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<title>Prova Oral</title>
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<description>&quot;Prova Oral&quot; da Antena 3, todos as 2ª, 3ª, 4ª e 5ª entre as 19h e as 20h. (Podcast não Oficial)</description>
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<copyright>Podcast não autorizado da Prova Oral, A Prova Oral é um programa da Antena3.</copyright>
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<title>Prova Oral 03-01-2008 / 707 2002 49</title>
<itunes:subtitle>707 2002 49</itunes:subtitle>
<itunes:summary>A Associação para o Planeamento da Família tem em funcionamento, há coisa de um ano, a Linha Opções,
que visa dar informação e aconselhamento especializado sobre gravidez
não desejada, interrupção voluntária da gravidez e acompanhamento
contraceptivo; e promete que «seja qual for a situação, seja qual for a
dúvida, seja qual for a opção, nós estamos aqui para ajudar. Sem
preconceito e com confidencialidade». Já agora, acrescento que o
telefone da Linha Opções é o 707 2002 49. A sua coordenadora é a
psicóloga Elisabete Souto – e vai estar hoje connosco.

Aquietada
a poeira acerca do ainda recente referendo da interrupção voluntária da
gravidez, é hora de saber o que mudou, se as dúvidas mais frequentes de
hoje são muito diferentes das de há uns anos, se há algum estrato
social ou etário mais comum entre utentes da Linha Opções, se os
esclarecimentos dados mudam algumas vezes as decisões previamente
tomadas, se a contracepção é tendencialmente negligenciada

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<description>707 2002 49</description>
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<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 02-01-2008 / Perca peso, pergunte-nos como</title>
<itunes:subtitle>Perca peso, pergunte-nos como</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Agora que estão todos atestadinhos de ferreros rochês, moncheris, bolo
rei, filhós, rabanadas, empadas várias, queijinhos, presuntinhos,
vinhinhos, recheadíssimos perus e honestos bacalhaus, que tal falarmos
de Estratégias para gerir o seu peso, um livro editado pela Caleidoscópio em Novembro último e assinado por Teresa Branco (coordenadora da Clínica Metabólica), e que estará hoje connosco.

Por
onde deve começar a saga do controlo do peso quem quer, de facto,
sentir-se um bocado mais leve sem ter que se mudar para um planeta de
gravidade inferior (até porque na Lua, por exemplo, os preços das casas
estão pela hora da morte)?; que erros mais crassos se devem evitar?;
comer pouco nem sempre significa comer melhor, não é?; e quais os
sintomas que nos dizem que a vontade de perder peso passou os limites
da saúde e se tornou numa obsessão (isto antes da linha das nossas
costelas aparecer perfeitamente desenhada sob a pele)?

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<description>Perca peso, pergunte-nos como</description>
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<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 01-01-2008 / O que querem os portugueses?</title>
<itunes:subtitle>O que querem os portugueses?</itunes:subtitle>
<itunes:summary>«Desde 1989 que a APEME procura o
“Porquê das Coisas”. Muitas das maiores marcas portuguesas e
internacionais têm partilhado connosco a angústia e a alegria de
entender o comportamento dos consumidores. Têm sido anos de mudanças
intensas em quase todos os mercados e no conjunto da Sociedade – sem as
metodologias qualitativas, constantemente apuradas, seria difícil a
inteligibilidade do que está a acontecer. A APEME
nasceu nesta atmosfera qualitativa e tem vindo a aprofundar as suas
técnicas de captação da realidade dos consumidores – análises
estatísticas sofisticadas, que beneficiam da nossa experiência
interpretativa e estudos online, para acompanhar o consumidor na sua
dimensão digital, constituem peças de uma mesma vontade: a de levar aos
nossos clientes um quadro aprofundado e explicativo dos mercados em que
actuam. Diz-se que um Estudo APEME tem a grande vantagem de ser muito claro e de trazer sempre insights
perspicazes, que frequentemente geram oportunidades não identificadas
anteriormente. Gostamos desta imagem de marca – dá trabalho fazer com
que seja, de facto, assim. Mas é um trabalho que apetece, próprio de
quem está muito vivo, de quem quer sempre aprender com a Realidade e as
suas histórias de quem acredita que não há negócio sustentável sem
perceber “o Porquê das Coisas”.»

Para discutirmos os gostos, os
comportamentos, as idiossincrasias dos portuguesas – afinal o que
querem eles?; ou, por outra, o que queremos nós todos? –, teremos, como
convidados nesta primeira emissão de 2008 da Prova Oral, Carlos Liz, director da APEME, e Gonçalo Felix da Costa e Patrícia Castanheira, ambos das Produções Fictícias.

http://provaoral.blogspot.com/2008/01/o-que-querem-os-portugueses.html</itunes:summary>
<description>O que querem os portugueses?</description>
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<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 31-12-2007 / Ciências do Oculto</title>
<itunes:subtitle>Ciências do Oculto</itunes:subtitle>
<itunes:summary>O ano novo vem aí e não há quem não queira saber o que lhe augura o  futuro, se haverá predisposição astral, cósmica, gósmica, cómica para o  cumprimento daqueles desejos enunciados à hora das passas: sobre a  insondável (será?) e caprichosa (isso é de certeza) sorte iremos falar  hoje, na última Prova Oral de 2007. Os convidados: Clara, da parte do Reiki; Vitória, reputadíssima cartomante; e Sofia Passos, taróloga.

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/cincias-do-oculto.html</itunes:summary>
<description>Ciências do Oculto</description>
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<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 27-12-2007 / Os nossos ouvintes</title>
<itunes:subtitle>Os nossos ouvintes</itunes:subtitle>
<itunes:summary>A emissão de hoje é, de certa forma, uma homenagem a todos os nossos
ouvintes, aqueles que nos têm aturado assiduamente ao longo do ano,
partilhado connosco a fila de trânsito no regresso a casa, os que já lá
chegaram e nesse momento picam o alho e recheiam as beringelas do
jantar com a Prova Oral como banda sonora, os que não estão a fazer
nada de especial se não a ouvir-nos: a todos vocês, obrigadinho.

E
vai ser um autêntico choque de Titãs, com dois dos nossos ouvintes como
convidados – daí a homenagem –, escolhidos por terem sido os que mais
se destacaram ao longo deste ano com as suas participações, ora
bizarras, ora divertidas. São eles o Paulo, o nosso Guru do Sexo (diz ele, vamos ver), em embate único – amigável, sim, porém estrondoso (deixem as crianças a distância segura) –, com o nosso Brás.

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/os-nossos-ouvintes.html</itunes:summary>
<description>Os nossos ouvintes</description>
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<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 26-12-2007 / Uma existência palavrosa</title>
<itunes:subtitle>Uma existência palavrosa</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Uma emissão palavrosa com um convidado que vive das palavras, quer como editor das Quasi e da Magnólia, quer como ficionista (Todos os Dias, que acabou de sair também no Brasil, O Dom, o seu último romance), quer como poeta (entre outros títulos, Biologia do Homem e Livro de Estimação) – falamos de Josrge Reis-Sá, um famalicense nascido em 1977 que insistiu em não se mudar para Lisboa e faz o que faz a partir da periferia.

Vamos
saber como está a edição de livros no país onde pouco se lê, dos custos
e benefícios de estar fora de um grande centro urbano, o que torna
publicável um original, no meio dos milhentos que recebe todos os meses
de jovens candidatos a escritores e a poetas, quais as perspectivas de
mercado duma editora independente, que ainda por cima insiste em editar
poesia, face a esta onda de concentrações editoriais (a título de
exemplo, o Grupo de Paes do Amaral comprou, de uma assentada, a Asa, a
Caminho, a Texto Editora, a Nova Gaia, a Gailivro,  e correm rumores de negociações para a compra da Dom Quixote).

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/uma-existncia-palavrosa.html</itunes:summary>
<description>Uma existência palavrosa</description>
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<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 25-12-2007 / Ho ho ho</title>
<itunes:subtitle>Ho ho ho</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Tal como o Natal, que é quando os homens e as mulheres quiserem, o sexo  também. Depois desta belíssima frase introdutória, muito a propósito da  quadra, vamos aos convidados: Quintino Aires, Psicólogo Clínico, que exerce nas áreas da Psicoterapia e Neuropsicologia e é autor do livro O amor é uma carta fechada (edição Asa), do qual já falámos especificamente numa emissão anterior da Prova Oral; depois teremos a Felina, autora de O meu ponto G (edição Edição Magnólia), que também por cá andou, salvo seja; e, por fim, duas adolescentes que nos darão o seu particular testemunho vivencial. O sexo e a adolescência,  o tema ideal para desenjoar das doses insanas de ferreros rochês e  copinhos de vinho do Porto que acompanham dias como o de hoje. A partir  das 19, com Fernando Alvim, ho ho ho.

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<description>Ho ho ho</description>
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<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, natal, Quintino Aires, O sexo e a adolescência</itunes:keywords>
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<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 20-12-2007 / As canções, segundo Rui Veloso</title>
<itunes:subtitle>As canções, segundo Rui Veloso</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Aquele que muitos apelidaram de pai do rock português (embora o próprio
decline o epíteto e diga que é só pai dos filhos que tem), acabou de
lançar o seu Song Book (edição Prime Books) e vai estar hoje á conversa connosco. Falamos de Rui Veloso,
claro, e de um livro precioso que contém as letras e as pautas musicais
das 27 canções mais marcantes da sua já longa carreira: Bairro do
Oriente, Chico Fininho, Sei de Uma Camponesa, Saiu para a Rua, Sagayo
Blues, A Gente não Lê, Guardador de Margens, Porto Côvo, Cavaleiro
Andante, Porto Sentido, Fado do Ladrão Enamorado, O Prometido É Devido,
Não Há Estrelas no Céu, A Paixão (Segundo Nicolau da Viola), Nativa, Má
Fortuna, Lado Lunar, Já não há Canções de Amor, Benvinda Sejas Maria,
Inesperadamente, Todo o Tempo do Mundo, Jura, As Regras da Sensatez,
Primeiro Beijo, Nunca me Esqueci de Ti, Não Queiras Saber de Mim e
Brilho Dental.

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/as-canes-segundo-rui-veloso.html</itunes:summary>
<description>As canções, segundo Rui Veloso</description>
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<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 19-12-2007 / Ripa na Rapaqueca</title>
<itunes:subtitle>Ripa na Rapaqueca</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Na emissão de hoje abordaremos a fórmula mais cobiçada de todas – mesmo
mais que a do elixir da eterna juventude, a das viagens no tempo, a dos
bitoques do senhor Armando –: Como Tornar o Benfica Campeão (edição da Oficina do Livro). Em estúdio vamos ter um dos autores do livro em causa, Camilo Lourenço, jornalista (o outro autor, também jornalista, é José Marinho), e o seu, de certa forma, protagonista, José Veiga. 

A
nota de imprensa destaca vários tópicos: «as transferências
milionárias; a ruptura com Pinto da Costa; os segredos do balneário; os
diferendos com Luís Filipe Vieira»; e remata com «não há sucesso sem
política desportiva coerente e disciplina no balneário. José Veiga
conta os segredos que permitem transformar perdedores em campeões».

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/na-emisso-de-hoje-abordaremos-frmula.html</itunes:summary>
<description>Ripa na Rapaqueca</description>
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<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 18-12-2007 / McCann</title>
<itunes:subtitle>McCann</itunes:subtitle>
<itunes:summary>O caso McCann dispensa apresentações: por muito alheado que alguém
possa ter vivido nestes últimos meses, já certamente ouviu falar dele e
terá tropeçado em pelo menos dúzia e meia de especulações e teorias. E
é um livro sobre o assunto que vamos trazer hoje à Prova Oral – A Culpa dos McCann (edição Guerra &amp; Paz –, com a presença do autor, o jornalista Manuel Catarino. Sobre o livro disse Francisco Moita Flores aquando da apresentação:

«O
livro de Manuel Catarino lança um olhar frio sobre este gigantesco
complexo de manobras, suspeitas, insinuações, crenças que, sete meses
depois, continuam a abalar os noticiários do mundo inteiro. Ninguém
procure nestas páginas descobrir se foi rapto ou homicídio, pois não
encontrará essa resposta. Mas quem o ler ficará mais próximo das
verdades já demonstradas e conseguirá melhor organizar as suas dúvidas
sobre aquilo que ainda não se conhece. Não é apenas um livro oportuno.
É uma reportagem de grande fôlego. Um documento indispensável para um
dia, quando se fizer a história do desaparecimento de Madeleine.»

A nota de imprensa da editora, dá conta de alguma polémica que ronda a publicação:

«A
publicação do livro A Culpa dos McCann recebeu uma forte cobertura
internacional – nem sempre verdadeira ou precisa. Recentes notícias
publicadas nas versões online do Daily Mail e do Evening Standard são
um exemplo desse tipo de desinformação ou distorção. A editora informa
que tanto os títulos como os artigos que noticiam afirmar o livro, ou
mesmo sugerir, que &quot;Madeleine e os gémeos NUNCA estiveram no
apartamento de férias&quot; (sic) são totalmente falsos, sendo da
responsabilidade editorial dessas publicações. A fim de prestarem um
serviço qualificado aos seus leitores, recomendamos a leitura do livro
antes de serem produzidos tal tipo de comentários; seria, também, uma
oportunidade para incrementarem o seu nível de conhecimento da língua
portuguesa. A liberdade de imprensa e de opinião são, como o livro
claramente prova, referências fundamentais para a GUERRA E PAZ
EDITORES. Porém, na óptica da editora, têm de aliar-se ao rigor e à
permanente busca da verdade – ambas características do livro de Manuel
Catarino. Às vezes, &quot;pequenos detalhes&quot; fazem a diferença.»

Vamos
falar sobre a pertinência deste livro: se é apenas mais um sobre um
caso muito batido, ou traz consigo uma proposta de reflexão diferente;
e o título escolhido, que insinua um culpado, não tende mais para o
populismo que para a reflexão?; alguma vez se saberá o que de facto
aconteceu naquele dia fatídico?; as polícias foram competentes, fizeram
o que tinham a fazer?; o que fez deste caso o mais mediático de todos
quando, infelizmente, tanto cá como em Inglaterra, o desaparecimento de
crianças não é um fenómeno tão raro assim?

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<description>McCann</description>
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<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, mccann, rita amado, Manuel Catarino, A culpa dos MacCann</itunes:keywords>
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<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 17-12-2007 / Call Girl</title>
<itunes:subtitle>Call Girl</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Dia de cinema português na Prova Oral com dois convidados de luxo que, ultimamente, o têm posto na ordem do dia: o realizador António Pedro Vasconcelos e a actriz Soraia Chaves. Sobre a mesa estará o filme Call Girl (nos cinemas a 27 de Dezembro). Uma breve sinopse:

«Maria,
uma call girl de luxo, é contratada por Mouros para seduzir Meireles,
presidente de Vilanova, na tentativa que este autorize uma
multinacional a construir um empreendimento turístico de alta
qualidade. Entretanto, Madeira e Neves, polícias da PJ, descobrem
indícios de corrupção e começam a investigar Meireles. Tudo se torna
ainda mais complexo quando Madeira descobre que Maria, a paixão da sua
vida, é o isco que obrigará o político a ceder...»

Mais uma vez
a mistura de sexo e poder a ser o motor de uma história: são estes os
ingredientes infalíveis das boas histórias? Para lá do aspecto
ficcional da coisa, há neste filme, também, um bocadinho de retrato do
nosso país político? Para quando Soraia Chaves no papel de uma
solteirona chata, sonsa e assexuada?

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<description>Call Girl</description>
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<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, Soraia Chaves, António Pedro Vasconcelos, Call Girl</itunes:keywords>
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<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 13-12-2007 / A casa da Mariquinhas</title>
<itunes:subtitle>A casa da Mariquinhas</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Raquel Tavares é uma das novas vozes do fado. Lemos na sua  biografia: «nasceu em Lisboa, no dia 11 de Janeiro de 1985, oriunda de  uma família com ligação ao panorama musical da canção de Lisboa. Desde  muito nova frequentava os cantos e recantos a que alguns poderão chamar  guetos ou as tertúlias do fado. Os estudos levaram-na a outros  caminhos, seguindo um percurso normal de educação e amadurecimento, até  ao momento em que o destino, o “seu” fado, a levou a decidir a sua vida  e carreira. Voltou aos lugares habituais do Fado, já com 18 anos de  idade. Passou pelas casas de Fado “Café Luso”, “Sr. Vinho”, “Arcadas do  Faia”, “Adega Mesquita”, “Adega Machado” e por fim integrou o elenco da  “Casa de Linhares”. Assinou com a Movieplay Portugal (Editora) e com a  HM Música (Management), gravando finalmente o seu primeiro disco e  criando o seu espectáculo, sempre ao redor de uma personagem que se  baseia numa forma mais artística que a mera realidade.»

Vai  estar connosco hoje para falar, não só do seu percurso, mas sobretudo  do fado de uma maneira geral, das novas vozes que o povoam e o  trouxeram de novo à ribalta e a um público que, à partida, não estaria  interessado em ouvi-lo �&quot; e que agora o ouve. Estará o fado na moda?  Muitas destas novas vozes, mais do que interesse específico no fado,  não optarão por o cantar por uma questão de «viabilidade» e  deslumbradas com as perspectivas de internacionalização que ele  promete? Há, de facto, a par de novos fadistas, um novo público para o  fado? E esse público terá ganho gosto e curiosidade em ir às raízes? 

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/casa-da-mariquinhas.html</itunes:summary>
<description>A casa da Mariquinhas</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, cátia simão, raquel tavares, fado</itunes:keywords>
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<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 12-12-2007 / O fascínio de ser Professor</title>
<itunes:subtitle>O fascínio de ser Professor</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Contra todos os contras que grassam, nos dias de hoje, a actividade de ser professor, João Paiva
(Professor Auxiliar no Departamento de Química – Secção de Educação –,
da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto) resolveu dar conta
sobretudo dos aspectos positivos da sua profissão, através do livro O Fascínio de Ser Professor (edição da Texto Editora). Diz-nos a nota de imprensa: 

«O
Fascínio de ser Professor é, em certo sentido, uma conversa informal
com o leitor. Com algum tom autobiográfico, o autor João Paiva, aborda
vinte «pólos educativos, posicionando-se (moderadamente) face a
dicotomias como razões/afectos, autoridade/diálogo ou palvra/imagem. O
prazer de estar em palco no teatro da educação é a seiva destas
palavras. A par das reflexões e sugestões, relatam-se experiências do
autor enquanto professor de química. A química é um agradável álibi:
haja o que houver nas escolas e nas reformas educativas, o fascínio
será sempre a mola do professor. O fascínio vai além de um jogo de
pólos. O fascínio é o eixo que faz mover a escola e, assim, anima o
mundo.»

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/o-fascnio-de-ser-professor.html</itunes:summary>
<description>O fascínio de ser Professor</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3,O Fascínio de Ser Professor</itunes:keywords>
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<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 11-12-2007 / Começar bem</title>
<itunes:subtitle>Começar bem</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Depois das suas primeiras cenas e aventuras no mundo das pessoas crescidas, a princesa Sissi está de volta com uma bíblia, A Bíblia de Sissi (edição Prime Books), apresentado como o livro dos preliminares:
«o livrinho que, por ter informação tão preciosa, deve ser guardado
juntamente com a sua vida. São 100, sim 100, dicazinhas de extrema
importância para todos quantos almejam o Nirvana sexual. Do toque ao
beijo, da mama ao mamar, do depressa ao devagar, há de tudo na Bíblia
de Sissi.»

Nem sei por onde começar (perceberam o trocadilho?).
Aprendamos com os montanhistas para quem o verdadeiro começo, rumo ao
topo da montanha, está muito antes da escalada propriamente dita;
tenhamos em conta que a nossa língua não foi feita só para falar, os
nossos dedos são muito mais que meros instrumentos de teclar no msn e
que a nossa capacidade de sucção não se esgota na palhinha do
refrigerante: que importância dão aos preliminares?, acham que o que
começa torto dificilmente se endireita?, contem-nos daqueles gestos que
vos fazem imediatamente descolar da terra e embicarem (embicar, segundo
o dicionário, vem de bico) direitinho ao clímax, sem paragem em mais
nenhum apeadeiro?; e o que são para vocês preliminares desastrosos?;
apreciam acessórios diversos e fruta da época metida ao barulho, ou são
acérrimos defensores do uso exclusivo dos atributos com que o criador
vos dotou?

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/depois-das-suas-primeiras-cenas-e.html</itunes:summary>
<description>Começar bem</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, bíblia de sissi, sissi</itunes:keywords>
<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 20:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 10-12-2007 / Empregos, empregados, empregadores</title>
<itunes:subtitle>Empregos, empregados, empregadores</itunes:subtitle>
<itunes:summary>á acabou o tempo em que um emprego era para a vida toda �&quot; para o bem e  para o mal (para o mal demasiadas vezes, infelizmente). Sobreviver como  «empregado» depende muito, além da formação, claro, da nossa capacidade  de mudar depressa e bem, de estar em cima do mercado de trabalho e  antever-lhe os tiques, as taras e as manias. E foi a pensar nestas  idiossincrasias laborais que convidámos Pedro Figueiredo, um dos responsáveis do site Empregos Online:

«O site Empregos Online  foi criado em 2002 por 2 especialistas em sistemas de pesquisa, que  decidiram que era a altura perfeita para criar um motor de pesquisa  vertical, actualizado em tempo-real, que reúnisse links para ofertas de  emprego de dezenas de fontes em Portugal e no Estrangeiro.

O  sucesso foi instantâneo. Em apenas 4 anos tornámo-nos uma referência na  área do recrutamento online, contando já com uma equipa de 8 pessoas  que diariamente contruibuem para que mais de 100 utilizadores encontrem  o emprego que procuram e dezenas de empresas encontrem o candidato  certo. 

O site tem subsistido sem fundos de apoio de qualquer  espécie, garantindo um modelo sólido de crescimento e rentabilidade,  assente nas reais necessidades do mercado. 

O nosso modelo  baseia-se em criar destaques a ofertas de emprego que garantam uma  visibilidade total e transversal aos utilizadores através da internet,  com elevada qualidade, custos controlados e o ROI mais competitivo do  mercado. Mas não só.»

A «geração recibo verde» (aquela que  elegantemente tem de saltar de emprego para emprego como um elefante de  nenúfar em nenúfar na travessia do rio) e afins, está convidada a  participar na conversa, a dizer-nos como sites deste tipo têm  contribuído para a sua mobilidade no mercado de trabalho, que outras  fontes de informação usam, que conselhos baseados na vossa experiência  dariam aos outros intrépidos e aventureiros descobridores de emprego  (perto disto, a descoberta do Brasil até nem foi façanha digna de tanto  espanto).

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/empregos-empregados-empregadores.html</itunes:summary>
<description>Empregos, empregados, empregadores</description>
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<author>provaoral@programas.rdp.pt</author>
<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, Marisa Jamaica, Empregos Online, </itunes:keywords>
<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 06-12-2007 / Catolicismo, bilocação, chili com carne e outros mistérios</title>
<itunes:subtitle>Catolicismo, bilocação, chili com carne e outros mistérios</itunes:subtitle>
<itunes:summary>O nosso convidado é o escritor espanhol Javier Sierra, autor de A Senhora do Manto Azul (edição Bertrand), um livro onde comete a proeza de juntar catolicismo, chili com carne e bilocação. Catolicismo toda a gente faz uma ideia do que é e chili com carne também (caso tenham dúvidas, fica aqui a receita). Quanto à bilocação, adianto-vos que, segundo o dicionário, é o «facto de uma pessoa poder estar, por milagre, em dois lugares distintos, ao mesmo tempo». Agora falta só saber o que une estas coisas todas. A sinopse d'A Senhora do Manto Azul dá umas dicas: 

«No século XVII, a Inquisição acusou Maria Jesus de Ágreda, uma freira espanhola nascida na aldeia de Ágreda, de ter percorrido 500 vezes uma distância de 9000 quilómetros sem alguma vez ter deixado o seu convento em Espanha. Os relatos da evangelização do Novo México, no sudoeste daquilo que são hoje os Estados Unidos, incluem inúmeras referências a uma “senhora de azul” que teria aparecido à comunidade índia repetidas vezes antes mesmo de os missionários espanhóis chegarem ao local. Essa senhora seria nada mais nada menos do que Maria Jesus de Ágreda. 

A imagem desta freira no folclore índio é tão poderosa que a receita original do ‘chili con carne&apos;, o mundialmente famoso prato mexicano, lhe é atribuída. Da mesma forma, a escolha da Bluebonnet como flor oficial do estado do Texas terá sido influenciada pela sua última visita ao Novo México, ao longo da qual um rasto de flores azuis teria nascido no lugar em que pousara o seu manto. E o seu testemunho de fé, impresso em 1670 no volume Mystical City of God, foi uma das principais fontes do guião do polémico filme A Paixão de Cristo, realizado por Mel Gibson. 

Apaixonado pelo mistério de Maria de Ágreda, Javier Sierra cria uma história passada entre a Europa e a América dos nossos dias, em que a lenda desperta simultaneamente a curiosidade de um padre, de um jornalista e de uma antiga funcionária do Ministério da Defesa dos Estados Unidos com um historial de envolvimento em experiências de espionagem psíquica. O fenómeno da bilocação, que está no centro da enigmática lenda da “senhora de azul”, é aqui associado a um projecto especial que une o Vaticano e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos: uma investigação sobre a possibilidade de viajar no tempo.»

Javier Sierra já antes tinha publicado, entre outros, «O Segredo da Última Ceia», livro que vendeu que nem tremoços por esse mundo fora. Ao que parece, os mistérios relacionados com o catolicismo continuam a interessar a um público muito vasto, e hoje vamos saber, entre outras coisas, como se apaixonou o nosso convidado por esta temática, como a investiga, o que há de realidade e ficção nestas histórias.

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/catolicismo-bilocao-chili-com-carne-e.html</itunes:summary>
<description>Catolicismo, bilocação, chili com carne e outros mistérios</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, Javier Sierra, senhora de azul</itunes:keywords>
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<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 05-12-2007 / Pela estrada fora</title>
<itunes:subtitle>Pela estrada fora</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Interiores, exteriores, à volta do quarto ou à volta do mundo: há  viagens para todos os gostos e feitios �&quot; e é delas que vamos falar  hoje, tomando como mote a que o nosso convidado, Gonçalo Gil Mata,  um jovem engenheiro informático que não se resignou a queimar as  pestanas num monitor e a ficar com a textura do tecido da cadeira  gravada nas nádegas (isto começa bem), fez e relatou no livro Buenayork, editado pela Verso da Kapa.

Sinopse:  «Neste livro, Gonçalo Gil Mata leva-nos no assento da sua mota a  percorrer 40 000 km, entre Buenos Aires e Nova Iorque, numa empolgante  odisseia de 7 meses, através do fascinante continente americano. Os  relatos das suas vivências e experiências são descritos de forma  cativante e viciante, tornando-nos seus companheiros de viagem. Gonçalo  conta-nos ainda como se preparou para concretizar este sonho: a  angariação de patrocínios, a burocracia, a logística, os custos, e como  teve a coragem de deixar um emprego estável. Este livro é um incentivo  para quem gosta de viajar e partir à descoberta de si próprio.»

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/viagem.html</itunes:summary>
<description>Pela estrada fora</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3,Gonçalo Gil Mata, Buenayork</itunes:keywords>
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<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 04-12-2007 / O meu herói interior</title>
<itunes:subtitle>O meu herói interior</itunes:subtitle>
<itunes:summary>«Doutor, às vezes sinto remexer dentro de mim, cá dentro das minhas  entranhas; serão lombrigas?»; «hum, não creio... talvez haja um herói  dentro de si»; «ai... e se for o David Hasselhoff com o Kitt? Parecendo  que não, o carro é grande e anguloso e deve custar muito a sair. Eu bem  desconfiava do cheiro a gasolina e a borracha queimada que, em certas  noites mais solitárias - a chuva lá fora a fustigar a janela -, me  vinha a despropósito ao espírito. Será grave?» A esta questão  responderá o nosso convidado de hoje, Jaime Graça, Psicólogo e Psicoterapueta, que por estes dias vai ministrar uma «workshop vivencial» de nome O Herói Dentro de Nós,  uma workshop que «procura fazer acordar essa criança que acreditava no  nosso potencial, essa criança que ainda existe dentro de nós e que quer  mais do que a monotonia de uma existência sem brilho nem direcção. Essa  criança que ainda hoje se deixa fascinar por histórias como a Guerra  das Estrelas, Lawrence da Arábia, Romeu e Julieta, O Senhor dos Anéis,  Matrix, Fernão Mendes Pinto, Dune, Excalibur, Camões e 2001 - Odisseia  no Espaço, entre outras».

http://provaoral.blogspot.com/2007/12/o-meu-heri-interior.html</itunes:summary>
<description>O meu herói interior</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, Jaim Graça, Rita Amado</itunes:keywords>
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<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 03-12-2007 / Alternar é preciso</title>
<itunes:subtitle>Alternar é preciso</itunes:subtitle>
<itunes:summary>As questões energéticas estão na ordem do dia – e vão estar por muitos
e longos anos, pelo menos enquanto o cenário da dependência do
petróleo, com tudo o que isso implica, não mudar significativamente. E
é exactamente de alternativas ao petróleo que vamos falar hoje,
aproveitando a boleia do I Congresso de Energias Alternativas, que acontecerá a 6 de Dezembro em Viana do Castelo.

Como
estamos de Energias Renováveis em Portugal?, que programas foram, estão
a ser ou serão implementados no nosso país?, uma mais generalizada de
edifícios energeticamente eficientes é uma miragem?, poderemos nós
ambicionar, a médio prazo, a sustentabilidade à custa de Energias
Renováveis e menos poluentes?, é a mesma coisa falarmos de Energias
Alternativas e de energias amigas do ambiente (estou a lembrar-me do
biodiesel, por exemplo)?, qual tem sido e qual deverá passar a ser o
papel das universidades nesta matéria? e, já agora, que cursos há
dedicados às Energias Alternativas e que novas profissões poderão
surgir?, e que novos negócios?

Os nossos convidados, a quem
vocês podem e devem endereçar as vossas dúvidas e comentários – 800 25
33 33 e caixa de mensagens do blogue, como de costume –, são o Eng. Carreira Soares (Director Geral do Trade Center Português), o Eng. Carlos Campos (Presidente da APISOLAR - Associação dos Industriais da Indústria Solar), o Eng. Pedro Rodrigues (Especialista em Biodiesel) e a Eng. Estela Almeida
(Técnica da Associação Florestal do Lima). Como vêem, uma mão cheia de
especialistas nestas áreas (este estúdio nunca teve tanto engenheiro
por metro quadrado) com quem vale a pena aprendermos um bocado – porque
só sabendo dos assuntos poderemos opinar, e opinar é uma coisa muito
bonita porque, como diz o ditado, quem opina, seus males declina.

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<description>Alternar é preciso</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3</itunes:keywords>
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<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 29-11-2007 / Os dias da Rádio</title>
<itunes:subtitle>Os dias da Rádio</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Eu não quero escandalizar os nossos ouvintes com menos de vinte anos,
mas, há umas poucas décadas, não havia Internet, telemóveis, quinhentos
e vinte e três canais de televisão – e o único que havia não chegava a
todo o lado – nem as inumeráveis almas gémeas da Elsa Raposo. E sabem
como é que o pessoal se entretinha (pronto, para além disso que estão a
pensar)? A ouvir rádio.

E são desses tempos a maioria das histórias que nos traz Marcos Pinto com o seu livro NO AR 100 Histórias da Rádio, editado pela Prime Books. Diz-nos a nota de imprensa:

«Este
livro é um programa de rádio que sintoniza as histórias de 20 das
maiores vozes da rádio portuguesa das últimas décadas. Lê-se em
directo, sem publicidade pelo meio e só com intervalos definidos pelos
leitores, que se transformam, ao longo destas páginas, em ouvintes.

Histórias
que aconteceram em directo, no estúdio, no exterior. Histórias
inesquecíveis de bastidores. Histórias inéditas. Para onde foi Joaquim
Furtado, no dia 25 de Abril de 1974, depois de ter passado horas a fio
no Rádio Clube Português? O que relatou Carlos Cruz num
Lusitano-Sporting? Que relação tem António Sala com Maria Vitória? Que
ameaça fez Artur Agostinho à Rainha de Inglaterra? E que conversa teve
Júlio Isisdro com a polícia num momento difícil? Qual a mascote de
António Macedo no Mundial 2006? E como é que Fernando Correia fez um
relato em directo a partir do quarto de um hotel?

Participam
neste livro: Adelino Gomes, António Macedo, António Sala, Artur
Agostinho, Cândido Mota, Carlos Cruz, Emídio Rangel, Fernando Alves,
Fernando Correia, Francisco Sena Santos, Jaime Fernandes, João David
Nunes, Joaquim Furtado, Jorge Perestrelo, José Nuno Martins, Júlio
Isidro, Luís Filipe Costa, Paulo Fernando, Ruy Castelar e Victor
Espadinha.»

Em estúdio, vamos ter não só Marcos Pinto, o autor
do livro, mas também um dos seus – chamemos-lhe assim – personagens,
Ruy Castelar.

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<description>Os dias da Rádio</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, ruy castelar, Marcos Pinto,NO AR 100 Histórias da Rádio</itunes:keywords>
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<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 28-11-2007 / Tema Livre</title>
<itunes:subtitle>Tema Livre</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Íamos falar de Crianças mas o nosso convidado está em Consulta Médica. Infelizmente, não aqui!

Sendo assim temos a anunciar com toda a pompa que o tema é LIVRE.

Nota: Tema Original









http://provaoral.blogspot.com/2007/11/tema-livre.html</itunes:summary>
<description>Tema Livre</description>
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<author>provaoral@programas.rdp.pt</author>
<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, tema livre</itunes:keywords>
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<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 27-11-2007 / Um telefone saudável</title>
<itunes:subtitle>Um telefone saudável</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Porque às vezes uma informaçãozinha, vinda de fonte fidedigna, fiável,
sobre o que nos vai dentro – refiro-me ao corpo e não à alma – nos pode
evitar um dia perdido na sala de espera do senhor doutor, vale a pena
falarmos da Linha Saúde 24,
onde «todos os dias, 24 horas por dia, basta ligar o 808 24 24 24 e
entrará em contacto com Profissionais de Saúde qualificados e
especialmente formados que lhe darão os melhores conselhos sobre a
forma de lidar com a sua situação de saúde em particular. Seja
ajudando-o a resolver o problema você mesmo ou encaminhando-o para o
serviço de saúde mais adequado». 

Descrição de sintomas, se
valerá a pena ir ao médico, dúvidas acerca da medicação que se anda a
tomar, aconselhamento personalizado para aqueles dias de calor extremo
ou de frio extremo, etc., é o que se pode encontrar neste serviço –
sobre o qual os nossos convidados de hoje, Engenheiro Martins (director do projecto) e o Enfermeiro Pedro Simões
(director do Centro de Atendimento), virão contar tudo: as grandes
vantagens, que parecem óbvias, mas também as limitações, uma vez que,
neste caso, o médico não está a ver o paciente (e não o poderá brindar
com um pau de gelado debaixo da língua, uma marteladinha nos joelhos,
um estetoscópio gelado no peito, um clister, uma sonda – e sei lá que
mais).

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/um-telefone-saudvel.html</itunes:summary>
<description>Um telefone saudável</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, Rita Amado, Linha Saúde 24</itunes:keywords>
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<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 26-11-2007 / O esférico rolando libidinosamente pelas ervas do descampado</title>
<itunes:subtitle>O esférico rolando libidinosamente pelas ervas do descampado</itunes:subtitle>
<itunes:summary>José Nunes é jornalista desportivo e autor da rubrica Linha Avançada, aqui na Antena 3. Pois bem: a Linha Avançada acabou de sair em livro  (Edição da Texto Editores). Trata-se de um volume que, como nos diz a  nota de imprensa, reúne «alguns dos melhores momentos do programa que  nos últimos anos tem feito rir milhares de ouvintes que acompanham, de  manhã cedo e ao fim da tarde, as peripécias do mundo do futebol na  óptica de um dos mais mordazes críticos do jornalismo desportivo  nacional».

É José Nunes o nosso convidado e vamos falar  de futebol. Sobretudo, brincar com o futebol: jogar à bola sem bola,  dar à lábia, à salutar má-língua e, quem sabe, se a arte e o engenho  nos ajudar, talvez façamos um ou dois pares de trocadilhos  espirituosos. Querem, pois, melhor tema para uma segunda-feira,  mal-humorada por definição, e com a última jornada do campeonato ainda  fumegante na relva como um montinho de matéria orgânica bovina acabada  de expelir?

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/o-esfrico-rolando-libidinosamente-pelas.html</itunes:summary>
<description>O esférico rolando libidinosamente pelas ervas do descampado</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, José Nunes, Linha Avançada</itunes:keywords>
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<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 22-11-2007 / Crónica da Vida Social dos Ocultistas</title>
<itunes:subtitle>Crónica da Vida Social dos Ocultistas</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Luís Filipe Sarmento é jornalista, escritor, tradutor e realizador de vídeo e televisão e vem aqui hoje apresentar o seu romance Crónica da Vida Social dos Ocultistas (edição Zéfiro; e podem ler aqui o primeiro capítulo), uma sátira tenaz sobre o «chamado mundo do esoterismo.
A leitura da Crónica da Vida Social dos Ocultistas revela-se
compulsivamente cativante porque provoca, satiriza, por vezes choca. Um
livro divertido, muito actual, que lança o descrédito sobre os falsos
ocultistas que se aproveitam da ignorância e da credulidade dos outros».

Ficaremos
com este livro, finalmente, a saber coisas sobre o quotidiano do
Professor Karamba, do Professor Amine, do Mestre Pau-Santo, do Vidente
Botim de Prata, do Médium Coça-me as Costas e sei lá quem mais – todos
eles nossos conhecidos nem que seja apenas por causa dos papelinhos que
costumam deixar-nos presos ao limpa pára-brisas do carro? Precisará um
vidente de provar o vinho para lhe saber a casta, o ano e a micose no
pé de um dos pisadores do lagar? Como fará o Professor Karamba
para escolher uma meloa no hipermercado? Recorrerá à apalpação como
todos nós, comuns mortais?

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/crnica-da-vida-social-dos-ocultistas.html</itunes:summary>
<description>Crónica da Vida Social dos Ocultistas</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, Crónica da Vida Social dos Ocultistas, Luís Filipe Sarmento, Cátia Simão</itunes:keywords>
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<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 21-11-2007 / Diga 33</title>
<itunes:subtitle>Diga 33</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Quantas vezes não saiu de um consultório médico com um diagnóstico que
para si era &quot;chinês&quot;? Quantas vezes não se viu com dificuldade em
compreender uma bula? Quantas vezes não conseguiu decifrar o que vinha
escrito nos resultados dos seus exames? Este livro vai ajudá-lo a
resolver este tipo de problemas. Compreender a linguagem utilizada
pelos profissionais da saúde é o objectivo deste manual, redigido numa
linguagem simples e clara. Saber os termos utilizados na medicina não o
obriga a ter conhecimentos profundos nesta área, mas não há dúvida que
lhe vai facilitar a vida de todos os dias. Este é o primeiro livro
português que procura desmistificar a linguagem médica.»

E o livro de que falamos é o Dicionário Médico Para Todos (Edição Livros d'Hoje), da autoria de Themudo Barata,
nosso convidado, especialista em Fisiologia do Esforço no Human
Performance Laboratory da Universidade do Texas, onde trabalhou até
1992, e donde saiu para ser médico do Sporting Clube de Portugal até
2001.

Aproveitemos então para – à laia de catarse – despejarmos
aqui os termos mais indecifráveis que nos apareceram à frente nalgum
exame ou nalguma sentença clínica, que o nosso médico de
serviço explicar-nos-á o que querem dizer; e podemos igualmente fazer
ao contrário: pegar em termos populares – tipo bicos de papagaio,
espinhela caída, catarro derradeiro – e decifrá-los em directo. E
vocês, costumam ler a bula dos medicamentos como quem lê um belo
romance surrealista?; ainda se lembram do dia em que descobriram o que
queria dizer «posologia diária»? E às vezes, público bem informado
acerca dos termos técnicos todos, não acaba em «público com a mania que
é médico» e que desata a auto-diagnosticar-se e a auto-medicar-se?

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/diga-33.html</itunes:summary>
<description>Diga 33</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, diga 33, Themudo Barata, Dicionário Médico Para Todos</itunes:keywords>
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<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 20-11-2007 / O que elas pensam</title>
<itunes:subtitle>O que elas pensam</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Hoje vamos abordar um dos enigmas mais intricados do universo: o que é  que vai na cabeça das moçoilas? Para nos ajudar a resolvê-lo (ou  baralhá-lo ainda mais, logo saberemos), a nosso convidada de hoje, Rute Moreira, acabou de editar o Livro Para Saber o que as Raparigas Pensam (edição Guerra &amp; Paz). Eis a sinopse: 

«O que é que eu tenho de mudar
para ela gostar de mim ? 
 
E se elas não quiserem nada connosco... 
Damos-lhe um estaladão ?! 
 
O que é que fazemos
quando elas nos irritam ? 
 
Como é que é namorar…
o que é que se faz ? 
 
Como é que eu sei se ela gosta de mim ? 

Estas  são algumas das perguntas que integram este livro. Uma conversa sobre  as raparigas, os namoros e a vida, à procura de respostas para as  dúvidas de um adolescente. Uma conversa entre uma mãe e um filho onde  muitos segredos femininos são revelados, sem tabus, e com os cómicos de  situação com que, ao longo do tempo, fomos desenhando este delicioso  mundo dos relacionamentos entre homens e mulheres! Não é um livro de  teorias. São só coisas que aconteceram, exemplos práticos e reais  vistos à lupa, numa partilha de vivências, de sentimentos e maneiras de  entender o mundo e a vida. 

O Livro para Saber o que as Raparigas Pensam  foi escrito para um rapaz adolescente mas é um livro aberto a qualquer  pessoa. Aos rapazes adolescentes que também têm dúvidas, às raparigas  que possam estar interessadas em descobrir como é que os rapazes pensam  e o que é que os preocupa, e a todos os homens e mulheres que tenham  deixado, na adolescência, algumas dúvidas por esclarecer.

É, por  contingência e contexto, uma perspectiva feminina sobre os namoros, a  vida e o modo como nos relacionamos com os outros e com a vida. Para o  completar, no prefácio, guardamos uma perspectiva masculina do assunto,  pela mão do Sérgio Godinho. Vejam então este livro como uma partilha.  Partilhem as perguntas que guarda e procurem encontrar as vossas  próprias respostas.»

Nota: a música que abriu a Prova Oral, é de Samim e chama-se Heater.

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/o-que-elas-pensam.html</itunes:summary>
<description>O que elas pensam</description>
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<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 19-11-2007 / A Violência</title>
<itunes:subtitle>A Violência</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Notícias de violência (ou «violências», já que as há muitas e
diferentes), pululam que nem cogumelos pelos noticiários – embora os
cogumelos não tenham culpa – e é inevitável a sensação de que a nossa
sociedade actual é mais violenta do que era há uns anos. Mas será mesmo
assim?, ou o que acontece é que hoje as notícias sobre violência são
mais empoladas?

Seja como for, que ela existe, existe; e é
hábito preferir vítimas mais fragilizadas, sem muito «corrimão» por
onde se agarrarem – como por exemplo os imigrantes. E é sobretudo da
violência exercida sobre alguns deles que vamos falar nesta emissão,
com nosso convidado, de nome Nuno (sim, Nuno apenas), que é
especialista nas máfias de Leste – e nos irá contar tudo sobre o
assunto: como apareceram por cá, como actuam, que vítimas escolhem, que
diferenças há entre elas e as outras máfias, o que se tem feito para as
combater, e por aí adiante.

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/violncia.html</itunes:summary>
<description>A Violência</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, violência</itunes:keywords>
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<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 15-11-2007 / Bom ambiente</title>
<itunes:subtitle>Bom ambiente</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Eis uma emissão de rádio contra as emissões de CO2. E perguntam-nos
vocês: «a que devemos este trocadilho tão gracioso logo a abrir o
post?». Então (para usar uma expressão originalíssima), é assim: o programa ambiental Climate Change College
convidou os jovens portugueses a apresentar soluções concretas que
diminuam as emissões de CO2 – que culminará com a sua ida ao evento
final em Novembro, na Holanda, para seleccionar oito campanhas
finalistas que vão ser implementadas. Depois, vai levar os vencedores a
uma expedição ao Árctico, durante uma semana, para conhecer o
quotidiano dos esquimós Inuit e testemunhar os efeitos do aquecimento
global.

Como sempre acontece na Prova Oral, pegamos numa ponta
do assunto e vamos por aí fora. E hoje não será excepção; com as nossas
convidadas, Marta Quelhas e Rita Antunes, falaremos especificamente do Climate Change College,
sim, mas também de Ambiente de uma maneira mais alargada: se a questão
do aquecimento global é 1) menos grave do que parece, 2) tão grave
quanto parece, 3) gravemente subestimada; se os nossos hábitos de
lesa-ambiente se modificaram de facto ao longo dos anos (ou é só fogo
de vista? ou modificaram-se mas para pior?); o que pode cada um de nós
fazer no seu dia-a-dia de forma a melhorar o estado das coisas.

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/bom-ambiente.html</itunes:summary>
<description>Bom ambiente</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3,Marta Quelhas, Rita Antunes, Xana Alves, Climate Change College</itunes:keywords>
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<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 14-11-2007 / O que é nacional é bom?</title>
<itunes:subtitle>O que é nacional é bom?</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Talvez não seja bom só por ser nacional, mas também não tem que ser mau
por isso. Sobre a marca Portugal debruçaram-se os dois convidados de
hoje, tendo resultado desse «debruçamento» dois livros (cada um com o
seu, naturalmente, que não queremos cá intimidades). Ora, são eles – os
convidados e os livros – Carlos Coelho, que é considerado uma das referências portuguesas na construção e gestão de marcas e que editou Portugal Genial (edição Diário Económico), onde apresenta «uma profunda investigação sobre as national equities (não desesperem, ele explicará o que raio é isto das national equities)
que tornam o nosso país único, numa visão desafiante sobre 82
genialidades portuguesas capazes de contribuir para a afirmação
contemporânea da marca Portugal no mundo». O outro convidado é Henrique Agostinho, autor de Vende-se Portugal (Edições Silabo),
que conta como «Portugal perde por ano 10% da sua riqueza nos mercados
internacionais. Um custo insuportável que podia ser eliminado, se a
Marca Portugal não fosse gerida com os pés por comissões de burocratas.
Sem meias medidas, este livro descreve um método de gestão para a Marca
Portugal através do qual se arranca ao leitor uns sorrisos ou se torna
Portugal um país rico e com um bem sucedido comércio externo».

Estão
lançadas as bases da conversa. Vamos falar de como pode a designação
«produto português», seja em batatas, iogurtes, bigodes, aparelhos
dentários, ceroulas, software, música, literatura, futebol, etc.,
afastar, atrair ou deixar indiferentes os transeuntes. E como funciona
com vocês?, produto nacional é, à partida bom, é, à partida, de se lhe
torcer o nariz e desconfiar – ou não é nem uma coisa nem outra, que
isto só experimentando?

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/o-que-nacional-bom.html</itunes:summary>
<description>O que é nacional é bom?</description>
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<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, cátia simão, portugal</itunes:keywords>
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<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 13-11-2007 / Anteciparte</title>
<itunes:subtitle>Anteciparte</itunes:subtitle>
<itunes:summary>O evento: «entre os dias 8 e 18 de Novembro, no Museu Nacional de História Natural, em Lisboa, vai ter lugar o maior evento nacional de incentivo à arte jovem – o Anteciparte Milenium BCP,
no qual será apresentado, em primeira mão, a uma selecção da mais jovem
expressão artística nacional, com obras de 13 artistas.

Foram 133 os candidatos que apresentaram as suas candidaturas para o projecto Anteciparte Milenium BCP,
um concurso dirigido a todos os estudantes finalistas das várias
escolas de arte nacionais, que se candidataram apresentando os seus
portefólios e propostas de trabalho. No próximo dia 8 o projecto
apresenta os trabalhos dos artistas finalistas seleccionados, mostrando
o que de mais recente e melhor qualidade se está a produzir em Portugal
no campo das artes plásticas.

Os finalistas: Ana Manso (1984)
FBAUL; Carlos Filipe (1978) ESAD-Caldas da Rainha; Gonçalo Sena (1984)
FBAUL; Liane Bosquê (1980) Ar.Co.; Mário Ambrózio (1982) Instituto
Politécnico de Tomar; Mónica Gomes (1981) MauMau; Nuno Vicente (1981)
ESAD-Caldas da Rainha; Ricardo Brito (1976) ESAD-Caldas da Rainha;
Ricardo Leandro (1982) &amp; César Engström (1982) Universidade de
Évora; Rita GT (1980) MauMaus; Sónia Lopes (1982) Instituto Politécnico
de Tomar; Susana Pedrosa (1983) MauMaus

Agora, a nossa convidada, Lúcia Marques,
que é um dos elementos do júri: «Lúcia Marques é curadora e crítica de
arte. Nasceu em Lisboa (1974), onde vive e trabalha. Formou-se em
História da Arte e actualmente está a terminar o Mestrado em Estudos
Curatoriais na Faculdade de Belas Artes (Universidade de Lisboa, em
colaboração com a Fundação Gulbenkian). De 1999 até ao momento actual
já publicou uma diversidade de artigos em jornais, revistas e catálogos
e, entre 2001 e 2006, trabalhou no Instituto das Artes do Ministério da
Cultura em Portugal. A sua experiência no ensino tem-se centrado
principalmente na fotografia e, mais recentemente, nas práticas
curatoriais contemporâneas.»

A conversa: sobre a mesa vai estar
muito mais que o Anteciparte, vamos à boleia deste evento e falaremos
das artes plásticas que se fazem em Portugal, das aspirações e
apreensões dos jovens em início de carreira, se é possível, num país
com a dimensão do nosso, falar em «carreira» nesta área; dos cursos, da
subsistência, dos públicos, da divulgação, da internacionalização e por
aí adiante.

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/anteciparte.html</itunes:summary>
<description>Anteciparte</description>
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<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3,Cátia Simão, anteciparte</itunes:keywords>
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<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 12-11-2007 / Chapéus há muitos</title>
<itunes:subtitle>Chapéus há muitos</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Contaram-nos que os chapéus não serviam só como adereço estético –
embora já pouco habitual –, para esconder a calvície vergonhosa da
meia-idade, ou humilhar guarda-redes; mas que também podiam ser usados
para estimular o pensamento. E parece inclusive que há um nome para
essa técnica: Six Thinking Hats, que foi desenvolvido por um tal de Edward de Bono. Ora, quisemos saber mais sobre o assunto e convidámos Joana Sousa
para vir cá esclarecer-nos, ela que é «formadora certificada na técnica
Six Thinking Hats®, pelo de Bono Thinking SystemTM» – sim, com estes
salamaleques todos. Diz-nos Joana Sousa que «há seis chapéus, cada um
com a sua cor, cada um com a sua função... que podemos utilizar isolada
ou sequencialmente». E mais: «utilizada em variadíssimas empresas, a
técnica Six Thinking Hats vê reconhecida a sua eficácia a diferentes
níveis, desde a simples condução de reunião, ao atendimento, às vendas
e negociação, à identificação das competências. De modo diferente, tem
vindo a ser utilizada no âmbito da educação, como uma técnica que pode
ajudar os mais novos a pensar, a explorar o pensamento, estimulando a
criatividade. Ensine os seus filhos a pensar, é a proposta de Edward de
Bono».

Pois é, sempre desconfiei que o chapéu do Sherlock Holmes
não era inocente. Nem a boina do Luís Filipe Borges. Nem o capacete do
Darth Vader. Nem a pluma do Dartacão. E vocês, como se relacionam com
os vossos chapéus?, que pensamentos vos inspiram eles, para além do
típico (no caso do gorro das manhãs de geada) «está um frio do caraças»?

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/chapus-h-muitos_12.html</itunes:summary>
<description>Chapéus há muitos</description>
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<itunes:keywords>prova oral, fernando alvim, antena 3, marisa jamaica,Six Thinking Hats, chapéus</itunes:keywords>
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<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 08-11-2007 / Alô, Seu Jorge</title>
<itunes:subtitle>Alô, Seu Jorge</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Mais uma vez, músicos à conversa na Prova Oral – e hoje o convidado é o Seu Jorge, que tem andado por cá a dar uma série de concertos (anotem: amanhã, dia 9, será em Portalege, no Centro de Artes e Espectáculos, e dia 12 no Coliseu de Lisboa).

Vale
a pena transcrever este excerto da Wikipedia sobre o nosso convidado
(sim, eu ao menos revelo a fonte dos textos; e sim, está escrito em
português do Brasil, e viva a diferença): «primogênito de quatro
filhos, Seu Jorge teve uma infância tranqüila, freqüentando a escola e
ajudando a mãe a tomar conta dos irmãos. Começou a trabalhar com apenas
dez anos de idade em uma borracharia, primeira de várias ocupações como
contínuo, marceneiro e office-boy, entre outras. As variadas profissões
nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico. Desde
adolescente, freqüentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai
e os bailes funks da periferia, e cedo começou a se profissionalizar
cantando na noite. Foi aí que a morte de seu irmão Vitório em uma
chacina levou a família à desestruturação, e Seu Jorge acabou virando
sem-teto por cerca de três anos. A nova virada se deu quando o
clarinetista Paulo Moura o convidou para fazer um teste para um musical
de teatro. Foi aprovado e acabou participando de mais de 20 espetáculos
com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como cantor e ator.
Participou depois da formação da banda Farofa Carioca, que lançou seu
primeiro CD em 1998 com uma competente mistura da ritmos negros de
várias partes do mundo, como samba, reggae, jongo, funk e rap. A partir
daí, Seu Jorge tem sua carreira engrenada e passa a participar de
vários projetos, como um disco de tributo a Tim Maia e a participação
em estúdio e na turnê da banda brasileira Planet Hemp, em 2000.»

Podemos
falar deste percurso atribulado, onde um indivíduo se pode meter em
muita coisa má, mas afinal mete-se na música; das diferenças entre o
público brasileiro e o português – como tem Seu Jorge sentido a coisa
–; de sotaques, de penteados, do cores de pele e de viagens; da música
brasileira cá e da música portuguesa lá – e porque é que este segunda,
ao contrário da primeira, se vê tão aflita –, etc.

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/al-seu-jorge.html</itunes:summary>
<description>Alô, Seu Jorge</description>
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<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 07-11-2007 / O amor, o escárnio e a maledicência dos Da Weasel</title>
<itunes:subtitle>O amor, o escárnio e a maledicência dos Da Weasel</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Sei que é um lugar comum dizer isto, mas, como é verdade, di-lo-ei: os Da Weasel dispensam apresentações; são os Da Weasel e pronto. E vão estar hoje à conversa na Prova Oral, a pouquíssimos dias de concerto grande, o do Pavilhão Atlântico no dia 10 deste mês.  Vamos falar, sobretudo, desse tal concerto grande, o que está a ser  preparado de especial para ele, as expectativas e as surpresas que  possam ser entretanto reveladas; mas falaremos também da saúde do  hip-hop luso - se está bem, se quando diz 33 (é 33?) o senhor doutor,  de estetoscópio nos ouvidos, não lhe detecta nenhuma enfermidade -, do  percurso deste último álbum dos Da Weasel, «Amor Escárnio e Maldizer»  (que já tem um terceiro single a rodar nas rádios) e da ressaca boa do MTV Award na categoria de Best Portuguese Act.

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<description>O amor, o escárnio e a maledicência dos Da Weasel</description>
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<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 06-11-2007 / Agricultura Biológica</title>
<itunes:subtitle>Agricultura Biológica</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Uma emissão sã que nem um pêro com a II Mostra de Produtos de Agricultura Biológica - RuralBio 2007, a decorrer em Beja nos dias 9 a 11 de Novembro, como tema. E connosco estarão Cristina Caro e Marta Cortegano, da organização da Mostra, e Pedro Bravo, agricultor biológico.

Diz-nos
a nota de imprensa: «de acordo com os princípios da agricultura
biológica, o agricultor tem uma função muito importante, representando
o papel de guardião da natureza. Assim, a agricultura biológica pode
ser encarada como uma ponte entre o Homem e a natureza que beneficia
ambos. A Agricultura Biológica constitui actualmente um caminho que
conduz ao desenvolvimento sustentável de uma região. Proporcionando o
equilíbrio do ecossistema agrícola e respeitando as suas
características, melhora e favorece as condições do meio, o que a
médio/longo prazo se traduz no desenvolvimento do sector agrícola em
regiões onde se tem vindo a verificar a sua regressão. O Alentejo
constitui uma destas regiões e torna-se urgente a divulgação da
agricultura biológica e o apoio aos agricultores.»

Como está a
distribuição destes produtos pelo país?; os consumidores têm aderido?;
um par de tomates biológico é mais par de tomates que um par de tomates
industrial?; o sabor dos produtos biológicos é diferente?; não vamos
ressacar com a falta de pesticidas?; e seria a agricultura biológica
capaz de produzir comida suficiente para a população inteira?

http://provaoral.blogspot.com/2007/11/agricultura-biolgica.html</itunes:summary>
<description>Agricultura Biológica</description>
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<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 05-11-2007 / Sapo Codebits</title>
<itunes:subtitle>Sapo Codebits</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Hoje, Celso Martinho, fundador do Sapo e mentor do projecto Sapo Code Bits, e Cláudio Gamboa, programador, vêm à Prova Oral falar do Sapo Code Bits
que, segundo nos adiantaram já, «é um evento de três dias, destinado a
programadores, entusiastas e empreendedores da internet em Portugal,
que através de uma conferência, workshops e um concurso de programação
(durante 24 horas ininterruptas), procura reunir e identificar os
grandes talentos portugueses desta área e colocar em prática as ideias
inovadoras que se desenvolverem durante o concurso. Será nos dias 13,
14 e 15 de Novembro na Gare Marítima do Porto de Lisboa.

O Code
Bits é inspirado em eventos semelhantes feitos pelas nossas congéneres
mundiais, como é o caso do Yahoo! Hackday, mas adaptado à nossa
realidade e à forma como vemos as tecnologias de informação e o talento
em Portugal.

É a primeira vez que se faz algo do género em
Portugal, com este formato e âmbito, com diversas iniciativas e
actividades relacionadas com novas tecnologias, inovação e Internet a
decorrerem em paralelo, tornando-o num evento único, em que o principal
objectivo é desenvolver a criatividade e capacidade de inovação dos
participantes e demonstrar que no nosso país há muito talento escondido
que tem de ser valorizado.

Um dos exemplos que poderemos dar de
actividades paralelas é sem dúvida o envolvimento do Second Life (SL)
no Sapo Code Bits, para além de termos um dos responsáveis da Linden
Lab na conferência, foi criada uma ilha do Sapo no SL, onde está
reproduzido o edifício da Gare, onde têm estado a decorrer alguns
workshops relacionados com o evento e onde irá decorrer um Sapo Code
Bits virtual, ao mesmo tempo que o de &quot;carne e osso&quot;.»

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<description>Sapo Codebits</description>
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<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 31-10-2007 / Espiritismo</title>
<itunes:subtitle>Espiritismo</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Sérgio Swedenborg vem hoje à Prova Oral falar da área a que se dedica, o Espiritismo,  e divulgar o VI Congresso Nacional de Espiritismo que se vai realizar  nos dias 1, 2 e 3 de Novembro na Faculdade de Medicina Dentária de  Lisboa no complexo do Campo Grande (e que será transmitido via Internet  para todo o mundo através do canal TVCEI, Conselho Espírita  Internacional).

Diz-nos Sérgio Swedenborg: «Infelizmente o termo espiritismo  carrega ainda um estigma muito grande que na cabeça da maior parte das  pessoas ainda o ligam a bruxarias, cartomancia e etc. O espiritismo não  é nada disso. Começou aliás, com a vertente científica pelo estudo dos  seus fenómenos e hoje comporta outras duas quais sejam a moral e a  religião.»

Muito sucintamente o espiritismo surgiu em França, em  meados do século XIX. Porque França? Por causa do iluminismo, das  ideias, da Europa ser o &quot;berço&quot; da civilização. Se o espiritismo já  causa confusão e descrença, imagina se sua origem fosse África ou  Polinésia…!! Na verdade a fenomenologia espírita é universal e existe  desde que o homem existe, por toda a história, em todos os povos e  países há registos destes fenómenos. Um Belga de nome Allan Kardec (  daí o espiritismo ser conhecido por &quot;Kardecismo&quot;) foi um médico que  pela sua formação científica não se deixou ficar pela simplicidade dos  fenómenos e decidiu ir mais adiante, estudando-o através da rigidez  científica. É considerado o &quot;Codificador&quot; pois foi quem reuniu as bases  da chamada doutrina.»
 
«Mas então o que é isso ? Doutrina,  religião, ciência ? Kardec descobriu que atrás dos fenómenos que ele  presenciou, havia um princípio inteligente… Descobriu depois de muita  experimentação que eram seres humanos numa outra dimensão. Seres  desligados da matéria mas que mantinha uma característica humana, com  sentimentos, personalidade, inteligência conforme o seu  desenvolvimento. O contacto e comunicação com esses seres é que levou-o  a registar em livro várias questões que colocou e que foram  respondidas.»

http://provaoral.blogspot.com/2007/10/srgio-swedenborg-vem-hoje-prova-oral.html</itunes:summary>
<description>Espiritismo</description>
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<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 30-10-2007 / Elas andam aí</title>
<itunes:subtitle>Elas andam aí</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Não têm o que fazer na noite das bruxas, no dia 31, e não vos excita  muito - até porque agora as noites estão mais frias - ir pelas  encruzilhadas a degolar galinhas? Que tal um concerto com os Moonspell e os Kalashnikov? 

O evento é-nos apresentado assim: «a festa de Halloween  que vai decorrer no Coliseu de Lisboa, servirá de apresentação a «Under  Satanae», o novo trabalho, editado a 15 de Outubro, onde os Moonspell  revisitam o início da carreira, nomeadamente a demo «Anno Satanae» e o  lendário EP «Under the Moonspell». No total são oito canções e quatro  instrumentais que foram gravados na Dinamarca, com produção de Tue  Madsen (conhecido pelos trabalhos com The Haunted, Dark Tranquility e o  ex-Judas Priest Rob Halford). A actuação de dia 31 de Outubro é um  espectáculo exclusivo, onde, para além dos grandes êxitos, os Moonspell  vão apresentar na íntegra «Under Satanae». Depois de se tornarem na  primeira banda portuguesa de Metal a conquistar um Disco de Ouro e a  entrar directamente para o primeiro lugar do top de vendas (feitos  alcançados com o álbum «Memorial» de 2006), os Moonspell preparam-se  para tornar a Noite de Bruxas ainda mais arrepiante! A primeira parte  está a cargo dos portugueses Kalashnikov e da banda checa de metal  ROOT. Depois da actuação dos Moonspell a festa continua noite dentro no  bar do Coliseu com o DJ Set do colectivo Vanity Sessions.»

Os convidados da emissão de hoje serão, claro, Fernando Ribeiro, dos Moonspell, e Jel,  dos Kalashnikov. Vamos antecipar um pouco do que vai ser esta noite em  termos musicais e afins, mas também falar desta coisa do Dia das Bruxas, que desde há uns anos tem ganho alguma popularidade entre nós (podem ler sobre a origem disto tudo aqui).  E vocês, acreditam em bruxas? E em casas assombradas? Contem-nos a  experiência mais intrigante ou assustadora porque já passaram?

http://provaoral.blogspot.com/2007/10/elas-andam.html</itunes:summary>
<description>Elas andam aí</description>
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<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 29-10-2007 / Mia Couto</title>
<itunes:subtitle>Mia Couto</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Mais uma emissão em grande, desta vez feita entre dois continentes,  Europa e África, e entre duas cidades, Lisboa e Maputo - onde estará o  nosso convidado, o escritor Mia Couto, na companhia da nossa enviada especialíssima Rita Amado.

Um breve flash  biográfico de Mia Couto: nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi  director da Agência de Informação de Moçambique, da revista Tempo e do  jornal Notícias de Maputo. Tornou-se nestes últimos anos um dos  ficcionistas mais conhecidos das literaturas de língua portuguesa  (autor de, entre muitos outros livros, O Último Voo do Flamingo, Terra Sonâmbula, A Varanda do Frangipani, O Outro Pé da Sereia, todos editados em Portugal pela Caminho).  O seu trabalho sobre a língua permite-lhe obter uma grande  expressividade, por meio da qual comunica aos leitores todo o drama da  vida em Moçambique após a independência.

Trabalha e vive em  Moçambique, e vai hoje falar connosco sobre o que nos une, portugueses  e africanos, e o que nos divide; da sua formação em Biologia - e se ela  lhe foi de alguma forma útil ou influenciou a sua escrita -; do que o  fez, tendo viajado pelo mundo inteiro, optar por ficar em Moçambique  (apenas o apelo das raízes ou porque seria impossível escrever as suas estórias fora do sítio onde elas acontecem?); das esperanças cumpridas e das grandes desilusões do país após a independência.

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<description>Mia Couto</description>
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<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 19:00:00 +0000</pubDate>
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<title>Prova Oral 25-10-2007 / Comportamentos Desviantes</title>
<itunes:subtitle>Comportamentos Desviantes</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Para a emissão de hoje, chamamos a atenção sobretudo a pais de filhos adolescentes ou a caminho disso: a nossa convidada é Maria Carmo Carvalho, investigadora do centro de Ciências do Comportamento Desviante  da Universidade do Porto. Tem desenvolvido investigação na área das  drogas, dedicando-se actualmente ao estudo etnográfico de culturas  juvenis e sua relação com novos padrões de uso.

Comportamentos  desviantes, associados ou não às drogas, é, infelizmente, um assunto  sobre o qual ninguém se poderá alhear, porque nos toca a todos - embora  a uns mais directamente que a outros. Maria Carmo Carvalho irá  partilhar connosco a sua experiência de investigadora, adiantar  impressões sobre o que já foi feito e o que ainda está por fazer nesta  área sensível, os méritos e os erros mais comuns por parte não só das  autoridades responsáveis mas também da sociedade em geral.


http://provaoral.blogspot.com/2007/10/comportamentos-desviantes.html</itunes:summary>
<description>Comportamentos Desviantes</description>
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<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 24-10-2007 / A nossa fiel amiga Crise</title>
<itunes:subtitle>A nossa fiel amiga Crise</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Pois é, a Crise (sim, com cê grande), lá por ser Crise, não quer dizer  que seja como um carro desgovernado ou um bote furado inevitavelmente a  caminho do fundo: há sempre coisas práticas e objectivas a fazer para  lá de rogar à Divina Providência e acender velas aos santinhos todos.  Quem no-lo diz é o nosso convidado de hoje, Martins Lampreia, um dos maiores especialistas nacionais no universo da Comunicação e do Marketing, que acabou de editar, pela Texto Editores (o lançamento será no dia 25 deste mês), Da Gestão de Crise ao Marketing de Crise,  onde revela tudo o que é preciso saber para gerir uma situação de crise  nos negócios e como obter o aproveitamento máximo das novas janelas de  oportunidades que se abrem para uma empresa quando esta se vê  confrontada com uma situação de crise.

Já dizia a minha avó «em  casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão». Vamos abordar  os principais erros da gestão em tempo de Crise e dissertar sobre se,  pelo meio empresarial cá do burgo, ainda grassa muito o hábito de, como  se diz no futebol, atirar a toalha para o chão, mal cheguem os  primeiros indícios de que as coisas não estão a correr lá muito bem.  Será o desespero e o pessimismo uma coisa muito nossa?, ou, antes pelo  contrário, nestes tempos difíceis, o português faz honras à sua fama de  desenrascado e, de facto, desenrasca-se? Por outro lado, abusa-se demasiado do desenrascanso (quer dizer, há, entre os empresários e afins, muito daquela mania chata de, quando dói, desenrascar  a cárie dentária com uma aspirina em vez de ir ao dentista? E a broca,  faz-vos impressão - ou choram só verdadeiramente na hora de pagar a  consulta?)

http://provaoral.blogspot.com/2007/10/nossa-fiel-amiga-crise.html</itunes:summary>
<description>A nossa fiel amiga Crise</description>
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<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 23-10-2007 / Joaquim Monchique a multiplicar por 16</title>
<itunes:subtitle>Joaquim Monchique a multiplicar por 16</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Conta-nos Miguel Falabella, o autor de Paranormal, a peça de teatro que será tema da emissão de hoje: «Paranormal, a peça que ora apresentamos, chamou-se, originalmente, Louro, Alto, Solteiro, Procura...  e nasceu, assim, por acaso, numa viagem de avião, quando li uma notícia  sobre um relatório da Cruz Vermelha Internacional sobre pessoas  desaparecidas no planeta. Segundo a entidade, ao lado daqueles cujos  desaparecimentos poderiam ser justificados, por holocausto, conflitos,  envolvimentos políticos, guerras e catástrofes, havia um imenso número  de pessoas que, num dia comum, despedia �&quot; se da família, saía de casa  para trabalhar e, desde então, nunca mais era visto. O número, diga-se  de passagem, era mais do que expressivo: Milhões em todo o planeta.  Pessoas que torciam os destinos de maneira radical e definitiva. Foi o  bastante para que uma pergunta me acompanhasse durante todo o resto da  viagem: Quem eram essas pessoas? Para onde tinham ido? É claro que a  resposta só teria alguma importância para aqueles que tinham sido  deixados para trás e que continuavam a buscar alguma explicação para o  desaparecimento de seu ente amado. Quando pousei de volta, no Rio, já  sabia sobre o que gostaria de falar e soube também que a história  deveria ser contada por um único actor em cena, que viveria todas  aquelas personagens em sua busca por uma mítica felicidade. Paranormal conta algumas dessas histórias.

Para falar desta peça, estará connosco Joaquim Mochique,  que a adaptou para o contexto português e que a interpreta a solo (a  estreia foi dia 17 no Cinema Batalha) �&quot; mas desdobrado em 16  personagens. Palavras do actor: Paranormal «É uma peça que fala de gente que procura gente, pessoas que não querem ser encontradas que sem querer são descobertas!»

Nem  que seja metaforicamente, todos nós já perdemos alguém, todos nós  procuramos por alguém, todos nós já alguma vez pelo menos, nos  escondemos de quem nos procura. Ou não?

Dissertações e anúncios  sobre os vossos achados &amp; perdidos pessoais, sejam eles mais ou  menos filosóficos, para o 800 25 33 33 ou caixa de comentários do  blogue. Também valem perguntas sobre o processo de adaptação da peça  para o contexto português �&quot; já que Fallabela é um apaixonado por  bairrismos e expressões idiossincráticas (grande palavrão) �&quot;, e sobre  as dores de parto que terá sentido Joaquim Monchique, ao parir-se assim  em dezasseis múltiplos.

http://provaoral.blogspot.com/2007/10/joaquim-monchique-multiplicar-por-16.html</itunes:summary>
<description>Joaquim Monchique a multiplicar por 16</description>
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<itunes:author>Prova Oral</itunes:author>
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<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 22-10-2007 / La Serena, um repertório afectivo</title>
<itunes:subtitle>La Serena, um repertório afectivo</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Creio que é consensual dizer-se - por muito que se embirre com as consensualidades - que Teresa Salgueiro  é uma artista popular, no sentido mais bonito do termo: que agrada a  muita gente, de diferentes faixas etárias e formação cultural, sem  ceder ao popularucho. 

Está de regresso aos discos com La Serena,  lançado precisamente hoje, um álbum de canções escolhidas a dedo - e  coração; uma espécie de repertório afectivo -, e recriadas pelo Lusitânia Ensemble para a sua voz. 

Exemplos do que se pode encontrar em La Serena: O Namoro, do Fausto, o Leãozinho do Caetano Veloso, Amanhã, um clássico do Duo Ouro Negro, Velha Infância, dos Tribalistas, La Vie en Rose, da Edith Piaff - só para mencionar as mais conhecidas. 

Estará hoje à conversa na Prova Oral, acompanhada de Jorge Gonçalves, violinista dos Lusitânia Ensemble, para nos falar destas canções todas, como as escolheu e como foram trabalhadas de modo a resultar num todo coerente.

Iremos  também abordar o momento, de certa forma feliz, que alguma da música  portuguesa atravessa em termos de internacionalização - e do facto de  essa internacionalização estar a ser feita com artistas que cantam  sobretudo em português (embora este álbum misture muitas línguas) e  sobretudo ligados às raízes mais tradicionais, embora as recriem  (tome-se como exemplo o percurso dos Madredeus, e a Mariza).

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<description>La Serena, um repertório afectivo</description>
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<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 18-10-2007 / Ao Volante do Poder</title>
<itunes:subtitle>Ao Volante do Poder</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Pedro Faria emigrou para Nova Iorque há mais de trinta anos - na  altura, para fugir à tropa - e é hoje dono de uma empresa de limusinas.  Durante esse tempo todo conduziu um ror de ilustres portugueses que,  por um motivo ou outro, estavam em trânsito por aquelas bandas: Mário  Soares, Amália Rodrigues, Jorge Sampaio, Eusébio, Fernando Nogueira  (quando era Ministro da Defesa), foram só alguns dos nomes que lhe  passaram pelo banco de trás (nada de interpretações abusivas, olhem o  respeitinho); e no seu livro Ao Volante do Poder (edição Bertrand), escrito em parceria com Nuno Ferreira, conta as histórias a que, inevitavelmente, assistiu pelo retrovisor ou soube através de conversas informais com os seus sui generis  passageiros. Só para dar um exemplo Pedro Faria foi o primeiro a saber,  em 1999, pelo então Ministro dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, que  Timor-leste era finalmente independente, após ter conduzido este de um  almoço onde esteve com o Secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e o seu  homólogo indonésio, Ali Alatas. 

Pedro Faria e Nuno Ferreira irão hoje dar uma voltinha connosco, avenida da Prova Oral afora, e levantar um pouco o véu de todas essas histórias, umas com agá grande, outras agá  pequeno, que fazem o volume «Ao Volante do Poder»: curiosidades,  episódios marcantes, excentricidades, azares - nunca furou um pneu em  serviço?-; e desta gente toda, quais os mais faladores?, os mais  simpáticos?, os nem sim nem não?; e algum ilustre alguma vez se  esqueceu de um saquinho de tremoços no banco de trás?, ou uma  queijadinha de Sintra?, um garrafão de tinto carrascão lá da terra,  para apaziguar as saudades?, um galo de Barcelos?

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<description>Ao Volante do Poder</description>
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<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 17-10-2007 / Medicina Alternativa</title>
<itunes:subtitle>Medicina Alternativa</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Pedro Marta Santos, entre outras coisas - foi jornalista d'«O Independente» durante treze anos, por exemplo -, é argumentista (são dele os argumentos dos telefilmes «Aniversário», de Mário Barroso, «Cavaleiros de Água Doce», de Tiago Guedes e «Oito Oito», de Edgar Pêra). E, amante de cinema como é, ainda por cima preocupado com a nossa saúde, acabou de editar, pela Guerra &amp; Paz, um «Guia Terapêutico de Cinema - Como curar insónias, fobias, depressões e desastres amorosos». 

Diz-nos a nota de imprensa: «Já ouviu falar em filmoterapia? É isso que aqui se propõe. Este livro contém milhares de ansiolíticos e antidepressivos e ajuda a prevenir e a curar noites em branco, males do coração, dores de espírito, ataques de preguiça e crises moderadas de parvoíce - não as temos todos? Os medicamentos propostos são filmes - curtos ou longos, dependendo da patologia - e séries de televisão, sempre em DVD, sempre com a indicação da dosagem, dos efeitos secundários e dos efeitos de interrupção do tratamento (como sabe, o cinema é terapêutico, mas vicia). A sua farmácia é o mundo inteiro: pode alugar os DVD no seu clube de bairro, comprá-los no centro comercial ou mandá-los vir pela Internet.»

Ora aqui está uma boa alternativa ao fálico supositório ou à traiçoeira aspirina, sempre pronta a desfazer-se-nos na boca quando damos com o jarrinho da água vazio e temos que ir a correr à cozinha; e, sobretudo, um magnífico pretexto para falarmos de cinema, que é, no fim de contas, ao que este livro nos convida.

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<description>Medicina Alternativa</description>
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<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title> Prova Oral 16-10-2007 / O retorno da gataria</title>
<itunes:subtitle>O retorno da gataria</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Os Gato Fedorento lançam hoje o DVD do «Diz que é uma espécie de  magazine» e vão rebolar-se durante todo dia (desde as 8, imaginem)  pelos telhados de zinco quente da Antena 3; e, naturalmente, montarão  tenda também na Prova Oral.
Os quatro: José Diogo Quintela, Tiago Dores, Miguel Góis e Ricardo Araújo Pereira.  Mas não só: hoje a emissão será de duas horinhas, indo das 18 às 20  (mantendo-se a Linha Avançada de José Nunes no horário habitual, às  18h50).
Vamos fazer um pequeno balanço da carreira dos humoristas que  viraram o humor do avesso, falar dos ossos do ofício, da tolerância e  falta dela, dos tabus, do humor batidíssimo que se deve a todo o custo  evitar - ou talvez não -, do bom e do mau gosto e fazer trocadilhos  (prometemos um ou outro mesmo mesmo muito insonsos).</itunes:summary>
<description>O retorno da gataria</description>
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<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 15-10-2007 / Lei da Atracção</title>
<itunes:subtitle>Lei da Atracção</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Mais uma workshop em cena na Prova Oral - porque as há para todos os gostos e de todos os feitios -; desta feita, a matéria abordada, será a Lei da Atracção. Diz-nos o resumo:

«Tudo  que vem até nós é atraído por nós mesmos. É atraído até nós pelas  imagens que mantemos na nossa mente. O modo mais simples de se encarar  a LEI DA ATRACÇÃO é imaginarmo-nos a nós mesmos como um imã. Um imã  atrai outro imã. A LEI DA ATRACÇÂO diz que semelhantes se atraem, tendo  em vista que esta é uma lei que trabalha no nível do pensamento. O  nosso trabalho, como seres humanos, é pensar no que nós queremos e  deixar isso absolutamente definido nas nossas mentes. A partir daqui  nós passamos a invocar uma das leis mais poderosas do universo: A LEI  DA ATRACÇÃO. Nós tornamo-nos naquilo no qual nós mais pensamos, mas  também atraímos aquilo no qual mais pensamos. E esse princípio pode ser  resumido em quatro palavras simples:

PENSAMENTOS TORNAM-SE  COISAS. Muitas pessoas não percebem que pensamentos têm uma frequência.  Todo pensamento tem uma frequência. Podemos medir um pensamento. Então  se nós pensamos na mesma coisa por várias e várias vezes, se mantemos  aquela imagem na cabeça: aquele carro novo, o dinheiro de que  precisamos, montar aquela empresa, encontrar o(a) companheiro (a) da  nossa vida. Se imaginamos como seriam essas situações, emitimos uma  determinada frequência consistentemente. Pensamentos emitem um sinal  magnético que atrai um sinal semelhante na nossa direcção. Se  imaginarmos estar a viver em abundância e nós atraímos isso.

A  LEI DA ATRACÇÃO diz: nós lhe daremos o que quer que nós digamos e no  que quer que nós nos concentremos. Se reclamamos de uma situação  negativa, criamos mais dessa mesma situação.

Nós podemos ser  muito positivos na nossa orientação e assim nós tendemos a atrair  pessoas, eventos e circunstâncias positivistas. Se nós formos negativos  na nossa orientação, nós tendemos a atrair pessoas, eventos e  circunstâncias negativistas. No workshop irão ser trabalhadas as  ferramentas para colocarmos a Lei da Atracção a agir a nosso favor e a  materializar os sonhos que vivem dentro de nós.»

Os nossos convidados, Roberto Sousa (que ministra do dito workshop) e Cristina Martins (responsável pelo Espaço Ser Sereno)  irão falar-nos então da estrutura do curso, os passos essenciais,  resultados conseguidos em workshops similares, o que podem os alunos  esperar alcançar - e se não correrão o risco de, por exemplo, sair de  um restaurante com os talheres todos colados à cabeça.

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<description>Lei da Atracção</description>
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<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 11-10-2007 / História de Portugal</title>
<itunes:subtitle>História de Portugal</itunes:subtitle>
<itunes:summary>História de Portugal e centros comerciais são coisas que raramente comungam. Mas raramente não é o mesmo que nunca e hoje vamos falar de um curso de História de Portugal ministrado, imaginem (essa é que é essa), no El Corte Inglés:  é à borla e, sendo onde é, escusamos inclusive de despir o fato de  treino. Convidámos, para nos falar dele - do curso, não do fato de  treino -, o seu orientador, o professor José Reis Santos.
 
Entre  outras coisas, iremos saber a que público se destina este curso; se  sairemos de lá feitos pequenos josé-hermano-saraivas, ou o objectivo é  apenas espevitar a curiosidade e dar bases suficientes para que as  pessoas, depois, aproveitem a boleia e continuem a aprender por si  próprias? E como estão os portugueses em termos de conhecimento da sua  própria História?; na idade da pedra? Crêem que Salazar foi o último  Rei de Portugal? E que dom Sebastião fumava muito, o que explica o  nevoeiro? Que Guimarães se chama a cidade-berço por haver por lá muitos  bebés? Que a República mudou de sexo, daí a Implantação? Que Vasco da  Gama inaugurou o caminho marítimo para a Índia porque estava farto de  ir lá a pé?

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<description>História de Portugal</description>
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<pubDate>Thu, 11 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 09-10-2007 / Teatro Cómico</title>
<itunes:subtitle>Teatro Cómico</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Mais uma vez o humor sobe ao palco na Prova Oral e agora para falarmos da 13ª (olhem que sorte) edição do  Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia , que começou a 5 deste mês e se prolongará até dia 14, no Fórum Maia. Aí estarão representadas todas as vertentes do teatro cómico (que a comédia não são só anedotas), «desde o teatro de rua, a mímica, a animação, stand-up comedy, musical, o novo circo, marionetas e fantoches, café-teatro, clown. Numa iniciativa da Câmara Municipal da Maia com direcção artística, técnica e produção do Teatro Art' Imagem. Este é o único festival de teatro exclusivamente dedicado à comédia que se realiza em Portugal.»

O director do festival, José Leitão, será o nosso convidado. Iremos ficar a saber não só mais detalhes sobre o programa, mas também como tem evoluído o festival ao longo destas edições todas, se o boom, mais ou menos recente, do humor televisivo, com o aparecimento e mediatização de alguns artistas de stand-up e afins, se fez notar nos públicos: cresceu o interesse pelo teatro cómico?, ou acabou por ir muita gente ao engano, quando confrontados com um tipo de humor que nem sempre tem a ver com aquele que se conhece do pequeno ecrã?

Quanto a vocês, digam-nos do humor que mais vos atrai - estilos, autores, grupos, etc. -, se são exigentes, se se preocupam em procurar coisas novas, ou uma boa anedota e um par de trocadilhos fazem-vos felizes para o resto do dia? O telefone é o 800 25 33 33 e têm à disposição a caixa de mensagens do blogue. Como o programa é às 19 e o trânsito a essa hora nas cidades não é flor que se cheire, aproveitem para fazer rir a malta (é o que faz falta). Contem-nos, por exemplo, a anedota ou trocadilho mais sem graça que alguma vez ouviram: daquelas coisas que por serem tão insípidas tão insípidas, acabam por ter piada. Ou um episódio insólito que vos tenha acontecido. Ou o relato de um espalho de bicicleta. Ou imitem uma figura pública, desde que não seja o José Hermano Saraiva, o General Ramalho Eanes ou o Alberto João Jardim - porque essas imitações já estão mais batidas que sei lá o quê.

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<description>Teatro Cómico</description>
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<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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<title>Prova Oral 08-10-2007 / Ora então digam lá</title>
<itunes:subtitle>Ora então digam lá</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Porque a liberdade é uma coisa muito bonita, hoje teremos mais uma das típicas, memoráveis, épicas - e quejandos adjectivos - Provas Orais de tema livre.

Liberdade total para abordarem os temas da actualidade - e outros - que achem pertinentes e que vos causem comichão à língua opinante: desde a eleição de Luís Filipe Menezes como líder do maior partido da oposição, à saga, que está aí para durar, do caso Madeleine McCann, passando pelo episódio Santana Lopes, que se recusou a continuar uma entrevista depois de ter sido interrompido pela reportagem sobre a chegada de Mourinho; o futuro clube de Mourinho (aceitam-se apostas), o talento para as Relações Públicas de Scolari, a Liga dos Campeões, o famoso vídeo revolucionário de um jovem chamado Durão Barroso, o último livro que leram, filme ou concerto a que assistiram, notícias insólitas que queiram partilhar connosco - de repente, dei com esta, sobre um jovem japonês que demorou 12 segundos e 26 centésimos a fazer o Cubo Mágico (não foi tanto este tempo que me espantou, mas o facto da febre do cubo mágico, que eu pensava que já tinha ido à vida em meados dos anos oitenta, permanecer); e, por falar em jogos, e tendo começado há pouco o ano lectivo, podem lembrar-nos dos jogos do recreio que entretanto foram substituídos pelas consolas portáteis (oh, saudosismo) e recordar o vosso primeiro dia de aulas. E, já agora, para onde foram e o que fizeram nas férias de Verão (se não vos for doloroso, uma vez que já acabaram): aceitamos, inclusive, queixas sobre o reumático - bicos de papagaio, em latim - uma vez que a mudança de tempo está aí.

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<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 19:00:00 +0100</pubDate>
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