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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Power Cinema</title><link>http://www.powercinema.com.br</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PowerCinema" /><description>Cinema levado a sério sem ser chato.</description><language>en</language><lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 14:23:21 PDT</lastBuildDate><generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" 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Rotation</feedburner:feedFlare><item><title>Battleship – Batalha dos Mares</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/8pqu3WWfAvQ/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Ficção</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Fri, 18 May 2012 14:23:21 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1370</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original-</strong> Battleship<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Battleship &#8211; Batalha dos Mares<br />
<strong>Diretor</strong>- Peter Berg<br />
<strong>Roteiro</strong>- Erich Hoeber/Jon Hoeber<br />
<strong>Gênero-</strong> Ação/Ficção<br />
<strong>Ano</strong>- 2012</p>
<p><em><strong>- A nova batalha nos cinemas&#8230;</strong></em></p>
<p>O cinema em geral vem passando por um momento de carência de fontes criativas e tudo agora é motivo para que seja criado um filme. Não bastam mais os livros, quadrinhos, jogos eletrônicos e brinquedos. Os jogos de tabuleiro clássicos começam a virar uma opção viável para se conceber roteiros (pretextos) para que um filme seja feito. Quando uma gigante como a Hasbro compra tal ideia como válida e digna de investimento, temos uma obra com um acabamento visual de altíssimo nível, mas que derrapa em outros setores por achar que para entreter só é necessário o apelo visual.<span id="more-1370"></span></p>
<p>O grande dilema dos <em>blockbusters</em> é este; conseguir o balanço entre diversão frenética e conteúdo, seja ele via interpretação ou por roteiro. No caso, <strong>Battleship</strong> é aquele típico caso de grande produção, mas que escorrega nos outros pilares básicos para se conceber um bom filme. Com aparições forçadas de famosos, como a cantora Rihanna (Oficial Reikes) que, infelizmente, não se restringe apenas a tentar atrair algum público a mais, isto termina comprometendo em excesso o resultado final. Somem-se a isso outras escolhas como a &#8220;atriz&#8221; Brooklyn Decker (Sam) e temos quase que um exemplo típico de como não se preparar um elenco para um obra dessas.</p>
<p>O protagonista é o típico garoto com potencial, mas um tanto perdido nos rumos de sua vida, interpretado aqui pela bola da vez, Taylor Kitsch (Alex Hopper). O seu irmão Stone Hopper (Alexander Skarsgård) tenta enquadrá-lo por diversas vezes sem sucesso. Até que resolve partir para a intransigência como último recurso a fim de recuperar seu irmão. A tentativa surte efeito parcial, Alex consegue melhorar sua postura quanto a uma ocupação na vida, porém seu comportamento imaturo, irresponsável e arrogante não permite que ele evolua na Marinha. Ele deveria estar embarcando para sua missão derradeira, mas não imaginava que um inimigo oculto estaria prestes a fazer contato.</p>
<p>Os cientistas &#8220;desocupados&#8221; da NASA resolvem fazer um super transmissor para tentar contato com um planeta que teria estrutura semelhante a da Terra. Depois de alguns anos sem resposta eis que o objetivo é alcançado repentinamente e drasticamente. Os aliens não eram amigos e já chegam por aqui aterrorizando. Coincidentemente uma parte importante dos visitantes cai próximo ao local em que a frota de Alex fazia treinamentos e caberá a eles por um fim nesta ameaça, entretanto tal missão não será nada fácil. Os inimigos, como sempre, tem uma tecnologia muito mais avançada e arrasam facilmente com os Destroyers mais avançados. Caberá então a um velho e ultrapassado amigo mudar o panorama da guerra frente a esta ameaça.</p>
<p>O roteiro não podia ser mais banal e previsível e com escolhas para lá de ruins, como insistir em dar um papel à namorada de Alex, Sam. Além disso, Rihanna e seu estilo &#8220;nigga&#8221; torra a paciência de uma forma inimaginável, não dá para conceber que esta pobre criatura venha a atormentar uma produção cinematográfica algum dia mais. Beyoncé é uma Meryl Streep frente a ela.</p>
<p>Tudo isso vai muito para a conta de Peter Berg que tem uma fórmula para lá de medíocre em conduzir suas obras, seja do decepcionante <a href="http://www.powercinema.com.br/2008/07/hancock/" target="_blank"><strong>Hancock</strong></a> até o todo ruim <strong>Bem-vindo à selva</strong>. Porém, nem tudo em <strong>Battleship</strong> são críticas negativas. O filme, como dito, conta com efeitos especiais para lá de bem feitos (também com um orçamento de $200 milhões seria difícil fazer ruim), uma trilha com ótimos momentos regados a AC/DC, uma homenagem muito bacana aos battleships e também ao jogo Batalha Naval.</p>
<p>O que deprime é ver uma obra com boas oportunidades ser mais uma vez desperdiçada em sua maior parte por opções preguiçosas da equipe técnica. Os resultados negativos mais uma vez vão para a conta dos espectadores e do cinema como entretenimento, que perde mais uma ótima opção de diversão para o futuro.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 5,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/05/battleship-batalha-dos-mares/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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<strong>Título Nacional-</strong> A Perseguição<br />
<strong>Diretor-</strong> Joe Carnahan<br />
<strong>Roteiro-</strong> Joe Carnahan/Ian Mackenzie Jeffers<br />
<strong>Gênero-</strong> Ação/Drama/Aventura<br />
<strong>Ano</strong>- 2012</p>
<p><strong>- Vai um Solzinho?</strong></p>
<p>Depois de assistir <strong>A perseguição</strong> o espectador passa a valorizar ainda mais o bom, velho e incessante calor escaldante dos trópicos. Ver a faceta devastadora do frio não é nada fácil e neste título este é um dos principais inimigos do grupo sobrevivente de um acidente aéreo. O que traz certo valor a esta obra é a humanização de personagens um tanto desprezíveis que vivem à margem da sociedade, trabalhando nos confins do mundo para uma indústria do ramo de combustíveis. O resto fica por conta da apreensão constante, dos desafios que nunca são completamente transpostos e da mensagem final que nos faz refletir sobre o que realmente importa nesta vida.<span id="more-1364"></span></p>
<p>Ottway (Liam Neeson) é um destes apartados. Ele usa sua perícia com rifle para impedir que os demais operários sejam mortos pelos lobos que circundam o local. O que mostra o quão dura é a realidade dos que ali tentam viver. Ele parece estar sem razão para viver, passa os dias pensando em sua amada que partiu e como a vida perdeu o sentido desde então. Sem ter a &#8220;coragem&#8221; para por um fim em toda aquela falta de propósito ele embarca no voo fadado a cair, juntamente com os demais trabalhadores.</p>
<p>Depois do desastre a visão angustiante de ver tantas pessoas mortas de forma tão forte abala alguns e demonstra mais uma vez como as aparências podem enganar num primeiro olhar. Ao processarem a situação o grupo percebe que deveria estar no raio de ação de uma alcateia e Ottway acredita que fugindo daquele local em direção as árvores que pareciam próximas estariam aumentando suas chances de sobrevivência.</p>
<p>A composição não poderia ser mais típica, tem o mais respeitoso Hendrick (Dallas Roberts), o calmo e submisso Talget (Dermot Mulroney), o falador e pessimista Flannery (Joe Anderson), o peso morto Burke (Nonso Anozie) que ainda conta com o contraposto da aparência intimidadora e o mala Diaz (Frank Grillo). Este time tentará vencer as barreiras naturais absurdas, os predadores vorazes (lobos) e a composição heterogênea do grupo. O que será que os aguarda? Muito é previsível, outra parte nem tanto e será mais um mérito para esta produção.</p>
<p>Não espere por grandes surpresas neste longa. O objetivo dele visivelmente não é este, mas sim tentar narrar como o ser humano pode às vezes tentar sobreviver mesmo que não saiba o por quê daquilo, ou então o fato de que as pequenas coisas são as que fazem a vida ter sentido e estar ao lado de quem você ama. Estas são algumas mensagens e é o que faz valer a pena dar uma chance a obra. Se trata de uma opção válida naqueles dias sem opção para ir ao cinema e que você talvez queira dar uma chance a assistir algo um tanto fora do trivial, seja pelo cenário ou mesmo pelas adversidades que movimentam a exibição&#8230;</p>
<p><strong>Intensidade da força: 6,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/05/a-perseguicao/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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<p>O filme merece. É um pipocão de primeiríssima qualidade e estes resultados são mais uma comprovação de tal hegemonia. Se é o melhor filme de herói ou o melhor<em> &#8221; blockbuster&#8221;</em> de todos os tempos, bom, aí já  é outra discussão que envolve parâmetros um tanto subjetivos, mas que a qualidade técnica é muito alta isso não há como negar e sem dúvida figurará em algumas categorias no Oscar 2013.</p>
<p>Bom queridos leitores. Talvez até estejam um tanto surpresos com a repentina volta das &#8220;<strong>Power News</strong>&#8221;  no nosso blog, mas uma notícia expressiva como esta merecia menção e ainda com certa agilidade, pois tal comunicado foi solto pela executiva da Disney há pouco tempo. Talvez  ainda permaneçamos carentes das &#8220;<strong>Power News</strong>&#8221; com a mesma frequência que foram feitas em 2011, mas sempre que houver algo realmente de grande destaque o <strong>Power Cinema</strong> estará trazendo ao nosso leitor com a mesma segurança de uma opinião livre de pressões quanto a dogmas de críticos tradicionais, pois aqui Cinema e chatisse não andam juntos!</p>
<p><strong>Um power abraço nesta abertura da seção no ano de 2012!</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/05/os-vingadores-ja-alcancam-a-marca-de-1-bilhao-de-dolares-ao-redor-do-mundo/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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<strong>Título Nacional</strong>- Os Vingadores &#8211; The Avengers<br />
<strong>Diretor-</strong> Joss Whedon<br />
<strong>Roteiro-</strong> Zak Penn/Joss Whedon<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Ficção/Aventura<br />
<strong>Ano-</strong> 2012</p>
<p><em><strong>- A vingança dos desacreditados&#8230;</strong></em></p>
<p>Quando a Marvel iniciou, ainda que timidamente, o projeto &#8220;<strong>The Avengers</strong>&#8221; com o primeiro<a href="http://www.powercinema.com.br/2008/05/homem-de-ferro/" target="_blank"><strong> Homem de Ferro</strong></a>, a maioria esmagadora do meio crítico debochou da ideia do recém fundado estúdio, duvidando que tal possibilidade fosse viável tanto em termos de qualidade de produto final, como para o formato cinema. Construir um arco suficientemente amarrado em alguns filmes isolados, e assim definir o esboço base de um conceito, não parecia plausível para os &#8220;entendidos&#8221;.<span id="more-1346"></span></p>
<p>A Marvel prova agora que sua ideia &#8220;megalomaníaca&#8221; tinha propósito e podia funcionar sim, bastava que estivesse nas mãos certas. E quem mais se não a própria empresa que concebeu todo aquele universo para fazer tal transição? É com grande satisfação que o <strong>Power Cinema</strong> já adianta que, sim, <strong>Os Vingadores</strong> é tudo que vem sendo propalado aos quatro cantos nos últimos dias e digno do frissom causado tanto no público quanto no meio crítico.</p>
<p>Muitos já vêm cobrando o que teria sido das franquias <strong>X-Men</strong> e<strong> Quarteto Fantástico</strong> se estivessem nas mãos da Marvel também, bom, o que se pode adiantar baseado no trabalho até então apresentado pelo estúdio, é de que se teriam filmes muito mais coesos do que os apresentados pelos estúdios Fox, pouco engajados com a fidelidade à obra que tem nas mãos e mais ligados em quantos cifrões eles podem arrecadar com estes nomes de grande alcance entre o público.</p>
<p>Chega de delongas e vamos ao que interessa. Vingadores! O longa começa de algum ponto entre o final de <a href="http://www.powercinema.com.br/2011/08/capitao-america-o-primeiro-vingador/" target="_blank"><strong>Capitão América</strong></a> (Chris Evans) e <a href="http://www.powercinema.com.br/2011/05/thor/" target="_blank"><strong>Thor</strong></a> (Chris Hemsworth), ou seja, a SHIELD está realizando experimentos com o cubo mágico, resgatado no filme do Capitão, e Loki (Tom Hiddleston) age entre as sombras tentando se apoderar do artefato e assim alcançar suas ambições, só que, além de Loki, um outro inimigo atua ainda mais por trás e este vilão será revelado no final do longa, nos créditos, para delírio dos mais conhecedores das histórias dos quadrinhos.</p>
<p>Loki não demora a agir e rouba o cubo, controlando a mente de Clint Barton/Hawkeye, bem como do Dr.Selvig (Stellan Skarsgård). Frente a tal ameaça Nick Fury (Samuel L. Jackson) fica desesperado e põe a iniciativa dos Vingadores mais uma vez em pauta como alternativa para por um fim nos planos de Loki, mesmo não contando com o apoio do governo.</p>
<p>Ele busca cada um dos possíveis componentes a exceção de Thor, que se encontrava em Asgard e estava inacessível naquele momento. Os demais logo atendem ao chamado de Fury, seja por curiosidade, interesse pessoal ou senso de dever. O que sempre se mostrava um problema durante toda a trama é o Dr. Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo), pois o receio de perderem o controle sobre sua porção &#8220;furiosa&#8221; sempre está presente.</p>
<p>O começo dessa união não podia ser mais confuso, pois cada um dos Vingadores tem seu modo de agir e não confiam um no outro. Nenhum deles se dá bem com Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) devido a sua personalidade egocêntrica e volúvel, enquanto Banner não parece estar ali com nenhum objetivo, já Thor quer apenas achar Loki e ao Capitão só interessa cumprir ordens não importando o que elas de fato representem. Este constante conflito de ideias e conceitos impede que eles trabalhem juntos e também será responsável por embates épicos entre cada um deles que renderão momentos inesquecíveis nas memórias de quem assistir a obra.</p>
<p>Buscando se aproveitar dessa falta de coesão, Loki utiliza seu ardil com maestria e brinca com todos os Vingadores até os momentos finais quando a morte de uma personagem muito carismática, embora inexistente na história original, faz acender a chama de que eles precisariam por as diferenças de lado para atuar juntos em prol de um bem maior. É neste instante que <strong>Os Vingadores</strong> alcança seu auge durante a exibição, com cenas incríveis, em sua maioria protagonizadas por um Hulk simplesmente maravilhoso e cativante por sua brutalidade e imprevisibilidade.</p>
<p>Outro que tem grandes momentos é o Homem de Ferro o que já era de se esperar, pois Robert Downer Jr. é o pilar de todo este projeto, tudo começou com ele e o excelente<strong><a href="http://www.powercinema.com.br/2008/05/homem-de-ferro/" target="_blank"> Homem de Ferro 1</a></strong> e nesta produção o melhor lado de Stark é trazido à tona, deixando de lado a repetição que diminuiu um pouco o segundo Iron Man.</p>
<p>As atuações estão firmes, com alguns destaques já esperados (Tony), outros confirmando o bom casamento com a personagem (Loki) e alguns surpreendendo positivamente demais a exemplo de Hulk e Hawkeye. Thor tem uma boa apresentação, mas um tanto apagada pelos rumos a serem seguidos por sua personagem, bem como o Capitão América, já a Viúva Negra não decepciona, mas não entrega nada além, bem como Nick Fury.</p>
<p>Na parte técnica temos uma produção quase impecável, bons efeitos (3D muito ruim), boa trilha, boa direção e um ritmo sólido que consegue dar participação e relevância a quase todas as personagens, ainda que, em certos momentos, alguns tenham suas participações um tanto forçadas, especialmente o Capitão e a Viúva Negra. Outra ressalva é o pouco destaque e aprofundamento dado aos <em>Chitauri</em>, mesmo que a desculpa de um próximo filme seja usada para tanto.</p>
<p>Um adendo final vai para os comparativos entre outros filmes de herói já concebidos. A idéia de que: &#8220;São estilos diferentes e não merecem comparação&#8221; é rasa demais e se perde na sua própria concepção. Os filmes podem ser comparados sim e não há dúvidas que <strong>Os Vingadores</strong> veio para ingressar o panteão dos grandes filmes do gênero, mas sem medos o Power Cinema dá a cara a tapa e coloca a atual produção como o 3° melhor filme no seu gênero ficando atrás do até então supremo<strong> <a href="http://www.powercinema.com.br/2008/07/batman/" target="_blank">The Dark Knight</a></strong> e <a href="http://www.powercinema.com.br/2011/06/x-men-primeira-classe/" target="_blank"><strong>X-Men: Primeira Classe</strong></a>.</p>
<p>Cada um tem seus méritos e suas falhas, mas nada disso é suficiente para apagar ou diminuir os méritos que, como sempre neste tipo de caso, sobrepujam e muito as deficiências. Só pela coragem de conceber algo novo e a execução acima da média o longa já merecia palmas e honras. Ele ultrapassa isso e atinge o nível de excelência em muitos setores. Agora a Marvel tem um universo criado, um público cativo e conseguirá emplacar muitos e muitos sucessos em suas próximas produções. Basta ter pulso e não se deixar levar pelas armadilhas do sucesso.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 9,5</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/05/os-vingadores-the-avengers/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/BN0ImN7t1NU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- The Avengers Título Nacional- Os Vingadores &amp;#8211; The Avengers Diretor- Joss Whedon Roteiro- Zak Penn/Joss Whedon Gênero- Ação/Ficção/Aventura Ano- 2012 - A vingança dos desacreditados&amp;#8230; Quando a Marvel iniciou, ainda que timidamente, o projeto &amp;#8220;The Avengers&amp;#8221; com o primeiro Homem de Ferro, a maioria esmagadora do meio crítico debochou da ideia do recém [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/05/os-vingadores-the-avengers/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/05/os-vingadores-the-avengers/</feedburner:origLink></item><item><title>American Pie: O Reencontro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/c3t8buTZq0Y/</link><category>Reviews</category><category>Comédia</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Mon, 30 Apr 2012 13:24:46 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1339</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original-</strong> American Reunion<br />
<strong>Título Nacional-</strong> American Pie: O Reencontro<br />
<strong>Diretor</strong>- Jon Hurwitz/Hayden Schlossberg<br />
<strong>Roteiro-</strong> Adam Herz/Jon Hurwitz<br />
<strong>Gênero-</strong> Comédia<br />
<strong>Ano-</strong> 2012</p>
<p><em><strong>- Reunião reeditada&#8230;</strong></em></p>
<p>Pegaram características de cada um dos 3 primeiros <strong>American Pie</strong> e juntaram neste retorno da franquia com o elenco &#8220;clássico&#8221;, mesmo que tenha tido inúmeras outras versões que carregaram o mesmo título, mas nem tiveram a graça de sair para o cinema. O retorno do grupo de amigos Jim Levenstein (Jason Biggs), Oz (Chris Klein), Kevin (Thomas Ian Nicholas), Finch (Eddie Kaye Thomas) e claro, Steve Stifler (Seann William Scott), podia ter sido feito de outra maneira, mas não cabe aqui discutir como poderia ter sido, mas sim como foi, e o resultado deste retorno é bem fraco.<span id="more-1339"></span></p>
<p>O que não deixa de ser uma surpresa, pois <strong>American Pie</strong>, muito embora tenha sido um marco de uma geração adolescente que hoje é adulta, nunca foi considerada uma boa obra. Porém, não há como negar que alavancou uma série de filmes no estilo &#8220;comédia juvenil&#8221; que até hoje perdura e inunda as sessões &#8220;mortas&#8221; dos canais de filmes das tv&#8217;s abertas e fechadas.</p>
<p>Depois de muitos anos sem se verem os amigos resolvem se reunir mais uma vez e relembrar um pouco como suas vidas se passaram até o presente, mais uma vez eles pretendem negligenciar a presença de Stifler só que, por um acaso de destino, ele se junta ao grupo mais uma vez, estragando os planos iniciais. Jim continua casado com Michelle (Alyson Hannigan), assim como Kevin, já os demais ou estão namorando ou solteiros. Finch parece ter sido o único a ter a vida que sempre sonhou e os demais tocam seus destinos da melhor forma possível.</p>
<p>As garotas também estarão lá, Vicky (Tara Reid), Heather (Mena Suvari) e até Nadia (Shannon Elizabeth) que fará uma ponta um tanto ridícula num determinado momento do longa. O que era para ter sido um reviver de sentimentos para muitos da época e a constatação do rito de passagem, se perde num roteiro que conta as mesmas piadas e mesmas situações dos três primeiros filmes, apenas com situações ainda mais embaraçosas e todos sendo apenas eles mesmos, não mostrando qualquer evolução durante este tempo passado.</p>
<p>Não que isso realmente não reflita a realidade dos atores envolvidos, nenhum dos protagonistas de American Pie decolou em suas carreiras, alguns tiveram breves momentos um tanto melhores como Alyson Hannigan, nos demais, nenhum realmente deu o passo adiante nas carreiras. O filme, de certa forma, também retrata este lado quando opta por mostrar os mesmos personagens fazendo as mesmas coisas que faziam no passado.</p>
<p>Tudo no longa foi feito de maneira desinteressante, buscando na apelação algum momento mais inspirado que nunca chega. O que poderia ter sido um refresco não passa de uma visão melancólica de todos os envolvidos e do que American Pie um dia representou ou pode vir a representar, uma pena, pois algum dos atores tem talento, mas parecem não ter feito as escolhas certas ao longo das suas carreiras.</p>
<p>Some-se a isso a opção de dar um tom romântico ao final, um tanto forçado e que foi de encontro a toda a proposta inicial apresentada de ser politicamente incorreto, dando a sensação de perdição do time técnico envolvido. O longa conta com um ou outro momento interessante e realmente divertido, no mais são aquelas risadas bobas, mas sem propósito, sem significado que vem, mas passam e não deixam sua marca e você nunca lembrará porquê gargalhou. Assim como fica a pergunta por que tiveram a ideia de refazer o longa.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 4,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/04/american-pie-o-reencontro/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=c3t8buTZq0Y:GIW2VKOH3Ac:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=c3t8buTZq0Y:GIW2VKOH3Ac:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/c3t8buTZq0Y" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- American Reunion Título Nacional- American Pie: O Reencontro Diretor- Jon Hurwitz/Hayden Schlossberg Roteiro- Adam Herz/Jon Hurwitz Gênero- Comédia Ano- 2012 - Reunião reeditada&amp;#8230; Pegaram características de cada um dos 3 primeiros American Pie e juntaram neste retorno da franquia com o elenco &amp;#8220;clássico&amp;#8221;, mesmo que tenha tido inúmeras outras versões que carregaram o [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/04/american-pie-o-reencontro/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/04/american-pie-o-reencontro/</feedburner:origLink></item><item><title>À Toda Prova</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/5A4qGuoTyDM/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Policial</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Fri, 20 Apr 2012 10:16:40 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1335</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong>- Haywire<br />
<strong>Título Nacional</strong>- À Toda Prova<br />
<strong>Diretor</strong>- Steven Soderbergh<br />
<strong>Roteiro</strong>- Lem Dobbs<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Policial<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><em><strong>- À prova de qualidade&#8230;</strong></em></p>
<p>O diretor Steven Soderbergh, responsável por filmes badalados, como a cinessérie <strong>Onze Homens e um Segredo</strong> (Ocean&#8217;s Eleven), <strong>Erin Brockovich</strong>, <strong>O desinformante</strong>, <strong>Traffic</strong> e muitos outros, vem passando por uma fase nada boa nos seus últimos trabalhos. A própria sequência dos filmes &#8220;<strong>Oceans Eleven</strong>&#8221; sempre decaiu desde sua primeira versão, além do pouco inspirado <a href="http://www.powercinema.com.br/2011/11/contagio/" target="_blank"><strong>Contágio</strong></a>. Em sua mais nova investida, que termina de chegar aos cinemas, ele usa outra vez mais as ideias repetidas nestas produções, dando a sensação de preguiça, falta de inspiração, criatividade, sem falar na bagunça que ficou acompanhar a sequência de eventos abordada pela trama.<span id="more-1335"></span></p>
<p>Aqui, ele utiliza o recurso da digressão temporal, começando do meio-fim, para narrar parte dos eventos que resultaram na situação em que tudo começa na película. Proposta muito utilizada em seus longas, mas que se torna cansativa e aborrecida quando mal utilizada. A agente Mallory Kane (Gina Carano, lutadora de MMA famosa nos EUA) trabalha para uma companhia independente de espionagem e é muito boa no que faz,atraindo as atenções dos contratantes que sempre a exigiam nos seus trabalhos. Esta situação começa a deixar seu chefe, Kenneth (Ewan McGregor) incomodado e ele pretende dar um basta nisso. Quando uma nova missão surge ele arma para sua melhor agente se dar mal. Só que ele não esperava que ela voltasse com uma sede de vingança por sua traição. Sim, patético, é verdade e é de Steven Soderbergh.</p>
<p>Dessa vez ele utiliza a mesma trilha sonora de &#8220;Ocean&#8217;s Eleven&#8221; a todo instante, mesmo jogo de câmera, mesma condução nas cenas de ação, misturando com um elenco recheado de figurinhas conhecidas, com um cartaz igualzinho a alguns de seus últimos filmes, ou seja, uma sucessão de repetições, construindo uma obra extremamente fraca e sem propósito algum.</p>
<p>A atuação da novata Gina Carano não desagrada, mas conta com situações para lá de constrangedoras, como quando ela pinta o rosto de preto e solta uma pérola, bem no estilo mais canastrão e caricato possível, mas ficou tão desconexo que se tinha algum motivo para aquilo foi-se tudo por água abaixo na forma como foi executado.</p>
<p>O filme não tem qualquer razão para existir. Parece que juntaram uma penca de nomes famosos e perguntaram se queriam fazer um filme de ação e espionagem com uma protagonista feminina. Quem aceitou participou e originou esta &#8220;coisa&#8221; chamada <strong>À toda prova</strong>. A decepção do ano até aqui, pois se trata de uma produção composta por um time de peso e que entrega um produto muito fraco e mau composto, talvez um dos piores filmes do diretor. Olha que eu assisti <strong>Solaris</strong>&#8230;</p>
<p><strong>Intensidade da força: 3,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/04/a-toda-prova/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/5A4qGuoTyDM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- Haywire Título Nacional- À Toda Prova Diretor- Steven Soderbergh Roteiro- Lem Dobbs Gênero- Ação/Policial Ano- 2011 - À prova de qualidade&amp;#8230; O diretor Steven Soderbergh, responsável por filmes badalados, como a cinessérie Onze Homens e um Segredo (Ocean&amp;#8217;s Eleven), Erin Brockovich, O desinformante, Traffic e muitos outros, vem passando por uma fase nada [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/04/a-toda-prova/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/04/a-toda-prova/</feedburner:origLink></item><item><title>Guerra é Guerra!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/Av73-uzQr1c/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Comédia</category><category>Romance</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Fri, 13 Apr 2012 14:45:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1328</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong>- This Means War<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Guerra é Guerra!<br />
<strong>Diretor</strong>- McG<br />
<strong>Roteiro-</strong> Timothy Dowling/Simon Kinberg<br />
<strong>Gênero-</strong> Ação/Comédia/Romance<br />
<strong>Ano</strong>- 2012</p>
<p><em><strong>- Isto significa .</strong></em>..</p>
<p>&#8230; que um filme de McG, diretor do longa em destaque, mais uma vez falha miseravelmente em todas as suas propostas. Para não dizer que é um completo fracasso, dá para apurar um ou outro momento de comédia que vale a pena durante a exibição. Quando o <strong>Power Cinema</strong> resolveu dar uma chance ao já &#8220;veterano&#8221; <strong>Guerra é Guerra</strong> esperava-se uma sessão tranquila, pois o longa já está em cartaz há um bom tempo. Além disso, o final de semana prolongado espantou boa parte da população, mas para nossa desagradável surpresa a sessão estava lotada, justificando porquê ainda insistem na temática e também o longo tempo disponível nas salas.<span id="more-1328"></span></p>
<p>O público realmente gosta deste tipo de filme, boa parte do público feminino parece só se interessar por este tipo de obra e a outra parte fica por conta dos casais, ou seja, 50% da escolha provavelmente deve ser por conta delas.</p>
<p>Aqui tem-se a história de dois agentes FDR Foster (Chris Pine) e Tuck (Tom Hardy) que terminam se interessando e se envolvendo com a mesma mulher, a complicada Lauren (Reese Witherspoon). Nenhuma novidade até então. Além disso, Til Schweiger (Heinrich) faz a ponta destinada ao &#8220;vilão&#8221; da trama mais que superficial. Os dois agentes são parceiros e amigos, Tuck faz o tipo &#8220;bom moço&#8221; que vem de uma separação na qual tem um filho, enquanto FDR é o típico garanhão, bem interpretado por Chris Pine.</p>
<p>O único que parece interessado em se envolver é Tuck e por isso ele se inscreve num site de relacionamentos e conhece Lauren, marcam um encontro e se entendem de imediato. Já FDR acompanha o amigo e, acidentalmente, termina conhecendo a mesma mulher, porém sem imaginar que se tratava da mesma pessoa que seu amigo havia saído. Quando descobrem começa a confusão, os dois insistem na aventura amorosa e entram numa disputa para conquistar o coração da garota. O dado um pouquinho interessante é o fato de ambos serem agentes da CIA e utilizarem o aparato com o intuito de sobrepor um ao outro. Com poucos momentos realmente interessantes resta muito pouco a se considerar válido na produção.</p>
<p>A atuação de Reese se resume a típica garota confusa que conta com uma amiga sem noção para &#8220;forçá-la&#8221; a realizar atitudes imbecis, já os dois disputam até o ponto de terem sua amizade abalada. O roteiro é tão previsível que chega a doer, mesmo para uma obra do gênero, a cartilha é seguida de forma tão certinha que parece até uma desculpa para ganhar um dinheiro fácil e isso eles conseguiram pelo jeito que a sessão estava lotada no dia.</p>
<p>As cenas de ação são fraquíssimas, mal dirigidas e pouco elaboradas. O que salva é a atuação de Chris Pine e um pouco de Tom Hardy, muito embora ele relembre muito o papel que fez em a &#8220;A Origem&#8221; com relação aos trejeitos da personagem.</p>
<p>Um filme fraco, mesmo para o estilo que representa e que não recomendo, nem mesmo para passar o tempo. Se você leitor curte o tipo, tudo bem, é até possível se divertir com uma ou outra cena.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 4,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/04/guerra-e-guerra/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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<strong>Título Nacional</strong>- Fúria de Titãs 2<br />
<strong>Diretor</strong>- Jonathan Liebesman<br />
<strong>Roteiro-</strong> Dan Mazeau/David Johnson<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Fantasia<br />
<strong>Ano</strong>- 2012</p>
<p><strong><em>- Fúria descontrolada&#8230;</em></strong></p>
<p>A segunda parte do controverso <a href="http://www.powercinema.com.br/2010/06/furia-de-titas/" target="_blank"><strong>Fúria de Titãs</strong></a> chegou aos cinemas no último fim de semana e os resultados de bilheteria demonstram um certo cansaço do público com relação ao filme, ao menos nos EUA, pois <a href="http://www.powercinema.com.br/2012/03/jogos-vorazes/" target="_blank"><strong>Jogos Vorazes</strong></a> manteve a liderança pela segunda semana consecutiva, algo pouco provável se tentasse prever tal resultado. Pode ser possível que o longa ainda consiga boa bilheteria ao redor do mundo. Tal possibilidade é difícil, no entanto já que a obra é uma versão anabolizada de sua primeira edição.<span id="more-1321"></span></p>
<p>Passaram-se 10 anos dos eventos originais. Agora Perseu (Sam Worthington) vive com seu insípido filho Hélio (John Bell) num pequeno vilarejo onde se dedicam apenas a pescaria. Quando Zeus (Liam Neeson) se aproxima do filho pedindo sua ajuda ele não crê e rejeita o pedido, alegando que é apenas um semideus e que nada poderia fazer se nem os próprios deuses estavam conseguindo se virar. A situação era delicada, Hades (Ralph Fiennes) estava consorciado com Ares (Édgar Ramírez) com o intuito de liberarem Cronos e assim espalharem o terror pela Terra e destronarem Zeus de seu posto de soberania.</p>
<p>Ainda que Hades estivesse receoso dessa aliança ele prossegue com o plano e captura Zeus, matando Poseidon (Danny Huston) no meio do caminho. A partir deste instante os soldados de Cronos ganham mais força e começam a atacar a Terra. É quando Perseu nota que a situação é realmente crítica e que seu pai viera à sua presença realmente numa necessidade importante. Ele, mais uma vez, parte na sua aventura quase &#8220;solo&#8221;, contando com os pesos mortos, Agenor (Toby Kebbell) e Andrômeda (Rosamund Pike), um serve apenas para se dar risada, enquanto a outra para embelezar a tela.</p>
<p>Numa atuação mais uma vez um tanto apagada ele vai lutar sem grande brilho contra os servos de Cronos e mostrará ao mundo a força de ser um humano, muito embora isso fique bastante nebuloso e forçado durante a exibição. O que faz deste <strong>Fúria de Titãs</strong> um tantinho melhor que o primeiro são os efeitos especiais mais homogêneos e, outra vez, uma grande cena final que parece ser a linha mestra desta produção. Um filme fraco, mas que confere alguns momentos de diversão pela pancadaria mítica e também pela cafonice. Nada demais, mas serve como passatempo despretensioso.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 5,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/04/furia-de-titas-2/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=fdbm7xaUXdo:E8oddWhENPE:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=fdbm7xaUXdo:E8oddWhENPE:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/fdbm7xaUXdo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- Wrath of the Titans Título Nacional- Fúria de Titãs 2 Diretor- Jonathan Liebesman Roteiro- Dan Mazeau/David Johnson Gênero- Ação/Fantasia Ano- 2012 - Fúria descontrolada&amp;#8230; A segunda parte do controverso Fúria de Titãs chegou aos cinemas no último fim de semana e os resultados de bilheteria demonstram um certo cansaço do público com relação [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/04/furia-de-titas-2/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/04/furia-de-titas-2/</feedburner:origLink></item><item><title>Jogos Vorazes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/1Teze0Qpd9Q/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Ficção</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Thu, 29 Mar 2012 18:05:16 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1313</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original-</strong> The Hunger Games<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Jogos Vorazes<br />
<strong>Diretor-</strong> Gary Ross<br />
<strong>Roteiro-</strong> Gary Ross/Suzanne Collins<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Ficção<br />
<strong>Ano</strong>- 2012</p>
<p><em><strong>- Fome por franquias&#8230;</strong></em></p>
<p>Com o sucesso estrondoso de <strong>Harry Potter</strong>, <strong>Senhor dos Anéis</strong> e mais recentemente de <strong>Crepúsculo</strong>, o cinema entra em mais uma nova onda. A de franquear histórias de livros <em>&#8220;best sellers</em>&#8220;, especialmente aqueles que cativam o público jovem (<em>teen</em>) por serem mais volúveis, pouco críticos, facilitando a missão dos estúdios de conseguirem emplacar novos &#8220;hits&#8221; de bilheteria. A bola da vez que chega aos cinemas é o filme baseado no romance homônimo, <strong>Jogos Vorazes</strong>, da escritora Suzanne Collins. Com um universo um pouco mais interessante esta estória chega às telonas nacionais com grande destaque.<span id="more-1313"></span></p>
<p>Num futuro fictício, mas que guarda semelhanças com o nosso mundo, um torneio que reúne jovens de distritos subordinados a uma capital se enfrentam numa arena mortal com o pretexto de fazer lembrar à população os horrores de uma guerra. Uma espécie de doutrina que alia arrependimento com diversão. Uma mistura sinistra, mas que parece entreter a complicada psique humana.</p>
<p>Num dos Distritos está a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) que se vira na medida do possível juntamente com sua família, composta pela irmã Primrose Everdeen (Willow Shields) e sua mãe (Paula Malcomson). O período da &#8220;colheita&#8221; se aproxima e a tensão circunda o pequeno núcleo, pois o medo de sua pequena irmã ser escolhida é iminente.</p>
<p>Como esperado, a irmã mais nova é escolhida, mas Katniss intervém e se escala no lugar da caçula. Do outro lado, o jovem Peeta Mellark (Josh Hutcherson) é o integrante do sexo masculino a compor os enviados para o torneio. As regras são simples, entram 24 (dos 12 Distritos envolvidos) e apenas 1 (um) sobrevive, entretanto tudo é manipulado de acordo com os interesses do Presidente (Donald Sutherland) a fim de facilitar a submissão do povo ao regime explorador imposto aos Distritos em benefício da Capital.</p>
<p>O que faz de<strong> Jogos Vorazes</strong> algo infinitamente melhor que <strong>Crepúsculo</strong> é tudo. A comparação é válida, pois as tramas guardam semelhanças, ambas são voltadas para o mesmo público, contam com protagonistas femininas um tanto introvertidas e envolvem amores impossíveis ou pouco prováveis de darem certo, ao menos num primeiro momento. A diferença aqui é que<strong> Jogos Vorazes</strong> traz inúmeras mensagens interessantes, muito embora rasas, ao menos ele tenta agregar mais corpo ao que apresenta não se resumindo a simples melancolias e dramas infantilóides.</p>
<p>A crítica ao modelo consumista e de aparências dos círculos ricos está lá, bem como, a cultura à violência e ao exibicionismo por meio dos programas de &#8220;reality show&#8221; que inunda as televisões estrangeiras, isso para ficar apenas nos aspectos de maior destaque.</p>
<p>O filme conta com um elenco muito mais competente do que a maioria das outras investidas no gênero. O par composto por Jennifer e Josh é bem composto e a atuação dos dois não compromete além disso, conta com nomes de peso como Donald Sutherland e Stanley Tucci. A parte técnica é melhor articulada e tratada com mais seriedade, os &#8220;takes&#8221; do diretor Gary Ross remontam aos filmes de ação mais sóbrios como a Trilogia Bourne e até os longas do diretor Michael Mann.</p>
<p>Em suma, se trata de uma obra que vale a pena ver. Todavia, nem tudo são flores em<strong> Jogos Vorazes</strong>. O interlúdio inicial é cansativo e não convence como apresentação das personagens, a protagonista precisa de quase todo o filme para conseguir um pouquinho de empatia, isso por causa da metodologia de desenvolvimento dada a ela pela própria estória.</p>
<p>Por fim, o que resta dizer é que a adaptação ficou bem feita e que pouco daria para melhorar dentro de um contexto já limitado por aspectos intrínsecos a trama. Vale a pena conferir, mas sem grande entusiasmo.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 7,0</strong></p>
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<strong>Título Nacional</strong>- Protegendo o Inimigo<br />
<strong>Diretor</strong>- Daniel Espinosa<br />
<strong>Roteiro</strong>- David Guggenheim<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Policial<br />
<strong>Ano-</strong> 2012</p>
<p><em><strong>- Sempre acertando&#8230;</strong></em></p>
<p>É engraçado o paralelo torto que se pode traçar entre dois atores. É até possível que a colocação seja mal vista por alguns leitores, mas ainda assim vale a menção. Nicolas Cage, de volta em diversos filmes de qualidade duvidosa, para dizer o mínimo, e Denzel Washington (Tobin Frost). Quem vê <strong>Protegendo o inimigo</strong> num primeiro momento pode até achar certa semelhança na apresentação de ambos, filmes pouco conhecidos em termo de apelo de marketing, produções quase independentes, histórias um tanto repetidas ao longo do tempo e cartazes um tanto cafonas. Estes pontos os aproximam, mas o resto todo os distancia.<span id="more-1305"></span></p>
<p>Aqui se tem um &#8220;thriller&#8221; intenso que prende o espectador, com bons momentos de ação, sem abusos, uma tocada mais realista e atuações seguras do time envolvido. Tobin Frost é um agente que &#8220;deixou&#8221; a agência secreta norte americana (CIA) e agora vende informações para quem se interessar e pagar mais. Esta vida o rendeu muitos inimigos e por isso ele sempre se encontra em difícil situação, num destes momentos críticos ele se refugia no consulado americano na Cidade do Cabo, na África do Sul. A oportunidade que a CIA esperava para tê-lo em suas mãos finalmente chegara e eles farão de tudo para não perder a chance.</p>
<p>A bomba cai nas mãos do inexperiente, mas esforçado Matt Weston (Ryan Reynolds), pois ele é o responsável pelo esconderijo da Agência naquele local. Sedento por uma chance de se provar perante seus superiores, agora ele tinha como fazê-lo. O que não imaginava era que os caçadores de Tobin eram implacáveis, incansáveis e não mediriam esforços para capturá-lo a todo custo. Eles invadem o esconderijo e forçam uma inesperada aliança entre os dois inimigos. Agora Matt estava sozinho, sem experiência, tendo que &#8220;cuidar&#8221; e, ao mesmo tempo, conter um indivíduo perigoso como Frost.</p>
<p>Pouco além disso merece menção de fato, pois o desenrolar dos fatos são os mesmos já vistos noutras produções do gênero. O que muda aqui são as tomadas propiciadas pelo novato Daniel Espinosa que deve ter convencido Denzel Washington pela temática tratada pelo longa a participar. E também porque Denzel, neste ponto, adora um filme meio &#8220;underground&#8221; à semelhança de outro colega, mas motivado de maneira totalmente diferente.</p>
<p>É neste ponto também que reside a diferença, enquanto Denzel se entrega aos seus papéis com vitalidade e interesse, o mesmo não acontece com Nicolas Cage. Além dele, a boa participação de Ryan Reynolds é uma grata surpresa, fugindo totalmente do estereótipo que ele mesmo ajudou a construir com suas comédias românticas, aqui, mais uma vez, ele prova que pode muito mais.</p>
<p>O longa tem bons momentos, mas escorrega em momentos capitais, como o final para lá de esperado, algumas cenas de ação entrecortadas de difícil acompanhamento e uma condução que não arrisca, tentando assim minimizar as possíveis falhas graves, mas incorrendo na mesmice e deixando de alcançar aquele patamar superior. Ainda assim <strong>Protegendo o inimigo</strong> é uma boa pedida do gênero e não faz feio nesta típica época de entressafra de títulos realmente interessantes para se conferir nas telonas.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 6,5</strong></p>
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