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	<title>Mensagem, Prece de Luz</title>
	
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	<description>Espiritismo, Prece, Mensagem Espírita</description>
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		<title>Esclarecimento de Bezerra de Menezes sobre as festas de Carnaval, Parte 1</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 10:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primitivismo Humano]]></category>
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		<description><![CDATA[Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 6, Manoel Philomeno de Miranda &#8211; Divaldo Franco. &#8220;&#8230; Grande, expressiva faixa da humanidade terrena transita entre os limites do instinto e os pródromos da razão, mais sequiosos de sensações do que ansiosos pelas emoções superiores. Natural que se permitam, nestes dias, os excessos que reprimem por todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 6, Manoel Philomeno de Miranda &#8211; Divaldo Franco</strong>.<br />
&#8220;&#8230; Grande, expressiva faixa da humanidade terrena transita entre os limites do instinto e os pródromos da razão, mais sequiosos de sensações do que ansiosos pelas emoções superiores. Natural que se permitam, nestes dias, os excessos que reprimem por todo o ano, sintonizados com as entidades que lhes são afins.<span id="more-1869"></span> É de se lamentar, porém, que muitos se apresentam nos dias normais como discípulos de Jesus, preferindo, agora, Baco e os seus assessores de orgia ao Amigo Afetuoso&#8230;<br />
&#8220;Perdendo-se nos períodos mais recuados, as origens do carnaval podem ser encontradas na <em>bacanalia</em>, da Grécia, quando era homenageado o deus Dionísio. Anteriormente, os trácios entregavam-se aos prazeres coletivos, como quase todos os povos antigos. Mais tarde, apresentavam-se estas festas, em Roma, como <em>saturnalia</em>,  quando se imolava uma vítima humana, adredemente escolhida, no seu infeliz caráter pagão. Depois, na Idade Média, aceitava-se com naturalidade: <em>Uma vez por ano é lícito enlouquecer</em>, tomando corpo, nos tempos modernos, em três ou mais dias de loucura, sob a denominação, antes, de tríduo momesco, em homenagem ao rei da alegria&#8230;<br />
&#8220;Há estudiosos do comportamento e da psique, sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e racalques nesses dias em que a <em>carne nada vale</em>, cuja primeira sílaba de cada palavra compôs o verbete <em>carnaval</em>.<br />
Sem dúvida, porém, a festa é o vestígio da barbárie e do primitivismo ainda reinantes, e que um dia desaparecerão da Terra, quando a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real substituírem as paixões do prazer violento e o homem houver despertado para a beleza, a arte, sem agressão nem promiscuidade.&#8221;</p>
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		<title>Obsessão nos Bailes de Carnaval</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 09:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[Divaldo Franco]]></category>
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		<description><![CDATA[Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 6, Manoel Philomeno de Miranda &#8211; Divaldo Franco. A cidade, regorgitante, era um pandemônio. A multidão de desencarnados, que se misturava à mole humana em excitação dos sentidos físicos, dominava a paisagem sombria das avenidas, ruas e praças feericamente iluminadas, mas cujas luzes não venciam a psicosfera carregada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 6, Manoel Philomeno de Miranda &#8211; Divaldo Franco</strong>.<br />
A cidade, regorgitante, era um pandemônio.<br />
A multidão de desencarnados, que se misturava à mole humana em excitação dos sentidos físicos, dominava a paisagem sombria das avenidas, ruas e praças feericamente iluminadas, mas cujas luzes não venciam a psicosfera carregada de vibrações de baixo teor. Parecia que as milhares de lâmpadas coloridas apenas bruxuleavam na noite, como ocorre quando desabam fortes tempestades.<span id="more-1867"></span><br />
Os grupos mascarados eram acolitados por frenéticas massas de seres espirituais voluptuosos, que se entregavam a desmandos e orgias lamentáveis, inconcebíveis do ponto de vista terreno.<br />
Uns magotes desenfreados atacavam os burlescos transeuntes, tentando prejudicá-los com as induções nefastas que se permitiam transmitir.<br />
Outros, compostos de verdugos que não disfarçavam as intenções, buscavam as vítimas em potencial para alijá-las do equilíbrio, dando início a processos nefandos de obsessões demoradas.<br />
Podíamos registrar que muitos fantasiados haviam obtido inspiração para as suas expressões grotescas, em visitas a regiões inferiores do Além, onde encontravam larga cópia de deformidades e fantasias do horror de que padeciam seus habitantes em punção redentora, a que se arrojavam espontaneamente.<br />
As incursões aos sítios de desespero e loucura são muito comuns pelos homens que se vinculam aos ali residentes pelos fios invisíveis do pensamento, em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo.<br />
Fixados como clichês mentais, ressurgem na consciência e são recopiados pelos que lhes estão habituados, recompondo, na extravagância do prazer exacerbado, a paisagem donde procedem e à qual se vinculam.<br />
A sucessão de cenas, deprimentes umas, selvagens outras, era constrangedora.</p>
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		<title>Paisagem Espiritual de um Carnaval Carioca, Parte 2</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 09:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paisagem Espiritual]]></category>
		<category><![CDATA[Divaldo Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Nas Fronteiras da Loucura]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel Philomeno de Miranda]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 1, pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda &#8211; Divaldo Franco. Relato de Manoel Philomeno de Miranda, eminente espírita brasileiro já desencarnado. Não obstante conhecêssemos as penosas vibrações de deconcerto psíquico em faixas de alto teor pestífero, as condensações que pairavam no ar, pela densidade pastosa, escura, causavam-nos mal-estar. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 1, pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda &#8211; Divaldo Franco.</strong><br />
<em>Relato de Manoel Philomeno de Miranda, eminente espírita brasileiro já desencarnado</em>.<br />
Não obstante conhecêssemos as penosas vibrações de deconcerto psíquico em faixas de alto teor pestífero, as condensações que pairavam no ar, pela densidade pastosa, escura, causavam-nos mal-estar.<br />
A aspiração do <em>nevoeiro</em> pelos homens, sem dúvida produzia compreensíveis transtornos emocionais, a prazo mais dilatado com efeitos orgânicos.<br />
A população invisível ao olhar humano era acentuadamente maior no tresvariar das fortes sensações, de que se não havia libertado com a morte.<span id="more-1849"></span> Disputava-se, como chacais, a vampirização das vítimas inermes telecomandadas, estimulava a sensibilidade e as libações alcóolicas de que participava, <em>ingeriam</em> drogas, de que os seus comparsas físicos, verdadeiros intermediários submissos, se auspiciavam.<br />
Dificilmente se poderia distinguir se os homens eram cópia rude das faces aberrantes dos desencarnados ou se esses os imitavam, tal a sintonia e o perfeito intercâmbio sustentado.<br />
Enquanto eu reflexionava sobre a turbamulta que, se entredevorava, enceguecida, o nobre Amigo (Bezerra de Menezes) advertiu-me:<br />
- Miranda, onde a criatura coloque suas aspirações, aí encontra intercâmbio. O homem é o somatório dos seus anelos e realizações. Enquanto não elabore mais altas necessidades íntimas, demorar-se-á nas permutas grosseiras da faixa dos instintos primários. Em razão disso, a Humanidade padece de carências urgentes nas áreas rudimentares da vida. Deixando-se martirizar pelos desejos inconfessáveis, ainda não se resolveu por uma conduta, realmente emocional, que lhe permita o trabalho íntimo de desembaraçar-se das sensações que respondem pelos interesses grosseiros, geradores das lutas pela posse com predominância do egoísmo.<br />
Como desejasse examinar a questão, sem enveredar pelo campo da crítica inoperante, acrescentou.<br />
- A fixação das paisagens sombrias desacostuma a percepção estética para as visões harmônicas da Natureza. Da mesma forma, experimentando o homem as impressões do prazer selvagem, desinteressa-se da aquisição dos valores estéticos e liberativos da alma. A transposição de planos e aspirações, enquanto se está na área da sofreguidão e do exagero carnal, somente ocorre a pesado tributo de dor e a fortes guilhoadas da aflição.<br />
&#8220;Toda ascensão exige a colaboração do sacrifício, ao lado das renúncias. A visão dos amplos horizontes coloridos somente é lograda após a vitória sobre as baixadas sombrias e as veredas tortuosas.<br />
&#8220;O fatalismo da vida é para o bem e a destinação é para a felicidade. Conseguí-los ao impulso do amor ou conquistá-los a penas de sofrimentos são as escolhas únicas que se terão para fazer.<br />
&#8220;Até agora, a conquista do belo e a libertação dos vícios têm sido desafios para os Espíritos fortes, que marcham à frente, despertando os da retaguarda, anestesiados na ilusão e agrilhoados aos prazeres aliciantes, venenosos.<br />
&#8220;Não nos cabe, todavia, duvidar da vitória do amor e do êxito que todos conseguirão hoje ou mais tarde. Auxiliá-los a desvencilhar-se das fortes amarras que os infelicitam e convidá-los à experiência da renovação constituem os nossos deveres de agora. Em consequência, o nosso céu tem seus limites nas aberturas dos sofredores à vida, ensejando-nos ampliá-lo ao infinito, no qual eles também desfrutem de esperança e paz.&#8221;</p>
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		<title>Paisagem Espiritual de um Carnaval Carioca, Parte 1</title>
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		<comments>http://precedeluz.com.br/wordpress/2012/paisagem-espiritual/paisagem-espiritual-de-um-carnaval-carioca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 09:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paisagem Espiritual]]></category>
		<category><![CDATA[Divaldo Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Nas Fronteiras da Loucura]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel Philomeno de Miranda]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 1, Manoel Philomeno de Miranda &#8211; Divaldo Franco. As bátegas (pancadas de chuva) sucediam-se em abençoado, deconhecido socorro, espancando e espalhando as densas nuvens psíquicas de baixo teor vibratório que encobriam a cidade imensa e generosa. Nos intervalos, o ruído atordoante dos instrumentos de percussão incitava ao culto bárbaro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 1, Manoel Philomeno de Miranda &#8211; Divaldo Franco</strong>.<br />
As bátegas (pancadas de chuva) sucediam-se em abençoado, deconhecido socorro, espancando e espalhando as densas nuvens psíquicas de baixo teor vibratório que encobriam a cidade imensa e generosa.<br />
Nos intervalos, o ruído atordoante dos instrumentos de percussão incitava ao culto bárbaro do prazer alucinante, misturando-se aos trovões galopantes enquanto os corpos pintados, semidespidos, estorcegavam em desespero e frenesi, acompanhando o cortejo das grandes Escolas de samba, no brilho ilusório dos refletores, que se apagariam pelo amanhecer.<br />
Como acontecera nos anos anteriores, aquela segunda-feira de Carnaval convidava ao desaguar de todas as loucuras no delta das paixões da avenida em festa.<span id="more-1845"></span><br />
Milhares de pessoas imprevidentes, estimuladas pela música frenética, pretendendo extravasar as ansiedades represadas, cediam ao império dos desejos, nas torrentes da lubricidade que as enlouquecia.<br />
A delinquência abraçava o vício, urdindo as agressões, em cujas malhas se enredavam as vítimas espontâneas, que se deixavam espoliar.<br />
As mentes em torpe comércio de interesses subalternos, haviam produzido uma psicosfera pestilenta, na qual se nutriam <em>vibriões</em> psíquicos, <em>formas-pensamento</em> de mistura com Entidades perversas, viciadas, dependentes, em espetáculo pandemônico, deprimente.<br />
As duas populações &#8211; a física e a espiritual, em perfeita sintonia &#8211; misturavam-se, sustentando-se ,disputando mais largas concessões em simbiose psíquica&#8230;<br />
Não obstante, como sempre ocorre em situações dessa natureza, equipes operosas de trabalhadores espirituais em serviços de emergência, revezavam-se, infatigáveis, procurando diminuir o índice de desvarios, suicídios a breve e a largo prazo pelas conexões que então se estabeleciam, para defender os incautos menos maliciosos, enfim, socorrer a grande mole em desequilíbrio ou pronta para sofrer-lhe o impacto.<br />
Desde as vésperas haviam sido instalados diversos postos de socorro, no nosso plano de ação, para serem recolhidos desencarnados que se acumpliciavam na patuscada irresponsável ou aqueles que vieram para auxiliar os seus afetos desatentos ao bem e à vigilância, ao mesmo tempo minimizando a soma de infortúnios que poderiam advir.<br />
O abnegado Bezerra de Menezes, à frente de expressiva equipe de médicos e enfermeiros, de técnicos em socorros especiais, tomava providências, distribuía informações e cuidava, pessoalmente, dos casos mais graves, nos quais aplicava os recursos da sua sabedoria.</p>
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		<title>Confissões de um sambista desencarnado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primitivismo Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Divaldo Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Nas Fronteiras da Loucura]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel Philomeno de Miranda]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 6, Manoel Philomeno de Mirando &#8211; Divaldo Franco. - Enquanto na Terra, sentindo muitas carências e conflitos, compreendi a alma, as dores, as aspirações do povo, colocando em música de samba e outras, os dramas e tragédias do bas-fond, as angústias dos desamados, no entanto, amorosos. &#8220;Sem resistências morais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 6, Manoel Philomeno de Mirando &#8211; Divaldo Franco</strong>.<br />
- Enquanto na Terra, sentindo muitas carências e conflitos, compreendi a alma, as dores, as aspirações do povo, colocando em música de samba e outras, os dramas e tragédias do <em>bas-fond</em>, as angústias dos desamados, no entanto, amorosos.<br />
&#8220;Sem resistências morais, resvalei, não poucas vezes, carpindo, na soledade e na fuga pelos alcoólicos e drogas outras, o tormento que me não deixava.<span id="more-1876"></span><br />
&#8220;Amei muito, certamente que um amor desconcertante, aturdido, que passava pelos bares de má fama e <em>cabarets</em>, sorvendo toda taça de aflições. Sob a sua ação, tentei falar, em música, das ansiedades e dores lacinantes que vergastam a alma sensível dos infelizes, erroneamente considerados párias sociais. Eles, nós, tombáramos sem que houvéssemos perdido o sentimento, as emoções&#8230;<br />
&#8220;A desencarnação colheu-me a vida física ainda jovem.<br />
&#8220;Despertei sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições.<br />
&#8220;Eu houvera sido mais um fracassado do que um infelicitador&#8230; As minhas composições pessoais e aquelas em parceria, no entanto, inspiravam e despertavam ternura, retratando situações e acontecimentos do coração, que provocam emoções positivas&#8230;<br />
&#8220;Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, a minha memória gerou muitas simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas.<br />
&#8220;Passei a compreender as finalidades superiores da vida, que eu malbaratara, descobrindo, porém, que é sempre tempo de recomeçar e de agir, iniciando, desde então, a composição de outros sambas ao compasso do bem com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa vila de amor infinito&#8230;<br />
&#8220;O Carnaval, para mim, é passado de dor e a caridade, hoje, é-me festa de todo dia, qual primavera que surge após inverno demorado e sombrio.&#8221;<br />
Calou-se e sorriu algo triste, para logo concluir:<br />
- Apesar da noite vitoriosa, o dia de luz sempre triunfa e o bem soberano tudo conquista&#8230;</p>
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		<title>Obsessão na prática mediúnica, Parte 2</title>
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		<comments>http://precedeluz.com.br/wordpress/2012/mediunidade/obsessao-na-pratica-mediunica-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 10:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mediunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Kardec]]></category>
		<category><![CDATA[Livro dos Médiuns]]></category>

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		<description><![CDATA[O Livro dos médiuns, Cap. 23, item 245 &#8211; Allan Kardec. As causas da obsessão variam, de acordo com o caráter do Espírito. É, às vezes, uma vingança que este toma de um indivíduo de quem guarda queixas da sua vida presente ou do tempo de outra existência. Muitas vezes, também, não há mais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Livro dos médiuns, Cap. 23, item 245 &#8211; Allan Kardec.</strong><br />
As causas da obsessão variam, de acordo com o caráter do Espírito. É, às vezes, uma vingança que este toma de um indivíduo de quem guarda queixas da sua vida presente ou do tempo de outra existência. Muitas vezes, também, não há mais do que o desejo de fazer o mal: o Espírito, como sofre, entende de fazer que os outros sofram; encontra uma espécie de gozo em os atormentar, em os vexar, e a impaciência que por isso a vítima demonstra mais o exacerba, porque esse é o objetivo que colima, ao passo que a paciência o leva a cansar-se.<span id="more-2436"></span> Com o irritar-se e mostrar-se despeitado, o perseguido faz exatamente o que quer o seu perseguidor. Esses Espíritos agem, não raro por ódio e inveja do bem; daí o lançarem suas vistas malfazejas sobre as pessoas mais honestas. Um deles se apegou como &#8220;tinta&#8221; a uma honrada família dos nosso conhecimento, à qual, aliás, não teve a satisfação de enganar. Interrogado acerca do motivo por que se agarrara a pessoas distintas, em vez de fazer a homens maus como ele, respondeu: <em>estes não me causam inveja</em>. Outros são guiados por um sentimento de covardia, que os induz a se aproveitarem da fraqueza moral de certos indivíduos, que eles sabem incapazes de lhes resistirem. Um destes últimos, que subjugava um rapaz de inteligência muito apoucada, interrogado sobre os motivos dessa escolha, respondeu: <em>Tenho grandíssima necessidade de atormentar alguém; uma pessoa criteriosa me repeliria; ligo-me a um idiota, que nenhuma força me opõe.</em></p>
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		<title>Obsessão na prática mediúnica, Parte 1</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 10:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Allan Kardec]]></category>
		<category><![CDATA[Livro dos Médiuns]]></category>

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		<description><![CDATA[O Livro dos Médiuns, Cap. 23, itens 242-243 &#8211; Allan Kardec. A obsessão é um dos maiores escolhos da mediunidade e também, um dos mais frequentes. Por isso mesmo, não serão demais todos os esforços que se empreguem para combatê-la, porquanto, além dos incovenientes pessoais que acarreta, é um obstáculo absoluto à bondade e à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Livro dos Médiuns, Cap. 23, itens 242-243 &#8211; Allan Kardec.</strong><br />
A obsessão é um dos maiores escolhos da mediunidade e também, um dos mais frequentes. Por isso mesmo, não serão demais todos os esforços que se empreguem para combatê-la, porquanto, além dos incovenientes pessoais que acarreta, é um obstáculo absoluto à bondade e à veracidade das comunicações.<span id="more-2434"></span> A obsessão, de qualquer grau, sendo sempre efeito de um constrangimento e este não podendo jamais ser exercido por um bom Espírito, segue-se que toda comunicação dada por um médium obsidiado é de origem suspeita e nenhuma confiança merece. Se nelas alguma coisa de bom encontrar, guarde-se isso e rejeite-se tudo o que for simplesmente duvidoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconhece-se a obsessão pelas seguintes características:<br />
<strong>1.</strong> A persistência de um Espírito em se comunicar, bom e mau grado, pela escrita, pela audição, pela tipologia, etc., opondo-se a que outros Espíritos o façam;<br />
<strong>2.</strong> Ilusão que, não obstante a inteligência do médium, o impede de reconhecer e a falsidade e o ridículo das comunicações que recebe;<br />
<strong>3.</strong> Crença na infalibilidade e na identidade absoluta dos Espíritos que se comunicam, e que, sob nomes veneráveis e venerados, dizem coisas falsas ou absurdas;<br />
<strong>4.</strong> Confiança do médium nos elogios que lhe dispensam os Espíritos que por ele se comunicam;<br />
<strong>5.</strong> Diposição para afastar-se das pessoas que podem emitir opiniões aproveitáveis;<br />
<strong>6.</strong> Tomar a mal as críticas das comunicações que recebe;<br />
<strong>7.</strong> Necessidade incessante e inoportuna de escrever;<br />
<strong>8.</strong> Constrangimento físico qualquer, dominando-lhe a vontade e forçando-o a agir ou a falar a seu mau grado;<br />
<strong>9.</strong> Rumores e desordens persistentes ao redor do médium, sendo ele de tudo a causa, ou o objeto.</p>
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		<title>Da influência moral do médium, Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mediunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Kardec]]></category>
		<category><![CDATA[Livro dos Médiuns]]></category>

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		<description><![CDATA[O Livro dos Médiuns, Cap. 20, item 226 &#8211; Allan Kardec. 6. Visto que as qualidades morais do médium afasta os Espíritos imperfeitos, como é que um médium dotado de boas qualidades transmite respostas falsas, ou grosseiras? Conhece, porventura, todos os escaninhos da alma humana? Demais, pode a criatura ser leviana e frívola, sem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Livro dos Médiuns, Cap. 20, item 226 &#8211; Allan Kardec.</strong><br />
<strong>6.</strong> <em>Visto que as qualidades morais do médium afasta os Espíritos imperfeitos, como é que um médium dotado de boas qualidades transmite respostas falsas, ou grosseiras?</em><br />
Conhece, porventura, todos os escaninhos da alma humana? Demais, pode a criatura ser leviana e frívola, sem que seja viciosa. Também isso se dá, porque, às vezes, ele necessita de uma lição, a fim de manter-se em guarda.</p>
<p><span id="more-2430"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7.</strong> <em>Por que permitem os Espíritos superiores que pessoas dotadas de grande poder, como médiuns, e que muito de bom poderiam fazer, sejam instrumentos do erro?</em><br />
Os Espíritos de que falas procuram influenciá-las; mas, quando essas pessoas consentem em ser arrastadas para o mau caminho, eles as deixam ir. Daí o servirem-se delas com repugnância, visto que a <em>verdade não poder ser interpretada pela mentira</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8.</strong> <em>Será absolutamente impossível se obtenham boas comunicações por um médium imperfeito?</em><br />
Um médium imperfeito pode algumas vezes obter boas comunicações, porque, se dispõe de uma bela faculdade, não é raro que bons Espíritos se sirvam dele, à falta de outro, em circunstâncias especiais; porém, isso só acontece momentaneamente, porquanto, desde que os Espíritos encontrem um que mais lhes convenha, dão preferência a este.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9.</strong> <em>Qual o médium que se poderia qualificar perfeito?</em><br />
Perfeito, ah! Bem sabes que a perfeição não existe na Terra, sem o que não estaríeis nela. Dize, portanto, bom médium e já é muito, por isso que eles são raros. Médium perfeito seria aquele contra o qual os maus espíritos jamais ousassem uma tentativa de enganá-lo. O melhor é aquele que, simpatizando com os bons Espíritos, tem sido o menos enganado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10.</strong> <em>Se ele só com os bons Espíritos simpatiza, como permitem estes que seja enganado?</em><br />
Os bons Espíritos permitem, às vezes, que isso aconteça com os melhores médiuns, para lhes exercitar a ponderação e para lhes ensinar a discernir o verdadeiro do falso. Depois, por muito bom que seja, um médium jamais é tão perfeito, que não possa ser atacado por algum lado fraco. Isto lhe deve servir de lição. As falsas comunicações, que de tempos em tempos recebe, são avisos para que não se considere infalível e não se ensoberbeça. Porque, o médium que receba as coisas mais notáveis não tem que se gloriar disso, como não o tem o tocador de realejo que obtém belas árias movendo a manivela do seu instrumento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>11.</strong> <em>Quais as condições necessárias para que a palavra dos Espíritos superiores nos chegue isenta de qualquer alteração?</em><br />
Querer o bem; repulsar o egoísmo e o orgulho. Ambas essas coisas são necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12.</strong> <em>Uma vez que a palavra dos Espíritos superiores não nos chega pura, senão em condições difíceis de se encontrarem preenchidas, esse fato não constitui um obstáculo à propagação da verdade?</em><br />
Não, porque a luz sempre chega ao que deseja receber. Todo aquele que queira esclarecer-se deve fugir às trevas e as trevas se encontram na impureza do coração.<br />
Os Espíritos, que considerais como personificações do bem, não atendem de boa vontade ao apelo dos que trazem o coração manchado pelo orgulho, pela cupidez e pela falta de caridade.<br />
Expurguem-se, pois, os que desejam esclarecer-se, de toda a vaidade humana e humilhem a sua inteligência ante o infinito poder do Criador. Esta a melhor prova que poderão dar da sinceridade e do desejo que os anima. É uma condição a que todos podem satisfazer.</p>
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