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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Veterinária - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalveterinaria.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>07/08/2012 02:26:28</lastBuildDate><qtdP>0</qtdP><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalveterinaria" /><feedburner:info uri="portalveterinaria" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Dentista e florais para animais são apostas no setor de pets</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/qXHMBgS3oco/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pequenas empresas apostam em produtos e serviços diferenciados para os animais de estimação. Para garantir a saúde e o bem-estar dos bichinhos, o setor oferece tratamentos com florais e clínica odontológica especializada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A cadela Hadara entra, senta e espera. Ela tem hora no dentista, em uma clínica odontológica, que é exemplo do quanto o mercado pet está sofisticado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O empresário e veterinário Renato Tartalia examina a paciente e dá o diagnóstico. &amp;ldquo;Ela tem a persistência dos dentes de leite. Os dentes de leite não caíram quando os definitivos erupcionaram&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O empresário tinha um pet shop e fechou as portas depois de aprender uma lição: para ganhar dinheiro, é preciso se especializar. &amp;ldquo;Eu fui começando a perder mercado porque começaram a abrir novos negócios do meu lado. A especialização foi o caminho que eu achei para poder me diferenciar no mercado e sobreviver.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O empresário investiu R$ 40 mil há dez anos. Montou uma sala de cirurgia com monitor cardíaco e respiratório, aparelho de anestesia e os instrumentos de dentista com motorzinho e foco de luz. Ele faz 120 procedimentos dentários por mês.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tratamento mais comum num centro odontológico veterinário é o tártaro, também porque é a doença que mais aparece na boca dos cachorros. &amp;ldquo;É uma questão de fisiologia mesmo da boca dos cães. Enquanto nos humanos o mais importante é a cárie, nos cães e o tártaro.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E chega a vez de Hadara. Ela é preparada, recebe a anestesia e a entubação. Um procedimento considerado simples no ser humano &amp;ndash; uma extração dentária - é complicado no animal porque ele não para quieto. A anestesia tem que ser geral e as funções vitais da paciente são monitoradas o tempo todo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um a um, o veterinário extrai os cinco dentes que estavam incomodando a paciente. &amp;ldquo;Foi tudo bem, a paciente é jovem, saudável, esses dentinhos que ela apresentava já estavam já num processo de absorção da raiz, então foi bem fácil, bem rápido extraí-los&amp;rdquo;, diz Tartalia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em média, uma cirurgia custa R$ 850 e pode demorar até três horas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No final, os pacientes são reanimados carinhosamente e são recebidos de braços abertos pelos donos. &amp;ldquo;Fiquei um pouco nervosa, mas agora já estou tranquila. Nem parece que ela fez cirurgia, ela já está agitada, está querendo ir atrás da bolinha, então está tudo certo&amp;rdquo;, afirma Kauani Fittipaldi.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Florais&lt;br /&gt;
Já o empresário Joel Aleixo trata os animais de outro jeito. Desde 1991, ele fabrica florais - essências de flores usadas para fins terapêuticos em pessoas. Há um ano, ele descobriu um mercado novo e surpreendente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele lançou florais para cães, gatos e outros animais. Em termos de negócio, foi um achado. Depois de um ano, ele vende 30 mil unidades como por mês.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A produção começa em Cotia, na Grande São Paulo. No fundo de casa o empresário cultiva as flores. Em um canteiro em forma de círculo, há uma mandala, com mais de 30 tipos de flores. Segundo ele, cada uma tem uma indicação terapêutica, como o manjericão, uma planta extremamente estimulante, muito boa para o sistema digestório do animal. A camomila é calmante, acalma o bicho, deixa o bicho mais silencioso, mais tranquilo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A matéria-prima vai para um laboratório. O empresário investiu R$ 200 mil em equipamentos e testes. As flores são imersas numa mistura de água e álcool e ficam por 28 dias. Depois, a essência da flor fica dentro de um líquido.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para atrair os cãezinhos, os florais são borrifados em bolinhas. Há também balinhas. &amp;ldquo;É como fazer remédio para criança, a gente pega eles pelo gosto, pelo sabor&amp;rdquo;, explica o empresário.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A cliente Juliana Zimermann tem duas labradoras velhinhas. Todos os dias, elas tomam florais de manjericão, para ganhar ânimo. A casa tem ainda um filhotinho de bassé, que come demais e toma floral de flor de anis com bálsamo para ajudar na digestão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na fábrica, a produção não para. O empresário fornece os florais para 160 farmácias e pet shops do país, e quer ir mais longe. &amp;rdquo;Em poucos meses, nós tivemos uma venda, um aumento no número de frascos oferecidos ao mercado pet, para os bichos. Eu creio que mais um ano, dois anos no mais tardar, nós estaremos com 100 mil unidades por mês Exportação também. Inclusive eu estou daqui a dez dias indo para a Europa para já iniciar negócios nesse ramo, floral para animal&amp;rdquo;, afirma Aleixo.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/qXHMBgS3oco" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 14:22:00</pubDate><id>56198</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=56198</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo indica que animais sabem diferenciar certo do errado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/jbi7-PWX-WM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se você tem um cachorro de estimação, pode já tê-lo flagrado fazendo algo errado. A autêntica cara de culpado que ele faz, no entanto, é que pode te surpreender. Um recente vídeo mostra um cãozinho fazendo uma comovente expressão de culpado quando o dono descobre que ele revirou o lixo da cozinha. Será que ele sabia que tinha feito besteira?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Casos como esse são um prato cheio para o estudo da Etologia, a ciência que investiga o comportamento dos animais. A Etologia, como explicam pesquisadores da Universidade do Colorado (EUA), sempre foi muito cética em considerar que os animais pudessem ter senso de moralidade, ou seja, diferenciar boa ações de más ações.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas uma série de estudos, ao longo dos últimos anos, tem dado evidências do contrário.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os canídeos (família animal que abrange, além de cachorros, lobos coiotes e outras espécies), nesse caso, são um ótimo objeto de pesquisa. Lobos e coiotes, por exemplo, apresentam um estrito código de conduta na sua vida em alcateias. Dentro do círculo social desses animais, já se observaram atos de altruísmo, tolerância, perdão, reciprocidade e justiça em estudos anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso específico dos cães, isso se verifica em canis de treinamento. É possível fazer dois cachorros brincarem um com o outro seguindo um complexo código de conduta. Em jogos como esses, eles latem com intenções amigáveis, rolam pelo chão se revezando no papel de quem domina (para que um dê ao outro a chance de &amp;ldquo;vencer&amp;rdquo; a luta), fazem movimentos cuidadosos para não machucar e parecem &amp;ldquo;se desculpar&amp;rdquo; quando exageram um pouco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre lobos e coiotes, quebrar esses códigos de comportamento é um problema sério, que todo o resto do grupamento é capaz de perceber e dar sinais de reprovação. A consequência pode ser a exclusão do grupo, o que é terrível para o indivíduo. Tudo isso é indicativo de um amplo senso de moral entre os canídeos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O senso de justiça por parte dos cães foi comprovado por um estudo da Universidade de Viena (Áustria). Eles faziam uma pequena brincadeira de &amp;ldquo;apertar as mãos&amp;rdquo; dos cachorros, que participavam felizes sem saber se ganhariam uma recompensa. Em seguida, repetiram o experimento em outros cães, e deram a estes um biscoito depois da brincadeira. Os cães do primeiro grupo deram claros sinais de estresse, tais como latir e grunhir.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse senso de moral, embora seja aparentemente uma realidade, é de difícil comprovação. Analisar o cérebro de animais nunca foi uma tarefa fácil, e a missão é dificultada em casos abstratos como esse, que não são completamente compreendidos sequer em seres humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma pista foi fornecida após um experimento do Instituto de Tecnologia do Massachussets (MIT), realizado em pessoas. Eles acoplaram um aparato magnético a uma região do cérebro chamada de junção temporo-parietal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ação do ímã nessa área cerebral, aparentemente, desarranjava por alguns momentos a habilidade das pessoas de fazer julgamentos morais. Quando perguntados sobre determinadas ações que eles antes julgaram imorais, os participantes as consideravam mais aceitáveis depois do experimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores acreditam que esse mecanismo seja semelhante em animais. Embora não haja a mesma complexidade, é provável que uma única área no cérebro seja responsável por esse senso de moralidade para eles. Mas ainda é preciso, conforme admitem os cientistas, realizar estudos mais minuciosos nesse campo. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/jbi7-PWX-WM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 14:20:00</pubDate><id>56197</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=56197</feedburner:origLink></item><item><title>Mansão para cachorro pode custar  32 mil reais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/QO_gFPcgAzI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Rachel Hunter, atriz, apresentadora de televisão e modelo neozelandesa, encomendou à designer de interiores Michelle Pollak uma réplica de sua casa, em Los Angeles. Pollak teria cobrado R$ 32.000. A casa em estilo mediterrâneo possui telhas feitas à mão, detalhes em ferro e paredes temáticas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Casas luxuosas para cachorros tem se tornado um negócio cada vez mais aquecido. Segundo o site Bornrich, arquitetos e construtores estão desenhando e até mesmo leiloando suas criações a fim de arrecadar dinheiro para abrigos de animais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra tendência é deixar as casas dos bichos mais parecidas com as residências dos donos e, consequentemente, fazer com que os animais fiquem ainda mais próximos da família. Alguns dos donos ricos costumam encomendar uma réplica de sua própria casa para seus cães adoráveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra casa personalizada, criada por La Petite Maison, é a casinha de estilo colonial que na verdade é uma mansão na área de Denver, Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um estudante de arquitetura chamado Pickard desenvolveu, junto com outros dois amigos, uma casa de cachorro também personalizada e modernista inspirada nas obras do famoso arquiteto suíço Mario Botta. A casa é do labrador de Pickard, chamado Nash.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eric McFarland, da cidade de Mill Valley, Califórnia, tem uma eco-casinha de cachorro para o seu adorável bulldog chamado Hugo. Construída pela Modern Cabana, que também cria casas pré-fabricadas para seres humanos, a casa possui de um jardim no topo.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/QO_gFPcgAzI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>epocanegocios.globo.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 17:33:00</pubDate><id>56090</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=56090</feedburner:origLink></item><item><title>Chegada de um animal de estimação em casa melhora comportamento de crianças autistas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/_UYGMuOU9j8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira no periódico PLoS One mostrou que o contato com animais de estimação pode ter um efeito positivo no comportamento de crianças autistas. Segundo especialistas do Centro de Pesquisa do Hospital de Brest, na França, pessoas com a síndrome que passam a ter um cão ou um gato, por exemplo, depois dos cinco anos de idade podem apresentar um melhor relacionamento com outras pessoas do que os indivíduos que já nascem em lares com a presença algum bicho ou que passam a vida sem conviver com um.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No artigo, os autores explicam que, embora a terapia envolvendo contato com animais já venha sendo recomendada a crianças com autismo há algum tempo, os resultados concretos dessa abordagem nunca haviam sido estudados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Participaram da pesquisa 260 indivíduos de seis a 34 anos que tinham a síndrome. As pessoas que passaram a ter algum animal de estimação a partir dos cinco anos de idade apresentaram melhora em alguns aspectos específicos do comportamento social: elas se sentiam mais confortáveis e se mostravam mais solidárias quando se relacionavam com outras pessoas do que pacientes que nunca tiveram um animal. Os participantes que já nasceram em casas com a presença de animais também mostraram uma melhor relação social, embora menos intensa do que o outro grupo. Para os autores do estudo, esses resultados devem incentivar outras pesquisas que aprofundem os mecanismos envolvidos na relação entre pessoas com autismo e animais.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/_UYGMuOU9j8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>veja.abril.com.br</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 17:31:00</pubDate><id>56089</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=56089</feedburner:origLink></item><item><title>Padaria exclusiva para cachorros faz sucesso com doces especiais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/OYxcP_BgmEo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cozinhar apenas para cachorros. Essa é a rotina da britânica Kath Crawford, que é dona da doceria &amp;ldquo;Doggie Patisserie&amp;rdquo;, localizada em West Yorks, um condado da Inglaterra.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As especialidades de Kath são cupcakes, cookies e bolos de aniversários &amp;ndash; todos feitos artesanalmente para mimar os cachorrinhos.&lt;br /&gt;
O produto mais popular da padaria é o bolo de aniversário, que vem com o nome do cachorro enfeitado e é feito de &amp;ldquo;alfarroba&amp;rdquo;, uma semente utilizada essencialmente para alimentação animal e que parece chocolate (e até &amp;ldquo;lembra o gosto&amp;rdquo;) mas não é &amp;ndash; o chocolate é um alimento prejudicial ao cachorro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Embora eu utilize ingredientes que possam ser ingeridos por humanos, a textura é &amp;lsquo;desagradável&amp;rsquo; e é menos doce do que qualquer coisa que eu cozinhe para mim mesma&amp;rdquo;, disse Kath. Ela cita alguns dos ingredientes utilizados em suas receitas: farinha, ovos, mel, óleo vegetal, aroma de baunilha e alfarroba. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 &amp;ldquo;Eu não adiciono cores artificiais ou conservantes. Uso apenas alimentos saudáveis para os animais&amp;rdquo;, diz. Mas ela faz um alerta: &amp;ldquo;Os cachorros são como humanos. Se comerem esse tipo de coisa a todo momento, irão ficar gordos, mesmo se forem alimentos saudáveis como os meus&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ela decidiu abrir o negócio depois de 25 anos no departamento de marketing de um banco. &amp;ldquo;Quando eu me demiti, decidi ter meu próprio negócio&amp;rdquo;, afirmou Kath, 48 anos. &amp;ldquo;Mas eu queria algo que me desse algum prazer. Então uni duas coisas que amo: cuidar de cachorros e cozinhar. Comecei o meu negócio em maio e ele realmente decolou&amp;rdquo;, contou ao site britânico &amp;ldquo;Mirror&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Kath afirmou que as festas de aniversário para cachorros são bem populares na região, porque adultos e crianças também as aproveitam. Segundo ela, alguns animais são considerados membros da família e frequentemente também recebem presentes de aniversário.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/OYxcP_BgmEo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>epocanegocios.globo.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 17:28:00</pubDate><id>56087</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=56087</feedburner:origLink></item><item><title>Equilibre a energia do seu bichinho de estimação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/JPrZe9nq1Rw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se você tem um bicho de estimação já deve ter notado que, às vezes, ele se recusa a ficar em certos cômodos da casa por mais que você insista. É que os animais são extremamente sensíveis às variações de energia! Como se baseiam mais nos sentidos do que na razão, eles percebem mais facilmente do que nós a qualidade da energia de um lugar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sensibilidade nas patinhas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;ldquo;Gatos, lobos e cães percebem as mudanças de energia pelas patas. Ali, estão pequenos chacras&amp;rdquo;, ensina o escritor Wagner Borges, integrante do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas, órgão que estuda a bioenergia - a aura e os chacras (centros de energia).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É por isso que, quando um animal entra em um ambiente carregado ou encontra alguém negativo, sente logo os efeitos. &amp;ldquo;Ele pode até adoecer&amp;rdquo;, diz Borges. Aprenda algumas técnicas para ajudar a proteger seu bichinho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Proteção com orações e Reiki&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Se essa exposição for inevitável (às vezes, estamos cercados de pessoas negativas sem reparar), podemos fortalecer nosso animal. Se você trabalha com Reiki (energização pelas mãos) ou outras técnicas de cura, já sabe passar boas vibrações. Caso contrário, basta rezar, independentemente da crença. &amp;ldquo;É melhor fazer isso com eles no colo ou por perto&amp;rdquo;, ensina Borges.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Espante doenças com águas energizadas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Outra técnica bem simples para cobrir seu amigão de energia positiva é oferecer a ele água energizada. Segundo Angélica Lisanty, litoterapeuta (especialista em pedras e cristais), basta pôr uma jarra de vidro com água ao sol até as 10h. Dê essa água a seu animalzinho, pois ela estará cheia de energia positiva. Você também pode usar cristais, energizando a água com eles. Veja como:&lt;br /&gt;
&amp;bull; Compre o cristal em um lugar confiável e confirme se ele não dilui na água.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;bull; Coloque a pedra na vasilha de água do seu bichinho. Deixe-a no máximo 15 dias.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Lembre-se de usar uma pedra grande para ele não a engolir quando beber!&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Boas afirmações que fazem a diferença&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Você ama seu animalzinho, mantém as vacinas em dia e sempre o leva ao veterinário? Ótimo. Mas, como as palavras têm força, também dá para transmitir boas energias para ele se:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Fizer afirmações positivas ao acariciá-lo. Uma sugestão é dizer: &amp;ldquo;Você é um bichinho feliz e saudável. Eu te amo&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Falar que ele é bonito e é seu grande parceiro na jornada desta vida.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Disser o quanto ele é importante e como ilumina sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/JPrZe9nq1Rw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:11:00</pubDate><id>56014</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=56014</feedburner:origLink></item><item><title>Mimo demais pode estressar seu bichinho de estimação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/6c-8t_-M9r4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você pode comprar petiscos e brinquedinhos, deixar o peludo dormir na cama e bater altos papos enquanto lhe acaricia as orelhas. O que se deve evitar é encher um animal que tem um olfato 200 vezes mais desenvolvido do que o nosso de perfume, prática comum nos banhos de pet shop. Ou colocar gargantilhas de strass sufocantes e sapatinhos de lycra que obrigam o coitado a caminhar como se estivesse patinando.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;ldquo;Pouco se sabe sobre as causas de problemas psicológicos como estresse, ansiedade e depressão em cães e gatos, mas o principal causador chama-se &amp;lsquo;ser humano&amp;rsquo;&amp;rdquo;, garante o veterinário Nivaldo Albolea.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ciúme de um recém-nascido na família, morte do companheiro de longa data ou viagens do dono até causam alterações comportamentais, mas são passageiras. Descubra se há algo errado com seu bichinho e reverta já a situação!&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Problema à vista se ele...&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;1. Lamber as patas e a barriga até provocar ferimentos.&lt;br /&gt;
2. Fizer as necessidades fora do lugar habitual somente para chamar a atenção.&lt;br /&gt;
3. Tiver comportamento agressivo sem motivo aparente.&lt;br /&gt;
4. Parar de comer ou devorar tudo o que vê pela frente, tornando--se obeso ou diabético.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como cuidar&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;bull; Converse com um profissional especializado: Juntos, vocês podem decidir o melhor tratamento.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Incentive o animal a praticar exercícios físicos: Gatos adoram bolinhas de papel e cães raramente recusam um passeio.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Tente usar tratamentos alternativos: Florais, remédios homeopáticos e sessões de acupuntura costumam dar bons resultados com animais. Jamais medique por conta própria.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Antidepressivos: só devem ser usados em casos extremos e com acompanhamento veterinário!&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/6c-8t_-M9r4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:09:00</pubDate><id>56013</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=56013</feedburner:origLink></item><item><title>Deixe seu pet bem aquecido neste inverno</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/7RiETFU5BCs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Apesar de terem um casaquinho natural, cães e gatos correm mais risco de contrair doenças no inverno. Veja como proteger seu pet nos dias mais frios&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Arrume uma casinha&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Principalmente se o animal morar no quintal. Não precisa gastar uma fortuna na pet shop. Usando a criatividade, bacias e caixas de papelão forradas com jornal viram cafofos aconchegantes. Só não vale instalá-los onde há corrente de vento (como num corredor) ou em locais descobertos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Improvise uma cama&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Os bichos vão fazer uma festa com aquele cobertor que você não usa mais. Para recém--nascidos órfãos, use uma garrafa com água quente sob a coberta e troque quando esfriar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Compre roupinhas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Cães idosos, magrelinhos ou de pelo curto precisam de reforço para se aquecer. Escolha um modelo de roupa folgado e, se o bichinho ficar incomodado, tente um tecido mais leve. Gatos lidam melhor com temperaturas baixas e, como não curtem penduricalhos, dispensam roupinhas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Maneire no banho&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Pelo molhado no frio faz baixar a imunidade, principalmente de animais novinhos ou mais velhos. Quando o cheiro ficar muito forte, lave-o com água morna, seque com cuidado e, para evitar choque térmico, deixe o animal no local do banho por 20 minutos depois de tirá-lo da água.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Capriche na ração&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O apetite dos animais também aumenta no inverno, já que o metabolismo acelera para manter a temperatura do corpo adequada. Mas tome cuidado para não exagerar na comida, pois a obesidade causa problemas de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. Brinque com ele&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Bichos sedentários sentem mais frio. Se você não quiser suar junto com o peludo, organize uma caça a bolinhas ou ratinhos de brinquedo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. Abrace bem apertado&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Existe coisa melhor na vida do que trocar calor assim? Além de quentinho, seu amigo vai se sentir amado e protegido.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Calor para quem não tem um amigo&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Morrer de frio é ainda mais triste do que esperar uma família que nunca chega. Para aquecer animais que vivem em abrigos, favelas, cemitérios ou casinhas improvisadas na rua, a ONG paulista Adote um Gatinho criou a Campanha do Agasalho para Cães e Gatos. Desde 2009, foram arrecadados cerca de 4,8 mil camas, tapetes, cobertores e roupinhas. Você pode fazer sua doação em um dos 35 postos conveniados. Quem mora fora de São Paulo pode buscar uma ONG perto de sua residência que faça esse trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/7RiETFU5BCs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 16:06:00</pubDate><id>56012</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=56012</feedburner:origLink></item><item><title>Moradores de Araçatuba, SP, preferem vacinar animais em clínicas </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/4LiyNJK5qus/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Embora a dose da vacina contra a raiva seja gratuita, algumas pessoas preferem vacinar os animais de estimação em clínicas particulares em Araçatuba (SP). O motivo é que no ano de 2010 foram registradas várias mortes em todo o país. Os animais tiveram reação à vacina. Os casos dessa época foram motivo de preocupação da aposentada Isauda Mendonça. &amp;ldquo;Confesso que tive medo em levar minha cadela para as vacinas da campanha, mas acabei levando e confiando&amp;rdquo;, diz.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O preço da vacina em clínicas particulares geralmente é de R$ 50. A campanha na cidade termina no próximo dia 12 de agosto. No total, 25 mil doses foram distribuídas em 66 postos espalhados pelo município.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em Araçatuba não houve registro da doença, mas segundo o veterinário Saulo Avanço, mesmo assim, cães e gatos a partir dos três meses devem ser vacinados. &amp;ldquo;Desses animais, alguns deles possuem restrições para a vacina, já que é necessário estar em perfeitas condições de saúde&amp;rdquo;, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O atendimento na cidade é de segunda a sexta-feira das 8h às 17h. Aos fins de semana o horário de atendimento é das 8h às 16h. Mais funcionários foram contratados para atender com maior rapidez cada caso. A vacina é importante porque é a única forma de prevenir a raiva que pode matar o animal e o homem.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/4LiyNJK5qus" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 18:15:00</pubDate><id>55980</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55980</feedburner:origLink></item><item><title>Especialistas de MS divergem sobre a eutanásia de cães com leishmaniose</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/H3dYJJpmrr8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O caso do cão Scooby, que foi arrastado pelo dono até o Centro de Controle de Zoonoses de Campo Grande, levantou outra discussão além dos maus-tratos contra os animais. O bicho foi diagnosticado com leishmanios e a possibilidade de ser sacrificado gerou comoção e divide opiniões de especialistas. Alguns acreditam que somente a eutanásia pode resolver o problema, outros dizem que existe cura.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) de Campo Grande, Sibeli Cação, existe uma ideia errada acerca do cão em relação à doença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Tem que ficar bem claro. O que leva à proliferação da doença não é a presença do cão no meio urbano. Se não existisse nenhum cão em Campo Grande a doença existiria por causa do flebótomo. Isso que nós queremos alertar à população&amp;rdquo;, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A presidente do CRMV diz que já existem comprovações científicas sobre a eficácia do tratamento. &amp;ldquo;Quando esse animal tem um dono, já foi examinado pelo veterinário, o veterinário entende, dá um diagnóstico de que ele [mascote] pode responder ao tratamento, é perfeitamente possível de ser aplicado. Não é antiético, desde que seja feito com medicamentos que não são usados para o tratamento da leishmaniose no ser humano e dá resultado&amp;rdquo;, diz Sibeli.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O médico veterinário doutor em parasitologia Fernando Paiva é contra o tratamento. &amp;ldquo;Se não houver a eutanásia, a maioria dos cães vão terminar morrendo em condições extremamente drásticas, tristes. É uma doença que causa imunodeficiência, o animal adquire outras doenças, emagrece, fica numa situação deplorável antes da morte&amp;rdquo;, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, pesquisas realizadas no brasil têm resultados animadores. &amp;ldquo;Nós estamos com um produto bastante adiantado. Está funcionando in vitro, quer dizer, dentro do laboratório, mas isso ainda demanda mais alguns dois, três anos para que seja confirmado&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/H3dYJJpmrr8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 18:03:00</pubDate><id>55975</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55975</feedburner:origLink></item><item><title>Prédio constrói cachorródromo  em SP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/0seTgjmRlXI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem tem cachorro e mora em apartamento sabe que nem sempre a convivência entre o animal e os vizinhos é fácil. Para tentar evitar problemas, alguns condomínios de São Paulo criam regras, como mostrou o quadro &amp;ldquo;Meu condomínio tem solução&amp;rdquo;, do SPTV, nesta terça-feira (31).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um condomínio no Capão Redondo, na Zona Sul, tem 250 apartamentos e pelo menos 50 bichos de estimação. Para evitar conflitos entre moradores, a solução foi criar um espaço para os animais. No &amp;ldquo;cachorródromo&amp;rdquo; os animais podem ficar à vontade. Os donos só precisam recolher as fezes depois da brincadeira. No local há saquinhos plásticos e lixeira disponíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a segurança dos moradores, o piso do "cachorródromo" passa por limpeza duas vezes por dia com desinfetante e produto antipulga. Outra prática é esperar a vez para o usar o espaço, porque nem sempre os cães são comportados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já no Sacomã, também na Zona Sul da capital paulista, uma norma do prédio diz que os cachorros só devem transitar no colo em áreas comuns. Contudo, toda regra tem exceção, como no caso da assistente de RH Talita Gomes. O cachorro dela pesa 25 kg e ela conseguiu com o síndico o direito de levar ele no chão, sempre com a coleira.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar do consentimento do síndico, alguns moradores discordam. &amp;ldquo;Se ela não pode carregar, que tenha um cachorro menor&amp;rdquo;, diz a analista de sistemas Eliane Nóbrega.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/0seTgjmRlXI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 18:02:00</pubDate><id>55974</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55974</feedburner:origLink></item><item><title>Pecuarista mineiro investe em genética para melhorar colocação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/L0YWkJGi9nE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Minas Gerais ocupa a quinta posição no ranking de venda de sêmen de boi no País, com 8,6% das vendas de sêmen para as raças de corte, atrás de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo, mas vem tentando melhorar essa colocação. Paulo de Castro Marques, pecuarista do Sul de Minas Gerais, que vem investindo de forma inovadora na criação de gado, é um exemplo disso.~&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Marques fundou a Casa Branca Agropastoril, empresa especializada no desenvolvimento genético de gado de raças vindas de outros países, como o angus, dos Estados Unidos, e o simental, da Europa."Trabalhamos hoje com uma profissionalização muito grande.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Fazemos parceria com grandes frigoríficos e mandamos nossos empregados até eles para garantir que o boi tem a nossa genética e a nossa qualidade superior de carne", afirma. Marques.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Casa Branca tem cerca de 700 clientes e 1, 5 mil cabeças para seleção genética. No ano passado, o empreendimento faturou aproximadamente R$ 4 milhões, 50% a mais que em 2005. Um único embrião da raça brahman foi arrematado por R$ 95 mil no início de 2007.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele explica que, a venda de sêmen do touro Pioneer, um sul-africano da raça simental, vencedor de diversos prêmios, lhe rendeu R$ 3 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma única dose de seu sêmen - equivalente a uma colher de chá - custa R$ 280. Marques comemora também um novo mercado. "Atualmente, o pessoal que trabalha com cruzamento industrial tem comprado não só sêmen, mas muitos reprodutores", diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A empresa tem três fazendas em Minas Gerais - em Fama, Turvolândia e Careaçu - e uma em Cocalinho, no Mato Grosso. Os seus embriões mais caros são os brahmans, vindos do Rebanho da família Hudgins, dos Estados Unidos, que já foram vendidos por quase R$ 100 mil.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/L0YWkJGi9nE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 20:07:00</pubDate><id>55905</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55905</feedburner:origLink></item><item><title>Cuidado com a ração do seu cachorro!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/TqpTzxNkp0k/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Que a comida do seu animalzinho, seja ele um cachorro, um gato, ou o que for, é uma mistureba ninguém duvida. As próprias propagandas mostram que os ingredientes são vegetais variados, carne, osso e mais uma pá de ingredientes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando você dá comida para uma pessoa, dá para saber se ela tem alergia a algum ingrediente porque nossa comida não é processada da mesma forma que uma ração. Mas e quando um cachorro é alérgico a algum alimento presente em sua comida? Ele não tem como dizer para você que está se sentindo mal com sua dieta, certo?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, uma pesquisa com animaizinhos domésticos americanos mostrou que cerca de 40% deles estão acima do peso, por receberem muita comida (seja ração ou até mesmo lanches humanos). Um gato gordo pode ser até mais bonitinho, mas ele tem risco de desenvolver os mesmos problemas que um humano obeso: colesterol, pressão alta e problemas cardíacos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tendo em vista o resultado dessa pesquisa e a enorme variedade de tipos de comida de animais presentes, cientistas resolveram analisar a diferença entre rações do tipo Premium e do tipo convencional. Não só elas contém, basicamente, os mesmos ingredientes como os ingredientes das rações de gatos, cachorros e até de galinhas são o mesmo. Normalmente é usado caldo de carne, farinha de vegetais e farinha normal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Veterinários avisam que muitas das rações Premium podem ser jogadas de marketing. Eles aconselham os donos a procurar por aquelas etiquetadas com o selo de &amp;ldquo;completa e balanceada&amp;rdquo; &amp;ndash; seriam as melhores para os bichinhos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/TqpTzxNkp0k" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 20:05:00</pubDate><id>55904</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55904</feedburner:origLink></item><item><title>Casos de leishmaniose são maiores que no ano de 2011</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/YcKAwFoceSw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os números da Leishmaniose, em Votuporanga, tiveram um aumento em comparação com o ano passado. Segundo informações do Secez (Setor de Controle de Endemias e Zoonoses), até o momento, foram 6.945 notificações suspeitas e 1.220 positivos. A Vigilância Epidemiológica divulgou que, neste ano, foram 12 casos em humanos confirmados.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No ano inteiro de 2011, foram 2.981 casos suspeitos e 613 positivos. Em humanos, foram cinco confirmados e dois óbitos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Veterinário responsável do Secez, Élcio Sanches Júnior, afirmou que os bairros de maior incidência são Estação, Paineiras, Matarazzo e São João.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Élcio falou das ações do município como manejo ambiental pelas equipes do Secez; visitas de casas a casas; busca ativas em humanos; digitação do fluxo de Leishmaniose; notificação de galinheiros na cidade; castração; recolhimento de cães positivos e a Eutanásia nestes casos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Paralelamente, Votuporanga realiza o trabalho científico - "Novas estratégias para o Controle da Leishmaniose Visceral", desenvolvido em parceria com o Instituto Adolfo Lutz (IAL) - SP, Vigilância Epidemiológica - D RS XV de São José do Rio Preto, Sociedade Protetora dos Animais de Votuporanga (Spavo) e Unifev. Assim como o título, o projeto consiste em obter novas estratégias para o controle da doença no município. "A segunda fase começará em agosto", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vale destacar que a Leishmaniose é uma doença transmitida pela picada do mosquito palha, e acomete principalmente o humano e os cães, sendo fatal se não tratada no homem. Já o tratamento no animal acometido é proibido, sendo necessária a Eutanásia.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/YcKAwFoceSw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 20:02:00</pubDate><id>55903</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55903</feedburner:origLink></item><item><title>Valor da carne sob pressão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/UcwD4y9hi1M/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A alta das cotações do milho e da soja pressiona o custo de produção da indústria de carnes, que neste segundo semestre pode rever os planos de confinamentos e reajustar os preços dos produtos no atacado. No caso da pecuária de corte, os insumos mais caros devem comprometer o segundo turno de confinamento de bovinos, reduzindo o número de animais criados em regime de engorda intensiva.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), no Distrito Federal, de maio de 2011 a junho deste ano, já houve uma variação 8,25% do preço carne. Aumento acima da inflação do período.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As criações de frangos e Suínos são as mais afetadas pela alta dos preços dos grãos, mas os criadores podem ajustar a escala de produção, por serem atividades de ciclos mais curtos. Em função do novo cenário, a tendência é de redução no alojamento nas granjas e na produção de matrizes. Uma alternativa, que seria o repasse na venda do produto final, esbarra na demanda, que em época de crise tende a se enfraquecer, com troca por proteínas mais baratas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
José Vicente Ferraz, diretor técnico da consultoria Informa Economics FNP, explica que o repasse da alta das cotações das matérias-primas aos preços finais é imediato nos derivados primários, como óleos, fubá e farelos. No caso dos produtos processados, como carnes e lácteos, leva mais tempo, "porque depende dos estoques de grãos nas indústrias". Eventuais repasses poderão ocorrer, na visão do analista, a partir de outubro, caso o cenário de alta dos preços dos insumos prevaleça.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;DEMANDA NO FIM DO ANO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Um aspecto que deve ser observado é que a demanda por carnes fica mais aquecida nos últimos meses do ano, o que em tese favorece um possível reajuste de preços do produto final. O consumo cresce devido às festas de final do ano e ao recebimento do décimo terceiro salário e de eventuais bonificações. O Zootecnista e analista da Scot Consultoria, Alex Santos Lopes da Silva, explica que a alta das cotações do boi gordo e da carne bovina se dá em novembro e dezembro, período de transição entre o término da entressafra e o início do período das águas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O especialista da Scot lembra que em novembro do ano passado o boi casado chegou a ser negociado no atacado por R$ 6,71/quilo, o maior preço do ano. No segundo semestre de 2011, entre julho e novembro, a alta desta peça foi de 11%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele diz que é difícil prever a que ponto a carne bovina irá se valorizar neste ano. "Temos que ponderar que o confinamento, segundo as expectativas iniciais, deve crescer, embora precise ser revisto o nível de crescimento ", afirmou Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso dos bois de confinamento, a alimentação representa de 25% a 30% do total do custo operacional da atividade, incluindo a aquisição do boi magro. "A alta dos insumos e a queda das cotações futuras da arroba têm preocupado os confinadores. Antes tínhamos uma perspectiva boa para a oferta de animais nesse sistema intensivo, agora não", afirma o presidente da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), Eduardo Alves de Moura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;SAIBA +&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Devido ao ciclo de produção mais curto do que o de bovinos, neste final do ano deve haver uma oferta menor de carne de frango e Suínos ante a uma demanda aquecida por causa das comemorações do período.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Assim como na cadeia de bovinos, o desequilíbrio proporcionaria um aumento de preços das proteínas nos últimos meses do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Oferta já é menor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A Associação Nacional dos Confinadores ainda não revisou a estimativa de crescimento de 13% a 15% no plantel de animais confinados neste ano, mas já conta com um porcentual menor, devido a uma "quebra" de oferta de animais de segundo turno. "O confinamento especulativo - que inclui a compra do boi magro, confinamento, travamento de preço/venda no mercado futuro - não vai acontecer nesse segundo turno. Ou confinamos com uma margem bem apertada ou não confinamos e colaboramos para uma restrição de oferta e, consequentemente, aumentos de preços", diz Moura, ressaltando que a arroba no patamar dos R$ 100 para esses meses seria o ideal. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hoje, contratos que vencem em outubro e novembro têm valores entre R$ 96 e R$ 97/arroba.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O cenário está bem perigoso para os preços das carnes no segundo semestre. Há espaço para o repasse de custos nos valores vendidos ao consumidor, mas neste ano há um limitador: o cenário mais apertado de demanda", ressalta Alves, da MB Agro. Segundo ele, no mercado interno há um endividamento muito alto do consumidor e no mercado externo, uma queda de demanda por conta da crise. "Alguma pressão inflacionária é inevitável, mas será mais contida do que a dos anos anteriores", completa Ferraz, da Informa Economics FNP.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/UcwD4y9hi1M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 20:00:00</pubDate><id>55902</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55902</feedburner:origLink></item><item><title>Mapa aprova iniciativa para melhorar a qualidade do leite no Brasil</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/NCH8aqusGqI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa &amp;ndash; Gado de Leite), firmaram parceria com o Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com os serviços nacionais de aprendizagem Rural (Senar) e Industrial (Senai) para implementar o Programa Alimentos Seguros focado na cadeia produtiva do leite (PAS Leite).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O PAS Leite foi lançado nesta quarta-feira, 25 de julho, em Brasília, na sede do Sebrae Nacional com a presença do ministro interino do Mapa, José Carlos Vaz. Para ele, a parceria é uma oportunidade da Embrapa apresentar, mais uma vez, para a sociedade e para o agronegócio brasileiro um produto da sua eficiência na geração de tecnologias. &amp;ldquo;A iniciativa vai possibilitar o acesso dos produtores rurais a informações e a um programa de capacitação para que eles possam se adequar à regulamentação do Ministério da Agricultura, atinentes à segurança e a qualidade do leite&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A proposta do Sebrae oferece as condições adequadas para que os produtores e os laticínios atendam aos requisitos do mercado e da legislação nacional, contidas na Instrução Normativa nº 62/2011 do Mapa. O Programa será implantado para melhorar a qualidade do produto no Brasil, permitindo também o aumento de renda no campo. &amp;ldquo;É uma oportunidade de o Governo se aproximar do setor produtivo de leite, seja a parte rural ou a parte industrial, e mostrar quais são as diretrizes da gestão do ministro Mendes Ribeiro&amp;rdquo;, completou José Vaz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O PAS Leite está disponível para implantação em todo o território nacional. As indústrias, cooperativas, associações, grupos e ou produtores que tiverem interesse em aderir ao programa deverão entrar em contato com o Sebrae, Senar, Senai em seu estado ou com a Embrapa - Gado de Leite.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Legislação&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A Instrução Normativa nº 62 entrou em vigor em 1º de janeiro de 2012 e prevê parâmetros para a qualidade do leite como Contagem Bacteriana Total (CBT) e Contagem de Células Somáticas (CCS). O texto atualizou as exigências da IN nº 51/2002, que norteou a proposta do Plano Nacional de Melhoria da Qualidade do Leite.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/NCH8aqusGqI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.b</author><pubDate>26/07/2012 00:00:00 15:49:00</pubDate><id>55752</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55752</feedburner:origLink></item><item><title>Mapa: controle da febre aftosa nas Américas é discutida em Santiago, no Chile</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/T3kLHuHlTmM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A situação da febre aftosa na América do Sul foi pelo Brasil e outros países do continente durante a 12&amp;ordf; Reunião do Comitê Hemisférico para a Erradicação da Febre Aftosa (COHEFA 12), nesta terça-feira, 24 de julho, em Santiago (Chile). Durante o encontro, representantes das sub-regiões do COHEFA 12 discutiram a situação regional da doença e os compromissos de ações para implementar o Plano de Ação 2011-2020 do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), assumidos em 2010.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi representado no encontro pelo diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) e atual presidente do Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul (CVP), Guilherme Marques. A reunião é organizada pelo Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa) e pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No dia anterior, também em Santiago, ocorreu a segunda reunião ordinária do CVP em 2012. No evento foram apresentados relatórios de avaliação regional sobre saúde animal e discutidos temas da 2&amp;ordf; Conferência Mundial sobre Febre Aftosa da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês), que ocorreu em Bangcoc (Tailândia), no mês de junho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;COHEFA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O Comitê foi criado em 1987 pelos países das Américas, a fim de garantir a decisão política, identificar estratégias, linhas de ação e gerir recursos para cumprir as metas estabelecidas no PHEFA. A composição do COHEFA inclui representantes de setores público e privado, divididos em sub-regiões: Amazônica, Andina, Caribe, Cone Sul, América Central e América do Norte.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/T3kLHuHlTmM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>26/07/2012 00:00:00 14:49:00</pubDate><id>55751</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55751</feedburner:origLink></item><item><title>Alvo para combater a leishmaniose é identificado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/EeKp1W4xeLk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O uso de antimoniais pentavalentes é considerado caro, tóxico e ineficaz no atual tratamento da leishmaniose, doença crônica causada por protozoários do gênero Leishmania.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A leishmaniose é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma das chamadas &amp;ldquo;doenças negligenciadas&amp;rdquo;, por atingir populações pobres de países em desenvolvimento e, por isso mesmo, não receber a devida atenção da indústria farmacêutica para pesquisa de novos medicamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um estudo realizado por pesquisadores do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com cientistas do Departamento de Microbiologia Molecular da Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, pode contribuir para o desenvolvimento de um novo fármaco que possa impedir que o parasita causador da doença infecte e se prolifere em humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores demonstraram pela primeira vez a importância da localização de uma enzima dentro do glicossoma &amp;ndash; organelas exclusivas da família dos tripanosomatídeos, a qual as Leishmanias pertencem &amp;ndash; do parasita causador da doença, que pode ser um potencial alvo para impedir o crescimento do protozoário.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados da pesquisa, apoiada pela FAPESP por meio de um Projeto Temático, foram publicados na revista PLoS One.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados também foram apresentados em uma conferência realizada no dia 22 de julho durante a 64&amp;ordf; Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada até o dia 27 no campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos últimos anos, o grupo de pesquisadores da USP tem se dedicado a entender como o parasita causador da leishmaniose se relaciona com o homem e quais materiais utiliza para assegurar sua sobrevivência ao infectar um hospedeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um desses materiais identificados pelos pesquisadores de diferentes países que estudam a doença é a arginase &amp;ndash; enzima de uma via metabólica das Leishmanias que é fundamental para o crescimento do parasita e está compartimentada em seu glicossoma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na pesquisa realizada em parceria com cientistas dos Estados Unidos, foi demonstrada que a compartimentalização adequada da arginase no glicossoma da Leishmania amazonensis é importante para a atividade e para possibilitar que o parasita infecte o hospedeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Demonstramos que a localização da arginase é importante dentro da fisiologia celular do parasita&amp;rdquo;, disse Lucile Maria Floeter-Winter, professora do IB e coordenadora do projeto, à Agência FAPESP.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Floeter-Winter, as constatações feitas no estudo abrem a possibilidade de se interferir no ciclo da doença, utilizando um novo medicamento que consiga inibir a enzima do parasita, por exemplo, de modo a interromper a infecção.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A descoberta mais importante deste estudo foi identificar a importância da localização da arginase, que é um alvo importante para impedir que o parasita cresça em mamíferos&amp;rdquo;, avaliou Floeter-Winter.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Inibir a arginase&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O parasita da leishmaniose é transmitido ao homem por insetos vetores conhecidos como flebotomíneos, como o mosquito-palha, que, ao picar um mamífero para se alimentar de seu sangue, injeta nele o protozoário na forma promastigota (com um flagelo longo).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para combater o parasita, o organismo humano e de outros mamíferos infectados recrutam células de defesa do sangue, conhecidas como macrófagos, para interceptá-los. Porém, o protozoário consegue se multiplicar no interior dos macrófagos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao romper, os macrófagos liberam essas células na forma amastigota (sem flagelo), que migram pelo corpo humano ou do animal à procura de um tecido onde possam se multiplicar e se estabelecer. E, ao picar um humano ou animal infectado, o mosquito flebotomíneo se infecta pelo parasita, fechando o ciclo da doença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Floeter-Winter, para que possa ser mais eficaz do que os tratamentos utilizados, uma nova droga para combater a leishmaniose deverá percorrer todo essa trajetória de desenvolvimento do parasita e, por conseguinte, da enzima arginase.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Como essa enzima está compartimentalizada dentro do glicossoma, do parasita na forma amastigota, do fagolissomo (lisossomo que realiza fagocitose) e dentro do macrófago, uma nova droga ou fármaco para leishmaniose deverá fazer todo esse percurso para inibir a arginase: atravessar a membrana do macrófago, do fagossomo, do parasita e do glicossoma. E isso representa um caminho árduo&amp;rdquo;, avaliou.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/EeKp1W4xeLk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 18:34:00</pubDate><id>55659</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55659</feedburner:origLink></item><item><title>Rigor marca início da inspeção russa no RS</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/DmQ5noP5CmQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma comitiva de técnicos russos começou ontem a vistoriar oito frigoríficos no Estado, entre eles, dois em Lajeado. Haverá inspeção em unidades de abate de Suínos, bovinos e Aves em outros seis municípios. Hoje, as paradas serão em Santa Rosa e Garibaldi. O país está há 13 meses sem vender para a Rússia, destino de 70% das exportações. Segundo o responsável pelo Serviço de Inspeção Federal da BR Foods, Everton Fauth, a equipe passou o dia verificando o funcionamento da indústria e a documentação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Minuciosos, conferiram o processamento de carne, o fluxo de pessoas, de produtos, execução de normas sanitárias e de higiene. Como normalmente acontece neste tipo de missão, em que está em jogo a reabilitação, os russos não se manifestaram sobre suas impressões em relação à inspeção. Conforme Fauth, após passar por todas as plantas industriais previstas no Estado, os integrantes da missão russa irão se reunir com equipe técnica do Ministério da Agricultura, em Brasília, para apresentar seus pareceres. A expectativa é que o relatório final decida sobre o fim do embargo imposto ao Brasil ou pela liberação de exportações. "Eventualmente, eles poderão desabilitar um e outro frigorífico e liberar a venda de carne entre Brasil e Rússia."&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/DmQ5noP5CmQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 18:32:00</pubDate><id>55658</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55658</feedburner:origLink></item><item><title>Cães terapeutas: veja como eles auxiliam na saúde e no bem-estar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/SdJjcpS-ynA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Alegres, inteligentes, companheiros e, acima de tudo, dotados de uma qualidade que nós, humanos, ainda não fomos capazes de desenvolver: dispostos a amar incondicionalmente a qualquer um, independente da aparência física, estado psicológico ou humor. Os cachorros são assim mesmo - vão chegando e distribuindo afeto ao menor sinal de interação. E é com base neste comportamento que a Terapia Assistida por Cães auxilia na recuperação de diversos públicos, como crianças internadas, com distúrbios psicológicos ou cognitivos, idosos em asilos e dependentes químicos em reabilitação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diretor técnico da TAC (Terapia Assistida por Cães), Vinicius Ribeiro, explica que a técnica é muito difundida em outros países, especialmente nos Estados Unidos e Europa, em países como Itália, Bélgica, Alemanha e Espanha. No Brasil, ele observa que o trabalho vem crescendo, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Vinicius afirma também que o cão é o animal mais utilizado para este tipo de trabalho por ser mais adaptável. &amp;ldquo;Ele é o animal mais próximo do ser humano, é fácil de adestrar e transportar. Ele entra como motivador para as praticas terapêuticas&amp;rdquo;, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O profissional reforça que já existem estudos que comprovam benefícios fisiológicos no ser humano quando em contato com os animais. Na TAC, os bichinhos atuam com uma equipe multidisciplinar, com fisioterapeutas, psicólogos, adestradores e outros profissionais, com o objetivo de trabalhar as relações afetivas entre paciente e animal, visando a melhoria do bem-estar. Entenda um pouco mais do trabalho e os benefícios para alguns tipos de público.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Crianças&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Vinicius conta que o trabalho na TAC com crianças pode ser feito de duas formas &amp;ndash; ou como visitas, ou como parte de uma terapia. O ato de brincar com os animais facilita o desenvolvimento de questões psicológicas e a estimulação cognitiva. &amp;ldquo;Ele é o motivador, vai transformar uma sessão em algo mais lúdico, quebrando o gelo entre o paciente e o terapeuta&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele ressalta que no caso das crianças internadas, o grande benefício é a quebra do ambiente frio, hospitalar e pouco acolhedor. &amp;ldquo;As crianças com câncer podem melhorar a imunidade, e as questões emocionais; as cardíacas, acabam tendo uma redução da pressão arterial; crianças com distúrbios psiquiátricos têm uma aproximação ao nosso mundo real e melhoras do quadro de depressão; as autistas melhoram a sociabilização, a partir da interação com os cães", analisa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tatiane Ichitani, coordenadora do Projeto Cão Terapeuta da ONG Cão Cidadão, também vê na prática a melhora de crianças em situação de vulnerabilidade social, que na maioria das vezes desenvolvem problemas psicológicos decorrentes de traumas experienciados nos primeiros anos de vida. &amp;ldquo;O foco principal é trabalhar a inclusão. O maior papel do cachorro é o vínculo que se cria, porque é muito difícil ter uma criança que não goste de bicho e os cães gostam da pessoa independente do que ela é.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ela relembra a história de uma criança que, por ter um grave problema de descamação na pele, se tornou tímida e não conversava com ninguém. &amp;ldquo;Quando ele cumprimentava as pessoas, não olhava na cara. Até que ele percebeu que o cachorro lambia a cara dele mesmo assim. Três ou quatro visitas depois, começamos a ser recebidas por ele com abraço e beijo&amp;rdquo;, ressaltou, acrescentando que o tratamento auxilia também na recuperação da autoestima.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Idosos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Muitos dos idosos que são institucionalizados têm muitas perdas de uma só vez, como a capacidade física, cognitiva, de amigos da mesma idade e da sociedade, conforme observa Vinicius. &amp;ldquo;Com essas perdas, eles têm um isolamento afetivo. Afinal, &amp;lsquo;para que vou me ligar emocionalmente à pessoa que esta do meu lado se ela pode falecer?&amp;rsquo;. O cachorro consegue trazer um ganho afetivo sem nenhuma perda&amp;rdquo;, observa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com isso, o benefício mais visível é a motivação. &amp;ldquo;Por meio desse afeto conseguimos fazer intervenções terapêuticas como &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a pedagogia para trabalhar a memória, e a &lt;a href="http://www.psicologiavirtual.com.br"&gt;&lt;strong&gt;psicologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para lidar com a questão das perdas. O cachorro resgata a motivação de viver&amp;rdquo;, pontua.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tatiane concorda que os ganhos para a faixa etária da melhor idade são muitos. &amp;ldquo;Eles decoram os nomes de todos os animais e sentem falta quando algum não vem. Até o relacionamento deles melhora, quem nunca conversava acaba interagindo por causa do cachorro&amp;rdquo;, conta.   &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; Pré-requisitos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;De acordo com os entrevistados, não existem raças mais propensas ao trabalho de cão terapeuta, no entanto, todos precisam preencher alguns pré-requisitos. Tatiana explica que o ideal é que sejam adultos, castrados, dóceis e sociáveis. Vinicius lembra também que além de uma pré-avaliação para análise comportamental, eles passam por um treinamento para não agir agressivamente em hipótese nenhuma e não ter nenhum tipo de medo excessivo, pois isso aumentaria o estresse do animal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na Cão Cidadão, existem cerca de 50 cães terapeutas atuantes. Donos de cachorros interessados em participar podem mandar um e-mail para caoterapeuta@caocidadao.com.br. &amp;ldquo;O voluntário também participa ativamente dos projetos e de reuniões para entender o público e como se comportar&amp;rdquo;, enfatiza.  &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Histórias felizes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Vinicius se lembra de uma história vivenciada em projeto em parceria com o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. &amp;ldquo;Temos uma criança autista que hoje está bem mais sociável, consegue brincar com as outras crianças, interagir e entender a dinâmica familiar melhor&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já no Projeto Equilíbrio, a história de sucesso é a do comerciante Gastão Cervi Machado, 37, que está internado na Casa Ágape há cerca de três meses para se livrar do vício do crack. Ele conta que quando a cadelinha Ester chegou à instituição, alguns profissionais disseram que ela não tinha o perfil para cão terapeuta. &amp;ldquo;Só que eu já tinha criado um vínculo com ela em apenas dez minutos de conversa. Senti que estava acontecendo com ela o que aconteceu comigo várias vezes, pessoas me dizendo que eu não era capaz&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hoje, ele acredita que a amizade com a cachorrinha e o trabalho de educação que está ajudando a desenvolver são a válvula de escape para a reinserção na sociedade, para ambos. &amp;ldquo;Ela também está lutando para voltar para a sociedade.  O que procuramos na droga é o prazer, que hoje, consigo encontrar através dos animais&amp;rdquo;, comemora. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/SdJjcpS-ynA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>fisioterapia.com</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 18:29:00</pubDate><id>55657</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55657</feedburner:origLink></item><item><title>Animais de estimação também precisam de um programa de condicionamento físico</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/xcJq27anPdg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O estilo de vida do animal de estimação geralmente é o mesmo do dono. Assim, do mesmo jeito que os médicos recomendam exercícios físicos aos humanos para uma vida mais saudável e feliz, os veterinários também indicam o mesmo para os pets. E a recomendação não é apenas para os animais de competição. Com os estímulos físicos e mentais adequados, eles ganham mais qualidade de vida e, de quebra, previnem doenças. Segundo a especialista em condicionamento animal Ana Cláudia Veríssimo, cães e gatos devem ser inseridos desde cedo em um programa de de condicionamento físico.Praticar atividades físicas diariamente faz dos bichinhos animais mais felizes, exatamente como acontece com os humanos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Passear por cerca de uma hora, entre caminhadas leves e corridas, faz com que a agitação diminua. "A tranquilidade do pet aumenta, deixando-o mais feliz. E isso ajuda a controlar problemas recorrentes como latido e agitação, por exemplo", diz a especialista. É importante que pequenos passeios sejam feitos regularmente, para que seja gasta toda energia acumulada. "Quando o animal pratica atividades regularmente, ele já não tem mais condições de ser tão &amp;acute;elétrico&amp;acute;, controlando também a personalidade do pet", diz.É fundamental que o animal, antes de qualquer exercício físico, esteja bem alimentado e bem hidratado, fazendo com que todas as atividades rendam mais. "Ter esse tipo de cuidado faz com que o processo seja mais prazeroso para o animal, deixando tudo mais divertido e fácil", explica Ana. O fator recompensa também deve ser aplicado. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Cada vez que você jogar uma bolinha para o cão e ele for buscar, na volta dê algo que ele gosta, como uma comidinha ou carinho", completa.Além de atividades físcias, outras formas de gastar energia também bastante indicadas para os animais são os brinquedos. Mais do que diversão, eles também podem ser usados para melhorar os sentidos do animal, como visão, tato e olfato."Os mais indicados inicialmente são que têm comida dentro. É uma forma de estimular o pet para que ele explore o objeto", explica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A execução desse tipo de condicionamento faz com que os bichinhos estejam sempre em movimento, se exercitando mesmo quando o dono não está por perto.Ao enfrentar problemas com a yorkshire de um ano e dois meses Lana, o engenheiro Salomão Barros, 47 anos, resolveu buscar ajuda de um especialista. "Ela sempre foi muito agitada, mas não praticava exercícios de forma correta. Por isso chamamos um profissional", diz. Hoje, três meses após iniciar os trabalhos, todos na casa já notam uma diferença. Sentimos uma melhora incrível. Hoje, ela se dá bem com as pessoas, vive uma vida mais saudável e nunca adoeceu".&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/xcJq27anPdg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 16:30:00</pubDate><id>55581</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55581</feedburner:origLink></item><item><title>Conheça as regras para o transporte de animais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/DDunlRz2zIk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A forma de acomodação dos animais de companhia é definida pelas empresas aéreas, portanto é importante verificar as regras de cada empresa. O transporte de animais domésticos pode ser feito em caixas apropriadas, junto com o proprietário, ou no porão da aeronave.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A TAM permite que o animal viaje na cabine de passageiros desde que ele vá dentro de um kennel (espécie de contêiner) e o peso do bicho e o do contêiner não excedam 10 kg. O kennel deve ter espaço suficiente para que o animal dê uma volta completa em torno de si mesmo. O serviço não está incluído no preço da passagem e a solicitação e a consulta de preços devem ser feitas com antecedência. Muitas vezes, o valor do transporte é equivalente ao de um segundo bilhete. Segundo a fórmula matemática usada pela companhia para a cobrança, o dono de um animal de 10 Kg (peso do bicho+peso da caixa) e que tenha adquirido uma passagem por R$ 100 precisaria pagar mais R$ 90,50.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na Gol, os animais com menos de 30kg (peso do bicho + peso do kennel) podem ser transportados no mesmo voo dentro de uma cabine pressurizada específica para animais. Caso o animal e a caixa de transporte juntos somem mais de 30 kg, ele deverá ser transportado como carga. A Gol não transporta animais de focinho curto, como cães das raças lhasa apso, shih tzu e pug. A empresa também cobra taxa extra para o transporte. Ambas recomendam que as solicitações de transporte sejam feitas antecipadamente pelo cliente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Viagens internacionais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Exige o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), documento expedido gratuitamente em um dos postos do Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) distribuídos nos aeroportos do país. Para emissão de CZI, deverão ser apresentados os seguintes documentos: carteira de vacinação, com a vacinação antirrábica em dia e assinatura do Médico Veterinário responsável; atestado de saúde datado, assinado e carimbado com o nome do Veterinário e o respectivo número de registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária; e Requerimento para Fiscalização de Animais de Companhia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Alguns países apresentam exigências específicas e declarações adicionais no Atestado de Saúde. Também é importante lembrar que a documentação precisa ser atual. O atestado de saúde do animal, por exemplo, precisa ser emitido pelo Veterinário até três dias antes da visita a uma unidade Vigiagro.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/DDunlRz2zIk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 16:29:00</pubDate><id>55580</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55580</feedburner:origLink></item><item><title>Governo autoriza medicamento genérico e similar para uso veterinário</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/MFgJzG7MoCg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O governo federal decidiu autorizar o registro, a prescrição e o uso de medicamentos genéricos e similares por animais no país. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (20).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A lei 12.689, de 19 de julho, vale para substâncias químicas, biológicas ou geneticamente modificadas encontradas em remédios, vacinas, antissépticos, aditivos, produtos para embelezamento e itens de aplicação ambiental, como pesticidas e desinfetantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nova medida diz que essas drogas veterinárias podem ser usadas individual ou coletivamente, de forma direta ou misturada a alimentos, para prevenir, diagnosticar, tratar ou curar doenças.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Todos os produtos farmacêuticos genéricos ou similares devem ter sua eficácia, segurança e qualidade comprovadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que deverá coletar amostras desses compostos e também vai se encarregar da fiscalização.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os medicamentos genéricos são representados por seu princípio ativo e custam menos que os chamados "de referência", pois não têm marca. Os similares também são mais baratos, mas informam um nome fantasia e o composto ativo, após o vencimento da patente do laboratório que a detém. Ao contrário do genérico, o similar pode não ser "bioequivalente" ao produto de referência, ou seja, igual quanto a efeitos, segurança e eficácia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ambos os remédios, porém, devem ter os mesmos princípios ativos, indicação terapêutica, concentração, forma, via de administração (oral, injetável ou para passar na pele) e dosagem que os de marca. Mas podem se distinguir em características como tamanho, formato, embalagem, rotulagem, prazo de validade e substâncias usadas na fórmula para "ligar" ou dissolver outras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além da comercialização de medicamentos genéricos por animais, a resolução federal fala sobre a promoção de programas técnico-científicos para melhorar a qualidade e a eficácia dos remédios veterinários no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/MFgJzG7MoCg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 16:27:00</pubDate><id>55579</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55579</feedburner:origLink></item><item><title>Cachorros imitam movimentos dos donos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/PpM9I2C0JRE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;De acordo com um estudo, os cachorros automaticamente imitam os movimentos dos seus donos. Para os humanos, essa imitação automática é parte crucial do processo de aprendizagem social. E agora, pesquisadores austríacos descobriram que o fenômeno, de observar o movimento do corpo do outro fazendo com que o observador se mova da mesma maneira, é evidente em muitos outros animais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo também sugere que a maneira pela qual as pessoas interagem e brincam com seus cães enquanto eles estão crescendo ajuda a formar a sua capacidade de imitar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, para os cães isso não é uma coisa espontânea. Eles precisam de muito treinamento para aprender a imitar. &lt;br /&gt;
A equipe investigou a imitação dos cães através de experimentos simples. Os proprietários demonstraram como abrir uma porta usando a mão ou a boca. Quando eles utilizaram a mão, o cão tinha que abrir a porta com a pata para receber uma recompensa. Quando eles abriram a porta com a boca, o cão tinha que usar a mesma técnica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já um segundo grupo de cães tinha que aprender a usar o método alternativo, ou seja, se o proprietário abriu a porta com a mão, o cão tinha que usar a boca, e vice-versa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cães que tinham que imitar a mesma ação, realizando-a como seu proprietário fez, aprenderam a tarefa muito mais rapidamente. Isso mostrou que os cães tinham uma predisposição para imitar a mão de seus donos, relacionando-a com a pata, e os movimentos da boca, relacionando-a com o focinho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores observaram que, porque os cães têm formas de corpo muito diferentes das pessoas, eles também tiveram de interpretar o que viam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Este tipo de aprendizagem tem óbvias vantagens evolutivas para os animais. Eles podem aprender sobre determinados aspectos da vida sem ter que ser por tentativa e erro, que sempre vem com algum risco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nova evidência suporta a teoria de aprendizagem que sugere que um sistema de &amp;ldquo;neurônios espelho&amp;rdquo; e a capacidade de imitar são formados de acordo com o aprendizado e desenvolvimento do animal, ao invés de este sistema ser inato.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/PpM9I2C0JRE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 18:18:00</pubDate><id>55450</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55450</feedburner:origLink></item><item><title>Cães espertos conversam para achar comida</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/hcmEk1xu5j4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Eles podem não ter tantas preocupações na hora de escolher a comida, mas os cães decidem onde procurar a comida cheirando o hálito dos outros. Quando foram desafiados a achar uma comida escondida, cachorros domésticos procuraram o conselho de companheiros com a mesma missão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Este comportamento é comum no mundo animal. Ratos, galinhas e macacos são algumas das criaturas conhecidas por ter amigos e familiares que os direcionam a refeições nas proximidades. Chimpanzés costumam bater no ombro ou apontar com os olhos dos outros para levá-los até a comida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um dos exemplos mais conhecidos deste comportamento é das abelhas, que avisam a suas companheiras da colméia onde encontrar néctar através de uma dança coreografada. Estas evidências mostram que cães domésticos também deveriam aprender onde encontrar comida através da comunicação com seus companheiros, mas ainda faltavam provas para isso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Clive Wynne, psicóloga da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, afirma que, porque os cachorros têm o costume de enterrar a comida, &amp;ldquo;é vantajoso para eles prestar atenção onde outro cachorro encontra uma comida e depois ir atrás dela&amp;rdquo;. Para verificar se os cães realmente fazem isso, Marianne Heberlein, do Instituto de Zoologia de Zurique, na Suíça, colocou cachorros para procurar por comida atrás de barreiras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cachorros tinham sido mostrados onde a comida estava, então eles sempre iam ao mesmo lugar. Entretanto, para alguns dos 13 cachorros pesquisados, Heberlein tirou a comida do lugar, e o cão não achou nada para comer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cachorros que foram enganados e os que encontraram a comida puderam interagir com 11 cães de um segundo grupo, que não sabiam onde a comida estava. Às vezes eles cheiravam o focinho dos outros. Cada um dos cachorros do segundo grupo então procurava por comida atrás das barreiras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se o primeiro cão não tinha tido sucesso na sua busca, o Segundo não mostrava preferência de cantos. Entretanto, quando o primeiro havia encontrado a comida em um canto, o outro ia procurar a comida no mesmo lugar &amp;ndash; principalmente se o cão tivesse cheirado o hálito do outro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isto sugere que o segundo cachorro baseava sua busca no fato de ter ou não sentido cheiro de comida no hálito do outro, diz Heberlein. &amp;ldquo;É um estudo inteligente, e mostra um aspecto do comportamento, e não apenas do ponto de vista do cão&amp;rdquo;, afirma Wynne. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/hcmEk1xu5j4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 18:14:00</pubDate><id>55449</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55449</feedburner:origLink></item><item><title>Porque os cachorros adoram um osso</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/terd7b3XIzk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Muitos j&amp;aacute; sabem que os c&amp;atilde;es s&amp;atilde;o descendentes dos lobos. Ambos fazem parte do grupo dos can&amp;iacute;deos (assim como a raposa e o coiote). H&amp;aacute; 34 esp&amp;eacute;cies de can&amp;iacute;deos, e apenas uma delas &amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de lobo &amp;ndash; o lobo cinzento. Essa esp&amp;eacute;cie &amp;eacute; dividida em v&amp;aacute;rias subesp&amp;eacute;cies, sendo o cachorro dom&amp;eacute;stico uma delas (os Rexs e Lulus que moram em nossas casas).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O pesquisador Jo&amp;atilde;o Munoz-Doran e seus colegas da Universidade Nacional da Col&amp;ocirc;mbia criaram uma &amp;ldquo;&amp;aacute;rvore geneal&amp;oacute;gica&amp;rdquo; canina, reconstituindo as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre cada uma das mais de 300 esp&amp;eacute;cies de c&amp;atilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por conta da diferen&amp;ccedil;a de dieta entre eles, os c&amp;atilde;es foram classificados como carn&amp;iacute;voros, hipercarn&amp;iacute;voros (animais que comem mais de 70% de carne) e on&amp;iacute;voros (animais que comem carne e vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o). Os ancestrais dos lobos modernos pertencem ao grupo hipercarn&amp;iacute;voro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Oito milh&amp;otilde;es de anos atr&amp;aacute;s, menos florestas e mais ambientes abertos surgiram na regi&amp;atilde;o onde os lobos viviam (&amp;Aacute;sia, Europa e Am&amp;eacute;rica do Norte). As presas grandes passaram a andar juntas, e a &amp;uacute;nica maneira que os can&amp;iacute;deos que vagavam pelas plan&amp;iacute;cies tinham de arrebat&amp;aacute;-las era se trabalhassem juntos tamb&amp;eacute;m; ou seja, em bandos, ou alcateias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse comportamento de grupo foi, gradualmente, moldando as caracter&amp;iacute;sticas dos lobos, como a press&amp;atilde;o nos seus cr&amp;acirc;nios, que levou a mand&amp;iacute;bulas mais fortes e dentes maiores, para que eles tivessem mais sucesso em comer a presa. Essas caracter&amp;iacute;sticas foram passadas adiante atrav&amp;eacute;s das gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com essas mand&amp;iacute;bulas e m&amp;uacute;sculos mais fortes, eles conseguiam mastigar mesmo os ossos mais resistentes das presas maiores. Com o tempo, se tornaram &amp;ldquo;hipercarn&amp;iacute;voros&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os c&amp;atilde;es de hoje, descendentes desses animais, possuem as mesmas caracter&amp;iacute;sticas. Sendo assim, eles s&amp;atilde;o evolutivamente condicionados a &amp;ldquo;curtir um osso&amp;rdquo;. Ent&amp;atilde;o porque n&amp;atilde;o?&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/terd7b3XIzk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 17:32:00</pubDate><id>55445</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55445</feedburner:origLink></item><item><title>Seu cachorro sabe quando você está triste?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/8WDuWQce0zQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem aqui tem um cachorro de estimação provavelmente sabe que o animal é mais inteligente e emocional do que a maior parte das pessoas pensa. Isso porque sempre dizemos que o cachorro nos &amp;ldquo;entende&amp;rdquo;, sabendo quando estamos tristes, felizes ou passando por outros estados emocionais. E agora um estudo afirma que, realmente, os cachorros têm uma reação quando estamos chorando. A questão ainda a ser respondida é se isso é por empatia. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O espectro do estudo foi pequeno, incluindo 18 cães. A pessoa passava pelo animal em duas situações, chorando ou cantarolando. No fim, a maioria &amp;ndash; 15 cachorros &amp;ndash; se dirigiu até a pessoa quando essa estava mal, e apenas seis deles quando ela parecia bem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O fato dos cachorros diferenciarem entre o choro e o canto indica que a reposta dada ao choro não foi movida puramente pela curiosidade. Mas sim que isso gerou um apelo emocional maior nos cachorros e provocou uma reposta diferente do canto ou da conversa&amp;rdquo;, afirma a pesquisadora e psicóloga, Deborah Custance.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além dos cachorros irem ao encontro da pessoa que chorava, treze dos quinze se aproximaram de maneira submissa, abaixando o rabo e a cabeça. Não é possível comprovar que isso seja uma atitude empática, mas parece que os animais sabem mesmo quando o dono não está bem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro estudo recente comprovou que, no que toca ao entendimento canino e humano, os cachorros são melhores até do que os chimpanzés, que são nossos parentes mais próximos. A ideia da pesquisa era uma pessoa apontar um objeto para o animal, tanto para o cachorro quanto para o macaco, e aguardar que ele o trouxesse. O teste foi feito com gatos também, e apesar de alguns deles se mostrarem &amp;ldquo;melhores amigos do homem&amp;rdquo;, os cachorros ainda mantém sua posição de liderança.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E os resultados dependeram da raça do cão, em ambos os estudos. No caso do primeiro, foram usados labradores, retrievers e outras raças comuns. No segundo, foram usados tipos diferentes de cachorros, entre caçadores e domésticos. As raças domesticadas acabaram sendo melhores. Isso prova é que importante saber a genética do cachorro que se está lidando.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/8WDuWQce0zQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 17:30:00</pubDate><id>55444</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55444</feedburner:origLink></item><item><title>A Cura da alergia a gatos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/EC4IzPI0PQU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se o seu sonho sempre foi ter um gatinho, mas a bendita alergia não deixava, não se preocupe: uma nova vacina pode curar a alergia a gatos acabando com os espirros e o problema da coriza. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tratamento ainda não está disponível, mas os pesquisadores responsáveis disseram que os estudos mostram que a vacina é segura e eficiente em diminuir reações alérgicas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hoje em dia, a única saída para os alérgicos é ficar longe de gatos ou tomar várias injeções com alérgenos para o corpo desenvolver alguma tolerância. Mas o processo pode levar anos, segundo o alergista Mark Larche, da McMaster University (Canadá), que participou da pesquisa. Ele e seus colegas desenvolveram a vacina isolando a proteína desprendida pelos gatos que causa a reação. Em seguida, eles usaram amostras de sangue de pessoas com alergia a gato para determinar qual segmento da proteína se liga e ativa as células de imunização.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores, então, criaram versões sintéticas destes segmentos, chamados peptídeos. A vacina é feita de uma mistura de sete destes peptídeos. A ideia é que o sistema imunológico irá encontrar este filamento de peptídeos, que encaixaria nas células dele e este o reconheceria como inofensivo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um teste preliminar realizado com 88 pacientes não teve efeitos colaterais sérios, segundo os cientistas. Uma única injeção reduziu reações inflamatórias na pele em 40%. A vacina está sendo desenvolvida pela Adiga Life Sciences, uma empresa da McMaster University, em parceria com uma empresa particular de biotecnologia, Circassia. As duas vão continuar os testes com um grupo maior para determinar qual a dose ideal.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/EC4IzPI0PQU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 17:28:00</pubDate><id>55443</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55443</feedburner:origLink></item><item><title>Grupo voluntário treina cães para resgate em Santa Maria, RS</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/8VRxR6ypWFo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um cão bem treinado pode salvar vidas. É o que diz a Associação Voluntária de Cães de Busca e Resgate de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A entidade treina animais para atuar na procura de vítimas de desastres como incêndios, desabamentos e soterramentos, conforme mostra reportagem da RBS TV (veja no vídeo ao lado). &amp;ldquo;Todos tinham seu cão, aí começamos a desenvolver o trabalho de busca e resgate de pessoas&amp;rdquo;, diz o bombeiro Ademir Paulo Shuster.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No início do 'curso', os treinadores usam um brinquedo para atrair os animais. Com o objeto, são ensinados a achar pessoas. &amp;ldquo;Primeiro ele vai atrás do brinquedo e depois encontra qualquer pessoa, mesmo que não esteja com brinquedo. Ou seja, não é só pelo odor do brinquedo que ele acha a pessoa&amp;rdquo;, diz o professor aposentado Dartanhan Figueiredo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em novembro do ano passado, um cachorro e uma cadela de integrantes da associação encontraram os corpos de dois funcionários que morreram soterrados após o desabamento de um silo carregado com soja. O acidente ocorreu em uma indústria de cereais em Júlio de Castilhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Dartanham afirma que o olfato dos cães os torna eficientes na busca a pessoas. Usando o focinho, o animal é capaz de perceber se uma pessoa está parada ou em movimento. &amp;ldquo;O cão fundamentalmente se comunica com o mundo através do olfato. O cão passa a reconhecer o odor de uma pessoa em repouso, porque nosso odor é diferente em repouso ou em movimento. É justamente em função disso que ele identifica a vítima&amp;rdquo;, explica o professor.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/8VRxR6ypWFo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:13:00</pubDate><id>55357</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55357</feedburner:origLink></item><item><title>Em MS, as pastagens estão verdes e o custo para manter o gado diminuiu</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/BHHmpbwPTcg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os pastos estão bonitos, na medida certa para o gado. Em pleno mês de julho os animais comem com fartura, um inverno atípico em Mato Grosso do Sul.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, do dia 21 de junho em diante, choveu só na região de Campo Grande por volta de 244 milímetros, cenário que muda toda a dinâmica no campo. O pasto está mais verde, nutritivo, o gado permanece mais tempo na invernada e isso significa economia para o produtor rural.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na fazenda Canga, em Campo Grande, os 1.200 hectares de pasto estão bem formados. As 1.200 cabeças de gado estão com peso acima da média para esta época. Alguns animais estão com quase 350 quilos, 40 a mais para o período.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O gado ainda vai pastar muito por lá, o que significa mais dinheiro no bolso do pecuarista e um inverno para se comemorar.&lt;br /&gt;
Alexandre Angiova, engenheiro agrônomo da Embrapa Gado de Corte, explica que este será um ano praticamente sem entressafra no estado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Nós temos um período seco, razoavelmente longo, de quatro a cinco meses. Ano passado a seca foi maior, chegando a sete meses, que é o período, então, que o pasto para de crescer e o pasto acumulado vai secando e vira um feno em pé, que pode ser utilizado para estratégia de &lt;a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;nutrição&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; animal, como por exemplo, suplementação a pasto. Este ano, nada disto foi necessário. Quer dizer, as pastagens continuam crescendo, apesar de um crescimento lento por causa do frio, mas tem forragem. Isso faz com que o produtor consiga continuar manejando as pastagens sem utilizar muito as estratégias de suplementação".&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/BHHmpbwPTcg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:11:00</pubDate><id>55356</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55356</feedburner:origLink></item><item><title>Animais de estimação ganham pet motel para namorar em MG</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/b_lbajBjztM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os animais de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o em alta, e os mimos para agradar os bichinhos parecem n&amp;atilde;o ter limites. De olho neste segmento mercadol&amp;oacute;gico, o empres&amp;aacute;rio Fabiano Loures, de 26 anos, acabou de inaugurar no bairro Gutierrez, na Regi&amp;atilde;o Oeste de Belo Horizonte, um pr&amp;eacute;dio com oito andares lotados de artigos e servi&amp;ccedil;os para c&amp;atilde;es, gatos, p&amp;aacute;ssaros, roedores e peixes. Ao todo s&amp;atilde;o 2,4 mil metros quadrados e 60 funcion&amp;aacute;rios, entre veterin&amp;aacute;rios, zootecnistas e bi&amp;oacute;logos, a servi&amp;ccedil;o dos &amp;ldquo;amiguinhos&amp;rdquo;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Loures inovou com o empreendimento e criou o &amp;quot;Pet Motel&amp;quot;, para que c&amp;atilde;es e gatos tenham o cruzamento em um ambiente tem&amp;aacute;tico com espelho em formato de cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o no teto, acompanhado por um veterin&amp;aacute;rio. O objetivo &amp;eacute; que os animais tenham conforto e comodidade. A di&amp;aacute;ria custa a partir de R$ 100.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para abrir o neg&amp;oacute;cio, Loures investiu cerca de R$ 2 milh&amp;otilde;es. &amp;ldquo;Fizemos uma pesquisa e constatamos que esta &amp;aacute;rea tem grandes oportunidades e o mercado de Belo Horizonte ainda era carente&amp;rdquo;, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se o assunto &amp;eacute; divers&amp;atilde;o, os bichinhos tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m espa&amp;ccedil;o garantido. O s&amp;eacute;timo andar abriga o Pet Sal&amp;atilde;o de Festas para recep&amp;ccedil;&amp;otilde;es e comemora&amp;ccedil;&amp;otilde;es com mobili&amp;aacute;rio, decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e buf&amp;ecirc; especializado em festa para animais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Al&amp;eacute;m do diferente, o local ainda conta com banhos e tosas a partir de R$ 20, consultas por R$ 100, day care com pacotes mensais de R$ 290, hotel a R$ 60 a di&amp;aacute;ria e pet academia que tem esteira seca a R$ 40 e a aqu&amp;aacute;tica a R$ 80.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A aposentada Miriam Saraiva, de 55 anos, foi conhecer os espa&amp;ccedil;os e levou a cadelinha Charlotte, da ra&amp;ccedil;a spitz alem&amp;atilde;o. Miriam diz que faz de tudo para agradar a cachorrinha, e aprovou a abertura do novo espa&amp;ccedil;o. &amp;ldquo;&amp;Eacute; um diferencial porque desta forma n&amp;atilde;o existia em Belo Horizonte.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mercado de pets&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;De acordo com dados da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no ano passado o mercado movimentou R$ 11 bilh&amp;otilde;es. Mundialmente, o setor faturou US$ 76 bilh&amp;otilde;es. O Brasil tem 98 milh&amp;otilde;es de animais de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o gasto m&amp;eacute;dio mensal com eles &amp;eacute; de R$ 350.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato Nacional da Ind&amp;uacute;stria de Produtos para Sa&amp;uacute;de Animal, 37% dos lares de Belo Horizonte possuem c&amp;atilde;es ou gatos. Quanto maior a renda, maior o interesse/condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de adquirir um pet. No pa&amp;iacute;s, 1,55 &amp;eacute; a m&amp;eacute;dia de c&amp;atilde;es por lar.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/b_lbajBjztM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:05:00</pubDate><id>55354</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55354</feedburner:origLink></item><item><title>Crianças que têm animais se sentem mais inteligentes e felizes, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/lK3B91wkaTk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um levantamento feito por um pet shop com mil crianças donas animais de estimação no Reino Unido mostra que elas se sentem mais inteligentes que a média.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre os menores avaliados, de 5 a 16 anos de idade, 79% acreditam que os bichos têm um impacto positivo sobre a conclusão da lição de casa e de trabalhos escolares em geral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As crianças que possuem chincilas (55%) se consideram ainda mais espertas. E até 92% dos pequenos responsáveis por ratos e camundongos acreditam que os animais podem ajudá-los nas tarefas do colégio, contra 86% dos donos de cães e 80% dos que têm gatos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quase metade das crianças entrevistadas acredita que possuir um bicho de estimação e cuidar dele as torna mais felizes; um terço fica mais calmo e um quinto, mais inteligente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O leste da Inglaterra (57%) e a Escócia (54%) são as regiões onde a maior parte das crianças se diz feliz por ter um animalzinho em casa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, mais de um terço (36%) diz que passou a ter mais cuidado com as coisas, 34% ganharam um maior senso de responsabilidade &amp;ndash; a maioria dona de répteis (68%), seguidos por coelhos (61%) &amp;ndash;, enquanto um quinto melhorou a habilidade de falar com as pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os animais também tornaram as crianças mais ativas: mais de 30% disseram que começaram a se mexer por causa dos mascotes.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/lK3B91wkaTk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 17:30:00</pubDate><id>55324</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55324</feedburner:origLink></item><item><title>Experimentos com animais alcançam número mais alto em 25 anos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/FK4OFgZNiiY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os últimos números divulgados pelo Ministério da Saúde em suas estatísticas anuais de procedimentos científicos com animais vivos mostram que o número de experimentos com animais realizados no Reino Unido são os mais elevados dos últimos 25 anos, com um aumento de 68.100 procedimentos só no último ano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As estatísticas, é claro, não mencionam o que aconteceu exatamente com esses animais ou o quanto eles sofreram, só dizem que espécies foram utilizadas ?e qual a porcentagem de experimentos que foram &amp;ldquo;leves&amp;rdquo;, &amp;ldquo;moderados&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;severos&amp;rdquo;. Testes envolvendo gatos subiram 26 por cento; porcos, 37 por cento; 14 por cento foi o caso das aves e quanto aos peixes, 15 por cento. Teste em ratos diminuíram 11 por cento; em camundongos, caíram 16 por cento, e em cães, 21 por cento. O número de experimentos em primatas também diminuiu.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Troy Seidle, Diretor de Pesquisa e Toxicologia para a ONG Humane Society International do Reino Unido, considera as estatísticas como &amp;ldquo;notícias profundamente deprimentes para a Ciência, para o progresso da &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e para o bem-estar animal.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o Ministério, mais de 3,79 milhões de experimentos foram iniciados em 2011. Em 1987, 3,5 milhões de experiências foram relatadas. Os defensores dos animais constataram que o aumento está em desacordo com as promessas do governo de reduzir o número total de animais utilizados em pesquisas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Pode ter havido uma redução do número de animais em áreas específicas, mas o aumento global anula a redução. É algo que você não pode fazer em 12 meses &amp;ldquo;, disse Martin Walsh, chefe da Divisão de Procedimentos Científicos em Animais, do Ministério, que chama a meta de &amp;rdquo; um projeto de longo prazo. &amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os funcionários do Ministério continuam a afirmar que eles estão promovendo a do 3R&amp;rsquo;s (redução, refinamento e substituição/reposição), mas os números do relatório contam uma história diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;As estatísticas mostram que no ano passado, 35% dos experimentos com animais foram para a pesquisa biológica fundamental &amp;ndash; muito mais quiada pela curiosidade, e apenas 13% diretamente para a &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; humana e odontológica, e 43% da pesquisa com animais foi relacionada à criação de animais com mutação ou modificação genética. O uso de animais para a investigação fundamental em universidades continuou a aumentar (7%). Este aumento na pesquisa chamada abstrata ou fundamental, que não envolve testes de medicamentos, contrasta com a postura do setor que defende que as pesquisas com animais devem ser voltadas a testar curas para doenças &amp;ldquo;, de acordo com a União Britânica para a Abolição da Vivissecção (BUAV).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, pesquisadores e políticos continuam a afirmar que o uso de animais é vital para a saúde humana, e só o fazem por este motivo, e que pôr fim à vivissecção significaria o fim à exploração de curas para doenças atualmente incuráveis. Curiosamente, o número de experiências relacionadas ao câncer diminuiu em 10.200, enquanto experiências de toxicologia (olhos e irritação da pele e as conseq&amp;uuml;ências do desenvolvimento) subiu dois por cento, para 399.000. Aparentemente, colocar mais produtos químicos no mercado é mais importante, ou lucrativo, do que ajudar pacientes com câncer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O Governo até hoje não vem fazendo nada com relação ao seu compromisso pós-eleitoral de trabalhar para banir os experimentos com animais. Milhões de animais continuam a sofrer e morrer em nossos laboratórios. Esta falta de progresso é completamente inaceitável. Precisamos ver mudanças significativas e duradouras para os animais em laboratórios. O Reino Unido deveria liderar o processo de reduzir testes em animais. Infelizmente, estas últimas estatísticas mostram que a tendência está indo realmente na direção oposta &amp;ldquo;, disse o Chefe Executivo da BUAV, Michelle Thew.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Além disso, não há nenhuma evidência de que todo esse sofrimento terrível está realmente produzindo algum benefício significativo para a humanidade, porque o governo e a indústria de pesquisas persistentemente recusam-se a submeter os testes em animais a uma análise rigorosa&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foi encontrado um relatório de 39 infrações de licença nos últimos cinco anos, incluindo um incidente que matou mais de 200 animais que se afogaram em gaiolas inundadas, e mais outro na mesma instalação, que resultou na morte de cerca de 200 ratos cujas evidências levam a crer que tenham sido contaminados por um líquido tóxico que vazou através do telhado.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/FK4OFgZNiiY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 17:27:00</pubDate><id>55323</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55323</feedburner:origLink></item><item><title>Campanha contra raiva atinge apenas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/JEwX4i0u1hg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Santa Bárbara d'Oeste (SP) atingiu apenas 50% da meta na campanha de vacinação contra raiva. Em dois meses, 10.886 cães e 1.557 gatos foram vacinados na cidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Do total de cães imunizados, 8.567 são da zona urbana e 2.319 da zona rural. Em relação aos gatos, 1.170 foram na zona urbana e 387 na rural. Na zona urbana, a população levou seus animais aos pontos de vacinação, e na área rural, uma equipe foi até a casa dos moradores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o veterinário do CCZ, Wilson Guarda, ainda é possível vacinar os animais que não participaram da campanha. "O CCZ é um ponto permanente de imunização contra a raiva. Os animais que eventualmente não puderam ser vacinados, devido à idade ou a algum tratamento, podem ser levados até a sede da Zoonoses para receber a dose", informou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, não há casos de raiva entre os animais domésticos na cidade. "Porém é importante estar atento e fazer a prevenção. Anualmente no Estado de São Paulo são promovidas as campanhas, mas ressaltamos a disponibilidade do serviço gratuito durante todo o ano", completou o veterinário.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/JEwX4i0u1hg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 16:02:00</pubDate><id>55260</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55260</feedburner:origLink></item><item><title>Trajes de gala no casamento de cães mais caro do mundo fazem sucesso</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/eNnDZUXNm7w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma americana decidiu organizar o 'casamento do s&amp;eacute;culo' para c&amp;atilde;es em nova York, segundo o jornal &amp;quot;New York Daily News&amp;quot;. A festa, organizada pela socialite Wendy Diamond, ocorreu nesta quinta-feira (12) e custou um total equivalente a mais de R$ 500 mil.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, somente o vestido usado pela cachorra custou mais de R$ 12 mil. Apesar dos altos pre&amp;ccedil;os, a festa tem o objetivo de ajudar financeiramente a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Humane Society of New York.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A festa contou com 250 humanos e 50 c&amp;atilde;es entre os convidados.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/eNnDZUXNm7w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 15:57:00</pubDate><id>55259</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55259</feedburner:origLink></item><item><title>Com marketing, sorvete para animais vende mais no inverno que no verão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/4kMjjXICLgg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se para humanos sorvete é sinônimo de verão, para cachorros e gatos, o alimento não tem servido apenas como refresco no calor. Divulgado como recompensa após exercícios e treinamentos e como aliado no auxílio do tratamento bucal, ele tem sido até mais comercializado no inverno. Essa mudança de estratégia ajudou a mais que dobrar as vendas da Ice Pet desde o início do ano, e a empresa já está montando a segunda fábrica de sorvetes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por cerca de R$ 7 o copinho, cachorros e gatos lambem um sorvete bem parecido com o dos donos, com base de leite, mas que não tem gordura, glicose nem açúcar. O resultado é um sorvete com menos gosto de sorvete, quase um gelinho, que vende cerca de 8 mil unidades por mês. Para os cachorros, há sabor bacon, menta, morango, chocolate, creme, banana e milho verde &amp;ndash; e, no verão, virá o de manga. Para os gatos, tem salmão, leite e frango.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O que mais vende? &amp;ldquo;É o que os donos gostam: chocolate, morango e creme&amp;rdquo;, diz o dono da empresa, Paulo Silva, de 37 anos, que investe nos sabores justamente por serem os básicos dos donos. &amp;ldquo;É que quem tem cachorro gosta de experimentar antes de dar para os animais.&amp;rdquo; O de milho verde foi criado porque o cheiro e a cor marcantes atraem os cachorros, e o de banana, por estar entre as poucas frutas recomendadas aos animais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Receitado pelos dentistas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Além da atratividade "natural" dos sorvetes, uma forcinha dos veterinários e "dentistas" de animais ajudou a aumentar as vendas em 160% desde o início do ano. Como os sorvetes são vendidos em pet shops e clínicas veterinárias, a Ice Pet está investindo na divulgação do produto entre esse público, ligando o produto às clínicas veterinárias, aos exercícios e aos passeios dos animais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma das frentes é a indicação do sorvete em tratamentos bucais. &amp;ldquo;É como quando nós fazemos cirurgias e os dentistas receitam o sorvete&amp;rdquo;, diz Paulo. Para incentivar a recomendação do sorvete pelos veterinários, a empresa está financiando pesquisas científicas e organizando seminários e palestras sobre o tema &amp;ldquo;sorvete em tratamentos de saúde&amp;rdquo;. Outra frente é a realização de campanhas em clínicas, sites e revistas especializadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na área do &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e do lazer, a ideia é ligar o sorvete ao desenvolvimento de atividades físicas e aos serviços de dog walk. Mais específica para os cachorros, a estratégia é usar o sorvete como recompensa para os animais que se comportaram bem nos passeios ou se empenharam nos exercícios. Para fortalecer a ligação, a Ice Pet estuda promover um campeonato de agility, uma espécie de circuito que o dono e o cão praticam juntos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se à primeira vista pode parecer pouco razoável investir em um nicho tão específico de mercado, Paulo justifica a aposta com a experiência de sete anos no mercado de animais. Após se dedicar a pet shops e a um canil que vendia filhotes, ele comprou a indústria de sorvetes em fevereiro e elaborou um plano de marketing que prevê quase triplicar o faturamento até o fim do ano que vem, para R$ 1,1 milhão, e alcançar mil pontos de venda no país.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Ice Pet nasceu em 2010, com uma fábrica em São Paulo, mas neste inverno dobrou a produção em relação ao verão e vai abrir outra no Recife. Para Paulo, um dos problemas era o foco específico em cachorros &amp;ndash; tanto que o slogan era &amp;ldquo;um sorvete bom pra cachorro&amp;rdquo; &amp;ndash;, o que restringia o investimento em sorvetes para outros animais.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/4kMjjXICLgg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 15:54:00</pubDate><id>55258</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55258</feedburner:origLink></item><item><title>Cachorro observa manifestante que se prendeu em jaula nos EUA</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/_bAwrA0LPqQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma cena curiosa foi fotografada durante um protesto do Peta (Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais) nesta quinta (11), no estado norte-americano da Filadélfia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na foto, um cachorro observa uma manifestante que se prendeu em uma jaula à frente de uma loja de luxo que vende roupas de couro e pele.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/_bAwrA0LPqQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 15:50:00</pubDate><id>55257</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55257</feedburner:origLink></item><item><title>Cão Lennox é sacrificado na Irlanda do Norte, mesmo após campanha</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/IzeG2CsVveg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um cão celebridade foi sacrificado na Irlanda do Norte porque ele era um perigo para o público, disse o Conselho de Belfast nesta quarta-feira (11), apesar de uma grande campanha internacional na internet para salvá-lo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cerca de 200 mil pessoas assinaram uma petição para salvar Lennox. Sua dona travou uma batalha jurídica de dois anos para manter o animal vivo - ela dizia que ele era um cruzamento de bulldog e labrador, apesar da avaliação do Conselho dele como pit-bull terrier, ilegal na Grã-Bretanha.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma campanha on-line para salvar Lennox cresceu rapidamente e incluiu uma página de Facebook "curtida" por 110 mil pessoas, uma página no Twitter, @savelennox (veja em inglês), com 13 mil seguidores, uma petição, um site e um blog.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os membros do grupo dos direitos dos animais Não Mate New York protestou contra o consulado britânico esta semana para a liberação Lennox, enquanto a conhecida instrutora norte-americana de cães Victoria Stilwell se ofereceu para adotá-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Conselho disse ter considerado outras opções, mas nenhum se mostrou viável porque "o especialista do Conselho descreveu o cão como um dos cães mais imprevisíveis e perigosos que ele tinha encontrado".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Funcionários do órgão tinham sofrido "uma campanha longa de abuso" sobre a questão do cão, incluindo ameaças de morte, e tinham mantido contato com a polícia, acrescentou o comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lennox foi apreendido em sua casa em 2010 com cinco anos, e a dona Caroline Barnes, desde então, travava uma batalha legal para tê-lo devolvido.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Família Barnes publicou no site da campanha "Salvar Lennox" na semana passada: "A nossa preocupação e prioridade sempre foi o bem-estar do nosso amado menino".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Nós lutamos para ter Len de volta à nossa família desde o momento em que ele foi apreendido, mas fomos informados que a luta legal está no fim".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Meu coração está despedaçado", escreveu um torcedor na página de Lennox Facebook depois que o cão foi sacrificado, enquanto outra comentou: "Lennox era um cachorro inocente que não foi morto por causa de sua raça, mas por seu visual".&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/IzeG2CsVveg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 15:26:00</pubDate><id>55209</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55209</feedburner:origLink></item><item><title>Missão sanitária russa virá ao Brasil no próximo dia 23</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/eaNYdNQP9Qs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma missão de veterinários russos está confirmada para visitar o Brasil no próximo dia 23. A equipe do Rosselkhoznadzor vai vistoriar as condições sanitárias de estabelecimentos exportadores de carnes por duas semanas. A informação é do secretário de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI), do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Célio Porto, que esteve reunido na semana passada com as autoridades agrícolas russas em Moscou.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na audiência com vice-ministro da Agricultura da Rússia, Ilya Shestakov, o governo russo solicitou um detalhamento sobre o pleito de concessão de cota de exportação de trigo, a tarifa zero, para o Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já na reunião com o chefe do Serviço Veterinário russo, Sergey Dankvert, o secretário brasileiro disse que ele reconheceu que houve avanços do serviço veterinário tanto na fiscalização quanto na adequação das empresas exportadoras brasileiras às normas sanitárias daquele país.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Célio Porto lembrou que desde outubro do ano passado o Ministério da Agricultura desabilitou 70 unidades exportadoras que estavam autorizadas a vender para a Rússia e cujos relatórios de inspeção demonstraram a não conformidade com os requisitos sanitários russos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Considero que mais um passo importante foi dado nas tratativas com a Rússia para remover o embargo sobre as exportações de carnes do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso e a vinda da missão técnica permitirá comprovar atendimento aos requisitos russos, propiciando a remoção da suspensão comercial&amp;rdquo;, analisa o secretário da SRI. A interrupção do comércio de carnes nesses estados do completa 13 meses no próximo dia 15 de julho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exportações de carne suína cresceram&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Mesmo com os embargos da Rússia e da Argentina às carnes suínas brasileiras, as exportações cresceram no primeiro semestre do ano. O volume vendido neste período alcançou 229 mil toneladas de carne in natura, crescimento de 0,5% em relação ao primeiro semestre de 2011. O preço médio das vendas externas registrou R$ 5.525 a tonelada nos primeiros seis meses deste ano, incremento de 19% comparado ao mesmo período de 2011, que foi de R$ 4.648/t.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com Célio Porto, &amp;ldquo;os entraves com os dois países vinham sendo apontados como parte das causas da crise vivida pela suinocultura brasileira e os números de exportações demonstram o contrário&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso da Argentina, já começaram a serem liberadas as guias de importação e a meta é alcançar, no 2º semestre deste ano, 27,2 mil toneladas de carne suína in natura, industrializada e miudezas, volume equivalente a regularização do comércio com o país vizinho.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/eaNYdNQP9Qs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 15:23:00</pubDate><id>55208</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55208</feedburner:origLink></item><item><title>Governos socorrem setores de carnes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/dzOlFRXeFKA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ser&amp;aacute; publicado nos pr&amp;oacute;ximos dias o decreto do governo ga&amp;uacute;cho que autoriza o diferimento de ICMS nas importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de milho e soja. Na pr&amp;aacute;tica, a medida zera o imposto de 12% at&amp;eacute; 31 de dezembro, antecipou o secret&amp;aacute;rio da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi. A meta &amp;eacute; dar competitividade &amp;agrave; Avicultura e &amp;agrave; Suinocultura, amenizando os efeitos da quebra de safra, que elevou os pre&amp;ccedil;os dos gr&amp;atilde;os, insumos b&amp;aacute;sicos para ambos. Ind&amp;uacute;strias processadoras da oleaginosa tamb&amp;eacute;m ser&amp;atilde;o beneficiadas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o diretor executivo do Sips, Rog&amp;eacute;rio Kerber, este &amp;eacute; um passo importante, mas que deveria vir acompanhado de um cr&amp;eacute;dito presumido. Ele explica que, diante da escassez do produto no mercado interno, haver&amp;aacute; gasto extra com log&amp;iacute;stica. O diretor executivo da Asgav, Jos&amp;eacute; Eduardo dos Santos, encara a medida como um amparo em momento adverso. &amp;quot;&amp;Eacute; uma amostra ao governo federal de que s&amp;atilde;o setores importantes para a economia e, por isso, merecem incentivos.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Novo f&amp;ocirc;lego para Suinocultura, cuja crise comercial levou munic&amp;iacute;pios ga&amp;uacute;chos e catarinenses a decretarem situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emerg&amp;ecirc;ncia, deve vir amanh&amp;atilde; do governo federal. A prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o para janeiro de 2013 das parcelas vencidas e vincendas neste ano e a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Linha de Cr&amp;eacute;dito Especial, com juros menores, ser&amp;atilde;o anunciadas pelo ministro da Agricultura (Mapa), Mendes Ribeiro Filho, em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica, em Bras&amp;iacute;lia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Uni&amp;atilde;o deve destinar R$ 200 milh&amp;otilde;es ao setor, o que permitir&amp;aacute; a retirada de quase 3 mil animais do mercado. Contudo, para o presidente da Acsurs, Valdecir Folador, para superar a crise &amp;eacute; preciso mais. &amp;quot;&amp;Eacute; soro na veia para quem est&amp;aacute; na UTI &amp;agrave; beira da morte&amp;quot;, comparou. Os suinocultores reivindicam medidas como garantia de renda e pre&amp;ccedil;o m&amp;iacute;nimo. Cerca de mil produtores, entre eles cem ga&amp;uacute;chos, estar&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia amanh&amp;atilde; para protestar. O acampamento em frente ao Mapa ter&amp;aacute; churrasco de carne su&amp;iacute;na.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Ontem, o minist&amp;eacute;rio confirmou que uma miss&amp;atilde;o russa chega no dia 23 ao pa&amp;iacute;s para vistoriar exportadores de carne su&amp;iacute;na at&amp;eacute; 3 de agosto. O embargo, em vigor desde junho de 2011, afeta ind&amp;uacute;strias do Rio Grande do Sul, Paran&amp;aacute; e Mato Grosso.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/dzOlFRXeFKA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 15:21:00</pubDate><id>55207</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55207</feedburner:origLink></item><item><title>Cachorro protege bebês contra infecções, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/zlW2LySzJvk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os bebês que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aquelas que não têm bichos de estimação, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (9).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo, publicado na revista americana "Pediatrics", não especifica os motivos do resultado, mas sugere que ficar perto de um cachorro fortaleceria o sistema imunológico da criança em seu primeiro ano de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os gatos também ofereceriam este tipo de proteção para os bebês, mas o efeito seria menor do que com os cães.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo incluiu 397 crianças, com idade entre entre dois meses e um ano, na Finlândia. Durante um ano, elas foram levadas pelos pais para análises de sua saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A conclusão dos médicos foi de que os bebês que convivem com gatos ou cães têm 30% menos chances de apresentar sintomas de infecções respiratórias -- que incluem tosse, rinite e febre --, enquanto quase metade provavelmente não sofrerá infecções de ouvido.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"As crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram significativamente mais saudáveis durante o período de estudo", destacam os médicos do Hospital Universitário Kuopio na Finlândia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A diferença mais notória foi observada entre as crianças que convivem com um cachorro dentro de casa por seis horas ao dia, contra aquelas que não têm bichos de estimação ou os colocam para fora de casa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Apresentamos uma evidência preliminar de que ter um cão pode ser benéfico contra infecções no trato respiratório durante o primeiro ano de vida", destaca o estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Consideramos que o contato com animais ajudaria a amadurecer o sistema imunológico, levando a uma resposta imunológica mais tranquila e a uma breve duração das infecções", destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Outros fatores descartados&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O resultado foi significativo, inclusive depois que os cientistas descartaram outros fatores influentes, como não ter sido amamentado, ficar em creche, ser criado por fumantes ou por pais com asma, ou conviver com outras crianças.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de ter menos infecções nos ouvidos e nas vias respiratórias, os bebês que vivem com cães tendem a precisar de menos tratamentos com antibióticos, na comparação com aqueles que vivem em casas sem os animais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos anteriores demonstraram resultados diversos, desde aqueles que apontaram que ter bichos de estimação não representa nenhum benefício às crianças até os que afirmam que o contato com animais ofereceria proteção contra resfriados e doenças estomacais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas os autores do estudo na Finlândia destacam que sua análise se diferencia por ter concentrado exclusivamente o primeiro ano de vida e não inclui a presença de outras crianças.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/zlW2LySzJvk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/07/2012 00:00:00 18:23:00</pubDate><id>55114</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55114</feedburner:origLink></item><item><title>Cobaias de cosméticos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/chZbJegPMjI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;"Necessários", "cruéis" ou as duas coisas, os testes em animais ainda soam como um tabu na área da beleza; e o público interessado fica sem informação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pressão de consumidores pelo fim dos testes em animais na indústria de cosméticos tem levado alguns países a reformularem a legislação do tema. Na União Europeia, a meta é acabar com esses testes até 2013. No Brasil, já se começa a estudar as alternativas às cobaias, mas discutir o tema parece tabu.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Embora muitas empresas respondam que não usam bichos em estudos de novos produtos, falta transparência. São raras as embalagens que trazem a informação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No mundo, os testes estão na berlinda por serem considerados cruéis. Todos os anos, cerca de 100 milhões de bichos são empregados em pesquisas científicas só nos EUA, segundo estimativa da Peta, ONG de proteção animal famosa pelas suas campanhas com celebridades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Coelhos, hamsters e camundongos são usados em laboratórios para verificar se componentes de cosméticos podem causar irritação ou alergia em humanos. Em geral, essas avaliações são feitas com novos ingredientes. Para testar se um novo xampu pode irritar os olhos, por exemplo, substâncias são pingadas diretamente, por dias, em córneas de coelhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
NA VITRINE&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Para chamar a atenção sobre o tema, uma ativista britânica se submeteu a um protesto que chocou Londres, em abril. Jacqueline Traide, 24, passou dez horas exposta na vitrine de uma loja de cosméticos sendo submetida a todo tipo de "tortura": imobilizada, teve o cabelo raspado, recebeu injeções, foi forçada a engolir substâncias e produtos foram aplicados em seus olhos como se ela fosse uma cobaia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O objetivo do ato foi simular alguns dos procedimentos mais comuns que acontecem na indústria da beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas já há alternativas para a maior parte dos testes feitos hoje em seres vivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Algumas dessas tecnologias in vitro ainda precisam ser validadas (ter eficácia científica comprovada) no Brasil. Os métodos alternativos também são mais caros, o que demanda maior investimento das empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Fora do Brasil, o caminho do consumidor interessado em escolher marcas de cosméticos que não usam cobaias é mais rápido. Muitos fabricantes informam sobre isso nos rótulos. Há selos de certificação, como o "Cruelty Free" (veja à pág. 7), concedido pela Peta após pesquisas. Além disso, a ONG também divulga listas, atualizadas semana a semana, com os nomes das empresas que testam e das que não testam em animais. A relação está disponível em www.peta.org.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por aqui, a veterinária Gabriela Toledo criou o Pea (Projeto Esperança Animal). A ONG também apresenta uma lista em seu site (www.pea.org.br) das empresas que não realizam testes em animais no Brasil. Para constar na lista, basta o fabricante fazer uma declaração atestando que não realiza o procedimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"No começo, íamos atrás das empresas questionando sua política de testes. Muitas nos ignoravam ou enviavam respostas evasivas. Hoje, são elas que nos procuram", diz Toledo. A lista brasileira tem 97 empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A saída é a rotulagem obrigatória, na opinião da veterinária. "Saber se determinado produto foi testado ou não em animais é direito do consumidor, mas é negligenciado."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Até marcas que afirmam ter banido esses testes, como Unilever, P&amp;G e Natura, não colocam essa informação nas embalagens.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Faz parte da conduta da empresa não fazer propaganda sobre esses benefícios nos rótulos", afirma Elisabete Vicentini, gerente de segurança do consumidor da Natura. A companhia aboliu os estudos em cobaias em 2006. A Abiphec, entidade que reúne fabricantes de cosméticos e produtos de uso pessoal, ressalta que "a informação não é obrigatória e vai da decisão da empresa".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um projeto de lei sobre Bem-Estar Animal que prevê, entre outros pontos, a obrigatoriedade de informar sobre testes em bichos nas embalagens dos cosméticos, está parado na Câmara há cinco anos. "As coisas mudaram, há mais consciência sobre essa questão. Não dá mais para ficarmos sem legislação sobre o assunto", acredita o deputado federal Ricardo Trípoli (PSDB-SP), autor da proposta.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/chZbJegPMjI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>10/07/2012 00:00:00 18:18:00</pubDate><id>55113</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=55113</feedburner:origLink></item></channel></rss>
