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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3608110121686362043</atom:id><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 07:42:41 +0000</lastBuildDate><category>sexo oral</category><category>rapidinha</category><category>telefonema</category><category>animalidade</category><category>masturbação</category><category>entre mulheres</category><category>tenda</category><category>abraço</category><category>despertar</category><category>webcam</category><category>cama</category><category>dildos</category><category>felicidade</category><category>guna</category><category>cascata</category><category>dedos</category><category>rio</category><category>casal</category><category>nudez</category><category>furtivo</category><category>sonho</category><category>simultâneo</category><category>sexo a três</category><category>fantasias</category><category>banho</category><category>jogo</category><category>cansaço</category><category>chuva</category><category>desejo</category><category>floresta</category><category>sono</category><category>distância</category><category>espelho</category><category>sentidos</category><category>ponto G</category><category>água</category><category>sexo anal</category><title>provoCão</title><description /><link>http://provocao.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Nuno Miranda Ribeiro)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/provocao" /><feedburner:info uri="provocao" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>provocao</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3608110121686362043.post-9096867748774441834</guid><pubDate>Mon, 30 May 2011 16:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-30T17:30:57.985+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desejo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fantasias</category><title>tarde</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;por vezes o cio é uma ferida que abre o tempo como um cataclismo cósmico. imagens do passado, bocas e sexos húmidos, roupa arrancada, saliva e sémen, dentes na carne e dedos entrando no corpo; memórias que ainda queimam colidem com os ensaios da imaginação; braços que me assaltam, uma desconhecida que me impõe um beijo, me arrasta para debaixo das árvores, sem afastar os lábios e apoderando-se da minha mão; um beijo entrecortado pela urgência de me puxar, de me atirar ao chão, e logo a mão que ela recupera da minha descoordenada loucura para o meio das suas pernas; morde-me o ombro, enquanto lhe cravo as unhas nas nádegas, sapateamos, trapalhões e resolutos, para desenfiarmos as minhas calças dos tornozelos; a saia é leve e deixamo-la estar, como um véu que subisse e descesse numa maré tresloucada; magoo-me nos lábios e descubro que me mordia, ou por demasiado abandono à fantasia ou porque o meu inconsciente achou perigoso continuar a afastar-me da realidade, como um astronauta vencido pela inércia, disparado para o ventre do nada. tinha os olhos abertos mas sonhava. não me consigo situar, acordado, em relação aos elementos do sonho. talvez a desconhecida fosse uma antiga amante, talvez alguém que passou que acabou de passar por mim. o que sei é que o verão avança, maduro, pela carne do meu desejo. e que estou disponível para dentes e mãos e lábios e coxas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-9096867748774441834?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/provocao/~4/rUD4bBW1K7o" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/provocao/~3/rUD4bBW1K7o/tarde.html</link><author>noreply@blogger.com (Nuno Miranda Ribeiro)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://provocao.blogspot.com/2011/05/tarde.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3608110121686362043.post-6397565802300050670</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 14:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-05T17:27:26.579+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">rio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">água</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cascata</category><title>cascata</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;chegamos encharcados em suor ao fresco das árvores. depois da última curva do trilho, a cascata. há apenas um acesso, que nos obriga a mergulhar. tiramos as roupas, enfiamo-las dentro das mochilas que a seguir atiramos sobre a água, para a margem rochosa a que queremos chegar. a água está gelada e nós quentes demais. demoramos algum tempo até ganhar coragem. os nossos corpos suados e quentes tocam-se, sentimos o cheiro um do outro, como uma ameaça de prazer, um desafio. damos um beijo que custa interromper, salgado e sôfrego. atiramo-nos à água, para chegarmos ao local onde procuraremos onde montar a tenda. por curiosidade, nado para perto da cascata. há cerca de um metro e meio, dois metros de espaço entre a cortina de água branca e a rocha. a cascata é larga, com uns três, quatro metros, desiguais, como se o rio escorresse em madeixas aquosas, para continuar em baixo o seu caminho. a queda da água é suficientemente grande para impressionar os nossos olhos citadinos e suficientemente pequena para que não nos inspire algum tipo de perigo, são no máximo três metros. como ainda assim há água suficiente para criar corrente, contorno a frente da cascata, para evitar lutar contra a força da água. ouço, onde é que vais? e deixo que os meus gestos respondam por mim. surpreendo-me com a simetria que encontro. escassos centímetros acima no nível da água, a toda a largura da cascata, há uma saliência bastante regular, quase lhe poderia chamar um parapeito, que permite que me sente confortavelmente, com as pernas dentro de água e o resto do corpo de fora. atrás de mim, uma reentrância, larga, oval, como a sugestão de uma caverna que ali pudesse existir. ouço-te nadar perto e logo chegas a este local. o frio, já quase agradável, mas ainda assim frio, fez-me arrepiar a pele. tenho os mamilos duros e sensíveis, quase doridos, as cavidades dos olhos e as pálpebras geladas, as nádegas sentem o frio da rocha em que me sento e as pernas, estranhamente, estando dentro de água, não parecem tão frias. os testículos estão duros, a sua pele arrepiada, algo que me agrada sempre que entro em contacto com água fria. quando era adolescente e me começava a masturbar no duche, gostava de sentir a água do chuveiro fria, sobre os genitais. mas quando passava horas a banhar-me no mar, era ainda mais agradável, como se os testículos endurecessem e preparassem a maior das erecções. ali sentado na rocha fria não se pode dizer que tenho uma erecção completa, embora algum sangue tivesse afluído ao centro do meu corpo, avolumando um pouco o pénis. mas uma súbita e deliciosa noção de que estou nu, inteiramente nu naquele sítio, como um adão, excita-me, assim que te vejo à minha frente, a fazer repuxos de água com a boca, como uma criança sorridente e feliz. digo, senta-te aqui, isto é lindo, a luz faz um efeitos incríveis na água da cascata. e ouço, no tom de voz com que me costumas provocar, a meio do dia, sem aviso, sim, já vou. com duas braçadas de bruços, chegas até mim. apoias as mãos nos meus joelhos, olhando-me nos olhos. afastas-me as pernas, ou melhor, com duas pancadas nos meus joelhos, exiges que as afaste. beijas-me um joelho, o interior da coxa, enquanto procuras a minha mão direita. entrelaças a tua mão na minha, o teu outro braço na minha cintura, para teres apoio e para me acariciares. vais avançando com a língua pelo interior da minha perna, até que o teu cabelo molhado roça no meu pénis, até o envolver completamente, tornando-o irremediavelmente duro. as tuas palmas nas minhas nádegas ajudam-te a segurar, as tuas pernas mexendo-se ligeiramente, para aliviar o peso dentro de água. levantas a cabeça, com um desses sorrisos leves, com que procuras a sintonia do silêncio. ficamos assim, a conversar sem palavras dentro do olhar um do outro, quando a luz se torna magicamente excessiva,&amp;nbsp; iluminando toda a cascata em ondulações de brilho, fazendo as gotas de água do teu cabelo cintilar e o contorno do teu rosto e do teu pesçoco parecerem decalcados a fogo, na contraluz em que te contemplo. atiras o pescoço para trás e mergulhas, deixando-te cair. no instante seguinte, emerges, como uma sereia que fosse inteiramente mulher, tendo renunciado a neptuno por mim. no teu corpo, uma pequena imensa cascata&amp;nbsp; com a forma do teu corpo, formada sobre a tua pele pela água que escorre incandescendo na luz que a cascata filtra. num sobressalto, abraças-me a cintura e a tua boca procura o meio das minhas pernas. beijas-me os testículos, a tua língua sobe, desde a base do pénis até à glande. fazes força com os lábios, fazendo ecoar comicamente o ruído da sucção nas concavidades das rochas. digo, vem aqui dar-me um beijo. junto as pernas para criar espaço ao pé de mim e usas a leveza do teu corpo na água para te impulsionares, ficando sentada a meu lado. sinto os teus ombros frios e a pele arrepiada, ao envolver-te com um braço. assim que se tocam os lábios, puxas-me a mão para que te aperte a mama, espalhas-me a mão no teu peito, devagar, fazendo-me sentir os teus mamilos erectos nas palmas, sem me largares a mão. mordes-me o lábio inferior, enquanto puxas a mão que te sente a pele suave e fria para a tua perna, o interior da tua coxa, a tua cona. fecho os quatro dedos, curvando-os no teu púbis, os dois do meio,sentido alguma humidade que não veio do rio. com os teus dedos, escolhes um dos meus, para que entre dentro de ti. com a mão que tens livre, apertas-me o pénis, com força demais, quase me magoando, abrandando a seguir a pressão, para me masturbares devagar. digo-te, senta-se como uma senhora, assim não. estás do meu lado esquerdo. afasto-me um pouco, para que retires a perna direita da água, passando-a para trás de mim. seguras-te nos meus ombros e apoias as nádegas nas minhas pernas, enquanto retiras a perna esquerda da água para completares o que aa direita começou. abraças-me com as pernas e sobes e desces uns milímetros, roçando-te no meu pénis. assim?, perguntas. digo, estás quase lá. rimo-nos os dois, quando respondes, então mostra-me lá como se senta uma senhora. seguro-te pelas nádegas, apoias os calcanhares na rocha e os teus braços cruzam-se à volta do meu pescoço. levantas um pouco a cintura e eu seguro o pénis, para que entre dentro de ti. exageras a lentidão, como se quisesses adiar o momento. entra apenas um pouco a seguir à glande e percebemos que tem mesmo de ser devagar, porque estás pouco lubrificada. com a mão, retiro-o para o esfregar devagar nos teus lábios, no clitóris. dizes-me, deixa, não é preciso, basta que seja devagar. com muita calma, voltamos ao que estávamos a fazer. sentas-te sobre o meu pénis, mais apertado do que é costume, mas ainda assim, avançando dentro de ti. fazes um som seco, de quem sustia a respiração e soltou um pouco de ar. o que fazemos a seguir surpreende-nos. durante muito, muito tempo, beijamo-nos, confortáveis num abraço de pernas e braços. beijo-te o pescoço, as mamas, acaricio-te as costas e voltamos a beijar-nos, longamente, intensamente. a luz começa já a baixar e continuamos a beijar-nos, como se esquecidos dos movimentos com que costumamos cavalgar a caminho do orgasmo. continuamos os beijos, os cabelos ainda molhados, as línguas ainda sedentas. depois de tanto tempo de beijo contínuo, estou muito excitado. sinto que bastam alguns movimentos e consigo atingir o orgasmo. quando me preparo para me te exigir um orgasmo, és tu que falas, faz-me vir, estou mesmo muito, muito. não te deixo terminar, ordeno, levanta-te. há espaço para ficarmos de pé e o parapeito de rocha é largo, oferecendo-nos um chão de rocha com algum espaço. apoias as mãos na parede rochosa e eu abraço-te por trás, as mãos navegando entre as tuas mamas e o teu umbigo. mordo-te o pescoço, lambo-te, beijo-te, procuro o teu clitóris. inclinas a cabeça para me beijares, para dares a tua língua à minha língua. enfio-te o pénis com alguma sofreguidão, longe da lentidão cautelosa de há pouco. arqueias as costas, baixando os joelhos uns centímetros, inciando um movimento que faz a penetração profunda e permite o choque das tuas coxas nas minhas nádegas. tenho as mãos nas tuas mamas, cada uma apertando delicoferozmente a que lhe compete. faço uns movimentos bruscos, tendo que voltar a enfiar-te o pénis, porque escapa de dentro de ti, num gesto mais ansioso e trapalhão. quando regresso e começo a masturbar-te, já as nossas respirações se avolumaram. dizes-me, com cio na noz, aperta-me as mamas, estavas a ir tão bem, deixa que eu ocupo-me desse lugar. enquanto regresso às tuas mamas e aos beijos no pesçoco, levas uma mão à cona, a outra apoiando-se na rocha em frente, fazendo-me afrouxar a força, para que te equilibres. estamos em pé, as cinturas quase imóveis, o equilíbrio suficiente para que retires a mão da parede e a leves ao clitóris. de vez em quando, como que para acentuar a penetração, arqueias mais um pouco as costas. estou muito excitado, sentindo que a qualquer momento posso ejacular, assim que retome o movimento. ouço a tua respiração, os gemidos, abraço-te com força, aumentando a pressão do pénis dentro de ti. dizes apenas, vem. segurando-te pela cintura, enquanto dobras um pouco mais os joelhos, penetro-te com força, com movimentos curtos e vigorosos. insanamente, lembro-te de tentar aguentar mais um pouco a ejaculação, quando estás já a meio do orgasmo. não consigo adiar mais o meu orgasmo, mas paro os movimentos, deixando que sejas tua com os movimentos dos músculos internos, a fazer-me vir, a meio do teu prazer, desaguando no teu prazer. nessa noite, já na tenda, nus debaixo do saco-cama, recordámos os dois a cascata, sem falar, antes de adormecer abraçados.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-6397565802300050670?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/provocao/~4/48DVDds2CR8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/provocao/~3/48DVDds2CR8/titas.html</link><author>noreply@blogger.com (Nuno Miranda Ribeiro)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://provocao.blogspot.com/2010/06/titas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3608110121686362043.post-7465149468590381387</guid><pubDate>Wed, 26 May 2010 15:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-07T10:45:17.882+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">simultâneo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">espelho</category><title>espelho</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;sentado na beira da cama, as tuas pernas e os teus braços a envolverem-me, os nossos púbis unidos movendo-se muito ligeiramente, observo os nossos corpos reflectidos. fazes beicinho e dizes-me que não é justo que seja só eu a ver. digo, abre os braços. segurando-te pela cintura, deixo-te cair lentamente, a tua cabeça quase tocando o chão. apoias-te com as mãos e rimo-nos os dois. sabe bem rir, quando a penetração é assim, profunda. os músculos contraem-se, bem dispostos e certeiros. subo as mãos ao longo das tuas costas e puxo-te para mim. levanto-me e seguras-te com mais força, os calcanhares nas minhas nádegas e os braços à volta do meu pescoço. viro-me de costas para o espelho e faço-te saltar uma e outra vez. o pénis sai, basta fazer-te escorregar um pouco, para que volte ao sítio. danço contigo, enquanto trauteio uma valsa. rimo-nos mais sonoramente fazendo os músculos contraírem-se mais que da vez anterior. digo-te que talvez queiras ver mais de perto. faço-te descer até ao chão, viro-te de costas para mim e empurro-te, segurando-te pelos ombros. encosto-te à superfície fria do vidro. levanto-te um joelho, a minha palma navegando na tua coxa, os dedos procurando a tua humidade. com a outra mão, estico-me para alcançar o tubo de lubrificante. tenho alguns dedos dentro de ti, o teu rosto encostado ao espelho embacia o vidro, tens uma mão que aperta a mama, roça o mamilo e outra que desceu até ao clítoris. o meu pénis, mais duro ainda, passeia entre as tuas nádegas. aperto demais o tubo e o frio lubrificante escorre, excessivo, pelo fundo das tuas costas. espalho-o junto à entrada do teu cu. enfias-me o pénis na cona, enquanto eu enfio um dedo, dois dedos no teu ânus. apetece-me exagerar. retiro o pénis por momentos, para espalhar mais lubrificante. deixo cair o tubo, enquanto te penetro com força. arqueias as costas. puxo-te pelos ombros, para investir rapidamente, com alguma violência controlada. apoias as palmas ao vidro do espelho, abres mais um poucos as pernas. sinto que é altura, retiro os dedos to teu cu e enfio devagar o pénis. deixo que entre lentamente, que relaxes o esfíncter, que os corpos se encaixem. retiro-o escassos centímetros e volto a enfiá-lo totalmente. aperto-te as mamas, sentindo os mamilos duros e frios do contacto com o espelho. tens a pele arrepiada e respiras ruidosa e arritmicamente. com dois dedos na tua boca, mostro que a seguir os vou enfiar na tua cona húmida. conduzes-me a mão até ao meio das tuas coxas. escolhes o indicador e enfia-lo dentro de ti, juntamente com o teu próprio indicador. curvas o teu e o meu indicador, sentido a pressão do pénis, a seguir à parede da vagina. os teus glúteos estão rígidos, da posição e dos movimentos subtis com que procuras estar ainda mais próxima de mim. tens o indicador e o dedo médio dentro de ti, empurrando o meu indicador, ligeiramente encurvado, numa dança secreta. ficamos nesta posição, agora quase imóveis, os meus dentes salpicando de desejo os teus ombros, o teu pescoço. curvas a cabeça, buscando um beijo. seguro-te pelos cabelos, enquanto as nossas línguas dialogam. abraço-te, fazendo-nos andar, rodar, até à beira da cama. digo, baixa-te. apoias a cintura na beira da cama, sem que eu saia de dentro de ti. abres as pernas, mas eu volto a fechá-las, para sentir o pénis mais apertado, mais aconchegado. inicio movimentos lentos e vigorosos. ficamos muito tempo assim. dás-me o but plug para a mão e dizes, faz-me vir. pego num preservativo e coloco-o. entro na tua cona, tão húmida que mantiveste as pernas completamente fechadas. ponho mais lubrificante e enfio-te o but plug. de cada vez que entro mais em ti, toco no but plug, transmitindo-te o meu movimento, fazendo com que ao meu ritmo correspondam sensações em duplicado. masturbas-te enquanto eu te penetro, acariciando o clítoris e os lábios, envolvendo o meu pénis entre os teus dedos, sentindo-o enquanto entra e sai. depois de algum tempo, dizes-me, afinal, quero vir-me contigo. vem, vem-te comigo, quero que te venhas. não me faço de rogado. digo senta-te, enquanto me sento, para voltarmos à posição inicial. beijamo-nos, sentido a doçura da boca temperada pelo sal do suor. aproveitamos o impulso do colchão, para ganharmos ritmo, sem demasiado esforço. sinto agora a minha pele arrepiada. antes ainda de começar o meu orgasmo, sinto a tua ejaculação, refrescando-nos as pernas. custa-me fazê-lo, mas afasto-me por segundos, para não impedir a tua ejaculação de desaguar. passados poucos segundos, volto a entrar em ti, a tua ejaculação fez com que as nossas pernas estejam lubrificadas e a nossa dança é agora mais ampla e descontrolada. prolongo o teu orgasmo, que finda, fazendo-o entrar no meu, que se inicia. assim que ejaculo, procuro os teus lábios, sem grande controle dos movimentos. tento mexer apenas as ancas, com o auxílio do balanço do colchão, mas ainda assim, os nossos lábios apenas se roçam,&amp;nbsp; descoordenados,  em lambidelas trapalhonas e sôfregas. quando eu paro de me mexer, tu continuas. fazes força com os músculos interiores, apertando-me o pénis em sucessivos beijos de vénus. continuas a tua dança, beijando-me o pescoço, tentando que o orgasmo se prolongue indefinidamente, que se espalhe em centelhas por toda a pele. até que te abraço com força e procuro os teus lábios, ainda recuperando o fôlego. beijamo-nos demoradamente, num abraço de pernas e braços, numa dança de línguas e dentes. sem nos querermos separar, deslizamos com cuidado, para mantermos a penetração, até nos deitarmos de lado. continuamos os beijos, que incendiamos de palavras ternas e sorrisos de gratidão. um dos dois fecha os olhos. depois o outro. ao acordarmos, contámos um ao outro os sonhos que tivemos e fomos acabar de despertar para um banho perfumado de pétalas e incenso, à luz de velas, escutando zakir hussain.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-7465149468590381387?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/provocao/~4/Cab_kFVIi0c" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/provocao/~3/Cab_kFVIi0c/espelho.html</link><author>noreply@blogger.com (Nuno Miranda Ribeiro)</author><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://provocao.blogspot.com/2010/05/espelho.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3608110121686362043.post-1779918567539783959</guid><pubDate>Mon, 15 Feb 2010 16:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-15T16:54:10.324Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">distância</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">animalidade</category><title>quietude</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fica o cio de fora, como um cão que nos ronda, de boca feroz espumando. a tua ausência cristaliza o tempo, açucarando a ferida dos dias. deixo as fantasias caírem como frutos apressados, amadurecidos antes da lua da nossa nudez. os teus ombros de força delicada, o silêncio sorridente da tua boca, os cabelos da tua desarrumação apressada, as ancas que transportam a tua dança; o teu corpo ignoto, deixo que exista apenas a seguir à distância da minha pele. não quero possuir imagens nascidas da minha imaginação. quero as núpcias da tua carne, o húmus do teu desejo, a ferocidade das tuas mãos. não sei de ti. sei que não vives por intermédio dos meus sonhos, não habitas a saudade das minhas entranhas. és mulher que não conheço, corpo que não partilhei com a luz, desejos que não me invocaram. és destinatária de palavras que adormecem dentro de um envelope. és a predadora e o antílope que passeia a sua flagrância junto ao ribeiro. sou menos que o vento, sou subterrâneo vulcão, que vai extinguindo a sua ameaça. cordilheiras de carne e fulgor se erguerão, quando colidirmos tectonicamente evidentes, a geografia dos corpos misturando a lava por enquanto latente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-1779918567539783959?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-7938646414485849286?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/provocao/~4/Cgd-e90qFYI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/provocao/~3/Cgd-e90qFYI/realidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Nuno Miranda Ribeiro)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://provocao.blogspot.com/2009/09/realidade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3608110121686362043.post-294989373411480306</guid><pubDate>Fri, 31 Jul 2009 09:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-31T10:38:12.935+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">banho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">despertar</category><title>ócio</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;hoje ficaríamos na cama. enquanto dormisses ainda, a única escapadela rápida. um duche de água a ferver e roupa quente, para descer à pastelaria e comprar croissants ainda quentes, ou pães de leite. depois, o pequeno almoço levado ao quarto e o meu beijo a despertar-te. cereais e iogurte, leite morno e chocolate, os croissants ou pães de leite, a geleia e o doce de figo, o sumo de laranja, um dióspiro, torradas integrais com mel e beijos adocicados. quando te levantasses para ir tomar banho, beijos de encontro à parede, enquanto te tirava a roupa. e novo banho, para te acompanhar. sexo debaixo de água a correr, beijos dentro da cascata do duche. de volta à cama, sentimos como sabe bem a diferença de temperatura, os lençóis de novo frios sobre a pele quente e ainda um pouco molhada. uma sessão de cócegas, seguida de um longo beijo. voltaríamos a adormecer, eu encostado à cama, semi-sentado, tu com a cabeça apoiada no meu ventre. com a tua boca no meu sexo, eu acordaria de novo, continuando de olhos fechados, como se tivesse medo de acordar de um sonho. sexo lento e saboroso até à hora de almoço, de que nos esqueceríamos. um telefonema tardio a encomendar uma pizza, ou comida chinesa, ou bacalhau. eu abriria uma garrafa de vinho alentejano, um brinde na cama e as bocas a saber a dionísio. uma conversa bem disposta, muito riso. quando decidíssemos ler poesia erótica um ao outro, chegaria a comida encomendada. a garrafa chegaria ao fim, sobrando alguma comida. enquanto fizéssemos a digestão, um filme, talvez o delta de vénus, o nine songs ou o lust caution e ainda um dos nossos próprios filmes caseiros. a meio da tarde dou-te um presente embrulhado em papel de fantasia, uma caixa de madeira forrada a veludo, com vários compartimentos e gavetas, cheia de brinquedos sexuais. até ao anoitecer experimentamos os but-plugs, os vibradores e dildos, o yours+mine, o strap-on e o feeldoe. já com a cor do crepúsculo a entrar, filtrada pelas cortinas, faço-te uma massagem, que também me relaxa a mim. alguns exercícios de flexibilidade e de respiração e uma sequência de movimentos pélvicos antecedem um banho de espuma revigorante. quando saímos perfumados do banho deitamo-nos, tocando-nos muito ao de leve, sentindo no calor do outro a proximidade dos corações. partilhamos uma romã e bebemos chá. de seguida, já com os corpos treinados e disponíveis, atiramo-nos ao ofício ardente de amantes, sulcando a noite com o cio que despertámos. adormecemos, enfim, passadas horas de cansaço e exausta felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-294989373411480306?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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com que incendiamos o ar. toda a sede é devastada, enquanto avanças com a língua, subindo até aos meus lábios. abro os olhos para encontrar os teus atentos, exigindo a minha absoluta presença neste momento que chamamos felicidade. sem deixar de fixar o teu rosto  viro-te, colado num abraço, para cair sobre ti. quando ameaço a velocidade do desejo, detenho-me, para sentir o teu cheiro, desde os cabelos ao pescoço, desde o pescoço à boca. mordo-te devagar, segurando o teu lábio inferior um instante. escapas por momentos do abraço, tentando submeter-me pela força da surpresa. tentas rodar o corpo sobre o meu mas eu agarro-te pela cintura e sento-me na beira da cama. voltas à proximidade da trégua, para te sentares sobre mim. sem fechares os olhos nem deixares de me fixar, silenciosa, procuras com a mão o meu pénis, levantas um pouco as ancas, arqueando as costas e sentando-te devagar. só nesse momento fechas os olhos por um instante, enquanto expiras devagar. a mão regressa ao meu pescoço, juntando-se à outra, para te segurares. escapa-me um sorriso breve, iluminado. não me mexo. sorris, mais sonoramente que eu. não te mexes. faço força com o pénis, para que sintas esse movimento subtil como um convite. transformas o sorriso num esgar de atrevimento, divertido e cinematográfico. sinto os teus músculos interiores apertar-me. mexes as ancas para te encaixares melhor. juntas o teu púbis ao meu, as costas numa curva em que os ombros estão mais distantes e as tuas ancas começam nas minhas ancas. as mãos no meu cabelo acariciam-me com solenidade. novo movimento dos teus músculos. e um novo movimento mais forte, nesse beijo de vénus que me envolve o pénis. ficamos assim uma pequena eternidade, que prolongamos com um beijo. levanto os joelhos alternadamente, numa lentidão extrema, iniciando a ondulação das tuas ancas. os teus mamilos duros desenham espirais no meu peito. enfias a língua lentamente na minha boca, sincronizando os movimentos desse músculo de lamber com a deliciosa constrição dos teus músculos de foder. uso os dentes. correspondo com a minha própria sincronia, casando-a com a tua. sempre que levanto e empurro a pélvis, mordo-te o lábio. pegas nas minhas mãos para as depositares nas tuas nádegas. paramos de novo, para logo mergulharmos num beijo perfumado de tesão. puxo-te para mim, com a força dos braços e a alquimia da nossa música carnal. apoio-me na ponta dos pés, levantando os joelhos e puxando-te pelas nádegas. primeiro um puxão violento e preciso, que me faz penetrar-te mais fundo. depois inicio o movimento longo, elevando-me um pouco acima da cama de cada vez. às primeiras investidas, sinto a frescura dos teus fluídos, subitamente mais abundantes. com as mãos quietas, dançamos na direcção um do outro, ondulando os troncos em aproximação, as minhas pernas levantando-se mais ainda e regressando, até apoiar a planta dos pés no chão.  depois, quando o ângulo é doçura e fogo e sentimos como nos beijamos de corpo inteiro, é já ritmo o compasso da nossa dança. as respirações perdem o tino, avolumam-se. não dizemos palavras, soltamos sons de animais que fodem felizes, ausentes de tudo o que não é aqui-e-agora. deve ter passado muito tempo, tanto que não saberíamos o que significa tempo ou dor ou passado ou contingência. eis-nos balançando, num crescendo de loucura e precisão. sinto a tua ejaculação, sustentada por um gemido rouco. a tua pele torna-se ainda mais rubra e sensível. levanto-me, provocando  na tua distracção concentrada um sobressalto de medo e descoordenação, que compensas com unhas que me cravas nas costas, ao procurares segurar-te. as tuas mãos cruzam-se atrás do meu pescoço e as minhas fazem subir as tuas nádegas e a tua cintura. o meu orgasmo invade o teu, e quando ejaculo, encosto as tuas costas à parede, as tuas pernas escorregando desde a minha cintura. ainda no eco do nosso prazer, encontramos delicadeza de gestos para que os teus pés toquem no chão, como se viesses de muito alto. levanto-te uma perna, o teu calcanhar rodando até se ancorar entre as minhas nádegas, as últimas gotas de desvario desaguando na tranquilidade feita de plenitude que nos faz sorrir, a sofreguidão da respiração diminuindo, enquanto cresce um novo beijo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-3308885307902339950?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/provocao/~4/6cYq4DHyqEE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/provocao/~3/6cYq4DHyqEE/sugo.html</link><author>noreply@blogger.com (Nuno Miranda Ribeiro)</author><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://provocao.blogspot.com/2009/01/sugo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3608110121686362043.post-4748645738819777087</guid><pubDate>Tue, 09 Dec 2008 10:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T10:51:47.387Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sexo a três</category><title>venda</title><description>&lt;div align="justify"&gt;quando nos vestimos, não estás. imagino que foste até ao quarto. a nossa convidada amarra a toalha à cintura, como é costume os homens fazerem. tem os mamilos rígidos e a pele das mamas e do ventre arrepiada. abraço-a por trás, beijando-lhe o pescoço, sentindo uma erecção abrupta. aperto-lhe as mamas e enfio a mão por dentro da toalha, fazendo-a cair. ela aperta-me a mão, esfrega-a contra o meio das pernas. ouvimos, "demoram muito?". pego na mão dela e avanço até ao quarto. estás deitada na cama, usando a lingerie preta que te ofereci no fim-de-semana passado. tens umas algemas na mão. sorris, matreira, enquanto fazes rodar as algemas no indicador. deixas cair as algemas e abres a gaveta do teu lado da cama. tiras uma venda e levantas-te. diriges-te à rapariga, que se acaricia com uma mão, sem pudor nem cerimónia. seguras-lhe o queixo com a mão direita. dás-lhe um beijo muito subtil, apenas a língua a percorrer os lábios dela. enfias-lhe dois dedos na boca que depois levas até a um mamilo, lambes os dedos para os enfiar na tua cona, dás-lhe um beijo enquanto te masturbas. eu aproximo-me por trás dela e tiro-te a venda da mão, para a amarrar, deixando a nossa companheira de olhos vendados. mordo-lhe de leve uma orelha, seguro-lhe as mamas, levo dedos à boca dela. enquanto a masturbas, beijo-a, apoiando a sua cabeça no meu pescoço, acaricio-lhe a cona e de seguida enfio-lhe um dedo no cu, sentindo os movimentos dos teus dedos dentro dela. ficamos assim, por momentos, com os nossos dedos comunicando, enfiados dentro dela, arremessados pelo nosso cio. é então que pegas nela pelos ombros e a atiras para cima da cama. avanças ao longo do corpo dela, plantando beijos. estás de joelhos sobre a cara dela, ofereces-lhe a cona, para que ela a lamba, eu enfio a minha língua nela, saboreando a pele macia, sem pelos. uso os dedos, os lábios, os dentes. afasto-lhe as pernas mais um pouco, faço subir uma perna, beijando-lhe o interior da coxa, e depois a outra. com dois dedos, avanço para o ponto G dela, ouvindo os teus gemidos e adivinhando o orgasmo que a boca e os dedos dela te oferecem. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-4748645738819777087?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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secarmos. no quarto deixámos as toalhas cair, para retomarmos os beijos. a pele como dunas, escaldando ao sol do desejo, as mãos deixando as suas pegadas. enquanto bebo da limonada que tínhamos na mesa-de-cabeceira, abres a gaveta e tiras uma venda de seda preta, que eu não conhecia. sentas-te na cama, as costas contra a parede, e fazes um sinal com a cabeça, chamando-me. sento-me entre as tuas pernas, as minhas costas encostadas ao teu ventre, ao teu peito, às tuas mamas. sabe-me bem sentir no fundo da coluna o teu púbis, os pêlos recentes, que cresceram na última semana e meia, desde que te ajudei a depilar completamente. beijas-me o pescoço enquanto as mãos me acariciam. colocas-me a venda e dizes "sai", batendo-me nas costas de leve. eu afasto-me um pouco, sentando-me sobre os joelhos no meio da cama. ouço uma gaveta a abrir-se e depois: silêncio. fico parado, resolvido a jogar este jogo. muito atento, sintonizo-me na tua respiração. estou tremendamente excitado, os sentidos alerta, a escuridão feita um poderoso afrodisíaco. a tua respiração começa a tornar-se arrítmica. faço força para não me tocar, quero toda a minha concentração, toda a minha tesão, neste momento, em ti. mesmo se não te vejo. ouço-te engolir em seco. e alguns sons molhados, um curto swish-swish, que me sugere imagens ardentes. aproximo-me devagar. não dizes nada, ofegante, no teu artesanato solitário. toco na tua perna com a mão. estás sentada, percebo. avanço com a mão, a seguir ao teu joelho. quando me aproximo de uma anca, sinto o teu braço. apalpo, no escuro, em direção ao teu ventre. tens um braço quase parado e o outro está a meio de um movimento constante, descompassado, vigoroso. masturbas-te com o dildo que te ofereci. aproximo-me mais. ergo-me nos joelhos, pernas um pouco abertas, sobre as tuas. levo o caralho à tua boca. a tua sofreguidão não te deixa concentrar no meu corpo. insisto com um beijo. páras um pouco os movimentos, para me beijar. quando me afasto de novo, a minha perna toca em algo. investigo com a mão. é um butt plug. pego nele e pigarreio, divertido, acenando, os olhos ainda vendados mas a imaginação solta. dou-te uma palmada na anca, digo "vira para cá o cu". ouço a cama mexer, enquanto te viras, ficando de quatro, continuando a  usar o dildo. agora o swish-swish está mais mais alto e rápido. sempre de joelhos aproximo-te das tuas nádegas. fico um momento a acariciar-te as ancas, o fundo das costas. molho o indicador direito na boca. enquanto te beijo uma nádega, começo a acariciar-te esse pequeno espaço entre os teus dois buracos. mordo-te uma nádega enquanto cravo as unhas na outra. volto com a língua para perto de onde quero entrar. molho de novo o dedo. e faço pressão com o dedo esticado, de cima para baixo, para que entre devagar. beijo-te as nádegas com o dedo avançando pelo teu cu. soltas alguns gemidos, entrecortando a aceleração dos pulmões. dizes, "o KY está aí, estava ao pé do plug". com a mão, tacteio o colchão, encontrando rapidamente o tubo. aperto a embalagem no meio das tuas nádegas. espalho bem o lubrificante. o indicador entra com facilidade, agora. encurvo um bocado o dedo, sentindo o dildo a ir e vir dentro da tua cona. enfio dois dedos, ficando parado, fazendo força na parede quando sinto o pau artificial. pego no butt plug e encosto-o à entrada do teu cuzinho. faço um pouco de pressão, rodando devagar o pulso. volto a inserir os dedos, dois. três, só um pouco. mais KY e num instante tens o butt plug enfiado. dou-te palmadas, depois de te acariciar as nádegas, em círculos lentos. a minha mão toca as tuas. páras, deixando-me segurar o dildo, para te concentrares no clítoris. o ângulo da penetração um pouco inclinado, sinto a pressão que o butt plug faz. rodo um pouco, num e noutro sentido, até me gritares, "enfia-me essa pôrra". faço movimentos curtos à entrada da vagina, alternando com penetrações profundas e lentas. quando a tua respiração se avoluma ainda mais, os teus gemidos se tornam mais frequentes e a tua lubrificação escorre, aplico-me no movimento rápido, penetrações curtas e vigorosas. sussuras, "estou-me a vir, estou-me a vir". enfio totalmente o dildo e deixo-o estar no seu lugar, para te beijar no meio nas nádegas, onde começam as costas, te agarrar as mamas com força, as minhas ancas encostadas às tuas, o meu peito nas tuas costas. começas aos poucos a ficar quieta. e antes que fiques confortável, já eu rodo um pouco o butt plug, inclinando-o antes de o retirar. introduzo o meu pénis e a minha fome de ti. de joelhos, faço alguns movimentos vagarosos, depois um embate forte, com uma penetração mais profunda. e abro um bocado as pernas enquanto te fodo o cu, cada vez mais vigorosamente. quanto te sinto à vontade, alguns gemidos mais fortes e descontrolados que há pouco, levanto-me um pouco, até ficar de joelhos fletidos, pés bem assentes na cama, penetrando-te de cima. gosto de sentir o embate dos testículos, de sentir o teu corpo todo de encontro ao meu, a força concentrada nas tuas nádegas, no meu ventre. seguro-te nas ancas para te puxar quando desço. uma palmada, duas, três, mais fortes do que esperava. continuo a aceleração. baixo-me um pouco, para te sentir o mamilo duro, para te enfiar dois dedos na boca. quando me sinto quase a vir, abrando, para prolongar mais um pouco o prazer de te possuir. retomo o vaivém, mais devagar. entro neste ciclo, parando sempre antes de ejacular e voltando a seguir em ritmo mais lento. quando quase enlouqueço, enfio o mais que posso o caralho, a última penetração faz-se ouvir, ao embater o meu corpo nas tuas nádegas. e quando páro, aperto o tubo de KY, escorrendo a maior parte entre os nossos corpos, uma quantidade substancial a lubrificar o nosso contacto de animais com cio. volto à carga, à dança. é com força que te vou penetrando, em ritmo crescente, respirando volumosamente. em alguns minutos, chego à velocidade certa, um pouco antes do total descontrolo muscular, um pouco depois do razoável. sinto-me a vir. neste ângulo, sinto o dildo, ainda dentro de ti. e quando ejaculo, massajas-me através da parede entre a cona e o cu. enfias e retiras o dildo. no final do meu orgasmo, prolongas o meu prazer com o movimento dentro de ti. sinto que inclinas mais um pouco o pau que te preeenche a cona, transmitindo ao meu pau o que se passa do outro lado. passados uns minutos, ficamos ainda parados, a saborear o caminho e o mar em que desaguámos. finalmente saio de dentro de ti e deito-me a teu lado. agarras-me a mão, antes de te virares. e ao dar-me um beijo, ris-te, dizendo, "oh, que tolo, então ficaste este tempo todo com a venda?".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-5840287331942332839?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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"espera um pouco, já estou quase no cimo das escadas". deito-me na cama, visualizando a entrada da tua casa, os gatos a receber-te, o casaco que pousas na cadeira, os sapatos arrumados na sapateira. conto os passos, tentando adivinhar-te a chegar ao sofá. "ainda estás aí?". "estou", e a minha voz é um misto de marvin gaye, rouquidão crónica e provocação de miúdo atrevido. "e tu, ainda tens a roupa toda?". não me respondes, mas ouço o som de tecidos a roçar em tecidos, o slap breve do elástico do soutien, o som abafado de peças de roupa a cair no chão. "já não tenho roupa nenhuma". sinto a humidade da minha lubrificação a acentuar-me a erecção, como se o desejo transbordasse, escorrendo para fora de mim. "e onde é que tens as mãos?". "onde as tuas costumam estar". "as minhas mãos passam por sítios muitos diferentes". "tenho as duas livres, liguei a alta voz". "qual das duas te aperta a mama direita?". "como sabes que é a mama direita?". rio-me. "é sempre a mama direita". "então, só para te contrariar, fica a saber que os dedos da mão direita já os enfiei". "onde?". "na cona, claro. tu é que tens a mania de me enfiar dedos no cu". "preferias que te enfiasse o caralho logo, a sangue frio?". "e para que é que serve o KY?". neste momento já a minha imaginação delira. com a tua voz a conduzir-me, sobrevoo o teu quarto, vendo-nos aos dois reflectidos nos dois espelhos, olhando gulosamente o tumulto dos lencóis, a sinfonia telúrica das respirações, na noite anterior. "olha, eu não quero falar, quero ouvir". acordo do sonho desperto para te responder. "e o que queres ouvir?". "quero que me faças vir com a tua voz, quero as tuas palavras a foder-me, como se as minhas mãos fossem as tuas". "afinal, gostas mesmo de sexo oral". o teu riso breve faz-me sorrir. "que parvo, sempre gostei, ou parece-te que finjo, que faço frete quando te chupo? e deixemo-nos de tretas, vá, fala-me, conversa com a minha tesão". "preferia usar a minha boca de outra forma". "se estivesse aí, abria-te as pernas como a um livro, como separando pétalas". "adoro o teu sabor". "por vezes o primeiro contacto da língua já recebe o sabor salgado da tua humidade". "e gosto de enfiar rapidamente um, dois dedos". "ocupo-me do clítoris, com os lábios e a língua, enquanto encurvo os dedos, sentido as nuances de texturas dentro ti". "quando me pedes para te foder, finjo que não ouço, puxo-te pelas ancas para enfiar a língua e um dedo". "se me imploras que te enfie o caralho, enfio um dedo na tua cona, para o lubrificar, e de seguida enfio-to no cu". cada mão ocupada com a sua cavidade, a matemática digital a alternar um, dois, três, quatro visitantes". "sento-me na cama para que te sentes sobre mim". "não permito, ainda, a penetração". "o meu pénis esfregando-se devagar na extensão da tua vulva". "a minha boca a chupar-te os mamilos, a morder-te suavemente a mama, os dedos competindo com a língua, na tua boca". "agarro-te pelas nádegas para te levantar um pouco". "sustendo o teu peso, faço o teu corpo descer sobre o meu pénis, a penetração facilitada pelos teus fluídos". "fico assim, a beijar-te com ardor, as mãos ainda a segurar-te, para que a penetração seja mínima". "quando abro os olhos e me afasto um milímetro dos meus lábios, deixo-te cair, o pénis avançando resoluto e súbito". "começamos a mover-nos, devagar e atentos". "ficamos assim, num balanço delicioso". "sei que é desta forma que chegas ao orgasmo mais facilmente". "gosto de quando procuras, num abraço, alguma segurança na vertigem, gosto desse descontrolo dos músculos, dos movimentos, da respiração". "quando já não tens lucidez para balançar com a rapidez que o orgasmo eminente te exige, uso as mãos e o movimento da cintura para acelerar a nossa dança." "sei que assim, o teu clítoris roçando no meu púbis e o ângulo e a inclinação do pénis massajando o ponto G, é provável que ejacules, e é de esperar que tenhas pequenos orgasmos a seguir, se mantivermos a temperaturas dos beijos, a força do embate, a constância do ritmo". "hoje quero surpreender-te". "não páro o movimento, quando te sinto a ejacular, nem quando me sussuras ao ouvido algo incompreensível, nem quando mordes o lábio para soltar um gemido". "continuo a cadência do cio, a cópula de animais que se amam". "levanto-me, e abraças-me com as pernas". "faço alguns movimentos rápidos, que nos fazem rir deste sexo saltitante, apoio as tuas costas na parede e empurro o meu pénis para mais fundo". "páro por momentos para nos beijarmos, provando o suor misturado dos rostos". "vou até à cama e deixo-te cair de costas, sem que deixes de me abraçar com as pernas, sem as minhas mãos deixarem de te agarrar a cintura". "fecho-te as pernas e levanto-as, apoiando-as no meu ombro esquerdo". "penetro-te mais ainda, devagar e com vigor". "abro-te um bocado as pernas, dobras um pouco os joelhos, aproximando-os da cabeça". "entro e saio sem sair de ti". "demoro as penetrações, para sentir o caralho a tocar no colo do útero, levemente". "abres os olhos para me olhar a olhar para ti". "saio suavemente de dentro de ti, e aproximo-me da tua boca." "beijamo-nos." "viro o teu corpo e puxo-te pela cintura, para ficares com as nádegas espetadas para cima". "enfio e rodo devagar três dedos dentro de ti". "entra o indicador no teu cu". "e de novo o meu caralho na tua cona". "quando o retiro, molhado em ti, enfio-o devagar no teu cu". "páro, observando como os teus músculos relaxam, depois de se contrair". "forço uma distância ínfima suficiente para que o pénis acabe de entrar, quase sem esforço, como se te abrisses um pouco para eu entrar". "fechas mais um pouco as pernas para me apertares" "abres de novo as pernas, encontrando um ponto de conforto". "inicio o movimento devagar, mais rápido ao sair, mais delicado ao entrar". "gosto de te agarrar assim, pelas ancas". "de ver o teu corpo nesta posição, todo ele acolhendo as minhas investidas". "dizes-me que queres o meu prazer, queres que me venha". "dizes". interrompo o discurso, ao ouvir como a tua respiração se tornou volumosa, alguns gemidos a causar interferência no telémovel, de tão altos. fico em silêncio, a minha respiração entretanto mais sonora e lenta. levo a mão aos testículos, ao caralho entumescido e ainda preso debaixo dos calções. antes que eu diga alguma coisa, dizes, intransigente e quase zangada, "tens um quarto de hora para chegar aqui". "vem!" &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-138804332068641342?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/provocao/~4/Fdi_3mlx8lY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/provocao/~3/Fdi_3mlx8lY/relao.html</link><author>noreply@blogger.com (Nuno Miranda Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://provocao.blogspot.com/2008/10/relao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3608110121686362043.post-945672560583342988</guid><pubDate>Mon, 22 Sep 2008 18:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-14T15:03:19.419+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sonho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sexo anal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sexo a três</category><title>trio</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;sonhei a tua fantasia. como se lesse a tua conversa de cama na página de um diário, desenrolei um enredo que agora recordo. era um sonho mas atingiu-me com precisão o incómodo de te ver nua beijando outro homem. não foi repugnância mas raiva o que o meu olhar produziu. o dossel envolvendo tudo numa névoa leitosa e turva, como que intensificando a lentidão do prazer. quando era já violência o que transbordava da minha distância, convocaste-me com um olhar fixo e autoritário. vi-me nu, de joelhos na cama imensa. havia mar em volta, apenas azul e espuma até às fronteiras do lençol. agarraram-me os ombros. não precisei de me virar, pois materializaste-te num abraço beijado. a tua pele cheirava a incenso e canela, o teu cabelo a vento oceânico e a boca a menta e mel. de novo me agarram os ombros. continuo a beijar-te enquanto os lábios de uma terceira pessoa me investigam o pescoço. foi a mão de um homem a que vi surgir, detrás de mim, na direcção do teu peito. sinto um pénis erecto colado às minhas costas e um dorso musculado cujos braços se misturavam com os meus, com os teus. quando a tua boca se detém no meu mamilo esquerdo, os dentes do nosso amante comum mordem-me o ombro direito. em breve estou estendido na cama, à mercê de quatro braços e duas bocas. cada incursão das vossas línguas é interrompida por beijos que já não me agridem, excitam-me. quando te deitas, os dois aproximamo-nos de ti, desta tesão tripartida. a minha pele bronzeada contrastando com o tom claro da pele e do cabelo dele. beijo-te e ele chupa-te um mamilo. encontro os dedos dele dentro de ti, molhados de ti. detenho-me no clítoris enquanto ele te penetra com o anelar e o dedo médio. aperto-te as mamas, roçando as palmas nos mamilos duros. ele beija-te ao mesmo tempo que me segura no pénis. aproximo-me das vossas bocas e entregamo-nos os três a uma confusão de línguas, dentes e lábios. tens a mão no meio das pernas. quando ele te afasta mais os joelhos, abres os olhos fugazmente, quatro dedos competindo para entrar mais fundo. apertas-lhe os testículos com a outra mão, numa carícia gulosa e eu dou o meu pénis à tua boca. os sons dos teus lábios na minha glande confundem-se com os dos teus dedos entrando na tua cona. ele fala pela primeira vez. diz-me "senta-te". sento-me na borda da cama, as pernas dentro do mar tépido e branco de espuma de que me tinha esquecido. sentas-te envolvendo-me com as pernas e eu esqueço-me de tudo, a tua humidade recebendo as investidas do meu caralho. tenho os dentes à volta de um mamilo, tocando a auréola, cúmplices da língua ocupada com o centro, eloquente na sua erecção. abraçamo-nos com mais intensidade, empurrando a penetração para mais fundo. intercalamos uma lentidão intensa com a velocidade apressada de nos queremos comer. antes de te vires, caio de costas agarrado a ti. deitada por cima de mim, fazes-me abrir as pernas e fechas as tuas, apertando-me com a força das coxas e as contracções dos músculos da vagina. mexes-te devagar, à medida que ele te enfia um dedo no cu. e quando arqueias um pouco as costas, volto a colocar as minhas pernas, fechadas, no meio das tuas. o orgasmo que adiaste volta a surgir no horizonte. beijamo-nos. as minhas mãos nas tuas nádegas, separando-as um pouco. o teu cu preenchido por um indicador curvado. dizes-lhe num sussurro gritado "fode-me, quero vir-me enquanto me fodes o cu". fico parado, na inércia vigorosa de me fazer rígido contra os teus movimentos curtos para cima e para baixo, ao longo do meu corpo. mordes-me o lábio quando o sentes entrar, parando brevemente o teu vaivém. os dois ficamos atentos ao ritmo dele. e recomeçamos o teu, de forma simétrica. quando ele avança, as ancas dele embatendo nas tuas nádegas, avanças também pelo meu caralho acima, aproximando ainda mais os nossos ventres. quando ele se afasta ligeiramente, vais um pouco para cima, aliviando a nossa penetração por um instante. várias marés depois, soltas um grito, que inicia o descontrolo total na respiração. dizes "vem-te comigo", já depois de começar o teu orgasmo, e eu sigo-te. são as nádegas dele que recebem as minhas unhas, quando ejaculo dentro do teu prazer. um sorriso do nosso parceiro de engenharia animal revela que não acabou o que comecámos os dois. manténs-te nesse estado de excitação, esse planalto a seguir ao orgasmo, que pede réplicas e sequelas. mexo-me ainda, já a ereção perdendo força e o esperma misturado nos teus fluídos. empurro-te contra o corpo dele num exercício de precisão enérgica. ele dá-te algumas palmadas, ao aumentar o ritmo, uma delas bastante violenta, que te faz gemer. ficam os dois dançando freneticamente durante uma pequena eternidade, como se a pele ardesse e produzir suor fosse a salvação. a minha quietude acolhe o vosso crescendo alucinado. por cima de mim, um corpo liga-me a um terceiro, os dois de cima tresloucados por um movimento imparável, furioso de tão intenso. recomeço a mexer as ancas, de novo excitado, com uma erecção revigorada e dorida. controlas ainda a dança, com a perícia dos dementes, quando gritas "tu, agora tu, esporra-te no meu cu, vem-te comigo". as ondas, reparo agora, durante o vosso desvario de amantes incendiados, molham a cama, salpicam-nos a pele. ficamos os três quase parados, um pouco de sémen escorrendo ainda no pequeno e inesperado orgasmo com que me juntei ao vosso estuário de luxúria. quase imóveis, ofegamos, apenas algumas contracções com que me apertas o pénis, adivinhada a força congénere que fazes para apertar o nosso amante, que se volta a mover, alguns avanços dele tentado manter o pénis dentro de ti, fundo. despertamos como de um langor titânico, enviando as mãos para reconhecer o terreno comum. na tua boca provo o suor que te encharca o rosto e ele beija-te o pescoço, beija-me a mim, beijo-te eu o pescoço, lábios e lábios beijando-se, e lábios sobre lábios e lábios e o despertador que me faz acordar, ainda ofegante, o lençol molhado, o lábio de baixo dorido, um pouco de sangue que limpo com a língua: devo ter-me mordido durante este sonho que nunca te contei.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3608110121686362043-945672560583342988?l=provocao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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