<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Psicologia Virtual - Últimas Notícias</title><link>http://www.psicologiavirtual.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>25/05/2012 02:13:30</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/psicologiavirtual" /><feedburner:info uri="psicologiavirtual" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Depressivos são mais inquietos usando a internet</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/B2vKFsLv39w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pessoas depressivas, enquanto usam a internet, tendem a mudar o tipo de atividade on-line com mais frequ&amp;ecirc;ncia do que pessoas sem depress&amp;atilde;o, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia de Missouri.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo, divulgado pelo site Medical Daily, afirma ainda que os depressivos tendem a entrar mais em chats e mandar mais e-mails que pessoas sem sinais de depress&amp;atilde;o. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Al&amp;eacute;m disso, eles veem mais v&amp;iacute;deos, jogam mais on-line e usam programas de compartilhamento de arquivos com maior frequ&amp;ecirc;ncia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa foi feita com 216 estudantes da Universidade de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia de Missouri. Os dados de navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o deles foram coletados ao longo de um m&amp;ecirc;s, de forma an&amp;ocirc;nima. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Medical Daily, os pesquisadores creem que a tend&amp;ecirc;ncia a mudar de atividade com frequ&amp;ecirc;ncia tem a ver com um problema comum de pessoas depressivas: a dificuldade de concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As pessoas com depress&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m h&amp;aacute;bitos pouco consistentes, segundo os pesquisadores, passando horas on-line num dia e deixando de usar a internet nos dois dias seguintes, por exemplo. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/B2vKFsLv39w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 14:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=53259</feedburner:origLink></item><item><title>Aceitar a esquizofrenia une a família com o adoecido</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/vJJ7BitFPgs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisa apresentada na Escola de Enfermagem de Ribeir&amp;atilde;o Preto (EERP) da USP com portadores de esquizofrenia e seus familiares revelou que quando a fam&amp;iacute;lia aceita a doen&amp;ccedil;a, o esquizofr&amp;ecirc;nico se sente bem. O estudo da assistente social Maria Cristina Ferri Santoro aponta que o in&amp;iacute;cio da doen&amp;ccedil;a &amp;eacute; o per&amp;iacute;odo mais dif&amp;iacute;cil para os familiares, devido &amp;agrave; falta de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; dificuldade em aceitar o que ocorre com o doente. Logo ap&amp;oacute;s, vem a fase da necessidade de paci&amp;ecirc;ncia, equil&amp;iacute;brio entre independ&amp;ecirc;ncia e vigil&amp;acirc;ncia, e lidar com os avan&amp;ccedil;os no tratamento. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao futuro, os relatos indicam o apego a um sentimento de esperan&amp;ccedil;a. &amp;ldquo;Eles t&amp;ecirc;m esperan&amp;ccedil;a na ci&amp;ecirc;ncia, que se descubra a cura e, portanto no tratamento medicamentoso correto que promova a cura&amp;rdquo;, afirma Maria Cristina. &amp;ldquo;E em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; responsabilidade pelo cuidado, os entrevistados tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m esperan&amp;ccedil;a de encontrar os recursos para o cuidado dentro da fam&amp;iacute;lia e de seu contexto s&amp;oacute;cio-cultural.&amp;rdquo; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a pesquisadora, o estudo ressalta ainda a necessidade urgente de se ouvir o portador de transtorno mental e seus familiares sobre a responsabilidade da fam&amp;iacute;lia de cuidar do adoecido. &amp;ldquo;O principal objetivo foi saber como as fam&amp;iacute;lias constroem suas pr&amp;aacute;ticas de cuidado ao longo do tempo e para isso foram convidados portadores de esquizofrenia e seus familiares, que participam do Grupo em Uso de Medica&amp;ccedil;&amp;otilde;es Antipsic&amp;oacute;ticas At&amp;iacute;picas [GRUMA] do Hospital das Cl&amp;iacute;nicas da Faculdade de Medicina de Ribeir&amp;atilde;o Preto [HCFMRP] da USP&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Maria Cristina destaca que entre os familiares participantes poucos ainda demonstram dificuldade para aceitar o diagn&amp;oacute;stico de esquizofrenia. Por&amp;eacute;m, os familiares que demonstram esta dificuldade reconhecem que se conseguissem aceitar estariam sofrendo menos. &amp;ldquo;Observa-se nos relatos dos entrevistados que a fam&amp;iacute;lia se v&amp;ecirc; como a primeira e &amp;uacute;nica institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cuidado&amp;rdquo;, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fam&amp;iacute;lia&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Para o estudo foram entrevistadas 26 pessoas, oito portadores de esquizofrenia e 18 familiares, representando 14 fam&amp;iacute;lias que convivem com essa doen&amp;ccedil;a h&amp;aacute; mais de dez anos. Para a coleta de dados a pesquisadora utilizou entrevista aberta, genograma (&amp;aacute;rvore familiar que representa a estrutura interna da fam&amp;iacute;lia) e question&amp;aacute;rio s&amp;oacute;cio-demogr&amp;aacute;fico, com idade, sexo, estado civil, escolaridade, profiss&amp;atilde;o, composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o familiar, moradia e renda mensal. &amp;ldquo;O genograma foi utilizado como estrat&amp;eacute;gia de aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preparo do ambiente da entrevista&amp;rdquo;, explica a pesquisadora. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A esquizofrenia &amp;eacute; uma doen&amp;ccedil;a que se caracteriza pela dificuldade que a pessoa apresenta de diferenciar a realidade de suas cren&amp;ccedil;as e percep&amp;ccedil;&amp;otilde;es muito incomuns. Ela aparece normalmente entre o final da adolesc&amp;ecirc;ncia e come&amp;ccedil;o da vida adulta e atinge cerca de 1% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; um transtorno mental em que o paciente tem os sintomas de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do pensamento, alucina&amp;ccedil;&amp;otilde;es, del&amp;iacute;rios e altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no contato com a realidade. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pessoa passa a acreditar que a realidade se apresenta de uma maneira diferente, suas id&amp;eacute;ias e pensamentos apresentam conte&amp;uacute;dos que para ela s&amp;atilde;o verdade, mas que n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o realmente acontecendo. As percep&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos cinco sentidos tamb&amp;eacute;m ficam modificadas, a pessoa passa a ter percep&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem que haja o est&amp;iacute;mulo externo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sente cheiro e gostos diferentes em alimentos saud&amp;aacute;veis, pode ter vis&amp;otilde;es sem os objetos reais e pode ter formigamento e outras sensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pensamentos podem ficar confusos e a pessoa passa a ter uma perda da vontade para realizar suas atividades. H&amp;aacute; uma dificuldade em expressar os sentimentos e emo&amp;ccedil;&amp;otilde;es, passando a impress&amp;atilde;o de que perdeu estas capacidades. &amp;ldquo;A esquizofrenia &amp;eacute; uma doen&amp;ccedil;a cr&amp;ocirc;nica, com tratamento por prazo indeterminado. O acompanhamento da fam&amp;iacute;lia &amp;eacute; um recuso fundamental para o tratamento&amp;rdquo;, alerta Maria Cristina. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A disserta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mestrado A trajet&amp;oacute;ria de cuidado ao portador de esquizofrenia: narrativas familiares foi orientada pela professora Sueli Aparecida Frari Galera, no Programa de P&amp;oacute;s-Gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Enfermagem Psiqui&amp;aacute;trica da EERP e defendida em mar&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/vJJ7BitFPgs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 14:38:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=53258</feedburner:origLink></item><item><title>Seletivo: cérebro evita informações negativas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/3ycx1ogsqqI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os pesquisadores extrapolaram um estudo anterior sobre a capacidade de leitura e interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em pessoas bil&amp;iacute;ngues. Eles descobriram que o c&amp;eacute;rebro realiza um processo similar ao de um desligamento quando se depara com uma palavra negativa, como guerra, desconforto, inconveni&amp;ecirc;ncia e infeliz. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No novo estudo, publicado no peri&amp;oacute;dico Journal of Neuroscience, o objetivo era desvendar as intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es cerebrais inconscientes entre o processamento de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es emocionais e o acesso ao sistema de linguagem nativa. No entanto, eles acabaram descobrindo o mecanismo que regula as emo&amp;ccedil;&amp;otilde;es e processa os aspectos conscientes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;N&amp;oacute;s acreditamos se tratar de um mecanismo protetivo&amp;rdquo;, aponta Guillaume Thierry, um dos autores do estudo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;N&amp;oacute;s sabemos que em um trauma, por exemplo, as pessoas se comportam de formas diferentes; os processos conscientes superficiais s&amp;atilde;o regulados por um complexo sistema emocional no c&amp;eacute;rebro e talvez este mecanismo cerebral espontaneamente minimize o impacto negativo de conte&amp;uacute;dos emocionais que pare&amp;ccedil;am perturbadores a n&amp;oacute;s, para prevenir a ansiedade ou o desconforto mental&amp;rdquo;, completa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A descoberta foi feita em um teste onde os autores apresentaram a volunt&amp;aacute;rios chineses que falavam ingl&amp;ecirc;s pares de palavras, algumas destas seguidas por suas tradu&amp;ccedil;&amp;otilde;es em mandarim. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Embora nenhum processo consciente tenha sido estabelecido, os sinais de atividade el&amp;eacute;trica cerebral revelou que os participantes bil&amp;iacute;ngues estavam inconscientemente traduzindo as palavras, por&amp;eacute;m essa atividade cerebral n&amp;atilde;o ocorria quando as palavras em ingl&amp;ecirc;s possu&amp;iacute;am significados negativos. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/3ycx1ogsqqI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 14:36:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=53257</feedburner:origLink></item><item><title>Somos atraídos por pessoas parecidas com a gente, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/2eMT_qC5wNI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Aquele mito de que "os opostos se atraem" caiu por terra. De acordo com um estudo recente publicado na revista "Personality and Social Psychology Bulletin" temos a tendência de procurar alguém parecido com a gente para se relacionar, seja amorosamente, em amizade, ou simplesmente para sentar perto em uma sala de reuniões. Procuramos algum traço em comum como, por exemplo, o comprimento do cabelo ou a cor, e até mesmo o uso de óculos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso ocorre, segundo Anne Wilson, psicóloga da Universidade Wilfrid Laurier e co-autora do estudo, porque achamos que os indivíduos que têm aparência mais próxima com a nossa também podem ter outras coisas em comum. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"As pessoas tendem a pensar que alguém que se parece um pouco mais com eles são mais propensos a pensar como eles. Mas a maioria dessas escolhas não são conscientes", diz Wilson.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisadora e seus colegas realizaram quatro experimentos com estudantes universitários em várias situações, como uma sala de aula no primeiro dia de um curso, ambientes em as pessoas esperavam em sofás e também pesquisas em que todos ficavam sentados ao redor de uma mesa. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em todos os casos, as pessoas se sentaram perto de alguém com alguma característica semelhante. Para a pesquisadora, isso ajuda a explicar por que parece tão comum achar grupos de indivíduos que são tão parecidos entre si. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/2eMT_qC5wNI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:04:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=53138</feedburner:origLink></item><item><title>Adolescência feliz aumenta bem-estar na vida adulta</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/MDyqtEgAI_s/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se você teve uma adolescência feliz, fique ainda mais contente com essa notícia. Suas chances de níveis elevados de bem-estar na vida adulta são grandes. A conclusão é de um estudo da Universidade de Cambridge e da Unidade do Conselho de Pesquisa Médica de Saúde Vitalícia e Envelhecimento, ambas do Reino Unido.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Os cientistas tiveram acessos a dados de 2.776 pessoas e contaram com a avaliação dos professores dos participantes sobre seus comportamentos quando tinham entre 13 e 15 anos. Em seguida, relacionaram as informações ao estilo de vida deles décadas depois. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre os benefícios encontrados no grupo que curtiu a adolescência, estavam maior satisfação no trabalho, contato frequente com família e amigos, participação mais regular em atividades sociais e de lazer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os jovens felizes se mostraram 60% menos prováveis a desenvolver transtornos mentais quando comparados aos que não aproveitaram positivamente essa fase da vida. E ainda tinham mais chances de se divorciarem, possivelmente porque têm maior autoestima e autoeficácia, sendo mais capazes de abandonar um casamento infeliz, segundo o site Science Daily. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/MDyqtEgAI_s" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=53136</feedburner:origLink></item><item><title>Amor pode melhorar desempenho físico na malhação, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/Ci98HqttWIk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Não basta estar apaixonado: é preciso estar amando para ter um melhor desempenho físico durante a malhação ou treino. Esta é a conclusão de um estudo feito com um grupo de profissionais olímpicos, divulgado pelo site do canal americano Fox News.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Os pesquisadores questionaram cerca de 400 atletas, sendo 265 mulheres e 133 homens, por meio de entrevistas online, além de entrevistas pessoais. Eles deram aos atletas uma definição sobre o amor, para que não houvesse confusão, e perguntaram se eles já se sentiram dessa forma. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os que responderam "sim" foram questionados se acreditavam em uma melhora de sua performance por estarem amando. Mais da metade do grupo (55%) respondeu que sim, e as conclusões mostram que os homens são mais propensos a assumir isso do que as mulheres. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Muitos deles associaram o benefício ao papel do companheiro na relação: ter um parceiro para dividir tarefas cotidianas, como cuidar das crianças, por exemplo, os faz se dedicar mais integralmente ao &lt;a href="http://www.portalesporte.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;esporte&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os profissionais envolvidos no estudo acreditam que o amor compassivo, um tipo e afeição e confiança presente em uma relação duradoura, se mostrou mais efetivo na melhora da performance do que o amor passivo, associado à paixão, euforia e alegria, sentimentos vivenciados no início de um relacionamento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados contrariam a idéia de que as relações podem distrair ou tirar a energia das pessoas e mostram também que as imagens das pessoas que amam provocam o aumento do fluxo sanguíneo na região do cérebro associada à motivação. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As conclusões da pesquisa foram apresentadas na reunião anual da Associação Americana de Psicologia, no início do mês de agosto de 2011. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/Ci98HqttWIk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 15:01:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=53134</feedburner:origLink></item><item><title>Pessoas que dormem pouco podem ser mais alegres e magras, diz ciência</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/fG3rDq4L8iQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pessoas que dormiram muito pouco durante a noite ficam irritadas o dia inteiro. Quer dizer, as pessoas normais se sentem assim. Segundo reportagem do Wall Street Journal, cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, identificaram uma espécie de &amp;ldquo;elite dos sem dormir&amp;rdquo;, um restrito grupo de pessoas que consideram o sono um desperdício de tempo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao invés de ficarem cansados e mal-humorados, estes indivíduos são enérgicos, otimistas e se contentam com apenas quatro ou cinco horas de descanso por noite. E o melhor é que, em geral, pessoas deste grupo tendem a ser mais magras, a ser capazes de manter dois empregos e a viver sem necessidade de cafeína e energéticos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas estudaram uma família em que a mãe e a filha pareciam ser perfeitamente saudáveis, apesar de terem o hábito de dormir pouco. Testes do DNA das duas mostraram que elas têm uma pequena mutação em um gene chamado hDEC2. Este detalhe, porém, era ausente no DNA dos outros membros da família, que dormiam normalmente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para comprovar a relação, os pesquisadores modificaram ratos geneticamente para sofrer a mutação, e estes também passaram a dormir menos. A descoberta pode ser útil para entender como é possível cortar horas de sono sem causar nenhum impacto na saúde, acarretando, por exemplo, na criação de remédios com este fim, mas que não nos prejudicam. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Agora, a equipe de cientistas está estudando o DNA dos &amp;ldquo;membros&amp;rdquo; deste grupo que aceitaram ser voluntários. E a maioria destas pessoas compartilha de características invejáveis: são mais magros que a média, muito otimistas e bastante tolerantes à dor física e a transtornos psicológicos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Fato é que muitas pessoas no mundo dormem menos que o recomendável por noite. Porém, somente de 1% a 3% da população é realmente qualificada para fazer parte da &amp;ldquo;elite dos sem dormir&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra má notícia: se você aproveita qualquer oportunidade para tirar uma soneca, você com certeza não faz parte deste grupo privilegiado. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/fG3rDq4L8iQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52908</feedburner:origLink></item><item><title>Seu personagem preferido pode, literalmente, mudar sua vida</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/LrGTwhnj6qQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você, com certeza, já se identificou com algum personagem literário: Harry Potter, Frodo, Katniss Everdeen, Artemis Fowl, Jon Snow... De acordo com uma pesquisa da Universidade Estadual de Ohio, quando acontece essa identificação, você acaba adquirindo ainda mais características do personagem. Hein? &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Basicamente, quando você curte muito uma história e acaba se colocando no lugar de algum personagem, seu comportamento e pensamentos passam a se adequar ao que ele faria, mesmo que de forma inconsciente. Por exemplo, se você adora a Hermione, pode desenvolver seu lado mais intelectual, ou se gosta do Tyrion de Guerra dos Tronos, pode passar a se comportar de forma mais cautelosa e estratégica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Mas, claro, nem sempre o efeito pode ser bacana. O Harry Potter, por exemplo, tem uma fase de revolta na adolescência. Se tornar mais como ele, pelo menos naquele momento, não seria bacana para o leitor. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/LrGTwhnj6qQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52907</feedburner:origLink></item><item><title>Pessoas preferem dinheiro a uma boa noite de sono</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/KGWLxCVuwhc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisa da Universidade Cornell, nos EUA, concluiu que a maior parte das pessoas prefere dinheiro a uma boa noite de sono. Foram lançadas aos entrevistados séries de duas opções, e eles deveriam escolher qual delas os faria mais feliz. A partir daí, os pesquisadores chegaram ao resultado: eles preferem dormir menos para ganhar mais. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os 2.600 participantes foram interrogados, por exemplo, sobre as duas alternativas: receber US$ 80 mil por ano, trabalhar durante um período razoável e dormir por 7,5 horas, ou receber US$ 140 mil, com longas horas de trabalho e apenas seis horas de sono. A maioria escolheu a segunda opção. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de decidir entre uma ou outra escolha, os entrevistados tinham que responder ainda se achavam que aquela decisão era errada. Apenas 7% das pessoas disseram que achavam estar cometendo um erro, e 23% admitiram que poderiam se arrepender de fazer uma escolha entre dinheiro e estilo de vida. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/KGWLxCVuwhc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52906</feedburner:origLink></item><item><title>Psicopatas podem ser identificados pelas palavras que usam</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/GbOm2GInb3g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um novo estudo realizado no Canadá descobriu que é possível saber quem é um psicopata por meio da análise das palavras. A forma de relatar o crime foi semelhante, segundo pesquisadores.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo envolveu entrevistas com 52 assassinos, de um presídio de segurança máxima. Deste número, 14 eram psicopatas e 38 eram assassinos que não tiveram transtornos psiquiátricos. De acordo com os pesquisadores, foram encontradas diferenças claras entre os dois grupos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os psicopatas descreviam suas ações no passado, sugerindo que os acontecimentos aconteceram havia muito tempo e que não tinham como impedir o ato. Os relatos eram recheados de detalhes, por exemplo, conseguiam se lembrar o que tinham comido na manhã do crime. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o psicólogo Jeffrey Hancock, da Cornell University, principal autor do estudo, os psicopatas não hesitavam em falar das suas ações. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Eles são narcisistas o suficiente para falar, a qualquer momento, sobre si mesmos e ficam felizes com isso&amp;rdquo;, disse. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os não-psicopatas estavam cientes dos efeitos dos crimes na sua família e nos familiares da vítima. Essa preocupação não existia entre os psicopatas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para pesquisadores, o estudo mostrou que psicopatas funcionam em um estado primitivo, porém, racional.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/GbOm2GInb3g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 15:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52894</feedburner:origLink></item><item><title>Cérebro dorme antes de você ir pra cama</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/LBIoQVfKzg4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Parte do seu cérebro pode ir dormir antes mesmo de você resolver se deitar. Segundo estudo publicado na revista Scientific America, neurônios que ficam na região do cérebro responsável pela aprendizagem &amp;ldquo;cochilam&amp;rdquo; antes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa foi feita com ratos que foram mantidos acordados mais do que o tempo normal. Os pesquisadores usaram brinquedos para distrair os roedores e, neste período, mediram a atividade elétrica no cérebro por meio de um minúsculo aparelho que foi implantado nos animais. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os animais permaneceram ativos, com a maioria das células do cérebro funcionando normalmente, mas, pequenos grupos de neurônios começam a entrar em um estado dormente mesmo com os ratos acordados. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para os pesquisadores, talvez isso possa explicar um pouco da queda na destreza, atenção e no julgamento questionável em pessoas que são privadas de sono. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essa descoberta pode explicar o baixo rendimento de algumas pessoas à noite. Você já sentiu isso?&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/LBIoQVfKzg4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 15:33:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52893</feedburner:origLink></item><item><title>Crianças são mais altruístas e justas do que adultos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/ZkJNMta8eD0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Crianças parecem ser apenas fofinhas. Mas um estudo da Universidade de Wisconsin, nos EUA, mostrou que bebês podem se igualar e até superar os adultos quando o assunto é noção de altruísmo e justiça. Os pequenos de apenas 15 meses de idade, avaliados na pesquisa, exibiram fortes sinais de comportamento cooperativo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Até agora, pensava-se que as crianças não compreendiam o altruísmo &amp;ndash; intenção de realizar ações em benefício de outros &amp;ndash; até os dois anos de idade e que o senso de justiça só se desenvolvia depois dos 6 ou 7. Porém, o fato de elas não terem tido ainda uma vida inteira de experiências que deformam seu senso de certo e errado pode adiantar esse processo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o experimento, os pesquisadores recrutaram 47 bebês de 15 meses de idade, sentados nos colos de seus pais, para assistir individualmente a dois vídeos. O primeiro mostrava três personagens, sendo um deles dono de um prato de biscoitos. Em uma primeira situação, ele distribuía igualmente a comida entre os três, e em uma segunda, ele deixava alguém com uma porção maior. O segundo vídeo era igual, mas com leite no lugar dos biscoitos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foi observado nas crianças um fator chamado &amp;ldquo;violação de expectativa&amp;rdquo;, que basicamente significa que elas prestam mais atenção a algo que as deixa surpresas. No experimento, a atenção dos bebês era consideravelmente maior na cena em que o leite e os biscoitos foram distribuídos de forma desigual, o que indica que eles esperavam mais justiça por parte dos personagens.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Em um segundo experimento, dois brinquedos Lego diferentes foram apresentados aos bebês. O que eles escolheram para brincar foi considerado seu brinquedo preferido. Em seguida, um pesquisador entrou na sala e perguntou ao bebê se ele podia ceder um dos brinquedos ao adulto. Um terço das crianças deu o seu preferido, um outro terço cedeu o menos preferido e o último terço não deu nenhum dos dois. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
92% dos bebês que abdicaram de seu brinquedo preferido também prestaram mais atenção ao vídeo da distribuição desigual de comida. Em outras palavras, a grande maioria das crianças que desistem do que gostam &amp;ndash; um ato básico de altruísmo &amp;ndash; também é aquela que fica surpresa com atos de injustiça. E o contrário também prova a teoria: 86% dos pequenos que se mostraram egoístas dando o brinquedo menos preferido prestaram mais atenção à distribuição justa de leite e biscoitos. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/ZkJNMta8eD0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 15:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52892</feedburner:origLink></item><item><title>Tamanho da fonte afeta forma como você lê o texto, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/2kQlq1vi69U/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Aperte ao mesmo tempo as teclas &amp;ldquo;Control&amp;rdquo; e &amp;ldquo;+&amp;rdquo; do seu computador. Aperte novamente. Mais uma vez. Agora, este texto vai causar um efeito mais forte no seu cérebro do que se você não tivesse aumentado o tamanho.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A conclusão de que o tamanho da letra afeta a recepção da mensagem é de um estudo alemão publicado nesta quarta-feira (9) pela revista científica &amp;ldquo;PLoS One&amp;rdquo;. Independentemente do significado da palavra, a fonte maior provoca uma resposta emocional mais forte.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A equipe de Mareike Bayer, da Universidade Humboldt, de Berlim, fez a pesquisa com 25 voluntários. Eles leram 72 palavras diferentes, classificadas como positivas, negativas ou neutras, em diferentes tamanhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto isso, o cérebro de cada um era monitorado com um eletroencefalograma, que mede as correntes elétricas na cabeça. O experimento mostrou que as letras maiores produziram emoções mais duradouras do que as letras menores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, o tamanho dos estímulos também influencia as emoções em conteúdos ligados ao medo, ao nojo e ao sexo.&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A descoberta aponta a grande relevância da linguagem escrita na sociedade atual como uma fonte importante de sentido emocional&amp;rdquo;, afirma o artigo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
PS: Para voltar o texto para o tamanho normal, pressione as teclas &amp;ldquo;Control&amp;rdquo; e &amp;ldquo;-&amp;rdquo; do teclado.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/2kQlq1vi69U" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 18:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52780</feedburner:origLink></item><item><title>Viciado em seu telefone? Descubra se você tem nomofobia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/SX6XHryi4B8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se você checa seu telefone obsessivamente o dia todo, fica constantemente preocupado em não perdê-lo mesmo quando ele está em um lugar seguro, e nunca o desliga, você pode ter &amp;ldquo;nomofobia&amp;rdquo;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nomofobia é o medo ou sensação de angústia que surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar sem seu aparelho de celular ou qualquer outro telemóvel.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já é um termo bem &amp;ldquo;espalhado&amp;rdquo; pela comunidade científica, em grande parte por causa da era tecnológica em que vivemos, em que vícios em computador, internet e redes sociais já são discutidos como doenças.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O termo é uma abreviação das palavras inglesas &amp;ldquo;no mobile phone phobia&amp;rdquo;, que significa &amp;ldquo;fobia de ficar sem telefone&amp;rdquo;, e surgiu em 2008 no Reino Unido.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A empresa do ramo de telefonia SecurEnvoy fez uma pesquisa e descobriu que 66% das pessoas têm nomofobia &amp;ndash; o número chega a 76% entre jovens (18 a 24 anos) &amp;ndash; e cerca de 40% das pessoas possuem mais de um aparelho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esses números são parecidos com um estudo anterior que indicou que 53% das pessoas tinham medo de ficar sem o celular.&lt;br /&gt;
Em outra pesquisa, feita pela empresa Mingle, 22% dos 1.500 franceses entrevistados disseram que era &amp;ldquo;impossível&amp;rdquo; ficar por mais de um dia sem celular. Como sempre, o número foi maior entre os jovens (15 a 19 anos): 34%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
29% afirmaram que conseguem ficar sem o telefone por mais de 24 horas (verdadeiros guerreiros na época atual), mas com dificuldade, contra 49% que acreditam conseguir &amp;ldquo;sem problema&amp;rdquo; (só acreditam, porque nunca tiveram que fazer isso).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a SecurEnvoy, as pessoas do estudo checavam seu telefone em média 34 vezes por dia. Apenas &amp;ldquo;em média&amp;rdquo;. Porque, para alguns, isso não era nada: tem gente que leva o celular para o banheiro, para o banho, na hora do sexo, para dormir&amp;hellip; Aliás, no banheiro era muito comum: 75% das pessoas levavam o cel para o banheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Problemas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Especialistas acreditam que isso pode provocar problemas nos relacionamentos interpessoais das pessoas. Com o aumento de smartphones e outras tecnologias, as pessoas se distanciam do mundo real e se aproximam demais do virtual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os celulares são ferramentas que devem ser usados para melhorar nossas vidas, não para destruir nossas habilidades de comunicação interpessoal com aqueles que amamos&amp;rdquo;, explicou o psicólogo Mitch Spero.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por exemplo, o caso de Karla Campos, mãe de um garoto de 10 anos, que não desgruda de seu celular e claramente tem nomofobia. Ela usa o celular para ter conversas sérias com seu filho, dizendo que ele não a escuta de outra forma, e que ela considera essa forma melhor do que nenhuma forma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Spero não concorda. &amp;ldquo;O que eu recomendo é manter o telefone para emergências, mas quando você está com alguém, faça dessa pessoa uma prioridade em sua vida&amp;rdquo;, disse ele.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Porque você não começa a por isso em prática hoje? Ao invés de mandar uma mensagem dizendo alguém que o ama, porque não dizer pessoalmente?&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/SX6XHryi4B8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 18:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52779</feedburner:origLink></item><item><title>Depressão pode ser fator de risco para Alzheimer ou outros tipos de demências</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/ehgtuEqDYCk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma nova pesquisa descobriu que pessoas que tiveram depressão na meia idade têm maior risco de desenvolver demência mais tarde.&lt;br /&gt;
A demência de que estamos falando é a demência vascular, que se trata de uma doença causada por acidentes vasculares cerebrais (derrames). É o segundo tipo de demência mais comum, depois do Alzheimer, sendo que as duas condições têm sintomas parecidos, mas processos diferentes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo também descobriu que pessoas que têm depressão já mais tarde na vida possuem maior risco de desenvolver mal de Alzheimer.&lt;br /&gt;
Os pesquisadores seguiram 13.000 adultos de 30 a 40 anos até seus 80 anos. Eles descobriram que sintomas de depressão na meia idade levavam a 20% mais risco de demência vascular, e depressão na terceira idade levava a 70% mais risco de Alzheimer, sempre em comparação com pessoas que não tiveram depressão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os participantes do estudo eram 3,5 vezes mais propensos a desenvolver demência vascular se tivessem sintomas de depressão tanto na meia-idade quanto mais tarde na vida, o que sugere que a depressão recorrente provoca alterações vasculares que coloca as pessoas em risco para a demência&amp;rdquo;, explicou a autora do estudo, Deborah E. Barnes, professora de psiquiatria da Universidade da Califórnia, em San Francisco, EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Porém, o estudo tem falhas. Foi baseado apenas em questionários sem aprofundamento, e os cientistas não viram imagens dos cérebros dos pacientes que tiveram demência nem souberam que se eles se trataram e de que forma da depressão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Portanto, apesar de saberem que existe uma ligação entre as duas condições, os pesquisadores não podem dizer se a depressão causa demência ou se o tratamento da primeira condição pode evitar a segunda.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Não é a primeira vez que estudos sugerem que há uma relação entre demência e depressão. Uma pesquisa que revelou que as mulheres têm mais depressão do que os homens mencionou que evidências crescentes mostram que Alzheimer e Parkinson têm seu início em distúrbios de ansiedade na meia-idade. O início dos sintomas, como ataques de pânico e dificuldade para dormir, pode indicar um possível desenvolvimento de Parkinson de 5 a 6 anos depois.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro estudo mostrou que a depressão aumenta o risco de derrame, que, como vimos, é a causa de demência vascular. Também, uma pesquisa descobriu que a viuvez aumenta as chances de desenvolver Alzheimer, e isso pode estar ligado à depressão que o viúvo ou viúva sofre.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A principal questão que os cientistas têm que tentar responder agora é se é possível evitar a demência curando os sintomas da depressão.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/ehgtuEqDYCk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 18:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52778</feedburner:origLink></item><item><title>As 5 piores trapalhadas do cérebro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/3MkG59vQKx8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Nosso cérebro é um dos sistemas mais perfeitos da natureza. Mesmo assim, como tudo nessa vida, ele também está sujeito à panes. Algumas situações simplesmente o impedem de funcionar como o esperado. Mas não é culpa dele. Confira essa lista de pequenas sabotagens cerebrais - e a explicação científica por trás delas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Amnésia Instântanea -&lt;/strong&gt; Você já entrou em uma sala sem fazer a menor idéia do que você foi fazer lá? Culpa das portas. Psicólogos da Universidade de Notre Dame descobriram que, ao passar por uma porta, nossa mente separa os pensamentos da sala anterior e prepara uma espécie de folha em branco para o novo ambiente. Essa ação, chamada de &amp;ldquo;fronteira evento&amp;rdquo;, nos ajuda a organizar a linha de raciocínio conforme caminhamos por diferentes locais. Será que ajuda mesmo?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Barulhinho Ruim -&lt;/strong&gt; Nossa vida cotidiana está cheia de barulhinhos, um mais irritante que o outro. Os aparatos tecnológicos, os meios de transporte, o alarme que te acorda pela manhã: se incomodar com um som alto e repetitivo é tarefa diária. Esses tipos de barulho são tão perturbadores, porque causam pequenas falhas cerebrais toda vez que os ouvimos. A explicação científica é que nossa espécie não evoluiu ouvindo esse tipo de ruído. Os sons presentes na natureza são resultado de uma transferência de energia que vai se dissipando aos poucos. O alarme do carro que disparou bem embaixo da sua janela, de madrugada, não. Ele não muda e nem diminui com o tempo, fazendo com que seu cérebro tente entender o que é da onde vem esse som perturbador. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Imagem e Semelhança&lt;/strong&gt; - Difícil acreditar, mas nosso cérebro tem sérias dificuldades em compreender uma foto. Ele não lida muito bem com o fato de uma foto ser a reprodução de um objeto, e não o objeto em si. O mesmo acontece com fotos de pessoas: estudos comprovam que nós temos um aproveitamento muito maior em acertar dardos em fotos de Hitler do que em imagens de bebês sorridentes. Nossa mira melhora quando devemos destruir alguém que nos desperta ódio, mesmo que esse alguém esteja apenas impresso no papel. O mesmo estudo mostra que as pessoas tendem a suar mais que o comum quando solicitadas a despedaçar a foto de um objeto que era importante para elas durante a infância. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Vibrações do Além&lt;/strong&gt; - Se você sente seu celular vibrando a todo o momento, mesmo quando ninguém te ligou ou enviou mensagens, você provavelmente experimentou um fenômeno chamado vibrações fantasma, apenas mais uma trapalhada do nosso querido cérebro. Assim como as outras falhas, precisamos voltar para o passado para entender o que as motiva. Centenas de milhares de anos atrás, o canto dos nossos olhos confundia pedaços curvilíneos de pau com cobras potencialmente ameaçadoras. Hoje, qualquer ronco do nosso estômago ou farfalhar de um tecido com outro provoca esse mesmo estado de alerta. Apesar de equivocada, a intenção do cérebro é boa: dar sentido ao caos sensorial que permeia nossas vidas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Espirro Luminoso -&lt;/strong&gt; A cada quatro pessoas, uma espirra quando olha diretamente para uma luz muito brilhante. Apesar de relativamente comum, esse fenômeno é pouco compreendido pelos cientistas. O que se sabe é que o espirro normalmente é causado quando algo &amp;ldquo;irritante&amp;rdquo; entra em nosso nariz. Outra reação conhecida é o encolhimento das nossas pupilas em um ambiente muito iluminado. A hipótese é que esses reflexos se misturam pelas complexas vias neuronais, fazendo com que a luz forte provoque ambas as reações.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/3MkG59vQKx8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 18:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52648</feedburner:origLink></item><item><title>Pensar na morte pode ser bom para você</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/nNnSNPrqOgY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ninguém gosta de pensar sobre o assunto, mas o fato é que um dia não estaremos mais aqui. E, segundo a ciência, refletir sobre a nossa condição de &amp;ldquo;mortais&amp;rdquo; pode nos estimular (tanto de forma consciente quanto inconsciente) a buscar uma vida melhor. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Existe uma teoria chamada &amp;ldquo;Teoria do gerenciamento do medo&amp;rdquo; que afirma que ter consciência de que a morte é inevitável motiva as pessoas a buscarem identificação em causas &amp;ldquo;maiores&amp;rdquo; do que elas. Por exemplo, ao ter noção de que um dia você não estará mais aqui, você pode pensar em escrever um livro, para deixar uma mensagem para as próximas gerações, ou criar uma organização filantrópica. A ideia é que, ao ver como somos limitados, somos estimulados a superar essa condição, de formas alternativas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O cientista da Universidade de Missouri, Kenneth Vail, usa como exemplo o atentado de 11 de setembro. &amp;ldquo;As pessoas ficaram tocadas pela violência do atentado e lembraram como suas vidas eram frágeis. O fato teve inúmeras conseq&amp;uuml;ências ruins, mas pesquisas mostraram que ele também levantou valores como esperança e vontade de mudar&amp;rdquo;, explica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A consciência da morte também tem vantagens &amp;ldquo;a curto prazo&amp;rdquo;. Uma pesquisa publicada na revista Personality and Social Psychology Review mostra que, quando tem essa noção, os indivíduos cuidam melhor da saúde e buscam viver com mais calma. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/nNnSNPrqOgY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 18:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52647</feedburner:origLink></item><item><title>Transtorno obsessivo-compulsivo em jovens é alvo de estudos no HC </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/nyFUtFqgSXo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP está fazendo pesquisas sobre métodos de tratamento do TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) para crianças e jovens e sobre a hereditariedade do transtorno. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um dos estudos vai comparar a eficácia de iniciar o tratamento com remédios e/ou com terapia cognitiva-comportamental. Os participantes receberão acompanhamento por um ano. A pesquisa seleciona voluntários entre crianças e jovens de seis a 17 anos que tenham pensamentos, impulsos ou comportamentos repetitivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Um segundo estudo está avaliando a possibilidade de pais com transtornos de ansiedade terem mais risco de gerar filhos que vão desenvolver esse tipo de problema. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Podem participar da pesquisa pais que receberam diagnóstico de TOC, pânico, ansiedade e fobia social, com filhos de três a 17 anos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/nyFUtFqgSXo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>08/05/2012 00:00:00 18:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52646</feedburner:origLink></item><item><title>Falar duas línguas ajuda a retardar o surgimento do Alzheimer, afirma pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/McJizt0D2Ek/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores canadenses afirmaram que estudos recentes demonstram que o cérebro das pessoas bilingues estão mais protegidos do declínio cognitivo e podem ter retardado o aparecimento de doenças degenerativas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo, 'Bilinguismo: consequências para a mente e o cérebro', publicado na revista médica 'Trends in Cognitive Sciences', indica que o envelhecimento das pessoas fluentes em dois &lt;a href="http://www.portalidiomas.com.br"&gt;&lt;strong&gt;idiomas&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; é menos suscetível a doenças como o Alzheimer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
'O bilinguismo tem um efeito leve entre os adultos, mas um impacto maior na velhice, um conceito conhecido como 'reserva cognitiva'', afirmaram os autores do estudo, pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade de York (Canadá).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas acreditam que o uso de duas línguas estimula regiões do cérebro que são básicas para a atenção geral e o controle cognitivo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tendo que administrar duas línguas simultaneamente, o sistema de controle executivo do cérebro, que é o que facilita a concentração, é executado de forma contínua para evitar conflitos entre as línguas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro estudo canadense divulgado em 2010 apontou que o bilinguismo pode ajudar a atrasar em até cinco anos a aparição dos sintomas do Alzheimer.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/McJizt0D2Ek" height="1" width="1"/&gt;</description><author>news.psicologado.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 16:18:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52582</feedburner:origLink></item><item><title>Álcool pode deixar cérebro mais 'Ligado' para lidar com testes, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/NSEp22KkaeU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa realizada por psic&amp;oacute;logos da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, afirma que beber &amp;aacute;lcool em quantidades moderadas pode deixar o c&amp;eacute;rebro mais 'afiado' para lidar com atividades que requerem criatividade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo foi feito com 40 homens de idades entre 21 e 30 anos recrutados de forma volunt&amp;aacute;ria atrav&amp;eacute;s do site Craigslist. Metade deles foram alcoolizados at&amp;eacute; atingir concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;aacute;lcool no sangue de 0,075, que &amp;eacute; acima do permitido para motoristas na maioria dos Estados americanos. Os demais continuaram s&amp;oacute;brios durante o estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em seguida, todos os 40 participantes foram submetidos a testes de Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Remotas de Mednick (RAT, na sigla em ingl&amp;ecirc;s), que &amp;eacute; uma forma simples e r&amp;aacute;pida usada por psic&amp;oacute;logos para avaliar a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas criativos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas apresentam tr&amp;ecirc;s palavras ao entrevistado - por exemplo, 'mate', 'cadeira' e 'bule'. O objetivo &amp;eacute; encontrar uma palavra comum que possa ser associada a cada um destes termos, como a palavra 'ch&amp;aacute;' (formando a palavra composta 'ch&amp;aacute;-mate' e as express&amp;otilde;es 'ch&amp;aacute; de cadeira' e 'bule de ch&amp;aacute;').&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso da pesquisa feita pela universidade de Illinois, os psic&amp;oacute;logos ainda pediram para que cada entrevistado explicasse como chegou &amp;agrave; resposta correta - se foi atrav&amp;eacute;s de algum m&amp;eacute;todo de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou se foi por um mero 'lampejo espont&amp;acirc;neo'.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os participantes que estavam alcoolizados conseguiram acertar mais vezes as respostas, do que os s&amp;oacute;brios. O &amp;iacute;ndice de acerto entre as pessoas que haviam bebido era de 58%, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 42% dos que n&amp;atilde;o tinham ingerido &amp;aacute;lcool.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Al&amp;eacute;m disso, eles apresentaram respostas de forma mais r&amp;aacute;pida (12 segundos para os alcoolizados, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 15 segundos dos s&amp;oacute;brios) e com maior incid&amp;ecirc;ncia de 'lampejos espont&amp;acirc;neos'. Isso sugere que o &amp;aacute;lcool pode, em determinados casos, contribuir para que as pessoas encontrem respostas mais r&amp;aacute;pidas e de forma mais criativa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo feito pelos pesquisadores Andrew Jarosz, Gregory Colflesh e Jennifer Wiley foi publicado na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mar&amp;ccedil;o da revista cient&amp;iacute;fica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os autores do artigo dizem que o resultado &amp;eacute; compat&amp;iacute;vel com outros estudos, que sugerem que sonecas tiradas imediatamente antes de tarefas dif&amp;iacute;ceis podem melhorar o desempenho do c&amp;eacute;rebro na busca por solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es criativas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra pesquisa afirma que um grau menor de concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m tem mesmo efeito no c&amp;eacute;rebro. Para os pesquisadores de Illinois, um grau moderado de alcooliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode contribuir para 'desconcentrar' o indiv&amp;iacute;duo, facilitando solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es criativas.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/NSEp22KkaeU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>news.psicologado.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 16:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52580</feedburner:origLink></item><item><title>Transplante de Neurônios para Tratar Doenças Neurodegenerativas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/DkT6ofRBB2o/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Células neurais derivadas de células-tronco embrionárias humanas transplantadas para o cérebro de ratos são capazes de estabelecer sinapses e se comunicar com outras células dos roedores. A descoberta, divulgada pela Proceedings of the National Academy of Sciences, pode ajudar a reduzir os danos causados por doenças marcadas pela perda progressiva de neurônios, como Alzheimer e Parkinson.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisadores da Universidade de Wisconsin observaram o comportamento de células neurais de humanos e de ratos cultivadas em laboratório. Os tubos de ensaio foram expostos a feixes de luz para estimular a atividade dos neurônios humanos (técnica chamada optogenética), e os cientistas observaram que a luz agiu também sobre as células dos ratos, que passaram a gerar sinais elétricos, o que sugere sinapse entre os dois tipos de neurônios. Depois, as células humanas cultivadas in vitro foram implantadas no hipocampo dos roedores &amp;ndash; a análise dos tecidos cerebrais dos animais indicou que as células se comunicavam, como ocorreu no laboratório.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os neurônios são células eletricamente excitáveis &amp;ndash; a optogenética induz neurônios específicos a produzir proteínas ativadas por comprimentos específicos de onda da luz. Assim, os cientistas conseguem aumentar ou diminuir a atividade neuronal no cérebro. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Células-tronco e optogenética podem ser uma combinação promissora para o tratamento de doenças neurodegenerativas. Se as células transplantadas não reagirem como o esperado, é possível usar a luz para modulá-las", diz o neurocientista Su-Chun Zhang, pesquisador da universidade.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/DkT6ofRBB2o" height="1" width="1"/&gt;</description><author>news.psicologado.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 16:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52579</feedburner:origLink></item><item><title>Ciúme no relacionamento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/i_kGoeRUWDk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você já sentiu ciúme alguma vez na vida? Muito provável que a resposta seja positiva. Pois é, este monstro de olhos verdes, assim descrito por Shakespeare, parece sempre rondar os relacionamentos amorosos. Ele é uma emoção instintiva, natural, um sinal de alerta de que o parceiro pode ser "perdido" para um concorrente. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisas realizadas nas áreas da &lt;a href="http://www.portalbiologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;biologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.psicologiavirtual.com.br"&gt;&lt;strong&gt;psicologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; evolucionista mostram que os homens tornam-se muito mais ciumentos sobre a infidelidade sexual do que sobre a infidelidade emocional. As mulheres são o oposto, ou seja, são mais ciumentas quando há traição com envolvimento emocional do parceiro. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma das teorias afirma que essa diferença tem origem nos ancestrais homens das cavernas que eram rigorosos vigilantes em relação ao sexo porque eles não tinham absoluta certeza de que seriam os pais dos filhotes de sua parceira. Manter e proteger filhotes de um concorrente não seria produtivo, pois despenderia muita energia e recursos para uma prole alheia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por outro lado, as mulheres tinham mais receio de um envolvimento emocional amoroso do parceiro com a "outra", pois perderiam a proteção e os recursos para a própria sobrevivência e dos seus filhos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um novo estudo feito na Pennsylvania State University, Estados Unidos, sugere uma explicação alternativa para essa diferença biológica. Os pesquisadores não questionam a diferença sexual fundamental a respeito do ciúme, eles adicionam um elemento para essa diferença. Afirmam que a diferença pode estar enraizada mais nas diferenças individuais, na personalidade, do que simplesmente ser o resultado do histórico de relacionamentos amorosos de cada um. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pessoas que afirmaram ter ciúme de relacionamento unicamente sexual tendiam no seu histórico de relacionamentos anteriores à rejeição ou resistência à criação de vínculos, denominados de "tipos de ligação". Esses tipos de ligação ou vínculo são baseados na ideia de que nossas respostas às situações perigosas ou aflitivas estão radicadas no comportamento dos nossos pais e nas experiências da infância. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tanto homens como mulheres com "estilos de ligação" para a rejeição, cujos pais tendiam a ter comportamentos distantes e frios, evitam a intimidade e empenham-se para manter a independência, o que faz que sintam e reajam mais intensamente à infidelidade física (sexual) do que à emocional. Os psicólogos afirmam que essa pode ser uma estratégia de defesa, uma proteção contra sentimentos, "profundamente guardados" de vulnerabilidade. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Aliás, os estudos indicam que os homens geralmente são mais "propensos" aos tipos de "ligação de rejeição" do que as mulheres, o que pode ajudar a explicar tal diferença entre os sexos. Portanto, a influência de elementos psicológicos, culturais e ambientais, além do DNA, pode ter um papel importante quando o ciúme resolve invadir um relacionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
1.Identifique a causa, a circunstância ou a situação que provoca o ciúme. Questione se você tem alguma prova real que pode colocar seu relacionamento em perigo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
2.Faça uma avaliação realista e neutra da causa do ciúme. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
3.Considere as explicações do outro lado de forma mais racional possível. Questione se você está criando motivos para o parceiro ter "comportamentos suspeitos" com outra pessoa. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
4.Esforce-se para construir sentimentos de confiança, respeito e cumplicidade no seu relacionamento, compartilhe segredos com seu parceiro e estimule-o a fazer o mesmo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
5. Evite situações que podem ser os "gatilhos" para o ciúme, tais como ir a um restaurante em que ele frequentava com a ex.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/i_kGoeRUWDk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:33:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52491</feedburner:origLink></item><item><title>Por que traímos?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/NU_BoZaUw6g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você encontra um bilhete de motel no bolso da calça do seu namorado. Era o que você precisava para confirmar a traição. A primeira pergunta que você quer fazer é: por que ele me traiu? Antes de tentar entender o porquê da traição, devemos diferenciar o sexo do amor e descobrir se mulheres e homens traem pela mesma razão. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O médico psiquiatra e psicoterapeuta Flávio Gikovati, em palestra feita na Casa do Saber, em São Paulo, afirmou que sexo e amor não são fenômenos únicos e iguais, e que é um erro confundir os dois sentimentos. Para o psicoterapeuta, o amor é algo interpessoal, ou seja, precisa de duas ou mais pessoas para existir, precisa da troca. Já o sexo é algo pessoal. "Tanto é pessoal que quando sentimos prazer na hora do sexo, fechamos os olhos" explica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o psicólogo especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida, homens e mulheres traem por razões distintas. "Temos diferenças biológicas, o homem possui 30% mais o hormônio testosterona do que a mulher, o que faz com que eles tenham mais libido, mais desejos sexuais. Enquanto as mulheres possuem 10% a mais de ocitocina no organismo, que, entre outras funções, é responsável pelo sentimento de apego e de vinculação afetiva", afirma. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, homens traem mais por razões sexuais e mulheres por razões emocionais. "Ternura e tesão são coisas diferentes, a fidelidade sexual é diferente da fidelidade emocional", lembra Gikovati. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro ponto que favorece os homens na traição exclusivamente sexual é o fato de eles possuírem desejo visual, e a mulher não. "Mulher se excita ao perceber que é desejada, por isso elas se embelezam mais, tudo para serem notadas. Enquanto os homens gostam de olhar o seu objeto de desejo e se excitam visualmente", comenta Flávio Gikovati. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma pesquisa realizada pelo psicólogo Thiago de Almeida com 900 pessoas, dentre elas 356 homens e 544 mulheres de várias faixas etárias, classes sociais e orientações sexuais, mostra que 90% das mulheres se dizem fiéis aos seus companheiros. Entre os homens, esse percentual cai para 60%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O "efeito novidade", ou o que os cientistas chamam de "efeito Coolidge", que é uma referência ao ex-presidente norte-americano Calvin Coolidge, diz respeito ao ato de procurar novos parceiros para diferenciar a vida sexual. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A lenda diz que a ex-primeira-dama passeava pela fazenda quando foi informada de que um boi copulava 17 vezes ao dia. Ironicamente pediu que os assessores contassem o fato para Coolidge. Quando foi informado, Coolidge descobriu também que o boi copulava sempre com vacas diferentes: "Contem para minha esposa", teria dito ele. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O "efeito novidade" apareceu em primeiro lugar nas razões de infidelidade dos homens, com 35,6%. Para elas, ter um parceiro novo é a segunda razão para ser infiel, com 19,7%, perdendo apenas para a vingança de ser traída, que aparece na pesquisa com 33,8%. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra razão citada pelos entrevistados é o prazer e o efeito lúdico da conquista, que foi citada por 19,6% dos homens e 11,3% das mulheres. A carência física também foi apontada como razão da "pulada de cerca" de 7,7% dos homens e 15,5% das mulheres. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Flávio Gikovati acredita que existam dois grupos distintos de traidores: os egoístas e os generosos. Os traidores egoístas são as pessoas que toleram mal as frustações, e não possuem maturidade emocional. Traem sem preocupação com o outro, não sentem culpa ou remorso e normalmente o fazem sem pensar muito. "Se quiser fazer algo, o egoísta faz. São os famosos cafajestes", diz Gikovati.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o médico, os traidores egoístas são pessoas não confiáveis. "Eles não amam ninguém a não ser a eles mesmos", enfatiza. &lt;br /&gt;
O segundo grupo, dos traidores generosos, são compostos por pessoas com freio moral maior. Pensam muito nos outros e normalmente sentem muita culpa, às vezes só de pensar em trair já apresentam arrependimento. Os generosos normalmente só se envolvem quando a questão sentimental também está em jogo. "São pessoas que refletem muito antes de consumar a traição", afirma Gikovati. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Depois de descoberta a traição, vem o dilema: perdoar ou não? Para Flávio Gikovati, é preciso um trabalho com terapeutas e um esforço muito grande entre o casal. "Recuperar a confiança é muito complicado e depende de uma autocrítica também de quem foi traído, é preciso que o traído assuma sua parcela de responsabilidade", lembra. Isso acontece também em virtude de equívocos da parte daquele que foi abandonado. Segundo o especialista, se a pessoa traída é mulher, ela deve analisar se exagerou demais na parte da maternidade e deixou de lado o papel de esposa. Ou seja, é preciso reavaliar sua postura dentro do relacionamento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Thiago de Almeida, a culpa da infidelidade está exclusivamente em quem trai, e não em quem é traído. Almeida acredita que a reconciliação do casal depende das escolhas e atitudes de cada um. "Reavivar o relacionamento depois de uma infidelidade pode ser difícil, mas o êxito nesse processo pode tornar a relação ainda melhor", diz o psicólogo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/NU_BoZaUw6g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52490</feedburner:origLink></item><item><title>Homens sofrem mais com altos e baixos do relacionamento </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/KiHNxMnKkZ8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você já deve saber que dependendo do momento de vida, das expectativas, de circunstâncias do trabalho, do estado emocional e de outros inúmeros fatores, muitas vezes não é fácil encontrar o "candidato ou candidata perfeitos" para um relacionamento. Porém, mais do que isso, é um desafio dar continuidade à relação que naturalmente evolui com períodos de intensa felicidade alternados com períodos de frustração e conflito. E, obviamente, esses altos e baixos do relacionamento são experimentados de maneira diferente pelos parceiros. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A famosa percepção de que o homem é o sexo forte e passa imune pelos percalços de uma relação amorosa não deixa de ser um mito. Recentemente essa 'característica masculina' começa a ser questionada pela ciência por meio de pesquisas sérias. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Num estudo realizado na Universidade do Estado da Flórida, a socióloga Robin Simon avaliou mais de mil mulheres e homens, com idades entre 18 e 23 anos, e constatou que romances infelizes são emocionalmente mais sofridos pelos homens do que pelas mulheres. Isso pode ser porque eles expressam seu sofrimento de forma diferente das mulheres. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O resultado do estudo surpreende. Aparentemente os homens jovens são mais reativos à qualidade dos relacionamentos em andamento. Isto significa que o estresse prejudicial das oscilações de um relacionamento está intimamente associado mais à saúde mental dos homens do que das mulheres. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores descobriram que os homens conseguem mais benefícios emocionais advindos dos aspectos positivos de uma relação em evolução. Isto contradiz a imagem estereotipada do homem que não se abala emocionalmente com o que acontece em sua vida amorosa. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ataques de ciúmes, períodos de indiferença da parceira e brigas por pequenos detalhes do cotidiano são vivenciados, geralmente, pelos jovens parceiros como situações altamente estressantes, porém tentam a duras penas não demonstrar que estão "desmoronando por dentro". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A socióloga afirma que para os homens jovens suas parceiras românticas são frequentemente sua fonte primária e principal de intimidade, contrastando com as mulheres jovens que são mais predispostas a ter relações de proximidade com a família e amigos. A tensão no romance pode também estar associada a um pobre bem-estar emocional, pois ameaça a identidade do homem jovem e sentimentos de autoestima. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E tem mais: homens e mulheres expressam o sofrimento emocional de diferentes formas. As mulheres expressam sofrimento emocional, por exemplo, com a depressão, enquanto os homens se angustiam com questões mais concretas. Enquanto os homens são mais afetados emocionalmente pela qualidade de seus atuais relacionamentos, as mulheres são afetadas emocionalmente pela condição de ter ou não um relacionamento. Assim as mulheres, segundo o estudo, comumente experimentam depressão quando a relação termina ou se beneficiam, simplesmente, por estar num relacionamento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Portanto, a construção gradual de um relacionamento, além de gerar prazer para os parceiros, pode ser fonte de dissabores para ambos, e mais ainda se um deles for um homem jovem.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/KiHNxMnKkZ8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>bbel.uol.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:17:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52489</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/p_HZzxmTEkI/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/p_HZzxmTEkI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Local de trabalho fechado pode sufocar sua criatividade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/NdxdTP4UOx8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Talvez você se identifique com isso: um local de trabalho fechado, pouco arejado e sem a visita da luz do dia. Enfim, um local de trabalho claustrofóbico. Pesquisadores chineses e americanos conduziram um experimento e trazem uma interessante reflexão. Segundo eles, locais muito fechados tendem a reprimir a criatividade e os lampejos de ideia dos funcionários.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O teste foi o seguinte: colocaram voluntários fora e outros dentro de uma caixa de papelão de 1,5 metros de altura por 1,5 metros de comprimento. Os pesquisadores garantiram que nenhuma pessoa se sentisse desconfortável ou sufocada dentro da caixa, e as condições do ambiente interno e externo eram exatamente as mesmas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os voluntários passaram por dois experimentos com o objetivo de medir a criatividade. Um deles consistia em colocar juntas as duas metades de porta-copos (chamado popularmente de &amp;ldquo;bolacha&amp;rdquo; no Brasil), como uma metáfora de unir pedaços separados de algo. A criatividade veio de associar a metáfora à ação, e as pessoas que fizeram a tarefa ao ar livre tiveram melhor desempenho. Resultados semelhantes foram obtidos quando as pessoas caminhavam ao invés de ficarem fechadas no ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ideia geral do experimento é que uma maior interação com o ambiente permite que as pessoas pensem mais abertamente, mais &amp;ldquo;fora da caixa&amp;rdquo;. Quando passamos muito tempo tendo sempre os mesmos elementos visuais e auditivos ao nosso redor, nossa criatividade tende a se retrair.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/NdxdTP4UOx8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52275</feedburner:origLink></item><item><title>Desculpas: elas realmente melhoram a situação?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/y1-qTrjZ4b0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O presidente Barack Obama pediu desculpas ao Afeganistão pelas tropas da OTAN que queimaram Alcorões; a chanceler alemã Angela Merkel pediu desculpas aos parentes das 10 pessoas que foram mortas por um grupo neo-nazista; a Igreja Mórmon disse que vai disciplinar os membros que podem ter postumamente batizado Anne Frank; e um golfista profissional pediu desculpas por cuspir no campo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na melhor das hipóteses, desculpas públicas podem restaurar relacionamentos ou até mesmo melhorá-los. Na pior das hipóteses, o autor da gafe acaba tendo que pedir desculpas pela tentativa fracassada e a ofensa inicial.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas mesmo uma péssima tentativa de desculpas é melhor que nada. &amp;ldquo;Em muitas situações, um pedido de desculpas inicial, mesmo que estranho, pode ser resolvido com um esforço da outra parte, especialmente se ela acredita que a pessoa que faz o pedido de desculpas está sendo sincera&amp;rdquo;, disse a advogada e especialista em ética empresarial, Lauren Bloom. &amp;ldquo;Quando algo dá errado, as pessoas muitas vezes precisam falar sobre isso mais de uma vez. Mesmo uma desculpa desajeitada pode abrir a porta a um diálogo de cura&amp;rdquo;, explica.&lt;br /&gt;
Os especialistas concordam: pública ou privada, a sinceridade é o elemento mais essencial de um pedido de desculpas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso adiciona uma camada de complexidade a desculpas públicas: não faltam opiniões públicas para sugerir segundas intenções.&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Por exemplo, quando o astro da liga americana de futebol Michael Vick tentou se desculpar pelo abuso de animais, muitas pessoas sugeriram que ele estava apenas tentando voltar nas boas graças da liga esportiva para que pudesse jogar de novo&amp;rdquo;, disse Ryan Fehr, professor de administração na Universidade de Washington.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tem também o caso da estrela de golfe Keegan Bradley, que se desculpou no Twitter pelo seu hábito de cuspir. &amp;ldquo;É como um reflexo, eu nem sequer sei que estou fazendo isso&amp;rdquo;, ele twittou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O incidente tornou-se tão público que o jogador sequer acreditava em quantas pessoas se importavam com isso.&lt;br /&gt;
Como o mundo inteiro está assistindo, figuras públicas muitas vezes se esforçam demais em seus discursos, e o pedido de desculpas não parece sincero.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas, quando bem feito, os efeitos de um pedido de desculpas são esmagadoramente positivos. &amp;ldquo;O que um pedido de desculpas faz é dividir a ação e a pessoa&amp;rdquo;, disse Fehr. &amp;ldquo;Ela diz: a ação foi ruim, mas eu não sou realmente uma pessoa má, tenho boas intenções. E assim as pessoas podem recuperar o seu status na comunidade. E, para a vítima, permite que o processo de perdão comece&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Então, qual é a desculpa perfeita? Especialistas têm suas próprias definições, mas compartilham elementos comuns:&lt;br /&gt;
- Momento certo: a pessoa que pede desculpas precisa esperar tempo suficiente para determinar exatamente quando o pedido de desculpas será a seu favor;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Arrependimento genuíno;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Expressão de lamento: a linguagem pode variar e é mais eficaz quando corresponde à da vítima;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Fazer as pazes: ações futuras também são importantes. Se o autor mostra a vítima que fará melhor da próxima vez, o perdão é mais fácil;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Assumir a responsabilidade;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Conexão emocional: reconhecer a dor que você causou ajuda a vítima e o agressor a se conectar;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Disposição para ouvir a vítima.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao contrário, não é interessante ficar na defensiva, negar ou usar o condicional. Por exemplo, políticos muitas vezes cometem esse erro com frases como &amp;ldquo;Eu peço desculpas se ofendi alguém&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Sua sinceridade imediatamente entra em questão&amp;rdquo;, disse Bloom. &amp;ldquo;Você sabe que tem de pedir desculpas ou não estaria fazendo isso&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se um pedido de desculpas funciona ou não depende, em grande parte, da pessoa ou das pessoas que tem que lhe desculpar. Reações a desculpas variam amplamente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Quando pesquisamos 500 pessoas sobre o que elas querem ouvir em um pedido de desculpas, as suas respostas caíram em cinco áreas&amp;rdquo;, disse a psicóloga Jennifer Thomas. &amp;ldquo;Eu pensei que uma das cinco categorias iria ter a maioria dos votos, que é &amp;lsquo;Me desculpe&amp;rsquo;, mas nenhuma das cinco tem mais de 28% de interesse em ser ouvida&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ou seja, é difícil saber o que você tem que dizer pro pedido de desculpas dar certo. Mas se você quiser mesmo ser desculpado, sinceramente, vai arrumar um jeito de demonstrar isso, certo?&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/y1-qTrjZ4b0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52274</feedburner:origLink></item><item><title>O lado negativo de 'juntar os trapos' antes de casar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/vfCZg9H1H4o/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Juntar os trapos e ir morar com o parceiro antes do casamento pode parecer uma boa forma de &amp;ldquo;testar&amp;rdquo; se o relacionamento vai dar certo. Mas muitos casais que passam anos juntos morando debaixo do mesmo teto se divorciam pouco tempo depois do casamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Morar junto com um parceiro sem estar casado é uma prática cada vez mais comum. Só nos Estados Unidos, a coabitação aumentou em mais de 1.500% no último meio século. Em 1960, cerca de 450 mil casais não casados viviam juntos no país. Hoje, o número é de mais de 7,5 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estatísticas apontam que a maioria dos jovens adultos na faixa dos 20 anos vai viver com um parceiro romântico pelo menos uma vez na vida, e mais da metade dos casamentos acontecem depois que o casal já mora junto. Essa mudança tem sido atribuída à revolução sexual e ao eficiente controle de natalidade. Além disso, dividir as contas torna a coabitação atraente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em uma pesquisa realizada em 2001 nos EUA, quase metade dos adultos na faixa dos 20 anos concordaram que só dá para casar com alguém se essa pessoa tiver aceitado morar com você antes, para que seja possível descobrir se o casal vai se dar bem dormindo sob o mesmo teto. Cerca de dois terços dos entrevistados disseram que morar juntos antes do casamento era uma boa maneira de evitar o divórcio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas essa crença é contrariada pela experiência. Os casais que coabitam antes do casamento (e especialmente antes de um noivado ou compromisso) tendem a ser menos satisfeitos com seus casamentos, e mais propensos ao divórcio. Esses resultados negativos são o chamado &amp;ldquo;efeito coabitação&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisadores originalmente atribuíam o efeito coabitação a ideia de que os casais que moravam juntos tinham ideias menos convencionais sobre o casamento, sendo, portanto, mais abertos ao divórcio. No entanto, como a coabitação virou uma coisa comum, estudos indicam que o efeito não é totalmente explicado por características individuais como educação, religião ou política. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisas sugerem que pelo menos alguns riscos podem estar na coabitação em si.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em parte isso acontece porque a coabitação é algo que &amp;ldquo;simplesmente aconteceu&amp;rdquo; durante o namoro, sem uma decisão pensada de um dos lados. O casal começa a ir dormir um na casa do outro para ficarem juntos e porque é mais barato e conveniente. O divórcio também pode ser prático quando o relacionamento não dá mais certo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os parceiros geralmente têm visões diferentes da coabitação, mesmo que inconscientemente. As mulheres são mais propensas a ver a coabitação como um passo para o casamento, enquanto os homens são mais propensos a ver isso como uma maneira de testar o relacionamento ou de adiar um compromisso mais sério.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essa diferença pode criar menores níveis de compromisso mesmo depois que a relação progride para o casamento. Mesmo assim, homens e mulheres concordam que os padrões de vida em um casamento devem ser mais regrados do que enquanto eles apenas moram juntos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A coabitação é divertida e econômica, mas pode trazer riscos. Depois de anos vivendo juntos entre colegas jovens da mesma idade, o casal pode começar a compartilhar tudo o que leva para a casa, desde animais de estimação até móveis. Mais tarde, isso pode gerar um grande impacto na probabilidade de separação. Quando se tem os mesmos amigos, mobília e animais, é muito difícil romper com a relação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Algumas pessoas afirmam que nunca teriam se casado se não tivessem vivido juntos em um relacionamento de alguns meses. Outros querem se sentir comprometidos com os parceiros, mas preferem não assumir o compromisso do casamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A coabitação está aqui para ficar, mas há coisas que os jovens casais precisam discutir para proteger seus relacionamentos dos seus males. É importante discutir a motivação de cada pessoa e o nível de comprometimento quando passam a morar juntos. Ou seja, é necessário ver se a coabitação será um passo intencional em direção ao casamento, e não apenas um teste.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/vfCZg9H1H4o" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52273</feedburner:origLink></item><item><title>Falar sozinho é maluquice?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/7QhKVdbR_h4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Seus amigos dizem que você é maluco por falar sozinho? Diga a eles que isso é uma coisa natural &amp;ndash; e que pode poupar tempo na procura de objetos perdidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maioria das pessoas fala para si mesmo, pelo menos, a cada poucos dias. Mas qual é o propósito desse comportamento aparentemente irracional? Pesquisas anteriores mostram que o fato das crianças falarem sozinhas pode ajudar a orientar o seu comportamento. Por exemplo, as crianças muitas vezes falam para si mesmas o passo a passo de algo, por exemplo, enquanto estão amarrando os cadarços, para que se lembrem de como fazer isso depois.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas falar sozinho pode ajudar adultos também? Sim, principalmente se você está procurando alguma coisa. Pesquisadores da Universidade do Wisconsin-Madison e Universidade da Pensilvânia, EUA, realizaram uma série de estudos para descobrir se falar com si mesmo pode ajudar na busca por objetos particulares. O estudo foi inspirado no fato de que muitas pessoas murmuram para si mesmas quando estão tentando encontrar, por exemplo, um pacote de feijão nas prateleiras do supermercado ou um pote de manteiga dentro da geladeira.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Foi verificado que quando as pessoas falam sozinhas, elas realmente encontram o objeto mais rapidamente. Na próxima vez que você perder suas chaves, você pode murmurar &amp;ldquo;chaves, chaves, chaves&amp;rdquo; para si mesmo enquanto procura por elas, e simplesmente ignorar as pessoas que estão te olhando estranho&amp;hellip; &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/7QhKVdbR_h4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:37:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52272</feedburner:origLink></item><item><title>Pessoas com "perspectiva temporal equilibrada" são mais felizes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/NosG-tRdelU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você olha com alegria para o seu passado, curte o presente e empenha-se para objetivos futuros? Se você tem essas perspectivas temporais simultaneamente, você tem mais chances de se considerar uma pessoa feliz.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa da Universidade Estadual de São Francisco, Estados Unidos, coordenada por Ryan Howell, demonstra que ter essas perspectivas equilibradas pode fazer com que as pessoas se sintam mais vivas, mais agradecidas e mais satisfeitas com suas vidas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Se você é muito extremo ou depende muito de qualquer uma dessas perspectivas, isso se torna prejudicial e você pode ter tipos de comportamento bem destrutivos&amp;rdquo;, explica Howell.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por exemplo, ter boas memórias da infância é importante, mas gastar muito tempo revivendo essas lembranças pode evitar que você curta o presente. E se curtirmos o presente de forma extrema, podemos não conseguir focar em nossos objetivos para o futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, para lidar com problemas ou sair de certas situações, é necessário ter flexibilidade cognitiva.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/NosG-tRdelU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 17:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52271</feedburner:origLink></item><item><title>Pessoas religiosas são mais bem ajustadas psicologicamente?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/N0GhAYaPwN0/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Uma pesquisa psicológica constatou que pessoas religiosas se sentem muito bem consigo mesmas, com uma tendência a maior autoestima social e melhor ajustamento psicológico que os não crentes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, um outro estudo descobriu que isso só é verdade em países que dão um valor alto para a religião.&lt;br /&gt;
Para os estudos, os pesquisadores utilizaram dados do eDarling, um site de namoro europeu que usa um longo questionário com perguntas sobre quão importante são as crenças religiosas para as pessoas, além de questões de autoestima e o quão psicologicamente bem ajustadas as pessoas estão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles analisaram as respostas de 187.957 pessoas. Como em outros estudos, os pesquisadores descobriram que pessoas mais religiosas tinham maior autoestima social e eram psicologicamente melhor ajustadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eles suspeitaram que a razão para isso era que as pessoas religiosas são melhores em viver de acordo com seus valores sociais em sociedades religiosas, que por sua vez deve levar a uma maior autoestima social e um melhor ajuste psicológico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas no estudo viviam em 11 diferentes países europeus, desde a Suécia, o país menos religioso do planeta, até a super devotada e católica Polônia. Os pesquisadores usaram as respostas das pessoas para descobrir quão religiosos os diferentes países eram, e depois os compararam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em média, os crentes só tinham benefícios psicológicos por serem religiosos se vivessem em um país que valoriza a religiosidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em países onde a maioria das pessoas não são religiosas, as pessoas religiosas não têm maior autoestima. Assim, uma pessoa muito religiosa pode ter elevada autoestima social na religiosa Polônia, mas não na não religiosa Suécia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse estudo, os pesquisadores fizeram comparações entre os diferentes países, mas um outro estudo encontrou um efeito semelhante dentro de um mesmo país, entre estudantes de universidades religiosas e não religiosas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo pode ser verdade quando se compara diferentes estados de um mesmo país ou cidades diferentes. Provavelmente é possível simular o mesmo resultado na Alemanha se você comparar a Baviera, onde muitas pessoas são religiosas, e Berlim, onde muito poucas pessoas são religiosas.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/N0GhAYaPwN0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:53:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52188</feedburner:origLink></item><item><title>Personalidades podem ser classificadas pelas redes sociais, diz estudo </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/TbnJ4lEYxPQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Um estudo desenvolvido na China e em Cingapura indica que, analisando a presen&amp;ccedil;a das pessoas nas redes sociais, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel classificar suas personalidades. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o do &amp;quot;Mashable&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa parte da teoria dos &amp;quot;Cinco Grandes Fatores de Personalidade&amp;quot;, que separa as pessoas em cinco grupos. &lt;br /&gt;
Essa teoria psicol&amp;oacute;gica procura classificar as personalidades dos indiv&amp;iacute;duos de acordo com sua maneira de se comunicar e com a linguagem utilizada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores asi&amp;aacute;ticos foram al&amp;eacute;m e aplicaram a teoria sobre a l&amp;eacute;xica das pessoas nas redes sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso, eles enviaram um question&amp;aacute;rio de personalidade a 200 chineses. Simultaneamente, tamb&amp;eacute;m analisaram seus respectivos perfis no RenRen --rede similar ao Facebook na China. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ap&amp;oacute;s comparar as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es obtidas, eles perceberam que muitos dos dados coletados no RenRen de fato coincidiam com as respostas dos question&amp;aacute;rios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo indica que isso pode trazer um aperfei&amp;ccedil;oamento nas pesquisa, j&amp;aacute; que nem sempre as pessoas s&amp;atilde;o sinceras em tais question&amp;aacute;rios. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/TbnJ4lEYxPQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:48:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52186</feedburner:origLink></item><item><title>Quanto menos desenvolvido é o país mais se acredita em Deus</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/beldmRy_M4U/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Um recente levantamento mostrou qual a parcela de crentes em Deus e ateístas temos pelo mundo. Apesar dos dados terem sido coletados em épocas diferentes (entre 1991 e 2008) nós utilizamos nossas parcas habilidades em Excel para agrupar tudo e gerar outros números.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utilizando a lista de países por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nós agrupamos os cinco que são mais desenvolvidos, os cinco menos desenvolvidos e traçamos médias simples dos níveis de crença em Deus ou de ateísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A média daqueles que estão certos da existência de Deus nos países mais desenvolvidos (28%) é quase a metade que dos menos desenvolvidos (53%). Curiosamente a tendência de ateísmo é inversamente proporcional à que vimos acima com os mais desenvolvidos (15%) mostrando cerca do dobro de ateístas do que os menos desenvolvidos (7%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fica claro que quanto maior é o desenvolvimento humano em um país, menor é a tendência de se creditar na existência de Deus&lt;br /&gt;
Os EUA são a zebra da lista, pois mesmo sendo o quarto país com maior IDH do mundo tem uma proporção altíssima de crentes &amp;mdash; seis a cada dez &amp;mdash; para ateístas que são apenas 3%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que toda a lista mostra países com uma média alta de desenvolvimento humano. Os menos desenvolvidos da lista são Filipinas, Rússia e Chile. O Chile é o 44º da lista do IDH (considerado muito alto), e a Rússia no 66º (considerado alto). As Filipinas estão em 112º e são consideradas de médio desenvolvimento humano.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/beldmRy_M4U" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52184</feedburner:origLink></item><item><title>A verdadeira razão da agressividade masculina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/URKikoZZNdM/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Quem sai à noite (principalmente) sabe que a maior parte das brigas são entre homens. Apesar de vez ou outra as mulheres partirem para a ignorância, arrancando cabelos e distribuindo tapas, os homens ainda são os mais responsáveis por tais situações desagradáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora os valentões podem até dar uma justificativa (mas não uma razão): a seleção sexual. O pesquisador John Archer, da Sociedade de Psicologia Britânica, aponta para uma série de evidências que explicam a agressividade masculina com a competição histórica entre eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pesquisador analisou estudos que mostram a época de maior violência como sendo a juventude, os &amp;ldquo;20 e poucos anos&amp;rdquo;. Ele também comenta que há muito menos homicídios entre as mulheres, além da freq&amp;uuml;ência maior de comportamentos arriscados na presença de outros homens. Outra diferença entre os sexos é a severidade no uso da violência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Archer, uma série de modificações masculinas, durante a adolescência, ajudam nesse comportamento. Aquela voz meio fina, meio grossa, do seu irmão mais novo; o bigode ralinho que começa a nascer&amp;hellip; São sinais dos hormônios aumentando, e isso gera mais tendência à agressividade. Também, as diferenças de peso, altura e força, em relação às mulheres, mostram uma evidência de adaptação masculina para combate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Archer também comenta que dois princípios fundamentais influenciam na agressividade e na violência: desigualdade de riquezas e alto índice sexual entre os jovens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A pesquisa evidencia que as questões sociais, como a riqueza e a competição entre os homens, podem contribuir para a violência que vemos hoje&amp;rdquo;, finaliza o pesquisador.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/URKikoZZNdM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:53:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52128</feedburner:origLink></item><item><title>Ser exposto ao vício pode ajudar a esquecê-lo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/ZI6ckUa6fL0/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Quem já tentou parar de fumar sabe que se torna mais difícil se abster do vício quando exposto ao cigarro, seja vendo ou sentindo seu cheiro.&lt;br /&gt;
Mas, de acordo com pesquisa feita por um grupo de pesquisadores da China e dos Estados Unidos, tal exposição ao vício ajuda a frear o hábito porque a memória do vício é corrigida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terapeutas sabem de longa data que expor os viciados ao cheiro da droga, por exemplo, sem expô-los aos efeitos delas, pode enfraquecer a associação entre vício e viciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas esse é um reparo de curto prazo, pois os desejos retornam. Mas agora pesquisas mostram que a memória pode ser alterada mais permanentemente, se reparada antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;É como abrir um documento no computador, fazer algumas alterações e salvar&amp;rdquo;, comenta David Epstein, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Treinamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para aferir se essa abordagem poderia ser utilizada como terapia, Epstein e Yan-Xue Xue, da Universidade de Peking, em Beijing, na China, ensinaram pessoas hospitalizadas, que estavam se recuperando do vício em heroína, como reparar suas memórias através de vídeos que mostravam a droga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois, os participantes do experimento receberam heroína falsa e utensílios comumente relacionados à heroína. E foram questionados sobre seus desejos de consumo da droga antes e depois da exposição. Para medições mais corretas, foram monitorados o batimento cardíaco e a pressão sanguínea dos pacientes durante todo o experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, os pacientes tiveram seus desejos reduzidos, depois de testes de 1, 30 e 180 dias. Aqueles que não tiveram suas memórias preparadas para o experimento não tiveram melhoras nos desejos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Da cocaína ao estresse&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados foram similares para ratos viciados em cocaína ou heroína, que também pararam de procurar as drogas depois dos treinamentos.&lt;br /&gt;
De acordo com Epstein, a descoberta é promissora, mas precisa de mais estudos complementares para que os pesquisadores possam entender como as pessoas responderão ao tratamento quando voltarem às suas casas. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/ZI6ckUa6fL0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:50:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52127</feedburner:origLink></item><item><title>Pessoas ansiosas têm olfato melhor</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/GvoaxvIhBKI/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Quando um animal encontra um predador, seus sentidos &amp;ldquo;disparam&amp;rdquo;. Mas e as pessoas ansiosas? Será que essa sensação é um legado evolucionário de proteção contra ameaças? Se for o caso, as pessoas ansiosas podem ter um olfato melhor, presumidamente para detectar predadores ou portadores de doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores testaram repetidamente a percepção de odores, incluindo alguns ruins, de 14 homens. Em alguns testes, eles estavam fazendo ressonância magnética. Os participantes tinham que simplesmente dizer se conseguiam detectar um cheiro ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles também passaram por testes de ansiedade: a condutividade elétrica e a respiração foram calculadas, como em um detector de mentiras. Cada um também classificou sua própria ansiedade em uma escala de 0 a 100.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fim, aqueles que eram mais ansiosos foram significativamente melhores em detectar concentrações de odores, principalmente os ruins. Eles também se mostraram emocionalmente mais afetados quando estavam sentindo cheiros ruins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se estiver se sentindo particularmente ansioso, dê uma &amp;ldquo;cheirada&amp;rdquo; nas pessoas ao redor para descobrir a mais ameaçadora! &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/GvoaxvIhBKI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52126</feedburner:origLink></item><item><title>Como tomar decisões mais racionais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/rN-1n7qq_WM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Essa é da série &amp;ldquo;descobertas científicas que não fazem sentido para nós&amp;rdquo;: pesquisadores concluíram que, embora à primeira vista possa parecer irracional, pessoas que falam duas línguas tendem a tomar decisões mais racionais quando pensam na sua língua não nativa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas da Universidade de Chicago, EUA, chegaram a essa descoberta após realizar uma série de experimentos cujos resultados foram publicados em um artigo da revista Psychological Science (&amp;ldquo;Ciência Psicológica&amp;rdquo;).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Intuitivamente, a maioria de nós acharia que não importa em qual idioma estamos pensando enquanto tomamos uma decisão, mas os pesquisadores descobriram exatamente o oposto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles acham que isso ocorre porque quando as pessoas pensam em uma língua na qual precisam de mais esforço, elas tendem a ser mais analíticas e menos emocionais em frente a uma escolha.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas realizaram vários experimentos para comprovar a teoria. No primeiro experimento, os voluntários receberam uma escolha a respeito de salvar alguns de uma morte certa, ou tentar outra opção que poderia salvar mais vidas, mas era mais arriscada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Neste caso, os pesquisadores pediram a 121 voluntários americanos que tinham aprendido japonês a escolher entre uma cura para uma doença que poderia sarar definitivamente um terço das vítimas de uma praga, contra uma cura que tinha um terço de chance de salvar todas as vítimas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Eles descobriram que quase 80% das pessoas escolheu a opção segura quando ela foi apresentada em inglês. O número caiu para apenas 47% quando a pergunta foi formulada em termos de perdas de vidas ao invés de salvamentos de vidas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas, quando a questão foi colocada em japonês, a opção mais segura foi escolhida 40% do tempo independentemente da forma como foi formulada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles fizeram diversas variações desse experimento e encontraram resultados quase idênticos. Em seguida, para olhar as coisas de outra maneira, eles montaram um experimento para testar a aversão míope (com foco em um grande ganho em vez de perdas menores). &lt;br /&gt;
Neste experimento, nativos coreanos que falavam inglês como segunda língua foram convidados a fazer apostas em coreano com ganhos grandes e perdas potencialmente menores. Eles aceitaram as apostas em 57% do tempo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando perguntados em inglês, eles aceitaram a aposta 67% do tempo, indicando que a acharam mais razoável quando pensaram nela em uma segunda língua.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores, então, levaram a experiência para o mundo real, pedindo a voluntários para fazer apostas com quantias muito pequenas de dinheiro dadas a eles, e encontraram praticamente o mesmo resultado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Conclusão: parece mesmo que as pessoas tendem a se tornar mais analíticas e racionais quando pensam em uma língua estrangeira, e sua tomada de decisão tende a refletir isso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O que você acha? Que tal testar e pensar em um inglês, espanhol ou outra língua quando tiver que fazer uma escolha?&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/rN-1n7qq_WM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 14:16:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52031</feedburner:origLink></item><item><title>Estresse afeta mais o coração das mulheres do que dos homens</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/xdEZscT553Q/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As mulheres têm mais chances de apresentar problemas cardíacos após viver situações estressantes, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira (24) na conferência Biologia Experimental 2012, que acontece em San Diego, nos Estados Unidos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As doenças coronarianas são a maior causa de morte nos EUA, mas o problema afeta a população de maneira diferente, pois a cada ano mais homens do que mulheres são diagnosticados com o problema. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outros estudos mostraram que durante a prática de exercício físico o coração dos homens se contrai mais que o das mulheres e isto diminui o fluxo de sangue. Mas as mulheres são mais propensas do que os homens a terem problemas cardíacos após sobressaltos emocionais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Uma equipe de pesquisadores do Colégio de Medicina da Universidade Estadual da Pensilvânia, liderado por Charity Sauder, realizou um estudo para entender estas diferenças e verificou que o fluxo sanguíneo realmente aumenta nos homens durante o estresse mental, mas não se altera nas mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa foi realizada com 17 adultos saudáveis, oito homens e nove mulheres. Em cada voluntário foi medido o ritmo cardíaco e a pressão arterial em descanso, assim como a condutância vascular, que verifica por meio de um aparelho de ultrassom o fluxo sanguíneo pelas vias coronarianas até o coração.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Depois, os voluntários se submeteram a uma prova de três minutos de aritmética mental na qual os pesquisadores pediram que eles subtraíssem sete de um número ao acaso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para aumentar o estresse, os cientistas pressionaram os voluntários para realizarem a tarefa rapidamente, e além disso diziam que estavam errados mesmo quando fizeram a conta corretamente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após a prova, eles foram submetidos mais uma vez às três medições cardíacas. Os testes mostraram que quando estavam em repouso os resultados dos homens e das mulheres não apresentavam grandes diferenças. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Durante a tarefa de aritmética mental todos os voluntários mostraram um aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Mas enquanto os homens tiveram um aumento da condutância coronariana sob estresse, as mulheres não apresentaram mudanças.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Esta diferença, explicou um dos autores do estudo, Chester Ray, poderia predispor as mulheres a problemas cardíacos durante o estresse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados foram surpreendentes, acrescentou Ray, já que estudos anteriores indicavam que os homens têm um fluxo de sangue para o coração significativamente menor do que o das mulheres durante a prática de exercício físico. A nova pesquisa poderia explicar por que as mulheres têm mais problemas cardíacos após eventos estressantes, como a morte do marido, por exemplo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A redução do estresse é importante para todos, seja qual for o gênero", disse Ray, "mas este estudo mostra que o estresse afeta de maneira distinta os corações das mulheres", e por isso o risco delas sofrerem um problema coronariano após uma situação traumática é maior. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A conferência Biologia Experimental começou nesta segunda-feira e vai até amanhã. O evento, que deverá atrair 12 mil participantes, é patrocinado pela Sociedade Fisiológica dos EUA e outras cinco instituições científicas. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/xdEZscT553Q" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 14:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52030</feedburner:origLink></item><item><title>Você trocaria a namorada por um iPad?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/1A9Y9xsObeM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um em cada dez homens preferem ter um iPad a uma namorada. Chocante? Então você não viu nada. Na China, pessoas literalmente dão órgãos para colocar as mãos nos dispositivos da Apple, o que remete a uma cena bastante parecida do filme Br&amp;uuml;no, em que ele troca um celular por uma criança africana. Mas, no ocidente, as pessoas iriam tão longe para conseguir um iPad?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A resposta aparente parecer ser &amp;lsquo;sim&amp;rsquo;. Pesquisa de opinião recente feita pelo cassino online britânico RoxyPalace.com aponta que 11% dos 600 homens entrevistados prefeririam um iPad a uma namorada. E 3% trocariam suas namoradas pelo dispositivo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Parece absurdo? Que nada! Outras pesquisas sugerem algo pior: uma em cada três pessoas preferem desistir de sexo em troca de acesso a internet e 5% se divorciariam para poder trabalhar em casa. E você?&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/1A9Y9xsObeM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 14:06:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=52029</feedburner:origLink></item><item><title>Visão humana: como as cores ganharam seus nomes?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/pvBfqWLG9iY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Segundo um novo estudo, a ordem em que as cores são nomeadas por todo o mundo parece ser devido à forma como nossos olhos funcionam. &lt;br /&gt;
A pesquisa foi feita através de simulações de computador com pessoas virtuais. As descobertas sugerem que comprimentos de onda de cores que são mais fáceis de ver ganharam nomes antes, na evolução de uma cultura.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Então, um pouco depende da física, da anatomia. Mas todo mundo vê a mesma coisa?&lt;br /&gt;
Essa pergunta comum na filosofia, se todos nós vemos o mundo da mesma maneira, ainda não está de todo respondida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Uma estratégia que os cientistas usaram para investigar essa questão é estudar se as cores têm nomes diferentes em culturas diferentes. Curiosamente, pesquisas anteriores descobriram que cores familiares para uma cultura podem nem ter nome em outras, sugerindo que diferentes culturas, de fato, têm formas diferentes de compreender o mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A hierarquia das cores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Um mistério que os cientistas descobriram é que os nomes de cores parecem sempre aparecer em uma ordem específica de importância entre as culturas: preto, branco, vermelho, verde, amarelo e azul.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Por exemplo, se uma população tem um nome para o vermelho, também tem um nome para preto e branco. Se tem um nome para o verde, também tem um nome para o vermelho. Mas se uma população tem um nome para preto e branco, não significa&lt;br /&gt;
necessariamente que tem um nome para o vermelho&amp;rdquo;, explicou a pesquisadora italiana Francesca Tria.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para resolver o enigma desta hierarquia dos nomes das cores, Tria e seus colegas criaram uma simulação de computador com pessoas virtuais, ou &amp;ldquo;agentes&amp;rdquo;, que não tinham o conhecimento dos nomes das cores. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um agente, o orador, observava dois ou mais objetos, inventava um nome para uma cor para descrever um dos objetos, e se referia ao item por essa cor. O outro agente, o ouvinte, então tinha que adivinhar qual item e, assim, a qual cor, o orador estava se referindo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas repetiram isso até que todos os agentes chegassem a um consenso sobre os nomes das cores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma característica fundamental desta simulação foi a sua adesão aos limites da visão humana. Nossos olhos são mais sensíveis a alguns comprimentos de onda de luz, ou cores, do que outros. Os agentes na simulação não foram obrigados a distinguir entre tons que o olho humano não poderia distinguir.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores descobriram que os agentes precisaram de um tempo para atingir um consenso sobre um nome de cor, e esse processo caiu em uma hierarquia distinta: vermelho, magenta, violeta, verde-amarelo, azul, laranja e turquesa, nessa ordem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Esta hierarquia se aproxima ou coincide com a ordem que as cores recebem nomes nas culturas reais. Esta hierarquia de cores também coincide com os limites da visão humana, com o olho humano sendo mais sensível a comprimentos de onda vermelhos do que os do azul, e assim por diante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os seres humanos reagem mais a certas partes do espectro de cores, muitas vezes, selecionando exemplares para eles e, finalmente, vem o processo de nomeação de cores, que adere aos padrões universais, resultando em uma hierarquia&amp;rdquo;, conclui Tria.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/pvBfqWLG9iY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 17:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=51975</feedburner:origLink></item><item><title>Beleza é pessoal ou universal?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/vdCA90-mRjo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A beleza está nos olhos de quem vê, certo? Graças a Deus os gostos não são os mesmos, ou todo mundo acharia uma só criatura bonita. Isso não favoreceria muito a reprodução, não?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sim, a beleza é relativa. Porém, a experiência de ser movido pela &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; parece universal. Um novo estudo neurológico oferece alguns insights sobre esse paradoxo da beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados indicam que se conectar profundamente com uma obra de arte ativa a mesma parte do cérebro em todas as pessoas. No entanto, a parte do cérebro ativada pelo forte apelo estético está associada à reflexão pessoal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Nova York mostrou aos participantes do estudo 109 imagens de obras de arte de uma variedade de culturas, períodos históricos e estilos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Usando ressonância magnética funcional, os pesquisadores monitoraram o fluxo sanguíneo nos cérebros dos sujeitos conforme eles viam as imagens e as classificavam em uma escala de 1 a 4, com 4 sendo a maior, em resposta à pergunta: &amp;ldquo;Quão fortemente esta pintura o toca?&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para explorar as diferenças individuais nas reações estéticas, os pesquisadores pediram aos indivíduos que avaliassem o grau em que cada obra de arte evocou nove emoções: alegria, prazer, tristeza, confusão, temor, medo, nojo, beleza e o sublime.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As experiências confirmaram o velho ditado. &amp;ldquo;Julgamentos estéticos de quadros são altamente individuais, pois eles tocaram as pessoas de formas muito diferentes&amp;rdquo;, disseram os pesquisadores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As imagens do cérebro ofereceram alguns insights na origem da experiência &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Se uma pintura mereceu um 4, padrões distintos surgiram nos exames. Em particular, um aumento da atividade em regiões do cérebro pertencentes à &amp;ldquo;rede de modo padrão&amp;rdquo;, uma rede de áreas associadas com a contemplação interior e autoavaliação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Parece que as experiências estéticas ativam o cérebro da mesma maneira para todos, mas as partes ativadas incluem aquelas relacionadas com a natureza intensamente subjetiva e pessoal da &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, ajudando a explicar por que essas experiências são igualmente universais e altamente individualizadas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/vdCA90-mRjo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 17:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=51974</feedburner:origLink></item><item><title>'Neurose da balança' gera ansiedade e pode atrapalhar a dieta </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/psicologiavirtual/~3/kvClLd9unEU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A briga com a balan&amp;ccedil;a pode parecer uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de amor e &amp;oacute;dio envolvendo todos os sintomas: ansiedade, depend&amp;ecirc;ncia e fuga depois de um fim de semana gordo. N&amp;atilde;o &amp;eacute; uma doen&amp;ccedil;a, mas essa &amp;quot;neura&amp;quot; pode atrapalhar qualquer plano de dieta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Depois de ouvir &amp;quot;amea&amp;ccedil;as&amp;quot; de pacientes --&amp;quot;s&amp;oacute; vou na consulta se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o me pesar&amp;quot;--, a nutricionista Adriana Kachani resolveu estudar o tema. Ela acaba de defender uma tese no Instituto de Psiquiatria da USP sobre as motiva&amp;ccedil;&amp;otilde;es e os riscos de se pesar demais ou de menos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa foi feita com 125 pessoas com e sem transtornos alimentares, como anorexia e bulimia. Os resultados mostram que as mais insatisfeitas com seus corpos se pesam mais e que a maioria sobe na balan&amp;ccedil;a querendo mais coisas al&amp;eacute;m de saber o peso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Muitos se pesam para saber o quanto podem comer amanh&amp;atilde; ou o quanto precisam fazer de exerc&amp;iacute;cio. Outros, para ter uma garantia de que est&amp;atilde;o bem&amp;quot;, explica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A analista de sistemas Daniela Campos, 31, sobe na balan&amp;ccedil;a todo o dia para se lembrar de que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; magra. &amp;quot;Se n&amp;atilde;o me peso todo o dia, posso sair comendo o que vejo pela frente.&amp;quot; Est&amp;aacute; de dieta h&amp;aacute; um ano, j&amp;aacute; perdeu 16 quilos e quer perder mais nove. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;O problema &amp;eacute; que engordo muito r&amp;aacute;pido&amp;quot;, diz, botando a culpa na pizza: &amp;quot;Tr&amp;ecirc;s peda&amp;ccedil;os j&amp;aacute; d&amp;atilde;o diferen&amp;ccedil;a. Se n&amp;atilde;o me pesar sempre, n&amp;atilde;o consigo me controlar&amp;quot;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Semanas atr&amp;aacute;s, quando estava prestes a deixar a casa dos 80 quilos, Daniela chegou a se pesar mais de uma vez por dia. &amp;quot;Acordei &amp;agrave; noite para checar. Estava muito ansiosa, 80 quilos era um marco. Agora, com 79, estou mais calma.&amp;quot; Mas nem assim pensa em se livrar da balan&amp;ccedil;a: &amp;quot;Talvez no futuro eu consiga&amp;quot;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesar-se demais n&amp;atilde;o quer dizer necessariamente que a pessoa tenha transtorno alimentar, mas, segundo T&amp;aacute;ki Cord&amp;aacute;s, psiquiatra e co-orientador da tese, &amp;eacute; um alerta. &amp;quot;&amp;Eacute; preciso observar outros sinais, por exemplo, se ela tem preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exagerada com o f&amp;iacute;sico, se ela pauta a vida pela pesagem e se fica angustiada quando n&amp;atilde;o se pesa.&amp;quot; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
H&amp;aacute; outras rotinas de &amp;quot;checagem do corpo&amp;quot;, entre elas olhar no espelho, experimentar roupas ou apertar dobrinhas. &amp;quot;Pode n&amp;atilde;o ser doen&amp;ccedil;a, mas essa preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exagerada causa uma restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da liberdade&amp;quot;, afirma Cord&amp;aacute;s. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando os n&amp;uacute;meros da balan&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o agradam, a frusta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode ser grande. &amp;quot;Depois de decep&amp;ccedil;&amp;otilde;es a pessoa pode parar de se pesar. Isso s&amp;oacute; atrapalha. A pesagem &amp;eacute; fundamental para quem quer perder peso&amp;quot;, diz Kachani. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;'DIA DE PESAGEM' &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Daniela jura de p&amp;eacute;s juntos que, em um dia, pode engordar um quilo e meio. J&amp;aacute; o engenheiro Max Forte, 43, v&amp;ecirc; o peso diminuir de segunda a sexta e aumentar nos fins de semana. Ele se pesa diariamente h&amp;aacute; oito anos e tem uma planilha com os n&amp;uacute;meros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os dois n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o errados: o peso varia mesmo de um dia para outro. Mas isso n&amp;atilde;o quer dizer nada. &amp;quot;N&amp;atilde;o podemos nos esquecer de que 70% do nosso peso &amp;eacute; &amp;aacute;gua. Se voc&amp;ecirc; tomou mais l&amp;iacute;quido, fez menos xixi, pode dar diferen&amp;ccedil;a&amp;quot;, explica o endocrinologista Jo&amp;atilde;o Eduardo Nunes Salles, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Regional S&amp;atilde;o Paulo). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Durante o dia, s&amp;oacute; com comida e bebida d&amp;aacute; para ganhar mais de um quilo. Depois de metabolizados, alimentos mais salgados ou condimentados (como comida japonesa) ajudam a reter l&amp;iacute;quidos e influenciam no peso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outros fatores, como mau funcionamento do intestino, horm&amp;ocirc;nios femininos e atividade f&amp;iacute;sica tamb&amp;eacute;m interferem. Dependendo da pessoa, um jantar pode render at&amp;eacute; dois quilos a mais nos pr&amp;oacute;ximos tr&amp;ecirc;s dias. Esse ganho de peso, por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o &amp;eacute; real. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo a gordura sendo metabolizada rapidamente, s&amp;oacute; d&amp;aacute; para saber se a pessoa engordou depois de uns quatro dias, de acordo com os m&amp;eacute;dicos. Por essas e outras eles n&amp;atilde;o recomendam a pesagem di&amp;aacute;ria, muito menos mais de uma vez por dia, antes ou depois de exerc&amp;iacute;cios. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o endocrinologista Bruno Geloneze, a pr&amp;aacute;tica &amp;eacute; in&amp;uacute;til. &amp;quot;O ganho de peso &amp;eacute; muitas vezes associado &amp;agrave; ansiedade. Refor&amp;ccedil;ar rituais que geram mais ansiedade, como se pesar muitas vezes, &amp;eacute; conspirar contra si mesmo.&amp;quot; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como a perda de peso saud&amp;aacute;vel deve ser gradual (500 g por semana), o ideal &amp;eacute; subir na balan&amp;ccedil;a semanalmente ou at&amp;eacute; quinzenalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
F&amp;Oacute;RMULA DA GORDURA&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
N&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o f&amp;aacute;cil ganhar um quilo de gordura, segundo Paulo Roberto Correia, fisiologista do exerc&amp;iacute;cio da Unifesp. &amp;quot;O corpo precisa de mais ou menos 9.000 calorias em excesso para ganhar um quilo. Em um dia, se gastamos 2.000 calorias, seria preciso ingerir 11 mil, o que &amp;eacute; quase imposs&amp;iacute;vel&amp;quot;, calcula. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o dif&amp;iacute;cil ganhar um quilo em uma semana: basta comer 1.200 calorias extras por dia, o equivalente a duas barras de chocolate. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O engenheiro Max Forte engordou quando morou uma temporada em Curitiba. De volta a S&amp;atilde;o Paulo, criou uma f&amp;oacute;rmula para somar o quanto ele gastava de energia e o quanto consumia. Registrava tudo na planilha, al&amp;eacute;m do peso. &amp;quot;A longo prazo, conseguia medir os ganhos de massa muscular.&amp;quot; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como a matem&amp;aacute;tica do peso n&amp;atilde;o &amp;eacute; simples e nem sempre &amp;eacute; traduzida na balan&amp;ccedil;a, especialistas j&amp;aacute; defendem o uso de outras estrat&amp;eacute;gias, como os exames de bioimped&amp;acirc;ncia, que medem a taxa de gordura corporal. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em casa, a melhor sa&amp;iacute;da &amp;eacute; olhar para o espelho e ver se aquela cal&amp;ccedil;a que n&amp;atilde;o entrava est&amp;aacute; servindo. &amp;quot;Peso n&amp;atilde;o serve para nada, medida &amp;eacute; mais importante. Se voc&amp;ecirc; entrou numa cal&amp;ccedil;a que n&amp;atilde;o estava entrando, &amp;eacute; porque perdeu gordura&amp;quot;, diz Salles. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/psicologiavirtual/~4/kvClLd9unEU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 17:31:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.psicologiavirtual.com.br/psicologia/principal/noticia_view.asp?id=51971</feedburner:origLink></item></channel></rss>

