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	<description>vegetação, ecologia, conservação e fotografia</description>
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		<title>Novo Manual Técnico da Vegetação Brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 16:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O novo Manual Técnico da Vegetação Brasileira, lançado ontem (18/12/2012) pelo IBGE, além de ter sua reedição, traz algumas alterações e adições em função de mudanças de conceitos e conhecimento acumulado ao longo dos últimos 20-25 anos pela equipe do IBGE.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O novo Manual Técnico da Vegetação Brasileira, lançado ontem (18/12/2012) pelo IBGE, além de ter sua reedição, traz algumas alterações e adições em função de mudanças de conceitos e conhecimento acumulado ao longo dos últimos 20-25 anos pela equipe do IBGE. Uma dessas alterações é a inclusão, no sistema de classificação, da Floresta Estacional Sempre Verde. Além disso, foi feita ainda a inclusão de uma nova tipologia de Campinarana (Campinarana Arbustiva), a distinção de presença ou ausência de palmeiras na Savana-Estépica (caatinga), a inclusão de mais um contato entre tipologias vegetacionais, novas tipos de usos antrópicos e uma nova unidade de mapeamento, designada por Áreas sem Cobertura Vegetal.</p>
<p align="justify">O que chama a atenção em uma olhada rápida no Manual, é que essa segunda edição traz perfis esquemáticos e fotos representativas de cada tipologia. Além disso, a versão em PDF possui o sumário com links funcionais para ir diretamente a cada página indicada. Para quem usa com frequência, vale a pena considerar a aquisição da versão impressa, que está por R$ 45,00 na loja online do IBGE.</p>
<p align="justify">Você pode conferir a segunda edição do Manual Técnico da Vegetação Brasileira baixando o arquivo diretamente dos servidores do IBGE através desse <a title="Manual Técnico da Vegetação Brasileira" href="ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursos_naturais/manuais_tecnicos/manual_tecnico_vegetacao_brasileira.pdf" target="_blank">link</a>. Infelizmente o servidor do IBGE é bastante lento e o download é bem demorado, por isso disponibilizei um <a title="Download do Manual Técnico da Vegetação Brasileira" href="http://sdrv.ms/ZPoTQh" target="_blank">link para baixar via SkyDrive</a> para agilizar o download. A aquisição da versão impressa pode ser feita diretamente na <a title="Adquira a versão impressa do Manual Técnico da Vegetação Brasileira" href="http://loja.ibge.gov.br/manual-tecnico-da-vegetac-o-brasileira.html" target="_blank">loja online do IBGE</a>.</p>
<p align="justify">Fonte: <a title="Veja a notícia no site do IBGE" href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2295&amp;id_pagina=1" target="_blank">IBGE</a></p>
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	Tags: <a href="http://www.qualea.com.br/tag/download/" title="download" rel="tag">download</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/fitogeografia/" title="fitogeografia" rel="tag">fitogeografia</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/ibge/" title="IBGE" rel="tag">IBGE</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/livro/" title="livro" rel="tag">livro</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/pdf/" title="PDF" rel="tag">PDF</a><br /></div>

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		<title>Biomas Brasileiros: exposição virtual</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2012 18:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="justify">A <a title="Veja a exposição virtual Biomas Brasileiros (abre em nova aba)" href="http://www.eravirtual.org/pt/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=304&#038;Itemid=44" target="_blank">exposição virtual dos Biomas Brasileiros</a> inicialmente foi aberta a público fisicamente e agora está disponível para todos via internet.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Muito se falou sobre o legado da Rio+20 em termos de políticas ambientais globais, com muitos afirmando que não houve avanço e <a title="Veja o artigo Rio+20: fracasso? no ScienceBlogs Brasil (abre em nova aba)" href="http://scienceblogs.com.br/discutindoecologia/2012/06/rio20-fracasso-total/" target="_blank">outros sendo mais otimistas</a>. Porém, segundo <a title="Veja o artigo biomas brasileiros de Tatiana Nahas no Blog Ciência na Mídia (abre em nova aba)" href="http://ciencianamidia.wordpress.com/2012/06/28/biomas-brasileiros/" target="_blank">Tatiana Nahas</a>, um dos legados mais importantes foram os eventos paralelos.</p>
<p align="justify">Há de se concordar com ela quando vemos a <a title="Veja a exposição virtual dos biomas brasileiros (abre em nova aba)" href="http://www.eravirtual.org/biomas/index.html" target="_blank">exposição virtual dos Biomas Brasileiros</a>, a qual inicialmente foi aberta a público fisicamente e que agora está disponível para todos via internet, diretamente no seu navegador. Evidentemente que esta exposição virtual não visa substituir o contato direto, no local, mas é uma forma bastante rica de conhecer mais sobre os biomas brasileiros sem sair da frente do computador. Sim, se todos pudessem conhecer todos os biomas pessoalmente seria de fato extraordinário, mas infelizmente isso não é algo tão simples.</p>
<div style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a title="Veja a exposição virtual Biomas Brasileiros (abre em nova aba)" href="http://www.eravirtual.org/biomas/" target="_blank"><img style="display: inline;" title="Exposição virtual Biomas Brasileiros" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/expo_biomas_br.jpg" alt="Exposição virtual Biomas Brasileiros" width="640" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição virtual Biomas Brasileiros</p></div>
<p align="justify">Além da exposição em si, foi criado ainda um <a title="Veja o Hotsite dos Biomas Brasileiros (abre em nova aba)" href="http://www.biomasdobrasil.com/" target="_blank"><em>hotsite</em> dos Biomas Brasileiros</a>, com informações sobre cada bioma, além de imagens de paisagens e espécies da fauna e da flora de cada ambiente. Para aqueles que estão aprendendo agora, vale lembrar que os biomas brasileiros são Amazônia, Ambientes Costeiros (mangues e restingas), Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal.</p>
<p align="justify">Só espero que este recurso seja persistente e que não removam a página daqui um tempo. Vamos torcer para isso.</p>
<p align="justify"><strong>[Atualizado]</strong> No parágrafo acima eu comentei que esperava que o recurso fosse persistente. Mas evidentemente que isso não é suficiente. Não sei por qual motivo, a exposição virtual foi removida e há somente um link para uma descrição da exposição e com a frase &#8220;Exposição Virtual: em breve&#8221;. Espero que a exposição volte em breve mesmo.</p>
<p align="justify">Via <a title="Veja o artigo no blog Ciência na Mídia (abre em nova aba)" href="http://ciencianamidia.wordpress.com/2012/06/28/biomas-brasileiros/" target="_blank">Ciência na Mídia</a></p>
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	Tags: <a href="http://www.qualea.com.br/tag/biodiversidade/" title="biodiversidade" rel="tag">biodiversidade</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/brasil/" title="Brasil" rel="tag">Brasil</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/evento/" title="evento" rel="tag">evento</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/rio20/" title="Rio+20" rel="tag">Rio+20</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/virtual/" title="virtual" rel="tag">virtual</a><br /></div>

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		<title>Talipariti pernambucense ou hibisco-do-mangue</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 20:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Talipariti pernambucense</em> (Arruda) Bovini é um arbusto da família botânica Malvaceae. Chega a atingir cerca de 3 m de altura e está presente nos mangues de toda costa brasileira. Possui como sinonímia botânica <em>Hibiscus pernambucensis</em> Arruda.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Talipariti pernambucense</em> (Arruda) Bovini é um arbusto da família botânica Malvaceae. Chega a atingir cerca de 3 m de altura e está presente nos mangues de toda costa brasileira. Possui como sinonímia botânica <em>Hibiscus pernambucensis</em> Arruda. Pelo fato das flores serem muito semelhantes a flores de hibisco, é popularmente conhecido por hibisco-do-mangue. É chamado ainda de guanxuma-do-mangue ou algodoeiro-do-mangue, este último pela semelhança com <em>Talipariti tiliaceum</em> (L.) Fryxell.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral as flores de hibiscos são muito bonitas e as dessa espécie não seriam diferentes. Embora não seja mais pertencente ao gênero <em>Hibiscus</em>, não deixa de ser um hibisco. Nos exemplares que fotografei em Ubatuba &#8211; SP, observei a ocorrência tanto de flores de cor amarela quanto de cor alaranjada, como pode ser visto nas imagens que ilustram esse artigo.</p>
<div id="attachment_799" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011491.jpg"><img data-attachment-id="799" data-permalink="http://www.qualea.com.br/2012/06/talipariti-pernambucense/attachment/23012011491/" data-orig-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011491.jpg" data-orig-size="4000,3000" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;2.8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;N8-00&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1295780831&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;5.8984375&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;105&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.002198&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Talipariti pernambucense (Arruda) Bovini" data-image-description="" data-medium-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011491-640x480.jpg" data-large-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011491-1024x768.jpg" class="size-medium wp-image-799" title="Talipariti pernambucense (Arruda) Bovini" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011491-640x480.jpg" alt="Talipariti pernambucense (Arruda) Bovini" width="640" height="480" srcset="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011491-640x480.jpg 640w, http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011491-1024x768.jpg 1024w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p class="wp-caption-text">Flor amarela de <em>Talipariti pernambucense</em> (Arruda) Bovini em Ubatuba, São Paulo.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Embora haja controvérsia taxonômica na existência de <em>Talipariti pernambucense</em> como espécie, uma vez que ela também é considerada uma variedade de <em>Talipariti tiliaceum</em> (<em>Talipariti tiliaceum </em>var.<em> pernambucense</em>), a considero aqui como espécie, com base <a title="Veja o artigo Anatomia foliar de Hibiscus tiliaceus L. e Hibiscus pernambucensis Arruda (abre em nova aba)" href="http://rodriguesia.jbrj.gov.br/FASCICULOS/rodrig51/5_malv1.pdf" target="_blank">nesse artigo</a> e na <a title="Veja Talipariti pernambucense na Lista de espécies da flora do Brasil 2012 (abre em nova aba)" href="http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2012/index?mode=dp&amp;tid=120977" target="_blank">lista de espécies da flora do Brasil de 2012</a>. <em>Tilipariti tiliaceum</em> é uma planta arbórea que, além de não ocorre naturalmente no Brasil, se estabelece em ambientes com solos arenosos, por isso o nome de algodoeiro-da-praia. Já <em>Tilipariti pernambucense</em> é associada a ambientes fluviomarinhos (mangues), daí o nome hibisco-do-mangue.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Tilipariti pernambucense</em> tem ampla ocorrência geográfica, sendo distribuída desde o estado estadunidense da Flórida até o Rio Grande do Sul, sempre associada a ambientes fluviomarinhos, principalmente em locais com menor saturação hídrica e de salinidade do que aquele dos manguezais propriamente ditos.</p>
<div id="attachment_795" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011490.jpg"><img data-attachment-id="795" data-permalink="http://www.qualea.com.br/2012/06/talipariti-pernambucense/attachment/23012011490/" data-orig-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011490.jpg" data-orig-size="4000,2600" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;2.8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Rafael&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;N8-00&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1340722108&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;5.8984375&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;100&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.005567&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Talipariti pernambucense (Arruda) Bovini" data-image-description="&lt;p&gt;Talipariti pernambucense, Hibiscus pernambucensis, hibisco-do-mangue, &lt;/p&gt;
" data-medium-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011490-640x416.jpg" data-large-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011490-1024x665.jpg" class="size-medium wp-image-795" title="Talipariti pernambucense (Arruda) Bovini" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011490-640x416.jpg" alt="Talipariti pernambucense" width="640" height="416" srcset="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011490-640x416.jpg 640w, http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/23012011490-1024x665.jpg 1024w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p class="wp-caption-text"><em>Talipariti pernambucense</em> (Arruda) Bovini ou hibisco-do-mangue, em Ubatuba, São Paulo.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma característica bastante interessante do hibisco-do-mangue, segundo <a title="Veja o artigo Distribuição espacial e co-ocorrência de formigas mutualísticas em arbustos de Hibiscus pernambucensis (Malvaceae) (abre em nova aba)" href="http://ecologia.ib.usp.br/curso/2011/pdf/paula_lemos.pdf" target="_blank">este artigo</a>, é de ela possuir <a title="Veja o significado de mirmecofilia na Wikipedia (abre em nova aba)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mirmecofilia" target="_blank">mirmecofilia</a> defensiva. Ou seja, ela fornece algum atrativo para formigas, as quais defendem a planta de ataques de outros insetos ou predadores. No caso de <em>Talipariti pernambucense</em>, ela fornece néctar para as formigas a partir de nectários extra-florais (NEFs).</p>
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		<title>Herbários online</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2012 02:45:21 +0000</pubDate>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.qualea.com.br/?p=648</guid>
		<description><![CDATA[<p align="justify">Herbários online para auxílio em identificações botânicas por comparação com imagens, correção de nomenclatura botânica e localização geográfica para correto enquadramento fitogeográfico.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Muitas pessoas chegam ao blog buscando por informações a respeito de herbários online, onde possam fazer consultas a nome de plantas ou comparar suas coletas botânicas com imagens de exsicatas ou mesmo de plantas <em>in natura</em>.</p>
<p align="justify">Essa é realmente uma grande necessidade para quem trabalha com levantamentos florísticos e precisa de referências sem ter que se deslocar a um herbário físico. Ou ainda, para evitar os custos de um especialista para que identifique uma planta cuja identificação seria viável bastando uma simples comparação.</p>
<p align="justify">Apesar das facilidades, existem algumas vantagens e desvantagens em relação aos herbários online. Enumero abaixo algumas que percebi ao longo do tempo. Caso alguém tenha mais alguma dica, por favor, fique a vontade para colocar nos comentários.</p>
<h5 align="justify">Principais vantagens</h5>
<ul>
<li>
<div align="justify">Evita, em muitos casos, o deslocamento até um herbário físico, resultando em ganho de tempo;</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Quando possui imagens de exsicatas em alta resolução, permite a comparação morfológica de pequenas estruturas, o que muitas vezes, a olho nu, não seria possível e demandaria uma lupa;</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Consultar a distribuição geográfica de espécies quando são conhecidas a latitude e a longitude da exsicata tombada, facilitando o entendimento da distribuição das espécies; e</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Redução das chances de degradação de exsicatas por manuseio nos herbários físicos;</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Rapidez de se encontrar uma determinada espécie por busca simples.</div>
</li>
</ul>
<h5 align="justify">Principais desvantagens</h5>
<ul>
<li>
<div align="justify">Reduzir ou eliminar a percepção de brilho e pilosidade em componentes da exsicata;</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Reduzir ou eliminar a percepção de volume e espessura de folhas, flores, frutos e sementes;</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Eliminar a possibilidade de manuseio e percepção de detalhes que auxiliem na identificação de outras exsicatas por comparação;</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Ausência de imagens das exsicatas na maior parte dos herbários online.</div>
</li>
</ul>
<p align="justify">Essas são algumas das vantagens e desvantagens dos herbários online ou virtuais. Possivelmente existam mais alguns itens para cada situação, mas não os tenho no momento. Mas independente disso, com essa pequena lista, pode-se perceber a grande vantagem de se recorrer a herbários que disponibilizam seus materiais botânicos online.</p>
<p align="justify">Mas além disso, é importante saber quando recorrer a cada situação. Acredito que em um primeiro momento, a busca por informações e comparativos com materiais botânicos existentes na internet é um bom começo, uma forma de eliminar grande parte das dúvidas existentes. Na medida em que dúvidas persistam, é melhor recorrer a um herbário físico ou a especialistas, pois é melhor gastar um pouco mais de tempo ou recursos financeiros e obter informações confiáveis.</p>
<p align="justify">E é lógico que eu não deixaria de comentar aqui quais as melhores ferramentas de herbários online. Ou, se não são as melhores, são as que mais utilizo.</p>
<h5 align="justify">Ferramentas</h5>
<p align="justify">Para começar, utilizo para comparação por imagens muitas vezes <a title="veja o site da Flora Digital do Rio Grande do Sul" href="http://www6.ufrgs.br/fitoecologia/florars/" target="_blank">Flora Digital do Rio Grande do Sul</a>, pois para levantamentos no estado do Paraná não há muita diferença. Mesmo para levantamentos em outros estados que possuem Florestas Ombrófilas Mista e Densa é possível de utilizar essa ferramenta. O mais interessante do Flora Digital do RS é que as imagens são obtidas de plantas não herborizadas, o que mantem a coloração e outras características inalteradas.</p>
<div style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a title="Ir para o site da Flora Digital do RS (abre em nova aba)" href="http://www6.ufrgs.br/fitoecologia/florars/" target="_blank"><img style="display: inline;" title="Ir para o site da Flora Digital do RS (abre em nova aba)" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/flora_digital_rs.jpg" alt="Ir para o site da Flora Digital do RS (abre em nova aba)" width="640" height="379" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do site da Flora Digital do Rio Grande do Sul, que também contempla a flora de Santa Catarina.</p></div>
<p align="justify">Outra ferramenta de comparação visual é a <a title="veja o site de Amostras de Herbário da Neotrópica" href="http://fm1.fieldmuseum.org/vrrc/index.php?language=br" target="_blank">Amostras de Herbário da Neotrópica</a>, que considero ser o melhor herbário online existente pela facilidade de uso e pelos recursos disponíveis. Há como selecionar a resolução da imagem das exsicatas para se obter o maior nível de detalhes possível. Porém, não espere encontrar ali exsicatas de todas as espécies de plantas do território brasileiro, mas é o que há de melhor atualmente.</p>
<div style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a title="Veja o site da Amostras de Hebário da Neotrópica (abre em nova aba)" href="http://fm1.fieldmuseum.org/vrrc/index.php?language=br" target="_blank"><img style="display: inline;" title="Veja o site da Amostras de Hebário da Neotrópica (abre em nova aba)" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/amostras_herbario_neotropica.jpg" alt="Veja o site da Amostras de Hebário da Neotrópica (abre em nova aba)" width="640" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">Parte do site da Amostras de Herbário da Neotrópica, que possui exsicatas da América do Sul e Central.</p></div>
<p align="justify">Se mesmo assim você ainda não conseguir obter resultados nas comparações, pode ainda recorrer ao <a title="Veja o site do Flora brasiliensis" href="http://florabrasiliensis.cria.org.br/opus" target="_blank">Flora brasiliensis</a>, projeto de disponibilização de toda a obra de Martius, que está online em alta resolução para consulta. Evidentemente que, como esta obra está escrita em latim, pode ser que existam algumas dificuldades de entendimento, mas muitas vezes vale o esforço.</p>
<div style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a title="Veja o site do projeto Flora brasiliensis (abre em nova aba)" href="http://florabrasiliensis.cria.org.br/opus" target="_blank"><img style="display: inline;" title="Visite o site do projeto Flora brasiliensis (abre em nova aba)" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/flora_brasiliensis.jpg" alt="Visite o site do projeto Flora brasiliensis (abre em nova aba)" width="640" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do site do projeto Flora brasiliensis, com os volumes da obra de Martius disponibilizados integralmente.</p></div>
<p align="justify">É possível que existam outras fontes de imagens para comparação, mas no momento eu os desconheço e peço desculpas caso tenha omitido alguma fonte relevante.</p>
<p align="justify">Após identificarmos as plantas da coleção que temos em mãos, seja em um herbário online ou físico, o próximo passo é obtermos o nome científico mais recente ou mais aceito. Essa tarefa já é significativamente mais fácil, pois fontes de nomes existem em quantidade satisfatória.</p>
<p align="justify">Particularmente recorro a <a title="Veja o site da Lista de Espécies da Flora do Brasil" href="http://floradobrasil.jbrj.gov.br" target="_blank">Lista de Espécies da Flora do Brasil</a>, que considero a mais completa e atual listagem de nomes botânicos brasileiros. Há a possibilidade de se consultar por nomes aceitos atualmente como por sinonímias botânicas, mas obtendo sempre a indicação do nome mais atual e aceito. Em alguns casos é possível observar exsicatas de algumas espécies, assim como sua distribuição pelas unidades da federação.</p>
<div style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a title="Veja o site da Lista de Espécies da Flora do Brasil (abre em nova aba)" href="http://floradobrasil.jbrj.gov.br" target="_blank"><img class=" " style="display: inline;" title="Veja o site da Lista de Espécies da Flora do Brasil (abre em nova aba)" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/flora_do_brasil.jpg" alt="Veja o site da Lista de Espécies da Flora do Brasil (abre em nova aba)" width="640" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do site da Lista de Espécies da Flora do Brasil.</p></div>
<p align="justify">Mas caso não seja possível obter os nomes de alguma planta nessa listagem, pode-se recorrer ao famoso <a title="Veja o site do Tropicos" href="http://tropicos.org/" target="_blank">Tropicos</a>, página mantida pelo <a title="Veja o site do Missouri Botanical Garden" href="http://www.missouribotanicalgarden.org/" target="_blank">Missouri Botanical Garden</a> e que sempre ajuda quem se mantem firma na busca de nomes botânicos corretos. Se mesmo assim você ainda não se der por satisfeito, pode consultar o <a title="Veja o site do IPNI" href="http://www.ipni.org/ipni/plantnamesearchpage.do" target="_blank">IPNI</a> para obter mais alguma informação.</p>
<div style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a title="Veja o site Tropicos (abre em nova aba)" href="http://tropicos.org/" target="_blank"><img class=" " style="display: inline;" title="Veja o site Tropicos (abre em nova aba)" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/tropicos.jpg" alt="Veja o site Tropicos (abre em nova aba)" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do site Tropicos, um dos mais fáceis de usar para encontrar sinonímias botânicas.</p></div>
<p align="justify">Agora, depois de saber os nomes corretos e aceitos das plantas com seus respectivos autores, é importante termos informações de ocorrências dessas espécies. Para tal uso o <a title="Veja o site do Herbário Virtual da Flora e dos Fungos" href="http://inct.splink.org.br/" target="_blank">Herbário Virtual da Flora e dos Fungos</a>, que está interligado aos bancos de dados de grande parte dos herbários nacionais e mais um tanto de herbários estrangeiros que possuem plantas brasileiras em suas coleções. O interessante desse site é que podem ser obtidas as coordenadas geográficas das exsicatas, quando são disponibilizadas. Com isso, pode-se obter a localização, ajudando a saber se existe realmente determinada espécie na região de estudo ou se houve erro na identificação.</p>
<div style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/herbario_virtual_plantas_fungos.jpg" target="_blank"><img class=" " style="display: inline;" title="Veja o site do Herbário Virtual da Flora e de Fungos (abre em nova aba)" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/06/herbario_virtual_plantas_fungos_thumb.jpg" alt="Veja o site do Herbário Virtual da Flora e de Fungos (abre em nova aba)" width="640" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do Herbário Virtual da Flora e dos Fungos.</p></div>
<p align="justify">Bom, vale lembrar que este artigo foi escrito tendo em mente que para o uso de herbários e das ferramentas online aqui listadas o leitor deva ter um mínimo de familiaridade com botânica sistemática ou dendrologia. Porém, nada impede que estas sejam excelentes ferramentas e que em um futuro próximo (assim espero) tenhamos herbários online ou virtuais cada vez mais poderosos para auxiliar em identificações, sem que tenhamos que necessariamente recorrer a um herbário físico.</p>
<h5 align="justify">Atualização [06/06/2012]</h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A amiga e doutoranda em Engª Florestal pela UFPR, <a title="Veja o currículo Lattes da Michella Yamamura Bardelli da Silva (abre em nova aba)" href="http://lattes.cnpq.br/8297798656230697" target="_blank">Michella Yamamura Bardelli da Silva</a>, após ler esse texto, me escreveu indicando o site do <a title="Veja o site do Herbarium Berolinense (abre em nova aba)" href="http://ww2.bgbm.org/Herbarium/default.cfm" target="_blank">Herbarium Berolinense</a>, do <a title="Ver o site do Jardim Botânico e Museu Botânico da Universidade de Berlim (abre em nova aba)" href="http://www.bgbm.org/" target="_blank">Jardim Botânico e Museu Botânico da Universidade de Berlim</a>. As buscas estão disponíveis em inglês, o que facilita para quem não entende alemão, como eu. As imagens são, acredito eu, de melhor qualidade que as imagens do <a title="Veja o site de Amostras de Herbário da Neotrópica" href="http://fm1.fieldmuseum.org/vrrc/index.php?language=br" target="_blank">Amostras de Herbário da Neotrópica</a>. Nesse herbário virtual, há 118 mil imagens de alta resolução de exsicatas de 221 países diferentes. Segundo a Michella, ela recorre a ele para auxiliá-la na identificação de espécies herbáceas.</p>
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</ul></div>
	<div class="st-post-tags">
	Tags: <a href="http://www.qualea.com.br/tag/exsicatas/" title="exsicatas" rel="tag">exsicatas</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/flora-brasiliensis/" title="Flora brasiliensis" rel="tag">Flora brasiliensis</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/herbario/" title="herbário" rel="tag">herbário</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/identificacoes-botanicas/" title="identificações botânicas" rel="tag">identificações botânicas</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/online/" title="online" rel="tag">online</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/plantas/" title="plantas" rel="tag">plantas</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/virtual/" title="virtual" rel="tag">virtual</a><br /></div>

<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
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		<title>As informações técnicas públicas são fáceis de encontrar?</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2012 02:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[<p align="justify">Muitas delas estão na internet, mas infelizmente parecem estar em um labirinto. Necessitam de muita pesquisa no <em>undergound</em> “internético” das instituições dos vários níveis de governo.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Muitas delas estão na internet, mas infelizmente parecem estar em um labirinto. Necessitam de muita pesquisa no <em>undergound</em> “internético” das instituições dos vários níveis de governo. A começar pelo <a title="Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística" href="http://www.ibge.gov.br" target="_blank">IBGE</a>, onde os produtos são dispostos de forma pouco intuitiva e muito fragmentada, com várias formas de se acessar diferentes tipos de conteúdo – e as vezes, diferentes formas de acessar o mesmo conteúdo. Em outras situações, como no <a title="Vá até o site do Ministério do Meio Ambiente" href="http://www.mma.gov.br" target="_blank">MMA</a>, ocorre o mesmo.</p>
<p align="justify">Particularmente acredito que cada esfera governamental deveria ter seu portal de conteúdo com acesso intuitivo, de fácil pesquisa e com pouca ou nenhuma fragmentação. Um exemplo seria um portal de publicações do Governo Federal, onde você poderia navegar por temas ou faria busca pelo conteúdo conforme o tema de interesse. Seria ótimo, não?</p>
<p align="justify">Críticas a parte, eu já conhecia há bastante tempo o portal do MMA e algumas das publicações lá presentes. Uma delas, que acho muito interessante, é o livro <a title="Ver a publicação Cerrado: Ecologia, Biodiversidade e Conservação no site do Probio" href="http://homolog-w.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=14&amp;idConteudo=1918" target="_blank">Cerrado: Ecologia, Biodiversidade e Conservação</a>, já esgotado em papel, mas presente na página do <a title="Vá até a página do Probio" href="http://homolog-w.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=14" target="_blank">Probio</a> em PDF para baixar. Existe uma gama enorme de publicações técnicas sobre biodiversidade e conservação de todo o Brasil nas páginas do Probio, que pode ser acessado através desse <a title="Veja as publicações online do Probio" href="http://homolog-w.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=14&amp;idConteudo=818&amp;idMenu=453" target="_blank">link</a>. Em <a title="Veja mais publicações do Ministério do Meio Ambiente" href="http://homolog-w.mma.gov.br/index.php?ido=publicacao.exibirTodasPublicacoes" target="_blank">outro canto da página do MMA</a>, pode-se encontrar outras publicações interessantes também.</p>
<p align="justify">Esses são alguns exemplos na esfera do Governo Federal. Mas cada estado e muitos municípios brasileiros possuem áreas de publicações em suas diferentes instituições, cada qual mais ou menos escondida, que podem proporcionar acesso a informações essenciais para auxiliar na composição de outros materiais.</p>
<p align="justify">Caso você saiba de alguma fonte “oculta” de publicações técnicas públicas, por favor, compartilhe nos comentários.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">Créditos da foto da capa do artigo: </span><a title="Ver Longleat Hedge Maze no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/cyberslayer/952121271" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">Longleat Hedge Maze</span></a><span style="font-size: xx-small;"> por </span><a title="Ver a página de publicações de fotos de Cyberslayer" href="http://www.flickr.com/photos/cyberslayer/" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">Cyberslayer</span></a><span style="font-size: xx-small;"> no </span><a title="Abrir a página do Flickr" href="http://www.flickr.com" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">Flickr</span></a><span style="font-size: xx-small;">, sob uma licença </span><a title="Ver as condições de licenciamento." href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">CC BY-NC-SA 3.0</span></a><span style="font-size: xx-small;">.</span></p>

	<div class="st-post-tags">
	Tags: <a href="http://www.qualea.com.br/tag/biodiversidade/" title="biodiversidade" rel="tag">biodiversidade</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/conservacao/" title="conservação" rel="tag">conservação</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/download/" title="download" rel="tag">download</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/ibge/" title="IBGE" rel="tag">IBGE</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/meio-ambiente/" title="Meio ambiente" rel="tag">Meio ambiente</a>, <a href="http://www.qualea.com.br/tag/pdf/" title="PDF" rel="tag">PDF</a><br /></div>

<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
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		<title>Árvores e Vinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 21:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Sempre achei extremamente agrad&#225;vel a combina&#231;&#227;o entre &#225;vores e vinhos. Seja bebendo um bom vinho &#224; sombra de uma &#225;rvore com uma &#243;tima paisagem (quase uma cena de cinema) ou mesmo o desenho dos r&#243;tulos com a tem&#225;tica arb&#243;rea. Isso tudo sem considerar a matura&#231;&#227;o do vinho em barris de carvalho ou de outras madeiras que por ventura sejam utilizadas com sucesso para tal finalidade.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sempre achei extremamente agradável a combinação entre ávores e vinhos. Seja bebendo um bom vinho à sombra de uma árvore com uma ótima paisagem (quase uma cena de cinema) ou mesmo o desenho dos rótulos com a temática arbórea. Isso tudo sem considerar a maturação do vinho em barris de carvalho ou de outras madeiras que por ventura sejam utilizadas com sucesso para tal finalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No último final de semana tive a oportunidade de degustar um bom vinho californiano da <a href="http://www.oakleafvineyards.com/" target="_blank">vinícola Oak Leaf</a>. Para algumas pessoas com paladar mais refinado, talvez esse vinho de R$18,50 não seja o ideal. Mas a ideia aqui não é necessariamente discutir enologicamente o vinho, mas sim tratar de seu tema de árvore no rótulo. Muito embora, eu tenha gostado bastante desse vinho.</p>
<p><a href="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/05/2012-05-19-207-e1337887170250.jpg"><img class="aligncenter" title="Oak Leaf Merlot" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/05/2012-05-19-207-768x1024.jpg" alt="Oak Leaf Merlot" width="538" height="717" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No rótulo deste <a href="http://www.oakleafvineyards.com/pdf/tastingnotes/OLF-WM_TN_MER_front0910.pdf" target="_blank">Merlot da Oak Leaf</a> podemos perceber quatro desenhos das diferentes condições das folhas do carvalho (oak leafs) conforme a estação do ano. Na figura do canto superior esquerdo vemos o carvalho no inverno, sem as folhas e com flocos de neve representados por cristais de gelo. No desenho do canto superior direito, já na primavera, temos as folhas do carvalho brotando. No canto inferior esquerdo temos, no verão, as maiores folhas. E por último, no canto inferior direito, as folhas com tonalidade avermelhada e em queda, no outono.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais interessante de tudo, é que o <a title="Veja mais sobre a espécie na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quercus_alba" target="_blank"><em>Quercus alba</em></a> L., originário da região leste da América do Norte e conhecido popularmente por carvalho-branco, provavelmente seja a árvore inspiradora da vinícola.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 9px;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><a href="http://www.flickr.com/photos/melystu/7176204016/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="Treasured White Oak (Quercus alba)" src="http://farm8.staticflickr.com/7078/7176204016_6c5e419879_b.jpg" alt="Treasured White Oak (Quercus alba)" /></a></span></span></strong><strong style="color: #000000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 20px; line-height: 1.3em;"><span style="font-size: 9px;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Treasured White Oak (<em>Quercus alba</em>) por <a href="http://www.flickr.com/photos/melystu/" target="_blank">mystuart</a> no <a href="http://www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>, sob uma licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/" target="_blank">CC BY-NC-ND 3.0</a>.</span></span></strong><br />
<strong style="color: #000000; line-height: 1.3em;"><span style="font-size: 9px;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Créditos da imagem da capa do post: <a href="http://www.flickr.com/photos/nitr0z/1530706129/" target="_blank">Tree in Wine</a> por <a href="http://www.flickr.com/photos/nitr0z/" target="_blank">KnowColor</a> </span></span></strong><strong style="color: #000000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 20px; line-height: 26px;"><span style="font-size: 9px;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">no <a href="http://www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>, sob uma licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/" target="_blank">CC BY-NC-SA 3.0</a>.</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Espero em breve poder trazer mais rótulos de vinhos com a temática arbórea. Um brinde ao carvalho-branco.</p>
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		<title>Árvores das Nossas Vidas: Palmeira-Jussara</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 16:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies ameaçadas]]></category>
		<category><![CDATA[Flora]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p align="justify">A <em>Euterpe edulis</em> Mart. é uma palmeira da família botânica Arecaceae (uma redundância) com alturas que, na fase adulta, podem variar entre 8 e 15 metros.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Dando continuidade a série <strong>Árvores das nossas vidas</strong>, na qual me proponho a trazer curiosidades a respeito de árvores que participam da nossa vida cotidiana de alguma forma (<a href="http://www.qualea.com.br/2008/09/arvores-das-nossas-vidas-castanheira-do-para/">veja aqui a primeira sobre a castanheira-do-pará</a>), venho tratar da palmeira-jussara, que também é conhecida simplesmente por jussara (ou juçara).</p>
<p align="justify">A <em>Euterpe edulis</em> Mart. é uma palmeira da família botânica Arecaceae (uma redundância) com alturas que, na fase adulta, podem variar entre 8 e 15 metros, chegando a atingir até 20 metros (Lorenzi, 2002; Carvalho, 1994). As flores estão dispostas em uma inflorescência de cor creme a amarelado, rendendo a ela o nome de “cachinhos dourados” quando florida. Tudo bem que esse é um apelido que eu mesmo atribuo, mas não deixa de ser verdade.</p>
<p align="justify"><img data-attachment-id="475" data-permalink="http://www.qualea.com.br/2012/05/arvores-das-nossas-vidas-palmeira-jussara/07122010048_thumb-jpg/" data-orig-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/05/07122010048_thumb.jpg" data-orig-size="640,480" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Cachinhos dourados" data-image-description="" data-medium-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/05/07122010048_thumb-300x225.jpg" data-large-file="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/05/07122010048_thumb.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-475" title="Cachinhos dourados" src="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/05/07122010048_thumb.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/05/07122010048_thumb.jpg 640w, http://www.qualea.com.br/wp-content/uploads/2012/05/07122010048_thumb-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><span style="font-size: xx-small;"><strong>Cachinhos dourados &#8211; <span style="font-family: Verdana;"><em>Euterpe edulis</em> Mart. com inflorescências.</span></strong></span></p>
<p align="justify">A ocorrência natural da espécie está associada principalmente a Floresta Ombrófila Densa da encosta atlântica e a Floresta Estacional Semidecidual da bacia do rio Paraná e seus afluentes, com limite de altitude de cerca de 800 metros s.n.m. Desta forma, ocorre desde a Bahia até Rio Grande do Sul, com eventual ocorrência no estado do Pernambuco, além dos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul. A oeste tem como limites a Argentina e o Paraguai (Carvalho, 1994).</p>
<p align="justify">A jussara está na <a title="Flora brasileira ameaçada de extinção" href="http://www.qualea.com.br/2008/09/flora-brasileira-ameacada-de-extincao/">última lista oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção</a>. Isso se deve ao valor do palmito, uma vez que é o mais apreciado para consumo humano. Diferentemente de outras espécies fornecedoras de palmito, <a title="Palmito juçara: uma palmeira ameaçada na Mata Atlântica" href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/06/palmito-jucara-uma-palmeira-ameacada-na-mata-atlantica.html" target="_blank">a palmeira-jussara não regenera após o corte</a>, fato que gerou a escassez dessa palmeira. Entretanto, o seu palmito ainda é encontrado em mercados, provenientes de plantios manejados e aprovados pelo IBAMA ou órgãos ambientais estaduais responsáveis, embora infelizmente ainda seja vendido a partir de corte ilegal no mercado negro.</p>
<p align="justify">Porém, um novo produto desta linda palmeira está acelerando a sua recuperação em nossas florestas. Os frutos estão se tornando mais lucrativos que o palmito, pois assim como o açaí (<em>Euterpe oleracea</em> Mart.), a jussara também fornece polpa alimentícia com <a title="COMPARAÇÃO NUTRICIONAL  DA POLPA  DOS FRUTOS DE JUÇARA  E DE AÇAÍ" href="http://www.inaceres.com.br/downloads/artigos/acai_jucara.pdf" target="_blank">valor nutricional semelhante</a>.</p>
<p align="justify"><a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-ecologia/v/sistemas-agroflorestais-parte-3/1552757/" target="_blank">Neste vídeo</a> pode ser visto como é o processo de obtenção da polpa dos frutos da jussara e como essa polpa pode ser utilizada na culinária. Realmente um grande passo na conservação desta espécie e na alimentação humana.</p>
<h6>Bibliografia consultada</h6>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small;">CARVALHO, P.E.R. <strong>Espécies florestais brasileiras: recomendações silviculturais, potencialidades e uso da madeira.</strong> EMBRAPA – CNPF. Brasília &#8211; DF, 1994. 640 p.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small;">LORENZI, H. <strong>Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil.</strong> Vol. 1, 4ª ed. Instituto Plantarum. Nova Odessa – SP, 2002. 384 p.</span></p>
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		<title>Lançado o primeiro mapa de uso do solo do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 15:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartografia]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[uso do solo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="justify">Hoje (08/12/10) o IBGE lançou o primeiro mapa de ocupação e uso do solo abrangendo todo o território nacional. Está em escala de 1:5.000.000, o que permite avaliar a dinâmica e as tendências de ocupação e uso da terra.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Hoje (08/12/10) o IBGE lançou o primeiro mapa de ocupação e uso do solo abrangendo todo o território nacional. Está em escala de 1:5.000.000, o que permite avaliar a dinâmica e as tendências de ocupação e uso da terra.</p>
<p align="justify">Você pode baixar o mapa neste <a href="ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapas_tematicos/mapas_murais/mapamural_uso_da_terra_final.pdf" target="_blank">link do IBGE</a>.</p>
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</ul></div>
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		<title>Desenvolvimento sustentável: não há mais tempo!</title>
		<link>http://www.qualea.com.br/2009/03/desenvolvimento-sustentavel-nao-ha-mais-tempo/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 16:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Prakki Satyamurty]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="justify">Segundo Prakki Satyamurty, Pesquisador em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), não há mais tempo para pensarmos em desenvolvimento sustentável.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Segundo Prakki Satyamurty, Pesquisador em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Meteorologia, não há mais tempo para pensarmos em desenvolvimento sustentável. O pesquisador afirmou que a capacidade de suporte do planeta em termos de recursos naturais está se esgotando.</p>
<p align="justify">Já passou o tempo do desenvolvimento sustentável. Agora é tempo de fazer uma retirada sustentável, ou seja, temos que retirar, gradativamente, por exemplo, o número de automóveis das ruas. Tudo o que foi colocado em excesso e hoje contribui para a destruição do meio ambiente precisa sair de cena. Esse é um assunto muito polêmico, mas as autoridades precisam parar e pensar em tudo o que está acontecendo. O mundo tem que mudar para melhor&#8221;, afirmou Satyamurty.</p>
<p align="justify">Concordo plenamente com o que diz Satyamurty e digo que são poucos os corajosos a afirmar isso publicamente. Não se trata de alarmismo, trata-se de realidade. E o pesquisador vai além, afirmou ainda que &#8220;todo país que estivesse crescendo demais deveria pagar por isso. Seria um incentivo à redução das populações e um benefício para o meio ambiente como um todo porque o planeta não aguenta mais essa situação.&#8221;</p>
<p align="justify">Isso contribui para as discussões sobre o tema Desenvolvimento Sustentável expostas no meu <a href="http://www.qualea.com.br/2008/10/desenvolvimento-sustentavel-e-possivel/">último post</a> (nossa, já faz quase 6 meses!).</p>
<p align="justify">Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2009-03-29/nao-ha-mais-tempo-para-desenvolvimento-sustentavel-afirmam-pesquisadores">Agência Brasil</a></p>

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		<title>Desenvolvimento sustentável: é possível?</title>
		<link>http://www.qualea.com.br/2008/10/desenvolvimento-sustentavel-e-possivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 16:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Serathiuk]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="justify">Como sustentabilidade depende de eficiência energética, digo que temos muito a evoluir nesse quesito, principalmente se considerarmos que ainda se usa carvão para mover indústrias. Energia solar, que eu entendo como uma das maravilhas pouco aproveitadas ainda, será futuramente a principal fonte utilizada (mas bem futuramente mesmo).</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Há um tempo atrás li um texto da Isis Nóbile Diniz, no <a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/">Xis-Xis</a>, onde ela afirma que <a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/2008/07/desenvolvimento-sustentavel-nao-existe.php">desenvolvimento sustentável não existe</a>. Fiz um comentário no post e o transcrevo aqui.</p>
<p align="justify">Quando tratamos de sustentabilidade, devemos pensar em termos de escala, tanto temporal quanto espacial. Se consideramos uma tribo indígena isolada ou uma comunidade alternativa, estas podem se manter sustentáveis por longos períodos, em anos, décadas ou séculos. Pensando em sustentabilidade de países, temos alguns exemplos: digamos, a Mauritânia por um lado e os EUA por outro. O nível de consumo de um país como a Mauritânia é realmente baixo e pode se manter assim por muito tempo. Por outra via, os recursos utilizados pela população estadunidense é um tanto exagerado quando comparamos com a média de consumo mundial. Agora pense no povo chinês consumindo proporcionalmente o mesmo que a população dos EUA. Por quanto tempo isso seria possível?</p>
<p align="justify">Entretanto, isso tudo foi dito sem considerar o desenvolvimento. Somente a sustentabilidade. Se o nível de desenvolvimento global continuar, não há condições reais de sustentabilidade. Desenvolvimento e sustentabilidade nesse caso são antagônicos. Desenvolvimento sustentável com dignidade e qualidade de vida para todos é uma utopia ou mesmo impossível. Os mecanismos econômicos hoje nos impelem para o desenvolvimento, mas não para a sustentabilidade. Acho que vale a pena ler <a href="http://www.oeco.com.br/convidados/64-colunistas-convidados/16819-oeco_27115">este artigo do Carlos Gabaglia Penna</a> para entender melhor.</p>
<p align="justify">Como sustentabilidade depende de eficiência energética, digo que temos muito a evoluir nesse quesito, principalmente se considerarmos que ainda se usa carvão para mover indústrias. Energia solar, que eu entendo como uma das maravilhas pouco aproveitadas ainda, será futuramente a principal fonte utilizada (mas bem futuramente mesmo). Aí sim vamos ao menos tender a uma sustentabilidade.</p>
<p align="justify">Então, respondendo à pergunta do título do texto, eu afirmo que depende. Que maravilha de resposta, hein, Rafael?! Pois é! Depende das escolhas da humanidade. Mas como disse antes, sustentabilidade é uma antítese de desenvolvimento.</p>

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<p><a rel="nofollow" href="http://www.qualea.com.br">QUALEA</a></p>
]]></content:encoded>
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