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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CUMFR306eip7ImA9WhRaGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449</id><updated>2012-02-22T06:36:56.312-03:00</updated><category term="Movimento Carismático - parte 3" /><category term="Compadeço-me dos Homossexuais" /><category term="Maridos Cristãos (1)" /><category term="Apologética - O Autoengano e a Apologética - Aula 11" /><category term="A Importância da Pregação" /><category term="Esposas Cristãs" /><category term="Entrevista com Douglas Kelly" /><category term="Governo Bíblico de Igreja" /><category term="A Questão da Cessação" /><category term="A Glória do Senhor Jesus" /><category term="Batismo Infantil - parte 3" /><category term="Aos Pastores Desanimados" /><category term="Pregação em Gênesis 34" /><category term="Cântico do Salmo 119:9-16" /><category term="A Incapacidade de Vir a Cristo" /><category term="Batismo Infantil - parte 4" /><category term="Um dos Alvos da Ceia do Senhor" /><category term="Curso no CTA - História e Instituições da Igreja no AT" /><category term="Os Puritanos e a Dificuldade do Ministério" /><category term="A ceia do Senhor" /><category term="Sermões para Crianças" /><category term="Reverência" /><category term="Os 5 Pontos do Calvinismo - 03" /><category term="Auto Exame Honesto" /><category term="Instrução pelo Catecismo" /><category term="Com quem me Casarei" /><category term="Ser membro de igreja é opcional?" /><category term="A Bondade de Deus e a Relutância Humana" /><category term="14" /><category term="Sobre predestinação (2)" /><category term="Pregação em Mateus 8:14-17" /><category term="Proclamando a Palavra Biblicamente" /><category term="Cântico do Salmo 139 (b)" /><category term="25 anos de Ministério - entrevista" /><category term="Pregação em Mateus 9.18-26 - Pr. Paulo Brasil" /><category term="Os Puritanos e a Primazia da Pregação" /><category term="Pregação em Gênesis 29:1-30. Pastor Paulo Brasil" /><category term="Neopuritanos" /><category term="Pregação em Gênesis 39 - Pr. Paulo Brasil" /><category term="Adiaforia (parte 4)" /><category term="Pregação em Gênesis 38 - Pr. Paulo Brasil" /><category term="Maridos Cristãos (2)" /><category term="A Fusão do Calvinismo com o Mundanismo" /><category term="Batismo Infantil" /><category term="A Glória de Cristo" /><category term="Pregação em Mateus 7:7-12 - Pr. Paulo Brasil" /><category term="Adiaforia (parte 2)" /><category term="A HÓSTIA — A Abominável Heresia do deus-pão" /><category term="Regeneração" /><category term="O CÂNON PARA A VIDA CRISTÃ:" /><category term="Arrogância" /><category term="Pregação em Mateus 9.27-35- Pr. Paulo Brasil" /><category term="Cânticos dos Salmos" /><category term="Lamentação" /><category term="Os Puritanos e a Responsabilidade do Ministério" /><category term="A Lei e a Verdade" /><category term="A Necessidade de Verdadeiro Arrependimento" /><category term="O Evangelista em Genebra" /><category term="Pedido de oração" /><category term="O Projeto Os Puritanos Apresenta:" /><category term="Curso Hebraico" /><category term="Sobre predestinação (3)" /><category term="Reinterpretação das Confissões" /><category term="Algumas Implicações Diretas dos Princípios Puritanos no Ministério" /><category term="O Verdadeiro Prazer Na Adoração" /><category term="Disposição Interna do Evangelista Puritano" /><category term="John Machen" /><category term="Visão Puritana das Escrituras - parte 2" /><category term="As crianças e o culto" /><category term="Sobre predestinação" /><category term="Movimento Carismático - parte 2" /><category term="Adiaforia (parte 5)" /><category term="Como Encontrar os Eleitos" /><category term="Evangelho para as Nações" /><category term="Pregação em Mateus 9.35-38" /><category term="Adiaforia (parte 3)" /><category term="Culto Simples" /><category term="Batismo Infantil - parte 2" /><category term="Comunicado Importante" /><category term="Adiaforia (parte 1)" /><category term="Cântico do Salmo 61" /><category term="Todas as coisas cooperam" /><category term="Os Puritanos e A chamada Para o Ministério" /><category term="Tesouro da Literatura Cristã" /><category term="O Batismo do Espírito Santo" /><category term="A Vocação do Evangelho" /><category term="Pregação em Gênesis 29:30 –30:24" /><category term="Pregação em Gênesis 40 - Pr. Paulo Brasil" /><category term="Salmofobia" /><category term="Batismo com o Espírito Santo" /><category term="As Teses de Berna [1528]" /><category term="Doutrina da Eleição" /><category term="Maridos Cristãos (3)" /><category term="Pregação em Mateus 8.5-13" /><category term="Predestinação — Revista Os Puritanos" /><category term="A Mulher Puritana" /><category term="Batismo Infantil (final)" /><category term="Impiedade e Injustiça" /><category term="Os 5 Pontos do Calvinismo - 01" /><category term="Vendo Jesus" /><category term="A Vitória sobre a Morte" /><category term="Pregação em Gênesis 37 - Pr. Paulo Brasil" /><category term="Uma Advertência" /><category term="Sobre predestinação (4)" /><category term="Mulher Virtuosa" /><category term="Para que filiar-se a uma igreja?" /><category term="O Massacre da Noite de São Bartolomeu" /><category term="Sobre predestinação (5)" /><category term="O Método da Evangelização Puritana" /><category term="As Institutas e Judas" /><category term="A Suficiência das Escrituras..." /><category term="Onze Conselhos aos Pastores Iniciantes" /><category term="Apologética - Aula 02- Dr. Wes Brendenhof" /><category term="Apologética - Aula 01- Dr. Wes Brendenhof" /><category term="Aliança de Obras" /><category term="Pregação em Mateus 9:9-13 - Pr. Paulo Brasil" /><category term="Acautelai-vos dos Falsos Profetas" /><category term="Ministros de Saia" /><category term="Unção com Óleo" /><category term="Mas em Poder" /><category term="Big Brother Brasil" /><category term="Um Apelo aos Pais" /><category term="Despertem seus corações" /><category term="Ilustrações de Jesus São Contrárias à Bíblia?" /><category term="Andando como Peregrinos — Joel Beeke" /><category term="A Aliança Abraâmica e a Circuncisão" /><category term="Religião do Coração" /><category term="Os 5 Pontos do Calvinismo - 02" /><category term="A Morte" /><category term="Heresias Romanas" /><category term="Que fazer no culto público" /><category term="Por que a Igreja?" /><category term="Reverência no Culto" /><category term="Dr. Joel Beeke" /><category term="A Séria Alegria da Oração Cristã" /><category term="A Teologia do Culto Reformado" /><category term="A Vontade de Deus e a Responsabilidade do Homem" /><category term="Cântico do Salmo 119:1-8" /><category term="Visão Puritana das Escrituras" /><category term="O Ministro Ideal" /><category term="Marcas da Oração Verdadeira" /><category term="Decisão do STF" /><category term="Dias de Jejum e Oração  na Tradição Reformada" /><category term="A Piedade e a Igreja" /><category term="A Fé como Um Dom" /><category term="João Calvino" /><category term="Movimento Carismático" /><category term="Depravação Total" /><category term="Eleição" /><category term="Adoração Reformada" /><category term="A Fé Protestante" /><category term="Honra a Teu Pai e a Tua Mãe" /><category term="Maridos Cristãos" /><category term="Angústia do Inferno" /><category term="O Espírito Santo e Sua História" /><category term="A Confissão Positiva" /><category term="Nosso Encontro com o Deus do Pacto" /><category term="O Legado de Charles Finney" /><category term="Carta ao Meu Filho" /><category term="Ninguém pode servir a dois senhores" /><category term="Línguas e Profecias" /><category term="O Espírito e a Pregação" /><category term="Conferências sobre Pregação" /><category term="O Ensino de Cristo Acerca do Novo Nascimento" /><category term="Qual o Problema com o Teatro?" /><category term="Apologética - Aula 03 - Dr. Wes Brendenhof" /><category term="O Dia do Senhor" /><category term="Evangelho Não em Palavras" /><category term="Pregação no Evangelho de Mateus 7:13" /><category term="Motivo para Santificação" /><title>Projeto Os Puritanos</title><subtitle type="html">O Projeto Os Puritanos tem como objetivo divulgar a fé reformada a partir de publicações diversas, assim como através do Simpósio Reformado Os Puritanos, realizado todos os anos em Maragogi, Alagoas.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ospuritanos.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>185</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/puritanos" /><feedburner:info uri="puritanos" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CUMFR305fCp7ImA9WhRaGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-2404368226062785494</id><published>2012-02-22T06:36:00.002-03:00</published><updated>2012-02-22T06:36:56.324-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-22T06:36:56.324-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Projeto Os Puritanos Apresenta:" /><title>XXI Simpósio Reformado Os Puritanos</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://ospuritanos.blogspot.com/p/simposio-2012.html"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Vg5WBQwil48/TzK5w9lTq_I/AAAAAAAAGNU/lByuEjhZFto/s1600/preletores+e+palestras+simposio+2012.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://ospuritanos.blogspot.com/p/inscricoes.html"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-9qCvxeYsbiA/TzU1OlNqi6I/AAAAAAAAGO0/-lKdpf70MDY/s1600/botao+faca+inscricao+formulario+eletronico.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://ospuritanos.blogspot.com/p/simposio-2012.html"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-OCf1Z0wQX_g/TzfaKI4r_rI/AAAAAAAAGPs/cSL_aBfRZcA/s1600/botao+palestras.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.hotelpraiadourada.com.br/index.htm" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-srQkyNSG8dg/TzfaYbdwbhI/AAAAAAAAGP0/Rrsn1HsTfdo/s1600/botao+praia+dourada.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-2404368226062785494?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/2404368226062785494/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=2404368226062785494" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/2404368226062785494?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/2404368226062785494?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/99XJUASfhvM/o-projeto-os-puritanos-apresenta.html" title="XXI Simpósio Reformado Os Puritanos" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Vg5WBQwil48/TzK5w9lTq_I/AAAAAAAAGNU/lByuEjhZFto/s72-c/preletores+e+palestras+simposio+2012.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/01/o-projeto-os-puritanos-apresenta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMERXw6cCp7ImA9WhRaGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-294450417196011402</id><published>2012-02-22T06:36:00.001-03:00</published><updated>2012-02-22T06:36:44.218-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-22T06:36:44.218-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregação em Mateus 9.35-38" /><title>Pregação em Mateus 9.35-38 - Pr. Paulo Brasil</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/I4cab83IoeE" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-294450417196011402?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/294450417196011402/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=294450417196011402" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/294450417196011402?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/294450417196011402?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/MmWqBjo3e2Q/pregacao-em-mateus-935-38-pr-paulo.html" title="Pregação em Mateus 9.35-38 - Pr. Paulo Brasil" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/I4cab83IoeE/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/pregacao-em-mateus-935-38-pr-paulo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIFSX48fSp7ImA9WhRaFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-7026129641576555945</id><published>2012-02-19T15:35:00.002-03:00</published><updated>2012-02-19T15:35:18.075-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-19T15:35:18.075-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregação em Gênesis 40 - Pr. Paulo Brasil" /><title>Pregação em Gênesis 40 - Pr. Paulo Brasil</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/qzIl5t7lLi8" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-7026129641576555945?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/7026129641576555945/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=7026129641576555945" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/7026129641576555945?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/7026129641576555945?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/uPtHouxylBE/pregacao-em-genesis-40-pr-paulo-brasil.html" title="Pregação em Gênesis 40 - Pr. Paulo Brasil" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/qzIl5t7lLi8/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/pregacao-em-genesis-40-pr-paulo-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkADQnc_fSp7ImA9WhRaFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-5865706745979518055</id><published>2012-02-16T15:19:00.000-03:00</published><updated>2012-02-17T08:39:33.945-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-17T08:39:33.945-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A Piedade e a Igreja" /><title>A Piedade e a Igreja</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.1pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s1600/Joel_Beeke.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s1600/Joel_Beeke.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="line-height: 15.1pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Dr. Joel Beeke&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.1pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.1pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A &lt;i&gt;pietas &lt;/i&gt;de Calvino não subsistia à parte das Escrituras ou da igreja. Pelo contrário, era fundamentada na Palavra e nutri­da na igreja. Embora tenha rompido com o absolutismo da Igreja de Roma, Calvino tinha um elevado ponto de vista sobre a igreja. "Se não preferimos a igreja a todos os outros objetos de nosso in­teresse, somos indignos de ser contados como membros da igreja", ele escreveu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.1pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.1pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .2pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Agostinho dissera: "Aquele que se recusa a ter a igreja como sua mãe não pode ter a Deus como seu Pai”. Calvino acrescentou: "Não há outra maneira de entrarmos na vida, se esta mãe não nos conce­ber em seu ventre, der-nos &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;à &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;luz, alimentar-nos em seu seio e, por último, não nos manter sob os seus cuidados e orientação, até que, despidos desta carne mortal, nos tornemos como os anjos". &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;À &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;parte da igreja, há pouca esperança de perdão dos pecados ou salvação, Calvino escreveu. Sempre é desastroso deixar a igreja.&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.1pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .2pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.1pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .2pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Calvino ensinava que os crentes estão enxertados em Cristo e sua igreja, pois o crescimento espiritual ocorre na igreja. A igreja é a mãe, educadora e nutridora de todo crente, visto que o Espírito Santo age na igreja. Os crentes cultivam a piedade por meio do Espí­rito Santo mediante o ministério de ensino da igreja, progredindo da infância espiritual à adolescência e à maturidade em Cristo. Eles não se graduam na igreja enquanto não morrem.&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; Essa educação vitalícia é oferecida numa atmosfera de piedade genuína, uma at­mosfera na qual os crentes cuidam uns dos outros em submissão à liderança de Cristo.&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt; Essa educação encoraja o desenvolvimento dos dons e do amor uns dos outros, uma vez que somos "constrangidos a receber dos outros".4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.1pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .2pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;crescimento na piedade é impossível sem a igreja, porque a piedade é fomentada pela comunhão dos santos. Na igreja, os cren­tes "se unem uns aos outros na distribuição mútua dos dons". &lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt; Cada membro tem o seu próprio lugar e dons para serem usados no corpo.&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt; Idealmente, todo o corpo usa esses dons em simetria e propor­ção, sempre reformando e desenvolvendo em direção à perfeição.&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A PIEDADE DA PALAVRA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A Palavra de Deus é central ao desenvolvimento da piedade no crente. A piedade genuína é uma "piedade da Palavra". O modelo relacional de Calvino explica como.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A verdadeira religião é um diálogo entre Deus e o homem. A parte do diálogo que Deus inicia é a revelação. Nisso, Deus vem ao nosso encontro, fala conosco e se nos torna conhecido na pre­gação da Palavra. A outra parte do diálogo é a resposta do homem à revelação de Deus. Essa resposta, que inclui confiança, adoração e temor reverente, é o que Calvino chama de &lt;i&gt;pietas. &lt;/i&gt;A pregação da Palavra nos salva e nos preserva, enquanto o Espírito nos capaci­ta a apropriar-nos do sangue de Cristo e responder-Lhe com amor reverente. Por meio da pregação de homens dotados de poder pelo Espírito Santo, "a renovação dos santos se realiza, e o corpo de Cris­to é edificado", disse Calvino.&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A pregação da Palavra é o nosso alimento espiritual e o remédio para nossa saúde espiritual. Com a bênção do Espírito, os pastores são médicos espirituais que aplicam a Palavra &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;à &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;nossa alma, assim como os médicos terrenos aplicam remédio ao nosso corpo. Com a Palavra, esses médicos espirituais diagnosticam, prescrevem re­médios e curam doenças espirituais naqueles que estão contami­nados pelo pecado e pela morte. A Palavra pregada é um instru­mento para curar, limpar e tornar frutífera nossa alma propensa a enfermidades.&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt; O Espírito, ou "o ministro interior", desenvolve a piedade usando o "ministro exterior" na pregação da Palavra. Con­forme disse Calvino, o ministro exterior "proclama a palavra falada, e esta é recebida pelos ouvidos", mas o ministro interior "comunica verdadeiramente a coisa proclamada... que é Cristo".10&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para desenvolver a piedade, o Espírito usa não somente o evan­gelho para produzir fé no profundo da alma dos seus eleitos, como já vimos, mas também a lei. A lei promove a piedade de três maneiras:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l2 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;1.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A lei restringe o pecado e promove a justiça na igreja e na socie­dade, impedindo que ambas cheguem ao caos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l2 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;2.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A lei disciplina, educa, convence e nos move de nós mesmos para Jesus Cristo, o fim e o cumpridor da lei. A lei não pode nos levar a um conhecimento salvifico de Deus em Cristo. Pelo contrário, o Espírito Santo usa a lei como um espelho para nos mostrar nossa culpa, nos privar da esperança e trazer-nos ao arrependimento. Ela nos conduz &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;à &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;necessidade espiritual que gera a fé em Cristo. Esse uso convencedor da lei é essencial à pie­dade do crente, pois impede a manifestação da justiça própria, que é inclinada a se reafirmar até no mais piedoso dos santos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .4pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l2 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;3.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A lei se torna a norma de vida para o crente. "Qual é a norma de vida que Deus nos outorgou?" Calvino pergunta no catecismo de Genebra. E responde: "A sua lei". Posteriormente, Calvino disse que a lei "mostra o alvo que devemos ter em vista, o objetivo que devemos perseguir; e que cada um de nós, de acordo com a medida de graça recebida, pode se esforçar para estruturar sua vida em harmonia com a mais elevada retidão e, por meio de es­tudo constante, avançar cada vez mais, ininterruptamente.&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ll&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Calvino escreveu a respeito do terceiro uso da lei na primeira edição de suas &lt;i&gt;Institutas: &lt;/i&gt;"Os crentes... se beneficiam da lei porque dela aprendem mais completamente, cada dia, qual é a vontade do Senhor... Isto é como se um servo, já preparado com total disposi­ção de coração para se recomendar ao seu senhor, tivesse de des­cobrir e considerar os caminhos de seu senhor, para se conformar e se acomodar a estes. Além disso, embora sejam impulsionados pelo Espírito e mostrem-se dispostos a obedecer a Deus, os crentes ainda são fracos na carne e prefeririam servir ao pecado e não a Deus. Para a nossa carne, a lei é como uma chicotada em uma mula ociosa e obstinada, uma chicotada que a faz animar-se, levantar-se e dispor-se ao trabalho".12&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Na última edição das &lt;i&gt;Institutas &lt;/i&gt;(1559), Calvino é mais enfático a respeito de como os crentes se beneficiam da lei. Primeiramente, ele diz: "Este é o melhor instrumento para os crentes aprenderem mais completamente, a cada dia, a natureza da vontade do Senhor, a qual eles aspiram, e para confirmá-Los no entendimento dessa vontade". Em segundo, a lei faz o servo de Deus, "por meio de me­ditação freqüente, ser despertado &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;à &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;obediência, ser fortalecido na lei e restaurado de um caminho de transgressão". Calvino conclui que os santos devem prosseguir desta maneira, "pois o que seria menos amável do que a lei, com importunações e ameaças, atribular as almas com temor e as afligir com pavor?"13&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O ponto de vista que considera a lei primariamente como um guia que estimula o crente a apegar-se a Deus e a obedecer-Lhe ilustra outra instância em que Calvino difere de Lutero. Para Lute­ro, a lei é primariamente negativa. Está ligada ao pecado, à morte e ao diabo. O interesse predominante de Lutero é o segundo uso da lei, o uso convencedor ― mesmo quando ele considerava o pa­pel da lei na santificação. Por contraste, Calvino entendia a lei como uma expressão positiva da vontade de Deus. Como disse John Hesselink: "O ponto de vista de Calvino podia ser chamado de deuteronômico, porque ele entendia que o amor e a lei não são contrários, e sim correlatos".14 Para Calvino, o crente segue a von­tade de Deus, não motivado por obediência obrigatória, e sim por obediência agradecida. Sob a tutela do Espírito, a lei produz grati­dão no crente; e esta conduz à obediência amorosa e à aversão ao pecado. Em outras palavras, para Lutero o propósito primordial da lei era ajudar o crente a reconhecer e confrontar o pecado. Para Calvino, o propósito primário da lei era levar o crente a servir a Deus motivado por amor.&lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;_________________&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Extraído do livro &lt;i&gt;Vencendo o Mundo&lt;/i&gt;, Joel Beeke, Editora FIEL, pgs. 53-57&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 15.35pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Notas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .95pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Institutes. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;4.1.1, 3-4. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Ver&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;também&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt; BEEKE, JoelR. Gloriouslhings of Thee Are Spoken: The Doctrine of the Church. In: KISTLER, Don (Ed.). &lt;i&gt;Onward, christian soldiers: &lt;/i&gt;protestants affirm the church. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Morgan, Pa.: Soli Deo Glory, 1999. p. 23-25.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 12.7pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Institutes.4.1.4-5.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 12.7pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Commentary, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Salmos 20.10.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 12.7pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Commentary, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Romanos 12.6.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Commentary, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;1 Coríntios 12.12.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;6.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Commentary, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;1 Coríntios 4.7.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 12.7pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;7.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Commentary, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Efésios 4.12.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;8.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Commentary, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Salmos 18.31; 1 Coríntios 13.12. &lt;i&gt;Institutes, 4.1.5, &lt;/i&gt;4.3.2.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .95pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;9.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Sermons ofM. John Calvin, on the Epistles ofS. Paule to Timothie and Titus &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;(1579). L. T. (Trad.). Edinburgh: Banner of Truth Trust, 1983. Comentário em 1 Timóteo 1.8-11. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Daqui para frente a nota dirá &lt;i&gt;Sermon &lt;/i&gt;e citará o texto bíblico. Reimpressão fac-símilar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;10.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;REID, J. K. S. (Ed.). &lt;i&gt;Calvin: theological treatises. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Philadelphia:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 12.95pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Westminster Press, 1954. p. 173. Ver também ARMSTRONG, Brian. lhe Role of the Holy Spirit in Calvin's Teaching on the Ministry. In: DEKLERK, P. (Ed.). &lt;i&gt;Calvin and the Holy Spirit. &lt;/i&gt;Grand Rapids: Calvin Studies Society, 1989. p. 99-111.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .95pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l0 level1 lfo4; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 10pt;"&gt;11.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;BEVERIDGE, Henry; BONET, Jules (Eds.). &lt;i&gt;Selected works of John Calvin: &lt;/i&gt;tracts and letters. Grand Rapids: Baker, 1983. 2:56,69. Reimpressão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 12.7pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l0 level1 lfo4; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 10pt;"&gt;12.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Institutes &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;of &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;the Christian religion: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;1536 edition, p. 36.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .95pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l0 level1 lfo4; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;13.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Institutes. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;2.7.12. Calvino extrai dos salmos de Davi grande apoio para esse terceiro uso da lei. Ver também &lt;i&gt;Institutes &lt;/i&gt;2.7.12 e &lt;i&gt;Comentário no livro dos Salmos, &lt;/i&gt;Valter Martins (Trad.), Vol. 4. (São José dos Campos: Editora Fiel, prelo 2009).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .95pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l0 level1 lfo4; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;14.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;HESSELINK, I. John. Law - lhird Use of the Law. In: McKIM, Donald K. (Ed.). &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Encyclopeadia &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;of &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;the reformed faith. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Louisville:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.4pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Westminster/ John Knox, 1992. p. 215-216. Ver também:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: 2.15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;- DoWEY JR., Edward A. Law in Luther and Calvin. &lt;i&gt;Theology Today, &lt;/i&gt;41.2 (1984).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.2pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: 2.15pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;- HESSELINK, I. John. &lt;i&gt;Calvin's concept of the law. &lt;/i&gt;Allison Park, Pa.:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.65pt; margin-left: .45pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Pickwick, 1992. p. 251-262.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="line-height: 13.65pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: .45pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; mso-list: l3 level1 lfo5; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;15.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;BEEKE, Joel; LANNING, Jay. Glad Obedience: The Third Use of the Law. In: KISTLER, Don. &lt;i&gt;Trust and obey: &lt;/i&gt;obedience and the Christian. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Morgan, Pa.: Soli Deo Gloria, 1996. p. 154-200.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Estilo" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.45pt; margin-right: 1.15pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="line-height: 13.65pt;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;- GODFREY, W. Robert. Law and Gospel. In: FERGUSON, Sinclair B.; WRIGHT, David F.; PACKER, J. I. (Eds.). &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;New dictionary of theology. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Downers Grove, 111.: InterVarsity Press, 1988. p. 379.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-5865706745979518055?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/5865706745979518055/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=5865706745979518055" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/5865706745979518055?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/5865706745979518055?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/dndvFPTkQm0/piedade-e-igreja.html" title="A Piedade e a Igreja" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s72-c/Joel_Beeke.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/piedade-e-igreja.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUER3Y5fCp7ImA9WhRaEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-3746338437303381808</id><published>2012-02-14T08:00:00.000-03:00</published><updated>2012-02-14T08:00:06.824-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-14T08:00:06.824-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="As Teses de Berna [1528]" /><title>As Teses de Berna [1528]</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t2tTpacYBHw/TzkZ2sSB3dI/AAAAAAAAGQE/DpmqHnFXAy0/s1600/Berchtold-Haller.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-t2tTpacYBHw/TzkZ2sSB3dI/AAAAAAAAGQE/DpmqHnFXAy0/s1600/Berchtold-Haller.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="line-height: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Introdução histórica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A Reforma teve início na Alemanha e encontrava adeptos
na Suíça. Thomas Wyttenbach, um professor da Universidade de Basiléia,[1]
produzia discípulos cada vez mais influentes no cantão leste. A teologia e as
práticas da Igreja Católica Romana estavam progressivamente mais questionadas
na região de língua alemã. Deste modo, as cidades de Zurique, liderada por
Hulrich Zwingli, Berna sob a liderança de Berthold Haller[2], Sebastian
Meyer[3] e Franz Kolb, e Basiléia com Thomas Wyttenbach influente mentor dos demais,[4]
tornavam-se uma ameaça para o monopólio religioso romano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os governantes civis de Berna seguiram o exemplo de
Zurique[5] e convocaram um concílio para realizarem um debate público em
alemão, e não em latim. A reunião ocorreu durante o período de 7 a 26 de
Janeiro de 1528, entretanto, os debates tiveram início formal em 15 de Janeiro.
O concílio terminou no dia 26 de Janeiro, com a subscrição da maioria dos
clérigos de Berna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;De um lado estariam os pregadores protestantes
defendendo as suas conclusões teológicas. Assim foram as 10 Teses preparadas e
defendidas pelos ministros que deram início à reforma da Igreja de Berna,
Berthold Haller, Sebastian Meyer e Franz Kolb. Posteriormente, o texto foi
revisado e publicado em alemão, latim e francês[6] para que fosse usado na
conferência. Segundo Thomas M. Lindsay elas representavam uma “sucinta
apresentação da pregação da Igreja Reformada na Suíça”[7]sob a liderança de
Zwingli, que durante o período da disputa pregou dois sermões que causaram
positiva impressão nos cidadãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os bispos católicos da cidade de Constança, de
Basiléia, de Valais e de Lausanne, apesar de convidados, não compareceram.
Durante um segundo momento somente esteve presente o bispo Conrad Treger, de
Lausanne, que decidiu guardar silêncio, por não aceitar que o debate ocorresse
em língua vernáculo e, não em latim. Os partidários romanistas da cidade de
Berna não demonstraram interesse pelo debate, visto se virem desamparados pelo
clero regional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os principais líderes da Reforma alemã e suíça estavam
na conferência. Dentre os mais influentes Ambrosius Blaarer de Constança,
Oecolampadius de Basiléia, Martin Bucer e Capito de Estrasburgo, Sebastian
Wagner Hofmeister de Schaffhausen, William Farel que era pregador em Aigle, e
outros menos conhecidos que entre os suíços e estrangeiros, somavam
aproximadamente 250 clérigos presentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O resultado da disputa teológica entre protestantes e
romanistas foi que as autoridades e cidadãos estavam resolutos em adotar a
Reforma. De imediato foram tomadas decisões que refletiram o compromisso com o
espírito reformado. A missa foi abolida e substituída pelo sermão,[8]imagens
foram removidas dos templos e, os monastérios foram esvaziados e usados para a
educação de pessoas comuns, e o sustento clérigos romanistas e a verba papal
foi declarada ilegal em Berna. Deste modo o resultado foi que o novo movimento
protestante obteve completa vitória em Berna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A importância deste documento é que ele inaugura a
expansão do movimento de Reforma na Suíça. Até então no cantão leste, Zurique
está só, e Berna era uma das três cidades mais importantes da região. A união
era uma necessidade urgente para que pudessem fortalecer o movimento de Reforma
e alcançar outras cidades da federação suíça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As 10 Teses de Berna&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;São nos entregues as seguintes conclusões de
Franciscus Kolb e Berchtoldus Haller, ambos sendo pastores da Igreja de Berna,
ao lado de outros professores ortodoxos, e por esta única razão os recebemos a
partir dos escritos bíblicos, tanto dos livros do Antigo como do Novo
Testamento, neste dia designado, sendo o próximo domingo após o dia da
circuncisão, no ano de 1528.[9]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;I. A santa Igreja Cristã,[10] sobre quem somente
Cristo é a Cabeça, é nascida da Palavra de Deus, e se conforma na mesma, e não
ouve a voz de estranho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;II. A Igreja de Cristo não pode fazer nenhuma lei ou
mandamento aparte da Palavra de Deus. Deste modo, as tradições humanas não
devem ser-nos exigidas se elas não estiverem fundamentadas na Palavra de
Deus.[11]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;III. Cristo é a nossa única sabedoria, justiça,
redenção e satisfação pelos pecados de todo o mundo. Assim sendo, nega a obra
de Cristo, quando se confessa que há outro fundamento de salvação e
satisfação.[12]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;IV. Que o corpo e sangue de Cristo é recebido,
essencialmente e corporeamente, no pão da Eucaristia é impossível de se provar
a partir da Escritura Sagrada.[13]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;V. A missa como atualmente é usada, na qual Cristo é
oferecido a Deus o Pai, pelos pecados dos vivos e mortos, é contrária à sagrada
Escritura, é blasfêmia contra o mais santo sacrifício, paixão e morte de Cristo
e, por esta razão, considerado um abuso e uma abominação diante de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;VI. Assim, somente Cristo morreu por nós, assim, ele
deve ser adorado como o único Mediador e Advogado entre Deus o Pai e os
crentes. Sendo assim, é contrário à Palavra de Deus propor e invocar outros
mediadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;VII. A Escritura nada revela acerca de um purgatório
após esta vida. Assim, todas as homenagens aos mortos, como vigílias, missas
pelos mortos, ritos fúnebres de sétimo dia, lâmpadas, candelabros, e coisas
deste tipo, são inúteis.[14]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;VIII. A adoração de imagens é uma prática contrária à
Escritura, tanto nos livros do Antigo como no Novo Testamento. Deste modo, como
as imagens desonram a si mesmas, e são um perigo, deveriam ser abolidas como
objetos de adoração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;IX. O matrimônio não é proibido na Escritura para
nenhuma ordem ou homem em qualquer condição, pelo contrário, é ordenado e
permitido a todos que se casem como um meio de impedir a fornicação e a
impureza.[15]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;X. Assim, de acordo com a Escritura, um assumido
fornicador precisa ser excomungado, porque ele está vivendo uma vida de
solteiro luxuriosa e impura, que é tão pernicioso para qualquer pessoa e, muito
mais para o sacerdote.[16]&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;NOTAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[1] Fundada em&amp;nbsp;1459 a
Universidade de Basiléia é o mais antigo centro acadêmico&amp;nbsp;da Suíça em
contínuo funcionamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[2] Berthold Haller nasceu
em Aldingen (1492-1536), estudou em Rothweil e Pfortzheim onde ele estabeleceu
uma aproximação com Felipe Melanchthon. Recebeu o seu bacharel em teologia da
Universidade de Köln e, retornou para ensinar em Rothweil e em seguida foi
lecionar em Berna (1513-1518), sendo eleito assistente de Thomas Wyttenbach. A
sua simpatia e eloqüência deu-lhe proeminência na cidade, entretanto o seu
repetido desânimo diante das dificuldades precisou que Zwingli o encorajasse a
perseverar na obra da Reforma. Segundo Thomas M. Lindsay foram Haller e Zwingli
quem esboçaram o texto e tiveram o auxílio de Kolb para expor o seu
conteúdo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[3] Sebastian Meyer
(1467-1545) foi um professor franciscano de teologia, de Elsas, que pregava em
Berna desde 1518, contra os abusos da Igreja Roma. Os notórios ataques dos
monges dominicanos em Berna (1507-1509) e, a venda de indulgências (1518)
promovida por eles motivou os cidadãos a apreciarem as pregações e a lerem o
documento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[4] No livro&amp;nbsp;&lt;i&gt;Interpretação
e fundamento das 67 Conclusões,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;escrito em 29 de Janeiro de 1523,
Hulrich Zwingli afirma que “no início do ano de 1519 (cheguei a Zurique no dia
27 de Dezembro de 1518, o dia de São João Evangelista), nada sabia de Lutero, a
não ser que havia publicado um escrito sobre as indulgências, escrito que a
mim, nada poderia dizer de novidade. Acerca das indulgências, eu havia
aprendido que são um engano e uma falsa esperança. Aprendi numa discussão
promovida em Basiléia alguns anos antes, pelo Dr Thomas Wyttenbach, de Biel,
ainda que não estive presente nos debates.” M. Gutiérrez Marín,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Zuinglio
– Antología&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Barcelona, Producciones Editoriales del Nordeste, 1973),
pág. 59. A concepção de Zwingli sobre a doutrina da Ceia do Senhor também
recebeu influência de Wyttenbach que “atacou a venda de indulgências antes de
Lutero, a concepção católica romana da Ceia do Senhor, e o celibato
obrigatório.” &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Albert
H. Newman&lt;i&gt;, A Manual of Church History&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Philadelphia, The American
Baptist Publication Society, 1953), vol. 2, pág. 126; veja também em J.
Rilliet,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Zwingli: Third Man of the Reformation&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Londres,
Lutterworth Press, 1964), págs. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;27-28.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[5] Em 1523 a liderança da
cidade de Zurique convocou um debate entre Zwingli e um grupo representante da
Igreja Católica Romana. Nesta disputa o reformador suíço apresentou as sua 67
Conclusões, dando início público à Reforma Suíça com o apoio da cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[6] Originalmente o texto
foi escrito em alemão suíço sendo traduzido por Zwingli para o latim e por
Farel para o francês visando beneficiar os estrangeiros que estariam presentes
no debate. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Vide*
Thomas M. Lindsay&lt;i&gt;, A History of the Reformation&amp;nbsp;&lt;/i&gt;(New York, Charles
Scribner’s Sons, 1925), vol.2, págs. 41-42.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[7]
Thomas M. Lindsay,&amp;nbsp;&lt;i&gt;A History of the Reformation&lt;/i&gt;, vol.2, págs. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;42.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[8] O debate terminou no
dia 26 de Janeiro e a missa foi abolida em 7 de Fevereiro do mesmo ano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[9]
A tradução fiz do texto latino conforme aparece em Philip Schaff,&amp;nbsp;&lt;i&gt;The
Creeds of Christendom&lt;/i&gt;(Grand Rapids, Baker Books, 6ªed., 2007), vol. 3, pág.
208. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;O texto latino reza o
seguinte:&amp;nbsp;&lt;i&gt;De sequentibus Conclusionibus nos Franciscus Kolb et
Berchtoldus Haller, ambo pastores Ecclesiae Bernensis, simul cum aliis
orthodoxiae professoribus unicuique rationem reddemus, ex scriptis biblicis,
Veteris nimirum et N. Testamenti libris, die designato, mimirum primo post
dominicam primam circumcisionis, anno MDXXVIII&lt;/i&gt;.” Um tanto diferente James
T. Dennison, Jr. do latim traduz a parte introdutória desta forma: “Berthold
Haller e Francis Kolb, ministros evangélicos em Berna com outros professores
evangélicos, ambos responderão seguindo o método de proposições e deduções,
sendo a regra para todos os debatedores que seja a sacra Escritura, que é a
Bíblia do Antigo e Novo Testamento, no dia indicado em Berna, ou seja, aquele
que é próximo à Festa da Circuncisão do Senhor. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Ano 1528”. James T. Dennison,
Jr.,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Reformed Confessions of the 16th and 17th Centuries in English
Translation 1523-1552&lt;/i&gt;, vol. 1, pág. 41.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[10]
James T. Dennison, Jr. traduz: “A santa igreja católica...” in:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Reformed
Confessions of the 16th and 17th Centuries in English Translation 1523-1552&lt;/i&gt;,
vol. 1, pág. 41.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[11] Thomas M. Lindsay
traduz: “A Igreja de Cristo não faz lei, nem estatuto aparte da Palavra de
Deus, e conseqüentemente, aquelas ordenanças humanas que são chamados
mandamentos da Igreja não podem obrigar nossas consciências a menos que estejam
fundamentadas na Palavra de Deus e de acordo com ela.”&lt;i&gt;&amp;nbsp;A History of the
Reformation&lt;/i&gt;, vol.2, págs. 41.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[12] Lindsay traduz:
“Cristo é nossa sabedoria, justiça, redenção e pagamento pelos pecados do mundo
todo; e todos os que pensam que podem obter salvação de outro modo, ou ter
outra satisfação pelos seus pecados, renunciaram a Cristo.”&amp;nbsp;&lt;i&gt;A History
of the Reformation&lt;/i&gt;, vol.2, págs. 41.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[13] Lindsay traduz: “É
impossível provar das Escrituras que o Corpo e Sangue de Cristo estão
corporeamente presentes no pão da Santa Ceia.”&amp;nbsp;&lt;i&gt;A History of the
Reformation&lt;/i&gt;, vol.2, págs. 41.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[14] Lindsay traduz: “Não
há evidência de Purgatório após a morte na Bíblia; e nenhum culto pelos mortos,
nem vigílias, missas, ou coisa parecida, estas coisas são inúteis.”&amp;nbsp;&lt;i&gt;A
History of the Reformation&lt;/i&gt;, vol.2, págs. 41.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[15] Lindsay traduz: “O
casamento não é proibido em nenhum estado [civil] pela Escritura, mas
devassidão e a fornicação são proibidas a qualquer estado em que se
encontrar.”&amp;nbsp;&lt;i&gt;A History of the Reformation&lt;/i&gt;, vol.2, págs. 41.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;[16] Collison revela que
quando “Zwinglio se casou, informou seu bispo de que não era a concubina ou
‘ama de casa’ que a maior parte do clero suíço mantinha num quarto dos fundos.”
Patrick Collison,&amp;nbsp;&lt;i&gt;A Reforma&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Rio de Janeiro, Editora Objetiva,
2006), pág.94.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Tradução com introdução e
notas históricas por Rev. Ewerton B. Tokashiki&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Porto Velho, 27 de Junho
de 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;O texto pode ser
encontrado em latim em Rev. B.J. Kidd, ed.,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Documents illustrative of
the Continental Reformation&lt;/i&gt;(Eugene, Wipf &amp;amp; Stock Publishers, 1911),
págs. 459-460; o texto comparativo do latim com o alemão suíço encontra-se em
Philip Schaff,&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Creeds of Christendom&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Grand Rapids, Baker
Books, 6ªed., 2007), vol. 3 págs. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;208-210; o texto traduzido do
francês para o inglês por James T. Dennison, Jr., org.,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Reformed
Confessions of the 16th and 17th Centuries in English Translation – 1523-1552&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Grand
Rapids, Reformation Heritage Books, 2008), vol. 1, págs. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;40-42; e também do francês para o inglês uma tradução
de Thomas M. Lindsay,&amp;nbsp;&lt;i&gt;A History of the Reformation&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(New York,
Charles Scribner’s Sons, 1925), vol. 2, págs. 42-43.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-3746338437303381808?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/3746338437303381808/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=3746338437303381808" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/3746338437303381808?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/3746338437303381808?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/4gHy9Tqj6PU/as-teses-de-berna-1528.html" title="As Teses de Berna [1528]" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-t2tTpacYBHw/TzkZ2sSB3dI/AAAAAAAAGQE/DpmqHnFXAy0/s72-c/Berchtold-Haller.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/as-teses-de-berna-1528.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcCRX07cSp7ImA9WhRbGUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-8968639543231368602</id><published>2012-02-11T14:07:00.000-03:00</published><updated>2012-02-11T14:07:44.309-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-11T14:07:44.309-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Heresias Romanas" /><title>Heresias Romanas</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="c1"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Db--P_V_KrY/TzaTwxJl9ZI/AAAAAAAAGPU/8EK7A4MEevo/s1600/igreja_catlica.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://3.bp.blogspot.com/-Db--P_V_KrY/TzaTwxJl9ZI/AAAAAAAAGPU/8EK7A4MEevo/s200/igreja_catlica.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="c1"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="c1"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;ALGUMAS HERESIAS E INVENÇÔES CATÓLICAS ROMANAS&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;e
datas ou datas aproximadas de sua adoção durante um período de mais de l660
anos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="c1"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="c1"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="c1"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="c1"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="c1"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="border-collapse: collapse; border: none; margin-left: 14.4pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-insideh: .5pt solid windowtext; mso-border-insidev: .5pt solid windowtext; mso-padding-alt: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt;"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;1. &lt;b&gt;Orações pelos mortos&lt;/b&gt;, começaram
  em cerca de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;300&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;2. &lt;b&gt;Fazer o sinal da cruz&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;300&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;3.&lt;b&gt;Velas&lt;/b&gt;, cerca de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;320&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;4.&lt;b&gt;Veneração dos anjos e santos
  falecidos e o uso de imagens&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;375&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p4" style="margin-left: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;5. &lt;b&gt;A Missa&lt;/b&gt;, como celebração diária&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p4" style="margin-left: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;394&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;6. &lt;b&gt;Começo da exaltação a Maria&lt;/b&gt; (o
  termo "Mãe de Deus" foi-lhe aplicado pela primeira vez pelo
  Concílio de Éfeso)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;431&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;7. &lt;b&gt;Os sacerdotes começaram a se vestir
  de maneira diferente&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p3" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;500&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;8.&lt;b&gt;Extrema Unção&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;526&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;9.A doutrina do &lt;b&gt;Purgatório&lt;/b&gt;,
  estabelecida por Gregório &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;593&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;10.&lt;b&gt;O latim usado
  para orações e cultos&lt;/b&gt; imposto por Gregório I&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;600&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;11.&lt;b&gt;Orações feitas
  a Maria, santos mortos e anjos&lt;/b&gt;, cerca de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;600&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;12.&lt;b&gt;Título de papa,
  ou bispo universal&lt;/b&gt;, dado a Bonifácio III pelo imperador Focas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;607&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;13.&lt;b&gt;Beijar os pés
  do papa&lt;/b&gt;, começou com o papa Constantino&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;709&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;14.&lt;b&gt;Poder temporal
  dos papas&lt;/b&gt;, conferido por Pippin, rei dos francos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;750&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p7" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;15&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;&lt;b&gt;Adoração da cruz, imagens e
  relíquias&lt;/b&gt;, autorizada em&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p7" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;786&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;16. &lt;b&gt;Água benta misturada com uma pitada
  de sal e abençoada pelo sacerdote.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;850&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;17.&lt;b&gt;Adoração de
  S.José&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;890&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;18.&lt;b&gt;Colégio dos
  Cardeais&lt;/b&gt; estabelecido em&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;927&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;19.&lt;b&gt;Batismo dos
  sinos&lt;/b&gt;, instituído pelo papa João XIII&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;965&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;20.&lt;b&gt;Canonização dos
  santos mortos&lt;/b&gt;, primeira vez pelo papa João XV&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;995&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;21.&lt;b&gt;Jejum nas
  sextas-feiras e durante a Quaresma&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;998&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;22.&lt;b&gt;A Missa&lt;/b&gt;, gradualmente &lt;b&gt;transformada
  em sacrifício&lt;/b&gt; com freqüência obriga­tória no&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;século 11&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;23.&lt;b&gt;Celibato do
  sacerd6cio&lt;/b&gt;, decretado pelo papa Gregório VII (Hildebrando).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1079&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;24.&lt;b&gt;O rosário&lt;/b&gt;,
  oração mecânica por meio de contas inventado por Pedro, o Eremita&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1090&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;25.&lt;b&gt;A Inquisição&lt;/b&gt;,
  instituída pelo Concílio de Verona&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1184&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;26.&lt;b&gt;Venda de
  Indulgências&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1190&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;27.&lt;b&gt;Transubstanciação&lt;/b&gt;,
  proclamada pelo papa Inocente III&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t5"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1215&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;28.&lt;b&gt;Confissão auricular de pecados a um
  sacerdote&lt;/b&gt; e não a Deus instituída pelo papa Inocente III, no Concílio de
  Latrão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1215&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p7" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;29. &lt;b&gt;Adoração da hóstia&lt;/b&gt;, decretada
  pelo papa Honório III&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p7" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1220&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;30.&lt;b&gt;A Bíblia proibida aos leigos&lt;/b&gt;,
  colocada no Index dos Livros Proibidos pelo Concílio de Valença&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1229&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t6"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;31.&lt;b&gt;O Escapulário&lt;/b&gt;,
  inventado por Simão Stock, um monge inglês&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t6"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1251&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t6"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;32.&lt;b&gt;O cálice
  proibido ao povo na comunhão&lt;/b&gt; pelo Concílio de Constança&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t6"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1414&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;33. &lt;b&gt;O Purgatório&lt;/b&gt; proclamado como
  dogma pelo Concílio de Florença&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1439&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p7" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;34. A doutrina dos &lt;b&gt;Sete Sacramentos&lt;/b&gt;
  confirmada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p7" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1439&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;35.&lt;b&gt;A Ave Maria&lt;/b&gt; (parte da metade final
  foi completada 50 anos mais tarde e aprovada pelo papa Sixto V no final do
  século 16)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1508&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="t11"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;36.&lt;b&gt;A ordem dos
  Jesuítas&lt;/b&gt; fundada por Loyola&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="t11"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1534&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;37.&lt;b&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.4pt;"&gt;A
  tradição &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.4pt;"&gt;declarada de
  autoridade igual à da Bíblia pelo Concílio de Trento&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1545&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;38.&lt;b&gt;Livros apócrifos&lt;/b&gt; acrescentados à
  Bíblia pelo Concílio de Trento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1546&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p7" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;39. &lt;b&gt;O credo do papa Pio IV&lt;/b&gt; imposto
  como o credo oficial&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p7" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1546&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="letter-spacing: -0.4pt;"&gt;40.&lt;b&gt;A
  imaculada conceição&lt;/b&gt; da Virgem Maria, proclamada pelo papa Pio IX..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1854&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;41.&lt;b&gt;Sumário dos Erros&lt;/b&gt;, proclamado
  pelo papa Pio IX e ratificado pelo Concí­lio do Vaticano; condenava a
  liberdade de religiosa, de consciência, de ex­pressão, de imprensa e das
  descobertas científicas, que eram desaprovadas pela Igreja Romana; assegurava
  ao papa autoridade temporal sobre todos os governadores civis&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1864&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;42.&lt;b&gt;Infabilidade do papa&lt;/b&gt; em questões
  de fé e moral proclamada pelo Concílio do Vaticano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1870&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;43. &lt;b&gt;Escolas públicas condenadas&lt;/b&gt;
  pelo papa Pio XI&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1930&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 371.85pt;" valign="top" width="496"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;44. &lt;b&gt;Assunção da Virgem Maria&lt;/b&gt;
  (ascensão física ao céu logo depois de sua morte) proclamada pelo papa Pio
  XII&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.8pt;" valign="top" width="85"&gt;&lt;div class="p10" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1950&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-8968639543231368602?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/8968639543231368602/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=8968639543231368602" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/8968639543231368602?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/8968639543231368602?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/5wvh9i9C9X8/heresias-romanas.html" title="Heresias Romanas" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Db--P_V_KrY/TzaTwxJl9ZI/AAAAAAAAGPU/8EK7A4MEevo/s72-c/igreja_catlica.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/heresias-romanas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkYBQ3Y4fCp7ImA9WhRbFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-6248667306472204900</id><published>2012-02-07T15:42:00.001-03:00</published><updated>2012-02-07T15:42:32.834-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T15:42:32.834-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A Necessidade de Verdadeiro Arrependimento" /><title>A Necessidade de Verdadeiro Arrependimento</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wR1xOzHlzZY/TzFwPcS6hTI/AAAAAAAAGMs/27GZueObHHw/s1600/desespero.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-wR1xOzHlzZY/TzFwPcS6hTI/AAAAAAAAGMs/27GZueObHHw/s1600/desespero.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Por Rev. James D. Greendyk&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis” (Lc. 13:5).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus, em Lucas 13:5, deseja impelir os pecadores ao arrependimento. Por que seria Ele tão enfático a respeito do arrependimento do pecador? Isto será examinado à medida em que considerarmos a necessidade de arrependimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus disse: “Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecerão.” Jesus, como o Todo Conhecedor, Filho de Deus, sabe que o homem através de sua obstinada desobediência tem pecado e carece da glória de Deus. Você e eu temos rompido o privilégio de comunhão diária com Deus e nos submetido à maldição da lei. Contudo, Deus, na sua incompreensível misericórdia, tem revelado, em instruções dadas pelas Escrituras, que deseja o arrependimento de pecadores. Não é Deus que diz “Tão somente reconhece a tua iniqüidade, reconhece que transgrediste contra o Senhor teu Deus” (Jer. 3:13)?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Além disso, Deus nos ensina em Ezequiel 18:30: “Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões; e a iniqüidade não vos servirá de tropeço.” O ensinamento do Novo Testamento é igualmente claro, como vemos em Atos 17:30, onde Paulo diz aos homens de Atenas que Deus “notifica aos homens que todos em toda parte se arrependam”. Portanto, a notificação ou ordem (o sentido no grego é uma ordem - nota do editor) de Deus obriga-nos ao arrependimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não teríamos nós consideração à soberana autoridade dAquele que nos criou? Caro amigo, se nós não nos arrependemos, nossa desobediência à ordem de Deus é o bastante para destruir nossa pobre e perecível alma. O seu ser, sendo incapaz de arrependimento, exceto por obra do Espírito, alguma vez já se tornou o seu fardo e a sua culpa? Ou você tenta repreender Deus por não ter o direito de ordenar que você se arrependa? Lembre-se, Deus criou-nos para servi-Lo e o afastarmo-nos Dele  levou-O a desamparar-nos para sempre.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Contudo, através da pregação ou leitura da Palavra de Deus, a amorosa exortação ao arrependimento vem como uma dádiva da graciosidade de Deus. Ousaríamos nós persistir em nossa rebeldia contra sua soberania e seu gracioso comando? Não está Deus buscando o nosso retorno a Ele, chamando-nos ao arrependimento? Não é Ele que diz na Bíblia, “Este é o caminho, andai nele ”?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma segunda razão porque Deus chama a você e a mim ao arrependimento é por causa da natureza do pecado em nossos corações e vidas. O pecado trouxe-nos uma maldição que se não for removida pela obra de Cristo será carregada por nós pessoalmente por toda eternidade. O pecado significa morte: temporal, espiritual e eterna. O pecado jamais nos dará, a mim e a você, qualquer satisfação. Ele nos leva como loucos, de pecado em pecado, de modo a preencher nossos corações vazios. A Bíblia diz: “Os perversos são como o mar agitado, que não se pode aquietar, cujas águas lançam de si lama e lodo” (Is. 57:20).  Sim, caros amigos, não há repouso seguro, nem paz interior no curso de uma vida pecadora. “Pois que aproveitará o homem, se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mat. 16:26). Uma vida de pecado é insensatez, pois o final dos perversos não é felicidade, mas total destruição. Não é Deus que diz que não haverá paz para o perverso?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Considere caro amigo, qual deve ser o fim de todo pecado? Claro que será amargura. Em Jeremias 2:19 lemos : “A tua malícia te castigará, e as tuas infidelidades te repreenderão; sabe, pois, e vê, que mau e quão amargo é deixares o Senhor teu Deus, e não teres temor de mim, diz o Senhor Deus do exércitos.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apresse-se, pois o dia do ajuste de contas será terrível se morrermos longe de Cristo. Portanto, Ele que conhece sua situação de grande perigo ainda lhe ordena que arrependa-se por todos os seus pecados, de modo que a misericórdia de Deus possa ser estendida até você. A menos que você se arrependa, você com certeza perecerá. Pare e pondere, quanto mais você persiste no pecado, tanto maior é seu o débito perante o Juiz dos céus e da terra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Deixe-me fazer-lhe uma pergunta: Se Cristo aparecesse neste momento e intimasse você a comparecer perante o seu Tribunal, você estaria contente de morrer da maneira como está vivendo? Você vive em pecado, mas desejaria morrer em pecado? Lembre-se, você não pode se encontrar com o Senhor com pecados não confessados, sem arrependimento e com uma dívida de pecados não paga.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma terceira razão pela qual Deus chama você e eu ao arrependimento é que haverá o dia em que os chamados e alertas de Deus cessarão. Quão freqüentemente tem o Espírito trabalhado com você para dissuadi-lo de seu caminho de pecados? Não tem Deus freqüentemente falado a você através da sua divina providência, da Bíblia e dos segredos de sua consciência, e ainda assim sem resultado? Você não vê a necessidade de arrependimento? Jesus busca ganhar você temporal e eternamente quando ordena arrependimento. Não é Ele que diz: “Arrependei-vos e crede no evangelho”? O Seu comando não o obriga à obediência? Verdadeiramente, Ele não tem obrigação de fazer nenhum bem a você ou a mim, contudo, Ele quer nos fazer bem, ao invés do mal. Ao mesmo tempo, se você e eu nos endurecermos com todos esses chamados, convites e alertas, Deus diz que pereceremos. Deus, que uma vez nos chamou ao arrependimento e fé em Cristo se tornará seu inimigo como está revelado em Isaías 63:10: “Mas eles foram rebeldes, e contristaram seu Espírito Santo pelo que se lhes tornou em inimigo, e Ele mesmo pelejou contra eles”. Ouça as palavras de Cristo mais uma vez: “mas se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É o Rei dos reis e Senhor dos senhores que o chama ao arrependimento. Ele, como soberano Senhor, não apenas ordena arrependimento, mas também prometeu dar a graça que nos capacita à obediência. Não pense que você será capaz de entrar nos céus com um pouco de religião, umas poucas lágrimas, ou uma consciência convicta. A porta dos céus é muito estreita para dar-lhe entrada com uma carga de pecados não confessados e sem arrependimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Caro amigo, Cristo comprou através de Sua morte a graça do arrependimento. Em Salmos 68:18, nós lemos que Cristo tem “recebido homens por dádivas, até mesmo rebeldes, para que o Senhor Deus habite no meio deles”. A graça do arrependimento é somente uma entre várias dádivas que Cristo nos doou, mas é também Cristo que ainda deseja dar esta graça. Não foi Ele mesmo que disse: “Eu não vim para chamar os retos, mas os pecadores ao arrependimento”? Você pensaria que Cristo não está sendo sincero quando nos chama ao arrependimento, mas também à fé em seu nome? Você é o maior inimigo de sua alma se pensa que pode ser feliz nesta vida sem o verdadeiro arrependimento e fé em Cristo. Quanto mais você prossegue sem arrependimento tanto mais infeliz você se tornará. O que você deve fazer para obter arrependimento, desde que a Bíblia revela que isto é graça dada por Deus? Nós lemos em Atos 5: 31, “Deus, porém, com Sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados”. Ore a Deus para que Ele lhe dê esta graça. Cristo disse: “pedi, e dar-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe, o que busca encontra; e a quem bate abrir-se-vos-á”. A verdade é que todo aquele que bate à porta da misericórdia de Deus, jamais foi mandado embora desapontado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para encerrar, querido amigo, eu gostaria de enfatizar a definição de verdadeiro arrependimento. Isto envolve uma mudança de coração, mente e direção na vida. Se você se arrepende, todos os seus pecados serão lançados fora e você será abraçado com os braços largos da misericórdia. Você será salvo para sempre. Nenhum verdadeiro penitente será jamais lançado no inferno. Aqueles que se convertem de seus pecados para Deus, em verdade, através da graça trabalhada pelo Espírito, deve experimentar para sempre uma segura permanência com o Senhor nos céus.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Caro povo de Deus, quando o Senhor veio com sua obra salvadora, Ele desenvolveu em vocês genuína fé salvadora que produziu arrependimento para a vida. Foi então que seus olhos cegos se abriram para ver a sua própria miséria em todos os aspectos. Que horrível visão do pecado em sua vida pôde então ser percebida! Não teve você que confessar que todos os seus caminhos eram contrários aos caminhos de Deus? Você não se viu como um rebelde à vista de Deus? Você não veio a entender que sua mente carnal era inimizade contra Deus? Mas, não foi um Deus gracioso que em Jesus Cristo quebrou a sua teimosa resistência e conquistou você com seu amor e graça? Poderia você esquecer aquelas tépidas lágrimas de arrependimento e dor quando você entendeu que foram os seus pecados que cravaram Cristo na cruz? Quão doces são as lágrimas de arrependimento que fluem de um coração que é transbordado com o amor de Cristo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Você possui arrependimento trabalhado pelo Espírito? Lembre-se que é somente por meio do arrependimento que o perdão pode ser experimentado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
____________&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Rev. James D. Greendyk é pastor da Heritage Reformed Congregation de Fort Macleod, Alberta, Canadá. Ele é coperador da Revista The Banner of Sovereign Grace Truth.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-6248667306472204900?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/6248667306472204900/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=6248667306472204900" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/6248667306472204900?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/6248667306472204900?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/kopDeH_7ChE/necessidade-de-verdadeiro.html" title="A Necessidade de Verdadeiro Arrependimento" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-wR1xOzHlzZY/TzFwPcS6hTI/AAAAAAAAGMs/27GZueObHHw/s72-c/desespero.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/necessidade-de-verdadeiro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUAQ38ycSp7ImA9WhRbE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-1176969158641769295</id><published>2012-02-04T11:33:00.000-03:00</published><updated>2012-02-04T11:37:22.199-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-04T11:37:22.199-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Ministro Ideal" /><title>O Ministro Ideal</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7b1UOyAhImY/Ty1BO69xihI/AAAAAAAAGMk/e_X45yqx4vs/s1600/rev-william-macleod.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-7b1UOyAhImY/Ty1BO69xihI/AAAAAAAAGMk/e_X45yqx4vs/s1600/rev-william-macleod.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;William Macleod&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O que os cristãos devem buscar quando chamam um homem para ser ministro deles? O que eles devem pedir em oração para que Deus faça com seus ministros? O que os ministros e os estudantes de teologia devem se esmerar para serem?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM SANTO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O mais essencial, evidentemente, é que o ministro seja nascido de novo. Nem todos os ministros o são. Alguns como Alexander Henderson e Thomas Chalmers começaram seus ministérios na condição de não-convertidos e posteriormente foram salvos e tiveram seus ministérios transformados. Muitos hoje demonstram, por suas falhas na pregação do Evangelho, que nunca tiveram seus próprios corações tocados. Regeneração é o primeiro passo para a santidade. O Espírito entra na vida do indivíduo operando a fé, o arrependimento e iniciando o processo de santificação. O que é santidade? Em termos simples, é a obediência à vontade revelada de Deus em sua totalidade. Isto significa amar a Deus de todo o coração e pô-lo em primeiro lugar em nossas vidas, negando-nos a nós mesmos e centrando nossa atenção nas coisas do alto. Isto envolve temer a Deus, buscar conhecê-lo mais e mais, andar com Ele e se deleitar nele antes de tudo. O ministro santo se esforça em busca da pureza, honestidade, resignação e moderação em todas as coisas. [William Murray] McCheyne teria dito que um ministro santo é uma arma afiada nas mãos de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM HUMILDE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Deus é um Deus zeloso. A salvação é obra dele. Sem ele não podemos fazer nada. Ele se ofende e se aborrece com os ministros que tentam desviar alguma glória para si pelo sucesso de seus ministérios. Falamos daquilo que acontece em nossa igreja, aquilo que conseguimos alcançar — o crescimento, as conversões. Falamos como se isto fosse ao menos em parte mérito nosso — por nosso trabalho duro, nossa bela pregação, nossa habilidade comunicativa, nossa capacidade pastoral, nosso evangelismo ou mesmo nossa santidade e orações. Acredito que esta seja a principal razão por que vemos tão poucos frutos em nossas igrejas hoje.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM FIEL&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pensando nas dificuldades do ministério, Paulo perguntou certa vez: “Quem é suficiente para estas coisas?” (2Co. 2:16). Por todos os lados nos deparamos com hostilidades ou com algo que é muito pior, apatia. As pessoas simplesmente não estão interessadas em nossa mensagem. Eles não sentem nenhuma necessidade de Cristo. Eles estão contentes com seus bens e prazeres e não têm qualquer temor a Deus. Pregamos a ossos. Não temos nenhum poder para levantar um morto. Temos como opositor um poderoso inimigo, Satanás, que às vezes é como um temível dragão ou leão rugidor, e em outras aparece como um anjo de luz. O ministro ideal deve olhar para o alto, ver o trono e pôr sua fé naquele que diz: “Todo poder me foi dado tanto no céu como na terra” (Mt. 28:18). Nós devemos crer que esse Deus é capaz e pode.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM AMOROSO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ministro ideal precisa ter um grande coração. Deve amar sua congregação, o rebanho de Deus entregue a seu cuidado, mas também todos os pobres pecadores perdidos que estão à volta. Jesus chorou por Jerusalém quando pensou nos privilégios e no juízo que recairia sobre ela. &amp;nbsp;Paulo disse: “eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne” (Rm 9:3). Cuidado com o profissionalismo. Torne-se emocionalmente envolvido com o seu povo, chorando com aqueles que choram e se alegrando com aqueles que se alegram. Ofenda-os se for necessário, mas com lágrimas. Além disso, os nossos corações devem ficam pequenos quando vemos nossos vizinhos e compatriotas descendo loucamente a ladeira que conduz ao inferno.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM DE ORAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jeremias, ministro do Antigo Testamento, é um grande homem de oração, constantemente falando com Deus, contando a Ele suas tristezas, suas mágoas, seus pesares e suas alegrias. Paulo afirma a várias igrejas que está orando sem cessar. Cristo nos encoraja: “Pedi, e dar-se-vos-á” (Mt. 7:7). Você dá boas dádivas a seus filhos; quanto mais Deus dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem (Lc. 11:13). A presença do Espírito nos torna poderosos e eficientes, porém sua ausência nos deixa fracos. Há muitas coisas pequenas pelas quais é correto orar, mas devemos, de uma forma especial, lutar corpo-a-corpo por reavivamento. Lembre-se de John Welsh, que gastava até oito horas por dia orando: “Deus, dá-me a Escócia”. O ministro ideal é um homem de oração.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM ESTUDIOSO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Paulo disse a Timóteo: “Procura apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2Tm 2:15). Antes havia dito: “Até a minha chegada, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino” (1Tm 4:13). Alimente sua própria alma e então você estará apto para alimentar outras. Dedique-se aos melhores livros. Atualmente, há uma grande quantidade de joio à nossa volta. Estude os clássicos — Calvino, o puritano [Jonathan] Edwards, Spurgeon, os homens de Princeton, os antigos homens da Igreja Livre e outros como estes. Leia e medite constantemente nas Escrituras. O ministro que negligencia o estudo não manterá renovada sua pregação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM ZELOSO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ministro ideal é impetuoso e de sangue ardente; porque ama a verdade e lutará sinceramente por ela. Ele deve distinguir entre verdades primárias e secundárias, mas morrerá pelos fundamentos da fé. Tendo preparado cuidadosamente seu sermão, buscará se certificar de que ele está recheado de pontos importantes. Se o sermão é uma pregação digna, ele é dignamente pregado de todo o coração. Você sabe disso. Você supera sua timidez natural e olha a congregação nos olhos e pleiteia deles uma resposta. De Cristo se ouve: “O zelo de tua casa me consumiu” (Jo 2:17). O ministro ideal prega com o coração exposto. Semelhantemente, no trabalho pastoral, não há espaço para trivialidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM QUE EVANGELIZA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A fé vem pelo ouvir, mas “como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!” (Rm 10:14-15). Uma parte da grande obra do ministro é trazer a alegre mensagem das boas novas. As pessoas não serão convertidas a menos que ouçam o Evangelho. Isto coloca uma responsabilidade terrível sobre o ministro. É provável que sejam poucos não-convertidos dentro das nossas igrejas, mas devemos pregar evangelisticamente. Contudo, não devemos confinar nosso evangelismo ao templo. “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16:15). O ministro ideal sai a toda humanidade em nome de Deus como embaixador dEle, clamando por arrependimento e oferecendo livremente Cristo aos pecadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM PERSISTENTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A obra do ministério é árdua. Nenhuma tarefa é mais exigente. É uma vida — 24 horas por dia, sete dias por semana, as 52 do ano. Em certo sentido, não há feriados e nem aposentadoria. As pessoas lhe machucarão, mas você não deve voltar atrás. O mundo dirá: renuncie! Satanás dirá: renuncie! E a carne dirá: renuncie! Mas o ministro atreve-se a dizer: não! Outros podem renunciar e ir embora, mas ele não pode. Deve permanecer onde está, até Deus dizer que deve sair. Essa é uma grande obra. Nenhum serviço na terra tem mais importância. Algo que durará eternamente está sendo edificado. Embora às vezes chorando e com o coração ferido, o ministro ideal levanta seus joelhos, enfaixa suas feridas, limpa suas lágrimas, encoraja-se no Senhor e segue avante.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;UM HOMEM UNGIDO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Acima de tudo, o ministro ideal é um homem ungido. Sem o Espírito tudo é em vão. O ministro ideal deve falar no Espírito; orar no Espírito; pastorear, evangelizar e pregar no Espírito. Deve ser otimista buscando o Espírito para que Ele faça aquilo que o ministro não consegue. Deve ansiar por reavivamento. A situação mais negra pode ser transformada — de fato, é freqüentemente mais escuro antes da alvorada. Vivemos dias de grande necessidade espiritual. Os cristãos são mundanos e os pecadores estão endurecidos. Mas as mãos do Senhor não estão encolhidas, que não possa salvar. &amp;nbsp;Oh, quem dera homens ungidos com o Espírito Santo de Deus!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;William Macleod é ministro presbiteriano da Thornwood Free Church of Scotland (Glasgow); conferencista do XVII Simpósio Os Puritanos de 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-1176969158641769295?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/1176969158641769295/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=1176969158641769295" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/1176969158641769295?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/1176969158641769295?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/J_7FLqcXbRw/o-ministro-ideal.html" title="O Ministro Ideal" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-7b1UOyAhImY/Ty1BO69xihI/AAAAAAAAGMk/e_X45yqx4vs/s72-c/rev-william-macleod.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/o-ministro-ideal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QMQHo_eCp7ImA9WhRbEkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-7878366007840935027</id><published>2012-02-03T15:56:00.000-03:00</published><updated>2012-02-03T15:56:21.440-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T15:56:21.440-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Onze Conselhos aos Pastores Iniciantes" /><title>Onze Conselhos aos Pastores Iniciantes</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s1600/Joel_Beeke.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s1600/Joel_Beeke.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por Dr. Joel Beeke&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
1. Ore, ore, ore. Jamais tome sobre si mesmo nenhuma responsabilidade da igreja sem temperá-la com oração. Lembre-se do conselho de John Bunyan: “Você pode fazer mais do que orar depois de ter orado, mas você não pode fazer nada mais do que orar até ter orado”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
2. Estude, estude, estude. Mantenha-se nos pastos verdejantes da verdade em seus estudos. Conserve o seu hebraico e o seu grego. Prepare os seus sermões com muito cuidado. Escreva alguns artigos ou alguns livros para aprimoramento pessoal. Participe de algumas das conferências e seminários de que vale a pena participar, tão comuns em vários locais hoje. Volte ao seminário para estudar um pouco mais. Faça questão de trabalhar de forma que sua mente seja expandida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
3. Pregue, pregue, pregue. Empregue o melhor da sua energia e vida, como Paulo, pregando Jesus Cristo (1 Co 2.2). Pregue com frequência. E quando o fizer, pregue de forma bíblica, doutrinária, experimental e prática. Pregue com paixão, apresentando a Palavra da vida “como um moribundo falando com outros moribundos”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
4. Seja um modelo, seja um modelo, seja um modelo. Seja um modelo da verdade bíblica para com sua esposa, sua família, para com os que trabalham com você na igreja, sua congregação, e para com seus vizinhos. Decida-se, como Thomas Boston, a espalhar o perfume de Cristo onde quer que você vá. Como Robert Murray M’Cheyne, ore que o Espírito Santo possa torná-lo tão santo na terra quanto é possível que um pecador perdoado seja santo. Ore para que sua vida seja uma “carta viva”, seus sermões sejam escritos em sua vida prática.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
5. Delegue, delegue, delegue. Não dê aulas a todas as classes na sua igreja. Não seja o responsável pelo boletim dominical. Não tente regular e supervisionar todas as atividades dos seus colegas de trabalho. Delegue tudo o que for possível, de forma que você possa concentrar-se na oração, na pregação, no ensino, e no cuidado espiritual do rebanho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
6. Treine, treine, treine. Treine o seu povo para as funções de liderança nos diversos ministérios da igreja. Gaste tempo extra com os jovens que podem servir como futuros presbíteros e diáconos, ou como líderes de diferentes atividades. Pela graça do Espírito, “desenvolva” futuros líderes. À medida que você os treina, dê-lhes liberdade para usar os dons e oriente a visão deles tanto quanto possível. Todo o tempo empregado nisso será muito bem gasto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
7. Visite, visite, visite. Visite o seu rebanho fielmente – no hospital, em casa, e em toda hora de necessidade. Esteja presente quando precisarem de você. Sempre leia a Palavra e fale algumas poucas palavras edificantes sobre o texto, e ore em cada visita. Se você falhar nesse assunto, falhará em tudo mais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
8. Ame, ame, ame. Muitos ministros falham porque negligenciam o amor às ovelhas. Ame e continue amando o seu povo por aquilo que são, e não pelo que você pensa que deveriam ser. Aceite-os como são e onde estão, e trabalhe com eles a partir desse ponto, sempre com paciência, lembrando que, se você não pode associar-se de forma amorosa com as pessoas onde elas estão, com o passar do tempo elas o rejeitarão. Considere-se como o tutor espiritual e o cuidador de uma grande família. Seja bondoso com cada um deles. Leve-os a sentir a sua preocupação por eles e por suas famílias. Faça perguntas que mostram o seu cuidado por eles. Regue-os com compaixão, quando estiverem em necessidade. À medida que o seu relacionamento cresce, sempre que for apropriado, não se acanhe de dizer-lhes que você os ama. E se você tiver inimigos na igreja, faça de tudo para amá-los também, como Jesus ordenou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
9. Desfrute, desfrute, desfrute. Considere como inacreditável honra e alegria o fato de ser embaixador de Deus. Edward Payson (1783-1827) disse que com frequência batia palmas de alegria durante seu estudo particular porque Deus o tinha chamado para o ministério sagrado da Sua Palavra. A obra do ministério é uma tarefa pesada, mas também é cheia de alegria. Aprenda a considerar como sua força a alegria do Senhor, em Cristo (Ne 8.10).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
10. Renove, renove, renove. Preste atenção à sua saúde. Viva em intimidade com Deus, alimente-se de Cristo, beba intensamente do Espírito. Tire tempo para descansar, para deixar de lado todos os fardos, e para abrir-se à luz da Palavra e à direção do Espírito Santo. Lembre-se de que você é um mero receptáculo ou vaso, e não a fonte das águas vivas. Você não consegue dar aos outros aquilo que não apanhou primeiro para si mesmo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
11. Persevere, persevere, persevere. Quando chegarem as tribulações e os inimigos perseguirem, não seja um mercenário que abandona as ovelhas. Persevere no cuidado por elas. Fique firme. Confie em Eclesiastes 11.1: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-7878366007840935027?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/7878366007840935027/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=7878366007840935027" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/7878366007840935027?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/7878366007840935027?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/le25gYZ4OyE/onze-conselhos-aos-pastores-iniciantes.html" title="Onze Conselhos aos Pastores Iniciantes" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s72-c/Joel_Beeke.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/onze-conselhos-aos-pastores-iniciantes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04ASH09eCp7ImA9WhRbEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-8337303939744477581</id><published>2012-02-01T12:59:00.001-03:00</published><updated>2012-02-01T12:59:09.360-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-01T12:59:09.360-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregação em Mateus 9.27-35- Pr. Paulo Brasil" /><title>Pregação em Mateus 9.27-35- Pr. Paulo Brasil</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/gdvNmq265o0?rel=0" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-8337303939744477581?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/8337303939744477581/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=8337303939744477581" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/8337303939744477581?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/8337303939744477581?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/jeOoLOmfKD4/pregacao-em-mateus-927-35-pr-paulo.html" title="Pregação em Mateus 9.27-35- Pr. Paulo Brasil" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/gdvNmq265o0/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/pregacao-em-mateus-927-35-pr-paulo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MBSHYzeSp7ImA9WhRUGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-7808171414382508425</id><published>2012-01-30T09:10:00.001-03:00</published><updated>2012-01-30T09:10:59.881-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T09:10:59.881-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregação em Gênesis 39 - Pr. Paulo Brasil" /><title>Pregação em Gênesis 39 - Pr. Paulo Brasil</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/pdbFPTQyDZM?rel=0" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-7808171414382508425?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/7808171414382508425/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=7808171414382508425" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/7808171414382508425?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/7808171414382508425?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/BQrI3Efx680/pregacao-em-genesis-39-pr-paulo-brasil.html" title="Pregação em Gênesis 39 - Pr. Paulo Brasil" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/pdbFPTQyDZM/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/01/pregacao-em-genesis-39-pr-paulo-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEEDRHc8fCp7ImA9WhRUGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-577800745229327180</id><published>2012-01-29T11:16:00.001-03:00</published><updated>2012-01-29T11:17:55.974-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-29T11:17:55.974-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregação em Mateus 9.18-26 - Pr. Paulo Brasil" /><title>Pregação em Mateus 9.18-26 - Pr. Paulo Brasil</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/s5OGZcELF9s?rel=0" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-577800745229327180?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/577800745229327180/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=577800745229327180" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/577800745229327180?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/577800745229327180?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/ZlBl0f0fOFc/pregacao-em-mateus-918-26-pr-paulo.html" title="Pregação em Mateus 9.18-26 - Pr. Paulo Brasil" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/s5OGZcELF9s/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/01/pregacao-em-mateus-918-26-pr-paulo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAHR387eyp7ImA9WhRUFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-3484580591549103256</id><published>2012-01-27T14:52:00.001-03:00</published><updated>2012-01-27T14:52:16.103-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T14:52:16.103-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregação em Gênesis 38 - Pr. Paulo Brasil" /><title>Pregação em Gênesis 38 - Pr. Paulo Brasil</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/SBMsGbHY-rw?rel=0" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-3484580591549103256?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/3484580591549103256/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=3484580591549103256" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/3484580591549103256?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/3484580591549103256?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/4sFe0HBvs3M/pregacao-em-genesis-38-pr-paulo-brasil.html" title="Pregação em Gênesis 38 - Pr. Paulo Brasil" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/SBMsGbHY-rw/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/01/pregacao-em-genesis-38-pr-paulo-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0YAQns6fCp7ImA9WhRUE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-5526334274360748989</id><published>2012-01-23T13:53:00.001-03:00</published><updated>2012-01-23T21:32:23.514-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T21:32:23.514-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Batismo com o Espírito Santo" /><title>Batismo com o Espírito Santo</title><content type="html">&lt;div&gt;
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Paulo Brasil" /><title>Pregação em Mateus 9:9-13 - Pr. Paulo Brasil</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/o48A2gaSjdg?rel=0" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-2530206119034912836?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/2530206119034912836/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=2530206119034912836" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/2530206119034912836?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/2530206119034912836?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/g3wKoKDv73s/pregacao-em-mateus-99-13-pr-paulo.html" title="Pregação em Mateus 9:9-13 - Pr. Paulo Brasil" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/o48A2gaSjdg/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/01/pregacao-em-mateus-99-13-pr-paulo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MFSX84fCp7ImA9WhRVEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-2351207492819677270</id><published>2012-01-08T17:43:00.001-03:00</published><updated>2012-01-08T17:43:38.134-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-08T17:43:38.134-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregação em Gênesis 37 - Pr. Paulo Brasil" /><title>Pregação em Gênesis 37 - Pr. Paulo Brasil</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DK-TP-3LbWI?rel=0" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-2351207492819677270?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/2351207492819677270/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=2351207492819677270" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/2351207492819677270?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/2351207492819677270?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/8yvKVvexYNE/pregacao-em-genesis-37-pr-paulo-brasil.html" title="Pregação em Gênesis 37 - Pr. Paulo Brasil" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/DK-TP-3LbWI/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2012/01/pregacao-em-genesis-37-pr-paulo-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cER3s7fip7ImA9WhRWGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-5845346288176656776</id><published>2012-01-06T08:56:00.001-03:00</published><updated>2012-01-06T08:56:46.506-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-06T08:56:46.506-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Qual o Problema com o Teatro?" /><title>Qual o Problema com o Teatro? — Por que a Proclamação é o Método Bíblico?</title><content type="html">&lt;div&gt;
&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="29d64f98-c30a-6264-dcc3-75b61183069f" style="height: 826px; width: 550px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;viewMode=singlePage&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=120106115212-1a2ced83a4e64a92b290324b53d65edf" /&gt;

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&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="d77e95ea-e0ff-c2d3-1165-41d7b7b89679" style="height: 826px; width: 550px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;viewMode=singlePage&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111230122145-1e9fc3cccc2048eba699ef3e3972255d" /&gt;
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&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="89d40cc8-6a8c-5601-a941-a31bedc26a00" style="height: 826px; width: 550px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;viewMode=singlePage&amp;amp;shareMenuEnabled=false&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111221162517-09debb88279e455d8d93813e05153d9b" /&gt;

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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZTSMbFGhfxk/TuoukhlAprI/AAAAAAAAE5c/Za56Jkz1gQk/s1600/shelton.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZTSMbFGhfxk/TuoukhlAprI/AAAAAAAAE5c/Za56Jkz1gQk/s1600/shelton.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZTSMbFGhfxk/TuoukhlAprI/AAAAAAAAE5c/Za56Jkz1gQk/s1600/shelton.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;L. R. Shelton,
Jr.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Encontramos o
ensino do Senhor Jesus Cristo acerca do novo nascimento no capítulo 3 do
Evangelho segundo João, nas instruções dadas pelo Senhor a Nicodemos, um dos
chefes dos judeus que veio a Jesus durante a noite CITAR Jo 3:3-8.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Nestes
versículos encontramos três coisas. Primeiro, O NOVO NASCIMENTO É NECESSÁRIO se
alguém quer entrar, ver ou tomar parte no reino de Deus. Por que? Porque “&lt;i&gt;a carne e o sangue não podem herdar o reino
de Deus&lt;/i&gt;” (1 Co 15:50). O reino de Deus é um reino espiritual e nós estamos
excluídos por nossa natureza pecaminosa e carnal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Segundo,
encontramos que O NOVO NASCIMENTO É OBRA DO ESPÍRITO SANTO, aquele que é
soberano em todas as Suas obras. E sua obra é dar vida a todos aqueles cujos
nomes estão escritos no Livro da Vida. Nosso Senhor disse em Sua oração
sacerdotal em João 17 que o Pai lhe deu poder sobre toda carne, para que desse
vida eterna a todos quanto o Pai lhe deu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Terceiro, encontramos
que O NOVO NASCIMENTO E A CONVERSÃO NÃO SÃO A MESMA COISA. No novo nascimento o
pecador se encontra num estado passivo; na conversão o pecador toma parte
ativa. Na minha concepção natural e no meu nascimento eu era passivo porque a
concepção não veio de mim. Tampouco cooperei em meu crescimento nos nove meses
que estive no ventre da minha mãe, pois minha mãe me supriu em tudo. Depois que
nasci, comecei a chorar. Era muito ativo porque estava vivendo fora do ventre e
ainda necessitava de todos os cuidados da minha mãe. Chorava porque estava
vivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Da mesma forma
foi o meu nascimento espiritual pelo Espírito Santo. Eu era passivo na minha
concepção enquanto o Espírito plantava a Palavra da vida em meu coração (1 Pe
1:23), e me deu uma nova natureza (2 Pe 1:4). Eu não cooperei em nada. Mas,
assim que nasci de novo, comecei a clamar a Deus em Cristo; comecei a me
arrepender e a buscar a Deus em Cristo; comecei a me arrepender e a buscar
perdão por meus pecados em Cristo, a crer, confiar e buscar a Cristo e a Sua
preciosa Salvação e a clamar pela justiça de Deus em Cristo. Estive ativo por
causa do que Deus havia feito em meu coração pelo novo nascimento. O homem não
pode se converter, nem pode ser salvo, nem se arrepender, nem crer sem que
antes o Espírito Santo não lhe dê vida, sem que antes seja ressuscitado da
sepultura do pecado (Ef 2:1) e lhe seja dado um novo coração (Ez 36:26) e uma
nova natureza no novo nascimento. Somente assim pode haver arrependimento com
um coração quebrantado por causa dos seus pecados e por estar contra Deus,
vendo beleza e glória em Cristo por quem está disposto a abandonar o pecado e
se aproximar dEle aceitando-o como Senhor e Salvador, Rei e Libertador, com a
verdadeira fé salvadora. Como podemos ver, o novo nascimento e a conversão não
são a mesma coisa: no novo nascimento o pecador se encontra num estado passivo;
na conversão, pela graça de Deus, o pecador se encontra ativo clamando a Deus
arrependido e com fé. E isto continua em sua vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Vejamos como o
restante das Escrituras apresentam a natureza do novo nascimento: 2 Coríntios
5:17 declara que a regeneração ou o novo nascimento é uma nova criação e que as
coisas velhas já passaram e tudo é feito novo. O novo nascimento é uma nova
criação. Ezequiel 36:26-29 declara que nascer de novo é receber um novo
coração. Assim diz Palavra de Deus: “&lt;i&gt;Vos
darei coração novo (isto é obra de Deus) e porei dentro de vós espírito novo&lt;/i&gt;
(isto é obra de Deus) &lt;i&gt;e tirarei de vós o
coração de pedra, e vos darei&lt;/i&gt; &lt;i&gt;um
coração de carne&lt;/i&gt; (isto é obra de Deus) &lt;i&gt;e
porei dentro de vós meu Espírito&lt;/i&gt; (obra de Deus), &lt;i&gt;e farei com que andeis nos meus estatutos &lt;/i&gt;(isto é obra de Deus), &lt;i&gt;e guardeis os meus preceitos&lt;/i&gt; (esta é a
minha obra), &lt;i&gt;guardeis os meus juízos e os
observeis&lt;/i&gt; (esta é a minha obra)”. Por que? Porque Deus fez Sua obra em mim
como sempre faz. Até a função que eu desempenho é o resultado da Sua obra de
graça, como está escrito em Filipenses 2:12-13: “…&lt;i&gt;desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem
efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade&lt;/i&gt;”.
Vemos então que o novo nascimento é fruto de um coração novo. Em 2 Pedro 1:4,
lemos que a regeneração e o novo nascimento é receber uma nova natureza: “&lt;i&gt;nos têm sido doadas as suas preciosas e mui
grandes promessas para que por elas vos torneis co-participantes da natureza
divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo&lt;/i&gt;”. Sim, o novo
nascimento é o recebimento da natureza divina de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Também em João
1:13 nos diz que a regeneração ou o novo nascimento é de acordo com a vontade
de Deus: “&lt;i&gt;Os quais não nasceram do
sangue, nem da vontade carne, nem da vontade do homem, mas de Deus&lt;/i&gt;”.
Novamente em João 3:5-8 lemos que a regeneração ou o novo nascimento é
completado em nós pelo Espírito Santo, e 1 Pedro 1:23 nos diz que o instrumento
que Ele usa é a Palavra de Deus: “&lt;i&gt;pois
fostes regenerados, não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante
a palavra de Deus, a qual vive e é permanente&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Comparando
estes versículos, vemos que através do Seu poder, o Espírito Santo renova o
homem interior, dando-lhe um novo coração e fazendo-o participantes da natureza
divina de Deus, preparando-o para Seu reino, o qual é um reino espiritual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Fazemos a
seguinte pergunta: “Como Ele faz isto?” Aprouve a Deus criar-nos em nosso ser
moral e caráter, um ser &lt;i&gt;tri-partito&lt;/i&gt;:
entendimento, afeição e vontade. O homem deve mudar estes três aspectos se
quiser buscar a justiça e a santidade de Deus. Com a queda de Adão todos
perdemos nossa justiça e santidade e passamos à condição de mortos em nossos
delitos e pecados (Ef. 2:1-3). No novo nascimento Ele nos ilumina o
entendimento que havia sido obscurecido (Ef. 4:18). Por que? Porque “&lt;i&gt;o homem natural&lt;/i&gt; (o homem carnal) &lt;i&gt;não aceita as coisas do Espírito de Deus,
porque lhe são loucura; e não pode entendê-las porque elas se discernem
espiritualmente&lt;/i&gt;” (1 Co 2:14). Assim é o nosso coração separado da graça da
Deus. Então, tendo o nosso entendimento iluminado pelo Espírito Santo,
enxergamos a nós mesmos, a Cristo e ao mundo, e tudo mais debaixo de uma luz
diferente da anterior. De acordo com 2 Coríntios 4:6, Ele faz com que a luz
brilhe na escuridão do nosso entendimento, “&lt;i&gt;para
iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo&lt;/i&gt;”. Somente
assim o pecador clama como Isaías ao ver a glória de Deus em Sua santidade, “&lt;i&gt;Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem
de lábios impuros, habito no meio dum povo de impuros lábios, e os meus olhos
viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!&lt;/i&gt;” (Is 6:5).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É assim que
vemos a Deus em Sua santidade e caímos diante de Seus pés clamando, “&lt;i&gt;miserável, miserável, vil e cheio de pecados
sou&lt;/i&gt;”. Por que? Porque o entendimento nos foi iluminado para ver a Deus em
Sua santidade e ver-nos em toda nossa impureza por causa do pecado. Depois de
me apresentar diante de Deus três vezes santo com a luz do trono brilhando
sobre a Sua santidade, essa mesma luz mostra a minha pecaminosidade e o quanto
estou distante de Deus. Lembremos que a faculdade do nosso entendimento não nos
é tirada no novo nascimento, mas é iluminada nos dirigindo para Deus, Cristo, para
a santidade e as coisas eternas. À luz do trono de Deus, vejo a mim mesmo e a
santidade de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As inclinações do homem foram prostituídas com a queda (Is 53:2), de
modo que já não se via mais beleza, glória ou santidade, o que se via era o
prazer no pecado em todas as suas formas. Mas depois da obra do Espírito Santo
em seu entendimento, as inclinações do homem pecador é exercitada de maneira
diferente. Em vez de exercitá-las em coisas temporais e nos desejos, agora se
projetam em coisas espirituais e eternas depois de ver a glória e a beleza de
Deus em Cristo Jesus. As inclinações agora estão debaixo da vontade do bendito
e eterno Filho de Deus. Se vê nEle, em sua morte, ressurreição e ascensão uma
beleza, uma glória, e um desejo de apropriação que antes se considerava como
loucura ou tolice por seus olhos estarem cegos e suas inclinações prostituídas
pelo deus deste mundo, o próprio Satanás (2 Co 4:4).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Então, com o
entendimento iluminado e as inclinações indo após Cristo, a vontade, que antes
estava cativa (Rm 7:14-15), é libertada (Rm 6:18). Em vez de seguir o pecado e
a injustiça, nos rendemos a Deus e a Seus juízos, dizendo em nossos corações, “&lt;i&gt;não seja feita a minha vontade e sim a Tua
Senhor&lt;/i&gt;”. Clamamos como Saulo de Tarso caído ao chão no caminho de Damasco,
“&lt;i&gt;Senhor, que queres que eu faça?&lt;/i&gt;” (At
9:6). Sim, quando o entendimento é iluminado pelo Espírito Santo no novo
nascimento, as inclinações vêem beleza e glória em Cristo, então a vontade diz
“sim” a Jesus Cristo porque o pecador foi feito voluntário no dia do Seu poder
(Sl 110:3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para
resumir, o novo nascimento não é a remoção de nada do pecador, porque nosso
entendimento, nossas inclinações e nossa vontade ainda se encontram intactas.
Mas é a comunicação de algo ao pecador: O NOVO NASCIMENTO É A IMPLANTAÇÃO DA
NATUREZA DIVINA DE DEUS (2 Pe 1:4). Louvado seja Deus por isso! Ele nos dá vida
no Senhor Jesus. Quando eu nasci pela primeira vez, eu recebi de Deus, através
de Seu Espírito, Sua natureza. Sim, o Espírito de Deus, ao nos salvar, produz
dentro de nós uma natureza espiritual. Já que esta é a obra do Espírito Santo,
então não pode ser através do batismo, do tornar-se membro de uma igreja, ser
religioso, fazer coisas boas, nem tomar uma decisão ou fazer uma profissão de
fé. É algo que Deus faz por Sua graça soberana e Seu poder nos corações de
pobres pecadores. De fato, nós nem pedimos; na verdade, Deus é quem opera.
Então começamos a pedir porque Ele operou em nossos corações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Isto
nos leva ao próximo ponto: A NECESSIDADE DO NOVO NASCIMENTO. É uma lei
fundamental aquela que diz, “somente semelhança produz semelhança”. Este
princípio inalterável é visto mais de uma vez no primeiro capítulo de Gênesis:
“&lt;i&gt;A terra, pois, produziu relva, ervas que
davam semente segundo a sua espécie, e árvores que davam fruto, cuja semente
estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom&lt;/i&gt;”
(versículo 12); e os versos 21-25 ensinam o mesmo: TUDO SEGUNDO A SUA ESPÉCIE.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Prezado
amigo, é a cegueira do evolucionista infiel que afirma que uma espécie de
criaturas pode dar origem a outra ordem radicalmente diferente da sua própria
espécie. 1 Coríntios 15:39 nos diz, “&lt;i&gt;nem
toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra a dos animais,
outra a das aves e outra a dos peixes&lt;/i&gt;”. Assim, o que é nascido de um
vegetal é vegetal, e o que é nascido de um animal é animal; estes nunca se
cruzam. Da mesma maneira, o que é nascido de um homem pecador é uma criança
pecadora, carne, uma criança corrupta; porque o homem não pode gerar nada que
não seja igual a ele: pecador (Sl 51:5). Também o Salmo 58:3 diz: “&lt;i&gt;Desviam-se os ímpios desde a sua concepção;
nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras&lt;/i&gt;”. Portanto somos vistos
como miseráveis em tudo: Nós criaturas cheias de pecado, não podemos entrar no
reino da graça sem a obra do Espírito Santo em nossos corações. Há muitos
deveres que devem ser levados a cabo e muitos privilégios para ser desfrutados
pelos filhos do reino espiritual de Deus, os quais o homem degenerado não pode
levar a cabo nem desfruta (1 Co 2:14). Pode um homem degenerado arrepender-se no
pó na cinza, quando odeia a Deus e ama o pecado? Pode um homem degenerado viver
pela fé no Filho de Deus, quando este só tem olhos para viver pelo que vê e não
tem olhos para ver a Cristo pela fé? Pode um homem degenerado crucificar a
carne com a suas concupiscência quando por natureza corre atrás delas
egoisticamente? A resposta é NÃO, mil vezes NÃO, não até que tenha um coração
novo e uma nova natureza que ame estas coisas. Desta maneira vemos a necessidade
do novo nascimento para preparar o homem para o âmbito espiritual, o qual é o
reino de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Você
vê prezado amigo, O CÉU É UM LUGAR PREPARADO PARA UM POVO PREPARADO, preparados
aqui na terra, feitos propícios para Deus, para Sua presença e Sua santidade.
Agora eu pergunto a você: Querem aqueles que nunca buscaram nem desejaram uma
hora de comunhão com Deus em secreto, deleitar-se em não ter outra ocupação por
toda a eternidade? A resposta é NÃO! “&lt;i&gt;Caindo
a árvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que cair aí ficará&lt;/i&gt; (Ec
11:3). “&lt;i&gt;Continue o injusto fazendo
injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da
justiça, e o santo continue a santificar-se&lt;/i&gt;” (Ap 22:11). Se um homem não
sente o desejo de agradar a Deus e a Seu Cristo aqui, não o terá na eternidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para
terminar, pergunto: QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DO NOVO NASCIMENTO? Quando o
novo nascimento é operado no coração do homem, ele segue o Senhor Jesus Cristo.
A nova vida faz com que ele encontre em Cristo a propiciação para as suas
necessidades como pecador. Ele vê que Cristo pagou todas as suas dívidas na
Cruz. O pecador vê na tumba vazia que Deus o justificou completamente dos seus
pecados por causa da justiça imputada de Cristo. O pecador vê que ao ser
levantado e sentar-se nos lugares celestiais com Cristo, tem nEle santidade
imputada porque em Cristo ele foi justificado. E no Espírito Santo, que habita
nele, tem a santidade implantada para que, por meio da graça de Deus, cresça
lenta e firmemente em santificação. O pecador vê nas Escrituras que a quem Deus
justifica, Ele santifica, dando a seu filho recém-nascido o desejo de amar a
justiça e odiar o pecado. Como diz 1 João 3:9, que ninguém que é nascido de
Deus pratica, deliberadamente e com a consciência tranqüila, habitualmente o
pecado, pois a natureza de Deus habita nele. Seu princípio de vida, a semente
divina, permanece permanentemente dentro do seu ser, e não pratica o pecado
porque é agora foi nascido de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Um
homem que nasceu de novo do Espírito de Deus se volta para Deus e se arrepende
dos seus pecados. Lamenta-se sobre eles, afasta-se, odeia, deseja libertar-se deles,
e buscar a face de Deus em Cristo, de modo que seus pecados sejam postos
debaixo do Seu precioso sangue. Dir-se-á dele o que se disse dos Coríntios, “…&lt;i&gt;porque fostes contristados para
arrependimento; …porque a tristeza que é segundo Deus produz arrependimento
para salvação, de que não tendes que arrependerdes; …porque disto mesmo de que
haveis sido contristados segundo Deus, que produziu solicitude em vós, que
defesa, que indignação, que temor, que ardente afeto, que zelo, e que
vindicação!&lt;/i&gt;” Sim, há o desejo de acabar com o pecado, e esta atitude de
ódio ao pecado estará com ele todos os dias de sua vida.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;___________&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Tradução Waldemir Magalhães&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-3054567352644880825?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/3054567352644880825/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=3054567352644880825" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/3054567352644880825?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/3054567352644880825?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/KypKW4N7seE/o-ensino-de-cristo-acerca-do-novo.html" title="O Ensino de Cristo Acerca do Novo Nascimento" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-ZTSMbFGhfxk/TuoukhlAprI/AAAAAAAAE5c/Za56Jkz1gQk/s72-c/shelton.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2011/12/o-ensino-de-cristo-acerca-do-novo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEEASH45cCp7ImA9WhRQGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-1594900655164420088</id><published>2011-12-13T14:31:00.000-03:00</published><updated>2011-12-13T15:57:29.028-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-13T15:57:29.028-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Uma Advertência" /><title>Uma Advertência</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VxIlkbJahgc/TueLozVt0MI/AAAAAAAAE5M/HpuoCG-4vlQ/s1600/Charles+Sporgeon.png" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-VxIlkbJahgc/TueLozVt0MI/AAAAAAAAE5M/HpuoCG-4vlQ/s1600/Charles+Sporgeon.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="font-style: italic;"&gt;&lt;i&gt;Por Charles Spurgeon&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="font-style: italic;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;‘‘Vocês têm ouvido muitos sermões arminianos, eu ouso dizer, mas nunca ouviram uma oração arminiana... Um arminiano de joelhos orará desespe­rada­mente como um calvinista. Ele não pode orar a respeito do livre-arbítrio; não há lugar para isso. Imagine-o orando: ‘‘Senhor, eu te agradeço que não sou como esses pobres calvinistas presunçosos. Senhor, eu nasci com um glorioso livre-arbítrio; eu nasci com poder pelo qual posso me voltar para Ti por conta pró­pria; tenho melhorado minha graça. Se todos tivessem feito o mesmo que eu fiz com a tua graça, poderiam to­dos ser salvos. Senhor, eu sei que Tu não nos fazes espiritualmente propen­sos, se nós mesmos não quisermos. Tu dás graça a todos; alguns não a melhoram, mas eu sim. Haverá muitos que irão para o inferno, tantos quantos foram comprados pelo sangue de Cristo, como eu fui; eles tiveram uma boa chance, e foram tão abençoados como eu sou. Não foi a tua graça que nos diferenciou; eu sei que ela fez muito, mas eu cheguei ao ponto desejado; eu usei o que me foi dado e os outros não — essa é a dife­rença entre eu e eles’’.&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="file:///G:/PURITANOS/Revistas/Revista%2003-2010/SPURGEON_%20Ir%C3%B4nica%20Ora%C3%A7%C3%A3o%20Arminiana%20e%20Advert%C3%AAncia.doc#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoQuote" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;Pecador, inconverso pecador, eu te advirto que jamais poderás tu mesmo fazer com que nasças de novo; e embora o novo nascimento seja absolutamente necessário, te é absoluta­mente impossível, a não ser que o Espírito Santo faça isso... Faças o que fizeres, e o melhor que conseguires, ainda assim, há uma diferença, tão grande quanto a eternidade, entre ti e o ho­mem regenerado... O Espírito de Deus precisa fazer-te novo, tu precisas nascer de novo. O mesmo poder que res­susci­tou Jesus Cristo dentre os mortos tem que agir para ressuscitar-nos dos mortos; a mes­ma onipotência, sem a qual anjos e vermes não poderiam ter vindo à exis­tência, precisa se manifestar e realizar uma obra tão grande quanto a que Ele fez na primeira criação, recriando-nos em Cristo Jesus, nosso Senhor. Constantemente a igreja cristã tenta es­quecer isto, mas sempre que esta velha doutrina da regeneração é apresentada clara­mente, Deus se apraz em agraciar a sua igreja com reavivamento... A menos que Deus, o Espírito Santo, que opera em nós tanto o querer como o realizar, opere sobre a vontade e a consciência, a regene­ração é uma absoluta impossibilidade, e assim tam­bém a salvação.&amp;nbsp; “O quê!”, diz alguém, “Você quer dizer que Deus intervém absoluto na sal­vação de cada pessoa para regenerá-lo?”. Sim, eu quero; na salvação de cada pes­soa há um brotar de poder divino, pelo qual o pecador morto é vivificado, o pecador sem von­tade é feito desejoso, o pecador mais duro e desesperado tem sua consciência amolecida; e aquele que rejeita a Deus e despreza a Cristo é feito prostrar-se aos pés de Jesus. Tem que haver uma intervenção divina, uma operação divina, uma influência divi­na, caso contrário, façam o que puderem, sem isso vocês perecerão e estarão conde­nados — “pois, se um homem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus...” Nunca esqueçamos que a salvação de uma alma é uma obra de criação. Pois bem, ne­nhum homem jamais conseguiu criar um inseto... Deus somente cria... Nenhum poder huma­no ou angelical pode intrometer-se nesta gloriosa província do poder divino. Criação é domínio exclusivo de Deus. E em cada cris­tão há uma absoluta criação — “criados de novo em Cristo Jesus”.&amp;nbsp; “O novo homem, segundo Deus, é criado em reti­dão”. Regeneração não é a reforma de princípios que lá estivessem an­tes, mas a im­plantação de algo que não existia; é a introdução em um homem de algo novo, chama­do Espírito, o novo homem — a criação não de uma alma, mas de um princípio ainda mais elevado — tão mais elevado com relação à alma quanto a alma o é do corpo... No ato de fazer com que qualquer homem creia em Cristo, há uma mani­festação verdadeira e própria de poder criador, assim como houve quando Deus criou os céus e a terra... Apenas Ele, que formou os céus e a terra, poderia criar uma nova natureza. É uma obra sem paralelo, ela é única e incompa­rável, visto que o Pai, o Filho e o Espírito precisam todos cooperar nela; pois, para implantar a nova natureza em um cristão, precisa haver um decreto do Pai eterno, a morte do eternamente Bendito Filho e a plenitude da opera­ção do adorável Espírito. &lt;a href="file:///G:/PURITANOS/Revistas/Revista%2003-2010/SPURGEON_%20Ir%C3%B4nica%20Ora%C3%A7%C3%A3o%20Arminiana%20e%20Advert%C3%AAncia.doc#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id="ftn1"&gt;
&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;____________________&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="file:///G:/PURITANOS/Revistas/Revista%2003-2010/SPURGEON_%20Ir%C3%B4nica%20Ora%C3%A7%C3%A3o%20Arminiana%20e%20Advert%C3%AAncia.doc#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; Spurgeon, Livre Arbítrio, p.17 (Citado por Paulo Anglada em Calvinismo As Antigas Doutrinas da Graça)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id="ftn2"&gt;
&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="file:///G:/PURITANOS/Revistas/Revista%2003-2010/SPURGEON_%20Ir%C3%B4nica%20Ora%C3%A7%C3%A3o%20Arminiana%20e%20Advert%C3%AAncia.doc#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Murray, The Forgotten Spurgeon, pp. 87-89. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(Citado por Paulo Anglada em Calvinismo As Antigas Doutrinas da Graça)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-1594900655164420088?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/1594900655164420088/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=1594900655164420088" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/1594900655164420088?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/1594900655164420088?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/W-8ZFET9JSk/uma-advertencia.html" title="Uma Advertência" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-VxIlkbJahgc/TueLozVt0MI/AAAAAAAAE5M/HpuoCG-4vlQ/s72-c/Charles+Sporgeon.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2011/12/uma-advertencia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cBRH05cCp7ImA9WhRQEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-4806244680902436106</id><published>2011-12-06T11:16:00.001-03:00</published><updated>2011-12-06T20:44:15.328-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T20:44:15.328-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A Séria Alegria da Oração Cristã" /><title>A Séria Alegria da Oração Cristã</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;Clique na imagem para AMPLIAR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LqGhuKmWMqI/Tt4kWLOuLKI/AAAAAAAAEqM/1rbdjSwnmao/s1600/puritanos+ora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://4.bp.blogspot.com/-LqGhuKmWMqI/Tt4kWLOuLKI/AAAAAAAAEqM/1rbdjSwnmao/s200/puritanos+ora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;A
Séria Alegria da Oração Cristã&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Richard
T. Zuelch&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;De acordo com
o falecido Herbert Lockyer, Sr. (1886-1984), em seu livro de 1959 &lt;i&gt;Todas as Orações na Bíblia&lt;/i&gt;, há,
excluindo os Salmos, 650 claras orações na Bíblia, 450 das quais têm claras
respostas registradas a elas. Incluindo os Salmos (que são todas realmente
orações) há um total de 800 orações nas Escrituras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;A Bíblia,
portanto, está saturada de oração. As muitas pessoas piedosas que são achadas
nas páginas dos Escritos Sagrados instintivamente olham para Deus a fim de
suprir suas necessidades diárias, acalmar seus temores, vingá-los de seus
inimigos e providenciar salvação do pecado. Isto acontece apenas pela graça de
Deus o Pai, através do Senhor Jesus Cristo, no poder do Espírito Santo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Como crentes,
nós também deveríamos viver vidas impregnadas de oração. Contudo, nós, às
vezes, oramos baseados em condições. Isto é algo que nosso Senhor, durante sua
vida terrena, nunca fez. Nós freqüentemente esquecemos como é precioso o dom
que Deus nos deu ao prometer aos seus filhos ouvir nossas orações. A fé deveria
nos levar ao trono da graça em oração. Como Calvino escreveu uma vez, “a fé não
é verdadeira, a menos que assevere e traga à mente o mais doce nome do Pai – e
mais, a menos que abra nossa boca para livremente clamar: “Abba, Pai” (Gl 4:6;
Rm 8:15) (&lt;i&gt;Institutas &lt;/i&gt;3:13:15).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Há vários
princípios vitais que a Bíblia nos ensina a lembrar acerca da oração. Será
produtivo que os lembremos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Oração é algo ordenado por Deus para o
crente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Oração não é
uma atividade opcional na vida cristã. Ela é, juntamente com a própria
Escritura, nosso elo com Deus. Assim como Deus nos fala através das páginas da
Bíblia, ao lermos e estudarmos, assim Ele nos ordena a falar a Ele em oração.
No Sermão do Monte (Mt 5:3-7:27) nosso Senhor presumiu que a oração deveria ser
parte da vida do crente: “E quando orardes ...” (Mt 6:5-7, 9). O apóstolo Paulo
nos diz que a oração constante é a ‘vontade’ de Deus para nós (1 Tss 5:17-18).
O escritor aos hebreus pediu a seus leitores que orassem por ele (Hb 13: 18).
Tiago nos informa que “a oração do justo” tem muita utilidade aos olhos de Deus
(Tg 5:13, 16).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;O cristão não
pode viver sem oração mais do que pode viver ser respirar ou comer. Muitas
vezes, nosso Senhor esteve acordado a noite inteira em oração diante do Pai. Se
Ele mesmo achou que oração era uma necessidade vital em Sua vida, quão mais
deveria um crente inclinar-se no peito de seu Pai celeste em oração? Deus nos
convida a ter comunhão com Ele, a fim de que possa nos abençoar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Nós dedicamos a oração a um Deus Santo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;As Escrituras
no lembram que Deus é, acima de tudo, santo (Lv 11:45). Ele é inexplicavelmente
santo em todos os Seus atributos e em todas as Suas ações. Do início da criação
à consumação de todas as coisas, tudo que Deus é e faz demonstra a pureza de
Sua absoluta santidade. “&lt;i&gt;Profira a minha
boca louvores ao Senhor, e toda carne louve o seu Santo nome para todo o sempre&lt;/i&gt;.”
(Sl 145:21)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Conseqüentemente,
as orações que Lhe dedicamos não devem ser expressas ligeiramente. O tempo que
uma pessoa se prostra diante do trono da graça não é uma ocasião para
leviandade. Nós devemos entrar na presença de Deus sabedores de que, conquanto
Ele seja nosso Pai celeste que ama seus filhos encarecidamente, Ele também é o
Todo-Poderoso Senhor do Universo, o qual exige ser tratado com o máximo
respeito e dignidade. Isto não quer dizer que nós devamos nos aproximar dEle
com temor acovardado, pois “&lt;i&gt;o perfeito
amor lança fora o medo&lt;/i&gt;” (1 Jo 4:18).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Entretanto,
devemos nos lembrar que a oração é um rico privilégio dado a nós pela graça do
Salvador que sofreu a morte por nós. Não podemos de forma alguma abusar dela ou
ser frívolos com ela. O Deus santo espera que nos aproximemos com uma atitude
de séria alegria em nossas orações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;A oração é, essencialmente,
trinitariana&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;O cristão ora
no poder habilitador de Deus o Santo Espírito, que torna apropriado, como é Seu
privilégio, a obra expiatória de Deus o Filho, o qual, sozinho, lhe dá acesso
ao trono de Deus o Pai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;A aproximação
de Deus o Pai pode ser feita unicamente através de Deus o Filho, o Senhor Jesus
Cristo (Jo 14:16). No mesmo capítulo do evangelho de João, Jesus enfatiza Sua
unidade essencial com o Pai (7, 11). Logo depois, nós aprendemos que o Espírito
Santo é dado aos crentes pelo Pai a pedido do Filho (16-17). Então, todas as
três Pessoas da Trindade estão envolvidas na obra da oração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Embora não
haja nada nas Escrituras contra orar de forma particular a qualquer das Pessoas
da Trindade, é geralmente conhecido que a oração é normalmente dirigida a Deus
o Pai. Como autor do plano da salvação, é ao Seu trono que devemos nos
aproximar em reverência e santo temor (Is 6). Por causa da expiação vicária
efetuada por Seu Filho, Ele está sempre disposto a ouvir as orações fervorosas
dos crentes aos aproximarem-se dEle em doce comunhão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Nós podemos
nos dirigir ao Pai através dos méritos de Seu Filho, e unicamente por Ele (Jo
14:6). Charles Haddon Spurgeon, em um sermão em Lucas 11:9-10 disse: “Nunca
houve uma verdadeira oração dedicada a Ele que não foi ouvida. As orações mais
aceitáveis em seu nível mais elevado chegam a Ele pelo caminho dos ferimentos
de Cristo.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Como a Pessoa
que aplica a grande salvação de Deus aos eleitos em regeneração e conversão, o
Espírito Santo energiza as orações a serem dedicadas. Em Sua onisciência, Ele é
perfeitamente familiar com a profundidade de nossos espíritos e com a santa
vontade de nosso Pai (Rm 8:26-27). Quando nos faltam palavras, Ele sabe
imediatamente como orar por nós. Ele sabe como compor orações de modo que sejam
aceitáveis ao Pai das luzes. Nós podemos descansar no conhecimento de que a
oração sincera do coração do crente não será desprezada pelo Pai, que nos
convida a que Lhe falemos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Adoração é um elemento integral da
oração&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;“&lt;i&gt;Louva, ó minha alma, ao Senhor. Louvarei ao
Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu viver&lt;/i&gt;”
(Sl 146:1-2). “&lt;i&gt;A minha alma engrandece ao
Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador&lt;/i&gt;” (Lucas 1:46-47).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Muitos
cristãos, seja por ignorância da natureza da oração ou por egoísmo, presumem
que o propósito da oração é “conseguir coisas de Deus”. Na verdade, encontramos
um livro sobre oração , escrito por um americano, John Richard Rice
[1895-1980], no qual ele proclama que oração é &lt;i&gt;somente&lt;/i&gt; pedir coisas a Deus. Louvor, ações de graças, ou adoração,
para ele, aparentemente não constituem a oração. Pedir nunca deve ser o foco
único da oração. Adorar é um grande privilégio. O crente passará a eternidade
empenhado na adoração a Deus. É necessário, portanto, que devotemos muito de
nossa atenção na oração, seja individual ou corporativa, pensando na adoração e
louvor devidos a Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Nenhuma outra
atividade engajada pelo cristão pode trazer tal bênção para nossas almas como a
adoração. Nenhum outro exercício que o cristão possa experimentar tem igual
efeito sobre seu entendimento do ser e natureza de Deus. É santificador estar
na presença de Deus e glorificar Seu nome. Nada mais que o cristão possa fazer
edifica sua mente e coração como curvar os joelhos diante de Deus e conhecer
sua presença soberana. Quando a adoração a Deus é feita de forma reverente e
espiritual, o crente conhece a comunhão com Deus de uma forma maravilhosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Nós com freqüência não sabemos sobre o
que devemos orar e, mesmo quando sabemos, nós oramos com motivos mistos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;Um de nossos textos guias aqui é Deuteronômio
29:29: “&lt;i&gt;As cousas encobertas pertencem ao
Senhor nosso Deus; porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos
para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei&lt;/i&gt;.” Se nós não entendemos
as “coisas secretas” que são conhecidas apenas pelo Todo-Poderoso Deus, quão
menos entendemos o próprio Deus? O Espírito Santo reside dentro dos crentes
para nos ajudar a orar (Rm 8:26-27).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Nós precisamos
da ajuda do Espírito para superar nossas tendências pecaminosas. Nós não oramos
como deveríamos, em parte, por causa de nossos motivos mistos. Muito de nossas
orações é egoísta e egocentricamente orientado, devido ao fato de nosso pecado
ser constantemente insistente, mesmo quando fazemos nosso maior esforço para
nos concentrarmos apenas em Deus durante nosso tempo de oração. Estamos sendo
constantemente arrastados pelo pecado dentro de nós. O Espírito Santo nos ajuda
aqui também.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Deus prometeu suprir todas as nossas
necessidades, mas não necessariamente todos os nossos desejos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;“&lt;i&gt;Escuta, ó Deus, a minha oração, dá ouvidos
às palavras da minha boca. ... Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor é quem
me sustenta a vida&lt;/i&gt;” (Sl 54:2,4). “&lt;i&gt;Confia
os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá: jamais permitirá que o justo seja
abalado&lt;/i&gt;” (Sl 55:22). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Estas
Escrituras testificam o fato de que Deus graciosamente sustenta seus
necessitados filhos ao ser procurado por eles em oração. Entretanto, isto
acontece quando procuramos as prioridades de Deus e não as nossas próprias. Nós
temos que discordar daqueles que pertencem ao movimento do “confissão
positiva”. Estes insistem que Deus é obrigado a dar aos cristãos qualquer coisa
que Lhes peçam!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;É ao nos
humilharmos perante Ele que Ele prometeu suprir nossas necessidades. E, embora
nossas necessidades, legítimas como criaturas, sejam graciosamente abastecidas
por Deus, Ele está, em última instância, muito mais interessado em nossas
necessidades e bem-estar espirituais. Pois nós precisamos principalmente de
salvação e santificação. Nós &lt;i&gt;precisamos&lt;/i&gt;
aprender os caminhos de Deus e como segui-los. Nós&lt;i&gt; precisamos &lt;/i&gt;nos preparar para a eternidade. Nós &lt;i&gt;precisamos&lt;/i&gt; experimentar o perdão de Deus
(João 13:10) e aquele íntimo relacionamento com Ele que a obediência à Sua
Palavra fornecerá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Muitos crentes
têm testificado, ao olharem para trás em suas vidas desde a conversão, de que
têm razão em agradecer a Deus por não ter Ele respondido muitas de suas orações
egoístas. Eles têm visto, em retrospectiva, a sabedoria dos caminhos de Deus e
têm aprendido como orar mais biblicamente de modo a glorificar a Deus e
edificar os santos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Vamos seguir
seus exemplos, pedindo que nos seja dado mais do Espírito de Deus para nos
dirigir, de modo a vermos nossas verdadeiras necessidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-4806244680902436106?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/4806244680902436106/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=4806244680902436106" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/4806244680902436106?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/4806244680902436106?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/L6YVYNw-viM/seria-alegria-da-oracao-crista.html" title="A Séria Alegria da Oração Cristã" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-LqGhuKmWMqI/Tt4kWLOuLKI/AAAAAAAAEqM/1rbdjSwnmao/s72-c/puritanos+ora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ospuritanos.blogspot.com/2011/12/seria-alegria-da-oracao-crista.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkADQXY9fip7ImA9WhRQEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-37861449.post-4134940178964696920</id><published>2011-12-04T21:28:00.000-03:00</published><updated>2011-12-05T16:52:50.866-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-05T16:52:50.866-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cântico do Salmo 61" /><title>Cântico do Salmo 61</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/q37SAt_Lvgc?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37861449-4134940178964696920?l=ospuritanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ospuritanos.blogspot.com/feeds/4134940178964696920/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37861449&amp;postID=4134940178964696920" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/4134940178964696920?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/37861449/posts/default/4134940178964696920?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/puritanos/~3/gua40wKWiHA/cantico-do-salmo-61.html" title="Cântico do Salmo 61" /><author><name>Os Puritanos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11841521256850538398</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-JLnscAjzi9c/TWuIpTqhs9I/AAAAAAAADVg/tpmDTtcbTRY/s220/logo_project_puritans.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/q37SAt_Lvgc/default.jpg" height="72" width="72" 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