<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259</atom:id><lastBuildDate>Fri, 08 Nov 2024 15:53:52 +0000</lastBuildDate><title>Publicidade Viva</title><description>Com base no livro A Empresa Viva, de Arie de Geus, surgiu o conceito deste blog: a aplicação prática de um olhar diferenciado da publicidade. Vista como um organismo com capacidade de adaptação, de valorizar as pessoas, de criar comunidades e adquirir consciência de sua identidade. Sempre com tolerância,  pertinência e respeito às novas ideias.</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Ari Dias)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-753709540233726982</guid><pubDate>Tue, 21 Sep 2010 14:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-21T07:33:43.991-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE7qGJnoFeV0opAC-tDFHd_FdAsyrYBmcQslvc5fYbFwOp49tWgOL8bieroGKcpcVjd-1k6X8YawDsMagBTpT5_FIIVXOniEJYQJN9QuydCTJCIQoSxaTrYCm5saNZJVMUIkPlztBdlYxJ/s1600/banner.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 323px; height: 77px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE7qGJnoFeV0opAC-tDFHd_FdAsyrYBmcQslvc5fYbFwOp49tWgOL8bieroGKcpcVjd-1k6X8YawDsMagBTpT5_FIIVXOniEJYQJN9QuydCTJCIQoSxaTrYCm5saNZJVMUIkPlztBdlYxJ/s400/banner.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5519374887445766434&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2010/09/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE7qGJnoFeV0opAC-tDFHd_FdAsyrYBmcQslvc5fYbFwOp49tWgOL8bieroGKcpcVjd-1k6X8YawDsMagBTpT5_FIIVXOniEJYQJN9QuydCTJCIQoSxaTrYCm5saNZJVMUIkPlztBdlYxJ/s72-c/banner.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-3784858523841539288</guid><pubDate>Fri, 10 Jul 2009 23:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-10T16:24:47.385-07:00</atom:updated><title>Novo Ford Fusion - Só daqui a 5 Anos ou mais...</title><description>&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/YzZZHsoTDck&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/YzZZHsoTDck&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vá lá, estou ficando muito chato, mas este comercial do Ford Fusion comete dois erros que não pude deixar de registrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe que a pergunta que serve de base para a campanha é: &quot;Onde você pretende estar daqui a 5 anos?&quot; A resposta, que aparece na imaginação dos interlocutores, é dentro de um Ford Fusion. O que significa que eles pretendem esperar 5 anos para comprar um carro lançado em 2009 (desculpem o radicalismo, mas é tempo demais...mesmo que se tratasse de algum plano de consórcio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este pequeno equívoco não tiraria os méritos do roteiro (afinal, a imagem que vemos é de um &quot;sonho&quot;), o pior vem depois. Como observamos no &quot;devaneio&quot; da protagonista, o que ela, ironicamente deseja, é ter o colega como seu motorista particular (bacana a sacada), mas a frase de assinatura: &quot;Quem &lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:130%;&quot; &gt;dirige&lt;/span&gt; o Ford Fusion fez por merecer&quot; pisa no tomate. Significa que o colega da moça - em 5 anos - perderia o cargo no escritório da empresa para trabalhar como chofer (nesse caso, ele realmente, &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;fez por merecer&lt;/span&gt;...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O correto, seria terminar o comercial com algo do tipo: &quot;Quem &lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:130%;&quot; &gt;tem&lt;/span&gt; o Ford Fusion fez por merecer&quot; - o que, pelo preço do tal carro, só mesmo em sonho - para imensa maioria da população.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/07/novo-ford-fusion-so-daqui-5-anos-ou.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-7639197636954178759</guid><pubDate>Fri, 19 Jun 2009 20:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-19T13:30:22.668-07:00</atom:updated><title>Espinafrada contra a Publicidade Infantil</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCM8k6ri80j7_C7pMM_c9R9RkjD-ew5kBnguPLQYLkASYdUcvvbKpSV31j4Gk-hDGfXhT0I1PiALdL3xUdT4FyHzNp2cQIvmHH-mN9ipfcyHTNKPfM_xasd-DGdUQRXYBnpoqgY1z2A9Wq/s1600-h/popeye3.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 304px; height: 400px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCM8k6ri80j7_C7pMM_c9R9RkjD-ew5kBnguPLQYLkASYdUcvvbKpSV31j4Gk-hDGfXhT0I1PiALdL3xUdT4FyHzNp2cQIvmHH-mN9ipfcyHTNKPfM_xasd-DGdUQRXYBnpoqgY1z2A9Wq/s400/popeye3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5349133981385617122&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;      &lt;style type=&quot;text/css&quot;&gt;  &lt;!--   @page { margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&quot;Defendi a probição à publicidade direcionada ao público infantil, menor de 12 anos, e não à publicidade de produtos para a infância. A publicidade que fala diretamente com a criança é a que não deve existir. Isso não vai provocar impacto na economia&quot;. &lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;- Isabella Henriques, coordenadora-geral do projeto Criança e Consumo do Instituto Alana.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Mais uma vez, volto com o assunto sobre a proibição da publicidade focada nas crianças. Sobre a questão, ocorreu uma audiência pública em Brasília, realizada no último dia 18 (a matéria toda está no mmonline*). &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Pela declaração de Isabella Henrique, dá para perceber que, além de advogada, a dra. deve ser economista - e de vanguarda - afinal, garantir que uma medida desse porte não trará impacto nenhum na economia é coisa de quem se considera &quot;dono da verdade&quot;, título que cabe como luva para a instituição representada por ela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Mas não foi só o instituto Alana que estava presente na &quot;audiência pública&quot;. Várias entidades e profissionais ligados ao segmento como Maurício de Souza, Anvisa, CONAR, ABERT, ABAP estiveram lá, além da ABRINQ, representada por seu presidente, Sybésio Batista da Costa, o qual tem uma opinião bastante combativa sobre o Projeto de Lei: &quot;...o clima mudou, parece que somos culpados pela morte da bezerra. Mas não vamos ceder. Só aceitamos que se discuta a conduta da publicidade. Para proibir a publicidade de brinquedos vão ter que me matar antes&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Bem, vamos aguardar que nada de mal aconteça ao Sybésio, enquanto isso, vale lembrar a semântica de Isabella Henrique, que defende a proibição da propaganda direcionada aos menores de 12 anos e não a proibição da publicidade de produtos para a infância. Sutil não? Repararam a grande diferença? Então, qual a pessoa hoje, de 12 anos, que ainda é criança?? E, uma vez aprovada a lei, quem vai definir qual a idade do público que o comercial está atingindo? E o que vale e o que não vale? &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Papai Noel vai poder? E o Coelho da Páscoa? Como fica a divulgação nos pontos-de-venda? E nas revistas? (a Alana quer tirar os anúncios da revista da Mônica). E se porventura, a Estrela resolver fazer um comercial institucional, alertando que a criança deve ter cuidado ao atravessar a rua, isso vai ser proibido? E se um fabricante de sucos de laranja divulgar as vantagens dos alimentos naturais para crianças, isso também vai ser proibido? &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;E aqui não estou cometendo nenhum exagero, a coisa começa a ficar feia com proibições desse tipo e com discursos &quot;politicamente corretos&quot; por gente que &quot;só quer o bem da sociedade&quot;. No início, fecha-se uma pequena e inocente janelinha, depois e sorrateiramente, a casa inteira está trancada. Já vimos esse filme antes, e não era nenhum comercial de 30 segundos - na verdade durou mais de 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;E o que o Popeye tem a ver com isso??&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Para quem não sabe, o marinheiro Popeye foi criado devido a uma super produção de espinafre, isso no século passado, lá nos EUA. Então resolveram dar vida ao homem que fica mais forte comendo, a até então, desprezada verdura, e o público-alvo, naturalmente, era menor de 12 anos. O que prova, mais uma vez que, não somente a publicidade, mas uma boa estratégia de marketing é indispensável para atingir resultados. Só espero que nenhuma PL ou a Alana, venha &quot;espinafrar&quot; os desenhos do personagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;*Mais em:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot;  style=&quot;margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/conteudo_maiusculo/?Audiencia_publica_discute_publicidade_infantil_1&quot;&gt;http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/conteudo_maiusculo/?Audiencia_publica_discute_publicidade_infantil_1&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/06/espinafrada-contra-publicida-infantil.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCM8k6ri80j7_C7pMM_c9R9RkjD-ew5kBnguPLQYLkASYdUcvvbKpSV31j4Gk-hDGfXhT0I1PiALdL3xUdT4FyHzNp2cQIvmHH-mN9ipfcyHTNKPfM_xasd-DGdUQRXYBnpoqgY1z2A9Wq/s72-c/popeye3.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-4143654009366747820</guid><pubDate>Wed, 03 Jun 2009 18:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-03T11:49:23.018-07:00</atom:updated><title>A Vitória do Bom Senso</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7fdSUq-AxJRkCNBwQ6DMF_QVPp6jb1-VKWMI23UqOcYBV1-Rn5kXOGNydmnZDLJYMvHFjTCchKmbpH6CM4JT6kpvFbRJBrcyL7a0VkT-Rel1eRfTaTYuA6Wmf2SDdoXK2_JMZB0YRVej4/s1600-h/valeuai&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7fdSUq-AxJRkCNBwQ6DMF_QVPp6jb1-VKWMI23UqOcYBV1-Rn5kXOGNydmnZDLJYMvHFjTCchKmbpH6CM4JT6kpvFbRJBrcyL7a0VkT-Rel1eRfTaTYuA6Wmf2SDdoXK2_JMZB0YRVej4/s400/valeuai&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5343174843255510242&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;O Rio de Janeiro continua lindo! E é de lá que vem uma excelente notícia para a área de comunicação: as expressões estrangeiras continuarão na publicidade carioca - sem a necessidade de sua devida tradução. A vitória foi da  Fecomércio/RJ - Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro - que conseguiu uma limitar contra Lei Municipal 5033, sancionada pelo prefeito Eduardo Paes - as informações são de O Globo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Fecomércio carioca essa lei é inconstitucional, por restringir a liberdade de manifestação de pensamento. Leonardo Pessoa, coordenador do Núcleo Jurídico da entidade, declara: &quot;Você imagina se cada um dos 92 municípios do Rio tivessem uma lei diferente sobre a questão da propaganda? Seria o caos. Essa questão só pode ser prevista em legislação federal&quot; - Imaginem se o Kassab ouve isso!!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:130%;&quot;&gt;Utilizando de bom senso, o qual tantas vezes falta a nossa classe política, Godofredo de Oliveira, presidente do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, lembra que &quot;se as empresas usam esses termos para atrair clientes, é sinal de que seu público entende a mensagem&quot;. E vai além: &quot;o idioma tem uma autorregulamentação e seria complicado definir o que é um abuso ou não nas propagandas&quot;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:130%;&quot;&gt;Como acredito ter deixado claro no post abaixo, sou totalmente contrário a qualquer regulamentação que censure a liberdade de expressão. O grande problema de legislações como essa é que podem se proliferar pelo Brasil afora - a propaganda já virou um bom alvo para quem pretende atrair holofotes - é fácil ser contra uma atividade que raramente se protege. Restringir a publicidade se transformou em palanque para políticos que, ao posarem de defensores da Língua Portuguesa, dos bons costumes e do politicamente correto, na verdade só querem a defesa de seus próprios interesses.&lt;/span&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/06/vitoria-do-bom-senso.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7fdSUq-AxJRkCNBwQ6DMF_QVPp6jb1-VKWMI23UqOcYBV1-Rn5kXOGNydmnZDLJYMvHFjTCchKmbpH6CM4JT6kpvFbRJBrcyL7a0VkT-Rel1eRfTaTYuA6Wmf2SDdoXK2_JMZB0YRVej4/s72-c/valeuai" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-5064301144793104948</guid><pubDate>Wed, 27 May 2009 18:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-27T12:32:39.819-07:00</atom:updated><title>Lei obriga tradução de publicidade carioca</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVrOvINjNx7rU7HeMscBiROIVsY7nopJrlwhJuC8ayaKiLsznI9DbkqiLUVP2wGZ6Y4tQiR4eXbuMFc0EJEhhoKhwGRwSnAxXRJbBGetqpocR3F-9qjaihwqZ0zckC5m-fimxbHNqhjpCv/s1600-h/Bernardox2.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 303px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVrOvINjNx7rU7HeMscBiROIVsY7nopJrlwhJuC8ayaKiLsznI9DbkqiLUVP2wGZ6Y4tQiR4eXbuMFc0EJEhhoKhwGRwSnAxXRJbBGetqpocR3F-9qjaihwqZ0zckC5m-fimxbHNqhjpCv/s320/Bernardox2.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5340588476640555746&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:130%;&quot;  &gt;&lt;br /&gt;Esta poderia frequentar o FEBEAPÁ, Festival de Besteiras que Assola o País, criado pelo saudoso Stanislaw Ponte Preta, famoso jornalista dos anos 60/70. Pois vejam só, sem ter muito o que fazer, Roberto Monteiro, vereador do PC do B do Rio, criou uma lei que obriga a tradução, em letras do mesmo tamanho, de palavras estrangeiras que apareçam em qualquer peça publicitária veiculada na Cidade Maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei, já sancionada pelo prefeito Eduardo Jorge do PMDB, tem belas intenções: &quot;preservar a cultura do país e facilitar a compreensão das propagandas por quem não conhece outros idiomas além do português&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, minha Nossa Senhora das Comunicações!! Bendita sois vós!&lt;br /&gt;Ó, Grande CEO, perdoai-os: Eles não sabem o que fazem!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se soubessem, entenderiam que uma das maiores, senão a maior, obrigação de uma peça publicitária é ser entendida. O que o cliente e agência querem é atingir o target (nota da tradução: público alvo). E mais: com clareza e uma boa dose de persuasão. Quando isso não acontece, ou a agência muda o rumo ou o cliente muda de agência, simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra, o que eles querem dizer com &quot;preservar a cultura do país&quot;? Em primeiro lugar deveriam conceituar &quot;cultura do país&quot; (será isso possível??). Para mim, e também para muita gente mais qualificada, o conceito de &quot;cultura do país&quot; é tão amplo que cabem centenas, senão milhares, de palavra estrangeiras e até de tupi-guarani. Alguém lembra do Manifesto Antropofágico da Movimento Modernista de 22?? Para a turma de Oswald e Mário de Andrade, a cultura nossa de cada dia se alimenta (também) do estrangeiro, o ingere e o transforma, para termos uma arte autêntica e uma vida com mais brasilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a própria língua portuguesa, mesmo a falada em Portugal, incorporou e incorpora palavras estrangeiras a séculos - como todo idioma vivo. Palavras como abajur, garagem, toalete, garçom, chapéu, chefe, jaula, dama, manjar, assembleia - têm origem francesa. De origem espanhola temos fandango, pandeiro, quadrilha, ampulheta, trecho. Do inglês vêm lanche, bar, bife, clube, teste e outras mais. E do árabe? Outras tantas. E do africano? Muitas mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais agravante nesta história é a obrigação legal para algo que deveria ser decidido, exclusivamente, entre a agência e o cliente - como passa a ser &quot;obrigatório&quot; - temos aí o germe indigesto da censura se formando. E censura é muito ruim, é péssimo e até pode matar o futuro da &quot;cultura de nosso país&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Nota 1:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ainda não entendo como nossas entidades: de publicidade, de clientes ou de outras áreas afinadas com o conceito de liberdade, deixaram a lei ser aprovada tão facilmente. A pista talvez esteja com o presidente do Clube de Criação do Rio de Janeiro, Flávio Medeiros, para ele a lei é conservadora - mas não vai deixar as peças publicitárias menos criativas. Ledo engano de nossa classe, a lei não é apenas conservadora! O que realmente ela é? Censurável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Nota 2:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Já deve ter muito político por aí pensando em aplicar lei semelhante em seus municípios - atualmente virou moda castrar a atividade publicitária - culpa da imobilização de nossa própria classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Nota 3: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Palavras como &quot;off&quot;, &quot;sale&quot;, &quot;delivery&quot;, quando utilizadas, deverão ser seguidas com as traduções: &quot;desconto&quot;, &quot;liquidação&quot;, &quot;entregas em domicílio&quot;. Beleza, não é? E como ficam &quot;mouse&quot;, &quot;web&quot;, &quot;lap top&quot;, entre outras?? Ai Minha Nossa Senhora das Comunicações, rogai por nós e pelos nosso colegas cariocas. It&#39;s Fuck! (NT: Tamu Ferrado!)&lt;/span&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/05/lei-obriga-traducao-de-publicidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVrOvINjNx7rU7HeMscBiROIVsY7nopJrlwhJuC8ayaKiLsznI9DbkqiLUVP2wGZ6Y4tQiR4eXbuMFc0EJEhhoKhwGRwSnAxXRJbBGetqpocR3F-9qjaihwqZ0zckC5m-fimxbHNqhjpCv/s72-c/Bernardox2.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-260244223671081226</guid><pubDate>Mon, 11 May 2009 20:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-11T13:09:46.006-07:00</atom:updated><title>Publicidade com Responsabilidade</title><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;O ano era 1973, tempo distante do &quot;politicamente correto&quot;, dos comercias recheados de efeitos especiais e da internet. Entretanto, a Seagrams, fabricante do whisky Royal Label, decidiu veicular um filme memorável e bastante corajoso - até mesmo para os nossos dias. Em slow motion, ou &quot;em câmera lenta&quot; como se dizia na época, retratou a dura realidade que os excessos do álcool podem causar. Sob o olhar fixo de uma criança e do choro que se transforma em sorriso, somos levados a compreender a importância de beber com responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estranho é que nos dias de hoje, época de grandes verbas publicitárias, dos comerciais que terminam com mensagens do Ministério da Saúde e das  práticas de &quot;responsabilidade social&quot;, não vemos mais filmes assim. Será que já não está na hora dos fabricantes de bebidas - e de outros segmentos - assumirem um pouco da responsabilidade sobre o impacto negativo que causam à sociedade? Ou, realmente, estamos na era onde o mais importante é vender, não importa como??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Seagrams, com este antigo comercial, prova que o mundo pode sim, ser bem diferente do cinismo que parece governar os nossos dias, e que a publicidade tem um papel importante para a construção de uma sociedade melhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/saj-PblR2r0&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/saj-PblR2r0&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/05/publicidade-com-responsabilidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-2537524261589214466</guid><pubDate>Fri, 24 Apr 2009 21:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-27T13:59:16.549-07:00</atom:updated><title>A Nova Pisada de Bola de Ronaldo</title><description>&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/M2I7k8dNFsQ&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/M2I7k8dNFsQ&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A polêmica já rendeu muito assunto em blogs e artigos pelo Brasil afora, e pela atitude da Nova Schin, que entrou com representação no Conar contra a peça publicitária de sua rival, o jogo ainda está longe do fim.&lt;br /&gt;Mas antes de botar água no copo do Ronaldo, é bom esclarecer que gosto muito de futebol, portanto, tenho respeito e admiração pelo craque da camisa 9, e outra, também gosto de uma boa (que necessariamente não precisa ser Antárctica) cerveja gelada.&lt;br /&gt;Entretanto, a mistura de cerveja com personalidades esportivas não desce redondo (com o perdão da Skol). Aliás, redondo é o formato do Ronaldo!&lt;br /&gt;Vale lembrar, que essa não é a primeira vez que a tabelinha Brahma e Ronaldo entra em campo, basta conferir o comercial do touro, que segue abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/G0ivyFIr2f0&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/G0ivyFIr2f0&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual a relação de esportista com bebida alcoolica? A não ser que a barriguinha dele seja de cerveja, nenhuma. Pois quando tal casamento acontece, a carreira do profissional pode ir para escanteio - como ocorreu recentemente com Adriano (ex-Inter de Milão) - gerando uma imagem negativa de um nome mundialmente consagrado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cerveja em espetáculo esportivo deveria se restringir a arquibancada, algo que a própria legislação proibe. Que seja, lugar de cerveja é na mão do torcedor (no bar, no churrasco, na casa dele); na mão de jogador pega mal, vira uma bela pisada de bola - tanto em comerciais, como fora deles - principalmente para quem é uma celebridade do esporte. Aliás, qualquer profissional que depende 100% de sua condição física, de seu reflexos, de uma boa alimentação, de uma vida saudável - é péssimo exemplo para o consumo de bebida alcoolica. Imagine o que vão dizer quando Ronaldo perder algum gol? &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;Só podia ser brahmeiro mesmo...&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se a Brahma decidir manter sua estratégia, segue o vídeo de um bom garoto propaganda para suas campanhas - e uma dica mais abrangente, já que o assunto é futebol - que tal patrocinar a arbitragem??&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/an-MyStokrk&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/an-MyStokrk&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/04/nova-pisada-de-bola-de-ronaldo.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-5194975314528627288</guid><pubDate>Thu, 16 Apr 2009 20:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-16T13:20:07.050-07:00</atom:updated><title>A Maria Gasolina da Fiat</title><description>&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/LWrPWkkBCQg&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/LWrPWkkBCQg&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Ele é tudo que um bom comercial não pode ser. Trata-se do vídeo da campanha Fiat Stilo BlackMotion, que recebeu o sugestivo título de &quot;Sedução&quot;. Com uma boa produção, recheada de planos de detalhe e os mais diversos clichês - que figuram em praticamente todos os comerciais de automóvel - o filme mostra uma bela jovem trocando de parceiro, simplesmente, por não resistir ao &quot;charme&quot; do referido carro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Claro, claro...vamos dizer que a peça retrata só uma piadinha...e que a intensão do filme é só vender o seu sofisticado produto - sofisticado sim, pois a locução é clara: &quot;Quem gosta de carros, não vai resistir...Novo Fiat Stilo BlackMotion: para poucos e maus...&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Entretanto, comerciais de TV, por mais bem humorados que sejam - e existem bons exemplos de campanhas bem humoradas e eficientes - são produtos extremamente sérios, pois envolvem uma verba considerável, tanto de produção, quanto de veiculação e atingem, além de seu público-alvo, um contingente de milhões de pessoas. Por tudo isso e mais um pouco, uma campanha como esta não pode passar imune à críticas, principalmente por veicular uma mensagem tão irresponsável e preconceituosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Gosto de comerciais em que o produto é o personagem principal, o verdadeiro herói do filme. Pois aprendi que um bom filme publicitário é o que consegue transmitir valor agregado à marca - a qual passa a ter uma personalidade e uma identificação positiva com os mais diversos públicos - ou seja, ele tem que &quot;seduzir&quot; e isto, o filme &quot;Sedução&quot;, não consegue fazer com eficiência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Vejamos o personagem masculino, que faz o papel de &quot;corno&quot; no filme e simboliza todos os consumidores que não tem o BlackMotion - no caso dele, não tem jeito, precisa comprar o produto para manter sua parceira ao seu lado - mas há aí um problema: qual o motivo para andar com uma Maria Gasolina??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Mas o caso da personagem feminina é bem mais grave. Quando ela dá de ombros e sugere que o carro é irresistível, está trocando seus valores sentimentais pelos materiais, isto em uma época em que a própria crise dos mercados está levando muita gente a repensar os tais &quot;materialismo e consumismo&quot; desenfreados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;E há ainda um terceiro personagem que, estrategicamente, não aparece no filme: o motorista do BlackMotion. Ele está ali para representar o futuro consumidor do produto, ou seja, ele é você - já que o papel de corno quem tem que fazer são os outros - que, quando comprar o novo carro da Fiat, será um dos poucos...e...maus - É assim que você e sua Maria Gasolina vão viver felizes para sempre, ou até o próximo carro novo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;E pensar que a Fiat já lançou a corretíssima campanha do &quot;Stilo: ou você tem, ou você não tem!&quot; Mas agora com o BlackMotion, dá a impressão que o tal &quot;estilo&quot; ficou perdido no meio de tanta &quot;sedução&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/04/maria-gasolina-da-fiat.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-6693867913120511310</guid><pubDate>Thu, 09 Apr 2009 21:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-09T14:53:19.525-07:00</atom:updated><title>Salvem as Giraffas!!</title><description>&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/yW_zv76v9FE&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/yW_zv76v9FE&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-family:verdana;&quot; &gt;&quot;Hoje, nossa maior ameaça é ao direito de comunicar, e há ONGs &#39;politicamente corretas&#39; que tentam podar esse direito. &quot;Nós, da Abap, já afirmamos que repudiamos a censura à publicidade, inclusive aquelas bem-intencionadas. Hoje, já duvido que existam ações bem-intencionadas nessa área&quot;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;  &gt; &lt;span style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;Dalton Pastore - presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A ALANA está caçando Giraffas, elas são o atual alvo jurídico da instituição que tem como meta a &quot;proibição legal e expressa de toda e qualquer comunicação mercadológica dirigida à criança no Brasil&quot; - conforme o conteúdo do próprio site da entidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Lá também há &quot;pérolas&quot;, ditas por seu presidente, como: &quot;é importante reconhecer que os pais não são os únicos responsáveis pelos filhos que não param de pedir produtos vistos na tevê, que são obesos, sexualmente precoces ou com comportamentos violentos. A &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;responsabilidade maior&lt;/span&gt; está nas empresas e &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;agências de publicidade&lt;/span&gt; que apostam no mercado infantil, procurando a vulnerabilidade de cada faixa etária da infância e adolescência para criar consumidores fiéis: as crianças do consumo&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Pronto, eles deixam bem claro quem são os responsáveis pela falta de educação das crianças, por sua obesidade, pela sexualidade precoce e pela violência descabida. Não é o Executivo, não é o Legislativo e nem o Judiciário. Não são as escolas sem material didático e sem professores, não são as instituições despreparadas ou a falta de vergonha de nossos políticos. O responsável por tudo isso são as agências de publicidade, essa Nova Macunaíma, raiz de todo mal do século XXI.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Mas, melhor que minha modesta opinião, são as idéias de Dalton Pastore que, até agora, parece ser a única voz das entidades de propaganda a defender, não apenas a classe publicitária, mas o direito de comunicação em nosso país.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Pastore observa que todas as vezes que uma minoria se julgou no direito de decidir o que a maioria deveria ver ou ouvir, a sociedade se deu mal, como no nazismo ou nas ditaduras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;E ele tem razão, basta observar os argumentos da Alana: &quot;Eles (as crianças) querem se vestir e comer da mesma forma. Querem marcas – usar o tênis Nike, comer Fandangos e ter a mochila da Hello Kitty. Preferem não ir à praia ou ao campo porque sabem que lá não encontrarão tevê ou videogame. Trocam o suco de mexerica por Coca-Cola, e arroz, feijão e couve, por Big Mac com batata frita.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Fico novamente com Dalton Pastore que afirma, o que deveria ser óbvio:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;- &quot;A publicidade tem sim, que motivar a população, desde criança, a ter desejo de consumo, faz parte da nossa sociedade&quot;. Não somos uma sociedade de casta, o filho do operário um dia pode virar banqueiro, ele precisa de incentivo&quot;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;- &quot;Um grupo que se julga superior não pode decidir o que a população deve ou não assistir. A população deve decidir por si só&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;- &quot;Não estou dizendo que propaganda não precisa de limites. Precisa sim, e acho isso já há 30 anos.É exatamente por isso que o setor criou o Conar, a auto-regulamentação. Que eu saiba, somos o único setor da economia que se auto-regulamenta&quot;, conclui. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;É isso aí Dalton! Salve o direito de comunicar! Salve a publicidade brasileira! E salvem as Giraffas - afinal, todos nós, adultos e crianças, merecemos um pouco de magia e bom senso em nossas vidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/04/salvem-as-giraffas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-5966430737421409085</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2009 15:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-31T10:31:08.236-07:00</atom:updated><title>A Alma da Propaganda</title><description>&lt;a style=&quot;font-family: arial;&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkDNv-PXHGueEV3vsL4xzqYFBuL_DUXQzhRrDRHHxDS2EalIq32FgOVwQarRvf005HW3wGcV6svYxcdNCINYn5F2tL4iXmTtoXbp-QCom6oZmeULq8XiTg8TLbFDDOZ81yqfTONfynvehp/s1600-h/jonatas2.jpeg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 293px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkDNv-PXHGueEV3vsL4xzqYFBuL_DUXQzhRrDRHHxDS2EalIq32FgOVwQarRvf005HW3wGcV6svYxcdNCINYn5F2tL4iXmTtoXbp-QCom6oZmeULq8XiTg8TLbFDDOZ81yqfTONfynvehp/s320/jonatas2.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5319370725366305490&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Jonatas Abbott, aproveitando o momento da foto para um pequeno merchan de um de seus produtos&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;o Easy Mailing da Dinamize&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt; 	&lt;meta name=&quot;GENERATOR&quot; content=&quot;OpenOffice.org 3.0  (Linux)&quot;&gt; 	&lt;style type=&quot;text/css&quot;&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt;&lt;/style&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,sans-serif;font-size:100%;&quot;  &gt;Chamado para &quot;incendiar&quot; o 122º Café com Internet, realizado no último dia 26 em São Paulo pela WBI Brasil, Jonatas Abbott, diretor-executivo da Dinamize, ao falar sobre e-mail marketing foi categórico: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;A alma da Propaganda é invadir a vida&quot;&lt;/span&gt;. Segundo ele, para realizar a sua própria função social, a publicidade precisa ser invasiva, característica que é da própria natureza da propaganda, faz parte de sua essência. Assim, a publicidade é invasiva quando interrompe um programa de TV e entram os comerciais; é invasiva na transmissão do futebol, onde pipocam logos pela tela e mensagens dos patriocinadores; é invasiva no rádio, entre um jngle e uma promoção; e principalmente, é invasiva na caixa de correio eletrônico, através do e-mail marketing - mas note bem, isto não é spam!&lt;/span&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Jonatas, publicitário e defensor ferrenho da atividade, tem uma visão bastante clara sobre o que é spam. Para ele, spam é aquele e-mail nocivo, enviado por máquinas-robôs, sediadas em algum ponto obscuro do planeta, que infectam nossos computadores com vírus, roubam senhas, identidades e números de cartões de crédito. Infelizmente, o spam não pode ser controlado ou regulamentado, porque ninguém controla bandido, bandido é caso para polícia resolver. Já e-mail marketing é bem diferente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;E-mail marketing é uma mensagem eletrônica de caráter comercial. Alguns dirão que este tipo de publicidade só poderia entrar em nossas caixas se, e somente se, fossem  autorizadas pelo usuário. Visão que, para Jonatas, é extremamente distorcida, pois não leva em consideração quando o consumidor não sabe o que deseja, como no lançamento de um produto inédito. Como exemplo cita o carro indiano de U$ 2.000,00 e pergunta: Quem não gostaria de ser informado sobre o lançamento desse carro no Brasil? E qual o problema de receber este tipo de informação por e-mail marketing? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Claro que, como toda atividade, o e-mail marketing precisa ser regularizado e Jonatas não é contra a nova lei que vem por aí, mas considera que o texto poderia ser mais abrangente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Sem papas na língua, Jonatas é um defensor da liberdade de expressão, o que todos que trabalham ou estudam na área de comunicação deveriam ser. Seu discurso é um pouco polêmico sim, mas enfrentar pensamentos ditos &quot;politicamente corretos&quot;, sem gerar algum tipo de polêmica, aí já é querer demais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/03/alma-da-propaganda.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkDNv-PXHGueEV3vsL4xzqYFBuL_DUXQzhRrDRHHxDS2EalIq32FgOVwQarRvf005HW3wGcV6svYxcdNCINYn5F2tL4iXmTtoXbp-QCom6oZmeULq8XiTg8TLbFDDOZ81yqfTONfynvehp/s72-c/jonatas2.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-593140401966232372</guid><pubDate>Fri, 20 Mar 2009 19:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-20T13:23:49.540-07:00</atom:updated><title>A velha e boa adequação</title><description>&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/7mSE-Iy_tFY&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/7mSE-Iy_tFY&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seu nome era Johnny. Johnny Rotten, o Joãozinho Podre, líder dos Sex Pistols, a banda inglesa que nos anos 70 do século passado, transformou em hit o &quot;God Save The Queen&quot;, ao insulflar o refrão &quot;No Future For You&quot;, em uma das músicas mais consagradas do movimento punk. Incendiários, os Sex Pistols incentivavam o anarquismo e criticavam ferozmente a política e a sociedade de consumo.&lt;br /&gt;Mas o tempo passa (e como) e consome a todos nós. Johnny, há muito já abandonou seu pseudônimo para ser, ou voltar a ser, John Lydon - e seu último sucesso está longe do mundo da música. Em uma campanha publicitária, ele é o garoto propaganda (se é que o termo &quot;garoto&quot; ainda se enquadra nele) da Country Life - a manteiga mais vendida do Reino Unido.&lt;br /&gt;O que surpreende aqui, não é a história do ex-rebelde que se rende ao &quot;sistema&quot;, mas sim o resultado da ação: o comercial de 30&quot;, estrelado por Lydon, foi responsável pelo aumento de 85% das vendas do produto!&lt;br /&gt;Ao assisti-lo (ele está logo acima), percebemos como a estratégia da agência foi correta. Em primeiro lugar, houve compreensão e respeito ao público-alvo, é um comercial tipicamente inglês, com o bom e velho humor britânico. Em segundo, Lydon está perfeito e muito engraçado no papel de um normal, embora meio aloprado, súdito da rainha. Em terceiro, o roteiro, simples e sem tecnologismos, está acima da média, lembrando a tradicional e excelente escola de comerciais ingleses.&lt;br /&gt;O que a Country Life e John Lydon nos ensinam é que, em plena era da internet e da globalização - em que mesmo marcas locais insistem em usar o formato &quot;global&quot; - o sucesso de 85% de aumento de vendas, foi devido a uma boa adequação de mensagens. Tudo aqui é pertinente, desde a forma como foi utilizada a figura pública (observe que é um personagem trabalhando em função do produto - e não um mero uso de uma &quot;personalidade da mídia&quot;), ao bom uso de um comercial de 30&quot;, que muita gente boa considera ultrapassado...será? No Future For You! Que Deus Salve a Rainha - e a todos nós!&lt;br /&gt;Para lembrar, ou para apresentar a quem não conhece, abaixo está o clipe de &quot;God Save The Queen&quot;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/MeP220xx7Bs&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/MeP220xx7Bs&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/03/velha-e-boa-adequacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-4516760866767528376</guid><pubDate>Fri, 13 Mar 2009 17:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-13T11:41:17.826-07:00</atom:updated><title>A Censura Animada da Anvisa</title><description>&lt;span style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;b&gt;Anvisa avalia regulamentação da publicidade infantil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&quot;Dentre as principais sugestões de alteração das regras para a publicidade infantil, a Anvisa destaca as medidas de proibição de propaganda em escolas e em materiais escolares e o uso de tradicionais personagens infantis no universo publicitário. Também está em vigor a sugestão da obrigatoriedade de veiculação de frases de alerta e advertência dos riscos inerentes aos produtos comercializados. &lt;/b&gt;Fonte: www.mmonline.com.br, 11.03.09&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Venhamos e convenhamos, essa é dose e ao que tudo indica, vem para ficar. Os profissionais da Anvisa, que parece, não tem nada melhor para fazer, decidiram ir com unhas e dentes para aplacar o que consideram um grande mal para as crianças brasileiras: a comunicação de produtos alimentícios voltados para o público infantil. O alvo são alimentos ricos em gordura trans, açúcar, sódio e outros componentes. A justificativa, repleta de frases de efeito e com o aval do Conar e Alana, visa reduzir &quot;a difusão de hábitos alimentares inadequados, o que, ao longo prazo, contribuiria para a construção de uma sociedade obesa e com problemas de saúde&quot;. Já para o próximo semestre, sai as determinações da entidade, que deverá proibir a propaganda em escolas e em materiais escolares e o uso de tradicionais personagens infantis. Também está em vigor a sugestão da obrigatoriedade de veiculação de frases de alerta e advertência dos riscos inerentes aos produtos comercializados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Até aí parece tudo bem, entretanto, o que está em jogo é algo mais profundo do que a veiculação ou não de campanhas com personagens do imaginário infantil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style=&quot;font-weight: bold; font-family: verdana;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;1. Em primeiro lugar, se os produtos são realmente nocivos, não deveriam ter a sua venda proibida?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style=&quot;font-weight: bold; font-family: verdana;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;2. Em segundo, não caberiam aos pais a decisão de escolher que alimentos seus filhos poderiam ou não consumir?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;3. Em terceiro, sob o manto de tão nobres argumentos, não estão utilizando a censura?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Ora, ora, ora, ninguém, com alguma inteligência na cabeça, vai querer que nossas crianças se tornem adultos obesos e com problemas de saúde. Entretanto, campanhas de achocolatados, refrigerantes, balas, biscoitos e afins, sempre estiveram presentes na mídia, principalmente na TV, o que deveria já ter gerado (com o perdão do trocadilho) gerações e gerações de brasileiros obesos. Até onde sei, e sei muito pouco sobre o assunto, a obesidade, a tendência para engordar e diversos outros problemas de saúde, tem causas genéticas que, muitos dirão, poderão ser agravadas com o consumo desses alimentos - então, se é assim, volto a pergunta 1.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Dizem também, que a influência dos comerciais infantis leva a criança a preferir (pedir, exigir) a compra de tais produtos, mas entretanto, o ato de compra não é de responsabilidade dos adultos? E se eles não querem essa responsabilidade, já não estaríamos necessitando de adultos melhores? Volto então a pergunta 2.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;E antes de voltar a pergunta 3. São atitudes como essa que escondem algo muito nocivo, pois há aqueles que são contra a propaganda, contra o consumo (que chamam de consumismo), contra a indústria, contra as empresas. Este tipo de pessoa esquece que a propaganda, ao incentivar o consumo, a indústria ao fabricar os seus produtos e as empresas ao comercializarem seus bens e serviços, fazem a roda da economia girar - geram renda, sustentam empregos e contribuem para o desenvolvimento da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:arial;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;E olhe que não estou defendendo o &quot;vale tudo&quot;, acho inclusive que, todo abuso deve ser controlado, mas, banir personagens que já fazem parte do imaginário de muitas crianças e até de adultos, como o tigre da Kellogg&#39;s, o coelho Nesquick e o gato do Bubbaloo, é um exagero descabido - acreditem é puro patrulhamento ideológico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Mas, conhecendo a criatividade de nossa área, mesmo dentro de uma nova legislação, saberemos nos adptar a ela e continuaremos vendendo nosso peixe, ou tigre, ou coelho, ou gato. Por isso, essas medidas terão efeitos mínimos ao que se propõe, ou seja, não acredito que irão contribuir para que a sociedade se torne mais saudável e menos obesa, mas, com certeza, irão tornar o mundo mais enfadonho e talvez criem adultos mais chatos - só não tão chatos como os profissionais da Anvisa - bem, pelo menos é o que eu espero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2009/03/censura-animada-da-anvisa.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-9037780943543366917</guid><pubDate>Fri, 30 May 2008 22:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-30T17:26:31.726-07:00</atom:updated><title>O Inesquecível voô Jet Lynx</title><description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;As feministas que me perdoem, mas esta campanha da Lynx, que conquistou &lt;/span&gt;&lt;st1:city&gt;&lt;st1:place&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;Cannes&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt; em 2006, é extraordinária, aliás, &lt;/span&gt;&lt;st1:city&gt;&lt;st1:place&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;como&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt; toda comunicação da marca. Conhecida no Brasil &lt;/span&gt;&lt;st1:city&gt;&lt;st1:place&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;como&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt; Axe, há tempos &lt;/span&gt;&lt;st1:country-region&gt;&lt;st1:place&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;usa&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:country-region&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:city&gt;&lt;st1:place&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;como&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt; promessa de &lt;/span&gt;&lt;st1:country-region&gt;&lt;st1:place&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;vendas&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:country-region&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt; o conceito clássico do segmento de perfumes: use nossos produtos e “ganhe” muitas mulheres. A criatividade porém, vem do formato inusitado dos comerciais que, independente do produto anunciado, é sempre divertido. A comunicação da empresa mexe com o infindável, universal e fértil terreno da sexualidade para promover, em cada lançamento, a renovação do tema – daí vem seu grande mérito – o conceito é o mesmo, mas as idéias são sempre inovadoras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;Entretanto, esta campanha das agências australianas Lowe Hunt e Universal McCann, com o pretenso “lançamento” das linhas aéreas Jet Lynx (metalinguagem?), ultrapassou limites – utilizou a mídia tradicional com maestria e foi além dela. Ganhou as ruas com suas sedutoras aeromoças distribuindo folhetos, sempre de microssaias e decotes generozíssimos; nos aeroportos, vôos foram fretados para as praias mais badaladas da Austrália e na internet, blogs e virais se espalharam por todos os cantos, levando ao extremo a idéia que, para conquistar o consumidor, é preciso realizar experiências únicas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;Por tudo isso, Jet Lynx é um dos melhores exemplos de Publicidade Viva que conheço. Se você ainda não viu a campanha acesse o link abaixo, mas se já conhece, sabe muito bem o quanto vale a pena embarcar neste voô – o serviço é de primeiríssima classe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;Outra boa experiência é navegar pelo site &lt;a href=&quot;http://www.axe.com.br/&quot;&gt;www.axe.com.br&lt;/a&gt; e ver &lt;/span&gt;&lt;st1:city&gt;&lt;st1:place&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt;como&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;span  lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color:black;&quot;&gt; a marca direciona seu conteúdo para web. Há o Visionando, blog de Alex Hunter focado no universo masculino e recheado de dicas para conquista, link para o site da animação para adultos City Hunters – programa que colocou na TV o universo Lynx/Axe com desenhos baseados nos traços de Milo Manara, além de promoções, games e muito mais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://youtube.com/v/hky7wN2QGko&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/hky7wN2QGko&quot; height=&quot;350&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2008/05/o-inesquecvel-vo-jet-lynx.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6622206683680945259.post-2105467654966805697</guid><pubDate>Tue, 20 May 2008 22:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-30T16:14:47.045-07:00</atom:updated><title>A Publicidade que Vive</title><description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;&quot;  class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;A propaganda nossa de cada dia passa por um momento extremamente delicado. Se de um lado o avanço da web e das novas tecnologias influenciam as audiências da mídia tradicional, por outro, amparado pelo “politicamente correto”, a publicidade sofre grandes ataques. Em São Paulo, o extermínio da mídia exterior parece ter sepultado o outdoor, o frontlight, o busdoor, entre outras peças extremamente estratégicas para grandes e, principalmente, para médias e pequenas empresas. Na esteira desse ataque, veio a lei para a restrição das campanhas de bebidas que, se a princípio foi adiada, serviu para transmitir a idéia do &quot;malefício&quot; que a publicidade destes produtos causa à sociedade. Da mesma forma, os comerciais dirigidos ao público infantil também se veêm ameaçados e podem sofrer grandes alterações. E recentemente da Europa, surgem rumores para a restrição das campanhas de automóveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;&quot;  class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;&quot;  class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Mas afinal, a publicidade é o grande vilão dos dias atuais? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;&quot;  class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;&quot;  class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Na verdade, mais que um desafio, acredito que há um paradigma a ser enfrentado, nele se esconde a resposta para essa e outras perguntas. É o que chamo de Publicidade Viva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;&quot;  class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;&quot;  class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;A Publicidade Viva é aquela que tem a capacidade de funcionar como um organismo, ela nasce de uma boa estratégia de planejamento e cresce quando passa a interagir com o público que, mais que simples receptor de mensagens, lhe acrescenta vida própria. Com ela, a marca das empresas habita todos os lugares possíveis de uma forma dinâmica, não-linear, abrangente, significativa. A Publicidade Viva pode se multiplicar, procriando-se em diversos ambientes: em ações promocionais, marketing direto, degustação de produtos, feiras, postais, viral, camisetas, webmarketing, publicidade tradicional, em conversas de rua. Mais do que a pulverização de mídia, o que vale aqui é o conteúdo, o conceito das peças, pois, para ser de fato viva, o público precisa absorver as mensagens de forma imersiva, colocando-as naturalmente em seu dia-a-dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Entendida como um &quot;ser vivo&quot; que, para existir em determinado ecossistema precisa mostrar sua relevância, a publicidade e seu segmento profissional têm todas as chances de vencer as atuais e futuras batalhas. Ou seja, assim como ocorre na natureza, quem tiver capacidade de adaptação encontrará as condições para seu desenvolvimento, característica que, até agora, a publicidade demostrou ter de sobra.&lt;br /&gt;E você? O que pensa sobre isso? Concorda? Não? Dê sua opinião e faça a diferença!!!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://publicidadeviva.blogspot.com/2008/05/viva-publicidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Ari Dias)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>