<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Portal Veterinária - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalveterinaria.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>25/05/2012 02:23:27</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/portalveterinaria" /><feedburner:info uri="portalveterinaria" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Como deixar o seu gato bem hidratado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/Rsvx1_jPG-M/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem acredita que poucos goles d'&amp;aacute;gua ao longo do dia s&amp;atilde;o o suficiente para saciar a sede dos felinos, est&amp;aacute; supererrado. Essa frugalidade, por assim dizer, pode fazer com que um gato n&amp;atilde;o se mantenha adequadamente hidratado. Al&amp;eacute;m disto, se seu animalzinho se alimentar apenas de ra&amp;ccedil;&amp;otilde;es secas, ele poder&amp;aacute; se tornar ref&amp;eacute;m de doen&amp;ccedil;as renais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a equipe de veterin&amp;aacute;rios que d&amp;aacute; consultoria ao site WebMD, um dos mais populares dos Estados Unidos, &amp;eacute; recomendado, vez ou outra, oferecer aos gatos alimentos enlatados, j&amp;aacute; que essa op&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; umedecida. &amp;quot;Mas exagerar nesse tipo de comida pode causar outros problemas, como diarreias, devido &amp;agrave; grande quantidade de gordura&amp;quot;, diz Rh&amp;eacute;a Cassuli, m&amp;eacute;dica veterin&amp;aacute;ria, de Curitiba.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lembre-se que a maioria dos fabricantes de alimentos para animais de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m f&amp;oacute;rmulas especiais para os v&amp;aacute;rios n&amp;iacute;veis de atividade e faixas et&amp;aacute;rias. Voc&amp;ecirc; deve sempre procurar a ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais adequada para o seu bichinho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dica: depois de aberta a lata de ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;uacute;mida, o alimento n&amp;atilde;o dura muito tempo. Al&amp;eacute;m disto, este tipo de alimento t&amp;ecirc;m um forte odor e costumam ser dif&amp;iacute;ceis de manusear. Se voc&amp;ecirc; d&amp;aacute; esse tipo de alimento ao seu gato, o que sobrar deve ser jogado no lixo depois de 15 a 20 minutos. Sobras de latas rec&amp;eacute;m-abertas podem ser refrigeradas em recipientes fechados durante um ou dois dias, no m&amp;aacute;ximo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/Rsvx1_jPG-M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 14:57:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=53265</feedburner:origLink></item><item><title>Momento relax - cães deixam o ambiente de trabalho mais leve</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/6zTa9QX57Ac/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade Virginia Commonwealth, dos Estados Unidos, comprovou que c&amp;atilde;es dentro da empresa podem reduzir o estresse e fazer com que os funcion&amp;aacute;rios sejam mais felizes com o trabalho. No estudo que foi publicado no &amp;quot;International Journal of Workplace Health Management&amp;quot;, apresenta que o estresse &amp;eacute; um fator que contribui para a ociosidade e o cansa&amp;ccedil;o dos trabalhadores. A pesquisa foi realizada na empresa Replacements, localizada na cidade de Greensboro, na Carolina do Norte.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas analisaram cerca de 75 funcion&amp;aacute;rios que levavam seus animais para o trabalho e os comparou aos que n&amp;atilde;o levavam animais durante uma semana. Ao todo, cerca de trinta cachorros participaram do estudo. A equipe percebeu que os funcion&amp;aacute;rios se mostraram mais estressados nos dias em que deixaram seus c&amp;atilde;es em casa do que nos dias em que os levaram. E comprovou que aqueles que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m essa pr&amp;aacute;tica s&amp;atilde;o menos produtivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Timidamente, algumas empresas brasileiras est&amp;atilde;o aderindo a ideia dos bichinhos no ambiente de trabalho. Um exemplo disso &amp;eacute; a ag&amp;ecirc;ncia de publicidade Sim Group, que lan&amp;ccedil;ou o &amp;quot;PetDay&amp;quot;, um dia de trabalho como todos os outros, mas com um diferencial, a presen&amp;ccedil;a de um animal de algu&amp;eacute;m da ag&amp;ecirc;ncia. &amp;quot;&amp;Eacute; um canal de distra&amp;ccedil;&amp;atilde;o para todos. Cada profissional tr&amp;aacute;s um animal por vez. Torna-se um dia muito divertido e &amp;eacute; muito ben&amp;eacute;fico ao ambiente&amp;quot;, conta a Telma Sassarolli, diretora de servi&amp;ccedil;os da Sim Group.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Telma tamb&amp;eacute;m relata que quando anunciou a ideia, os funcion&amp;aacute;rios acharam estranho no come&amp;ccedil;o, mas depois aprovaram. Com o tempo, cada membro come&amp;ccedil;ou a trazer seus animais. &amp;quot;Toda sexta, cada um tr&amp;aacute;s o seu bicho de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, papagaio, gato ou coelho. Os cachorros divertem a equipe, pois ficam circulando pelo pr&amp;eacute;dio. &amp;Agrave;s vezes ficam perto do dono ao lado da mesa, mas geralmente ficam andando, entram na sala de reuni&amp;atilde;o na sala da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o... &amp;Eacute; muito divertido&amp;quot;, comenta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a diretora, essa t&amp;eacute;cnica tende a se expandir no Brasil, pois proporciona uma leveza para as empresa e faz com que o profissional traga um pouco da sua vida pessoal para compartilhar com os outros colegas. Al&amp;eacute;m disso, com a presen&amp;ccedil;a do animal, as pessoas que s&amp;atilde;o mais reservadas e formais conseguem mostrar o lado afetivo, como se &amp;quot;baixassem a guarda&amp;quot;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A diretora da Sim Group tamb&amp;eacute;m diz que a t&amp;eacute;cnica aproxima as pessoas, gera la&amp;ccedil;os, v&amp;iacute;nculos e amizades. &amp;quot;Os animais s&amp;atilde;o canais efetivos de descompress&amp;atilde;o, capazes de dar um refresco para um momento de tens&amp;atilde;o, de mostrar um lado das pessoas pouco comum em ambientes corporativos. Sem falar na satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que &amp;eacute; ver um ser bem-humorado, correndo, brincando, convivendo com todos, sem distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cargos&amp;quot;, conclui Telma Sassarolli.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/6zTa9QX57Ac" height="1" width="1"/&gt;</description><author>vilamulher.terra.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 14:55:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=53264</feedburner:origLink></item><item><title>Cães chegam a custar até dois milhões de reais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/5-SGbbs3iFE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;Eacute; o caso do Hong Dong, um belo mastife-tibetano que se tornou o cachorro mais caro do mundo ao ser comprado pelo valor equivalente a mais de R$ 2 milh&amp;otilde;es. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o site Daily Mail, o dono poder&amp;aacute; cobrar em torno de R$ 26 mil para cruzar o c&amp;atilde;o. O pre&amp;ccedil;o alto &amp;eacute; justificado pelo status que o animalzinho proporciona aos chineses. L&amp;aacute;, al&amp;eacute;m da cor vermelha, associada &amp;agrave; sorte, animais dessa ra&amp;ccedil;a s&amp;atilde;o conhecidos como sagrados, capazes de aben&amp;ccedil;oar seus donos com sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
N&amp;atilde;o t&amp;atilde;o caro, mas nem por isso acess&amp;iacute;vel, Terra Nova custa em torno de R$ 11 mil, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma ra&amp;ccedil;a comum aqui no Brasil, isso por que n&amp;atilde;o se d&amp;aacute; muito bem com o clima tropical. J&amp;aacute; o Bulldog Ingl&amp;ecirc;s pode custar R$ 5 mil e costuma ter muitos problemas de sa&amp;uacute;de. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Curiosamente, considerados os c&amp;atilde;es mais feios do mundo, os Chinese Crested podem valer R$ 4 mil. Enquanto isso, os pequenos da ra&amp;ccedil;a Chiuhauha, preferidos das celebridades como Paris Hilton e Britney Spears, chegam a custar at&amp;eacute; R$ 3 mil. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/5-SGbbs3iFE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>vilamulher.terra.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 14:53:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=53263</feedburner:origLink></item><item><title>Brasil vira exportador de genética bovina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/-XQXjfTUUsA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Venda de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para o exterior atingiu R$ 240 milhões em 2011 no projeto Brazilian Cattle Luiz Silveira. O Brasil está se tornando um polo exportador de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para a pecuária tropical. Só as 18 empresas participantes do projeto Brazilian Cattle, que apoia o setor no acesso ao mercado externo, exportaram mais de US$ 240 milhões em 2011. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2003, último ano antes de o projeto ser iniciado, as participantes exportaram apenas US$ 5 milhões. Realizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o Brazilian Cattle inclui empresas de todas as áreas da &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; pecuária, desde a área de material genético até as sementes de pastagens, passando por equipamentos, alimentação animal e saúde veterinária.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 O sucesso do Brasil nesse mercado está relacionado com o aumento da demanda global por proteína. "Vejo um futuro brilhante para o zebu, porque a demanda por carne e leite cresce mais onde ele se dá bem", diz o presidente da ABCZ, Eduardo Biagi. "Os países tropicais vão precisar muito da nossa &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com raças zebuínas altamente desenvolvidas e melhoradas nacionalmente, a pecuária brasileira fica em evidência em um momento em que outros países tropicais têm recursos e mercados para ampliar sua produção. O gado zebu é reconhecido por sua rusticidade, que tolera temperaturas e estresses maiores. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sêmen, embriões e animais vivos do Brasil são comprados para melhorar os rebanhos desses países, mas não são suficientes para melhorar a pecuária como um todo. "Logo que fizemos os primeiros contatos com potenciais importadores, no início do projeto, percebemos que a demanda era pelo pacote tecnológico completo, e não apenas pela genética", explica o diretor de negócios da ApexBrasil, Rogério Bellini.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A inclusão de empresas de todas as etapas da produção no programa permitiu um grande crescimento das exportações, principalmente para os países da América Latina. "Agora estamos apostando muito também na África, com visitas aos mercados potenciais e a recepção de compradores e formadores de opinião no Brasil", conta a gerente internacional da ABCZ, Icce Garbellini. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com recursos da ApexBrasil, o Brazilian Cattle convida potenciais compradores do exterior para conhecer no Brasil a produção do gado zebu e toda a sua cadeia tecnológica. Além disso, formadores de opinião, como autoridades e jornalistas, também são convidados para viagens semelhantes. "As barreiras sanitárias ainda são os principais empecilhos ao crescimento das nossas exportações", avalia Biagi. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, uma parte importante do projeto é mostrar que o controle sanitário brasileiro é eficiente e que as doses de sêmen e os embriões exportados passam por rígidos controles, para evitar o uso de material contaminado com doenças que ameaçariam os rebanhos dos importadores.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/-XQXjfTUUsA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 18:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=53087</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba como manter os dentes dos cães saudáveis</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/_DbAlrFFNGw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Com certeza ter um bichinho de estimação  pode ser comparado aos cuidados com um bebê, principalmente se forem cães e gatos. Além de dar carinho, comida, bebida e um belo passeio, seu animal de estimação deve estar em dia com as vacinas, o banho e também os dentes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os dentes  são uma parte fundamental de todos, não exclusivamente do ser humano. É através do surgimento de algumas características na boca do animal que pode ser identificada uma doença tanto na boca, na garganta ou até mesmo no estômago. Por isso é necessário prestar bastante atenção aos dentes e ao hálito de seu cachorro. Para isso existem as dicas. Então ai vão elas:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Primeiramente a escovação diária dos dentes é um passo muito importante, mas lembre-se que a escova de dente e o creme dental devem ser apropriados para os animais domésticos, vendidos em qualquer pet shop.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na hora da escovação se seu animal for bonzinho e amigável pode começar usando o dedo indicador ao invés de utilizar a escova de dente logo. Depois com o passar do tempo pode mudar para a escova. Mas sempre com o creme dental próprio para o cão. Lembre-se que se seu pet estiver com mau hálito, talvez ninguém consiga suportar o cheiro na hora de brincar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em segundo lugar está a os mordedores, que servem tanto para distrair o animal quanto para ajudar a retirar alguns resquícios que possam ter ficado preso nos dentes do animal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma alimentação balanceada também ajuda bastante nos cuidados com os dentes, hálito e gengivas. Pois é na alimentação que são encontradas as fontes principais para o animal se manter saudável.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, caso o tártaro já tenha se instalado, o jeito será partir para o tratamento, que consiste em raspar as gengivas e polir os dentes. Sempre leve seu cachorro ao dentista &amp;mdash; pelo menos uma vez por ano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Fique sempre em observação porque se o mau hálito do cão estiver persistindo mesmo com todos os cuidados, pode estar haver algum problema um pouco mais sério com ele. Então a solução é ir ao veterinário para fazer o check up do seu amigo de quatro patas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Caso esses pequenos cuidados não sejam tomados e se o cão estiver com os dentes amarelados, com tártaro e mau hálito, o mínimo que poderá acontecer é os dentes caírem. Será que o dono quer mesmo isso?&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/_DbAlrFFNGw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mundodastribos.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 18:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=53086</feedburner:origLink></item><item><title>Vacinação contra raiva será retomada hoje em SP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/Htk_iMa-muM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A campanha de vacinação antirrábica será retomada hoje em São Paulo, após dois anos de suspensão. Em agosto de 2010, o Estado interrompeu a ação após relatos de mortes e efeitos colaterais graves em animais. Em 2011, não houve campanha porque o Ministério da Saúde não distribuiu vacinas para São Paulo. Na avaliação do governo, o Estado não era área de risco.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em janeiro, entretanto, reportagem revelou que um gato havia morrido em Moema, na zona sul, após contrair raiva. A doença não era encontrada em animais domésticos na capital havia quase 30 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a proprietária do gato, a artesã Izabel Bonifácio da Cruz, de 50 anos, o animal morreu em outubro, mas apenas em dezembro ficaram prontos os laudos de exames que confirmaram a infecção pelo vírus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Neste ano, houve ainda um caso em um cão no interior do Estado. O vírus, na saliva do animal infectado, penetra no corpo via pele ou mucosas, por meio de mordedura, arranhões ou lambedura. Se transmitida ao homem, a patologia quase sempre leva à morte. "A adesão à campanha é importante para que a doença permaneça sob controle. Todos os cães e gatos com mais de três meses de idade devem receber a vacina", ressalta a médica veterinária Ana Cláudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São Paulo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma das preocupações da campanha é tranquilizar os donos de animais em relação à segurança da vacina. A expectativa é de que 1,2 milhão de animais sejam vacinados até o final da ação, no dia 3 de junho. A cidade terá 2.064 postos volantes de vacinação, sendo 17 fixos. O serviço é gratuito e o proprietário deve transportar seu animal de forma adequada: cães dóceis poderão usar apenas coleira e guia; os mais agressivos devem usar focinheira. Gatos precisam ser levados em caixas de transporte apropriadas, para evitar fugas e acidentes. O ideal é que eles sejam vacinados todos os anos. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo .&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/Htk_iMa-muM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 18:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=53085</feedburner:origLink></item><item><title>Cães sentem pena das pessoas, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/XNnnOZlx82M/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadoras do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazr, em Portugal, constaram que os cachorros parecem sentir empatia pelas emoções humanas, tanto que os animais usados em terapias podem até adquirir as emoções de seus donos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o estudo, os animais não copiam simplesmente as emoções que estão ao seu redor. Cães podem ficar chateados como uma criança quando criados em um ambiente familiar com brigas. E podem pedir por ajuda no caso de emergências, o que sugere certo grau de percepção e empatia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas não é fácil enganar um cachorro. Em um experimento em que os donos dos animais fingiram um acidente ou um ataque cardíaco, os cães ficaram confusos e não prestaram socorro. Para as pesquisadoras, isso acontece porque o cão tem que sentir outros sinais, como cheiro e sons. Outro estudo mostrou que cachorros usados em terapias são afetados emocional e fisicamente por seu "trabalho", se beneficiando de massagens e outras práticas calmantes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com as cientistas, os cães são afetados pelas emoções humanas por que são descendentes dos lobo, caninos sociais, cooperativos e que sentem empatia por outros lobos. A evolução e a domesticação teriam feito com que os cachorros conseguissem sincronizar suas emoções às humanas. Outro motivo seria a seleção artificial, que buscou animais cada vez mais inteligentes &amp;ndash; e provavelmente capazes de &amp;ldquo;entender&amp;rdquo; melhor as pessoas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Discovery News, mais pesquisas devem ser realizadas para entender a origem do comportamento canino, as diferenças entre raças e a possibilidade de treinamento para essas habilidades emocionais. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/XNnnOZlx82M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:40:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52925</feedburner:origLink></item><item><title>Cachorro vira-lata é mais inteligente que cachorro de raça?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/po80zqNBnEQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A rigor, não existe diferença entre os vira-latas e os cães de raça. Há, isso sim, vários tipos de inteligência. E certas raças podem se sair melhor em alguns testes. Mas os cachorros que vivem nas ruas, vira-latas ou não, acabam ganhando mais experiência. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sua sobrevivência depende de um certo grau de esperteza. &amp;ldquo;Eles precisam avaliar se têm chances antes de entrar em uma briga, não podem confiar em qualquer pessoa, têm que escolher o que irão comer e precisam evitar os carros em alta velocidade, por exemplo", diz Alexandre Rossi, zootecnista, mestre em &lt;a href="http://www.psicologiavirtual.com.br"&gt;&lt;strong&gt;psicologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e autor do livro Adestramento Inteligente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra vantagem é que a mistura de raças os tornam mais resistentes a algumas doenças que atingem cães com pedigree.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/po80zqNBnEQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:34:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52924</feedburner:origLink></item><item><title>Cachorros ajudam a diminuir o bullying em escolas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/MRAZ3bq19ZM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;São muitas as escolas que seguem programas especiais a fim de diminuir o bullying. Mas este, adotado por colégios de Kansas City, nos EUA, é inusitado: educadores voluntários estão usando cães treinados para ensinar responsabilidade social às crianças. O programa chama-se No More Bullies e acontece durante uma hora diária, em um período de cinco dias em cada local. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os voluntários, os animais servem para ajudar os pequenos a continuarem focados e a entender a mensagem. Como eles se identificam facilmente com o cão, é fácil que compreendam a dor de um colega de classe ao ser maltratado quando lhes é pedido para comparar ela à dor de um animal ao ser molestado. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lições de responsabilidade, compaixão, autocontrole e integridade são passadas aos alunos. O currículo foi desenvolvido há cinco anos pela ex-professora Jo Dean Hearn e tem se tornado bastante popular. As escolas que participaram disseram que as habilidades sociais e emocionais de seus alunos melhoraram muito. Não é à toa que hoje existe uma longa fila de espera entre os colégios para receberem os voluntários no próximo ano. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/MRAZ3bq19ZM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:31:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52920</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba como esses o cão-guia é treinado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/K2h79QIDgWk/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Você sabia que uma pessoa com deficiência visual usuária de cão-guia tem o direito de ingressar e permanecer com o animal em todos os locais públicos ou privados de uso coletivo? Isso é um decreto federal que muita gente desconhece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25 de abril é o Dia Internacional do Cão-Guia. Esses animais passam por um treinamento desde a hora do seu nascimento que os prepara para &amp;ldquo;serem os olhos&amp;rdquo; daqueles que não podem enxergar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cães-guias são animais treinados, desde os primeiros anos, para ajudar pessoas que contém alguma limitação. Eles são ensinados a frequentar todos os tipos de ambiente e sem latir ou avançar nas pessoas e nos móveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O treinamento desses animais consiste em três fases. Primeiramente, eles vivem com uma família acolhedora, que vai cuidar para que o animal aprenda os comandos básicos necessários para poder receber o treinamento específico de guia. Nessa fase, ele deve frequentar ambientes diversos e aprender a se comportar com calma e disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As famílias não são compostas por adestradores. São pessoas comuns que se candidatam para realizar o trabalho e recebem toda a orientação necessária pela equipe do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terminada essa etapa, o animal volta para o centro de treinamento e recebe adestramento especializado para tornar-se um cão-guia. Este treinamento dura de seis a oito meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira e última fase é o período de instrução, no qual o cachorro escolhe o seu futuro dono. Antes da doação final, cão e deficiente passam por um período de adaptação no qual precisarão formar uma parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Paulo é o estado com maior número de cegos do País, são quase 24 mil pessoas. Hoje existem cerca de 60 cães-guia no Brasil, quase todos trazidos de outros países, enquanto existem quase 150 mil pessoas cegas e 2,4 milhões com grande dificuldade de enxergar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para diminuir essa disparidade projetos como o Cão-Guia Sesi-SP são criados. Eles querem preparar aqui no Brasil animais para servir, primeiramente, os paulistas com deficiência visual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só em 2011 foram entregues a famílias acolhedoras mais de 50 cães, e a expectativa é que neste ano o dobro comece a ser treinado.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/K2h79QIDgWk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>entretenimento.r7.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 19:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52881</feedburner:origLink></item><item><title>Gestantes que têm cachorros praticam mais exercícios, aponta pesquisa inglesa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/aqA7POvK9Og/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Cientistas do Centro de Pesquisas WALTHAM&amp;reg;, em parceria com a Universidade de Liverpool, na Inglaterra, constataram que mulheres grávidas que têm cachorros são fisicamente mais ativas do que as que não têm. O estudo avaliou mais de 11 mil gestantes no Reino Unido e mostrou que as que tinham cachorros apresentavam cerca de 50% mais de probabilidade de praticar os 30 minutos recomendados de atividade física diária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa foi financiada pelo Centro de Pesquisas WALTHAM&amp;reg;, que há quase 50 anos, fornece suporte a marcas da Mars Petcare. Esse é o primeiro estudo com foco nos benefícios de se ter um cachorro para a saúde durante a gravidez e está disponível no link http://dx.plos.org/10.1371/journal.pone.0031315.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Cada vez mais, a prática de exercícios com cachorros se mostra eficaz e estimulante durante esse período. Por meio de uma atividade física de baixo risco, é possível que mulheres grávidas se mantenham ativas e em forma. Aliadas a uma dieta balanceada, as caminhadas com cães ajudam a garantir uma gestação saudável&amp;rdquo;, explica Dra. Sandra McCune, gerente do programa de pesquisa de WALTHAM&amp;reg;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma preocupação crescente em relação aos riscos à saúde do ganho de peso excessivo durante a gestação. Estudos anteriores constataram que a obesidade maternal pode gerar uma série de complicações, podendo até estar vinculada à obesidade infantil. Isso trouxe recomendações às grávidas, ou que estejam pensando em engravidar, sobre a importância do controle do peso e da prática de exercícios regulares sob orientação médica. O estudo de WALTHAM&amp;reg; mostra que, por ajudar mulheres grávidas a permanecerem ativas, caminhar com cães pode fazer parte de uma estratégia eficaz para administrar o ganho de peso durante a gravidez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo também mostrou que, independentemente de ter cachorros ou não, várias mulheres grávidas ainda não praticavam exercícios regulares. &amp;ldquo;Isso levanta questões sobre a importância do incentivo das caminhadas com os cachorros, assegurando que tanto os animais de estimação quanto suas donas se beneficiem desse aumento de atividade&amp;rdquo;, acrescenta McCune.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa foi conduzida em colaboração com a Universidade de Liverpool e a Universidade de Bristol, ambas no Reino Unido, e a Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Foram utilizados dados do Avon Longitudinal Study of Parents and Children (ALSPAC &amp;ndash; Estudo longitudinal Avon de pais e filhos). O estudo foi financiado pelo Centro de Pesquisas WALTHAM&amp;reg;, e faz parte de um projeto mais amplo de pesquisa, que estuda os benefícios à saúde de humanos e dos animais de se ter um animal de estimação.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/aqA7POvK9Og" height="1" width="1"/&gt;</description><author>colunas.revistaepocasp.globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 19:18:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52879</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo revela que cães "copiam" bocejo dos donos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/xSci6wOpFaE/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;A partir de agora é bom prestar atenção quando bocejar, pois logo em seguida seu cão deve fazer o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo pesquisa realizada pela Universidade do Porto, em Portugal,  o som do bocejo humano estimula os cães a fazerem o mesmo.  &amp;ldquo;Estes resultados sugerem que os cães têm a capacidade de ter empatia com os seres humanos&amp;rdquo;, revela Karine Silva, uma das autoras do estuado, ao jornal britânico &amp;ldquo;The Telegraph&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo reuniu 29 cães e os colocou para ouvir gravações de bocejos de pessoas. Durante a avaliação pelo menos metade dos bichinhos também bocejava ao ouvir o som.  A frequencia aumentava cinco vezes mais quando o bocejo que ouviam era o dos próprios donos, com quem já viviam há pelo menos seis meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os cachorros bocejaram mais quando ouviram os seres humanos que conheciam o bocejo, daí surgiu a ideia de que os cães também podem criar alguma empatia com humanos&amp;rdquo;, afirmou a pesquisadora Joana Bessa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é a primeira vez que essa teoria é levantada, um estudo anterior, de pesquisadores da Universidade de Birkbeck College, em Londres, descobriu que os cães imitam o bocejo 75% das vezes que veem um ser humano fazer isso.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/xSci6wOpFaE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 19:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52878</feedburner:origLink></item><item><title>Investigação resistência em carrapatos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/X1fcX9o4IrU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF), unidade da Fepagro em Eldorado do Sul, incluiu o exame de resistência a ivermectina entre os testes de rotina realizados em amostras de carrapato bovino (Boophilus microplus) enviadas para análise. A ivermectina é uma droga extensivamente usada no Brasil contra o parasito, considerado a praga mais importante para o Rebanho bovino no país. Pesquisa do Veterinário Guilherme Klafke, do IPVDF, demonstrou a presença disseminada de carrapatos resistentes a ivermectina no estado de São Paulo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Resultados preliminares obtidos na pesquisa indicam a ocorrência de carrapatos resistentes no Rio Grande do Sul. A distribuição das populações resistentes deve ser determinada ao longo deste ano e de 2013. O primeiro relato de resistência a esta classe de drogas foi divulgado em 2001, com o trabalho do também pesquisador do IPVDF, João Ricardo Martins.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;No Brasil, a infestação por carrapatos causa prejuízos anuais aos produtores de cerca de US$ 2 bilhões devido a menor produção de leite, ao menor ganho de peso, aos danos ao couro, a transmissão de doenças (Tristeza Parasitária Bovina) e aos custos com o controle, entre outros. "A realização do exame de resistência é importantíssimo para a indicação do produto mais adequado ao controle, dentro de um sistema racional de utilização de carrapaticidas", comenta Klafke.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A pesquisa do Veterinário foi apresentada como tese de doutoramento na Universidade de São Paulo (USP), em 2011. Ela abordou as técnicas diagnósticas e a determinação dos mecanismos fisiológicos de resistência do carrapato à ivermectina. No estudo, foram isoladas e mantidas linhagens resistentes, para investigar a evolução da resistência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A ferramenta diagnóstica desenvolvida está sendo utilizada por diversos centros de pesquisa em toda a América Latina para monitorar a resistência a ivermectina. Essas informações poderão ser úteis para delinear estratégias para o manejo da praga em programas de controle. Conforme Klafke, os estudos poderão servir de base para a prospecção de compostos que potencializem a ação da droga sobre os carrapatos e ainda abrir perspectivas para a identificação de marcadores moleculares para o diagnóstico e monitoramento da resistência à substância.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/X1fcX9o4IrU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 18:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52777</feedburner:origLink></item><item><title>Brasileiro cria a primeira cerveja para cães e gatos do país nos sabores carne, frango e peixe</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/pEZGjIo73as/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Não-alcoólica, a primeira cerveja brasileira desenvolvida especialmente para o paladar dos bichos é fabricada nos mesmos moldes da bebida para humanos e é encontrada nos sabores já utilizados em petiscos sólidos para animais, como carne e frango para cães e peixes para gatos.  &amp;ldquo;A Dog Beer possui formulação a base de malte, que faz muito bem para os rins, e é uma fonte rica em Vitamina B&amp;rdquo;, conta Marco Melo, idealizador da cerveja brasileira.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com Melo a ideia de criar as bebidas Dog Beer e Cat Beer surgiu do desejo em oferecer algo novo e diferenciado para o mercado pet.  &amp;ldquo; Inicialmente tentei importar, mas encontrei barreiras e limitações das cervejas americana, européia e australiana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foi então que decidi desenvolver a primeira fórmula brasileira de cerveja para animais, seguindo o padrão de produção de uma cervejaria convencional, com capacidade de produção em larga escala&amp;rdquo;, revela.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para viabilizar o projeto Melo procurou o SENAI, que possui o único Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas da America Latina, dentro do qual são formados todos os mestres cervejeiros do Brasil. &amp;ldquo;O case foi aceito e então começamos a desenvolver a legítima cerveja para animais, sem álcool, lúpulo e CO2, que são letais aos animais&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o produtor a recomendação de consumo para animais com até 4 Kg é &amp;frac12;  garrafa ao dia; cães acima desse peso e gatos podem consumir uma garrafa  ao dia. A cerveja para bichos chega ao mercado com preço próximo ao das cervejas importadas, em torno de U$ 5,00 a garrafa de 355ml.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/pEZGjIo73as" height="1" width="1"/&gt;</description><author>colunas.revistaepocasp.globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 17:57:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52776</feedburner:origLink></item><item><title>Cientista tenta descobrir o que pensam os cães</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/ZYarJD-ygEY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pela primeira vez, neurologistas dos EUA foram capazes de gravar imagens do cérebro através de ressonância magnética de um cão acordado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas treinaram animais especialmente para aprender a tolerar os exames dentro do tomógrafo durante a captura da imagem do cérebro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores esperam descobrir como pensam os cães e qual o segredo de sua comunicação com os humanos.&lt;br /&gt;
A pesquisa é de cientistas da Universidade Emory, em Atlanta, Geórgia.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/ZYarJD-ygEY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com </author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 17:54:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52775</feedburner:origLink></item><item><title>Personal trainer de quatro patas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/_-wzm7JBoXU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ruas congestionadas, motoristas a beira de um "ataque de nervos". Mesmo com toda essa situação caótica especialmente no início e final de um dia de trabalho, continuamos a utilizar o carro como um meio vital de transporte. Pegamos o carro para ir até a padaria na esquina, o elevador para subir um ou dois andares ou até enviamos um e-mail para o colega de trabalho em vez de andarmos até o fim do corredor. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma das consequências diretas desse comportamento cômodo e indolente é o sedentarismo. Aliás, você se acha sedentário? &lt;br /&gt;
Se a resposta foi sim, você precisa de um cachorro, um dos meios mais simples de alcançar a boa forma. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Causas do sedentarismo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quantas vezes as pessoas ou você mesma já tentou vencer a síndrome do sofá, ou seja, começar a fazer algum exercício, desde uma caminhada num parque até entrar numa academia? &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As taxas de desistência são altas: por exemplo, um estudo norte-americano avaliou por um ano mulheres que iniciaram um programa de atividade física. Ele identificou que 50% das mulheres que se propuseram a realizar exercícios vigorosos abandonaram o programa de exercícios em três meses. E todo mundo conhece o caso daquela bicicleta ergométrica que virou um cabide caro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um dado interessante é que a chamada auto-eficácia, isto é, a confiança de que você possui aptidão física para começar e o comprometimento emocional para continuar um programa de exercício, tem o seu nível mais baixo no dia seguinte ao início da atividade física. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse desânimo se deve principalmente à impossibilidade de sentir de imediato os efeitos agradáveis de mexer o corpo. O incentivo da família, de amigos ou de um parceiro de exercício é fundamental para que a pessoa continue a se exercitar em longo prazo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cão: amigo do homem e da boa forma&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
E quem pode assumir esse papel de incentivador fiel e devotado? Um personal trainer de quatro patas! &lt;br /&gt;
Um dos grandes poderes dos cachorros é combater diretamente o sedentarismo com alegria, diversão e descontração, ao contrário de uma massacrante disciplina de séries de exercícios em ambientes fechados. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um estudo sobre atividade física concluiu que os donos de cães têm maior probabilidade de realizar três ou mais vezes exercícios vigorosos por semana. Caminhadas de 15 minutos no início da manhã e no final da tarde com o cachorro é o tipo de exercício moderado que corresponde ao indicado pela maioria dos cardiologistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
E é fato que as pessoas que têm um cão passam mais tempo caminhando do que quem não tem cão. Basta ir a uma praça ou a um parque para confirmar que raramente os donos de cães são gordinhos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Horácio, um labrador de coloração "chocolate", sabe identificar cada palavra-chave para o ato de passear, cada mudança de tom da voz do seu dono, conhece as dicas corporais do seu líder ou seus passos do outro lado da casa. Ele manifesta com muita personalidade sua vontade de dar uma voltinha e não aceita um não como resposta. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O exemplo de Horácio ilustra que mais do que o assédio canino para obrigar o seu dono a levá-lo para passear, o convívio com animais de estimação aumenta a possibilidade de se ter, prazerosamente, um programa de exercícios. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No livro O Poder Curativo dos Bichos, o doutor Marty Becker fala que caminhar ao lado de um cachorro ou jogar bolinha ou um galhinho para ele significa movimentar o corpo em compasso com o de um animal que somente quer se divertir e fazer o seu dono feliz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
"Ele nos suplica para romper o ciclo de isolamento e inatividade para nos levar a conhecer o mundo novo, passear e conversar com os vizinhos e se sentir mais confiante e contente com o nosso eu físico e animal", explica Becker. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/_-wzm7JBoXU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 15:42:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52752</feedburner:origLink></item><item><title>Cachorro na praia: a grande polêmica</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/wBKZjaOTBMo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Todo verão é a mesma história. Algumas pessoas levam seus cães à praia para brincar e se divertir. Outras detestam ver os peludos na areia, fazem manifestações contra, apitam quando há algum cão passeando...e pronto! A confusão está armada! Cachorro na praia ainda é motivo de grandes discussões. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A verdade é que os cães podem sim passar doenças aos homens. Além das doenças, cães na praia podem causar outros problemas, pois podem atacar alguém, e muitas vezes o que seria um passeio delicioso se torna um terrível pesadelo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Animais bem tratados, ou seja, livre de doenças e parasitas intestinais dificilmente transmitem doenças. Como não dá para ter o controle sanitário dos cães que freq&amp;uuml;entam a praia, hoje em dia, por questões de saúde pública, existe uma lei que proíbe a circulação de cães nas areias. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essa lei visa assegurar a integridade física e a saúde da população. Isso significa que, levar o cão para a praia, realmente é contra a lei e você pode ser multado. Ruas e calçadões estão liberados, desde que com coleira e guia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma das doenças transmitidas através do contato com as fezes de cães e gatos infectados, e freq&amp;uuml;entemente adquirida por pessoas na praia é a Larva Migrans Cutânea, mais conhecida como "Bicho geográfico". É uma doença de pele transmitida por larvas de um parasita intestinal comum em cães e gatos chamado Ancylostoma caninum. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O animal infectado ao defecar na areia libera ovos desse verme que se transformam em larvas podendo penetrar na pele das pessoas causando feridas na pele e uma forte coceira. As partes do corpo mais afetadas são os pés, pernas e mãos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Estas larvas são muito resistentes às ações do meio ambiente tais como calor, frio, umidade e seca. Podem permanecer no ambiente por até  um ano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para prevenir a possibilidade do seu animal transmitir essa doença, ele deve ser submetido a exames de fezes a cada 6 meses e vermifugado se necessário. Recolher as fezes do seu animal em praças, parques, jardins e praia, também ajuda a evitar o problema.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/wBKZjaOTBMo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 15:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52751</feedburner:origLink></item><item><title>Os Benefícios da Natação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/wJ6CTAJhy4I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Não estranhe se você ouvir falar de um cão que pratica natação! Pois é, a natação hoje não é um privilégio dos labradores que possuem como característica da raça a adoração por água e conseq&amp;uuml;entemente piscinas, rios e lagos. Hoje, a natação além de um excelente exercício vem sendo muito utilizada como tratamento fisioterápico na &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; veterinária e com ótimos resultados. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A hidroterapia como é tecnicamente chamada engloba todas as terapias onde se utiliza água desde compressas, crioterapia (técnica em que se utiliza gelo), técnicas de emersão como duchas, turbilhão, natação e exercícios aquáticos. São exercícios orientados por um médico veterinário fisioterapeuta, possibilitando movimentos que muitas vezes seriam impossíveis serem executados fora da água. Com isso, o animal ganha força muscular sem sobrecarregar as articulações, amenizando a dor e o desconforto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Animais com displasia coxo-femural, problemas de coluna, em recuperação de fraturas ou luxações possuem melhores resultados quando a natação faz parte do tratamento de reabilitação. Geralmente é recomendada duas vezes ao dia, iniciando à partir de 15 dias após a cirurgia, dependendo de como estiver o processo de cicatrização. Os resultados são visíveis após 2 semanas de tratamento. Também pode ser utilizada para perda de peso em pacientes obesos, geriatria e problemas neurológicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a prática pode-se utilizar a piscina da própria casa onde o cão vive ou até mesmo buscar um local mais específico com raias para cães ou esteiras aquáticas. Já existem canis e spas com piscinas projetadas especialmente para os cães.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/wJ6CTAJhy4I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 15:37:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52750</feedburner:origLink></item><item><title>Vantagens em adotar um cão adulto</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/gXKzyI7vWUw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Filhotes são irresistíveis, é verdade. Mas trazer para casa um bicho já adulto, além de ser uma atitude generosa e consciente, pode proporcionar a você uma alegria até maior.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Diferentemente do que muitos imaginam, um animal adulto é capaz, sim, de se acostumar a um novo dono e formar com ele um profundo elo de amizade", afirma o veterinário Sérgio Braga, do Rio de Janeiro, especialista em comportamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A adaptação depende da combinação do perfil do cachorro anfitrião. Em alguns casos, no início, pode demandar uma dose de paciência extra, principalmente quando o bicho passou por um grande trauma ou está com medo. "O ideal é que o processo seja acompanhado por um profissional", diz Braga. "Geralmente, os animais são gratos, sabem reconhecer quando conquistaram melhores condições de vida e aceitam de coração aberto o novo lar."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lembre-se: cães adultos já estão socializados, com tamanho e comportamento definidos. Costumam ser mais obedientes e menos destrutivos que os filhotes, além de se adaptarem rapidamente ao ambiente e às pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/gXKzyI7vWUw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:10:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52565</feedburner:origLink></item><item><title>Cães tranquilos vivem por mais tempo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/Q2XYC3tf7Vw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo conduzido por pesquisadores das universidades de Sherbrooke, Québec e McGill, no Canadá, sugere que raças pacíficas vivem mais tempo do que aquelas consideradas agressivas e de difícil treinamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Cães agitados tendem a consumir mais energia devido à movimentação constante e ao pouco repouso, o que leva a um envelhecimento precoce", afirma Marcelo Quinzani, veterinário, de São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tanta euforia também pode contribuir para o desenvolvimento de doenças graves principalmente as relacionadas ao coração e ao estômago, como hipertensão e gastrite.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O adestramento, o uso de calmantes e a homeopatia tranquilizam o bicho. Como a agressividade pode estar relacionada aos hormônios sexuais, a castração também é uma saída", orienta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Raças dóceis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Golden Retriever&lt;br /&gt;
&amp;bull; Labrador&lt;br /&gt;
&amp;bull; Wippet&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pastor de Shetland&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Raças mais bravas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;bull; Fila Brasileiro&lt;br /&gt;
&amp;bull; Rottweiler&lt;br /&gt;
, Dachshund&lt;br /&gt;
&amp;bull; Jack Russel&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/Q2XYC3tf7Vw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52564</feedburner:origLink></item><item><title>Como dar banho em gatos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/TpL89Gre3Ls/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Engana-se quem pensa que somente as lambidas são o suficiente para manter o gatinho livre da sujeira. Pelo menos uma vez ao mês, os felinos precisam ser banhados com muita água e sabão. Entenda sabão como xampu especial para animais: neutro e hipoalergênico. "Como os gatos têm o olfato mais sensível que os cães, perfumes podem desencadear crises de asma ou bronquites", diz a veterinária Fernanda Fragata, de São Paulo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas, antes de ensaboar o bichinho, tenha a certeza de que ele aprovará os esguichos d'água. "Gatos que possuem esse hábito desde filhotes aceitam muito bem a higienização. Já se receberem os primeiros banhos somente na vida adulta, o proprietário deve ser paciente e acostumá-los gradativamente à limpeza", completa Fernanda. "Desde que dados da forma correta, os banhos ajudam a evitar a proliferação de bactérias e fungos na pele do animal", explica Tatiane Fernandes, médica veterinária.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Confira abaixo um passo a passo que lhe ensinará a dar aquele trato no seu amigo:&lt;br /&gt;
1. Escolha um xampu apropriado para o bichano. Pelos claros merecem produtos com clareador óptico, ingrediente ativo que deixa a pelagem mais branca. "Já os pelos mais oleosos exigem banhos com adstringentes, que auxiliam na remoção da gordura", diz Tatiane.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
2. Tome cuidado com as orelhas, olhos e focinho. "Proteja o ouvido do gato com chumaços de algodão parafinado, que não absorve água", recomenda Fernanda. Respingos de água ali causam terríveis otites e, nos olhos, o xampu pode desencadear uma tremenda irritação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
3. Se seu amigo se mostrar um tanto arisco, peça a alguém que segure as patas dele. Só então comece a esfregá-lo. Após o xampu, os pelos mais longos necessitam de doses de condicionador para facilitar a escovação. Depois, é só enxaguar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
4. Enxugue o pelo do felino. "O secador deve ser colocado na temperatura média. Posicione o aparelho a 30 centímetros da pele do animal para evitar queimaduras", diz Fernanda. Não deixe o jato de ar atingir diretamente os olhos do gato, porque isso pode provocar lesões na córnea.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
5. Para finalizar o processo, escove o bichano. Os fios mais longos precisam ser penteados no sentido do crescimento para que não embaraçarem. A escovação, aliás, deve ser um hábito diário, porque ajuda o gato a se livrar dos pelos mortos e mantém a pelagem saudável.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/TpL89Gre3Ls" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:01:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52563</feedburner:origLink></item><item><title>Projeto inclui carne suína na merenda escolar em todo país</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/GQfCHb8JA-4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) entregará uma proposta ao deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) para inserir a carne suína como item obrigatório na merenda escolar em todo país.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o presidente Marcelo Lopes, a proposta ajudará a aumentar o consumo per capita e amenizará a crise que provoca prejuízos aos produtores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cita que a introdução da carne suína ao cotidiano das novas gerações é importante para o desenvolvimento da cadeia produtiva. &amp;ldquo;As crianças têm a aceitação muito maior e curiosidade de experimentar o novo&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Luis Folador, tendo a carne como item obrigatório na merenda, ensina-se desde cedo à criança a consumir um alimento tão saboroso e nutritivo quanto às demais carnes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Também se quebra um preconceito que ainda existe em relação ao produto, ajudando a multiplicar o gosto pela carne dentro da família.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hamm é autor do projeto que propõe a inserção obrigatória de frutas no cardápio de todas as refeições fornecidas pelo programa de alimentação escolar nas escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;No cardápio desde 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O projeto de lei que inclui a carne suína no cardápio escolar do estado foi sancionado em 2010 pela governadora Yeda Crusius. Porém, poucas escolas inseriram a proteína na merenda dos alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em Lajeado, a carne faz parte da alimentação de oito mil alunos de 45 escolas municipais desde 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Conforme a nutricionista Magali Driemyer, não existem restrições quanto ao seu consumo devido às mudanças no sistema de produção e avanços genéticos. &amp;ldquo;A quantidade de colesterol presente (275 calorias) é aproximada ao das aves (140) e da carne vermelha (240).&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No ano passado foram consumidos 5,2 mil quilos. Magali cita que a aceitação da carne suína nas escolas municipais contribuirá para moldar hábitos de consumo da nova geração.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Consumo aumenta 1,5 quilos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), cada brasileiro consumiu, em média, 15,1 quilos de carne suína em 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O consumo per capita, que havia permanecido estável nos anos anteriores, cresceu aproximadamente 1,5 quilo em 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar do aumento, o consumo de carne suína no Brasil é baixo em comparação aos principais países consumidores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a União Europeia, com consumo per capita de 40,2 quilos, figura entre os grandes consumidores mundiais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No estado, a criação de suínos gera 300 mil empregos diretos e indiretos. O setor arrecada em ICMS em torno de R$ 400 milhões ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Brasil possui hoje o quarto maior plantel suíno do mundo, com rebanho superior a 37 milhões de cabeças que, em 2007, foi responsável por produzir 3 milhões de toneladas, com destaque para a Região Sul.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Santa Catarina lidera o ranking dos maiores produtores de suínos do país, com 8,9 milhões de cabeças, seguido por Rio Grande do Sul, com 6,1 milhões e Paraná, com 5,1 milhões, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/GQfCHb8JA-4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 17:49:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52513</feedburner:origLink></item><item><title>Paraguai prorroga novamente vacinação contra febre aftosa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/92YpL0-BikU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O SENACSA (Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal) prorrogou o segundo período de vacinação contra febre aftosa em todo território nacional. Esta etapa da vacinação foca categorias jovens, como bezerros.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A vacinação começou em 1 de abril e se findaria em 30 de abril, sendo agora prorrogada até 30 de maio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A prorrogação desta etapa já havia acontecido anteriormente, quando ficou estipulado que ela terminaria em 15 de maio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As condições climáticas adversas que afetam o país, como cheias e chuvas, ainda são a causa da prorrogação, por dificultarem a chegada das equipes a algumas regiões, como o chaco paraguaio.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/92YpL0-BikU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 17:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52509</feedburner:origLink></item><item><title>MatchPuppy, uma rede social para encontros de cachorros</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/J6t6yTmDUaw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma nova rede social promete ajudar a encontrar o par ideal para seu cachorro. A MatchPuppy permite a criação de perfis gratuitos, nos quais são reunidas as principais informações sobre os cães, contribuindo para o relacionamento entre os animais com características procuradas pelos donos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O cadastro é bastante rápido e simples, sendo necessário preencher apenas alguns campos como nome, raça, sexo, idade, personalidade e uma pequena descrição. Junto dos dados é exibida uma foto do cachorro e a opção para compartilhar a página nas redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Visando promover a interação canina, uma lista reúne todos os encontros marcados pelos usuários. Atualmente, só estão cadastrados alguns parques da cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos. Todos possuem mapa com endereço de localização, uma opção chamada &amp;ldquo;love this park&amp;rdquo;, similar ao &amp;ldquo;curtir&amp;rdquo; do Facebook, e uma lista com os perfis que marcaram o parque como um de seus favoritos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ideia para a MatchPuppy surgiu da própria experiência de seu fundador, Michael Chiang, que achava bastante demorado o processo de encontrar um par para Louis, seu cão maltês. Em entrevista ao site Mashable, Chiang alegou que o mercado precisa desse tipo de serviço, e que existem muitos donos de cães pequenos que iriam preferir que eles se relacionassem com outros do mesmo porte para brincar ou até mesmo reproduzir.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um aplicativo mobile está sendo trabalhado pela empresa responsável pela página, para que possa ser lançado em breve. Serão agregados anúncios e conteúdos específicos para movimentar a rede e também entreter os usuários.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/J6t6yTmDUaw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.techtudo.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 17:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52506</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/vuAdJEAGtBg/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/vuAdJEAGtBg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Como alimentar corretamente cães e gatos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/BXC039WtZuQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;Eacute; obrigat&amp;oacute;rio dar ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os c&amp;atilde;es e os gatos? N&amp;atilde;o, o que &amp;eacute; obrigat&amp;oacute;rio &amp;eacute; dar uma alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o saud&amp;aacute;vel e balanceada. E isso &amp;eacute; mais facilmente alcan&amp;ccedil;ado com uma ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade do que com sobras de comida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O que &amp;eacute; um alimento balanceado? &amp;Eacute; um alimento no qual est&amp;atilde;o presentes os principais nutrientes, combinados entre si e que proporcionam uma melhor absor&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &lt;a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;nutri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Os principais nutrientes s&amp;atilde;o as prote&amp;iacute;nas, os carboidratos, as gorduras, as vitaminas e os minerais. Uma comida caseira pode ser gostosa para seu bicho, mas carente de alguns destes itens.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Exemplo: fub&amp;aacute; com carne mo&amp;iacute;da. Tem carboidratos e prote&amp;iacute;nas, e alguns c&amp;atilde;es adoram. Mas e o resto dos nutrientes? N&amp;atilde;o tem! &amp;Eacute; uma alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o carente de vitaminas e minerais, e isso vai se refletir em um animal n&amp;atilde;o muito saud&amp;aacute;vel nem muito bonito.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Qualquer ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o serve? N&amp;atilde;o. Existem muitas ra&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas quais os ingredientes n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m muita qualidade e, sendo assim, a alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m fica carente. Ent&amp;atilde;o a regra &amp;eacute; a seguinte: tem de ser uma ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o boa ou uma comida muito bem balanceada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apenas repetir as refei&amp;ccedil;&amp;otilde;es da fam&amp;iacute;lia para o bicho n&amp;atilde;o &amp;eacute; legal. Como &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil para quem n&amp;atilde;o &amp;eacute; nutricionista fazer um planejamento alimentar, fica bem mais f&amp;aacute;cil apostar na ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Vejo muitos casos de intoxica&amp;ccedil;&amp;otilde;es alimentares em c&amp;atilde;es provocadas por salsichas, lingui&amp;ccedil;as, carnes cruas ou gordurosas, comidas muito temperadas, etc. Por falar em lingui&amp;ccedil;a, outro dia atendi um labrador, de um casal amigo, passando muito mal ap&amp;oacute;s comer lingui&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tem tamb&amp;eacute;m a quest&amp;atilde;o dos dentes: a comida caseira obriga escova&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais frequentes, para evitar a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;aacute;rtaro nos dentes. Com o uso de ra&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o problema do t&amp;aacute;rtaro &amp;eacute; bem menor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Posso dar ent&amp;atilde;o um pouco de ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e um pouco de comida? A&amp;iacute; tem outro problema. O cachorro tende a rejeitar a ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando tem a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comida. Diferente dos gatos, que adoram ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e a preferem, os c&amp;atilde;es v&amp;atilde;o ficar olhando para voc&amp;ecirc;, como que perguntando: cad&amp;ecirc; a comida?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por falar em gatos, a qualidade da ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; muito importante. Hoje em dia, se tornou comum um problema chamado s&amp;iacute;ndrome urol&amp;oacute;gica felina. &amp;Eacute; um misto de inflama&amp;ccedil;&amp;atilde;o, infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de c&amp;aacute;lculos (areia ou pedras) na ves&amp;iacute;cula urin&amp;aacute;ria do gato macho, que podem acabar obstruindo sua uretra. O animal n&amp;atilde;o consegue urinar, e se n&amp;atilde;o for prontamente socorrido, morre. &amp;Eacute; muito mais comum acontecer com gatos que comem ra&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem qualidade do que com os que comem boas ra&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No tocante &amp;agrave; quantidade, isso pode variar conforme a fase da vida, a atividade, a personalidade do animal e a qualidade da ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Teoricamente, uma ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais forte deveria satisfazer com menor quantidade. Com certeza ela nutre com menos quantidade, mas cuidado com as indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que v&amp;ecirc;m na embalagem, pois podem estar subestimando o apetite do seu c&amp;atilde;o. Na d&amp;uacute;vida, d&amp;ecirc; sempre um pouco mais do que est&amp;aacute; indicado no saco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Gatos n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m hora para comer, e em geral as pessoas deixam a panelinha sempre cheia e eles comem a quantidade que quiserem e na hora que quiserem. Isso se a ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o for seca, pois n&amp;atilde;o estraga. As &amp;uacute;midas, de latinha, estragam ap&amp;oacute;s algumas horas. Esse conselho de deixar comida &amp;agrave; vontade para os gatos pode n&amp;atilde;o ser cientificamente o mais certo e ocasionar gatos obesos, mas &amp;eacute; o mais comum, pois muitos gatos n&amp;atilde;o comem se o pote de ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o estiver bem cheio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A minha gata &amp;eacute; assim. Se o recipiente estiver ainda pela metade, ela &amp;quot;pede&amp;quot; para encher. N&amp;atilde;o come enquanto n&amp;atilde;o encher. A&amp;iacute; tem de ficar de olho para a ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que est&amp;aacute; por baixo n&amp;atilde;o estragar. &amp;Eacute; muito desagrad&amp;aacute;vel quando ela faz essas exig&amp;ecirc;ncias &amp;agrave;s tr&amp;ecirc;s horas da manh&amp;atilde;, mas se n&amp;atilde;o atender, o bicho literalmente pega! S&amp;atilde;o v&amp;aacute;rias patadas e mordidas at&amp;eacute; eu levantar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os c&amp;atilde;es t&amp;ecirc;m o h&amp;aacute;bito de comer na hora em que voc&amp;ecirc; coloca a ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Filhotes, por serem mais ativos, devem comer v&amp;aacute;rias vezes ao dia. No m&amp;iacute;nimo tr&amp;ecirc;s, podendo ser mais. Costumo recomendar pouca quantidade v&amp;aacute;rias vezes ao dia. J&amp;aacute; os adultos devem comer no m&amp;iacute;nimo duas vezes ao dia. O h&amp;aacute;bito de comer apenas uma vez ao dia n&amp;atilde;o &amp;eacute; legal e favorece uma doen&amp;ccedil;a grave chamada tor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de est&amp;ocirc;mago, pois o animal pode comer muito de uma vez, beber muita &amp;aacute;gua e isso pode torcer seu est&amp;ocirc;mago.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Acima de qualquer regra impera o bom senso. Animal magrinho pode estar comendo pouco. Obesos e os que fazem muito coc&amp;ocirc; podem estar comendo em excesso. O tempo dispon&amp;iacute;vel que cada um tem para tratar deste assunto tamb&amp;eacute;m deve ser levado em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quem fica muito tempo fora de casa, tem de deixar o rango garantido na sua aus&amp;ecirc;ncia. A &amp;aacute;gua deve ser oferecida em abund&amp;acirc;ncia e sempre fresca. N&amp;atilde;o descuide da higiene das vasilhas de &amp;aacute;gua e comida, que devem ser constantemente lavadas e bem enxaguadas. Uma &amp;uacute;ltima observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para quem &amp;eacute; vegetariano: j&amp;aacute; existe no mercado uma ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o totalmente vegetariana para os c&amp;atilde;es e, at&amp;eacute; onde se sabe, oferece boa &lt;a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;nutri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/BXC039WtZuQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52334</feedburner:origLink></item><item><title>Vacinação em cães e gatos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/edA_Ij9ySxk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;C&amp;atilde;es e Gatos hoje em dia praticamente fazem parte da fam&amp;iacute;lia, muitos vivem dentro de casa em contato direto com as pessoas, principalmente com crian&amp;ccedil;as. &amp;Eacute; muito importante que al&amp;eacute;m do cuidado com a higiene, haja tamb&amp;eacute;m um cuidado especial com a sa&amp;uacute;de dos animais. A principal forma de evitar doen&amp;ccedil;as em c&amp;atilde;es e gatos &amp;eacute; atrav&amp;eacute;s da vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando filhotes, c&amp;atilde;es e gatos, devem ser vacinados mensalmente ap&amp;oacute;s o desmame, no segundo m&amp;ecirc;s de vida. A partir do t&amp;eacute;rmino deste esquema, o refor&amp;ccedil;o dever&amp;aacute; ser anual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o! Enquanto seu filhote n&amp;atilde;o estiver com todas as vacinas em dia ele n&amp;atilde;o dever&amp;aacute; sair de casa, e tome cuidado para que ele s&amp;oacute; tenha contato com animais saud&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exemplo do esquema Vacinal de C&amp;atilde;es:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos c&amp;atilde;es protege contra diversas doen&amp;ccedil;as: Cinomose, Hepatite Infecciosa, Leptospirose (4 diferentes sorovares), Parainfluenza, Coronavirose, Parvovirose e Raiva.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exemplo do esquema Vacinal de Gatos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos gatos protege contra diversas doen&amp;ccedil;as: Panleucopenia, Rinotraque&amp;iacute;te, Calicevirose, Clamidiose, Leucemia Felina e Raiva.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/edA_Ij9ySxk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52333</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba socorrer seu animal em casos de emergência</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/UDwoZh5uzzA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;C&amp;atilde;es e gatos podem se colocar em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es perigosas e sofrer acidentes que precisam de cuidados imediatos. E, assim como em todos os casos de emerg&amp;ecirc;ncia, quanto antes forem socorridos melhor. &amp;Eacute; importante saber que cada tipo de problema tem a maneira mais indicada para ser tratado, por isso, vamos comentar caso por caso abaixo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Convuls&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Animais, do mesmo modo que as pessoas podem ser epil&amp;eacute;ticos ou ter convuls&amp;atilde;o motivada por alguma doen&amp;ccedil;a. Diferente das pessoas, voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o precisa se preocupar em n&amp;atilde;o deixar a l&amp;iacute;ngua enrolar, pois isso n&amp;atilde;o acontece, e se acontecer, n&amp;atilde;o causar&amp;aacute; sufocamento. Concentre-se mais em evitar escoria&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Coloque o animal em cima de um tapete ou colch&amp;atilde;o e fa&amp;ccedil;a carinho nele. Convuls&amp;otilde;es epil&amp;eacute;ticas duram alguns minutos e passam, mas podem ser frequentes. Se for a primeira vez, v&amp;aacute; ao seu veterin&amp;aacute;rio de confian&amp;ccedil;a. Se seu animal j&amp;aacute; estiver em tratamento, siga as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es m&amp;eacute;dicas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Choques el&amp;eacute;tricos e desmaios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Massageie o t&amp;oacute;rax. Se a respira&amp;ccedil;&amp;atilde;o estiver muito fraca, abra boca e v&amp;aacute; dando umas puxadas na l&amp;iacute;ngua. Fa&amp;ccedil;a isso dentro do carro, a caminho da cl&amp;iacute;nica. N&amp;atilde;o perca tempo!&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Picada de insetos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se o seu animal aparecer com p&amp;aacute;lpebras, focinho e boca inchados, ele pode ter sido picado por marimbondos ou formigas que vivem em seu quintal e vai precisar tomar inje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de antial&amp;eacute;rgico urgente. J&amp;aacute; para a cl&amp;iacute;nica!&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Queimaduras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;Aacute;gua gelada ou compressa com gelo s&amp;atilde;o indicados para este tipo de acidente. Lembre-se: perto do fog&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; lugar nem de crian&amp;ccedil;a nem de bicho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Engoliu um objeto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Moedas, bolinhas de borracha, bolinhas de gude, agulhas, linha de costura, etc. Calma, nem tudo est&amp;aacute; perdido e normalmente isso acaba bem. Por incr&amp;iacute;vel que pare&amp;ccedil;a, a pior coisa que um animal pode engolir destas todas citadas acima &amp;eacute; a linha, que faz um estrago muito pior do que a agulha. Se voc&amp;ecirc; tiver em casa &amp;oacute;leo mineral, pode dar algumas colheradas. Se n&amp;atilde;o tiver, use azeite mesmo, que tamb&amp;eacute;m lubrifica o trato gastrintestinal.&lt;br /&gt;
Desnecess&amp;aacute;rio dizer que &amp;eacute; preciso procurar um veterin&amp;aacute;rio o quanto antes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Atropelamentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Isso pode variar de apenas alguns arranh&amp;otilde;es a s&amp;eacute;rias fraturas e hemorragias. O importante &amp;eacute; dizer que voc&amp;ecirc; deve primeiro colocar uma focinheira no animal atropelado. Como j&amp;aacute; disse antes, a dor pode o levar a morder. Depois, para evitar movimentos bruscos, abra uma coberta no ch&amp;atilde;o, coloque o paciente em cima dela e, com todo o cuidado, duas pessoas devem segurar a coberta pelas pontas, improvisando uma maca. Da&amp;iacute; &amp;eacute; direto para a cl&amp;iacute;nica. Mesmo traumas aparentemente leves devem ser examinados e medicados, pois alguns problemas como edemas e hemorragia interna podem demorar a dar sinais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
N&amp;atilde;o se esque&amp;ccedil;a de que, quando falamos em primeiros socorros, sabemos que existe a necessidade dos segundos socorros que devem ser realizados pelo seu veterin&amp;aacute;rio de confian&amp;ccedil;a o quanto antes.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/UDwoZh5uzzA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52332</feedburner:origLink></item><item><title>Kit de primeiros socorros para animais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/4BD8hpHCdmI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Assim como para n&amp;oacute;s &amp;eacute; importante ter em casa, na praia, ou no campo um kit de primeiros socorros, para nossos animais de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m &amp;eacute;. Ele pode ser muito &amp;uacute;til em casos de ferimentos leves, pois nem sempre &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ter um M&amp;eacute;dico Veterin&amp;aacute;rio por perto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;No kit &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio ter:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Luvas: para proteger as m&amp;atilde;os e evitar o contato direto com a ferida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tesoura: Para cortar os p&amp;ecirc;los em volta da les&amp;atilde;o promovendo uma melhor visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o; tamb&amp;eacute;m para cortar esparadrapo, gaze, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Soro Fisiol&amp;oacute;gico: Neste caso, &amp;eacute; para limpeza mais grosseira da ferida. Remover sujidades como folhas, terra, areia, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Povidine: Possui a&amp;ccedil;&amp;atilde;o anti-s&amp;eacute;ptica, previne contra poss&amp;iacute;veis infec&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Conv&amp;eacute;m diluir o povidine em soro fisiol&amp;oacute;gico no caso de feridas muito profundas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Gaze: para auxiliar na limpeza (evite algod&amp;atilde;o), e curativos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pin&amp;ccedil;a: para remover objetos, por exemplo: farpas de madeira, pregos, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pomada de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o antibi&amp;oacute;tica: Para evitar a infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ferida atrav&amp;eacute;s da prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de microorganismos, e umedecer o curativo. Ex.: Pomada &amp;agrave; base de Nitrofurazona.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Faixa de gaze: para cobrir e proteger as &amp;aacute;reas feridas. Lembre-se que o faixa deve ficar por cima de uma gaze, nunca direto na ferida!&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esparadrapo: para fixar a faixa. N&amp;atilde;o coloque o esparadrapo direto sobre a ferida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ceruminol&amp;iacute;tico: Produto pr&amp;oacute;prio para a limpeza dos ouvidos em casos de feridas nesta regi&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Focinheira adequada ao tamanho do c&amp;atilde;o: Qualquer animal quando sente dor, por mais d&amp;oacute;cil que seja, pode morder at&amp;eacute; o seu pr&amp;oacute;prio dono. Ele se sente amea&amp;ccedil;ado e por instinto de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;a mesmo. Portanto, para evitar que isso aconte&amp;ccedil;a, &amp;eacute; melhor amorda&amp;ccedil;&amp;aacute;-lo antes de come&amp;ccedil;ar todo o procedimento. Depois que estiver tudo bem, ele saber&amp;aacute; que foi para o seu bem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Colar Elisabetano adequado ao tamanho do c&amp;atilde;o: &amp;Eacute; o famoso &amp;quot;abajour&amp;quot; que envolve a cabe&amp;ccedil;a do animal. Incomoda um pouco, mas &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio. Esta &amp;eacute; a &amp;uacute;nica forma do animal n&amp;atilde;o arrancar o curativo e n&amp;atilde;o infeccionar a ferida atrav&amp;eacute;s da lambedura.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/4BD8hpHCdmI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52331</feedburner:origLink></item><item><title>O que providenciar antes de viajar com seu animal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/6PFnEMsF2mQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Muitas vezes levamos nosso animal de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto conosco em viagens. O que muita gente n&amp;atilde;o sabe &amp;eacute; que nesses casos nosso bichinho fica exposto a mudan&amp;ccedil;as de ambiente e de clima e, por isso, precisamos prepar&amp;aacute;-lo para enfrentar, por exemplo, as doen&amp;ccedil;as de ver&amp;atilde;o transmitidas por alguns ectoparasitas como carrapatos, piolhos e insetos, comuns em ambientes arborizados e com &amp;aacute;gua abundante.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A primeira coisa a se fazer antes de viajar com seu animal para uma temporada de f&amp;eacute;rias &amp;eacute; um exame de sangue para verificar como anda a sua imunidade, pois assim &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel saber se ele est&amp;aacute; em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de viajar ou n&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro cuidado importante com a sa&amp;uacute;de do seu melhor amigo &amp;eacute; realizar um exame de fezes antes e depois da viagem. Lembre-se de que seu animal entrar&amp;aacute; em contato com terra, grama ou areia e poder&amp;aacute; contrair algum parasita intestinal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Existe uma doen&amp;ccedil;a, comum em regi&amp;otilde;es litor&amp;acirc;neas, chamada dirofilariose. &amp;Eacute; uma patologia grave causada pela Dirofilaria Immitis, um parasita transmitido por mosquitos que se aloja no cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e art&amp;eacute;rias pulmonares dos c&amp;atilde;es que frequentam ou moram nessas regi&amp;otilde;es. Por isso, antes de viajar, &amp;eacute; importante proteger os animais contra essa doen&amp;ccedil;a com um antiparasit&amp;aacute;rio espec&amp;iacute;fico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
V iajar com seu animal pode se tornar estressante se durante uma fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o estiver com a documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria e exigida por lei para o transporte de animais. Para o transporte de animais de interesse do Estado ou destinados &amp;agrave; cria, reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e abate, o propriet&amp;aacute;rio deve recolher uma Guia de Tr&amp;acirc;nsito Animal (GTA) emitida pela Secretaria de Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria, Pesca e Abastecimento do estado ou munic&amp;iacute;pio. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; mais flex&amp;iacute;vel com c&amp;atilde;es e gatos. O dono que desejar viajar com seu bicho de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa somente da carteira de vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de um atestado de tr&amp;acirc;nsito emitido por m&amp;eacute;dico veterin&amp;aacute;rio particular.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A vacina antirr&amp;aacute;bica precisa estar em dia. A vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra raiva s&amp;oacute; &amp;eacute; v&amp;aacute;lida quando tomada no m&amp;iacute;nimo 30 dias antes da viagem e no m&amp;aacute;ximo 12 meses antes. Se o animal foi revacinado a menos de 30 dias da viagem, mas a vacina anterior ainda estava dentro da validade, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; problema.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para viajar ao exterior com seu animal &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio um CZI, Certificado Zoossanit&amp;aacute;rio Internacional, emitido pelo Minist&amp;eacute;rio da Agricultura gratuitamente. A obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CZI requer o agendamento de uma consulta com um m&amp;eacute;dico veterin&amp;aacute;rio do Minist&amp;eacute;rio da Agricultura nos aeroportos internacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cada pa&amp;iacute;s possui seu tr&amp;acirc;mite para o transporte de animais e as exig&amp;ecirc;ncias sanit&amp;aacute;rias podem variar, por isso &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio informar-se na embaixada ou no consulado do pa&amp;iacute;s de destino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em viagem de carro, evite alimentar o animal antes de partir. Procure parar a cada duas horas para que ele possa beber &amp;aacute;gua, fazer as necessidades e dar uma voltinha para &amp;quot;esticar as patas&amp;quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se for viajar de avi&amp;atilde;o, recomenda-se n&amp;atilde;o alimentar o animal por no m&amp;iacute;nimo seis horas antes da viagem. Os animais devem viajar em caixas de transporte especializadas e, dependendo da companhia a&amp;eacute;rea, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel que animais de at&amp;eacute; seis quilos viajem na cabine dos passageiros, desde que n&amp;atilde;o causem inc&amp;ocirc;modo aos demais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Animais de maior porte devem viajar no compartimento de bagagem. Sedativos receitados pelo veterin&amp;aacute;rio s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios para evitar o estresse causado pelo barulho das turbinas. O transporte em navio tamb&amp;eacute;m deve ser realizado em caixas espec&amp;iacute;ficas, mesmo que viaje na cabine do passageiro, mas &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio informar-se na companhia armadora.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/6PFnEMsF2mQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52330</feedburner:origLink></item><item><title>Por que chocolate pode ser mortal para cães?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/iTjfdqQ-p3k/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Não adianta se deixar levar pelo rabo abanando e olhar guloso. Quando se trata de chocolate, o melhor é manter o doce bem longe de seu melhor amigo. Segundo veterinários, o produto contém teobromina e cafeína, dois estimulantes que podem colocar o corpo dos cães em perigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a intoxicação por chocolate chegar a níveis tão graves, é preciso considerar a concentração das substâncias no produto, a sensibilidade do cão a estimulantes químicos e o seu peso &amp;ndash; um quadradinho de uma barra de chocolate terá mais efeito em um Chihuahua do que em um São Bernardo, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o veterinário Greg Nelson, cem miligramas de teobromina e de cafeína por cada quilograma de um cachorro já é suficiente para ser letal. As diferentes concentrações dos estimulantes em cada produto, no entanto, podem dificultar a conta. Chocolates ao leite são menos perigosos do que chocolates puros, mas diferentes marcas também apresentam variações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sintomas iniciais da intoxicação incluem salivação excessiva e dor de estômago, seguida de vômito e diarréia. A frequência cardíaca do animal também irá aumentar, e ele pode se tornar inquieto, nervoso e extremamente excitado &amp;ndash; assim como uma pessoa sensível à cafeína quando toma muitas xícaras de café. Porém, uma frequência cardíaca irregular conduz a situações mais graves, como queda da temperatura corporal, letargia, espasmos musculares, convulsões e coma, levando à morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande conselho dos veterinários, portanto, é negar o chocolate ao seu cãozinho, assim como toda comida de humanos. &amp;ldquo;Melhor estar seguro do que arrependido&amp;rdquo;, conclui Nelson. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/iTjfdqQ-p3k" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52147</feedburner:origLink></item><item><title>Pílula mensal acaba com parasitas em gatos e cachorros</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/fXJUSmguEso/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Uma p&amp;iacute;lula que deve ser ingerida uma vez ao m&amp;ecirc;s por gatos e cachorros est&amp;aacute; em fase de testes por cientistas de Nova Jersey, nos Estados Unidos. Os pesquisadores afirmam que o rem&amp;eacute;dio &amp;eacute; eficiente para acabar com pulgas e carrapatos nos animais dom&amp;eacute;sticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter Meinke e sua equipe do Laborat&amp;oacute;rio Merck, que est&amp;atilde;o desenvolvendo o medicamento, afirmam notar uma necessidade em meios mais eficientes de controlar pulgas e carrapatos, devido ao n&amp;uacute;mero crescente em animais dom&amp;eacute;sticos.Estimativas mostram que, em 2007, havia 71 milh&amp;otilde;es de cachorros e 81 milh&amp;otilde;es de gatos nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos p&amp;oacute;s, sprays e outros tipos de rem&amp;eacute;dios s&amp;atilde;o disponibilizados, mas muitos donos preferem a conveni&amp;ecirc;ncia de rem&amp;eacute;dios orais, como p&amp;iacute;lulas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse tipo de medicamento consegue alcan&amp;ccedil;ar mais partes do corpo do animal, n&amp;atilde;o &amp;eacute; eliminado na chuva ou no banho, e n&amp;atilde;o &amp;eacute; transferido do animal de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o seu dono. Existe apenas uma p&amp;iacute;lula eficiente para o tratamento de pulgas nos animais, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; eficiente contra carrapatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Testes realizados com o novo medicamento mostram que ele &amp;eacute; eficaz durante um m&amp;ecirc;s contra os dois parasitas, e n&amp;atilde;o mostrou efeitos t&amp;oacute;xicos. Os cientistas obtiveram o medicamento a partir de um fungo que se mostrou eficiente contra ecoparasitas.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/fXJUSmguEso" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:06:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52145</feedburner:origLink></item><item><title>Cães prevêem ataques epilépticos e alertam seus donos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/sys8vMRYR50/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Eddie é um cão de três anos que foi abandonado no Centro de Resgate Sheffield por causa de sua natureza energética que causou muitos problemas para seus donos anteriores. No entanto, é exatamente isso que faz dele perfeito para o seu novo trabalho como um cão de alerta a ataques epilépticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entidade de suporte a cães Sheffield é a única no Reino Unido que treina cães de alerta. Ao contrário dos cães guia para surdos e cegos, a função dos cães de alerta não é apenas ajudar, mas também prever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas que sofrem de formas graves de epilepsia podem sofrer convulsões na qual perdem a consciência, caem e podem se machucar seriamente.&lt;br /&gt;
Os estudiosos não sabem como os cães podem perceber que uma crise está prestes a ocorrer, mas existem três teorias: na primeira hipótese, pode haver micro expressões que o cão entende que precedem um ataque, ou pode haver um cheiro especial ao qual o cão é sensível e, finalmente, pode ser que o cão senta perturbações no campo elétrico que são causados por um ataque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eddie é 100% preciso. Vale a pena destacar que pessoas que têm o cão de alerta às vezes passam a ter menos ataques, com efeitos mais atenuados, graças à segurança que o cachorro proporciona. Pessoas alegaram ficarem mais relaxadas por terem o apoio do cão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cachorro da senhora Toni Brown-Griffin, AJ, lambe sua mão esquerda obsessivamente cinq&amp;uuml;enta minutos antes de uma crise maior. Quando a crise é menor, ele dá um aviso quinze minutos antes, lambendo a mão esquerda três vezes antes de por a pata nela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma forma de poderem levar uma vida normal com tempo suficiente para ficarem seguros antes de um ataque. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/sys8vMRYR50" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 11:04:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52144</feedburner:origLink></item><item><title>Cães são mais inteligentes do que gatos?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/e5Ra8NVPDXk/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Um estudo feito na Universidade Christ Church, de Canterbury, Inglaterra, sugere que sim. Um experimento mostrou que gatos têm maior dificuldade em compreender eventos de causa e consequência, ao contrário de seus colegas caninos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um teste feito com 15 gatos, cientistas colocaram um pedaço de peixe no fim de uma linha. Os gatos puxavam a linha e pegavam a recompensa com facilidade. Entretanto, quando os cientistas colocaram duas linhas paralelas &amp;ndash; uma com comida e outra sem &amp;ndash; na frente dos gatos, eles ficaram confusos. Ao contrário dos gatos, cachorros conseguiram resolver o problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Britta Osthaus, psicóloga da Universidade de Canterbury, afirma que a descoberta é surpreendente, pois gatos têm costume de usar as patas e garras para pegar objetos durante brincadeiras e a caça, e são considerados mais inteligentes que os cachorros. &amp;ldquo;Gatos não entendem a relação de causa e consequência entre os objetos&amp;rdquo;, afirma o estudo. Segundo Osthaus, os gatos se saíram muito pior no teste do que os cães, que ao menos, resolveram o problema com as linhas paralelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro teste utilizava duas linhas cruzadas, uma com comida e outra sem. Deste modo, um gato sempre fez a escolha errada, e os outros tiveram sucesso em algumas tentativas. &amp;ldquo;Não estou afirmando que gatos são burros, mas eles são diferentes&amp;rdquo;, afirma Osthaus.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/e5Ra8NVPDXk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 13:50:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52110</feedburner:origLink></item><item><title>Cães entendem sinais comunicativos humanos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/5WSPGC3V7iY/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Segundo uma nova pesquisa, os cães podem compreender nossa intenção de se comunicar com eles, e são tão receptivos à comunicação humana quanto bebês de 6 meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores usaram &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de rastreamento ocular para estudar como os cães observam uma pessoa, depois da pessoa dar os cães pistas comunicativas, tais como contato visual e fala dirigida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles descobriram que a tendência dos cães de seguir o olhar das pessoas é a mesma de um bebê de 6 meses de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo sugere que os cães evoluíram para serem especialmente sintonizados com os sinais de comunicação humana &amp;ndash; sendo assim, os primeiros seres humanos podem ter selecionado os cães para a domesticação particularmente por esta razão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores conduziram essencialmente a mesma experiência com cães que outros cientistas conduziram com crianças em 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles seguiram o movimento do olho de 16 cães adultos durante dois testes diferentes. Os cães assistiram a uma série de filmagens em que uma mulher voltava sua atenção para um de dois recipientes idênticos &amp;ndash; um à sua esquerda e um à sua direita, depois de encarar os cães de uma maneira &amp;ldquo;ostensiva&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;não ostensiva&amp;rdquo;. Sinais ostensivos transmitiam a intenção de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para transmitir a intenção de se comunicar no primeiro teste, a mulher no vídeo fez contato visual com os cães e, em seguida, disse: &amp;ldquo;Oi cão!&amp;rdquo; em um alto tom, maternal (que geralmente falamos com os cachorros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo teste, não ostensivo, a mulher não olhou para os cães e disse: &amp;ldquo;Oi cão&amp;rdquo;, em um tom baixo, como se estivesse falando com outro adulto.&lt;br /&gt;
Os pesquisadores descobriram que os cães passaram a mesma quantidade de tempo olhando e examinando a mulher e seu rosto em ambos os testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, os cães passaram mais tempo olhando para o mesmo recipiente que a mulher olhou nos testes ostensivos. Esses resultados indicam que, assim como crianças, os cães são sensíveis a estímulos que sinalizam a intenção de uma pessoa de comunicar informações úteis, embora não esteja claro se algumas raças são melhores em ler sinais comunicativos do que outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo apoia outras pesquisas que mostram que os cães estão cientes da &amp;ldquo;dimensão intencional de comunicação&amp;rdquo;, uma habilidade que pode ser uma adaptação especial exclusiva dos cães.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, nenhuma outra espécie é tão sensível aos sinais comunicativos vindos de seres humanos, nem mesmo os macacos, parentes vivos mais próximos dos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma pesquisa anterior mostrou que os lobos, os parentes vivos mais próximos dos cães, não são tão hábeis quanto eles para entender gestos humanos, encontrar comida ou outras recompensas (na verdade, filhotes de cachorro se dão melhor do que lobos adultos, a menos que os lobos tenham sido especialmente treinados).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma questão ainda permanece, no entanto: qual pista comunicativa &amp;ndash; contato visual ou fala dirigida &amp;ndash; é mais importante para os cães. Segundo os cientistas, pode até haver diferentes tipos de animais que respondem a diferentes tipos de pistas, mas isso ainda é um mistério.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/5WSPGC3V7iY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 13:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52109</feedburner:origLink></item><item><title>ONG contra maus-tratos de animais perde batalha contra rodeio em São Paulo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/ag3mbnEABo4/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Prestes a acontecer, o evento em Ribeirão Preto havia sido cancelado por meio de uma liminar da justiça pedida por uma ONG, que alegava maus-tratos aos animais.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a organização do evento conseguiu que o rodeio acontecesse, após acordar que algumas práticas proibidas pela justiça sejam executadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, o rodeio não poderá acontecer se mantiver o uso de cordas, choques elétricos, esporas e sedeiro, um instrumento que pressiona o órgão genital do animal para que ele salte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso a determinação seja descumprida pelas empresas que organizam o evento, será aplicada uma multa diária de R$ 50 mil.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/ag3mbnEABo4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>entretenimento.r7.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 13:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=52108</feedburner:origLink></item><item><title>O que a raça do seu cachorro diz sobre você?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/Do82vbLxuJA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A ra&amp;ccedil;a de cachorro que a pessoa escolhe ter pode dizer muito sobre a sua personalidade, afirma uma nova pesquisa desenvolvida na Universidade Bath Spa, na Inglaterra.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;N&amp;oacute;s procuramos c&amp;atilde;es que sejam parecidos com a gente, assim como n&amp;oacute;s procuramos parceiros amorosos que s&amp;atilde;o parecidos com a gente&amp;rdquo;, explica o pesquisador Lance Workman. A literatura m&amp;eacute;dica mostra que pessoas que possuem cachorros t&amp;ecirc;m diferen&amp;ccedil;as de personalidade em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a pessoas que n&amp;atilde;o possuem um desses pets, e a pesquisa de Workman mostra que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel associar c&amp;atilde;es de ra&amp;ccedil;a pura aos seus donos, o que sugere que caracter&amp;iacute;sticas das ra&amp;ccedil;as podem ser ligadas a tipos espec&amp;iacute;ficos de pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores dividiram os tipos de c&amp;atilde;es em sete categorias: c&amp;atilde;es de armas (como labradores e golden retriever), c&amp;atilde;es de ca&amp;ccedil;a (como o greyhound) pastores (pastor alem&amp;atilde;o e o collie), terriers (bullterrier, yorkshire), ra&amp;ccedil;as toy (chiuaua), c&amp;atilde;es de utilidade (bulldogs) e c&amp;atilde;es de trabalho (como o doberman).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com os resultados da an&amp;aacute;lise dos pesquisadores, a correla&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre ra&amp;ccedil;as e caracter&amp;iacute;sticas de personalidade mostrou que pessoas que possuem c&amp;atilde;es pastores s&amp;atilde;o mais extrovertidos. Quem tem c&amp;atilde;es de armas ou toys s&amp;atilde;o mais agrad&amp;aacute;veis, e donos de c&amp;atilde;es de ca&amp;ccedil;a s&amp;atilde;o mais emocionalmente est&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo afirma que na hora de escolher os pets, as pessoas naturalmente selecionam uma ra&amp;ccedil;a que combine com suas atitudes e estilo de vida. Mas essas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es tamb&amp;eacute;m podem ajudar quem esteja se preparando para escolher um cachorro. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/Do82vbLxuJA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>boasaude.uol.com.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 16:52:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=51995</feedburner:origLink></item><item><title>Ter um animal de estimação ajuda grávidas a manterem o peso saudável</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/LJ5aqMlu7wI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Mulheres grávidas que possuem cães tendem a ser mais ativas e praticarem mais atividade física durante a gestação. Estudo da Universidade de Liverpool, na Grã-Bretanha, mostrou os benefícios dos cachorros sobre a saúde da mulher durante a gravidez.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Dra. Sandra McCune, coordenadora da pesquisa, diz que a prática de atividade física durante o período gestacional motiva a mulher a ter uma vida mais saudável. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa sugere que, ao passear com os cães, as mulheres correm menos risco do que em outras formas de exercício. &amp;ldquo;Como passear com o cão é um exercício de baixo risco, as mulheres tendem a praticá-lo sem medo. Juntando-se a isso uma dieta equilibrada, as chances de uma mulher que tem um cachorro como animal de estimação ter uma gravidez saudável são maiores&amp;rdquo;, diz a pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo descobriu que mulheres grávidas que possuem cães têm aproximadamente 50% mais probabilidades de alcançar os índices de prática de atividade física recomendados (30 minutos por dia), ao dar um passeio rápido com o animal pelo bairro. Além disso, essas mulheres apresentam peso adequado à idade gestacional mais frequentemente do que aquelas sem animais de estimação.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/LJ5aqMlu7wI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>boasaude.uol.com.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 16:50:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=51994</feedburner:origLink></item><item><title>Testes com animais - eficiência de vacina contra malária</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/HI_QgF9TlNQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Instituto Oswaldo Cruz e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já estão testando em animais algumas formulações que poderão levar ao desenvolvimento de uma vacina contra a malária no Brasil. As duas instituições representam o Centro de Referência do Ministério da Saúde para Malária Fora da Região Amazônica. A Amazônia concentra entre 10% a 12% da população brasileira, 10% do Produto Interno Bruto (PIB) e 99,7% dos casos de malária registrados a cada ano no país.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Passada essa fase [testes em animais], a ideia é entrar em ensaios clínicos&amp;rdquo;, disse na quarta-feira (25) à Agência Brasil o chefe do Laboratório de Pesquisa em Malária do Instituto Oswaldo Cruz, Cláudio Ribeiro. Segundo ele, os testes clínicos serão efetuados com voluntários, visando a verificar a inocuidade, ou seja, se a substância que vai ser injetada não faz mal a quem a recebe. Em seguida, os pesquisadores observam se há uma resposta imunológica do paciente e se essa resposta é forte o suficiente para proteger o indivíduo da infecção. &amp;ldquo;Aí, estaremos prontos para fazer ensaios em populações&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Ribeiro, os pesquisadores querem chegar a uma vacina que protegeria ao mesmo tempo contra a malária e a febre amarela. Ele disss que, no entanto, embora venha despertando o interesse de várias instituições internacionais, no intuito de eliminá-la, a malária ainda pode ser considerada uma doença de pessoas negligenciadas. &amp;ldquo;Onde não tem dinheiro é que tem malária&amp;rdquo;, observou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No Brasil, em 2011, foram registrados 263 mil casos contra 320 mil no ano anterior. E, de acordo com o pesquisador, um fato que chama a atenção é a ocorrência de malária fora da área de transmissão, conforme divulgado pelo Programa Nacional de Controle da Malária do Ministério da Saúde. Ribeiro ressalta que a importância desse fato é que, embora sejam poucos casos, eles aparecem em lugares onde os médicos não veem comumente a doença. Daí, o diagnóstico, muitas vezes, não é considerado. &amp;ldquo;A malária, proporcionalmente, mata mais fora da região amazônica do que dentro&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ribeiro informou que indivíduos que têm a malária diagnosticada em cidades como o Rio de Janeiro, São Paulo ou Belo Horizonte, por exemplo, têm 60 vezes mais chance de vir a morrer, do que se a doença for diagnosticada na região amazônica. &amp;ldquo;Isso porque, aqui, o médico não pensa no diagnóstico e confunde a doença com dengue e outras síndromes febris&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, a Fiocruz se preocupa em informar viajantes, turistas, militares e, em especial, médicos fora da região endêmica, que um episódio febril em alguém que volta de uma viagem a áreas de transmissão no Brasil, na Ásia e na África pode ser malária. &amp;ldquo;Isso pode salvar vidas&amp;rdquo;. É a chamada &amp;ldquo;malária do viajante&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O pesquisador revelou que, na Amazônia, mais de 60% dos casos são diagnosticados nos 3.500 postos de saúde da região nas primeiras 48 horas, &amp;ldquo;o que faz toda a diferença para salvar a vida do paciente, no caso da espécie Plasmodium, tipo de parasita que causa a malária e que mata&amp;rdquo;. Ele destacou que é uma necessidade os médicos considerarem que malária &amp;ldquo;é uma emergência médica e tem que ser tratada imediatamente&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Fiocruz e o Instituto Evandro Chagas, também ligado ao Ministério da Saúde, abrigam dois centros de primatologia, onde são desenvolvidos estudos para o desenvolvimento de vacinas que podem salvar vidas de pacientes com malária.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 200 milhões de casos de malária são registrados a cada ano no mundo, com cerca de 600 mil a 700 mil mortes. Dessas, 80% são crianças com menos de 5 anos e mais de 90% estão na África, abaixo do deserto do Saara.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ribeiro ressaltou que, graças ao aporte financeiro de instituições como a Fundação Melinda e Bill Gates, pesquisadores do mundo inteiro dispõem hoje de R$ 2 bilhões por ano para realizar pesquisas que permitem vislumbrar a eliminação da malária do planeta. Ele avaliou, porém, que seriam necessários R$ 6 bilhões por ano para atingir esse objetivo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/HI_QgF9TlNQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 16:47:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=51993</feedburner:origLink></item><item><title>Sucesso na pecuária está ligado à genética</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/aj3miRdGUv8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O sucesso ou fracasso de um projeto pecuário voltado à produção de carne ou leite depende fundamentalmente de três pilares, que interagem entre si: genética, &lt;a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;nutrição&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e sanidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Obviamente que meio ambiente, mão de obra, equipamentos e gestão têm importante parcela de contribuição no processo, porém o manejo sanitário eficiente, a alimentação de qualidade e o padrão genético do gado são fatores indispensáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Aos poucos, o Brasil está aprendendo a priorizar a saúde animal como se deve. As principais doenças estão controladas e a febre aftosa merece cada vez mais atenção dos pecuaristas. Ainda há perigos à espreita, mas é inequívoco o avanço na prevenção e no controle.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No campo da &lt;a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;nutrição&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a suplementação mineral ganha espaço. Os produtores estão mais atentos ao balanço nutricional das dietas, o que vem contribuindo para aumentar os níveis de produtividade do gado em todas as idades e nos diferentes períodos do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quanto à genética, há altos e baixos. Por um lado, há raças zebuínas, como nelore, brahman e gir, que apresentam índices de desempenho crescentes e até surpreendentes, ajudando a impulsionar a oferta de carne bovina. Em comum, nelore e gir estão no Brasil há várias décadas, o que possibilitou sua total ambientação às nossas condições e consequente expansão. O sangue nelore, por exemplo, está presente em 80% das cerca de 200 milhões de cabeças de gado do país. Já o Brahman, apesar de recém-chegado, disse a que veio e já dá sua contribuição para o fortalecimento da atividade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Há também as raças de origem europeia, como angus simental e uma dezena de outras opções com potencial de expansão e características positiva. Mas essas duas fontes genéticas se destacam, cada uma a seu modo: o simental está bastante disseminado pelo Brasil e o angus é a raça preferida pelos criadores que fazem o chamado cruzamento industrial (associação de raças europeias e zebuínas ), potencializando a produtividade das crias em termos de ganho de peso, crescimento, fertilidade, precocidade sexual e oferta de carne de qualidade superior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Talvez o grande desafio dessas raças, particularmente do angus, por conta do excepcional aumento do seu uso pelos pecuaristas no cruzamento industrial, está na fonte da genética utilizada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Brasil tem uma característica interessante, pois seu rebanho angus é formado por uma espécie de mistura bem balanceada entre gado europeu, da América do Norte e Argentina. Sem preconceitos, essa genética importada permanece importante para o contínuo melhoramento do gado nacional. Por outro lado, já há também opções locais de genética de alta qualidade, que devem merecer a atenção dos pecuaristas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O fato é que a pecuária brasileira é um gigante e, como tal, precisa das mais diferentes contribuições genéticas. Há países que selecionam determinadas raças há bem mais tempo que nós e já atingiram patamares de produtividade indiscutíveis. Mas também há méritos internos e os pecuaristas nacionais têm o seu valor no processo de melhoramento do gado aqui, já adaptado às condições brasileiras. Os exemplos de sucesso estão aí com nelore, simental, gir, brahman, girolando e outros. E nunca se pode esquecer que a escolha equivocada da base genética provocará prejuízos por longo tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Paulo de Castro Marques - Empresário e pecuarista, é proprietário da Casa Branca Agropastoril, especializada na criação de gado Angus, Brahman e Simental sul-africano e presidente da Associação Brasileira de Angus.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/aj3miRdGUv8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 18:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=51980</feedburner:origLink></item><item><title>EUA confirmam vaca louca</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/hCi5oQHwNIY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os Estados Unidos relataram ontem um caso de encefalopatia espongiforme bovina (BSE, na sigla inglês), a temida doença da vaca louca. Trata-se do quarto registro da enfermidade no país desde 2003, o primeiro desde 2006.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diagnóstico foi oficializado por volta das 16 horas, em um comunicado do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), mas o mercado já havia sido abalado pelos boatos sobre a descoberta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os preços do boi gordo no mercado futuro atingiram o limite de queda permitido pela Chicago Mercantile Exchange. As ações dos frigoríficos também foram castigadas. Em São Paulo, os papéis da JBS (que mantém uma grande operação nos EUA) chegaram a cair 5,15%, mas fecharam praticamente estáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O mercado acalmou-se após o comunicado do USDA. O órgão relatou que o animal infectado, uma vaca leiteira na Califórnia, não entrou na linha de abate para consumo humano e "em nenhum momento ofereceu risco à cadeia de alimentos e à saúde das pessoas". Os testes apontaram ainda que a vaca estava doente de uma versão da BSE rara e não associada ao consumo de ração com base em componentes animais - principal fator de disseminação da encefalopatia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As autoridades americanas disseram que vão compartilhar a análise com laboratórios de referência no Canadá e na Inglaterra a fim de confirmar o diagnóstico. Além disso, anunciaram uma investigação epidemiológica em conjunto com os oficiais de saúde animal da Califórnia e da Administração de Medicamentos e Alimentação (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O USDA alegou não haver quaisquer razões para que a Organização Mundial de Saúde animal (OIA) rebaixe o status sanitário de seu rebanho, o que seria um golpe para as exportações de carne bovina. A OIA considera os EUA um país de "risco controlado" para a BSE, o mesmo tratamento dispensado ao Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para os americanos, a BSE é uma doença sob controle. Segundo o USDA, apenas 29 casos foram registrados em todo o mundo em 2011, ante os mais de 37,3 mil casos em 1992.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar da reação inicial dos investidores, o diretor de Relações com Investidores da JBS, Jeremiah O' Callaghan, disse que o caso não preocupa. "Não acreditamos que haverá qualquer restrição ao comércio. Trata-se de um caso atípico, isolado."&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, as operações da JBS seriam muito pouco afetadas por um eventual embargo, já que a empresa poderia redirecionar as exportações de carne bovina para as operações na Austrália e no Brasil. "E temos a segunda maior operação de aves do mundo, que seria beneficiada".&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/hCi5oQHwNIY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.cfmv.org.br</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 18:13:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=51979</feedburner:origLink></item><item><title>Cachorros são salvos por ativistas e escapam de virar comida na China</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/portalveterinaria/~3/saaeQwWohYA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pessoas começaram a postar fotos e comentários sobre os cachorros no caminhão, o que levou a polícia a parar o veículo no pedágio seguinte. Os ativistas que entraram em contato com as autoridades e fizeram o alerta pela internet, logo chegaram à delegacia para onde os cães e o motorista foram encaminhados. Alguns cachorros já estavam mortos nas jaulas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Eles estavam apertados juntos. Nossos corações foram quebrados, ao ver isso - disse um dos ativistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Voluntários tiraram as jaulas do caminhão e passaram a noite alimentado e cuidando dos cães.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Oficiais do Departamento de Inspeção de Animais, que investigavam o caso, descobriram que o transporte era legal. O dono dos cachorros tinha uma licença para transportá-los e a polícia não conseguiu fazer nada, mesmo sabendo que os animais iriam direto para os restaurantes locais, provavelmente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Nós não podemos impedir as pessoas de comer cachorros, já que não temos uma lei de proteção a animais. Esperamos que o governo possa impedir os criadores de cachorros de fazerem negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas a história teve final feliz. Aos 45 minutos do segundo tempo, uma instituição privada de resgate de cachorros chegou ao local, desembolsou quase R$ 18 mil e comprou todos os bichinhos. Os cães foram levados para o abrigo, onde receberão cuidado e comida à vontade.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/portalveterinaria/~4/saaeQwWohYA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>extra.globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 18:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/principal/noticia_view.asp?id=51978</feedburner:origLink></item></channel></rss>

