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	<title>RED Blog</title>
	
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		<title>Gamification e os novos métodos de pesquisa</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 18:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Moresco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[foto-etnografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Novas tecnologias e formatos emprestam parte das qualidades de jogos online e permitem que consumidores também se divirtam ao participarem de pesquisas. Aqui no blog, em diversos posts já comentamos sobre como as mudanças sociais, políticas, econômicas e culturais impactam de diferentes formas no comportamento dos consumidores. Seja através de novas formas de se relacionar, comprar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://www.flickr.com/photos/perolofforsberg/5175262081/sizes/l/in/photostream/"><img class="alignnone size-full wp-image-1396" title="Foto por Olof Forsberg" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/5175262081_885158031e_b.jpg" alt="" width="460" height="320" /></a></div>
<p><strong>Novas tecnologias e formatos emprestam parte das qualidades de jogos online e permitem que consumidores também se divirtam ao participarem de pesquisas.<span id="more-1394"></span></strong></p>
<p>Aqui no blog, em diversos posts já comentamos sobre como as mudanças sociais, políticas, econômicas e culturais impactam de diferentes formas no comportamento dos consumidores. Seja através de novas formas de se relacionar, comprar, opinar e recomendar produtos e serviços, o fato é que as coisas mudaram &#8211; e seguem mudando &#8211; rapidamente.</p>
<p>E, para acompanhar esse ritmo, o cenário de pesquisa &#8211; seja online ou offline &#8211; também precisou se transformar. Através de novas tecnologias que permitem o aperfeiçoamento e adaptação de técnicas já conhecidas dos profissionais de marketing, hoje é possível ter acesso a uma multiplicidade de insumos de pesquisa que antes não eram possíveis &#8211; com maior agilidade e menor custo.</p>
<p>Técnicas como foto-etnografia, surveys com QR Code e mapeamento de fluxo de compra combinando vídeo e 3D são apenas algumas das ferramentas que passam a incorporar a gama de possibilidades do profissional de pesquisa contemporâneo.</p>
<h3><strong>Foto-etnografia</strong></h3>
<p>Você já pensou, por exemplo, em distribuir câmeras digitais aos seus consumidores e pedir que retratem através de seus olhares as experiências que têm com sua marca? Através da foto-etnografia &#8211; uma adaptação do método etnográfico clássico &#8211; isto é possível. Consumidores que recebem uma tarefa e enviam suas fotos para a base online de uma marca já são uma realidade em projetos de pesquisa.</p>
<p>A aplicação desta técnica é simples e o pesquisado também pode se divertir ao participar, fazendo com que, além de saber o que um país inteiro come no <a href="http://www.shareyourbreakfast.com" target="_blank">café da manhã</a>, também seja possível conhecer a relação entre <a href="http://www.blckdmnds.com/in-your-fridge-por-stephanie-de-rouge/" target="_blank">diferentes perfis e suas geladeiras</a> e até mesmo o que as pessoas salvariam de suas casas <a href="http://the-burning-house.com/" target="_blank">caso pegassem fogo</a>.</p>
<div><a href="http://www.shareyourbreakfast.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-1398" title="Share your Breakfast" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/Imagem2.jpg" alt="" width="460" height="320" /></a></div>
<h3><strong>QR Code Surveys</strong></h3>
<p>As inovações em pesquisa também chegaram às surveys &#8211; aquelas pesquisas (longas e pouco atrativas) com perguntas abertas e fechadas. Com o aporte de QR Codes, é possível pensar em uma série de formatos para coletar opiniões de consumidores. Imagine QR Codes na vitrine ou no interior de uma loja e, de acordo com  o número de questões respondidas, o consumidor ganha diferentes níveis de descontos para a compra de produtos. Certamente muito mais interessante do que marcar alternativas em um questionário.</p>
<h3><strong>Fluxo de compra + 3D</strong></h3>
<p>Há anos o varejo já se empenha em mapear, através de vídeos, o trajeto percorrido por seus consumidores dentro de um PDV para, com isso, melhorar o layout interno de uma loja de forma e fomentar o aumento do consumo. A novidade é que agora estes vídeos podem ser cruzados com maquetes em 3D e mapas de calor que representam o fluxo em cada uma das zonas de um PDV &#8211; como já faz a IKEA.</p>
<div><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="460" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/NkePRXxH9D4&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="460" height="350" src="http://www.youtube.com/v/NkePRXxH9D4&amp;feature"></embed></object></div>
<p>A verdade é que, independentemente dos recursos empregados em cada uma delas, estas técnicas &#8211; e outras não mencionadas neste post &#8211; apontam para um caminho convergente. Em comum, todas elas apresentam uma abordagem baseada em <a href="http://rwconnect.esomar.org/2011/04/13/the-future-of-research-through-gaming/" target="_blank">Gamification</a>, uma tendência que já está sendo incorporada na estratégia de diferentes marcas e que se refere ao &#8220;empréstimo&#8221; de aspectos presentes em jogos para incentivar o engajamento entre marcas e consumidores. Além disso, todas elas utilizam-se de insumos espontâneos, isto é, sem a interferência de agentes externos.</p>
<p>E o mais legal disso tudo é que estas inovações estão apenas começando. Se hoje já é possível acompanhar movimentos sociais em tempo real através de insumos mais ágeis e baratos, novos formatos e técnicas de pesquisa fortemente baseados em diferentes tecnologias ampliarão a capacidade de atuação e segmentação da pesquisa.</p>
<p>Isto permitirá que cada vez mais as marcas possam realizar pesquisas em diferentes plataformas pelas quais transitam seus consumidores. Para isso, a real compreensão das múltiplas possibilidades oferecidas pela internet como linguagem e plataforma para pesquisas com consumidores amplia a variedade e qualidade de insumos que podem ser obtidos &#8211; e isto vai muito além de entrevistas por Skype ou MSN e surveys por e-mail ou celular.</p>
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		<title>O papel das emoções no processo de tomada de decisão</title>
		<link>http://www.red.blog.br/o-papel-das-emocoes-no-processo-de-tomada-de-decisao/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 11:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Gerenda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[Codificação Facial]]></category>
		<category><![CDATA[Emoção]]></category>
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		<description><![CDATA[Este texto é um complemento do post Quebrando o Paradigma da Pesquisa Tradicional de Marketing, apresentando as emoções como base de muitos dos viéses cognitivos e influência do julgamento e tomada de decisão do consumidor. &#8220;Um homem toma decisões por 2 motivos: um bom motivo e um motivo real.&#8221; &#8211; J.P Morgan. Esta frase representa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/Imagem2.png"><img class="size-full wp-image-1359 alignleft" title="Foto por antwerpenR" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/Imagem2.png" alt="" width="460" height="320" /></a></strong><strong>Este texto é um complemento do post <a href="http://www.red.blog.br/quebrando-o-paradigma-da-pesquisa-tradicional-de-marketing/" target="_blank">Quebrando o Paradigma da Pesquisa Tradicional de Marketing</a>, apresentando as emoções como base de muitos dos viéses cognitivos e influência do julgamento e tomada de decisão do consumidor.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span id="more-1353"></span></strong></p>
<p><em>&#8220;Um homem toma decisões por 2 motivos: um bom motivo e um motivo real.&#8221; &#8211; J.P Morgan.</em></p>
<p>Esta frase representa claramente o conflito existente &#8211; e constante &#8211; em todos os indivíduos. Quem de nós não deseja aparentar ser mais lógico do que de fato é? De uma maneira ou outra acabamos subestimando o papel central das emoções no nosso dia a dia. Do mesmo modo que ações são mais importantes que o discurso, são as emoções que direcionam estas ações.</p>
<p>Por si só os viéses que esta cisão racional/emocional causam ao indivíduo são suficientes para tornar algumas técnicas aplicadas pela pesquisa tradicional de marketing obsoletas, ou ao menos, incompletas.</p>
<p>Assim, é necessária essa perspectiva mais ampla e que envolva a compreensão da influência emocional no processo de julgamento e tomada de decisão, de modo que o estudo isolado de fatores não direcione os profissionais de marketing à decisões embasadas em uma visão parcial e racionalizada do real processo de compra.</p>
<p>Demonstrando empiricamente a influência das emoções, um estudo do <a href="http://http://www.journalofadvertisingresearch.com/" target="_blank">Journal of Advertising Research</a> com 23 mil consumidores norte-americanos, 13 categorias de mercadorias e 250 mensagens de propaganda, apresentou os dados de que as emoções são 2 vezes mais importantes que os fatos no processo que leva à tomada de decisão (<a href="adsam.com/file_download/31" target="_blank">Morris et al, 2002</a>). A psicologia agora reconhece que o sistema de pensamento mais lento é dominado pelo sistema de sentimentos mais rápido e intuitivo.</p>
<p>Mas com dados como estes, as empresas já não estão dando a devida importância à emoção no processo de tomada de decisão? Há muito se fala sobre emoções e sua forte influência no consumidor, entretanto, as empresas adotam a ortodoxia dominante de que emoções são místicas, que sem uma ferramenta precisa, as emoções não podem ser estrategicamente previstas ou taticamente trabalhadas.</p>
<p>Como exemplo de &#8220;novo método de pesquisa&#8221;, com abordagem totalmente não ortodoxa em relação às técnicas clássicas, temos a Codificação Facial &#8211; que aprimora a pesquisa tradicional por realizar o cruzamento entre o que está sendo dito e exteriorizado, com o que se está sentindo. As expressões faciais captam a adesão emocional e, simultaneamente, os elementos verbais refletem o álibi racional mencionado anteriormente.</p>
<p>Cito o exemplo de uma pesquisa realizada pela <a href="http://www.sensorylogic.com/" target="_blank">Sensory Logic</a>, onde 6 opções de  design de um carro foram testados com os consumidores. Destes 6 modelos, apenas 2 receberam respostas verbais racionais positivas &#8211; assim como resultado de apelo emocional positivo. Entretanto,  o impacto &#8211; ou amplitude das emoções &#8211; eram desanimadoramente baixos, e em um segmento competitivo onde o valor agregado dos produtos é muito elevado, tal falta de entusiasmo comprometeria as vendas do novo produto &#8211; mesmo com verbalizações positivas sobre este. A marca contratante ignorou este questionamento, e no fim das contas, o mercado provou que as respostas racionais dos pesquisados realmente não condisseram com a amplitude do seu real sentimento, comprometendo as vendas daquele ano.</p>
<p>Esta é apenas uma das diversas pesquisas que suportam a premissa de acreditar sempre nos dados emocionais dos consumidores, pois o sensorial e emocional dominam nossas decisões (<a href="http://gmj.gallup.com/content/9844/Management-Wisdom-From-Neuroscientist.aspx" target="_blank">Joseph LeDoux</a>), de modo que os julgamentos emocionais tendem a ser irrevogáveis, pois implicam o próprio eu, revelando nossas propensões. Em termos de reações básicas, nunca nos eganamos sobre o que gostamos ou não gostamos &#8211; sendo importante para as empresas então não atrair o consumidor única e exclusivamente pela razão.</p>
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		<title>As múltiplas faces de uma experiência</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 07:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Moresco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Experiência]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um cenário onde consumidores valorizam cada vez mais as experiências que tem com as marcas que consomem, é necessário compreender os diferentes desdobramentos e aplicações deste conceito chamado experiência. Experiência de consumo, venda de experiências, design de experiências. São muitas as formas sob as quais encontramos o conceito de experiência diluído na sociedade atual. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ben_grey/5214909065/sizes/l/in/photostream/"><img class="alignnone size-full wp-image-1323" title="Foto por bengrey" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/5214909065_abc773d220_b.jpg" alt="" width="460" height="320" /></a></p>
<p><strong>Em um cenário onde consumidores valorizam cada vez mais as experiências que tem com as marcas que consomem, é necessário compreender os diferentes desdobramentos e aplicações deste conceito chamado experiência.<span id="more-1322"></span></strong></p>
<p>Experiência de consumo, venda de experiências, design de experiências. São muitas as formas sob as quais encontramos o conceito de experiência diluído na sociedade atual. Porém, é preciso dar um passo atrás para compreender o que significa, de fato, experiência. Ou, ainda, quais os possíveis conceitos de experiência que podemos utilizar no nosso dia-a-dia. Isto porque antes de falar de áreas de conhecimento ou disciplinas relacionadas à experiência, é preciso saber o que o conceito significa.</p>
<p>O autor Martin Jay, em seu livro <em>Cantos de experiencia &#8211; Variaciones modernas sobre un tema universal</em> utiliza abordagens de diferentes autores como Walter Benjamin, Michel Foucault e Theodor Adorno para conceitualizar experiência.</p>
<p>Na obra de Jay é possível encontrar algumas importantes definições. Para o autor, a experiência é o ponto de intersecção entre a subjetividade de um indivíduo e a variedade de ambientes externos na qual está inserido. Ou seja, a construção de experiências deve funcionar como conexão entre as expectativas diversas de um indivíduo e o que lhe é apresentado através de seus sentidos &#8211; que o conectam e lhe permitem relacionar-se com o mundo externo.</p>
<p>Para entender como isso funciona é necessário remontar-se à própria história da humanidade. Quais você acredita que foram as primeiras formas de experiência criadas pelo homem? Se você respondeu arte e religião, acertou. Ambas são formas de fazer com que um indivíduo conecte sua subjetividade ao mundo exterior. Na arte arte, através da representação de sentimentos e do mundo onde vive. Na religião, pela crença de que existe algo superior à raça humana. Ou, ainda, na união entre arte e religião.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/trevorvangorp/52587199/sizes/m/in/photostream/"><img class="alignnone size-full wp-image-1324" title=" Foto por Trev vG" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/52587199_d679f4eee8.jpg" alt="O juízo final, de Michelangelo" width="460" height="320" /></a></p>
<p>Para o autor, a experiência implica necessariamente na existência de um outro agente &#8211; seja uma pessoa ou um ambiente, por exemplo &#8211; e que deve sempre provocar uma mudança, um novo acontecimento. Se cruzarmos estas definições com disciplinas modernas que baseiam-se em experiência, como o Design de Experiência, veremos que há conexões entre os conceitos.</p>
<p>No Design de Experiência, os pontos de contato de uma marca &#8211; ou brand touchpoints &#8211; são as principais formas de conectar a subjetividade dos consumidores às pessoas e ambientes que representam a marca, comprovando que outros agentes são fundamentais para a construção de uma experiência. Segundo esta disciplina, os ambientes físicos, os serviços ofertados, os produtos digitais &#8211; ou qualquer que seja o meio &#8211; podem e devem ser <a href="http://www.red.blog.br/projetar-para-emocionar/" target="_blank">projetados para despertar emoções</a> capazes de estabelecer um vínculo entre consumidores e marca e, portanto, representam uma forma de provocar mudança. Estas premissas, além de marcas comerciais, atendem também a associções e ONGs, como é o caso desta ação do UNICEF feita em Nova York.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TtOQda0aKIc" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/TtOQda0aKIc"></embed></object></p>
<p>É claro que esta não é uma tarefa fácil. Construir um projeto que busca relacionar elementos tangíveis e intangíveis à subjetividade das pessoas muitas vezes envolve um olhar crítico se relação aos touchpoints tradicionalmente considerados e até mesmo um novo olhar sobre os consumidores.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Projetar para emocionar</title>
		<link>http://www.red.blog.br/projetar-para-emocionar/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 07:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cássia Colling</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Experiência]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Design Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Emotionomics]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia cognitiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nós já ouvimos em algum lugar que a grande sacada de uma marca é criar conexões emocionais com seus consumidores. Mas isto não é uma tarefa fácil. Qual é a real importância disso e como podemos incorporar esses valores em nossos trabalhos diariamente? Uma grande dificuldade que temos enquanto profissionais é se limitar àquilo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/mystic200/8766818/"></a><a href="http://www.flickr.com/photos/mystic200/8766818/"><img class="alignnone size-full wp-image-1307" title="Imagem por Mystic200" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/post1.jpg" alt="" width="460" height="320" /></a></strong></p>
<p><strong>Todos nós já ouvimos em algum lugar que a grande sacada de uma marca é criar conexões emocionais com seus consumidores. Mas isto não é uma tarefa fácil. Qual é a real importância disso e como podemos incorporar esses valores em nossos trabalhos diariamente?</strong></p>
<p><span id="more-1296"></span></p>
<p>Uma grande dificuldade que temos enquanto profissionais é se limitar àquilo que os consumidores vêem, fazem ou interagem &#8211; pois este é o nosso principal trabalho. Dedicamos todo nosso tempo planejando, criando, desenhando, testando. Mas um projeto que busque conexões emocionais com seus usuários, envolve um questionamento essencial neste processo: o que as pessoas sentirão com isto?</p>
<p>São dois elementos que devem ser equivalentes: o que as pessoas fazem e o que elas sentem sobre isso. Tudo o que as rodeia se baseia nesta premissa. As reações emocionais provocadas devem estar alinhadas aos objetivos de seu projeto. Ele deve ser compensador o suficiente para que seja memorizado como uma experiência positiva.</p>
<p>Mas qual é o real motivo de nos preocuparmos com isso? A resposta está na psicologia. Os sentimentos influenciam o modo como as pessoas processam as informações. Segundo <a href="http://www.sensorylogic.com/index.php/dan-hill/bio" target="_blank">Dan Hill</a> <em>“sem a faísca dos sentimentos, o progresso é limitado, recorrendo a recursos mentais restritos, meramente racionais”</em>.</p>
<p>Nossos consumidores desconsideram tudo o que não lhes é familiar. Ora, por isso é que consideramos um <em>alvo</em> &#8211; pesquisamos nosso público-alvo a fim de conhecer o que pertence ao seu mundo e saber quais valores são “pra valer”. Tudo o que eles enxergam é filtrado pelo prisma de seus valores. Esta é a primeira etapa para se pensar em projetar para emocionar.</p>
<p>Depois de conseguir chamar a atenção de nosso público, o ponto de interesse é a atribuição de valor. A interpretação das pessoas é o que vai garantir que elas memorizem informações. Afinal, “o significado é soberano”. Por isso, a questão não é somente sobre emocionar, e sim, sobre escolher a meneira correta de se fazer isso.</p>
<p>Como referências para pensarmos sobre tudo isso, apresento dois videos que mostram ações de marcas com seus públicos. Ambas despertam emoções. No primeiro caso as emoções são guiadas por uma experiência positiva. No segundo caso, por uma experiência negativa.</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2lXh2n0aPyw?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2lXh2n0aPyw?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LktNHt4u27w?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LktNHt4u27w?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>É interessante analisarmos as diferenças de cada uma das ações, as reações emocionais das pessoas, e, com isso, refletir sobre as possibilidades de significado e conexões que foram estabelecidas com cada marca a partir das experiências projetadas.</p>
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		<item>
		<title>Quebrando o paradigma da pesquisa tradicional de marketing</title>
		<link>http://www.red.blog.br/quebrando-o-paradigma-da-pesquisa-tradicional-de-marketing/</link>
		<comments>http://www.red.blog.br/quebrando-o-paradigma-da-pesquisa-tradicional-de-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 12:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Gerenda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.red.blog.br/?p=1281</guid>
		<description><![CDATA[A área de estudo de Behavioral Economics utiliza fatores sociais, emocionais e cognitivos para entender as decisões dos indivíduos. Os insumos provenientes deste campo de estudo nos apresentam a iminente necessidade de mudança nas técnicas de pesquisa atualmente empregadas. A discussão sobre Behavioral Economics e a influência de fatores cognitivos no processo de pesquisa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/7802947@N02/4906863802/lightbox/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/Untitled-1.jpg" alt="" width="460" height="320" /></a></p>
<p><strong>A área de estudo de<em> Behavioral Economics</em> utiliza fatores sociais, emocionais e cognitivos para entender as decisões dos indivíduos. Os insumos provenientes deste campo de estudo nos apresentam a iminente necessidade de mudança nas técnicas de pesquisa atualmente empregadas.</strong></p>
<p><span id="more-1281"></span></p>
<p>A discussão sobre <em>Behavioral Economics</em> e a influência de fatores cognitivos no processo de pesquisa é um assunto que vem sendo amplamente debatido, tanto no meio acadêmico como mercadológico. Como um exemplo claro da influência subjetiva &#8211; que incita este debate &#8211; cito um exemplo mencionado por <a href="http://www.springresearch.co.uk/?page_id=397">Stephen Phillips</a>, em sua palestra pela <a href="http://www.esomar.org/">Esomar</a>.<strong> </strong></p>
<p>Um  mágico pede ao participante para escolher em uma loja de brinquedos qualquer urso de pelúcia. Uma girafa é escolhida e, ao sair da loja, o mágico faz aparecer em frente ao participante o mesmo animal, só que na sua versão gigante. Mas qual a relação deste truque com cognição e influência? No caminho para a loja foram espalhados diversas pistas sutis que lembravam girafas, até mesmo os gestos corporais do mágico simulavam discretamente o comportamento do animal. Resultado: Quando o participante entrou na loja e deparou-se com uma girafa, instintivamente a escolha daquele animal lhe pareceu atraente &#8211; pois foi condicionado a pensar desta forma.</p>
<p>Somos influenciados desta maneira em todas nossas ações do dia a dia pois, de acordo com a linha de pensamento <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Behaviorismo">Behaviorista</a></em>, tomamos decisões baseadas em uma série de emoções e estratégias de julgameto. Entretanto, muitas destas estratégias são inconscientes, criadas pela nossa mente para otimizar o processo de julgamento e tomada de decisão.</p>
<p>Estas ferramentas cognitivas são chamadas de heurísticas. Uma das heurísticas mais comuns no nosso dia a dia é a de ancoragem &#8211; na qual são utilizados pontos de referência para a tomada de decisão. Exemplificando, <a href="http://danariely.com/">Dan Ariely</a> realizou um experimento onde apresentou diferentes opções de escolha a 2 diferentes grupos.</p>
<p>Grupo 1:<br />
- Assinatura online do jornal: U$ 55,00 (16% de escolha);<br />
- Assinatura impressado jornal: U$ 125,00 (0% de escolha);<br />
<strong>- Assinatura online e impressa do jornal: 125,00 (84% de escolha);</strong></p>
<p>Grupo 2:<br />
<strong>- Assinatura online do jornal: U$ 55,00 (68% de escolha);<br />
</strong>- Assinatura online e impressa do jornal: 125,00 (32% de escolha);</p>
<div>
<p>O resultado do experimento apresentou 84% preferência pela assinatura dupla (online e impressa) no grupo 1, e 68% de preferência pela assinatura somente online no grupo 2. O que isso demonstra? Que a percepção de utilidade dos participantes do grupo 1 ancorou-se no valor da assinatura impressa, que fez a assinatura online e impressa parecer uma barganha.</p>
<p>A evidência da influência das heurísticas tem forte impacto na pesquisa de marketing. Não altera o problema de pesquisa ou fatores a ser investigados, entretanto, torna iminente uma abordagem mais “imparcial”, onde as palavras do mediador ou pesquisador não sejam utilizadas como pontos de ancoragem pelo entrevistado.</p>
</div>
<p>As heurísticas são tão subjetivas que, na grande maioria das vezes, os indivíduos nem mesmo têm conhecimento de que foram influenciados. Desta forma, se questionarmos o  pesquisado acerca do que lhe influencia ou suas referências para tomada de decisão, iremos apenas obter respostas básicas e esperadas. E como contornamos estes empecílhos?</p>
<p>Incentivar o pesquisado a contar e construir sua história &#8211; em adição à tecnicas de observação &#8211; é uma das melhores maneiras de minimizar a influência do pesquisador pois obtemos a visão e discurso diretamente do consumidor, identificando referências conscientes, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Herd_mentality"><em>Herd Mentality</em></a> e linguagem.</p>
<p>Como última, mas não menos importante diferença, por meio da história descrita pelo entrevistado criamos um modelo de tomada de decisão verossímil deste indivíduo. É uma contraposição aos modelos propostos pela pesquisa clássica pois procuramos identificar  todos pontos de contato da tomada de decisão &#8211; não apenas preencher com informações lacunas previamente determinadas.</p>
</div>
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		<title>Para entender as ferramentas, preste atenção nas pessoas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 07:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cássia Colling</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Experiência]]></category>
		<category><![CDATA[humano]]></category>
		<category><![CDATA[integração]]></category>
		<category><![CDATA[manual]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Parace óbvio, mas não é. Muitas palestras, blogs e empresas buscam apontar como trabalhar as grandes mudanças sociais em uma ferramenta, seja ela qual for, mesmo que lançada no último mês. E ao lembrarmos que se trata de um ambiente onde lançamentos, apropriações e adaptações são feitas a todo momento, temos um prato cheio para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/lorismaria/65155055/"><img class="alignnone size-full wp-image-1270" title="Imagem por Lorisgirl" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/222-e1307322755733.jpg" alt="" width="460" height="318" /></a></p>
<p><strong>Parace óbvio, mas não é. Muitas palestras, blogs e empresas buscam apontar como trabalhar as grandes mudanças sociais em uma ferramenta, seja ela qual for, mesmo que lançada no último mês. E ao lembrarmos que se trata de um ambiente onde lançamentos, apropriações e adaptações são feitas a todo momento, temos um prato cheio para vender conteúdos de alto interesse.</strong></p>
<p><span id="more-1254"></span></p>
<p>Vamos começar pela base onde este cenário está sendo construído. Esta era é digital. O acesso à internet e à informação modificou o modo como as pessoas vivem. Modificou a identidade de toda uma geração. Este é um fato inegável.</p>
<p>Quando vejo indicações sobre “como engajar seu público” eu realmente penso que as coisas não se resumem a isso. A web, bem como a tecnologia, está na maneira como estamos nos relacionando com nossos amigos, na maneira como estamos pensando coletivamente, na maneira como estamos agindo em relação à política ou ao consumo. Se não for baseado nos seres humanos, um negócio não será social.</p>
<p>Podemos considerar o seguinte ciclo: um contexto amplo e complexo existe para um determinado grupo de pessoas; As ferramentas são desenvolvidas para suprir uma necessidade ou desejo neste contexo; Quando as pessoas se apropriam da ferramenta, criam a oportunidade de modificar novamente o contexto &#8211; construindo e difundindo novos hábitos e atitudes.</p>
<p>Este ciclo é bastante simples se olharmos do ponto de vista da pesquisa. O contexto está lá porque as pessoas também estão. Suas características podem ser observadas por qualquer um, desde que este alguém consiga compreender a origem e os motivadores de um comportamento.</p>
<p>Atualmente o cenário digital e suas ferramentas se tornaram o centro das atenções, intervindo no modo como outras disciplinas trabalham, quebrando suas estruturas. O marketing mudou, o comércio mudou, as moedas mudaram, a pesquisa mudou. Estas disciplinas buscam visivelmente acompanhar os novos formatos através de imersão em aspectos funcionais.</p>
<p>O ponto que não devemos ignorar é: sem compreender o contexto macro, sem conhecer a linguagem da web e sem perceber que os comportamentos humanos são mais efêmeros do que nunca, não adianta saber o manual de um ambiente.</p>
<p>As ferramentas digitais são essenciais para os consumidores de hoje. As pessoas são criaturas sociais. Portanto, qualquer negócio que possa ser explorado na web, não deve ser resumido à web.</p>
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		<title>Pontos de contato digitais: novas estratégias de negócio</title>
		<link>http://www.red.blog.br/pontos-de-contato-digitais-novas-estrategias-de-negocio/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 13:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Moresco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Experiência]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[touchpoint]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já parou para pensar através de quantas formas se relaciona com uma marca? Ir a um PDV, seguir o perfil de uma marca no Twitter, chamar ao seu call center, ver um outdoor na rua, participar diretamente de uma ação, assinar o feed de um blog &#8211; todos estes exemplos são pontos de contato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/2202342566_80499cc4ee_o.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1247" title="por silverlinedwinnebago" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/2202342566_80499cc4ee_o-e1305638093488.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a></div>
<p><strong>Você já parou para pensar através de quantas formas se relaciona com uma marca? Ir a um PDV, seguir o perfil de uma marca no Twitter, chamar ao seu call center, ver um outdoor na rua, participar diretamente de uma ação, assinar o feed de um blog &#8211; todos estes exemplos são pontos de contato de uma marca com seus públicos.<br />
<span id="more-1246"></span></strong></p>
<p>Com a saturação dos meios de comunicação tradicionais, marcas buscam sempre oportunidades de diferenciar-se de seus competidores, fazendo multiplicar o número destes pontos de contato &#8211; principalmente os digitais. Esta mudança de comportamento no mundo dos negócios reflete a necessidade de adaptação a uma séria de mudanças de hábitos e comportamentos de consumo.</p>
<p>Já faz algum tempo que não é mais possível delimitar as fronteiras do que é on e offline. As pessoas transitam livremente entre ambientes digitais e não digitais &#8211; e todos eles possuem sua importância na construção de percepções, opiniões e relações com marcas. E, obviamente, também são capazes de influenciar comportamentos de compra.</p>
<p>Algumas marcas brasileiras já começam a dar-se conta que é preciso acompanhar estas mudanças e já criam novos produtos e serviços para consumidores cada vez mais acostumados a buscar opiniões e recomendações na internet. É o caso do Itaú, banco brasileiro que lançou uma série de comerciais que fala sobre as mudanças que estão ocorrendo em nossa sociedade. Recentemente o Itaú também lançou a iConta &#8211; uma conta bancária operada exclusivamente via internet.</p>
<div><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hJpJDcCqA6g&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/hJpJDcCqA6g&amp;feature"></embed></object></div>
<p>Com consumidores cada vez mais receptivos a produtos e serviços deste tipo, cresce a importância de uma marca possuir uma presença social de qualidade, com todos os seus pontos de contato contribuindo para a construção de experiências positivas para os consumidores.</p>
<p>Twitter, Facebook, blog corporativo, apps, games, vending machines, atendimento online, marketing direto &#8211; todos os pontos de contato digitais de uma marca devem funcionar em sintonia para que sejam capazes de gerar valor para uma marca e para sua relação com seus públicos de interesse. A questão agora é construir um outro ponto de vista sobre os pontos de contato digitais, não somente como canal de relacionamento e pesquisa de consumidores, mas dentro de um processo geral de consumo: pré, durante e pós-compra.</p>
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		<title>UX muito além do Design de Interação</title>
		<link>http://www.red.blog.br/ux-muito-alem-do-design-de-interacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 08:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Breier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>

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		<description><![CDATA[Não faz muito tempo que as agências digitais começaram a introduzir novas etapas em seus processos de trabalho, para que o resultado de seus projetos fosse mais aderente ao contexto do usuário. Os conceitos que permeiam UCD (User Centered Design) construíram novos espaços no mercado &#8211; como o design de interação, os testes com usuários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/yourdon/3809323529" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1238" title="por Ed Yourdon" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/3809323529_c1d4d516651.jpg" alt="" width="460" height="287" /></a></p>
<p><strong>Não faz muito tempo que as agências digitais começaram a introduzir novas etapas em seus processos de trabalho, para que o resultado de seus projetos fosse mais aderente ao contexto do usuário. Os conceitos que permeiam UCD (User Centered Design) construíram novos espaços no mercado &#8211; como o design de interação, os testes com usuários e o monitoramento de menções. Dentro desse conjunto de tarefas, o termo que mais se popularizou foi &#8220;User Experience&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Mas afinal, o que é User Experience? Será que o mercado está realmente projetando a experiência do usuário?</strong></p>
<p><span id="more-1230"></span></p>
<p>Por ser um termo relativamente novo, o mercado ainda desconhece seu real significado e acaba o utilizando de maneira equivocada, como quando relaciona somente à arquitetura de informação. O conceito de User Experience é definido pelo ISO 9241-210, que, em linhas gerais, o descreve como as <strong>percepções de um usuário</strong> e as respostas que resultam da utilização de um produto, sistema ou serviço.</p>
<p>A partir deste conceito, podemos observar diversas empresas ou núcleos que projetam interfaces interativas e posicionam-se como empresas de User Experience. A realidade é que elas estão apenas projetando a interação do usuário com o seu site &#8211; bem diferente de projetar a sua experiência.</p>
<p>A experiência do usuário é muito mais ampla e deve transcender a barreira do próprio site, envolvendo todos os pontos de contato online do consumidor com a marca. Por exemplo: um usuário busca uma determinada marca no Google e encontra diversos links relacionados com reclamações, alguns fóruns sobre a marca, porém o site institucional não é encontrado. Busca em sites relacionados e encontra o endereço errado. Por fim, ao encontrar o site da marca, por melhor projetado que esteja, a experiência do usuário já está prejudicada. Reverter este usuário não será uma tarefa fácil.</p>
<p>Projetar a experiência do usuário envolve desde o primeiro contato com a marca até os momentos posteriores ao consumo de informações em seus canais oficiais. Esta experiência projetada é fluida, fazendo com que o usuário perceba o seu valor. Segundo Marc Hassenzahl, <em>&#8220;Experience or User Experience is not about good industrial design, multi touch, or fancy interfaces. It is about transcending the material. It is about creating an experience through a device.&#8221;</em></p>
<p>O Design de Interação é apenas mais uma etapa que compõe o projeto e agrega a experiência do usuário. O planejamento de uma estratégia de presença online completa da marca, considerando premissas UCD em todas suas faces, é a principal maneira de projetar uma experiência positiva. Ainda assim, os ambientes online devem estar alinhados aos demais pontos de contato entre marca e seu usuário, construindo uma mensagem coerente a ser comunicada para que o sentido da experiência seja contínuo e gratificante durante todo o ciclo de relacionamento.</p>
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		<item>
		<title>Pessoas como Mídia: Os Novos Modelos de Comunicação</title>
		<link>http://www.red.blog.br/pessoas-como-midia-os-novos-modelos-de-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 07:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Israel Cefrin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[influenciadores]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns anos atrás, durante o processo de planejamento de uma comunicação, era comum que os profissionais considerassem a Internet apenas como mais um veículo para divulgação de uma mensagem. Hoje já começamos a perceber que a Internet não exerce apenas o papel de mídia, mas o de ferramenta de interação com as pessoas. Neste cenário, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/reillyphoto/4589839704/"><img class="alignnone size-full wp-image-1217" title="por Jerk with a Camera" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/4589839704_ae60464313.jpg" alt="" width="460" height="330" /></a></p>
<p><strong>Alguns anos atrás, durante o processo de planejamento de uma comunicação, era comum que os profissionais considerassem a Internet apenas como mais um veículo para divulgação de uma mensagem. Hoje já começamos a perceber que a Internet não exerce apenas o papel de mídia, mas o de ferramenta de interação com as pessoas.</strong></p>
<p><strong>Neste cenário, onde as pessoas possuem poder de expressão e alcance, surge um novo questionamento: as estruturas de comunicação já estão considerando pessoas como mídia?</strong><br />
<span id="more-1204"></span></p>
<p>No artigo <a href="http://worldofends.com/">World of Ends</a> (&#8220;Mundo de Pontas&#8221;) temos definições do que é e do que não é a Internet. O mais interessante deste texto é a relação desta plataforma à possíveis virtudes, como não possuir dono centralizador, ser de livre uso e democraticamente disponível à melhorias.</p>
<p>As informações que circulam nas mídias sociais são disseminadas por pessoas que não estão presas às hierarquias ou regras de publicação e redação, como é o caso dos veículos tradicionais que respondem a grandes grupos de mídias. As pessoas se expressam de forma dinâmica, de acordo com seus próprios julgamentos e em tempo real.</p>
<p>Tudo isso significa que uma mensagem pode ser divulgada por pessoas comuns e gerar impactos de mesma proporção ou maiores do que aquelas assinadas por grandes grupos de mídias. O meio de comunicação passa a ser secundário em um contexto tecnológico que permite que as pessoas sejam as pontas de informação. Mesmo que a única ferramenta democrática atualmente seja a Internet, já podemos perceber vários casos onde a informação se originou em movimentos sociais e, a partir desta força, chegou como notícia nas mídias tradicionais.</p>
<p>Observando este contexto, identificamos muitos pontos de atenção e um mundo de oportunidades. Independentemente dos meios e dispositivos utilizados, o potencial de uma pessoa transmitir uma mensagem a um grupo tomou novas proporções. Tanto produtores de conteúdo, quanto grandes marcas, devem se alertar para o poder de comunicação de pessoas comuns. Se antes o objetivo era informar uma audiência através de mídias tradicionais, hoje devemos lembrar que as pessoas também possuem sua própria audiência.</p>
<p>A consequência de tudo isso é possível de perceber na atenção e investimento que grandes marcas andam direcionando para os famosos “influenciadores”.</p>
<p>E sua marca ou empresa, já está considerando isso?</p>
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		<title>Skeeld: Plataforma para pessoas com paixões em comum</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 08:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cássia Colling</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[betas]]></category>
		<category><![CDATA[capital social]]></category>
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		<description><![CDATA[Se eu lhe perguntasse, você certamente poderia me indicar algumas pessoas as quais costuma recorrer para pedir sugestões e tirar dúvidas sobre assuntos específicos. Você provavelmente sabe de pessoas assim para cada tipo de assunto que precise. Isto acontece porque você as reconhece como &#8220;especialistas&#8221; &#8211; pessoas com interesse e conhecimento acima da média acerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/marcomassarotto/4596791434/lightbox/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1121" title="Foto por Marcomassarotto - Flickr" src="http://www.red.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/Imagem2.png" alt="" width="460" height="306" /></a></p>
<p><strong>Se eu lhe perguntasse, você certamente poderia me indicar algumas pessoas as quais costuma recorrer para pedir sugestões e tirar dúvidas sobre assuntos específicos. Você provavelmente sabe de pessoas assim para cada tipo de assunto que precise. Isto acontece porque você as reconhece como &#8220;especialistas&#8221; &#8211; pessoas com interesse e conhecimento acima da média acerca deste tema. O interesse e a profundidade de conhecimento destes especialistas possibilita que gerem análises, críticas e insights valiosos para a sua área de interesse. Para estes indivíduos, o Núcleo de Pesquisa da RED criou o Skeeld.</strong></p>
<p><strong><span id="more-1079"></span></strong></p>
<p>Você já imaginou a riqueza de dados que podem ser gerados por meio da interação entre estas pessoas com paixões em comum, incentivado por sua troca de informações e construção conjunta de ideias?</p>
<p>Utilizamos este questionamento para desenvolver o conceito do <strong>Skeeld </strong>- um ambiente digital que reúne pessoas com paixões em comum. Esta plataforma torna possível às marcas um ambiente para pesquisa e compreensão destes indivíduos apaixonados por seus produtos, serviços ou área de atuação, reconhecidos de alguma forma como especialistas em seus círculos sociais. Acreditamos que no atual cenário, a tecnologia surge como um facilitador para reunir estes indivíduos a outros igualmente especialistas, possibilitando alto nível de curadoria em seu tema de interesse.</p>
<p>Veja neste Slideshare como funciona esta plataforma, seus principais públicos e benefícios.</p>
<div id="__ss_7388942" style="width: 425px;"><strong><a title="RED Skeeld" href="http://www.slideshare.net/REDconsultoria/red-skelld">RED Skeeld</a></strong> <object id="__sse7388942" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=redproductpesquisaskeeldresumo-110325115538-phpapp02&amp;stripped_title=red-skelld&amp;userName=REDconsultoria" /><param name="name" value="__sse7388942" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse7388942" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=redproductpesquisaskeeldresumo-110325115538-phpapp02&amp;stripped_title=red-skelld&amp;userName=REDconsultoria" name="__sse7388942" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/REDconsultoria">RED</a></div>
</div>
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