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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067</atom:id><lastBuildDate>Fri, 17 Feb 2012 01:19:38 +0000</lastBuildDate><category>individualismo</category><category>deprendência</category><category>ser parte</category><category>solidão</category><category>qualidade de vida</category><category>relação afetiva</category><category>viver juntos</category><category>distanciamento afetivo</category><category>pessoa significativa</category><category>casal</category><category>carinho</category><category>confiança</category><category>espelhar</category><category>contato emocional</category><category>terapia de casal</category><category>meu castelo</category><category>aconselhamento conjugal</category><category>vínculo</category><category>independência</category><category>atenção</category><category>amar</category><category>vida sexual</category><category>psicoterapia de casais</category><category>guerra conjugal</category><category>relação fria</category><category>afeto. afetividade</category><category>psicoterapia de casal</category><category>reacionamento afetivo</category><category>respeito</category><category>afetividade</category><category>relacionamento amoroso</category><category>relação de afeto</category><category>amor</category><category>casamento</category><category>união</category><category>parceria</category><category>pertinens</category><category>mãos dadas</category><category>sensibilidade</category><category>companheirismo</category><category>Filhos</category><category>dificuldade no relacionamento</category><category>intimidade</category><category>relacionamento afetivo</category><category>dependência</category><category>dificuldade de relacionamento</category><category>espelhamento</category><category>liberdade</category><category>quebra de confiança</category><category>reconhecimento</category><title>Psicoterapia de Casal</title><description>UMA CONVERSA SOBRE RELACIONAMENTO AFETIVO, SOBRE A RELAÇÃO QUE GOSTARÍAMOS QUE FOSSE AMOROSA. UM CAMINHO PARA A CONSTRUÇÃO OU RENOVAÇÃO, EM NOVAS BASES, DO VÍNCULO QUE ESTABELECEMOS COM A PESSOA OU PESSOAS QUE NOS SÃO SIGNIFICATIVAS.</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/psicoterapiadecasal" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="psicoterapiadecasal" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-5351177615057155122</guid><pubDate>Sun, 12 Oct 2008 19:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:07:40.618-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">união</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vínculo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">liberdade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reacionamento afetivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">independência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia de casal</category><title>Vínculo e Autonomia</title><description>Abordei em outros textos a questão do comportamento que apesar de apoiado em justificativas racionais (consciência), é motivado por emoções (inconsciente). Temos dificuldade de aceitar que agimos&lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/formacao/58-integra"&gt; influenciados por algo que escapa à nossa consciência&lt;/a&gt;. Aventar essa possibilidade nos torna inseguros: - “não estou no controle”. A forma de encarar esse fato inegável deve ser outra: - “sou maior do que conhecia até agora!”.&lt;br /&gt;
O casamento, e chamo assim as uniões afetivo-sexuais duradouras, freqüentemente expõe esse aspecto através da dualidade “vínculo x autonomia”. Uma união afetivo-sexual duradoura não se contrapõe à autonomia individual. O oposto de vínculo não é liberdade assim como o oposto de autonomia não é união. Vínculo e autonomia podem (e talvez mesmo, neste momento social, devam) coexistir, porém é freqüente ...&lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/106-vinculo-e-autonomia"&gt; Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-5351177615057155122?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/vnculo-e-autonomia.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-4910750438705865885</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 19:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:09:13.376-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">intimidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relacionamento amoroso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">afeto. afetividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">contato emocional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><title>Contato Emocional - Intimidade</title><description>&lt;div align="justify" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O contato humano  permeado pela emoção positiva acontece sem a disposição racional – sem  intenção/planejamento, principalmente em dois momentos da vida: quando somos  bebês ou pais de bebês e quando nos apaixonamos. Acontece também em outros  momentos porém a tendência é que seja insustentável ao longo do tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ele é descrito por  várias correntes psicológicas que enfatizam pontos específicos desse contato e a  Gestalt Terapia destaca sua importância em vários experimentos englobados sob  expressões como “Aqui e Agora” e “Estar Presente”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A disponibilização da  emoção nos contatos interpessoais tende a ser inversamente proporcional ao nível  de informação/escolarização e volume populacional do núcleo urbano onde vive o  indivíduo. Esses aspectos tendem fazer com que esse tipo de contato pareça  negativo, improdutivo e ... &lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/118-contatoemocional"&gt;Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-4910750438705865885?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/contato-emocional-intimidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-4264047533748892978</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:10:18.258-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relacionamento amoroso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">individualismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">afetividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">afeto. afetividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">solidão</category><title>Solidão</title><description>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;Eu sei que você fez os seus castelos&lt;br /&gt;
E sonhou ser  salva do dragão&lt;br /&gt;
Desilusão, meu bem&lt;br /&gt;
Quando acordou estava sem  ninguém&lt;br /&gt;
Sozinha no silêncio do seu quarto&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 78%;"&gt;&lt;em&gt;“Mesmo que seja eu”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Erasmo e Roberto  Carlos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 85%;"&gt;Há hoje uma queixa  freqüente vinculada, no mais das vezes, ao relacionamento amoroso e  aparentemente as dificuldades nesse campo têm crescido exponencialmente. É  natural também que o motivo inicial da procura de ajuda profissional seja apenas  a ponta de um iceberg e, além do motivo alegado inicialmente, haja fatores  desconhecidos e/ou inconscientes. As mudanças sociais das últimas décadas  contribuíram significativamente para essa ocorrência e aqui cabe ressaltar que a  sociedade não assume (e portanto não corrige) os efeitos dos aspectos sociais  sobre a saúde emocional dos indivíduos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 85%;"&gt;Falamos de uma  síndrome inominada, base da doença emocional... &lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/126-solidao"&gt;Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-4264047533748892978?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/solido.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-8841266869240973157</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-10T15:54:56.302-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relacionamento amoroso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">viver juntos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vínculo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dependência</category><title>Por que estar "com"?</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-size: 13px; line-height: 20px; "&gt;Não é exagero dizer que cada pessoa se define pelas suas relações. Isso não quer dizer apenas “com quem” ela se relaciona, mas principalmente “como” se relaciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicogênese da pulsão ao relacionamento se estabelece desde a vida intra-uterina e se desenvolve na primeira infância. Depois, na adolescência, tomamos consciência de que somos incompletos, já que nossa função reprodutiva não se completa sem a existência de uma outra pessoa: o OUTRO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos do outro permanentemente mesmo que não tomemos consciência disso, conforme os exemplos: &lt;a href="http://www.psic.com.br/portal/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=15&amp;amp;Itemid=66" style="color: rgb(102, 181, 255); text-decoration: none; "&gt;Clique para ler mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-8841266869240973157?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/por-que-estar-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-7480084627626457338</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:11:18.452-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">individualismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filhos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">afeto. afetividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dificuldade de relacionamento</category><title>Individualismo e Afetividade</title><description>&lt;a href="http://terapiaconjugal.blogspot.com/2008/10/individualismo-e-afetividade.html" style="color: #341473; display: block; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A Folha de São Paulo de 22/11/2007 trouxe em seu caderno "Equilíbrio", uma reportagem sobre casais que optam por não ter filhos.&lt;br /&gt;
Há os que adiam e desistem, os que preferem investir em viagens e os que preferem dedicar-se aos seus animais de estimação. Já há muitos "sites" de quem defende a vida a dois e apenas dois. Veja por exemplo o www.childfree.net, cujos membros escolheram esse nome para evitar serem tomados por pessoas que desejam filhos apesar de não os terem, caso usassem o tradicional childless.&lt;br /&gt;
Estão "livres das crianças"!&lt;br /&gt;
Acredito que não seja apenas um direito, mas um dever as pessoas defenderem suas crenças. Neste caso específico é mesmo "uma benção" que as pessoas que não se identificam com os papéis de pai e mãe, não os assumam pois a história mostra que o resultado não é nada bom.&lt;br /&gt;
Crianças necessitam de muita dedicação!&lt;br /&gt;
Por outro lado é necessário que as pessoas que acreditam &lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/121-indivafetiv"&gt;Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-7480084627626457338?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/individualismo-e-afetividade.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-2887553617427230886</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:14:55.683-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relação afetiva</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vínculo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">espelhar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">espelhamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reconhecimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><title>Amar - Quem Nasce Sabendo?</title><description>&lt;a href="http://terapiaconjugal.blogspot.com/2008/10/amar-quem-nasce-sabendo.html" style="color: #341473; display: block; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;/a&gt;Não paramos para pensar nisso, mas agimos como se fosse inerente à natureza humana saber amar. Não é. Aprendemos o apego, o afeto, a empatia em nossa primeira infância. Nossos receptores de informações do mundo externo surgem quando estamos ainda no útero e, através deles vamos aprendendo a sentir. Levamos cerca de 20 anos (mas precisamos cada vez de mais tempo) para processarmos as informações percebidas e sentimentos que elas nos provocam, de forma integrada com a nossa lógica e julgamento.&lt;br /&gt;
Nascemos sim precisando do “outro” e, mais que alimentar-nos, é ele que, como um espelho refletindo nossa imagem, nos “prova” que temos uma existência. Precisamos do “outra” também quando adultos e é para que o “outro” reconheça o nosso valor, que... &lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/120-amarquemnasce"&gt;Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-2887553617427230886?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/amar-quem-nasce-sabendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-7619947004433764079</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:16:10.030-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">intimidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sensibilidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">distanciamento afetivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">parceria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dificuldade no relacionamento</category><title>Distanciamento Emocional e Justificativas Racionais</title><description>&lt;a href="http://terapiaconjugal.blogspot.com/2008/10/distanciamento-emocional-e.html" style="color: #341473; display: block; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;“Acaso ela não o fizera ver, tantas vezes, o abismo que os separava e que nada poderia preencher? Desposara-o movida pelo medo de ficar sozinha, de não ter quem cuidasse dela em caso de necessidade. E porque sempre é bom ter um homem em casa, nem que seja para trazer a lenha para cima e levar o lixo para fora. Talvez — quem sabe? — a viúva que envelhecia se tivesse deixado comover ao contacto do macho que vinha quase todas as tardes tomar chá com ela. Mas falhara. Ela ficara hirta desde o primeiro concamas separadas eram um símbolo da união malograda. Em suma, ele não passava de um intruso. No fundo dela mesma, Marguerite devia acusá-lo de se ter introduzido por astúcia. Como se ela não o tivesse chamado!” ... &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/109-distanciamento-emocional"&gt;Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-7619947004433764079?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/distanciamento-emocional-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-3907470477214930144</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-10T15:21:15.154-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ser parte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aconselhamento conjugal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">carinho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mãos dadas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reconhecimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">meu castelo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pertinens</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">companheirismo</category><title>Mãos Dadas</title><description>&lt;a style="DISPLAY: block; FONT-WEIGHT: normal; COLOR: rgb(52,20,115); TEXT-DECORATION: none" href="http://terapiaconjugal.blogspot.com/2008/10/mos-dadas.html"&gt;Há um aspecto simbólico importante em um casal que caminha de mãos dadas. Além do contato físico e das eventuais trocas químico-elétricas, há um ajustamento dos passos e isso nos remete a um mais amplo caminhar juntos.Um casal se une com o objetivo não explícito e, na maioria das vezes inconsciente, de fazer parte.&lt;br /&gt;Fazer parte, conforme detalhamos em &lt;a style="COLOR: rgb(61,129,238); TEXT-DECORATION: none" href="http://www.blogger.com/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=37&amp;amp;Itemid=74" size="11px" face="Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;Pertinens&lt;/a&gt;, é uma necessidade instintiva, isto é, está além de propostas racionais.&lt;br /&gt;Buscamos constituir um castelo onde nos sentimos fortes, amparados, reconhecidos e acolhidos em nossas qualidades e defeitos, forças e fraquezas. Com uma pessoa, diferente de nós, ... &lt;a style="COLOR: rgb(102,181,255); TEXT-DECORATION: none" href="http://www.psic.com.br/portal/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=93&amp;amp;Itemid=66"&gt;Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-3907470477214930144?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/mos-dadas.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-4792911256546251258</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:17:37.556-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">respeito</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida sexual</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relação fria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relação de afeto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">guerra conjugal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">atenção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">carinho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicoterapia de casal</category><title>Relação Amorosa – Sexo e Afeto</title><description>&lt;a href="http://terapiaconjugal.blogspot.com/2008/10/relao-amorosa-sexo-e-afeto.html" style="color: #341473; display: block; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;/a&gt;São inúmeros os fatores que podem motivar a busca pela psicoterapia de casal. A relação “esfriou” é um sentimento comum porém o mais freqüente é uma disputa consciente ou não, expressa de diversas maneiras, sendo bastante freqüente o sentimento de não estar recebendo (carinho, atenção, respeito) em nível satisfatório.&lt;br /&gt;
Parte dessas ocorrências tem a questão sexual como instrumento na disputa inconsciente (A Guerra Conjugal – Dalton Trevisan – Joaquim Pedro de Andrade) que pode acontecer de forma mais ou menos explícita.&lt;br /&gt;
Essas questões podem ser somatizadas, parte delas nos órgãos genitais, ...&lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/115-sexo-e-afeto"&gt; Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-4792911256546251258?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/relao-amorosa-sexo-e-afeto.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-2937174119445686142</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:18:37.783-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicoterapia de casais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">confiança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">quebra de confiança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">deprendência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia de casal</category><title>Quebra da Confiança e Ruptura</title><description>Em seu aspecto psicológico a ruptura está intimamente ligada com a quebra da confiança.Para evidenciar esse vínculo é necessário lembrar a importância do sentimento de &lt;em&gt;Pertinens&lt;/em&gt; (ser relativo a alguém/alguma coisa). Em função do processo de Desenvolvimento Humano e da característica de ser humano, por extensão, temos essa necessidade de nos sentir como integrantes ou relativos, pois isso implica no reconhecimento da nossa existência/nosso valor.Dessa forma a nossa existência é autenticada pelo “outro” a quem somos relativos. Essa relatividade surge inicialmente como dependência no feto e no bebê e vai se transformando... &lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/108-ruptura-quebra-de-confianca"&gt;Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-2937174119445686142?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/quebra-da-confiana-e-ruptura.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6054888912884988067.post-3609364642115972111</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 14:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T12:19:51.488-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">qualidade de vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pessoa significativa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relação de afeto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relacionamento afetivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><title>O Prazer... de Viver</title><description>Há uma perda na qualidade de vida, gradual e constante que leva a uma queda significativa do prazer de viver.Essa perda acontece na relação com o “outro”: alguém significativo em nossa vida.&lt;br /&gt;
Na relação com um filho essa perda pode ser notada quando a criança já tem um razoável domínio cognitivo, isto é, já se comunica verbalmente com alguma facilidade. Nesse momento o contato direto emoção-emoção já não é tão freqüente e há uma demanda e expectativa de aprimoramento social. Os pais se tornam então mais críticos e a emoção é substituída pelo julgamento.&lt;br /&gt;
A avaliação constante do comportamento e sua correção mais dura acaba por gerar um afastamento com a perda do afeto. No casal o processo de perda se assemelha...&lt;a href="http://www.vinculum.com.br/portal/casal/110-prazer-e-amor"&gt; Clique para Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Psicoterapia de Casal&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6054888912884988067-3609364642115972111?l=psicoterapiadecasal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicoterapiadecasal.blogspot.com/2008/10/o-prazer-de-viver.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Messa)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

