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<p>Não deixe de  investir 30 minutos para ouvir o interessante podcast do debate &#8220;Como medir o  engajamento nas redes sociais&#8221; no <a target="_blank" href="http://info.abril.com.br/infotrends/" target="_blank"><strong>info@trends</strong></a>.  Participaram Alessandro Barbosa Lima (CEO da e.Life), Claudia Woods (diretora de  inteligência e marketing da Predicta) e Renato Shirakashi (fundador da  DirectLabs), com a mediação de Renato de Paula (diretor regional da  OgilvyOne)</p>
<p>A conversa evidenciou que o sucesso das empresas nas redes  sociais pode variar muito de empresa para empresa. O que é sucesso para uma pode  não ser sucesso para outra. O mais importante é saber o que a empresa quer ao  implementar um projeto de redes sociais. Qual é o objetivo?</p>
<p>Outro passo  importante é como medir. Engajamento não é necessariamente proporcional ao  número de retweets ou seguidores, pode até ser, mas em muitas vezes isso pode  não fazer muito sentido. Seguir é uma coisa, significa escutar, mas estar  engajado é uma coisa diferente. Engajamento é uma combinação de quantidade com  qualidade, é entender o comportamento espontâneo e genuíno do  cliente/usuário.</p>
<p>O debate mostrou que não existe uma fórmula mágica ou  padrão para métricas em redes sociais. Mas, resumidamente, podemos considerar 3  dimensões:<br />
- número de menções,<br />
- características e qualidade destas  menções, e&#8230;<br />
- quem está falando de sua marca.</p>
<p>Ou seja: quanto, o que  e quem. Uma combinação de análise quantitativa com qualitativa.</p>
<p>O debate  tentou responder questões interessantes como:<br />
- Qual é o primeiro passo de  uma empresa que ainda não começou nas redes sociais?<br />
- Redes sociais podem  substituir pesquisas (tipo focus group) para as agências e empresas?<br />
- Como  uma empresa sustenta um diálogo com os seus seguidores numa rede  social?</p>
<p>No final do debate, para fechar o painel, o mediador fez a  seguinte pergunta: Qual é o conselho para as empresas que querem entrar nas  redes sociais?</p>
<p>Sobre esta última questão, eu tenho a minha visão e  proposta. E resumiria em alguns passos:</p>
<p>1- Certifique-se que a cultura  corporativa de sua empresa admite partir para um projeto de rede social, que  exige colaboração e transparência;</p>
<p>2- Garanta o apoio,  participação e envolvimento do time executivo (presidente e  diretores);</p>
<p>3- Crie um grupo de trabalho para o projeto de redes sociais  com representantes de diversas áreas da empresa, como por exemplo: marketing,  customer service, recursos humanos, vendas e todas as áreas que julgue  importante. Tente evitar que o primeiro projeto de redes sociais da empresa seja  algo isolado, de uma área específica e sem comprometimento de todos;</p>
<p>4-  Defina claramente qual é o objetivo do seu projeto;</p>
<p>5- Desbloqueie o  acesso às redes sociais e monitore o comportamento dos funcionários;</p>
<p>6-  Comece pequeno e dentro de casa. Sugiro fazer uma primeira incursão dentro da  própria empresa, como por exemplo uma rede social interna, um wiki ou um blog  interno. Criar um ambiente contido para aprender e se desenvolver é  importante;</p>
<p>7- Esteja preparado para percalços e surpresas. A empresa não  pode desistir no primeiro obstáculo ou problema. Será uma jornada de aprendizado  contínuo. Prepare o espírito da moçada;</p>
<p>8- Faça um planejamento. Não  embarque nesta viagem sem saber onde deseja chegar e como;</p>
<p>9- Estabeleça  orientações de uso de mídias sociais, e que sejam claras e objetivas;</p>
<p>10-  Crie uma equipe para tocar o projeto, mesmo que seja bem pequena, mas com papéis  e responsabilidades bem claras.</p>
<p>Para terminar e recomendar algo em que  realmente acredito, eu recomendo que o primeiro passo de uma empresa no mundo  das redes sociais seja através do lançamento de um blog interno. Este é um  caminho relativo fácil e pode funcionar como um bom balão de ensaio para quem  quer começar. Veja <a target="_blank" href="http://aquintaonda.blogspot.com/2009/07/quinze-coisas-para-pensar-antes-de.html" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> uma série de  pontos importantes que devem ser pensados antes de se lançar um blog  corporativo, interno ou externo.</p>
<p>Eis o podcast &#8220;Como medir o engajamento  nas redes sociais&#8221; no <a target="_blank" href="http://info.abril.com.br/infotrends/" target="_blank"><strong>info@trends</strong></a>.</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/_gVJAafP4Is" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Por Mauro Segura do A Quinta Onda Não deixe de investir 30 minutos para ouvir o interessante podcast do debate &amp;#8220;Como medir o engajamento nas redes sociais&amp;#8221; no info@trends. Participaram Alessandro Barbosa Lima (CEO da e.Life), Claudia Woods (diretora de inteligência e marketing da Predicta) e Renato Shirakashi (fundador da DirectLabs), com a mediação de [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/08/como-medir-o-engajamento-nas-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/08/como-medir-o-engajamento-nas-redes-sociais/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=como-medir-o-engajamento-nas-redes-sociais</feedburner:origLink></item><item><title>Os mitos sobre a geração Y</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/AbhpMGYiqeQ/</link><category>Artigos</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Eris Oliveira</dc:creator><pubDate>Tue, 24 Aug 2010 16:34:34 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2151</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><em>Por Sarah Newton </em></strong>do <a target="_blank" href="http://www.google.com/reader/view/feed/http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FFocoemGeracoes" target="_blank">Foco em Gerações</a></p>
<p>De uns tempos para cá, temos falado muito que os jovens da <a target="_blank" title="O que é Geração Y?" href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/" target="_blank">geração Y</a> são funcionários desleais, que esperam trabalhar  naquilo que querem e do jeito que bem entendem. Porém, é possível que uma  recente pesquisa acabe com esses mitos.</p>
<p>A pesquisa da PricewaterhouseCoopers, denominada “A <a target="_blank" title="Geração" href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/" target="_blank">geração</a> Y no trabalho”, analisa as opiniões e expectativas de  cerca de 4.200 universitários de 44 países sobre o futuro das relações de  trabalho, além de buscar perceber qual o posicionamento desses jovens diante de  assuntos como responsabilidade corporativa, tecnologia, visão sistêmica e  recompensas/benefícios.</p>
<p>Os resultados encontrados foram, de fato, bem  interessantes</p>
<p><strong>1. Treinamento e desenvolvimento são  os benefícios mais valorizados pela geração Y – principalmente coaching e  mentoring</strong><br />
No mundo todo, esses são, junto ao salário, os benefícios  mais valorizados por um terço dos respondentes nos cinco primeiros anos de suas  carreiras. 98% dos participantes afirmaram que trabalhar ao lado de mentores e  coaches fortes é importante para o desenvolvimento pessoal. Os três benefícios  mais populares entre os jovens da Inglaterra são treinamento e desenvolvimento  (46%), bônus financeiro (45%) e direito a seguro de saúde (29%),</p>
<p><strong>2. A geração Y não tem intenção de rejeitar as práticas de trabalho  tradicionais</strong><br />
Os resultados mostram que, ainda que essa geração  espere por boas oportunidades dentro da empresa, os jovens também se comprometem  a cumprir as regras tradicionais do ambiente corporativo, como permanecer no  escritório em horário comercial e respeitar a opinião dos gestores. Apenas 3%  dos respondentes esperam trabalhar em casa e 18% deseja realizar,  principalmente, trabalhos externos.</p>
<p><strong>3. Ter responsabilidade corporativa é um ponto crítico para atrair e  manter essa nova geração de trabalhadores </strong><br />
86% (76% na Inglaterra)  considerariam deixar uma empresa cujos valores não fossem condizentes com os  seus. Os universitários da Argentina (94%), dos Estados Unidos e do Brasil  (estes dois últimos com 92%) demonstraram serem os mais idealistas nesse  sentido. Políticas que contribuam para a mudança de clima parecem muito  importantes para grande parte dos estudantes de forma geral (58%) e também  quando se olha apenas para a Inglaterra (55%).</p>
<p><strong>4. Eles querem viajar </strong><br />
Os participantes se mostraram  muito abertos a trabalhar no exterior, principalmente os indianos (93%) e os  holandeses (62%). 80% de todos os respondentes afirmaram que querem trabalhar  fora. Da população inglesa, apenas 3% não queria sair de casa ao longo da  carreira – 84% quer trabalhar fora e o restante não tem uma opinião formada.</p>
<p><strong>5. Eles prezam a customização</strong><br />
40% dos participantes se  sentem confortáveis em deixar o acesso livre aos gestores sobre suas informações  pessoais, visando a segurança no ambiente de trabalho. Isso parece estar de  acordo com os estudos recentes sobre a tendência desses jovens em compartilhar  informações.</p>
<p>Mas, se sabemos o que essa geração quer, por que é tão difícil lidar com  ela?</p>
<p>Uma outra pesquisa, do IDG, mostra que:</p>
<p><strong>• 49%</strong> dos gestores de RH ressaltaram sua dificuldade em  reter jovens universitários por muito tempo. 22% afirmaram que, em média, perde  esses funcionários em menos de dois anos.</p>
<p><strong>• 57%</strong> sentiram que havia muito mais a ser feito para reter  esses jovens – a habilidade de identificar e reter os funcionários adequados  seria um fator de sucesso crucial no momento em que a recessão econômica  chegasse ao fim.</p>
<p><strong>• 75%</strong> dos gestores de RH assistiram à grande parte dos  estudantes deixando a universidade no meio do segundo ano.</p>
<p><strong>• 78%</strong> desses gestores concordaram que seria muito benéfico  um programa específico de desenvolvimento para aumentar a retenção destes  graduandos.</p>
<p>Então quais poderiam ser algumas das regras de ouro?</p>
<p><strong>1.</strong> Monte um treinamento forte e um programa de  coaching/mentoring que seja claro e valha a pena.</p>
<p><strong>2.</strong> Ressalte a essa geração a importância de agarrar as  oportunidades de viagem caso elas surjam e mostre como esses jovens precisam  agir para chegar lá.</p>
<p><strong>3.</strong> Seja muito claro sobre a sua responsabilidade e a de sua  empresa diante deles!</p>
<p><strong>4.</strong> Pense sobre os benefícios que você pode oferecer a eles  em termos de seguro saúde, alimentação, etc. Eles realmente apreciam os mínimos  detalhes!</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/AbhpMGYiqeQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Por Sarah Newton do Foco em Gerações De uns tempos para cá, temos falado muito que os jovens da geração Y são funcionários desleais, que esperam trabalhar naquilo que querem e do jeito que bem entendem. Porém, é possível que uma recente pesquisa acabe com esses mitos. A pesquisa da PricewaterhouseCoopers, denominada “A geração Y [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/08/os-mitos-sobre-a-geracao-y/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/08/os-mitos-sobre-a-geracao-y/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=os-mitos-sobre-a-geracao-y</feedburner:origLink></item><item><title>Dez coisas que fazem as mulheres comprarem mais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/iffVc1A4wx8/</link><category>Artigos</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Eris Oliveira</dc:creator><pubDate>Sun, 08 Aug 2010 15:27:46 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2148</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>Promoções, sonhos, raridade, combinações, rapidez e  outros itens importantes explorados no e-commerce que fazem as mulheres  comprarem mais pela internet.</h2>
<p>Por <a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Mauricio Salvador" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/mauricio_salvador">Mauricio Salvador</a> com Solange Oliveira *</p>
<p>Alguns anos atrás as mulheres passaram os homens em participação nas <a target="_blank" onclick="hwClick(&quot;compras&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;compras&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;compras&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted 1px&quot;; " href="http://webinsider.uol.com.br/2010/08/02/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/#">compras</a> pela internet brasileira. Junto com isso, veio o crescimento acentuado das categorias moda e acessórios, beleza e saúde.</p>
<p>O tíquete médio dos homens é mais alto, uma vez que compram mais <a target="_blank" onclick="hwClick(&quot;produtos&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;produtos&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;produtos&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted 1px&quot;; " href="http://webinsider.uol.com.br/2010/08/02/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/#">produtos</a> eletrônicos e informática. Mas as mulheres compram em mais quantidade e uma vez fidelizadas, tornam-se evangelistas da marca.</p>
<p>Quando surgiu a ideia de escrever esse artigo, veio junto o receio de  parecer “machista” ou ganhar outros adjetivos desagradáveis. Então  convidei minha amiga Solange, a E-commerce Girl, especialista em  comércio eletrônico, para fazermos a quatro mãos. O resultado está aí.</p>
<p>Não tivemos a pretensão de querer entender as mulheres, é só  uma lista com dicas baseadas em nossa experiência adquirida ao longo de  mais dez anos nos bastidores do e-commerce e de três anos ensinando e  ouvindo <a target="_blank" onclick="hwClick(&quot;lojas&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;lojas&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;lojas&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted 1px&quot;; " href="http://webinsider.uol.com.br/2010/08/02/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/#">lojas</a> virtuais nos <a target="_blank" rel="externo" href="http://www.ecommerceschool.com.br/" target="_blank">cursos de e-commerce</a> da Ecommerce School. Vamos lá:</p>
<h2>1. Não venda produtos, venda sonhos</h2>
<p>Mulheres são apaixonadas e sonhadoras por natureza. A roupa do  personagem da novela ou do filme, aquilo que “está na moda” ou que  “está todo mundo usando” devem estar na vitrine da <a target="_blank" onclick="hwClick(&quot;loja&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;loja&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;loja&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted 1px&quot;; " href="http://webinsider.uol.com.br/2010/08/02/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/#">loja</a> virtual que quer agradar esse público. Como descobrir isso? Ninguém  mais antenado do que os jornalistas. Vá até uma banca de jornal e  dedique algum tempo lendo as manchetes de revistas femininas e de  variedades. São elas que ditam tendências e mostram o que está em alta.</p>
<h2>2. A paixão</h2>
<p>Algumas categorias se destacam no gosto feminino. Despertam  verdadeira paixão. Mulheres amam sapatos e bolsas. Também compram online  artigos de beleza e saúde. Se olharem e amarem… nada vai impedi-las de <a target="_blank" onclick="hwClick(&quot;comprar&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;comprar&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;comprar&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted 1px&quot;; " href="http://webinsider.uol.com.br/2010/08/02/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/#">comprar</a>. O <a target="_blank" onclick="hwClick(&quot;produto&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;produto&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;produto&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted 1px&quot;; " href="http://webinsider.uol.com.br/2010/08/02/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/#">produto</a> em si é importante, mas boas imagens e descrições ajudam a despertar paixão.</p>
<p>Mostre detalhes dos produtos; uma fivela dourada ou um pequeno laço  vermelho fazem toda diferença. Explore o zoom. Publique depoimentos de  outras consumidoras apaixonadas. Descreva aromas e texturas com  sentimentos.</p>
<h2>3. O inacessível</h2>
<p>Inclua em seu mix de produtos coisas que normalmente não são  encontradas nas lojas tradicionais, artigos importados, grifes e  novidades que não são muito fáceis de comprar.  A Victoria Secrets, que é  de difícil acesso no Brasil, por exemplo. A mulher vai na loja física e  lá eles fazem um cartãozinho com as medidas dela, calcinha e soutien…  depois é só comprar pela numeração do cartão pela loja virtual. Algumas  maquiagens de grife, também são de difícil acesso no Brasil.</p>
<p>É um desafio que deve ser feito a quatro mãos: você e seu fornecedor.  Por isso é importante manter bom relacionamento e amizade com esses  fornecedores, são eles que vão lhe ajudar num bom mix de produtos e na  sua margem de lucros.</p>
<h2>4. Novidades</h2>
<p>O inconsciente coletivo feminino é diferente do masculino, <em>elas</em> sabem o que é <em>new</em>, o que quase ninguém tem, <em>então eu quero ter</em>. A internet é o lugar perfeito para isso. Um ótimo lugar para tirar ideias: a banca de jornal, de novo.</p>
<p>Navegue em sites e portais femininos, acompanhe atentamente o que  elas dizem nas redes sociais e fóruns. Assim como na vida real, seja um  ouvinte atencioso ao que as mulheres estão dizendo.</p>
<h2>5. Use e abuse de promoções</h2>
<p>Poucas mulheres resistem ao: “Era 100,00 agora (só para você) por R$ 25,00″.</p>
<p>Dizem as más línguas que “um homem é capaz de pagar o dobro do preço  por uma coisa que ele precisa e uma mulher é capaz de comprar uma coisa  que ela não precisa se está pela metade do preço”. Brincadeiras à parte,  habilite ferramentas de marketing viral e redes sociais para elas  compartilharem as “barganhas” com as amigas.</p>
<h2>6. Crie combos</h2>
<p>Eexplore ofertas do tipo “compre um e leve dois”. É uma das melhores  jogadas para quem vende produtos femininos… mulheres adoram ser  prestigiadas. Se elas sentirem que por comprar algo, levam outra coisa  de graça… vão comprar!</p>
<h2>7. O indispensável</h2>
<p>Toda mulher precisa de um “esfoliador multitasksuperx”. Sabem que não  é indispensável, mas a frase “Você precisa ter um” toca fundo no “eu”  consumista feminino. Misture esse ponto com os itens 5 e 6 dessa lista e  você terá uma receita infalível.</p>
<h2>8. Venda praticidade</h2>
<p>Busque produtos que facilitem a vida. Mais uma vez é importante o uso  de boas imagens e descrições mostrando o “como usar” e o “como fazer”.  De novo: depoimentos de outras consumidoras satisfeitas influenciam na  decisão. Elas irão comprar.</p>
<h2>9. Facilidade de pagamento</h2>
<p>É possível pagar <em>facinho</em>? Em várias vezes no cartão? Sem ter que por a mão na carteira? Ela compra! Sem culpa!</p>
<p>Lembre-se que as classes C e D estão presentes com força no  e-commerce brasileiro. Esse público não olha para o preço à vista, mas  para o valor da parcela. Algumas lojas já parcelam em boletos e cheques.  É um risco, mas em qual retorno alto não há riscos?</p>
<h2>10. Rapidez</h2>
<p>Os sites que querem vender (muitos) produtos femininos precisam  seguir essa dica: poucos cliques para fechar a compra… porque se a  compra se estender ela abandona o carrinho! A rapidez de fechar a compra  é o que faz a mulher finalizar o processo.</p>
<p>Você já fez um teste de usabilidade em sua loja virtual? Convide sua  avó, tia, priminha, enfim, diferentes perfis de internet users, dê um  vale compras para elas e peça para comprarem algo em sua loja enquanto  você observa. Esteja atento à principais barreiras encontradas. Faça  testes A/B.</p>
<p>Há empresas que vendem pesquisas de comportamento de compras  detalhadas e específicas por sexo, idade e classe social. Claro que há  muitos outros fatores psicosociais envolvidos no ciclo de compra, mas o  que pretendemos aqui é dar alguns toques para que as lojas virtuais que  atendem esse tipo de público melhorem seus serviços e… seu faturamento,  claro. Deixando as clientes satisfeitas, fica bom pros dois!</p>
<p>…………………………</p>
<p>* <em><strong>Solange Oliveira</strong> é especialista em e-commerce,  trabalha em tecnologia há 20 anos e já dirigiu os melhores e maiores  e-commerces da América Latina. É <a target="_blank" rel="externo" href="http://twitter.com/Ecommerce_girl" target="_blank">E-commerce Girl</a> no Twitter. Publicou o livro: “De camelô a joalheiro todos podem vender  on-line” pela Editora Gudrum e atualmente é vice presidente da DataG  Technologies e professora  de cursos de ecommerce na Ecommerce School. </em></p>
<p><em>Postado no <a target="_blank" href="http://webinsider.uol.com.br/2010/08/02/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/" target="_blank">Webinsider</a><br />
</em></p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/iffVc1A4wx8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Promoções, sonhos, raridade, combinações, rapidez e outros itens importantes explorados no e-commerce que fazem as mulheres comprarem mais pela internet. Por Mauricio Salvador com Solange Oliveira * Alguns anos atrás as mulheres passaram os homens em participação nas compras pela internet brasileira. Junto com isso, veio o crescimento acentuado das categorias moda e acessórios, beleza [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/08/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/08/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais</feedburner:origLink></item><item><title>Liderar e não gerenciar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/yQkFfUVP4vo/</link><category>Carreira</category><category>Gestão</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Eris Oliveira</dc:creator><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 02:00:43 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2145</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Texto publicado na <a target="_blank" href="http://br.hsmglobal.com/notas/58303-liderar-e-nao-gerenciar" target="_blank">HSM</a></p>
<p>Se você ainda acredita que é preciso ter chefes para dar instruções  aos funcionários, ou departamentos para poder gerenciar a organização,  assim como objetivos para que todos saibam o que devem fazer,  informações de antemão para poder decidir, metas para poder controlar o  desempenho, estímulos para motivar e hierarquia para definir  responsabilidades, chegou a hora de repensar seus conceitos. Vivemos no  século XXI e muito além das teorias de cem anos atrás, aprendidas em  universidades.</p>
<p>Liderança é um tema que desafia constantemente os pensadores de  gestão a elaborar extensas listas de qualidades do “executivo ideal” ou  do “líder ideal”.  Na maioria dos casos, essas listas não passam de  coletâneas de ideias utópicas e tediosas. As organizações não precisam  de seres humanos melhores ou de patriarcas mais perfeitos, mas,   necessitam de modelos de direção que estejam à altura de nosso tempo,  nos quais pessoas comuns possam tomar decisões assumindo  responsabilidades próprias e desenvolvendo suas qualidades de liderança.</p>
<p>Como, porém, se constrói tal modelo de direção que corresponda à  nossa época e seja coerente? Em primeiro lugar, é necessário se dar  conta de que não avançaremos com padrões de comportamentos clássicos,  com otimização de processos e novas ferramentas. O que se precisa – ao  menos na maioria das organizações – é de uma mudança de paradigma, uma  visão clara de um “outro” princípio de funcionamento.</p>
<p>Uma boa liderança cria um ambiente em que todos são energizados.  Isso, porém, não acontece a partir de uma ameaça, do medo da punição ou  da promessa de prêmios e sim do desejo de dar uma contribuição positiva.  Liderança, ao contrário do que comumente se imagina, não significa  alguns tomarem mais decisões do que outros, e que ser líder é um cargo.  Significa disciplinar a si mesmo e deixar que outras pessoas tomem  também decisões. Além disso, exige modéstia e uma autocompreensão de que  se está a serviço dos outros.</p>
<p>William Edward Deming, reconhecido pela melhoria dos processos  produtivos nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, afirmou  certa vez que a tarefa do líder é afastar o medo da organização, de modo  que os funcionários sejam encorajados a tomar decisões de maneira  autônoma. É provável que poucos integrantes de alta direção, gestores de  empresas e proprietários sigam esse pensamento e coloquem a luta contra  o medo em suas prioridades diárias. Também ainda é pouco provável que  esses gestores consigam, imaginar a possibilidade de abrir mão de poder e  descentralizar maciçamente as decisões.</p>
<p>Herb Kelleher, ex-CEO da Southwest Airlines e responsável direto por  instituir um estilo de liderança para a geração de equipes autônomas e  de alto desempenho, disse em entrevista a revista HSM Management de  Março/Abril 2010 que “apesar de todas as dificuldades que as companhias  aéreas atravessaram nos últimos 30 anos, a Southwest Airlines não  demitiu funcionários, alcançou os maiores índices de satisfação de  clientes e bateu recordes na bolsa de valores”. Como fazer isso?  Kelleher explicou que existe um enfoque humanista no tratamento dos  funcionários. A empresa os valoriza como indivíduos e não apenas como  trabalhadores.</p>
<p>Empregadores, observem seus funcionários ou colaboradores. O que você  vê? Custos? Resistência? Oportunismo? Desânimo? Você vê pessoas que  precisam ser conduzidas com rédeas curtas e controladas por meio de  inspeção, estímulos e sansões porque não se pode confiar nelas? Ou você  vê seres humanos inteligentes, motivados e dignos de confiança?</p>
<p>Aqui fica um desafio aos líderes. Perguntem a si mesmos:</p>
<p><strong>1 -</strong> São os objetivos financeiros e os de desempenho,  ou, então, as relações entre as pessoas e o mercado e seus padrões de  trabalho e de pensamentos em conjunto que produzem os resultados aos  quais damos valor?</p>
<p><strong>2 -</strong> Não são as relações e os processos que moldam a  capacidade da organização de aprender, de responder rapidamente ao  mercado atendendo aos fatores críticos de sucesso e de criar o  conhecimento necessário para seu desempenho de longo prazo?</p>
<p><em>Valérya Carvalho (Consultora associada da Muttare, consultoria de  gestão, fundada em 2002 (</em><a target="_blank" href="http://www.muttare.com.br/"><em>www.muttare.com.br</em></a><em>).  Co-fundadora e associada do Beta Codex Network (</em><a target="_blank" href="http://www.betacodex.org/"><em>www.betacodex.org</em></a><em> ) e  Presidente da Beta Leadership Advisory. Mais de 20 anos de experiência  como executiva em empresas líderes de mercado)</em></p>
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<p>Vamos começar imaginando uma cena que acontece com muita gente.  Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não  fala com você. A conversa começa com algo do tipo “Há quanto tempo! Você  sumiuuuuuu&#8230;”. Bem, você “não” sumiu – seu endereço, seu telefone e  seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos  lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento,  saberia onde e como.</p>
<p>Você dá “corda” para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos  dos “velhos tempos”, pergunta se você ainda mantém contato com os  colegas de antigamente. Quando chega o momento adequado, ele dá o  “bote”. Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está  procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?</p>
<p>Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como “não” fazer networking.  Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na  situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma  cena parecida, na embaraçosa situação do “amigo” que só se lembra dos  outros quando precisa de alguma coisa.</p>
<p>Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um  networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa.  Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco  tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que  fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos  de “surto nostálgico”.</p>
<p>A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se  fosse para elencar uma “regra principal” do networking vencedor, diria  algo como “faça antes de precisar”. Aproveite os momentos em que as  coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver  relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas  novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas  se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha  contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser  “interessado” e não “interesseiro”) e faça um grande favor a si mesmo:  Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra  dos “amigos” apenas quando está em dificuldades.</p>
<p>Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é  começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de  procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com  aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um “alô” para  seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail  pessoal, por favor, nada de e-mails coletivos com mensagens “bonitinhas”  ou as infames “correntes”) é uma medida muito salutar.</p>
<p>Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de  interesse. Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuarmos  alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de  interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir  algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como  essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das  pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem  sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas  sabem que seria a oportunidade “da sua vida”.</p>
<p>Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse  caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer  gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua  área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretenciosos.  Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas  interessantes, mas sempre observando a regra de “fazer antes de  precisar”.</p>
<p>Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está “na pior” é  contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não  poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais  de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a  cultivá-la agora. Não espere o momento em que vai precisar dela.</p>
<p><em>André Massaro (Consultor financeiro e profissional  e criador do  método MoneyFit – email: </em><a target="_blank" href="mailto:andre@moneyfit.com.br"><em>andre@moneyfit.com.br</em></a><em> e site </em><a target="_blank" href="http://www.moneyfit.com.br/"><em>www.moneyfit.com.br</em></a><em>)</em></p>
<p><em>Este artigo foi desenvolvido exclusivamente para o Portal HSM. A  reprodução total ou parcial deste conteúdo é permitida mediante citação  de fonte e inserção do link para o Portal HSM Online.</em></p>
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<p>&#8220;A empresa que aparece na intranet é uma empresa diferente daquela que a gente vive no dia a dia&#8221;.<br />
&#8220;Onde o pessoal de comunicação interna vive? No país das maravilhas?<br />
&#8220;Estes caras da comunicação não sabem o que está acontecendo&#8221;.</p>
<p>Quantas vezes você já ouviu falar nisso? Eu já ouvi isso de algumas empresas com que tive a oportunidade de me relacionar. E basicamente, na maioria das vezes, isso ocorre por alguns motivos recorrentes.</p>
<p>O primeiro sintoma é que o time de comunicação interna está desconectado da realidade. Este caso é típico daqueles times formados por profissionais que não estudam (ou estudam pouco) a empresa, ou seja, eles não participam da estratégia e da dinâmica das empresas. Eles podem até fazer um bom jornalismo corporativo, mas não produzem o conteúdo que os funcionários anseiam. São profissionais mais preocupados com a forma e a qualidade do texto do que com os resultados de negócio da empresa. Poderia até afirmar que são pessoas que não avaliam adequadamente o impacto do que publicam, apenas reproduzem o que escutam e apuram em suas pautas. Ou seja, ocorre uma espécie de falta de compromisso se aquilo que circula nos meios de comunicação está ou não em sintonia com a realidade da empresa. Isso é mais comum do que imaginamos.</p>
<p>O segundo sintoma é mais forte que o primeiro. É a cultura da comunicação interna institucional. Aquela com conteúdo frio, impessoal e genérico. Aquela que ninguém assina. Aquela onde os funcionários quase não aparecem. Ou seja, é aquela distante do dia a dia do ecossistema da empresa, que inclui funcionários, clientes e parceiros.</p>
<p><strong>O que fazer?</strong></p>
<p>Aí não tem segredo. O caminho é buscar o desenvolvimento de uma comunicação interna com maior participação dos funcionários. Idealmente seria imaginá-la com mais conteúdo gerado pelos próprios colaboradores. Como chegar lá? Um das ações seria motivar os funcionários (inclusive gerentes) a desenvolverem seus próprios depoimentos, contarem suas experiências pessoais através de textos, podcasts, fotografias e vídeos. Outra alternativa é incentivar a participação das famílias. Os funcionários, em geral, adoram isso. E, acima de tudo, orientar o grupo de comunicação interna para gerar uma comunicação mais orientada a experiências pessoais, mais específica, factual, explorar casos, etc. As pessoas querem ouvir histórias de pessoas. E, caso a empresa seja média ou grande, é muito recomendável desenvolver iniciativas de comunicação interna orientadas a gerentes, pois são eles os principais responsáveis por influenciar a atitude e o foco dos funcionários.</p>
<p>Acho que esse movimento vai permitir uma comunicação interna muito mais conectada com a realidade da empresa, com suas dores, estratégias e prioridades. Se isso não acontecer de imediato, pode ter certeza que esta estratégia vai permitir identificar alguns &#8220;gaps&#8221; entre o que o funcionário pensa e o que a empresa imagina. Permitindo, como consequência, o desenvolvimento de uma comunicação mais útil, mais crível e mais transformadora.</p>
<p>Enfim, coloque os funcionários para falar e participar da comunicação interna. Eles têm muita coisa legal para contar. Esse papo lembra o pensamento maravilhoso de Ralf Emerson: Suas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz. Ou seja, não deixe a comunicação interna de sua empresa falando sozinha.</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/CCM0p7EBxJY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description></description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/07/a-empresa-do-futuro-change-happens/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/07/a-empresa-do-futuro-change-happens/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=a-empresa-do-futuro-change-happens</feedburner:origLink></item><item><title>A Reputação Corporativa e o Novo Marketing</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/uAWRzQTbCDQ/</link><category>Artigos</category><category>Branding</category><category>Gestão</category><category>Inovação</category><category>Marketing</category><category>Pesquisas</category><category>marketing de contexto</category><category>mkt de contexto</category><category>nova era</category><category>novo marketing</category><category>Promoção</category><category>relacionamento</category><category>reputação</category><category>reputação corporativa</category><category>Tendências</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Lucas Afonso</dc:creator><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 05:18:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2137</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Reputação Corporativa, certamente, assumirá papel central no tsunami estrutural que irá inovar o Marketing como Área ou Departamento.</p>
<p>Não é exagero afirmar, hoje, que as empresas estão forçadas a administrar sua “Conta Corrente Diária de Reputação” (institucional e de suas marcas), que se torna negativa ou positiva em função da resultante da somatória de opiniões, análises, percepções e expectativas que os diversos stakeholders da empresa, geradores de mídia, constroem e reverberam de forma global e instantânea no universo móvel, colaborativo e multicanal parametrizado pela chamada Web Social ou 2.0, sua blogosfera, Sites de Buscas, Redes e Comunidades, Celulares e Smartphones habilitados nas redes, além, é claro, de seu efeito de replicação imediato nas mídias tradicionais, como TV e rádio.</p>
<p>Gerenciar esta conta corrente não é tarefa fácil, assim como não é missão das mais tranqüilas interagir com qualidade e valor com os diversos stakeholders corporativos. Definitivamente as empresas não estão preparadas para isso, seja por conta de mind-set e valores estratégicos corporativos desatualizados, seja por conta de um chassis de processos, sistemas e arquitetura organizacional desajustado do novo ecossistema em que competem.</p>
<p>Entretanto, gerenciar essa conta corrente da Reputação e transformá-la em resultados superiores (vender produtos melhores que os concorrentes para clientes mais fiéis, gerando mais valor ao acionista e market-share para empresa) é tarefa do Novo MKT – O MKT de Contexto, que, em nossa visão, será pautado por 6 pilares estratégicos, somados aos tradicionais conceitos “Ps” historicamente associados ao Marketing. Estes 6 pilares são:</p>
<p><img src="http://hsm.updateordie.com/files/2010/06/novomarketing.png" alt="novomarketing" width="500" height="339" /></p>
<p>novomarketingAo assumir esta postura Customer Centric, as empresas certamente passarão por redefinições de estratégia e convocatórias em seu Marketing.</p>
<p>A equação do Novo Marketing, o MKT rachado pela inovação imposta pelo “mundo exterior”, o MKT/2 é:</p>
<p>MKT de Contexto = MKTReputação X MKTRelacionamento.</p>
<p>Esta equação imporá novas estruturas organizacionais e funcionais, além de novas atribuições, skills, abordagens e métricas específicas.</p>
<p>Esse modelo presume que todas as iniciativas, ferramentas e projetos de marketing sejam organizados estrategicamente, orçamentariamente e em termos de gestão em um nível superior ligado diretamente do centro decisório da empresa, responsáveis por coordenar as duas vertentes distintas e complementares do Novo MKT: o MKTReputação, centrado no branding, organizado em torno da relação dos diversos stakeholders com os atributos e valores das marcas corporativas e de produtos da empresa e o MKTRelacionamento, centrado no suporte a vendas, ligado, em toda extensão do Customer Life Cycle, aos diversos Clusters de Clientes e aos Produtos e Serviços da empresa, que consomem ou podem vir a consumir.</p>
<p>Assim, com o futuro “Diretor” de Reputação ficam atribuições e práticas como Comunicação Corporativa, Branding, Relacionamento com Stakeholders, Patrocínios, Eventos, MKT Cultural, Social, Esportiva, MKT de Causas, etc. Já com o futuro “Diretor de Relacionamento” ficam Propaganda, Promoção, Pré-Venda, Suporte, Pós-Venda, CRM, Call Center, MKT Direto, etc, mesmo que este “Diretor” seja um único “Diretor ou VP”, mas com 2 estruturas apartadas em metas, modelo de gestão e indicadores de performance e valor.</p>
<p>Como todo modelo propositivo, esta estrutura não é definitiva, nem tampouco estática. E cada empresa deve adequar estes conceitos à sua estratégia, setor de atuação, dinâmica de mercados, nível de concorrência e perfil de clientes.</p>
<p>Em nossa visão, uma nova era começa para o Marketing.</p>
<p>Cabe a cada CEO e cada Executivo de Marketing (VP, Diretor, CMO) analisar seus respectivos cenários e tomar suas decisões, acreditando ou não neste cenário que propomos. De qualquer forma, fica o compromisso: em uns 3 anos conversamos novamente… e medimos o quão acertadas foram nossas análises aqui propostas.</p>
<p>Via <a target="_blank" href="http://hsm.updateordie.com/">HSM/UoD</a></p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/uAWRzQTbCDQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>A Reputação Corporativa, certamente, assumirá papel central no tsunami estrutural que irá inovar o Marketing como Área ou Departamento. Não é exagero afirmar, hoje, que as empresas estão forçadas a administrar sua “Conta Corrente Diária de Reputação” (institucional e de suas marcas), que se torna negativa ou positiva em função da resultante da somatória de [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/06/a-reputacao-corporativa-e-o-novo-marketing/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/06/a-reputacao-corporativa-e-o-novo-marketing/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=a-reputacao-corporativa-e-o-novo-marketing</feedburner:origLink></item><item><title>20 apresentações sobre Planejamento – via CHMKT</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/8gtu23X8Ouc/</link><category>Internet</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Eris Oliveira</dc:creator><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 18:11:31 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2135</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ótimo post do site <a target="_blank" href="http://www.chmkt.com.br/2010/06/20-apresentacoes-sobre-planejamento.html" target="_blank">CHMKT</a>, acessem.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.chmkt.com.br/2010/06/20-apresentacoes-sobre-planejamento.html"><img class="alignnone size-full wp-image-2136" title="planners" src="http://promovendo.vc/arquivo/2010/06/planners.jpg" alt="" width="541" height="584" /></a></p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/8gtu23X8Ouc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Ótimo post do site CHMKT, acessem.</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/06/20-apresentacoes-sobre-planejamento-via-chmkt/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/06/20-apresentacoes-sobre-planejamento-via-chmkt/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=20-apresentacoes-sobre-planejamento-via-chmkt</feedburner:origLink></item><item><title>Faça movimento e não marketing</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/G0c10k5YaXs/</link><category>Artigos</category><category>Branding</category><category>Cases</category><category>Gestão</category><category>Inovação</category><category>Marketing</category><category>Pessoas</category><category>ideia</category><category>Planejamento</category><category>produtos</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Lucas Afonso</dc:creator><pubDate>Thu, 10 Jun 2010 08:19:40 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2133</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Seminário HSM Kein Roberts</p>
<p>Kevin Roberts afirma que o novo marketing depende da criação de um movimento que envolva ideia, intuição, imaginação, inspiração e revelação</p>
<p>“O marketing morreu e deu lugar ao movimento.” Com mais esta provocação, Kevin Roberts, CEO Mundial da Saatchi &amp; Saatchi, levou a plateia presente no Semináro HSM no dia 9 de junho, a repensar o verdadeiro papel da área. “Não foi o marketing que levou Barak Obama a ganhar as eleições, mas sim o movimento criado em torno dele”, afirmou. Roberts defende que os cinco aspectos &#8211;  ideia, imaginação, intuição, inspiração e insight &#8211; devem andar sempre juntos para que você encontre o seu consumidor. “As ideias novas são difíceis de sustentarem e requerem muita persistência. As empresas falam: “é caro, não temos orçamento, já tentamos isso antes e não deu certo.” Elas tentam agredir você e te distrair. As empresas precisam ter uma cultura onde a ideia seja o poder”, acrescenta.</p>
<p>O CEO da Saatchi ressaltou ainda que as empresas querem contratar grandes profissionais, que possuem essas características inovadoras e que tenham boas ideias. Mas o que acontece depois da contratação? As empresas transformam esses profissionais em pessoas medianas quando a partir do momento que começam a minar suas sugestões. “Não devemos apenas nos afogar em ideias, temos que ter a informação certa. O Brasil tem sorte e conta com muita gente inteligente. O conhecimento que você tem não é maior do que o do seu concorrente. Então acrescente a isso o insight e você encontrará onde estão os consumidores. Você precisa olhar para fora, adiante de você”, afirma Roberts.</p>
<p>Encontrar onde estão os consumidores significa sair da caixa, segundo Roberts. Hoje todos afirmam que a pesquisa está morta, mas se você realmente quer saber como o leão caça, vá para a selva e não para o zoológico. E ele ainda aconselha: “Procure já uma revelação sobre o seu consumidor.” E cita Steve Jobs novamente: “Jobs teve um insight de que as pessoas queriam personalização e passou a enxergar a maneira como elas encaravam a vida.” Da mesma forma, o consumidor pode também ser surpreendido com o obvio, desde que ele seja contado de uma forma criativa e de uma maneira surpreendente.</p>
<p>Roberts lembra também que os consumidores da geração Y, os adolescentes multitarefa, ainda são tratados pela publicidade como idiotas. “É uma geração criativa que precisa de ferramentas para isso. O que temos que fazer é encontrar uma forma de comunicação com todas essas telas e meios que esta geração utiliza, seja a tela de um celular ou uma comunidade na internet. Lembre-se que a revelação não será encontrada na briga por preço ou mercado. É necessário envolver emocionalmente as pessoas.”</p>
<p>E para gerar toda essa emoção e se tornar uma lovemark, Roberts deixa algumas dicas:</p>
<p><strong>1. A primeira coisa que você deve fazer é infundir o mistério</strong> &#8211; É o oposto do brand management. A maioria das marcas fala tudo porque quer ser transparente, seja em suas embalagens ou nos comerciais de TV. Quanto mais o consumidor souber, tanto menos interessante o produto se tornará para ele. Você tem que manter as coisas novas e misteriosas.  Conte histórias ao invés de oferecer informações. As pessoas adoram histórias.</p>
<p><strong>2.</strong><strong> Acrescente a sensualidade</strong> &#8211; Pense nos cinco sentidos. Sentimos o mundo através dos nossos sentidos. A maioria das marcas opera apenas com um sentido. Pense: qual o som, o cheiro, como é o toque da sua marca?</p>
<p><strong>3.</strong><strong> Explore a intimidade e tenha empatia</strong> &#8211; É pela intimidade que você irá perceber como os seus consumidores se sentem e como você pode fazer parte da vida deles e de seus problemas. O equilíbrio entre trabalho e vida é o compromisso. Não tem meio termo para viver. Queremos que as marcas nos ajudem a viver uma vida melhor e ofereça algo sem preço.</p>
<p><strong>4. Execução</strong> – Temos que aprender, falar e concertar rápido as coisas. As empresas não percebem o fracasso e punem, escondem, inventam desculpas. Concerte no mesmo dia. E tenha coragem de executar.</p>
<p><strong>5. Entusiasmo</strong> – “Não acredito em sarcasmo e pessoas cínicas. Seja verdadeiro e tenha uma força irresistível.  Todo o impulso vem de você. Deixe seu entusiasmo dominar os mais seniores da sua empresa. Eles irão gostar disso”, afirma Roberts.</p>
<p><strong>6. </strong><strong>Tenha exuberância</strong> &#8211; Faça barulho, seja feliz, tenha musicalidade, queime velas. Faça questão que seu escritório seja cheio de mistérios. Cause terremotos.</p>
<p><strong>7.</strong><strong> Dê poder</strong> – “Quanto mais para cima na hierarquia você vai, mais bobo você fica por se afastar do seu cliente. Você tem que dar poder as pessoas que estão próximas do cliente”, afirma.</p>
<p><strong>8. Seja engajado</strong> &#8211;  Saia do seu escritório e vá até seu cliente.</p>
<p><strong>9.</strong><strong> Expectativas</strong> – Tenha altas expectativas. Michelangelo disse que alcançamos nossos objetivos por eles serem baixos demais. Por isso precisamos colocar as expectativas lá em cima.</p>
<p><strong>10. Enraivecimento</strong> &#8211; Fique com raiva. Mude as coisas, não importa o que seja.</p>
<p><strong>11. Empatia</strong> – Preocupe-se com o seu pessoal. As pessoas querem amor incondicional. Trate as pessoas como se fosse seus filhos e depois solte-as.</p>
<p><strong>12. Emoção</strong> – Nós não vamos manufaturar, não vamos fazer relatórios para o consumidor. Sem paixão nunca conseguiremos lançar um produto novo que realmente seja de sucesso.</p>
<p>Via <a target="_blank" href="http://br.hsmglobal.com" target="_blank">HSM</a></p>
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<p>Esse video está sendo muito assistido na web e os argumentos até convencem em alguns momentos.<br />
Bom para refletir sobre inovação e pra que realmente serve a tecnologia.</p>
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<p>O engenheiro formado pela Universidade de Buckley, na Califórnia, esteve hoje (16/4) na conferência do Google com a imprensa, que acontece desde ontem em Buenos Aires. Em sua apresentação, explicou como as buscas na internet têm evoluído nos últimos anos. Aprimorar esse mecanismo tem sido a prioridade de Gomes desde quando começou no Google, dez anos atrás. “Eu amo buscas e acredito que exercemos melhor a nossa função quando fazemos o que gostamos, com paixão. A paixão é minha maior motivação”, disse ele.</p>
<p>Quando e se esse amor acabar, Gomes pode buscar outra área que o encante dentro da empresa, como o Gmail, Youtube, etc. Mas isso parece não estar nos planos do executivo. “Tenho uma equipe, diversos projetos. Não pretendo mudar de área tão cedo”, disse.</p>
<p>O Google é uma gigante multinacional, mas funcionários motivados são fundamentais para qualquer empresa, independente do tamanho. E você, contrataria um funcionário que pudesse fazer o que quisesse, mas com paixão? </p>
<p>Via <a target="_blank" href="http://www.papodeempreendedor.com.br/">Papo de Empreendedor</a></p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/JabUnEAQHE8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Benedict Gomes, tanzaniano que cresceu na Índia e estudou nos Estados Unidos, tem o emprego que provavelmente todos gostariam de ter. Ele é contratado do Google para fazer o que quiser. Isso mesmo. Como um dos oito “distinguished engineers” (engenheiros especiais) da empresa no mundo, não tem função específica. Pode se dedicar a qualquer projeto [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/04/voce-contrataria-um-funcionario-sem-funcao-especifica/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/04/voce-contrataria-um-funcionario-sem-funcao-especifica/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=voce-contrataria-um-funcionario-sem-funcao-especifica</feedburner:origLink></item><item><title>Números da web mundial</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/51Z10DeKP3g/</link><category>Internet</category><category>Pesquisas</category><category>mundial</category><category>Numeros</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Eris Oliveira</dc:creator><pubDate>Fri, 16 Apr 2010 02:00:17 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2128</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="500" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a target="_blank" href="http://vimeo.com/9641036">JESS3 / The State of The Internet</a> from <a target="_blank" href="http://vimeo.com/jessesaves">JESS3</a> on <a target="_blank" href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/promovendo?a=51Z10DeKP3g:7oldZtc13as:D7DqB2pKExk"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/promovendo?i=51Z10DeKP3g:7oldZtc13as:D7DqB2pKExk" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/promovendo?a=51Z10DeKP3g:7oldZtc13as:gIN9vFwOqvQ"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/promovendo?i=51Z10DeKP3g:7oldZtc13as:gIN9vFwOqvQ" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/promovendo?a=51Z10DeKP3g:7oldZtc13as:7Q72WNTAKBA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/promovendo?d=7Q72WNTAKBA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/promovendo?a=51Z10DeKP3g:7oldZtc13as:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/promovendo?i=51Z10DeKP3g:7oldZtc13as:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/51Z10DeKP3g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>JESS3 / The State of The Internet from JESS3 on Vimeo.</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/04/numeros-da-web-mundial/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/04/numeros-da-web-mundial/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=numeros-da-web-mundial</feedburner:origLink></item><item><title>Entrevista com o Prof. Andre Kischinevsky – FGV</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/jvNx3qp-TYU/</link><category>Entrevistas</category><category>Andre Kischinevsky</category><category>e-commerce</category><category>entrevista</category><category>FGV</category><category>Fundação Getulio Vargas</category><category>Infnet</category><category>Marketing</category><category>Prof.</category><category>Professor</category><category>PUC-Rio</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Eris Oliveira</dc:creator><pubDate>Tue, 13 Apr 2010 17:27:24 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2123</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img style="border: 0pt none;" title="andre" src="http://promovendo.vc/arquivo/2010/04/andre.jpg" alt="" width="620" height="160" /></p>
<p>Tivemos a oportunidade de conhecer o <strong>Prof. Andre Kischinesvsky</strong> no   modulo de e-commerce na FGV, ele é <em>Pró-Reitor de Marketing do     Instituto Infnet e </em>desde 1998, é<em> professor da Fundação  Getulio   Vargas</em>. Aproveitamos para convidalo para uma entrevista ping-pong   sobre a importância de trabalhar nossas carreiras transformando a   internet em uma grande aliada. Vamos então ao que interessa.</p>
<p><span id="more-2123"></span><strong><span style="color: #ff3300;">Promovendo   – André fale um pouco da sua trajetória  profissional até a fundação do   Instituto Infnet.</span> </strong></p>
<p><strong>André &#8211; </strong>Eu fundei o Infnet junto com dois sócios, os professores   André  Antunes e Eduardo Ramos, quando éramos bastante jovens. Eu fazia   faculdade, assim como eles. Antes do Infnet, eu cheguei a empreender   (ou, pelo menos, tentar) outras vezes. Tive uma microempresa de venda de   lentes de contato e uma para importação de microondas e aspiradores de   pó. Nenhuma das duas foi bem sucedida. Mas foram divertidas! No entanto,   trabalhar com educação sempre foi um sonho nosso, e ter fundado uma   faculdade desde a estaca zero é muito gratificante.</p>
<p><img title="foto1" src="http://promovendo.vc/arquivo/2010/04/foto1.jpg" alt="" width="620" height="214" /></p>
<p>O Infnet, que hoje é uma faculdade com cerca de 1.500 alunos em 4 cursos   de graduação e mais de 10 cursos de pós-graduação, começou bem pequeno:   no quarto do meu sócio. Levamos um bocado de tempo para construir o   Infnet (que já tem 15 anos), pois não tivemos investimentos externos.   Tem sido uma experiência enriquecedora. Nesse mês, formamos a primeira   turma de graduação em Design Gráfico.</p>
<p><img title="foto2" src="http://promovendo.vc/arquivo/2010/04/foto2.jpg" alt="" width="620" height="214" /></p>
<p>Em 2010, estamos lançando mais de 10 cursos de pós-graduação, que tem   sido avaliados de forma excepcional pelos alunos e pelo mercado. Nosso   foco, no Infnet, é formar profissionais de elite em Tecnologia da   Informação e em Design Digital.</p>
<p><strong><span style="color: #ff3300;">Promovendo   – Qual a importância de incluir a internet no  planejamento da   carreira?</span> </strong></p>
<p><strong>André -</strong>A Internet é, hoje, o meio pelo qual nos mantemos em contato   com o mercado e com os demais profissionais do mercado. Boa parte de   nosso dia passamos interagindo pela Internet, seja por e-mail ou pelas   ferramentas sociais. A imagem que as pessoas tem de você pela internet   é, em muitos casos, a única imagem que as pessoas têm de você. E, quando   não a única, influencia um bocado.    Ter um site, agir corretamente das redes sociais, usar a internet a   favor de uma imagem profissional de respeito é, sem dúvida, um dos   vários fatores para o sucesso profissional. Se dificilmente o uso   correto da Internet o tornará, por si só, um bom profissional,   certamente o mal uso pode impedir seu crescimento profissional.</p>
<p><span style="color: #ff3300;"><strong>Promovendo   – Como um especialista em e-commerce, quais dicas você daria para   melhorar a “venda” da imagem de um profissional na internet?</strong></span></p>
<p><strong>André -</strong> Use as redes sociais primariamente como ferramentas de   trabalho e secundariamente como lazer. Evite colocar informações   públicas que não favoreçam sua imagem. Você não quer ser conhecido como   “engraçadinho”, logo só mande piadas para os amigos mais próximos.   Organize-se nas ferramentas para conseguir usá-las a seu favor. Evite os   jogos (particularmente ficar enviando presentes e chamados de jogos no   Facebook) e procure ajudar colegas e conhecer novos profissionais pelas   redes. Crie um bom blog, se você for especialista em uma área.  Torne seus hobbies (se eles forem bem vistos pela sociedade) em um jeito   de você se tornar mais conhecido. Tenha um currículo online impecável.   Crie um Twitter profissional, se você tiver o que dizer. Não fale mal   das outras pessoas (nem na rede, nem fora dela).</p>
<p><strong><span style="color: #ff3300;">Promovendo   – Esse planejamento de carreira deve ser veiculado à empresa que    trabalhamos? Ou deve ser independente?</span> </strong></p>
<p><strong>André &#8211; </strong>Todas as idéias que eu citei na última pergunta servem tanto   para profissionais empregados quanto consultores e profissionais   liberais. O único cuidado especial é com o currículo. Se você está   empregado, mantenha seu currículo apenas no Linked In, que não pega mal.   Se você é autônomo, consultor ou está procurando emprego, então as   idéias acima se tornam ainda mais importantes!</p>
<p><strong><span style="color: #ff3300;">Promovendo – A visibilidade on-line pode de alguma maneira   trazer reações negativas para  carreira?</span> </strong></p>
<p><strong>André &#8211; </strong>É claro, a visibilidade só é boa quando você constrói uma   boa imagem. Lembre-se que as coisas ficam na internet por muito tempo.   Você não quer, de jeito nenhum, ter informações comprometedoras (em   qualquer sentido) sobre você, na rede.</p>
<p><strong><span style="color: #ff3300;">Promovendo – Como colocar seu nome nos primeiros resultados do   Google?</span> </strong></p>
<p><strong>André -</strong> Bem, em primeiro lugar, é preciso pensar se isso é útil para   você. Quando as pessoas pesquisarem pelo seu nome, provavelmente os   primeiros resultados serão naturalmente seus (a não ser que seu nome   seja comum). O melhor é que você busque que esses resultados sejam   positivos, e não algo que denigra, como um concurso ou prova que você   não tenha passado. O melhor, é claro, é que os primeiros resultados   sejam um blog seu ou um currículo online,  sua apresentação no Facebook   ou no Linked in, ou mesmo uma entrevista online.Se você é consultor ou   profissional liberal, a coisa é um pouco mais complicada. Você vai   querer que seu nome apareça quando o público pesquisar pelo seu ramo de   atividade. Para isso, terá que investir em um site e fazer SEO (Search   Engine Optimization). Isso dá trabalho, mas pode gerar muitos novos   clientes. Há muitos sites na Internet que explicam como o SEO funciona,   assim como livros e cursos (inclusive no Instituto Infnet) a esse   respeito.</p>
<p><!--more--></p>
<div>
<p><strong>Andre   Kischinevsky</strong> é <em>Pró-Reitor de Marketing do   Instituto Infnet</em> (<span style="text-decoration: underline;"><a target="_blank" href="http://www.infnet.edu.br/">www.infnet.edu.br</a></span>).<a target="_blank" id="webProfileURL" title="View public profile" name="webProfileURL" href="http://br.linkedin.com/in/kischi"><img title="Linkedin" src="http://promovendo.vc/arquivo//2009/01/link.jpg" alt="" width="16" height="16" /></a></p>
<p>Desde 1998, é<em> professor da Fundação Getulio Vargas</em>,  onde   ministra disciplinas em diversos  MBAs. Também escreve para  diversas   publicações, como o jornal<em> O Globo </em>e o <em>Jornal do  Brasil</em>,   além de ministrar palestras em diversos  congressos.  É  co-autor do   livro  “E-Commerce”, editado pela Fundação Getulio Vargas.    Em 2002, junto com seus sócios, Andre foi agraciado  com  o título de <em>Empreendedor   Endeavor</em>,  em um concurso onde  participaram centenas de empresas   latino-americanas dos  mais diversos  segmentos. O Instituto Empreender   Endeavor é uma organização   internacional que reconhece empreendedores   que conjugam grande potencial  de  crescimento de seus negócios com   responsabilidade social.  Em maio  de 2002, recebeu o <em>prêmio</em> <em>Empreendedores   do Novo Brasil</em>,  da Revista Você S/A. Andre estudou Processamento   de Dados na  PUC-Rio, é  Gestor de Recursos Humanos pela Candido Mendes e    pós-graduado em Gestão  Empresarial.    Confira algumas fotos do Instituto <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/infnet/sets/72157621782369036/" target="_blank">aqui.</a><a target="_blank" id="webProfileURL2" title="View public    profile" name="webProfileURL" href="http://br.linkedin.com/in/kischi"> </a></p>
</div>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/promovendo/~4/jvNx3qp-TYU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Tivemos a oportunidade de conhecer o Prof. Andre Kischinesvsky no modulo de e-commerce na FGV, ele é Pró-Reitor de Marketing do Instituto Infnet e desde 1998, é professor da Fundação Getulio Vargas. Aproveitamos para convidalo para uma entrevista ping-pong sobre a importância de trabalhar nossas carreiras transformando a internet em uma grande aliada. Vamos então [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://promovendo.vc/2010/04/entrevista-com-o-prof-andre-kischinevsky-fgv/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://promovendo.vc/2010/04/entrevista-com-o-prof-andre-kischinevsky-fgv/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=entrevista-com-o-prof-andre-kischinevsky-fgv</feedburner:origLink></item><item><title>Falta de comprometimento: como transformar isto?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/promovendo/~3/TU_gFlwJT50/</link><category>Gestão</category><category>Pessoas</category><category>como transformar</category><category>Falta de comprometimento</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Eris Oliveira</dc:creator><pubDate>Sun, 04 Apr 2010 06:35:08 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://promovendo.vc/?p=2119</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2120" title="template" src="http://promovendo.vc/arquivo/2010/04/template.jpg" alt="" width="620" height="160" /></p>
<p>A falta de comprometimento se manifesta nos pequenos e grandes exemplos – nas minhas caminhadas matinais percebi de uns tempos para cá que há um número crescente de pessoas que adoram levar seus cães para passear, e que tomam seus cuidados com os dejetos caninos. Ter animais domésticos, em especial cães, é muito gostoso, mas as casas e apartamentos pequenos obrigam seus donos a levarem os bichos para suas caminhadas diárias. E, sem cuidados, os jardins, calçadas e ruas ficam perigosamente marcados com cocô de cachorro, muito desagradável de ser pisado. Agrada-me saber que as pessoas agora cuidam melhor de seus animais, contribuindo para que o ambiente seja mais limpo.</p>
<p>Isto é respeito pelos outros. Isto é comprometimento com o bem estar dos outros e com o meio ambiente.</p>
<p>Gosto de uma propaganda de automóvel, onde alguém descuidado joga lixo na rua e outro recolhe, não sem um olhar de reprovação. E é isto mesmo que precisa ser reforçado – respeito pelo próximo, respeito pelo meio ambiente. Se o cocô de cachorro é uma metáfora do que ocorre em outros níveis da sociedade, cabem as perguntas&#8230;</p>
<ul>
<li>o que      estamos jogando de nosso lixo dentro dos limites das pessoas ao nosso      redor?</li>
<li>quanta      irritação, ofensas e humilhações –      lixo –      estamos jogando em cima dos outros?</li>
<li>o que      estamos jogando de lixo nos rios, no ar ou em terrenos baldios? – é tão      mais fácil jogar entulho na rua que pagar uma remoção&#8230;?</li>
<li>o que      nossa empresa empurra de produtos defeituosos para seus clientes?</li>
<li>o que      está sendo causado de irritação com ineficazes serviços 0800 que deixam as      pessoas por 40 minutos na espera?</li>
</ul>
<p>E a lista não acaba aí!</p>
<p>Nas empresas, a falta de comprometimento se manifesta, por exemplo, com não cumprir com o combinado numa reunião, com prazos acertados, com cláusulas contratuais, com normas e procedimentos. Quem está acostumado a cumprir aquilo que prometeu geralmente sofre com pessoas que não agem com igual empenho, pelos mais variados motivos. Tem gente que é meio desligada com prazo, que não se importa muito em cumprir uma data ou horário com o qual se comprometeu. Outros fazem isto de forma intencional. Nós vivemos numa sociedade de interdependências, e o não cumprimento de uma parte implica em atrasos no projeto inteiro ou em alguém ter que <em>dar o sangue</em> para assegurar o cumprimento de um prazo final comprometido. Isto custa muito dinheiro, pois gera muito desperdício de recursos e tempo, retrabalho, descoordenação, para nem falar dos desgastes emocionais desta situação.</p>
<p>As causas desta falta de comprometimento são muitas e escapam ao espaço deste artigo, mas com certeza a forma de perceber o mundo, os valores de consumismo desenfreado, a falta de envolvimento nos processos decisórios, entre outros, são fatores que estão definindo o nulo ou baixo comprometimento. Para transformar esta dificuldade num potencial, podemos resumir&#8230; se possível, não gere <em>lixo</em>. Mas, se gerar, cuide bem dele para que o próximo não fique prejudicado. Pense bem antes de assumir um compromisso; se assumir, cumpra.</p>
<p>O respeito ao próximo é a base de tudo.</p>
<p>Fonte BOOG, Gustavo G. Falta de comprometimento: como transformar isto? [S.l.: s.n.].</p>
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