<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Power Cinema</title><link>http://www.powercinema.com.br</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PowerCinema" /><description>Cinema levado a sério sem ser chato.</description><language>en</language><lastBuildDate>Wed, 22 Feb 2012 06:00:30 PST</lastBuildDate><generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PowerCinema" /><feedburner:info uri="powercinema" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>PowerCinema</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:feedFlare href="http://add.my.yahoo.com/rss?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/us/my/addtomyyahoo4.gif">Subscribe with My Yahoo!</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.newsgator.com/ngs/subscriber/subext.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.newsgator.com/images/ngsub1.gif">Subscribe with NewsGator</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://o.aolcdn.com/favorites.my.aol.com/webmaster/ffclient/webroot/locale/en-US/images/myAOLButtonSmall.gif">Subscribe with My AOL</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.bloglines.com/sub/http://feeds.feedburner.com/PowerCinema" src="http://www.bloglines.com/images/sub_modern11.gif">Subscribe with Bloglines</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.netvibes.com/subscribe.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.netvibes.com/img/add2netvibes.gif">Subscribe with Netvibes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://fusion.google.com/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif">Subscribe with Google</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.pageflakes.com/subscribe.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.pageflakes.com/ImageFile.ashx?instanceId=Static_4&amp;fileName=ATP_blu_91x17.gif">Subscribe with Pageflakes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.plusmo.com/add?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://plusmo.com/res/graphics/fbplusmo.gif">Subscribe with Plusmo</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.thefreedictionary.com/_/hp/AddRSS.aspx?http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://img.tfd.com/hp/addToTheFreeDictionary.gif">Subscribe with The Free Dictionary</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.bitty.com/manual/?contenttype=rssfeed&amp;contentvalue=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.bitty.com/img/bittychicklet_91x17.gif">Subscribe with Bitty Browser</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.newsalloy.com/?rss=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.newsalloy.com/subrss3.gif">Subscribe with NewsAlloy</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.live.com/?add=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://tkfiles.storage.msn.com/x1piYkpqHC_35nIp1gLE68-wvzLZO8iXl_JMledmJQXP-XTBOLfmQv4zhj4MhcWEJh_GtoBIiAl1Mjh-ndp9k47If7hTaFno0mxW9_i3p_5qQw">Subscribe with Live.com</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://mix.excite.eu/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://image.excite.co.uk/mix/addtomix.gif">Subscribe with Excite MIX</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://download.attensa.com/app/get_attensa.html?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.attensa.com/blogs/attensa/WindowsLiveWriter/BadgeredintoBadges_10C02/attensa_feed_button5.gif">Subscribe with Attensa for Outlook</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.webwag.com/wwgthis.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.webwag.com/images/wwgthis.gif">Subscribe with Webwag</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.podcastready.com/oneclick_bookmark.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.podcastready.com/images/podcastready_button.gif">Subscribe with Podcast Ready</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.flurry.com/pushRssFeed.do?r=fb&amp;url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.flurry.com/images/flurry_rss_logo2.gif">Subscribe with Flurry</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.wikio.com/subscribe?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.wikio.com/shared/img/add2wikio.gif">Subscribe with Wikio</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.dailyrotation.com/index.php?feed=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FPowerCinema" src="http://www.dailyrotation.com/rss-dr2.gif">Subscribe with Daily Rotation</feedburner:feedFlare><item><title>Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/kYbRjBveITc/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Fantasia</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 06:00:30 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1273</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong>- Ghost Rider: Spirit of Vengeance<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança<br />
<strong>Diretor-</strong> Mark Neveldine/Brian Taylor<br />
<strong>Roteiro-</strong> Scott M. Gimple/Seth Hoffman<br />
<strong>Gênero-</strong> Ação/Fantasia<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><strong><em>- Espírito de insanidade&#8230;</em></strong></p>
<p>Junte o Nicolas Cage dos últimos 5 anos, em cerca de 90% de seus filmes, e a dupla responsável pelos controversos &#8220;<strong>Adrenalinas&#8221;</strong> e teremos um filme completamente perturbado, de difícil assimilação e com alguns momentos inspirados, mas que não sustentam a obra de maneira constante. Este é o resumo atual da nova aventura do anti-herói da Marvel que chegou aos cinemas nacionais no último fim de semana.<span id="more-1273"></span></p>
<p>Nesta nova aparição temos uma espécie de reedição da história da personagem, tomando como exemplo o feito em <strong>Hulk</strong>. O Motoqueiro todos já conheciam do primeiro longa, mas a história de seu surgimento seria apresentada rapidamente, mas com algumas modificações, sem que fosse necessário todo um novo filme para recontá-la, no entanto não se toma o último ponto como referência, mas sim um meio termo no espaço tempo. Após o acordo realizado com o Diabo no primeiro longa temos que Johnny Blaze (Nicolas Cage) foge da sua antiga vida numa tentativa de se afastar de tudo e todos, pois não conseguia controlar as ações do espírito do Motoqueiro que habitava em si.</p>
<p>O seu algoz (Roarke -Ciarán Hinds-), entretanto, já seduziu uma nova presa e mais uma vez seu desejo de habitar este mundo e corromper as almas dos homens é o que move suas ações, para isso ele engana a jovem Nadya (Violante Placido) para que tenha um filho dele. A cria agora já atingiu sua maturidade e poderá ser usada para os fins que deseja. A igreja busca impedir que isto aconteça e o padre Moreau (Idris Elba) tenta se aproximar da pequena família, mas é impedido pelos perseguidores encomendados por Roarke.</p>
<p>Por este pequeno resumo já dá para se ter a dimensão de como funciona a trama preparada para segurar o ritmo do longa. Muito frágil, pouco inspirada e conduzida de uma forma muito oscilante no decorrer da exibição. O filme teve um orçamento muito reduzido frente o primeiro (110 para 75 milhões de dólares), porém isso não justifica as escolhas ruins de elenco e roteiro, tampouco o fraco desempenho da direção no comando das ações. As cenas em CG são pobres, com pouca iluminação, textura e detalhamento. A moto usada pelo protagonista, quando transformada não é exibida em detalhes porque nada mais é se não uma moto comum com efeitos sobrepostos, muito fraco mesmo.</p>
<p>A produção conta com um ou outro momento inspirado como na cena da máquina gigante controlada pelo Motoqueiro, ainda assim a cena fica corrida, com pouco detalhamento e muito entrecortada dificultando o acompanhamento. As atuações do jovem Danny (Fergus Riordan) e de sua mãe Nadya são ruins de doer e mesmo com a sempre boa aparição de Idris Elba e um pouco menos por Ciarán Hinds, não são suficientes para atenuar o fraco balanço até porque a aparição destes é proporcionalmente muito menor do que a do casal.</p>
<p>Nicolas Cage até se esforça para dar um tom mais factível a sua personagem, além do próprio Motoqueiro estar mais condizente com suas atitudes dos quadrinhos, o desenvolvimento corrido e superficial prejudicam demais a ligação com o espectador.</p>
<p>No geral o filme ficou pior que o primeiro, muito embora consiga momentos inspirados melhores do que na primeira aparição. Se você curte o ritmo de filme notabilizado nos &#8220;<strong>Adrenalinas</strong>&#8221; e gosta do curioso herói, é possível achar diversão em <strong>Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança</strong>.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 5,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/02/motoqueiro-fantasma-espirito-de-vinganca/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=kYbRjBveITc:D2i68d_12zU:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=kYbRjBveITc:D2i68d_12zU:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/kYbRjBveITc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- Ghost Rider: Spirit of Vengeance Título Nacional- Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança Diretor- Mark Neveldine/Brian Taylor Roteiro- Scott M. Gimple/Seth Hoffman Gênero- Ação/Fantasia Ano- 2011 - Espírito de insanidade&amp;#8230; Junte o Nicolas Cage dos últimos 5 anos, em cerca de 90% de seus filmes, e a dupla responsável pelos controversos &amp;#8220;Adrenalinas&amp;#8221; e teremos um [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/02/motoqueiro-fantasma-espirito-de-vinganca/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/02/motoqueiro-fantasma-espirito-de-vinganca/</feedburner:origLink></item><item><title>J. Edgar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/P70rZalHD-I/</link><category>Reviews</category><category>Biografia</category><category>Drama</category><category>Policial</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 03:00:23 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1264</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original-</strong> J. Edgar<br />
<strong>Título Nacional-</strong> J. Edgar<br />
<strong>Diretor-</strong> Clint Eastwood<br />
<strong>Roteiro-</strong> Dustin Lance Black<br />
<strong>Gênero</strong>- Drama/Biografia/Policial<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><em><strong>- História bem contada&#8230;</strong></em></p>
<p>Mais um filme de Clint Eastwood e dessa vez a personagem é um nome importante na história dos Estados Unidos, J. Edgar Hoover (Leonardo DiCaprio) o homem responsável pela solidificação do FBI como é conhecido hoje e por ter transformado um departamento bagunçado e ineficiente numa das referências mundiais em investigação. Esta personagem tem uma vida um tanto enevoada justamente pelo cargo que ocupou e o longa opta por tratá-lo da forma mais humana e crível possível e, talvez por isso, tenha se aproximado bastante do que realmente foi este homem de grande importância para este país.<span id="more-1264"></span></p>
<p>Ainda jovem Edgar já mostrava uma disposição acima da média para os problemas que afligiam a nação nos idos da década de 20. Eram tempos difíceis, o comunismo se espalhava pelo mundo e tudo ainda girava em torno da tensão pós Primeira Guerra. Os EUA nasciam como superpotência e isso despertava a inveja e rivalidade de outros governos.</p>
<p>Os socialistas, ainda denominados de bolcheviques naquele tempo, eram os maiores interessados em desestabilizar este gigante emergente. Neste paradigma os EUA viviam sob constante ameaça e se fazia necessário uma evolução na forma de se pensar as investigações. É neste momento que as ideias de Edgar são ouvidas e ele consegue a atenção que precisava para tentar implementá-las.</p>
<p>A partir do instante que seus métodos começam a funcionar ele vai galgando mais e mais destaque no departamento de justiça e a subdivisão de investigações começa a se tornar sua área principal de atuação. Dali para diretor foi rápido, sempre escolhendo as palavras certas na hora de garantir que seus interesses fossem satisfeitos, dessa maneira ele garantiu os primeiros passos do recém fundado FBI, ainda em sua forma embrionária.</p>
<p>Como todo indivíduo extremamente dedicado ele é uma pessoa sozinha e um tanto perturbada, vindo de uma família amável, mas com alguns problemas e bastante rígida. Ele tem dificuldade em se relacionar, especialmente com as mulheres e isto será responsável por um traço importante em seu comportamento durante sua vida e que será tratado de maneira muito fina e delicada nas hábeis mãos de Clint Eastwood.</p>
<p>O mérito maior desta obra esta na forma humana de trabalhar os envolvidos, sem se deixar levar por exageros megalomaníacos. A figura de J. Edgar é moldada com o tempo, de acordo com suas ações, ao invés de discursos epópeicos ou eufóricos que poderiam marcar uma figura com seus traços de personalidade. Ele era individualista, monopolizador, manipulador e egocêntrico como Diretor do FBI, mas sob a batuta de Clint sua personagem consegue um balanço difícil, mas convincente que não o deixa desprezível, pelo contrário, se vê mais a figura imperfeita e sensível por tais falhas e não somente um autoritário e arbitrário homem que detinha imenso poder.</p>
<p>A produção é imperdível. Conta com uma maquiagem excelente e atuações destacadas por parte de Leonardo di Caprio (ei Academia! Até quando vai continuar este descaso com os trabalhos do ator?) e o surpreendente Clyde Tolson (Armie Hammer) seu inseparável companheiro o que gerou a suspeita de que tivessem um caso, já que J. Edgar nunca foi visto em relacionamentos com mulheres. Entretanto a sensibilidade ao tratar do tema é magistral e cativa.</p>
<p>O final é tocante e não vulgariza as personagens, dando a obra a elegância justa para o tipo de tema que se trata. É mais um filme esquecido pela academia neste ano, outra birrinha com os filmes de Clint Eastwood que está na hora de passar, pois estão deixando de dar as devidas menções a ótimas obras por puro orgulho e até prepotência entre seus pares. Você espectador não deve deixar de conferir este ótimo filme.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 9,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/02/j-edgar/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=P70rZalHD-I:lZ1kR2j1kew:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=P70rZalHD-I:lZ1kR2j1kew:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/P70rZalHD-I" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- J. Edgar Título Nacional- J. Edgar Diretor- Clint Eastwood Roteiro- Dustin Lance Black Gênero- Drama/Biografia/Policial Ano- 2011 - História bem contada&amp;#8230; Mais um filme de Clint Eastwood e dessa vez a personagem é um nome importante na história dos Estados Unidos, J. Edgar Hoover (Leonardo DiCaprio) o homem responsável pela solidificação do FBI [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/02/j-edgar/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/02/j-edgar/</feedburner:origLink></item><item><title>Os descendentes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/WVZibTDW95w/</link><category>Reviews</category><category>Comédia</category><category>Drama</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 03:00:32 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1258</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong>- The Descendants<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Os descendentes<br />
<strong>Diretor</strong>- Alexander Payne<br />
<strong>Roteiro-</strong> Alexander Payne/Nat Faxon<br />
<strong>Gênero</strong>- Drama/Comédia<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><strong><em>- Reencontrando os laços&#8230;</em></strong></p>
<p>Recomeço. Essa é a palavra perfeita para o surpreendente e excelente <strong>Os Descendentes</strong>, filme que estreou no último fim de semana de janeiro e acompanha a onda de títulos indicados ao Oscar que irá abarrotar os cinemas nas próximas semanas, como já é de praxe entre nossas &#8220;espertas&#8221; distribuidoras. É nesta maré que chega o mais novo longa &#8220;sério&#8221; (mas não tanto) na carreira de George Clooney.<span id="more-1258"></span></p>
<p>Muito elogiado no papel e indicado em todos as principais premiações do ano, realmente ele finalmente convence e mostra que tem algum talento para interpretação. Claro que Clooney não é nenhum Keanu Reeves em termos de ruindade, mas nunca se pode afirmar que ele tinha algo muito além do charme e engajamento político-social para ser elogiado em sua carreira de &#8220;famoso&#8221;. Agora ele mostra que também pode entregar algum convencimento em sua atuação nesta ótima participação.</p>
<p>Tudo começa com o acidente de Elizabeth King (Patricia Hastie), matriarca da família que depois do infortúnio vai parar no hospital em estado grave e com poucas chances de recuperação. A partir deste instante Matt King (George Clooney) entra em cena e terá que tomar a frente da família e assumir suas obrigações reais de pai, até então esquivadas.</p>
<p>Ele terá primeiramente que se confrontar com a pequena, mas esperta, Scottie (Amara Miller), porém o problema maior será com a mais velha e um tanto rebelde, Alexandra King (Shailene Woodley). Muito desajeitado e sem prática em lidar com as filhas ele terá que encontrar uma forma de conduzir a liderança de sua família e ainda terá que lidar com o drama de saber que vinha sendo traído pela esposa.</p>
<p>Após esta revelação, feita pela filha mais velha, é que Matt ficará ainda mais confuso, entretanto é deste momento em diante que sua família também será seu maior suporte, especialmente Alexandra. Eles irão se conhecer mais, se aproximar mais e irão enfrentar todos estes problemas juntos, numa espécie de reencontro às avessas, mas brilhantemente conduzido por Alexander Payne. O mérito maior de &#8220;Os Descendentes&#8221; está em não ser apelativo, não há exageros dramáticos, pelo contrário, há sim a pureza dos sentimentos, sem meias palavras. As pessoas como elas costumam ser, mesmo num momento difícil como o da morte de um dos pilares de uma família. Todos irão ter que reaprender a se relacionar neste novo contexto e é nesta simplicidade e realidade que se encontra a maestria e o toque no coração que a obra te traz.</p>
<p>Com certeza o longa merece a onda de elogios que vem recebendo e é curioso como obras simples e verdadeiras como estas não tenham um apelo grande de público, talvez justamente por serem honestas e assustarem certas pessoas que prefiram o cinismo do mundo de hoje, porém se você gosta deste tipo de temática este filme é imperdível.</p>
<p>O tom de humor permeia a condução o que não torna os atos enfadonhos ou cansativos, contudo, não se deixa levar pela displicência onde perderia a chance de passar sua mensagem. Realmente a atuação de Clooney está muito boa e até merece a indicação (ganhar já é outra história), mas é a jovem e até desconhecida Shailene Woodley que rouba a cena sendo uma típica adolescente rebelde e frustrada, mas que ama sua família, apresentando esta dualidade de maneira impressionante. É por estes méritos que você não pode deixar de conferir este grande filme.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 9,5</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/02/os-descendentes/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=WVZibTDW95w:psB52Tc8TdI:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=WVZibTDW95w:psB52Tc8TdI:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/WVZibTDW95w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- The Descendants Título Nacional- Os descendentes Diretor- Alexander Payne Roteiro- Alexander Payne/Nat Faxon Gênero- Drama/Comédia Ano- 2011 - Reencontrando os laços&amp;#8230; Recomeço. Essa é a palavra perfeita para o surpreendente e excelente Os Descendentes, filme que estreou no último fim de semana de janeiro e acompanha a onda de títulos indicados ao Oscar [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/02/os-descendentes/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/02/os-descendentes/</feedburner:origLink></item><item><title>Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/7SnC1JX_oPY/</link><category>Reviews</category><category>Drama</category><category>Mistério</category><category>Policial</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 03:00:48 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1246</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong>- The Girl with the Dragon Tattoo<br />
<strong>Título Nacional</strong>- Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres<br />
<strong>Diretor</strong>- David Fincher<br />
<strong>Roteiro</strong>- Steven Zaillian/Stieg Larsson<br />
<strong>Gênero</strong>- Policial/Mistério/Drama<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><em><strong>- Adaptação bem armada&#8230;</strong></em></p>
<p>Que a transposição de <strong><em>Millenium</em></strong> ficou legal acho que ninguém irá questionar, claro que com um outro inconveniente, uma ou outra alteração em prol do formato para o qual foi trazido, mas o resultado não ficou nada mal, ainda mais para um filme que conta um tipo de história batida e que pouco tem capacidade de inovar.<span id="more-1246"></span></p>
<p>O desafio de talvez querer fazer mais do que sua fonte traz poderia ser uma armadilha tentadora para a ganância dos estúdios de Hollywood, mas ainda bem que caiu nas mãos de David Fincher, um diretor que não se rende muito a pressões e sempre busca fazer obras originais ou que agreguem algo a sua carreira. Até que neste caso ele não traz nada de novo, mas dá o seu toque pessoal, lembrando bastante <strong>Seven</strong> em determinados trechos.</p>
<p>A história começa com Mikael Blomkvist (Daniel Craig) sendo acusado por uma notícia &#8220;falsa&#8221; contra um poderoso empresário. A verdade é que haviam armado contra ele, mas o golpe havia dado certo e sua carreira estava por um fio naquele momento. Ele é convidado pelo poderoso Henrik Vanger (Christopher Plummer) para investigar a morte de sua sobrinha no passado, fato que o atormentava desde então, para isso Mikael iria receber bastante dinheiro e ainda iria sumir por uns tempos dos holofotes, conseguindo matar dois pássaros com uma pedrada.</p>
<p>Ele começa a se dedicar ao seu novo trabalho com o pretexto de escrever as memórias do chefe da família e à medida que vai se aprofundando no caso começa a se ver cada vez mais envolvido. Noutra ponta da história a jovem Lisbeth Salander (Rooney Mara) tenta tocar sua vida da melhor forma possível. Ela é uma pessoa problemática, mas muito inteligente e foi a responsável pelo dossiê sobre Mikael encomendado por Vanger, e também será sua maior aliada em seu novo caso mais a frente na história, quando seus caminhos se cruzarem. Até lá Lisbeth enfrentará inúmeros percalços que servirão para apresentá-la ao público que assiste o longa.</p>
<p>O filme melhora significativamente quando os dois finalmente se unem. A história deslancha de vez e as habilidades de cada um podem ser vistas de forma mais destacada e com maior utilidade, pois um auxilia o outro e assim se completam, mesmo que Lisbeth ainda surpreenda bastante Mikael com sua capacidade acima da média. O filme em si não traz nada de novo, mas cumpre bem seu papel como adaptação, ainda que eu não tenha lido a obra pude conferir as opiniões de quem tinha lido há pouquíssimo tempo e  atestar que se tratou de um excelente trabalho por parte de David, depois de um longo interrogatório e altos debates sobres possíveis erros em certas decisões por parte do diretor. Ainda que não tenha visto relevância depreciativa em nenhuma dessas escolhas.</p>
<p>O destaque vai para a atuação de Rooney Mara. Apesar da grande chance de Meryl Streep levar a estatueta esse ano, a incorporação da personagem Lisbeth, pela jovem e pouco aproveitada atriz, foi total e merece crédito . Quem sabe agora ela tenha mais oportunidades e escolhendo bem seus papéis tenha chance de mostrar seu talento mais vezes. Os demais do elenco não comprometem em suas atuações, mas não agregam nada fora do normal.</p>
<p>A direção de Fincher é segura e competente, mas longe da genialidade de outros momentos (<strong>Clube da Luta</strong> e <a href="http://www.powercinema.com.br/2009/01/o-curioso-caso-de-benjamin-button/" target="_blank"><strong>Benjamin Button</strong></a>). Se trata de um bom filme no seu gênero, que não insulta sua inteligência, brincando de querer ser mais esperto que você (Dan Brown! ALÔ?). Para você que leu o filme ou gosta da temática essa é uma opção interessante para conferir.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 7,0</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/02/millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=7SnC1JX_oPY:kRvwX5mL9h8:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=7SnC1JX_oPY:kRvwX5mL9h8:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/7SnC1JX_oPY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- The Girl with the Dragon Tattoo Título Nacional- Millennium &amp;#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres Diretor- David Fincher Roteiro- Steven Zaillian/Stieg Larsson Gênero- Policial/Mistério/Drama Ano- 2011 - Adaptação bem armada&amp;#8230; Que a transposição de Millenium ficou legal acho que ninguém irá questionar, claro que com um outro inconveniente, uma ou outra [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/02/millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/02/millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/</feedburner:origLink></item><item><title>As Aventuras de Tintim</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/-pzi1tyr-ag/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Animação</category><category>Aventura</category><category>Comédia</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Sat, 04 Feb 2012 15:48:06 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1244</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original -</strong> The Adventures of Tintin<br />
<strong>Título Nacional-</strong> As Aventuras de Tintim<br />
<strong>Diretor</strong>- Steven Spielberg<br />
<strong>Roteiro</strong>- Steven Moffat/Edgar Wright<br />
<strong>Gênero</strong>- Animação/Aventura/Ação/Comédia<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><em><strong>- Eternas aventuras…</strong></em></p>
<p>Faz tempo que a personagem Tintim, criado pelo belga Herge, faz a alegria de muitas pessoas, sejam adultos ou crianças, pelo mundo. Agora, passados alguns anos desde que não se vê mais qualquer criação nova relativa à personagem é chegada a vez do cinema receber uma transposição só que bem mais estilizada e produzida, usando o recurso de captura de movimentos de altíssimo nível que contou com o dedo de Peter Jackson neste ponto.<span id="more-1244"></span></p>
<p>É bem possível que nada supere <strong>Tintim</strong> nas premiações vindouras (Globo de Ouro já levou) quanto à qualidade da animação apresentada, realmente é algo marcante e num patamar muito acima de todo o resto mostrado no ano passado. Só este aspecto já coloca o longa num degrau acima e ajuda demais a alavancar as boas impressões deixadas.</p>
<p>O jovem Tintim é um jornalista jovem e intrépido que não deixa passar nada quando se depara com algo suspeito. É dessa forma que a sua nova aventura começa. Ele está passeando num mercado de rua e se depara com uma relíquia de um navio antigo e, atraído por ele, o compra de imediato, concomitantemente já desperta os olhares aguçados e traiçoeiros que já buscavam pela peça, mas até ali sem sucesso. Como Tintim chega primeiro termina se envolvendo num jogo de interesses do qual não deveria fazer parte inicialmente. Sua sede investigativa não conhece limites e ele não se deixa intimidar pelas ameaças sofridas repentinamente por ter adquirido o navio. Encara de frente e vai a fundo descobrir o que motivava tanta cobiça em outras pessoas.</p>
<p>É nessa constante busca que ele vai se inteirando mais e mais dos mistérios que circundavam a relíquia e descobre que um tesouro do passado estava em jogo, além de uma vingança de gerações de famílias inimigas. Em suas andanças ele dará de cara com o Capitão Haddock e descobrirá que ele é um dos descendentes envolvidos na disputa e que a armação pelo navio envolvia-o diretamente. Eles irão juntar forças a partir de então e, somado ao inseparável e esperto cãozinho Milu, (Snowy) eles farão de tudo para por um fim nos planos inescrupulosos de seu algoz, Skharine (Rackaham).</p>
<p>Um bom ritmo dita as ações e confere ao filme um desenvolvimento dinâmico e intenso. Para os fãs é quase certo que terão pouco do que reclamar. As figuras mais marcantes estão presentes e bem representadas, sem mudanças nas atitudes ou no que representam na história criada pelo autor original.</p>
<p>Como adaptação o longa ficou num patamar muito bom. Os problemas que afligem a obra são os mesmos da história original, muitas bobagens em certos momentos desafiam a própria didática que se tenta colocar (caça tesouros e investigação exigem cérebro e isto vai na contramão muitas vezes).</p>
<p>A trama para esta produção ficou bem bobinha e buscou realçar uma importância para Haddock e sua introdução, mas muitas vezes isso fica bem destoante, pois o tom pastelão é demasiado para o tipo de aventura que se quer contar. No fim das contas <strong>Tintim</strong> é uma obra feita para os fãs, mais do que para o público geral, muito embora agrade também a esta plateia.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 7,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/02/as-aventuras-de-tintim/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=-pzi1tyr-ag:ITYB5CCZPEA:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=-pzi1tyr-ag:ITYB5CCZPEA:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/-pzi1tyr-ag" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original - The Adventures of Tintin Título Nacional- As Aventuras de Tintim Diretor- Steven Spielberg Roteiro- Steven Moffat/Edgar Wright Gênero- Animação/Aventura/Ação/Comédia Ano- 2011 - Eternas aventuras… Faz tempo que a personagem Tintim, criado pelo belga Herge, faz a alegria de muitas pessoas, sejam adultos ou crianças, pelo mundo. Agora, passados alguns anos desde que [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/02/as-aventuras-de-tintim/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/02/as-aventuras-de-tintim/</feedburner:origLink></item><item><title>Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/08XaBCDpf8Q/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Aventura</category><category>Policial</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:21:30 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1240</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong> &#8211; Sherlock Holmes: A Game of Shadows<br />
<strong>Título Nacional</strong>- Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras<br />
<strong>Diretor</strong>- Guy Ritchie<br />
<strong>Roteiro</strong>- Michele Mulroney/Kieran Mulroney<br />
<strong>Gênero</strong>- Aventura/Ação/Policial<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><em><strong>- Mais Sherlock Holmes…</strong></em></p>
<p>O problema do primeiro longa sem dúvida ficou por conta do enfoque muito carregado na ação, dando pouca ênfase à inteligência e investigação que notabilizaram o protagonista da história contada. Agora este problema foi muito reduzido e tudo ficou mais balanceado.<span id="more-1240"></span></p>
<p>Muito dessa mudança se deve a introdução de Moriarty (Jared Harris), arqui-inimigo de Sherlock (Robert Downey Jr. que volta ao papel nesta continuação) e do Dr. Watson (Jude Law). A necessidade fez a mudança, e esta foi muito bem-vinda, pois deu mais corpo ao filme, deixando-o mais fora do lugar comum. Somado a isso tem-se a típica forma de Guy Ritchie apresentar suas obras, o que já é suficiente para construir o primeiro grande filme de 2012, ano que parece prometer muito para o cinema de <em>blockbusters</em>.</p>
<p>Os eventos continuam a partir do final do filme anterior com o Professor Moriarty sempre por trás de eventos estranhos que aconteciam a todo instante naqueles idos distantes do Sec. XIX. Agora, contudo, ele tinha em seu encalço Holmes que estava sempre tentando impedi-lo, até então sem sucesso, mas seu inimigo já se incomodava com aquela constante perseguição. Por outro lado, o parceiro de Sherlock, Dr. Watson, continuava firme na sua ideia de casar-se e o grande dia já chegava, mesmo que isso causasse tremendo medo em seu amigo. Será que Moriarty permitiria que Watson saísse ileso de seu envolvimento com Holmes para tentar impedir seus planos? Esse será um dos pontos que sempre motivarão a trama a seguir em frente.</p>
<p>Mesmo que o plano engendrado pelo Professor fosse bobo e até aquém da capacidade intelectual que ele demonstra, o jogo de gato e rato que é realizado entre os rivais é tão bem desenvolvido que segura o filme com convencimento e não dá a sensação de esvaziamento. Agora, a dupla de investigadores terá a ajuda de um novo componente que atuará como suporte em suas ações, os ciganos, representados pela Madame Simza Heron (Noomi Rapace). Ela irá substituir a apagada e mal encaixada Irene Adler (Rachel McAdams) que não conseguiu convencer em nenhum momento no decorrer de sua participação. Além disso, sua ausência retirou o componente romance que nada acrescentava de bom à obra.</p>
<p><strong>Sherlock Holmes</strong> conta com momentos até mesmo épicos, como a cena da floresta, filmada com uma câmera de alta precisão que capta movimentos curtos e dá um show a parte neste trecho. Existem boas situações divertidas, outras um tanto forçadas e mal encaixadas. O abuso das cenas de luta, muito criticado no primeiro longa, é outro ponto bastante aliviado aqui e a cena final do embate de Moriarty com Holmes é deveras instigante e inquietante, pois, de fato se consegue construir um bom clima que prende o espectador.</p>
<p>O final é controverso, ainda assim interessante, e trará aquela sensação de agradar uns e outros nem tanto. O balanço final do longa é muito bom, e até surpreende, e coloca Guy Ritchie num patamar de conseguir emplacar algumas ideias interessantes para o futuro, pois está claro que fará uma boa bilheteria.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 8,5</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/01/sherlock-holmes-o-jogo-das-sombras/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=08XaBCDpf8Q:9FbdnCnPFM0:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=08XaBCDpf8Q:9FbdnCnPFM0:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/08XaBCDpf8Q" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original &amp;#8211; Sherlock Holmes: A Game of Shadows Título Nacional- Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras Diretor- Guy Ritchie Roteiro- Michele Mulroney/Kieran Mulroney Gênero- Aventura/Ação/Policial Ano- 2011 - Mais Sherlock Holmes… O problema do primeiro longa sem dúvida ficou por conta do enfoque muito carregado na ação, dando pouca ênfase à inteligência e investigação [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/01/sherlock-holmes-o-jogo-das-sombras/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/01/sherlock-holmes-o-jogo-das-sombras/</feedburner:origLink></item><item><title>Cavalo de Guerra</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/Osxj1ZhAFQ8/</link><category>Reviews</category><category>Drama</category><category>Guerra</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Fri, 20 Jan 2012 04:55:31 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1233</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong> &#8211; War Horse<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Cavalo de Guerra<br />
<strong>Diretor-</strong> Steven Spielberg<br />
<strong>Roteiro-</strong> Lee Hall/Richard Curtis<br />
<strong>Gênero-</strong> Drama/Guerra<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong>- Contos de guerra…</strong></em></p>
<p>O<em> trailer</em> de <strong>War Horse</strong> dá a impressão de que se trata de mais um filme que conta uma história de amor de um garoto por um cavalo especial e que este cavalo seria separado dele e daí muitas cenas forçadas de choro e emoções forçadas dariam o tom a mais nova obra de Spielberg (levada a sério) que chega aos cinemas nacionais. A verdade é que o longa procura expandir um pouco mais do que esta perspectiva demasiadamente simplista e, muito embora se torne maçante em certos momentos consegue trazer momentos de grande beleza técnica visual e sonora a fim de aliviar a crueza do tema de guerra no qual se fundamenta a produção.<span id="more-1233"></span></p>
<p>Na história temos o jovem Albert Narracott (Jeremy Irvine) que vive na quietude do interior da Inglaterra com seus pais, Ted e Rose Narracott (respectivamente Peter Mullan e Emily Watson) e tentam se estabelecer como produtores rurais, agricultores mais especificamente. O terreno é de difícil manejo e eles precisavam de um cavalo para arar a terra, quando um leilão acontece para se arrebatarem cavalos o chefe da família entra numa disputa com o dono das terras e compra um cavalo inapropriado para o trabalho por um preço muito elevado, praticamente esgotando com as economias da família. O filho que já acompanhava o crescimento do animal noutras terras fica muito feliz e se apega ao animal, tratando de assumir a responsabilidade de fazê-lo ser útil ao sustento da família.</p>
<p>Após muito esforço Albert consegue treinar o cavalo Joey para arar a terra e surpreende todos. Era o começo da saga do pujante animal num período de incertezas e muitas disputas que levaram o mundo a duas Guerras Mundiais praticamente em sequencia. É por causa da guerra que o cavalo sai da posse da família. O pai de Albert é obrigado a vendê-lo, pois a família não conseguiria manter o lar já que havia perdido a cultura por causa de um enxurrada. Desolado o filho é obrigado a aceitar a condição e vê seu parceiro partir para a morte quase certa, mas não sem antes fazer uma promessa que o acharia e o traria de volta para casa.</p>
<p>A promessa parece muitas vezes esquecida durante o desenrolar do filme. O cavalo passa por inúmeros momentos difíceis e quase morre. É neste ínterim que se tem os pequenos contos da Guerra (Primeira Guerra). É mostrado o embate inicial do passado dos combates baseados em infantaria para a cruel e devastadora chegada das armas de fogo de grosso calibre e alto impacto. As famigeradas metralhadoras giratórias que arrasavam batalhões inteiros em segundos.</p>
<p>A sucessão de eventos passa de mão em mão até os canhões de artilharia que tinham que ser transportados pelos cavalos e impunha duros desafios aos mesmos. Eram tempos difíceis e que são retratados numa espécie de documentário, sem se ater a ideologismos ou se preocupar com protagonistas apenas, com intuito de mostrar uma Guerra que é bem menos explorada que a Segunda, mas que impunha nesta transação aspectos ainda mais cruéis e devastadores aos que participaram.</p>
<p>O filme conta com uma parte técnica muito apurada, com uma fotografia destacada em diversas cenas a exemplo da marcha inicial da cavalaria inglesa nos campos de trigo, como também no resgate do cavalo pelas trincheiras, passando pelo ataque de gás. Os efeitos sonoros estão bem vivos, com explosões impactantes quando os canhões disparam. As cenas em geral estão bem dirigidas e remontam a qualidade quase esquecida de Steven Spielberg quando faz um filme levando as coisas a sério.</p>
<p>No final, todos estes eventos terminam se delineando para um desfecho trivial, mas que não fica cafona por causa do excelente jogo de cena feita com o pôr do sol. São estes aspectos que destacam <strong>Cavalo de Guerra</strong>, muito mais que suas atuações sólidas, mas pouco entusiasmantes, um filme bonito e que merece sua atenção, porém não é espetacular.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 7,5</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/01/cavalo-de-guerra/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=Osxj1ZhAFQ8:d8oxHbFOBSY:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=Osxj1ZhAFQ8:d8oxHbFOBSY:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/Osxj1ZhAFQ8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original &amp;#8211; War Horse Título Nacional- Cavalo de Guerra Diretor- Steven Spielberg Roteiro- Lee Hall/Richard Curtis Gênero- Drama/Guerra Ano- 2011 - Contos de guerra… O trailer de War Horse dá a impressão de que se trata de mais um filme que conta uma história de amor de um garoto por um cavalo especial e [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/01/cavalo-de-guerra/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/01/cavalo-de-guerra/</feedburner:origLink></item><item><title>Missão Impossível: O Protocolo Fantasma</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/wLD4DDJYvCM/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Aventura</category><category>Policial</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 07:00:11 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1228</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong> &#8211; Mission Impossible: Ghost Protocol<br />
<strong>Título Nacional</strong>- Missão Impossível: O Protocolo Fantasma<br />
<strong>Diretor-</strong> Brad Bird<br />
<strong>Roteiro</strong>- Josh Applebeaum/André Nemec<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Aventura/Policial<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><em><strong>- O protocolo revigorante…</strong></em></p>
<p>Muitos quando ouviam falar das intenções de se filmar um novo <strong>Missão Impossível</strong> (que deveria ter terminado no razoável 3) torciam o nariz. Falavam que Tom Cruise está desgastado, que estão cansados dele sempre estar se apresentando da mesma forma, que o filme não tem mais o que inventar, que a franquia devia ter morrido no 1 (radicais) e por aí ia. Quando as notícias foram sendo veiculadas sobre a produção, de que seria uma espécie de reboot da série, um refresco, até mesmo a passagem do bastão a um novo protagonista, Jeremy Renner (Brandt), os ânimos foram se acalmando e as pessoas foram aceitando melhor a idéia, mas ainda desconfiadas do que estaria por vir. Bom, o <strong>Power Cinema</strong> se arriscou nos cinemas, numa espécie de pré-estreia e agora apresenta as impressões que pareciam impossíveis, num primeiro olhar, sobre o longa.<span id="more-1228"></span></p>
<p>Tudo começa com Ethan Hunt (Tom Cruise) preso e aparentemente esperando algo. Logo tudo iria começar, os agentes Benji (Simon Pegg) e Paula Patton (Jane) já se infiltravam no complexo para libertar seu companheiro, sempre usando métodos criativos agregando diversão ao momento. Durante a fuga, Ethan ainda encontraria tempo para libertar um ajudante, Bogdan (Miraj Grbic), inútil, mas que daria um toque de improviso ao plano. Depois deste ótimo cartão de apresentação parte-se para o que viria a ser o foco principal da trama.</p>
<p>Alguém estava tramando usar códigos secretos de lançamentos nucleares russos para iniciar um ponta de tensão entre EUA e Rússia e assim criar um pretexto para uma nova Guerra Mundial. Um tema batido que poderia depor contra toda a obra se fosse mal desenvolvido, mas<strong> Missão Impossível 4</strong>, habilmente não cai em tal armadilha, não se torna apelativo ou clichê demais e consegue, também neste ponto, se sair melhor do que o esperado.</p>
<p>Com um ritmo intenso e cenas bem conduzidas e mirabolantes sem parecerem bregas (reminiscências da cena da moto de MI 2, alguém?) neste longa eles conseguiram reavivar os bons momentos do primeiro MI (intrigas, alguma espionagem, momentos de cadência e preparação) com cenas mais nervosas, momentos críticos mais intensos e grandes pirotecnia sem extrapolar demais o razoável para o que a obra pretende apresentar. A formação de um novo time, mais homogêneo (todos aqui são da IMF agora), sem presenças forçadas ou exageradas, deu o frescor que todos ansiavam para a obra. Os escorregões cometidos com MI 3, quando tentaram dramatizar e “psicologizar” em demasia a trama não foram repetidos e tudo se manteve numa linha muito mais fluída.</p>
<p>Apesar de Tom Cruise já mostrar sinais da idade, exageradamente ele se apresenta como poucas vezes o fez nos MI&#8217;s. Um Ethan mais sério, menos <em>playboy</em> (ele praticamente não faz o arrebatador de mulheres em nenhum momento!), coordenando o time, mas sem monopolizar demais as atenções, dando a chance para os outros componentes brilharem foi muito melhor. Benji é o maior alívio cômico, mas não o único, todos tem seu momento de relaxamento na exibição e quando você pensa que a medida será perdida eles conseguem manter as rédeas.</p>
<p>Ponto para Brad Bird e toda a equipe técnica que conseguiram essa difícil composição, ainda mais numa série que vinha em baixa. Talvez a baixa expectativa tenha ajudado na boa impressão, mas se não tivesse seus méritos o efeito poderia ter sido devastador. O balanço final é que MI 4 é o segundo melhor filme de ação do ano passado e um excelente programa.</p>
<p><strong>Intensidade da Força: 8,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/01/missao-impossivel-o-protocolo-fantasma/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=wLD4DDJYvCM:5HOThj16_3s:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=wLD4DDJYvCM:5HOThj16_3s:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/wLD4DDJYvCM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original &amp;#8211; Mission Impossible: Ghost Protocol Título Nacional- Missão Impossível: O Protocolo Fantasma Diretor- Brad Bird Roteiro- Josh Applebeaum/André Nemec Gênero- Ação/Aventura/Policial Ano- 2011 - O protocolo revigorante… Muitos quando ouviam falar das intenções de se filmar um novo Missão Impossível (que deveria ter terminado no razoável 3) torciam o nariz. Falavam que Tom [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/01/missao-impossivel-o-protocolo-fantasma/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/01/missao-impossivel-o-protocolo-fantasma/</feedburner:origLink></item><item><title>Imortais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/EDxRSDIgDiU/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Aventura</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 06:45:53 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1222</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original -</strong> Immortals<br />
<strong>Título Nacional</strong>- Imortais<br />
<strong>Diretor</strong>- Tarsem Singh<br />
<strong>Roteiro</strong>- Charley Parlapanides/Vilas Parlapanides<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Aventura<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong> - Imortal genérico&#8230;</strong></em></p>
<p>Seguindo a linha de <strong>300</strong>, <strong>Imortais</strong> estreou nos cinemas nacionais neste final de ano com a missão de manter a boa impressão deixada por seu predecessor <strong>300</strong>. Foi alardeado pelos quatro cantos que seria produzido pelo mesmo time e as tomadas no <em>trailer</em> que faziam questão de apontar tal semelhança. Sim, o longa lembra em muitos momentos sua fonte inspiradora, mas preferiu multiplicar vezes 10 a intensidade de tudo, na esperança de que o “quanto mais melhor” funcionasse. Em alguns momentos empolga, mas “tudo que é demais são sobras”.<span id="more-1222"></span></p>
<p>O jovem Teseu (Henry Cavill) é o protagonista e não foge ao estereótipo básico do bom moço com pinta de herói, mas que ainda não aceita seu destino. Na outra ponta o Rei Hiperion (Mickey Rourke) lidera seus exércitos numa busca de vingança pessoal contra os Deuses que, segundo ele, haviam deixado sua família morrer a míngua. As banalidades e motivos vazios são a tônica e pretexto para quase tudo em Imortais, numa espécie de corrida desenfreada em busca da ação frenética e, por muitas vezes, bastante violenta.</p>
<p>Numa mistura interessante, mas um tanto quanto batida, o roteiro faz uso das mitologias antigas, em especial a grega, e usa os Deuses do Olimpo como os senhores daquele universo, mas que vislumbram as ações humanas, nunca interferindo em seus problemas, por mais grave que sejam, exceto se a situação envolvesse outros deuses (no caso os Titãs). Aqui não se entrou muito em detalhamentos de cada personagem, pois o que se buscou a todo instante foram justificativas para a matança e com Hiperion sempre dando margem para que mais inimigos se opusessem isso rapidamente se concretiza.</p>
<p>Num determinado momento Teseu irá cair na real, fará um discurso empolgado para uma minoria de tropas e a batalha final se desencadeará. Os Deuses irão interferir e agregarão mais efeitos explosivos, momentos em câmera lenta (bastante utilizados e que não cansam, porém são tão apelativos que perdem o impacto em certos momentos). Como obra de ação e alguns momentos de maior grandiosidade, Imortais até que cumpre bem seu papel. Os protagonistas estão preparados para seus papeis e não comprometem, assim como os coadjuvantes.</p>
<p>O restante todo é que atrapalha. A opção por usar a mesma ambientação de <strong>300</strong> (CGI na maior parte do tempo) é que estraga e muito. A computação é fraquíssima, carece de detalhes, os figurinos são toscos e remetem a filmes do passado, porém sem o aspecto nostálgico, sobrando apenas a breguice. No final as inconsistências de<strong> Imortais</strong> sobrepujam seus acertos, entretanto não são suficientes para que o filme deixe de ser recomendado como um passatempo bem descompromissado.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 6,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/01/imortais/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=EDxRSDIgDiU:F8nb9qo1SoE:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=EDxRSDIgDiU:F8nb9qo1SoE:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/EDxRSDIgDiU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original - Immortals Título Nacional- Imortais Diretor- Tarsem Singh Roteiro- Charley Parlapanides/Vilas Parlapanides Gênero- Ação/Aventura Ano- 2011  - Imortal genérico&amp;#8230; Seguindo a linha de 300, Imortais estreou nos cinemas nacionais neste final de ano com a missão de manter a boa impressão deixada por seu predecessor 300. Foi alardeado pelos quatro cantos que seria [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/01/imortais/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/01/imortais/</feedburner:origLink></item><item><title>Tudo Pelo Poder</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/b_XaDLs3qMs/</link><category>Reviews</category><category>Drama</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:07:08 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1216</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original -</strong> The Ides of March<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Tudo Pelo Poder<br />
<strong>Diretor-</strong> George Clooney<br />
<strong>Roteiro-</strong> George Clooney/ Grant Heslov<br />
<strong>Gênero-</strong> Drama<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><strong><em>- O poder da política…</em></strong></p>
<p>O poder a que se refere o título estranhamente traduzido de &#8220;<strong>Ides of March</strong>&#8221; para &#8220;<strong>Tudo pelo poder</strong>&#8221; se refere à política e tudo aquilo que é necessário sacrificar para se alcançar o topo num jogo que força seus participantes a irem se deteriorando cada vez mais e à medida que precisam subir, mais necessitam abrir mão de sua ética e honestidade, numa espécie de caminho sem volta, de armadilha inevitável a todos que queiram se aventurar por desafios tão difíceis.<span id="more-1216"></span></p>
<p>Aqui, Ryan Cosglin (Stephen Meyers) faz o papel de agente da campanha (assessor de imprensa) de Mike Morris, (George Clooney) governador que está concorrendo ainda às prévias do seu partido (Democratas dos EUA) nas quais é decidido quem será o representante da legenda para as eleições presidenciais norte americanas. Como assessor, Steven tem que abafar rumores, blindar seu candidato de todas as maneiras e ainda tê-lo sempre em evidência, sempre de uma maneira positiva.</p>
<p>Só de descrever não parece uma tarefa fácil. A situação para Steve nesta campanha não é a mesma de outras ocasiões, ele admira seu empregador e fará de tudo para que ele alcance o poder. O que ao final se torna até uma espécie de tormento para o Mike já que seu agente não quer somente se manter no emprego, mas levá-lo à vitória a todo custo.</p>
<p>No começo tudo é muito belo, todos cumprem seu papel com muita atenção e empenho e o comitê de campanha de Mike Morris é visto como bastante preparado e difícil de ser derrotado. Eles estão conseguindo segurar o ímpeto do governador que possui ideias ousadas e opiniões polêmicas, trazendo tudo isso em benefício para a campanha.</p>
<p>As coisas viram completamente no instante que Steven aceita um convite para se encontrar com o chefe da campanha do rival, Tom Dufy (Paul Giamatti). Os elogios e bons fluidos irão se virar completamente, numa maré de desacertos e desencontros nos quais a política começará a mostrar toda a sua sujeira e forçará a cada envolvido a sair de sua zona de conforto, resultando em consequências drásticas.</p>
<p>O filme retrata muito bem os bastidores de uma campanha eleitoral, a troca de favores, o &#8220;toma lá dá cá&#8221;, clareando a mente de quem porventura ainda achasse que os políticos de lá são melhores que os daqui. O jogo de conceitos e a estupidez hipócrita de um povo que é capaz de crucificar um homem por ter relações extraconjugais, mas é complacente com a corrupção ou má gestão. É impressionante a frieza e coragem de Clooney ao trazer a tona tudo isso, com atuações destacadas para ele e Cosglin. Phillip Seymour Hoffman (Paul Zara) também participa como o chefe de Steve e Marisa Tomei (Ida Horowicz) faz o papel da imprensa, tão suja e manipuladora quanto os políticos.</p>
<p><strong>Ides of March</strong> é um filme real que fala de um tema conturbado de maneira simples e contundente, o seu mérito está em não ser ameno em nada do que se propõe a tratar e o encerramento, embora surpreendente deixa aquele gostinho de quero mais no espectador. Uma grande pedida, que chegou super atrasada, mas que vale a pena cada segundo de exibição.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 9,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/01/tudo-pelo-poder/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=b_XaDLs3qMs:bVP677dZ-0U:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=b_XaDLs3qMs:bVP677dZ-0U:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/b_XaDLs3qMs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original - The Ides of March Título Nacional- Tudo Pelo Poder Diretor- George Clooney Roteiro- George Clooney/ Grant Heslov Gênero- Drama Ano- 2011 - O poder da política… O poder a que se refere o título estranhamente traduzido de &amp;#8220;Ides of March&amp;#8221; para &amp;#8220;Tudo pelo poder&amp;#8221; se refere à política e tudo aquilo que [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/01/tudo-pelo-poder/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/01/tudo-pelo-poder/</feedburner:origLink></item></channel></rss>

