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	<title>Prontofalei | Direção de Arte, Publicidade, Ações Promocionais e Marketing</title>
	
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	<description>O Prontofalei é um blog que discute tudo isso. Com o objetivo de se tornar referência no Nordeste, o Prontofalei tem buscado primeiramente excelência editorial. O blog faz parte da Rede Influxo.org de blogs, onde todos tem o mesmo objetivo: trazer o melhor conteúdo para o leitor.</description>
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		<title>Burj Dubai – O primeiro “Branded Hotel” ?</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2010/01/04/burj-dubai-o-primeiro-branded-hotel/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 20:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Que Dubai é megalomaníaca todo mundo sabe, mas de onde vem tanta sede de fazer cada vez mais prédios superluxuosos com 120 andares e 800 metros de altura? De onde vem tanto dinheiro? Sugiro que você visite este site e fique maravilhado com as fotos da construção dos mais novo empreendimento: o Burj Dubai.
É impressionante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2010/01/Burj20Dubai20Tower201-full.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1319" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2010/01/Burj20Dubai20Tower201-mini.jpg" alt="Mini Dubai" width="153" height="203" /></a>Que Dubai é megalomaníaca todo mundo sabe, mas de onde vem tanta sede de fazer cada vez mais prédios superluxuosos com 120 andares e 800 metros de altura? De onde vem tanto dinheiro? Sugiro que você visite <a href="http://www.dubai-architecture.info/DUB-004.htm" target="_blank">este site</a> e fique maravilhado com as fotos da construção dos mais novo empreendimento: o Burj Dubai.</p>
<p>É impressionante ver como Dubai é um canteiro de obras eterno, não para de construir nunca. Percebam a quantidade de toldos, máquinas, áreas sendo terraplanadas e elevadores nas fotos ao redor do Burj. A arquitetura inovadora é de encher os olhos. Os vidros com o tratamento reflexivo e os detalhes em aço fazem com que você não acredite que um dia isso só era possível em imagens 3D.</p>
<p>Mas o que me chamou atenção em tudo isso foi <strong>este parágrafo:</strong></p>
<blockquote>
<h3><strong><em>[...] The interior will be decorated by Giorgio Armani. An Armani Hotel (the first of its kind) will occupy the lower 37 floors. [...]</em></strong></h3>
</blockquote>
<p><a href="http://www.armanihotels.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1324" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2010/01/Armani-Hotel.jpg" alt="Armani Hotel" width="420" height="128" /></a></p>
<p>A Giorgio Armani ficará responsável pela decoração de todo o complexo e irá trazer uma inovação para a marca: <strong>o Armani Hotel </strong>- Ele irá ocupar os 37 andares iniciais do Burj e será o primeiro em que uma marca de roupas entrará no ramo hoteleiro, adicionando todos os valores já conhecidos pela tradicional marca, a este novo mercado.</p>
<p>Uma tendência interessantíssima para um segmento que veio perdendo um pouco da força após a crise dos EUA. Cada vez mais é possível ver que as marcas estão associando os seus valores à itens totalmente diferentes do mercado onde ela já atua como uma extensão da marca, tornando a abertura deste novo negócio muito mais fácil e tendo mais uma frente de lucro.</p>
<p>Quem inicialmente é levado a pensar que o Armani Hotel, por ser um hotel novo e sem experiência de mercado, pode oferecer um serviço <strong>não tão bom e ter preços similares</strong> ao <a href="http://www.fivestaralliance.com/luxury-hotels/dubai/burj-al-arab" target="_blank">Burj Al Arab</a> ou <a href="http://www.fivestaralliance.com/luxury-hotels/dubai/jumeirah-emirates-towers" target="_blank">Jumeirah Emirates Towers</a>, players com muito mais tempo de mercado, 5 estrelas e renome internacional?</p>
<p>Os valores da marca Armani (no segmento roupas/alta costura) já estão tão associados na mente dos consumidores a <strong>luxo, atendimento excelente, qualidade, exclusividade e superioridade</strong>, que mesmo sem experiência vai ser possível entrar na disputa de clientes de uma maneira mais &#8220;tranquila&#8221;, diga-se de passagem, pois o mercado de Dubai não deve ser NADA fácil. Esta aí um diferencial competitivo. <strong>Ponto para Giorgio!</strong></p>
<p>A assessoria de imprensa da marca já anunciou a inaguração de mais 6 unidades do Armani Hotel em: Milão, Marrakech, Nova York, Tóquio, Xangai e Londres.</p>
<p><a href="http://www.trumpintl.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1325" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2010/01/Trump-Tower.jpg" alt="Trump Tower" width="420" height="144" /></a></p>
<p>Um outro exemplo interessante são as <a href="http://www.trumplv.com/" target="_blank">Trump Towers</a>, do <em>megamultihiper</em> milionário <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Donald_Trump" target="_blank">Donald Trump</a>, um empresário de sucesso que tem como marca o seu próprio nome. O branding construido em torno da marca Trump foi tão forte, que uma sala em um dos seus prédios comerciais em Nova York <strong>pode custar até 80%  a mais em relação a do prédio vizinho</strong> e  mesmo assim as pessoas estão dispostas a pagar por isso. <strong>Ter a sede de sua empresa em uma Trump Tower jamais terá o mesmo significado de tê-la no Commercial Office NY. Posicionamento é tudo.</strong></p>
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		<item>
		<title>VisaNet agora é Cielo – Branding e Manual de Marca</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/12/28/visanet-agora-e-cielo-branding-e-manual-de-marca/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 20:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Identidade Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Visanet agora é Cielo. No momento em que eu assisti pela primeira vez me veio logo a seguinte dúvida: &#8220;Como assim? Nossos cartões Visa agora se chamam Cielo? A Visa enlouqueceu? Por que mudar o nome justo agora com uma marca tão bem construída?&#8221;
Mas, pesquisando um pouco, achei esse post da Época Negócios: 
[...] Visanet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xoBdG2O4mgw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/xoBdG2O4mgw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"></embed></object></p>
<p>Visanet agora é Cielo. No momento em que eu assisti pela primeira vez me veio logo a seguinte dúvida: <strong>&#8220;Como assim? Nossos cartões Visa agora se chamam Cielo? A Visa enlouqueceu? Por que mudar o nome justo agora com uma marca tão bem construída?&#8221;</strong></p>
<p>Mas, pesquisando um pouco, achei esse post da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI103866-16355,00-VISANET+AGORA+E+CIELO.html" target="_blank">Época Negócios: </a></p>
<blockquote><p><em>[...]</em><strong><em> Visanet</em></strong><em>, maior empresa do setor de </em><strong><em>meios eletrônicos </em></strong><em>de </em><strong><em>pagamento </em></strong><em>no país, apresentou nesta terça-feira (10/11) um </em><strong><em>novo nome</em></strong><em> para companhia: </em><strong><em>Cielo</em></strong><em>.[...] A Visanet precisou adotar um novo nome, porque em junho de 2010 expira o </em><strong><em>contrato de exclusividade mútua que a empresa mantém com a Visa.</em></strong><em> O fim da exclusividade permitirá que a companhia processe transações com cartões de outras bandeiras, como Mastercard, American Express e Diners. Por outro lado, sua principal concorrente, a Redecard, também poderá passar a realizar transações com os cartões Visa.</em></p></blockquote>
<p>Depois entendi que a VisaNet era uma espécie de &#8220;administradora&#8221; da marca Visa no Brasil e que ela é quem gerenciava os estabelecimentos que aceitavam Visa, dava suporte e a infraestrutura necessária às empresas para adotarem a bandeira, enfim, a VisaNet tinha esse nome por que nasceu já com um contrato de exclusividade para a marca, mas que a partir de agora poderia trabalhar com outras bandeiras. Realmente não fazia sentido ser VisaNet e trabalhar com a MasterCard.</p>
<p><a href="http://www.tornarpossivel.com.br/Pages/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1309" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/12/hotsitecielonovo.jpg" alt="Hotsite Cielo - Nova marca" width="425" height="216" /></a></p>
<p>Entendido isso, resolvi entrar no <a href="http://www.tornarpossivel.com.br/Pages/" target="_blank">tornarpossivel.com.br</a>, hotsite criado especialmente para falar sobre a marca Cielo. O que eu acho interessantíssimo da iniciativa é que poucas empresas criam um espaço destindo a explicar valores da marca, pilares, promessas e identidade visual. Assim que ví isso, sabia que podia render um post.</p>
<p>No hotsite é possível entender qual o posicionamento que a marca quer construir com essa mudança de nome e com sua nova identidade visual, tudo isso justificado e defendido através do conceito escolhido:<strong> <em>Cielo &#8211; Céu em Italiano &#8211; Valores: amplidão, abrangência, infinitude, transparência, poder, fluidez e satisfação</em></strong><em>.</em></p>
<p>Também é possível <a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/12/cielo_guia_simp.pdf" target="_blank">baixar o manual de identidade visual simplificado</a>, contendo os usos corretos da marca, tipologia e paleta de cores <strong>(atenção diretores de arte!)</strong> e também a <a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/12/BF_download.pdf" target="_blank">apresentação/defesa do conceito da nova marca</a>. Para fazer o download por aqui é só clicar nos links.</p>
<p>Deixo a dica como referência não só para nós, diretores de arte, mas também para planejadores, mídias, redatores, enfim, todos que trabalham na área. Vale a pena baixar os pdfs e lê-los com carinho. São bem simples, mas objetivos e explicam o que precisa ser explicado.</p>
<p>A criação da nova identidade visual e posicionamento é da <a href="http://www.futurebrand.com.br/" target="_blank">FutureBrand</a>, e a conta publicitária é da <a href="http://yrbrasil.com.br/2009/" target="_blank">Y&amp;R</a>.</p>
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		<title>Parada rápida!</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/10/26/parada-rapida/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 10:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Opa meu povo, tudo bem? Pois é, o blog precisou fazer uma parada rápida. Muita coisa aconteceu nesses últimos dias/semanas, trabalhos, jobs, vida social e afins.
Mas estamos de volta. A todo vapor   Welcome.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Opa meu povo, tudo bem? Pois é, o blog precisou fazer uma parada rápida. Muita coisa aconteceu nesses últimos dias/semanas, trabalhos, jobs, vida social e afins.</p>
<p>Mas estamos de volta. A todo vapor <img src='http://influxo.org/prontofalei/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Welcome.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Banco do Brasil lança campanha com fotos do Flickr</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/10/09/banco-do-brasil-lanca-campanha-com-fotos-do-flickr/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 17:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha]]></category>
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		<description><![CDATA[
O Banco do Brasil vai lançar uma campanha com o slogan &#8220;Faz diferença ter um banco que é do Brasil&#8221;. Quem seriam os melhores personagens para a campanha? Os brasileiros, claro. Mas colocar brasileiros sorrindo eles já fazem, e agora? Como se diferenciar?
Simplesmente crie um grupo no Flickr intitulado de &#8220;Imagens do Brasil&#8221;, estimule que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/10/Imagem3.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1290" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/10/Imagem3.png" alt="BB do Brasil" width="420" height="220" /></a></p>
<p>O Banco do Brasil vai lançar uma campanha com o slogan <strong>&#8220;Faz diferença ter um banco que é do Brasil&#8221;.</strong> Quem seriam os melhores personagens para a campanha? Os brasileiros, claro. Mas colocar brasileiros sorrindo eles já fazem, e agora? Como se diferenciar?</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/groups/imagensdobrasil" target="_blank">Simplesmente crie um grupo no Flickr intitulado de &#8220;Imagens do Brasil&#8221;</a>, estimule que os próprios brasileiros retratem este Brasil e dê a eles a chance de ter uma foto sua usada em todas as peças da campanha publicitária (<em>ah, e pague-os para poder utilizar as fotos</em>).</p>
<p>Um insight simples, mas que consegue gerar uma identificação e aproximação fortíssima com a marca. <strong>É o Brasil representado por pessoas e não por consumidores, no sentido quadrado e mecânico da palavra.</strong> Sem falar que a ideia de utilizar redes sociais para construir uma campanha é totalmente pertinente ao conceito utilizado no slogan e ao posicionamento &#8220;todo seu&#8221; adotado pela marca.</p>
<h4><a href="http://www.flickr.com/photos/bolivar-trindade/1010030679/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1292" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/10/Imagem6.png" alt="BB Foto do Brasil - Bolívar" width="420" height="183" /><br />
(Veja a foto original aqui)</a></h4>
<p>As fotos selecionadas fazem parte de toda comunicação e o fotógrafo, mesmo tendo vendido a foto para a agência, <strong>recebe o crédito em cada anúncio (o nome e o link da foto</strong><strong>)</strong>, um detalhe bem pensado na execução.</p>
<p>A estratégia inédita foi desenvolvida pela agência Master Comunicação e visa reforçar os atributos de proximidade e brasilidade presentes na marca Banco do Brasil. Para Flavio Waiteman, vice-presidente Nacional, o uso das redes sociais mostra que o Banco do Brasil buscou um canal interativo para gerar negócios e atrair novos clientes. &#8220;As redes sociais são cada dia mais populares entre os brasileiros. O Flickr, por exemplo, possui uma postagem de mais de 500 mil imagens e é acessado por um público que interessa ao Banco&#8221;.</p>
<p>É, parece que as redes sociais chegaram de vez pelo país. Ah, se você gostou desse caso, você também vai gostar de saber como uma <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/12/04/como-uma-foto-comum-do-flickr-foi-parar-no-homem-de-ferro/" target="_blank">foto postada no Flickr foi parar no pôster de divulgação do filme &#8220;Homem de Ferro&#8221;. </a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Promova, a nova ferramenta do Orkut.</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/10/07/promova-a-nova-ferramenta-do-orkut/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 01:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discussões]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não sei se algumas pessoas já notaram em seus perfis, mas o Orkut lançou no dia 24 de Setembro o seu mais novo aplicativo, o &#8220;Promova&#8221;. Ele tem como objetivo divulgar eventos, vídeos e fotos através de sua rede de contatos, o que é muito bom, pois quando você cria uma promoção, são seus  amigos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/10/okutlogo.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1273" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/10/okutlogo.png" alt="Orkut Logo" width="440" height="90" /></a></p>
<p>Não sei se algumas pessoas já notaram em seus perfis, mas o Orkut lançou no dia 24 de Setembro o seu mais novo aplicativo, o <strong>&#8220;Promova&#8221;</strong>. Ele tem como objetivo divulgar eventos, vídeos e fotos através de sua rede de contatos, o que é muito bom, pois quando você cria uma promoção, são seus  amigos que podem fazer com que ela ganhe proporções que vão muito além do que você espera.</p>
<p>Com certeza em pouco tempo as agências começarão a utilizar este novo aplicativo para divulgação de campanhas publicitárias, porém elas precisam ser feitas da forma correta, já que o usuário é quem decide se a mensagem será retransmitida ou não. Um aspecto que reforça o uso desta ferramenta em campanhas publicitárias é o fato dela<strong> fornecer estatísticas</strong> das promocões criadas, seja o número de visualizações, cliques ou indicações dos seus amigos <em>(audiência atingida).</em></p>
<p>Para criar sua promoção, basta clicar no &#8220;promova&#8221; localizado abaixo da sua foto e escrever as informações necessárias. Por enquanto só é possível utilizar texto, vídeo ou foto. A promoção que você criou é mostrada a seus amigos no lugar do &#8220;antigo&#8221; box de publicidade.</p>
<p>Mas um aspecto me chamou atenção: <em>Por que o Google aproveitou um box destinado a publicidade, até então única forma de gerar receita para o site, e colocou no mesmo espaço as promocões feitas pelos amigos, que é gratuita?</em></p>
<p><object width="420" height="235"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KWKUwc6Mqec&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="235" src="http://www.youtube.com/v/KWKUwc6Mqec&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"></embed></object></p>
<p>Fazendo uma rápida pesquisa no Google é possível encontrar a resposta: <strong>os usuários da rede social não receberam bem a ideia de um box de publicidade ocupar o antigo espaço destinado a mostrar os seus amigos</strong>. Ao digitar <a href="http://www.google.com/search?client=safari&amp;rls=en&amp;q=publicidade+no+orkut+como+tirar&amp;ie=UTF-8&amp;oe=UTF-8" target="_blank">&#8220;publicidade no orkut como tirar&#8221;</a> é possível encontrar mais de <strong>300.000 referências com tutoriais de como retirar o famoso box.</strong></p>
<p><a href="http://www.google.com/support/orkut/bin/search.py?hl=pt-BR&amp;forum=1&amp;query=tiar+publicidade+more%3Aforum" target="_blank">A insatisfação foi tão grande por parte dos consumidores</a>, que consideraram o espaço como uma forma abusiva de chamar atenção, que o Orkut providenciou rapidamente uma solução alternativa, porém o box ainda continua presente e parmence intercalando banners e promocões</p>
<p>Isto prova o que muitos especialistas em mídia social já vem defendendo a algum tempo: <strong>cuidado ao expor sua marca na internet. Da mesma fora que ela aproxima os consumidores e eles elogiam o seu serviço, ela também abre espaço para crítica e a sua disseminação é 3x mais intensa.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pizza Hut: quando as vendas não terminam em pizzas.</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/09/17/pizza-hut-quando-as-vendas-nao-terminam-em-pizzas/</link>
		<comments>http://influxo.org/prontofalei/2009/09/17/pizza-hut-quando-as-vendas-nao-terminam-em-pizzas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Discussões]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram mais de 200 mil pizzas vendidas somente no primeiro semestre de 2009, cerca de 100 novos funcionários contratados, investimento de R$ 500 mil para formar novos chefs de cozinha, recordes históricos de vendas em 8 dos 14 restaurantes paulistas. Esses são apenas alguns dados que mostram o sucesso de uma empresa adaptada ao mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram mais de 200 mil pizzas vendidas somente no primeiro semestre de 2009, cerca de 100 novos funcionários contratados, investimento de R$ 500 mil para formar novos chefs de cozinha, recordes históricos de vendas em 8 dos 14 restaurantes paulistas. Esses são apenas alguns dados que mostram o sucesso de uma empresa adaptada ao mercado no qual atua.</p>
<p>Referencial de qualidade e diversão, a Pizza Hut, há cerca de 2 anos, vem trabalhando na grande São Paulo suas estratégias de forma diferenciada, segmentando o atendimento em três vertentes – delivery, restaurante e praça de alimentação –, por acreditar que cada cliente tem escolhas próprias em cada um dos espaços. O consumidor do restaurante, por exemplo, vai em busca de diversão enquanto que o do delivery busca conveniência. Já o da praça opta pelos dois: conveniência e diversão.</p>
<p>A partir dessa separação dos canais ouvindo seus clientes, grande parte com idade entre 12 a 17 anos, e criando linhas de comunicação específicas, o resultado foi bastante satisfatório, atingindo um aumento de frequentadores nos restaurantes (20%), delivery (22%) e praça de alimentação (21%).</p>
<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/almococard.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1249" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/almococard.jpg" alt="Almoço Hut" width="420" height="156" /></a></p>
<p>As inovações não param por aqui, pois a rede continua investindo em seus serviços seja através de cardápios diferenciados no almoço e no jantar, seja através do lançamento de novos pratos com entradas variadas ou pela criação do programa de fidelização para restaurantes, o Cartão Clube Pizza Hut. Somente o &#8220;Almoço na Medida&#8221;, refeição completa com entrada, bebida e prato principal por apenas R$ 17,90 conseguiu atingir um aumento de 30% das vendas nesse horário. Aquele lugar que só vendia pizzas passou a ter talharim, saladinhas, spaghetti, medalhões de salmão, mousse de chocolate e até cafezinho de graça se pagar a conta no Mastercard.</p>
<p>Em relação aos cartões de fidelidade, eles não oferecem apenas descontos especiais de 40% e uma pizza grande grátis, mas uma série de informações sobre os perfis dos clientes da cidade. Com um investimento de R$ 1,5 milhão, a Pizza Hut buscar atingir até o final deste ano uma média de 45 mil associados. Através de tecnologia com sistema smart, a empresa consegue entender melhor seus consumidores, fazer um mapeamento de consumo de cada cliente como também saber diversas informações sobre data de aniversário, quantidade de visitas no restaurante, interrupção de frequências, entre outras.</p>
<p>Segundo Reynaldo Zani, gerente Geral da IRB/Pizza Hut SP, cerca de 1.500 pessoas por mês adquirem os cartões e já existem projetos para expansão através da venda em outros canais como no delivery e até o surgimento da função de recarga on-line.</p>
<p>Pontos fortes do produto? Vários. Qualidade, estrutura, preço bom, localização, produto diferenciado, global brand, ofertas especiais. Para os concorrentes: aqui se lança um bom desafio. Minhas dicas: aposte no bom atendimento e na tradição da pizza a la Brasil.  Se preferir, pode abrir uma franquia que custa entre 270 mil dólares a 1 milhão e 400 mil dólares. Mangia che te fa bene!</p>
<blockquote><p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/thumbmarca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1243" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/thumbmarca.jpg" alt="Pizza Hut para The Hut" width="368" height="186" /></a></p>
<p>No mês de maio a Pizza Hut modificou sua marca passando a ser “The Hut”.  A mudança veio para modernizar a empresa, explorar a expressão já utilizada pelos americanos e tentar aumentar as vendas em épocas de crises, quando as pessoas estão deixando de sair para comer em restaurantes. A novidade, por enquanto, ainda não chegou ao mercado brasileiro.</p></blockquote>
<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/Image1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1259" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/Image1.jpg" alt="André Chaves Almeida" width="120" height="128" /></a>André Chaves é diretor de arte e young planner. Aluno da UNIT (6° período), já trabalhou na Insight Propaganda e atualmente está na Comunicação UP. <a href="http://twitter.com/andrechavess" target="_blank">Twitter</a> / <a href="mailto:andrechaves_@hotmail.com" target="_blank">E-mail</a></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Especial Ensecom – Entrevista com José Carlos Veronezzi</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/09/16/especial-ensecom-entrevista-com-jose-carlos-veronezzi/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 17:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguindo a série Especial Ensecom, o entrevistado de hoje é José Carlos Veronezzi, autor do livro Mídia de A a Z. Ele também foi ganhador do Prêmio de Mídia Gazeta Mercantil, Estadão e hoje faz parte da Diretoria do IVC e Abipeme, além de manter o Midianet, site com informações para auxiliar os planejamentos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/Imagem5.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1212" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/Imagem5-150x150.png" alt="Imagem5" width="150" height="150" /></a>Seguindo a série Especial Ensecom, o entrevistado de hoje é José Carlos Veronezzi, autor do livro <a href="http://www.gasseditora.com.br/catalogo/midiaaaz/" target="_blank">Mídia de A a Z.</a> Ele também foi ganhador do Prêmio de Mídia Gazeta Mercantil, Estadão e hoje faz parte da Diretoria do IVC e Abipeme, além de manter o <a href="http://www.midianet.net" target="_blank">Midianet</a>, site com informações para auxiliar os planejamentos de mídia.</p>
<p><strong>1) Como é trabalhar, em sua visão, em um mercado que não dispõe de pesquisa de mídia e é preciso ter um feeling e confiar em veículos na criação de estratégias?</strong><br />
Não é o ideal, claro, e deve ser um pouco frustrante. Mas é importante lutar para conseguir que o mercado local – agências, anunciantes e veículos &#8211; se cotize a fim de realizar pelo menos algumas pesquisas anuais.</p>
<p><strong>2) Apesar de estar em um processo lento de popularização, a TV Digital já é uma realidade para o Brasil. Em breve deixaremos de ter somente os formatos padrão, como de 30&#8243; e 60&#8243;, e passaremos a ter anúncios que interagem com o consumidor.  Você crê que a Publicidade se tornará invasiva, ou as agências conseguirão transformar publicidade em conteúdo de interesse para o usuário?</strong><br />
A futura interatividade que a TV digital vai proporcionar não será invasiva porque o público é que decidirá se quer responder ou não, ao contrário do excesso de testemunhais de apresentadores/as que “invadem” os programas com uma infinidade de comerciais ao vivo, não sobrando muito tempo para o conteúdo do próprio programa.</p>
<p><strong>3) Elaborar estratégias específicas para internet, hoje, é fundamental para qualquer plano de comunicação de uma campanha. É necessário que haja uma integração entre TV e Internet, ou ambas podem ter direcionamentos diferentes e atingirem um mesmo target?</strong> Cada caso deve ser tratado como&#8230; cada caso. E eu não concordo que qualquer plano de comunicação precise de internet. Principalmente no caso em que se usa televisão, que é o meio que dá a maior cobertura de público e tem a maior abrangência, tanto geograficamente falando, como em termos de públicos diferentes que consegue atingir.</p>
<p><strong>4) Ainda falando em internet, qual a sua leitura sobre campanhas 100% online? Elas serão uma realidade para o futuro?</strong><br />
Dependendo de vários fatores, ligados ao produto, objetivos de marketing do anunciante, objetivo de comunicação, público a ser atingido etc., etc., hoje já pode ser mais adequado e rentável utilizar apenas internet. E claro que para outros casos, não. O que aos poucos já está acontecendo, a medida que aumenta a participação de banda larga entre os</p>
<p>internautas, é uma maior utilização de comerciais em sites que usam recursos de TV e vídeo.</p>
<p><img src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/SELOENSECOM.jpg" alt="" width="420" height="111" /></p>
<p><strong>5) Levando em consideração o avanço e diversificação dos meios tanto na área online quanto na offline, o mídia passou ou assumiu um papel mais criativo no processo de criação na agência. Com o aumento no número veículos e possibilidades, com as mídias sociais em evidência, ações de guerrilha e com a convergência dos meios, quais dicas você pode dar para o novo comportamento desse profissional?</strong><br />
Eu diria que com a importância e a diversificação dos meios, aconteceu o que McLuhan predisse em 1964, “O meio é a mensagem”, ou seja, cada vez mais o pessoal de criação precisa se interar com o mídia da agência para conhecer melhor as características intrínsecas e de conteúdo dos meios e veículos que serão usados em determinada campanha, para que eles possam criar peças mais adequadas aos meios e veículos que serão utilizados. E vice-versa. E neste vice-versa, obviamente é o mídia que passa a desempenhar um papel mais ligado com os aspectos criativos que a escolha dos meios e veículos deve ter.</p>
<h2 style="padding-top: 10px;padding-right: 0px;padding-bottom: 10px;padding-left: 0px;font-size: 28px;line-height: 30px;margin: 0px"><span style="color: #800000"><strong>Resultado &#8211; 1º Sorteio Ensecom</strong></span></h2>
<p>Conforme foi dito no post anterior, o resultado seria revelado hoje 16/09/09. Pedi para Marcelo escolher um número de 1 a 17, ele escreveu 8 e olhamos na lista da tag <a href="http://twitter.com/#search?q=%23ensecom" target="_blank">#ENSECOM</a> as pessoas que retwitaram o link.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://img43.imageshack.us/img43/656/resultadow.jpg" alt="" width="420" height="338" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://img29.imageshack.us/img29/250/resultado3.jpg" alt="" width="420" height="302" /></p>
<p>E o ganhador é: <a href="http://twitter.com/vitortwitando" target="_blank">@vitortwitando</a></p>
<p>Parabéns ao ganhador! Tenho certeza que você irá gostar bastante do Ensecom 2009. Para saber como retirar o seu prêmio, envie um e-mail  através do formulário de <a href="http://influxo.org/prontofalei/contato/" target="_blank">Contato</a> do blog contendo: <strong> nome completo, instituição de ensino, identidade e CPF. O email será encaminhado para a organização do evento que entrará em contato assim que forem recebidos os dados.<br />
</strong></p>
<h2 style="font-size: 28px;padding-top: 10px;padding-right: 0px;padding-bottom: 10px;padding-left: 0px;line-height: 30px;margin: 0px"><span style="color: #800000"><strong>2º Sorteio Ensecom</strong></span></h2>
<p>Ainda temos <strong>mais uma inscrição.</strong> Para participar já sabem, poste no seu twitter o texto abaixo e concorra a uma inscrição no Ensecom 2009</p>
<blockquote><p>RT @galilas Especial Ensecom #02 &#8211; Entrevista com José Carlos Veronezzi e Resultado do 1º Sorteio &#8211; http://migre.me/76tS #ENSECOM</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Já foi o tempo em que éramos apenas consumidores</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/09/16/nao-somos-apenas-consumidores/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 13:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discussões]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o crescimento das redes sociais no mundo inteiro, já não é mais novidade que estas mídias são as maiores aliadas das empresas na hora de fazer ações de promoção e comunicação de determinado produto ou serviço na internet.
Cada vez mais as elas vem entendendo o conceito do que é construção colaborativa e que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescimento das redes sociais no mundo inteiro, já não é mais novidade que estas mídias são as maiores aliadas das empresas na hora de fazer ações de promoção e comunicação de determinado produto ou serviço na internet.</p>
<p>Cada vez mais as elas vem entendendo o conceito do que é construção colaborativa e que os próprios usuários/consumidores são os primeiros interessados em divulgar informações sobre o seu produto, são os primeiros a tirarem fotos e a publicarem resenhas. <strong>Este novo consumidor faz a campanha de sua empresa e consegue influenciar  muito mais do que qualquer outdoor ou anúncio de jornal. No momento em que ele fala, é a opinião pura e simples, sem intereferências de cliente ou agência, é a opinião sensata no qual o consumidor final se identifica.</strong></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VQ3d3KigPQM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/VQ3d3KigPQM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"></embed></object><br />
<strong><br />
</strong></p>
<p>Quando uma agência tem a consciência e percepção desse novo tipo de consumidor e sabe exatamente como lidar com este público, ela é capaz de influenciar cada vez mais &#8220;pessoas comuns&#8221; e transformá-las em evangelistas de marcas ao monitorar o que vem sendo dito nestes meios e ao solucionar problemas/efetuar melhorias no que está sendo questionado.</p>
<p>Um outro ponto importante é que as midias sociais também são tidas como a forma mais próxima de contato entre uma marca e o consumidor. Então, por que não aproveitar deste contato e fazer com que esse mesmo consumidor que divulga e defende a sua marca espontaneamente, seja o protagonista de uma campanha? Que ele seja convidado para ver uma campanha antes de todo mundo? Não há nada mais prazeroso do que saber que você que ama determinado produto, foi convidado para estar envolvido na criação de uma campanha ou que a sua opinião fez com que algumas características fossem alteradas.</p>
<p>E foi assim que Oprah Winfrey obteve sucesso no maior flashmob do mundo em uma única cidade. Através da <a href="http://www.oprah.com/index" target="_blank">página do seu programa</a>, <a href="http://twitter.com/oprah" target="_blank">seu twitter</a> e <a href="http://www.facebook.com/search/?q=oprah+winfrey&amp;init=quick#/oprahwinfreyshow?ref=search&amp;sid=576237962.3695588875..1" target="_blank">em seu perfil no Facebook</a>, a apresentadora convidou os seus fãs a comparecerem no show de abertura da sua nova temporada <em>(vigésima quarta, by the way)</em>. Mas não era um show comum. Estas pessoas iriam ensaiar uma coreografia para a música <em>I Gotta a Feeling</em> do Black Eyed Peas para ser dançada no dia do show.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Pxt_I-gRYFc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Pxt_I-gRYFc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"></embed></object></p>
<p>O resultado? Nada mais nada menos do que 21 mil pessoas dançando ao mesmo tempo, coreografadas e sincronizadas, <a href="//www.google.com/search?hl=pt-BR&amp;client=safari&amp;rls=en&amp;q=flashmob+%2B+oprah+24th+season&amp;btnG=Pesquisar&amp;lr=)" target="_blank">um video no Youtube</a> registrando o acontecimento com <strong>5.707.50 milhões de exibiçõe</strong><strong>s</strong>, mídia espontânea  e, mais uma vez, espectadores apaixonados pelo programa e pela apresentadora, ou seja, pela marca.</p>
<p>O custo disso? Não deve ter saído metade do que seria gasto em inserções de 30&#8243; durante todo o mês nos principais veículos americanos. <strong>Fazer parte do cotidiano das pessoas não tem preço. 21 mil pessoas dançando de graça para o seu programa também não.</strong></p>
<p><em>Post inspirado pelo <a href="http://30segundos.com.br/772/o-maior-flashmob-do-mundo/" target="_blank">30segundos</a>, do meu amigo Matheus.</em><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estágio em Publicidade – GBarbosa</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/09/15/estagio-em-publicidade-gbarbosa/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 20:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Preparem seus portfólios, currículos e mandem ver:

Estamos abrindo duas vagas para estagio no setor de Publicidade, um para o turno da manhã e outro no turno da tarde. O foco principal são para os interessados em Marketing de Varejo e a força dos seus impressos promocionais (Tablóides e lâminas), os escolhidos terão muito contato com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preparem seus portfólios, currículos e mandem ver:</p>
<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/gbarbosathumb.jpg"><img class="size-full wp-image-1204 alignnone" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/gbarbosathumb.jpg" alt="gbarbosathumb" width="420" height="171" /></a></p>
<blockquote><p><em>Estamos abrindo <strong>duas vagas para estagio no setor de Publicidade</strong>, um para o turno da manhã e outro no turno da tarde. O foco principal são para os interessados em Marketing de Varejo e a força dos seus impressos promocionais (Tablóides e lâminas), os escolhidos terão muito contato com as noções de marketing de varejo, definição de preços, e estratégias comerciais de acordo com a sazonalidade.</p>
<p>É importante que os interessados saibam que inicialmente eles não terão contato com Planejamento de Campanhas e planejamento de mídia. A media salarial é de 600,00 incluindo os benefícios.</p>
<p><strong>Interessados mandar e-mail para deborah.sa@gbarbosa.com.br</strong></em></p></blockquote>
<p><em>Dica do<a href="http://www.twitter.com/galilas"> @leoroeder</a> pelo MSN. Valeu Léo.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Especial Ensecom – Entrevista com Paula Lagrotta</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2009/09/11/especial-ensecom-entrevista-com-paula-lagrotta/</link>
		<comments>http://influxo.org/prontofalei/2009/09/11/especial-ensecom-entrevista-com-paula-lagrotta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 17:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>galileu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembram da parceria que comentei no twitter entre Ensecom e Prontofalei? Pois é, começa hoje o Especial Ensecom com entrevistas exclusivas de alguns dos palestrantes do evento. A profissional de hoje é Paula Lagrotta, Diretora de Planejamento da Quê Comunicação do Rio de Janeiro. Não vou falar muito para não me estender, mas espero que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembram da parceria que comentei no <a href="http://www.twitter.com/galilas">twitter</a> entre Ensecom e Prontofalei? Pois é, começa hoje o <strong>Especial Ensecom </strong>com entrevistas exclusivas de alguns dos palestrantes do evento. A profissional de hoje é <strong>Paula Lagrotta, Diretora de Planejamento da Quê Comunicação do Rio de Janeiro</strong>. Não vou falar muito para não me estender, mas espero que gostem da entrevista.</p>
<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/SELOENSECOM.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1179" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/SELOENSECOM.jpg" alt="SELOENSECOM" width="420" height="111" /></a></p>
<p><strong>1- Conte nos um pouco sobre sua trajetória profissional. Como chegou até aqui?</strong></p>
<p>Eu comecei a trabalhar em propaganda bastante cedo. Meu pai é da área de comunicação, sempre trabalhou com Relações Públicas e Propaganda. E por influência (e ajuda até!) dele, eu comecei a estagiar na primeira agência que trabalhei, com 19 anos. Era a Pubblicità &amp; Esquire, uma agência com sede no Rio, mas com escritórios importantes em São Paulo, Brasília e Porto Alegre também. Fiquei lá 5 anos, na área de Atendimento.</p>
<p>Tive grandes e queridos chefes, como o Hugo Santos, a Laís Chamma e o Roberto Bahiense. E atendi contas muito legais como a American Cyanamid, Rede Autorizada Volkswagen e a Embratur (mercado internacional). Foi difícil cortar esse cordão umbilical, mas em 97 fui para a VS dos queridos Lula Vieira e Valdir Siqueira. Fui atender uma conta muito especial: o Jornal O Dia. Um jornal popular, do Rio de Janeiro, que na época era uma das maiores circulações do país. O ritmo era muito acelerado. Uma campanha atrás da outra.</p>
<p>Além disso, minha passagem pela VS revelou um dos meus ídolos na propaganda: o Lula Vieira. Ele é, na minha opinião, um dos maiores apresentadores de campanha de todos os tempos. Isso, só para não ficar no comentário óbvio de que o Lula é um dos maiores criativos da história da propaganda brasileira. Ainda me pego pensando em como ele começaria uma apresentação quando preparo as minhas. Depois de um tempo, recebi o convite para trabalhar em São Paulo, com a Christina Carvalho Pinto, que tinha acabado de abrir a Full Jazz. Fui para lá atender o grupo de contas da Lacta (bombom Sonho de Valsa), Brinquedos Estrela e Shopping Eldorado. E nessa época, incentivada pela Christina, comecei a me envolver com o Planejamento. Fiz minhas primeiras incursões na área trabalhando para produtos de consumo (característica marcante do mercado paulista). Como a Full Jazz era uma agência bastante nova, a atividade de novos negócios era intensa, tudo isso possibilitou muita prática em apresentações e reflexões estratégicas.</p>
<p>Voltei para o Rio de Janeiro aproveitando uma proposta para dirigir um grupo de atendimento e planejamento na Fischer. Durante minha passagem por lá, comecei a trabalhar num projeto que possivelmente é um dos maiores orgulhos da minha trajetória profissional: a telefonia celular. O ano era 99 e o Sistema Telebrás havia sido privatizado. Participei da implementação da Telefônica Celular no Brasil, nos mercados do Rio, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Bahia e Sergipe.</p>
<p>E, após três anos, fui convidada, junto com o Flavio Cordeiro e o Andre Pedroso, meus companheiros de Fischer e diretores de mídia e de criação, respectivamente, a reposicionar a operação da Young &amp; Rubicam no Rio de Janeiro, sob o nome de Ad Hoc Y&amp;R, cujo principal cliente era a Telefônica Celular (que fazia parte do Grupo Telefónica, espanhol, e conta internacional do Grupo Y&amp;R). Foram anos incríveis, de muito trabalho.</p>
<p>No Grupo Y&amp;R, conheci uma das minhas mais fortes referências em Planejamento e Consumer Insight: a Célia Belém. Ela era VP de Planejamento e dirigia uma equipe de jovens profissionais muito intuitivos e extremamente competentes, da qual fiz parte. Na Y&amp;R conheci a Disneylandia dos planejadores. Pesquisas, ferramentas, referências internacionais e muita troca de informação com gente de escritórios da agência no mundo inteiro. E também, com o Flavio e o André, trabalhei durante um ano no projeto de fusão das marcas Telefônica Celular e Portugal Telecom, que deu origem à Vivo. Nesse projeto, o desafio foi trabalhar em parceria com outra grande agência, a DPZ, que na época atendia as contas de telefonia celular do Grupo Portugal Telecom (Telesp Celular e Global Telecom).</p>
<p>Pouco tempo depois comecei a trabalhar em alguns projetos estratégicos para a Quê Comunicação, em novos negócios, concorrências públicas e, em 2004, assumi a Direção de Planejamento da agência. A Quê vivia, naquele momento, um de seus maiores cases: a campanha de 50 Anos da Petrobras.</p>
<p>Nesse período, trabalhei com outro grande ídolo da propaganda: o Ercílio Tranjan. Um cara que tem anuários de propaganda inteiros dedicados a ele. Feliz proprietário de 11 leões em Cannes. Não que isso seja a maior qualidade dele, mas, de fato, dimensiona um pouco da importância do Ercílio para a propaganda brasileira e, inegavelmente, para a minha carreira.</p>
<p>Hoje, divido o dia-a-dia na Quê com os queridos Tati Soter (Diretora de Atendimento), Fatima Rendeiro (Diretora de Mídia), Chiquinho Lucchini e Dudu Almeida (Diretores de Criação). Somos um time de verdade, capitaneados pelo Dudu Godoy, presidente.</p>
<p>Ufa! Foi assim que eu cheguei aqui! Era pra contar um pouco, mas, embora pareça muito, trata-se apenas da minha característica nada sintética! Afinal, eu só tenho 35 aninhos!</p>
<p><strong>2- Dos cases em que participou quais os que você mais se orgulha em ter contribuído ao processo?</strong></p>
<p>Trabalhei em grandes agências, para grandes clientes. Trabalho hoje numa agência que faz parte de um grupo que está entre os 20 maiores do país, portanto, é difícil eleger um ou outro case. Até porque, pelo menos eu, sempre tenho a sensação de que estou prestes a viver o grande case da minha carreira, isto é, o próximo trabalho que vai pra rua. Ainda assim, olhando pra trás, considero que os anos de trabalho com a Telefônica Celular, na Fischer e na Young &amp; Rubicam, foram marcantes na minha vida profissional.</p>
<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/flickup.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1187" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/flickup.jpg" alt="flickup" width="420" height="171" /></a></p>
<p><strong>3- Por que o planejamento é hoje indispensável no dia-a-dia das agências?</strong></p>
<p>Em propaganda, o Planejamento é indispensável hoje e sempre será. Isso porque o elemento detonador nos processos de consumo é o desejo. Estudar suas nuances, seu contexto, estímulos e respostas possíveis é, e sempre foi, a matéria prima da propaganda memorável. Dessa forma, qualquer profissional que trabalha com propaganda, mesmo que intuitivamente, passa pelo planejamento. Sob o ponto de vista mais pragmático, ter na agência um departamento de Planejamento, estruturado, com profissionais que se dedicam o tempo todo a essa disciplina, qualifica o serviço prestado pela agência a seus clientes.</p>
<p><strong>4- Muitos clientes enxergam o planejamento como mais um custo, principalmente se tratando de marcas menores. Qual o melhor argumento para se ter um planner na agência?</strong></p>
<p>Essa pergunta tem um pouco da anterior. Eu não acredito, sinceramente, no planejamento apenas como um departamento. E defendo isso com a maior tranquilidade, dividindo os louros, mas também as responsabilidades de buscar e encontrar o insight criativo com outros profissionais e outras áreas da agência.</p>
<p>Dessa forma, acredito no planejamento como filosofia de trabalho, como prática mesmo. Como exercício constante de observação, de estudo, de análise, desde comportamento de consumo a contingências de mercado. Em estruturas menores, muitas vezes, é impossível manter um departamento com profissionais dedicados exclusivamente ao planejamento.</p>
<p>Mas, nesse caso, é mais uma razão para estimular o pessoal de Criação, por exemplo, a incorporar as práticas do Planejamento, nos seus processos de trabalho, de criação mesmo, de campanhas, ações promocionais, etc.<br />
O Fernand Alphen, Diretor de Planejamento da F/Nazca, tem uma definição sensacional sobre a atividade do planejamento. Para ele planejar é dizer &#8220;e se não fosse desse jeito aí?&#8221; Ou, de forma organizada, contradizer o clichê com argumentos. Concordo com isso. Aliás, gosto muito dessa linha de raciocínio.</p>
<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/flickup2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1192" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/flickup2.jpg" alt="flickup2" width="420" height="242" /></a></p>
<p><strong>5- Sabemos que a pesquisa é uma excelente ferramenta para o planejamento. Mas qual seria a saída para os mercados menores onde o investimento em pesquisa ainda é coisa de outro mundo?</strong></p>
<p>A pesquisa é uma excelente ferramenta para o Planejamento. Ela ajuda a “cercar”  o insight. Mas definitivamente não cria o insight, quando muito confirma. Devemos esperar dela, portanto, o que pode conceder. Conhecimento, aprofundamento, inspiração.<br />
Por outro lado, a internet realmente modificou a relação dos profissionais de propaganda com a informação. Sobretudo a que tem a ver com tendências, comportamento, hábitos, etc. É infinita a quantidade de pesquisas publicadas e compartilhadas na rede. E esse “sharing espirit”  da web é uma das melhores notícias para nós planejadores.</p>
<p><strong>7- Para finalizar. Pro pessoal que ta querendo iniciar a carreira, quais as habilidades e conhecimentos indispensáveis para um planejador?</strong></p>
<p>A habilidade indispensável é a intuição. Não tem metodologia, ferramenta, pesquisa ou teoria que prescinda da intuição em propaganda.  Sobre conhecimentos indispensáveis, considero o profissional de planejamento o mais generalista numa agência. Até porque é dele a tarefa de abrir as portas, de trazer referências, de provocar os outros. Então, vale tudo: da música à moda. Da antropologia do consumo às ciências esotéricas.</p>
<p>Outro dia, ouvi de uma amiga, profissional de pesquisa, sobre um projeto de investigação de referências de tato e olfato para uma empresa que desenvolve essências (para perfumes, para produtos alimentícios, etc.) Um trabalho fascinante sobre as reminiscências, memórias afetivas que associamos aos gostos, aos cheiros. Agora que tô aqui respondendo a essa entrevista, tô pensando&#8230;em que categoria de “conhecimento indispensável” esse trabalho se enquadraria? Não sei a resposta, mas certamente é um material que eu vou querer ler e que vai me inspirar!</p>
<h2><span style="color: #800000"><strong>1º Sorteio Ensecom</strong></span></h2>
<p>O Prontofalei e o Ensecom irão sortear uma inscrição para os leitores.  Para participar basta colar esta mensagem abaixo e postá-la no seu twitter:</p>
<blockquote><p><em>RT @galilas Especial ENSECOM &#8211; Entrevista com Paula Lagrotta, Diretora de Planejamento da Quê Comunicação. </em>http://migre.me/6OaD<em> #ENSECOM</em></p></blockquote>
<p>O resultado será divulgado neste post e no meu twitter no dia <strong>16/09/09 -</strong> Podem retwittar quantas vezes quiserem. Boa sorte =)</p>
<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/paula2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1184" src="http://influxo.org/prontofalei/files/2009/09/paula2-150x150.jpg" alt="paula2" width="150" height="150" /></a><span style="color: #800000"><em>Essa Argentina, de 35 anos, é a responsável pelo planejamento estratégico dos clientes e prospects da Quê. Atende clientes como: Petrobras, Votorantim, BR Distribuidora, Grupo DIAL Brasil, Fundação OndAzul, Governo de Sergipe e Ibama, entre outros. Paula estudou Comunicação Social, com Habilitação em Publicidade e Propaganda, na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.  Iniciou sua carreira na Publicittá&amp;Esquire Alliance, em 1991. Em 1998, assumiu a nova Diretoria de Unidade de Negócios na Fischer América e aceita também o desafio de coordenar os novos negócios da Fischer. Em 2001, foi convidada para assumir a direção do escritório da Young&amp;Rubicam no Rio (AD HOC – Y&amp;R), atendendo os seguintes clientes: Telefônica Celular/ Projeto Joint Venture Telefônica Celular e Portugal Telecom – Vivo, Terra Mobile, Sportv, Bradesco Seguros, Rede Globo e Museu de Arte Moderna.</em></span></p>
]]></content:encoded>
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