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	<title>PROIFES</title>
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	<description>Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico</description>
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		<title>Cresce o número de jovens doutores que deixam o meio acadêmico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:20:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: APUFSC/Valor Econômico &#8211; Segundo dados da Agência de Estatísticas do Ensino Superior (Hesa, na sigla em inglês) analisados pela Vitae, organização que apoia o desenvolvimento de carreira para pesquisadores, 41% dos que obtiveram o título de doutor no ano letivo de 2022-2023 estavam lecionando ou pesquisando em universidades 15 meses depois de terem concluído o doutoramento – uma queda em comparação com os 49% da pesquisa realizada quatro anos antes, sobre o ano letivo de 2018-2019. A fuga de talentos das universidades para o setor privado é bem mais forte nas áreas de ciência e tecnologia: dados da Hesa sobre o mesmo período mostram que a proporção de doutores da área de ciências exatas em cargos acadêmicos caiu de 43% para 33%. Já os da área de artes e ciências humanas continuam a trabalhar no ensino superior em taxas semelhantes às de cinco anos atrás, mas um número maior acaba em cargos de docência com menos segurança e menos perspectivas de avanço na carreira. Uma razão para essa contração é que o crescimento do número de novos doutores não é acompanhado por um aumento das vagas de emprego nas universidades, o que acirra a competição por cargos de pesquisa para pós-graduados. O total de títulos de doutor conferidos subiu de 14.150 em 2000 para 24.025 em 2022. Uma busca rápida no jobs.ac.uk, o portal de de empregos na área acadêmica do Reino Unido, mostrou cerca de 1.100 vagas de emprego em abril; dados da Hesa indicam que o número de docentes e pesquisadores em instituições de ensino superior do Reino Unido caiu 1% em 2024, em comparação com o ano anterior, para 244.755. Leia na íntegra: Valor Econômico Redação PROIFES-Federação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Fonte: APUFSC/Valor Econômico &#8211;</strong> Segundo dados da Agência de Estatísticas do Ensino Superior (Hesa, na sigla em inglês) analisados pela Vitae, organização que apoia o desenvolvimento de carreira para pesquisadores, 41% dos que obtiveram <a href="https://www.apufsc.org.br/2026/06/01/estudo-aponta-que-12-dos-doutores-que-se-formaram-no-brasil-estava-fora-do-pais-em-2025/">o título de doutor</a> no ano letivo de 2022-2023 estavam lecionando ou pesquisando em universidades 15 meses depois de terem concluído o doutoramento – uma queda em comparação com os 49% da pesquisa realizada quatro anos antes, sobre o ano letivo de 2018-2019.</p>



<p>A <a href="https://www.apufsc.org.br/2025/01/07/fuga-de-cerebros-brasileiros-sao-maioria-dos-doutorandos-em-portugal/">fuga de talentos das universidades</a> para o setor privado é bem mais forte nas áreas de ciência e tecnologia: dados da Hesa sobre o mesmo período mostram que a proporção de doutores da área de ciências exatas em cargos acadêmicos caiu de 43% para 33%. Já os da área de artes e ciências humanas continuam a trabalhar no ensino superior em taxas semelhantes às de cinco anos atrás, mas um número maior acaba em cargos de docência com menos segurança e menos perspectivas de avanço na carreira.</p>



<p>Uma razão para essa contração <strong>é que o crescimento do número de novos doutores não é acompanhado por um aumento das vagas de emprego nas universidades</strong>, o que acirra a competição por cargos de pesquisa para pós-graduados. O total de títulos de doutor conferidos subiu de 14.150 em 2000 para 24.025 em 2022. Uma busca rápida no jobs.ac.uk, o portal de de empregos na área acadêmica do Reino Unido, mostrou cerca de 1.100 vagas de emprego em abril; dados da Hesa indicam que o número de docentes e pesquisadores em instituições de ensino superior do Reino Unido caiu 1% em 2024, em comparação com o ano anterior, para 244.755.</p>



<p><strong>Leia na íntegra: </strong><a href="https://valor.globo.com/carreira/noticia/2026/06/07/por-que-jovens-doutores-estao-abandonando-o-meio-academico.ghtml">Valor Econômico</a></p>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação</strong></p>
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		<title>Entregas do MEC são apresentadas em reunião ministerial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:05:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: ADUFG &#8211; Um balanço das principais ações, investimentos e resultados alcançados pelo Ministério da Educação (MEC) nos últimos dois meses foram apresentados nesta quarta-feira, 3 de junho, durante a segunda reunião ministerial de 2026. O relatório mostra avanços nas entregas da pasta, realizados por intermédio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), da educação básica à educação superior, bem como a criação do aplicativo MEC Livros e da primeira Universidade Federal Indígena (Unind). O encontro, liderado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, da ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, e dos demais ministros de Estado.&#160; O presidente Lula iniciou a reunião destacando a importância da soberania brasileira diante de um cenário em que o Brasil se vê sob ameaça de uma nova taxação por parte dos Estados Unidos.&#160;&#160; “Nós estamos num momento decisivo para que a sociedade brasileira, e, eu diria, até uma parte da sociedade mundial, reconheça o fortalecimento da democracia em nosso país, assim como a nossa luta para o fortalecimento do multilateralismo, a nossa luta para que este país não seja tratado, em nenhum momento, como se fosse uma republiqueta insignificante. Nós somos muito grandes. Nós temos muita história e nós não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil nesta semana”, ressaltou o presidente.&#160; O presidente também afirmou que poucas vezes na história de um país conseguiu ter tantas coisas positivas a seu favor, como o Brasil tem agora. No entanto, segundo ele, muitas vezes há a preocupação de que a sociedade não perceba as ações positivas realizadas pelo governo.&#160;&#160; “É um motivo de regozijo para todos saber que o Brasil atingiu a sua maior performance na questão do IDH [Índice de Desenvolvimento Humano]. Não é que a gente tenha o melhor [índice], mas, hoje, fazemos parte do núcleo de países de ponta em questão de qualidade de vida do povo, e é importante lembrar que isso se deve também ao avanço que nós tivemos na educação”, destacou.&#160;&#160; O ministro da Educação, Leonardo Barchini, apresentou o balanço das ações, entregas e resultados da pasta. “Avançamos com programas como o Pé-de-Meia, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Escola em Tempo Integral e Escolas Conectadas. Mas ainda temos muito a entregar para continuar a melhoria da qualidade da educação e garantir mais oportunidades para crianças, jovens e adultos”, afirmou.&#160; Obras – As entregas do governo federal e os resultados das políticas públicas desenvolvidas na atual gestão foram apresentados pela ministra Miriam Belchior. Na área da educação, ela destacou as ações já realizadas por meio do Novo PAC e as entregas previstas para os próximos períodos.&#160; O levantamento mostrou que, nos últimos dois meses, foram entregues 138 creches e 167 escolas de ensino fundamental, de tempo integral e profissionalizante. Também foram concluídas 34 obras em institutos federais, incluindo restaurantes estudantis, bibliotecas e estruturas acadêmicas, distribuídas por 32 municípios de 15 estados. Na educação superior, foram entregues sete obras em universidades federais, entre blocos de salas de aula e laboratórios, beneficiando sete instituições em cinco estados.&#160; Em relação aos institutos federais, a ministra destacou que as próximas entregas incluem sete novas sedes no estado de São Paulo, localizadas nos municípios de Bauru, Cotia, Jundiaí, Mauá, Miracatu, Rio Claro e Santos. Também estão previstas mais 68 obras de restaurantes estudantis, bibliotecas e estruturas acadêmicas, que beneficiarão 63 municípios de 17 estados brasileiros.&#160; “Com isso, não estamos apenas ampliando a rede de institutos federais, mas também fortalecendo sua estrutura para que possam formar estudantes em melhores condições, com laboratórios adequados e mais suporte à permanência”, pontuou Belchior.&#160; Nas universidades federais, a ministra da Casa Civil destacou que estão previstas ainda 11 entregas consideradas estratégicas, incluindo laboratórios, restaurantes estudantis e outras estruturas acadêmicas, em 11 municípios de oito estados.&#160; Lançamentos – Nos últimos meses, outros dois destaques do MEC foram o lançamento dos aplicativos MEC Livros e a criação da Unind. O MEC Livros reúne 25 mil obras e já conta com mais de 860 mil usuários cadastrados.&#160;&#160; Já a Unind, instituída em 28 de maio, será construída em Brasília e será voltada à formação de indígenas nos níveis de graduação e pós-graduação. A instituição terá como base um modelo educacional que fortalece identidades e saberes tradicionais em diálogo com o conhecimento acadêmico não indígena. Redação PROIFES-Federação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Fonte: ADUFG </strong>&#8211; Um balanço das principais ações, investimentos e resultados alcançados pelo Ministério da Educação (MEC) nos últimos dois meses foram apresentados nesta quarta-feira, 3 de junho, durante a segunda reunião ministerial de 2026. O relatório mostra avanços nas entregas da pasta, realizados por intermédio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), da educação básica à educação superior, bem como a criação do aplicativo MEC Livros e da primeira Universidade Federal Indígena (Unind). O encontro, liderado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, da ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, e dos demais ministros de Estado.&nbsp;</p>



<p>O presidente Lula iniciou a reunião destacando a importância da soberania brasileira diante de um cenário em que o Brasil se vê sob ameaça de uma nova taxação por parte dos Estados Unidos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Nós estamos num momento decisivo para que a sociedade brasileira, e, eu diria, até uma parte da sociedade mundial, reconheça o fortalecimento da democracia em nosso país, assim como a nossa luta para o fortalecimento do multilateralismo, a nossa luta para que este país não seja tratado, em nenhum momento, como se fosse uma republiqueta insignificante. Nós somos muito grandes. Nós temos muita história e nós não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil nesta semana”, ressaltou o presidente.&nbsp;</p>



<p>O presidente também afirmou que poucas vezes na história de um país conseguiu ter tantas coisas positivas a seu favor, como o Brasil tem agora. No entanto, segundo ele, muitas vezes há a preocupação de que a sociedade não perceba as ações positivas realizadas pelo governo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“É um motivo de regozijo para todos saber que o Brasil atingiu a sua maior performance na questão do IDH [Índice de Desenvolvimento Humano]. Não é que a gente tenha o melhor [índice], mas, hoje, fazemos parte do núcleo de países de ponta em questão de qualidade de vida do povo, e é importante lembrar que isso se deve também ao avanço que nós tivemos na educação”, destacou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O ministro da Educação, Leonardo Barchini, apresentou o balanço das ações, entregas e resultados da pasta. “Avançamos com programas como o Pé-de-Meia, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Escola em Tempo Integral e Escolas Conectadas. Mas ainda temos muito a entregar para continuar a melhoria da qualidade da educação e garantir mais oportunidades para crianças, jovens e adultos”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>Obras – As entregas do governo federal e os resultados das políticas públicas desenvolvidas na atual gestão foram apresentados pela ministra Miriam Belchior. Na área da educação, ela destacou as ações já realizadas por meio do Novo PAC e as entregas previstas para os próximos períodos.&nbsp;</p>



<p>O levantamento mostrou que, nos últimos dois meses, foram entregues 138 creches e 167 escolas de ensino fundamental, de tempo integral e profissionalizante. Também foram concluídas 34 obras em institutos federais, incluindo restaurantes estudantis, bibliotecas e estruturas acadêmicas, distribuídas por 32 municípios de 15 estados. Na educação superior, foram entregues sete obras em universidades federais, entre blocos de salas de aula e laboratórios, beneficiando sete instituições em cinco estados.&nbsp;</p>



<p>Em relação aos institutos federais, a ministra destacou que as próximas entregas incluem sete novas sedes no estado de São Paulo, localizadas nos municípios de Bauru, Cotia, Jundiaí, Mauá, Miracatu, Rio Claro e Santos. Também estão previstas mais 68 obras de restaurantes estudantis, bibliotecas e estruturas acadêmicas, que beneficiarão 63 municípios de 17 estados brasileiros.&nbsp;</p>



<p>“Com isso, não estamos apenas ampliando a rede de institutos federais, mas também fortalecendo sua estrutura para que possam formar estudantes em melhores condições, com laboratórios adequados e mais suporte à permanência”, pontuou Belchior.&nbsp;</p>



<p>Nas universidades federais, a ministra da Casa Civil destacou que estão previstas ainda 11 entregas consideradas estratégicas, incluindo laboratórios, restaurantes estudantis e outras estruturas acadêmicas, em 11 municípios de oito estados.&nbsp;</p>



<p>Lançamentos – Nos últimos meses, outros dois destaques do MEC foram o lançamento dos aplicativos MEC Livros e a criação da Unind. O MEC Livros reúne 25 mil obras e já conta com mais de 860 mil usuários cadastrados.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Já a Unind, instituída em 28 de maio, será construída em Brasília e será voltada à formação de indígenas nos níveis de graduação e pós-graduação. A instituição terá como base um modelo educacional que fortalece identidades e saberes tradicionais em diálogo com o conhecimento acadêmico não indígena.</p>



<p></p>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação</strong></p>
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		<item>
		<title>Enem prorroga inscrições até 12 de junho</title>
		<link>https://proifes.org.br/enem-prazo-de-inscricao-e-prorrogado-ate-dia-12-de-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:43:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: Agência Brasil &#8211; O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo de inscrição para o Enem 2026 até o dia 12 de junho, próxima sexta-feira. Com isso, os interessados ganham uma semana a mais para se inscrever na principal porta de entrada do ensino superior gratuito do Brasil. Para se inscrever, basta acessar a Página do Participante do Enem na internet e preencher as informações solicitadas. Para os estudantes não isentos, o prazo para pagar a taxa de inscrição vai até o dia 17 de junho.&#160; A prorrogação não altera as datas de aplicação do exame, que permanece marcado para os dias 8 e 15 de novembro, em todo o país. Isenção Têm direito à isenção da taxa de R$ 85 para inscrição do Enem os estudantes do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino; os estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio; e pessoas de famílias de baixa renda inscrita no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico). Os participantes do programa Pé-de-Meia do governo federal também se enquadram nos requisitos para isenção da taxa de inscrição. Independentemente de ser isento, o candidato deve fazer a inscrição no Enem. O estudante do Pé-de-Meia que concluiu o ensino médio em 2026 e participar dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$200. Todos os detalhes do Enem 2026 estão no edital da prova com informações sobre atendimento especializado para pessoas com deficiência, gestantes, lactantes, diabéticos, idosos ou com outra condição específica. O Inep ainda preparou uma seção de perguntas e respostas para tirar as dúvidas mais comuns dos participantes. Confira aqui.&#160; Cronograma Redação PROIFES-Federação&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Fonte: Agência Brasil </strong><strong>&#8211; O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo de inscrição para o Enem 2026 até o dia 12 de junho, próxima sexta-feira.</strong> Com isso, os interessados ganham uma semana a mais para se inscrever na principal porta de entrada do ensino superior gratuito do Brasil.</p>



<p>Para se inscrever, basta acessar a <a href="https://enem.inep.gov.br/participante/#!/"><strong>Página do Participante do Enem</strong></a> na internet e preencher as informações solicitadas. Para os estudantes não isentos, o prazo para pagar a taxa de inscrição vai até o dia 17 de junho.&nbsp;</p>



<p><strong>A prorrogação não altera as datas de aplicação do exame, que permanece marcado para os dias 8 e 15 de novembro, em todo o país.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Isenção</strong></h4>



<p>Têm direito à isenção da taxa de R$ 85 para inscrição do Enem os estudantes do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino; os estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio; e pessoas de famílias de baixa renda inscrita no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico).</p>



<p><strong>Os participantes do programa Pé-de-Meia do governo federal também se enquadram nos requisitos para isenção da taxa de inscrição. Independentemente de ser isento, o candidato deve fazer a inscrição no Enem.</strong></p>



<p>O estudante do Pé-de-Meia que concluiu o ensino médio em 2026 e participar dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$200.</p>



<p><strong>Todos os detalhes do Enem 2026 estão no edital da prova com informações sobre atendimento especializado para pessoas com deficiência, gestantes, lactantes, diabéticos, idosos ou com outra condição específica.</strong></p>



<p>O Inep ainda preparou uma seção de perguntas e respostas para tirar as dúvidas mais comuns dos participantes. Confira <a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/exame-nacional-do-ensino-medio-enem"><strong>aqui</strong></a>.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cronograma</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho;</li>



<li>Pagamento da taxa de inscrição: até 17 de junho; </li>



<li>Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho;</li>



<li>Resultado do atendimento especializado: 26 de junho;</li>



<li>Recurso do atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho;</li>



<li>Resultado do recurso: 10 de julho;</li>



<li>Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.</li>
</ul>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação&nbsp;</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Seminário da ADURN sobre ‘Mudanças na carreira EBTT’ está com inscrições abertas</title>
		<link>https://proifes.org.br/seminario-da-adurn-sobre-mudancas-na-carreira-ebtt-esta-com-inscricoes-abertas/</link>
					<comments>https://proifes.org.br/seminario-da-adurn-sobre-mudancas-na-carreira-ebtt-esta-com-inscricoes-abertas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ADURN]]></category>
		<category><![CDATA[GT EBTT]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias PROIFES]]></category>
		<category><![CDATA[Redes PROIFES]]></category>
		<category><![CDATA[EBTT]]></category>
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					<description><![CDATA[Fonte: ADURN-Sindicato &#8211; Com o objetivo de atualizar e debater com os(as) docentes as recentes mudanças na carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), o ADURN-Sindicato promove no próximo dia 11 de junho o VIII Seminário do EBTT. O encontro será realizado no auditório Profª Raimunda Medeiros Germano, localizado no Departamento de Enfermagem, no Campus Central da UFRN, com início às 14h. A programação do Seminário foi pensada a partir de consulta aos(as) docentes da carreira EBTT, realizada através de questionário no último mês de abril. Na oportunidade, 65% dos professores e professoras que responderam a consulta disseram estar interessados em debater as mudanças na carreira. Desse modo, com a participação de convidados e convidadas, a atividade irá debater junto aos docentes os seguintes tópicos: As reformas da previdência e os prejuízos na aposentadoria; Lei 15.367/26 (Art. 105/106) que trata, entre outros pontos, sobre a eleição de diretores(as) para unidades acadêmicas; e Carreira EBTT: o que mudou em 2026?. A expectativa é reunir docentes das cinco unidades do EBTT da UFRN (Escola Agrícola de Jundiaí, Escola de Música, Escola de Saúde, Núcleo de Educação Infantil e Instituto Metrópole Digital), a fim de realizar os debates a partir da troca de experiências e vivências. Confirme sua participação aqui. Redação PROIFES-Federação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Fonte: ADURN-Sindicato &#8211;</strong> Com o objetivo de atualizar e debater com os(as) docentes as recentes mudanças na carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), o ADURN-Sindicato promove no próximo dia 11 de junho o VIII Seminário do EBTT. O encontro será realizado no auditório Profª Raimunda Medeiros Germano, localizado no Departamento de Enfermagem, no Campus Central da UFRN, com início às 14h.</p>



<p>A programação do Seminário foi pensada a partir de consulta aos(as) docentes da carreira EBTT, realizada através de questionário no último mês de abril. Na oportunidade, 65% dos professores e professoras que responderam a consulta disseram estar interessados em debater as mudanças na carreira.</p>



<p>Desse modo, com a participação de convidados e convidadas, a atividade irá debater junto aos docentes os seguintes tópicos: As reformas da previdência e os prejuízos na aposentadoria; Lei 15.367/26 (Art. 105/106) que trata, entre outros pontos, sobre a eleição de diretores(as) para unidades acadêmicas; e Carreira EBTT: o que mudou em 2026?.</p>



<p>A expectativa é reunir docentes das cinco unidades do EBTT da UFRN (Escola Agrícola de Jundiaí, Escola de Música, Escola de Saúde, Núcleo de Educação Infantil e Instituto Metrópole Digital), a fim de realizar os debates a partir da troca de experiências e vivências. Confirme sua participação <a href="https://forms.jvmcomunicacao.com.br/2d681a03?tema=floating"><strong>aqui</strong></a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://proifes.org.br/wp-content/uploads/2026/06/card-galeria-819x1024.png" alt="" class="wp-image-29897" srcset="https://proifes.org.br/wp-content/uploads/2026/06/card-galeria-819x1024.png 819w, https://proifes.org.br/wp-content/uploads/2026/06/card-galeria-240x300.png 240w, https://proifes.org.br/wp-content/uploads/2026/06/card-galeria-768x960.png 768w, https://proifes.org.br/wp-content/uploads/2026/06/card-galeria.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba como será a tramitação da PEC do fim da escala 6×1 no Senado</title>
		<link>https://proifes.org.br/saiba-como-sera-a-tramitacao-da-pec-do-fim-da-escala-6x1-no-senado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[APUFSC]]></category>
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					<description><![CDATA[Fonte: APUFSC/Agência Brasil &#8211; Com o feriado de Corpus Christi, o encaminhamento da PEC que acaba com a escala 6×1 para Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ficou somente para a próxima semana. Na quarta-feira, dia 10, o presidente da comissão, senador Otto Alencar (PSD-BA), deve definir o relator do texto. A PEC aprovada semana passada na Câmara, que acaba com a 6×1, terá prioridade. Ela também estabelece, primeiro redução de 44 pra 42 horas a jornada semanal de trabalho e depois a jornada cai de 42 para 40 horas semanais. Isso tudo num prazo de 14 meses. A outra PEC, a da oposição, encabeçada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) vai ter de entrar na fila. Essa PEC libera horas ilimitadas de trabalho diária ou semanal. A tendência, no entanto, é que as duas transmitem juntas, que tenham o mesmo relator. O governo quer tudo aprovado até o recesso em julho. Mas só na CCJ a PEC tem 30 dias de tramitação para votar o parecer. Depois, pode ir para outra comissão, como a de Assuntos Econômicos, ou direto para o plenário, com votação em dois turnos. Se tiver emenda, volta pra votação na CCJ e se for alterada, ainda volta para a Câmara. Redação PROIFES-Federação]]></description>
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<p><strong>Fonte: APUFSC/Agência Brasil &#8211; </strong>Com o feriado de Corpus Christi, o encaminhamento da PEC que acaba com a escala 6×1 para Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ficou somente para a próxima semana. <strong>Na quarta-feira, dia 10, o presidente da comissão, senador Otto Alencar (PSD-BA), deve definir o relator do texto.</strong></p>



<p>A PEC aprovada semana passada na Câmara, <a href="https://www.apufsc.org.br/2026/05/28/camara-dos-deputados-aprova-pec-pelo-fim-da-escala-6x1/">que acaba com a 6×1, terá prioridade</a>. Ela também estabelece, primeiro redução de 44 pra 42 horas a jornada semanal de trabalho e depois a jornada cai de 42 para 40 horas semanais. Isso tudo num prazo de 14 meses.</p>



<p>A outra PEC, a da oposição, encabeçada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) vai ter de entrar na fila. Essa PEC <a href="https://www.apufsc.org.br/2026/05/29/escala-6x1-alcolumbre-encaminha-pec-da-oposicao-que-cria-regime-por-hora-trabalhada/">libera horas ilimitadas de trabalho diária ou semanal.</a> A tendência, no entanto, é que as duas transmitem juntas, que tenham o mesmo relator.</p>



<p>O governo quer tudo aprovado até o recesso em julho. Mas só na CCJ a PEC tem 30 dias de tramitação para votar o parecer. Depois, pode ir para outra comissão, como a de Assuntos Econômicos, ou direto para o plenário, com votação em dois turnos. Se tiver emenda, volta pra votação na CCJ e se for alterada, ainda volta para a Câmara.</p>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação</strong></p>



<p></p>
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		<title>PROIFES comemora o dia Mundial do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:27:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta, dia 5 de junho, é celebrado anualmente o Dia Mundial do Meio Ambiente, data a qual o PROIFES-Federação faz questão de exaltar, dada a sua importância para um país de dimensões continentais como o nosso Brasil, detentor da maior biodiversidade do mundo, reunindo 6 grandes biomas continentais: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa. O objetivo da data instituída pela ONU em 1972, durante a Conferência de Estocolmo, é o de conscientizar a população mundial sobre a emergência em preservar os recursos naturais,combatendo os impactos ambientais. Liderado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o evento mobiliza milhões de pessoas ao redor do globo. A cada ano, um país diferente sedia as comemorações oficiais, organizando debates e eventos focados nas principais crises ecológicas da atualidade. Entre estes eventos, destaca-se a Conferência Mundial do Clima, conhecida como&#160; COP (Conferência das Partes), principal evento anual da ONU para debater e negociar ações de combate às mudanças climáticas, com líderes globais, especialistas, cientistas, entidades e movimentos sociais organizados de todo o planeta. Em 2025, o Brasil foi a sede do COP 30,realizado em Belém (Pará). Como resultado do encontro, foram firmadas uma série de promessas climáticas, as quais deverão ser colocadas em prática, com prazos determinados. Os países adotaram indicadores para a Meta Global de Adaptação e avançaram no Fundo Florestas Tropicais para Sempre e.houve um acordo para triplicar o financiamento climático, mas decisões sobre o fim dos combustíveis fósseis foram adiadas. Entre os avanços principais, destaque para os seguintes pontos: Mas ainda permaneceram alguns desafios e pendências pelo caminho, como a falta de um cronograma de combate a combustíveis fósseis e ausência de metas para redução global do testamento, entre outras.  Quanto à preservação dos biomas brasileiros, a sociedade civil organizada e alguns setores do poder público têm procurado se aliar, na busca por leis, políticas e ações diversas. A Amazônia, maior bioma e floresta tropical do mundo, se estende por mais de 4 milhões de km², ocupando quase a metade de nosso território. Nela está a maior biodiversidade do planeta, com cerca de 40 mil espécies de plantas e mais de 1,3 mil espécies de aves, além do estoque de um quinto de toda a água doce do planeta. Mas estima-se que pelo menos 20% da floresta brasileira já foi suprimida, fator impulsionado pela pecuária, agricultura de larga escala, garimbo e extração ilegal de madeira. A Mata Atlântica é a floresta mais devastada do Brasil. Abrangendo 15% do território nacional, se concentra em 17 estados, onde vivem 72% dos brasileiros. E dela dependem serviços essenciais como abastecimento de água, regulação do clima, agricultura, pesca, energia elétrica e turismo. O detalhe é que, atualmente, restam apenas 24% da floresta original, em um alerta do que poderá ocorrer com os demais biomas brasileiros, se não houver uma ação imediata para cessar a devastação. No Cerrado, segundo maior bioma brasileiro, e considerado o atual epicentro da devastação ambiental no país. Sua área, de quase 2 milhões de km2, cerca de 23,3% do território nacional, se estende por 13 estados, em todas as regiões do Brasil. Apesar de registrar quedas recentes nos alertas de corte raso, o bioma continua a perder extensas áreas de vegetação nativa para o agronegócio e as monoculturas. Além da derrubada da vegetação, o bioma enfrenta uma quantidade  Da mesma forma, a Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro, de clima semiárido, localizado no Nordeste e norte de Minas Gerais, historicamente fragilizado pela exploração insustentável, desmatamento para lenha, queimadas e pecuária extensiva. Ações que agravam o processo de desertificação em várias áreas.  No Pantanal, a maior planície alagável contínua do mundo. Com cerca de 140 mil km², nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, encontra-se a maior biodiversidade de aves e densidade de mamíferos das Américas, abrigando milhares de espécies como a onça-pintada, o tuiuiú e o jacaré-do-pantanal.  O ecossistema do Pantanal é marcado por um ciclo anual de chuvas e secas. Durante a cheia (novembro a abril), vastas extensões são inundadas e as águas sobem de 3 a 5 metros. Na seca (maio a outubro), as águas baixam. Os principais riscos ambientais para o Pantanal são a seca severa, as mudanças climáticas, o desmatamento nas cabeceiras e as queimadas fora de controle. Essas ameaças reduzem a área alagada, destroem habitats e ameaçam a rica biodiversidade do bioma. O PROIFES-Federação tem entre suas bandeiras a defesa do meio-ambiente, tema constante de estudo permanente nos meios acadêmicos e entre os docentes das instituições federais de ensino. No meio sindical, o debate do meio-ambiente é também uma das prioridades, incluído entre as prioridades nos debates dos grupos de trabalho, direitos humanos, pesquisa, tecnologia e desenvolvimento e outros mais. Proteger o meio ambiente é garantir o direito de existência de toda sociedade em nosso planeta! Redação PROIFES-Federação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta sexta, dia 5 de junho, é celebrado anualmente o Dia Mundial do Meio Ambiente, data a qual o <strong>PROIFES-Federação</strong> faz questão de exaltar, dada a sua importância para um país de dimensões continentais como o nosso Brasil, detentor da maior biodiversidade do mundo, reunindo 6 grandes biomas continentais: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa.</p>



<p>O objetivo da data instituída pela ONU em 1972, durante a Conferência de Estocolmo, é o de conscientizar a população mundial sobre a emergência em preservar os recursos naturais,combatendo os impactos ambientais.</p>



<p>Liderado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o evento mobiliza milhões de pessoas ao redor do globo. A cada ano, um país diferente sedia as comemorações oficiais, organizando debates e eventos focados nas principais crises ecológicas da atualidade.</p>



<p>Entre estes eventos, destaca-se a Conferência Mundial do Clima, conhecida como&nbsp; COP (Conferência das Partes), principal evento anual da ONU para debater e negociar ações de combate às mudanças climáticas, com líderes globais, especialistas, cientistas, entidades e movimentos sociais organizados de todo o planeta.</p>



<p>Em 2025, o Brasil foi a sede do COP 30,realizado em Belém (Pará). Como resultado do encontro, foram firmadas uma série de promessas climáticas, as quais deverão ser colocadas em prática, com prazos determinados.</p>



<p>Os países adotaram indicadores para a Meta Global de Adaptação e avançaram no Fundo Florestas Tropicais para Sempre e.houve um acordo para triplicar o financiamento climático, mas decisões sobre o fim dos combustíveis fósseis foram adiadas.</p>



<p>Entre os avanços principais, destaque para os seguintes pontos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Meta de Adaptação: Mede o preparo dos países contra eventos extremos.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fundo Florestal: Arrecadou bilhões para nações que protegem florestas.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Direitos Indígenas: Foram inclusos como estratégia climática oficial.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apoio Financeiro: Compromisso em triplicar o financiamento até 2035.</li>
</ul>



<p>Mas ainda permaneceram alguns desafios e pendências pelo caminho, como a falta de um cronograma de combate a combustíveis fósseis e ausência de metas para redução global do testamento, entre outras. </p>



<p>Quanto à preservação dos biomas brasileiros, a sociedade civil organizada e alguns setores do poder público têm procurado se aliar, na busca por leis, políticas e ações diversas.</p>



<p>A <strong>Amazônia</strong>, maior bioma e floresta tropical do mundo, se estende por mais de 4 milhões de km², ocupando quase a metade de nosso território. Nela está a maior biodiversidade do planeta, com cerca de 40 mil espécies de plantas e mais de 1,3 mil espécies de aves, além do estoque de um quinto de toda a água doce do planeta. Mas estima-se que pelo menos 20% da floresta brasileira já foi suprimida, fator impulsionado pela pecuária, agricultura de larga escala, garimbo e extração ilegal de madeira.</p>



<p>A <strong>Mata Atlântica</strong> é a floresta mais devastada do Brasil. Abrangendo 15% do território nacional, se concentra em 17 estados, onde vivem 72% dos brasileiros. E dela dependem serviços essenciais como abastecimento de água, regulação do clima, agricultura, pesca, energia elétrica e turismo. O detalhe é que, atualmente, restam apenas 24% da floresta original, em um alerta do que poderá ocorrer com os demais biomas brasileiros, se não houver uma ação imediata para cessar a devastação.</p>



<p>No <strong>Cerrado</strong>, segundo maior bioma brasileiro, e considerado o atual epicentro da devastação ambiental no país. Sua área, de quase 2 milhões de km2, cerca de 23,3% do território nacional, se estende por 13 estados, em todas as regiões do Brasil. Apesar de registrar quedas recentes nos alertas de corte raso, o bioma continua a perder extensas áreas de vegetação nativa para o agronegócio e as monoculturas. Além da derrubada da vegetação, o bioma enfrenta uma quantidade </p>



<p>Da mesma forma, a <strong>Caatinga</strong> é um bioma exclusivamente brasileiro, de clima semiárido, localizado no Nordeste e norte de Minas Gerais, historicamente fragilizado pela exploração insustentável, desmatamento para lenha, queimadas e pecuária extensiva. Ações que agravam o processo de desertificação em várias áreas. </p>



<p>No <strong>Pantanal</strong>, a maior planície alagável contínua do mundo. Com cerca de 140 mil km², nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, encontra-se a maior biodiversidade de aves e densidade de mamíferos das Américas, abrigando milhares de espécies como a onça-pintada, o tuiuiú e o jacaré-do-pantanal. </p>



<p>O ecossistema do Pantanal é marcado por um ciclo anual de chuvas e secas. Durante a cheia (novembro a abril), vastas extensões são inundadas e as águas sobem de 3 a 5 metros. Na seca (maio a outubro), as águas baixam. Os principais riscos ambientais para o Pantanal são a seca severa, as mudanças climáticas, o desmatamento nas cabeceiras e as queimadas fora de controle. Essas ameaças reduzem a área alagada, destroem habitats e ameaçam a rica biodiversidade do bioma.</p>



<p>O <strong>PROIFES-Federação</strong> tem entre suas bandeiras a defesa do meio-ambiente, tema constante de estudo permanente nos meios acadêmicos e entre os docentes das instituições federais de ensino. No meio sindical, o debate do meio-ambiente é também uma das prioridades, incluído entre as prioridades nos debates dos grupos de trabalho, direitos humanos, pesquisa, tecnologia e desenvolvimento e outros mais.</p>



<p>Proteger o meio ambiente é garantir o direito de existência de toda sociedade em nosso planeta!</p>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação</strong></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Pesquisa da UFSC revela alto índice de adoecimento entre professores da rede estadual de ensino</title>
		<link>https://proifes.org.br/pesquisa-da-ufsc-revela-alto-indice-de-adoecimento-entre-professores-da-rede-estadual-de-ensino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: APUFSC &#8211; Uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) revelou um quadro preocupante sobre as condições de saúde dos professores da rede estadual de ensino de Santa Catarina. O estudo, intitulado “Radiografia da Saúde Docente em Santa Catarina”, foi desenvolvido ao longo de cinco anos e aponta elevados índices de adoecimento físico e mental entre os profissionais da educação. Coordenada pelo professor Julian Borba, do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC, a pesquisa teve início em 2020 e foi realizada em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC). O projeto contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), responsável pela gestão financeira e administrativa da iniciativa. A etapa final da pesquisa foi concluída em dezembro de 2024, e os resultados foram apresentados em junho deste ano, no auditório de pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSC, em Florianópolis. Segundo o coordenador, o trabalho é resultado de cinco ondas de pesquisa realizadas ao longo do período. Os dados mostram que mais de 60% dos professores catarinenses enfrentam algum tipo de problema relacionado à saúde mental. Entre os principais sintomas relatados estão ansiedade (39%), estresse (32%) e depressão, que afeta aproximadamente um terço da categoria. O levantamento também revelou que 28% dos entrevistados já pensaram em suicídio. As principais causas apontadas para o adoecimento estão relacionadas às condições de trabalho, incluindo desvalorização profissional, baixos salários, excesso de tarefas, insegurança contratual e precarização das relações de trabalho. Outro fator considerado relevante é a instabilidade no vínculo empregatício. Atualmente, apenas 29,2% dos professores da rede estadual são efetivos, enquanto 70,8% atuam como Admitidos em Caráter Temporário (ACTs). Além dos transtornos mentais, a pesquisa identificou altos índices de problemas osteomusculares e vocais. Entre os docentes entrevistados, 62% relataram sofrer com transtornos mentais, 41% com dores osteomusculares e 15% com problemas relacionados à voz. O desgaste físico e emocional também aparece de forma expressiva. Cerca de 83% dos professores afirmaram sentir cansaço extremo, enquanto 57% disseram utilizar medicamentos controlados ou de uso contínuo. Apenas 5% realizam exercícios específicos para preservação das cordas vocais. A sobrecarga de trabalho também é uma realidade para a maioria da categoria. O estudo aponta que 91% dos docentes trabalham além da carga horária prevista e que mais da metade precisou se afastar do trabalho ao menos uma vez por ano por questões de saúde. Além disso, 85% afirmaram já ter ido trabalhar mesmo estando doentes ou passando mal. A pesquisa também trouxe dados preocupantes sobre violência e assédio no ambiente escolar. Quase metade dos entrevistados (47%) afirmou ter testemunhado ou tomado conhecimento de agressões físicas contra colegas professores. Os índices de assédio também chamam atenção. Setenta e três por cento dos docentes relataram já ter sofrido assédio moral, enquanto 34% afirmaram ter sido vítimas de assédio sexual. O medo também faz parte da rotina de muitos profissionais. Mais da metade (56%) teme sofrer agressão física no ambiente de trabalho. Já 68% demonstram receio de sofrer assédio moral e 72% têm medo de não conseguir cumprir as metas estabelecidas. Para Katiane Golin, secretária de Saúde do Trabalhador do Sinte-SC, os resultados evidenciam a necessidade de ações urgentes. “É urgente olhar para a saúde dos trabalhadores da educação. O adoecimento da categoria está diretamente ligado às condições de trabalho e à ausência de políticas de valorização e cuidado”, afirmou durante o lançamento do estudo. Além do professor Julian Borba, participaram da pesquisa os docentes Luís Felipe Guedes da Graça e Cintia Pinheiro Ribeiro de Souza, os doutorandos Lucas de Carvalho de Amorim e Gabriel Mendes, e os graduandos Yara Firmino, Rebecca Pierre Tinoco, Matheus Mello e Julia Corrêa. A coordenação das pesquisas de campo ficou a cargo de José Roberto Paludo, assessor da Secretaria de Saúde do Sinte-SC. Segundo Paludo, o estudo representa um marco para a compreensão das condições de trabalho dos educadores catarinenses. “Esse trabalho é resultado de mais de cinco anos de pesquisa e constitui uma série histórica inédita sobre a saúde dos docentes da rede estadual de Santa Catarina”, destacou. A íntegra da pesquisa Relatório técnico sobre as condições de trabalho, saúde física e mental de docentes da rede estadual de ensino está disponível para consulta pública e representa uma importante ferramenta para subsidiar debates e políticas voltadas à valorização e ao cuidado com os profissionais da área. Redação PROIFES-Federação&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Fonte: APUFSC &#8211;</strong> Uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) revelou um quadro preocupante sobre as condições de saúde dos professores da rede estadual de ensino de Santa Catarina. O estudo, intitulado <strong>“Radiografia da Saúde Docente em Santa Catarina”, foi desenvolvido ao longo de cinco anos e aponta elevados índices de adoecimento físico e mental entre os profissionais da educação</strong>.</p>



<p>Coordenada pelo <strong>professor Julian Borba, do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC</strong>, a pesquisa teve início em 2020 e foi realizada em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC). O projeto contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), responsável pela gestão financeira e administrativa da iniciativa.</p>



<p>A etapa final da pesquisa foi concluída em dezembro de 2024, e os resultados foram apresentados em junho deste ano, no auditório de pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSC, em Florianópolis. Segundo o coordenador, o trabalho é resultado de cinco ondas de pesquisa realizadas ao longo do período.</p>



<p>Os <strong>dados mostram que mais de 60% dos professores catarinenses enfrentam algum tipo de problema relacionado à saúde mental</strong>. Entre os principais sintomas relatados estão ansiedade (39%), estresse (32%) e depressão, que afeta aproximadamente um terço da categoria. O levantamento também revelou que 28% dos entrevistados já pensaram em suicídio.</p>



<p>As principais causas apontadas para o adoecimento estão relacionadas às condições de trabalho, incluindo desvalorização profissional, baixos salários, excesso de tarefas, insegurança contratual e precarização das relações de trabalho. Outro fator considerado relevante é a instabilidade no vínculo empregatício. Atualmente, apenas 29,2% dos professores da rede estadual são efetivos, enquanto 70,8% atuam como Admitidos em Caráter Temporário (ACTs).</p>



<p>Além dos transtornos mentais, a pesquisa identificou altos índices de problemas osteomusculares e vocais. Entre os docentes entrevistados, 62% relataram sofrer com transtornos mentais, 41% com dores osteomusculares e 15% com problemas relacionados à voz. <strong>O desgaste físico e emocional também aparece de forma expressiva</strong>. Cerca de 83% dos professores afirmaram sentir cansaço extremo, enquanto 57% disseram utilizar medicamentos controlados ou de uso contínuo. Apenas 5% realizam exercícios específicos para preservação das cordas vocais.</p>



<p>A sobrecarga de trabalho também é uma realidade para a maioria da categoria. O estudo aponta que 91% dos docentes trabalham além da carga horária prevista e que mais da metade precisou se afastar do trabalho ao menos uma vez por ano por questões de saúde. Além disso, 85% afirmaram já ter ido trabalhar mesmo estando doentes ou passando mal. A pesquisa também trouxe dados preocupantes sobre violência e assédio no ambiente escolar. Quase metade dos entrevistados (47%) afirmou ter testemunhado ou tomado conhecimento de agressões físicas contra colegas professores.</p>



<p><a href="https://www.apufsc.org.br/2026/04/27/numero-de-denuncias-de-assedio-na-ufsc-aumenta-mais-de-12-vezes-em-cinco-anos/">Os índices de assédio também chamam atenção. </a>Setenta e três por cento dos docentes relataram já ter sofrido assédio moral, enquanto 34% afirmaram ter sido vítimas de assédio sexual. O medo também faz parte da rotina de muitos profissionais. Mais da metade (56%) teme sofrer agressão física no ambiente de trabalho. Já 68% demonstram receio de sofrer assédio moral e 72% têm medo de não conseguir cumprir as metas estabelecidas. Para Katiane Golin, secretária de Saúde do Trabalhador do Sinte-SC, os resultados evidenciam a necessidade de ações urgentes.</p>



<p>“É urgente olhar para a saúde dos trabalhadores da educação. O adoecimento da categoria está diretamente ligado às condições de trabalho e à ausência de políticas de valorização e cuidado”, afirmou durante o lançamento do estudo.</p>



<p>Além do professor Julian Borba, participaram da pesquisa os docentes Luís Felipe Guedes da Graça e Cintia Pinheiro Ribeiro de Souza, os doutorandos Lucas de Carvalho de Amorim e Gabriel Mendes, e os graduandos Yara Firmino, Rebecca Pierre Tinoco, Matheus Mello e Julia Corrêa. A coordenação das pesquisas de campo ficou a cargo de José Roberto Paludo, assessor da Secretaria de Saúde do Sinte-SC. Segundo Paludo, o estudo representa um marco para a compreensão das condições de trabalho dos educadores catarinenses.</p>



<p>“Esse trabalho é resultado de mais de cinco anos de pesquisa e constitui uma série histórica inédita sobre a saúde dos docentes da rede estadual de Santa Catarina”, destacou.</p>



<p>A íntegra da pesquisa <a href="https://sinte-sc.org.br/files/1081/5a-Pesquisa-de-Saude-Docente-completo-com-faltas.pdf">Relatório técnico sobre as condições de trabalho, saúde física e mental de docentes da rede estadual de ensino</a> está disponível para consulta pública e representa uma importante ferramenta para subsidiar debates e políticas voltadas à valorização e ao cuidado com os profissionais da área.</p>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação&nbsp;</strong></p>



<p></p>
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		<title>APUB repudia projeto aprovado no Senado que dificulta o acesso ao aborto legal para crianças vítimas de estupro.</title>
		<link>https://proifes.org.br/apub-repudia-projeto-aprovado-no-senado-que-dificulta-o-acesso-ao-aborto-legal-para-criancas-vitimas-de-estupro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:26:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: APUB (via Instagram) &#8211; O Senado Federal aprovou a derrubada de uma resolução do Conanda que regulamentava o atendimento a crianças e adolescentes nos casos de aborto previsto em lei. A proposta, relatada por Damares Alves, foi aprovada em uma sessão esvaziada e em votação que durou menos de dois minutos. A normativa garantia protocolos para assegurar atendimento prioritário e sem barreiras indevidas a meninas vítimas de violência sexual, nos casos em que a interrupção da gestação é autorizada pela legislação brasileira. Ao revogar essa proteção, o Congresso impõe obstáculos ao acesso de crianças e adolescentes a um direito já assegurado em lei, agravando a vulnerabilidade de vítimas de estupro. A APUB Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos humanos e da proteção integral de crianças e adolescentes. Redação PROIFES-Federação]]></description>
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<p><strong>Fonte: APUB (via Instagram) &#8211;</strong> O Senado Federal aprovou a derrubada de uma resolução do Conanda que regulamentava o atendimento a crianças e adolescentes nos casos de aborto previsto em lei. A proposta, relatada por Damares Alves, foi aprovada em uma sessão esvaziada e em votação que durou menos de dois minutos.</p>



<p>A normativa garantia protocolos para assegurar atendimento prioritário e sem barreiras indevidas a meninas vítimas de violência sexual, nos casos em que a interrupção da gestação é autorizada pela legislação brasileira. Ao revogar essa proteção, o Congresso impõe obstáculos ao acesso de crianças e adolescentes a um direito já assegurado em lei, agravando a vulnerabilidade de vítimas de estupro.</p>



<p>A APUB Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos humanos e da proteção integral de crianças e adolescentes.</p>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação</strong></p>
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		<title>Comissão aprova projeto que reforça o combate à violência nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:30:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: Agência Câmara de Notícias &#8211; A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que detalha ferramentas para prevenir e enfrentar a violência em escolas da educação básica, que compreende os 17 primeiros anos do estudante (educação Infantil e os ensinos fundamental e médio). A comissão aprovou a versão do relator, deputado Ismael (PL-SC), para o Projeto de Lei 3763/25, do deputado Ricardo Abrão (PSDB-RJ). O substitutivo altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para incluir novas obrigações às escolas. Pelo texto, os estabelecimentos de ensino deverão oferecer instrumentos para que estudantes e profissionais relatem situações de violência ou violação de direitos de forma espontânea e anônima, garantindo o sigilo das informações. A proposta também estabelece que o governo federal, em colaboração com estados e municípios, promova a capacitação permanente de professores e servidores para identificar sinais de violência. Deverão ser criados ainda protocolos para a escuta qualificada das vítimas e fluxos para o encaminhamento das denúncias às autoridades competentes. Autonomia dos estados O relator explicou que optou por incluir as diretrizes diretamente na LDB em vez de criar programas isolados, como a &#8220;Urna do Desabafo&#8221; prevista no texto original, para respeitar a autonomia de estados e municípios. “Buscamos sintetizar as principais contribuições para que as escolas possam abordar o desafio da prevenção e combate à violência de modo o mais efetivo possível”, disse o deputado. O projeto original de Ricardo Abrão buscava instituir o programa “Olhe por Eles”, com foco na escuta ativa e na detecção precoce de abusos físicos, psicológicos e sexuais no ambiente escolar. Com o substitutivo, esses objetivos de acolhimento e proteção foram integrados às normas gerais da educação nacional. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Redação PROIFES-Federação]]></description>
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<p><strong>Fonte: Agência Câmara de Notícias &#8211;</strong> A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que detalha ferramentas para prevenir e enfrentar a violência em escolas da educação básica, que compreende os 17 primeiros anos do estudante (educação Infantil e os ensinos fundamental e médio).</p>



<p>A comissão aprovou a versão do relator, deputado Ismael (PL-SC), para o Projeto de Lei 3763/25, do deputado Ricardo Abrão (PSDB-RJ). O substitutivo altera a<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578-norma-pl.html"> Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)</a> para incluir novas obrigações às escolas.</p>



<p>Pelo texto, os estabelecimentos de ensino deverão oferecer instrumentos para que estudantes e profissionais relatem situações de violência ou violação de direitos de forma espontânea e anônima, garantindo o sigilo das informações.</p>



<p>A proposta também estabelece que o governo federal, em colaboração com estados e municípios, promova a capacitação permanente de professores e servidores para identificar sinais de violência. Deverão ser criados ainda protocolos para a escuta qualificada das vítimas e fluxos para o encaminhamento das denúncias às autoridades competentes.</p>



<p><strong>Autonomia dos estados</strong></p>



<p>O relator explicou que optou por incluir as diretrizes diretamente na LDB em vez de criar programas isolados, como a &#8220;Urna do Desabafo&#8221; prevista no texto original, para respeitar a autonomia de estados e municípios.</p>



<p>“Buscamos sintetizar as principais contribuições para que as escolas possam abordar o desafio da prevenção e combate à violência de modo o mais efetivo possível”, disse o deputado.</p>



<p>O projeto original de Ricardo Abrão buscava instituir o programa “Olhe por Eles”, com foco na escuta ativa e na detecção precoce de abusos físicos, psicológicos e sexuais no ambiente escolar. Com o substitutivo, esses objetivos de acolhimento e proteção foram integrados às normas gerais da educação nacional.</p>



<p><strong>Próximas etapas</strong></p>



<p>A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação</strong></p>
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		<title>Baixo investimento e barreiras à internacionalização explicariam queda de universidades brasileiras em ranking mundial</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 17:13:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: APUFSC/O Globo &#8211; Pelo segundo ano consecutivo, universidades brasileiras que integram a lista de melhores do mundo no ranking do Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR) perderam posições no levantamento, que mede a qualidade do ensino superior. De acordo com dados divulgados na segunda-feira, 45 das 52 instituições do país tiveram piora no desempenho (87% do total), enquanto somente cinco melhoraram e outras duas ficaram estáveis. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aparecia em 727º lugar no ranking em 2025. Na nova edição, a Universidade passou para a 732ª posição. No ranking que compara as universidades da América Latina e Caribe, a UFSC permaneceu em 13º lugar, o mesmo ocorreu no ranking das instituições brasileiras e entre as federais, onde a universidade se manteve em 9º e 5º lugar, respectivamente. O presidente do CWUR, Nadim Mahassen, citou a queda no desempenho em pesquisa e a crescente competição global das universidades brasileiras com instituições mais bem financiadas como fatores que explicam o resultado. Em 2025, 46 das 53 universidades listadas já haviam caído no ranking. “O declínio das universidades brasileiras reflete anos de financiamento inadequado e a desvalorização da ciência e da educação como bens públicos”, disse ao G1. Leia na íntegra: O Globo Redação PROIFES-Federação]]></description>
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<p><strong>Fonte: APUFSC/O Globo &#8211;</strong> Pelo segundo ano consecutivo, universidades brasileiras que integram a lista de melhores do mundo no ranking do Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR) perderam posições no levantamento, que mede a qualidade do ensino superior. De acordo com dados divulgados na segunda-feira, <a href="https://www.apufsc.org.br/2026/06/01/45-universidades-brasileiras-caem-em-ranking-das-melhores-do-mundo-por-baixo-desempenho-em-pesquisa/">45 das 52 instituições do país tiveram piora no desempenho</a> (87% do total), enquanto somente cinco melhoraram e outras duas ficaram estáveis.</p>



<p><strong>A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aparecia em 727º lugar no ranking em 2025. Na nova edição, a Universidade passou para a 732ª posição. </strong>No ranking que compara as universidades da América Latina e Caribe, a UFSC permaneceu em 13º lugar, o mesmo ocorreu no ranking das instituições brasileiras e entre as federais, onde a universidade se manteve em 9º e 5º lugar, respectivamente.</p>



<p>O presidente do CWUR, Nadim Mahassen, citou a queda no desempenho em pesquisa e a crescente competição global das universidades brasileiras com <strong>instituições mais bem financiadas como fatores que explicam o resultado. </strong>Em 2025, 46 das 53 universidades listadas já haviam caído no ranking.</p>



<p>“O declínio das universidades brasileiras reflete anos de financiamento inadequado e a desvalorização da ciência e da educação como bens públicos”, disse ao <strong><em>G1</em></strong>.</p>



<p><strong>Leia na íntegra: </strong><a href="https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2026/06/02/baixo-investimento-e-barreiras-a-internacionalizacao-explicariam-queda-de-universidades-brasileiras-em-ranking-mundial.ghtml">O Globo</a></p>



<p><strong>Redação PROIFES-Federação </strong></p>
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