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<title> ProfessorC</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br </link>
<description>Aborda v�rios temas ligados �s linguagens de programa��o, especialmente C++.
Com um visual totalmente renovado, voc� facilmente poder� acessar todos os c�digos-fontes dispon�veis.
N�o deixe tamb�m de deixar sua opini�o. Aqui o usu�rio tem a prioridade.
Bons Estudos! </description>
<language>Portugues-Brasil</language> 
<copyright>Copyright 2009 www.professorc.xpg.com.br</copyright> 
<webmaster>wenderson_martins@yahoo.com.br</webmaster>
<pubDate>Publicado em: 18 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 24 de Julho de 2009</atualizado> 

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<title>O tipo bool</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/otipobool.html</link>
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<description>
O tipo bool e as palavras-chave true e false. O tipo Standard C++ bool pode ter dois estados expressos pelas constantes embutidas true (a qual "equivale" ao 
valor inteiro um) e false (equivalente ao zero). Todos esses tr�s nomes s�o palavras-chave.
</description>
<pubDate>Publicado em: 24 de Julho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 24 de Julho de 2009</atualizado> 
</item>

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<title>Tipos de Dados</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/tiposdedados.html</link>
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<description>
Relata os tipos de dados embutidos. Os tipos de dados podem ser embutidos (built-in types) ou abstratos. 
Um tipo de dado embutido � aquele que o compilador intrinsecamente compreende, pois ele j� veio pr�-definido dentro do compilador, como os tipos 
int, char, etc.
Os tipos de dados embutidos s�o quase todos id�nticos em C e C++. Em contraste aos tipos embutidos, n�s temos tamb�m os tipos de dados 
definidos pelo usu�rio, que � um tipo de dado que voc� ou outro programador criou como uma classe.
</description>
<pubDate>Publicado em: 21 de Julho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 21 de Julho de 2009</atualizado> 
</item>


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<title>Stack - A Pilha</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/cla/mystack.html</link>
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<description>
Essa classe � massa! A classe pilha (ou stack em ingl�s) tem um funcionamento muito simples: armazenar cole��o de dados
empilhadas, ou seja, uma em cima da outra. 
Um novo dado armazenado � colocado no topo da pilha, e um dado que se queira retirar tamb�m � retirado do topo  
da pilha com as fun��es membro int Push(void* item) e void *Pop(void). 
Saiba mais clicando aqui!!!

</description>
<pubDate>Publicado em: 14 de Julho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 14 de Julho de 2009</atualizado> 
</item>


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<title>Criando Fun��es</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/criandofuncoes.html</link>
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<description>
Standard C e C++ utiliza uma propriedade chamada prototipagem da fun��o (function prototyping). Com a prototipagem da fun��o, voc� precisa usar uma 
descri��o dos tipos de argumentos na hora de declarar e definir uma fun��o. Esta descri��o � o prot�tipo da fun��o.
Quando a fun��o � chamada, o compilador usa um prot�tipo da fun��o para ter certeza que os argumentos adequados est�o sendo passados e que o
valor de retorno � tratado corretamente. Se o programador comete um erro na hora de chamar a fun��o, o compilador acha este erro. 

</description>
<pubDate>Publicado em: 2 de Julho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 2 de Julho de 2009</atualizado> 
</item>




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<title>A Classe Vector</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/vector.html</link>
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<description>
A classe vector � um template, o que significa que ela pode ser eficientemente aplicada � diferentes tipos 
de dados. Isto �, n�s podemos criar um vector de formas geom�tricas, um vector de gatos, um vector de strings, etc. 
Basicamente, com um template voc� pode criar uma "classe de qualquer coisa". Para dizer ao compilador o que a classe vector armazenar�, voc� coloca
o nome do tipo desejado entre os sinais de maior e menor. 
</description>
<pubDate>Publicado em: 27 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 27 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>



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<title>Arquivos - Lendo e Escrevendo Arquivos</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/arquivos.html</link>
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<description>
Na linguagem C, o processo de abertura de arquivos requer um conhecimento maior da linguagem por parte do programador. Ao contr�rio de C, C++ 
atrav�s de sua biblioteca iostream fornece ao programador uma maneira simples e f�cil de manipular arquivos que ser� mostrada neste artigo.
Para abrir arquivos para escrita e leitura, voc� precisa incluir o arquivo de cabe�alho fstream. Embora isto automaticamente inclui iostream, 
� melhor incluir iostream explicitamente se voc� estiver planejando utilizar cin, cout, etc. 
</description>
<pubDate>Publicado em: 20 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 20 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>


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<title>Strings - Introdu��o</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/strings.html</link>
<guid> http://www.professorc.xpg.com.br/art/strings.html</guid>
<description>
A classe string (que faz parte do padr�o C++) foi feita para tomar conta de todas as manipula��es necess�rias 
em baixo-n�vel envolvendo array (sequ�ncias) de caracteres. Estas manipula��es de caracteres tem sido uma fonte constante de erros e perda de tempo 
desde o in�cio da linguagem C. Vamos agora fornecer uma breve descri��o sobre como utilizar esta classe.
</description>
<pubDate>Publicado em: 18 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 18 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>



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<title>Lendo Dados Da Entrada</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/cod/lendodados.html</link>
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<description>
C�digo que l� da entrada utilizando cin. 
</description>
<pubDate>Publicado em: 18 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 18 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>



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<title>Hello World</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/cod/hello.html</link>
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<description>
Seu primeiro programa C++.
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<pubDate>Publicado em: 17 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 17 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>

<item>
<title>Compiladores</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/compiladores.html</link>
<guid>http://www.professorc.xpg.com.br/compiladores.html</guid>
<description>
Links para compiladores C/C++.
</description>
<pubDate>Publicado em: 15 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 15 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>

<item>
<title>Headers</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/headers.html</link>
<guid>http://www.professorc.xpg.com.br/art/headers.html</guid>
<description>
O programador que cria a biblioteca fornece o arquivo de cabe�alho. Para declarar as fun��es e vari�vel externas dentro da biblioteca, o usu�rio 
simplesmente inclui o header file. Para incluir um arquivo de cabe�alho, utilize a diretiva preprocessador #include. Isto diz ao preprocessador para 
abrir o header file e inserir seu conte�do onde a declara��o #include aparece. Um #include indica o nome do arquivo header a ser aberto de duas 
maneiras: entre os sinais de maior e menor ou entre aspas. 
</description>
<pubDate>Publicado em: 14 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 15 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>

<item>
<title>Vari�veis</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/variaveis.html</link>
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<description>
O sentido atribu�do � frase "declara��o de vari�vel" tem sido historicamente confuso e contradit�rio, 
e � importante que voc� entenda a correta defini��o afim de que voc� possa ler o c�digo corretamente.  Uma declara��o de vari�vel diz ao compilador 
qual aspecto aquela vari�vel tem. � como se dissesse ao compilador: "Eu sei que voc� n�o viu este nome antes, mas eu prometo que ele existe em 
algum lugar, e � uma vari�vel do tipo X".
</description>
<pubDate>Publicado em: 13 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 13 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>

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<title>Fun��es</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/funcoes.html</link>
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Em C e C++, um programa pode ser criado � partir de pequenos peda�os de c�digos testados independentemente: as fun��es. Elas s�o ferramentas 
fundamentais na hora de "partir" um "grande" programa em subprogramas ou subrotinas. As fun��es s�o peda�os de c�digos que podem ser colocados
 em diferentes arquivos ativando assim a habilidade da compila��o separada, ou seja, compilar (e testar) pequenos trechos de c�digos separadamente. 
A fun��o � a menor unidade do c�digo, j� que voc� n�o pode ter partes de uma fun��o em arquivos separados; a fun��o deve ser completamente escrita 
em um �nico arquivo. 
Um arquivo pode ter v�rias fun��es escritas, mas uma fun��o s� pode ser escrita dentro de um �nico arquivo. 
</description>
<pubDate>Publicado em: 12 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 12 de Junho de 2009</atualizado> 
</item>



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<title>Namespaces</title>
<link> http://www.professorc.xpg.com.br/art/namespace.html</link>
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<description>
Um dos problemas encontrados na linguagem C se refere ao esgotamento dos nomes para fun��es e  identificadores quando seu programa j� alcan�ou um 
tamanho razoavelmente grande. Desta forma deve-se tomar cuidado para n�o criar uma nova fun��o ou vari�vel com um nome  j� anteriormente utilizado.
Isto, logicamente, fica mais dif�cil de evitar quando o programa � muito grande, e h� v�rias pessoas trabalhando nele. � quase inevit�vel.
Por padr�o, a linguagem C++ tem um mecanismo para evitar essa colis�o de nomes: a palavra chave (keyword) namespace. 
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<pubDate>Publicado em: 10 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 12 de Junho de 2009</atualizado> 
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<item>
<title>Home</title>
<link>http://www.professorc.xpg.com.br/index.html</link>
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<description>
Esta � a p�gina principal do site professorc.xpg.com.br, onde voc� encontra c�digos-fontes, artigos, algoritmos prontos, classes relacionados � linguagem C++.
</description>
<pubDate>Publicado em: 06 de Junho de 2009</pubDate> 
<atualizado>Atualizado em: 10 de Junho de 2009</atualizado> 
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