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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Recursos Humanos - Últimas Notícias</title><link>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>14/08/2012 11:12:35</lastBuildDate><qtdP>0</qtdP><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/recursoshumanosnoticias" /><feedburner:info uri="recursoshumanosnoticias" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Portal Educação está pela 3ª vez consecutiva entre as 100 Melhores Empresas para se Trabalhar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/hh2zJg-XuCk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Pelo terceiro ano consecutivo, o &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Portal Educação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, maior empresa de Educação a Distância do país, está entre as 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. O resultado de mais essa conquista aconteceu ontem, dia 13 de agosto, durante cerimônia de premiação do Great Place to Work e Revista Época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 16&amp;ordf; edição da pesquisa, participaram do processo de 2012, 1.013 companhias e foram ouvidos 1,8 milhão de colaboradores. As campeãs foram divididas nas categorias Grandes e Multinacionais e as 30 Melhores Empresas para Trabalhar &amp;ndash; Médias e Pequenas. Além disso, o estudo destacou as melhores em sub-rankings, onde o &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Portal Educação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; ficou entre as dez campeãs em três categorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as 100 Melhores que &amp;ldquo;treinam melhor&amp;rdquo;, a empresa de EaD ficou em 10º lugar. Também ganhou destaque no quesito &amp;ldquo;As empresas com mais jovens&amp;rdquo;. Nessa categoria, as dez campeãs em porcentagem de funcionários com até 25 anos o Portal atingiu a 9&amp;ordf; posição. Outro destaque em que a empresa conquistou a 8&amp;ordf; colocação foi no quesito &amp;ldquo;As melhores em qualidade de vida&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As informações de como foi o evento e como ficou o ranking das Melhores para se Trabalhar no País estarão no Guia GPTW na edição da revista Época que estará disponível nas bancas no próximo fim de semana.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/hh2zJg-XuCk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Assessoria de Comunicação</author><pubDate>14/08/2012 00:00:00 11:08:00</pubDate><id>56310</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=56310</feedburner:origLink></item><item><title>Como ser encantador no trabalho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/9w91Niaks0A/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quando trabalhava na Apple, nos anos 1990, o americano Guy Kawasaki, de 58 anos, ocupava o cargo de evangelista-chefe, o profissional responsável por manter em alta a admiração pelos computadores Macintosh. Deixou a empresa para abrir um fundo de venture capital no Vale do Silício, trabalho no qual exercitou ainda mais a capacidade de reconhecer boas ideias e deixar-se ser seduzido por elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessas experiências, surgiu o último de seus dez livros, Encantamento (Editora Alta Books, 240 páginas), lançado recentemente no Brasil, no qual fala sobre como influenciar pessoas e criar admiração por produtos e novos projetos. &amp;ldquo;É um livro sobre modificar as ações das pessoas&amp;rdquo;, diz Guy, que também é uma celebridade do Twitter, onde tem mais de 800 000 seguidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que é encantamento? Não é apenas outra maneira de se referir à persuasão? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; O que chamo de encantamento é um processo de construção de relacionamento com base em três pilares: simpatia, confiabilidade e qualidade. Quando você tem essa atitude, passa a valorizar as interações profissionais e começa a vê-las como uma oportunidade de compartilhar paixão e visão. A persuasão faz parte do encantamento, mas não é tudo. Eu diria que todas as pessoas encantadoras são persuasivas, mas nem todas as pessoas persuasivas são encantadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como desenvolver simpatia, confiabilidade e qualidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; Nos relacionamentos digitais, que são contatos muito importantes hoje, ser simpático é fazer da palavra &amp;ldquo;sim&amp;rdquo; sua resposta padrão. Isso significa que, quando as pessoas perguntam ou pedem coisas por meio online, você sempre deve pensar em &amp;ldquo;sim, eu vou ajudar&amp;rdquo;. Em contatos pessoais, eu diria que o item mais importante da simpatia é manter a qualidade do seu sorriso. Em relação à confiabilidade, a atitude mais importante, seja em meio digital, seja em analógico, é estar disposto a confiar nas pessoas antes que elas confiem em você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;É possível fazer isso sendo fraco em um dos três pilares?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; Sim, é absolutamente possível, embora seja necessário pelo menos alguma dose de todos. Pense na vida real: você não pode fabricar uma porcaria de produto e acreditar que vá encantar alguém, pelo menos não durante muito tempo. Em uma situação ideal é necessário que haja todos os três, mas pode ser feito sem que algum deles esteja presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Existem empresas encantadoras?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; Uma companhia encantadora é, obviamente, a Apple. E ela também responde à pergunta anterior. A Apple tem seu ponto forte no pilar da qualidade. Ela às vezes age de uma maneira antipática, às vezes é pouco confiável. Mas a qualidade dos seus produtos é tão grande que ela consegue superar os ruídos com o consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;É possível cativar usando apenas redes sociais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; Essas ferramentas tornam o processo mais fácil, mas não resolvem tudo. Se você não é uma pessoa encantadora e está usando Facebook ou twitter, provavelmente só fará com que mais pessoas vejam que não é encantador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Existe algum cargo que exija um maior poder de encantamento?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; Eu poderia defender a hipótese de que o CEO deveria ser o executivo encantador-chefe de uma empresa. E você poderia me dizer que Steve Jobs não era necessariamente uma pessoa encantadora. Mas gosto de acreditar que todas as pessoas deveriam se esforçar para encantar. É melhor que apontar departamentos que deveriam ser mais simpáticos ou confiáveis do que outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O chefe deve ser seduzido também? Não existe o risco de parecer bajulador?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; Eu acredito que a atitude mais importante em qualquer parte da carreira é dar prioridade máxima aos pedidos de seu chefe. Sim, o risco de parecer bajulador existe, mas, idealmente, o profissional deveria encantar seu chefe, seus colegas e seus pares. Uma coisa não exclui a outra. Para agradar o chefe, você não tem, necessariamente, que sacrificar seu relacionamento com outros colegas. Existem maneiras de encantar seus colegas também. Acredito que uma das mais poderosas é mostrar a eles que você fará os trabalhos pesados, que você fará o que for necessário pela equipe. Isso estabelece uma relação de confiança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais são os erros mais comuns ao tentar convencer alguém?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; Acredito que um dos grandes perigos é levar para o lado pessoal. Numa relação profissional, o que está em jogo são a meta, a causa, o produto, o cliente. A pessoa nunca é mais importante do que a causa. E isso acontece muito com líderes bem-sucedidos, que acreditam que as regras já não se aplicam a eles. Acreditam ser indispensáveis. As pessoas precisam se lembrar que o foco simplesmente não está sobre elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como quem não quer ser encantado pode se proteger?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guy Kawasaki:&lt;/strong&gt; Acredito que seja muito importante saber como resistir ao encantamento. Porque nem todo mundo que tenta encantar quer o melhor para o outro. Se você souber que há situações nas quais é mais suscetível a ser encantado, deve evitá-las. Uma maneira é se perguntar: &amp;ldquo;Serei feliz com essa decisão daqui a seis ou 12 meses?&amp;rdquo;. Outro jeito é criar uma lista e evitar a decisão emocional. Digamos que você vai comprar um carro. Então, faça uma lista de itens como localização da oficina, garantia, condições de pagamento. assim, dá para garantir que o que está comprando é o que você precisa.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/9w91Niaks0A" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 16:06:00</pubDate><id>56232</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=56232</feedburner:origLink></item><item><title>Como sua empresa perde tempo e dinheiro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/VfVpL067aKg/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Lidar com a falta de tempo e dinheiro faz parte da rotina da maioria dos pequenos e médios empresários. Horários e orçamentos apertados fazem muitas empresas estagnarem por anos. Mas estes recursos limitados não podem ser uma desculpa para não implantar melhorias no seu negócio. &amp;ldquo;Há palestras e workshops que são gratuitos e podem auxiliar o empreendedor&amp;rdquo;, afirma Alexssandro Mello, coordenador técnico dos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; voltados às pequenas e médias empresas do ProCED-FIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A longo prazo, adiar determinadas atitudes custam tempo e dinheiro para os empreendedores. Para Edison Kalaf, professor de empreendedorismo da Business School São Paulo, é normal que empresários sejam avessos a mudanças. &amp;ldquo;A rotina dá uma falsa impressão de segurança, só que o mercado muda e é preciso mudar sempre também&amp;rdquo;, explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Banir o treinamento para equipe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O crescimento e a sobrevivência de uma empresa dependem de um bom relacionamento entre a equipe e o gestor. Adiar treinamentos que agilizam processos e melhoram a dinâmica da empresa é uma forma de perder dinheiro e tempo no futuro. Para Kalaf, a eficiência não acontecerá sem capacitação. &amp;ldquo;O elemento mais importante de uma empresa hoje são as pessoas&amp;rdquo;, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, Mello enfatiza a importância de focar em detalhes de gestão de pessoas como as políticas de reconhecimento da empresa. Dessa maneira, o engajamento da sua equipe com a empresa virá naturalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Fugir das leis trabalhistas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A admissão ou demissão de um funcionário podem trazer uma grande dor de cabeça ao empresário que não segue à risca as leis trabalhistas. A longo prazo, a probabilidade da empresa ter que lidar com um processo legal na Justiça é grande. &amp;ldquo;Isso fará com que o empreendedor pense dez vezes antes de demitir um funcionário&amp;rdquo;, afirma Kafaf. Não seguir as leis pode dar certo no começo de um negócio, mas não é sustentável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Adiar investimentos em marketing&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A relação com os clientes de seu produto e serviço não deve ser desprezada. Investir em comunicação e marketing demanda capital e, às vezes, mão de obra terceirizada, mas é essencial para o crescimento de uma empresa. &amp;ldquo;O problema é o empreendedor ficar só na operação e não conseguir olhar para a empresa&amp;rdquo;, afirma Mello.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Kalaf, sem uma marca exposta de maneira efetiva no mercado a empresa restringe seu potencial de vendas. &amp;ldquo;Uma das grandes armadilhas para uma empresa é depender de somente um ou dois clientes&amp;rdquo;, explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Não atualizar o planejamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Um bom planejamento precisa de atualização diária, mensal e anual. Qualquer alteração do mercado pode gerar mudanças significativas no seu negócio. De acordo com Mello, os empresários tendem a negligenciar o planejamento, pois acreditam que uma vez realizada não precisa de um acompanhamento.&lt;br /&gt;
Isso vale tanto para o planejamento quanto para o controle das finanças de seu negócio. &amp;ldquo;É preciso tempo e disciplina para administrar os custos da empresa&amp;rdquo;, diz Kalaf.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/VfVpL067aKg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 16:05:00</pubDate><id>56231</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=56231</feedburner:origLink></item><item><title>5 habilidades raras no mercado mundial</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/Hrfg557buxo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A falta de talentos está tirando o sono de recrutadores em todo o globo. Mas a carência não está relacionada apenas com formação específica. Alguns comportamentos e competências gerais também se tornaram raros no mercado de trabalho nos últimos anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pensando nisso, a Hays conduziu um levantamento em mais de 30 países para checar quais as habilidades que estão em falta no mercado. Confira:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Falar mais de um idioma&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Que o inglês é a língua dos negócios ninguém mais duvida. Ter o domínio total do idioma deixou de ser um diferencial para ser uma obrigatoriedade. &amp;ldquo;A exigência de fluência aumentou muito&amp;rdquo;, diz Raphael Falcão, consultor da HAYS. A demanda agora passou a ser pelo profissional que sabe mais de dois ou três &lt;a href="http://www.portalidiomas.com.br"&gt;&lt;strong&gt;idiomas&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Espanhol, francês, alemão e até chinês são boas opções para quem quer alavancar o currículo e se dar bem em processos seletivos. &amp;ldquo;Esse tipo de conhecimento é essencial para quem quer atingir um lugar de destaque&amp;rdquo;, diz Falcão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2- Comunicação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Saber se expressar, trabalhar bem em equipe e construir bons relacionamentos são pontos cruciais na era pós-globalização.&lt;br /&gt;
O profissional que pretende se destacar na carreira precisa investir na sua capacidade de comunicação. &amp;ldquo;Antigamente o ambientes eram mais homogêneos, e hoje há profissionais de diferentes culturas trabalhando juntos&amp;rdquo;, explica o consultor da HAYS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Fazer intercâmbio é um caminho interessante para saber lidar com pessoas e ambientes diferentes. Livros também podem ajudar a capacidade de falar bem em público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3- Gerenciamento de equipe e liderança&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Basta levantar os olhos e observar a sua sala de trabalho para perceber que, cada vez mais, jovens profissionais assumem cargos de liderança. De acordo com a pesquisa divulgada pela HAYS, a falta de preparo e maturidade é o calcanhar de Aquiles de chefes mais novos na hora de gerenciar suas equipes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Antes de assumir um cargo efetivo de liderança, o profissional pode liderar projetos pontuais paralelos na empresa. &amp;ldquo;Com isso ele terá uma vivência com começo meio e fim, e essa experiência vai contar bastante&amp;rdquo;, diz Falcão. Observação de líderes mais velhos também ajuda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4- Organização&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com a grande quantidade de ferramentas tecnológicas disponíveis, é fácil perder o foco. &amp;ldquo;O volume de informação cresceu muito. Quem não sabe se organizar termina o dia sem ter feito o que tinha que fazer&amp;rdquo;, diz Falcão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Programe cada dia com antecedência. Estabelecer regras e horários para determinadas tarefas, como ler e-mails e checar redes sociais é um passo importante. Executivos que fazem uma programação conseguem cumprir mais tarefas durante o dia de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5- Negociações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Suportar, gerenciar e superar conflitos com capacidade de negociação são habilidades valorizadas. Outro ponto importante é que bom negociadores conseguem os melhores acordos em um momento em que as empresas querem cortar custos e economizar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Prestar muita atenção ao que ocorre na empresa é a regra de ouro. &amp;ldquo;O profissional deve ampliar sua capacidade de observação se quer ser um bom negociador&amp;rdquo;, diz Falcão.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/Hrfg557buxo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 16:03:00</pubDate><id>56230</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=56230</feedburner:origLink></item><item><title>Anfavea: emprego na indústria automobilística deve se manter</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/4wiusP3uP48/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O nível de emprego na indústria automobilística deverá ser mantido, mesmo com o fim dos incentivos para o setor, previsto para o próximo dia 31. A avaliação é do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, que esteve com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson &lt;br /&gt;
Barbosa, para apresentar o balanço do setor referente a julho.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Entendemos que, com a redução dos juros, a economia como um todo estará crescendo, e [também] o crédito, o que dá para manter o nível de emprego, sim&amp;rdquo;, disse Belini.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Belini disse ainda que a prorrogação dos benefícios do IPI não foi tratada no encontro com Nelson Barbosa. &amp;ldquo;Não tratamos desse assunto. Apresentamos um balanço do setor que mostra que foi positivo. O governo gostou dos números, que mostram que o mercado está crescendo, também o nível de emprego e os investimentos&amp;rdquo;, destacou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O representante do setor automotivo classificou a reunião com o governo como &amp;ldquo;ótima&amp;rdquo; porque o balanço apresentado pelos fabricantes de veículos mostrou que o mercado teve uma evolução, mesmo ante a crise. Os números entregues ao governo, que não foram divulgados, são relativos a julho em comparação ao mesmo período do ano passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Segunda-feira, serão divulgados os resultados da Anfavea. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) está dando excelentes resultados. A indústria está crescendo e empregando mais&amp;rdquo;, destacou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente da Anfavea considera factível para o setor investir R$ 22 bilhões até 2015. Segundo ele, à medida que existe mercado no Brasil para a venda de carros, os investimentos terminarão sendo trazidos para o país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre as importações das montadoras, o presidente da Anfavea declarou que não vê a prática como um problema. &amp;ldquo;Atendendo o índice de nacionalização em vigor e os impostos sendo pagos, não existe problema nenhum. O Brasil pode importar ou pode exportar. Não vejo problema nenhum&amp;rdquo;, disse.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/4wiusP3uP48" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:41:00</pubDate><id>56094</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=56094</feedburner:origLink></item><item><title>Salário ou satisfação profissional?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/z9rmsHhNwzc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma grande dificuldade para se obter sucesso profissional está justamente em saber "o que se quer ser quando crescer". Uma minoria de pessoas consegue ter a clareza de qual profissão deseja desempenhar no futuro, principalmente no momento de ingressar em uma universidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, nos deparamos com algumas situações bem conhecidas por muitos, como a forte pressão dos pais pela escolha da profissão que mais os agrada, falta de clareza sobre qual carreira escolher ou a opção por um curso que caiba no orçamento - mesmo que não seja o curso ideal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A exigência do mercado de trabalho e, psicologicamente, da sociedade, por uma formação de nível superior, faz com que muitas pessoas escolham um curso sem terem a certeza do que querem, e no meio do caminho desistem, ou ainda concluem o curso e não exercem a profissão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Iniciamos nossas experiências profissionais buscando a felicidade, mas a necessidade financeira para suprir os desejos que a juventude exige acaba abrindo caminhos que dificultam. A verdade é que muitos jovens, pela falta de clareza e experiência, não sabem o que querem fazer e em que trabalhar para se considerarem felizes profissionalmente. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Geralmente optamos por algum curso de nível superior sem muita certeza da nossa escolha e experimentamos vários tipos de trabalhos e funções na busca pelo dinheiro. Afinal, logo de cara nossa busca pela felicidade acaba sendo deixada para segundo plano quando damos a prioridade para a questão financeira. No momento em que trabalhamos exclusivamente por melhores salários e melhores cargos, a satisfação pessoal e profissional ficam distantes de serem alcançadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas pesquisas apontam que profissionais de cargos elevados em grandes organizações e com salários altíssimos largam tudo na busca pela satisfação por fazerem algo que realmente gostam e acreditam. Muitos reiniciam suas vidas profissionais e conseguem reequilibrar suas carreiras, onde conseguem dar prioridade para o prazer pelo que fazem e em pouco tempo conseguem ter como consequência um excelente retorno financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele velho ditado que diz "nunca é tarde para recomeçar" é muitas vezes praticado por profissionais que conseguem aproveitar os programas de desenvolvimento oferecidos pelas organizações que investem em seus profissionais, sendo que o autoconhecimento proporcionado permite que muitos possam conquistar um novo significado para suas carreiras e consigam melhores resultados dentro da própria organização. Em alguns casos, os profissionais acabam mudando de área, pois a felicidade não é vislumbrada dentro da mesma organização. O mais importante é não desistir da busca pela felicidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por conhecer diversos exemplos de casos reais, acredito que a forma mais sustentável de manter a equação salário x satisfação equilibrada é não focar única e exclusivamente no dinheiro, pois este deve vir como resultado do trabalho que é feito quando se gosta, com prazer e significado especial para quem o faz. É importante ser honesto consigo mesmo na busca pela felicidade profissional e que possamos mudar nossos rumos a qualquer época de nossas vidas, afinal: nunca é tarde para recomeçar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/z9rmsHhNwzc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>administradores.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:38:00</pubDate><id>56093</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=56093</feedburner:origLink></item><item><title>Reputação em risco no trabalho: como agir</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/wYPoO1Ckfk0/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Por mais gente boa que você seja, as opiniões a seu respeito nem sempre serão uma unanimidade positiva. Vez ou outra, alguém pode, sim, tecer um comentário a seu respeito no trabalho. Não se assuste.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;As relações humanas são sempre a partir das diferenças&amp;rdquo;, afirma o coach Homero Reis. &amp;ldquo;Um dos indicadores de maturidade é ver essas diferenças como possibilidades e não ameaças. E que essas divergências a seu respeito são um conflito de possibilidades&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da crítica à conspiração contra a sua reputação  nacarreira nem sempre há um longo percurso. E basta um comentário maldoso (e muitas vezes injusto) para que a sua imagem profissional fique em risco. Mas qual é o comportamento adequado para este tipo de situação? Especialistas respondem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1- Para além da rádio peão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Antes de entrar em desespero e querer abrir um buraco para se esconder, avalie a veracidade e a relevância sobre os comentários negativos tecidos a seu respeito. &amp;ldquo;Neste caso, a pessoa precisa se certificar se realmente existe uma ação orquestrada contra ela. Percebido isso, deve sair do campo da dúvida para a certeza&amp;rdquo;, afirma o coach Homero Reis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confrontar a pessoa que traz essa informação para você é o primeiro passo. &amp;ldquo;Pergunte se o que ela está dizendo é verdade, se é importante e que tipo de benefício este dado irá lhe trazer. Se a pessoa não tiver uma resposta, você já cortou a fofoca pela raiz. Você neutraliza uma difamação&amp;rdquo;, afirma o consultor Kharim Khoury, autor do livro &amp;ldquo;Vire a página &amp;ndash; Estratégias para resolver conflitos&amp;rdquo; (Editora Senac). &amp;ldquo;Você precisa obrigar essa pessoa se posicionar. É uma maneira de cortar a rádio peão&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2- Controle suas reações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Confirmados todos os boatos, a hora é de colocar em ordem todos os sentimentos em relação ao caso. Nestas circunstâncias, é normal sentir raiva, tristeza e outras emoções negativas. Mas você não pode se deixar levar por elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Temos que ter controle sobre o nosso comportamento, nunca sobre o comportamento do outro&amp;rdquo;, diz Khoury.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso, é essencial &amp;ldquo;conhecer bem a si mesmo e saber quais são as suas fortalezas&amp;rdquo;, afirma Irene Azevedo da LLH| DBM. &amp;ldquo;Aquele que conhece a si mesmo e ao outro não perde nenhuma batalha porque consegue prever os próprios comportamentos&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3- Chame para uma conversa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com a cabeça em ordem, chame o autor das supostas estratégias para minar sua reputação para uma conversa. Uma franca conversa, diga-se de passagem. Dependendo do caso, vá acompanhado de uma testemunha de confiança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste momento, fique despido de toda vontade de pular no pescoço da pessoa, ou dito de uma maneira mais elegante, acusá-la de acabar com a sua reputação. Seja diplomático e equilibrado. Nada de partir para o ataque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma dica é usar a técnica dos postos. A ideia é entrar para a discussão com a ideia de que os dois lados tem posições legitimas e que devem, juntos, construir uma terceira via. &amp;ldquo;Não precisa chegar a um consenso, mas, sim, a um ajuste de possibilidades&amp;rdquo;, afirma Reis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4- Se não resolver ...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Continue fazendo seu trabalho da melhor maneira possível de forma que não tenham o que falar contra você. Agora, se o cenário se agravar e todas as possibilidades de negociação forem exauridas, vale recorrer a uma via judicial por dano moral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/wYPoO1Ckfk0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:36:00</pubDate><id>56091</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=56091</feedburner:origLink></item><item><title>Brasileiros estão na mira das multinacionais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/zXyvfJTDDg8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Desde 1o de março, a paulistana Isela Costantini, de 40 anos, é a nova presidente da General Motors da Argentina. É a terceira mulher a assumir o comando de uma subsidiária na história da montadora, e a primeira brasileira a fazê-lo. À frente da GM argentina, ela terá o desafio de promover a expansão da marca Chevrolet, que hoje ocupa o segundo lugar em vendas no país. "Minha missão é realizar um crescimento sustentável da empresa na Argentina, no Uruguai e no Paraguai", diz Isela. A executiva substitui outro brasileiro, que segue carreira internacional: Sérgio Rocha, que vai assumir a GM da Coreia do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A movimentação dos dois líderes da GM ilustra uma situação nova: há um número crescente de executivos brasileiros assumindo cargos estratégicos em multinacionais no exterior. Parte da explicação para essa tendência decorre dos resultados alcançados nos negócios no Brasil nos últimos anos, que passaram a representar uma fatia maior da receita das múltis. Isso, de certa forma, deu maior visibilidade aos executivos brasileiros. Mas há outros motivos. "Por ser grande, o Brasil é uma excelente incubadora de talentos", diz Alfredo Behrens, professor de liderança global da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso significa que dentro do Brasil há uma série de realidades que propiciam experiências diversas ao profissional, coisa que não ocorre em muitos países europeus, por exemplo. Além disso, aponta o professor, no caso das empresas europeias existe uma questão de formação de lideranças. "Na Europa a população está envelhecendo e as múltis do continente já perceberam que terão problemas de gestão caso se restrinjam aos compatriotas", diz Alfredo. brasileiros. Mas há outros motivos. "Por ser grande, o Brasil é uma excelente incubadora de talentos", diz alfredo Behrens, professor de liderança global da Fundação instituto de administração (Fia), de são Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso significa que dentro do Brasil há uma série de realidades que propiciam experiências diversas ao profissional, coisa que não ocorre em muitos países europeus, por exemplo. além disso, aponta o professor, no caso das empresas europeias existe uma questão de formação de lideranças. "na europa a população está envelhecendo e as múltis do continente já perceberam que terão problemas de gestão caso se restrinjam aos compatriotas", diz alfredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das empresas que já notaram a versatilidade do executivo brasileiro é a francesa L'Oréal, da área de cosméticos. "nas reuniões com a matriz sempre se repete que temos que continuar trazendo talentos brasileiros para a companhia", diz Juliana Bonomo, gerente de recrutamento e desenvolvimento da L'Oréal Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para prepará-los para assumir futuras posições de liderança global, a organização investe em períodos de expatriação nos quais o colaborador conhece outros países onde existe o posto para o qual ele pode estar sendo desenvolvido. além disso, de cinco a dez executivos brasileiros da empresa são enviados a cada ano à França para participar de seminários e treinamentos no insead, uma das mais renomadas escolas de negócios do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alexandre Pagliano, de 46 anos, CFO da L'Oréal américa do norte desde julho de 2010, é um dos brasi leiros que conquistaram uma posição de destaque na operação internacional dessa múlti. ele acredita que a conjuntura econômica favorável ao Brasil ajuda na ascensão de executivos. "essa é uma oportunidade que os brasileiros poderão aproveitar por mais 20 anos se administrarem corretamente a situação", diz alexandre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mercados emergentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados obtidos nos mercados emergentes renderam a rafael santana, de 39 anos, um posto global na Ge. Desde 2011, ele ocupa o cargo de presidente global de negócios de turbinas a gás da Ge energy na Áustria. Antes, foi CEO da GE Energy na América Latina. Um sinal da aposta da GE nos brasileiros é a construção de uma universidade corporativa no Rio de Janeiro. O chamado Centro de Qualificação Global, que será inaugurado em 2013 na Ilha do Fundão, foi concebido nos moldes de Crotonville, nos Estados Unidos, o lendário centro de treinamento de executivos da GE na cidade de Ossining, a uma hora de Nova York.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha do Brasil para a instalação do novo centro é sintomática, já que ao longo dos últimos 50 anos todos os presidentes da GE foram recrutados dentro da própria organização, forjados na cultura da corporação e na preparação em Crotonville. As oportunidades de cargos internacionais não se restringem às multinacionais. Empresas brasileiras como Natura, Vale e Andrade Gutierrez estão se internacionalizando e, no processo, levam brasileiros para comandar suas subsidiárias externas e contribuem para a divulgação da imagem do executivo local. André Lima de Angelo, de 37 anos, é desde agosto de 2011 o presidente de negócios da Andrade Gutierrez na Argentina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Responsável por desenvolver o negócio naquele país, ele prospectou contratos de grandes obras, como a construção de um gasoduto em Córdoba e de um porto para a Vale na região de Bahía Blanca. Para André, os executivos que almejam posições internacionais ou globais devem ter curiosidade para conhecer outras culturas, boa capacidade de adaptação e espírito empreendedor. "Saímos na frente porque buscar produtividade cada vez maior a um custo menor é algo que já está no DNA dos brasileiros", afirma o presidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como mostram os personagens desta reportagem, o caminho do executivo brasileiro rumo ao mercado global ainda passa pela América Latina. Entre o local e o mundial, existe a etapa regional. "Esse seria o primeiro passo de uma carreira internacional", diz Alfredo Behrens, da FIA. Nessa trajetória, porém, há um filtro importante: o da adaptação a diferentes culturas. E a etapa latinoamericana, que teoricamente oferece o convívio com culturas semelhantes, muitas vezes é suficiente para bloquear a ascensão de executivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"As maiores dificuldades que enfretarão os nossos profissionais têm a ver com a insuficiente informação que possuem sobre a cultura de outros países", diz Alfredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Não basta conhecimento de &lt;a href="http://www.portalidiomas.com.br"&gt;&lt;strong&gt;idiomas&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, é preciso entender de história, literatura e artes para alcançar o grau de empatia necessário para liderar em qualquer país." Nesse ponto, as empresas pouco colaboram para o sucesso dos executivos. O preparo técnico é profundo, mas o cultural é superficial. "Preguiçosamente, as organizações procuram consultorias para auxiliar na expatriação, e os profissionais recebem noções de etiqueta baseadas em brochuras com ares de folhetos turísticos", diz Alfredo.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/zXyvfJTDDg8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:31:00</pubDate><id>56088</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=56088</feedburner:origLink></item><item><title>4 razões para rir mais no trabalho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/BiPLLRkVCqE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Uma simples risada move 28 músculos da face. Um deles, o zigomático, eleva os cantos dos lábios. Já o orbicular faz os olhos se contraírem, formando o famoso pé-degalinha. É ele o responsável pelo verdadeiro sorriso, aquele que demonstra a emoção pura. Isso porque ele se contrai e se distende involuntariamente. O sorriso sincero cria empatia. "O sorriso une as pessoas", diz o médico Eduardo Lambert, autor do livro A Terapia do Riso (Editora Pensamento).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem trabalha em uma empresa de cultura mais sisuda e já teve a oportunidade de conhecer um ambiente de trabalho mais descontraído, onde há bom humor (e risadas são permitidas), nota logo a diferença. Alguns estudos recentes comprovam que sorrir ajuda a fazer conexões, dá dinheiro e, além de tudo, faz bem à saúde. Veja abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1- Mais sérias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
84% dos homens afirmam rir muito. Já entre as mulheres, apenas 68% dizem o mesmo. Elas acreditam que é arriscado demonstrar muita alegria no trabalho &amp;mdash; pega mal. Enganam-se: os homens entrevistados afirmam que não as considerariam menos sérias ou menos competentes se elas rissem com mais frequência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2- O chefe ri, todos riem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O escritor americano Robert R. Provine, autor do livro Laughter: A Scientific Investigation ("Risada: uma investigação científica", em tradução literal para o português), descobriu o que todo funcionário já sabe: quando o líder faz uma gracinha, seus funcionários riem muito mais do que quando um colega conta a mesma anedota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3- Sorrir faz bem ao coração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ao comparar as atitudes de 150 pessoas que sofreram infarto e 150 pessoas sadias, Michael Miller, cardiologista da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, chegou a uma conclusão: quem dá mais gargalhadas evita problemas cardíacos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4- Quem ri por último ganha mais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O pesquisador Fábio Sala, da Universidade de Boston (EUA), conduziu um estudo com executivos avaliados como excelentes e medianos. Os profissionais acima da média foram, durante a entrevista, duas vezes mais bem-humorados que os executivos de desempenho mediano. Ao analisar os salários dos entrevistados, Fábio percebeu que os que riram mais ganham mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/BiPLLRkVCqE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 14:54:00</pubDate><id>55919</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55919</feedburner:origLink></item><item><title>5 conhecimentos específicos que alavancam sua carreira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/cAv0401CVtY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Algumas competências específicas estão em alta no mercado de trabalho .É o que revela uma pesquisa feita mais de 30 países, divulgada pela Hays.&lt;br /&gt;
"Para quem quer inserir a carreira no mercado global, estas são as habilidades para se concentrar e desenvolver", diz Alexia Franco, diretora da Hays no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1 - Finanças e orçamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Cada vez mais, as organizações estão procurando profissionais eficientes quando o assunto é controle de finanças e orçamentos. Mas, segundo a pesquisa, em muitos países faltam candidatos qualificados.&lt;br /&gt;
"Hoje em dia, todas as áreas de uma empresa estão diretamente comprometidas com resultados", diz Raphael Falcão, consultor da Hays.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Ficar atento aos custos e às receitas da área em que trabalha é essencial. "É importante ter uma noção destes aspectos independente da atividade exercida", diz Falcão.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2 - Tecnologia para além das redes sociais&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Profissionais especialistas em linguagens de programação tais como, JAVA, NET e C ++ têm chances promissoras no mercado. "Cada vez mais as empresas se interessam neste tipo de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para aumentar os resultados", diz Falcão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Quem é do ramo deve estar atento ao que está acontecendo em termo de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de ponta. "É importante o profissional prestar atenção nas referências do segmento", diz Falcão. Cursos de aperfeiçoamento podem suprir deficiências em áreas específicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3-  Sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não tem como fugir. É um tema que está cada vez mais enraizado nas empresas. "É também uma exigência do mercado de consumo", diz Falcão.&lt;br /&gt;
Atualmente, os setores de energia e construção tem se envolvido bastante com o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Apesar de não ser uma graduação específica, instituições de ensino já oferecem &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; ligados a diferentes áreas e com foco em sustentabilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4 - Pesquisa e desenvolvimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Companhias da área de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, bens de consumo, indústria e ciência buscam funcionários capazes de investir em pesquisas. Em processo de consolidação no Brasil, o setor de petróleo e gás, por exemplo, tem criado muitas oportunidades na área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; Profissionais da área acadêmica ganham mercado com mais pesquisas sendo desenvolvidas. "Tem ocorrido um movimento migratório da universidade para o ambiente corporativo", diz Falcão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5 - Assistência médica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com a expectativa de vida cada vez maior, a demanda por assistência médica vem crescendo. Mas a falta destes profissionais especializados nesta área continua sendo uma ameaça para os próximos anos. "O mercado agora está mais focado em proporcionar qualidade de vida aos mais velhos e isso mexe em toda a cadeia produtiva", diz Falcão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dica:&lt;/strong&gt; O setor de prevenção e qualidade de vida envolve equipes multiprofissionais. Especialidades em todas as áreas de saúde com foco nos idosos são promessas de oportunidades para profissionais de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/cAv0401CVtY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 14:51:00</pubDate><id>55918</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55918</feedburner:origLink></item><item><title>Dicas para nunca mais chegar atrasado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/G3912HVBmRw/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Um dos primeiros passos para você não se perder na hora de começar a semana é definir as prioridades para sua agenda. &amp;ldquo;Isso evita que você perca tempo pensando no menu do almoço na hora em que está saindo de casa&amp;rdquo;, diz Ana Paula Vanzan, do blog Espaço Ordenado. Confira sugestões para você não chegar no fim da semana com a sensação de que as tarefas não foram cumpridas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Decida a roupa no dia anterior&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A manhã é um período de baixa produtividade para muitas mulheres. Se esse for o seu caso, deixe a roupa separada na noite anterior. &amp;ldquo;Para ser pontual e aproveitar melhor meu tempo, escolho a roupa à noite e deixo apenas os detalhes para decidir na hora&amp;rdquo;, arma Katia Bivanco, diretora de marketing do Grupo ABC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Planeje a semana no domingo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Confira a agenda da semana e defina as prioridades&amp;rdquo;, orienta Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo e produtividade. Antecipe tarefas para deixar as manhãs mais livres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Compartilhe responsabilidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Divida antecipadamente as tarefas da semana com todos em casa. &amp;ldquo;Tento organizar meu dia de uma forma bastante prática e com distribuição de funções muito claras. Do motorista aos nossos filhos, todos têm suas funções e responsabilidades&amp;rdquo;, afirma Mônica de Carvalho, vice-presidente de business da agência de publicidade DM9DDB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Organize acessórios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Compre uma pequena caixa com divisões para seus acessórios. Coloque em cada divisão um item específico: anéis, brincos, colares. Faça o mesmo com a maquiagem. &amp;ldquo;A organização vai fazer você localizar os itens de que precisa mais facilmente&amp;rdquo;, diz Ana Paula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tenha um guarda-roupa coordenado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Ter peças que combinem entre si dispostas lado a lado no armário ajuda na hora de montar um look sem perder muito tempo&amp;rdquo;, afirmam Cristina Gabriele e Fernanda Resende, da consultoria de imagem pessoal Oficina de Estilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Utilize um sistema de pastas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Crie pastas com assuntos específicos, por exemplo: carro, IR, bancos, contas a pagar, imóvel, escola, academia. &amp;ldquo;Com a papelada bem organizada na pasta correspondente, você terá facilmente sempre à mão tudo o que precisar&amp;rdquo;, diz Christian Barbosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/G3912HVBmRw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 14:49:00</pubDate><id>55917</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55917</feedburner:origLink></item><item><title>O que você não deve fazer nas redes sociais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/qwZv_K3fT30/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Fotos íntimas, comentários inconvenientes, perfis mal-acabados. As redes sociais estão cheias de gente se expondo, ou sendo exposta, de maneira inadequada. Isso prejudica a imagem profissional. Hoje, todo empregador consulta as redes sociais para espiar um candidato. &amp;ldquo;Faço todas as análises possíveis&amp;rdquo;, diz Fábia Barros, gerente da Across, consultoria de RH de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A seguir, uma lista do que você não deve fazer em redes como Twitter, Facebook, Linkedin e Tumblr.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser interesseiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O comportamento interesseiro desgasta a imagem digital. Use as redes de maneira participativa e procure ajudar os outros. As oportunidades geralmente aparecem quando você se reconecta com pessoas com as quais havia perdido contato. Aproveite para falar de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Levantar prova contra si mesmo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ao pedir que um ex-colega de trabalho o apresente via rede social para uma vaga de emprego, certifique-se de que essa pessoa gostou de ter trabalhado com você. Ninguém recomenda um profissional em que não confia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colocar fotos inadequadas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não dá para ser engraçado o tempo todo e para todo mundo. Colocar aquela foto sua pagando mico com os amigos, bebendo nas festas e usando sua roupa de praia preferida é uma péssima atitude. Bloqueie essas imagens e esteja certo de que apenas seus amigos possam visualizá-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Adicionar desconhecidos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Adicionar alguém impulsivamente pode conectá-lo a um contato inconveniente. Ao convidar alguém para sua rede, é interessante enviar uma mensagem de apresentação. É uma maneira sutil de informar quais interesses, em sua opinião, vocês podem ter em comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Abandonar o perfil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Apenas ter um perfil online é suficiente para fazer contatos. Deixa-lo às moscas, sem atualização de cargo, curso e informações em geral, pode afastar suas conexões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Criar um perfil sem foto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Há pessoas que criam perfis nas redes sociais mas não confiam suficientemente nelas para adicionar uma foto pessoal. Isso é um erro, pois o objetivo da rede é ser visto. Se você adicionar uma foto, será sete vezes mais provável que as pessoas entrem em contato, segundo estatísticas do LinkedIn, rede social de contatos profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Deixar comentários desagradáveis de colegas no perfil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quase todo mundo tem aquele amigo, tio ou prima que gosta de fazer comentários sobre quanto você gosta de tomar cerveja, sobre momentos íntimos em família ou sobre algum momento embaraçoso que você viveu. Por isso, faça sempre a manutenção dos recados que seus contatos deixam e, se necessário, apague-os, sem sentir remorso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Escrever banalidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Evite escrever besteira. Ainda que você seja um profissional dedicado, vai soar como desocupação. Pare de ficar escrevendo o que comeu, que está cansado, que comprou um sapato lindo na liquidação ou qualquer outra coisa que não tenha relação alguma com seu trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/qwZv_K3fT30" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 14:43:00</pubDate><id>55916</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55916</feedburner:origLink></item><item><title>Um guia para avaliar sua carreira até agora</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/p5h7ljDKhoM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Faltam apenas cinco meses para  que 2012 dê os seus suspiros finais. Mas o que você fez pela sua carreira nos sete primeiros meses do ano? Em um período de solavancos da economia mundial, a resposta para essa pergunta é essencial para garantir um crescimento sustentável na sua trajetória profissional nos próximos anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando nisso, preparamos uma bateria de testes para que você avalie seu desempenho na carreira até agora. Confira:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Qualificação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quer se tornar um profissional indispensável? Então, esteja um passo à frente em termos de formação educacional. Isso oferecerá o alicerce necessário para &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Agora é a hora de avaliar se você, realmente, domina um segundo idioma. Se ainda não fez especialização, escolher qual o curso que mais responde às demandas da sua área e status profissional. Para muitos, o atual momento da carreira pede uma formação para além mar. Nesses casos, o ideal é descobrir o quanto antes se agora é a hora certa para fazer um MBA internacional. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Comportamento&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Nem só de bons resultados numéricos fazem uma carreira bem sucedida. O relacionamento com seus colegas de trabalho, chefia, clientes e outras pessoas do setor também tem um peso importante para um futuro profissional. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Comece avaliando sua reputação no trabalho. Você, realmente, passa uma boa imagem profissional durante o expediente? Sem querer, você já ganhou a fama de chato do trabalho? Ou você é o tipo que contribui para deixar o clima tenso no ambiente profissional?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, suas habilidades de comunicação tem um importante papel para seus relacionamentos e desempenho profissionais. Você sabe se comunicar no trabalho? O que acontece quando você precisa falar em público?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, quando o assunto é rendimento no trabalho você é um profissional improdutivo? Saiba que para conseguir bons resultados é essencial ter uma vida equilibrada. Agora, sevocê está abdicando da sua saúde pelo trabalho, sinal vermelho. Se a resposta for positiva, avalie se  você está viciado no seu trabalho e qual é o seu nível de estresse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Networking&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quando o assunto é expansão das suas redes de relacionamento profissional, você é um expert? Seu networking é, de fato, eficiente?  E na hora de vender seu peixe, suas estratégias de marketing pessoal são boas? Agora, avalie sua atuação nas redes sociais: elas são úteis para sua carreira ou só atrapalham?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Balanço&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para começar, avalie seu desempenho. Analise também se você é um profissional inovador. Depois, cheque se sua postura ao longo do ano passado mostra que você tem uma potencial para ser líder e, como consequência, se você está pronto para ser promovido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste ponto, faça o teste e descubra se, com toda a experiência que acumulou nos últimos anos, você é atraente para um headhunter. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Comece a questionar se é hora de fazer uma mudança de rota na carreira. O pontapé para isso é analisar se o seu estilo combina com o da sua empresa e o quanto você está conseguindo equilibrar vida profissional com a pessoal. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Com isso em mãos, decida: está na hora de procurar um novo emprego? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/p5h7ljDKhoM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 10:29:00</pubDate><id>55826</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55826</feedburner:origLink></item><item><title>Falar palavrão pode empacar sua carreira, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/DVzCmo5PYrk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Uma promoção na carreira pode ir por água abaixo quando o assunto é palavrão. Pelo menos é o que aponta pesquisa recente do Career Builder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao todo, 57% dos entrevistados pelo site de recrutamento americano afirmam que seus funcionários podem perder a chance de uma promoção quando usam xingamentos considerados inadequados para o ambiente de trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grande maioria (80%) considera que palavrões colocam em xeque a reputação profissional do funcionário. Mas isso não é tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para 71% deles, falar palavrão no trabalho pode revelar falta de controle emocional e segundo 68%, pode indicar falta de maturidade.  Para pouco mais da metade dos entrevistados, esse tipo de comportamento pode sinalizar até menos inteligência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim, os palavrões são comuns. Metade dos profissionais ouvidos afirmaram já ter xingado durante o expediente de trabalho. Quase todos (95%) disseram ter perdido a compostura na frente de seus colegas de trabalho, enquanto 51% foram além e admitiram ter dito palavrões ao lado de seus chefes diretos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um quarto dos chefes ouvidos disse já ter ofendido seus funcionários. Os clientes, no entanto, geralmente são poupados da perda de controle, apenas 7% usaram palavrões na frente deles. &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/DVzCmo5PYrk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 10:27:00</pubDate><id>55825</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55825</feedburner:origLink></item><item><title>4 profissões dos sonhos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/rUcrzkCHvWA/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Imagine ser remunerado para navegar em iates modernos, degustar os melhores vinhos, saborear chocolate todo santo dia, criar e controlar a qualidade de cervejas premium. Esse cotidiano &amp;eacute; o ganha-p&amp;atilde;o de quatro profissionais que desempenham as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de gerente de um resort de luxo, sommeli&amp;egrave;re de restaurante estrelado, gerente de marketing de f&amp;aacute;brica de chocolates e mestre cervejeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a maioria das pessoas eles t&amp;ecirc;m empregos id&amp;iacute;licos, mas para a consultora de RH Irene Azevedo, de S&amp;atilde;o Paulo, a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego dos sonhos &amp;eacute; aquele que nos satisfaz. &amp;ldquo;O diferencial das profiss&amp;otilde;es que lidam com prazer &amp;eacute; que elas fazem parte do imagin&amp;aacute;rio coletivo&amp;rdquo;, diz. Por isso, explica, &amp;eacute; natural invejar quem ganha dinheiro para degustar chocolate ou velejar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Conhe&amp;ccedil;a quatro profissionais que t&amp;ecirc;m empregos de fazer inveja:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sol, mar e gente bonita&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
H&amp;aacute; 20 anos a rotina do baiano Paulo Vieira, de 47, &amp;eacute; a mesma: checar a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mar e dos barcos no resort Transam&amp;eacute;rica Comandatuba, na Bahia, e ent&amp;atilde;o pegar no batente. Seu trabalho &amp;eacute; levar os h&amp;oacute;spedes para mergulhar ou fazer pesca oce&amp;acirc;nica. &amp;ldquo;Moro em um lugar paradis&amp;iacute;aco e trabalho com pessoas bonitas e interessantes&amp;rdquo;, diz o gerente de n&amp;aacute;utica e pesca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo, que &amp;eacute; administrador de empresas, come&amp;ccedil;ou no ramo ainda garoto. &amp;ldquo;Fiz &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de instrutor de vela, mergulho, capit&amp;atilde;o amador e mec&amp;acirc;nica de barcos.&amp;rdquo; Ele comanda uma equipe de 25 pessoas e &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pela seguran&amp;ccedil;a de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O trabalho dele &amp;eacute; bebericar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Provar e inventar novas cervejas &amp;eacute; o trabalho do ga&amp;uacute;cho Luciano Horn, de 40 anos, mestre cervejeiro da Ambev desde 2003. Formado em &lt;a href="http://www.portalfarmacia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;farm&amp;aacute;cia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, ele chegou &amp;agrave; cervejaria pelo programa de trainee. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Conheci todas as etapas de uma f&amp;aacute;brica de cerveja e completei minha forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Alemanha.&amp;rdquo; Luciano degusta dez geladas todos os dias. &amp;ldquo;A quantidade n&amp;atilde;o chega a uma lata.&amp;rdquo; Por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o basta ser um apreciador para obter o cargo. &amp;ldquo;Treinar o paladar e o olfato determina o sucesso do profissional&amp;rdquo;, diz. Para entrar na Ambev, forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o em qu&amp;iacute;mica, &lt;a href="http://www.portalfarmacia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;farm&amp;aacute;cia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; ou engenharia &amp;eacute; fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Choc&amp;oacute;latra profissional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Todos os dias como cerca de 200 gramas de chocolate. Adoro meu trabalho&amp;rdquo;, diz Orlando Glingani, de 47 anos, gerente de marketing e de inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Kopenhagen. Ele vem de uma fam&amp;iacute;lia de banqueteiros e durante 18 anos comandou uma empresa de catering em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2002, ele passou a integrar a equipe da grife chocolateira. Orlando &amp;eacute; o respons&amp;aacute;vel pelo sabor dos chocolates da Kopenhagen. O &amp;uacute;nico lado negativo da profiss&amp;atilde;o, diz ele, &amp;eacute; controlar a balan&amp;ccedil;a. &amp;ldquo;Cheguei pr&amp;oacute;ximo dos 100 quilos, mas aprendi a regular meu consumo de chocolate&amp;rdquo;, diz ele, que hoje est&amp;aacute; 20 quilos mais magro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Garrafa de 43 500 d&amp;oacute;lares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Degustar o rar&amp;iacute;ssimo vinho ucraniano Massandra, de 1947, foi um dos momentos mais marcantes na carreira da sommeli&amp;egrave;re Giuliana Ferreira, de 36 anos. Cada garrafa, obtida exclusivamente por meio de leil&amp;otilde;es, custa mais de 40 000 d&amp;oacute;lares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Respons&amp;aacute;vel pela adega do restaurante Figueira Rubayat, em S&amp;atilde;o Paulo, Giuliana, de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o autodidata, atua na &amp;aacute;rea h&amp;aacute; oito anos. &amp;ldquo;Comecei como hostess em restaurantes, estudei muito e hoje dou &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para sommeliers.&amp;rdquo; Atualmente ela serve cerca de 250 garrafas por dia. Se ela bebe no trabalho? &amp;ldquo;A quantidade ingerida n&amp;atilde;o chega a 20 ml.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/rUcrzkCHvWA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 16:10:00</pubDate><id>55731</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55731</feedburner:origLink></item><item><title>8 sinais de que a sua carreira está passando por problemas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/OG0TB-rdfFM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Para muitas pessoas o processo de trabalhos e resume a ir para o escritório durante o mês, receber um cheque de pagamento e gastá-lo; enquanto para outras, a carreira é um dos aspectos mais importantes da vida. Se para você sentar-se à frente do computador no escritório não é suficiente, mas você também não encontra alternativa, pode ser que a sua carreira esteja passando por problemas. Confira os 8 sinais de que esse é o caso:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
1. Todos têm coisas &amp;ldquo;moderadamente boas&amp;rdquo; a dizer sobre você&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isso significa:&lt;/strong&gt; Que você não está indo para lugar nenhum. Coisas &amp;ldquo;moderadamente boas&amp;rdquo; significam um trabalho &amp;ldquo;moderadamente bom&amp;rdquo;, o que não vai impulsionar você a alcançar objetivos mais específicos. Mesmo que você acredite que é uma estrela, fique atento aos comentários sobre o seu trabalho para descobrir se isso é verdade. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você deve fazer:&lt;/strong&gt; Pergunte. Vá diretamente ao seu chefe e aos seus colegas de trabalho e pergunte a eles em quais aspectos você pode melhorar. E não esteja na defensiva, você precisa saber onde peca para saber como consertar o problema.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Você só recebe elogios, mas não ouve nada sobre aumentos e promoções&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isso significa:&lt;/strong&gt; Que as chances de evoluir são pequenas, não necessariamente por sua culpa. Existem duas explicações para esse problema e ambas dependem do comportamento do seu chefe. Em um dos casos você pode apresentar um trabalho medíocre e seu chefe não tem coragem de lhe dizer. Em outro o seu trabalho é realmente bom, mas o seu chefe não tem vontade ou condições de colocá-lo em uma posição mais alta. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você deve fazer:&lt;/strong&gt; Assim como na dica anterior, questione. No entanto procure não ser direto e entrar em conflito com os seus superiores.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Você recebe o mesmo feedback negativo diversas vezes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isso significa:&lt;/strong&gt; Você não está ouvindo. Talvez você acredite que está aceitando os conselhos dos seus superiores, mas na realidade tudo o que eles dizem entra por um ouvido e sai pelo outro. Na maioria das vezes isso acontece porque você não está aberto a críticas e mudanças. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você deve fazer:&lt;/strong&gt; Aceite as críticas como uma maneira de melhorar. Pergunte às pessoas que trabalham com você de que maneira você pode melhorar o processo de trabalho e esteja preparado para qualquer tipo de resposta.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Há muitas demissões na sua empresa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isso significa:&lt;/strong&gt; A não ser que esteja acontecendo um corte de gastos muito grande no setor no qual você trabalha, uma quantidade grande de demissões é um péssimo sinal. Claro que o mercado de trabalho anda muito movimentado atualmente, mas muitas demissões sempre precedem problemas maiores para os funcionários que ficam. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você deve fazer:&lt;/strong&gt; Por mais que você goste da empresa na qual trabalha, se estiver vivendo uma situação parecida, procure outras oportunidades e pense, até mesmo, em atualizar o seu currículo. Isso não significa sair desesperado do lugar no qual está agora, mas também não esteja despreparado.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Bons profissionais estão deixando a empresa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isso significa:&lt;/strong&gt; Pense da seguinte maneira: a resposta mais simples é, geralmente, a correta. Se grande parte dos bons profissionais está deixando a sua companhia, a infraestrutura do local provavelmente não está gerando bons resultados. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você deve fazer:&lt;/strong&gt; Comece perguntando a alguns colegas porque eles deixaram o emprego e analise se isso pode ter consequências para você.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. Todas as informações são obscuras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isso significa:&lt;/strong&gt; Se todos os seus colegas de trabalho e superiores estão escondendo informações, com suspeitas paranóicas e afins, coisas ruins podem estar acontecendo. Se a sua empresa sempre foi assim, os sinais são ainda piores. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você deve fazer:&lt;/strong&gt; A menos que você trabalhe para grandes empresas que mantenham grandes segredos, procure velhos contatos para não ser pego de surpresa.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. Sua empresa não está crescendo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isso significa:&lt;/strong&gt; Atualmente é muito comum questionar lucros e crescimento. Embora isso não afete o seu trabalho de maneira tão direta, o crescimento da empresa influencia a sua maneira de trabalhar. Uma empresa estagnada significa que o mercado todo está passando por ela. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você deve fazer:&lt;/strong&gt; Procure maneiras de desenvolver a sua companhia, desenvolvendo projetos e firmando parcerias. Se nem isso for suficiente, procure outras oportunidades no mercado.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
8. Sua empresa não está rendendo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que isso significa:&lt;/strong&gt; Passar um tempo no vermelho é comum em algumas empresas, especialmente se estas estiverem logo no início. No entanto, uma empresa consistente e estabelecida não deve passar por essa situação. &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você deve fazer:&lt;/strong&gt; Uma empresa que não rende não significa que o lugar seja difícil de trabalhar, mas dependendo do balanço de pagamentos e lucros a empresa pode passar diversos anos sem apresentar um desenvolvimento significativo. Procure alternativas de renda ou desenvolva projetos para melhorar a situação.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/OG0TB-rdfFM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 16:07:00</pubDate><id>55730</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55730</feedburner:origLink></item><item><title>10 dicas para o sucesso profissional das mulheres</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/GpmrUxI53zQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Mulheres são criativas, sedutoras, inteligentes e empreendedoras. Ou seja, têm tudo para abrirem seu próprio negócio e se tornarem vitoriosas e bem sucedidas. Se você é mulher e quer abrir seu próprio negócio, confira 10 dicas para se dar bem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Doe seu serviços&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Anúncios são caros, por isso, uma boa saída para divulgar seu trabalho é doar serviços algumas vezes ano para caridade. Além de ajudar os outros, fará com que muitos passem a conhecer seu negócio por um preço que, usualmente, sai mais barato do que anunciar em algum lugar.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Seja agradecida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A americana dona de sua própria firma de consultoria chamada SAA, Sharom Armstrong, aconselha sempre agradecer aqueles que ajudaram você a chegar onde você se encontra. Todos os que os que fizeram parte desse processo merecem agradecimentos da forma mais pessoal possível. Desta forma, eles não te esquecerão e você poderá contar sempre com eles.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Siga em frente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Essa dica pode parecer um pouco óbvia, mas é essencial. Não importa o que aconteça, há sempre uma saída, uma forma de transformar um problema em oportunidade. Ou então, é sempre hora de respirar fundo e ir mais adiante num problema ou numa ideia. E se algo não está dando certo, não é o caso de lutar contra a maré, mas, simplesmente, seguir em frente.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Promova-se&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A diretora-executiva e dona da empresa de marketing americana The Idea Is {In}, Jyoti Peswani, destaca a importância da auto-promoção. "Não tenha medo de se auto-promover. Estamos na era das redes sociais, é o momento para isso!". Use as mídias sociais para isso. Se você acha que é exagero só se promover, tente oferecer algo em troca para os seus seguidores online, como prêmios, produtos ou viagens.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Habilidades sociais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Faça o possível para criar um senso de comunidade com seus clientes. Isso pode se dar por meio de um evento de caridade, uma página de Facebook, um blog, uma newsletter ou simplesmente envolvê-los em algum aspecto do seu negócio.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. Ousadia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O ditado popular "quem arrisca não petisca" não mente. É importante focar para o alto e, se não der certo, pelo menos você tentou. Ninguém saiu da normalidade sem ousar. Às vezes, achamos que não temos chance para conseguir, mas mesmo assim, corremos atrás e sucedemos. Não custa tentar.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
7. Agenda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Respeite a sua agenda. Pois se você não o fizer, ninguém fará por você. Se você está sempre flexível e disponível demais, você se tornará uma vendedora, em vez de parceira, e, pior, acabará trabalhando 7 dias por semana.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;8. Dê espaço para seus funcionários crescerem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É importante que seus funcionários se sintam em um ambiente gratificante e que os permita crescerem. Dessa maneira, eles trabalharão com mais vontade e tanto você como eles ganharão com isso.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;9. Cada conversa tem que contar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Qualquer conexão de negócios deve ser verdadeira, com significado; seja online ou offline. Ser você vai se dar ao trabalho de frequentar eventos de networking, faça com que cada relação seja verdadeira e que tenha um propósito. Senão, nem vale a pena ir a esses encontros. No entanto, não se esqueça de que quem ganha com novas conexões é você.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;10. Não dê ouvidos aos preconceitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Você tem tudo para chegar onde quiser. Inspire-se em mulheres de sucesso, como a empresária Martha Stewart, cuja fortuna está estimada em 970 milhões de dólares. Jamais escute pessoas negativas e não dê ouvidos aos preconceitos. O mundo pode ser seu, é só correr atrás!&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/GpmrUxI53zQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 16:06:00</pubDate><id>55729</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55729</feedburner:origLink></item><item><title>Como suportar pessoas irritantes no trabalho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/b7WW_keoMb0/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Certas pessoas têm capacidades inacreditáveis de serem irritantes. De jeitos e por motivos diversos, elas implicam com os outros, fazem comentários inapropriados e não sabem se relacionar com os colegas sem prejudicarem a própria imagem. Na maioria das vezes, isso ocorre sem que a pessoa perceba que é irritante, o que perpetua ainda mais o problema, pois ela não está tentando resolver.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Se você vive em um ambiente de trabalho assim, as dicas em seguida podem ajudá-lo:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Ignore&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A primeira coisa que você deve fazer é ignorar essa pessoa e seu comportamento o máximo que conseguir. Fazer o contrário pode prejudicar seu trabalho e saúde aumentando o estresse e servindo como fator desmotivador no expediente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Insegurança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pense um pouco nos motivos que levam essa pessoa a agir da maneira que age. Não é por que ela se sente superior ou sabe tudo, mas exatamente por que está insegura e não sabe uma maneira melhor de lidar com as próprias imperfeições. Ao invés de consertar os erros, ela aponta as falhas dos outros e engrandece constantemente aquilo que fez certo. Se você está confiante de suas competências e profissionalismo, as implicâncias e comentários dessa pessoa vão ser bem mais fáceis de suportar.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Confronto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se o indivíduo passou dos limites, você deve confrontá-lo com respeito e maturidade, informando-o de quão irritante e inadequado é o comportamento. Faça isso com outras pessoas presentes, como testemunhas, para preservar sua integridade e a verdade da situação.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. A última tentativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se as dicas acima não funcionam e a situação está visivelmente prejudicando seu trabalho, então é hora de informar o seu supervisor sobre as circunstâncias e o comportamento dessa pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/b7WW_keoMb0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 16:00:00</pubDate><id>55727</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55727</feedburner:origLink></item><item><title>O que fazer quando um colega vira o seu chefe</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/9w8PCIAm3QA/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Tornar-se o chefe de um ex-colega de trabalho é uma tarefa difícil, por isso tente ser compreensivo e profissional. As pessoas podem não entender a amizade existente e, sem querer confundir os relacionamentos pessoais e profissionais. Se você é um dos ex-colegas do seu atual chefe, você provavelmente terá de mudar a maneira de agir. Siga essas dicas para fazer a transição da maneira mais fácil possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Transição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Lembre-se que a transição de cargos pode ser tão difícil para o novo chefe quanto está sendo para você. Seu chefe também está em fase de experiência, e os testes são diários. Para ajudar o seu amigo, e atual chefe, seja simpático e compreensivo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Relacionamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Deixe que o seu novo chefe defina o novo relacionamento entre vocês. Ele pode continuar sendo amigável, mas não se esqueça que agora ele é o seu chefe, e a sua postura não pode ser a mesma de antes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Comportamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Trate os seus atuais colegas de trabalho com profissionalismo e educação. Isso vai ajudar na transição de cargos, assim você não tem que mudar completamente o comportamento quando ele se tornar o seu chefe. Seja respeitoso e tenha postura.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Críticas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Você pode até ter compartilhado suas insatisfações relacionadas ao trabalho quando eram colegas, mas diante da nova situação você deve pensar duas vezes antes de fazer isso. Se você tem alguma reclamação a fazer que seja de maneira construtiva e profissional.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Não se altere&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não se preocupe se o seu novo chefe contesta o seu modo de trabalho. Agora ele tem metas a cumprir e uma expectativa que você tem corresponder. Agradeça os comentários e use as informações de uma forma positiva.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
6. Influência positiva&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Seja uma influência positiva sobre os colegas que se sentem ressentidos com o novo chefe. A energia negativa dentro do ambiente de trabalho só vai gerar péssimos resultados. Explique aos colegas que como novo chefe seu amigo tem um novo papel, e consequentemente novas responsabilidades.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/9w8PCIAm3QA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 15:59:00</pubDate><id>55726</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55726</feedburner:origLink></item><item><title>5 dicas para amar seu trabalho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/AOsg6e-Wdz0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Como a maioria das coisas, nosso trabalho também tem fases boas e ruins. Para que as dificuldades não sejam definitivas e prejudiquem seu desempenho, é importante manter a motivação e estabelecer metas. Separamos algumas dicas práticas que podem ajudar você a refletir sobre tudo que já alcançou profissionalmente e amar seu trabalho.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Confira em seguida as 5 dicas para amar seu trabalho:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Crescimento profissional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não pense no trabalho como algo isolado, ou nos problemas como algo avulso de seu sucesso. Eles também fazem parte de seu crescimento profissional e devem ser encarados a partir de tal perspectiva.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Novo foco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não fique preso pelos detalhes de seu trabalho que irritam ou são enfadonhos. Você deve encarar a rotina com olhos novos para poder enxergar as coisas que fazem a diferença e podem motivar você.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Tarefas desagradáveis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Aquelas tarefas desagradáveis podem ser feitas de maneiras diferentes. Procure diferenciar a ordem de seu trabalho e buscar novas metodologias para melhorar aquilo que está repetitivo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. O valor do que você faz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Reconheça a importância do seu trabalho, tanto para sua família, quanto para a empresa. Use isso como elemento motivacional e de orgulho para desenvolver a autoconfiança.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Expanda seus interesses&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Coloque seu trabalho como intermediador de outros interesses seus, ou como a porta de entrada para oportunidades que podem ser aproveitadas no futuro, mas que dependem do presente trabalho para acontecer.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/AOsg6e-Wdz0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 15:57:00</pubDate><id>55724</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55724</feedburner:origLink></item><item><title>Como lidar com os recém-chegados na empresa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/xNoOJglpXJU/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Desde o ano passado, a taxa de desemprego no Brasil est&amp;aacute; abaixo de 7%. O que significa que o ritmo das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;aacute; acelerado. Voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; deve ter percebido isso andando pelos corredores da empresa. H&amp;aacute; muitos novos colegas chegando de outras companhias, o que exige jogo de cintura e flexibilidade dos colaboradores mais antigos para lidar com situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do dia a dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Por exemplo:&lt;/strong&gt; explicar a din&amp;acirc;mica do trabalho, cooperar com os rec&amp;eacute;m-chegados para preservar o desempenho do grupo e colaborar com eles para cumprir suas pr&amp;oacute;prias metas. Essa realidade &amp;eacute; ampliada se considerarmos os estrangeiros que t&amp;ecirc;m vindo ao Brasil para trabalhar e os novatos que foram promovidos recentemente. Como se sair bem nessa tarefa de &amp;ldquo;anfitri&amp;atilde;o corporativo&amp;rdquo;? a melhor dica &amp;eacute; saber se colocar no lugar do outro (leia mais ao longo da reportagem).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Ao fazer isso, o funcion&amp;aacute;rio antigo identifica as dificuldades que os novos enfrentam e, ao entender suas necessidades, conseguir&amp;aacute; ajud&amp;aacute;-los melhor&amp;rdquo;, diz Denise Fleck, professora de estrat&amp;eacute;gia e organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e coordenadora do mestrado do Coppead, na universidade Federal do rio de Janeiro. Essas boas vindas s&amp;atilde;o determinantes, pois definem como ser&amp;aacute; o relacionamento no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Embora o discurso seja de respeito &amp;agrave;s diferen&amp;ccedil;as, na pr&amp;aacute;tica tudo muda. respeit&amp;aacute;-las &amp;eacute; o caminho para construir bons relacionamentos com quem chega&amp;rdquo;, diz Janaina Ferreira Alves, coordenadora e p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Ibmec, escola de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no rio de Janeiro. Veja a seguir como lidar com os novos chefes e com os colegas rec&amp;eacute;m-chegados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1- Chefe novo chega ao setor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como agir:&lt;/strong&gt; N&amp;atilde;o seja resistente. Mostre-se aberto &amp;agrave;s mudan&amp;ccedil;as e disposto a encarar a nova aventura ao lado dele. Essas s&amp;atilde;o posturas recomend&amp;aacute;veis quando um novo chefe assume. &amp;ldquo;Desapegar-se do que j&amp;aacute; foi feito, ter toler&amp;acirc;ncia, apoiar as modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e ajudar o gestor na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riscos s&amp;atilde;o atitudes positivas&amp;rdquo;, diz Claudia Klein, da consultoria carioca Argumentare Desenvolvimento Organizacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cooperar &amp;eacute; muito diferente de ser bajulador. Para Claudia, o risco de parecer puxa-saco existe, caso o funcion&amp;aacute;rio se ofere&amp;ccedil;a para resolver assuntos pessoais do chefe dentro da empresa, como cuidar da vaga de garagem dele. Evite atitudes desse tipo. Pode causar uma primeira impress&amp;atilde;o ruim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Em sintonia com o chefe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O gerente de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do hotel Caesar Park no Rio de Janeiro, Alexandre Magno, de 36 anos, presenciou a chegada de um diretor italiano em 2010. Como j&amp;aacute; havia viajado para a It&amp;aacute;lia e conhecia a cultura do pa&amp;iacute;s, sabia o que ele estranharia. &amp;ldquo;Ajudei-o a compreender nossa forma de trabalhar.&amp;rdquo; Na primeira semana de gest&amp;atilde;o do novo diretor, Alexandre e os demais gerentes tiveram uma reuni&amp;atilde;o individual para passar as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de suas &amp;aacute;reas. Para ele, &amp;eacute; fundamental ser simples e objetivo para n&amp;atilde;o sobrecarregar o novato. &amp;ldquo;Acho que me sa&amp;iacute; bem.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2- Colega novo vem de outra &amp;aacute;rea ou de outro mercado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como agir:&lt;/strong&gt; Compartilhe as especificidades da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o naquele segmento com o novo colega. Afinal, voc&amp;ecirc; conhece bem as demandas e a rotina do neg&amp;oacute;cio. Ao mesmo tempo, n&amp;atilde;o menospreze a experi&amp;ecirc;ncia do rec&amp;eacute;m-chegado. &amp;ldquo;&amp;Eacute; preciso manter uma postura de curiosidade para descobrir do que o outro entende, em vez de achar que ele nada sabe s&amp;oacute; porque veio de um mercado diferente&amp;rdquo;, diz Claudia Klein, que tamb&amp;eacute;m j&amp;aacute; foi diretora de RH na L&amp;rsquo;Or&amp;eacute;al Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tirar d&amp;uacute;vidas sobre o trabalho anterior do novo colega o deixa mais &amp;agrave; vontade para perguntar. &amp;ldquo;As respostas devem ser simples. Rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es de surpresa e ironia devem ser evitadas para n&amp;atilde;o criar constrangimentos&amp;rdquo;, alerta Janaina Ferreira Alves, do Ibmec.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dupla entrosada&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
O administrador e contador Diego Ramirez, de 29 anos, analista de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras s&amp;ecirc;nior da Rexam, empresa de embalagens, encarou um grande desafio ao treinar uma colega. A administradora Carla Yamamoto veio n&amp;atilde;o s&amp;oacute; de outro mercado, o de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, como tamb&amp;eacute;m de outra &amp;aacute;rea, a tribut&amp;aacute;ria. Na empresa h&amp;aacute; dois meses, ela j&amp;aacute; d&amp;aacute; conta de 90% das atividades que eram de Diego. &amp;ldquo;Procurei identificar seus gaps e, assim, ajud&amp;aacute;-la da melhor forma no treinamento&amp;rdquo;, conta Diego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3- Profissional substitui um funcion&amp;aacute;rio carism&amp;aacute;tico&lt;br /&gt;
Como agir:&lt;/strong&gt; Evite compara&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &amp;ldquo;Esse tipo de atitude gera preju&amp;iacute;zo tanto para quem &amp;eacute; comparado quanto para quem gasta energia com a pr&amp;aacute;tica destrutiva&amp;rdquo;, diz Janaina, do Ibmec. Caso um colega compare um e outro, n&amp;atilde;o reforce seu comportamento negativo. &amp;ldquo;Pelo contr&amp;aacute;rio, destaque o que o novo integrante da equipe tem de bom&amp;rdquo;, diz Sandra Gioffi, s&amp;oacute;cia da Accenture.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Al&amp;eacute;m disso, ao entender o que o rec&amp;eacute;m-chegado tem de marcante, o funcion&amp;aacute;rio mais antigo deve tentar descobrir a melhor forma de aprender essas habilidades com ele. E mais: engana-se quem pensa que carisma &amp;eacute; tudo. &amp;ldquo;Ter comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara, focar em resultado, dar feedback construtivo, ajudar no desenvolvimento dos colegas s&amp;atilde;o compet&amp;ecirc;ncias que podem fazer uma pessoa n&amp;atilde;o carism&amp;aacute;tica conseguir a boa vontade dos demais&amp;rdquo;, acrescenta Janaina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4- Funcion&amp;aacute;rio rec&amp;eacute;m-chegado &amp;eacute; estrangeiro&lt;br /&gt;
Como agir:&lt;/strong&gt; Quem recebe um estrangeiro tem duas &amp;oacute;timas oportunidades. Primeira, aprender uma cultura diferente e praticar um segundo idioma. Mas o brasileiro deve ficar atento &amp;agrave;s diferen&amp;ccedil;as culturais para n&amp;atilde;o cometer gafes nem desrespeitar o outro. O estrangeiro costuma adotar uma postura flex&amp;iacute;vel por estar em outro pa&amp;iacute;s. Independentemente da boa vontade de ambos os lados, as saias justas aparecem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se sair bem numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vivida h&amp;aacute; dez anos, quando era menos comum receber estrangeiros no Brasil, at&amp;eacute; mesmo em multinacional, Sandra Gioffi pediu ajuda a um gerente mais experiente. Tinha de dizer &amp;agrave; colega venezuelana que suas roupas exageradas para os nossos padr&amp;otilde;es criavam barreiras com os clientes. &amp;ldquo;Com delicadeza, tentei traduzir o jeito de o brasileiro se vestir, e ela aceitou as sugest&amp;otilde;es. Ficamos amigas &amp;iacute;ntimas&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5- L&amp;iacute;der novato&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como agir:&lt;/strong&gt; De in&amp;iacute;cio, o funcion&amp;aacute;rio precisa apoiar o chefe rec&amp;eacute;m-chegado que quer mudar tudo, ainda que n&amp;atilde;o concorde com a estrat&amp;eacute;gia. Mas deve aproveitar o momento de mudan&amp;ccedil;a para sugerir as que julga realmente importantes. Por &amp;uacute;ltimo, caso discorde de alguma proposta do superior, o subordinado deve pontuar as diverg&amp;ecirc;ncias com um discurso positivo. &amp;ldquo;Proponha fazer as mesmas mudan&amp;ccedil;as, mas de forma diferente&amp;rdquo;, sugere Claudia Klein.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para embasar suas ideias, conte o hist&amp;oacute;rico da &amp;aacute;rea. Caso a cultura organizacional n&amp;atilde;o estimule a troca de opini&amp;atilde;o por parte dos colaboradores, eles devem criar uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de confian&amp;ccedil;a com o gestor para, mais tarde, cavar abertura para fazer sugest&amp;otilde;es. &amp;ldquo;Primeiro &amp;eacute; preciso ouvir o chefe novo para entender por que a meta de aumento do desempenho foi estabelecida&amp;rdquo;, complementa Sandra Gioffi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/xNoOJglpXJU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 15:50:00</pubDate><id>55722</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55722</feedburner:origLink></item><item><title>Decisões em grupo nem sempre são as melhores, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/v4PWPENO9Qc/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;No calor da hora da decisão, a maioria das pessoas toma uma atitude diferente do que havia planejado. Essa é uma das conclusões de uma série de estudos feitos pelos professores Gazi Islam e Dany Claro, ambos do Insper, escola de negócios de São Paulo. A dupla também demonstrou que, diante da sensação de perda, a pessoa faz opções mais arriscadas do que quando está em vantagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, os pesquisadores reaplicaram a experiência em grupos e constataram que o comportamento é muito parecido &amp;mdash; os estudos foram feitos com alunos do Insper. Em resumo, uma decisão em grupo é tão exposta a variações emocionais quanto uma individual. Leia entrevista com Gazi Islam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Quais são as conclusões dos estudos que vocês fizeram? &lt;br /&gt;
Gazi Islam -&lt;/strong&gt; O que nós concluímos é que as pessoas desviam da estratégia inicial que traçaram quando influenciadas, principalmente, pela sensação de perda. Elas tendem a sair do planejamento e correr mais risco quando estão em desvantagem. A pessoa usa a razão na hora de planejar, mas, quando precisa tomar uma decisão durante a execução, ela tende a mudar o comportamento, e essa mudança é emocional. Na segunda experiência, quando pedimos para o grupo tomar decisões conjuntas, o resultado foi parecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Isso contraria o velho dito popular de que duas cabeças pensam melhor do que uma? &lt;br /&gt;
Gazi Islam -&lt;/strong&gt; É verdade. Claro que era um experimento específico e o mundo real é diferente. Mas as decisões em grupo também tendem a sofrer a influência da emoção. Numa decisão em grupo, tão comum em empresas que formam equipes de trabalho reunindo funcionários de várias áreas, o componente emocional pode até mesmo ficar mais exacerbado. Isso porque o grupo proporciona uma sensação de segurança que alivia a responsabilidade individual de cada participante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, as pessoas podem assumir ainda mais riscos quando estão trabalhando em grupo. Note que a experiência não revela se a escolha feita sob pressão é melhor ou pior, apenas que ela contraria o que havia sido planejado inicialmente. Às vezes, no trabalho, as opções feitas na última hora podem ser melhores do que o planejamento, ainda que menos racionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- O que as pessoas podem levar em conta na próxima vez que estiverem trabalhando em grupo? &lt;br /&gt;
Gazi Islam -&lt;/strong&gt; Quando avisamos as pessoas para controlar a emoção durante o teste, elas conseguiram ser mais fiéis ao planejamento inicial. Ou seja, na próxima reunião, fique atento ao seu comportamento e ao das outras pessoas. Observe os comentários dos participantes sob esse ponto de vista. Talvez você consiga detectar quem está agindo mais sob impulso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/v4PWPENO9Qc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 15:46:00</pubDate><id>55721</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55721</feedburner:origLink></item><item><title>O que fazer quando seu chefe trabalha ao lado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/QYhaDOLj4RE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Muitos escritórios abandonaram o formato tradicional de baias e sala do chefe em um canto afastado por uma área open office, que privilegia comunicação e contato entre os colegas. Isso tem suas vantagens, mas pode gerar um desconforto, também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Sentar perto do meu chefe direto não tem tanto problema, mas eu também sentava muito perto do chefão da agência. Aí acaba sendo um pouco intimidador&amp;rdquo;, conta o publicitário Marcus Vinicius Pesavento. E ele não está sozinho na queixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que fazer quando parece que cada ligação sua e cada tela que você abre no computador estão sendo vigiadas pelo chefe? EXAME.com conversou com Roberto Picino, diretor da Page Personnel, para ouvir dicas de como lidar com a supervisão constante do chefe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Em primeiro lugar é preciso ter uma relação boa e transparente com o chefe, ter naturalidade&amp;rdquo;, explica Picino. Para ele, é importante compreender que essa situação de constrangimento é comum no começo da relação de trabalho: &amp;ldquo;É o começo de uma relação de confiança, quando você precisa mostrar credibilidade e compromisso&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, se o chefe está do lado, nada de redes sociais e páginas de piadas abertas, pelo menos até você mostrar que consegue cumprir seu trabalho e compreender melhor se esse tipo de atividade incomoda o chefe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;As pessoas precisam de um ambiente em que possam trabalhar com tranquilidade. Se há algum incômodo com o chefe ou se ele te colocar em situação de constrangimento, você precisa dar um retorno disso para ele&amp;rdquo;, afirma Picino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ele, o funcionário não pode, por exemplo, ter vergonha de falar com um cliente na frente do chefe &amp;ndash; se isso acontecer, o jeito é chamar o chefe para conversar ou tentar estabelecer uma relação mais próxima, &amp;ldquo;trazê-lo para a zona de conforto&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Uma coisa você não pode fazer: expor o seu chefe. Se vocês estão na frente de todo o escritório, diante de algo que você não concorda é melhor chamá-lo para um momento individual e resolver quaisquer dúvidas ou discordâncias sem tornar a conversa pública&amp;rdquo;, diz Picino. De resto, completa o especialista: &amp;ldquo;As regras básicas de etiqueta valem até vocês dois se sentirem mais confortáveis um com o outro&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/QYhaDOLj4RE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 13:59:00</pubDate><id>55576</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55576</feedburner:origLink></item><item><title>5 tipos de profissionais que não sabem usar tecnologia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/9rpV_dhOGvs/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Quem trabalha em escrit&amp;oacute;rio pode enumerar uma s&amp;eacute;rie de h&amp;aacute;bitos dos colegas que incomodam no ambiente de trabalho. Sempre tem aquele que n&amp;atilde;o consegue pensar sem bater com a lapiseira no teclado, ou o outro que s&amp;oacute; sabe se comunicar aos berros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se soma a isso ferramentas como smartphones e e-mails, as gafes se multiplicam. EXAME.com conversou com especialistas em gest&amp;atilde;o e etiqueta (al&amp;eacute;m de alguns profissionais de diversas &amp;aacute;reas que preferiram n&amp;atilde;o se identificar) para descobrir os tipos de profissionais que mais erram na etiqueta com &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aquele que entra em contato por todos os meios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tudo bem que muitas vezes apenas mandar e-mail n&amp;atilde;o garante um retorno (apesar de que, segundo Henrique Gamba, da Hays, o e-mail, uma vez enviado, passa a ser &amp;ldquo;responsabilidade da outra pessoa, que tem de ler&amp;rdquo;), mas enviar a mensagem, ligar cinco minutos depois e ainda passar na baia do colega para exigir uma resposta &amp;eacute; demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aquele que n&amp;atilde;o sabe lidar com o celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Deixar no silencioso &amp;eacute; regra de ouro para qualquer ambiente fechado &amp;ndash; ningu&amp;eacute;m precisa ouvir aquele toque de balada no seu celular. Se seu smartphone vibra a cada m&amp;iacute;nima notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Facebook, Twitter, e-mail etc, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; importante notar que s&amp;oacute; porque ele est&amp;aacute; vibrando, n&amp;atilde;o quer dizer que n&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;a barulho.&lt;br /&gt;
Quem divide mesa com outras pessoas tamb&amp;eacute;m precisa ficar atento: &amp;agrave;s vezes a vibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o constante do seu celular &amp;eacute; sentida pelo colega ao lado. Isso pode atrapalhar a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aquele que s&amp;oacute; tem olhos para o smartphone&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nada diz mais sobre falta de interesse no assunto do que quando a pessoa, do lado de l&amp;aacute; da conversa, fica com os olhos baixos &amp;ndash; encarando a tela do telefone. &amp;ldquo;&amp;Eacute; uma falta de respeito tremenda&amp;rdquo;, diz Gamba. Romaly de Carvalho, especialista em etiqueta empresarial, concorda: &amp;ldquo;Mostra falta de foco e diz que a outra pessoa n&amp;atilde;o &amp;eacute; importante&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aquele que manda e-mail errado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Tenho uma hist&amp;oacute;ria interessante para mostrar esse tipo de profissional. Um jovem foi mandar e-mail para seu amigo, que trabalhava na mesma empresa que ele, falando sobre as mulheres que trabalhavam com eles. Em vez de escrever o t&amp;iacute;tulo do e-mail no campo de assunto, escreveu no campo de c&amp;oacute;pia. E acabou enviando o e-mail para seu amigo e para as &amp;lsquo;mulheres da empresa&amp;rsquo;, um grupo de e-mails que existia l&amp;aacute;&amp;rdquo;. Precisa dizer mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aquele que ainda n&amp;atilde;o aprendeu a mexer nas redes sociais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Linkedin, Facebook, Twitter... s&amp;atilde;o tantas redes sociais que as pessoas acabam misturando. O problema &amp;eacute; quando misturam posts pessoais do Facebook e acabam postando lamenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es no mural do Linkedin. &amp;ldquo;J&amp;aacute; vi gente que linkou o Linkedin ao Twitter e coisas como &amp;lsquo;odeio acordar cedo&amp;rsquo; acabaram aparecendo na timeline dos contatos profissionais&amp;rdquo;, conta Gamba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um cuidado que se deve ter em qualquer rede social &amp;eacute; com a linguagem. Segundo Romaly, os posts e tu&amp;iacute;tes podem at&amp;eacute; ser escritos de maneira informal, mas aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o portugu&amp;ecirc;s &amp;eacute; essencial.&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Palavras de baixo cal&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m pegam mal&amp;rdquo;, diz. E ela completa: &amp;ldquo;As pessoas julgam muito r&amp;aacute;pido. A personalidade que fica no Facebook muitas vezes &amp;eacute; a impress&amp;atilde;o que as pessoas v&amp;atilde;o ter de voc&amp;ecirc;. E, pra formar uma opini&amp;atilde;o, &amp;agrave;s vezes um &amp;uacute;nico coment&amp;aacute;rio ou tu&amp;iacute;te vistos fora de contexto bastam&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/9rpV_dhOGvs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 13:57:00</pubDate><id>55575</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55575</feedburner:origLink></item><item><title>Salário do brasileiro deve subir em 2012</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/fZB2imwydWI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A maioria dos empresários brasileiros (88%) pensa em aumentar os salários de seus funcionários nos próximos 12 meses. De acordo com dados do 2º trimestre do International Business Report (IBR) 2012, elaborado pela consultoria Grant Thornton, a expectativa do empresariado brasileiro quanto à elevação salarial é mais positiva que a mundial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Globalmente, 65% dos tomadores de decisão querem ampliar os ganhos de seus colaboradores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos executivos entrevistados no Brasil que planejam elevar os salários, 63% pretendem acompanhar a taxa de inflação, e 25% creem que o aumento a ser concedido deve superar a taxa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Panorama mundial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os empresários da Alemanha (33%), Índia (30%) e África do Sul (29%) são os que mais esperam aumentar os salários acima da inflação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os países que mais pretendem elevar a remuneração de seus funcionários em linha ou acima da taxa de inflação estão Argentina e Turquia (ambos com 96%), África do Sul (92%), Hong Kong (90%) e Austrália, Canadá e Suécia (todos com 88%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Grécia é a nação mais pessimista com relação ao aumento dos salários, já que, por lá, apenas 2% dos empresários possuem esse plano. Na sequência dos mais pessimistas aparecem Irlanda e Armênia, onde 22% dos tomadores de decisão planejam aumentar os ganhos dos colaboradores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regionalmente, a América do Norte (87%) e a América Latina (85%) apresentam o maior percentual de empresários que pretendem elevar os salários nos próximos doze meses. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida aparecem os países do sudeste asiáticos (75%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda em nível global, os empresários do setor de saúde (90%) são os que mais planejam elevar os salários, seguidos pelo segmento de serviços financeiros (88%), agricultura (82%) e &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; limpa (79%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo da Grant Thornton sondou mais de 11 500 companhias privadas em 40 países.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/fZB2imwydWI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 12:00:00</pubDate><id>55288</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55288</feedburner:origLink></item><item><title>Que profissão é essa? Food Stylist</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/OmsYSpgTBzo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Gilberto Geronimo Oller, mais conhecido na área gastronômica e publicitária como Peninha, é um food stylist, profissional responsável por deixar irresistíveis os alimentos e bebidas que aparecem em propagandas, como no caso dos lanches do McDonald&amp;acute;s, e filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso, Peninha tem formação em gastronomia e já trabalha com publicitários desde a década de 1980. &amp;ldquo;O fotógrafo tem um trabalho mais técnico, eu mexo só com a comida. Recebo o layout da agência e faço o produto, como se fosse uma escultura viva&amp;rdquo;, explica o food stylist. &lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Segundo o profissional, o fotógrafo tem de 3 a 5 minutos para fazer o clique perfeito &amp;ndash; é esse, em média, o tempo de vida das esculturas que ele monta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EXAME.com: O que faz um food stylist?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peninha:&lt;/strong&gt; O meu trabalho vai além da fotografia publicitária. Você tem que saber e conhecer de comida. É como se fosse o corpo humano, precisa conhecer a anatomia dele para produzir a imagem perfeita.&lt;br /&gt;
Alguém de bom gosto, supostamente, saberia fazer uma coisa bonita. Mas é difícil saber a técnica, saber quais produtos usar para conseguir tal resultado. A gente tem uma didática e um método para construir os pratos. E você tem de saber como deixar a pessoa com água na boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EXAME.com: E demora para preparar o prato perfeito?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peninha&lt;/strong&gt;: Depende do prato, mas demora, sim. Já fiquei horas e horas para acertar um drink. Parece besteira, mas não é.&lt;br /&gt;
E para o fotógrafo tirar uma imagem, precisamos de diversos pratos iguais. Se uso um peru, por exemplo, todo ano eu faço uns três comerciais de peru... O peru é pintado, passa por um banho de sol (que é um forno aberto) e a gente dá uma cor neles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EXAME.com: É como a maquiagem das modelos em um peru?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peninha:&lt;/strong&gt; Sim! É a maquiagem das modelos no peru. E não só isso, assim como com modelos, a gente faz casting de peru. Comida é que nem gente nesse aspecto: tem tamanhos diferentes, tipos diferentes... O peru pode ter um peito grande ou uma perna mais longa.&lt;br /&gt;
Para fazer o casting, chegam uns 50 perus pra eu escolher. Seleciono uns oito para tratar. Usei um para mandar para o fotógrafo como modelo de luz &amp;ndash; assim ele já ajusta luzes e câmera para tirar a foto mais rápido quando o peru &amp;ldquo;oficial&amp;rdquo; chegar. Teve uma vez que acabamos usando o peru modelo, mesmo. Aí eu só dei uma renovada nele, a gente coloca um Photoshop, esses recursos todos e ficou ótimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EXAME.com: Mas são tantos truques, você não acaba vendendo um produto que não existe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peninha:&lt;/strong&gt; É verdade que não é o mesmo produto, mas acaba sendo o mesmo, sim. Explico: temos que seguir o padrão da receita do lugar. Os ingredientes, tudo o que vai na caixinha do sanduíche que você compra vai naquele que eu monto. Claro que eu tenho um cuidado maior com apresentação, mas essa história de &amp;ldquo;químico&amp;rdquo; é folclore. Eu faço tudo natural.&lt;br /&gt;
Tem muita coisa que a gente acaba roubando no jogo. Por exemplo, a gente frita só a borda da carne do sanduíche se não ela some no pão. Mas tem muita coisa que acabou a gravação ou as fotos, você pode ir lá e comer, sim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EXAME.com: A maioria dos chefs acaba se especializando em uma área, mas o food stylist, pelo jeito, tem de saber de tudo, mesmo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peninha:&lt;/strong&gt; Eu faço de tudo, mesmo. Tenho um conhecimento abrangente de gastronomia e culinária. Gosto mais de salgados, mas faço drinks, também. E estou me especializando em doces ultimamente, até engordei um pouco...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EXAME.com: Você tem muito contato com os publicitários, como um chef pode entrar nesse mercado?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peninha:&lt;/strong&gt; É realmente um mercado ainda muito fechado. Você tem de ter um portfólio garantido, ter boas produções. Tenho levado jovens para me ajudar, recém-formados em gastronomia. Levo porque é importante que eles aprendam, mas também porque preciso de ajuda, mesmo. Em fotografia levo um ou dois, mas quando é cinema dá para levar mais.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/OmsYSpgTBzo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>06/07/2012 00:00:00 09:55:00</pubDate><id>55172</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55172</feedburner:origLink></item><item><title>O poder dos quietos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/10pVzL6gjto/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A escritora Susan Cain, autora de O Poder dos Quietos (Ed. Agir, 352 páginas, 22,90 reais), que chega este ano ao Brasil, explica como a introspecção pode melhorar a nossa produtividade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto que Susan levanta em seu livro é que o ambiente corporativo favorece pessoas extrovertidas e, naturalmente, complica a vida dos introvertidos. Para ela, estamos vivendo em um mundo que é tão expansivo, extrovertido e conectado que perdemos de vista o nosso lado introvertido, silencioso. &amp;ldquo;Corremos de reuniões a reuniões, prazos a prazos, sem momentos para refletir ou ficar sozinhos, em silêncio&amp;rdquo;, diz Susan. A crescente busca de ioga, meditação e terapias alternativas, segundo ela, é uma prova de como esse barulho todo tem afetado a vida das pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão, aponta Susan, que passou seis anos fazendo pesquisa para escrever o livro, é que o silêncio e a introspecção são ingredientes fundamentais para que um profissional use a criatividade, a persistência e a moderação para assumir riscos. Sem esses elementos, os resultados pessoal e corporativo ficarão prejudicados. &amp;ldquo;A criatividade depende da reflexão e da quietude para se desenvolver. Da mesma forma, o barulho dissipa a persistência, o que faz as pessoas desistirem mais facilmente de pensar em soluções melhores para resolver algumas questões de forma mais inusitada e, acima de tudo, assertiva&amp;rdquo;, escreve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se vivemos num mundo que potencializa a extroversão, é preciso mudar o jeito de lidar com os introvertidos. Numa reunião, por exemplo, profissionais mais recatados podem não se sentir à vontade para dar opiniões na hora, algo que é esperado mais ou menos de todo mundo. &amp;ldquo;Talvez seja melhor dar um tempo após a reunião para que os participantes mais introspectivos se manifestem&amp;rdquo;, diz Susan. &amp;ldquo;Assim, boas ideias seriam mais bem aproveitadas.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Por que acredita que o silêncio se tornou tão raro nos dias de hoje?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Estamos vivendo em um mundo que é tão expansivo, extrovertido, tão desprovido de tempo de inatividade, tão focado no estar sempre &amp;ldquo;ligado&amp;rdquo;, que perdemos de vista o nosso lado introvertido. A tendência das mensagens SMS e das mensagens instantâneas, que são uma maneira de se conectar, mas ao mesmo tempo manter nossa voz e rosto em silêncio, mostra que isso é algo que as pessoas estão buscando cada vez mais. Apenas os nossos dedos têm o trabalho de falar, mas em silêncio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Você tem pesquisado o comportamento dos introvertidos. Como eles podem nos ensinar a viver melhor neste mundo barulhento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eles têm características que estão sendo cada vez mais apreciadas. Muitas das pessoas mais criativas da história eram introvertidas. O silêncio é um ingrediente crucial da criatividade. A persistência também exige reflexão e calma. Introvertidos não desistem facilmente. Albert Einstein, um introvertido notório, disse &amp;ldquo;não é que eu seja muito inteligente; é que eu fico nos problemas por muito tempo&amp;rdquo;. Pessoas com esse perfil tendem a agir de forma tranquila, avaliando as circunstâncias e pesando os riscos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/10pVzL6gjto" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>06/07/2012 00:00:00 09:54:00</pubDate><id>55171</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55171</feedburner:origLink></item><item><title>4 respostas para aprender mais com a prática</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/SMBeAVs4yUk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;"Os profissionais aprendem mais na prática e geralmente nem conseguem explicar como e onde aprenderam", diz o professor Michael Eraut, um dos responsáveis pela criação do work-based learning, que transforma o trabalho no principal ambiente de aprendizado. O método já foi adotado por dezenas de instituições britânicas com o apoio do governo.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia abaixo a entrevista que o professor concedeu à Você S/A, em sua casa, na cidade de Lewes, no sul da Inglaterra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O senhor já disse que as pessoas usam no trabalho apenas metade do que aprendem na universidade. Por que isso acontece?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Michael Eraut -&lt;/strong&gt; Um dos motivos é a velocidade das mudanças hoje. Ao final de um curso, boa parte do conhecimento que as pessoas absorveram de livros e atividades já está ultrapassada ou depende de novos conhecimentos agregados a ela.&lt;br /&gt;
Isso acontece em todas as áreas. Além disso, o conhecimento acadêmico por si só não é suficiente para lidar com os contextos e as demandas do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Michael Eraut -&lt;/strong&gt; Muita gente ainda pensa que aprendizado é só o que você consegue apresentar, colocar no papel. Mas é muito mais. No trabalho, as pessoas lidam com problemas mais complexos.&lt;br /&gt;
Para solucioná-los, é necessário muitas vezes recorrer a diferentes tipos de conhecimento e experiências, ser capaz de reuni-los e aplicá-los. Esse tipo de competência é pouco ensinado e avaliado nas escolas.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Se o aprendizado é tão intuitivo, como o profissional pode saber se está progredindo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Michael Eraut -&lt;/strong&gt; Ele tem de analisar suas conquistas e tudo que já fez de útil no trabalho. Quais tipos de conhecimento tive que reunir para realizar determinado projeto? Quais as pessoas que me ajudaram e de que forma? Como eu ajudei outras pessoas? Conversar com colegas mais próximos, que nos observam diariamente, pode ajudar bastante.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que algumas pessoas aprendem mais rápido do que outras?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Michael Eraut -&lt;/strong&gt; A velocidade do aprendizado varia muito de um profissional para outro, e as pesquisas mostram que isso tem muito a ver com as pessoas com quem ele trabalha.&lt;br /&gt;
Ouvir e observar colegas e superiores é uma das principais fontes de aprendizado. No ambiente de trabalho, existem várias pessoas fazendo as mesmas coisas de maneiras diferentes e que têm muito a se ajudar.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/SMBeAVs4yUk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>05/07/2012 00:00:00 09:52:00</pubDate><id>55170</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55170</feedburner:origLink></item><item><title>Como acabar com as interrupções no trabalho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/lFBTGCyDK34/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A interrupção é uma praga para a produtividade do profissional. Segundo estudos de ciência cognitiva, o ser humano demora em média 15 minutos para restabelecer a concentração após uma interrupção. Hoje, em um ambiente de trabalho em que as pessoas são interrompidas permanentemente por telefonemas, e-mails, comunicadores instantâneos e redes sociais, sem contar as reuniões, manter o foco no que é importante é quase impossível. O resultado da baixa produtividade &amp;mdash; estima-se que o excesso de interrupção diminua em 40% nosso poder de realizar &amp;mdash; é que estamos entregando um serviço de pior qualidade. E, obviamente, voltando para casa insatisfeitos ao fim de mais um dia de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um novo livro, lançado este ano no Brasil, mostra que a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da informação é, sim, um grande vilão da produtividade, mas não é o pior deles. Para a advogada e escritora americana Susan Cain, autora de O Poder dos Quietos (Ed. Agir, 352 páginas, 22,90 reais), a arquitetura corporativa prejudica mais a concentração do que as mensagens eletrônicas e a telefonia. Isso porque normalmente trabalhamos em espaços abertos que, intencionalmente, facilitam a convivência, a abordagem e a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, essas características sempre foram tratadas como um avanço na representação do espaço de trabalho por trazerem um ar de democracia e liberdade. Mas há problemas também, que são pouco discutidos. "Trabalhamos em escritórios com pouco descanso do barulho ou do olhar dos colegas", diz Susan.&lt;br /&gt;
Interação sem paredes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia de derrubar as paredes nas organizações é nobre, pelo menos na teoria. Consta que esse modelo de arquitetura foi desenvolvido no Japão, país onde o respeito à hierarquia é maior, e os escritórios de espaços amplos foram uma forma de estimular a interação. A mensagem colou no mundo inteiro, turbinada na crença de diminuir a distância entre o corpo executivo e a base, facilitando o fluxo de informações. Virou padrão mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Sem as paredes, os ambientes de trabalho se tornaram mais ruidosos e caóticos, e as trocas de ideias, mesmo sendo efetivas, passaram a não ter hora para acontecer", diz Emerson Ciociorowski, coach e consultor de empresas. "Em culturas em que as pessoas já têm dificuldade de concentração, como a brasileira, isso é um problema."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obviamente, ninguém imagina uma volta ao passado das empresas cheias de divisórias, mas Susan coloca em dúvida a eficácia da comunicação "forçada" dos espaços abertos. A melhor solução para a autora seriam escritórios privados, com locais públicos de interação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora produza interrupções, a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; também contribui para aumentar a produtividade. Basta pensar em como ela facilita e acelera a comunicação. Por isso, evitar a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; não é a solução. A saída é controlar melhor os contatos para manter a concentração, como reservar horários para lidar com o e-mail ou redes sociais. Embora leve o mesmo tempo, terá um impacto positivo na manutenção do foco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Acabe com as distrações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como se blindar das interrupções do dia a dia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não Atenda!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O toque do telefone faz o cérebro pensar que o assunto é urgente. Isso interrompe qualquer raciocínio, e retomar leva tempo. Por isso, simplesmente não atenda. A pessoa pode deixar um recado na caixa postal. Se for caso extremo, tire o aparelho do gancho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cópia inútil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Só envolva num e-mail quem realmente precisa dar opinião a respeito de um assunto. As pessoas detestam ser copiadas inutilmente. Com o chefe, você pode fazer o inverso: adicioná-lo em uma conversa, caso isso signifique interrompê-lo menos pessoalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fim de papo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O convívio social é importante, mas ficar de papo com o pessoal do escritório pode atrapalhar o departamento todo, e não só seu interlocutor. "Se for conversar sobre questões alheias ao trabalho, vá até o café", diz Susan Cain no livro O Poder dos Quietos. Outra dica: converse com as pessoas em pé, assim você tende a terminar o papo mais rapidamente.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/lFBTGCyDK34" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>05/07/2012 00:00:00 09:49:00</pubDate><id>55169</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55169</feedburner:origLink></item><item><title>5 tipos de perfis que você deve seguir no Twitter para alavancar a carreira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/BEf8K7e4sw4/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Twitter é uma ferramenta poderosa para networking e para manter-se atualizado nas notícias e informações mais específicas da sua área. Se bem usado, ele pode ajudar a alavancar uma carreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independente do setor no qual você trabalha, se você usa essa rede social, alguns cuidados devem ser tomados. Assim como no Facebook, as pessoas podem olhar quem você segue e tentar traçar o seu perfil com base apenas nisso. Por outro lado, seu feed também pode ser fonte de contatos, debates e notícias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bill Gates é um exemplo no tema. Sua conta na rede de microblogs (@BillGates) segue apenas 110 pessoas ou instituições. Dentre os &amp;ldquo;sortudos&amp;rdquo;, estão funcionários, colegas de trabalho e amigos. Gates também acompanha de perto os tuítes da sua fundação, e os de outras fundações, também, até as que poderiam ser consideradas suas &amp;ldquo;concorrentes&amp;rdquo;. Jornalistas, ONGs e instituições da ONU completam o feed de tuítes do bilionário, que interage com os seus seguidores e retuíta aqueles que segue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Confira quais tipos de conta seguir para tirar o maior proveito da rede social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu chefe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não tem como fugir, ainda mais se a conta dele for bastante profissional. Ver aquilo que seu chefe retuíta ou compartilha dá uma noção sobre o que ele lê e acompanha. E mais: sobre o tipo de trabalho que ele valoriza. No mínimo, você já vai ter assunto para aquelas conversas de bebedouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;As notícias. Todas as notícias.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não importa se você é engenheiro, jornalista ou advogado, é essencial para sua carreira estar atualizado nas últimas notícias. Por isso, escolha uma fonte de notícias global, uma mais localizada e, se encontrar, alguma que fale sobre sua área específica (como a OAB ou o Observatório de Imprensa, por exemplo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colegas e clientes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Assim como seu chefe, é interessante seguir seus colegas e clientes &amp;ndash; ou pelo menos aqueles que mantêm um bom equilíbrio entre vida profissional e pessoal no Twitter. Os colegas podem tuitar sobre projetos ou questões do trabalho e a rede social também pode ser uma boa maneira de se manter contato com clientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A concorrência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Esse é um tipo de perfil um pouco mais polêmico de se seguir. Nem todo mundo se sente à vontade para acompanhar a concorrência de perto. Mesmo assim, é importante seguir ao menos o perfil oficial de empresas do mesmo setor que o seu, elas acabam sendo uma boa fonte de novidades no meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Seus interesses&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quem você segue diz muito sobre quem você é. E não só profissionalmente. Um perfil pessoal que é tratado como corporativo (não traz opiniões ou novidades e segue apenas profissionais da área) pode parecer superficial ou forjado. Por isso, quem gosta de esportes deve seguir o perfil do time do coração, sim; quem se interessa por cinema, pode seguir guias e assim por diante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para evitar problemas profissionais por conta do seu Twitter, o jeito é manter o bom senso. Leia-se: nada de tuitar sobre o mercado financeiro de dia e na quarta feira à noite se acabar em xingamentos e palavrões durante o jogo de futebol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/BEf8K7e4sw4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>04/07/2012 00:00:00 09:48:00</pubDate><id>55168</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55168</feedburner:origLink></item><item><title>O que fazer antes das férias (para não levar trabalho para a casa)</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/q8U1CR6wErk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Por mais apaixonado pela profissão que você seja, férias sempre são uma boa pedida. Mas como se organizar para que os dias que antecedem a elas não virem um verdadeiro martírio em termos de tempo? Ou pior: o que fazer para não levar trabalho atrasado na bagagem dos seus merecidos descansos?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Se a pessoa não se programou nos dias anteriores, a véspera das férias será muito estressante&amp;rdquo;, diz Andrea Piscitelli, professora do MBA da  FGV e FIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que depende de você?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Algumas semanas antes da sua partida para o paraíso, ops, férias, faça um mapeamento de todas as atividades, decisões e projetos que dependem diretamente do seu trabalho. &amp;ldquo;Há coisas que não podem parar e você tem que delegá-las para alguém&amp;rdquo;, diz Andrea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, se há muitas tarefas pendentes e com prazos que irão expirar antes das suas férias, corra. &amp;ldquo;É melhor trabalhar um pouco mais antes das férias para sair zerado, sem pendências do que ter que levar todo este estresse para seu período de descanso&amp;rdquo;, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, seja consciente. Faça uma lista de tarefas e, com bom senso, cheque o que é possível realizar ou não. Negocie os prazos das causas impossíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Passe adiante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Feito isso, é hora de treinar a pessoa que ficará responsável pelas suas responsabilidades durante o período de férias. &amp;ldquo;Faça uma integração com tudo o que ela precisará cuidar. Apresente todas as possibilidades de cenário, para que ela não precise ligar para você durante as férias&amp;rdquo;, aconselha a especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela afirma que a duração do treinamento depende do tipo de função que você desempenha. &amp;ldquo;Se o trabalho é mais operacional, uma reunião pode ser suficiente. Agora, se é de um nível tático para cima, que exige várias tomadas de decisões, o ideal é que a pessoa acompanhe seu trabalho pelo menos durante uma semana&amp;rdquo;, diz Piscitelli.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste período, segundo a especialista, vale até dedicar alguns momentos para que a pessoa trabalhe como se você não estivesse lá. Segundo a professora, esse tipo de treinamento é essencial para que o substituto fique seguro para não precisar contatar o outro profissional durante as férias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Informe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não deixe para avisar no último seus clientes sobre as férias. Se possível, pelo menos, uma semana antes comece a negociar prazos e a apresentar quem ficará responsável por responder cada demanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Último dia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se você fez a lição de casa nos dias anteriores, a véspera das férias será para amarrar tudo o que tinha para fazer (além da contagem regressiva, é claro). Faça a resposta automática do e-mail, cheque se deixou o acesso livre para todos os arquivos e dados necessários para seu substituto. &amp;ldquo;Faça uma última checagem para não se sabotar&amp;rdquo;, diz a especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, se você deixou tudo para a última hora e não se organizou antes, o último dia será, inevitavelmente, dedicado a apagar incêndios. Antes de se desesperar, tente negociar prazos. Se não for possível e o trabalho atrasado invadir suas férias, não faça um autoflagelo e nem dê vazão para a procrastinação. Planeje-se para terminar as tarefas em poucos dias. Ao conclui-las, desligue-se totalmente.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/q8U1CR6wErk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>04/07/2012 00:00:00 09:46:00</pubDate><id>55167</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55167</feedburner:origLink></item><item><title>Conheça a mensagem do seu cabelo para os negócios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/SSB0NbtBod0/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O estilo dos cabelos revela muito sobre a personalidade das pessoas, podendo determinar a postura de um profissional dentro de seu emprego. A afirmação é do artista plástico Philip Hallawell, de São Paulo, autor do livro Visagismo Integrado: Identidade, Estilo e Beleza (Ed. Senac SP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segredo, diz ele, está nas linhas que compõem o corte (retas, inclinadas ou curvas), que definem uma imagem pessoal. "Cortes retos estão ligados à determinação e liderança, linhas inclinadas são associadas à criatividade, e as curvas são de suavidade, indicadas para médicos e enfermeiras", afirma Philip.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao comprimento, ele aconselha: no mundo corporativo, os fios longos devem ser evitados ou presos. "O cabelo longo é sinal de sensualidade. Prender demonstra comprometimento", diz. A consultora da Ricardo Xavier, Neli Barboza, sugere que os funcionários tentem se alinhar ao perfil de cada empresa. Se o ambiente for formal, assim deve ser a aparência do funcionário. Veja algumas dicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Os Cortes Masculinos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradicional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Cortes retos e curtos são ideais para homens de negócio que ocupam cargos de alta gerência, como Roberto Justus. Pode-se usar gel ou pomada modelando para trás, criando um aspecto molhado ou um topete. Exige uma passada mensal no salão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Casual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Cortes irregulares denotam dinamismo de empreendedores e publicitários. Podem ser modelados com pomadas. Corte a cada dois meses. "Esse homem tem o cabelo bem cortado, tipo Brad Pitt e George Clooney", diz o cabeleireiro Marco Antonio Di Biaggi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Criativo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mais espetados ou cacheados, usados ao natural, como os do ator Eriberto Leão. Os fios mais longos devem chegar ao máximo até a nuca. "Evite exageros, porque quem tem contato com clientes deve ter boa aparência", diz Ligia Marques, consultora de etiqueta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Os Cortes Femininos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradicional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Comprimento no máximo na altura dos ombros, misturando linhas retas e curvas. Marco Antonio indica o uso de chapinha para manter o cabelo alinhado, visitas semanais ao salão para fazer escova e corte a cada 45 dias. "O ideal é o chanel, à la Kate Holmes, levemente repicado."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Casual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Frente repicada abaixo do queixo e os fios mais longos modelados com escova, como o look da atriz Jennifer Aniston, dona de um corte popular em salões. Curtos bem repicados e com pontas irregulares demonstram iniciativa. Aspecto mais natural. Cortar a cada dois meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Criativo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estilo mais ousado com cortes e cores, cachos mais soltos e até o black power. O estilo Kate Moss, com um visual propositadamente largado, é o eleito de Marco Antonio: repicado com pontas mais desarrumadas. A manutenção do corte depende do estilo, mas varia de dois a três meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/SSB0NbtBod0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/07/2012 00:00:00 09:39:00</pubDate><id>55166</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55166</feedburner:origLink></item><item><title>10 dicas para ser ultra-produtivo no trabalho ou estudos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/v-C3187gnjc/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O inventor da lâmpada elétrica incandescente,Thomas Edison, disse certa vez que &amp;ldquo;o tempo é o único capital que qualquer ser humano possui, e a única coisa que ele realmente não pode perder&amp;rdquo;. Se Edison, que nasceu há mais de 150 anos, já percebia como nosso tempo é valioso, imaginemos então nós, em 2012, com uma rotina cada vez mais apressada e estressante? Controlar o tempo não é possível, mas controlar sua rotina sim. Confira as dicas a seguir para ser ultra-produtivo:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Não confunda estar ocupado com ser produtivo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pessoas altamente produtivas são muitas vezes menos ocupadas do que aquelas que estão cheias de trabalho e sobrecarregadas. Fazer muitas coisas ao mesmo tempo não quer dizer que você está sendo produtivo, muito pelo contrário, quer dizer que o controle da rotina não está mais com você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Não confunda o urgente como o importante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Distrações vindas de última hora, principalmente de outras pessoas, não são, necessariamente, prioridades. Seu tempo é limitado, principalmente dentro do trabalho, e não deve ser mal distribuído entre as tarefas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A chave é ter auto-gestão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se o tempo tem voado enquanto você está no escritório, não se intimide, seja o piloto de sua rotina. Organize as atividades para que cada uma possa ser feita com a devida atenção e prioridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O valor de cada tarefa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Lembre-se da regra do 80/20: Cerca de 80% da importância das coisas que fazemos todos os dias está em apenas 20 atividades. Por isso, saiba o valor das coisas que faz para que elas não sejam mal interpretadas e você tenha frustrações no fim do expediente ou da semana de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Use um bom planejador&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Procure por planejadores que tenham pelo menos uma página inteira, ou tela no caso de computadores, tablets ou smartphones, para cada dia da semana onde você possa fazer anotações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Separe horas flexíveis de horas inflexíveis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em seu planejamento, separe os horários que são flexíveis daqueles que são obrigatórios. Por exemplo, reuniões, conferências e outros compromissos são fixos e provavelmente não podem ser alterados. As horas que não se encaixam nessas categorias podem ser mais bem trabalhadas para que você renda mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Faça listas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No começo de cada dia escreva em uma folha uma lista de tópicos com todas as coisas que você deseja ou precisa realizar naquele dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Priorize os itens da lista&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Em cada item da lista você deve colocar uma classificação para a prioridade da tarefa. Por exemplo, &amp;ldquo;A&amp;rdquo; é para aquilo que deve ser feito, &amp;ldquo;B&amp;rdquo; para o que você pode fazer e &amp;ldquo;C&amp;rdquo; para o que talvez faça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Foque-se&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Procure se focar para completar todos os itens categorizados em &amp;ldquo;A&amp;rdquo; na sua lista. Cada vez que um tópico for feito, risque-o da lista. Aproveite principalmente os horários flexíveis para fazer essas atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Caso não termine tudo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se você não completar tudo o que tinha que fazer no dia, transfira os itens para sua lista no dia e seguinte e classifique novamente quais são as prioridades.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/v-C3187gnjc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>03/07/2012 00:00:00 09:38:00</pubDate><id>55165</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55165</feedburner:origLink></item><item><title>3 coisas que você não deve fazer se trabalha em casa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/BTpL0Qb2JgI/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;É cada vez mais comum encontrar pessoas que trabalham de casa e defendem a ideia, seja por motivos relacionados à sustentabilidade ou apenas pelo conforto. Entretanto, o trabalho de casa requer muita disciplina e algumas coisas devem ser evitadas nesse caso.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixar a TV desligada parece um exemplo óbvio do que não fazer se você trabalha em casa, mas outras coisas são mais importantes e sérias do que isso. Confira 3 coisas que você não deve fazer se trabalha em casa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Exagerar no tempo de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Teoricamente você pode trabalhar mais estando em casa, já que não perde tempo se deslocando até o escritório. Porém, não é bom exagerar no tempo de trabalho, pois isso pode interferir na sua produtividade. Reserve um tempo para si, descanse, saia e faça amigos. Só porque você pode passar o dia todo sentado em frente ao computador isso não significa que você deva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Atividades domésticas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo que você esteja em casa, lembre-se de que você está trabalhando. Não tente fazer os trabalhos domésticos entre uma e outra tarefa do seu emprego, isso vai prejudicar o seu rendimento em ambas. Se você precisa de um intervalo, faça um de verdade: saia de casa, faça uma caminhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Misturar vida pessoal e profissional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Por mais obvia que essa dica pareça, trabalhando em casa você pode sentir dificuldades em separar uma coisa e outra. Por isso é importante manter um local bem definido para o seu trabalho e tirar alguns minutos ao fim do dia antes de começar a atender as demandas da sua família. Manter os dois extremos da sua vida separados é fundamental para que você tenha uma relação saudável tanto com o trabalho quanto com a família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/BTpL0Qb2JgI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>02/07/2012 00:00:00 09:36:00</pubDate><id>55164</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55164</feedburner:origLink></item><item><title>4 dicas para evitar as distrações online</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/T92OunX8J0w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Internet é como um labirinto. Começamos olhando um e-mail de trabalho, clicamos em um link, começamos a ler uma matéria, que nos guia para o Facebook e assim vai... Quando nos damos conta, perdemos quase uma hora com distrações, além de termos rompido com o ritmo de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saiba como manter o foco e aumentar sua produtividade por meio destas 4 dicas para evitar as distrações online:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. E-mail&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Como exemplificado no começo da matéria, a maioria das distrações começa pelo e-mail. Por isso, use-o com moderação e faça 2 contas de e-mail: uma pessoal e outra para trabalho. Tente não confundir uma com a outra. Ou seja, use o pessoal com pessoas que realmente justifiquem o uso. Desta forma, você só terá coisas relacionadas ao seu trabalho em um e-mail e não terá que gerenciar duas contas em horário de trabalho. Deixe para acessar o e-mail pessoal quando estiver em casa e foque-se no que deve ser realizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Alertas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tome cuidado com os alertas que aparecem na sua tela do computador e no celular. Skype, messenger, bate papo do Facebook, SMS, etc. Tire o som do seu celular para que, além de não atrapalhar você, ele não incomode quem está ao seu lado. Além disso, tente ficar desconectado destes serviços de mensagens instantâneas o máximo possível. Quanto ao celular, resolva seus problemas pessoais de Facebook, Twitter,LinkedIn e outros no horário de almoço ou numa pausa rápida de, no máximo, 15 minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Pesquisa e navegação&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;É normal que tenhamos que fazer diversas pesquisas em horário de expediente. O problema é que, às vezes, nem percebemos quando deixamos de trabalhar e estamos navegando na Internet por curiosidade ou outra razão "menos nobre". Portanto, tome cuidado e mantenha o foco; principalmente quando você estiver na Wikipédia, um site cheio de curiosidades e "hiperlinks".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Número de janelas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Limite o número de janelas e abas no seu computador. Quanto mais informação em nossos olhos, mais distração e maior a dificuldade de se concentrar em apenas uma tarefa. Além disso, todos sabemos que é melhor fazer uma bem do que duas mal-feitas. Não se esqueça também de, no final do dia ou da semana, limpar seu desktop e fechar todas as janelas e abas. Um ambiente limpo faz toda a diferença, ainda que estivermos falando de desktops.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/T92OunX8J0w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>02/07/2012 00:00:00 09:31:00</pubDate><id>55076</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=55076</feedburner:origLink></item><item><title>8 dicas para aproveitar melhor os eventos de negócios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/PTWZ9Gi0qW8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Cada vez mais executivos dão uma pausa na rotina do escritório para ir a eventos de negócios. Eles são fonte de aprendizado e ajudam a turbinar a rede de relacionamentos. Só na cidade de São Paulo, estima-se que ocorrerão 90.000 eventos em 2012, entre palestras, feiras e encontros, segundo a São Paulo Convention &amp; Visitors Bureau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Veja as dicas para você aproveitar melhor esses momentos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes do evento&lt;br /&gt;
Programe-se&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Conheça a agenda com antecedência. Busque o máximo de informações sobre as palestras, assim você pode selecionar as que valem a pena. Procure também saber quem são os palestrantes de seu interesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Conhecimento não faz mal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Informe-se previamente por meio de jornais, revistas e internet sobre o que será falado durante o evento. Isso o deixará mais preparado para aproveitar melhor as palestras. A sensação de satisfação também será maior&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Durante o evento&lt;br /&gt;
Concentre-se&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Evite ao máximo usar redes sociais, enviar e-mails, torpedos e atender ao telefone durante as apresentações. "Você distrai a si mesmo e a quem está ao seu redor", lembra Mauricio Curi, embaixador do TEDx para o Brasil. Sem contar que poderá perder conteúdos importantes que estão sendo apresentados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Anote pouco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se você gosta de fazer anotações, não queira fazer da palestra uma apostila. Marque apenas os pontos principais, ou seja, as grandes sacadas que ouviu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pausa para respirar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Descansar entre as palestras é essencial para você absorver melhor os conteúdos. Se o evento permitir, faça intervalos. É uma ótima oportunidade para fazer networking.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Troque ideias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não saia pelo evento distribuindo cartões a todos. Foque em pessoas que podem lhe ser úteis. "Você não precisa, necessariamente, fazer networking, pode trocar ideias, que no futuro podem gerar um bom contato", recomenda Mauricio Curi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Após o evento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Reflexão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Reserve um tempo para pensar sobre o que conheceu. Saia com ao menos cinco ideias e faça conexões do que foi falado com a sua realidade. Isso ajudará a colocá-las em prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Compartilhe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pratique o que aprendeu quando voltar ao trabalho. "Se você não aproveitar esse primeiro momento para aplicar o conhecimento e distribuir para as pessoas que possam ter interesse, é bem provável que, assim como o material ficará dentro da gaveta, as novas informações serão esquecidas", brinca Marcos Braga, presidente da HSM.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/PTWZ9Gi0qW8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 12:07:00</pubDate><id>54872</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=54872</feedburner:origLink></item><item><title>10 passos para mudar de carreira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/5GnLsLyefUk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Fazer uma mudança de carreira exige muita dedicação e análise. É necessário ponderar todos os aspectos positivos e negativos e quais riscos você está disposto a correr. Além disso, mudanças como essa exigem que você invista seu tempo e dinheiro e, como em todo investimento, é necessário que você esteja o mais informado possível para tomar a decisão correta. Confira 10 passos para tomar sua decisão e aumentar suas chances de ser bem-sucedido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Decida se a mudança é realmente necessária&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Antes de começar a pensar em fazer a mudança de carreira, você precisa avaliar se realmente é necessário passar por essa alteração. Talvez o caso seja de achar um novo emprego, em uma empresa diferente e com novas oportunidades. Considere muito bem todas as perspectivas, pois a decisão deverá ser feita com convicção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Avalie a si mesmo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se você decidir pela mudança de carreira, então deve avaliar a si mesmo, seus valores, habilidades, interesses e objetivos. Você pode fazer isso com testes ou orientações de carreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Faça uma lista de possibilidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Baseado nos resultados de seus testes de carreira e avaliações pessoais faça uma lista do que realmente interessa a você. Tente diminuir essa lista o quanto conseguir, para que suas opções sejam objetivas e apropriadas para suas características profissionais e pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Explore sua lista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quando concluir a lista, pesquise cada opção colocada e explore das maneiras mais variadas tudo o que envolve essa carreira como descrição de empregos, requisitos educacionais, oportunidades e questões financeiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Avalie os itens&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ao explorar os itens acima, avalie quais são as ocupações que você estaria disposto a buscar. Por exemplo, talvez você não queira investir tempo e dinheiro em um diploma de formação superior ou considere o salário de uma profissão insuficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. Converse com profissionais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quando chegar ao passo seis, você já deve ter poucas opções em sua lista. Sua tarefa agora é conversar com pessoas que estejam nessas carreiras. Faça &amp;ldquo;entrevistas&amp;rdquo; informais com mais de uma pessoa para cada opção e confira informações exclusivas que apenas os profissionais da área podem lhe fornecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. Estabeleça suas metas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com todas as pesquisas e informações reunidas, você já é capaz de tomar uma decisão. Tenha a carreira escolhida em mente e coloque seus objetivos e metas em uma papel para que eles fiquem muito claros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;8. Escreva um plano de carreira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ao estabelecer metas, você já pode escrever um plano de carreira. Agora é hora de decidir como irá alcançar esses objetivos. Um plano de carreira irá guiar você tanto pelas metas de curto, quanto as de longo prazo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;9. Treine para a nova carreira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo que a profissão escolhida não exija um curso superior, você deve treinar para a nova carreira. Isso pode acontecer na forma de um curso técnico, de curta duração, um intercâmbio ou qualquer outra iniciativa que ajude você a desenvolver as novas habilidades exigidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;10. Se despeça da carreira atual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A inspiração para que você mudasse de carreira pode ter vindo do desemprego, por exemplo. Nesse caso, você não precisará se preocupar com a saída de um cargo atual. No entanto, se você está empregado atualmente, prepare-se para se despedir de sua ocupação, empresa e todas as questões que envolvem a saída do emprego.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/5GnLsLyefUk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 12:06:00</pubDate><id>54871</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=54871</feedburner:origLink></item><item><title>3 razões pelas quais seus funcionários devem estar se despedindo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/ehXyqLPFLWY/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O sucesso profissional depende muito da relação dos funcionários entre si e com o chefe. Porém, a dinâmica do mercado tem feito com que os colaboradores mudem cada vez mais de emprego em busca de melhores oportunidades de aprendizado e salário. Ao mesmo tempo, uma equipe sólida e entrosada pode ajudar a empresa a crescer, quebrar barreiras e passar por tempos ruins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, compreenda por que seus funcionários podem estar deixando a empresa e saiba o que fazer para evitar que eles peçam demissão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Você está contratando as pessoas erradas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Como é o funcionário ideal? Às vezes, criamos fantasias dos melhores funcionários: jovem, inovador e criativo, de preferência, que tenha saído de uma ótima universidade. Porém, são estes justamente os mais ambiciosos e prováveis de largar o emprego quando houver qualquer tipo de oportunidade mais vantajosa. Por outro lado, alguém com um pouco mais de experiência pesaria melhor as opções. Portanto, talvez valha mais a pena contratar alguém de uma universidade um pouco menos conceituada, porém com mais experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Você não os trata com respeito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Você tem que tratar seus funcionários e assistentes consoante à importância que eles têm para você e para empresa. Se você só os elogia quando ninguém está escutando e dá feedbacks negativos em público, você está praticamente pedindo para que ele saia da companhia. Além disso, não se esqueça de escutar as ideias e opiniões deles. É simples, aproveite o que for bom e, por meio das sugestões ruins, ensine-os por que aquela ideia não é válida. Assim, ele pode aprender e você se beneficiar de funcionários cada vez mais experientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Você não os conhece direito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não precisa ser o melhor amigo do seu assistente, mesmo porque isso poderia ultrapassar os limites do profissionalismo. No entanto, é necessário, sim, falar com eles sobre coisas variadas que superem o trabalho e as tarefas que eles devem realizar. Aborde assuntos como "quais são suas ambições, motivações?" (sejam profissionais ou pessoais). &lt;br /&gt;
Uma vez que você sabe no que eles querem se tornar, ajude-os a construir um caminho para isso. Eles podem ter que deixá-lo neste processo, mas não será tão cedo. Além do mais, você desenvolverá uma reputação de ajudar as pessoas crescerem e isso valorizará a posição para o próximo candidato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/ehXyqLPFLWY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 12:04:00</pubDate><id>54870</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=54870</feedburner:origLink></item><item><title>4 passos para organizar sua mesa de trabalho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/2SgIPbzay_4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Por mais que você tente se convencer de que &amp;ldquo;se encontra na sua bagunça&amp;rdquo;, tem horas que a quantidade de coisas acumuladas na mesa de trabalho começa a atrapalhar. &amp;ldquo;Se você não consegue encontrar algo que procura imediatamente, pense no tempo que está perdendo no fim das contas&amp;rdquo;, diz o especialista em organização pessoal e profissional José Luiz Cunha, CEO da OZ!.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com todo tempo perdido em busca de itens específicos, já dava para ter organizado a bagunça. &amp;ldquo;Organização é um investimento&amp;rdquo;, defende Cunha. Confira 4 passos para evitar que as pessoas confundam o seu ambiente de trabalho com uma zona de guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tenha consciência: a bagunça é um problema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Como qualquer tarefa menos prazerosa, você precisa se sentir motivado para atuar. &amp;ldquo;Lembre-se do quanto isso atrapalha seu dia a dia&amp;rdquo;, afirma o especialista. Depois, tome coragem e marque um dia específico para a arrumação. Se a preguiça é grande, comece por áreas menores ou mais simples. Se a bagunça é que é grande, não tente arrumar tudo de uma vez só.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estabeleça um critério&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Organização exige um processo pré-determinado. O jeito mais fácil de começar é separar aquilo que não vai mais ficar na sua mesa: os materiais que vão para o lixo, para doação ou que serão mudados de lugar (voltam para o arquivo do escritório ou ficarão na sua casa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os objetos que ficam também precisam ser categorizados. &amp;ldquo;É essencial que você saiba onde cada coisa vai ficar&amp;rdquo;, diz Cunha. Materiais usados com frequência, por exemplo, devem ter fácil acesso. Outros objetos podem ser guardados nas gavetas: &amp;ldquo;Mas não se esqueça de categorizar e nomear cada gaveta (mesmo que mentalmente)&amp;rdquo;, completa o especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira gaveta pode, por exemplo, servir para materiais de papelaria (canetas, borrachas, grampeador etc). A segunda, para pastas com documentos categorizados e assim por diante. A divisão clara de funções para cada espaço na sua mesa serve para que você saiba exatamente onde encontrar (e guardar) cada coisa. E mais: &amp;ldquo;Seguir o sistema que você mesmo criou garante que a organização vai se manter por muito mais tempo&amp;rdquo;, explica Cunha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Esqueça os post-its&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Fáceis, sempre à mão e perigosamente viciantes, os post-its podem ser uma armadilha para a organização, segundo o especialista. Ele explica que as pessoas muitas vezes acabam se enganando com a ilusão da praticidade do recurso e lotam suas mesas e monitores com os papeis grudentos.&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Não só eles podem prejudicar sua organização, como distraem e muito. Volta e meia nosso olhar acaba se desviando para eles e isso mina a produtividade&amp;rdquo;, explica Cunha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Acostume-se a se livrar das coisas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O problema não é sua mesa estar repleta de papeis e projetos. O problema é ela estar cheia de materiais de projetos antigos (que devem ser arquivados) ou de projetos futuros (que devem estar em uma gaveta específica). &amp;ldquo;A bagunça física acaba gerando uma bagunça mental&amp;rdquo;, diz Cunha. Você acaba confundindo os projetos ou fica ansioso pelo próximo trabalho que terá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Além de saber arquivar e guardar, é essencial que a pessoa saiba jogar as coisas no lixo&amp;rdquo;, afirma o especialista. Para isso, ele sugere que se mantenha uma cesta de lixo grande por perto, para incentivar o costume de se desapegar daquilo que não será mais usado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você é daqueles que têm mais dificuldade em recorrer à lixeira, a sugestão é que se associe a algo legal. &amp;ldquo;Vale usar uma picotadora elétrica, que muitos acham viciante, ou colocar uma cesta de basquete em cima do lixo, até&amp;rdquo;, brinca Cunha.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/2SgIPbzay_4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>28/06/2012 00:00:00 11:08:00</pubDate><id>54726</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=54726</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba mais sobre a empresa do que seus concorrentes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/wKrHqauv5oc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Sâmara Cardoso, 22 anos, trainee da Braskem, coleciona três aprovações em programas de organizações do setor químico e petroquímico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Diferencial: capacidade de trazer resultados. &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A engenheira química, formada pela Universidade Federal da Bahia, acredita que seu diferencial foi ter mostrado aos recrutadores que ela já havia trazido resultados concretos em outras experiências profissionais e que tinha condições de fazer a diferença como trainee. Para isso, ela dava como exemplo um projeto do qual participou durante seu estágio, que permitiu aumentar a eficiência de sua área na companhia e lhe rendeu uma certificação em Seis Sigma, metodologia que prega redução de custos e de tempo para aumentar a eficiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preparação:&lt;/strong&gt; conversar com colaboradores da organização para conhecer a fundo sua cultura e seus planos. &lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Nas entrevistas, Sâmara procurou deixar claro que tinha foco e que aquela companhia em particular estava em seus planos. Para isso, sua preparação envolveu pesquisar a fundo o mercado, os desafios e os planos das empresas que lhe interessavam. Se a maioria se limita à pesquisa na internet, Sâmara foi atrás de outras fontes. "Conversei com funcionários e ex-funcionários para ter uma percepção mais clara da cultura corporativa e do negócio. Também li reportagens em revistas. Assim, quando um recrutador me perguntava por que eu queria aquela empresa e não outra, eu tinha elementos para responder: "Porque foi eleita uma das melhores para iniciar a carreira e a melhor indústria petroquímica para trabalhar&amp;rsquo;", diz Sâmara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A Dica:&lt;/strong&gt; complementar a formação para contornar seus pontos fracos. &lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A preparação da jovem também envolveu identificar suas fraquezas e procurar trabalhá-las. "Nós, engenheiros, costumamos ser muito bons com números, mas não tão bons com relações interpessoais", admite Sâmara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para contornar essa debilidade, Sâmara está matriculada, desde o ano passado, numa pós-graduação em gestão de pessoas. "Isso mostrou aos recrutadores que eu me conhecia e estava preocupada em melhorar minha habilidade de relacionamento. Afinal, dentro de uma organização não basta ter o melhor projeto; é preciso convencer as pessoas de que ele é bom, para que a ideia se concretize", afirm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/wKrHqauv5oc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>27/06/2012 00:00:00 11:06:00</pubDate><id>54725</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=54725</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba o que levar em conta ao fazer uma mudança na carreira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/0qEFnZ2F8jA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;1º - O que você quer?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Autenticidade: busca de alinhamento entre os valores pessoais e os valores da empresa.&lt;br /&gt;
Equilíbrio: desejo de ter um trabalho que não interfira excessivamente na vida pessoal.&lt;br /&gt;
Desafio: necessidade de assumir responsabilidades maiores, que proporcionem crescimento e autonomia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2º - Passos essenciais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Conhecimento pessoal: para decidir que caminho seguir é preciso identificar valores, sonhos e objetivos pessoais. Um recurso é procurar ajuda profissional, de um psicólogo ou de um coach. Outra maneira é passar um tempo distante da rotina e ver o quanto ela proporciona de satisfação e felicidade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Planejamento financeiro: crie uma estratégia para mudar. Identifique quais conhecimentos serão necessários numa nova carreira. Veja como aumentar sua qualificação. Cuide da parte financeira. Quanto maior sua reserva, mais preparado para enfrentar um período de renda inferior sem interferência em seu padrão de vida. Esteja pronto para o caso de o projeto de mudança dar errado.&lt;br /&gt;
3º Formas de mudar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Afastamento temporário&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Mantenha sua rede de contatos ativa. Ela ajudará a encontrar trabalho na volta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Procure não perder de vista as atualizações de sua área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Busque conhecimentos que aumentem a qualificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Se for viajar, tente desenvolver algum projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Troca de área&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Se possível, teste a nova carreira para ver se realmente gosta. Às vezes, a prática se revela menos interessante do que a imaginamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Converse com pessoas da área para certificar-se de que você terá satisfação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Construa uma nova rede de contatos no mercado em que deseja ingressar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Redução da carga de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Busque uma empresa que permita ao funcionário trabalhar de casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Procure saber se a companhia oferece horário flexível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Avalie se tem o perfil para trabalhar em casa &amp;mdash; é necessário ter disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Direcione o avanço na carreira para cargos de agenda mais tranquila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Abrir um negócio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Reflita sobre as motivações que o levam a empreender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Identifique conhecimentos necessários para o negócio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Faça uma pesquisa de mercado para verificar se sua ideia é viável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Identifique qual o investimento necessário para iniciar o negócio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Aprenda a fazer um plano de negócios.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/0qEFnZ2F8jA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>27/06/2012 00:00:00 11:04:00</pubDate><id>54724</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=54724</feedburner:origLink></item><item><title>3 dicas para ser produtivo sem ter que fazer várias coisas ao mesmo tempo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/recursoshumanosnoticias/~3/ncvvrYz-UwM/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Muitas pessoas pensam que para ser produtivo no trabalho é necessário ser multitarefa, ou seja, fazer mais de 3 ou 4 coisas ao mesmo tempo. Na realidade, porém, nosso cérebro não é capaz de administrar esse tipo de atividade. Os estudos científicos mostram que não conseguimos ser bem sucedidos na multitarefa porque somos biologicamente incapazes de processar várias demandas por muita atenção ao mesmo tempo. Como resultado, tudo o que obtemos ao fazer várias coisas ao mesmo tempo é estresse, baixa produtividade e má qualidade de nossos serviços. Ou seja, você pode até concluir as tarefas, mas elas estarão mal feitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ser multitarefa não funciona, o que fazer para ser mais produtivo? Confira essas 3 dicas para ser produtivo sem ter que fazer várias coisas ao mesmo tempo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fazer exercícios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os exercícios físicos trazem grandes benefícios tanto para sua saúde física quanto mental. Pesquisas mostram que além de controlar o peso, a atividade física aprimora a memória em longo prazo, capacidade de concentração, foco e raciocínio. Além disso, o risco de demência e outras doenças mentais cai pela metade em pessoas que praticam atividades de lazer que envolvem exercícios físicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Durma bem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Dormir pouco prejudica a capacidade do cérebro de raciocinar rápida e claramente. Além disso, compromete sua capacidade de atenção, memória imediata e de trabalho, o humor, e de resolução de exercícios matemáticos. Para que você consiga produzir mais, não há nada como o descanso. Saiba a hora de parar de trabalhar e dormir, para que o dia seguinte não seja comprometido pelo sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Evitar o estresse&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Existem 2 fatores que contribuem significativamente para o estresse e ambos são relacionados ao controle. Eles são: grandes expectativas que são esperadas de você; a falta de controle que você tem sobre sua performance, ou seja, você não sabe se sairá bem ou não. Saber equilibrar essas duas emoções é muito importante para que você possa combater o estresse e controlar a ansiedade. Caso contrário, a produtividade será dificilmente alcançada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/recursoshumanosnoticias/~4/ncvvrYz-UwM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>universia.com.br</author><pubDate>26/06/2012 00:00:00 11:03:00</pubDate><id>54723</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/recursoshumanos/principal/noticia_view.asp?id=54723</feedburner:origLink></item></channel></rss>
