda forma, creio que qualquer um de nós entende e reconhece este tipo de construção de realidade, e sabe que de uma forma ou de outra, participa dela ao escolher seus produtos (culturais e outros), e como gasta seu tempo e dinheiro. Temos, é claro, tendência a ver isso mais claramente nos outros; porém mesmo com muito pouca clareza sobre como operamos hoje, podemos olhar para o passado e reconhecer manias ou mundos em que vivíamos na juventude e que hoje não nos fazem nenhum sentido. Algumas vezes vemos uma senhora idosa preocupada com sua louça para visitas, ou o rendado de suas toalhinhas de mesa – e os nossas bandas favoritas e produtos do passado e do presente não são tão diferentes: foram realidades que nos envolveram e que ganharam a proporção que tiveram na mera medida do nosso envolvimento emocional (muito pouco efetivamente deliberado) com aquilo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois bem, embora muitas vezes não reconheçamos o elitismo operando, ele nada mais é do que o orgulho que temos por uma ou outra faceta de nosso estilo de vida como sendo melhor do que alguns estereótipos que fazemos de outros estilos. Podemos falar bastante disso num sentido pejorativo, porém há algo de saudável nisso, que é nossa confiança básica nas escolhas que fazemos (se é que elas são realmente escolhas). O problema só surge quando nosso apego nos torna cegos perante a possível riqueza no outro, ou pelo menos fecha portas de comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não consideramos elitismo quando não queremos nos envolver com pessoas desonestas, por exemplo. O estilo enganador de uma determinada pessoa não nos permite uma aproximação porque, bem, não queremos nos tornar vítimas ou cúmplices. O mero ato de sorrir junto com alguém que nos relata algo crápula é uma grande fraqueza pessoal, mas é bastante comum e algumas pessoas simplesmente não conseguem se desvincular de um interlocutor carismático. Em contraponto, algumas vezes somos capazes de cortar a relação em algum nível com coisas muito mais ligadas a vaidades e modismos, ocasionalmente simplesmente porque não conseguimos, por melhores que sejam nossas intenções, encontrar um pouco desse &lt;strong&gt;lubrificante social&lt;/strong&gt; que é a conversa sobre amenidades e sobre nosso próprio mundo enquanto consumidores – se a pessoa não pertence a nosso nicho demográfico, é quase como tentar se comunicar com um sagui no zoológico. Podemos falar de nosso apreço por bananas, mas fora isso não há muito em comum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto o exemplo dos animais é bom em outra dimensão: é fato que encontramos até mesmo nestes seres que, digamos assim, não são tão eloquentes, grande afetuosidade e um contato que muitas vezes se torna muito profundo. Por um lado é fácil amar os animais porque não esperamos deles participação no nosso mundo estético, ou pelo menos no mundo que diz respeito a nossos gostos. Temos essa expectativa quanto aos outros seres humanos, e de fato construímos e destruímos nossas conexões com outros seres humanos através de nossas conexões estéticas. Quando percebemos que podemos ter uma boa relação que não envolva estética, vemos que o mero desinteresse por alguém que manifeste um gosto irritante já é uma forma de elitismo destrutivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas e o elitismo construtivo? Este é o que não coaduna com a mediocridade, em si mesmo e no outro. O aspecto mais interessante disso é que entrar na discussão sobre algo medíocre é se tornar medíocre. Assim quando vejo todas aquelas pessoas no Facebook tentando mostrar o quanto odeiam um programa de TV, o que vejo, na verdade, são inúmeros holofotes sendo atirados sobre um tema que, se o desprezamos, deveríamos efetivamente ignorar. Criticar as coisas que tem valor potencial faz sentido, no mínimo dos mínimos pelo menos como lubrificante social. O que não passa nesse crivo, não é nem digno de menção. Isso exige disciplina e atenção – devemos sentir grande ressaca moral de perder tempo criticando o que não merece nem mesmo ser criticado.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=FiLb8tqVuSk:q4bUazv1xVk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=FiLb8tqVuSk:q4bUazv1xVk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=FiLb8tqVuSk:q4bUazv1xVk:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=FiLb8tqVuSk:q4bUazv1xVk:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/FiLb8tqVuSk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-03-12T11:54:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/lubrificantes-sociais-e-elitismo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">c9770eda-6958-4b2f-b054-8498a9e350a4</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/uixwutu-Kiw/como-evitar-o-chule</link><title>Perguntas e respostas | Como evitar o chulé</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jair Nunes Pacheco pergunta:&lt;br /&gt;
Couro, tecido... Qual é o melhor material de calçado para evitar o chulé?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O melhor tipo de calçado é o aberto – como sandália, por exemplo –, pois permite a ventilação da área. Se você tiver que usar um sapato fechado, os de tecido são melhores. Eles permitem maior ventilação e absorvem um pouco da umidade formada. Muito importante: toda vez que usar um sapato fechado, use uma meia – de preferência, de fibras naturais (como o algodão) que têm maior capacidade de absorção do suor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="351" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/chule.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dorly Neto pergunta:&lt;br /&gt;
Fred, há alguma forma de evitar o chulé antes de usar o calçado? Digo, há sabonetes, por exemplo, que auxiliam a reduzir o odor?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você pode e deve usar produtos desodorantes específicos para pés. Existem no mercado cremes, pós e sprays com este fim. Eu recomendo o uso dos sprays pela sua praticidade: secam rápido e não causam o incômodo do pé melecado (como fazem os cremes) ou daquelas nuvens de pó que se depositam nos calçados (como fazem os pós desodorantes antissépticos). Você também pode usar um sabonete bactericida, mas como ele é enxaguável, seu efeito não é muito duradouro. Acho que você poderia combinar o uso do sabonete bactericida (durante o banho) com o uso do spray (antes de vestir o calçado).&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=uixwutu-Kiw:gRTjxq1BLCw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=uixwutu-Kiw:gRTjxq1BLCw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=uixwutu-Kiw:gRTjxq1BLCw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=uixwutu-Kiw:gRTjxq1BLCw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/uixwutu-Kiw" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-03-01T16:08:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/como-evitar-o-chule</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">564b38f7-4701-45b3-b317-bbe7bde156e6</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/dv9uNduOJgU/chule</link><title>Chulé: o que é e como evitá-lo</title><description>&lt;p&gt;Chulé é uma coisa muito desagradável, não é? Mas o que é o chulé? Por que ele acontece?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="419" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/96253465.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;(Imagem: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É simples: o chulé nada mais é do que a decomposição do suor dos pés pelas bactérias que existem normalmente na nossa pele. Esta decomposição leva à formação de substâncias que têm um cheiro bastante desagradável. Assim, &lt;strong&gt;o problema do chulé acontece mais com pessoas que suam mais&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então o que podemos fazer para evitar este problema? Podemos atacar em duas frentes: uma delas seria evitar o máximo a formação de suor ou sua acumulação nos pés:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Use sapatos abertos, que permitam ventilação dos pés.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Se você usar sapatos fechados, sempre use meias. Elas ajudam a absorver o suor e impedir que o suor esteja disponível para a decomposição pelas bactérias. E nunca use tênis sem meias.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Prefira meias de algodão ao invés de meias de tecidos sintéticos.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Procure, de vez em quando e sempre que possível, retirar os sapatos para permitir uma maior ventilação.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;A umidade ajuda na proliferação das bactérias. Por isso, seque muito bem os pés, principalmente entre os dedos após o banho.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Após o uso dos sapatos, coloque-os em lugar ventilado e deixe que eles peguem um pouco de sol. Procure usar os sapatos em dias alternados (ou seja, não use o mesmo sapato dois dias seguidos).&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Use cremes esfoliantes, pois as bactérias também se alimentam das células mortas de nossa pele.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A segunda estratégia é diminuir ao máximo a população de bactérias na pele dos seus pés. Existem no mercado vários produtos em diversas apresentações para este fim:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Cremes desodorantes:&lt;/strong&gt; são bastante eficazes, e além da função bactericida, acabam hidratando a pele. Tem o inconveniente de você se sentir “melecado” se não tiver tempo de esperar o creme ser absorvido e tiver que vestir a meia e o sapato logo em seguida à sua aplicação.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Talcos desodorantes:&lt;/strong&gt; também são bastante eficazes e além de sua ação bactericida, auxiliam na secagem do pés (o talco tem grande capacidade de absorver umidade). Mas eles também têm um inconveniente: é um pó muito solto e acaba passando pela meia e pelo sapato, deixando alguns nuvens brancas depositadas nos seus calçados.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Sprays desodorantes:&lt;/strong&gt; são muito eficazes e têm uma secagem rápida. Por isso esta é a minha forma favorita. Eles têm álcool na sua formulação, o que também auxilia na secagem dos pés.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Então, pessoal, para acabar com o chulé é só seguir as dicas acima. E conte para a gente: como você lida com chulé?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraços e até quinta-feira, quando volto para responder suas perguntas,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fred&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/dv9uNduOJgU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-02-27T10:52:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/chule</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">1ce37fdb-b439-40a5-81ea-de3178e167ef</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/xrWCSxfYBVk/pequenas-separacoes</link><title>As pequenas separações</title><description>&lt;p&gt;Antes daquela separação traumática, com o pacote completo de sofrimento, podemos detectar inúmeras separações microscópicas. Não é difícil listar três exemplos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;A culpa e a entrega de nossa autonomia&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Vocês viajam para o Rio de Janeiro para ver o show do Chico Buarque. Todos os detalhes foram decididos por ambos. Chegando lá, ela reclama: "Você deveria ter comprado passagem para segunda de manhã, não domingo à noite. Eu queria ficar mais uma noite aqui!". Ainda que construamos tudo junto, temos a incrível capacidade de esquecer disso e depois culpar o outro pela nossa insatisfação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se isso acontece em uma pequena reclamação durante uma viagem, &lt;strong&gt;por que não acontecerá depois de décadas de casamento?&lt;/strong&gt; "Você deveria ter me feito feliz durante esses anos todos!".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="344" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/2011_a_separation_Leila_Hatami_Peyman_Moaadi-.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Cena de "A Separação" (2011): é infinita – e inútil – nossa procura por culpados&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;A possibilidade que não mais existe&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Às vezes uma relação chega num ponto em que ambos sequer consideram a possibilidade do fim. Ele não se imagina mais vivendo longe dela. Ela até imagina ele vivendo sozinho, mas duvida que isso chegue a algum dia acontecer. Ao descartar a possibilidade do fim, não percebemos que paramos de olhar para o outro como um ser livre, que por acaso está passando parte de sua vida ao nosso lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos camuflar essa prisão com mil cerimônias e declarações, mas ali não há amor ou generosidade. A prova disso é que quando o outro começa a querer agir além da prisão, quando se movimenta para além de nosso controle, ele vira um monstro, nosso "amor" imediatamente acaba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Se achamos que o fim está longe, ele nunca esteve tão perto.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O fim da generosidade&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Costumamos achar que o amor morre quando paramos de receber, mas ele já está morto bem antes, quando &lt;strong&gt;paramos de oferecer&lt;/strong&gt;. Antes de perder o olhar desejante do outro, somos nós mesmos que deixamos de olhá-lo e elevá-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tanto é que, para decidir se voltamos ou não, naquelas infindáveis conversas cheias de exigências, achamos que a relação só pode continuar se o outro fizer certas coisas, se recebermos certas coisas, então a negociação se dá assim: "Eu quero receber isso; o que você precisa receber de volta?".&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Mais exemplos?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Todos os exemplos acima são reais, aconteceram pra valer comigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos comentários, deixem relatos e outros exemplos de pequenas separações que vocês observam ao redor ou em seus próprios relacionamentos. Volto aqui sexta para comentar.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=xrWCSxfYBVk:jd6Kn9zH9gU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=xrWCSxfYBVk:jd6Kn9zH9gU:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=xrWCSxfYBVk:jd6Kn9zH9gU:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=xrWCSxfYBVk:jd6Kn9zH9gU:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/xrWCSxfYBVk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-02-14T14:26:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/pequenas-separacoes</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">33c8bdeb-24ba-40ad-a634-968c94d082ea</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/OT2GS0fOKe0/cores-quentes-outono</link><title>Perguntas e respostas | Cores quentes hoje e o outono amanhã</title><description>&lt;p&gt;Na segunda-feira, escrevi sobre &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/veronica-gunther/artigos/spfw-moda-para-usar-hoje"&gt;as boas ideias que o último SPFW trouxe para o guarda-roupa do homem&lt;/a&gt;. Agora, tiro duas dúvidas de leitores:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vinícius de Oliveira Pires pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eu acho que passei da idade de usar muitas cores e o SPFW trouxe como tendência tênis coloridos. Como posso ficar na moda sem virar um arco-íris de meia-idade?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Procure os calçados com modelagens mais modernas, materiais diferenciados e de boa qualidade. Dei alguns bons exemplos &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/veronica-gunther/artigos/tenis-e-estampas"&gt;neste post aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fred Fagundes pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Daqui uns meses teremos o outono. Que tipo de casaco e blusa será tendência em 2012?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
As jaquetas continuarão em alta, como no outono passado. Especialmente as de couro, mais rocker, e as militares, com bolsos externos e em sarja. Trendcoats também são legais, mas essa moda é mais difícil de emplacar aqui no Brasil. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E tanto para as jaquetas como para as blusas, procure aquelas com golas diferentes, de modelagens inusitadas. As cores são importantes: o colorblocking continua, os looks monocromáticos também estarão com força e, para alegria geral da nação masculino, os looks totalmente pretos sempre fazem sucesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tá fácil nesse outono, hein?!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Beijos e até a próxima coluna,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;V.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=OT2GS0fOKe0:8CkjO4jqMZs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=OT2GS0fOKe0:8CkjO4jqMZs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=OT2GS0fOKe0:8CkjO4jqMZs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=OT2GS0fOKe0:8CkjO4jqMZs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/OT2GS0fOKe0" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-02-09T12:16:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/cores-quentes-outono</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">d1f27afc-2f7a-428b-a015-4be776f9bb3d</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/3tm6jjQ9KXc/spfw-moda-para-usar-hoje</link><title>SPFW e a moda para usar hoje</title><description>&lt;p&gt;Mais um São Paulo Fashion Week passou, cheio de novidades e tendências para a próxima estação e você deve estar se perguntando:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px; "&gt;"E eu com isso?"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então não, eu não vou te contar sobre aquelas roupas esquisitas da passarela e modas estranhas que, admitamos, não interessam a muitos homens. Vamos ver o que os seres humanos comuns como eu e você estavam usando durante essa semana de moda e como você pode adaptar e usar isso hoje.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Calçados&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Calçados diferentes e com estilo transformam a dupla básica camiseta-e-jeans. É um item que passa despercebido por muitos e é capaz de dar um belo upgrade em qualquer visual. Dê a atenção devida e, por favor, deixe o tênis esportivo (aqueles de fazer academia) no armário na hora sair.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem1(1).JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Ao invés de preto ou branco, que tal uma cor?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem2.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Dê uma folga pro all star e escolha um modelo diferente&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem3.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;E se for All Star, que seja de respeito&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Color Blocking&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Esse é o nome que se dá à mistura de cores vibrantes/fortes no mesmo look. A ideia é usar cores opostas ou análogas, como por exemplo uma camiseta verde com uma calça vermelha. Mas também é possível usar a cor mais forte em somente uma peça, caso a primeira opção pareça muito radical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem4.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Camiseta colorida é muito fácil. Uma bermuda, calça ou blazer com a cor vibrante é mais interessante&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem5(2).JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;No casual color blocking também rola&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;A diferença no detalhe&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Um detalhe com personalidade pode fazer a diferença. De um visual sem sal para um que só te faz ganhar elogios. Aí não tem desculpa pra dizer que essa história de moda é muito difícil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="360" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem6a.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Um mochila estampada&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem7.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Um relógio com design diferente&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem8.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Um estampado inusitado em uma peça mais formal&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem9.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Aquela camiseta bacana no lugar da branca de todo dia com camisa social&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Só não pode...&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="360" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/imagem10a.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;...misturar tudo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora é com vocês. Ficaram com dúvidas? Têm perguntas? Mandem aqui nos comentários e, na quinta-feira, eu trago as respostas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Beijos da V.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3tm6jjQ9KXc:GfRiTsC1Bdo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3tm6jjQ9KXc:GfRiTsC1Bdo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3tm6jjQ9KXc:GfRiTsC1Bdo:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=3tm6jjQ9KXc:GfRiTsC1Bdo:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/3tm6jjQ9KXc" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-02-06T14:10:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/spfw-moda-para-usar-hoje</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">c42d14dc-bf2f-4772-aad3-8f003dcc0812</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/qdNtXZGd_bI/time-is-money</link><title>Perguntas e respostas | "Time is money"</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fabiana Fidelis pergunta:&lt;br /&gt;
Observo as pessoas torcendo para que logo chegue a bendita sexta-feira. A jornada de trabalho é vivida como um período a ser suportado, então chega o final de semana e passa muito rápido. Aprender a focar a atenção está relacionado com ter uma maior nitidez da duração do tempo? Se conseguíssemos prestar atenção no presente, teríamos a sensação de uma vida mais longa?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por um lado, sim. Ao refinarmos e tomarmos as rédeas da atenção, isso cria uma sensação de espaço, de abertura. Contudo, o mais comum é levarmos a atitude da eficiência para o campo do treinamento da atenção, e nesse caso ela não funciona. Se tentamos aumentar a eficiência no próprio treinamento da atenção, forçamos a barra. Queimar pestanas no treinamento da atenção não é produtivo. Então precisamos evitar isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que ocorre conosco na maior parte do tempo é que, se não há estímulo “interessante”, caímos em torpor – então buscamos um estímulo atrás do outro, e algumas pessoas constroem carreiras nesse “estilo”. É aquela imagem comum da pessoa no leito de morte se arrependendo por não ter passado tempo com a família ou aproveitado o tempo melhor. &lt;strong&gt;Aproveitar bem o tempo é mais importante do que simplesmente obter tempo – quando vejo adolescentes no twitter reclamando de tédio, o que é a coisa mais comum, fico de cabelo em pé!&lt;/strong&gt; Quem dera eu tivesse tempo para parar e ficar só sentindo que tenho tempo demais nas mãos! Essa falta de contentamento com o tempo livre vem de uma cultura que está com os valores enlouquecidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A questão da eficiência como ideologia produz esses efeitos ruins sobre nós. Existe algo de inerentemente totalitário no controle do tempo – a cidade que passa a ter um relógio na praça central não só pode marcar o uso de transporte coletivo e permitir que as pessoas se encontrem “na hora certa”, mas passa a realmente vender e comprar o tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="342" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/justin-timberlake-in-time_550x366.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;No filme O Preço do Amanhã, o tempo é a moeda corrente (Imagem: Reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tempo como commodity acaba produzindo uma tensão na direção da eficiência e do “progresso” geral de uma sociedade. Isso literalmente produz tensão sobre as pessoas. As propagandas de Stalin diziam algo como “vamos nos matar trabalhando agora por uns 10 anos, que o futuro será bem mais fácil”, e a direção que a sociedade tomou acabou sendo a fome, o desperdício (produziam uma quantidade muito maior de sapatos de baixa qualidade do que era necessário, por exemplo) etc. Mas, por outro lado, a promessa da ideologia da eficiência é talvez até pior: trabalha muito agora que depois você vai ter que trabalhar mais – e quando você finalmente se aposentar – muita calma nessa hora! – você será apenas um peso morto para a sociedade e para sua família. Os idosos, como os adolescentes, parece que não encontram participação na sociedade – porque é como estar fora de um jogo. É bem como um jogo, e a cultura nos leva a não dar valor para quem não joga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E, mais do que isso, a eficiência vai consumindo os recursos até que se esgotem, sem parar para refletir a um prazo maior. São uma grande ironia econômica os prazos com que se lida no mercado: eles refletem a maior eficiência (isto é, como você faz mais dinheiro no trade off entre dinheiro e tempo) – isto é, basicamente vendemos o futuro. Nossa sociedade é desenhada para vender o futuro, e isso não está certo. Existem limites claros para o crescimento, mas a cultura da eficiência trata os recursos como infinitos – até que eles acabam, e daí guerra por recursos. A alternativa é descobrir o deleite da mera cognição, sem fugir dos estímulos, mas sem depender deles. Isso começa com o treinamento em atenção, que normalmente se chama meditação. Uma pessoa contentada, consome menos. Consumir menos e diminuir o crescimento da economia é ter um futuro: é não ter vendido o futuro. Mas imagine a cara de um empresário ou governo ao ouvir “consuma menos”! A cultura não permite que digamos isso. Essa é uma propaganda que ninguém quer patrocinar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O treinamento da atenção produz mais qualidade de qualquer forma, mas há também essa questão da doença da sociedade em geral. Por exemplo, a sociedade está construída para cada vez produzir mais estímulo, vivemos em meio ao equivalente mental da fast food. A dificuldade de encontrar um sentido no que se está fazendo causa depressão, e a quantidade de estímulos fortes e de baixa qualidade (afetiva, significativa, etc.) causa distúrbios de atenção. Por isso essas coisas são epidemias. Então meditar e dar o exemplo da meditação é a forma mais profunda de engajamento político e sustentável que há, além de ser diretamente compassivo e corajoso diante as epidemias da cultura da eficiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Armando da Silva Barros pergunta:&lt;br /&gt;
Você percebe algum esforço das novas empresas – cito Google, Facebook e Twitter como exemplo – de humanizar o funcionário ao proporcionar afazeres diferenciados e recreação dentro do ambiente de trabalho? Como empresas menores podem adotar práticas mais saudáveis para seus funcionários?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nova forma de engajamento no trabalho, principalmente na área de informática, é a total imersão, 24/7/365. O trabalho está junto com você o tempo todo, e é claro que, no trabalho também acontece sua vida. O que ouvi é que o Google já diminuiu um pouco seu perfil inovador, e que está bem mais tradicional hoje do que dois ou cinco anos atrás. Não tenho ideia de que como é o trabalho no Twitter, mas o Facebook é uma empresa relativamente tradicional, apenas com um pouco menos de hierarquização (sem escritórios fechados), e aquelas “festas de hack”, na qual passam a noite toda competindo com programação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso das empresas da área de informática acho essencial que proporcionem recreação, uma vez que hoje em dia ninguém se desconecta totalmente. Normalmente programadores de alto nível fazem muito mais horas de trabalho do que o trabalhador normal – mesmo na década de 80 pessoas na Microsoft e na Apple passavam dias trabalhando e dormindo na empresa, e então é claro que se você trabalha mais de 80 horas por semana, você vai acabar fazendo recreação na empresa. Empresas como a Google querem encorajar o funcionário a não sair dali, a estar disponível para lidar com pepinos na hora que aparecem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso não é saudável, é claro, mas é compreensível nesse ramo competitivo. O programador em particular trabalha com atenção continuada – toda vez que há uma quebra para dormir, comer ou tomar banho, ele tem que retornar ao que estava fazendo do ponto que parou. E, acredite, sei como é difícil retomar o fio da meada. O melhor é não parar. Isso não é saudável, é claro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As empresas de forma geral devem abdicar de alguma eficiência em troca de longevidade da empresa e dos funcionários. Empresas começando agem um pouco stalinisticamente: vamos se matar trabalhando agora, caso contrário o barco afunda e leva todo mundo. Isso por duas razões, primeiro porque o investidor pressiona: claro, ele não quer perder seu dinheiro, e quer ganhar o máximo possível, senão ele investia em outra coisa. A segunda porque existe uma tendência a pensar que se começamos devagar, ganhar momento depois é muito mais difícil. Essa segunda razão, na verdade, é uma boa razão. Mesmo em retiros de meditação o conselho é muito esforço no início, aliviar no meio, e botar intensidade no final novamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que são raras as empresas que duram 10, 50 anos... Se não me engano, não há nenhuma empresa com mais de 200 anos de idade. Essa falta de longevidade das empresas, e uma economia “vibrante” onde empresas pipocam, essas coisas não são tão boas para os seres humanos, isso causa ansiedades e tensões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, para manter a competitividade nessa cultura atual, é evidente que isso vai penalizar as pessoas que trabalham na empresa. Mas isso pode ser amenizado com uma perspectiva de cada vez mais longo prazo. Ou seja, sustentabilidade. Sustentabilidade significa abrir mão do grande lucro a curto prazo por lucros menores “sustentáveis” a longo prazo. Em outras palavras, confiança e coragem na economia. O melhor conselho é, portanto, abandonar a tendência apocalíptica de fazer o máximo em menor tempo, e abrir um espaço para o tempo respirar.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=qdNtXZGd_bI:t4tp6YA9LqU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=qdNtXZGd_bI:t4tp6YA9LqU:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=qdNtXZGd_bI:t4tp6YA9LqU:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=qdNtXZGd_bI:t4tp6YA9LqU:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/qdNtXZGd_bI" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-02-02T11:20:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/time-is-money</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">1ceb3c3d-b0a5-4c14-adf6-4f69a2aa01a0</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/WbK6hGz3Fl8/economia-de-atencao</link><title>Economia da atenção e sustentabilidade</title><description>&lt;p&gt;No fim do século XIX, Frederick Taylor desenvolveu uma teoria e prática de eficiência de trabalho e basicamente levou a expressão “tempo é dinheiro” ao seu mais forte extremo. Essa teoria está em acordo com boa parte das teorias econômicas que prezam a eficiência – há quem nem entenda a existência de uma ideia dissonante, já que apenas no fim do século XX começaram a surgir noções econômicas que não colocam a eficiência (tempo versus lucro) como o fator principal. As técnicas de Taylor foram usadas desde sua invenção por todos os governos (mesmo os comunistas, fascistas e totalitários) e claro, por todas as grandes empresas. O taylorismo consiste em estudar o uso do tempo dividindo o trabalho no maior número de tarefas discretas e então, através de mudanças em comportamento e estrutura, cientificamente aumentando a eficiência produtiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, ao elaborar uma pá para mover certa substância pesada, como areia ou brita, ou uma pá para leves bolinhas de plástico numa fábrica, existe sempre um tamanho ideal para a força média de um ser humano. Uma pá grande demais para uma determinada substância a torna muito difícil de manejar, e uma pequena demais cria a necessidade de mais movimentos. Taylor examinava a situação, construía alguns protótipos e testava o mais eficiente. Assim conseguia a melhor dimensão de pá para um determinado trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porém, existem algumas tensões óbvias no taylorismo. Enquanto é evidente que trabalho dissipado ou o retrabalho não é bom para nenhuma das partes envolvidas, a transformação do trabalhador numa “peça bem azeitada” possui um forte potencial de desumanização. No entanto, com o tempo, em sociedades livres, o trabalho formal em meio a uma empresa, o que garante um alto grau de taylorismo, acabou mesmo assim se tornando altamente desejável para o cidadão comum. Isso ocorreu pelo surgimento de leis trabalhistas que tornam a situação mais razoável, além de uma tentativa constante do próprio taylorismo em reintroduzir o elemento humano como também uma forma de aumentar a eficiência a longo prazo. Assim os trabalhadores são bem cuidados pela empresa, porque um jogo mais equilibrado é mais estável, e com satisfação distribuída por todos os jogadores (consumidores, trabalhadores, empregadores), algum grau de prosperidade constante pode ser encontrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="331" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/124821169.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Você tem satisfação no seu trabalho? (Imagem: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quantificação do tempo e a sua transformação numa commodity tem, porém, outras implicações na era da informação. Em primeiro lugar o tempo é filosoficamente complexo. O filósofo idealista McTaggart demonstrou que a visão realista do tempo leva a contradições, e a base do problema parece também levar ao que se chama de “questão difícil” na filosofia da mente, isto é, qual é a natureza da consciência e se ela é ou não material e fisicamente determinada. Porém, mesmo os fisicalistas mais ferrenhos vão reconhecer pelo menos um ou outro aspecto subjetivo no tempo – e quanto maior o intervalo de tempo considerado, menos claramente percebemos o que ele significa. Todos temos certa ideia do que foram os anos da escola, ou de quanto tempo permanecemos num relacionamento. Algumas pessoas desenvolvem um mapeamento da história, e conseguem pensar o tempo em séculos – paleontologistas e físicos pensam o tempo num outro âmbito, e o arcabouço se torna tão teórico que realmente mesmo um cientista acostumado a lidar com milhões ou bilhões de anos, ou picosegundos, está reconhecidamente lidando com mensurações incompreensíveis para uma vida humana de duração “prosaica”, ou para a experiência cotidiana do tempo. Então o tempo, que é dinheiro, é quantificável do lado da física, e não tão bem quantificável do lado da consciência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em particular existe uma faculdade ou propriedade da consciência que chamamos de “atenção”, e essa capacidade de mais ou menos deliberadamente focar a consciência sobre um objeto possui um forte elemento temporal. Quando prestamos atenção, o que quer que seja que estamos fazendo é feito melhor e em menor tempo. Pode-se inclusive fazer o argumento de que a commodity mais importante para a economia é a atenção, não o tempo.  Além do taylorismo, além da produção e do trabalho, é também a atenção que carrega uma carteira. Se você não vê, ou não se interessa, você não compra. Assim temos a publicidade disputando espaço na nossa mente com tudo mais: nossos relacionamentos interpessoais, nosso entretenimento e até nosso trabalho. A atenção é tão importante para a economia que isso produz algumas implicações problemáticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira é óbvia: a qualidade da atenção diminui quando ela é disputada – não só porque ela se divide, mas ela fica pior em cada instância que é dividida. Assim, todos que vivemos esses últimos 30 anos sabemos como nosso tempo e nossa atenção foram sendo exponencialmente mais desafiados – ou mesmo quem passa um tempo no interior do Mato Grosso e visita São Paulo capital percebe uma grande diferença na qualidade do tempo e da atenção. O problema principal que causa isso é a ideologia da eficiência como determinante na economia, e é por isso que a palavra “sustentável” é tão importante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="413" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/sustainable.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"A palavra 'sustentável' é insustentável (e, em 100 anos, a maioria de nossos recursos também será)" (Imagem: xkcd.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também com relação à atenção, você precisa de uma atenção sustentável – uma atenção que não caia em tédio e torpor assim que não tem estímulo, e que consiga separar e focar um estímulo mesmo quando há muitos disponíveis. Sim, estou falando de déficit de atenção e hiperatividade – a nossa cultura sofre disso, devido a seu enfoque não sustentável. Quando pensamos em sustentabilidade, normalmente pensamos em recursos externos, mas os recursos internos estão também sobrecarregados e também são finitos: o taylorismo pode ter aliviado um pouco com relação aos movimentos repetitivos externos, mas não aliviou quanto ao uso e abuso da atenção. E muito menos o outro lado além da produção, a publicidade. Algumas cidades, a própria São Paulo, já tentam regulamentar a poluição visual causada por outdoors, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A segunda implicação é que a atenção é maleável. Ela pode ser manipulada por ideologia e enfraquecida ou sobrecarregada até ser danificada, ou pode ser exercitada, aumentada, e até talvez num caso ideal possamos ter efetiva e constante deliberação sobre ela – quando quisermos, nossa mente foca o que queremos que ela foque, nada mais. Quanto à ideologia, novamente quando treinamos nossa mente para seguir qualquer coisa que brilhe, na verdade estamos comprando miçangas com ouro. A nossa sociedade como um todo nos encoraja a dar atenção à bobagem. Mas embora não sejamos educados a dar valor a nosso foco mental, se há um valor econômico sobre o que temos poder, esse valor é nossa atenção – dá-la a qualquer coisa é gastar a vida por nada. Quando damos nossas duas horas para o blockbuster ruim, achamos que perdemos R$ 20 no cinema, e algumas vezes dizemos “puxa, foram duas horas perdidas” – mas quanto custa sua hora? A hora de trabalho de alguém recebendo salário mínimo por 40 horas semanais no Brasil é R$ 3,88. A hora de um grande CEO rende milhares de dólares. Mas a hora de trabalho não é o mesmo do que a hora de atenção. O valor que você dá a sua atenção é na sua parte determinado por você e mais ninguém, embora nossa cultura force uma alta desvalorização da atenção. E você se pega criticando algo no Facebook, mas no fundo está fazendo publicidade ao lembrar as pessoas de que aquilo existe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início da disciplina da meditação, nos sentimos como uma pessoa atada por arames farpados – o tédio é tão grande. Mas o grau do tédio que enfrentamos é proporcional ao aprisionamento que temos perante a ideologia das miçangas brilhantes. Se a pessoa não consegue ficar em contentamento respirando por si mesma quietinha num canto, ela não tem nenhuma força perante a manipulação dos outros e da loucura do estado das coisas vinda de ideologias econômicas de bases incertas. Basicamente, sem capacidade de atenção sobre si e sobre os outros, ela perde todo o valor, se torna uma mera pilha para ser exaurida nos campos de produção da ideologia da eficiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="342" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/medita1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Se não tiver poder sobre a própria força e loucura, como querer controlar força e loucura do mundo? (Imagem: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Levei um bom tempo para entender algo da relação entre prosperidade e meditação, ou o que realmente se quer dizer com prosperidade. A pessoa que guia a própria atenção é rica do valor mais essencial da economia, e facilmente consegue capitalizar a atenção se necessário. Quem sabe até mesmo se, meditando, ela não entenda a verdade economia que subjaz e supera todas as ideologias? Quem sabe assim ela não possa ser verdadeiramente generosa? Acho que já conheci algumas pessoas assim, e elas não fogem do mundo cheio de alarmes de cor e som que não cessa, mas nada disso as aprisiona.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=WbK6hGz3Fl8:U1QTYphJm0c:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=WbK6hGz3Fl8:U1QTYphJm0c:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=WbK6hGz3Fl8:U1QTYphJm0c:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=WbK6hGz3Fl8:U1QTYphJm0c:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/WbK6hGz3Fl8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-01-30T16:42:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/economia-de-atencao</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">b3e80a28-abf4-49d5-b466-d2ef84459b3b</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/x601JuRovmk/rosto-estacao-ano</link><title>Perguntas e respostas | O rosto nas quatro estações do ano</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vários leitores perguntam:&lt;br /&gt;
Quais produtos você indica para o rosto (tanto hidratante quanto protetor solar)?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem um produto ótimo da Natura que acabou de ser lançado: &lt;a target="_blank" href="http://scf.natura.net/produtos/natura-homem/cuidado-para-o-rosto/hidratante-multifuncao-1.5-para-o-rosto"&gt;Hidratante Multifunção 1.5&lt;/a&gt; para o rosto. Ele tem cinco funções em uma: é um antissinais, é hidratante, é pós-barba, é antibrilho e é protetor solar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="347" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/sunny.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fabio Bracht pergunta:&lt;br /&gt;
Quais os cuidados com o rosto de acordo com a estação do ano? Precisamos passar protetor solar no inverno? Hidratante no verão? Como as estações agem no rosto – e como aplacar seus danos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas estações mais quentes você deve usar protetor solar com mais intensidade; o mesmo vale para o hidratante. Aqui o calor resseca a pele e os raios UV são muito danosos. Em exposições extremas podem até levar a câncer de pele. Nas estações mais frias, não deixe de usar o protetor solar, pois as radiações UV existem mesmo em dias frios. E em dias frios você também deve abusar do hidratante, pois o frio ajuda a ressecar a pele (de vez em quando parece que a pele racha, não é?). No frio, um protetor ou um hidratante labial também é bastante importante.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=x601JuRovmk:rMZ5aopZvY8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=x601JuRovmk:rMZ5aopZvY8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=x601JuRovmk:rMZ5aopZvY8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=x601JuRovmk:rMZ5aopZvY8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/x601JuRovmk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-01-26T14:30:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/rosto-estacao-ano</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">a842ac28-6e58-4b6c-a687-3b04e5d1be50</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/JdYVvybswwk/rosto-manual-de-instrucao</link><title>Rosto: manual de instruções</title><description>&lt;p&gt;O homem moderno se preocupa cada vez mais com a sua aparência, e neste aspecto o cuidado com a pele do rosto é fundamental por dois motivos principais:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Por ser uma área bastante exposta, acaba recebendo mais os agentes que provocam danos à pele.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;O rosto é o nosso cartão de visita, é a primeira impressão que causamos a quem se aproxima.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Hoje vamos falar brevemente de hidratação da pele e proteção contra os raios UV.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="210" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/applying-sunscreen_490x200.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A hidratação correta (usando um bom hidratante específico para o rosto) é fundamental para deixar a pele com aspecto saudável e ajudar a prevenir o aparecimento de rugas e sinais da idade. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a pele do rosto é muito exposta ao sol, é fundamental que você use também um protetor solar para o rosto, para evitar que os raios UV, provenientes da radiação solar, ataquem a sua pele e liberem radicais livres que irão acelerar o envelhecimento da sua pele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem ótimo produtos no mercado que fornecem estes dois benefícios em um único produto. Alguns também agregam outros benefícios como anti-brilho e pós-barba, tudo em um único produto. Estes produtos multifunções são ideais para o homem moderno que quer cuidar da sua aparência, mas não quer gastar tempo usando vários produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveite e incorpore esta rotina em sua manhã: depois de fazer a barba, passe um hidratante e um protetor solar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E se você tiver perguntas ou dúvidas, escreva nos comentários. Na quinta-feira eu volto com as respostas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraços,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fred&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=JdYVvybswwk:89keTsKlhrc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=JdYVvybswwk:89keTsKlhrc:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=JdYVvybswwk:89keTsKlhrc:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=JdYVvybswwk:89keTsKlhrc:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/JdYVvybswwk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-01-23T13:20:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/rosto-manual-de-instrucao</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">62d0fc44-11e4-41a8-949f-a4498e30d367</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/u36Tl0hGcvg/literatura-jornalismo-mercado</link><title>Perguntas e respostas | Literatura e jornalismo em tempo de mercantilização</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rodolfo Viana pergunta:&lt;br /&gt;
E o jornalismo, a "literatura do cotidiano", como fica com esta mercantilização em que os meios digitais parecem estar inseridos? Não será prejudicial aliar de maneira intrínseca o jornalismo e a "venda"?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O jornalismo sempre foi bem mais sujeito a influência comercial do que a literatura em geral, e os meios digitais são só uma evolução natural do que já ocorria na impressão. Na versão digital de um importante jornal brasileiro, por exemplo, há conteúdo pago e conteúdo gratuito. Em meio ao conteúdo gratuito, além da publicidade convencional, encontramos matérias que são obviamente publicitárias, mas que mimetizam notícias, sem nenhuma indicação de serem publicidade além de uma acurada e contextualizada intepretação de texto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os problemas do jornalismo são hoje vastos e diversificados. Temos o jornalismo entretenimento/espetáculo, que ainda não é bem feito no Brasil, mas que nos EUA, com Stephen Colbert e Jon Stewart, alcança proporções artísticas e engajamento quase heroico, embora também tenha seus críticos. Afinal, se por um lado entreter em meio a assuntos sérios atrai o público para estes assuntos, resta uma dúvida sobre o quanto de distorção ocorreria nessa mistura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;embed width="512" height="288" bgcolor="#000000" allownetworking="all" allowscriptaccess="always" flashvars="autoPlay=false" allowfullscreen="true" wmode="window" type="application/x-shockwave-flash" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:cms:item:comedycentral.com:105095" style="display: block;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.thedailyshow.com/watch/thu-september-20-2001/september-11--2001" target="_blank"&gt;Link The Daily Show&lt;/a&gt; | Primeiro programa de Jon Stewart depois dos ataques de 11 de Setembro: "Não há vagas para homens na posição fetal debaixo da mesa"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na área de vender notícias, vemos a indústria tentando encontrar um modelo de negócios pós-papel. O conteúdo processado por redes sociais, blogs e sites especializados tem várias vantagens, a primeira delas sendo nichos especializados que não fariam parte de nenhuma grande publicação. A primeira crítica que surge é quanto a qualidade desse material, mas mecanismos de triagem e curadoria estão começando a ser entendidos, e com tempo e as novas gerações, todo mundo vai saber configurar as coisas e estabelecer critérios minimizando fontes problemáticas. Isto é, ao longo de alguns anos, teremos os mesmos problemas que já tínhamos com o meio impresso: algumas vezes seremos enganados e leremos bobagens. Hoje ainda parece que lemos um pouco mais de bobagem do que esperaríamos no meio impresso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas resta saber como fica o jornalismo que custa caro, o jornalismo investigativo, que paga viagens, dedicação exclusiva, etc. Esse jornalismo está ameaçado – mas a era de ouro desse tipo de reportagem são os anos 70, então alguma coisa aconteceu também no meio impresso (por ainda 20-30 anos) que paulatinamente diminuiu a importância desse tipo de atividade. Provavelmente a banalização através do entretenimento e a questão dos grandes conglomerados de notícias serem vinculados a interesses políticos e econômicos especiais causou esse empobrecimento do jornalismo. (“Interesses especiais” é o nome que vi o presidente Obama dar a agentes políticos que distorcem a democracia a favor de determinadas oligarquias).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, no que concerne o estilo, que talvez não tenha ficado claro, mas tentei ser o cerne do texto anterior, creio que sim, o texto jornalístico e o texto publicitário estão cada vez mais assemelhados. Começa com o fato de que em geral (sempre? Só aqui no Brasil?) pertencerem à mesma faculdade, a de “Comunicação Social” – e com certeza partilham cadeiras, professores e meios. Quanto a isso, creio que sim, há um grande empobrecimento progressivo do texto jornalístico, a nível mundial, começando nos anos 50. A relação causal é que é difícil de estabelecer. Podemos ser elitistas e dizer que, na medida em que o texto se tornou mais abrangente e popular, atingindo cada vez mais gente, precisou se simplificar. Mas provavelmente é uma combinação de fatores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meu texto apontei dois tipos de comercialismo, um que se aplica diretamente ao jornalismo e outra à publicidade e ao jornalismo: o texto vendendo algo e o texto &lt;em&gt;vendendo a si mesmo&lt;/em&gt;. Essa última é prerrogativa do jornalismo. Mas talvez seja isso que &lt;em&gt;esperamos&lt;/em&gt; do jornalismo, e então tudo bem. No caso em que, porém, aliado a isso se vende ideologia, interesses especiais, ou mesmo produtos (propagandas disfarçadas de notícias), claro que existe uma questão ética. Quanto a isso, só o que nos resta fazer é desenvolver critérios de leitura e uma leitura mais interpretativa. Também por isso eu faria um elogio ao texto mais denso (que pode ter todos esses defeitos também, ele não está livre) – o mero esforço colocado no texto provê uma necessidade de reflexão e interpretação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adiciono um comentário aqui, que depois do texto ser publicado me ocorreu, com relação à filosofia. Na filosofia a tendência é oposta: textos complicados são o que há de mais comum, e em geral, principalmente se você tem algum vínculo com a filosofia analítica, são criticados como obscurantismo. Isto é, é muito mais difícil arrazoar com um texto escorregadio, cuja interpretação incerta torna o diálogo traiçoeiro. Na tradição analítica, portanto, o texto deve ser claro, escrito quase como um trabalho científico – sem essa coisa pós-moderna de brincar com o texto. Isso porque é verdade: o texto obscuro também pode ser o portador de uma grande desonestidade. Porém, sem fazer um elogio ao &lt;em&gt;obscurantismo&lt;/em&gt;, o texto que valoriza a interpretação é o texto mais rico e mais livre, por natureza. Aqui claro, existe talvez uma sobrevalorização do próprio texto (do “discurso”), mas essa sobrevalorização é o que permite, exatamente, desenvolver as ferramentas com que se lida com qualquer texto. E, não sejamos inocentes, filosofia é, por natureza, sobrevalorização do discurso. Entre os dois extremos, a simplificação comercialista, populista, e o obscurantismo desonesto, existe um ponto de equilíbrio, que é o texto sincero e comunicativo, e acima de tudo, desafiador. É esse o texto que gosto de ler, e é o tipo de texto que eu gostaria de produzir um dia, quando eu aprender a escrever bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Armando Cardoso pergunta:&lt;br /&gt;
Eduardo, você sabe se já existem escritores "especializados" em meios digitais? Ou seja, autores cuja formação técnica está inteiramente ligada no formato digital, sem o qual ele talvez não saiba escrever?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Realmente desconheço. Mas minha inserção nos computadores e na literatura foge bastante da norma. Eu quase não leio mais ficção, e quando leio, me foco nos clássicos, e nos últimos quinze anos, creio que só tentei ler &lt;em&gt;Finnegans Wake&lt;/em&gt;. Muita gente fala que as raízes do hipertexto estão ali, mas é outro sentido de hipertexto, tenho certeza. Então com relação ao uso contemporâneo do texto e ferramentas a coisa mais interessante que vi foi um amigo escritor ajudando a programar um bot para, pasmem, uma campanha publicitária. É interessante porque é um personagem, e é uma técnica absurdamente diferente – mas talvez pudéssemos chamar de literatura também. Conversei com o bot e algumas respostas me pareceram mesmo ao estilo desse meu amigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porém, sou programador, e quando na filosofia, lembro-me um professor de lógica formal falar como a “Crítica da Razão Pura” era uma grande demonstração lógica em forma de texto. E realmente Kant é uma coisa meio que arquitetônica. Ora, o que na programação se chama de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Anti-patterns" target="_blank"&gt;antipadrões&lt;/a&gt; poderia muito bem ser adaptado e usado na escrita, em particular na escrita filosófica. Mas não creio que ninguém o tenha feito ainda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, creio que a maioria de nós que é visto assim como “redatores” hoje sofreria muito com uma máquina de escrever, e que dirá então no papel e caneta. Na graduação passei por essa situação de editar um texto no notebook e então “passar a limpo” (a sujo?) no papel almaço para entregar como prova. Nas vezes em que editei o texto à mão, sofri muito. Lembro-me uma ocasião em que fiz quatro versões, com muita dor na mão, letra quase ilegível. (Um professor de tibetano disse que minha caligrafia em alfabeto romano era pior do que em tibetano!) Basicamente, não sei “escrever”, sei digitar e editar texto. Essas perguntinhas que respondi agora, fossem a mão, eu passaria mal para fazer. Então acho que alguns de nós que conseguimos nos dar bem com o texto nesse contexto, forçados a passar pela experiência literalmente braçal do texto antes do computador, já estivéssemos fazendo outra coisa. Da mesma forma que gente como Woody Allen ainda usa uma máquina de escrever. Acho sim que o meio tem um efeito sobre o estilo, mas, como disse, acho que ainda é cedo para dizer o que mudou/vai mudar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eduardo Marciano pergunta: &lt;br /&gt;
Você já leu &lt;em&gt;The Shadows&lt;/em&gt;, do Nicholas Carr? Toca nuns pontos que você também esboçou. Ainda vamos conseguir explorar toda essa tecnologia de iPad, Kindle etc.? Até agora só vimos livros adaptados (tipo &lt;em&gt;The Waste Land&lt;/em&gt;, de T.S. Eliot), não escritos diretamente pra esse formato. Steven Johnson criticou romances que foram escritos para serem lidos no computador, afirmando que a fragmentação do hipertexto levou a uma experiência menos concentrada do que ele teria lendo um romance num livro de papel (acho que ele fala em "imersão"). &lt;br /&gt;
O meio é a mensagem. Se o meio é fragmentado, haverá como a experiência não ser fragmentada? Com essas "tecnologias ininterruptas", como ficaria um livro cheio de traquitanas tecnológicas, vídeos espocando na tela, possibilidade de links no meio do texto etc? Ou: já não seria um livro, e sim outra coisa, a exigir outro tipo de experiência?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não li o livro do Carr. O aspecto que mais me interessa são as mudanças na &lt;em&gt;produção&lt;/em&gt; textual, e não no meio de “consumo”. Não acho que literatura em hipertexto ainda tenha sido totalmente (bem) explorada, ou mesmo se é possível fazer algo que não soe uma &lt;em&gt;gimmick&lt;/em&gt;. Talvez daqui muito tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No que se refere ao, digamos, apelo publicitário do texto, tenho curiosidade pra ver se haverá algum impacto dessa estratégia de ser possível baixar o primeiro capítulo dos livros em e-book. Será que vai haver alguma mudança? Teremos melhores primeiros capítulos? Os escritores vão se dedicar mais do que já se dedicam a eles? Vamos ler mais primeiros capítulos do que líamos antes (em detrimento da leitura completa de livros)?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com relação à publicidade, como sempre, eu fiz um texto que levantou muitas ideias e não desenvolveu a fundo nenhuma delas, mas acho que a redação publicitária produz um efeito sobre a expectativa de estilo das pessoas – as pessoas esperam um tipo de texto que é cognitivamente imediato, que não exige interpretação, aliás, que é contra a interpretação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na verdade é uma desculpa, porque gosto de escrever de forma um pouco tortuosa, e muita gente reclama de meus textos “difíceis” – e percebo que para escrever clara e diretamente (óbvio), me dá mais trabalho. Por outro lado não é só preguiça e incompetência, foi o que eu quis dizer, mas a percepção de um verdadeiro empobrecimento no texto. Sobre o &lt;em&gt;Finnegans Wake&lt;/em&gt; muita gente incomodou Joyce, porque é um livro impossível, mas ele disse que não o escrevera para um "leitor normal", mas para gerações de acadêmicos – bom, é o caso extremo, mas hoje parece que se você não escreve para o mínimo denominador comum, é necessariamente incompetência/preguiça sua/s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Best sellers&lt;/em&gt;, creio eu, seguirão uma estratégia  &lt;em&gt;cliffhanger&lt;/em&gt;, como você implica, nos primeiros capítulos. Quanto a isso não há muita novidade, porque muitos romances foram primeiro serializados em periódicos, antes de serem publicados como livros, e nesse sentido há uma semelhança.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=u36Tl0hGcvg:4zhb3Rgx1lY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=u36Tl0hGcvg:4zhb3Rgx1lY:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=u36Tl0hGcvg:4zhb3Rgx1lY:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=u36Tl0hGcvg:4zhb3Rgx1lY:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/u36Tl0hGcvg" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2012-01-01T22:04:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/literatura-jornalismo-mercado</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">b6f7b3dc-0ed1-4c29-b131-b343edda3313</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/IF7my4IsWmU/desconfie-da-leitura-facil</link><title>Desconfie da leitura fácil</title><description>&lt;p&gt;Já ouvi alguns amigos escritores reclamarem da pergunta sempre ocorrente “e como fica a escrita agora com a internet?”, isto é, o que mudaria no texto com a mudança do meio. Também li miríades de artigos assemelhados sobre e-books (que parece irão finalmente penetrar a língua portuguesa agora em 2012, com a entrada da Amazon e outros grandes players no mercado brasileiro). De qualquer modo, a questão do futuro do texto e da leitura parece estar muito viva, e ninguém tem muita certeza de como as coisas serão quando a tecnologia já estiver estável e generalizada por algumas décadas – temos 30 anos de editores de texto, uns 20 anos de web com hipertexto global, e uns 7-8 anos da chamada “Web 2.0”, ou internet colaborativa (wikis, redes sociais). Não sabemos se essas tecnologias serão superadas ou se permanecerão por várias décadas, mas a questão das mudanças no texto certamente só poderá ser bem analisada num escopo muito mais longitudinal que o curto período disponível permite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="650" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Authors-and-typewriters-3-001.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Philip Roth (Foto: Bob Peterson/Time Life Pictures)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando vejo as pessoas falando em “preparar texto para a web” ,vejo também grande preocupação com o tempo de atenção do leitor, e uma consequente e crescente “publicitarização” do texto; delas vêm várias recomendações sobre a fácil visualização de microconteúdo, isto é, as palavras que se salientam nos títulos e subtítulos (as duas primeiras), no texto (os itálicos e negritos), nas listas, etc. que o leitor com déficit de atenção “varre” com os olhos antes de se decidir a ler, ou que acabam sendo tudo que ele lê. E, de fato, a grande maioria dos textos (e de outras comunicações visuais e auditivas que recebemos) busca vender algo. Quando não a si próprio, algum produto patrocinador – e teoricamente não deveria ser assim nos escopos da educação, da produção científica (por uma questão ética), ou da literatura (ou, pelo menos não de boa parte da literatura, se pudermos admitir em certos âmbitos que a arte de qualidade não precise necessariamente ser essa coisa “pura” e tão desvinculada do comércio).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta é uma questão sociológica importante, a de se queremos que nossas comunicações estejam sempre vinculadas a uma etiqueta de preço – e, se algumas culturas funcionam mais assim do que outras, há sem dúvida uma tendência nesse sentido com a globalização. Isso se reflete também na produção textual. Philip K. Dick é um dos grandes profetas da inundação publicitária que vivemos hoje: ele não previu os fanboys da Apple, mas na excelente comédia Os Clãs da Lua de Alpha, fala de androides garotos-propaganda, pessoas artificiais programadas para vender ou pregar uma ideologia. O personagem central do livro prepara/programa o “texto” que o robô vai vender para os outros, isto é, um publicitário que cria uma pessoa cujo início e o fim é a publicidade. Tanto &lt;em&gt;Blade Runner&lt;/em&gt; quanto &lt;em&gt;Minority Report&lt;/em&gt;, filmes baseados em K. Dick, exploram a ideia da publicidade permeando todo o espaço visual e auditivo da cidade. Mas essa reflexão não precisa nem da ficção científica: James Joyce, na década de 10, coloca no fluxo de consciência de Leopold Bloom (o personagem principal de &lt;em&gt;Ulysses&lt;/em&gt;, livro que se passa todo num único dia em Dublin em 1904) vários anúncios publicitários e jingles. Mas isso é fácil de explicar: Bloom, o homem ordinário de Joyce que é um arquétipo para “todo homem”, tem qual profissão? Ele é publicitário!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="650" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Authors-and-typewriters-005.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Willian Faulkner (Foto: Alfred Eriss/Time &amp; Life Pictures)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando falamos de arte, a literatura, temos o hype e a venda da imagem do escritor – e também toda a discussão interna do artista, debatida ad nauseam em inúmeros trabalhos acadêmicos, do escrever “para si” ou “para o outro”. Porém, no caso dessas considerações da era da informação, acho curioso que a discussão ocorra tanto no viés do texto ao leitor, e tão menos no viés do escritor ao texto. Talvez possamos falar em três esferas de mudança: mudanças no meio, mudanças no conteúdo e mudanças no mecanismo de escrever propriamente dito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto ao meio, é certo que a escrita mudou muito do pergaminho e papiro até o papel, ao papel barato e abundante, à imprensa, ao livro barato e abundante, e agora às telas e ao e-ink, e à informação ridiculamente barata e abundante – tão barata e abundante que nosso centésimo de segundo de atenção entrou na economia como um valor. O editor (agora tão glorificado como um “curador”, a buzzword principal de 2011) cada vez mais crucial, e cada um de nós é o editor de conteúdo de nosso “mural” na rede social. Conteúdo e “amigos” são classificados e editorializados com simples cliques. &lt;br /&gt;
Muitas vezes, se não era possível julgar um bom livro pela capa, era possível julgar um ruim texto pela qualidade do papel. Literatura de “polpa” (papel jornal): má literatura. Hoje nessa, segundo o anacronismo de Gore Vidal, “obsidiana polida que se ilumina por dentro”, cabe tudo, da pior à melhor literatura. Como saber o que ler? Nosso colega leitor que comenta o livro na Amazon é o crítico/editor aparentemente desinteressado (ele trabalhou por nós, pela Amazon,  pela editora e pelo autor sem pagamento) e é muitas vezes crucial para uma compra, se não temos outras referências mais respeitáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="650" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Authors-and-typewriters-002.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Ernest Hemingway (Foto: AP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto ao conteúdo, nossos primeiros textos são épicos religiosos, e desde o nascimento da escrita ela tem seguido uma progressiva dessacralização, e talvez não possamos ser menos espirituais do que no texting. Mas falando estritamente com relação à tecnologia,  temos uma disputa crescente com outros conteúdos: o rádio e principalmente o cinema produziram efeitos sobre o texto, falamos em “linguagem cinematográfica”. E da mesma forma que a linguagem e os clichês do cinema penetraram o que chamamos de intertextualidade em estilo e conteúdo, a própria vasta disponibilidade de outros textos criou o que chamamos de modernidade e pós-modernidade. Se Dom Quixote mencionava a leitura de seu próprio primeiro volume por um personagem no segundo volume, o que falar então de Simpsons ou Family Guy, que algumas vezes exigem uma ida até a Wikipedia para que entendamos alguma piada de referência muito obscura. Talvez quando se fala em dessacralização se pudesse falar na verdade em uma trivialização completa do texto – e realmente, vejo em meus amigos mais literários uma defesa quase religiosa daquele momento com o “livro”, aquele objeto mágico que confere o pertencimento à cultura. O texto, de outra forma, é meramente o contínuo chat de banalidades, as notícias do medo e da indignação e, principalmente, a agora sagrada venda – as três características muitas vezes totalmente misturadas umas nas outras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, quanto ao mecanismo, é muito diferente escrever na “tábula”, a cera em que os alunos gregos riscavam com um estilete, ou com uma pena e tinta de boa qualidade. E quando você tem muito papel porque ele é barato, você pode passar a limpo e corrigir à vontade, desde que coloque esforço e tempo. A máquina de escrever foi, sem dúvida, um fator que deu velocidade e mudou o estilo de concentração do autor: ainda ouvimos poetas dizendo que não dá para escrever poesia à máquina, que é muito frio, etc. Muda a postura: da sonhadora inclinação lateral perante o papel, ao domínio com duas mãos de um monstro sonoro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um &lt;a target="_blank" href="http://www.nytimes.com/2011/12/26/books/a-literary-history-of-word-processing.html?pagewanted=1&amp;_r=2&amp;seid=auto&amp;smid=tw-nytimes"&gt;artigo do NY Times&lt;/a&gt; fala sobre a pesquisa de um professor sobre os primeiros livros escritos com processador de texto. A mudança é grave: as anteriormente dolorosas correções se tornam uma flexibilidade incessante. O copiar e colar torna banal a constante reordenação do texto. Que dizer então de buscar e substituir! (Como tradutor, simplesmente não consigo conceber como as pessoas faziam um trabalho grande de tradução sem editores de texto.) E as consultas: a internet tem muito mais do que sua biblioteca razoável poderia ter: e mais sobre gíria, costumes, cultura pop. Claro que para o trabalho de alguns escritores ainda é preciso viajar, entrevistar pessoas, observar o mundo acontecendo, coisas assim: mas todos os escritores consultam outros textos. O acesso a qualquer texto publicado (no máximo você precisa pagar por ele e esperar uns meses, no mais das vezes não precisa esperar, e muitas vezes não precisa pagar) é tão fácil hoje como seria impensável na década de 80.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="650" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Authors-and-typewriters-001.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;George Bernard Shaw (Foto: PA)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado a leitura, principalmente por entretenimento, parece estar se tornando uma prática de nicho, tal como a prática de um determinado esporte, como o bridge, por exemplo.  Encontramos cada vez mais pessoas que vivem suas vidas muito bem lendo muito pouco. Ou, se a pessoa lê, ela parece ler uma dessas séries também vinculadas ao cinema e de grande exposição na mídia. É cada vez mais difícil depositar atenção contínua e persistente num maço culto de 500 páginas, mesmo para aqueles que ainda sacralizam o ato. A competição com outros textos e outras fontes de informação é hoje impressionantemente mais acirrada do que a meros 30 anos atrás. Porém, creio que os leitores cada vez mais reconhecerão textos “publicitários” (escritos para não-leitores alfabetizados) e os evitarão. Escrever diretamente, concisamente, devia ser uma mera questão de estilo, mas talvez já não o seja. Quando o estilo é cooptado pela comunicação da venda e do convencimento, escrever “difícil” (mas de forma clara, correta, direta) se torna engajamento descomprometido no texto – e evoca engajamento do leitor no texto e não na ideologia ou produto que está vendendo.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=IF7my4IsWmU:jQMh7AuPNVs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=IF7my4IsWmU:jQMh7AuPNVs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=IF7my4IsWmU:jQMh7AuPNVs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=IF7my4IsWmU:jQMh7AuPNVs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/IF7my4IsWmU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-12-27T17:27:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/desconfie-da-leitura-facil</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">8f78ecaf-f9d8-4432-9a42-f2342d411744</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/aLYD5aPbWcM/saude-dos-cabelos</link><title>Perguntas e respostas | Saúde dos cabelos</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ludmilla Souza Viana pergunta:&lt;br /&gt;
Nunca conheci um homem que usasse shampoo. Todos que consigo lembrar usam só o sabonete. E aí, sabonete é melhor, pior ou tanto faz?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Olha, tem bastante gente já usando shampoos e alguns poucos já aderiram aos condicionadores. Os shampoos são mais suaves para os fios e para o couro cabeludo. Assim, recomendo fortemente que você use shampoo ao invés de sabonetes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Wanderson Santana pergunta:&lt;br /&gt;
Como funciona o tal do 2 em 1?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O shampoo 2 em 1 tem como objetivo entregar os benefícios do condicionador (brilho e maciez) já no uso do shampoo. Mas tem um porém: a principal matéria-prima dos condicionadores é incompatível com os shampoos. Assim, os shampoos 2 em 1 usam outras matérias-primas para entregar os benefícios de brilho e maciez. O uso do shampoo 2 em 1 é prático e seus resultados são quase tão bons quanto o uso combinado do shampoo e condicionador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Augusto Bernardes pergunta:&lt;br /&gt;
Condicionador, se usado em demasia, pode deixar o cabelo oleoso? Existe algum tipo de cabelo em que não seria bom usar o condicionador?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O uso excessivo de condicionador realmente pode deixar o cabelo oleoso. O que vale aqui é o bom senso:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;se você sentir que o seu cabelo está ficando oleoso, pesado e sem vida diminua a quantidade de condicionador e/ou a frequência de uso dele;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;se você sentir que seu cabelo ainda está seco, ressecado mesmo depois do uso do condicionador, aumente a quantidade de condicionador e/ou a frequência de uso.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Todos os cabelos podem e devem usar condicionador, e recomendo que usem o condicionador específico do seu cabelo.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=aLYD5aPbWcM:UlHgRTWJFNA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=aLYD5aPbWcM:UlHgRTWJFNA:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=aLYD5aPbWcM:UlHgRTWJFNA:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=aLYD5aPbWcM:UlHgRTWJFNA:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/aLYD5aPbWcM" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-12-26T15:48:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/saude-dos-cabelos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">22a821bd-1a3d-422e-89f3-a99099872b9a</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/XNrCGzoARIE/homens-devem-usar-condicionador-shampoo-para-os-cabelos</link><title>Vocês também deveriam usar condicionador</title><description>&lt;p&gt;A maioria dos homens não gosta de usar condicionador e acaba ficando apenas com o shampoo (2 em 1 na melhor das hipóteses). Vou mostrar como o uso de condicionador é imprescindível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós usamos shampoo para lavar a cabeça e os cabelos. Se tivéssemos apenas sujeiras hidrossolúveis (solúveis em água) não precisaríamos de shampoo, bastaria lavar a cabeça e os cabelos com água limpa. Porém, como a maioria das sujeiras é oleosa (excesso de sebo produzido pelo couro cabeludo, poluição, fumaça de churrasco, cheiro de comida), apenas a água não remove essa sujeira – lembre-se que águe e óleo não se misturam. É por este motivo que usamos o shampoo, cuja principal matéria-prima é o tensoativo. Essa substância se dá bem tanto com a água como com o óleo, e assim acaba arrastando as sujeiras oleosas junto com a água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No processo de limpeza, o tensoativo acaba arrastando outras coisas, como proteínas e lipídeos naturalmente presentes nos fios de cabelos, parte integrante de sua estrutura. Portanto, se lavados em demasia, nossos cabelos acabam ficando porosos, ásperos, sem brilho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="505" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/banho.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"Gata, eu li no Portal Homem que devo usar condicionador. Mas homem que é homem não usa essas coisas, né?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A função do condicionador é justamente repor estes lipídeos e proteínas perdidos no processo de lavagem, além de consertar os pequenas danos causados aos fios de cabelos, devolvendo-lhes a maciez e o brilho. A principal matéria-prima do condicionador tem carga positiva; e como o cabelo tem carga negativa (ainda mais nos locais onde sofreu dano), essa substância “gruda” no fio de cabelo. É como se o reboco da parede de sua casa tivesse um buraco e você colocasse cimento branco para consertá-lo e devolver a estética original da parede. O condicionador é o “cimento branco” que vai devolver o brilho e a maciez originais dos seu cabelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, se você quer que a sua mulher elogie seus cabelos quando lhe fizer cafuné, use condicionador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E vocês? Têm outras dúvidas relacionadas a cabelos?&lt;/strong&gt; Deixem nos comentários.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XNrCGzoARIE:tcVBsuoBTgs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XNrCGzoARIE:tcVBsuoBTgs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XNrCGzoARIE:tcVBsuoBTgs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=XNrCGzoARIE:tcVBsuoBTgs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/XNrCGzoARIE" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-12-19T16:07:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/homens-devem-usar-condicionador-shampoo-para-os-cabelos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">2231798e-6538-4b5b-9727-b7419da09a5a</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/wFgqQ0nQtEI/parceria-e-a-melhor-relacao</link><title>Parceria é a melhor relação</title><description>&lt;p&gt;No começo de minha coluna aqui na seção de especialistas do Portal Homem, conversamos sobre como qualquer um de nós pode brincar de &lt;a href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/gustavo-gitti/artigos/cinco-momentos"&gt;especialista em relacionamentos&lt;/a&gt;, experimentando dinâmicas positivas. Depois olhamos para &lt;a href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/gustavo-gitti/artigos/bases-limitadas-para-um-relacionamento"&gt;bases limitadas&lt;/a&gt;, listamos &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/gustavo-gitti/artigos/cinco-crencas-bate-cabeca-relacionamentos"&gt;crenças que nos fazem bater cabeça&lt;/a&gt; e analisamos como &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/gustavo-gitti/artigos/toda-culpa-e-desnecessaria"&gt;toda culpa é desnecessária&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para fechar 2011, gostaria de abrir um papo sobre como a supervalorização de um único relacionamento (assim como tendemos a fazer com um namoro ou casamento) ironicamente termina por empobrecê-lo.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Dois jeitos de andar&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;No começo, ambos estão tão fascinados que saem do restaurante andando lentamente, um olhando para o outro. Eles demoram minutos para percorrer poucos metros. Eis uma cena significativa para entendermos como uma relação pode virar uma redoma espelhada, fazendo com que ambos andem um em direção ao outro, caminhando quase nada à frente em suas próprias vidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois, passada a empolgação inicial, a relação se aprofunda quando ambos confiam que podem olhar em outras direções, seguir sem tanto medo de perder o outro. Não é necessário olhar tanto um ao outro. Às vezes a paixão e a intensidade sexual até aumentam, mas agora eles caminham de modo autônomo, em suas próprias vidas, não apenas se enroscando um no outro, sem sair do lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma parceria pode ser assim definida: &lt;strong&gt;o movimento de um favorece o movimento do outro pela vida&lt;/strong&gt;. A relação promove um avanço que ultrapassa sua redoma, invade todos os âmbitos, como quando uma mulher ajuda o marido a se alimentar melhor ou quando o sócio da empresa dá instruções de meditação para outros sócios que desejam ser menos ansiosos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="369" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/84751410.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Para avançar juntos, uma hora temos de parar de olhar um para o outro (Foto: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Parceria em qualquer relação&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Podemos aproveitar a proximidade da relação de paternidade, por exemplo, para sutilmente aprisionar e restringir as possíveis identidades do nosso filho (muitas vezes, sem querer, pelo simples fato de o tratarmos sempre como nosso filho) ou podemos aproveitar nossa posição para ajudá-lo a andar melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, &lt;strong&gt;melhor do que ser um bom pai ou um bom marido é ser um bom parceiro&lt;/strong&gt;. Melhor do que ser uma boa esposa é ser uma parceira. Melhor do que ser uma boa chefe é ser uma grande parceira. Na verdade, o que chamamos de bom pai, boa esposa ou bom chefe é justamente isso: parceiros, cúmplices de nossa felicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Melhor ser parceiro, não importa se somos parceiros como amigos, namorados, pais, ex-maridos, primos, colegas de trabalho ou recém conhecidos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O problema da supervalorização de um único relacionamento&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ainda vivemos com um foco exagerado, às vezes obsessivo, no relacionamento amoroso, seja ele um caso, um namoro ou um casamento. E curiosamente &lt;strong&gt;esse cuidado todo parece ser sempre insuficiente&lt;/strong&gt;. Volta e meia estamos insatisfeitos. Sofremos e fazemos sofrer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais tivermos vários relacionamentos de parceria, com todos ao redor, melhor será a qualidade de nossa relação amorosa num casamento, já que teremos treinado bastante essa dinâmica de parceria e naturalmente vamos fazer o mesmo com a mulher além da esposa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fazer uma esposa feliz é fácil. O desafio é ajudar uma mulher inteira a viver melhor, com mais brilho, mais sentido, mais alcance, mais felicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto menos tivermos vários relacionamentos de parceria, mais seremos dependentes do olhar do outro como esposa ou marido. Ficaremos cada vez mais incapazes de olhar para frente, liberando o outro dessa necessidade de sempre ficar olhando para nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="342" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/100653774.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Por que não apoiar e abrir espaço para o outro avançar também nos caminhos que não nos incluem? (Foto: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Histórias de parceria&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Nos comentários, &lt;strong&gt;conte uma história de parceria em qualquer forma de relação&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando viveu alguma relação em que a parceria foi bem mais importante e até enriqueceu a relação convencional de negócios, amor romântico, família ou amizade?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até sexta volto para comentá-las e relatar algo da minha vida também. Grande abraço!&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=wFgqQ0nQtEI:0JB0YciI2Hg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=wFgqQ0nQtEI:0JB0YciI2Hg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=wFgqQ0nQtEI:0JB0YciI2Hg:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=wFgqQ0nQtEI:0JB0YciI2Hg:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/wFgqQ0nQtEI" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-12-13T18:20:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/parceria-e-a-melhor-relacao</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">9f50d8c3-3e97-425e-a593-8cf980a53d30</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/t7ELTmVRMKI/ciclos-e-contracultura</link><title>Perguntas e respostas | Ciclos e contracultura</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;No começo desta semana, nosso especialista Eduardo Pinheiro escreveu sobre &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/eduardo-pinheiro/artigos/geracao-beat"&gt;a importância da cultura beat para os nossos dias&lt;/a&gt;. Agora, ele tira dúvidas sobre contracultura e ciclos culturais.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jader Pires pergunta:&lt;br /&gt;
Assim com a cultura beat, vemos que retomamos características culturais antigas, tal qual um ciclo. A que se deve isso? Como a cultura se reinventa apoiada nas culturas anteriores?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas pessoas dizem que o &lt;em&gt;Finnegans Wake,&lt;/em&gt; do James Joyce, é também sobre isso. Joyce por sua vez se inspirou em Giambattista Vico, que falou da história como uma eterna ressurreição dos mesmos padrões. E nem entremos em &lt;em&gt;O dia da Marmota&lt;/em&gt;, em Nietzsche ou em Samsara. A minha própria leitura de &lt;em&gt;Finnegans Wake&lt;/em&gt;, que vai fazer 15 anos em breve, é assim: nunca consegui ler mais do que umas dez páginas em sequência – é uma eterna ressurreição dentro do livro, ou de volta para fora do livro, seja lá o que for isto (aquilo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que é um jeito de olhar para o passado não bem como um círculo, mas como uma espiral. Como hoje quem produz para internet sabe, nada nunca se completa – então estamos sempre retomando, copiando conteúdo de servidores para cá e para lá, corrigindo, ajeitando – e nós somos, como pessoas, algo como a Wikipédia. Não existe uma autoridade definitiva que nos defina, nem dentro, nem fora, é tudo relação. Por que é assim? Eu nem afirmaria tão categoricamente que é assim, mas diria que podemos encarar as coisas dessa forma. A novidade é muito menos do que pensamos, é como se fosse um tempero numa vasta refeição requentada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como estamos falando em literatura, a "novel", o que chamamos em português muitas vezes de romance (eu mesmo quando traduzo me dói o coração), que é de onde vem a palavra "novela", vem de novo, novidade. Vem do frisson com entrar em contato com um conteúdo novo, apresentado de um jeito que nos surpreende. Ironicamente, o que chamamos de novela no Brasil é também isso, em termos da TV, mas essa coisa que se renova após uns meses, na verdade, no fundo, é sempre uma mesma fórmula com poucas alterações. Então aí novamente nós temos, na própria "novel", a forma literária por excelência da modernidade e talvez até hoje, o padrão de originalidade-que-vira-clichê-e-renasce-como-originalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os beats tinham seus heróis, explícitos ou implícitos: implicitamente eles tinham algo da decadência e purismo estético de Lord Byron e Oscar Wilde. Mais que isso, a noção de uma celebridade literária, onde a vida do artista vale mais como arte do que a própria obra. E explicitamente gente como Thoureau, Whitman, Dickinson, Blake.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="321" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/wilde4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Oscar Wilde: herói dos beats (Imagem: WikiCommons)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por um lado, pode ser que hajam ainda "movimentos literários", mas podemos estar mesmo vivendo uma ruptura onde literatura é um nicho cada vez mais irrelevante. Então, nesse sentido, a espiral pode se dissipar uma hora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rodolfo Viana pergunta:&lt;br /&gt;
O que seria contracultura hoje em dia, época em que temos a proliferação de múltiplas culturas em tempo real na internet?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois é, será que há espaço para cultura e contracultura hoje? Vivemos cada vez mais o nicho cultural, não uma "cultura" – nós caminhamos entre pessoas que vivem em mundos abstratos totalmente diversos dos nossos. E não era assim 50 anos atrás: as pessoas tinham papéis bem definidos e assemelhados até nas eventuais diferenças. Digo, elas normalmente tinham uma boa ideia de por onde, abstratamente, passava a cabeça do outro semana a semana, ano a ano. Hoje o nosso filho adolescente em casa está em Aldebarã enquanto nós estamos no Tânger. Há muito mais desconexão. Assim, não há suficiente homogeneidade para uma cultura, quanto mais para uma contracultura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, as forças do conservadorismo estão mais fortes do que nunca: assolados pelas ameaças (o que eles vem como ameaças), os ânimos se acirraram. Por conservadorismo estou falando de conservadorismo moral, ou seja, pessoas que são contra o divórcio, anticoncepcionais, legalização de drogas etc. Por outro lado as forças que defendem o liberalismo (moral) são tão fortes hoje em dia que não dá para falar mais em "contra" cultura, é pelo menos uma parte tão grande da cultura a ponto de já podermos simplesmente chamar de "cultura". É importante salientar que os direitos civis estão diretamente vinculados a essa disputa: os escravagistas eram os conservadores de duzentos anos atrás. Quando uma pessoa tem menos direitos por uma questão de gênero ou orientação sexual, isso também é uma questão de direitos civis. Transformar tudo isso em questões de direitos civis foi uma conquista da contracultura. Hoje essas disputas não morreram, então nesse sentido a contracultura não morreu.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=t7ELTmVRMKI:KojVOhNpuPs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=t7ELTmVRMKI:KojVOhNpuPs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=t7ELTmVRMKI:KojVOhNpuPs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=t7ELTmVRMKI:KojVOhNpuPs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/t7ELTmVRMKI" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-12-08T15:03:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/ciclos-e-contracultura</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">65e1cca7-d274-4648-b045-6c74787b7173</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/M2jB0fDR1E0/geracao-beat</link><title>Beatíficos: interesse renovado sobre a Geração Beat</title><description>&lt;p style="text-align: right; "&gt;&lt;em&gt;Ninguém sabe se fomos catalisadores ou inventores da coisa, &lt;br /&gt;
ou se apenas estávamos na crista de uma onda &lt;br /&gt;
que surgiu por si só. Creio que as três coisas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Allen Ginsberg&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após o lançamento de &lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1049402/"&gt;Howl&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; ano passado, teremos em 2012 mais dois filmes importantes sobre a Geração Beat (adaptações de dois livros de Jack Kerouac: &lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0337692/"&gt;On the Road&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1462411/"&gt;Big Sur&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;), e um quarto filme já programado para 2013 (&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1311071/"&gt;Kill Your Darlings&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, sobre a amizade entre Allen Ginsberg e Jack Kerouac). O que a Geração Beat ainda tem a dizer para as gerações XYZ, após a quinta ou a sexta pasteurização da contracultura, isto é, de sua sucessiva assimilação como cultura mainstream?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma colega de trabalho, com vinte e poucos anos, formada em publicidade numa universidade federal, nunca havia ouvido falar nos beats. Isso me surpreendeu um pouco, dada a vasta disponibilidade de traduções de bolso de textos bastante icônicos, como &lt;em&gt;On the Road&lt;/em&gt;, algumas vezes disponíveis até em supermercados. Outro amigo jovem, mais literário, me disse: “Ah, eles tem algo a ver com o movimento hippie.” De toda forma, ano que vem, pelos filmes a serem lançados, é possível que vejamos mais conversa sobre os beats por pelo menos algumas semanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/ginsberg1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Sim, Harry Potter será Ginsberg no cinema (Imagem: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas vezes, ao ler os beats, preciso me contextualizar: estamos falando de textos na sua maioria escritos nos anos 50 – e há um gigantesco abismo cultural entre, digamos, os EUA em 1957 e o lançamento do primeiro single dos Beatles cinco anos mais tarde, que dirá então nos doze anos que separam o lançamento de &lt;em&gt;On the Road&lt;/em&gt; e Woodstock. Hoje em dia podemos pensar que em poucos anos os celulares e a internet mudaram tudo, mas as mudanças daqueles anos, não tanto pela via tecnológica, mas da própria cultura agindo sobre a cultura, ainda repercutem forte, tanto na academia quanto na cultura popular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Allen Ginsberg, num artigo de 1982, resumiu assim os efeitos principais da Geração Beat: “liberação espiritual, ‘revolução’ ou ‘liberação’ sexuais, ou seja, liberação gay, de alguma forma catalisando a liberação da mulher, liberação negra, ativismo dos Panteras Negras; liberação do mundo quanto à censura; desmistificação ou descriminalização da cannabis e de outras drogas; transformação do rhythm and blues em rock’n’roll, que passa a ser visto como uma forma elevada de arte, como exemplificado pelos Beatles, Bob Dylan e outros músicos populares influenciados pelos trabalhos de poetas e escritores beat do fim dos anos 50 e início dos 60; disseminação da consciência ecológica, enfatizada claramente desde cedo por Gary Snyder e Michael McClure, com a noção de um ‘planeta limpo’; oposição à civilização militar-industrial, como enfatizado pelos escritos de Burroughs, Huncke, Ginsberg e Kerouac; atenção àquilo que Kerouac (através de Spengler) chamava de ‘uma segunda religiosidade’ a desenvolver-se dentro de uma civilização avançada; retorno a e apreço pela idiossincrasia em oposição a uma regulamentação do estado; respeito pela terra e pelos povos indígenas e pelos seres sencientes, como proclamado por Kerouac em seu slogan de &lt;em&gt;On the Road&lt;/em&gt;: ‘A Terra é coisa de índio’.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maioria desses itens, meio século depois das primeiras mudanças, ainda é objeto de engajamento contínuo até os dias de hoje: talvez apenas a questão da música esteja hoje, por um lado, completa e, por outro, infelizmente perdida – a música não tem mais a importância social que um dia teve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A questão ambiental nunca esteve mais viva, e mesmo hoje ainda há os que argumentam descaradamente que o impacto humano no mundo é relativamente irrelevante (para o mundo e para as pessoas). Da mesma forma, mesmo com as grandes conquistas no foro da liberdade sexual, ainda temos, aqui mesmo no Brasil, que nunca foi exatamente um paraíso do conservadorismo, um pai e um filho sendo surrados por serem tomados por um casal homossexual. O que Ginsberg chama de “civilização militar-industrial” nunca foi tanto o cerne econômico do mundo quanto hoje. A censura, por questões supostamente morais (o filme Howl é sobre o processo judicial do poema de Ginsberg, que foi a maior vitória para a liberdade de expressão, e isso num país que se orgulha de possuir “a primeira emenda” constitucional), ainda é forte em muitas regiões do mundo (principalmente na China e em países do oriente médio), mas ainda pior do que ela são as ameaças de censura e a restrição de direitos civis em nome da defesa dos direitos autorais (a terrível SOPA, em tramitação neste momento no Congresso Americano), que seguem constantes. A questão das drogas, por outro lado, saiu da esfera pessoal e se misturou completamente com a questão militar e da violência urbana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="335" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/beats_verdadeiros.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Kerouac, o editor e amigo Lucien Carr e Ginsberg cantando em um bar (Imagem: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais que tudo, é irônico que o Estado fosse o temido regulamentador que tolhia a expressão idiossincrática nos 50 e 60. A contracultura foi totalmente assimilada pelo novo regulador, o mercado, e a idiossincrasia se tornou a regra. Hoje em dia é quase o oposto: é muito igual querer ser diferente, e hipster, termo elogioso surgido com o jazz e o beat, se tornou marca de execrável afetação. É difícil analisar sobre quantas camadas de manipulação de autoimagem vivemos num mundo dominado pela publicidade. Aqui os beats foram deglutidos por Moloch (o monstro industrial-militarista, a corporação, o sistema, a máquina, do Uivo de Ginsberg) e se tornaram parte daquilo que combatiam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As críticas aos beats nos anos 50 eram embasadas em algumas besteiras sobre a conexão deles com a violência urbana – os beats intelectuais de classe média tinham como musas os degradados, os loucos e coitados, os negros, os mexicanos e árabes, os gays, os drogados e ladrões. Os beats foram, senão os inventores, os que começaram a fazer literatura com o &lt;a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Slumming"&gt;slumming&lt;/a&gt; (visitar favelas por turismo) e, portanto, naturalmente, se envolveram em alguns assassinatos, roubos, tráfico de drogas. Mas hoje, em perspectiva, vemos que era um envolvimento quase jornalístico, e não é essa mais a natureza da crítica – isso é até louvado como respeito pela diversidade. A crítica dos beats hoje ocorre pelo anacrônico politicamente incorreto (como Kerouac, no romance inter-racial &lt;em&gt;Os subterrâneos&lt;/em&gt;, por exemplo, trataria condescendentemente os negros), como se fosse possível já usufruir naquela época dos resultados e desdobramentos das poucas ações positivas e aberturas então possíveis nesse sentido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é claro, houve vítimas da Geração Beat, que por tudo de bom que fez, foi quem começou a glamorização das drogas – como se qualquer dopado de anfetamina fosse escrever tão bem quanto Kerouac. Eles foram muitas vezes vitimas de seu próprio hedonismo e joie de vivre – como muita gente que não tem a capacidade artística deles também foi. Gary Snyder, em uma entrevista de 2001, disse: “Kerouac também foi uma fatalidade. Houve muitas outras fatalidades que a maioria das pessoas nunca soube, mas que foram fatalidades genuínas. Por exemplo, nos anos 60, eu e Allen por um tempo estávamos quase recomendando publicamente que as pessoas tomassem ácido. Quando olho para isso agora, percebo que houve muitas fatalidades, muitas responsabilidades a serem reconhecidas.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De toda forma, esperemos que os novos filmes sobre a Geração Beat tragam repercussão sobre alguns dos aspectos positivos de um movimento crucial, e que o Brasil nunca chegou a viver. Aqui tivemos já no fim dos sessenta e pelos setenta alguns hippies esquisitos, extremamente politizados pela ditadura militar – nossa contracultura virou guerrilha e lidava com tortura, não apenas com uns entrevistadores maldosos em programas de TV. Nenhum grande problema com a politização (como se tivéssemos escolha), mas perdemos muito do aspecto vibrante e otimista, espiritual, que já vinha dos beat. Um maior contato com essa literatura poderia ainda talvez motivar esses aspectos. Esperemos que não descambe para o hipsterismo publicitário.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=M2jB0fDR1E0:H0b8JzHl-c8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=M2jB0fDR1E0:H0b8JzHl-c8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=M2jB0fDR1E0:H0b8JzHl-c8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=M2jB0fDR1E0:H0b8JzHl-c8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/M2jB0fDR1E0" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-12-08T14:45:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/geracao-beat</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">aafbb78f-d1f9-4d44-b77e-9b906bfbd57d</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/wZLF4S-YxmU/e-piegas-levar-a-namorada</link><title>Perguntas e respostas | É piegas levar a namorada para escolher um presente?</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;No começo desta semana, Veronica Gunther deu dicas de &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/veronica-gunther/artigos/roupa-de-presente-para-mulher"&gt;como escolher uma roupa para dar de presente à namorada&lt;/a&gt;. Agora, ela tira dúvidas de nossos leitores.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Godoy pergunta:&lt;br /&gt;
É muito piegas chamar a namorada para ir junto e ela própria escolher seu presente?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É como ir a um restaurante e o chef dizer que você terá que cozinhar sozinho. É um atalho preguiçoso e eu considero até de mau tom. A única situação que vejo isso como aceitável é se você quiser presenteá-la sem nenhum motivo. Não é uma data especial ou comemoração alguma, e durante um passeio você diz: "Pode escolher o que você quiser hoje e eu te dou de presente!" Aí se torna uma surpresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="500" height="228" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/tumblr_ldd60f5DqD1qe0eclo1_r4_500.gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A vida é doce para quem sabe surpreender a mulher (Imagem: Reprodução/IWDRM)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Felipe Cardoso Rosa pergunta:&lt;br /&gt;
Qual é a melhor hora para presentear a mulher? Durante um jantar? Na hora que acorda? Antes de dormir?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como disse Fred Fagundes no &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/multimidia/como-preparar-um-jantar-romantico-videocast2"&gt;video do jantar romântico&lt;/a&gt;,&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px; "&gt;"Isso é uma questão de feeling, camarada."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas de qualquer forma, prefira momentos mais reservados, quando vocês estejam a sós. Assim você poderá falar umas palavras bonitas sem ser interrompido, receber um belo beijo de agradecimento e finalizar com um "Experimenta que quero ver como fica!"&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=wZLF4S-YxmU:WrEjypvsQu0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=wZLF4S-YxmU:WrEjypvsQu0:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=wZLF4S-YxmU:WrEjypvsQu0:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=wZLF4S-YxmU:WrEjypvsQu0:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/wZLF4S-YxmU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-12-01T20:10:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/e-piegas-levar-a-namorada</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">b40f1331-402a-4329-ae09-99434e9b5a69</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/3emo7NQPYCU/roupa-de-presente-para-mulher</link><title>Como escolher uma roupa de presente para a sua garota</title><description>&lt;p&gt;Que nós mulheres adoramos ganhar presente, todo mundo sabe. Mas o que a gente gosta mesmo é quando o presente chega com aquele recadinho:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px; "&gt;"Tenho certeza que você vai ficar linda nele."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É bom saber que você de fato dedicou seu tempo pensando no presente ideal. Que ele não foi comprado aleatoriamente para cumprir a data (Natal, aniversários, dia dos namorados, etc). Este recadinho quer dizer que você ficou atento ao que a ela gosta, ao formato do corpo dela, pesquisou, olhou e refletiu de verdade: &lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Será que ela vai gostar?"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/bonequinha.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Imagine dar à sua bonequinha de luxo o que ela sempre quis (Imagem: Reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos caras não fazem isso e a namorada acaba se acostumando a sempre ter que voltar à loja para trocar o presente. Quando isso acontece, de vez em quando, ok. O problema é quando vira rotina e o presente já nem é mais surpresa. É esperado que a escolha tenha sido desleixada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E já que dezembro está aí, aqui vão algumas dicas para escolher uma roupa linda para ela passar o fim de ano com você, acertar em cheio e deixá-la ainda mais apaixonada.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Repare nela&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Antes de sair para o shopping, faça uma pesquisa. Aproveite quando ela estiver no banho para fuçar o armário dela:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Que tamanho ela usa de blusa, calça e vestido? Lembre-se de olhar em peças que ela vestiu recentemente.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Que cores ela gosta e usa mais?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Que cores você gosta nela?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Qual o estilo das roupas que ela usa? Mais romântica, mais moderna, mais clássica?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;De que marca são as roupas dela e quais marcas ela costuma comentar que gosta?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Qual a altura e peso dela?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Repare no corpo dela: o ombro é maior que o quadril? Ela tem cintura ou é mais reta? Pernas muito longas e tronco curtou ou ao contrário?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Existe algum tipo de peça que ela use sempre? Por exemplo: blusas com aquela manga até o cotovelo, blusas mais larguinhas na cintura, vestidos sempre na altura do joelho, calças com a barra mais justa... Se tiver, fique atento: deve ser uma escolha que ela fez pelo biótipo dela.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Aqui vale pedir ajuda para a melhor amiga dela. Ligue e pergunte aquilo que você não achou resposta. Peça indicações de lojas. Pergunte também o que ela odeia em roupas, pois vai que você escolhe bem aquela estampa de bolinhas que ela abomina e você nem sabia.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Antes de sair pro shopping&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Anote as respostas do item anterior num papel para não esquecer.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Leve no celular uma foto dela de corpo inteiro de frente e, se possível, de lado também. Se for uma foto de biquíni, ainda melhor. Ou leve as fotos impressas mesmo.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Procure um shopping que tenha as lojas que ela gosta ou vá àquele que ela costuma ir.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;Na hora da compra&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Vá direto para as lojas que você descobriu que ela curte. Assim você não fica perdido no shopping e nem acaba irritado. Caso você não tenha descoberto quais marcas ela gosta, ande um pouco e veja quais vitrines te lembram a moça. Prefira as lojas que você já conheça pelo nome.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Quando entrar na loja, vá direto pedir ajuda para uma vendedora mulher. Diga que quer uma roupa para a sua namorada, passe as informações que você tem, mostre a foto dela também e faça suas considerações: “Quero algo sexy” ou “quero algo verde” ou “quero algo curto” etc.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Prefira escolher entre blusas e vestidos. É mais fácil acertar pela questão do caimento. Calças costumam ser um problema. Já é difícil para a gente achar uma que fique bem, mesmo depois de experimentar milhares. Imagina então pra você acertar uma?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;A vendedora te trará mil opções e provavelmente as mais caras. Faça uma seleção daquilo que ela mostrou e também dê uma olhadinha naquilo que está nas araras. Depois de fazer essa pré-seleção, confira se os preços estão dentro do seu orçamento e olhe pensando naquelas perguntas da primeira etapa, referentes ao corpo e gosto da sua namorada.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Se a sua namorada tem muito peito e não usa nenhum tipo de roupa sem sutiã, nem sequer cogite dar algo que não possa ser usado sem sutiã. Se ela não tem cintura, escolha peças que marquem essa parte do corpo. Se ela for gordinha, pegue algo com mais decote. E se a dúvida for cruel demais, olhe em volta e veja se tem alguém (vendedora ou cliente) que tenha o corpo parecido com o da sua namorada e peça para ela experimentar a peça. Lembre-se de explicar a situação e ser educado ou a garota pode entender do jeito errado!&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Depois de tudo isso siga seu instinto. É sua única chance.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Na hora de dar o presente&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Não dê o presente de qualquer jeito, do tipo “toma, esse aqui é seu”. Conte pra ela a saga que você passou para achar o presente ideal, mostre como você se empenhou nessa busca, finalize com “espero que você goste, tenho certeza que você ficará linda nele” e dê um daqueles beijos bem delícia na amada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A questão é: você corre o risco de que ela não goste. Mas ela vai ficar nas nuvens só de ver o tamanho do carinho e esforço que você colocou naquela caixinha. E isso vale um sorriso lindo, seu e dela.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3emo7NQPYCU:5KK61Dz_sb4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3emo7NQPYCU:5KK61Dz_sb4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3emo7NQPYCU:5KK61Dz_sb4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=3emo7NQPYCU:5KK61Dz_sb4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/3emo7NQPYCU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-11-28T14:28:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/roupa-de-presente-para-mulher</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">09752900-1723-4976-8649-dadcf5ee97b9</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/aHb42phg3vs/mormaco-pele-queimada</link><title>Perguntas e respostas | Mormaço e pele queimada</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rodolfo Viana pergunta:&lt;br /&gt;
"Quais os procedimentos para quando, apesar do uso do protetor, a pele queima e fica vermelha?"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você se queimou, a primeira coisa é obviamente não se expor mais ao sol. E a segunda coisa é você hidratar bastante a sua pele com hidratantes corporais. Tem vários produtos no mercado que deixam uma sensação de refrescância, além de serem rapidamente absorvidos pela pele (ou seja, você não fica “melecado”). Use e abuse destes hidratantes, reaplicando sempre que possível. E eles também vão dar um pequeno alívio, mesmo que momentâneo, naquela sensação de ardência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="342" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/104105316.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Protetor solar antes, creme hidratante depois (Imagem: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fabio Bracht pergunta:&lt;br /&gt;
"Mesmo que eu não fique exposto ao sol (digamos que eu me posicione sob um guarda-sol ou na sombra de uma árvore) devo usar protetor solar?"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim, porque o que queima a nossa pele não é o calor do sol, mas os raios UV. Estes raios são refletidos pelo chão e pelos objetos que estão em sua volta. Assim, mesmo que você esteja embaixo de um guarda-sol, os raios UV vão refletir na areia da praia e atingir a sua pele quase na mesma intensidade do que se você estivesse exposto diretamente ao sol. É aquela história de que mormaço também queima.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=aHb42phg3vs:zbLny3Ivxq8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=aHb42phg3vs:zbLny3Ivxq8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=aHb42phg3vs:zbLny3Ivxq8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=aHb42phg3vs:zbLny3Ivxq8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/aHb42phg3vs" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-11-24T15:14:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/mormaco-pele-queimada</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">a8a7b61d-5e87-4e38-8833-875a8d11c6ca</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/35benRczcYc/faca-do-sol-um-amigo</link><title>Faça do sol um amigo</title><description>&lt;p&gt;Estamos entrando no verão e todos já estão fazendo planos para as férias na praia. Portanto, lembre-se: a exposição ao sol requer vários cuidados para que você não fique parecendo um “camarão”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="315" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/solsol.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Tenha o sol nas suas mãos, e não nas marcas vermelhas pelo corpo (Foto ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Prefira se expor ao sol antes das 10:00 ou depois das 16:00. Nestes horários a incidência de raios UV (que são aqueles que agridem a sua pele) é menor.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Sempre use um protetor solar. Não se esqueça de reaplicá-lo a cada 3 ou 4 horas. Lembre-se de verificar se o seu protetor sai com a água – e se for este o caso, reaplique-o sempre que sair do mar ou da piscina.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Quando não estiver na água, use boné, chapéu, quepe ou algo que proteja os cabelos dos raios UV. Existem cremes específicos com filtros que você deve aplicar nos cabelos antes da exposição ao sol, exatamente como um protetor solar.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Para escolher o protetor solar correto, veja o fator de proteção solar (FPS) da embalagem. Um protetor com FPS 30 significa que, sob um sol que deixaria sua pele vermelha em 1 minuto, você pode ficar 30 minutos antes da sua pele se avermelhar. De maneira geral, quanto mais branca a sua pele, maior o FPS que você deve usar. Há uma equação: &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: center; "&gt;quantidade de minutos até a pele ficar vermelha sem o protetor solar&lt;br /&gt;
X &lt;br /&gt;
índice de FPS &lt;br /&gt;
= &lt;br /&gt;
tempo máximo de exposição ao sol&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Pessoas de pele morena (mesmo as muito morenas) também têm que usar protetor solar.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Também existem diferenças na forma de aplicação: há cremes, géis e aerossóis. Use aquele que você preferir, já que todas as formas têm a mesma eficácia. Eu só recomendo que pessoas de pele oleosa prefiram a forma gel ou aerossol, pois elas são formas de aplicação menos oleosas que o creme.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Gostaram? Vocês têm mais alguma dúvida que eu possa responder?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até a próxima,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fred&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=35benRczcYc:mDiQ6R6D83s:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=35benRczcYc:mDiQ6R6D83s:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=35benRczcYc:mDiQ6R6D83s:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=35benRczcYc:mDiQ6R6D83s:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/35benRczcYc" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-11-22T14:57:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/faca-do-sol-um-amigo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">2fae979c-5883-424b-b456-6d200fa55234</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/z7IrIW5YxEc/toda-culpa-e-desnecessaria</link><title>Toda culpa é desnecessária</title><description>&lt;p&gt;À maioria de nossos erros adicionamos uma camada contraproducente: culpa. Neste breve texto, vou tentar mostrar como o processo de culpar e de se sentir culpado, além de desnecessário, aumenta as chances de derraparmos de novo, seja num erro de trabalho, num vacilo com a namorada ou numa confusão com os amigos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Identificação e repetição&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se surge culpa, isso significa que ainda nos identificamos com os padrões que geraram sofrimento de qualquer tipo, para nós ou para os outros. Se dizemos "Eu fiz aquilo", é bem provável que o movimento negativo retorne, já que o padrão ainda está presente, camuflado por um fator compensador, um auto-flagelo, uma dor na consciência.  Pode observar: &lt;strong&gt;as pessoas que mais sentem culpa são as que mais seguem se enrolando em complicações&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A face que se culpa é exatamente aquela que causou o problema. Se ela está presente, a identidade, o padrão, a estrutura negativa está presente. Eu já vi mais de uma pessoa se sentindo culpada, se descrevendo assim à noite, e repetindo o erro no dia seguinte. É um mecanismo que se retroalimenta: eu causo problemas e tento me punir ao me sentir mal, me depreciar ("Eu não presto mesmo") e listar mil promessas ("Nunca mais vou...").&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O melhor é não se identificar. Entender que os erros aconteceram porque estávamos sendo movidos, arrastados, operando sob condições, em uma posição pouco favorável. É como se o cara chegasse na mulher para quem gritou na noite passada e dissesse: &lt;strong&gt;"Foi a raiva, não fui eu"&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="292" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/earl2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;(Fonte: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Ringue&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Culpar o outro (ou a si mesmo) cria um ringue: de um lado, pode surgir impulsos de vingança, raiva, revolta, superioridade; de outro, surge desânimo, sensação de débito, humilhação. Sofrimentos coemergentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em vez de atacar e deixar ser atacado, o melhor seria se unir ao outro para superar a verdadeira origem do problema, que é sempre alguma perturbação, algum engano, algum desencontro. Não há pessoas essencialmente malignas, não há demônios, não há inimigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O melhor é não colocar o outro no ringue, não culpar. E igualmente não deixar que o outro nos coloque no ringue: não se sentir culpado. Se o outro vem atacando, apontando o dedo, podemos nos aproximar dele, olhar na mesma direção e apontar juntos para o verdadeiro vilão: a confusão, a emoção, o equívoco, as condições sob as quais estávamos operando. Livres daquilo, reconhecemos que todos eventualmente se tornam vítimas dessas confusões. E pedimos ajuda: "Veja, eu cai nisso, e foi ruim para todos. Melhor se não mais cairmos nisso, né?".&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Responsabilidade&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não culpar não significa deixar de assumir a responsabilidade&lt;/strong&gt; ou não se arrepender. Pelo contrário, não culpar é o único jeito de assumir a responsabilidade. Ora, normalmente não assumimos a responsabilidade e justamente por isso nos culpamos e culpamos os outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assumir a responsabilidade é, antes de tudo, como diz Humberto Maturana, assumir responsabilidade por nossa responsabilidade: reconhecer a liberdade e a autonomia que temos a cada minuto. Uma pessoa que se culpa não reconhece sua liberdade de fazer diferente, caso contrário perceberia que agiu sob alguma espécie de confusão no passado, que, por ser detectada, não mais a comanda. Aquele que errou é visto como um outro, externamente, sem identificação, como se fosse o outro que lembramos de um sonho ou um personagem de um filme. E é esse personagem que sente culpa. Se não nos identificamos com aquele que causou problemas, não nos sentimos culpados. E só fazemos isso quando assumimos responsabilidade pelo que somos, ou seja, pela liberdade que se perdeu no momento da complicação.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Não culpar, não se culpar&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O melhor jeito de não repetir um enrosco é entender o mecanismo que a gerou. Se entendemos isso, não mais no sentimos culpados, pois sabemos que aquilo aconteceu por tais e tais causas e condições, não porque somos uns imbecis, porque somos ruins, negativos, estúpidos, ridículos, patéticos (como uma pessoa culpada se descreve). Dessa postura, brota apenas um reconhecimento, às vezes até até acompanhado de um sorriso de alívio, perplexidade e bom ânimo.  &lt;strong&gt;E a pessoa segue.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É como ver a chuva e saber que está tudo OK: está chovendo porque isso acontece assim e assim. Olhamos e entendemos, sem se debater ou lutar contra, sem reclamar. Olhamos e até sabemos o que fazer quando chove. E depois, quando está Sol, não ficamos lembrando de como foi horrível quando choveu. Apenas nos levantamos e deixamos o Sol bater na cara.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os obstáculos, padrões, hábitos, emoções e estruturas negativas que manifestamos não são nossas propriedades, são apenas posições. É como a generosidade, a paciência, a alegria... Nada disso sou eu, mas posso me movimentar com essas inteligências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, quando agimos sob condições e padrões negativos, não nos culpamos quando tudo vai mal, apenas observamos e fazemos o voto silencioso de não cair ali novamente.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Ciclo ético&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Uma pessoa que erra e não se culpa está bem mais livre para agir de modo mais positivo e responsável no dia seguinte. Não porque ela focou em não se culpar (isso é apenas consequência), mas porque ela entendeu que agiu de modo confuso ou que a confusão simplesmente aconteceu, afinal não podemos ser tão autocentrados a ponto de achar que somos a única causa do problema. Ela reconhece que é responsável por suas experiências e começa a se relacionar com a liberdade dos outros de construir suas próprias experiências. Assim, ela entende melhor o mundo dos outros – o fato de que eles igualmente constroem experiências e vivem em outras realidades. Resultado: ela procura evitar causar sofrimento e confusão para eles, pois sabe bem como isso é ruim para ela e como acontece o mesmo com os outros. Enfim, não sentir culpa ajuda a criar esse ciclo ético.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, a pessoa livre da culpa entende que todas as aflições são impessoais. Então ela para de culpar os outros. Mesmo em casos extremos, como, por exemplo, a morte de um filho, ela sabe que o assassino agiu com alguma espécie de cegueira. Ainda que seja importante prendê-lo, ela sabe que não adianta culpá-lo. Que se há um inimigo, é a cegueira, a ignorância, a raiva, a confusão que fez alguém assassinar seu filho. Isso não significa que ela não sofra, claro, e que não surjam pensamentos de indignação e revolta: "Que absurdo, esse cara é um monstro!". Significa apenas que a culpa é desnecessária e que se reagirmos a esses pensamentos, reproduziremos o mesmo processo que, dia a dia, causa a morte de nossos filhos.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=z7IrIW5YxEc:yOUKKt6lHNo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=z7IrIW5YxEc:yOUKKt6lHNo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=z7IrIW5YxEc:yOUKKt6lHNo:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=z7IrIW5YxEc:yOUKKt6lHNo:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/z7IrIW5YxEc" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-11-16T12:51:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/toda-culpa-e-desnecessaria</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">5a6fc08d-6e92-4a72-8c5c-966c8d1a4eb1</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/KRd3mLbGXIM/como-sair-da-escuridao</link><title>Perguntas e respostas | Como sair da escuridão</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Elizabeth Filippetto pergunta:&lt;br /&gt;
Como transformar conhecimento em sabedoria?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que nossa visão usual é que de fato haja “duas dimensões” do conhecimento, uma mais empírica e outra mais teórica – talvez esses sejam bons termos “gerais” para o que popularmente distinguimos. A sabedoria algo mais “vivido” e talvez até místico ou espiritual e o conhecimento algo mais livresco, ligado a informações, engenharia. Na raiz das palavras e no nosso uso cotidiano pode realmente haver uma distinção, mas em teoria do conhecimento, um ramo da filosofia normalmente conhecido como “epistemologia”, normalmente não se faz distinção. Conhecer e saber são igualmente deter uma crença (um juízo, mais formalmente falando) e dispor de um critério para avaliar a relação dessa crença com a realidade – o quão forte precisa ser esse critério e quais são as características suficientes e necessárias para se configurar algum nível de certeza, bom, daí temos a produção intelectual ocidental de 2500 anos e outras (a tibetana ou iorubá, por exemplo) discutindo isso em exaustivo detalhe, sem grandes progressos, mas de certa forma configurando, no uso que fazemos da ciência ou nos tribunais, por exemplo, critérios práticos relativamente suficientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No que diz respeito ao gerenciamento de ignorância ou heurística, o que ocorre é uma experimentação com critérios, a pessoa examina o problema e desenvolve marcos que indicam o que pode ser uma aproximação cada vez melhor ao problema. Algumas vezes é preciso recomeçar do zero, porque começamos a desconfiar que alguma fundação de nosso enfoque do problema pode estar equivocada, após persistência em vários desenvolvimentos dessa visão não renderem bons resultados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tentando voltar a questão, os métodos heurísticos operam a transformação de meras informações em conhecimento, ou algum conhecimento, isto é, no uso que podemos fazer delas para obter mais informações ou resolver o problema. Normalmente dizemos que uma pessoa é sábia porque, falando mundanamente, ela não precisa de tanto esforço e tempo para chegar num resultado relativamente bom perante um problema especifico – ela já tem um vasto arcabouço tanto de informações quanto métodos heurísticos, e uma mente flexível e experiente o bastante para reconhecer padrões e problemas velhos e já resolvidos, e o que se apresenta como um problema realmente novo. Pode-se dizer que descobrir um problema novo é quase uma conquista tão grande quanto a solução de um problema velho considerado insolúvel. Assim, se alegrar diante de um problema realmente novo pode ser um indício de sabedoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="342" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/102769959.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gustavo Gitti pergunta:&lt;br /&gt;
Métodos de heurística: como aprender a aprender. Quais opções temos pra avançar nisso?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Definir heurística precisamente é difícil, da mesma forma que definir os critérios suficientes e necessários do conhecimento é difícil. Porém se pode dizer que envolve repetidos experimentos, e o desenvolvimento de critérios (como na brincadeira de achar objetos “tá quente, tá quente, tá frio, quente, quente... achou”), esses critérios são também heuristicamente definidos, por isso também heurística é difícil de definir, ela é “supersimétrica”, ela inclui em si mesma “meta-heurística”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos nós usamos heurística, mas alguns de nós parecem ser particularmente aguçados nisso. E na verdade, nós até gostamos de assistir pessoas investigativas como o Dr. House e Sherlock Holmes – o que nos diz duas coisas: nós temos certa medida do prazer que é a conquista do conhecimento, o solucionar problemas, desafios. Por outro lado, também mostra o quão somos preguiçosos, especialmente naquelas histórias em que é complicado demais que façamos parte da “equipe” do investigador, e simplesmente nos maravilhamos com sua inteligência quando ele apresenta os resultados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parte do que é ser um pai ou professor é compartilhar heurística, pensar juntos. Creio que essa é a proposta “construtivista” do ensino, que muitas vezes é tão distorcida. E a má notícia é que pode realmente haver alguma grande diferença em treinar heurística desde crianças e começar depois de adulto. Com certeza, alguma vantagem haverá no treinamento em heurística, em qualquer idade, mas parece ser realmente uma perspectiva que se enraíza ao longo de anos, e depois de velhos parece que não temos tanto tempo para treinamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma constatação terrível é a de que a educação formal no mais das vezes não só não treina a heurística, como muitas vezes a abafa de várias formas quase totalitárias. Para muitas pessoas, treinar em heurística envolve abandonar padrões educacionais voltados ao “estudo”, o ato de absorver informações sobre um tema, ou até mesmo fazer exercícios completamente fora de contexto. Isso ocorreu pela natural massificação do ensino: ao querer prover educação para o maior número de pessoas, naturalmente há menos tratamento individual. E para a heurística funcionar, não só o desenvolvimento das tentativas de solução, como também o próprio problema, precisa ser diretamente relacionado com a pessoa – isto é, não existe heurística sem uma motivação pessoal. Algumas pessoas conseguem se engajar facilmente com finalidades mais globais ou genéricas, e assim funcionam relativamente bem em grupos grandes e salas de aula. Por outro lado há outras pessoas que precisam aprender a traçar seus próprios padrões de problema-solução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro ponto da heurística é então a motivação, que a pessoa precisa conectar por si mesma. Estando motivada, naturalmente surge perseverança – isto é, abandonamos certa preguiça de pensar. No início podemos ser muito exigentes e talvez seja difícil encontrar um interesse verdadeiro, mas com o tempo e o desenvolvimento contínuo do engajamento no desenvolvimento de critérios cada vez melhores, as áreas de ignorância tendem a começar a parecer mais zonas de riqueza do que fardos. Enfim, temos alguns padrões para lidar com dificuldades renitentes, lugares onde ficamos empacados: uma delas é simplesmente abandonar o problema por algumas horas ou dias, dormir bem e pensar em outras coisas. Algumas vezes, durante esse período, surge uma epifania qualquer e o problema está rapidamente solucionado. E, se isso não acontecer, podemos voltar ao problema tão renovados que perdemos alguns hábitos ruins que não havíamos identificado, e ao lidar um pouco mais com o problema, o resolvemos rapidamente. Outra maneira de trabalhar é alternando dois problemas que tenham algumas questões relacionadas, e ainda outro método heurístico excelente é parar e explicar o problema para outra pessoa. Desde que ela esteja disposta a ouvir e entender, ela pode estar ou não disposta a se engajar na solução, mas o mero fato de você explicar o problema para outra pessoa já clarifica para você mesmo muitos dos elementos que não estavam necessariamente claros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez isso soe muito matemático, e de fato, enquanto escrevia isso, lembrava-me de problemas de programação que me tiraram dias de sono, ou questões de tradução que mesmo com a internet algumas vezes levamos horas para encontrar a expressão certeira. Mas isso com certeza se aplica a qualquer questão, e também as questões interpessoais. De fato, no caso das questões interpessoais eu naturalmente incluiria meditação (refino epistêmico através de imobilidade corporal e o continuo deliberado estabilizar da mente) e o desenvolvimento contínuo da empatia. Há boas evidências científicas de que esses treinamentos melhoram a leitura de microexpressões corporais, e ajudam de forma geral a entender melhor o estado emocional do outro, e desenvolver uma “teoria de mente” (como inferimos que a mente do outro está operando) bem mais sofisticada. Com questões não humanas (como problemas de programação, que algumas vezes, na interface por exemplo, podem ter na verdade sutis questões humanas embutidas) esses métodos possivelmente também ajudam, ao impedir que tenhamos tanta raiva de nós mesmos (muito comum quando estamos pensando nas mesmas 10 linhas de código por várias horas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="655" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/CC000597.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Métodos de desvelar nossa ignorância. Como fazer isso na prática, pra valer, pra sair do discursinho "Só sei que nada sei"?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O “só sei que nada sei” do Sócrates parece ter sido muito mais focado ironicamente no outro do que nele mesmo. Enquanto ele dizia que não sabia, ele ia destruindo a certeza alheia. Na medida em que ele foi levado ao suicídio por ser tão chato, podemos dizer que não deu tão certo assim. Porém, existe uma forma não violenta de fazer o outro reconhecer o quanto seus critérios são fajutos. E sim, é preciso entender que simplesmente ignorar algo não é tão danoso, mas achar que se sabe algo que não se sabe, isso sim é Ignorância Perniciosa (e sim, com maiúsculas místicas). Então com esse enfoque não de destruir o outro, mas de sutilmente o fazer reconhecer, como que por si só (isto é, que ele não perceba de forma alguma que em qualquer sentido através de você) que o que ele tomava como certo está errado, essa é a tarefa suprema da heurística. E veja só, como se treina nisso? Desafiando os próprios critérios com a mesma obstinada sagacidade. O autoengano e a desonestidade não são só prejudiciais a nós mesmos e aos que nos cercam e são afetados diretamente por nossas ações, mas atingem todo o tecido do uso da cognição e produzem ondas de resultados pelos séculos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquilo que não foi explorado, aquela ignorância pequena da nossa indiferença ou preguiça, deve se tornar cada vez mais um objeto de interesse. No momento em que, ao se desvelar para nós o quão pouco realmente sabíamos do que achávamos que entendíamos muito bem, e não ocorre desespero ou desânimo, mas sim a emoção de alguém que ganhou milhões na loteria, aí podemos dizer que começa a aplicação no conhecimento. Então um critério bom para a heurística, de forma geral, é fome pelo desconhecido. Se esse tesão está presente, e não há descanso perante o que se pode conhecer da diversidade cultural, humana, biológica e física – e essencialmente da própria mente – aí há chance de desenvolver abertura, e assim usufruir a riqueza natural da gama infinita de possibilidades.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KRd3mLbGXIM:auEJAGbecXY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KRd3mLbGXIM:auEJAGbecXY:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KRd3mLbGXIM:auEJAGbecXY:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=KRd3mLbGXIM:auEJAGbecXY:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/KRd3mLbGXIM" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-11-10T15:07:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/como-sair-da-escuridao</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">365fdb2b-e526-4942-b220-826849178137</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/rS2tostkKFc/gerenciamento-da-ignorancia</link><title>Gerenciamento da ignorância</title><description>&lt;p&gt;Especula-se que até alguns séculos depois de Aristóteles era possível que um único ser humano detivesse todo o conhecimento relevante produzido pelos esforços conjuntos da humanidade — talvez o primeiro a suspeitar não ser possível se inteirar de tudo que foi escrito ou deter o conhecimento relativamente bom de todas as áreas então em voga tenha sido, muito mais recentemente, algum iluminista, ou quiçá um polímata do renascimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje cada um de nós está diante de uma máquina, um objeto discreto e finito, totalmente produzido pelo esforço humano, que ninguém será capaz de entender completamente. Um funcionário da equipe do Android, Jean-Baptiste Queru, escreveu um texto no Google+, “&lt;a target="_blank" href="https://plus.google.com/u/0/112218872649456413744/posts/dfydM2Cnepe"&gt;Dizzying but invisible depth&lt;/a&gt;” (“Profundidade estonteante ainda que invisível”), em que descreve todas as camadas de engenharia complexa (“impossíveis de serem completamente dominadas por uma única empresa”) que possibilita a alguém fazer uma busca no Google. No final essa profundidade entra em loop, porque computadores igualmente complexos estão sendo usados para desenhar os microprocessadores dos novos computadores, e possivelmente nem mesmo os engenheiros eletrônicos precisam entender completamente todos os níveis dos circuitos que emendam em trilhas de silício dopado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maioria de nós não se incomoda com essa vasta ignorância, e talvez se incomodar realmente fosse patológico, já que se trata de uma impossibilidade. As pessoas que nasceram sob a égide do digital muitas vezes já desenvolveram &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Heur%C3%ADstica"&gt;heurísticas&lt;/a&gt; para gerenciar a própria ignorância, pelo menos no que diz respeito aos gadgets. Isto é, baseadas em experiências anteriores, fazem algumas tentativas e aos poucos descobrem funcionalidades novas. E quem projeta interfaces estuda exatamente como se aproveitar dessas heurísticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="212" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/google.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Hoje o Google homenageia Marie Curie, ganhadora de dois prêmios Nobel na época em que pouco sabíamos do tamanho de nossa ignorância&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui há uma mudança de paradigma que ainda está em andamento: alguns softwares mais complexos são ensinados em “cursos” – esses cursos usam as técnicas comuns do ensino tradicional, apresentando exemplos de como o software pode ser utilizado; algumas atividades mais complexas podem ser descritas sequencialmente num tutorial, e assim por diante. Mas cada vez mais mergulhamos numa padronização das heurísticas e interfaces, e cada vez mais uma coisa que aprendemos num lugar será naturalmente útil noutro lugar: o software bom é o que é “intuitivo”, e o software intuitivo é o que reaproveita heurísticas que darwinianamente conseguem se “adaptar” e sobreviver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses dois enfoques, o da aquisição de um conhecimento de forma programada e progressiva e o do gerenciamento da ignorância (que talvez não seja equivocado chamar simples e propriamente de “heurística”) dizem respeito a todos os âmbitos cognitivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito interpessoal, por exemplo – seja o flerte ou o RH – o que podemos saber sobre o outro é tão importante quanto o que vamos ignorar. Num mundo onde há crescente disponibilidade de informação também as pessoas se tornam mais assimétricas e diversas. No passado sempre partilhávamos alguma fofoca sobre nosso âmbito comum, e na era de comunicação de massa sempre tínhamos coisas como personagens de TV, times de futebol ou notícias de âmbito nacional com que começar nossos protocolos conversacionais. Nossas referências comuns, porém, estão ficando cada vez mais segmentadas, e verificar o quanto alguém gosta ou entende de algo, e o que isso quer dizer para a pessoa, e como podemos usar isso ou estabelecer uma conexão, está mais difícil. Mas, como nos computadores, não precisamos saber&lt;em&gt; muito&lt;/em&gt; sobre a pessoa, precisamos apenas saber o suficiente para construir um vínculo, que então será aprofundado em certas instâncias ou não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O próprio Google tem feito grandes esforços para depurar sua interface de RH: de umas 30 etapas de entrevistas que antes eram necessárias, eles conseguiram uma redução para umas 10, através de mudanças na heurística. O problema de empresas extremamente inovadoras é encontrar pessoas com a combinação correta de dinamismo e criatividade. Em outras palavras, empresas que vendem o que você ainda nem sabe que quer não podem definir suas próprias necessidades muito precisamente. Elas precisam gerenciar o que atualmente é “invisível”, a vasta gama de possibilidades inexploradas – as áreas de ignorância são a mina de onde se extrai o ouro da novidade. E contratar se torna cada vez mais uma questão epistemológica na qual a heurística é usada tanto no entender para onde a empresa vai quanto para entender que perfil ela precisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas vezes saber algo é exatamente o que nos torna cegos perante outras possibilidades: o fascínio com uma peculiaridade nos deixa cego perante outras. Não conseguimos colocar atenção sobre duas coisas ao mesmo tempo. Portanto parece claro que o desenvolvimento de heurísticas é muito mais proveitoso do que meramente obter conhecimento ou até mesmo usar o que já se sabe. E isso se intensifica quando a quantidade de informação facilmente disponível cresce exponencialmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/14-Peter-Sellers-walks-on-water-in-the-closing-scene-of-Being-There-528x297.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Fazemos isso o tempo todo! (Peter Sellers em "Muito além do jardim", 1979)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os últimos médicos com que consultei, por exemplo, tinham a mesma queixa: os pacientes já vinham munidos de várias informações específicas retiradas da internet. Um hipocondríaco no séc. XVIII talvez não tivesse muito acesso a livros de medicina, e certamente não tinha acesso ao seriado &lt;em&gt;House&lt;/em&gt;. Também por isso nossa ignorância hoje pode já vir munida de um vasto arcabouço conceitual. Saber avaliar o quanto realmente sabemos ou o que os outros sabem é tarefa algumas vezes impossível para uma só pessoa: para verificar um médico é necessário consultar outro médico, uma vez que você não vai cursar medicina para ter sua segunda opinião. Do lado positivo, doentes crônicos podem mesmo acabar entendendo suas doenças quase tão bem quanto seus médicos. De qualquer forma, estar ciente do que é ignorado (por você, pelo médico, pela comunidade científica) e como essa ignorância pode ser abordada é a heurística crucial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em todos os casos, você não vai ser capaz de entender todas as peculiaridades da condição humana, e nem mesmo de sua condição particular atual. Se estiver atento ao que não é sabido, uma inteligência heurística prática e natural (o que fazer em seguida) pode vir a brotar. &lt;strong&gt;No fim das contas, inteligência &lt;em&gt;é&lt;/em&gt; heurística&lt;/strong&gt;: ensinar ou depurar a própria capacidade de aprender é o sonho pedagógico, mas o que ocorre no mais das vezes são exercícios e conteúdos. O computador, por outro lado, naturalmente nos ensina a aprender. No uso de um software novo, não “sabemos o que estamos fazendo”, mas temos uma ideia de onde podemos ir clicando a fim de verificar as possibilidades. Quando simplesmente nos focamos nas informações de que dispomos e tentamos estabelecer um controle da situação, possivelmente nos estressamos e nos “bloqueamos”. É por isso que quando vamos ensinar um idoso a fazer alguma coisa no computador, muitas vezes ele começa a fazer um tutorial para si próprio, uma lista de passos: ele não domina a heurística.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num mundo onde cada vez mais a intersubjetividade lida com diferença e assimetria – cada vez mais não estamos imersos em abstrações partilhadas. A cultura hoje é essencialmente a cultura de nicho, na qual as pessoas com quem temos contato pessoal muitas vezes estão em mundos mentais muito mais “invisíveis” para nós do que os mundos mentais que partilhamos com nossa rede social. Isso é óbvio, uma vez que nossa ligação com as pessoas no mundo abstrato é muito mais voluntária (circulo, excluo, filtro) do que a do cotidiano corporificado, no qual somos muito mais levados pelas contingências. Em outras palavras, o que você compartilha comigo é o que cria minha afinidade com você, e cada vez mais sabemos menos sobre o outro corporificado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma digressão possível aqui é que isso leve eventualmente a uma espécie de autismo, no qual paulatinamente não conseguimos ler os sinais tácitos, os &lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Proteans_(body_language)"&gt;protean&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, dos outros, até que desenvolvemos “cegueira mental” (a incapacidade de desenvolver uma teoria de como a mente do outro opera). Dá para imaginar que em certos âmbitos e culturas tanto a empatia quanto a capacidade de inconscientemente reagir aos &lt;em&gt;proteans&lt;/em&gt; sejam ou tenham sido bem mais aguçados do que os nossos. Porém, não caiamos numa crítica da cultura digital: onde certas habilidades podem se atrofiar, outras podem se desenvolver. Em todo caso, aumento de diversidade é sempre uma boa notícia, biologicamente falando, e parece fácil entender como isso também é assim nos âmbitos social e cultural. Numa piscina de informação relacionada e relativamente homogênea, é possível “aprender”, adquirir conhecimentos. Com o aumento da diversidade, torna-se maior a importância do segundo modo, o heurístico, o que se embasa na honestidade implacável e numa brincalhona curiosidade com relação ao ignorado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="314" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/ignorancia.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Às vezes, mais importante do que saber é conseguir navegar pelo que não sabemos (foto: Thinkstock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A socrática virtude do reconhecimento da própria ignorância (no caso do filósofo, se formos maldosos, ela podia mesmo ser só um jeito de ficar apontando para os outros o que eles mesmos não sabiam, e assim ser um grande chato) é uma qualidade verdadeiramente sublime, por razões que tentei deixar claro. Não só ela é uma espécie de humildade, e isso é óbvio e também louvável, mas é principalmente um estado de abertura perante a sabedoria, ou como talvez esteja implícito no &lt;em&gt;daimon&lt;/em&gt; socrático, &lt;em&gt;a própria sabedoria&lt;/em&gt;. Essa honestidade para consigo mesmo que derrota todo o autoengano é o que propriamente podemos chamar de conquista ou realização espiritual: uma ausência de preconceito extrema, inexpugnável, absolutamente livre de fixações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que normalmente fazemos, pelo contrário, é nos iludir quanto ao nosso domínio da situação. Quando “quebramos a cara”, esse é o momento de avaliar o quanto de fé cega estávamos colocando em informação imperfeita: quão pouco conhecíamos nossa ignorância.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Como você gerencia sua ignorância?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Aproveite o espaço de comentários para contar como tem reconhecido e gerenciado sua ignorância. Em que pontos tem dificuldades? Quando já quebrou a cara? Quais seus processos heurísticos? Como você aprende a aprender? O que faz para navegar em um mundo de desconhecimentos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quinta-feira volto para responder e comentar as perguntas que surgirem. Abraço!&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rS2tostkKFc:MSzWi-fOhDQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rS2tostkKFc:MSzWi-fOhDQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rS2tostkKFc:MSzWi-fOhDQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=rS2tostkKFc:MSzWi-fOhDQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/rS2tostkKFc" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-11-06T19:29:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/gerenciamento-da-ignorancia</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">ba03d609-ce48-4d32-816f-e4b5ac559f9c</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/PZ2I1ixaOm0/sungas-ternos</link><title>Perguntas e respostas | Sungão e terno</title><description>&lt;p&gt;Em seu último artigo, Veronica Gunther tratou de &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/veronica-gunther/artigos/moda-verao"&gt;como se vestir bem no calor&lt;/a&gt;, sem cair na cafonice. Agora, ela tira dúvidas de nossos leitores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lisandro Castro pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tem alguma recomendação sobre o uso de sungas e shorts na praia?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na praia, tudo depende da sua forma física e coragem. Com a academia em dia, prefira uma sunga do tipo boxer, não importa se você é alto ou baixo. Cores clássicas como preto, vermelho, verde e azul marinho são melhores. Sem estampa, então, são ideais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem estiver acima do peso ou não gostar de sunga só resta a outra opção: bermuda. Deve ser um pouco acima do joelho para os homens com menos de 1,70m e sem muitos detalhes de bolsos ou estampas. Para os altos, o tamanho é opcional. Lembrando que o tecido deve ser impermeável e de secagem rápida, sempre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="342" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/89651589.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Mesmo que você não seja do surf, prefira tecidos impermeáveis (Foto: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pedro Sousa pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Um problema que sempre tenho é ir em eventos formais no calor. O que sugere para fugir do terno e gravata?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evento requer terno e gravata, você não tem pra onde fugir. As opções são recorrer aos atributos de tecido e cor ou usar ternos sem forro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ternos de algodão ou linho são mais leves, porém menos formais e exigem atenção. Estes tecidos amassam com facilidade e, convenhamos, um homem com o terno inteiro amassado não é positivo. Uma camisa de algodão e uma regata de algodão por baixo também ajudarão a aliviar o calor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a cor, procure ternos de cores claras como bege, cinza e azulados. O mesmo para as camisas, brancas de preferência. Deixe as cores escuras para os acessórios: gravata, cinto e sapato.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=PZ2I1ixaOm0:oMlIn-iKk4w:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=PZ2I1ixaOm0:oMlIn-iKk4w:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=PZ2I1ixaOm0:oMlIn-iKk4w:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=PZ2I1ixaOm0:oMlIn-iKk4w:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/PZ2I1ixaOm0" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-11-03T16:24:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/sungas-ternos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">545e225a-2283-4553-ae5f-bc5db85bb7e6</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/iZO9p9oaEHs/moda-verao</link><title>Como se vestir bem no calor</title><description>&lt;p&gt;Homens + roupa + verão. Eis a combinação perfeita para um desastre. A desculpa é que o calor impede que os homens se vistam bem. Ao ponto que a única combinação possível é o aterrorizante trio regata, bermuda e chinelo velho. Pior ainda quando é tênis de academia. Se o evento é informal, não importa qual tipo de evento seja, 90% das vezes essa é a roupa escolhida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você pode sim se vestir bem no calor. Basta entender alguns pontos que transformarão a sua aparência e, mais do que isso, te darão um bem-estar gigantesco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="400" height="461" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/cotton1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Marca brasileira com excelentes opções para calor: &lt;a target="_blank" href="http://www.cottonproject.com.br/"&gt;Cotton Project&lt;/a&gt; (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;1º ponto: fibras naturais&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escolha sempre peças com maior porcentagem de fibras naturais vegetais. Elas permitem uma transpiração melhor e também evitam micoses. Não só para camisetas e camisas, como para bermudas e cuecas também. E atenção: as fibras naturais animais são para o inverno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como identificar isso? Basta olhar a etiqueta. Ela deve dizer que a composição é de algodão ou linho, que são as fibras mais comuns em roupas de verão. Já políéster, poliamida, acrílico e afins são um inferno. Não use.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;2º ponto: cores&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Parece óbvio, mas tenho certeza que vocês esquecem: cores escuras retêm o calor. Por isso ônibus espaciais são brancos, sabia? Caso contrário, ele viraria um microondas espacial. Deixe de lado seu espírito metaleiro nesta época do ano.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;3º ponto: bermuda de praia é feita para usar na praia&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Antes de falar sobre camisetas, é necessário falar da bermuda. Ela é a peça-chave para tirar essa cara de pé-rapado que você fica no verão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquela berma de tecido sintético, muitas vezes absurdamente estampada com mil cores, que vocês insistem em vestir é feita para ser usada na praia, no mar, na areia. Não no churrasco dos brothers. Não para passear com namorada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Experimente, nem que seja uma vez, usar uma bermuda de sarja, algodão ou jeans. É uma diferença visual tão grande que não tem discussão. Hoje existem modelos de todos os tipos, em todos os preços. Elas têm um corte mais adulto, menos moleque. Experimente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="652" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/bermudas-portalhomem.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Estas aqui são da &lt;a target="_blank" href="http://www.asos.com/Men/Shorts/Cat/pgecategory.aspx?cid=7078&amp;r=2#parentID=-1&amp;pge=0&amp;pgeSize=-1&amp;sort=-1"&gt;Asos&lt;/a&gt; (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;4º ponto: t-shirt não é a única opção&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Nem só de camisetas vive um armário masculino. Nem só de regata se vive no calor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao invés de pegar a primeira camiseta/regata branca que cruzar seu caminho, tente uma polo (que foi criada para praticar tênis, superconfortável) ou uma camisa de manga curta ou aquelas camisas de manga comprida dobráveis de tecidos leves como aquele tecido indiano, de batas. É uma troca simples que faz uma grande diferença. Você estará mais apresentável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="277" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/camisas.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Estas peças são do &lt;a target="_blank" href="http://www.mrporter.com/"&gt;Mr Porter&lt;/a&gt; (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;5º ponto: existe vida além do chinelo e do tênis de academia&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se chegamos até aqui não dá pra botar tudo a perder usando um chinelo qualquer ou aquele tênis de molas. Procure  chinelos mais encorpados, de preferência os de couro. Ou use um tênis simples, feito de algodão, pois isso facilitará a transpiração igualmente. Fazer esta troca não é nada díficil!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="488" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/calcado.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Estas peças são do &lt;a target="_blank" href="http://www.mrporter.com/Shop/Shoes"&gt;Mr Porter&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Resumindo&lt;/h3&gt;
&lt;div style="width: 500px; height: 500px;"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://fashion.me/looks/1901630/portal-homem-verao"&gt;&lt;img height="500" width="500" style="border: 1px sloid #ccc;" alt="" src="http://images.bymk.com.br/Sets/Set-1901630-500.jpg?v=634555204800000000" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://widget.bymk.com.br/Widgets/js/LoadWidgets.js?version=2" data-bymk-url="http://widget.bymk.com.br/Widgets/ShowLook.aspx?lookId=1901630&amp;size=500&amp;color=rgb(255%2C%20255%2C%20255)&amp;textShadow=rgb(0%2C%200%2C%200)&amp;showName=false&amp;showAuthor=false&amp;border=0px%20rgb(204%2C%20204%2C%20204)%20solid"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Pontos para lembrar:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;No calor suamos mais. Se for necessário tomar mais de um banho por dia, tome.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Cremes hidratantes refrescantes são sempre uma boa pedida para o rosto e o corpo.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Manter os pelos aparados, a barba mais rente e o cabelo mais curto aliviará o calor.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Você continua suando muito? Leve uma muda de roupa, incluindo até uma cueca. Muito melhor do que ficar empapado o dia inteiro.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Roupas com a modelagem mais soltas são mais confortáveis, facilitam a circulação do ar. Isso não quer dizer que você tem que comprar peças de numeração maior. Procure peças do seu tamnho, mas que sejam levemente mais folgadas.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Existem perfumes para o inverno e para o verão. Use uma fragância mais fresca.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=iZO9p9oaEHs:q3yLurSYX7Q:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=iZO9p9oaEHs:q3yLurSYX7Q:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=iZO9p9oaEHs:q3yLurSYX7Q:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=iZO9p9oaEHs:q3yLurSYX7Q:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/iZO9p9oaEHs" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-31T11:20:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/moda-verao</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">6599f011-59a7-4476-bb44-2b2e983910af</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/O9eBlyT-1mU/laminas-gel</link><title>Perguntas e respostas | Lâminas e gel</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mario Sérgio de Pádua pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Para uma pele facilmente irritável, deve-se usar barbeadores com uma, duas, três lâminas ou navalha?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;Para peles facilmente irritáveis recomendo fortemente o uso de lâminas sempre novas. Quanto ao número de làminas, quanto maior o número de lâminas mais suave vai ser o barbear, diminuindo as irritações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/92894823.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Você está fazendo isso errado! (Foto: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo Gadelha pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Qual a diferença de balm e gel pós-barba? E quando se deve-se usar cada um?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
A maior diferença é a textura, sendo o balm mais cremoso e o gel mais gelatinoso e transparente. Quanto à eficácia, ambos entregam os mesmos resultados. Assim, a sua escolha deve ser feita apenas pela textura, qual delas é mais agradável no uso para você.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=O9eBlyT-1mU:kye_YqHqrEc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=O9eBlyT-1mU:kye_YqHqrEc:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=O9eBlyT-1mU:kye_YqHqrEc:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=O9eBlyT-1mU:kye_YqHqrEc:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/O9eBlyT-1mU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-28T11:07:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/laminas-gel</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">477519ac-af4a-4b95-aec3-964409fdcf19</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/ZEJ2ygOkmso/como-fazer-uma-barba-bem-feita</link><title>Como fazer uma barba bem feita</title><description>&lt;p&gt;O caminho para uma barba bem feita passa por uma série de etapas e cada uma tem razões técnicas pelas quais elas devem ser seguidas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/nclGiBQwR4Q?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/nclGiBQwR4Q"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Você também pode seguir os procedimentos do pica-Pau, só que ao contrário&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt;   Lave o rosto com um sabonete neutro para remover quaisquer sujeiras que podem (em um possível corte) causar infecção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt;   Passe uma toalha quente na região da barba toda (uma dica simples: molhar a toalha e colocá-la por 1 minuto no microondas). Esta operação visa abrir os seus poros e deixar o pelo mais visível e disponível para o corte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt;   Passe um produto da sua escolha (espuma, creme ou gel de barbear). Os bons produtos do mercado tem matérias-primas que auxiliam no deslize da lâmina e formam uma espuma bem branca (o que facilita na hora de saber onde foi cortada a barba e onde ainda não).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt;   Use uma lâmina nova (as lâminas velhas, além de não terem mais a mesma capacidade de corte, podem estar contaminadas com microrganismos que, em caso de corte, podem levar a uma infecção).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt;   Comece passando a lâmina no mesmo sentido do crescimento do pelo da barba. Você vai reparar que esta direção é diferente nas diversas regiões do seu rosto (e vai variar de pessoa para pessoa), mas normalmente o pelo cresce para baixo até a linha do queixo (ou seja, você vai passar a lâmina de cima para baixo), e cresce para cima abaixo da linha do queixo (ou seja, você vai passar a lâmina de baixo para cima). Com isso, você vai eliminar o grosso de pelos sem agredir muito a pele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="219" alt="" src="/Upload/UserContent/Como-fazer-a-barba-bem-feita-(01).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Cuidado ao fazer a barba é fundamental, como um serial killer bem sucedido: sem sangue (Imagem: Dexter, divulgação)&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt;   Passe outra camada de gel ou creme ou espuma de barbear. E agora inverta o sentido da lâmina para escanhoar bem a barba e conseguir um corte bem rente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt;   Lave bem o rosto com água fria (quase gelada, de preferência) para fechar os seus poros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt;   Use um pós-barba de sua preferência. Os bons produtos do mercado vão ajudar na reconstrução da camada da pele que a lâmina removeu, na cicatrização das pequenas feridas que a lâmina causou e deixarão um perfume marcante&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora é só sair, quer seja para o trabalho, quer seja para a balada, e ver as mulheres elogiarem a sua barba bem feita!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraços e até a próxima, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fred&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Pergunte ao especialista!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Na quinta-feira, vou responder dúvidas sobre suor ou qualquer outro tema ligado à aparência. Portanto, deixe suas perguntas aqui nos comentários.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ZEJ2ygOkmso:-ManP-5RnxQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ZEJ2ygOkmso:-ManP-5RnxQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ZEJ2ygOkmso:-ManP-5RnxQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=ZEJ2ygOkmso:-ManP-5RnxQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/ZEJ2ygOkmso" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-25T14:45:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/como-fazer-uma-barba-bem-feita</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">e7deb930-bcaa-404b-933a-ca43086c4c45</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/MWkfc_CJjAM/5-riffs-do-rock</link><title>Cinco riffs para qualquer homem se tornar um deus da guitarra</title><description>&lt;p&gt;Slash é um cara esquisito. Tem aquele cabelo estilo miojo caindo na cara e uma piração por cobras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jack White parece que acabou de sair de um filme de Tim Burton.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas como raios eles levam as mulheres à loucura a cada show? E por que todo cara daria a vida para estar na companhia deles? A resposta é simples: Slash e Jack tocam guitarra. E são mestres nisso. Acredite, saber dedilhar o instrumento é chamariz para belas mulheres e bons amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas não é porque você nunca encostou a mão numa guitarra e imagina que Fender é nome de herói de HQ que você não pode fingir ser um deus do rock. Eis cinco riffs que você pode aprender rapidinho.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;“Smoke on the water” | Deep Purple&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Repare na simplicidade dos acordes. Isso mostra que um bom rock não precisa de extravagância.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="261"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-rP-9KCtYBE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-rP-9KCtYBE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="261" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=-rP-9KCtYBE"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="261"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/arpZ3fCwDEw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
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&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/arpZ3fCwDEw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="261" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=arpZ3fCwDEw&amp;ob=av3n"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;“You really got me” | The Kinks&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Para muitos críticos, esta é a música que abriu caminho para o que chamamos hoje de heavy metal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/x3xJwDscCCw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
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&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/x3xJwDscCCw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="348" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=x3xJwDscCCw"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-2GmzyeeXnQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-2GmzyeeXnQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="348" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=-2GmzyeeXnQ"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;“Smells like teen spirit” | Nirvana&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Com notas sujas como a desta música, o Nirvana elevou o grunge a outro nível e dominou os anos 1990.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A7pXC8U1hJk?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
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&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/A7pXC8U1hJk?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="348" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=A7pXC8U1hJk#!"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hTWKbfoikeg?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hTWKbfoikeg?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="348" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=hTWKbfoikeg"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;“Iron man” | Black Sabbath&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ozzy Osbourne fez besteiras como morder um morcego. O guitarrista Tony Iommi, por outro lado, sempre acertou a mão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xeYkb776pf8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
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&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=xeYkb776pf8#!"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
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&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=bIXCWBdAjhc"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;“Seven nation army” | White Stripes&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A expressão máxima de riff. Afinal, a música praticamente toda é uma repetição do riff. Ponto para Jack White.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
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&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=FrFm219DNCA"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
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&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=0J2QdDbelmY"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=MWkfc_CJjAM:PT8lw1DoDBM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=MWkfc_CJjAM:PT8lw1DoDBM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=MWkfc_CJjAM:PT8lw1DoDBM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=MWkfc_CJjAM:PT8lw1DoDBM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/MWkfc_CJjAM" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-23T14:20:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/5-riffs-do-rock</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">c49e66b2-07ba-442e-b9bd-1bae81a51db2</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/HbVT-VKz5YA/o-turismo-espacial-finalmente-chega-a-terra</link><title>O turismo espacial finalmente chega à Terra</title><description>&lt;p&gt;Foi em 1961 e eu não estava lá. Mas dá pra sentir aquela coisa boa sempre que leio a frase “A Terra é azul”, dita por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yuri_Gagarin"&gt;Yuri Gagarin&lt;/a&gt;, o primeiro homem a seguir viagem rumo ao espaço. Logo depois, como bom camarada que era, o russo complementou seu êxtase com o famoso "Olhei para todos os lados, mas não vi Deus". Com ou sem esse tipo de fé, ele estava lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="206" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/O turismo espacial finalmente chega à Terra.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Realmente é uma magnitude que não se vê todos os dias (Imagem: wallbase.cc)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E agora, depois de 50 anos, foi anunciado pelo empresário inglês &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Branson"&gt;Richard Branson&lt;/a&gt; que a &lt;a href="http://www.virgingalactic.com/"&gt;Virgin Galactic Gateway to Space&lt;/a&gt; está pronta para começar o projeto de turismo espacial. A base, que custou US$210 milhões, está localizada no deserto do Novo México, nos Estados Unidos, só esperando o começo da ação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A promessa é de que sejam feitas viagens de duas horas e meia de navegação, com direito a cinco minutos sem gravidade dentro da nave e “imagens da Terra vista apenas por astronautas”. Para iniciar a série de viagens,  já foram vendidas 450 “lugares” pela bagatela de US$200 mil cada.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;“Mas não ligue ainda!”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A base está pronta, porém ainda acontecerão testes. A série de viagens está agendada para começar só em 2013. Até lá, vale juntar as moedinhas de troco do ônibus (não o espacial, o convencional mesmo) pra tentar conseguir uma vaguinha nessas incursões no espaço sideral.&lt;br type="_moz" /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/j21nZ3ewJno?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://youtu.be/j21nZ3ewJno"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | A corrida espacial agora será feita entre empresas particulares multimilionárias&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah, vale pedir pra Deus também.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=HbVT-VKz5YA:LTqRphcvnKU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=HbVT-VKz5YA:LTqRphcvnKU:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=HbVT-VKz5YA:LTqRphcvnKU:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=HbVT-VKz5YA:LTqRphcvnKU:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/HbVT-VKz5YA" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-21T21:47:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/o-turismo-espacial-finalmente-chega-a-terra</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">88e0aa4e-f83e-4727-857d-1caa47326233</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/AI25jwGI-cQ/o-homem-deste-seculo-voce</link><title>Videocast #1: o homem deste século: você</title><description>&lt;p&gt;Muitas coisas diferem os homens de samambaias e ornitorrincos. Uma delas é a curiosidade. Somos os únicos seres no mundo capazes de ficar mentalmente instigados com algo. E a equipe do Portal Homem tem uma curiosidade em particular: quem são os homens contemporâneos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eles tratam as mulheres como no século passado? Preocupam-se com a aparência como vemos na TV? Querem ser mais felizes, mais ricos ou uma coisa não vive sem a outra? Preferem a monogamia, a poligamia ou os vídeos da Emmanuelle?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa curiosidade levou Fred Fagundes, Jader Pires, Veronica Gunther e eu à Avenida Paulista, numa manhã de sábado com o Sol a nos fritar o cérebro. No coração de São Paulo, em companhia do pessoal da Monstro Filmes, falamos com homens comuns sobre seus medos, seus sonhos e a forma como se enxergam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bróder com camiseta do Flash contou como o trabalho na adolescência o ensinou a ter coragem para encarar a vida:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px; "&gt;&lt;strong&gt;“É bem importante, desde o começo, dar os primeiros passos.”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o cara na casa dos 40 anos quer dar um tempo de tanto trabalhar:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px; "&gt;&lt;strong&gt;“Eu costumo dizer que acabei de completar a primeira metade do resto da minha vida. Tenho mais 50 anos pela frente. [No futuro] Financeiramente, não quer depender tanto do trabalho. Quero curtir a vida, poder viajar mais.”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As conversas – ora divertidas como as piadas infames do Fred, ora sérias como eu – foi toda gravada. Esta é a primeira parte:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="291" src="http://www.youtube.com/embed/-XW3L9f6B7U" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=-XW3L9f6B7U"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Daqui 15 dias, a continuação deste papo será postada aqui no portal. E logo mais teremos outros vídeos supimpas com os mais variados assuntos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acompanhem.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=AI25jwGI-cQ:k3kN53jGhkg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=AI25jwGI-cQ:k3kN53jGhkg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=AI25jwGI-cQ:k3kN53jGhkg:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=AI25jwGI-cQ:k3kN53jGhkg:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/AI25jwGI-cQ" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-21T12:00:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/o-homem-deste-seculo-voce</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">6a7b9740-42fa-4ddb-aa95-0cbaeeb47d67</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/WAcb31u1alQ/pele-love-love-love</link><title>O Pelé disse love, love, love</title><description>&lt;p&gt;No vigésimo terceiro dia do mês 10 de um distante 1940 nascia o maior atleta de todos os tempos. Esse fato já torna outubro um mês místico. Contudo, quis o destino que a despedida desse divisor de águas do esporte deixasse os campos justamente neste mês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No primeiro dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No primeiro dia de outubro de 1977.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelé, no seu habitat natural, discursou: “love, love, love”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="332" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Cosmos e Santos 1977.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Pelé faz seu primeiro e último jogo contra o time de coração (Foto: Revista TIME)&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelé foi para o Cosmo o que Charles Miller foi para o futebol brasileiro. O carisma, auxiliado ao apelo comercial que a imagem de Pelé tem frente ao esporte, foi explorado de modo brilhante por quem entende muito de fazer dinheiro: o americano. O soccer ganhou status e popularidade em velocidade monstruosa. Se em 1975 Pelé fazia sua estreia num campo de baseball improvisado, dois anos depois encerrava a carreira no estádio próprio do Cosmos em Nova Iorque.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jogo de despedida foi contra o Santos. Pelé jogou um tempo em cada time. A vitória foi dos donos da casa. Inclusive, com um gol do Rei aos 42 minutos do primeiro tempo. Ao final do jogo, para um público de mais de 50 mil pessoas, Pelé deu a tradicional volta olímpica no estádio e iniciou um discurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi sucinto.&lt;/p&gt;
&lt;object width="514" height="378"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2zM0zjRXOjE?version=3&amp;hl=pt_BR" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/v/2zM0zjRXOjE?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=2zM0zjRXOjE"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | &lt;em&gt;Love, love, love&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelé sempre foi melhor que Edson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Edson, um ser humano comum, errou muito. Erra até hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelé, não. Pelé é um tipo de gênio. Um alienígena. Um ser que não deve ser tratado como eu, você ou Gustavo Gitti.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando Pelé disse “love”, lá em 1977, o fato foi tratado com enorme desrespeito no Brasil. Pelé foi acusado de hipócrita. Assim como em alguns anos antes, quando havia feito o seu milésimo gol e pedido para o Brasil ter maior atenção com as crianças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, na essência, Pelé estava certíssimo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o brasileiro, pra variar, estava errado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelé um ídolo no planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o Brasil não faz parte desse mundo.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=WAcb31u1alQ:nTd6DFr8RXw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=WAcb31u1alQ:nTd6DFr8RXw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=WAcb31u1alQ:nTd6DFr8RXw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=WAcb31u1alQ:nTd6DFr8RXw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/WAcb31u1alQ" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-19T12:01:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/pele-love-love-love</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">439d09b9-c0ae-4bd9-8028-1863c959ac2d</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/rbbyAyyhHRk/cinco-crencas-bate-cabeca-relacionamentos</link><title>Cinco crenças que nos deixam batendo cabeça</title><description>&lt;p&gt;Há um mês falamos sobre como cada um de nós pode &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/gustavo-gitti/artigos/cinco-momentos"&gt;se tornar um especialista em relacionamentos&lt;/a&gt; e sobre o que é uma &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/gustavo-gitti/artigos/bases-limitadas-para-um-relacionamento"&gt;boa base para desenvolver uma relação&lt;/a&gt;. Essa semana pensei em conversar sobre alguns equívocos comuns que causam bastante dor e confusão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meu amigo &lt;a target="_blank" href="http://papodehomem.com.br/author/fabiorodrigues/"&gt;Fábio Rodrigues&lt;/a&gt; diz que, por trás de sorrisinhos e afagos, é como se todo mundo estivesse um pouco com o urso do Pica-Pau:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/tCqcPQntrKc" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=tCqcPQntrKc"&gt; &lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nosso bate-cabeça reflete um estado quase permanente de confusão, que se retroalimenta toda vez que tentamos melhorar ou resolver as coisas com base em ilusões, mitos, enganos, crenças, alucinações. Vejamos alguns desses equívocos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;1. Acreditar que o outro quer mesmo nos namorar&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Pode parecer que nossas namoradas estão interessadas em nós, mas elas não estão nem aí para nossa vida. Seu apego está na experiência de prazer, sentido, felicidade, espacialidade, brilho no olho que a relação sustenta. Assim que essa experiência começa a cessar, ela considera a possibilidade de trocar de homem. Namorar é fácil, a gente quer mesmo é ser feliz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E essa não é uma má notícia. Pelo contrário: em vez de focar em ser um bom namorado, foque em abrir espaços, ativar qualidades e impulsioná-la para experiências positivas, aproveitando a proximidade dessa posição. Para fazer isso, para realmente ajudar sua namorada a ser feliz, &lt;strong&gt;às vezes você terá de não agir como um namorado.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;2. Acreditar que já superamos a fantasia do príncipe e da princesa encantada&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Tiramos sarro de filmes românticos, mas até a mais niilista das mulheres ainda guarda uma sutil esperança de casar e ser eternamente feliz com um homem quase perfeito. E nossa situação é ainda pior: por mais que alguns descartem a necessidade do casamento, a maioria dos homens ainda deseja uma princesa encantada e se esforça para virar um príncipe encantado, o que hoje em dia significa "Homem viril, forte, engraçado, culto, rico, iluminado e com pegada".&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;3. Acreditar que as pessoas têm essências&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Nesse &lt;a target="_blank" href="http://tedxamazonia.com.br/posts/view/existe-alguma-pessoa-realmente-chata"&gt;texto para o blog do TEDxAmazônia&lt;/a&gt;, descrevi como as qualidades que vemos nos outros são sempre processos de relação, não algo que existe na essência, no interior do outro. Quando mudamos o modo como nos ativamos, quando mudamos a forma de relação, o outro muda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não existem pessoas falsas&lt;/strong&gt; – ou burras, tímidas, teimosas, ciumentas, vingativas, mentirosas. O que existe é um obstáculo, uma dinâmica, um processo no qual muitas pessoas ficam presas e com o qual se relacionam. É mais como uma inteligência que move a pessoa. São processos que sequestram nossa mente, nossa energia, nosso mundo, nosso corpo, nosso olhar. Portanto, o pior que podemos fazer é congelá-las ao dizer "Ele é assim", algo tão sem sentido como dizer "Ele é gripado".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="470" height="376" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/m165.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"When Aeneas met Lot", Nikos Moschos (2010)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;4. Acreditar que temos problemas de relacionamento&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Seduzir, conquistar, se apaixonar, transar, amar, namorar, casar, divorciar. Todo mundo sabe o roteiro, não tem segredo. Nós já sabemos nos relacionar, não temos problema algum de relacionamento. O que destrói um casal é exatamente o que destrói qualquer coisa: empresas, organizações, movimentos, cidades, vidas, casas. &lt;strong&gt;As &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;aflições e perturbações da mente&lt;/strong&gt;. Preguiça, orgulho, inveja, ciúme, ansiedade, apego, raiva, medo, carência, insegurança, torpor...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se não percebermos isso, passaremos a vida inteira tentando resolver problemas de relacionamento, culpando o outro ou tentando nos adequar, sem nunca voltar a atenção para nossos verdadeiros carrascos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;5. Acreditar que algum dia vamos enfim resolver tudo&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;As listas de tarefas nunca acabam. A paz nunca chega. Quando você estava fazendo vestibular, dizia "Isso logo acaba e eu entro na faculdade. Aí sim!". Quando entrou, o "Agora sim!" durou alguns dias, até você criar um outro "Aí sim" para o diploma, para quando a faculdade terminar. O fato é que o "Agora sim!" nunca chegará, então é melhor começar a viver agora, em meio às listas de tarefas. Caso contrário, vamos sempre ficar com pés atrás, esperando, sem ficar completamente presentes – no trabalho, nas relações, na cama.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como sugere David Deida, uma vez por mês faça algo que você só faria quando você se aposentasse, quando tudo estivesse resolvido. Foi com essa postura de não mais esperar que fui aprender tango, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Mais crenças que causam sofrimento e confusão?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Essas são só algumas causas do bate-cabeça atual. Vocês pensaram em outras?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveitem para levantar questões, perguntas e insights nos comentários, pois é com base nisso que publicarei mais um texto na quinta. Seguimos o papo!&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rbbyAyyhHRk:pqpfO-254aQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rbbyAyyhHRk:pqpfO-254aQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rbbyAyyhHRk:pqpfO-254aQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=rbbyAyyhHRk:pqpfO-254aQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/rbbyAyyhHRk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-17T19:20:00-02:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/cinco-crencas-bate-cabeca-relacionamentos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">7d54f9f7-8671-4c9e-ac3b-0f78b3d95bb1</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/DfpIhErt8So/reiventando-a-arte-de-voar</link><title>Reinventando a arte de voar</title><description>&lt;p&gt;Já tem tempos que os &lt;strong&gt;esportes radicais ganharam abertura e status&lt;/strong&gt; de coisa grande. Atletas, que no passado capengavam para conseguir qualquer tipo de patrocínio, agora levam uma vida de ator de Hollywood ou de rockstar, cercados de fãs, repórteres e groupies.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bom pra eles e bom pra gente, que tem à disposição uma infinidade de eventos e material de primeira para apreciar cenas brilhantes desses aventureiros. E é isso que veremos no filme &lt;em&gt;The Art of Flight&lt;/em&gt;, que estreou em setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="322" src="http://www.youtube.com/embed/kh29_SERH0Y?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=kh29_SERH0Y"&gt; &lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | Eu diria duas coisas sobre esse trailer: “um helicóptero na vertical” e “tocando a ponta das árvores”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A promessa da obra é &lt;strong&gt;inovar na captação de imagens&lt;/strong&gt;. Para isso, se utiliza da beleza quase inenarrável das montanhas geladas de localidades como Jackson Hole, Alaska, Chile, Aspen, Patagonia e Canadá, e da habilidade de atletas do snowboard, como Travis Rice, John Jackson, Mark Landvik, Scotty Lago, Jake Blauvelt, Nicolas Muller, Gigi Ruf, DCP e Pat Moore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O filme é patrocinado pela Red Bull e tem a parceria com a produtora Brain Farm Digital Cinema. Agora é esperar pra ver se a película nevada vai aparecer aqui em terras tropicais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="322" src="http://www.youtube.com/embed/t4CUNVYxxZM?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=t4CUNVYxxZM"&gt; &lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | Faltou dizer uma coisa: “sangue, suor e neve”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DfpIhErt8So:vNbsZZzIKOY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DfpIhErt8So:vNbsZZzIKOY:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DfpIhErt8So:vNbsZZzIKOY:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=DfpIhErt8So:vNbsZZzIKOY:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/DfpIhErt8So" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-15T16:48:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/reiventando-a-arte-de-voar</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">4a2105cb-6265-4705-8524-917d9e8825d2</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/oV0jmZUfUQ4/piores-bebidas-do-mundo</link><title>Fora da bolha #4: as cinco piores bebidas do mundo</title><description>&lt;p&gt;Eu não bebo. Não sei apreciar bem uma boa cerveja, um bom vinho. Acho digno quem sabe beber uma boa cachaça, quem mantém a pose bebericando um bom uísque ou quem sabe os tipos de cerveja, de vodka, quem tem na ponta da língua os ingredientes de drinques variados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas vos digo que uma coisa eu sei: quais as bebidas que, mesmo sem prová-las, são as piores de todo o universo imaginável. Aqueles líquidos de lugares longínquos que, por lá, são verdadeiras iguarias a serem degustadas, mas aqui, deve descer bem ruim.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;5. Airag (Mongólia)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="350" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Kumis.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Vai um gole de leite de égua? (Foto: WikiMedia)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é uma bebida da Ásia Central encontrada no Cazaquistão, Quirguistão e Mongólia. Também conhecida como “Kumis”, a bebida é feita de um leite de égua acidificado e fermentado, podendo também ser de camelo ou mula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dizem os sagazes que já experimentaram que o Airag é refrescante (contém de 0,6 a 2,5% de álcool etílico e 0,7 a 1,8% de ácido lático) e uma pessoa “normal” (sim, com aspas) pode beber até cinco litros da belezinha. As pessoas da região são apaixonadas por essa bebida, o que faz da Mongólia o país com as mais altas incidências de cirrose hepática do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leite, a bebida mais querida do Cazaquistão.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;4. Feni (Índia)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="350" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/42 making feni from cashew apples.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Casal de indianos fabricando Feni (Foto: WikiMedia)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse destilado leva o nome da região onde é produzida (Feni é um pequeno distrito de Bangladesh) e é feita da maçã de caju. O Feni é um licor triplamente destilado em tambores e recipientes de barro, claro, a céu aberto. Mas o agravante ainda nem chegou. A bebida é comumente adulterada na Índia, chamada de Feni esúria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para impulsionar o poder da bebida, vendedores adicionam a ela cloreto de amônia e cloreto de zinco (encontrado em baterias). Claro que o Feni espúria é prejudicial para a saúde humana, mas um bom bebedor pode facilmente dizer a diferença entre um Feni genuíno e um um adulterado. O cheiro é muito forte e impregnante (o vidro do qual o Feni é consumido leva muito tempo para perder o cheiro, se for mantido sem lavar) e, segundo relatos, “o sabor é uma combinação de frutas, remédio e morte”.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;3. Kvass (Rússia)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="350" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/800px-Mint_bread_kvas.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A cara é boa. Mas só (Foto: WikiMedia)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah, os russos e suas particularidades. Tem como bebida mundialmente conhecida a vodka, um líquido praticamente sem sabor. Daí me vêm eles, os russos, e colocam nessa lista o Kvass, um fermentado feito a partir de pão preto de centeio, com um gosto entre o azedo e o salgado. Enquanto a preciosa vodka não tem cor, o popular Kvass possui uma coloração castanho escura (por conta do pão).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A bebida é popular no verão russo e não é considerada alcoólica (o teor de álcool vai de 0,05% a 1,0%, considerado irrisório para os padrões russos – inferior a 1,2%). Pra dar aquela ajudazinha no cheiro, é aromatizado com frutas ou ervas, como morangos ou hortelã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A produção do Kvass é caseira e a bebida é vendida em pequeninas barraquinhas na região da Sibéria. Eu até queria, mas não vou fazer nenhuma piadinha sobre a bebida estranha e o local quase inóspito onde ela é popular.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;2. Snake Wine (Vietnã)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="350" height="514" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/595px-Snakewine.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Esse goró é literalmente um veneno (Foto: WikiMedia)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em tradução livre? “Vinho de cobra”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cobra, pra quem não sabe, é uma paradinha bem querida no Vietnã. Faz parte da culinária do país e é servida em diversos pratos. De tão apreciada, também é utilizada na produção de bebida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa delicinha é produzida com a infusão de cobras inteiras em vinho de arroz ou álcool de cereais por alguns meses. Claro que as venenosas são as preferidas. A peçonha é dissolvida no licor e, assim, desnaturada pelo etanol. Suas proteínas são desdobradas, tornando o veneno inativo. Também há, como dado a ser registrado, uma mistura de sangue e bile de uma serpente recém-morta com brandy, a ser tomado num único shot na mesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fala a verdade. Perto desse drink feito “na hora”, o vinho de cobra parece até saboroso, não?&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;1. Brennivín (Islândia)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="350" height="514" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/400px-Brennivin2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O melhor do pior (Foto: WikiMedia)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é uma aguardente tida como bebida por excelência no país gelado. É feita de batata e cominho, geralmente utilizada para acompanhar o hákarl, uma iguaria da culinária islandesa, feita de carne de tubarão em estado de putrefação, mas pode também servir de acompanhamento para outros pratos, como testículos de carneiro e cabeça de ovelha fervida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na verdade, essa bebida nem deve ser das mais ruins, mas beber Brennivín acompanhado de tantas delícias gastronômicas do país faz com que essa, sem dúvida, seja a pior bebida do mundo todo.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=oV0jmZUfUQ4:pxZ07-ZC0EQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=oV0jmZUfUQ4:pxZ07-ZC0EQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=oV0jmZUfUQ4:pxZ07-ZC0EQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=oV0jmZUfUQ4:pxZ07-ZC0EQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/oV0jmZUfUQ4" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-14T11:15:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/piores-bebidas-do-mundo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">2c0abe4f-db36-4cf5-8148-6ab311946d78</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/NaSPf_ntOj4/meditacao</link><title>Perguntas e respostas | Meditação: onde, como e com qual finalidade</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gustavo Gitti pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eu gostaria de saber quais orientações você já ouviu para quem já entendeu (intelectualmente) o contexto e os benefícios da prática, mas ainda se deixa vencer pela preguiça e não consegue meditar todo dia.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você precisa refletir mais continuamente sobre os benefícios de fazer a prática, e também sobre os possíveis malefícios de perder essa oportunidade. Num contexto secular, os benefícios são vários, ainda que mais num sentido terapêutico:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;possivelmente mais saúde e menos estresse;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;maior facilidade em aprender e lidar com as pessoas; e&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;maior concentração – que ajuda praticamente em qualquer atividade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Já os malefícios, num contexto secular, são mais difíceis de observar: basicamente é permanecer como já somos, isto é, como a maioria das pessoas que não pratica meditação – neuróticos, estressados, distraídos, dispersos. Perder essa oportunidade é possivelmente perder qualidade de vida, uma boa possibilidade de diminuir essas coisas que prejudicam a boa vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num contexto religioso, daí os benefícios e malefícios são extremamente intensificados. No budismo, que é a tradição com que tenho conexão (e que, por acaso, foi o tema das ilustrações do texto, que tentei manter secular), como se acredita em muitas vidas, e no fato de que morrer é um momento bastante difícil – perder a oportunidade de meditar agora é não se preparar para a morte e possivelmente passar por várias vidas onde essa oportunidade pode não surgir. E também o benefício é se tornar um Buda, que é um ser que vivencia o benefício último para si e expressa isso para os outros. Então é um pouco mais urgente e crucial do que no contexto secular. Mas é possível refletir melhor sobre os pequenos benefícios do contexto secular e ainda assim ter uma prática muito boa, e até profunda – e que inclusive pode ajudar na hora da morte, acreditemos ou não em renascimento. Isso é bom porque morremos igual, tendo ou não religião.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cleyton Bruno da Cruz Tioyama pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Como funciona a meditação diariamente? É mais proveitoso meditar todos os dias no mesmo horário e no mesmo local? Ou vale a pena variar horários e localidades?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É preciso meditar com regularidade, preferencialmente todo dia e em mais de uma sessão por dia. É proveitoso manter horário e local, mas não é imprescindível – desde que um compromisso diário (digamos 5 ou 10 minutos, em uma ou duas sessões) seja mantido, está bem. Se a pessoa tiver mais tempo, e mais disponibilidade, é possível fazer até 14 ou 18 horas de prática por dia. Mas isso é semelhante a um atleta olímpico ou um pianista de concerto – a maioria das pessoas que toca um instrumento ou pratica um esporte faz isso por meia hora ao dia, ou três vezes por semana por uma hora. Meditação pode ser assim também, meia hora por dia, ou uma hora três vezes por semana – e a pessoa pode aumentar isso de acordo com a disponibilidade ou permanecer num nível de meditação que é equivalente a “manter a forma”. A pessoa pode tentar fazer sempre no mesmo horário e no mesmo local, mas se necessário (no caso de uma viagem ou compromissos inadiáveis, por exemplo) mudar o local e o horário num dia ou outro – o importante é se comprometer com uma regularidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/200266260-001.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Tome meia hora por dia para meditar, mas não nesse local e não com essa postura meia-boca (Foto: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em geral não se vai ver benefício na prática de meditação antes de seis meses de prática diária – não precisa ser muito tempo todo dia, mas a regularidade ao longo de meses e anos é imprescindível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lucas Malto pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Deitado parece muito mais confortável para mim. Outras posições são válidas também?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bom, quem sou eu para dizer que você não pode chamar o que faz deitado de meditação. Mas em geral, como é a posição que usamos para dormir, já temos certos hábitos associados ao deitar que não o tornam indicado para a maioria das práticas de meditação. Algumas práticas tradicionais usam a posição deitada, mas são instruções bastante específicas. A instrução mais geral e mais garantida é com a coluna ereta, sentado – é essa a posição que a maioria dos professores sérios vai indicar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/sb10064105s-001.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Não, isso não é meditar. O nome disso é dormir (Foto: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diego Teixeira pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Até que ponto e como o praticante pode evoluir na meditação sem ter um professor e sozinho?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Boa pergunta. Não muito longe. E em particular, se a pessoa vai fazer mais do que alguns minutos por dia – se estamos falando de horas, por exemplo, nesse caso é imprescindível o professor, já que, exatamente como no esporte, até podemos estar falando de lesões (físicas, mentais).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto é a prática em grupo. Meditação se começa em grupo, e com um professor. Mas, como eu estava tentando manter um tom secular, e se vamos falar em grupos e professores necessariamente vamos entrar numa tradição de meditadores, que algumas vezes vêm com uma religião atrelada, então não mencionei isto. Mas dificilmente a prática vai ser tão profunda e benéfica se for feita sem o apoio de um grupo e um professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diego Teixeira pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Se futuramente a pessoa deseja partir para uma meditação com auxílio de um professor e seguindo mais profundamente alguma tradição, fará uma diferença muito grande em seu treinamento em busca de cultivar uma mente mais livre, ou o "grosso" do treinamento é simplesmente sentar e meditar?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso vai depender do professor e da tradição. Mas não fará mal apenas sentar, sem nenhum grande objetivo. Se o objetivo for algo tão abstrato como “liberdade”, então também não vai fazer muita diferença. Se a pessoa não fizer prática intensa, de mais de uma hora por dia, ela dificilmente encontrará grandes problemas – agora, se ela fizer prática desassistida e intensa, nesse caso ela pode encontrar obstáculos, na vida e na prática de meditação futura. Então é melhor começar de leve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tiago Xavier pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Há espaço, durante a prática, para reflexão sobre as razões de um determinado pensamento (às vezes até de forma recorrente) ter surgido ou seria mais produtivo deixar isso para depois de concluída? Qual a orientação, se for o caso, para uma meditação "temática" (ex: sobre o amor, a morte, a carência, etc.)?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim, é possível chamar de meditação esse tipo de reflexão. Não foi sobre isso que falei, mas isso também pode receber o nome “meditação”. O importante é manter a disciplina, isto é, se você vai fazer isso, e pensar sobre isso, não vai fazer aquilo ou pensar sobre aquilo. Você vai ficar na posição de coluna ereta, pelo tempo designado, pensando no que se comprometeu a pensar – se você se distrair e pensar em outras coisas, você retorna a procurar exemplos e temas relacionados ao seu pensamento escolhido.&lt;br /&gt;
Uma meditação desse tipo que é boa de recomendar é pegar o sofrimento de algumas pessoas que você conheça, e treinar empatia por esse sofrimento. Isto é, tentar sentir o que eles sentem. Quando isso ficar insuportável, você solta a mente na meditação sem um foco, descansa um pouco. E depois retorna para o mesmo caso ou para outro caso. Se você chorar vez que outra, tudo bem.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=NaSPf_ntOj4:1V3aQCzphU8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=NaSPf_ntOj4:1V3aQCzphU8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=NaSPf_ntOj4:1V3aQCzphU8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=NaSPf_ntOj4:1V3aQCzphU8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/NaSPf_ntOj4" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-13T12:01:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/meditacao</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">ad52fd4b-0f12-41c4-83be-3ba39084f21b</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/gbK9ykBozzU/portal-homem-na-avenida-paulista</link><title>Teaser: Portal Homem na avenida Paulista</title><description>&lt;p&gt;Os homens não estão confusos. Ainda que o discurso padrão insista na incerteza masculina, os homens não estão perdidos. A única mudança é que agora temos múltiplos referenciais masculinos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É dentro desse contexto que fizemos uma rodada de entrevistas durante uma manhã comum de sábado na avenida Paulista, em São Paulo. Entre experiências, aventuras, revelações, segredos e dúvidas, compartilhamos histórias de homens de diferentes culturas e sonhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse vídeo é somente um teaser dessas conversas. Um aperitivo de papos autênticos, sinceros e filosóficos.&lt;/p&gt;
&lt;object width="514" height="291"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CpeISq_WK3k?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CpeISq_WK3k?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="291" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://youtu.be/CpeISq_WK3k"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | “A gente sempre diz que mulher é um bicho confuso...”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os apresentadores são os editores &lt;strong&gt;Fred Fagundes&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Jader Pires&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Rodolfo Viana&lt;/strong&gt;. Já a moça que salva o vídeo é nada menos que &lt;a href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/veronica-gunther/artigos"&gt;Veronica Gunther&lt;/a&gt;, nossa especialista de moda. Os entrevistados foram selecionados de modo aleatório na avenida Paulista, sugerindo uma conversa espontânea e sem qualquer roteiro. Agradecemos ao trabalho primoroso do Max, do Kaluã e da galera da &lt;a target="_blank" href="http://www.monstrofilmes.com/"&gt;Monstro Filmes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A produção de vídeos para o &lt;strong&gt;Portal Homem&lt;/strong&gt; será uma prática comum nas próximas semanas. Sempre focando no diálogo como homem, vamos abordar temas, entrevistas e perfis que vão ao âmago do nosso conceito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Puxe uma cadeira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vem coisa boa por aí.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=gbK9ykBozzU:DZotczNHfso:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=gbK9ykBozzU:DZotczNHfso:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=gbK9ykBozzU:DZotczNHfso:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=gbK9ykBozzU:DZotczNHfso:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/gbK9ykBozzU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-11T13:16:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/portal-homem-na-avenida-paulista</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">d86890f0-f350-4756-bcb6-db59fb6ad1ee</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/D437NBnCDys/meditacao-o-que-como-meditar-vigilancia-descontracao</link><title>Meditação: vigilância e descontração</title><description>&lt;p&gt;A palavra “meditação” possui uma vasta gama de sentidos, e seus sentidos dependem muito do contexto no qual a palavra surge. As &lt;em&gt;Meditações&lt;/em&gt; de Descartes, por exemplo, dizem respeito a pensar profunda e intensamente, com algum método ou sistemática, sobre um determinado assunto. Já quando uma pessoa qualquer nos diz que pratica meditação, em geral imaginamos uma postura de pernas cruzadas, e talvez alguma coisa no sentido de “esvaziar a mente” ou “não pensar”. São sentidos até opostos: ou pensar uma coisa muito bem pensada, “até o fim”, ou ir além dos pensamentos. Isso faz com que o assunto seja tão difícil quanto interessante de se tratar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez devamos procurar um sentido que esteja na raiz destes extremos. O que ambas as ideias de meditação implicam é o que podemos indicar com precisão como “cultivo”: uma ação repetitiva, uma disciplina, um treinamento, a criação de um hábito. Pierre Hadot falou sobre os “exercícios espirituais” da filosofia antiga (e aqui “espírito” diz respeito à mente, à consciência, ao que nos anima e nos diferencia do que é inanimado). Há uma analogia entre o cultivo de um corpo saudável através do esporte e o &lt;strong&gt;cultivo de uma mente saudável &lt;/strong&gt;através da academia (a palavra vem da instituição que formava filósofos). A academia originalmente promovia uma vida de cultivo por meio do uso frequente e adequado do pensamento sistemático e do discurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até hoje usamos a palavra “educado” para alguém que é polido, ou propriamente cultivado, que sabe lidar com os outros, e em particular com a diferença. Também usamos essa palavra para indicar uma pessoa que fez muitos cursos e que possivelmente obteve muitas informações e sabe dar alguma coerência a elas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="400" height="592" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/dalailama.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Sua Santidade o Dalai Lama: uma pessoa bem educada... (Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, o cultivo da “mente vazia”, que muitas vezes é associado à meditação, parece ir de encontro a isso. É muito comum ouvirmos reprovação de pessoas que se consideram meditadores com relação a assuntos que exigem algum estudo (digamos, filosofia da Idade Moderna), alegando que “isso é muito intelectual”. Surgem slogans como “O importante é ficar no momento” – ou seja, algumas vezes o suposto meditador se torna um filisteu, preocupado com algum mistério imediatista, com um contato com a natureza ou com seus próprios sentimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retornando a Descartes (o que é uma grande ironia, pois pessoalmente partilho a visão meio hippie e generalizada de que o cara é, enfim, muito cartesiano), mesmo que seus resultados ou métodos possam ser reprovados em parte ou em sua inteireza, é boa a ideia inicial de tentar começar com o &lt;strong&gt;ceticismo&lt;/strong&gt;, isto é, de não tomar nada como garantido e aos poucos ir tentando descobrir do que realmente podemos nos assegurar. Isto parece ser exatamente o que uma “boa tradução” ou uma visão menos impossível e adequada de “pensar em nada” realmente queira dizer. Estou tentando chegar à noção que em inglês é tão bem expressa por "&lt;em&gt;bias"&lt;/em&gt; – precisamos estar livres de inclinações, parcialidades, coisas em que acreditamos por hábito ou capricho, ou por mero consenso inconsequente com o “senso comum”. “Pensar em nada” não é virar uma pedra, sem conteúdos e emoções; é não presumir, não assumir – enfim, estar &lt;strong&gt;livre de preconceitos e de pré-julgamentos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse é o cultivo central que permite não só a intersubjetividade razoável, o encontro com a diferença como enriquecimento e não como fardo, como também permite um ambiente neutro: em um laboratório estéril, podemos conduzir os experimentos adequadamente e obter resultados isentos e que produzam conhecimento. Isso também ocorre com a mente isenta, que nos permite ver o que ainda não vemos, seja em nós mesmos, seja na realidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática de meditação é, portanto, essencialmente um depurador epistêmico – um cultivo que permite o descortinar de uma liberdade perante as tendências que nos impedem de conhecer o que realmente somos e o que realmente acontece. De fato, muitos revolucionários falam em duvidar da imprensa, da religião ou das corporações – mas &lt;strong&gt;nosso principal carcereiro é nosso autoengano&lt;/strong&gt;, ou as estruturas internas que aceitamos cegamente e que nos fazem vez após vez não fazer o que de fato queremos, ou nem mesmo querer o que, lá nas profundezas desconhecidas de nossa confusão cotidiana e superficial, realmente queremos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma medida em que no cotidiano precisamos tanto de uma atitude reservada, que duvida do outro e que se protege, quanto uma atitude que confia e que permite aproximação, com relação a nós mesmos precisamos de uma atitude ao mesmo tempo vigilante e descontraída. O cultivo do equilíbrio entre os dois extremos, por um lado de acreditarmos em tudo que se passa em nossa mente e de nos levarmos profundamente a sério, e do outro de não termos autoestima suficiente e duvidarmos de qualquer possibilidade que se apresente a nós – esse é o cultivo essencial da meditação. Ao mesmo tempo em que mantemos uma confiança na nossa capacidade inata de revelar o potencial humano, sabemos que a cada momento existe a possibilidade de distorcer tudo e perder essa oportunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="291" src="http://www.youtube.com/embed/vHjyMq6eZB8" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=vHjyMq6eZB8"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Alan Wallace, um dos maiores professores de meditação, explica o contexto da prática&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Levando esses dois extremos como a vara de um equilibrista, criamos um espaço artificial, uma disciplina de regularidade com relação a esse equilíbrio. Isso implica separar um tempo todo dia e usar a imobilidade do corpo como uma cerca que separa esse limiar de cultivo puro da atividade cotidiana. Sendo essa uma atividade, ela não deve ser o mero descansar ou relaxar e, portanto, não devemos ficar deitados. Como é difícil apenas ficarmos sentados sem ficar brincando com nossos dedos e coçando o nariz, &lt;strong&gt;devemos ficar realmente imóveis&lt;/strong&gt;, e, para ficarmos imóveis e confortáveis por algum tempo, o melhor é sentar com a coluna ereta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto ao tempo, podemos começar com intervalos breves, de alguns poucos minutos, marcados no relógio. Quando pensarmos alguma coisa, paciência, pensamos sem dar muito prosseguimento – não planejamos coisas no futuro, por exemplo. Só olhamos para o que estamos pensando, então descobrimos que estamos pensando que estamos pensando, e assim apenas deixamos as ondas baterem na praia. Sempre sem colocar esforço deliberado, sem pensar “Devo estar fazendo algo errado”, e ao mesmo tempo sem se soltar totalmente e sem achar que se está fazendo algo muito especial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao treinar regularmente essa isenção, que não é uma indiferença,&lt;strong&gt; surge um espaço não reativo&lt;/strong&gt;: antes de respondermos a algo com alguma ação de corpo ou de fala, surge um tempo de reflexão. Esta é a diferença entre uma criança mal-educada e um adulto gracioso, que sabe examinar a situação e se portar de acordo, e isto é benéfico para os outros, que têm acesso ao nosso exemplo e a nossa ausência de atrito, e para nós mesmos, por motivos óbvios. Mais do que isso, o cultivo desse posicionamento irá um dia permitir que reconheçamos nossa própria condição mais fundamental. Quando isso ocorrer, não haverá mais necessidade de um espaço artificial para a prática da meditação: ela se torna incessante e ininterrupta.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Dúvidas sobre meditação?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se você já senta imóvel em silêncio ou se pretende começar a meditar, conte sua experiência, &lt;strong&gt;deixe seus insights ou dúvidas no espaço de comentários&lt;/strong&gt;. Quinta agora responderei as principais questões em um novo post.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=D437NBnCDys:kC-0t_Q2U_4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=D437NBnCDys:kC-0t_Q2U_4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=D437NBnCDys:kC-0t_Q2U_4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=D437NBnCDys:kC-0t_Q2U_4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/D437NBnCDys" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-10T17:00:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/meditacao-o-que-como-meditar-vigilancia-descontracao</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">f825b928-a035-4168-90c6-174d849fc7d9</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/e18_z_5S5Do/maldita-ressaca</link><title>Maldita ressaca</title><description>&lt;p&gt;Deve haver por aí alguma tese que afirme: Albert Einstein, quando concebeu a teoria da relatividade em 1905, estava bêbado. Breaco mesmo, desses que abraçam a garrafa e deixam o cão de rua lamber a boca. De acordo com esta tese que eu acabei de inventar, ele acordou destruído de ressaca num domingo qualquer, com o intestino fanfarrão a lhe pregar peças a cada 10 minutos. Dentro de sua cabeça rolava algo parecido com a bateria de escola de samba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Einstein estava podre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Eu nunca mais vou beber”, teria dito. Contudo, no próximo happy hour dos amigos físicos, estava ele lá, o grande Albertinho, enchendo a cara de novo. “O ‘nunca’ é relativo”, teria pensado depois de esvaziar a vigésima sétima caneca de cerveja. Daí surgiu o que viria a ser a teoria da relatividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="388" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/maldita ressaca.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Se eles tivessem seguido a receita abaixo, não haveria filme (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ressaca faz a gente abdicar para sempre da bebida – decisão que dura poucos dias ou horas. E ela sempre estará lá, à espreita, esperando pelos incautos pés-de-cana. Por isso, abracemos esse estado lastimável pós-bebedeira com uma receita bacana para amenizar os estragos da manguaça. Mas antes do cardápio milagroso, é bom saber que:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. É preciso comer antes de encher a cara: beber de estômago vazio é a segunda maior burrada que um homem pode fazer. (A primeira é nunca tomar um porre.) O seu organismo precisará de muita energia para filtrar o álcool do seu sangue. Energia aqui é glicose, presente em abundância doces, por exemplo. Outra boa dica é ingerir bastante gordura, pois assim o seu estômago estará literalmente forrado e a gordura funciona como uma esponja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Água durantes e depois ajuda muito: para diminuir os níveis de álcool no corpo e a desidratação, uma ideia é beber água entre uma breja e outra. Mas por favor, não precisa se encher de água! Afinal, a ideia é aqui é ficar bêbado e não matar a sede. No dia seguinte, a conversa é outra: seu corpo precisa se hidratar. Agora sim pode encher a cara de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A receita é a seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Antes da balada: coma um pão com bastante manteiga e um pedaço generoso de pudim. Se tiver à mão, ingira três cápsulas (em média, um total de 1000 mg) de ginseng, pois essa plantinha chinesa vai ajudar a eliminar o álcool mais rapidamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. Durante a balada: tome água a cada duas garrafas de cerveja.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3. Depois da balada: faça um suco com bastante açúcar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4. No dia seguinte: coma bem. Evite carnes vermelhas, pois seu estômago já está zuado. Frutas e legumes podem ser consumidos sem decoro.&lt;/p&gt;
&lt;object width="513" height="385"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8M_oBYNb6UU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8M_oBYNb6UU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="385" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=8M_oBYNb6UU"&gt; &lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | Não está fácil pra ninguém...&lt;/em&gt;
&lt;p&gt;Esta receita certamente vai minimizar a pancada da ressaca. Já o papelão que todo bêbado apronta enquanto está breaco, ah... Para isso ainda não há remédio. Inclusive qual foi a pior coisa que você já fez bêbado? &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=e18_z_5S5Do:iowArmiddbo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=e18_z_5S5Do:iowArmiddbo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=e18_z_5S5Do:iowArmiddbo:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=e18_z_5S5Do:iowArmiddbo:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/e18_z_5S5Do" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-07T14:50:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/maldita-ressaca</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">974250c9-d404-479b-83ad-1e5f823b4181</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/XT4qVM21kzQ/barba-cabelo-bigode</link><title>Perguntas e respostas | Barba, cabelo e bigode</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cléber Oliveira de Jesus pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Veronica, o que podemos passar na pele para amenizar a coceira de quando os pelos começam a crescer?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cléber, a coceira acontece porque os pelos começam a nascer novamente e os poros não estão abertos para facilitar a saída deles. Para diminuir isso, use uma bucha na hora do banho com um sabonete esfoliante. E sempre que possível, use um hidratante depois. Caso a coceira seja muito intensa e cause ferimentos e pelos encravados, vá ao dermatologista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="338" height="470" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/97492673.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Coceira: o inferno na terra (Foto: ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rudy Rizzo pergunta:&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Você indica a fotodepilação? Para quais casos?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fotodepilação é o meio termo entre cera e laser. Na cera, o pelo volta a crescer em um tempo curto. No laser, após algumas sessões, os pelos param de crescer ou voltam muito enfraquecidos somente anos depois. A fotodepilação enfraquece o pelo, como o laser, porém ele volta a crescer, como a cera, levando um tempo maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acredito que seja uma boa opção para os homens que ainda não têm certeza dos benefícios da depilação definitiva. De qualquer forma, também indico uma consulta dermatológica antes de tomar esta decisão.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XT4qVM21kzQ:OVMEV7qQdkM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XT4qVM21kzQ:OVMEV7qQdkM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XT4qVM21kzQ:OVMEV7qQdkM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=XT4qVM21kzQ:OVMEV7qQdkM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/XT4qVM21kzQ" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-06T11:14:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/barba-cabelo-bigode</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">ab99c340-d52e-4907-baf7-b6c06f46ae99</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/909p9i1Y214/sou-feio-elas-me-querem</link><title>Sou feio, mas elas me querem</title><description>&lt;p&gt;Amigo feio de cara, feio de bunda. Colega desengonçado, malfadado pelo destino que lhe colocou nesse pequeno mundo de meu deus completamente desprovido de simetria e beleza. Não te preocupais! Pra tudo nessa vida há de haver um jeito, menos pra morte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/IMG_8111.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Tem jeito pra tudo. Mas será que tem jeito para nós, editores do Portal Homem?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vivemos em uma sociedade em que os bonitos estão no topo da cadeia alimentar, se me perdoem o trocadilho. São aqueles garotões com traços delicados e jeito de quem quer colo. Temos aí em dúzias! De James Dean e Elvis Presley a Robert Pattinson e Jared Leto. Homens de narizinhos desenhados e sorriso de moleque que fazem qualquer fêmea cair de amores. Eles são lindos e cheirosos, carentes e rebeldes sem causa alguma. Pra que se rebelar quando se é bonito pra cacete?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas essa não é lá das afirmações mais assertivas. Há também aquele grupo de homens feios a beça que, por incrível que pareça, fazem corações femininos palpitarem descompassados. São ogros que muito provavelmente foram rejeitados em outros tempos, taxados de “quasímodos”, tomados de canto. Só que, por algum arrependimento do tal acaso, ganharam uma segunda chance e os encheram com algum feromônio potente, capaz de cegar as pequenas e deixá-las em transe. São esses, meus cúmplices, verdadeiros homens de sorte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Digo isso porque são esses homens que acabamos tomando como referência para beleza masculina. Como nós, pessoas comuns, não podemos alcançar o Olimpo dos agradáveis para os olhos, marchamos em direção ao reduto dos feios estilosos, na ardilosa busca do segredo deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/feio3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Javier Bardem: todo mundo quer olhar pra esse feioso (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, o espanhol Javier Bardem figura como capitão dessa tropa. Woody Allen, outro feio, mas sem o mojo de Javier, comentou a melhor definição sobre o ator: “Ele é um touro de Picasso”. Bardem é quadrado, esquisito, grosseiro. Ele não é delicado, seu rosto não é harmonioso, proporcional. Nenhuma mulher consegue botar os olhos em Javier Bardem sem pensar em momentos latinos com esse touro cubista encantador de pequenas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sean Penn é narigudo, Vincent Cassel é magrela e cabeçudo, Benicio Del Toro é uma versão “mendiga” de Brad Pitt, Domingos Montagner é uma versão tupiniquim do Javier Bardem (ou seja, rascunho do rascunho). Zé Mayer, Humberto Martins, homens que puxam o mojo de seus personagens pra si e, com isso, acabam passando por galãs sedutores que toda mulher queria ter na cama.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por que elas se derretem tão facilmente por eles? Por que queremos ser eles? Qual é a desse bando de representantes da beleza escondida?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seria o talento? Os holofotes caros que iluminam cada rostinho torto? Será que são esses homens espertos que souberam tomar a personalidade de seus personagens fortes e parrudos? Transferiram a virilidade de seus papéis e agora vivem em uma farsa eterna? Prefiro acreditar que não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="385" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/feio2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Domingos Montagner, o mais novo feioso queridinho das mulheres (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Afinal, todo mundo conhece outros desengraçados que conseguem, sem ter fama e fortuna, contabilizar um belo número de mocinhas com quem já teve a oportunidade de passar aquele tempo a sós. Temos o professor de cursinho que sempre fazia as meninas errarem cálculos e pedir uma aula particular (muitas delas devidamente atendidas). Aquele mecânico que se vê na iminência de entregar os carros prontos na casa da cliente. Ou então aquele amigo bobo que só faz palhaçada, mas sempre sai do churrasco do fim de semana acompanhado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atitude, pegada forte, postura de macho. Podemos passar horas citando possibilidades, enumerando fatos e listando estratégias. O fato é que nem só de beleza vive um homem. É o estilo, o cuidado, o conhecimento do mundo. Sim, campeão, inteligência costuma ser bem afrodisíaco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você reparar bem, esse é o tipo de cara sempre envolto em masculinidade. Ele é durão, machão, tem um sorriso curto que sempre quer dizer “Vamos lá pra casa”. Esse tipo de cara não sai gargalhando por aí, não fica de segredinhos pelos cantos. Esse tipo de homem segue uma conduta clara e irrestrita de como ser homem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="342" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/feio1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Sean Penn faz cara de bad boy e se garante perante outros feios (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seja lá o que for, o importante é que homem pode sim ser feio, excluído do hall dos perfeitos, pode até dividir a opinião feminina entre as que o amam e as que o odeiam. Mas uma coisa é certeira, amigo disforme, nada como a boa e velha masculinidade à flor da pele pra estar pronto pro jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E aí? Qual é o teu mojo? (Não vale falar que é “ser bonito” que a gente não vai acreditar).&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=909p9i1Y214:aRWhuTztTlU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=909p9i1Y214:aRWhuTztTlU:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=909p9i1Y214:aRWhuTztTlU:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=909p9i1Y214:aRWhuTztTlU:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/909p9i1Y214" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-05T11:09:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/sou-feio-elas-me-querem</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">8ff998e2-109c-4c2f-b533-a7178fc5a2bf</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/sQyqed_sLxs/cerveja-google</link><title>Esse Google dá ressaca?</title><description>&lt;p&gt;Dizem por aí que o Google quer dominar o mundo. Eles sabem &lt;a target="_blank" href="http://www.google.com"&gt;o que procuramos&lt;/a&gt;, &lt;a target="_blank" href="http://plus.google.com"&gt;como nos relacionamos&lt;/a&gt;, &lt;a target="_blank" href="http://br.youtube.com/"&gt;o que assistimos&lt;/a&gt;, &lt;a target="_blank" href="http://maps.google.com/?hl=pt-BR"&gt;por onde andamos&lt;/a&gt;, &lt;a target="_blank" href="http://picasa.google.com/intl/pt-BR/"&gt;o que capturamos&lt;/a&gt;, &lt;a target="_blank" href="http://www.blogger.com/start?hl=pt-BR"&gt;o que escrevemos&lt;/a&gt;... E agora, eles querem nos embebedar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa onipresente acaba de fechar parceria com a cervejaria americana Dogfish para a produção da URKontinent, uma cerveja feita com ingredientes de todo o mundo e seguindo sugestões dos próprios funcionários do Google.&lt;/p&gt;
&lt;object width="513" height="261"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RiFewPyLlQA?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed width="513" height="261" src="http://www.youtube.com/v/RiFewPyLlQA?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=RiFewPyLlQA"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; |
&lt;p&gt;O termo escolhido para batizar a cerveja – URKontinent – equivale em alemão à Pangea, o megacontinente que existia antes da separação de porções de terras que hoje formam os continentes. O nome tem tudo a ver com a bebida: em sua composição, estão ingredientes bastante exóticos de diversas partes do globo, como uma espécie de chá verde da África e um mel específico da Califórnia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com um comunicado da companhia, a cerveja estilo belgian dubbel foi desenvolvida por “um grupo de empregados aficionados por cerveja artesanal”. A experiência é apenas para divertir os caras do Google e não visa gerar lucros para o Google. Tampouco significa que a empresa vai entrar no mercado cervejeiro, segundo o comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma pena. Se a cerveja for produzida com a mesma maestria com que os caras do Google conduzem sua dominação mundial, ela deve ser boa pra caramba. Há quem dê um rim para prová-la – ou todo o fígado. Eu sou um deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da URKontinent, há duas cervejas que atiçam a minha curiosidade:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="270" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/breja.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Indie Rockin’ Beer Velhas Virgens&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É a cerveja comemorativa da banda de rock Velhas Virgens, que em 2011 completa 25 anos. A bebida, no estilo India Pale Ale (ou seja, cerveja de alta fermentação), foi desenvolvida pelo cervejeiro Reynaldo Fogagnolli e tem tudo a ver com a filosofia da banda, cujo repertório contempla músicas como “De bar em bar”, “Turnê do Chopp” e “Vamos beber”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Royal Virility Performance&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pouco antes do casamento do príncipe William e de Kate Middleton, foi lançada no Reino Unido a Royal Virility Performance, uma cerveja “aditivada” com Viagra. Foi uma forma da cervejaria BrewDog sacanear com os noivos – que estão retratados no rótulo da garrafa. A promessa é: três copos equivalem a ingerir uma pílula azul.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Que cerveja falta beber?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se você pudesse escolher tomar uma gelada produzida por alguma marca, banda, personalidade etc., quem escolheria?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=sQyqed_sLxs:sJf2yVa9T9E:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=sQyqed_sLxs:sJf2yVa9T9E:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=sQyqed_sLxs:sJf2yVa9T9E:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=sQyqed_sLxs:sJf2yVa9T9E:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/sQyqed_sLxs" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-04T15:02:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/cerveja-google</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">eff6d2bd-f910-4703-9b09-7bd3ad221a9f</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/Bj7w2HAg5OQ/homens-e-seus-pelos</link><title>Homens e seus pelos</title><description>&lt;p&gt;Entre Chewbaccas e David Beckhams, o enigma dos pelos é constante na vida de muitos homens. Ser peludo por genética não deve ser motivo de vergonha para nenhum cara. E ser totalmente depilado por estética pode indicar uma grande fraqueza também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img height="373" width="514" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/chew1.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Gatão, hein? (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na discussão sobre masculinidade, há quem se esconda na desculpa de que ser dono de selvas descontroladas que crescem por debaixo da camisa e calça o faz mais másculo. Também há quem se perde na vaidade e cultiva um corpo de tubarão. Liso como se fosse esportista que depende de toda essa depilação para ganhar velocidade. E ambos esquecem que no, fim das contas, quem aproveita disso tudo são as mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre um e outro existe um caminho. &lt;strong&gt;Um caminho que se leva com o verbo “aparar”.&lt;/strong&gt; A chave de todo o segredo que envolve os pelos masculinos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Rosto&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Mantê-los em ordem é obrigação.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Cabelo: por razões estéticas, um homem com um bom corte de cabelo em dia passa uma imagem muito positiva. Algo que envolve maturidade, respeito e liderança.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Barba e bigode: independente do estilo, mantê-los em ordem está entre a estética e a higiene. Além dos cuidados diários, visite uma vez por mês um barbeiro, principalmente se você cultivar uma barba. Ele irá aparar como você jamais conseguirá e manterá a ordem inclusive nos pelos do pescoço, caso você tenha. E se o pescoço for muito peludo e o aparo lhe causar irritação, considere fazer depilação a laser. Seus problemas deixarão de existir.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Sobrancelha: é normal encontrar homens que se recusam a tirar “aquele meinho” entre uma sobrancelha e outra. Tirar esses pelos não deixará você menos másculo. O máximo que vai acontecer é que seu rosto ficará mais limpo e atrativo. Acredite e faça.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Nariz e orelha: imperdoável cultivar esses pelos. Por favor, corte-os bem curtinho e, assim como o pescoço, se forem muitos, parta para o laser. Cultivá-los é como erguer uma bandeira de “mantenha-se longe” na vida social.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;Peito, barriga, axilas e genitais&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se depender das mulheres, você nunca terá a resposta de qual é a decisão certa: depilar ou manter. Existem aquelas que adoram o visual de nadador go-go boy e as que se derretem por um ursão. Caso você não tenha uma opinião feminina para defirnir isso por você, a dica é manter o pelo aparado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando a camiseta mal encosta na sua pele, fica flutando por cima dos pelos e eles fogem pela gola, saiba que é chegada a hora de passar a máquina e deixá-los curtos. Para todas estas áreas, algo em torno de 1 centímetro de comprimento é o ideal. Não deixe que eles formem cachinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E saiba que manter os pelos púbicos aparados fará com que você parece “maior” e evitará cheiros desagradáveis. Dúvido que alguma mulher reclame.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Costas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;É a região mais complicada para este tema. Quando um homem tem muitos pelos nas costas, a piada do suéter é uma constante. Mas existe um fator aqui que ajude na decisão: &lt;strong&gt;nunca ouvi uma mulher falar que acha costas peludas atrativas&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img height="373" width="514" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/chew2.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Perdeu o aparador de grama, amigo? (Foto: ThinkStock)&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Raspar não é nada aconselhável, pois causará muita irritação e desconforto na pele. Aparar não ajudará na estética, afinal eles vão continuar lá, mas já ajuda. Portanto, considere o laser como melhor opção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E se você não tiver muitos pelos nas costas, apará-los é suficiente.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Ombros e braços&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Aqui é onde está a dúvida mais complexa sobre este tema:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;&lt;strong&gt;Até onde depilar ou aparar em regiões esquisitas para ter pelos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao falar de braços, me refiro à região do tríceps e bíceps. Acredito que a solução seja acompanhar o comprimento das costas. Se você está mais pra Chewbacca e decidiu depilar as costas, depile também estas regiões.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Pernas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Você não é esportista e não sofre de irritações na parte interna da coxa ou na parte de trás do joelho? Então jamais depile ou apare.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Pés&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Assistiu &lt;em&gt;Senhor dos Anéis&lt;/em&gt;, viu os pés do Frodo e lembrou de você mesmo? Por favor, apare.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembre-se: assim como você aprecia uma mulher bem depilada, nós também valorizamos um homem que sabe cuidar dos seus pelos. É higiênico e atrativo. Só não se perca nas imagens dos homens que passam na TV ou que são considerados “o que toda mulher quer”. Enxergue o que você é e tire o melhor proveito disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um Chewbacca nunca vai ser um David Beckham.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Bj7w2HAg5OQ:B46MOBk9Ccw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Bj7w2HAg5OQ:B46MOBk9Ccw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Bj7w2HAg5OQ:B46MOBk9Ccw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=Bj7w2HAg5OQ:B46MOBk9Ccw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/Bj7w2HAg5OQ" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-10-03T12:42:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/homens-e-seus-pelos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">256e0df9-a74e-4a33-8730-f1be4ee302de</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/5oJ22ItqpKc/mixtape-3-musicas-pra-cair-na-estrada</link><title>Mixtape #3: Músicas pra cair na estrada</title><description>&lt;p&gt;Sim, existem milhares de listas de músicas para dirigir na estrada, com vento na cara, paisagens belas. Mas aposto contigo que 98% dessas listas são clichês e piegas, cheias daquele rock setentista que falam de liberdade e velocidade. “Born to Run”, “Born to be Wild”, “Fuel”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro, são ótimas canções pra acelerar na rodovia, mas combinamos que aquela paisagem desértica americana com uma route cortando a perder de vista está meio longe da nossa realidade tupiniquim. Vou inserir, claro, uma ou duas dessas canções, afinal, ninguém é de ferro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas quebrei a cabeça aqui pra abrir um pouco mais os horizontes e produzir uma mixtape com músicas menos óbvias pra percorrer bons quilômetros em uma viagem ótima. Paisagens brasileiras, mata atlântica, serra, cerrado, planícies. Nem só de rock’n roll sobrevivem as boas horas ao volante. A própria estrada brasileira pede um fim de tarde latino, um amanhecer com mais malemolência. A síncope do samba cai bem nas curvas que levam ao mar. O sotaque pernambucano acompanha muito bem uma reta bucólica infinita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para isso dar certo então, listei algumas canções para momentos diversos em diversos ritmos, mas todas com algo em comum: a compatibilidade de seguirem juntas, uma atrás da outra, em uma estrada.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;The Doors | “Roadhouse blues”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/izx1lV9TkdE?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/izx1lV9TkdE"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre bom começar com um clichê. Abre os olhos, aguça a vontade. Roadhouse Blues é um hino da estrada e não poderia ficar de fora. “O futuro está próximo e o fim está sempre próximo” é a frase que dá uma urgência de viver, agregada, claro, à rebeldia dos anos 60. Música coringa, com toda a certeza.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Eddie Vedder | “Hard sun”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/DKkR3dyzZdQ?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/DKkR3dyzZdQ"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trilha sonora do filme Na natureza Selvagem, essa música soa como um pedido de fuga do mundo. Pegar a estrada rumo ao norte, aos lugares inóspitos onde a solitude é o troféu. Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, assina toda a trilha da película dirigida por Sean Penn, mas essa acaba por se tornar o ápice da vontade de olhar mais adiante, para um mundo gigantesco a ser explorado, mas sem se esquecer de que “a felicidade só se torna real quando compartilhada” (de uma das belas frases do filme).&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Oasis | “Cigarettes and alchool”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/j6lmbHnh_Z0?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/j6lmbHnh_Z0"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“É minha imaginação ou finalmente encontrei um estilo de vida digno para mim?”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de um poderoso riff, essa é a indagação que os irmãos Gallagher fazem. Claro que depois eles pedem álcool e cigarros, mas por favor, não beba e nem fume enquanto dirige. Essa música de 1994 entra na lista apenas pelo espírito e pela levada boa para a estrada, numa aguardada viagem.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;China | “Canção que não morre no ar”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/arqst7U9uvA?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/arqst7U9uvA"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do primeiro disco, China traz uma bela canção sobre amor e família. O vídeo mostra uma viagem de Fusca, a molecada brincando no banco de trás, a chegada à praia, lambuzadas de picolé, tudo envolto a nostalgia e quietude. Nada melhor em uma viagem tranquila, naquela manhã preguiçosa de sol calmo. Os pensamentos batem no para-brisa e enchem os olhos daquelas lembranças de tudo que foi e tudo o que ainda virá.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Hammond Grooves | “É de manhã”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="291" src="http://www.youtube.com/embed/r65iqbsS9ys?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/r65iqbsS9ys"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa música cheia de levada já foi interpretada por Caetano Veloso, Wilson Simonal, Maria Bethânia e uma infinidade de monstros da MPB. Mas a pegada groove do trio dá todo aquele gás pra continuar dirigindo. Bom pra pegar a estrada logo cedinho, enquanto o galo ainda canta.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Frank Sinatra | “It Happened in Monterey”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/XhxM6JT8b0o?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/XhxM6JT8b0o"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah, os clássicos. Sinatra conta, nessa pequena canção, de um amor deixado em Monterey, no antigo México. Uma baita orquestra fica por trás e dá conta de toda a beleza da história. Sabe daquelas viagens em que tudo acontece e nada se comenta? Pois essa é a trilha certa para a fuga do paraíso momentâneo.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Buena Vista Social Club | “Chan Chan”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="291" src="http://www.youtube.com/embed/m8xl5x3RzfM?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;a href="http://youtu.be/m8xl5x3RzfM"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra que aquela paisagem do sonho americano, quando temos em mãos toda a beleza latina? Ruas, cidades, estradas, história. Buena Vista Social Club carrega tudo isso e muito mais. Viagem de fim de tarde, por do sol, já cansado de tanto iluminar caminhos. O trompete sentencia o cair do dia e enche o peito de sonhos e vontades latinas.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Dorival Caymmi | “Maracangalha”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/cdXrPqLNk_A?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://youtu.be/cdXrPqLNk_A"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Logo de cara, a sentença é dada: “Eu vou só, eu vou só”. Dorival Caymmi por si só já é expoente da preguiça, da delícia brasileira, do samba baiano aproveitador da boa vida. Entrar na estrada sabendo que a maracangalha fica logo ali, esperando por bons proveitos de quem quer que seja, é uma ótima pedida. E ai da Anália se ela não quiser ir.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Hurtmold | “Fontanka”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/fC6hZ4kURVM?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/fC6hZ4kURVM"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltamos pra ação. Velocidade, adrenalina. Essa música do Hurtmold, banda instrumental paulistana, acompanha bem a saída da cidade rumo a tão esperada viagem. Trânsito e caos que antecede a beleza e a calmaria. Tem hora pra tudo - até pra aproveitar melhor alguns minutos parado no engarrafamento.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Queens of the Atone Age | “Go with the flow”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="291" src="http://www.youtube.com/embed/DcHKOC64KnE?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;a href="http://youtu.be/DcHKOC64KnE"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A urgência da velocidade na estrada, a adrenalina e o furor de afundar o pé no acelerador. E essa música do Queens of the Stone Age ainda tem uma ótima mensagem subliminar, associando a correria na estrada com uma bela noite de explosão de sensações, culminando em uma colisão masculina/feminina de dar gosto. Quer ter essa maravilhosa sensação? Então é melhor correr, porque elas não esperam não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=5oJ22ItqpKc:_M1psvTmeZA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=5oJ22ItqpKc:_M1psvTmeZA:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=5oJ22ItqpKc:_M1psvTmeZA:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=5oJ22ItqpKc:_M1psvTmeZA:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/5oJ22ItqpKc" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-30T14:52:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/mixtape-3-musicas-pra-cair-na-estrada</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">97508235-a592-4a09-998b-c16c10d28f0e</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/H6BO7AfrPJ4/tipos-de-desodorante</link><title>Perguntas e respostas | Tipos de desodorantes</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cláudio Abrão: &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quais desodorantes/antiperspirantes deixam menos marcas? Roll-on, spray, aerosol ou em gel? &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As manchas brancas (que são os sais de alumínio que ficaram após o produto ter secado) das roupas dependem da quantidade de ativo (sal de alumínio) que o produto tem, independentemente da forma de aplicação (roll-on, spray, aerossol ou gel). Quanto mais sal de alumínio a fórmula tiver, maior será a chance de aparecerem manchas brancas nas roupas. Se estivermos falando das manchas amareladas que ficam na roupa após você suar, a quantidade de manchas depende de: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a) teor de sal de alumínio da fórmula (quanto mais sal, maior a chance de ter uma reação entre o sal, o suor e o tecido da roupa); &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;b) composição do seu suor; e &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;c) tipo de tecido. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas mais uma vez, não depende da forma de aplicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="348" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/82661290.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Cê tá fazendo isso errado, cara...&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jonas Pani de Sousa: &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quais os cuidados que devo tomar para usar desodorante/antiperspirante junto de perfume? &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que a única preocupação que você deve ter é se as duas fragrâncias combinam entre si. Você pode, por exemplo, usar um desodorante antiperspirante sem perfume e seu perfume preferido, e assim as duas fragrância não vão brigar entre si. Ou você pode usar perfume e desodorante da mesma fragrância (por exemplo, Natura Homem tem ambos os produtos). Se você for usar desodorante com uma fragrância e perfume com outra, veja se a combinação ficou agradável, ou pergunte para a sua namorada/esposa se a combinação ficou harmoniosa. Não existe problema nenhum de usar os dois produtos simultaneamente.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=H6BO7AfrPJ4:FQrkGfHqri4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=H6BO7AfrPJ4:FQrkGfHqri4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=H6BO7AfrPJ4:FQrkGfHqri4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=H6BO7AfrPJ4:FQrkGfHqri4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/H6BO7AfrPJ4" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-29T17:33:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/tipos-de-desodorante</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">f108de78-e571-4979-96d4-bd5560b42ca7</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/ScSbNohxAVA/meu-primeiro-filho</link><title>Momentos de um macho #2: meu primeiro filho</title><description>&lt;p&gt;Essa história se passa no ano de 2004, quando eu era apenas um garoto de 17 anos. Vivia  a época mais reveladora da vida. Tudo era novo e eu me impressionava demais com as coisas – levava uma vida agitada e até meio rebelde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coisa de adolescente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naquele tempo eu morava com minha mãe e meus quatro irmãos – dois meninos e duas meninas. Infelizmente não tivemos a figura de um pai. Era uma época em que eu só aparecia em casa para comer e dormir. Minha vida era de casa para o trabalho, do trabalho para a escola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E havia em minha vida uma namorada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leila era seu nome. Uma linda morena, naquela melhor fase em que a garota está quase virando mulher. Para minha sorte ela era toda minha e eu já não me via sem ela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nosso namoro estava para completar um ano. Estávamos em crise e, numa das muitas brigas, a gente terminou. Eu sofria de uma solidão sem fim. Todo dia era cinzento. Mas eu era orgulhoso demais e não fui atrás dela. Eu me sentia como um zumbi que vivia sem motivos, sem sonhos... Nem consegui esboçar reação quando uma amiga me contou que a Leila havia pedido pra “ficar” com um brother meu lá da escola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naquela época eu tinha uma grande amiga. Liliam era seu nome e eu gostava muito de sua companhia, do seu jeito sempre sorridente. Um sorriso que me fazia bem. O carinho que ela tinha por mim eu não sentia vir de mais ninguém.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu estava solteirão e caí na boemia. Nem dormia aos fins de semana. Sempre que possível estava tocando rock n’ roll com meus amigos. E aqueles seriam meus últimos dias de adolescente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estava quase voltando com e Leila, mas já não era mais a mesma coisa. Eu conversava muito com a Liliam e comecei a vê-la com olhos diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa noite de sábado, depois de algum vinho, faltou luz na casa da Liliam. Não precisávamos de nada mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi assim que ficamos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sabia que isso não iria dar certo. Eu estava dividido entre Leila e Liliam. Decidi que iria dar mais uma chance para a antiga namorada e, para isso, teria de terminar com a amiga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao chegar lá na casa dela para bater esse papo fatídico, ela me disse, com a cara de quem havia chorado muito:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Estou grávida!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caiu o meu mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não sabia nem o que sentir. Fiquei em silêncio por algum tempo, me despedi e saí de lá. Naquela noite, enchi a cara.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dias se passaram. Minha família acolheu Liliam, que foi morar com minha avó, e durante toda a gravidez eu não estive com ela como homem, mas apenas como quem cumpre uma obrigação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Era questão de tempo até Leila saber tudo. Ela entendeu e até aceitou continuar comigo. Mas fez uma exigência:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Escolha: seu filho ou eu?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquela foi a última vez que a gente terminou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas semanas depois, lá estávamos no carro levando a Liliam pra ganhar o bebê. Eu estava desnorteado, com medo. Quando a deixei na sala de parto e o médico me perguntou se eu era o marido, eu percebi no olhar dela uma certa tristeza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Sim, eu sou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caminhei até ela e dei um beijo na boca de boa sorte. Consegui de Liliam um sorriso dela. Logo em seguida, as portas se fecharam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naquele momento, percebi como os olhos dela buscavam os meus. Não sei como eu não enxergava o potencial daquela relação, o quão incrível e forte Liliam estava sendo, de estar ao meu lado durante todo aquele tempo mesmo sem mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naquela manhã de 12 de maio de 2005, ao entrar no quarto da maternidade, eu vi aquela mulher com um imenso sorriso de felicidade e com um branquelinho mirradinho que era a coisa mais perfeita que eu jamais imaginaria ser capaz de fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o peguei em meus braços, o tempo parou e eu não era mais um garoto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os primeiros meses voaram. Liliam e eu nos casamos e fomos morar juntos, formar nossa família, criar nosso filho. Era a melhor coisa que eu podia querer e nem eu sabia o quanto eu precisava disso – um lar feliz, uma bela esposa, um lindo garotinho que vê em você um herói e um monstro. E você, quando olha para ele, só vê o pedaço mais importante de si mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira palavra dele foi “papai”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="317" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/DSC01427.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Johnny, Juan e Liliam&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meu filho hoje tem 6 anos e meio. Enquanto eu escrevo, ele está lá no quintal me chamando para jogar bola e gritando o nome do nosso time. Por isso largo aqui a escrita e vou lá fazer o que realmente importa: amar e ser amado pelo meu filho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nota do editor:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Este é o segundo texto da série "Momentos de um macho" (&lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/artigos/pe-na-bunda"&gt;leia aqui o artigo que abriu a série&lt;/a&gt;). E é também o primeiro escrito por um de nossos insiders – homens comuns que aceitaram o desafio de escrever aqui textos sobre suas alegrias, suas tristezas, seus medos... Em breve, outros nomes pintarão no Portal Homem para bater um papo sobre os instantes mais importantes da vida de um homem. Acompanhem e comentem.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ScSbNohxAVA:VWI-bpi-1N8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ScSbNohxAVA:VWI-bpi-1N8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ScSbNohxAVA:VWI-bpi-1N8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=ScSbNohxAVA:VWI-bpi-1N8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/ScSbNohxAVA" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-28T11:09:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/meu-primeiro-filho</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">95855940-524f-4f9e-8ea5-f3aaf7c45b6f</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/2fD1G2YoH4M/machismo-coisa-de-menina</link><title>Exploda sua mente #3: machismo é coisa de menina</title><description>&lt;p&gt;Vadias. Este foi o termo usado por um policial canadense durante uma palestra em Toronto. Ele disse que, para evitar estupros, as mulheres não deveriam se vestir como vadias. A frase desencadeou a primeira Marcha das Vadias (&lt;a target="_blank" href="http://papodehomem.com.br/slutwalk-marcha-das-vagabundas-e-o-feminismo-gracinha/"&gt;Slutwalk&lt;/a&gt;), em abril deste ano. A manifestação pedia o fim do comportamento machista, a extinção, por exemplo, da visão que “mulher de saia curta está pedindo sexo”, e ganhou adeptas em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil. Em junho, São Paulo recebeu a primeira Marchas da Vadias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ato de protesto levantou a questão do machismo, que é tão antigo quanto a própria civilização. O pensamento de que o homem é superior à mulher deve ser extirpado da sociedade, sem dúvidas. Contudo, pensemos de outra forma: em pleno século XXI, como o machismo resiste ao tempo? Com as conquistas das mulheres no decorrer da História, como é possível que haja ainda comportamentos sexistas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img height="300" width="514" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/machismo.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Em Mad Men, machismo é tão comum quanto beber uísque sem gelo (Foto: Mad Men/Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para responder a isso, é preciso entender a educação desta geração e prever a das próximas. É comum nas famílias que as mães peçam exclusivamente às filhas que ajudem nos afazeres domésticos. Não raro os meninos têm passe livre, enquanto as meninas são trancafiadas em casa. As próprias mães aconselham suas filhas a se resguardarem, a se preservarem sexualmente para que não fiquem mal faladas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em boa dose, o machismo é passado de mãe para filha. O que você pensam sobre isso?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=2fD1G2YoH4M:Orhk86cEZlI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=2fD1G2YoH4M:Orhk86cEZlI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=2fD1G2YoH4M:Orhk86cEZlI:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=2fD1G2YoH4M:Orhk86cEZlI:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/2fD1G2YoH4M" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-27T14:48:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/machismo-coisa-de-menina</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">1f3b382c-1d07-441d-a9e4-e8933c00bc11</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/rglieouOh04/evitar-marcas-de-suor</link><title>Como evitar marcas de desodorante na camiseta?</title><description>&lt;p&gt;As manchas amareladas – principalmente em camisas brancas – são um grande problema para os homens, em especial para aqueles que precisam trabalhar de terno e gravata. Por se tratar de um tema complexo, acho que vale a pena explicarmos algumas coisas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;O corpo todo sua, mas devido à grande concentração de glândulas sudoríparas nas axilas, é mais comum perceber o suor nessas regiões. Principalmente em dias muito quentes ou quando há grande esforço físico, pois a função do suor é equilibrar a temperatura corporal.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Quando produzimos o suor, ele serve de substrato – alimento, por assim dizer – para uma série de microrganismos (principalmente bactérias) que existem naturalmente em toda a nossa pele – e em maior quantidade nas axilas, por ser um local mais protegido. O mau cheiro é, na verdade, derivado eliminação de resíduos destes microrganismos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="396" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/dv1591011.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Oi, moça linda. Vai pizza? (Foto: Thinkstock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, podemos ter duas estratégias para eliminar ou diminuir o mau cheiro provocado pelo suor:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Matar as bactérias, e com isto elas não secretarão estas substâncias de forte odor. Estamos aqui falando dos “desodorantes”, que não impedem a formação de suor, mas que durante algum tempo (normalmente 24 horas) conseguem evitar a secreção destas substâncias.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Podemos inibir a formação de suor. Se não tem suor, não tem do que os microrganismos se alimentarem, e assim eles não vão secretar as substâncias mal cheirosas. Falamos aqui de “antiperspirantes”, que impedem você de suar durante algum tempo (normalmente 24 horas). A maioria dos antiperspirantes do mercado também tem em sua formulação um ativo desodorante, fazendo com que eles tenham os dois mecanismos de controle do mau cheiro.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Agora que sabemos mais sobre o suor fica fácil explicar o aparecimento de manchas em roupas. Pessoas que suam muito, e que mesmo com o uso do antiperspirante vão produzir suor, podem ter uma reação entre as substâncias do suor, do antiperspirante (principalmente do sal de alumínio que é o ativo que impede durante algum tempo a formação do suor) e do tecido da roupa, formando manchas amareladas – em alguns poucos casos, até esverdeadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nem todas as pessoas vão ter este problema, e os principais fatores que podem levar à formação destas manchas são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Emocionais: estresse, por exemplo, pode modificar a característica do seu suor e, com isto, levar à formação de manchas.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Hormonais: dependendo do seu estado hormonal – por exemplo, quanto de testosterona ouvprogesterona seu corpo está produzindo –, seu suor é diferente.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Tecido da roupa: alguns tecidos ajudam mais do que outros nesta reação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Se estas manchas aparecerem, lave as suas roupas com um sabão neutro, e apenas passe o ferro quando tiver certeza absoluta de que a mancha foi eliminada – o calor do ferro vai ajudar a fixar a mancha, dificultando e até impedindo a sua posterior remoção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="396" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/78321231.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Tudo certo aí embaixo, amigão?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também é importante mencionar outro tipo de mancha: a mancha branca que aparece em roupas mais escuras, normalmente logo após a aplicação do antiperspirante. (Esta mancha não acontece com o uso de desodorantes.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim que o antiperspirante seca, o sal de alumínio de sua formulação fica depositado em cima de sua pele, e a sua cor é branca, como sal de cozinha. Se um pouco do produto ficou em sua roupa, quando o produto secar, haverá a formação de uma mancha branca em sua roupa. Aqui a dica é muito simples: espere alguns minutos para o produto secar em suas axilas antes de colocar a roupa!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero que vocês tenham gostado do post.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraços,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fred&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Pergunte ao especialista!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Na quinta-feira, vou responder dúvidas sobre suor ou qualquer outro tema ligado à aparência. Portanto, deixe suas perguntas aqui nos comentários.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rglieouOh04:hHDVv4oqh6I:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rglieouOh04:hHDVv4oqh6I:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rglieouOh04:hHDVv4oqh6I:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=rglieouOh04:hHDVv4oqh6I:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/rglieouOh04" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-26T14:04:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/evitar-marcas-de-suor</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">b3b4b851-046e-46a9-b80b-9263581c1f71</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/_CaXSrdztzE/pequenos-paises-grandes-bandas</link><title>Pequenos países, grandes bandas</title><description>&lt;p&gt;A banda U2 &lt;a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/music/2011/apr/11/u2-tour-breaks-rolling-stones-record"&gt;bateu recentemente o recorde&lt;/a&gt; (que antes era dos Rolling Stones) de turnê mais lucrativa com a U2 360° World Tour, que arrecadou mais de U$ 700 milhões de mais de 7 milhões de espectadores ao redor do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/moncton_crowd_1_640.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Uma pequena multidão em cada show do U2. Conta daí, se cada um dessa foto deu, sei lá, 50 doletas: quanto dá o montante? (Foto: Divulgação/U2.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, a maior banda do planeta quer ajudar seu pequenino país. (Pequenino mesmo: a Irlanda tem pouco mais de 84.000 km² – quase 1/3 do estado de São Paulo.) A ilha situada no noroeste da Europa sofreu grandes cortes de gastos com educação na tentativa de um resgate econômico pós-&lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_econ%C3%B4mica_de_2008-2011"&gt;grande crise de 2008&lt;/a&gt;. Para isso, a banda fornecerá para a Irlanda o valor de € 5 milhões – cerca de US$ 7,2 milhões – até 2015 para &lt;a target="_blank" href="http://www.bloomberg.com/news/2011-08-15/u2-invests-in-irish-music-schooling-as-government-cuts-education-spending.html"&gt;financiar ensino de música&lt;/a&gt; para crianças irlandesas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essa grana, as escolas poderão se equipar com instrumentos musicais e melhorar o salário dos professores de música. Um adicional de € 2 milhões será dado aos fundos da Irlanda, um outro grupo de caridade apoiado por pessoas de ascendência irlandesa ao redor do globo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas não se trata de uma doação feita a esmo. A coisa toda está projetada para que, até o final do mandato de cinco anos, o governo possa assumir o financiamento dos programas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/moncton_crowd_1_6401.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Bono Vox, o “Mr. Niceguy” do novo milênio. E do último também (Foto: Divulgação/U2.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já é de bons tempos que Bono Vox quer ajudar o mundo. Todinho. Mas em momentos de crise, os olhos se voltam para o próprio quintal. Não que isso invalide todo o processo. O U2 é uma banda engajada e sempre se propõe a ingressar em projetos interessantes que visam a melhora de alguma situação. Agora foi a vez de voltar os olhos para a ilha que colocou o maior grupo pop da atualidade no mapa.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_CaXSrdztzE:xmpim2sMuSY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_CaXSrdztzE:xmpim2sMuSY:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_CaXSrdztzE:xmpim2sMuSY:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=_CaXSrdztzE:xmpim2sMuSY:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/_CaXSrdztzE" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-24T21:30:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/pequenos-paises-grandes-bandas</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">fd16862e-6615-4c11-a10f-632c92474b86</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/ocjouODeLE8/fora-do-escritorio</link><title>Há vida fora do escritório</title><description>&lt;p&gt;Todos invejam o Google. Não apenas pelo que a companhia simboliza no mundo atual, mas também pelas condições que ela oferece aos funcionários. Imagine um &lt;a target="_blank" href="http://www.google.com/about/corporate/company/culture.html"&gt;trabalho&lt;/a&gt; onde é possível encontrar “mesas de pebolim e sinuca, quadras de vôlei, diversos videogames, pianos, mesas de pingue-pongue e academias que incluem aulas de ioga e dança”. Soa legal, não?&lt;/p&gt;
&lt;object width="514" height="385"&gt;
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&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed width="514" height="385" src="http://www.youtube.com/v/LB5utwRnfH4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=LB5utwRnfH4"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Googleplex, o País das Maravilhas para quem não quer viver fora do escritório &lt;/em&gt;
&lt;p&gt;Não completamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que, para muitos, pode parecer comodidade, em uma visão mais cética significa “prender o material humano dentro dos limites da companhia”. Eu conheço empresas que têm até lavanderia para seus funcionários! O sujeito não precisa mais sair do trabalho para quase nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não seria esta uma forma de &lt;strong&gt;transformar o homem em material de almoxarifado&lt;/strong&gt;?&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Vida pessoal vira vida profissional e vice-versa&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Eu sei, parece imperativo demais. Até mesmo o oposto do que se prega hoje em dia: um escritório que seja a cara de seu “dono”. Funcionários felizes trabalham com maior prazer, certo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas isso não significa que temos de transformar nossos escritórios numa segunda morada. Casa é casa, trabalho é trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cada objeto pessoal que você tira da sua casa e coloca na sua mesa de trabalho, você está assinando um atestado de que aquele lugar – o escritório – é parte da sua vida pessoal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este é o estímulo para não achar anormal passar um tempo extra na empresa. Para achar que “está tudo bem ter como amigos apenas os colegas de trabalho”, as mesmas pessoas que você vê durante o dia todo – não raro, mais do que vê os próprios filhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até que, quando menos perceber, você estará vivendo a vida pessoal de maneira corporativa: vai ao restaurante com o pessoal do marketing, ao cinema com a secretária do chefe, à balada com o estagiário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há nada de mal nisso. Mas e seus amigos pessoais, as pessoas que você verdadeiramente ama e com quem deseja compartilhar os melhores momentos de sua vida, onde estão?&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Lar é onde o coração está&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Há não muito tempo, quando trabalhava numa grande editora, saí da redação às 4 da manhã. Fiquei atordoado com isso. “Será que a vida é isso?” Vendo minha depressão instantânea, um colega jornalista respondeu,&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;&lt;strong&gt;“Não. A vida é pior que isso. Já tivemos fechamento de 30 horas.”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nem caixa eletrônico é tão fiel à empresa assim. Caro leitor, você não faz ideia do que é jantar e tomar café da manhã na empresa sem dar as caras em casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Humberto Werneck, grande cronista mineiro, retrata esta rotina na sua recém lançada coletânea &lt;em&gt;Esse inferno vai acabar&lt;/em&gt;. Recomendo a leitura do livro todo, mas uma crônica dele me chamou a atenção. Em “Ah, aquelas clínicas de envelhecimento precoce...”, Werneck narra causos do jornalismo e, por fim, uma frase de seu filho que resume bem a vida de jornalista. Ao chegar em casa depois de um fechamento eterno, o menino pergunta:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— Pai, por que ontem você chegou hoje?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este é o cotidiano de jornalista. Logo, se não tivermos o limite entre pessoal e profissional, poderá ser de todos. Lembre-se: ficar meia horinha a mais no escritório é abdicar de viver ao lado de quem realmente amamos por meia hora. Abdicamos de viver, de uma forma geral.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ocjouODeLE8:pxPpOHDYo68:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ocjouODeLE8:pxPpOHDYo68:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=ocjouODeLE8:pxPpOHDYo68:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=ocjouODeLE8:pxPpOHDYo68:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/ocjouODeLE8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-23T12:04:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/fora-do-escritorio</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">b5c7fe8f-02bf-461d-ab04-751eac38cb5e</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/XE5WvBD5E3w/bases-limitadas-para-um-relacionamento</link><title>Perguntas e respostas | Bases limitadas para um relacionamento</title><description>&lt;p&gt;Após a publicação do texto &lt;a target="_blank" href="http://www.portalhomem.com.br/especialistas/gustavo-gitti/artigos/cinco-momentos  "&gt;"Cinco bons momentos para você perceber a base da relação"&lt;/a&gt;, alguns leitores deixaram questões interessantes nos comentários e pelo envio de perguntas dessa área de especialistas. Selecionei dois leitores para continuar a conversa.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Sobre morte e respeito&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo Batista diz:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;"As vezes penso que morreria se não estivesse nesse relacionamento. E penso também que entraria em parafuso se descobrisse algo ou suspeitasse de algo. Uma base para um bom relacionamento é, sem sombra de dúvidas, o respeito. Eu tento sempre deixar claro que o meu compromisso com a pessoa que eu amo é o de ser transparente e verdadeiro, indiferente do momento ou da atitude. E o que eu espero em troca é o mesmo."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rodrigo,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando um relacionamento acaba, de fato, morremos. Aquela identidade dentro daquele mundo some, cessa. Mas o problema não é esse. O sofrimento e a dor surgem porque apostamos naquela identidade e colocamos nossa felicidade, nossa energia, nossa respiração, nosso brilho no olho, nosso sentido na vida dentro daquele mundo, naquela identidade de "marido" ou "namorado".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é à namorada ou à esposa que temos apego, mas à experiência de energia fluindo, de controle, de vitória dentro daquele universo. Quando tudo desaba, nos enganamos ao dizer que perdemos "a mulher da nossa vida". Ao falar que a queremos de volta porque a amamos, estamos ocultando a verdadeira motivação: a queremos de volta porque adoramos ser aquele que somos naquele mundo. O que realmente amamos, o que queremos reconquistar é a identidade perdida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em relação ao respeito, não o considero uma boa base. No texto, defini uma boa base como sendo a motivação de beneficiar o outro. Respeitar alguém às vezes é ser negligente, é abaixar a cabeça para suas aflições, hábitos negativos, obstáculos. Para realmente trazer benefícios, enriquecer a vida do outro, ajudá-lo a crescer e desenvolver suas qualidades, muitas vezes temos de desrespeitá-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="330" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/base.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Foto: Stewart Cohen (ThinkStock)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, o respeito, como você disse, inclui expectativa: "O que eu espero em troca é o mesmo". Esperar é pedir para sofrer. Nós todos somos condicionados e às vezes operamos sob efeito de enganos e confusões, dentro de estruturas aflitivas, causando mal a outros. Ao mesmo tempo, nós também somos livres, imprevisíveis, impermanentes, nada confiáveis. Não é muito inteligente esperar algo de seres como nós. Claro, criamos expectativas o tempo todo, é saudável fazer combinações e confiar nos outros, mas não faz sentido realmente acreditar seriamente que teremos nossas expectativas satisfeitas pela vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se nossa motivação é oferecer algo, estamos livres do resultado, então podemos seguir sem tanto peso, sem tantas regrinhas, sem medo de sofrer. Assim que exigimos ou esperamos algo do outro, viramos seu refém.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Sobre experimentação e afinidades&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Guilherme Barros diz:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;"Gustavo, 'usar nossos relacionamentos como laboratório' é o que tenho feito no meu atual relacionamento. No entanto, sinto-me cruel ao fazer isso, como se ela fosse um mero ratinho branco nas mãos desse cientista louco aqui. Tipo: deu errado, troca. Como continuar no laboratório sem essa crueldade? Naturalmente, é possível que os papéis estejam invertidos (eu seja o rato), mas supondo que só eu tenha a consciência de estar fazendo esse tipo de teste."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Guilherme,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Digamos assim: é um laboratório com dois cientistas e nenhum rato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível tomar um namoro ou um casamento como uma experiência previsível, um mundo no qual entramos e mais ou menos já sabemos o que fazer. É isso o que faz a grande maioria das pessoas. Mas é possível pegar a vida com as próprias mãos e experimentar junto com o outro, ludicamente, com curiosidade, aproveitando a relação para viver melhor, para se transformar, não apenas para namorar. Namorar, transar, casar é fácil. Será que queremos só isso de uma relação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usar o namoro para viver e oferecer algo além do namoro. É assim que descobrimos nossas fixações, nossos medos, nossas travas: ciúme, preguiça, ansiedade, orgulho, raiva, visões estreitas, carência, apego... É assim que exploramos novas formas de se entrelaçar, dançar, tocar o outro. É assim que começamos a aprender como cuidar verdadeiramente de alguém.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;"A igualdade de crenças, sejam elas religiosas ou filosóficas, pode ser considerada uma boa base? Ou será que essa ideia é apenas fruto da minha mente preguiçosa e orgulhosa que não quer nem lutar para buscar um equilíbrio entre o que os dois pensam e nem ceder para as crenças dela? Quando tento identificar uma base pra gente seguir, só consigo pensar nas nossas crenças e em como elas são diferentes, aí penso: Que droga de base! Não vai dar certo!"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não considero a igualdade de crenças e filosofias como uma boa base. Ambos podem ter religiões e filosofias radicamente diferentes e ainda assim viver muito bem, se apoiar, seguir junto. Quando há uma mesma visão em comum e a tomamos como refúgio, isso pode até se tornar um obstáculo assim que começam a surgir discordâncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também não considero o equilíbrio ou a famosa negociação "Quem cede primeiro? Quem tolera? Quem abre mão?" como uma boa saída. O melhor mesmo é cultivar um espaço em que as visões dissonantes possam coexistir sem que isso seja um problema, sem a necessidade de tolerar, abrir mão, ceder. Esse dilema sequer surge porque a diferença é vista como riqueza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como disse no texto, se a base é beneficiar o outro, olhamos para sua vida e nos inserimos positivamente ali. Falamos a linguagem do outro, mas sem medo do embate, sabendo que visões diferentes o ajudam a expandir seu mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É claro, no entanto, que a coisa não funciona romanticamente. Essa base mais ampla está sempre contaminada com nossos joguinhos, nossas preferências, condicionamentos, desejos... Precisamos o quanto antes liberar essas estruturas aflitivas de controle e autocentramento que limitam nossa felicidade, nos momentos bons, e causam muito sofrimento e confusão, quando a coisa entorta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Seguimos a conversa nos comentários.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O próximo texto sobre relacionamentos da seção "Especialistas" será publicado daqui um mês. Abração!&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XE5WvBD5E3w:w10uteXmqr4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XE5WvBD5E3w:w10uteXmqr4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=XE5WvBD5E3w:w10uteXmqr4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=XE5WvBD5E3w:w10uteXmqr4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/XE5WvBD5E3w" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-22T15:50:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/bases-limitadas-para-um-relacionamento</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">39455623-71c8-4e9c-beb2-f049e72af00f</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/ndJ5cFZnHbQ/pe-na-bunda</link><title>Momentos de um macho #1: meu pior pé na bunda</title><description>&lt;p&gt; Eu tinha a menina mais bonita da cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela dizia o que eu estava pensando. Éramos capazes de ler os pensamentos um do outro. Impossível não imaginar que há pessoas que devem se encontrar nesta vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela criou o meu mundo. E eu vi que ele era bom.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;M. e eu éramos amigos. Os melhores amigos na época da faculdade. Não havia quem imaginasse um sem o outro. Estávamos juntos nas aulas, nos trabalhos, fora da faculdade, nas baladas. Ela me contava dos seus amores e suas ruínas – como quando um ex-namorado lhe deu um tapa na cara.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu a ouvia com fascínio. E sentia sua dor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembro-me quando demos o primeiro beijo. Foi no elevador do prédio de M. Eu e outros amigos saímos de lá depois de estudar – o que é mentira, pois passávamos o tempo assistindo seriados e fazendo jogos bobos – e, por obra do destino, esqueci meus óculos lá. No caminho de casa, percebi que estava sem eles. Voltei ao prédio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Subi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela me devolveu meus óculos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se propôs a me acompanhar até a porta do prédio na saída.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela me beijou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Descobri que Deus mora nos beijos de M. E lá eu morreria feliz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="513" height="348"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uiR4YGGqfUQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
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&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uiR4YGGqfUQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="348" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=uiR4YGGqfUQ"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Esta era nossa música. Hoje ela faz sentido&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficamos juntos poucas semanas, tempo em que o mundo poderia explodir. Eu não me importaria. Sumissem todos da terra, ainda assim eu seria o homem mais feliz do universo, pois M. estava comigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As férias do meio de ano se aproximavam, e logo ela partiria para sua cidade. Eu seria a personificação da saudade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E assim foi. Até que ela me ligou uma tarde:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Escuta, eu preciso te dizer algo, mas não sei como. Sei que dói em mim e vai doer em você. Mas eu quero voltar para o meu ex.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos homens sabem o que é perder sua mulher para outro, para ex-namorados. Mas poucos sabem o que é perdê-la para um ex que tem histórico de agressão. Na minha cabeça, ela preferia apanhar a me ter como homem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pior: eu perdi a namoradinha e, consigo, a melhor amiga. A quem eu choraria minhas dores? Passei por isso sozinho. E doeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por algum tempo, eu fui a definição de miserável.&lt;/p&gt;
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&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=WwlNPhn64TA"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | O que é um pé na bunda?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando as férias acabaram, eu a revi na faculdade. M. veio conversar comigo, explicar o que houve. Ela poderia passar séculos ali, me consolando, dizendo como eu era um bom homem e que “o problema não é você, sou eu”, e nada disso seria o bastante para tirar do peito aquele peso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um homem sente não ser mais um homem, o que faz dele um belíssimo exemplar de coisa nenhuma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naquele momento, sentado no degrau da faculdade, eu perdi qualquer resquício de inocência que havia em mim. O mundo se tornou um lugar mau. Eu me tornei um homem pior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Era o que eu imaginava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anos depois, ainda encontro M. sempre que visito minha cidade. Ela está casada – não com o ex, mas com um cara muito bacana e que lhe faz feliz. Isso me deixa contente. Às vezes saímos os três, e ela se mantém fascinante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desenvolvemos um amor diferente. Não penso em beijá-la, dividir com M. uma casa de cerca baixa e ter uns pequenos correndo por ela. Nada disso. Isso ela pode ter com seu marido. O amor que sinto por ela é um desejo descompromissado de vê-la bem. Eu daria a vida por ela, mas não passaria uma noite em sua cama.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso para mim é amor.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/ndJ5cFZnHbQ" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-21T15:51:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/pe-na-bunda</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">880c3d15-f634-4ba5-b428-6529a6ab7178</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/d3YgJW7wrsU/afasta-te-das-drogas-ou-a-droga-te-afasta</link><title>Afasta-te das drogas ou a droga te afasta</title><description>&lt;p&gt;Lemos e ouvimos diversos relatos de pessoas que se afundaram no mundo das drogas. Gente que vendeu tudo o que tinha para consumir entorpecentes, que vivem nas ruas ou que dão trabalho extremo para suas famílias. Mas sabemos pouco do processo que antecede isso tudo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="338" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Afasta-te das drogas ou a droga te afasta (Imagem 01).gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Bonito e convidativo: muito fácil afirmar que o mundo das drogas é bem sedutor (Foto: strangelilgirl - Lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com &lt;a href="http://classificados.folha.com.br/empregos/944530-afastamento-do-trabalho-por-uso-de-droga-cresce-22-em-2011.shtml"&gt;uma pesquisa feita&lt;/a&gt; pelo Hcor e publicada na Folha de São Paulo, o afastamento do trabalho por uso de drogas aumentou 22% em 2011. São mais de 21,2 mil pessoas que estão longe de seus postos de trabalho para fazer tratamentos que controlam os transtornos causados pelo uso de drogas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cocaína é a principal substância psicoativa apontada como responsável pelos afastamentos, seguida pelo abuso de remédios, sedativos e estimulantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pressão exercida pelo trabalho, a gana para aumentar rendimentos, a competitividade adicionada ao medo de perder o cargo fazem com que, a cada dia, mais trabalhadores e executivos busquem o alívio ou auxílio das drogas.&lt;br type="_moz" /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="386" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Afasta-te das drogas ou a droga te afasta (Imagem 02).gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Analista esperando o ônibus para mais um dia de trabalho. Ele já deu o primeiro “tiro” do dia. (Foto: walbase.cc)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que nem todos acabam virando o estereotipo apocalíptico citado no começo do texto, mas, para evitar que qualquer um chegue a esse nível, uma boa política de carreira, melhor trabalho de capacitação profissional e, claro, uma boa conversa franca podem reduzir (e muito) a busca por esse cenário.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=d3YgJW7wrsU:51OYa7RUBAM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=d3YgJW7wrsU:51OYa7RUBAM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=d3YgJW7wrsU:51OYa7RUBAM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=d3YgJW7wrsU:51OYa7RUBAM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/d3YgJW7wrsU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-20T13:46:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/afasta-te-das-drogas-ou-a-droga-te-afasta</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">7d92a965-08c8-466d-a5e9-e539426c9a3f</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/L9UCtSVohCs/cinco-momentos</link><title>Cinco bons momentos para você perceber a base da relação</title><description>&lt;p&gt;Não existem especialistas em relacionamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Experiência pessoal, bagagem, bodas de ouro muitas vezes só solidificam crenças (olhe para nossos avós, tios e pais). Erudição, rigor acadêmico, experiência clínica, pesquisas científicas podem se construir ao redor de obscurecimentos e equívocos, além de exigir que os outros entendam conceitos complexos antes de olhar e transformar suas próprias relações. Religiões, práticas esotéricas, discursos espirituais talvez reprimam aflições e obstáculos, em vez de esclarecer e ajudar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="365" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/guru1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Não existem gurus do amor (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem tem alguma autoridade para falar de relacionamentos? Um xamã, uma psicanalista, um neurocientista, um poeta, uma jovem apaixonada? A verdade é que os mais sábios, os que mais poderiam ajudar, não perdem tanto tempo focando em draminhas de relacionamento. Eles sabem que nossas perguntas sobre ciúme, sexo meia-boca ou carência se resolvem em outro nível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, só podemos dar risada ao entrar aqui nessa área do Portal Homem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois disso, no entanto, talvez surja alguma ousadia. Se ninguém atualmente ocupa o papel de especialista em relacionamentos, por que cada um de nós não poderia explorá-lo? Dependemos mesmo de décadas de experiência pessoal, extensa bibliografia, pesquisas atuais ou podemos abrir bem os olhos e ver?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É esse meu objetivo aqui: cultivar um espaço para que nós possamos experimentar, testar, usar nossos relacionamentos como laboratório, brincar com a vida, descobrir dinâmicas que nos aprisionam, processos que nos liberam, jeitos de tocar e de ajudar uns aos outros nesse bate-cabeça das relações.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O que é uma boa base?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Já que calhou de estarmos por perto de alguém, o melhor modo de participar é não criar ainda mais confusão e ajudá-lo a viver melhor, ser mais feliz, mais autônomo, inteligente e aberto, com menos travas e aflições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sexo, jantares, viagens, casamento, apartamento podem fazer parte do pacote, mas não são um fim em si mesmo. O próprio relacionamento não deveria ser um fim em si mesmo, caso contrário podemos nos matar ao tentar salvar o relacionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma boa base, portanto, se manifesta na intenção de beneficiar o outro e não prejudicá-lo. Simples assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma base mais restrita também é fácil de definir, mas quase impossível de evitar: o outro existe para nos satisfazer. Infelizmente isso às vezes funciona por um longo tempo, mas não traz tantos benefícios porque mesmo que o outro desempenhe seu papel quase perfeitamente, ainda estamos operando sob autocentramento, então sofremos e seguimos insatisfeitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para flagrar a base em que estamos construindo nossas relações, vou listar cinco momentos. Experimente usar tais brechas para detectar a qualidade de suas relações. A minha aposta é que nós todos temos muitas dificuldades em sustentar uma boa base. A situação é muito mais grave do que imaginamos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;1. Visualização interna&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Construir uma relação durante uma viagem para Bora Bora é fácil. O desafio é tecer os laços à distância. Na verdade, toda relação nasce mesmo é dos momentos de solidão, quando não estamos com o outro. É aí que definimos se vamos nos encontrar de novo ou não, é nesse espaço sutil que somos promovidos de estranhos para namorados para pais, muito antes da gravidez acontecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="365" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/borabora1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;É fácil sustentar laçoes afetivos quando o casal está juntinho numa ilha (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A qualidade da relação surge a partir da visão que temos do outro, de como lhe damos nascimento, de como o construímos internamente. Somos capazes de sonhar, de imaginar como ele seria se superasse seus obstáculos e crescesse mais e mais? Quando visualizamos nossa namorada, ela sorri e é ainda mais bonita do que parece atualmente? Sentimos vontade de cuidar dela ou ficamos medindo qualidades para ver se vale a pena, se ela nos satisfaz, se tem outra melhor?&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;2. Brigas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Quando o outro se perde, se confunde, erra, joga contra, dificulta, nós sustentamos a relação, ajudamos o outro a destravar, desatar, liberar, ou reagimos igualmente com mais confusão?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ouvimos o que nossos monstros dizem ser a realidade? Deixamos que nossas aflições sequestrem o outro? Fazemos exigências para o resgate, negociamos, humilhamos sutilmente, atacamos, nos fechamos, nos defendemos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qualquer briga pode ser um momento precioso para diagnosticar a base de um relacionamento. Não pelo seu conteúdo, mas pelo modo com que lidamos e nos movimentamos quando algo entorta.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;3. Meses após a separação&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Às vezes ex-namoradas e ex-namorados mantêm algum contato e após poucos meses, geralmente quando são abandonados, tentam dar o bote de novo, na tentativa de provar o quanto mudaram, o quanto aprenderam, como agora sim tudo vai dar certo. Em geral, eles estão cegos para onde o parceiro está na vida, para o que ele precisa ou não precisa, como está se movendo, o que está fazendo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa hora tudo o que queremos é ganhar o jogo novamente, acabar com a dor da carência, receber o certificado da transformação (que só vale se vier de quem nos rejeitou), resgatar a identidade, voltar àquele mundo que tinha tanto passado e tanto futuro… Eis um excelente momento para perceber qual é a nossa verdadeira motivação para reconstruir o casal.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;4. Autonomia à distância&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Quando tudo se encaixa, durante alguma comemoração de um marco na sua vida, naquele instante de extrema liberdade e alegria, e que por algum motivo o outro não está presente, talvez surja a percepção nítida de que você não precisa do outro, de que poderia seguir sua vida muito bem sem esse relacionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="365" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/termino1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Tudo está indo tão bem... longe dela (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se essa percepção vem acompanhada da vontade de compartilhar sua vida com o outro e seguir a relação sem a necessidade de seguir a relação, isso é um ótimo sinal. Se não conseguimos imaginar nossa vida sem o outro, nossa liberdade foi corrompida, estamos cegos para outras possibilidades e provavelmente vamos sofrer e causar muita dor assim que a vida começar a ser sacana.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;5. Fase ruim&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Assim que a vida do outro piora e se enche de dificuldades, quando ela perde brilho ou ele perde potência, em tempos turbulentos e capengas, como reagimos? Alan Wallace explica o teste:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;“O teste do amor versus o apego pode ser feito quando você percebe que uma pessoa que você ama muda para pior. O que acontece? Se o amor for genuíno, os sentimentos de amor crescerão mais fortes. Se o amor for realmente um apego, haverá um afastamento.” – Alan Wallace&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Dois convites&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Agora você pode deixar um comentário sobre as visões que ofereci, aproveitando para contar em quais momentos consegue perceber mais claramente a qualidade, a base do relacionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E pode também deixar uma pergunta sobre como trocar de base, sobre como transformar um relacionamento. Vou explorar algumas das questões levantadas na semana que vem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abração!&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=L9UCtSVohCs:YIT8hguxfj8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=L9UCtSVohCs:YIT8hguxfj8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=L9UCtSVohCs:YIT8hguxfj8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=L9UCtSVohCs:YIT8hguxfj8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/L9UCtSVohCs" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-19T12:05:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/cinco-momentos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">1fa2b02b-09ca-4786-a854-3ac4908a3991</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/Vt-jt-BAxNs/eduardo-galeano</link><title>As veias abertas de Eduardo Galeano</title><description>&lt;p&gt;Eduardo Galeno é um escritor que você não conhece na escola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas deveria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recluso, longe dos holofotes e com uma clareza política admirável, este uruguaio apaixonado por futebol é o autor da minha frase preferida:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;&lt;strong&gt;“Quando as palavras não são tão dignas quanto o silêncio, é melhor calar e esperar.”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas nem só de frases de impacto vive Galeano. O escritor é responsável por um dos livros mais brilhantes da historia: &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/As_veias_abertas_da_Am%C3%A9rica_Latina"&gt;&lt;em&gt;As veias abertas da América Latina&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, de 1971. Nesta obra, Galeano faz um mergulho na história política e sociológica do continente. É um livro que, para os mais bairristas, dá gosto ler.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="386" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Eduardo Galeano.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Eduardo Galeno: um homem que você deveria conhecer (Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E dá gosto ouvir Galeano. Nessa entrevista concedida ao Canal Brasil, o autor fala sobre política, Uruguai, história e, claro, o nosso tão confuso continente. O modo romântico e saudosista como ele conduz a entrevista é brilhante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um material que, infelizmente, foi perdido, pouco divulgado e subestimado por professores do ensino fundamental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;object width="513" height="348"&gt;
&lt;param value="http://www.youtube.com/v/w8rOUoc_xKc?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" name="movie" /&gt;
&lt;param value="true" name="allowFullScreen" /&gt;
&lt;param value="always" name="allowscriptaccess" /&gt;&lt;embed width="513" height="348" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/w8rOUoc_xKc?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=w8rOUoc_xKc"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; | Menção honrosa para a produção do Canal Brasil. Ótima edição&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Vt-jt-BAxNs:YVrV8XTQAeE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Vt-jt-BAxNs:YVrV8XTQAeE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Vt-jt-BAxNs:YVrV8XTQAeE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=Vt-jt-BAxNs:YVrV8XTQAeE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/Vt-jt-BAxNs" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-16T12:04:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/eduardo-galeano</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">4e89514a-df5c-4b1a-91d7-2a4e57346a1d</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/lns9ksIiwl8/beleza-cotidiana</link><title>Perguntas e respostas | O belo no dia a dia</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jorge Fagundes pergunta:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"Como podemos afinar nossa visão para a beleza do cotidiano?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ponto que não levantei no texto é a relação entre ética e estética. Aristóteles dizia que o caminho para o belo é o bem, a virtude, isto é, a busca do desabrochar humano, que envolve todo o bom conviver e principalmente uma vida contemplativa (o que para ele significa uma vida que permita cada vez mais o "pensamento apenas pelo pensamento", uma vida puramente teórica). Não concordo tanto com isso, prefiro Wittgenstein, que diz que &lt;strong&gt;o belo e o bom são a mesma coisa&lt;/strong&gt;. De toda forma, o comportamento ético parece naturalmente promover o reconhecimento do belo (e aqui, Aristóteles e Wittgenstein estão de mãos dadas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O refinamento da apreciação estética pode, porém, se tornar impossível: a maioria de nós não consegue alocar o tempo para se colocar numa perspectiva contemplativa. Nesse caso, a pessoa primeiro precisa criar as condições. Daí, com ética e boas condições externas (como tempo livre), ela pode se dedicar a se envolver com a cultura, e também eventualmente com a espiritualidade. Tanto a cultura (isto é, coisas como estudar literatura e arte, viajar, conversar com pessoas cultas etc.) quanto a espiritualidade podem revigorar a perspectiva fresca, curiosa mas "a seu tempo", que permite a apreciação do belo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Maive Galvão Pereira pergunta:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"Eduardo, até que ponto devemos nos adequar aos padrões de beleza impostos pela sociedade?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resposta rápida: na medida em que queremos ou precisamos estar de acordo com as expectativas da sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma determinada pessoa pode ser capaz de exercer liberdade perante as expectativas da sociedade, tanto pelo seu próprio mérito quanto pelas condições de uma sociedade particular que não sejam tão intrusivas. Por outro lado, em certa medida, todos nós precisamos nos adequar, não só aos padrões de beleza, mas a uma série de fatores, bons ou ruins, de uma sociedade. Uma sociedade pode estar também mais saudável ou mais doente. Se estamos falando da sociedade brasileira atual, existe uma boa medida de liberdade -- é só não se envolver tanto com TV, periódicos e evitar um pouco a publicidade invasiva (coisa que já naturalmente fazemos), que perde um pouco o sentido esse mundo de expectativas que nos são impostas. Por outro lado, todas as pessoas que conhecemos estão mais ou menos presas nessa "ditadura do consenso" -- então é um esforço contínuo não cair em pactos de mediocridade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exemplo: outro dia um subalterno aqui no meu trabalho achou curioso meu apreço por uma personagem de uma série britânica &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_IT_Crowd"&gt;&lt;em&gt;The IT Crowd&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, a Jen. Ele disse que era mau gosto. Quanto mais eu levar a opinião dos outros a sério, mais eu vou precisar me conformar a uma visão do belo, que, no caso dele, é simplesmente pasteurizada. Então, naturalmente com a maturidade somos cada vez menos "maria-vai-com-as-outras", e, é possivelmente desejável diretamente se esforçar para reconhecer e evitar essa tendência, que é natural.&lt;/p&gt;
&lt;object width="513" height="348"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZGPdRrpBMf8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed width="513" height="348" src="http://www.youtube.com/v/ZGPdRrpBMf8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=ZGPdRrpBMf8"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt; |&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto a nós mesmos parecermos belos aos outros, isso pode ser algo que mereça algum esforço da nossa parte, embora com certeza haja coisas que não podemos mudar. &lt;strong&gt;A ditadura do consenso também fomenta insegurança&lt;/strong&gt;, afinal o belo é vendido como uma ideia particular do belo, mas também como um estilo de vida. Quanto mais inseguros, mais nos aparelhamos das estratégias que nos são vendidas. Obter liberdade perante a ditadura do consenso requer uma decisão consciente de avaliar e evitar essas armadilhas. Curiosamente, esse esforço também rende algo da pergunta anterior, porque na tentativa de desafiar o consenso, acabamos encontrando e descobrindo o belo no inusitado, no corriqueiro, naquilo que muitas vezes ignoramos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os filmes adolescentes dos 80 sempre tinham uma garota que o espectador sabia que era uma bonita deliberadamente "enfeiada", para só aparecer bonita no fim do filme. Passamos o filme todo achando o protagonista do filme um idiota: ele está atrás da garota errada. Essa é a metáfora perfeita para a ditadura do consenso, na beleza feminina, mas também no estilo de vida que nos é empurrado: estão nos vendendo uma patricinha, e somos o idiota incapaz de reconhecer a beleza da "garota da porta ao lado".&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=lns9ksIiwl8:whqMvA5fZmw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=lns9ksIiwl8:whqMvA5fZmw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=lns9ksIiwl8:whqMvA5fZmw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=lns9ksIiwl8:whqMvA5fZmw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/lns9ksIiwl8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-15T14:41:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/beleza-cotidiana</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">d348ca46-7a7d-4c12-9e71-403fda48b3e0</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/YJoPic0v5-c/falar-mal-de-argentino</link><title>Alguém falou mal de argentino. E você acreditou</title><description>&lt;p&gt;Em algum momento, não sei exatamente quando, foi decidido que o povo argentino seria o inimigo número 1 do brasileiro. Decretou-se que todo ser nascido naquele país seria automaticamente arrogante, metido e mal educado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é bem assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantos argentinos marrentos você conhece além dos ridicularizados e estereotipados pela mídia? E quantos fizeram algo de absurdo na sua presença? Eu, que morei no litoral de Santa Catarina e convivi com argentino durante alguns verões, não me recordo de nenhuma situação que despertasse ódio por aquele povo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, &lt;strong&gt;por que odiamos argentinos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/PH - Martina Gusman.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Martina Gusman, mais um motivo para não arrumar encrenca com a Argentina e suas derivadas (Foto: Getty Images)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rivalidade entre Brasil e Argentina que existe no esporte foi o estopim para esse preconceito cultural. Tornou-se natural direcionar todos os exageros que ocasionalmente surgem durante as disputas aos vizinhos. Consideramos linda &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vKy2B5awFXU&amp;feature=player_detailpage#t=76s"&gt;a sambadinha de Júnior em 82&lt;/a&gt;, mas hipócrita os &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DYEfuD1mro/TDCKrQUFlgI/AAAAAAAAAcg/0WTPw4WWpL0/s1600/maradona+chora+90.jpg"&gt;lamentos de Maradona em 1990&lt;/a&gt;. Lembramos que eles foram campeões do mundo em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=1_bKdmqWXfI"&gt;86 com um gol de mão&lt;/a&gt;, mas raramente citamos 62, quando &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qAR6lnnviuo&amp;feature=player_detailpage#t=165s"&gt;Nilton Santos cometeu um pênalti não marcado&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem mais. A mídia julga criminosa a &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=J3ywgQveTlI"&gt;entrada de Maradona em Batista na Copa de 82&lt;/a&gt;, mas não comenta as &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UNbta4WzmNY"&gt;cotoveladas de Pelé&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-x_54egvXMk&amp;feature=player_detailpage#t=31s"&gt;Tostão&lt;/a&gt; em 70. Assim como critica a violência dos times argentinos na Taça Libertadores e deixa de lado os papelões dos brasileiros (como o torcedor (?) do Santos que arrumou aquela briga antológica na final da Taça desse ano).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra piorar, dois grandes comunicadores contemporâneos incentivam essa rivalidade: Galvão Bueno e Tiago Leifert. O primeiro tornou famoso alguns bordões:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;Ganhar é bom. Ganhar da Argentina, amigo, é melhor ainda.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;É o jogador mais encrenqueiro do futebol mundial. (Sobre Verón, Redondo, Mascherano...)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o segundo, o apresentador do Globo Esporte, tem até uma argentina para ser sacaneada no Central da Copa. Leifert esbanja ironia ao falar mal dos argentinos. Contudo, até que ponto isso é visto como sarcasmos pelo espectador?&lt;/p&gt;
&lt;object width="514" height="289"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MtB117zNC2E?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed width="514" height="289" src="http://www.youtube.com/v/MtB117zNC2E?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=MtB117zNC2E"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | O cinema deles anda melhor que o nosso. Mas você, talvez, não conheça por puro preconceito &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não dá pra falar que todo argentino é arrogante, marrento ou babaca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nem cravar que todos brasileiro é simpático, acolhedor e feliz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não caia na onda das opiniões tendenciosas e bairristas da mídia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Argentinos são, culturalmente, infinitamente diferentes dos brasileiros. Eles se expressam, amam e vivem de modo diferente ao nosso. É uma cultura rica, poética e que exala paixão. A tal rivalidade, do outro lado da fronteira, existe do mesmo modo. É, também, incentivada pela mídia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a sensação por lá não é de ódio. A piada não é esdrúxula. E o sentimento adquirido durante um passeio pelas ruas de Buenos Aires torna tudo mais claro:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O argentino odeia adorar os brasileiros. E o brasileiro adora odiar os argentinos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem está certo?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=YJoPic0v5-c:27XSvrWxrS4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=YJoPic0v5-c:27XSvrWxrS4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=YJoPic0v5-c:27XSvrWxrS4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=YJoPic0v5-c:27XSvrWxrS4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/YJoPic0v5-c" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-14T15:45:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/falar-mal-de-argentino</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">74bd31bd-8998-4679-b432-d0aeaadceff3</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/_sWSuANJfrk/perca-seu-tempo-2-nao-somos-surdos-so-nao-escutamos-direito</link><title>Perca seu tempo #2: Não somos surdos! Só não escutamos direito</title><description>&lt;p&gt;“Estamos perdendo nossa capacidade de ouvir.” Esse é o prenúncio de Julian Treasure, presidente da Sound Agency (Agência do Som) e palestrante do TED. Sua firma assessora empresas sobre como usar o som barra obter melhores resultados e benefícios. Na palestra de Treasure para o TED, o especialista em som compartilha cinco exercícios para readaptar nossos ouvidos para uma audição consciente. Eis o bate-papo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="526" height="374"&gt;
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&lt;em&gt;&lt;a href="http://Link vídeo TED | Com legendas em português (clique para ativar)"&gt;Link vídeo TED&lt;/a&gt; | Com legendas em português (clique para ativar)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;“Sonoridade é tempo e significado”&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Para a grande maioria das pessoas, a visão é o principal sentido utilizado para as tarefas mais básicas do cotidiano. Essa é a capacidade humana mais cuidada e apurada. Podemos dizer que a audição vem logo atrás, substituindo a visão em muitos momentos. Imagine como seria brilhante o fato de ter ambos completamente apurados, tanto para informações vitais como para outras que vão além do cotidiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pessoas cegas “veem” com os ouvidos, reprogramando a parte associada com a visão para processar sons. Há diversos estudos que comparam essa atividade cerebral em pessoas com a visão perfeita e com pessoas que já nasceram cegas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="791" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/image01.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O “homem sem medo” em um dia comum, ouvindo um carro quebrado, sentindo o cheiro dos pretzels de rua e se irritando com um casal barulhento fazendo amor no bairro do Queens, em Nova York (Foto: Divulgação) &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que se trata de ficção, mas o super-herói Demolidor ficou cego, percebeu que seus outros sentidos haviam se desenvolvido e acabou aprimorando sua audição para funcionar como uma espécie de radar sensorial que fazia com que ele “enxergasse” mentalmente, chegando a combater os crimes de Nova York com o sentido sobre-humano. Exagerado? Claro. Impossível? Nem tanto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ouvir melhor é ver melhor. E ouvir é ver sem ver.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Gravar ajuda e atrapalha&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Inventamos a escrita e a engenhosa ferramenta ajudaria a eternizar nossa história, perpetuar nosso conhecimento e deixar nossa audição mais deficiente. As grandes histórias, contadas nas mais diversas formas por gerações e gerações, se transformaram em material tangível e disponível para todos a qualquer momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que esse não foi o fim da fala e, com isso, a gravação de som também foi criada e desenvolvida até o atual ponto em que nos encontramos com vídeos disponíveis na Internet sobre tudo, comentados por todos. Por que, em plena era digital, precisaríamos parar pra ouvir algo com atenção, se podemos simplesmente voltar no ponto focal e dar o play?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A simples capacidade de parar e ouvir alguém com atenção se perdeu.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Os novos e velhos sons da vida moderna&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Em uma cidade de milhões de pessoas, parado na avenida mais movimentada e bem no horário de pico, qualquer pessoa terá, na prática, a experiência de ver o som como comunicação se transformando em ruído perdido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Barulhos misturados e aglutinados em espaços tomados por uma confusão de luzes, cores e movimentos. A capacidade auditiva ainda se deteriora mais com a solução comum utilizada para banir esses empecilhos da mente: um fone de ouvido, essa bolha sedutora que nos impede de ver e ouvir o que nos cerca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como já escrevi aqui no Portal Homem sobre a conversa despretensiosa que pode ocorrer em um simples esperar na parada de ônibus, as pessoas, hoje, são impacientes e se sentem mal perdendo tempo e, em vez de desbravar novas maneiras de aproveitar esse ócio volátil, se fecham em suas muralhas feitas de livros e revistas de fofocas. Pedir para ser ouvido, hoje virou uma séria afronta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="344" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/image02(1).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;“Que foi que aquele disse lá na palestra mesmo? Ah... tá aqui, ó” (Foto: kneehigh85 – Lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Tempos sombrios&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Julian nos convida a praticar alguns exercícios simples e funcionais para retomar a prática e a destreza de ouvir. Observar, com a audição, o silêncio. Exercitar a arte de mixar o que está ouvindo, saber distinguir os sons e separá-los para, assim, melhor entendê-los. Aprender a apreciar os sons e ver “músicas” até nos ruídos mais desinteressantes e mundanos, como os de uma máquina de lavar roupas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra finalizar, o exercício mais interessante é chamado de “posições de audição”, que consiste em entender qual será o seu posicionamento em cada escuta: ativo ou passivo, redutivo ou expansivo, crítico ou com empatia. Saber ouvir é saber se colocar a disposição para ouvir da melhor maneira possível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reduzindo, dia após dia, tempo após tempo, a nossa posição de escutar, poderemos entrar em uma nova era de trevas. Se isso acontecer, você acha que alguém vai parar pra te escutar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_sWSuANJfrk:j0Lv19Bko2s:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_sWSuANJfrk:j0Lv19Bko2s:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_sWSuANJfrk:j0Lv19Bko2s:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=_sWSuANJfrk:j0Lv19Bko2s:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/_sWSuANJfrk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-12T17:28:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/perca-seu-tempo-2-nao-somos-surdos-so-nao-escutamos-direito</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">b7005ebe-1065-4750-b84e-53ec4d8510b8</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/WoPBCQUOXIE/apreciacao-do-fragil</link><title>A apreciação (do) frágil</title><description>&lt;p&gt;Embora, em primeiro lugar, nos lembremos do grego &lt;em&gt;kallos&lt;/em&gt; ao falar de beleza (a Vênus de belas nádegas: a calipígia), há uma palavra do grego-copta, &lt;em&gt;horaios&lt;/em&gt;, que também quer dizer “belo”. O sentido, porém, é um pouco diverso: essa palavra tem a mesma raiz de nossa “hora”, o que implica que a beleza é um atributo da coisa que está no seu tempo, isto é, poderíamos talvez até a partir disso lembrar a gíria “da hora”, uma coisa que nos impressiona positivamente, mais ainda porque é oportuna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem despencar para algo como “a beleza está nos olhos de quem vê”, podemos ir mais fundo na natureza da interconexão: &lt;strong&gt;o frisson do belo é exatamente a sua dramática fragilidade&lt;/strong&gt;. Essa fragilidade é própria do tempo por si, tanto no objeto quanto no observador, e na conexão entre os dois. O frisson é o mero reconhecer desta circunstância, a ânsia por prorrogá-la, ou até mesmo a ânsia por destruí-la, degluti-la, corrompê-la. Uma metáfora norte-americana, talvez um tanto machista, para a perda da virgindade é o &lt;em&gt;pop the cherry&lt;/em&gt;, que vem daquele sundae cuidadosamente montado em dobras brilhantes de sorvete ondulante iniciando a derreter e com uma cereja no topo. O &lt;em&gt;pop&lt;/em&gt; é o instante, o momento em que o grão de pipoca estoura por não aguentar mais a pressão do vapor dentro de si, ou o barulho da garrafinha de refrigerante sendo aberta – é onomatopeia destes sons, mas é usado também para o sundae que se começa a comer pela cereja abocanhada e explodida na boca, e para a perda da virgindade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="360" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/2002_kenrokuen_hanami_0123.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Casa de chá em Henroku-en: estética wabi-sabi enfoca a transiência, isto é, o tempo como agente do belo&lt;/em&gt;&lt;em&gt; (Foto: Wikimedia Commons)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim como a apreciação, que pode ser desde uma religiosa e distante contemplação delicada até uma ânsia terrena e abusiva, com todas as nuances possíveis entre uma e outra, também as modalidades da beleza são variadas: temos o bonito e o bonitinho (também “fofo”, &lt;em&gt;kawaii&lt;/em&gt; no japonês, ou &lt;em&gt;cute&lt;/em&gt; no inglês), temos o deslumbrante, o voluptuoso, e o clássico. Do Japão temos também o &lt;em&gt;wabi-sabi&lt;/em&gt;, o belo nas coisas desgastadas e imperfeitas, na pátina, numa velha chaleira torta e arranhada. E isso está longe de esgotar o que podemos ter por belo. Ainda assim, em todas essas expressões da apreciação e de suas modalidades, sempre podemos encontrar um aspecto temporal, seja de urgência, seja de reflexividade. &lt;strong&gt;A hora é tanto nossa oportunidade de desfrutar quanto nossa volubilidade&lt;/strong&gt;: no instante seguinte pode haver outro belo, seja interno, seja externo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos obter muitas explicações sobre a beleza a partir da biologia evolucionista – mais evidentemente com relação ao sexo e a determinação de parceiros adequados, mas também com relação a aspectos cognitivos. O que achamos belo – sem entrar na questão mais complexa da arte, que envolve cultura – é, geralmente, o que é limpo, organizado ou ao menos deliberadamente disposto. Ou, por outro lado, intocado, natural, fresco, maduro. Isso diz respeito a condições de saúde, conforto, facilidade, simplicidade, isto é, o que permite uma vida boa ou mais fácil. Chama-se &lt;em&gt;koinofilia&lt;/em&gt; a preferência evolucionista por um parceiro que não tenha características incomuns, peculiares ou desviantes. Porém, no âmbito humano isso parece não explicar tudo, já que a beleza é muitas vezes algo dramático, e o belo muitas vezes seduz exatamente por ser tão incomum: &lt;strong&gt;há o monstruosamente belo&lt;/strong&gt;, o assustadoramente belo, o belo que confunde e perplexa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O belo é, portanto, tão elusivo quanto óbvio, e é um ideal que, pela própria natureza da entropia, vai derretendo interna e externamente. Isto é, ele derrete tanto em termos da sempre variação de nossas percepções quanto em termos dos objetos mesmos, que pela própria termodinâmica se tornam a cada momento mais dotados de imperfeições e falhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquela vista magnífica da natureza, após você viver com ela todo dia por anos a fio, possivelmente se torna bastante banal. Vez ou outra uma disposição de nuvens e uma densidade e temperatura peculiares no ar produzem uma luz que revigora aquele primeiro momento – mas de resto, você quase a ignora. Você só lembra aquele quadro que uma vez o impressionou tanto quando um amigo o cumprimenta pelo bom gosto – o próprio ato de emparedar é inevitavelmente banalizar. Num episódio de Seinfeld, uma das namoradas do comediante tem o hábito de andar nua pela casa, coisa que, já que ela é linda, parece ótima à primeira vista. Porém logo a visão em todos os detalhes daquela pessoa tossindo ou acocada em contextos nada sexuais passa a incomodar. O belo é tão “da hora” que não podemos cutucá-lo muito, examiná-lo com tanta firmeza. A fragilidade faz mesmo parte de seu apelo, e é por isso que &lt;strong&gt;o belo é tantas vezes o misterioso&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;object width="514" height="316" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"&gt;
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&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://gorillavid.com/cna/maeoeujx84og"&gt;&lt;em&gt;Link Gorillavid&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; |&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há também uma economia da beleza: o que é belo se torna mais caro, e poderíamos sarcasticamente dizer que para alguns o caro se torna mais belo. Mas o fato é que o belo em meio à pobreza, pelo contraste, é fascinante. Na falta de educação, encontramos o clichê, na falta de tempo, salubridade e condições mínimas, encontramos o sujo, o desarranjado, a gambiarra e a acumulação irregular de elementos sensoriais. Quando porventura no meio disso irrompe a arte, ou ao menos uma modelo ou um galã – bom, aí vemos a beleza se tornar um produto, ou até mesmo, mais raramente, produzir mudança social. O elemento do contraste é por vezes realmente crucial: quem decora interiores entende que é preciso “panos de fundo”, isto é, objetos mais ou menos neutros, onde as coisas a se ressaltar possam ser mesmo ressaltadas. Esse é o elemento espacial compatível com o “da hora” – o objeto surge num contexto em que pode ser apreciado, e todas as dimensões desse contexto configuram essa apreciação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ponto crucial, no entanto, é que não temos poder perante os surgimentos – as coisas belas e feias se alternam infindavelmente na nossa experiência, e não podemos atribuir a algo mais do que sorte o fato de encontrarmos mais as primeiras do que as segundas. Digo, o que podemos fazer em termo dos objetos é limitado: é o que conseguimos sustentar com nossas possibilidades sempre limitadas em pelo menos algum aspecto, e é sempre menos do que gostaríamos. E com o tempo, tudo que é externo piora em termos da beleza – para começar, nosso próprio aparato sensorial se desgasta com a velhice. Porém, a parte sobre a qual podemos exercer possibilidades ilimitadas é nossa capacidade de apreciação. A perspectiva do céu num grão de areia de Blake é o que permite retirarmos satisfação estética até da mais inusitada sucata. Mais do que isso,&lt;strong&gt; refrescar o belo que uma vez foi tão excitante e que agora ficou chocho&lt;/strong&gt;. E essa capacidade diz respeito tão somente a reencontrar a perspectiva original, livre de condicionantes, que se tornou um pouco embotada ou cheia de poeira pela falta de uso.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/WoPBCQUOXIE" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-12T12:25:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/apreciacao-do-fragil</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">280bebd9-72df-4aaa-8b13-eabbb948cd6b</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/AR9lGDtkUrI/resenha-cd-nonaorelha-criolo</link><title>Resenha #1: CD Nó na Orelha</title><description>&lt;p&gt;A cidade de São Paulo tem bons retratos sonoros: “&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=btn7E8yYvaM&amp;t=42s"&gt;Sampa&lt;/a&gt;”, do baiano Caetano Veloso, é um ícone da metrópole de concreto, campos e espaços, do avesso do avesso do avesso de um lugar que tem todo mundo e ninguém; “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XoUtxWU8lW8&amp;t=10s"&gt;Trem das Onze&lt;/a&gt;”, pérola de Adoniran Barbosa emprestada aos Demônios da Garoa, é a voz do paulistano comum, correndo contra o tempo o tempo todo. Pois São Paulo ganhou mais uma fotografia musicada: “Não Existe Amor em SP”, de Criolo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="513" height="427" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/resenha1 - cd no na orelha.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Talvez Criolo tenha razão em relação a São Paulo: “Aqui ninguém vai pro céu” (Foto: Na Lata/Renato Stockler)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;object width="100%" height="81"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F13418229&amp;show_comments=true&amp;auto_play=false&amp;color=000000" /&gt;
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&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A música integra o mais recente trabalho do artista, &lt;em&gt;Nó na Orelha&lt;/em&gt;. Com uma carreira consolidada de 23 anos no cenário do hip-hop, Criolo toma do soul, do afrobeat e de gêneros latinos a musicalidade necessária para cantar uma cidade igualmente plural nas 10 faixas do disco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de decretar o fim do amor na cidade onde há muita gente e todos estão sozinhos, onde “os bares estão cheios de almas tão vazias”, Criolo sobe o morro para falar do cotidiano pobre, de violência, do mundo que tentamos a todo custo não ver. “Subirusdoistiozin” tem o sotaque paulistano da Mooca, apesar de falar de outro canto, de um lugar “onde o filho chora e a mãe não vê”. Letra boa sobre uma rotina nem tão boa assim, de meninos que carregam fuzis como se fossem brinquedos. E uma batida que convida à pista.&lt;/p&gt;
&lt;object width="100%" height="81"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F11765425&amp;show_comments=true&amp;auto_play=false&amp;color=000000" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt; &lt;embed width="100%" height="81" allowscriptaccess="always" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F11765425&amp;show_comments=true&amp;auto_play=false&amp;color=000000" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criolo trilha o mesmo beco por onde Mano Brow passeou anos atrás, quando lançou “&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=jSpXa-yv5yg&amp;t=13s"&gt;Diário de um Detento&lt;/a&gt;” e tirou elogios até de Caetano Veloso. Ambos tornaram o rap iguaria fina aos paladares apurados dos meninos criados a leite com pêra como nós. Mas nem por isso se trata de um disco fraco, insosso. Tem seu peso tanto quanto uma pedrada. É só parar para ouvir com calma.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=AR9lGDtkUrI:kLrp5FhueUo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=AR9lGDtkUrI:kLrp5FhueUo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=AR9lGDtkUrI:kLrp5FhueUo:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=AR9lGDtkUrI:kLrp5FhueUo:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/AR9lGDtkUrI" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-09T14:33:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/resenha-cd-nonaorelha-criolo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">761d62a7-d96f-4c5b-a264-63d0306034d2</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/1Pcvaem1QgI/cidades-e-seus-lixos</link><title>Fora da bolha #3: as cidades e seus lixos</title><description>&lt;p&gt;Borás é uma cidade localizada no interior da pacata Suécia. Lá, a maior parte dos resíduos sólidos gerados pela população de cerca de 64 mil habitantes é reciclada, tratada biologicamente ou transformada em energia (biogás) que abastece casas, estabelecimentos comerciais e a frota de ônibus que integra o sistema de transporte público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essa rotina, &lt;strong&gt;o descarte de lixo da cidade é quase nulo&lt;/strong&gt;, pois quase tudo é utilizado na produção do gás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Produzimos 3 milhões de metros cúbicos de biogás a partir de resíduos sólidos. Para atender à demanda por energia, pesquisamos resíduos que possam ser incinerados e importamos lixo de outros países para alimentar o gaseificador", &lt;a target="_blank" href="http://eptv.globo.com/terradagente/NOT,0,0,346492,Boras+na+Suecia+nao+tem+lixo.aspx"&gt;disse o professor de biotecnologia&lt;/a&gt; da Universidade de Borás, Mohammad Taherzadeh. O sistema de produção de biogás de Borás se tornou um dos mais avançados da Europa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="386" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Fora da bolha 3 - As cidades e seus lixos (imagem 01).gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Borás, na Suécia: descarte de lixo é quase zero (Imagem: vec - virtualtourist.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dia ensolarado na Suécia, flores balançando com a brisa... e corta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abre para o Egito. &lt;a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Manshiyat_naser"&gt;Manshiyat naser&lt;/a&gt; é uma favela situada nos arredores do Cairo, Egito. Como toda área tomada de grande pobreza, a região é carente de infraestrutura. É um verdadeiro emaranhado de ruas de terra, casas e prédios sem acabamento que abrigam pessoas que sobrevivem sem eletricidade, água encanada ou esgoto. Lá habitam os &lt;a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Zabbaleen"&gt;Zabbaleen&lt;/a&gt;, comunidade formada por uma minoria cristã copta que há mais de cem anos vivem no lixo. Literalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Zabbaleen, em árabe egípcio, significa “povo do lixo”. Eles formam uma força de trabalho não oficial com a tarefa de recolher, classificar, reciclar, vender e usar o lixo que é produzido no Cairo, uma megalópole com mais de oito milhões de pessoas. Para isso, os Zabbaleen cobram uma pequena taxa e muitas vezes o fazem sem cobrar nada, apenas em troca de poder usufruir do lixo despejado. E é aqui que chegamos na parte curiosa da coisa: Todo o lixo recolhido é levado para a favela de Manshiyat naser, a “&lt;a target="_blank" href="http://acidcow.com/pics/21314-egypt-45-pics.html"&gt;Cidade do Lixo&lt;/a&gt;”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="400" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Fora da bolha 3 - As cidades e seus lixos (imagem 02).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O nome pode ser pouco convidativo, mas a história é muito interessante (Foto: fotomm - fotomm.livejournal.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São pilhas e mais pilhas de lixo espalhadas por toda a extensão da favela. Caminhonetas e carroças são frequentemente vistas carregando verdadeiras muralhas de 2 a 3 metros de detritos indesejados. Para alguns, claro. Os prédios da região são cobertos de lixo. Janelas, sacadas e coberturas completamente tomadas por lixos de tudo quanto é espécie. Nas ruas, em vez de calçadas, mais lixo. Pilhas e pilhas de sacos cheios de tralhas jogadas fora que fazem cenário para as brincadeiras da meninada local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Surge uma espécie de linha de produção: crianças levam para fora da “sala de triagem” as garrafas de plástico, enquanto as mulheres empilham latas. Tudo que pode ser reciclado será reciclado ou vendido pelos Zabbaleen. &lt;strong&gt;Mais de 80% do lixo recolhido é aproveitado.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se ter uma ideia melhor sobre a Cidade do Lixo, vale a pena procurar o documentário, lançado em 2009, chamado &lt;a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Garbage_Dreams"&gt;&lt;em&gt;Garbage Dreams&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; ("Sonhos do Lixo", em tradução livre), que segue os destinos e sonhos de três adolescentes nascidos em meio a esse comércio do lixo.&lt;/p&gt;
&lt;object width="514" height="322"&gt;
&lt;param value="http://www.youtube.com/v/b26dBL5tQPk?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" name="movie" /&gt;
&lt;param value="true" name="allowFullScreen" /&gt;
&lt;param value="always" name="allowscriptaccess" /&gt;&lt;embed width="514" height="322" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/b26dBL5tQPk?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://youtu.be/b26dBL5tQPk"&gt;&lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | "Eu não tive escolha a não ser encarar essa" &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Novo corte. Agora para o mundo, que continua girando sob as mesmas questões, tratadas de modos bem diferentes.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=1Pcvaem1QgI:JVir8MtYEL8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=1Pcvaem1QgI:JVir8MtYEL8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=1Pcvaem1QgI:JVir8MtYEL8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=1Pcvaem1QgI:JVir8MtYEL8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/1Pcvaem1QgI" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-09T11:29:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/cidades-e-seus-lixos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">43e2ca3c-3c2d-46de-ae45-d3450ab83606</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/eYye5dGe8VU/tenis-e-estampas</link><title>Perguntas e respostas | Tênis e estampas</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fernando de Azevedo Viana pergunta:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"Veronica, no seu artigo você mencionou estampas. Quais cuidados devemos ter com elas no casual Friday?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estampas com motivos pornográficos, palavrões e apologia às drogas são as principais a serem evitadas. Camisetas não-oficiais com escudos de time entram neste grupo igualmente. Se você acha que camisas de times do futebol espanhol são elegantes, você está enganado. As temáticas como "Bebi todas em Porto Seguro" também devem permanecer na gaveta em horário comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sandro de Castro pergunta:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"Se não é legal usar tênis de academia e aqueles que lembram All-Star no casual Friday, que tipo de tênis posso usar?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procure um sapato ou tênis mais elegante. Por exemplo,em vez de um tênis de lona como o All-Star, opte por um de couro. Já as botas valem o investimento, estão em alta e servem para várias ocasiões diferentes. Uma alternativa interessante para se adotar são os sapatos formais, ou seja, com cortes tradicionais que se tornam informais de acordo com o material utilizado. Veja o exemplo do sapato cinza abaixo, com corte tradicional, mas em couro aveludado escovado.&lt;/p&gt;
&lt;div style="width: 500px; height: 500px;"&gt;&lt;a href="http://www.bymk.com.br/looks/1782489/portal-homem-opcoes-para-casual-day" target="_blank"&gt;&lt;img height="500" width="500" alt="" src="http://images.bymk.com.br/Sets/Set-1782489-500.jpg?v=634511027400000000" style="border: 1px sloid #ccc;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://widget.bymk.com.br/Widgets/js/LoadWidgets.js?version=2" data-bymk-url="http://widget.bymk.com.br/Widgets/ShowLook.aspx?lookId=1782489&amp;size=500&amp;color=rgb(255%2C%20255%2C%20255)&amp;textShadow=rgb(0%2C%200%2C%200)&amp;showName=true&amp;showAuthor=false&amp;border=1px%20rgb(204%2C%20204%2C%20204)%20solid"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eYye5dGe8VU:IAhIKI-KN28:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eYye5dGe8VU:IAhIKI-KN28:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eYye5dGe8VU:IAhIKI-KN28:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=eYye5dGe8VU:IAhIKI-KN28:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/eYye5dGe8VU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-08T18:47:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/tenis-e-estampas</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">4a18fa37-0a64-4bcc-ba0f-9a9224275e29</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/yb5QFHy5moM/porsche-550-spyder-e-o-renascimento-de-um-mito%20</link><title>Porsche 550 Spyder e o renascimento de um mito </title><description>&lt;p&gt;Todos conhecem &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Dean"&gt;James Dean&lt;/a&gt; como o ícone da juventude e rebeldia da década de 50. Talentoso e com um intenso magnetismo para a as mulheres, o jovem Dean teve seu fim em 1955, num trágico acidente de carro, quando se dirigia para uma corrida com seu &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porsche_550_Spyder"&gt;Porsche 550 Spyder&lt;/a&gt;, veículo preparado para as tais provas de velocidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="315" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Porsche Spyder.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Dean admirando seu “pequeno bastardo” Porsche 550 Spyder (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br type="_moz" /&gt;
James Dean, promissor na atuação, morreu cedo, aos 24 anos. Assim como o Porsche 550 Spyder, que manteve sua produção de 1953 até 1957, quando foi substituído pelo Porsche 718, outro modelo projetado para competições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o charme do 550, somado ao porte pop de seu proprietário mais conhecido, fez com que o presidente da Porsche, Matthias Müller, informasse que pretende produzir uma versão moderna do famoso Spyder. "Não posso esconder que estou fascinado pela ideia de ressuscitar este modelo, que já faz parte da legenda", confessou em uma conversa publicada no jornal alemão Handelsblatt.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas que isso não empolgue os amantes de carros em suas versões retrô. O modelo, que Müller quer chamar de 551 Spyder, não deverá ser um carro com aspecto antigo. "Um dois lugares sem capota estará bem e seu preço deverá atrair novos clientes", considerou o executivo, que pretende desenvolver um novo Spyder, com os encantos do antigo, mas com a cara e potências dos dias de hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="415" src="http://www.youtube.com/embed/w-aqKgj-7EI" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/w-aqKgj-7EI"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Pequeno, charmoso e rápido quando precisa. O Porsche, não o James Dean&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já, hoje, se voltarmos para o assunto do ator, o correspondente para a juventude e rebeldia de James Dean seria quem? &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Pattinson"&gt;Robert Pattinson&lt;/a&gt;?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yb5QFHy5moM:wnHZh_i2bck:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yb5QFHy5moM:wnHZh_i2bck:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yb5QFHy5moM:wnHZh_i2bck:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=yb5QFHy5moM:wnHZh_i2bck:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/yb5QFHy5moM" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-08T15:40:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/porsche-550-spyder-e-o-renascimento-de-um-mito%20</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">8bbc02e6-e1c7-46b3-b607-49ffce812055</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/6__-7y9ddo8/preservativo-que-salva-voce-os-animais-e-o-mundo-inteiro</link><title>Preservativo que salva você, os animais e o mundo inteiro</title><description>&lt;p&gt;Ah... Lucy. Nasceu em 1971, toda cheia de lindas curvas, charmosa por natureza e vive cercada de homens. A Lucy é uma belezinha que todo mundo deveria conhecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Lucy é uma Kombi Volkswagen verde e azul que trabalha para a &lt;a href="http://Ah... Lucy. Nasceu em 1971, toda cheia de lindas curvas, charmosa por natureza e vive cercada de homens. A Lucy é uma belezinha que todo mundo deveria conhecer.  A Lucy é uma Kombi Volkswagen verde e azul que trabalha para a Sir Richard’s, empresa que fabrica preservativos. Sua função é servir de emissária em uma campanha bem interessante. No outono americano (que começa no final de setembro), Lucy partirá em uma viagem pela costa oeste, visitando alguns campi de faculdades para levar a espalhar uma mensagem: “sexo seguro é um direito humano básico”. Essa frase é parte de uma campanha beneficente que a marca de camisinhas está promovendo para colaborar com a segurança no sexo em países menos desenvolvidos."&gt;Sir Richard’s&lt;/a&gt;, empresa que fabrica preservativos. Sua função é servir de emissária em uma campanha bem interessante. No outono americano (que começa no final de setembro), Lucy partirá em uma viagem pela costa oeste, visitando alguns campi de faculdades para levar a espalhar uma mensagem: “sexo seguro é um direito humano básico”. Essa frase é parte de uma campanha beneficente que a marca de camisinhas está promovendo para colaborar com a segurança no sexo em países menos desenvolvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Preservativo que salva você, os animais e o mundo inteiro (Imagem 01).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Essa é a Lucy, sempre deixando os homens felizes (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sir Richard’s não é, de longe, uma marca qualquer. Desde o início, sempre ficou claro que eles não seriam só mais uma empresa que manufatura preservativos. A começar pela embalagem, com design e cores inusitadas que saltam à vista em meio a tantos pacotes de apelo visual opaco e padronizado. Em uma prateleira cheia de preservativos parecidos e apagados, a Sir Richard’s é, com certeza, a que mais se destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a coisa toda ultrapassa mercado e estética. A marca ficou bastante conhecida lá fora por conta de uma campanha publicitária bem irreverente e que deu muito certo. Para evidenciar a economia feita ao comprar uma camisinha, a marca, em parceria com a agência &lt;a href="http://www.tdaboulder.com/"&gt;TDA Advertising &amp; Design&lt;/a&gt;, espalhou cartazes pelas ruas e adesivos nas embalagens com informações como “Um pacote com 12 camisinhas da Sir Richard’s Condom custa US$1.144,00 menos que um ano de fraldas” ou “U$754,00 menos que um carrinho de bebê da &lt;a href="http://www.bugaboo.com/"&gt;Bugaboo&lt;/a&gt;”. Depois desse tipo de informação, fica bem fácil levar um pacote para casa para não ter que começar a pensar em planejamento familiar antes da hora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="441" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Preservativo que salva você, os animais e o mundo inteiro (Imagem 02).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Valores de grandes colégios americanos, por ano. Realmente, fica mais interessante pagar por uma camisinha (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da baita criatividade, a Sir Richard’s também tem todo um planejamento sustentável e social. Os preservativos da marca são vegan, ou seja, fabricados, testados e vendidos sem nenhum tipo de material ou participação animal (&lt;a href="http://www.vegsource.com/jo/qa/qabcontrol.htm"&gt;a maioria&lt;/a&gt; das camisinhas produzidas por companhias da indústria farmacêutica passa por testes em animais e uma certa proteína do leite é utilizada no látex que se transformará em preservativo). A empresa também adotou a &lt;a href="http://www.good.is/post/buy-one-give-one-businesses-like-toms-can-make-real-difference/"&gt;Toms buy-one-give-one model&lt;/a&gt;, um modelo de negócio destinado a ajudar países em desenvolvimento: cada vez que alguém compra um preservativo da Sir Richard’s, eles enviam um para organizações como a &lt;a href="http://www.pih.org/"&gt;Partners in Health&lt;/a&gt;, no Haiti, que desenvolve projetos sociais no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é por isso que a Lucy foi contratada para levar essa consciência aos alunos universitários dos Estados Unidos. O programa chamado &lt;a href="http://sirrichards.com/blog/advocacy/call-for-sir-richard%E2%80%99s-advocates-across-college-campuses-nationwide/"&gt;Envoy Program&lt;/a&gt; recrutará representantes dos estudantes para envolver seus pares na faculdade com a missão social da empresa. Os alunos participarão de eventos específicos para a saúde sexual que ajudarão a desenvolver a filosofia de trabalho da Sir Richard. A Lucy vai estar à disposição para apoiar os enviados conforme necessário. O slogan da campanha diz tudo: “Fazer o bem nunca foi melhor”. É, parece ser uma delícia de ativismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E você? O que acha do ativismo e da irreverência da marca de preservativos? &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=6__-7y9ddo8:XP-JXGmdIZc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=6__-7y9ddo8:XP-JXGmdIZc:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=6__-7y9ddo8:XP-JXGmdIZc:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=6__-7y9ddo8:XP-JXGmdIZc:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/6__-7y9ddo8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-08T15:23:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/preservativo-que-salva-voce-os-animais-e-o-mundo-inteiro</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">2edadb82-5e9c-4b7c-8087-4e9fe4bfd43d</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/6NUjoP1-0uw/refeicao-coletiva</link><title>Refeição coletiva?</title><description>&lt;p&gt;Agora que os sites de compra coletiva entraram com força total no cotidiano brasileiro, eis uma ótima sugestão que poderia muito bem chegar por aqui: o &lt;a target="_blank" href="http://www.zipongo.com/"&gt;Zipongo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta é a mesma dos demais: colocar produtos com descontos à venda, para que um determinado número mínimo de pessoas comprem tal benefício. Mas em vez de disponibilizar cupons para restaurantes ou álbum de fotos, o Zipongo nos ajuda a ter escolhas mais saudáveis na alimentação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="480" height="320" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/mzl_nagkfsfc_320x480-75.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Só não troca o óleo nem faz balanceamento e alinhamento. De resto... (Imagem: reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lançado em São Francisco no final de junho, o site auxilia na tomada de decisões de compra de alimentos naturais com um aplicativo de monitoramento de estilo de vida para acompanhar suas informações alimentares e de exercícios. Você pode avaliar se determinada promoção está não só na medida para o seu bolso, mas para sua dieta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os alimentos que entram no Zipongo são verificados pelo o Instituto de Medicina e Dieta &lt;a target="_blank" href="http://www.health.gov/dietaryguidelines/"&gt;Guidelines for Americans&lt;/a&gt;. Com tudo isso, espera-se uma mudança de comportamento – inicialmente na alimentação e, como consequência, em todos os hábitos que levam a uma vida melhor e mais saudável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="347" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Refeição coletiva (Imagem 02).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Comer melhor e mais barato. Só faltava mesmo alinhar e balancear (Foto: Ikarlee - lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora é esperar um belo crescimento do projeto para que logo ele ou outro similar dê as caras aqui em terras tupiniquins.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=6NUjoP1-0uw:29ku4kau5EY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=6NUjoP1-0uw:29ku4kau5EY:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=6NUjoP1-0uw:29ku4kau5EY:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=6NUjoP1-0uw:29ku4kau5EY:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/6NUjoP1-0uw" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-06T12:47:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/refeicao-coletiva</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">a11e504c-e893-40c9-bbd6-24b1ca23d23e</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/9KBODu6NpHc/casual-friday</link><title>O desafio do casual friday</title><description>&lt;p&gt;A sexta-feira é aguardada com anseio por muitos. Não só porque ela traz as boas-novas do fim de semana, mas também porque ela proporciona um mimo para ser aproveitado durante o dia: o casual friday.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre roupas engomadas e botões fechados, é um alívio saber que se pode passar um dia a menos sem gravata. Mas até que ponto você pode usufruir desse pequeno conforto? Cada ambiente de trabalho tem um política diferente e é seu dever estar alinhado com ela. O primeiro passo é esclarecer com a área de Recursos Humanos do seu trabalho como são as regras.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Opção 1&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Empresas muito formais são extremamente rigorosas com o vestuário. Tomemos os bancos, por exemplo. Muitos liberam, de forma controlada, a informalidade somente para as áreas centrais. As agências estão fora dessa. O que significa que, às sextas, você pode deixar a gravata em casa e colocar um jeans, mas camisa, sapato e blazer permanecem.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Camisa: slim fit, aquelas mais ajustadas, são excelentes neste caso, pois dão a possibilidade a você de sair do trabalho e ir direto para o happy hour sem ficar com cara de escritório.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Jeans: que seja sóbrio, sem aqueles efeitos de usado, rasgado ou manchado.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Chinos: é uma calça que tem o mesmo estilo do jeans, porém é feito de sarja. Use tons escuros.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="width: 500px; height: 500px;"&gt;&lt;a href="http://www.bymk.com.br/looks/1775156/portal-homem-opcao-1" target="_blank"&gt;&lt;img width="500" height="500" alt="" src="http://images.bymk.com.br/Sets/Set-1775156-500.jpg?v=634508479200000000" style="border: 1px sloid #ccc;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://widget.bymk.com.br/Widgets/js/LoadWidgets.js?version=2" data-bymk-url="http://widget.bymk.com.br/Widgets/ShowLook.aspx?lookId=1775156&amp;size=500&amp;color=rgb(255%2C%20255%2C%20255)&amp;textShadow=rgb(0%2C%200%2C%200)&amp;showName=true&amp;showAuthor=false&amp;border=1px%20rgb(204%2C%20204%2C%20204)%20solid"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;Opção 2&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se durante a semana você já usa a opção 1 diariamente, sexta-feira é um dia ainda mais casual. A empresa Bimbo do Brasil trabalha desta forma, e a Janaina Pacheco, da área de Gestão de Pessoas, deu o alerta:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;“O casual friday é motivo de confusão na cabeça das pessoas, que em geral não sabem o limite entre o casual e o desleixado. O guarda-roupa casual de  um homem de negócio deve transmitir profissionalismo. Temos que ser discretos, usarmos peças simples, de boa qualidade e prestar atenção aos calçados. Apesar de ser um dia casual, não estamos num clube.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui o desafio é equilibrar. Por exemplo, ao escolher uma camisa mais casual, equilibre com um jeans. Já se  você optar por uma pólo ou camiseta, cuidado com o sapato.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Camisa: pode ser de dois bolsos, tecido mais leve e com padronagens e cortes diferentes. As cores podem variar, desde que não sejam exageradas.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Pólo: não use as muito coloridas, duas cores no máximo e sem estampas e patches.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Camisetas: certifique-se que elas não estejam esgarçadas e desbotadas. Cores sóbrias e tradicionais são a melhor opção.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Jeans: pode ter leves efeitos de lavagem, nada exagerado.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Chinos: valem aqui também e desta vez cores claras são permitidas.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Sapatos: não use tênis muito juvenis como All-Star, de academia ou multicoloridos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="width: 500px; height: 500px;"&gt;&lt;a href="http://www.bymk.com.br/looks/1775379/portal-homem-opcao-2" target="_blank"&gt;&lt;img width="500" height="500" alt="" src="http://images.bymk.com.br/Sets/Set-1775379-500.jpg?v=634508503800000000" style="border: 1px sloid #ccc;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://widget.bymk.com.br/Widgets/js/LoadWidgets.js?version=2" data-bymk-url="http://widget.bymk.com.br/Widgets/ShowLook.aspx?lookId=1775379&amp;size=500&amp;color=rgb(255%2C%20255%2C%20255)&amp;textShadow=rgb(0%2C%200%2C%200)&amp;showName=true&amp;showAuthor=false&amp;border=1px%20rgb(204%2C%20204%2C%20204)%20solid"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;Opção 3&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Empresas muito liberais na vestimenta, como a Privalia, não costumam se preocupar com o casual friday. É o que conta Luiza Gomide, da área de Recursos Humanos:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;“Aqui todo dia é casual friday”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lá é possível ir de bermuda e chinelo, porém cabe o bom senso. Conforto não é sinônimo de desleixo. Vestir-se com tamanha liberdade, sem deixar a mensagem de profissionalismo de lado, é dificil.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Evite camisetas de time de futebol, estampas com dizeres provocativos ou inapropriados, tênis de academia e bermudas de surf&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="width: 500px; height: 500px;"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.bymk.com.br/looks/1775577/portal-homem-opcao-3"&gt;&lt;img width="500" height="500" style="border: 1px sloid #ccc;" src="http://images.bymk.com.br/Sets/Set-1775577-500.jpg?v=634508525400000000" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://widget.bymk.com.br/Widgets/js/LoadWidgets.js?version=2" data-bymk-url="http://widget.bymk.com.br/Widgets/ShowLook.aspx?lookId=1775577&amp;size=500&amp;color=rgb(255%2C%20255%2C%20255)&amp;textShadow=rgb(0%2C%200%2C%200)&amp;showName=true&amp;showAuthor=false&amp;border=1px%20rgb(204%2C%20204%2C%20204)%20solid"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Com essas dicas, fica difícil errar no casual friday. Mas ainda podem haver dúvidas. Sinta-se livre para me enviar perguntas! Terei prazer em respondê-las.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um beijo,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;V.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=9KBODu6NpHc:h_PlerKy81Q:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=9KBODu6NpHc:h_PlerKy81Q:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=9KBODu6NpHc:h_PlerKy81Q:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=9KBODu6NpHc:h_PlerKy81Q:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/9KBODu6NpHc" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-05T21:01:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/casual-friday</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">06eeed5a-6dbc-43d5-8b6b-0ba9d299106e</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/-BmAsUF0PJ4/novo-homem-aranha</link><title>O novo Homem-Aranha: marketing ou mote para discussões maiores?</title><description>&lt;p&gt;A Marvel, poderosa editora de histórias em quadrinhos, possui dois tipos de universo, se podemos dizer dessa forma: o mundo comum, onde os heróis clássicos possuem suas histórias regulares, e o universo Ultimate, uma linha editorial criada em 2000 com a clara visão de capturar leitores mais jovens e aqueles que caíram de paraquedas com os êxitos dos filmes como X-Men e Homem-Aranha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui no Brasil, essa linha paralela ficou conhecida, inicialmente, como Século 21, tendo o nome substituído por Millennium. Reduzindo o discurso, as revistas da Ultimate possuem histórias mais modernas e com total desapego ao passado original de seus heróis. As aventuras são mais dinâmicas e frenéticas, com finais mais curtos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="437" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/O novo Homem-Aranha (Imagem 01).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O novo Homem-Aranha: sua maior aventura será cativar os fãs de Peter Parker (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse mundo novo, o Homem-Aranha continua sendo o herói mais popular. Em uma de suas sagas, Peter Parker, o célebre nerd por trás da máscara do aracnídeo, morreu em junho deste ano, em um confronto com o Duende Verde. Em seu lugar, um novo jovem tomará para si as funções de “grandes poderes e grandes responsabilidades” do “cabeça de teia”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo “Amigo da Vizinhança” é negro, pobre e descendente de latinos e africanos. Seu nome é Miles Morales, um jovem estudante do Brooklyn, em Nova York, filho de um pai negro com uma mãe porto-riquenha. O anúncio foi feito no início de agosto e, de lá pra cá, rendeu muita discussão acerca das origens do novo herói.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos dizem que a Marvel fez uma manobra de marketing para agradar seus leitores negros e hispânicos, após a vitória de Barack Obama nas últimas eleições para presidente. Outra parcela dos leitores, juntamente com o pessoal da Marvel, defende a ideia de que o novo personagem chegou para celebrar a diversidade do povo americano. "O que nós temos é um Homem-Aranha do século 21, um reflexo da nossa cultura e diversidade. Achamos que os nossos leitores vão se apaixonar por Miles Morales da mesma forma que adoravam Peter Parker", disse o editor-chefe da Marvel, Axel Alonso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="790" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/O novo Homem-Aranha (Imagem 02).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Miles Morales veio para aproveitar a “diversidade americana” (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um preview disponibilizado há alguns dias mostra que a conversa pode ir mais longe. As páginas colocadas na internet apresentam o pequeno Morales chegando em uma escola para o sorteio dos alunos que ingressarão no ano letivo. Trata-se literalmente de um sorteio e, pelo que dá a entender nos poucos desenhos, Miles não foi um dos felizardos. Enquanto algumas crianças comemoram ao fundo, outras choram sua tristeza de não poder estudar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse pequeno recorte casa com o mote de um documentário chamado &lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=yFN0nf6Hqk0"&gt;&lt;em&gt;Waiting for Superman&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, lançado em 2010. O filme analisa as falhas do ensino público americano, seguindo vários alunos do sistema educacional que têm esperança de serem selecionados em uma loteria para a aceitação em escolas. O título do filme é baseado em uma entrevista com &lt;a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Geoffrey_Canada"&gt;Geoffrey Canada&lt;/a&gt;, em que ele relata que uma mãe disse ao seu filho que o Super Homem não era real, fazendo analogia com a frustração de não poder entrar na escola desejada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="251" alt="" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/O novo Homem-Aranha (Imagem 03).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Virar super-herói é como ganhar na loteria. Entrar numa boa escola também (Fotos: divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É evidente que, como empresa capitalista, a Marvel tem interesse em vender mais revistas de histórias em quadrinhos. Mas vale ressaltar que, desde o seu início, a editora percorre caminhos espinhosos e debate diversos temas difíceis como preconceito, guerras, solidão e responsabilidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo Homem-Aranha, jovem e negro, pode ser uma tremenda jogada mercadológica para vender mais. Mas quem realmente liga pra isso, quando temos em mãos um objeto muito interessantes para diversos debates sobre os problemas do cotidiano real? Por aqui, em terras brasileiras, temos o eterno Macunaíma, o “herói sem nenhum caráter”, que ainda pode render muito pano para as mangas tupiniquins.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qual é a opinião de vocês? Pura máquina de dinheiro ou ferramenta para fomentar boas conversas como esta?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-BmAsUF0PJ4:7nvCMV5nD40:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-BmAsUF0PJ4:7nvCMV5nD40:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-BmAsUF0PJ4:7nvCMV5nD40:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=-BmAsUF0PJ4:7nvCMV5nD40:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/-BmAsUF0PJ4" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-05T15:04:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/novo-homem-aranha</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">eaf2252a-9e2f-4018-bbbe-ff0a5f1eb234</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/meXKRDHVg00/perca-seu-tempo-1-trilha-sonora</link><title>Perca seu tempo #1: como escolher uma boa trilha sonora</title><description>&lt;p&gt;No filme &lt;a href="http://http%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FLaranja_Mec%25C3%25A2nica_(filme)" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Laranja Mecânica&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, o diretor Stanley Kubrick usou a &lt;a href="http://vimeo.com/22705040" target="_blank"&gt;nona&lt;/a&gt; de Beethoven como trilha sonora. Resumindo: Para dar sonoridade ao cotidiano de Alex DeLarge, um garoto tomado de extrema violência, foi usada uma música conhecida como a sinfonia da “paz e da união entre os homens”. A trilha caiu como luva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sei que muitos momentos de nossas vidas precisam de uma boa trilha sonora e sei também que perdemos o timing no meio de tantas atribulações do dia a dia. Mas que isso não sirva de desculpas pois, com algumas percepções, podemos melhorar - e muito - a qualidade das melodias que embalarão passagens importantes dessa nossa pequena história da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="333" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Como escolher uma boa trilha sonora 1.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Qual a melhor trilha sonora pra dormir? (Foto: dudizm - Lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Por que escolher uma trilha sonora?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Por que não? Quantas vezes nos pegamos com sentimentos extremos a transbordar e que só não jorram por detalhes? Estamos extasiados ou no pior do entendiar-se e, com certeza, uma musiquinha bem colocada poderia dar rumos completamente diferentes aos desfechos citados. Exemplifico:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Casamento -&lt;/strong&gt; Quantas e quantas vezes você foi a um casório e ouviu, na entrada dos noivos na festa pós-cerimônia, canções como “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sUJkCXE4sAA" target="_blank"&gt;Love of my life&lt;/a&gt;” do Queen ou “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UrIiLvg58SY" target="_blank"&gt;More than words&lt;/a&gt;” do Extreme, canções consideradas lindas e românticas que, na verdade, falam de péssimos términos de relacionamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formatura -&lt;/strong&gt; “&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=xdCrZfTkG1c"&gt;We are the champions&lt;/a&gt;”, também do Queen (provavelmente banda número 1 no quesito trilha equivocada) e “&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=7VII-Ap2La4"&gt;Não quero dinheiro&lt;/a&gt;” do Tim Maia são faixas obrigatórias nas festas de formandos, executadas geralmente quando o uísque já subiu à cabeça, assim como as gravatas já posicionadas nas testas. Os temas dessas duas últimas até consegue contextualizar o momento, mas, de tantas vezes que foram escolhidas para tal celebração, passam batido nesse quesito tão importante que é servir de combustível para as emoções latentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="310" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Como escolher uma boa trilha sonora 2.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Qual a melhor trilha sonora pra viajar? (Foto:  Na natureza selvagem/Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Citei rapidamente os momentos acima por serem grandes ícones na vida de alguém e por, infelizmente, possuírem um vasto leque de escolhas ruins para trilhas sonoras. Mas temos recortes menos cruciais em nossas vidas que trilhas se fazem um importante acompanhamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Domingão chuvoso -&lt;/strong&gt; A televisão não oferece muitas opções no último dia do merecido descanso da semana. O tempo também não ajudou na escolha de eventos outside e, pra ajudar, a Internet pode cansar rapidamente sua atenção. Temos aqui um ótimo momento para escolher uma sequência matadora de canções para embalar a ótima conversa com uma deliciosa companhia, ou então acariciar umas horas solitárias olhando pra janela, pensando nos próximos passos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ida/Volta do trabalho -&lt;/strong&gt; Metrô, ônibus, carro, trânsito, caminhada, iate ou jatinho particular. Para todas essas brilhantes opções de meios para ir e voltar do trabalho há músicas perfeitas esperando para serem ouvidas. E o mais interessante, nesse caso, é que a seleção pode mudar de hora pra outra, dependendo do humor (tanto o seu quanto do meio ao seu redor).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a escolha de uma boa trilha para todas essas e muitas outras situações, cabe uma boa dose de discernimento e, ouso dizer, parcimônia. Ir direto à escolhas das músicas preferidas pode começar a deixar sua rotina ainda mais repetitiva. Ordenar canções que não te agradam, só porque cabem ao propósito também pode render péssimos resultados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="344" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/Como escolher uma boa trilha sonora 3.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Qual a melhor trilha sonora pra... (Foto:  ghidini - Lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você deve ter percebido que no decorrer de todo esse artigo, em nenhum momento citei alguma música que poderia entrar em uma boa escolha de trilha sonora. Permear toda a sua linha de raciocínio sobre esse assunto com opiniões estritamente pessoais seria uma verdadeira indecência contigo. Gaste boas horas encontrando melodias que podem casar direitinho em um determinado momento que pode ficar muito mais interessante com uma trilha sonora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltando aos filmes: no cult &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trainspotting_%28filme%29"&gt;&lt;em&gt;Trainspotting&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, o personagem Renton (Ewan McGregor) tem uma overdose de heroína e precisa ir para o hospital para ser medicado. O traficante, preocupado mais com o business que com seu cliente, desce o viciado escada abaixo e o coloca em um táxi, para que seja literalmente despachado para a emergência mais próxima. A sequência dramática foi brilhantemente da com a canção “Perfect day” do Lou Reed, que possui uma letra que fala literalmente de um dia perfeito, calmo e agradável. Dia perfeito, com uma trilha perfeita.&lt;/p&gt;
&lt;object width="620" height="383"&gt;
&lt;param value="http://www.youtube.com/v/zgCprJPSlpA?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" name="movie" /&gt;
&lt;param value="true" name="allowFullScreen" /&gt;
&lt;param value="always" name="allowscriptaccess" /&gt;&lt;embed width="620" height="383" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/zgCprJPSlpA?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zgCprJPSlpA" target="_blank"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Cena do filme Trainspotting. A trilha perfeita pra um dia "perfeito"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=meXKRDHVg00:b5yrpi1YOQk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=meXKRDHVg00:b5yrpi1YOQk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=meXKRDHVg00:b5yrpi1YOQk:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=meXKRDHVg00:b5yrpi1YOQk:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/meXKRDHVg00" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-04T11:15:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/perca-seu-tempo-1-trilha-sonora</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">2ae6a462-f832-4d69-a6b6-8b3852f41a6f</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/HCF3p0JBPlw/%20perfumes-de-grande-fixacao-vs-perfumes-de-pequena-fixacao</link><title> Perfumes de grande fixação vs. perfumes de pequena fixação</title><description>&lt;p&gt;Um tópico legal que incomoda muita gente: perfumes de grande fixação vs. perfumes de pequena fixação. Quando e onde usá-los?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você quiser impressionar alguém que chega à sua casa, passe assim que a campainha tocar um perfume mais cítrico e refrescante. As notas mais leves ainda estarão no ar e você vai causar uma grande impressão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="165" src="http://www.portalhomem.com.br/Upload/UserContent/mapaolfativo(2)(2).jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas se você quiser que a outra pessoa ou você mesmo sinta o seu perfume por um bom tempo – digamos, num jantar seguido de uma balada –, prefira um perfume mais sensual e madeira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Digo isso porque muitas pessoas me perguntam se tal perfume tem boa fixação ou bom fixador, e a verdade é que não existe uma fonte que “fixe” o perfume na pele ou nos cabelos. Os perfumes são compostos por várias matérias-primas diferentes. O perfumista é o artista que sabe combinar algumas delas, normalmente algumas dezenas, para compor seu perfume.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas estas matérias-primas são voláteis – em contato com o ar elas se vaporizam. Algumas, contudo, são mais voláteis que outras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para compor um perfume, normalmente o perfumista pensa em três notas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• Cabeça (ou topo): aquelas que você percebe logo que abre o frasco. São as notas mais voláteis.&lt;br /&gt;
• Corpo: aquelas que você percebe quando o perfume já está na pele, logo que as notas de cabeça já se evaporaram.&lt;br /&gt;
• Fundo: aquelas que ficam por último, e que você ainda sente mesmo após algumas horas da aplicação da fragrância.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais matérias-primas pouco voláteis o perfume tiver, mais notas de fundo ele terá e, com isso, ele durará mais tempo – na linguagem popular, ele terá “mais fixação”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="485" height="393" frameborder="0" allowfullscreen="" src="http://www.youtube.com/embed/4Q4oIpOSXXM?rel=0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O perfume cítrico, por exemplo, tem mais notas de cabeça. Por isso sua fragrância é mais efêmera, certeira para causar uma boa impressão de imediato. No outro extremo está o perfume madeira, que tem mais notas de fundo e, portanto, vai durar mais tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Natura tem um mapa olfativo de perfumaria, caso queira saber mais. Nele, a barra horizontal indica a família – do mais volátil ao menos volátil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero ter ajudado você.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um grande abraço, Fred&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=HCF3p0JBPlw:AjpLNxwPgeo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=HCF3p0JBPlw:AjpLNxwPgeo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=HCF3p0JBPlw:AjpLNxwPgeo:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=HCF3p0JBPlw:AjpLNxwPgeo:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/HCF3p0JBPlw" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-02T12:56:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/%20perfumes-de-grande-fixacao-vs-perfumes-de-pequena-fixacao</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">195c79ad-1553-494a-ba78-f14cdca78495</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/8HFkLnWHEQU/cidade-mais-verde</link><title>Como podemos tornar nossa cidade um lugar mais verde, melhor para se viver</title><description>&lt;p&gt;Aposto que, se você parar por cinco minutos na rua e puder dar uma boa olhada em todo o entorno, vai perceber como sua cidade cresceu de forma completamente desordenada. Vai começar a reparar no centro abandonado e deteriorado. Vai lembrar de como cresceram os bairros da periferia, em como eles estão mais afastados e mais bagunçados com o passar dos tempos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sua cidade se desenvolveu em meio ao caos e, hoje, precisa de ajuda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="336" src="/Upload/UserContent/Como podemos-tornar nossa cidade um lugar mais verde, melhor para se viver (Imagem 01).gif" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;As cidades se acinzentaram mesmo (não é só efeito de Photoshop) (Foto: elede - Lomography.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nada fora do comum. Grandes cidades dos Estados Unidos e Europa passaram pelo mesmo processo e são, hoje, modelos a serem seguidos. E nós? Estamos tomando alguma providência para que isso aconteça?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Como podemos tornar nossa cidade um lugar mais verde, melhor para se viver?". Essa é a primeira pergunta do site &lt;a href="http://nyc.changeby.us/#start" target="_blank"&gt;Change by us NYC&lt;/a&gt; (“Mude por nós, cidade de Nova York”). De acordo com seus criadores, trata-se de "uma rede social para a atividade cívica" com uma premissa bem básica e interessante: você coloca a sua ideia em um “lembrete” que fará parte de um fórum de ideias e projetos, sonhados e iniciados pelos cidadãos, que poderiam melhorar a vida em um lugar particular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="324" src="/Upload/UserContent/Como podemos-tornar nossa cidade um lugar mais verde, melhor para se viver (Imagem 02).gif" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Sua ideia será publicada, lembrada, amplificada e, se tudo der certo, até executada (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um pensamento interessante pode ser inserido no site que cumprirá a função de amplificar a ideia e a participação da comunidade em seus espaços corriqueiros. O que seria apenas uma reclamação entre amigos ou um pedido não ouvido por conta do ruído burocrático agora pode virar uma discussão válida, com uma participação muito maior e efetiva.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=8HFkLnWHEQU:ESfgvh3_Bmw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=8HFkLnWHEQU:ESfgvh3_Bmw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=8HFkLnWHEQU:ESfgvh3_Bmw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=8HFkLnWHEQU:ESfgvh3_Bmw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/8HFkLnWHEQU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-02T12:41:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/cidade-mais-verde</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">b11f7c91-7a8b-423f-b899-7decd1214936</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/l3ddpfLPkO0/a-transformacao-da-natureza-com-muito-estilo</link><title>A transformação da natureza, com muito estilo</title><description>&lt;p&gt; Reaproveitar, reutilizar, reciclar, adaptar. Palavras que estão muito na moda hoje. Moda, essa danada que dita tendências e renova estilos. Para que a moda entre na moda, muitas vezes situações são forçadas e o mau gosto se impõe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis que, em meio a tanta urgência de parecer sustentável, surge uma ideia bacana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="289" alt="" src="/Upload/UserContent/A transformação da natureza, com muito estilo.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Óculos de sol e conexão com a natureza. Tudo autorizado pelos hipsters (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href="http://www.shwoodshop.com/"&gt;Shwood&lt;/a&gt; é uma marca de óculos escuros que trabalha com armações de madeira e tem uma filosofia interessante: “nós todos podemos nos conectar com a natureza um pouco mais, e de forma mais criativa”. Para isso, a confecção dos produtos é feita de forma sustentável, com madeira proveniente de plantações autorizadas e supervisionadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fato é que os artesãos da empresa queriam testar um experimento de contato com a natureza e decidiram fazer um par de óculos de forma inusitada, estilosa e com esse princípio de reutilização de material. Para isso, fizeram uma sessão de skate e, ao final, levaram as sobras de um skate quebrado para o galpão e transformaram o lixo em moda, com o maior bom gosto que poderia existir. O resultado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br type="_moz" /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="289"&gt;
&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;
&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26124634&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26124634&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="514" height="289"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/26124634"&gt;Link Vimeo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só é uma pena a afirmação feita por Taylor Shwood Murray, do marketing da marca: "Estes óculos não são para venda, nós só queríamos tentar algo novo e mostrar às pessoas o que é possível".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conseguiram, Murray. Conseguiram. &lt;br type="_moz" /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=l3ddpfLPkO0:CqUFoqb2l5Q:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=l3ddpfLPkO0:CqUFoqb2l5Q:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=l3ddpfLPkO0:CqUFoqb2l5Q:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=l3ddpfLPkO0:CqUFoqb2l5Q:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/l3ddpfLPkO0" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-09-01T16:31:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/a-transformacao-da-natureza-com-muito-estilo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">99f030c8-c94c-463c-9aca-d619d6572e88</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/Z9zjaVjMvtQ/uma-garrafa-de-plastico-e-faca-se-a-luz</link><title>Uma garrafa de plástico e “faça-se a luz”</title><description>&lt;p&gt;Estamos em um momento em que ser “sustentável” é moda e modismo. Há quem assim seja única e exclusivamente pela tendência. Existem aqueles que querem fazer as pazes com o planeta que há muito vem se queixando. Para outros, trata-se de um novo processo de adaptação do ser humano nesse constante estado evolutivo. Já aos que vivem em um estado de pobreza, a palavra pode ser associada à &lt;strong&gt;sobrevivência&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="189" src="/Upload/UserContent/Uma-garrafa-de-plástico-e-“faça-se-a-luz”.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Para seguir como espécie dominante, o ser humano se adapta como pode (Foto: Wil6ka – Lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para as pessoas nas favelas espalhadas em diversos países do mundo, um dos problemas mais corriqueiros é a situação precária da eletricidade, ou mesmo a falta dela. A clandestinidade e a falta de espaço para janelas que captam a luminosidade do dia são apenas alguns dos infortúnios encontrados no cotidiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, um novo projeto chamado &lt;a href="http://isanglitrongliwanag.org/"&gt;Litro de Luz&lt;/a&gt; tem como objetivo resolver esse dilema com uma tecnologia inesperada e altamente acessível: garrafas plásticas de refrigerante.&lt;/p&gt;
&lt;object width="514" height="415"&gt;
&lt;param value="http://www.youtube.com/v/gYPBr0kutk4?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" name="movie" /&gt;
&lt;param value="true" name="allowFullScreen" /&gt;
&lt;param value="always" name="allowscriptaccess" /&gt;&lt;embed width="514" height="415" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/gYPBr0kutk4?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=gYPBr0kutk4" target="_blank"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; |&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Simples como se lê, a ideia utiliza uma garrafa PET cheia de água (com um pouco de água sanitária para evitar o aparecimento de algas) encaixada em um buraco customizado feito em um daqueles telhados de ferro ondulado. O artefato plástico refrata os raios de sol e espalha, em um cômodo escuro, cerca de &lt;strong&gt;55 watts de luz&lt;/strong&gt;. Fácil de ser construído com materiais acessíveis, tal sistema pode significar economia de energia elétrica e, claro, de dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obviamente as lâmpadas do Litro de Luz são funcionais apenas durante o dia e o dinheiro poupado não é lá tão grande, mas pense que, para quem sobrevive com tão pouco, esse trocado salvo por um item tão barato pode contribuir (e muito) para uma vida mais “iluminada”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você conhece projetos brasileiros parecidos?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Z9zjaVjMvtQ:1cPV1o0GGkw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Z9zjaVjMvtQ:1cPV1o0GGkw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Z9zjaVjMvtQ:1cPV1o0GGkw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=Z9zjaVjMvtQ:1cPV1o0GGkw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/Z9zjaVjMvtQ" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-31T15:02:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/uma-garrafa-de-plastico-e-faca-se-a-luz</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">f7cf6f04-e45a-4484-ab86-ce8fee4b7321</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/gSjJyGeDu38/o-amor-cabia-numa-fita-cassete</link><title>O amor cabia numa fita cassete</title><description>&lt;p style="text-align: right;"&gt;Dedicado a Renata. Não sei seu sobrenome,&lt;br /&gt;
mas sei que ela foi minha grande paixão na infância&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todo homem precisa plantar uma árvore, escrever um livro, ter um filho e fazer uma mixtape. Triste é o garoto que nunca gravou uma fita cassete BASF para aquela que é mulher de sua vida – pelo menos até o fim do ano escolar – com músicas mela-cueca que tocavam no rádio. &lt;strong&gt;Ele não conhece o amor paciente, que espera a canção certa.&lt;/strong&gt; A ansiedade devotada de quem encara o tape deck Polyvox por horas a fio. A fome saciada apenas quando o DJ soltava aquela música perfeita para sua pequena grande paixão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img height="319" width="514" src="/Upload/UserContent/o amor cabia numa fita cassete.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Na infância, a gente conquistava as meninas com uma fita BASF. O amor custava pouco. (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando eu tinha 10 anos, fazer mixtapes era a maior prova de amor que se podia dar. A fita cassete era o coração pueril e sôfrego entregue à menina que fazia meu mundo girar mais devagar. As letras diziam tudo o que eu gostaria de dizer – só que em inglês, lingua que nem eu e nem a menina sabia. Eu não entendia patavinas do que estava sendo cantado, mas sabia: aquela voz no rádio era minha cúmplice na arte de amar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devoção e paciência. &lt;strong&gt;Mixtape era como uma procissão de um homem só.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de paciente – e como todo bom romance –, tinha sua dose de aflição: apertar o rec na hora certa e não comer o começo da canção. Pior ainda era quando o DJ soltava a vinheta da rádio no meio da música. Aposto que &lt;strong&gt;vinhetas acabaram com muitos romances naqueles tempos&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object height="40" width="514"&gt;
&lt;param value="http://grooveshark.com/songWidget.swf" name="movie" /&gt;
&lt;param value="window" name="wmode" /&gt;
&lt;param value="always" name="allowScriptAccess" /&gt;
&lt;param value="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;songIDs=30427898&amp;style=metal&amp;p=0" name="flashvars" /&gt;&lt;embed height="40" width="514" wmode="window" allowscriptaccess="always" flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;songIDs=30427898&amp;style=metal&amp;p=0" type="application/x-shockwave-flash" src="http://grooveshark.com/songWidget.swf"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://grooveshark.com/#/s/Wishing+On+A+Star/3LjaE8?src=5" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Link Grooveshark&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | “Wishing on a star”, música clássica da minha mixtape&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, a verdadeira mixtape, feita de fita cassete e gravada do rádio,  não existe mais. Por questões tecnológicas – afinal, quem tem um toca-fitas por aí? Aposto que os meninos sentem a mesma paixão que eu sentia aos 10, mas agora demonstram de outras formas. Talvez façam algo parecido a mixtapes usando streaming de som e rádios personalizadas on-line. Imagino que compartilhem no Facebook da menina amada essa demonstração de afeto. E se ela der “like”, o coração dispara.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Amor em tempos de internet é algo frio. Os amantes de amanhã não conhecerão hoje a sensação de ver o rosto abobalhado da menina que recebe uma mixtape em mãos. Não saberão o que é ter febre de tanta vergonha na hora de entregar o cassete. &lt;strong&gt;São meninos tristes e serão homens tristes.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fim da mixtape decreta extinta a paixão de infância. E talvez faça das novas gerações de homens seres mais insensíveis.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=gSjJyGeDu38:DOdqv4BR_I4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=gSjJyGeDu38:DOdqv4BR_I4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=gSjJyGeDu38:DOdqv4BR_I4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=gSjJyGeDu38:DOdqv4BR_I4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/gSjJyGeDu38" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-31T10:17:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/o-amor-cabia-numa-fita-cassete</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">7e2f5114-0358-4ad0-a58c-5ce9245fbc3c</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/Pb6Peaq_dp4/dante-e-uma-hiena</link><title>Dante Alighieri é uma hiena</title><description>&lt;p&gt;Nunca se publicou tantos livros no mundo. Apenas no Brasil são colocados à venda 20 mil novos títulos por ano, de acordo com a Câmara Brasileira do Livro. A internet tem tido papel fundamental no crescimento da fauna de escritores. Hoje em dia, todos têm um blog para compartilhar seus pensamentos ou um Twitter por onde se pode xingar muito o mundo todo. Somos todos embriões de Saramago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="384" src="/Upload/UserContent/dante hiena.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Dante imaginou um inferno horrendo. Faltou imaginar que o inferno é a língua afiada de Nietzsche. (Reprodução de &lt;/em&gt;Dante e Virgílio no Inferno&lt;em&gt;, de Eugène Delacroix)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante de tanto autor novato e tanto texto por aí, nada mais justo que amar uns e odiar outros. Todo mundo é um crítico em potencial, inclusive os próprios escritores. Autores clássicos já destilaram veneno em seus colegas de pena e nanquim. O site &lt;a href="http://flavorwire.com/188138/the-30-harshest-author-on-author-insults-in-history" target="_blank"&gt;Flavorwire&lt;/a&gt; trouxe recentemente uma lista de embates entre escritores. Verdadeiros barracos no mundo literário. Confira os “melhores” insultos dessa galerinha do mal:&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Friedrich Nietzsche (Assim Falou Zaratustra) sobre Dante Alighieri (A Divina Comédia):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Uma hiena que escreveu sua poesia em tumbas.”&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Vladimir Nabokov (Lolita) sobre Fyodor Dostoievsky (Crime e Castigo):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;"A falta de bom gosto do Dostoievsky, seus relatos monótonos sobre pessoas sofrendo com complexos pré-freudianos, a forma que ele tem de chafurdar nas trágicas desventuras da dignidade humana - tudo isso é muito difícil de admirar."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Virginia Woolf (Passeio ao Farol) sobre Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;"É tudo um protesto cru e mal cozido."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;H. G. Wells (Guerra dos Mundos) sobre George Bernard Shaw (Pygmalion):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Uma criança idiota gritando em um hospital."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Ralph Waldo Emerson (Concord Hymn) sobre Jane Austen (Orgulho e Preconceito):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Os romances da senhorita Austen me parecem vulgares no tom, estéreis em inventividade artística, presos nas apertadas convenções da sociedade inglesa, sem genialidade, sem perspicácia ou conhecimento de mundo. Nunca a vida foi tão embaraçosa e estreita."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Charles Baudelaire (Paraísos Artificiais) sobre Voltaire (Cândido):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;"Eu cresci entediado na França. E o maior motivo para isso é que todo mundo aqui me lembra o Voltaire, o rei dos idiotas, o príncipe da superficialidade, o anti-artista, o porta-voz das serventes, o papai Gigone dos editores da revista Siecle."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;William Faulkner (A Cidade) sobre Ernest Hemingway (Por Quem os Sinos Dobram):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;"Ele nunca pensou em usar uma palavra que pudesse mandar o leitor para um dicionário."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Gore Vidal (O Julgamento de Paris) sobre Truman Capote (A Sangue Frio):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Ele é uma dona de casa totalmente empenada do Kansas, com todos os seus preconceitos.”&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Oscar Wilde (O Retrato de Dorian Grey) sobre Alexander Pope (Ensaio Sobre a Crítica):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Existem duas formas de se odiar poesia: uma delas é não gostar; a outra é ler Pope."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Henry James (Calafrio) sobre Edgar Allan Poe (Os Crimes da Rua Morgue):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;"Se entusiasmar com o Poe é a marca de um estágio decididamente primitivo da reflexão."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Truman Capote sobre Jack Kerouac (On The Road):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Isso não é escrever. Isso é só datilografar.”&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Elizabeth Bishop (Norte e Sul) sobre J.D. Salinger (O Apanhador no Campo de Centeio):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Eu odiei O Apanhador no Campo de Centeio. Demorei dias para começar a avançar, timidamente, uma página de cada vez e corando de vergonha por ele a cada sentença ridícula pelo caminho. Como deixaram ele fazer isso?"&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Evelyn Waugh (Memórias de Brideshead) sobre Marcel Proust (Em Busca do Tempo Perdido):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Estou lendo Proust pela primeira vez. É uma coisa muito pobre. Eu acho que ele tinha algum problema mental."&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Virginia Woolf sobre James Joyce (Ulisses):&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;"Ulisses é o trabalho de um estudante universitário enjoado coçando as suas espinhas."&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Pb6Peaq_dp4:k62Fr7xHE24:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Pb6Peaq_dp4:k62Fr7xHE24:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Pb6Peaq_dp4:k62Fr7xHE24:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=Pb6Peaq_dp4:k62Fr7xHE24:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/Pb6Peaq_dp4" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-30T18:59:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/dante-e-uma-hiena</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">7d887b8a-9c03-4ab2-a646-4e581f552c69</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/3rqNEXbhMFI/professor-da-aulas-com-angry-birds</link><title>Professor dá aulas com Angry Birds</title><description>&lt;p&gt;Todo mundo joga ou já jogou Angry Birds no celular, no tablet ou no próprio PC. O jogo finlandês já vendeu mais de 250 milhões de cópias para todas as platadormas disponíveis e virou o fenômeno cultural do novo milênio, transpondo-se das telinhas para virar &lt;a href="http://identro.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/slide_15907_223265_huge.jpg"&gt;jogo de tabuleiro&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_g5F_9Z1ZpD0/TQU6iAdmf4I/AAAAAAAAAPs/891RGNZBs5w/s1600/angry+birds.jpg"&gt;boneco de pelúcia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://nadave.net/wp-content/uploads/2011/02/Angry-Birds-Costume-1.jpg"&gt;fantasia&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://www.bobreyes.com/myblog/wp-content/uploads/2011/06/DSCN5324.jpg"&gt; brinquedos infantis&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/link/angry-birds-vira-filme/ "&gt;filme&lt;/a&gt; (já em projeto). Agora chegou a vez de educar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="292" alt="" src="/Upload/UserContent/Professor dá aulas com Angry Birds (Imagem 01).gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;“Porque a variação de velocidade é dada com a subtração da final pela inicial. Entenderam?” (Imagem: reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um professor em Atlanta, Estados Unidos, &lt;a href="http://Um professor em Atlanta, Estados Unidos, está utilizando o famoso joguinho para ensinar física para crianças da nona série. "Quais são as leis da física no mundo de Angry Birds? " pergunta o professor John Burk, que se interessou pelo fascínio que seus alunos tinham pelo jogo e percebeu que, dado que as aves são catapultadas para o céu, essa era a ferramenta perfeita para ensinar os alunos as leis do movimento de projéteis.  Conforme Burk escreveu em seu blog, rapidamente as crianças começaram a entender "as duas grandes idéias de movimento de um projétil: o componente horizontal do movimento é a velocidade constante, enquanto a componente vertical é a aceleração constante."  Claro que os alunos ficaram muito interessados pela lição e a ideia de Burk é que no próximo ano ele leve mais jogos para a sala de aula e, melhor ainda, que os alunos busquem projetos de sua escolha para investigar a física aplicada em cada jogo."&gt;está utilizando&lt;/a&gt; o famoso joguinho para ensinar física para crianças da nona série. "Quais são as leis da física no mundo de Angry Birds? " pergunta o professor John Burk, que se interessou pelo fascínio que seus alunos tinham pelo jogo e percebeu que, dado que as aves são catapultadas para o céu, essa era a ferramenta perfeita para ensinar os alunos as leis do movimento de projéteis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conforme Burk escreveu em seu blog, rapidamente as crianças começaram a entender "as duas grandes idéias de movimento de um projétil: o componente horizontal do movimento é a velocidade constante, enquanto a componente vertical é a aceleração constante."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que os alunos ficaram muito interessados pela lição e a ideia de Burk é que no próximo ano ele leve mais jogos para a sala de aula e, melhor ainda, que os alunos busquem projetos de sua escolha para investigar a física aplicada em cada jogo.&lt;/p&gt;
&lt;object width="514" height="415"&gt;
&lt;param value="http://www.youtube.com/v/bNNzRyd1xz0?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" name="movie" /&gt;
&lt;param value="true" name="allowFullScreen" /&gt;
&lt;param value="always" name="allowscriptaccess" /&gt;&lt;embed width="514" height="415" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/bNNzRyd1xz0?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/bNNzRyd1xz0"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3rqNEXbhMFI:Na6GyfyCaYQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3rqNEXbhMFI:Na6GyfyCaYQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3rqNEXbhMFI:Na6GyfyCaYQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=3rqNEXbhMFI:Na6GyfyCaYQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/3rqNEXbhMFI" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-29T12:31:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/professor-da-aulas-com-angry-birds</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">8913142d-eafd-40d2-93cb-f4c86b271f1c</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/8FZKLUuYaOQ/fora-da-bolha-2-seu-dentista-mima-voce</link><title>Fora da bolha #2: seu dentista mima você</title><description>&lt;p&gt;Aquela MPB de elevador ecoando pela sala de espera, algumas revistazinhas de fofoca ou atualidades à disposição para poder aliviar a tensão, uma atendente charmosa e voilà, temos uma sala de dentista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao entrar no consultório, um profissional amoroso e de fala mansa conforta suas costas em uma cadeira acolchoada, rodeada de um ambiente imaculado e desesperadoramente silencioso. Um bate-papo inicial, uma piadinha de dente, uma picadinha na gengiva e estamos devidamente deitados, de boca aberta, e com a ausência completa de sensação de dor na parte interna da boca. Uma delícia, não?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="427" height="514" alt="" src="/Upload/UserContent/Seu dentista mima você (Imagem 01).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Ou você acha mesmo que o Barack Obama sofre em consulta com seu dentista presidencial? (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Europa, o dentista não faz um curso específico de odontologia. A pessoa que se aventura nos mistérios da boca tem de fazer um curso de medicina, como qualquer outro médico, para depois se especializar em cuidado bucal. Por isso que a estética do sorriso não é lá tão aprimorada no velho mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lá ou cá, temos uma série de normas e carinhos para que a experiência de cuidar do sorriso seja a menos dolorosa e incômoda possível. Se nos comportamos bem, ganhamos pirulito, que atacará nossos dentes para garantir as consultas futuras. É o tal do chamego e negócios. Bem parecido, se for ver lá no fundo, com outras profissões mais antigas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="/Upload/UserContent/Seu dentista mima você (Imagem 02).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A gente te bate, depois assopra, depois bate de novo. E aí você paga a gente. Tá ok assim? (Foto: Terry Richardson)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acontece que nem tudo são flores ao redor do mundo. Em Jaipur, na Índia, o buraco continua no mesmo lugar, mas sem as firulas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pushkar Singh e Pyara moram nessa cidade que é capital do estado do Rajastão, que tem cerca de 2,46 milhões de habitantes e é chamada de “A cidade rosa”, por conta de um marajá que, no século XIX, mandou pintar toda a cidade de rosa, para a visita do príncipe de Gales. Desde então, a cidade ganha retoques de uma pintura rósea regularmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltando aos dois profissionais, eles possuem, em frente à estação de trem, um consultório como qualquer outro, exceto pelas cadeiras, uniformes, funcionários, raios-x e gadgets. Ou a falta de tudo isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="415" frameborder="0" src="http://www.youtube.com/embed/WR8tIjTykbE" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=WR8tIjTykbE"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | “Eu não acho que seja uma profissão difícil. Eu sei até arrumar bicicletas!”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Mimo e anestesia&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O que está em jogo aqui é a situação de como estamos anestesiados. Nos cercamos de facilidades e entramos em um mundo quase perfeito de zona de conforto. Esses &lt;a target="_blank" href="http://papodehomem.com.br/a-nova-geracao-de-homens-mimados/"&gt;mimos&lt;/a&gt; constroem outra realidade onde nada pode nos atingir, sem perceber que estamos em “um estado de carência e fragilidade no qual qualquer um pode cair”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em vez de ser visto como uma “bizarrice” de um “país subdesenvolvido”, esse vídeo deve ser analisado como algo que nos tira desse “coma” em que nos colocamos ao elevar a nossa realidade como a mais natural possível. Um dentista de rua na Índia provoca essa abertura no olhar, para percebermos que, ao entender o nosso conforto como natural, e não como uma extensão que podemos usufruir, nos anestesiamos mais e mais, até nos tornarmos mimados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Homens mimados perdem a capacidade de aproveitar o que lhe é oferecido, pois qualquer percalço é mote para não seguir viagem. Entender que a todo instante vamos nos deparar com coisas, pessoas e situações que impedirão o nosso tranquilo andar é, enfim, entender por que estamos aqui. Com ou sem flúor com gostinho de tutti-frutti.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=8FZKLUuYaOQ:LKqOvBxO_BQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=8FZKLUuYaOQ:LKqOvBxO_BQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=8FZKLUuYaOQ:LKqOvBxO_BQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=8FZKLUuYaOQ:LKqOvBxO_BQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/8FZKLUuYaOQ" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-29T12:06:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/fora-da-bolha-2-seu-dentista-mima-voce</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">ec1006dc-19d2-47b7-acfe-ca044c3784c9</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/MrqHIPD2eMM/raridades-que-fazem-o-youtube-valer-a-pena</link><title>Mixtape #2: raridades que fazem o YouTube valer a pena</title><description>&lt;p&gt;Com mais de 3 bilhões de visualizações em seis anos de existência, a popularidade fez do YouTube um sinônimo de procrastinação. Raros são os exemplos que utilizam a biblioteca de mídia para assistir a palestras, entrevistas ou cursos técnicos. Sendo assim, os vídeos mais populares acabam sendo os de entretenimento. Erros de gravações, clipes de música teen, apresentações de stand-up, trechos de programas de humor e vlogs sempre estão entre os arquivos mais acessados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma pena. O YouTube foi criado com a intenção de ser um arquivo de momentos. Mais do que republicar produções, a ideia era incentivar o usuário a eternizar momentos relevantes para a humanidade. Essa inversão de valores transformou o YouTube em mais um site engraçadinho. Esquecemos o alcance e capacidade existente nos milhares de vídeos cadastrados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois basta uma pesquisa mais demorada para encontrarmos coisas incríveis. Clipes que, quando gravados, poucos viram. E que hoje, na simplicidade do clique, podemos deixá-los ainda mais conhecidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="409" alt="" src="/Upload/UserContent/Natura - Joe Cocker.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Joe Cocker no Woodstock: uma das melhores interpretações de Beatles da história (Foto: Revista TIME)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Michael Jackson, Prince e James Brown&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Que Michael Jackson e Prince nunca se toparam não é novidade pra ninguém. O que pouca gente sabe é dessa participação dos dois – cada um em seu momento – neste show quase perdido de James Brown. O rei do funk, ao observar MJ na plateia, convida o rei do pop para uma palhinha. Logo depois surge, nos ombros de um segurança e completamente chapado, aquele que ainda se chamava Prince.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o segundo cantor é convidado, Michael Jackson simplesmente deixa o palco e evita o contato. Já a saída de Prince é qualquer coisa antológica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="415"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Yy9L4ft7EGk?version=3&amp;hl=pt_BR" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Yy9L4ft7EGk?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="415" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://youtu.be/Yy9L4ft7EGk"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Não foi a melhor noite do Prince&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;David Ruffin e Eddie Kendricks&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;David Ruffin sempre foi a alma por trás dos Temptations. Ao mesmo tempo, era deveras mascarado. Durantes muitas vezes defendeu que o nome do grupo devia ser “David Ruffin and The Temps”. Seu ego inflado e problemas com drogas causaram diversas brigas no grupo, obrigando a &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Motown_Records"&gt;Motown&lt;/a&gt; lançá-lo em carreira solo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os problemas financeiros obrigaram David a juntar-se com um de seus desafetos nos anos 80 para uma serie de shows. Eddie Kendricks, co-fundador dos Temptations, participou de algumas apresentações com David no interior dos Estados Unidos e no México. Como essa do vídeo abaixo. Um achado que começa com “My Girl” e finaliza com a ótima “It's Growing”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="415"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Y9VgknVCdsc?version=3&amp;hl=pt_BR" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Y9VgknVCdsc?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="415" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://youtu.be/Y9VgknVCdsc"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Dois talentos atrapalhados pela vaidade &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Al Green e David Gilmour&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Esse vídeo não é nem um pouco velho. É somente de 2008. Mas quando você imaginou que David Gilmour, o lendário guitarrista do Pink Floyd, daria uma canja para o gênio do soul Al Green?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma canja mesmo. Pois, segundo essa entrevista do reverendo All Green ao Jonathan Ross, Gilmour se ofereceu para acompanhar o músico durante sua turnê na Europa. Não tinha como negar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="319"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fPqvVU90Rdk?version=3&amp;hl=pt_BR" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/fPqvVU90Rdk?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="319" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/fPqvVU90Rdk"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | O revenrendo Al Green continua o mesmo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Jair Rodrigues&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Na década de 60 o novo talento era descoberto nos festivais organizados pela &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Festival_de_M%C3%BAsica_Popular_Brasileira"&gt;TV Record&lt;/a&gt;. Músicos amadores e profissionais participavam dos eventos que movimentavam milhões de pessoas. Os mais atuantes aproveitavam a visibilidade do festival para expressas revolta com o momento político que o país vivia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi isso que Geraldo Vandré e Théo Barros fizeram em outubro de 66, quando Jair Rodrigues subiu ao palco para interpretar a grande obra da dupla: “Disparada”. A música obteve o primeiro prêmio juntamente com &lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=wFPPawLq_5Q"&gt;“A Banda”, de Chico Buarque&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O auge da apresentação da Jair Rodrigues é em 2:24, quando a letra traz de modo mais explicito sua revolta com a imposição da ditadura militar:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Então não pude seguir/Valente em lugar tenente/E dono de gado e gente/Porque gado a gente marca/Tange, ferra, engorda e mata/Mas com gente é diferente...”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="415"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AkghEx3g6wI?version=3&amp;hl=pt_BR" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AkghEx3g6wI?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="415" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://youtu.be/AkghEx3g6wI"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | O arquivo nacional no Youtube é muito bom&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Joe Cocker no Woodstock&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;17 de agosto de 1969, último dia de Woodstock. Subia ao palco um desconhecido e promissor cantor britânico. Características: voz rouca e estilo agressivo. Influências: Elvis Presley e soul music. Alcunha: Joe Cocker.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi assim que Cocker se apresentou para um público de 500 mil pessoas. Apreensivos e chapados (ênfase em chapados), os seguidores do mito "paz e amor" decidiram parar o que faziam para ouvir o rapaz de sotaque engraçado. Pararam e ouviram história.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os minutos seguintes foram repletos da mais perfeita prova de como uma música pode emocionar. Joe Cocker interpretou uma irretocável versão de "With a Little Help from My Friends", canção de George Harrison gravada pelos Beatles. Foi considerada a maior apresentação já feita pelo músico e, sem qualquer contestação, um dos pontos altos do Woodstock.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vídeo abaixo, além de ser a apresentação citada acima, é um trecho do premiadíssimo documentário &lt;a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0066580/"&gt;Woodstock (1970), de Michael Wadleigh&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="289"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6SHSgl5Azec?version=3&amp;hl=pt_BR" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6SHSgl5Azec?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="289" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/6SHSgl5Azec"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | A melhor apresentação de todos os Woodstock&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Viu?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenha paciência. O YouTube ainda dá um caldo.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=MrqHIPD2eMM:5_u5Rb781tw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=MrqHIPD2eMM:5_u5Rb781tw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=MrqHIPD2eMM:5_u5Rb781tw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=MrqHIPD2eMM:5_u5Rb781tw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/MrqHIPD2eMM" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-26T12:29:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/raridades-que-fazem-o-youtube-valer-a-pena</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">94aa6e00-88a5-4e53-ac33-857385b8b31d</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/KplvCOC-Etg/lindas-mulheres-heroinas-pena-que-elas-nao-existem</link><title>Lindas mulheres heroínas (pena que elas não existem)</title><description>&lt;p&gt;Quando criança, você ama os super-heróis que embalam seus sonhos e dão motes às suas brincadeiras. Na adolecência, sua mente e seus olhos se voltam para as meninas e seus decotes, que passam a embalar seus sonhos e, por que não, dão motes às suas “brincadeiras”. Na fase adulta, você vira um artista e resolve juntar suas duas paixões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.jkbfletcher.com/"&gt;JKB Fletcher&lt;/a&gt; é um artista britânico especializado em pintura realística. Em seu mais recente trabalho, Dirty Faces (Caras Sujas, em tradução livre), Fletcher combinou cultura pop , o consumismo dos super-heróis estadunidenses e uma dose saudável de sensualidade em uma série de pinturas fascinantes de mulheres com pinturas temáticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="514" alt="" src="/Upload/UserContent/Lindas mulheres heroínas_ Pena que elas não existem_01.gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Cleaverage 10&lt;/em&gt;&lt;br type="_moz" /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="514" alt="" src="/Upload/UserContent/Lindas mulheres heroínas_ Pena que elas não existem_02.gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Wet Wash 11&lt;br type="_moz" /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="513" alt="" src="/Upload/UserContent/Lindas mulheres heroínas_ Pena que elas não existem_03.gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Conquering, 2011&lt;br type="_moz" /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="514" alt="" src="/Upload/UserContent/Lindas mulheres heroínas_ Pena que elas não existem_04.gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Hour 10&lt;/em&gt;&lt;br type="_moz" /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="514" alt="" src="/Upload/UserContent/Lindas mulheres heroínas_ Pena que elas não existem_05.gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Tit for Tat 11&lt;/em&gt;&lt;br type="_moz" /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="515" alt="" src="/Upload/UserContent/Lindas mulheres heroínas_ Pena que elas não existem_06.gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Streak 11&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Residente em Melbourne, na Austrália, JKB diz em seu site que “introduzir super-heróis nas minhas pinturas realísticas é uma forma de mostrar a sensualidade e beleza, físico, conexão, contato, moralidade, honra, justiça, virtude e de conflito e contradição. São todos tópicos incríveis para explorar em uma pintura – tudo narrável ou perfeitamente ignorável, dependendo do espectador”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sinto muito, Fletcher, mas não dá pra ignorar nada em suas obras, não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;(Fotos: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KplvCOC-Etg:UGHVexL7kBs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KplvCOC-Etg:UGHVexL7kBs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KplvCOC-Etg:UGHVexL7kBs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=KplvCOC-Etg:UGHVexL7kBs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/KplvCOC-Etg" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-25T14:23:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/lindas-mulheres-heroinas-pena-que-elas-nao-existem</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">a6836a50-9973-4630-9c21-24ac071fc268</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/BtGnc49BIpk/encontros-volateis</link><title>Encontros voláteis</title><description>&lt;p&gt;Sabe quando o acaso acorda de bom humor e resolve colocar o amor da sua vida cara a cara contigo, ali, do outro lado da rua, pronta para atravessar em nossa direção? Então sabe também daquelas várias vezes em que, por um motivo qualquer, você esqueceu de combinar com o acaso do tal encontro e ficou sem reação, deixando a beldade ir embora sem falar nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="322"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dh5yAQXNsyo?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dh5yAQXNsyo?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="322" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/dh5yAQXNsyo"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Realmente, uma Natalie Portman pode deixar muito homem sem saber o que fazer&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na época em que o &lt;a href="http://www.orkut.com.br"&gt;Orkut&lt;/a&gt; ainda era a única rede social utilizada pelos brasileiros, havia uma comunidade chamada “&lt;a href="http://www.orkut.com/Community?cmm=4092029&amp;hl=pt-BR"&gt;Amores breves de metrô&lt;/a&gt;”, local em que pessoas contavam suas experiências no coletivo de trombar com amores platônicos e querer saber, depois, o nome e informações da pessoa que arrebatou pobres coraçõezinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os argentinos de Buenos Aires agora podem efetivamente pedir uma segunda chance no &lt;a href="http://www.ayerpase.com.ar/"&gt;Ayerpasé&lt;/a&gt; (te vi y te busqué), site onde se pode colocar o depoimento de algum momento do dia em que isso aconteceu, seja em transportes públicos, dentro de lugares como shopping center, centros comerciais, universidades e bancos, na rua e na noite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="1592" alt="" src="/Upload/UserContent/Encontros voláteis (Imagem 01).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;(Imagem: reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois disso, basta que a outra pessoa veja e entre em contato. Pode parecer difícil, mas quem foi que disse que encontrar a “alma gêmea” seria simples e doce como comer mamão com açúcar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=BtGnc49BIpk:Vk5gjvHNr7I:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=BtGnc49BIpk:Vk5gjvHNr7I:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=BtGnc49BIpk:Vk5gjvHNr7I:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=BtGnc49BIpk:Vk5gjvHNr7I:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/BtGnc49BIpk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-24T14:33:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/encontros-volateis</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">eac7ab73-49fb-4d17-a4c9-f11ce813702c</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/UqrLlDK2hO4/a-filosofia-ensina-a-comprar-lingerie</link><title>A filosofia ensina a comprar lingerie</title><description>&lt;p&gt;Todo homem adora lingerie. Não para si, obviamente, mas sim para suas mulheres. Alguns, inclusive, preferem vê-las trajando calcinha a encará-las em plena nudez. Fica aquela pontinha de “O que será que esses panos escondem?”. Por isso, é bom que todo homem aprenda a lidar com lingerie. E nesse quesito somos péssimos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="415" frameborder="0" src="http://www.youtube.com/embed/JlIAtOVY4qo" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=JlIAtOVY4qo"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Me fale mais do seu primeiro sutiã, rapaz...&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Temos uma relação de amor com lingeries, e ainda assim as desprezamos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Somos capazes de construir um império do nada ou fazer coisas fantásticas que mudam a vida de toda a humanidade, mas somos infelizes para guardar na cabeça a numeração do sutiã da patroa. Por mais que você esteja, digamos, familiarizado com o corpo dela, é incapaz de lembrar o tamanho da lingerie. Para nós, este é um dado tão irrelevante quanto saber o valor exato de pi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não se culpe, meu chapa. Todo homem é assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como se não bastasse, há ainda a questão do orgulho de macho. Ou você se sente plenamente confortável e seguro numa loja de lingerie? Precisa ser muito homem para, no alto da virilidade, entrar na loja e pedir para a vendedora toda sorridente: “Quero uma calcinha preta. De renda.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, uma hora ou outra, todo macho deve engolir tudo isso e comprar uma peça de lingerie para sua mulher. Por experiência própria e me baseando em filósofos de todos os tempos, aprendi algumas coisas nas minhas indas e vindas a lojas de lingerie.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;1. “Buscar e aprender, na realidade, não são mais do que recordar.” (Platão)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Antes de sair de casa para comprar a lingerie perfeita para a mulher, é preciso lembrar o número que ela usa. Dar uma olhada na gaveta de calcinhas é um bom começo, mas nunca – nunca – pergunte diretamente a ela.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;2. “Nada melhor do que uma boa companhia; nada pior do que uma má companhia.” (Máxima budista)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Uma opção bem interessante é levar a mulher contigo. Assim não tem como errar na hora da compra. Mas, caso ela não queira ir, nem pense em levar um amigo! Afinal, ninguém quer um marmanjo imaginando como sua mulher ficaria naquela calcinha, não é?&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;3. "Muitas vezes uma pequena oferta produz grandes efeitos." (Sêneca)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Na loja, não precisa esbanjar, procurar a calcinha mais cara – geralmente as mulheres gostam de lingerie que seja confortável, não uma cheia de pedrarias e plumas e paetês. Mas seja sensato e pense que lingerie é um investimento.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;4. “A arte de agradar muitas vezes encobre a arte de enganar.” (Máxima hassídica)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Na primeira vez que chegar em casa com uma lingerie, é provável que sua mulher pense: “Ele está me mimando. Deve ter feito algo errado.” Há a possibilidade de haver um interrogatório – e, dependendo do calor do sangue dela, alguns hematomas. Mas se você fizer do ato de presentear uma prática comum, logo ela perceberá que o presente não é um pedido de desculpas.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;5. "Todos julgam segundo a aparência, ninguém segundo a essência." (Friedrich Schiller)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Por fim, ao sair da loja, apenas reze para que seus amigos da pelada ou os caras do escritório não te vejam com uma sacola de sutiã na mão. Pode dar margem a especulações sobre a sua sexualidade. &lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=GZPcGapl2dM"&gt;Não que isso seja um problema&lt;/a&gt;, claro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim como eu dividi estas pérolas de sabedoria com você, amigo leitor, espero que faça o mesmo. Você compra lingerie para sua mulher? Com que frequência? Como encara essa experiência?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;(Créditos das imagens: capa: &lt;/em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://camino-0.deviantart.com/"&gt;&lt;em&gt;Camino-0&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;; imagens menores: &lt;a target="_blank" href="http://elvgrenpinup.com/"&gt;Gil Elvgren&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=UqrLlDK2hO4:wg4rSt4ooyM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=UqrLlDK2hO4:wg4rSt4ooyM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=UqrLlDK2hO4:wg4rSt4ooyM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=UqrLlDK2hO4:wg4rSt4ooyM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/UqrLlDK2hO4" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-24T14:17:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/a-filosofia-ensina-a-comprar-lingerie</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">c235ed63-9690-4dfb-a7c9-77351c2b39e6</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/Hy__Ymm-Rgo/exploda-sua-mente-voce-pode-nao-ser-voce</link><title>Exploda sua mente #2: Você pode não ser você</title><description>&lt;p&gt;Ela me falava d’&lt;em&gt;O Estranho Caso do Cachorro Morto&lt;/em&gt;. No livro, o protagonista é Christopher Boone, um garotinho que sabe dizer todas as capitais do mundo e números primos até 7.507, mas não tem aptidão social alguma. Ele sofre da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Asperger" target="_blank"&gt;síndrome de Asperger&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“É como estar na mente de um autista”, afirmou minha amiga. Estávamos na seção de psicologia da livraria Cultura, uma de suas lojas favoritas. Ela dissecava conceitos científicos entre uma estante e outra. Falou das falhas das mandalas de Jung ao se deparar com o&lt;em&gt; Livro Vermelho&lt;/em&gt;, mas apontou que apesar da falhas, ele era melhor que Freud. Eu ouvia tudo aquilo com fascínio e curiosidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="356" src="/Upload/UserContent/capa - voce pode não ser você - PARA ARTIGO.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;É, Jung... Suas mandalas não passaram pelo crivo de uma menina de 19 anos (Fonte: Revista Life)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das mentes mais brilhantes que eu já conheci. Mas, assim como Chris Boone, ela tem problemas de relacionamento, apesar dos milhares de seguidores no Twitter e dos amigos de Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para chegar ao status que hoje detém de webcelebridade, ela teve de se diminuir a cada tuíte. Em blocos de 140 caracteres – e eles vinham aos montes todos os dias –, deixava de lado sua inteligência para ser aquilo que esperavam dela: alguém vazio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegamos a conversar sobre isso em um pub:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Eu prefiro você fora do Twitter.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Eu sou a mesma pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Não é. Lá é como se você tivesse vivido todo esse tempo dentro de uma bolha. De repente, você sai da bolha e descobre um mundo fantástico demais para sua cabeça. Você é uma espécie de Alice, entende?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Como assim?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Você muda. Seu comportamento muda. Até seu vocabulário é diferente. Você finge ser bobinha e eu entendo: é preciso nivelar-se aos seus interlocutores. &lt;strong&gt;É preciso falar de igual para igual.&lt;/strong&gt; Mas acho isso um desperdício. Você tem uma mente fascinante demais para se rebaixar a isso, para ser apenas um corpinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Não é bem assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Pode ser coisa da minha cabeça, mas &lt;strong&gt;prefiro conversar contigo, e não com sua arroba&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="470" height="400" src="/Upload/UserContent/paquera.gif" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;(Fonte: &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.nadaver.com/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;nadaver.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jonathan Franzen publicou um artigo recentemente sobre novas tecnologias no New York Times. Em “&lt;a href="http://www.nytimes.com/2011/05/29/opinion/29franzen.html" target="_blank"&gt;Liking Is for Cowards. Go for What Hurts&lt;/a&gt;” (em tradução livre, “Gostar é para os covardes. Escolha o que dói”), ele pondera:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 40px;"&gt;“Se você dedica sua existência a receber “likes” [no Facebook], e se você adota qualquer persona legal necessária para que isso aconteça, isto sugere que você perdeu a esperança de ser amado por quem você realmente é. E se você tiver sucesso em manipular outras pessoas para darem “like” para você, será difícil não sentir, em algum nível, desprezo por essas pessoas, porque eles caíram no seu truque.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É a evolução do homem. &lt;strong&gt;Homo erectus, Homo sapiens, Homo arrobus.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa evolução, as coisas fluem do avesso. O homem é desconstruído – de estratos de carne e osso e personalidade e a coisa toda. É a desfragmentação de quem realmente somos. &lt;strong&gt;Viramos avatares.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você tem milhares de conexões no Facebook e ninguém com quem sair no fim de semana. Você é tendência no Twitter porque só fala coisa interessante mas não sabe conversar nem com seu vizinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Amanhã, quando você se olhar no espelho, pergunte-se quem você realmente é.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Hy__Ymm-Rgo:SUCCsUzZmtw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Hy__Ymm-Rgo:SUCCsUzZmtw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=Hy__Ymm-Rgo:SUCCsUzZmtw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=Hy__Ymm-Rgo:SUCCsUzZmtw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/Hy__Ymm-Rgo" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-22T17:28:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/exploda-sua-mente-voce-pode-nao-ser-voce</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">b8c1424b-174b-4271-987e-f1aca6c96723</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/0iKXYxCXp_M/a-brasilia-de-outrora</link><title>A Brasília de outrora</title><description>&lt;p&gt; Em 1959, o local onde hoje é Brasília, capital do nosso país, não passava de um monte de cimento em cima do que pouco antes era só terra e mato. Mas já havia, em meio a construções gigantescas feitas em tempo recorde, a vontade de mudança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="519" height="520" alt="" src="/Upload/UserContent/Foto-Marcel-Gautherot-IMS.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A construção da Câmara no que viria a ser Brasília, em 1959 (Foto: Marcel Gautherot/IMS)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um vazamento de água e a descoberta. Em meio a reparos no encanamento da Câmara, encontraram frases nas placas de concreto que sustentam a cúpula da casa, escritas por operários que trabalhavam na construção da nova capital do país, um ano antes de sua inauguração, em 21 de abril de 1960.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Que os homens de amanhã que aqui vierem tenham a compaixão dos nossos filhos e que a lei se cumpra. Duraleques ce de leques (sic)" – José Silva Guerra (22/4/59)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Si (sic) todos os Brazileiros (sic) focem ( sic) diginos (sic) de honra e honestidade, teríamos um Brazil (sic) bem melhor. Só temos uma esperança nos Brazileiros (sic) de amanhã. Brazília (sic)de hoje, Brazil (sic) amanhã " – Assinatura e data ilegíveis&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claudionor Pedro dos Santos, hoje com 72 anos, foi um dos trabalhadores que contribuíram para a construção de Brasília e, após a descoberta, foi localizado e convidado a participar do anúncio à imprensa. Em entrevista para o site O Globo, disse:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Nós trabalhávamos dia e noite e não reclamávamos. Havia solidariedade. Claro que acreditávamos no futuro melhor e tínhamos certeza que Brasília ia ter sucesso. JK (o presidente Juscelino Kubitschek) aparecia aqui sempre, três, quatro horas da manhã. Tudo foi feito com muita dedicação e queríamos que isso fosse reconhecido. Hoje temos muitos políticos sérios que usam o dinheiro público para o bem. E outros que mancham essa imagem. Faço um apelo para que os que têm essa tendência, parem.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="512" height="328" alt="" src="/Upload/UserContent/A Brasília de outrora (Imagem 02).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Frase poética escrita por um trabalhador desconhecido (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, mais de cinquenta anos depois, muitos pontos em Brasília podem estar corrompidos, assim como em qualquer outra parte do país, mas suas fundações, muito por conta desses que trabalharam arduamente esperando que aquele fosse um reduto de democracia e avanço para a nação, permanecem marcadas com o que Brasil tem de mais precioso: a esperança.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=0iKXYxCXp_M:Xg7gue-Lm-4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=0iKXYxCXp_M:Xg7gue-Lm-4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=0iKXYxCXp_M:Xg7gue-Lm-4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=0iKXYxCXp_M:Xg7gue-Lm-4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/0iKXYxCXp_M" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-22T17:20:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/a-brasilia-de-outrora</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">81f1d672-9d94-4a53-b635-c31ccdc9651e</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/-KQpzo-PZMg/chevrolet-camaro-transformers-special-edition-carro</link><title>Brinquedo pra gente grande: Chevrolet Camaro Transformers Special Edition</title><description>&lt;p&gt;Se você leu o artigo publicado aqui no Portal Homem sobre a &lt;a href="http://www.portalhomem.com.br/artigos/exploda-sua-mente-seus-herois-nao-sao-criativos" target="_blank"&gt;falta de criatividade dos seus heróis&lt;/a&gt;, deve ter percebido no documentário &lt;em&gt;Everything is a remix&lt;/em&gt; que o blockbuster &lt;em&gt;Transformers&lt;/em&gt; é uma sequência de filmes baseados em um desenho dos anos 80 que, por sua vez, surgiu de uma coleção de bonecos de brinquedos que representavam veículos que se transformavam em robôs gigantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qual o próximo passo? Fazer de pequenos carros de brinquedo, potentes máquinas em tamanho real. Bem real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="514" height="284" src="/Upload/UserContent/Brinquedo pra gente grande Chevrolet Camaro Transformers Special Edition - Imagem 01.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
Caro amigo, o que você está vendo está bem longe de ser uma miniatura (Foto: divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para comemorar a estreia do terceiro filme da franquia Transformers, a Chevrolet lancará um Camaro Special Edition (2012), baseado no personagem &lt;a href="http://youtu.be/dhQKyg6EyTI" target="_blank"&gt;Bumblebee&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As encomendas ficaram para julho, com entrega prevista para setembro (nos Estados Unidos e Canadá. Europa, Japão, China e Oriente Médio estão na lista posterior). Um carro inteiro fabricado só por causa de um brinquedo que virou desenho que fez milhões de dólares em filmes? Não funciona bem assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Camaro Transformers Special Edition será vendido como um pacote que valerá, a princípio, US$3.000,00 e virá com a cor amarelo Rally e as faixas pretas que atravessam capô, teto e tampa do porta-malas, spoiler traseiro e rodas de liga leve de 20 polegadas com desenho exclusivo (ou a opção de rodas com 21 polegadas). Para completar, símbolos dos Autobots localizados próximos às caixas de rodas dianteiras e no console darão vida ao “Transformers Special Edition”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="514" height="386" src="/Upload/UserContent/Brinquedo pra gente grande Chevrolet Camaro Transformers Special Edition - Imagem 02.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
Não. Os opcionais do Transformers Special Edition não contemplam a transformação do carro em robô gigante (Foto: divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.chevrolet.com.br/veiculos/todos-os-modelos/carros/camaro/apresentacao.html" target="_blank"&gt;Aqui no Brasil&lt;/a&gt;, o Chevrolet Camaro é vendido a partir de R$185.000,00. &lt;a href="http://www.chevrolet.com/camaro-family/" target="_blank"&gt;Lá nos EUA&lt;/a&gt;, a caranga pode ser comprada com uma média de 23 mil doletas.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-KQpzo-PZMg:Qz-eEkafG_g:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-KQpzo-PZMg:Qz-eEkafG_g:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-KQpzo-PZMg:Qz-eEkafG_g:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=-KQpzo-PZMg:Qz-eEkafG_g:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/-KQpzo-PZMg" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-19T14:07:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/chevrolet-camaro-transformers-special-edition-carro</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">a12162ba-9a14-4d04-8941-a5420554104a</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/9hzxSIeEB20/como-uma-simples-compra-pode-mudar-o-mundo</link><title>Como uma simples compra pode mudar o mundo</title><description>&lt;p&gt;Se vamos ao supermercado, ninguém se importa com o que estamos levando no carrinho, desde que, claro, paguemos por aquilo. De resto, conseguimos efetuar a compra da semana de forma tranquila, sem maiores percalços. Não é assim que funciona quando o Google, poderosa empresa de tecnologia, &lt;a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/08/google-vai-comprar-motorola-mobility-por-us125-bilhoes-1.html"&gt;resolve comprar&lt;/a&gt; a Morotola Mobility, pela bela bagatela de U$12,5 bilhões, em dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="207" alt="" src="/Upload/UserContent/google_motorola.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Uma comprinha de 12 bilhões de doletas e todo o mundo para pra ver com olhares curiosos (Imagem: reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa transação, muita gente ganha e muita gente perde. O mercado financeiro entra em furor, ações disparam, investimentos aumentam, contratos são quebrados e pequenos empreendedores passam dias repensando estratégias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas e você, leitor, o que tem a ver com isso tudo? No momento em que vivemos, cercados de avanços tecnológicos que correm em velocidade inimaginável, muita coisa. Vejamos a seguir.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Empresas: quem ganha e quem perde&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ganha o Google, que poderá desenvolver um smartphone com o sistema operacional Android para, enfim, brigar com o iPhone, a galinha dos ovos de ouro da Apple. Ganha também a Microsoft que, com seu sistema do Windows, pode ser uma alternativa para outras empresas de celular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Nokia, empresa finlandesa que teve grande queda nos últimos anos, pode ver um horizonte interessante, pois já havia adotado o Windows Phone para operar seus celulares. As empresas de TV por assinatura também receberam a compra com animação, uma vez que a Motorola é fornecedora dos principais decodificadores de sinal a cabo e pode agora, com o Google por trás, fechar parcerias que benificiam ambos os lados (hoje, o Google é visto como fonte de possível perturbação para a TV paga, com ferramentas como o YouTube e o Google TV).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o BlackBerry (da fabricante Research in Motion) pode perder ainda mais espaço na briga das telefonias móveis empresariais. Só nesse ano, as ações da empresa já caíram mais de 60% e nem o lançamento de um tablet, o PlayBook, ajudou a alavancar as vendas da marca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="/Upload/UserContent/briga-cel.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Agora parece que o Google vai subir ao ringue com maior confiança (Imagem: Portal Homem*)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda levará certo tempo, mas a gigantesca Apple terá que se preparar também para o que pode vir. Mesmo com o fracasso do Google em tentar minar o avanço da “maçã” com o Nexus, da empresa tailandesa HTC, o cenário pode ser mais conturbado com a promessa de um aparelho digno de entrar na batalha com o iPhone e iPad. Aliás, com esse movimento, surgiram diversos boatos no mundo dos negócios de que a própria HTC já está na mira de compra pela Microsoft.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Onde entra o consumidor nessa história&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;No ato da compra, claro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora que o Google, que sempre desenvolveu de softwares a soluções online, passará a fabricar celulares, o custo de seus produtos de telefonia tende a cair. Com um produto tão bom quanto o iPhone, mas com um preço inferior, fará com que a Apple tenha que rever sua produção e seus custos. Com outras empresas ganhando força novamente, como a Nokia e a HTC, a disputa pelo gosto dos consumidores tenderá a ser cada vez mais interessantes, com melhores produtos, mais diversificados e mais baratos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em uma sociedade com celulares inteligentes cada vez mais presentes, nós temos muito a ver com mais essa reviravolta das grandes empresas de tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Nota do editor: Essa foi a primeira foto que produzimos para o Portal Homem. Fizemos, artesanalmente,  um pequeno ringue com uma caixa preta, corners de lápis e cordas feitas de... bom, cordas. O que acharam? A foto é de Rodolfo Viana e a ilustração foi feita pelo Felipe Franco.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=9hzxSIeEB20:vKV7wnMIeLM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=9hzxSIeEB20:vKV7wnMIeLM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=9hzxSIeEB20:vKV7wnMIeLM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=9hzxSIeEB20:vKV7wnMIeLM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/9hzxSIeEB20" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-17T15:35:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/como-uma-simples-compra-pode-mudar-o-mundo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">ecf23f48-988c-44b5-9150-0cb9ffbe4cbd</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/yE9v1sE0s7g/o-que-acontece-em-um-unico-dia</link><title>O que acontece em um único dia</title><description>&lt;p&gt;A Terra demora 365 dias, 5 horas e 48 minutos para dar uma volta completa ao redor do Sol. Nesse processo, leva mais ou menos quatro meses para a mudança de cada uma das estações do ano. Muito menor é o tempo para o planeta girar em torno de si mesmo: 24 horas. Um dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Colocado dessa maneira, parece que quase nada pode acontecer em um único dia, mas o documentário Life in a Day roduzido por Ridley Scott e dirigido por Kevin MacDonald mostra o oposto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="322"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/w8S4gGI4nRo?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/w8S4gGI4nRo?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="322" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/w8S4gGI4nRo"&gt;LinkYouTube&lt;/a&gt; | Trailer do doc. Life in a Day&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a realização do projeto, as pessoas do mundo todo foram convidadas a retratar o dia de 24 de julho de 2010 e subirem vídeos pelo YouTube para que, juntas, formassem o filme. Ao todo, foram mais de cinco mil horas recebidas em mais de 80 mil vídeos de colaboradores de 197 países diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perspectivas pessoais, anseios universais e belas imagens acabaram tomando a forma do trabalho que deu “uma visão honesta e admirável do mundo”, de acordo com o YouTube, que já exibiu o Life in a Day em janeiro. Agora, a National Geographic está buscando locais (nos Estados Unidos) para a exibição do documentário por meio de pedidos que serão feitos no &lt;a href="http://www.youtube.com/user/lifeinaday"&gt;canal do YouTube&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="358" alt="" src="/Upload/UserContent/O que acontece em um único dia (imagem 01).gif" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;(Imagem: reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dia é o suficiente para acontecer eventos de uma vida toda.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yE9v1sE0s7g:cMUmjgf9hiM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yE9v1sE0s7g:cMUmjgf9hiM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yE9v1sE0s7g:cMUmjgf9hiM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=yE9v1sE0s7g:cMUmjgf9hiM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/yE9v1sE0s7g" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-17T14:08:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/o-que-acontece-em-um-unico-dia</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">c02a4d16-8bea-48bc-b540-79ae447c9f48</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/hpOO8g0ztlk/10-coisas-que-aprendi-com-o-mar-video-fora-da-bolha-1</link><title>Fora da bolha #1: "10 coisas que aprendi com o mar"</title><description>&lt;p&gt;A série de posts “Fora da bolha” vai indicar qualquer coisa que nos faça furar, atravessar, romper nossos horizontes usuais, nossas realidades mais imediatas, nossos ambientes e fronteiras mais cotidianas. Leia entre uma planilha e outra, abra espaço entre seus milhares de e-mails e lembre que há outros universos, sentidos, culturas planeta afora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começamos com um vídeo que descobri no blog &lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://afichacaiu.wordpress.com/2011/07/31/10-coisas-que-aprendi-com-o-mar/"&gt;A ficha caiu&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, de Rodrigo Cunha, embaixador do TEDx na América Latina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://vimeo.com/lorenzofonda/videos"&gt;Lorenzo Fonda&lt;/a&gt; gravou estas cenas durante uma viagem no navio Portland Senator, na rota entre Los Angeles e Xangai, em dezembro de 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Minha sugestão: pare tudo, coloque em tela cheia, aumente o volume e fique quieto por 10 minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/19823932?portrait=0&amp;color=ffffff" width="514" height="289" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://vimeo.com/19823932"&gt;Link Vimeo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem não sabe inglês, traduzo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“&lt;strong&gt;1. &lt;/strong&gt;O mar vai te seduzir para o esquecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; O mar é inconcebivelmente maior do que eu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;/strong&gt;O mar é um espelho. Se estou feliz, ele será feliz. Se estou triste, ele será triste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. &lt;/strong&gt;O mar não sabe que horas são, porque o tempo repousa no mar mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. &lt;/strong&gt;O mar é uma criatura viva, e nenhum movimento de respiração é igual ao anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. &lt;/strong&gt;O mar vai chutar seu traseiro humano, não importa o que aconteça, a qualquer momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7. &lt;/strong&gt;O mar vai entediá-lo até a morte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;8. &lt;/strong&gt;Ou pode fazê-lo se sentir uma criança de seis anos novamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;9. &lt;/strong&gt;O mar é céu e inferno, e uma alma vivente pode apenas adivinhar o que aguarda nas suas profundezas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10. &lt;/strong&gt;O mar sabe algo que não sabemos.”&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O mar somos nós&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se olharmos bem, essas 10 frases se aplicam a uma grande mulher (imagine um cara lembrando de sua relação de 41 anos), a um grande professor (imagine Shunryu Suzuki ou o Dalai Lama, por exemplo), à nossa própria mente e ao universo, à natureza da realidade, ao tecido de todas as experiências em geral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É curioso como algo bem cotidiano ao mesmo tempo parece tirado de um filme de ficção científica em outro planeta. Basta parar o olhar sobre as coisas mais óbvias para sair do planeta e cultivar essa mente meio alienígena, cheia de perplexidade e humildade, origem de toda filosofia, ciência, sabedoria humana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se olharmos bem, o mar é só água e seres vivos. Não tem nada demais. Tire a água e os seres, pronto, não sobra nada. Mesmo sendo nada, é tudo isso, causa tudo isso num ser humano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que então gera essa lista de 10 coisas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=hpOO8g0ztlk:BMk5H45NfWc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=hpOO8g0ztlk:BMk5H45NfWc:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=hpOO8g0ztlk:BMk5H45NfWc:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=hpOO8g0ztlk:BMk5H45NfWc:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/hpOO8g0ztlk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-15T15:22:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/10-coisas-que-aprendi-com-o-mar-video-fora-da-bolha-1</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">df39e602-a4a0-4cc2-85e5-bc4beacb8f14</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/eS8xAWh2AV8/a-internet-esta-atrofiando-nosso-cerebro-e-estreitando-nosso-mundo</link><title>A Internet está atrofiando nosso cérebro e estreitando nosso mundo</title><description>&lt;p&gt;Ok. A Internet é, sim, a maior ferramenta disseminada nos últimos anos e ela moldou, sim, todo o planeta em um novo estilo de vida. Sem a Internet, estaríamos em uma nova era de trevas. Mas havemos de concordar que, por conta dessa graça divina que tanto otimiza nosso dia-a-dia, acabamos fazendo certos usos de forma errônea.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu explico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="512" height="429" alt="" src="/Upload/UserContent/A Internet está atrofiando nossos cérebros (Imagem 01)(1).png" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Ao usar o Google, você usa só isso do seu cérebro (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;a href="http://news.columbia.edu/research/2490"&gt;uma recente pesquisa&lt;/a&gt; da Universidade de Columbia, em Nova York, a psicóloga Betsy Sparrow sugere que o Google, seu mecanismo de busca favorito que virou caixa de e-mail, calendário e rede social, pode estar realmente nos fazendo trabalhar menos para absorver informações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Desde o advento dos sites de busca, estamos reorganizando a nossa maneira de lembrar das coisas", disse Sparrow. "Nossos cérebros dependem da Internet para trabalhar a memória da mesma maneira que essa se lembra de um amigo, familiar ou colega de trabalho. Lembramos menos das informações porque sabemos onde a informação pode ser encontrada."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Culpa do Google? Claro que não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="512" height="334" alt="" src="/Upload/UserContent/A Internet está atrofiando nossos cérebros (Imagem 02).png" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Não é porque a Internet faz tudo por você que você não deve fazer mais nada (Foto: mantozauras - Lomography.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usamos as ferramentas da web para otimizar nossas vidas. Hoje, os aniversários de seus amigos são avisados pela sua conta no Facebook, assim como os eventos mais interessantes (ou nem tanto) da semana. Seus compromissos de trabalho estão devidamente organizados no seu Google Calendário, que vai te mandar um aviso por email e um toque no seu celular que, claro, está sincronizado com a ferramenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquele site de legendas que você usa para sincronizar vídeos baixados em torrent informa todas as séries que foram atualizadas na rede (quantas pessoas ainda se programam para ver determinada série, em determinado canal de televisão, em determinada hora?) e o Last.fm guarda todas as músicas que ouvimos nos últimos anos, nos avisa quais os sons que estamos ouvindo bastante e quais a gente deixou mais de lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois bem. A ferramenta está aí, na nuvem, para todo mundo usufruir. Mas estamos mesmo aproveitando esse admirável mundo novo para nos desenvolver, ou apenas utilizando-o como escada rolante de um canto para outro, apenas por preguiça?&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Estreitando o nosso mundo&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A Internet se consolidou com a promessa de conectar o mundo todo em pessoas e pessoas para todo o mundo. Já temos a web como parte integrante de nossas vidas e, se pararmos para pensar, estamos mesmos conectados ao mundo todo &lt;a href="http://papodehomem.com.br/cosmopolitas-nao-ainda-somos-bairristas/"&gt;ou apenas trocando figurinhas&lt;/a&gt; com nossos vizinhos? A nossa tendência natural de se fechar para qualquer coisa que venha do desconhecido permanece ainda na rede. Conseguimos, no máximo, expandir nossas conexões quando estamos atrás de alguma mulher. A mais, nos acostumamos a traçar uma linha dentro de um espaço conhecido e permanecer ali o máximo de tempo confortável possível. O mesmo acontece com a nossa cultura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para iluminar esse ponto do raciocínio, vale uma citação &lt;a href="http://papodehomem.com.br/elif-shakaf-sobre-casulos-culturais-avos-xamas-e-literatura/"&gt;pinçada do PapodeHomem&lt;/a&gt;, de uma palestra da  escritora e professora de ciência política, &lt;a href="http://www.ted.com/speakers/elif_shafak.html"&gt;Elif Shakaf&lt;/a&gt;, para o TED Global 2010: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Todos nós vivemos em algum tipo de círculo social e cultural. Todos nós. Nós nascemos em uma família, nação, classe. Mas se não tivermos qualquer conexão com os mundos além daquele que temos como certo, então nós também corremos o risco de secarmos por dentro. Nossa imaginação pode encolher. Nossos corações podem diminuir. E nossa humanidade pode definhar se ficarmos por muito tempo dentro de nossos casulos culturais.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Nossos amigos, vizinhos, colegas, família – se todas as pessoas no nosso círculo se parecem conosco,&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;isso significa que&lt;strong&gt; estamos cercados com nossa imagem no espelho&lt;/strong&gt;.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vamos retomar no raciocínio a partir daqui. Estamos colocando nossos cérebros para trabalhar menos, enquanto utilizamos a Internet para nos conectar a pessoas próximas e, para facilitar todo o nosso processo, ainda direcionamos o nosso olhar virtual para quem tem semelhanças com a gente mesmo. Estaríamos nós no fundo do poço? Claro que não. Tudo pode piorar.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O problema e a solução&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ainda na troca de ideias propiciada pelo TED, o ativista Eli Pariser palestrou sobre o assunto do seu livro, The Filter Bubble (em tradução livre, “A bolha de filtro”) que, resumidamente, fala das bolhas de informação criadas por algoritmos de grandes sites e redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Eli, alguns “grandes” da Internet, como Google e Facebook, estão inserindo fórmulas matemáticas que visam filtrar nossas buscas para sempre trazer as informações que mais condizem com a nossa procura. Como exemplo, ele pediu para que dois amigos acessarem, ao mesmo tempo, uma procura no Google com a palavra-chave “Egito”. Um dos amigos recebeu uma série de links sobre viagens e história do país, enquanto o outro colega, mais com perfil político, recebeu as últimas notícias sobre os protestos contra Hosni Mubarak, até então presidente do país. Veja a conversa na íntegra:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="374"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;
&lt;param name="wmode" value="transparent" /&gt;
&lt;param name="bgColor" value="#ffffff" /&gt;
&lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/EliPariser_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EliPariser-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=1091&amp;lang=por_br&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=eli_pariser_beware_online_filter_bubbles;year=2011;theme=what_s_next_in_tech;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_ted2011;event=TED2011;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=Technology;tag=journalism;tag=politics;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;  &lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgcolor="#ffffff" width="514" height="374" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/EliPariser_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EliPariser-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=1091&amp;lang=por_br&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=eli_pariser_beware_online_filter_bubbles;year=2011;theme=what_s_next_in_tech;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_ted2011;event=TED2011;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=Technology;tag=journalism;tag=politics;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"&gt;&lt;/embed&gt;  &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.ted.com/talks/eli_pariser_beware_online_filter_bubbles.html"&gt; &lt;em&gt;Link TED&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; |  Tem legenda em português, basta selecionar no player do TED&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos em um momento específico em que juntamos a fome com a vontade de comer. Temos, dentro de nós, a vontade de estar em uma zona de conforto. Adicionamos ferramentas que fazem tudo para que possamos usar menos a nossa atividade cerebral e, para fechar de vez a bolha, temos agora filtros que nos impedem de ver além do nosso mundinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criamos a série “&lt;a href="http://www.portalhomem.com.br/artigos/10-coisas-que-aprendi-com-o-mar-video-fora-da-bolha-1"&gt;Fora da bolha&lt;/a&gt;” aqui no Portal Homem justamente para nos empurrar para além de nossos universos familiares. Para conhecer outros jeitos de viver, sair do &lt;a href="http://papodehomem.com.br/como-esfriar-sua-relacao/"&gt;edredom&lt;/a&gt; que nos coloca em uma posição passiva, do gueto cultural que zera a nossa capacidade de entender e absorver o outro e, mais importante, queremos que vocês tenham informações que geralmente não apareceria no seu site de busca ou na sua rede social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E vocês? O que estão fazendo para sempre se encontrar com a alteridade, para ter seu mundinho sempre quebrado, expandido? Seguimos o papo nos comentários – e nos vemos fora da bolha.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eS8xAWh2AV8:m9sJo6GkMGI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eS8xAWh2AV8:m9sJo6GkMGI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eS8xAWh2AV8:m9sJo6GkMGI:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=eS8xAWh2AV8:m9sJo6GkMGI:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/eS8xAWh2AV8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-15T14:22:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/a-internet-esta-atrofiando-nosso-cerebro-e-estreitando-nosso-mundo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">40672be2-2382-4b2d-a11a-22132450352b</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/_emKJgGCKfQ/fuzil-feito-de-codigo-fonte</link><title>Um fuzil feito de código-fonte</title><description>&lt;p&gt;A revolução será on-line e a Terceira Guerra Mundial acontecerá no território dos bits. É a impressão que temos diante de fatos como estes mostrados no vídeo &lt;em&gt;Anatomy of a computer virus&lt;/em&gt;. Escrito por Scott Mitchell, dirigido por Patrick Clair e produzido para o programa australiano HungryBeast, o vídeo fala sobre Stuxnet, um vírus de computador criado no ano passado que poderia “aumentar a pressão de reatores nucleares ou desligar oleodutos – e dizer ao sistema que ‘tudo está normal’”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vinte vezes mais complexo que um vírus comum, o Stuxnet é invisível aos programas de defesa e foi projetado para controlar as centrífugas de enriquecimento de urânio do Iraque.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="289"&gt;
&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;
&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=25118844&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /&gt;&lt;embed width="514" height="289" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=25118844&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;br /&gt;
&lt;a href="http://vimeo.com/25118844" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Link Vimeo &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estima-se que o vírus possa estar camuflado em mais de 100 mil computadores dedicados às centrífugas de enriquecimento de urânio iranianas. Devido ao seu poder de alcance, à precisão de seu ataque e à dificuldade de ser detectado, o Stuxnet é considerada a primeira arma de guerra feita inteiramente de códigos-fonte. Pior: ele está disponível na internet, em código aberto, para qualquer um de nós.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_emKJgGCKfQ:PhJy_gfN0oI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_emKJgGCKfQ:PhJy_gfN0oI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=_emKJgGCKfQ:PhJy_gfN0oI:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=_emKJgGCKfQ:PhJy_gfN0oI:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/_emKJgGCKfQ" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-15T11:36:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/fuzil-feito-de-codigo-fonte</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">583ea342-963d-4673-804a-3f55b7031c83</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/7PL1spxr-Ak/mitos-da-masculinidade-1-nao-banque-o-heroi</link><title>Mitos da masculinidade #1: Não banque o herói</title><description>&lt;p&gt;Estes são tempos sombrios. Uma era em que não dá para distinguir o mocinho do bandido. Todos andam no limiar da escuridão, da infração, do amoral. Quase à margem da lei. O século XXI será o tempo para se libertar das amarras da perfeição e se assumir: &lt;strong&gt;nem tão santo, nem tão diabo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="512" height="352" alt="" src="/Upload/UserContent/nao-banque-o-heroi.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O homem que enfureceu nações. (Fonte: WikiLeaks)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em abril de 2010, Julian Assange e seu &lt;a target="_blank" href="http://wikileaks.org/"&gt;WikiLeaks&lt;/a&gt; vazaram um vídeo que mostrava um helicóptero Apache norte-americano alvejando civis e crianças em Bagdá, no Iraque. Em seguida, a organização revelou documentos confidenciais dos EUA e de embaixadas ao redor do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;object width="420" height="315"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/video/xcvq15?width=420&amp;hideInfos=1" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;
&lt;param name="wmode" value="transparent" /&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.dailymotion.com/swf/video/xcvq15?width=420&amp;hideInfos=1" width="420" height="315" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.dailymotion.com/swf/video/xcvq15"&gt;Link Dailymotion&lt;/a&gt; | Imagens chocantes de jornalistas, civis e crianças sendo alvejadas no Iraque. (Reprodução do WikiLeaks)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vídeo que tornou o WikiLeaks popular foi gravado em 2007, durante a ocupação do Iraque. Neste mesmo ano, do lado de cá, estreava o filme nacional de maior sucesso de bilheteria: &lt;em&gt;Tropa de Elite&lt;/em&gt;. Nele, Capitão Nascimento usava de sua força e violência para combater o tráfico de drogas e quebrar as pernas do poder paralelo no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="420" height="269" src="http://www.youtube.com/embed/lqXwTyd32oc" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=lqXwTyd32oc"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Nascimento, um salvador. (Reprodução da Universal Pictures)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que Capitão Nascimento e Julian Assange têm em comum?&lt;/strong&gt; Eles andam no meio termo do bem e do mal. Guardadas as devidas proporcões e reducionismos, o WikiLeaks vazar informações confidenciais do Estado é como sua namorada ler seus e-mails. Capitão Nascimento atirar para depois perguntar é como você trair sua namorada imaginando que ela possa um dia vir a te trair.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Capitão Nascimento é louvado pela população e seria eleito presidente da nação, se fosse um personagem real. Julian Assange foi cogitado para o Nobel da Paz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nascimento e Assange são homens como você e eu. Somos todos anti-heróis. Ninguém é plenamente correto. Está para nascer um homem que ande na linha todos os segundos de sua vida, em todos os aspectos do seu dia a dia, em casa e no trabalho, na pelada e no boteco. Faz parte da nossa natureza transgredir. Essa transgressão é como subir um monte congelado para ver a aurora boreal: você pode assistir ao céu mais lindo de sua vida ou pode simplesmente morrer de hipotermia. Ou os dois.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Somos anti-heróis do cotidiano, nas pequenas coisas. E, assim como não há homem vivo que ande em linha reta todos os dias, não existe ser humano que possa nos julgar imparcialmente em relação ao nosso comportamento dúbio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu me lembro do caso do Franklin:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/Yxll2E-H3Tk" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=Yxll2E-H3Tk"&gt; &lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | Ninguém pode culpar Franklin por perder a cabeça (Reprodução da Rede Globo)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E também do filme &lt;em&gt;Um Dia de Fúria&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/B5BpAL0GT7o" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=2LKuLiCcWTA"&gt; &lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | Willian Foster queria um omelete. Acabou ficando com um lanche deformado. (Reprodução da Warner Bros.)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E do clássico &lt;em&gt;Taxi Driver&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/_CImWc7og28" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=_CImWc7og28"&gt; &lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | Travis Bickle apenas queria limpar a cidade da imundice de pilantras, cafetões e gente corrupta. (Reprodução da Sony Pictures)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São três situações em que um homem comum tropeça na linha da insanidade. Talvez com razão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim somos todos nós, apesar da recente “ditadura do politicamente correto”. Como parte da ordem social e do desenvolvimento numa democracia, devemos aos nossos semelhantes respeito, decerto. Mais que isso: devemos ter a exata noção daquele conselho-clichê: “Não faça aos outros aquilo que não quer para si mesmo”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não queremos que você saia por aí destruindo o mundo. Apenas &lt;strong&gt;tire das costas o fardo da perfeição.&lt;/strong&gt; Maridos erram, trabalhadores erram, peladeiros erram, o ser humano erra. Você não é um herói – e não deve desejar sê-lo. O homem passa a fazer a coisa certa quando deixa de se pressionar quanto a fazer a coisa certa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mudando a famosa máxima de Jean Cocteau, “não sabendo que era correto, foi lá e agiu”.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=7PL1spxr-Ak:uW8ULP9S5ng:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=7PL1spxr-Ak:uW8ULP9S5ng:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=7PL1spxr-Ak:uW8ULP9S5ng:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=7PL1spxr-Ak:uW8ULP9S5ng:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/7PL1spxr-Ak" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-11T14:49:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/mitos-da-masculinidade-1-nao-banque-o-heroi</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">dd324103-93f3-45ed-b359-b204f2c9087c</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/cgjb9uRbAHA/efeito-ringo-starr-patinho-feio-lucas-leiva-ramires</link><title>Efeito Ringo Starr</title><description>&lt;p&gt;Hans Andersen devia se orgulhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo 150 anos depois de seu lançamento, a simbologia do &lt;strong&gt;conto &lt;em&gt;O Patinho Feio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; mantém-se viva em inúmeras situações. Algumas vezes ofuscado pelo brilho dos próximos, outras vezes por incompetência própria, não importa, esse personagem perpetua em todas as áreas e atividades da sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É curioso tentar adivinhar de onde veio a inspiração de Andersen em 1844. Mas não é difícil crer que se &lt;em&gt;O Patinho Feio&lt;/em&gt; fosse criado nos anos 60 ele teria outro nome.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E possivelmente seria baterista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="332" alt="" src="/Upload/UserContent/Efeito Ringo Star.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Ringo Starr: ame um pouco ou odeie muito (Foto: Rolling Stones)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não deve ter sido fácil ser Ringo Starr nos Beatles. Verdade que deve ter sido ótimo acompanhar John, Paul e George. Mas, fácil? Não, isso não deve ter sido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ringo precisou sempre se superar. Afinal, eram os beatles. Paul tinha um carisma que só perdia para o de Elvis Presley. John e George faziam letras que entrariam para historia. E Ringo, bom, Ringo era só um baterista. Mesmo fazendo as vozes de &lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=5lMMdUywFo4"&gt;“Yellow Submarine”&lt;/a&gt; e &lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=jBDF04fQKtQ"&gt;“With a Little Help From My Friends”&lt;/a&gt;, ele era só um baterista. E dos mais razoáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que é uma tremenda sacanagem com ele. Afinal, Ringo teve durante a vida inteira uma grande virtude. Ele nunca comprometeu. Sempre garantiu a batida grudenta dos Beatles e jamais recusou uma instrução. Ringo sempre esteve pronto para qualquer situação ou adversidade. Mesmo entre tantas estrelas, fez sua parte de modo satisfatório garantindo o sucesso do grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ringo foi um batalhador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim como é o meio-de-campo da Seleção Brasileira. Lucas Leiva e Ramires. Não é fácil marcar num time de três atacantes e um meia de ligação. Os louros da glória, claro, ficam lá na frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas quem garante o espaço, apanha e corre atrás de lateral e atacante é a violência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lucas Leiva e Ramires. Nossos bateristas.&lt;/strong&gt; Ninguém fala deles. Ninguém gosta deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas devemos aceitá-los.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eles não vão comprometer.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=cgjb9uRbAHA:nAbYngiOJPg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=cgjb9uRbAHA:nAbYngiOJPg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=cgjb9uRbAHA:nAbYngiOJPg:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=cgjb9uRbAHA:nAbYngiOJPg:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/cgjb9uRbAHA" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-11T14:31:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/efeito-ringo-starr-patinho-feio-lucas-leiva-ramires</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">eb14e4f8-ec29-4c66-9be2-dbf4129969d1</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/BBUF_y0oJXI/piloto-automatico-temporario-carro</link><title>Como entregar o volante para o próprio carro</title><description>&lt;p&gt;Fazer uma viagem mais longa pode render ótimas histórias. Pegar as estradas que seguem pelo litoral, observar belas paisagens, lindas praias. Aquele caminho bucólico rumo ao campo, cheio de veredas de cores fortes. E aí surge o momento em que você pode, mesmo dirigindo, observar tudo com a máxima atenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="514" height="334" alt="" src="/Upload/UserContent/volante1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
Perder um pôr-do-Sol assim é quase uma maldade (Foto: Wonderdude - lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Volkswagem apresentou o seu novo programa &lt;a target="_blank" href="http://www.popsci.com/cars/article/2011-06/volkswagen-debuts-self-driving-temporary-autopilot-new-cars"&gt;“Temporary Autopilot”&lt;/a&gt;, o &lt;strong&gt;piloto automático temporário&lt;/strong&gt; para carros novos, que promete dirigir o carro por você em uma velocidade de até 130km.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No modo TAP, o carro mantém, em linha reta, uma distância segura do carro à frente, verifica a estrada para sempre ficar no centro da pista e diminui automaticamente a velocidade ao se aproximar de uma curva. Usa radares, lasers e ultra-som para apoiar decisões de um motorista humano e ajudar a manter a condução mais segura e mais eficiente. Claro, pode ser substituído a qualquer momento para a boa e velha direção humana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="343" alt="" src="/Upload/UserContent/volante2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O carro que estacionava sozinho agora anda pelas estradas sozinho. Qual o próximo passo? (Foto: divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Equipamentos de piloto automático ainda não existem para modelos de produção e esse é o grande trunfo da montadora alemã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você acha muita firula ou já pensou em alguns jeitos de aproveitar bem esse tempo fora do volante com o carro em movimento?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=BBUF_y0oJXI:CLgEgdXmeEE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=BBUF_y0oJXI:CLgEgdXmeEE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=BBUF_y0oJXI:CLgEgdXmeEE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=BBUF_y0oJXI:CLgEgdXmeEE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/BBUF_y0oJXI" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-09T19:13:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/piloto-automatico-temporario-carro</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">35258c64-49c0-4983-96bc-4b6093b9ae2a</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/DC8mtEIOcEA/photoshop-efeitos-fotos-mulheres-imagens-fazem-mal-saude</link><title>Photoshop: imagens que atacam nosso intelecto e fazem mal à saúde</title><description>&lt;p&gt;A publicidade de mau gosto e editoriais em momentos indecentes chegaram a extremos no que diz respeito a modificação de imagens – em sua maioria, modelos e celebridades, por meio de Photoshop ou qualquer outro software de tratamento de imagens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essa distorção abusiva da realidade, criou-se uma busca desenfreada pelo inexistente corpo perfeito. Mulheres querem envelhecer como a &lt;a target="_blank" href="http://images.vogue.it/imgs/galleries/peole-are-talking-about/zoom/005201/madonna-before-and-after-photoshop-2016620_0x745.jpg"&gt;Madonna&lt;/a&gt; e terem a luz única que emana da pele da nova queridinha da américa, a &lt;a target="_blank" href="http://www.styleite.com/media/katy-perry-rolling-stone-photoshop-2/?pid=4500#image"&gt;Katy Perry&lt;/a&gt;. O que era uma inquietação estética por parte da população virou preocupação com a saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;input type="image" src="/Upload/UserContent/p1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A morena Kim Kardashian, modelada digitalmente. Como se precisasse... (Foto: Complex.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com um &lt;a target="_blank" href="http://articles.nydailynews.com/2011-06-24/entertainment/29719480_1_body-image-ama-board-member-ad-agencies#ixzz1QUW2THCf"&gt;alerta da AMA&lt;/a&gt;, Associação Médica Americana, a alteração digital de imagens, como a da modelo Kim Kardashian, pode sim ser prejudicial (especialmente para as mulheres) quando exibe uma noção disforme do que é ter um corpo saudável. No comunicado divulgado, a associação (uma das mais respeitadas da medicina mundial) &lt;strong&gt;condenou formalmente a correção de imagens &lt;/strong&gt;e pediu que as agências de publicidade sigam diretrizes mais rígidas durante a manipulação de fotos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Países como França e Inglaterra já haviam declarado anteriormente preocupação com a alteração digital de imagens. Em 2009, os franceses &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/franca-pode-criar-lei-anti-photoshop-24092009-37.shl"&gt;chegaram a apresentar&lt;/a&gt; um projeto que obrigaria os veículos de comunicação a identificar as imagens modificadas em Photoshop.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="465" alt="" src="/Upload/UserContent/p2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A mesma morena, Kim Kardashian, agora sem Photoshop algum. Me diz, pequena Kim: precisa? (Foto: reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Atacando a inteligência&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Primeiro, os absurdos. Na gana de retocar cada detalhe em uma propaganda ou catálogo, os profissionais acabam pecando feio. São fotos de mulheres esculturais, mas sem aquele umbiguinho sexy que tanto adoramos (sim, &lt;a target="_blank" href="http://www.designontherocks.xpg.com.br/wp-content/uploads/2010/07/6gikpd.jpg"&gt;eles esqueceram de recolocar o umbigo&lt;/a&gt; após o tratamento), ou com um pezinho fantasma que acaba com qualquer credibilidade e age de forma bem agressiva contra a nossa inteligência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="337" alt="" src="/Upload/UserContent/p3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Alessandra Ambrósio, aqui nós não discriminamos nenhum desses seus pezinhos, viu? (Foto: Sharif Hamza - vogue.ru)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois, a sensação de desnecessidade. Mulheres, lindas por natureza, perdendo a essência dos seus encantos e entrando para um hall plastificado e destituído de qualquer sensualidade genuína. Mulheres são sensuais e &lt;a target="_blank" href="http://papodehomem.com.br/sobre-mulheres-imperfeitas-e-tangiveis/"&gt;suas imperfeições não dão deméritos&lt;/a&gt;, mas só acentuam toda a graça de se ver o feminino, de apreciar &lt;a target="_blank" href="http://papodehomem.com.br/o-que-e-so-delas/"&gt;&lt;strong&gt;o que é só delas&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seria também uma afronta ao senso de beleza e sensualidade colocar como verdade absoluta a perfeição digitalmente criada como ideal a ser alcançado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="514" height="690" alt="" src="/Upload/UserContent/p4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
Mônica Bellucci em capa sem tratamento e sem maquiagem. Me responde: perdeu a graça? (Foto: Elle.fr)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queremos ver ainda muitas garotas e mulheres estampando belas capas de revistas e os retratos dos nossos cotidianos. Mas queremos ver garotas reais. &lt;strong&gt;Queremos ver mulheres reais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DC8mtEIOcEA:n9TTCyjina0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DC8mtEIOcEA:n9TTCyjina0:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DC8mtEIOcEA:n9TTCyjina0:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=DC8mtEIOcEA:n9TTCyjina0:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/DC8mtEIOcEA" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-09T18:33:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/photoshop-efeitos-fotos-mulheres-imagens-fazem-mal-saude</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">4b3056d3-4dee-4010-b27a-a54242c9a402</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/IbTjUkVQeBk/futebol-na-lama-swamp-soccer-world-cup</link><title>Já jogou futebol na lama?</title><description>&lt;p&gt;Quando eu era moleque, não gostava de jogar bola com tênis, não. O negócio era correr descalço. Podia ser na rua de casa (uma rua sem saída em que a gente fazia os gols com chinelo ou pedregulhos das construções), nas quadras que tinha ali perto (fosse no clube ou nas escolas públicas que tinha perto de onde eu morava) e até no campinho de terra do bairro. Interessante é que não machucava o pé. Aquela proteção inexplicável que criança tem, sabe. Problema só era quando chovia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquelas poças de água atrapalhavam demais a correria. Na quadra descoberta, ficava impossível o toque rápido de bola. No campinho então, era um lamaçal só. A redonda teimava em não sair do lugar. Ô tempinho difícil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu tinha a minha dignidade futebolística intacta até conhecer o &lt;a target="_blank" href="http://www.swampsoccer.co.uk/"&gt;Swamp Soccer&lt;/a&gt;, um campeonato disputado em Edimburgo, na Escócia, em uma modalidade diferente de futebol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="514" height="322" src="http://www.youtube.com/embed/D052vgU9EuY" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://youtu.be/D052vgU9EuY"&gt; &lt;em&gt;Link YouTube&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; | E eu reclamando de uma pocinha de água aqui, uma lamazinha ali...&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participam dessa disputa quase que insana na lama, além da Escócia, países como Inglaterra, Irlanda, Gales, França, Suécia, Finlândia, Rússia e, de acordo com o relato do vídeo, até o Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há muita diferença para o futebol como conhecemos, a não ser pelo pênalti, que é cobrado com a bola na mão (pois não dá pra chutar a bola parada na lama) e a inusitada regra de não poder trocar o calçado durante a partida (daí o hábito dos jogadores de passar silver tape no tênis, para manter a sola no calçado pesado de pura lama). São dois tempos de 13 minutos correndo num campo com lama na altura da canela, lama essa que pode estar mais seca como também pode se apresentar completamente molhada e grudenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img alt="" src="/Upload/UserContent/futebol-lama-1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
 O “futebol arte” dos franceses no Swamp Soccer: aquele futebol moleque, futebol envolvente (Foto: swampsoccer.co.uk)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parece desagradável, mas não se esqueça que mulheres também jogam nesse campeonato. Junto com os homens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="398" height="600" alt="" src="/Upload/UserContent/futebol-lama-2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
“Pensando bem, rolar com o adversário na lama não parece uma ideia tão absurda assim...” (Foto: swampsoccer.co.uk)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=IbTjUkVQeBk:yNs71k5HrW0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=IbTjUkVQeBk:yNs71k5HrW0:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=IbTjUkVQeBk:yNs71k5HrW0:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=IbTjUkVQeBk:yNs71k5HrW0:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/IbTjUkVQeBk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-05T17:22:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/futebol-na-lama-swamp-soccer-world-cup</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">bd40b795-26ac-459a-b129-cddd346501a2</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/DjmdfssnRMU/5-licoes-da-natureza-para-o-mundo-dos-negocios</link><title>Cinco lições da natureza para o mundo dos negócios</title><description>&lt;p&gt;Os tempos modernos de concreto e bits não nos permitem apreciar a natureza em sua plenitude. Quando foi a última vez que você sentiu o cheiro de terra molhada depois de uma chuva? Ou então ouviu o cantar de um galo às 5 da manhã? Neste cenário de muito trabalho e agitação metropolitana, nem nos lembramos da sensação de pisar descalço na grama.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois a natureza, por mais desprezada que seja, pode nos ensinar algumas lições valiosas para o cotidiano e os negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="320" alt="" src="/Upload/UserContent/natureza1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Assim como este grandão, a sua empresa sofre com os invernos nos negócios. (Foto: Wikimedia Commons)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O urso&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Todos sabem: ursos hibernam no inverno. Mas não é como nos desenhos animados. Eles não dormem. Apenas há redução do metabolismo. Instintivamente, comem mais no verão para acomodar mais gordura e, assim, aquecer-se no frio, época de escassez de alimentos. No mundo dos negócios, &lt;strong&gt;é possível prever “invernos”&lt;/strong&gt;, ou seja, períodos em que haverá pouca movimentação de clientes e pouco fluxo de caixa. Por isso, é necessário poupar enquanto a estação é próspera. Nada de esbanjar.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;A orquídea&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Na natureza, as orquídeas brotam sempre próximas a árvores. O motivo é simples: elas se alimentam de material de decomposição. O descarte da árvore é o sustento da flor. Ela não deixa sobras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós, por outro lado, &lt;strong&gt;deixamos restos de tudo&lt;/strong&gt; – tanto no lado pessoal quanto na empresa. Temos este péssimo hábito, que vai desde atos pequenos, como descartar uma folha de papel com apenas um lado usado em vez de utilizar a outra face como rascunho, a grandes despesas para a empresa, como consertar uma máquina que insiste em dar problemas em vez de adquirir uma nova.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="0" height="0" alt="" src="/Upload/UserContent/natureza2.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="319" alt="" src="/Upload/UserContent/natureza2(1).jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Essa foto não tem relação com este artigo. Mas tem uma árvore para representar a natureza. Reparou na árvore? (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;A andorinha&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Para algumas espécies de aves, é vital migrar para regiões onde o frio não alcança. Não apenas pelo calor, mas também porque lá encontrarão comida, frutos que não brotam no inverno. Elas voam em bandos, todos juntos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mudar de direção e seguir em grupo&lt;/strong&gt; é essencial também para o homem de negócios. Aquele produto não atinge o&lt;em&gt; target&lt;/em&gt;? Procure outra abordagem. Não sabe qual? Peça conselhos aos colegas. Assim todos podem voar para onde o alimento está.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O cupim de madeira&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O cupim de madeira se alimenta de... madeira. É óbvio, mas não deveria ser. Afinal, o cupim não consegue digerir celulose. Então como sobrevive? Graças a protozoários que vivem no tubo digestivo destes insetos. Eles se alimentam da celulose e, em troca, devolvem os nutrientes que os cupins necessitam para viver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lição é clara: você depende dos outros, e os outros de você. A equipe de vendas depende da equipe de marketing, e todos dependem do time da contabilidade, que não tem função se não houver vendas e marketing.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="321" alt="" src="/Upload/UserContent/natureza3(1).jpg" /&gt;&lt;img width="0" height="0" alt="" src="/Upload/UserContent/natureza3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Ele é fofinho, mas é fera em investimentos. (Foto: Overexpressions)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O esquilo-cinzento&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Esta espécie de esquilo guarda suas nozes em buracos. Eles cavam muitos deles, e muito grandes. Em cada um, coloca poucas nozes – ou nenhuma noz, pois isso enganaria predadores. Este comportamento é essencial ao executivo. Diversificar seus investimentos é a melhor forma para não perder dinheiro. Por que gastar uma fortuna para comprar ações de apenas uma empresa (que pode falir) se podemos pulverizar nosso investimento em algumas companhias?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DjmdfssnRMU:_jnlBrcTG2A:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DjmdfssnRMU:_jnlBrcTG2A:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=DjmdfssnRMU:_jnlBrcTG2A:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=DjmdfssnRMU:_jnlBrcTG2A:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/DjmdfssnRMU" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-03T18:04:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/5-licoes-da-natureza-para-o-mundo-dos-negocios</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">fb3666e3-5fe3-4eb6-8b89-f1d0ffccc7d4</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/eehQ3j5hqy8/teste-contraceptivo-masculino-para-homens</link><title>Agora nós que tomaremos o contraceptivo</title><description>&lt;p&gt;Um homem com 36 anos, pai de dois filhos, sai a caminho do médico para fazer vasectomia. Chegando no consultório médico, recebe um questionamento por parte do doutor. “Escuta...em vez de fazer essa microcirurgia, por que não participa desse &lt;a target="_blank" href="http://www.wired.com/magazine/2011/04/ff_vasectomy/"&gt;novo experimento de procedimento contraceptivo&lt;/a&gt;?”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele aceita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="514" height="470" alt="" src="/Upload/UserContent/contraceptivo-para-homens.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Não, nós vamos falar de uma maneira muito mais sutil e correta (Imagem: jememarre.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devendra Deshpandre mora no subúrbio de Délhi, na Índia, e decidiu aceitar a proposta de receber uma injeção de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Reversible_inhibition_of_sperm_under_guidance"&gt;RISUG&lt;/a&gt;, sigla para Reversible Inhibition of Sperm Under Guidance (inibição reversível de esperma sob orientação, em tradução livre), uma substância sintética que ainda está em fase de teste, com patentes divididas entre Índia, China, Bangladesh e Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O procedimento funciona da seguinte forma: a substância injetada no canal deferente é um polímero não tóxico que forma um revestimento no interior do vaso condutor do esperma. Passado o fluxo de espermatozoides, eles são quimicamente incapacitados, tornando-se incapazes de fecundar um óvulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O interessante do processo todo é que o método não utiliza-se de alteração hormonal e não é um procedimento irreversível. Lembrando, claro, que o RISUG não ajuda na prevenção de DSTs e contra o vírus HIV.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Você usaria?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Em breve, será hora de fazer sua mulher mais feliz. Algum homem aqui discorda?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eehQ3j5hqy8:Td_JSpvsM4M:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eehQ3j5hqy8:Td_JSpvsM4M:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=eehQ3j5hqy8:Td_JSpvsM4M:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=eehQ3j5hqy8:Td_JSpvsM4M:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/eehQ3j5hqy8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-08-03T11:31:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/teste-contraceptivo-masculino-para-homens</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">f7a8d16f-7aaf-4c3f-97eb-038b2d5a5c98</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/j7m-ZxHdXnM/eu-quero-uma-casa-no-campo</link><title>Eu quero uma casa no campo...</title><description>&lt;p&gt;Sabe aquela figura caricata do urbanoide viciado em cafeína, vagando com olhos arregalados por becos e ruas perigosas e esfumaçadas, tentando a todo custo chegar no aconchego de sua fortaleza chamada também de lar? Pois é. Provaram ser verdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=eu-quero-uma-casa-no-campo.jpg&amp;Width=400&amp;Height=328" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;"Eu? Não! Não pode ser verdade. Eu não!" (Imagem: reprodução)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exageros à parte, &lt;a rel="external-link" target="_blank" href="http://www.economist.com/node/18864354"&gt;um estudo publicado&lt;/a&gt; pela &lt;em&gt;Nature&lt;/em&gt; concluiu que pessoas que vivem na cidade têm um maior nível de atividade na &lt;em&gt;amygdala&lt;/em&gt;, uma região do cérebro responsável por avaliar as ameaças e que, por consequência, gera medo. Já quem vive mais afastado dos grandes centros urbanos está conectado a experiências de estresse bem menos intensas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conforme o estudo, quem nasceu numa área rural, mas vive hoje na cidade, teve a atividade da amygdala menor do que quem cresceu na cidade. Ou seja, as megalópoles estão modificando a postura calma das pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=Eu quero uma casa no campo2.jpg&amp;Width=514&amp;Height=342" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A gente sabe que não é só de stress que vive a cidade grande (Foto: lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, consideremos também que hoje melhores hábitos transformaram o cotidiano em algo muito mais tranquilo de lidar que em outras épocas como da Revolução Industrial ou das Grandes Guerras. Claro que ainda falta muito para uma cidade perfeitamente harmoniosa, mas antes promover tais melhorias que &lt;a rel="external-link" target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fugere_urbem"&gt;um fugere urbem&lt;/a&gt; generalizado que certamente não transformaria o sertão em mar e o mar em sertão.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=j7m-ZxHdXnM:h59o1xpZCfk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=j7m-ZxHdXnM:h59o1xpZCfk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=j7m-ZxHdXnM:h59o1xpZCfk:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=j7m-ZxHdXnM:h59o1xpZCfk:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/j7m-ZxHdXnM" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-07-18T17:37:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/eu-quero-uma-casa-no-campo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">fd5059ba-7633-4a5a-9436-bda691b51aae</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/KK6gloiQfpg/manual-etiqueta-elevadores-firma</link><title>Manual de etiqueta para os elevadores da firma</title><description>&lt;p&gt;Ninguém pensa em elevadores. Exceto ao meio-dia, quando todos os funcionários famintos marcham em sua direção. É o exército de gravatas e sapatênis em busca do pê-éfe. Esses homens e essas mulheres amontoam-se nos 6 metros quadrados como animais enjaulados. Não raro acotovelam-se por mais espaço. Pensam nos mais diversos palavrões quando um colega acima do peso cogita entrar. “Por gentileza, dá um passinho para trás?”, pede de maneira doce a menina do RH, recebendo como resposta grunhidos diversos de ódio. Assim é o elevador.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=manual-etiqueta-elevadores-firma.jpg&amp;Width=514&amp;Height=429"&gt;&lt;br&gt;   &lt;em&gt;Elevador: o universo numa casca de noz... (Foto: Bagman66 / Lomography)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;A situação piora quando as três mulheres do almoxarifado resolvem colocar em dia suas frustrações em relação ao protagonista da novela. Diante de todos os outros sete funcionários, falam alto como gralhas, vociferam indignação diante do caso extraconjugal do personagem. Aquele canalha! São dez andares, pouco mais de 30 segundos de tagarelagem. Isso se ninguém dos demais pisos chamar o elevador.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O oposto também é comum e igualmente enfadonho: o silêncio. Dez pessoas, dez andares, 30 segundos, nenhum pio. Apenas o tortuoso e aparentemente eterno silêncio. Alguns não se aguentam e explodem: perguntam sobre o tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— Que friaca, hein? — diz o gerente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— E o jornal disse que vai piorar. Vem vindo uma frente fria do sul. — responde o diretor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— Jura? Logo hoje, sexta, com um fim de semana todo pela frente? — se intromete a secretária.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— Pois é. — retruca o diretor, voltando a olhar para o chão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O silêncio volta a imperar soberano.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;object width="513" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lRefZf3gj74?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lRefZf3gj74?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="513" height="385" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lRefZf3gj74"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; | &lt;em&gt;Ou botamos ordem nos elevadores ou um dia eles serão assim.&lt;/em&gt;&lt;p&gt;  &lt;p&gt;Deveria haver um manual de etiqueta para os elevadores da firma. Aqui vão alguns itens que devem ser contemplados no documento:&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt; 	&lt;li&gt;Não puxe conversas pessoais. Apesar de parecer algo simpático, não se engane, não é. Pessoas estão no elevador para chegar a um destino e não para bater papo. Para esta finalidade específica existem o bar, os terapeutas e, para os menos sociáveis, os bate-papos da internet.&lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;Não fale do tempo. O clima atua sobre todos – em maior ou menor grau. Se você está com frio, o seu colega também está. Não precisa avisá-lo que o tempo está ruim, ok? &lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;Não conte piadas internas.&lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;Melhor: não conte piada alguma.&lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;Desligue o celular. Principalmente se o toque for alguma pérola de Beto Barbosa, Mamonas Assassinas ou Gaiola das Popozudas.&lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;Há três direções para você apontar o seu olhar durante uma viagem de elevador: o chão, o mostrador e os sapatos – os próprios, não os dos colegas. Qualquer outra direção que você olhar pode ser um insulto e, nos piores casos, resultar em processos por assédio.&lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;Estão terminantemente proibidas conversas sobre novela, maquiagem, família, doenças na família, mortes na família, nascimentos na família, noites quentes com sua mulher, noites quentes com a mulher alheia e porres do fim de semana.&lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;Estão permitidos comentários sobre futebol desde que falem bem do Corinthians.&lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;Grunhidos por falta de espaço e superlotação podem ser soltos desde que não ultrapassem 25 dB (o equivalente ao som emitido pela brisa entre as árvores).&lt;/li&gt; 	&lt;li&gt;A preferência de entrada e alocação de pessoas no elevador deve seguir esta ordem: idosos, mulheres grávidas e mulheres bonitas.&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Com estes itens simples, conseguiremos um ambiente melhor na firma. Se esqueci de mencionar algo realmente importante, por favor escrevam nos comentários. Mas, por favor, não escrevam sobre o tempo.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KK6gloiQfpg:IiyGo4fphXg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KK6gloiQfpg:IiyGo4fphXg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=KK6gloiQfpg:IiyGo4fphXg:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=KK6gloiQfpg:IiyGo4fphXg:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/KK6gloiQfpg" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-07-18T17:37:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/manual-etiqueta-elevadores-firma</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">af6269eb-1fc3-4a2f-a551-90ad1183b0cd</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/540EDRxfwjo/abrigo-para-catastrofes-naturais</link><title>Abrigo para catástrofes naturais: será que vamos precisar?</title><description>&lt;p&gt;Essa é para você que adora teorias da conspiração e histórias de futuros apocalípticos, nos quais pessoas vivem em abrigos nucleares e sobrevivem em um mundo bem diferente desse nosso (mas sem todos os reveses).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nesse mês de julho acontece, no Japão, a &lt;a rel="external-link" href="http://www.ltdesignweek.com/"&gt;&lt;em&gt;Little Tokyo Design Week&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, a semana de design de Tóquio. Na feira, a empresa Daiwa House será destaque com a exibição do seu &lt;a href="http://inhabitat.com/solar-powered-transforming-edv-01-emergency-shelter-can-sustain-itself-in-any-situation/"&gt;EDV-01&lt;/a&gt;, uma estrutura auto-sustentável e alimentada por energia solar. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="imgArticleMainImage" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=abrigo-catastrofes_514x342.jpg&amp;Width=514&amp;Height=342" /&gt;&lt;em&gt;Irmão mais novo e marombado do Robocop. Sim, ele ainda vai te salvar (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Feita para situações temporárias de emergência, como terremotos, furacões, incêndios e maremotos, o abrigo poderá se sustentar sem quaisquer recursos externos por até um mês, pela captação e reutilização da água e geração de energia armazenada por painéis solares. Para uma maior segurança, pernas hidráulicas do protótipo serão ajustadas automaticamente em terrenos irregulares, garantindo o nivelamento da estrutura.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com uma maior incidência de desastres naturais nos últimos anos (&lt;a rel="external-link" href="http://publications.iom.int/bookstore/free/migration_and_environment.pdf"&gt;um relatório&lt;/a&gt; disponibilizado pela Organização Internacional para as Migrações descobriu que eventos climáticos extremos deslocaram 20 milhões de pessoas para fora de suas casas em 2009), a Daiwa pretende desenvolver o trailer como produto a ser comercializado. No EDV-01 haverá um cômodo para banho, uma cozinha e espaço de armazenamento. O segundo andar, acoplado à estrutura principal para facilitar o transporte, tem dois beliches e uma mesa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;img id="imgArticleMainImage" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=abrigo-catastrofes_todo-conforto.png&amp;Width=514&amp;Height=420" /&gt; &lt;br /&gt; &lt;em&gt;Todo o conforto que você vai precisar durante sua estadia em uma catástrofe natural (Foto: Divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A preocupação com as mudanças climáticas realmente viraram foco nessa virada de década e a tendência é ver novos modos de pensar as estruturas do mundo, inclusive voltando aos tempos em que abrigos pareciam, de fato, uma boa ideia.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=540EDRxfwjo:ELu3clZMrE4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=540EDRxfwjo:ELu3clZMrE4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=540EDRxfwjo:ELu3clZMrE4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=540EDRxfwjo:ELu3clZMrE4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/540EDRxfwjo" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-07-15T14:29:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/abrigo-para-catastrofes-naturais</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">8c2f9705-2be1-4e6d-ba30-42dcaf4738d4</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/o6QfOczAF_8/metaleiros-que-amam</link><title>Metaleiros que amam</title><description>&lt;p&gt;Nem só de moshs, som maciço, distorções amplificadas, solos de guitarra prolongados e batidas enfáticas vive o heavy metal. Entre uma faixa e outra, especialmente nos anos 80, bandas como Iron Maiden e Black Sabbatah criaram faixas de som maciço, distorções amplificadas, solos de guitarra prolongados, batidas enfáticas e &lt;strong&gt;muito amor no coração.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A produção de músicas de tom mais comercial e popular foi o modo encontrado pela maioria das bandas para alcançarem o grande público – e ganhar dinheiro, claro. É triste isso, mas nem só de ideologia vive a nossa banda favorita. Mas não é pecado ganhar dinheiro. Nós, com o orgulho que nos pertence, ouvimos o som melódico desses demônios do rock and roll e gostamos. Não chegamos a chorar, mas gostamos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Ozzy Osbourne - No More Tears&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Em No More Tears, Ozzy Osbourne, o rei das trevas que come morcegos a milanesa no café da manha, fez um coque no cabelo sentou no sofá de lábios. Ohn.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="480" height="390"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1td4sgFQRgQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1td4sgFQRgQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Megadeth – Change&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Dave Mustaine. Quem diria. Um dos maiores guitarristas de metal da historia. Agora, na lista dos subversivos da paixão platônica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="480" height="390"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Xn01nSG4cvU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Xn01nSG4cvU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Iron Maiden – Wasting Love&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Não por acaso, essa é uma das músicas mais populares do Iron Maiden. Talvez justamente porque foge do padrão não-comercial da banda. Ouça. Aliás, você já deve ter ouvido. Mas ouça novamente. E certifique-se que está sóbrio e o telefone está fora do seu alcance.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="480" height="390"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jgLPF3t9TUs?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
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&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jgLPF3t9TUs?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Alice Cooper - Poison&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Alice Cooper mandou recado: “eu quero te tocar, mas é melhor não tocar”. Por quê? Porque ela era veneno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É bonito isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="480" height="390"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-qU2nCgQGVo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
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&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-qU2nCgQGVo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Metallica - Nothing Else Matters&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;É interessante quando alguns vão além. O Metallica, por exemplo, uniu sua obra com a música clássica da Orquestra de São Francisco em 2008. O resultado é excelente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="480" height="390"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bAsA00-5KoI?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
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&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/bAsA00-5KoI?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bônus: se um dia uma banda que já se aventurou no heavy metal conseguir projetar raios de arco-íris com solos de guitarra essa banda será o Def Leppard. Com uma formação musical típica das bandas inglesas do final dos anos 70, o grupo teve uma projeção absurda. Porém, devido uma serie de más escolhas e o acidente de carro que arrancou o braço do baterista poucos dias antes do Rock in Rio, o grupo caiu no ostracismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Felizmente, ainda teve tempo para deixar a pérola Have You Ever Needed Someone So Bad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="480" height="390"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gRZumd8uFZI?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gRZumd8uFZI?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim. Por trás daquela jaqueta preta há um coraçãozinho partido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não tente negar.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=o6QfOczAF_8:LjXEyrNbBUA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=o6QfOczAF_8:LjXEyrNbBUA:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=o6QfOczAF_8:LjXEyrNbBUA:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=o6QfOczAF_8:LjXEyrNbBUA:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/o6QfOczAF_8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-07-15T12:57:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/metaleiros-que-amam</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">42b93db5-85e7-434c-a955-4a5d32ff9250</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/c6apiaj72-M/bem-vindo</link><title>Bem-vindos ao Portal Homem!</title><description>&lt;p&gt; &lt;strong&gt;Os homens não estão confusos.&lt;/strong&gt; Ainda que o discurso padrão insista na incerteza masculina, os homens não estão perdidos. A única mudança é que agora temos múltiplos referenciais masculinos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Em vez de impor o que é e o que não é ser homem hoje, e se surgisse um espaço para reconhecer, apreciar, iluminar, expandir, compartilhar tais experiências? Uma mesa para papos autênticos, bobos ou filosóficos. Para nos empurrarmos uns aos outros em direção a uma vida melhor – em todos os sentidos. Um portal de nome simples: Homem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Puxe uma cadeira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;img id="imgArticleMainImage" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=bem-vindo-ao-portal-1.jpg&amp;Width=514&amp;Height=552" title="M. C. Escher - “Hand with Reflecting Sphere”" /&gt; &lt;em&gt;M. C. Escher - “Hand with Reflecting Sphere” | Em vez de se perguntar quem é o homem moderno, melhor reconhecer o homem que você já é.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt; &lt;h3&gt; Conteúdo de qualidade&lt;/h3&gt; &lt;p&gt; Valorizamos o mosaico, a polifonia, a diversidade masculina por meio de falas reais, não matérias impessoais. Cada texto será pensado para impactar na vida, para levar à transformação, à reflexão, à ação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Aqui você vai encontrar (e eventualmente até publicar) guias, listas, ensaios, debates, relatos, entrevistas, perfis, crônicas, contos, resenhas, notícias, vídeos, podcasts e infográficos sobre:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;Trabalho e negócios&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Desenvolvimento pessoal&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Relacionamentos&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Cuidados e aparência&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Moda e estilo&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Corpo e saúde&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Casa e sustentabilidade&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Ciência e tecnologia&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Esportes&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Velocidade&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Aventura e turismo&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Gastronomia&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Cultura e arte&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Mundo e sociedade&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Logo no primeiro mês iniciaremos algumas séries:&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Não reclame:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; guias e tutoriais “faça você mesmo” para cultivamors autonomia em diversos âmbitos, abandonando de vez a mania de reclamar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fora da bolha:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; relatos de quem vive em outros mundos para enriquecer e ampliar os nossos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mitos da masculinidade:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; críticas às visões do tipo “Homem que é homem...”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Resolva o seu maior problema:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; você conta o que mais gostaria de resolver e nós encontramos alguém para lhe ajudar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mixtapes:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; playlistas inusitadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Momentos de um homem:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; do primeiro filho aos últimos meses de um homem, todos os momentos significativos em relatos de inúmeras pessoas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Perca tempo:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; mil jeitos de realmente não fazer nada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Exploda sua mente:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; debates sobre temas espinhosos no qual a pior coisa a se fazer é já começar com uma opinião.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Enfim, conteúdo de qualidade todo dia para homens.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt; Comunidade&lt;/h3&gt; &lt;p&gt; &lt;img id="imgArticleMainImage" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=bem-vindo-ao-portal-2.jpg&amp;Width=514&amp;Height=438" title="M. C. Escher - “Drawing hands”" /&gt; &lt;em&gt;M. C. Escher - “Drawing hands” | Publicar um texto é só metade do processo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Sabemos que a comunidade é maior do que qualquer site. No Portal Homem, estimulamos conversas genuínas sobre nossas experiências nos comentários e no fórum. Eventualmente também vamos publicar textos de leitores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Além disso, você pode acompanhar o Twitter &lt;a href="http://www.twitter.com/portal_homem" rel="external-link"&gt;@portal_homem&lt;/a&gt; e integrar nossa &lt;a href="http://www.facebook.com/portal_homem" rel="external-link"&gt;comunidade no Facebook&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt; Quem movimenta o site?&lt;/h3&gt; 		 &lt;p&gt;Com realização da Natura, o Portal Homem foi desenvolvido por AG2 Publicis Modem e Gommo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O projeto editorial, a linha narrativa, a gestão da comunidade e da presença do portal nas redes sociais ficaram a cargo da house de conteúdo do PapodeHomem. O time de editores é composto por &lt;a href="http://twitter.com/fagundes"&gt;Fred Fagundes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://twitter.com/jaderpires"&gt;Jader Pires&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://twitter.com/rodolfoviana"&gt;Rodolfo Viana&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://twitter.com/felipe_f_r"&gt;Felipe Franco&lt;/a&gt; (imagens), além de mim, na função de editor-chefe.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mais do que oferecer textos, esperamos iniciar bons papos e abrir espaços para nós e vocês, juntos, contarmos como estamos caminhando vida afora.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt; Primeiros papos&lt;/h3&gt; &lt;p&gt; O lance mal começou e já queremos ouvi-los. Sobre o que gostariam de ler ou conversar no www.portalhomem.com.br? &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Há algo que não encontram em nenhuma publicação para homens (impressa ou online)? &lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=c6apiaj72-M:_LKdF9YdhbM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=c6apiaj72-M:_LKdF9YdhbM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=c6apiaj72-M:_LKdF9YdhbM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=c6apiaj72-M:_LKdF9YdhbM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/c6apiaj72-M" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-06-30T20:55:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/bem-vindo</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">99808fae-afa9-4416-b025-d17b221257b5</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/3csDaw7Uj_k/exploda-sua-mente-seus-herois-nao-sao-criativos</link><title>Exploda sua mente #1: Os seus heróis não são criativos</title><description>&lt;p&gt; E nem você.&lt;/p&gt; &lt;object width="514" height="270"&gt; &lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt; &lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt; &lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=20315373&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /&gt; &lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=20315373&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="514" height="270"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/20421965" rel="external-link"&gt;Link Vimeo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Kirby Ferguson é um diretor, roteirista e montador americano que atualmente trabalha em uma série de quatro webvídeos com o intuito, não de desmistificar nomes atrelados a grandes feitos considerados inéditos ou únicos, mas sim de desmistificar o seu pensamento de que grandes coisas acontecem de lugar nenhum. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Intitulado &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.everythingisaremix.info/" rel="external-link"&gt;Everything is a Remix&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, o documentário é dividido em quatro partes (três delas já disponibilizadas) e conta como todas as coisas que admiramos hoje em dia na chamada cultura pop (música, cinema, tecnologia) são nada mais que cópias de outras coisas que deixamos de admirar (ou não admiramos por não ter a mesma visibilidade).&lt;/p&gt; &lt;p&gt; O mesmo ocorre com o mito das invenções e seus considerados inventores geniais. Não que todos os grandes nomes da ciência e tecnologia não são, de uma forma ou de outra, grandes mentes fazendo grandes coisas, mas considerar uma ideia inventiva, algo único, pontual e genuíno, é equivocar-se demais.&lt;/p&gt; &lt;object width="514" height="270"&gt; &lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt; &lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt; &lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=20421965&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /&gt; &lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=20421965&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="514" height="270"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/20421965" rel="external-link"&gt;Link Vimeo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Vejamos: Kirby Ferguson trabalha tentando mostrar que tudo já feito é cópia de algo feito antes. Isso no século XXI, na era da Internet, nos tempos da velocidade infinita da informação. Uma ótima sacada. Sei que você teve esse pensamento enquanto via os vídeos. “Nossa, como esse cara é esperto. Como é que não tinham pensado nisso antes?”. Pensaram sim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Nos final dos anos 70, foi ao ar na BBC (canal de televisão inglês) a série de documentários de dez minutos Connections, apresentado pelo cientista historiador James Burke. O propósito da série era se contrapor à ideia de que a história da ciência era feita de eventos fantásticos e isolados, que um cientista poderia ser brilhante a ponto de criar ou descobrir algo sem influência alguma. &lt;/p&gt; &lt;object width="514" height="390"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1NDvpZErg-Q?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"&gt; &lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1NDvpZErg-Q?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="390" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/1NDvpZErg-Q" rel="external-link"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Do mesmo jeito que &lt;a href="http://vimeo.com/19469447" rel="external-link"&gt;Quentin Tarantino&lt;/a&gt; e George Lucas combinaram experiências para criar algo novo e tão vibrante quanto seus antecessores, cientistas, pesquisadores e inventores sempre aproveitaram uma série de eventos e conhecimento adquirido para, após uma brilhante (aí sim o adjetivo se encaixa bem) combinação, mudaram pontos de vista, toda a cadeia de trabalho de suas áreas, e até o mundo todo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Claro que toda essa linha de raciocínio não serve para acabar com qualquer pretensão, mas evidenciar que você pode lidar com a criatividade de um jeito muito tranquilo e prático. Determinação é, sim, a chave para grandes feitos, assim como conhecimento e experiência. O resto é pura reinvenção.&lt;/p&gt; &lt;object width="514" height="270"&gt; &lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt; &lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt; &lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=25380454&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /&gt; &lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=25380454&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="514" height="270"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; 	&lt;p&gt; &lt;a href="http://vimeo.com/25380454"&gt;Everything is a Remix Part 3&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/kirbyferguson"&gt; Kirby Ferguson&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;a href="http://vimeo.com/25380454" rel="external-link"&gt;Link Vimeo&lt;/a&gt; &lt;p&gt; &lt;em&gt;P.S.: Se você acha esse texto criativo e genial, você está muito enganado.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3csDaw7Uj_k:58rs7KTg4ng:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3csDaw7Uj_k:58rs7KTg4ng:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=3csDaw7Uj_k:58rs7KTg4ng:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=3csDaw7Uj_k:58rs7KTg4ng:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/3csDaw7Uj_k" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-06-30T20:15:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/exploda-sua-mente-seus-herois-nao-sao-criativos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">fcb38984-991d-4b33-a229-9be629dc2968</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/-FWCVk6DMW8/toda-moeda-tem-dois-lados</link><title>Toda moeda tem dois lados (Don Draper que o diga)</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Mad Men&lt;/em&gt;, para quem ainda não conhece, é uma  série televisiva da &lt;a rel="external-link" href="http://www.amctv.com/"&gt;AMC&lt;/a&gt;, canal americano (no Brasil, a série  é apresentada na &lt;a rel="external-link" href="http://www.hbomax.tv/"&gt;HBO&lt;/a&gt;). Em poucas palavras, a história gira em torno da  vida de um diretor de criação em uma agência de publicidade em Nova York, nos  anos 50/60. Seu nome é Don Draper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=moeda-lado-01.jpg&amp;Width=514&amp;Height=343" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Donald  Draper, o homem que toda mulher queria ter e com quem nenhuma gostaria de  conviver (Imagem: divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A produção,  que já tem quatro temporadas, é uma obra-prima aclamada por público e crítica,  levando, nos últimos anos, diversos prêmios &lt;a rel="external-link" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emmy"&gt;Emmy&lt;/a&gt; e &lt;a rel="external-link" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Golden_Globe_Awards"&gt;Golden&lt;/a&gt;&lt;a rel="external-link" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Golden_Globe_Awards"&gt;Globe&lt;/a&gt;. Tanto sucesso por conta de um homem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Don Draper  deu tão certo devido sua complexidade. O anti-herói de duas faces cativa fortemente  e inspira, ao mesmo tempo que repele qualquer vontade de ser ele e causa, em  certos momentos, uma quase repulsa. Draper é um gênio criativo e um pai  dedicado, papéis que equilibra bem com a vida de mulherengo, alcóolatra,  libertino solitário e expoente verdadeiro do sonho americano. Um verdadeiro  acúmulo de tudo o que você queria ser, e tudo o que você reza para nunca se  tornar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quinta temporada de &lt;em&gt;Mad Men&lt;/em&gt; começa só em 2012, tempo o suficiente para ver todos os episódios anteriores e conhecer a fundo as facetas de Don Draper.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-FWCVk6DMW8:Sib6pRu7E2g:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-FWCVk6DMW8:Sib6pRu7E2g:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=-FWCVk6DMW8:Sib6pRu7E2g:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=-FWCVk6DMW8:Sib6pRu7E2g:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/-FWCVk6DMW8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-06-29T12:13:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/toda-moeda-tem-dois-lados</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">e1340f75-b18d-4da3-ab21-bdd2bf24a309</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/fZQNlDsyXqk/por-que-jogamos-tanta-comida-fora</link><title>Por que jogamos tanta comida fora?</title><description>&lt;p&gt;O mundo anda comendo demais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falamos muito mais sobre &lt;a rel="external-link" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade"&gt;obesidade no mundo&lt;/a&gt; e &lt;a rel="external-link" href="http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/872899-hortas-escolares-sao-opcoes-contra-ma-alimentacao-nas-filipinas.shtml"&gt;má alimentação&lt;/a&gt; e também a péssima distribuição de alimentos, documentada em 2008 no livro &lt;a rel="external-link" href="http://www.time.com/time/photogallery/0,29307,1626519,00.html"&gt;What the World Eats&lt;/a&gt; (O que o Mundo Come, em tradução livre, ainda não lançado no Brasil) sem contar em outro problema dos tempos modernos: o desperdício.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=comida-fora-01.jpg&amp;Width=514&amp;Height=343" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;“Comer demais é feio. Tem que ir um pouco pro lixo” (Imagem: gettyimage.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com um &lt;a rel="external-link" href="http://www.fao.org/fileadmin/user_upload/ags/publications/GFL_web.pdf"&gt;relatório divulgado&lt;/a&gt; em Roma pela &lt;a rel="external-link" href="http://www.fao.org/"&gt;FAO&lt;/a&gt;, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agrigultura, a cada ano, 1.3 bilhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas ou simplesmente jogadas fora. Traduzindo, um terço dos alimentos produzidos para consumo vai para o lixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de todas as complicações citadas no começo desse artigo, temos ainda a seguinte lógica a ser pensada: comida no lixo não recicla. Vai para um aterro, se decompõe de forma inútil, no máximo, produzindo gás metano juntamente com ainda mais toneladas de outros tipos de lixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Práticas simples como dividir a comida antes que estrague (não, não é deselegante), armazenar os alimentos de forma correta para durarem mais e cozinhar na medida certa podem ser aplicadas a qualquer momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=comida-fora-02.jpg&amp;Width=514&amp;Height=343" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;“Lixo? Eu só vi uma oportunidade mais deliciosa que a outra” (Imagem: gettyimage.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, existem outras maneiras de reduzir o desperdício ou transformar os chamados restos ou partes pouco utilizadas em outras comidas. Se os grandes restaurantes ganham muito dinheiro justamente por saber utilizar todas as partes de um alimento em pratos refinados, por que você joga fora um talo de verdura na sua casa e vai pagar três dígitos no mesmo talo, mas em um bistrô?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adubo! Há também diversas empresas e organizações que transformam seu lixo em adubo de qualidade que, com tempo e dedicação, vai ajudar na produção de mais alimentos frescos pra tarefa mais importante da sua vida: a alimentação.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=fZQNlDsyXqk:rP92vlml2es:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=fZQNlDsyXqk:rP92vlml2es:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=fZQNlDsyXqk:rP92vlml2es:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=fZQNlDsyXqk:rP92vlml2es:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/fZQNlDsyXqk" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-06-29T12:13:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/por-que-jogamos-tanta-comida-fora</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">c12e1e0d-ecfe-401b-abf0-9f1a7c5307c4</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/qzZbrPgX94c/da-dificil-tarefa-de-pedalar-em-linha-reta</link><title>Da difícil tarefa de pedalar em linha reta</title><description>&lt;p&gt;Parece que é um problema generalizado aqui nas três Américas. Enquanto países da Europa e Ásia consegue conviver e desenvolver cada vez mais a relação do ciclismo com o restante da sociedade (pedestres, motos, carros e grandes veículos), o &lt;a rel="external-link" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Mundo"&gt;Novo Mundo&lt;/a&gt; ainda encontra diversos entraves para dar ao ciclista o mínimo necessário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Casey Neistat é um cidadão de Nova York que, &lt;a rel="external-link" href="http://caseyneistat.com/#_"&gt; pela própria definição&lt;/a&gt;, faz filmagens. Em um desses vídeos, ele mostra a tarefa que é andar de bicicleta nas ciclovias de Manhatan.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo começa com uma multa por não trafegar com sua bicicleta na área demarcada como ciclovia. Neistat decidiu filmar a razão de não estar andando, num dia chuvoso, no local correto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="322"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bzE-IMaegzQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/bzE-IMaegzQ?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="322" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a rel="external-link" href="http://youtu.be/bzE-IMaegzQ"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt; | Ciclista: protagonista da tragicomédia nas grandes cidades&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aqui no Brasil&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O prefeito de Copenhague, Frank Jensen, &lt;a rel="external-link" href="http://g1.globo.com/sao-paulo/respirar/noticia/2011/06/prefeito-de-copenhague-aceita-desafio-e-anda-de-bicicleta-por-sp.html"&gt; veio à São Paulo em junho&lt;/a&gt; para um encontro com outros políticos para discutir a redução de emissões de poluentes e aproveitou para andar de bicicleta pelas ruas da cidade – tarefa que achou bem complicada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se ter ideia, a capital da Dinamarca possui 350 km de faixas exclusivas para as bicicletas e o próprio Jensen vai ao trabalho todos os dias sobre duas rodas. A solução sugerida foi a construção de boas ciclovias: “Copenhague era assim 30 anos atrás e nós investimos muito para tornar a bicicleta um meio de transporte fácil e seguro.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=tarefa-pedalar.jpg&amp;Width=514&amp;Height=343" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Exemplo de como um ciclista tem que desviar dos carros em São Paulo (Imagem: fmercury - lomography.com)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Dinamarca, anda-se de bicicleta sem a menos preocupação. Em NY, o circuito até flui, mas ainda encontra problemas. E aí, na sua cidade, está tranquilo pedalar?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=qzZbrPgX94c:T6__HXuF7kg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=qzZbrPgX94c:T6__HXuF7kg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=qzZbrPgX94c:T6__HXuF7kg:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=qzZbrPgX94c:T6__HXuF7kg:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/qzZbrPgX94c" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-06-27T20:24:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/da-dificil-tarefa-de-pedalar-em-linha-reta</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">6dd7f8d1-8add-4845-911c-fa6fbef5a006</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/RcfIjkwT61o/mixtape-musicas-para-acabar-um-relacionamento</link><title>Mixtape #1: músicas para acabar um relacionamento</title><description>&lt;p&gt;Namoro, casamento, pega-pra-capar. Tem sempre aquele momento na vida de um homem em que ele se sente no dever de acabar um relacionamento. Motivos não faltam. Músicas também não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=mixtape-musicas-para-acabar-um-relacionamento-1.jpg&amp;Width=514&amp;Height=514" /&gt; &lt;em&gt;A capa da nossa primeira mixtape (Imagem: divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se houver a necessidade, e melhor, a possibilidade de uma boa trilha sonora embalar essa conversa crucial, segue então uma ótima mixtape para o fim de um relacionamento:&lt;/p&gt;
&lt;object width="500" height="250"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://grooveshark.com/widget.swf" /&gt;
&lt;param name="wmode" value="window" /&gt;
&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;
&lt;param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;playlistID=55639794&amp;bbg=FFFFFF&amp;bth=FFFFFF&amp;pfg=FFFFFF&amp;lfg=FFFFFF&amp;bt=7A7A7A&amp;pbg=7A7A7A&amp;pfgh=7A7A7A&amp;si=7A7A7A&amp;lbg=7A7A7A&amp;lfgh=7A7A7A&amp;sb=7A7A7A&amp;bfg=D6D6D6&amp;pbgh=D6D6D6&amp;lbgh=D6D6D6&amp;sbh=D6D6D6&amp;p=0" /&gt; &lt;embed src="http://grooveshark.com/widget.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="250" flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;playlistID=55639794&amp;bbg=FFFFFF&amp;bth=FFFFFF&amp;pfg=FFFFFF&amp;lfg=FFFFFF&amp;bt=7A7A7A&amp;pbg=7A7A7A&amp;pfgh=7A7A7A&amp;si=7A7A7A&amp;lbg=7A7A7A&amp;lfgh=7A7A7A&amp;sb=7A7A7A&amp;bfg=D6D6D6&amp;pbgh=D6D6D6&amp;lbgh=D6D6D6&amp;sbh=D6D6D6&amp;p=0" allowscriptaccess="always" wmode="window"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel="external-link" href="http://grooveshark.com/playlist/Portalhomem+s+Mixtape+number+1/55639794"&gt;Link Grooveshark&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Raindrops keep falling on my head” (Bobby Vonton)&lt;/strong&gt; - Porque, muitas vezes, o fim de um relacionamento pode significar um grande alívio. Nada melhor que começar uma nova fase boa com uma ótima música de fases boas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“I cut like a buffalo” (Dead Weather)&lt;/strong&gt; - Porque, sim, alguém pode duvidar da sua virilidade. Nesse momento, autoafirmação contará bastante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“I asked for water (she gave me gasoline)” (Howlin’ Wolf)&lt;/strong&gt; - Bastante importante para o momento em que ela te oferecer uma bebida pra continuar a conversa séria. Um ótimo blues pra aumentar o tom de voz também (nada agressivo, claro).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Walking on sunshine” (Katrina &amp; The Waves)&lt;/strong&gt; - Acabou tudo bem? É colocar essa música no talo e ligar o carro pra ir embora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“99 Problems” (Jay Z)&lt;/strong&gt; - Vai que a coisa muda de figura e você se vê na posição de ter que ouvir da outra pessoa que o relacionamento acabou. “99 Problems” é praticamente uma ode ao desabafo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“No woman, no cry” (Bob Marley)&lt;/strong&gt; - Clássica para o final de um relacionamento. Assunto discutido, hora de ajudar a ex-companhia com um abraço caloroso e uma trilha aconchegante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Cry me a river” (Aerosmith)&lt;/strong&gt; - Às vezes a gente espera um drama maior da outra parte, não? Às vezes esse drama não vem. Quando um relacionamento acaba bem, mas você jurava que ia ser uma complicação só, está aqui outra ótima canção para desabafo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Hurt” (Nine Inch Nails)&lt;/strong&gt; - Use com moderação. Essa música está no nível very hard das canções para término de relacionamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Love Ridden” (Fiona Apple)&lt;/strong&gt; - Essa mulher é uma destruidora musical de corações de pedra. Fiona Apple é praticamente uma metralhadora de músicas pra se ouvir em momentos, digamos, complicados. “Love Ridden” não foge à regra. Em determinado momento, a canção diz “eu quero rastejar pra dentro da cama com você, mas eu choro em vez disso”. Perfeita para o momento de solidão pós-término.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Hit the road, jack” (Ray Charles)&lt;/strong&gt; - Quer saber só de uma coisa? Pois que vá! Ray Charles vai saber nos consolar e mostrar que somos sempre melhores que quando no final de um relacionamento.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;A lista continua nos comentários&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Claro que queremos o seu pitaco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que música deveria ser incluída numa mixtape pra finais de relacionamento? E quais outras mixtapes você sugere para nossa série?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=RcfIjkwT61o:UTYE1f1UwVU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=RcfIjkwT61o:UTYE1f1UwVU:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=RcfIjkwT61o:UTYE1f1UwVU:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=RcfIjkwT61o:UTYE1f1UwVU:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/RcfIjkwT61o" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-06-24T17:26:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/diretoaoponto/mixtape-musicas-para-acabar-um-relacionamento</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">821ac99e-78b0-4af6-a3da-ca0ad87402c3</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/yjYWeOJXXXE/9-modos-de-organizar-seus-discos</link><title>9 modos de organizar seus discos</title><description>&lt;p&gt;Quando pequeno, sua mãe te deu um disco de vinil. Na adolescência, ganhou o primeiro trocado ajudando o pai a lavar o carro e comprou alguns CDs de bandas que você adorava na época. Foi juntando tudo. Olhava admirado, no começo de seus vinte anos, pra prateleira cheia de álbuns que acabou colecionando pelo apego à música e, como percebeu mais tarde, apego mesmo que vinha das histórias que aqueles sons representavam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=9-modos-de-organizar-seus-discos-1.jpg&amp;Width=514&amp;Height=319" /&gt; &lt;em&gt;“Ah... aquele show foi bom demais” (Imagem: tones - lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todo mundo tem um pouco de Rob Gordon. O protagonista de &lt;em&gt;&lt;a rel="external-link" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/High_Fidelity_(filme)"&gt;Alta fidelidade&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (em livro, filme e teatro) evidencia a loucura e o afeto de uma bela coleção de discos. Pra você que entendeu exatamente tudo o que foi dito, a continuação desse artigo soará extremamente natural. Mas se tudo isso ainda não fez sentido, continue lendo com bastante afinco, pois listamos 9 modos de catalogar seus discos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que essas sugestões valem também para as músicas acumuladas em mp3 no seu computador. Pastas e pastas com arquivos de discografias, shows em bootlegs e mixtapes, tanto as baixadas quanto as criadas (mas é claro que você deveria ter músicas selecionadas em &lt;a rel="external-link" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mixtape"&gt;mixtapes&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;1. Autobiográfico&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Organizar discos conforme a sequência de fatos da sua própria vida pode ser uma catarse. Vai depender de você os pontos positivos e negativos dessa experiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="514" height="303"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AQvOnDlql5g?version=3&amp;hl=pt_BR" /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AQvOnDlql5g?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="514" height="303" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;em&gt;&lt;a rel="external-link" href="http://youtu.be/AQvOnDlql5g"&gt;Link YouTube&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; | &lt;em&gt;Organização de mestre&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qual foi a trilha dos seus sucessos? Das tropeçadas no decorrer do caminho. Quais mulheres te fizeram guardar aquele álbum ou aquela coletânea? Em qual evento determinado download deveria ter sido apagado, mas não foi? Botar tudo isso em xeque certamente rende uma interessante catarse.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;2. Alfabético&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O jeito clássico. Será?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que você pode fazer sua coleção seguir uma ordem de nomes de artistas, começando pela letra A e terminando com a legtra Z. Mas isso pode ser tão chato quanto a última frase escrita anterior a essa. Por que não guardar tudo em ordem alfabética de &lt;a rel="external-link" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Single_(m%C3%BAsica)"&gt;single&lt;/a&gt;? Ou por ordem alfabética de nome de baterista?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A aventura está justamente em fazer da bagunça, uma bela experiência de relembrar grandes detalhes de cada disco, detalhes que acabaram sendo esquecidos no decorrer do tempo, mas que sempre são muito bem recebidos quando lembrados.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;3. Cronológico&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=9-modos-de-organizar-seus-discos-2.jpg&amp;Width=400&amp;Height=512" /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Elvis: essencial em qualquer cronologia do rock  (Imagem: divulgação)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elvis veio antes de Bob Dylan, que gravou antes dos Beatles, que entram na ordem antes de Hendrix, do Led Zeppelin IV, do Queen, do Pearl Jam e dos Strokes. A &lt;em&gt;Tropicalia&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Panis et Circencis&lt;/em&gt; vem antes do primeiro disco do Cartola, que a gente insere antes de Ultrage a Rigor que antecede a discografia da Nação Zumbi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Construir uma coleção baseada no lançamento de suas partes pode animar a audição de várias obras que ficaram tempos sem ser degustadas pelo puro esquecimento.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;4. Estilístico&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Rock’n roll, Blues, Jazz, Samba, Choro, MPB. Uma organização rápida e saudável. Passa para o que podemos chamar de subtítulos: Hard Core, Punk, Industrial, Indie, Pop, Heavy Metal, Trash Metal, Death Metal. Cool Jazz, Bebop, Acid Jazz, Nu Jazz. Samba de roda, Samba-canção, Partido Alto, Enredo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quer ir além? Construa subtítulos para seus subtítulos. Hard Core de Nova York e Hard Core californiano. Bebop de trio de jazz ou de big band, Samba se roda carioca e baiano. A infinidade é o mote pra tal empreitada.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;5. Preferencial&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Não estamos subestimando o seu querido arquivo musical. Você pode muito bem gostar de Chico Buarque, mas preferir Camisa de Vênus. Sua coleção pode ter John Coltrane, mas você teima em dar play naquela &lt;a rel="external-link" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Playlist"&gt; playlist&lt;/a&gt; com a discografia do Foo Fighters. Nada como organizar suas preferências. Cabe aí a disposição de músicas, de estilos, de álbuns, das próprias mixtapes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma boa proposta é até inverter a ordem, pra escutar mais aqueles discos que você sabe que é bom, mas acaba ficando de lado por conta das preferências.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;6. Sexual&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=9-modos-de-organizar-seus-discos-3.jpg&amp;Width=514&amp;Height=341" /&gt; &lt;em&gt;“É só apertar o play e ela começa a dançar”  (Imagem: mary32 - lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ok, você faz parte da grande população que adora uma trilha sonora pra todos os momentos da chamada sedução. Escolhe boas músicas pra bater um papo, pra tomar um vinho, pra sentar mais perto, pra namorar e pra permanecer na cama. Bravo!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nada mais justo que deixar sua coleção organizada com esses álbuns certeiros para cada momento, ou aquela mixtape fatal sempre em primeiro lugar na sua pasta de músicas “para as mulheres”. Faz-se disso uma série infindável de ordens para que a noite dê certo do início ao fim.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;6. Cromático&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Não tem coisa mais estilosa nesse mundo que capas de disco. Mesmo hoje em tempos de downloads e arquivos minúsculos exibidos em monitores HD, as capas de álbuns sempre chamam atenção. E claro que podemos segregar nossa coleção com as capas mais interessantes até as capas com profundo mau-gosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais que isso, imagina aquela coleção gigante de discos que começam com os tons de azul e passam pelo verde, amarelo, vermelhos e roxos. Arco-íris, que nada, pode chamar de escala Pantone.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;7. Por influência&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Quem influenciou quem? Essa pergunta pode ir desde um artista pra outro como das músicas para você.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agrupar discos do Bob Dylan junto com Beatles e Mallu Magalhães pode ser bem interessante. Fazer o mesmo com o que te influenciou a ouvir o que pode ser ainda mais desafiador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um “Ouço mutantes porque li que o Kurt Cobain adorava eles” mais “Eu gostava de Trem da Alegria, mas quando fiquei rebelde, comecei a ouvir Nirvana” pode render uma bela playlist de &lt;em&gt;Trem da Alegria do Clube da Criança&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;In Utero&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Divida Comédia&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;8. Geográfico&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=9-modos-de-organizar-seus-discos-4.jpg&amp;Width=514&amp;Height=314" /&gt; &lt;em&gt;Cada item dessa imagem representa um pedaço do mundo. Inclusive as músicas nos discos  (Imagem: halfmen - lomography.com.br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Música americana, mexicana, do leste europeu, brasileira. Rock do sul, novo samba carioca, o folk de Cuiabá e o Techno brega do norte do país. Agrupar músicas pelo local onde elas foram feitas pode deixar bem aclimada a sua coleção. Bom pra quando vai procurar discos pra justamente ajudar na lista abaixo.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;9. Por estado de espírito&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Hoje tá pra ouvir um bom Blues, pode falar”&lt;/em&gt;. Em algum momento da sua vida você ouviu e disse uma frase parecida com essa. “&lt;em&gt;Tira esse som aí, pô! A gente tá na praia. Tem que ouvir uma música mais...&lt;/em&gt;”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dá pra encaixotar sua coleção num sem número de momentos, climas, humores e sacadas. Surge, disso tudo, pequenos filtros de músicas e discos certos para momentos cada vez mais determinados. “Coloca a música &lt;em&gt;Use Me&lt;/em&gt; do Mick Jagger com o Lenny Kravitz, que é perfeita pra jogar pocker!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Menção honrosa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outras catalogações que farão muito bem à sua coleção:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;por instrumento,&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;quem morreu primeiro,&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;ligação de músicos que tocaram juntos,&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;músicas que você gostaria de ter composto,&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;quantidade de músicas que realmente importam em cada disco,&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;importância histórico-musical.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Mais alguma que esquecemos?&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yjYWeOJXXXE:uvKfn0901qE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yjYWeOJXXXE:uvKfn0901qE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=yjYWeOJXXXE:uvKfn0901qE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=yjYWeOJXXXE:uvKfn0901qE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/yjYWeOJXXXE" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-06-24T17:26:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/9-modos-de-organizar-seus-discos</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">9f29cb9e-37d0-4877-9f09-08fbf5d802b1</guid><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalhomem/~3/rlttZGzxTs8/faca-por-merecer-seu-bigode</link><title>Faça por merecer o seu bigode</title><description>&lt;p&gt;O bigode é popularmente definido como um conjunto de pelos faciais localizados entre o nariz e o lábio superior. Para muitos, um sinal de desleixo e falta de higiene. E na atualidade uma mania entre hipsters e o público que se diz alternativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bigode talvez seja isso. Mas o Bigode não é nada isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Bigode não é um mero conjunto de pelos no rosto. Nem mesmo um símbolo de falta de higiene ou personalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Bigode não é nem mesmo um estilo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Bigode é um título.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=faca-por-merecer-seu-bigode_1.jpg&amp;Width=514&amp;Height=365" /&gt; &lt;em&gt;Mahatma Gandhi: grandes homens merecem grandes bigodes (Campanha &lt;a rel="external-link" href="http://mosmakeadifference.com/"&gt;MMAD&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bigode viveu o seu auge entre a sociedade ainda no século XIX. A utilização e exibição de tais pelos cuidadosamente aparados demonstravam ostentação socioeconômica, sendo de uso praticamente obrigatório entre os homens de grande importância da época.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os tempos, infelizmente, mudaram. E mudaram de um modo que influenciaram a estética. Hoje o bigode é visto com desdém. Esse admirável estimulante virou motivo de chacota nos últimos anos. Especialmente após o surgimento da &lt;em&gt;barba-perfeitamente-mal-feita&lt;/em&gt; criada e difundida por &lt;a rel="external-link" href="http://userserve-ak.last.fm/serve/_/8459783/George+Michael.jpg"&gt; George Michael&lt;/a&gt;. Antes do músico, o charmoso milhar de pelos ainda era visto com respeito e admiração. O motivo desse rebaixamento? É simples:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falta de consideração e &lt;em&gt;timing&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há momentos e momentos para você ter um Bigode. Para descobri-lo, vamos fazer um exercício bastante simples. Volte para a sua adolescência por um momento. Relembre aqueles trágicos 13, 14 ou 15 anos. Foi ali que os primeiros sinais do nascimento de um bigode começaram a surgir. E era horrível. Você tinha apelidos péssimos na escola, aposto. Todo homem passou por isso. Havia motivo para isso: você não merecia um bigode.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, um caso paralelo. Um caso comum de merecimento. Charles Bronson. Só de escrever Charles Bronson eu já senti a pelagem crescendo na minha face. Mas, acredite, Charles Bronson nasceu sem Bigode. Em &lt;a rel="external-link" href="http://www.imdb.com/title/tt0054047/"&gt; &lt;em&gt;Sete Homens e Um Destino (1960)&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; Charles Bronson está com o rosto completamente nu. Trata-se de um rostinho tão singelo quanto o de uma meia-atacante do Santos. Tenho certeza que ele adoraria que seu personagem, o imperdoável &lt;a rel="external-link" href="http://www.youtube.com/watch?v=t0vqQjaXLOU"&gt;Bernardo O'Reilly&lt;/a&gt;, tivesse um Bigode. Mas não era o momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img id="imgArticleMainImage" alt="" src="{{domainUrl}}/HttpHandlers/ArticleImageHandler.ashx?ArticleId={{articleId}}&amp;Filename=faca-por-merecer-seu-bigode_2.jpg&amp;Width=514&amp;Height=260" /&gt; 		&lt;em&gt;Charles Bronson em caça do bigode mais famoso de todos os tempos (Reprodução) &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Charles Bronson precisa alcançar esse título. Somente depois de fazer &lt;em&gt;Sete Homens e Um Destino&lt;/em&gt; e se consagrar em &lt;a rel="external-link" href="http://www.imdb.com/title/tt0064116/"&gt; &lt;em&gt;Era Uma Vez no Oeste&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; que Bronson adquiriu tal honraria. Era chegada a hora de, enfim, emplacar um Bigode. E foi justamente o que ele fez. O ator deixou as lâminas descartáveis de lado e cultivou, até sua morte, um dos Bigodes mais significativos e icônicos de todos os tempos. Sabem por quê? Porque ele fez por merecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário que parte da sociedade exclama, não existe problema nenhum no bigode. O problema está na falta de instrução ao homem. Antes de qualquer aventura bigoderestica, tenha o bom senso necessário para questionar-se: é o momento? Se não for, agradeça. Considere essa lição como um sinal de que você ainda não finalizou o percurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bigode, além de um baluarte da moda, é um sinal de conquista da maturidade. É algo como um grito do homem que exclama: “eu tenho um Bigode e dane-se o que você acha disso”. Mas, claro, para ter pulmão e conseguir explanar essa declaração, muito chão precisa ser percorrido. Chão esse que gera o necessário para engrossar o bigode de qualquer criança e torná-lo homem digno de um selo Tom Selleck ou Pat Morita bigolidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Bigode não cai do céu. É preciso estar atento. A aventura bigoderestica só pode começar quando você sente-se devidamente preparado para isso. Antes, independente da sua idade, será como ter 14 anos (e muitos homens passam anos com 14 anos). Um homem precisar saber o momento certo para cultivar o bigode. E, a partir daí, viver na excelência e honrar aqueles que fizeram por merecer esse invejado posto estético.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rlttZGzxTs8:CVtJro2meFk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rlttZGzxTs8:CVtJro2meFk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?a=rlttZGzxTs8:CVtJro2meFk:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/portalhomem?i=rlttZGzxTs8:CVtJro2meFk:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalhomem/~4/rlttZGzxTs8" height="1" width="1"/&gt;</description><a10:updated>2011-06-20T00:00:00-03:00</a10:updated><feedburner:origLink>http://www.portalhomem.com.br/artigos/faca-por-merecer-seu-bigode</feedburner:origLink></item></channel></rss>

