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	<title>rei nada ::: um weblog editado por Marcos Ludwig</title>
	
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	<description>Marcos Ludwig's personal weblog</description>
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		<title>Natal 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2010 17:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Verbo se fez carne, O Infinito se fez finito, O Eterno entrou na HistÃ³ria! E, no Seu infinito amor e misericÃ³ridia, Veio como crianÃ§a. Se fez Jesus Cristo! FELIZ NATAL A TODOS! &#8220;Musicalmente, alguns preferem TristÃ£o e Isolda, mas, &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=805">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">O Verbo se fez carne,<br />
O Infinito se fez finito,<br />
O Eterno entrou na HistÃ³ria!</p>
<p align="center">E, no Seu infinito amor e misericÃ³ridia,<br />
Veio como crianÃ§a.<br />
Se fez Jesus Cristo!</p>
<p align="center">FELIZ NATAL A TODOS!</p>
<p>&#8220;Musicalmente, alguns preferem TristÃ£o e Isolda, mas, em matÃ©ria de forÃ§a dramÃ¡tica e riqueza de significado, a Ã¡ria final de Wotan em As ValquÃ­rias, â€œLeb Wohlâ€ (â€œAdeusâ€), Ã© sem dÃºvida o cume da obra de Richard Wagner. Que Ã© que isso tem a ver com o Natal? Espere um pouco e deixe-me relembrar a cena.<span class="messageBody"> </span><span class="messageBody">Pressionado por sua esposa Fricka, que lhe cobra seus deveres de mantenedor da ordem cÃ³smica, Wotan, o equivalente germÃ¢nico de Zeus, promete, a contragosto, punir com a morte seu neto Siegmund, culpado de adultÃ©rio e incesto com sua irmÃ£ Sieglinda. Para isso, ele envia sua filha mais querida, Brunilda, ao local onde o marido de Sieglinda vai duelar com Siegmund, para assegurar que Siegmund, privado de todo auxÃ­lio divino, seja morto no duelo. No momento decisivo, Brunilda deixa-se tomar de compaixÃ£o por Siegmund e, descumprindo a ordem recebida, tenta protegÃª-lo. Wotan tem de intervir pessoalmente, fazendo em pedaÃ§os a espada mÃ¡gica de Siegmund e deixando que ele seja morto pelo marido de Sieglinda, Hunding. TÃ£o logo termina o duelo, Wotan, desgostoso consigo prÃ³prio e cheio de desprezo pelo vencedor, mata Hunding com um simples sopro. Agora o rei dos deuses tem de punir a filha, para nÃ£o permitir que um ato de traiÃ§Ã£o perturbe a ordem do Valhalla, o cÃ©u dos deuses germÃ¢nicos. Atormentado pelo conflito insolÃºvel entre o dever de governante e o amor paterno, Wotan queixa-se de que, entre todos os seres, o mais miserÃ¡vel e sofredor Ã© ele prÃ³prio. No instante em que ele se prepara para matar Brunilda, ela apela Ã  compaixÃ£o do pai, pedindo que a sentenÃ§a de morte seja substituÃ­da pela de expulsÃ£o. Wotan abraÃ§a ternamente a filha e a faz adormecer numa montanha protegida por um cÃ­rculo de fogo, prometendo que nenhum homem indigno tocarÃ¡ nela e que, ao despertar como criatura humana, desprovida de poderes divinos, ela terÃ¡ por marido um nobre guerreiro que a protegerÃ¡ de todos os males. Wotan despede-se da filha e, enquanto ela adormece, sai cabisbaixo, derrotado pelo seu prÃ³prio poder. </span><span class="messageBody">Esse episÃ³dio marca o instante em que a ordem do mundo mitolÃ³gico entra em contradiÃ§Ã£o consigo prÃ³pria e descobre o seu limite. No mundo dos deuses nÃ£o hÃ¡ lugar para a compaixÃ£o. SÃ³ no mundo humano Brunilda poderÃ¡ desfrutar os benefÃ­cios do perdÃ£o que o pai tÃ£o ardentemente lhe deseja conceder. Nesse momento, a lei dos deuses admite que hÃ¡ uma justiÃ§a superior Ã  do prÃ³prio Wotan-Zeus. A ordem cÃ³smica sÃ³ pode ser restaurada mediante o sacrifÃ­cio de Wotan, mas ele prÃ³prio entende isso como um sofrimento absurdo, uma incongruÃªncia, uma irregularidade. Quando Brunilda despertar, ela estarÃ¡ num novo mundo, onde o auto-sacrifÃ­cio do deus nÃ£o serÃ¡ mais uma irregularidade, e sim o princÃ­pio mesmo da lei que rege o universo. O Deus invisÃ­vel e sem nome que impera muito acima de Wotan oferece o seu prÃ³prio Filho em sacrifÃ­cio, porque sabe que nenhum sacrifÃ­cio humano pode restaurar a ordem: sÃ³ o sangue do prÃ³prio Deus tem esse poder. O adeus de Wotan Ã© o mundo antigo que se despede, baixando a cabeÃ§a ante uma ordem superior a que o prÃ³prio Wotan obedece, mas que ele nÃ£o pode compreender.</p>
<p>Ã‰ o advento desse mundo novo, a tomada de consciÃªncia universal dessa nova ordem, onde o perdÃ£o nÃ£o Ã© a exceÃ§Ã£o mas a regra, que se celebra no Natal. O gesto incomum de Wotan serÃ¡ aÃ­ a lei geral e eterna, que restaura a ordem do mundo nÃ£o uma vez, mas a cada instante, de novo e de novo, injetando no mundo finito novas e novas possibilidades que vÃªm do amor infinito. Ao adeus de Wotan, baixado o pano sobre a cena mitolÃ³gica, segue-se o nascimento de Cristo, o advento da Nova AlianÃ§a onde Brunilda serÃ¡ perdoada nÃ£o uma vez, mas vezes infinitas. O perdÃ£o nÃ£o Ã© um ato raro e excepcional, que quase Ã s escondidas ludibria a ordem cÃ³smica em nome do amor paterno. Ele Ã© a lei fundamental do universo, a base mesma de toda existÃªncia.&#8221;</p>
<p><a href="ftp://camerata.mine.nu/hines/Jerome%20Hines-Leb%20Wohl%201961%20Bayreuth.mp3" target="_blank">ftp://camerata.mine.nu/hines/Jerome%20Hines-Leb%20Wohl%201961%20Bayreuth.mp3</a></p>
<p>Texto: <strong>â€œ<a href="http://www.olavodecarvalho.org/semana/091223-natal.html" target="_blank">Natal 2009</a>â€</strong>, Olavo de Carvalho (23 de dezembro de 2009)</p>
<p>Â </p>
<p></span></p>
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		<title>Sobre o Amor: “Morte ao ego”</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 04:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ana Ferreira fez a gentileza de transcrever alguns pensamentos soltos que eu rabisquei no meu Twitter em um postal do blog dela. AlÃ©m disso, contando com sua perspicÃ¡cia tipicamente feminina, ela decorou o texto com uma bela imagem ilustrativa. &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=804">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://glossmode.wordpress.com/" target="_blank">Ana Ferreira</a> fez a gentileza de transcrever alguns pensamentos soltos que eu rabisquei no <a href="http://www.twitter.com/reinada" target="_blank">meu Twitter</a> em um <a href="http://glossmode.wordpress.com/2010/02/25/morte-ao-ego/" target="_blank">postal do blog dela</a>. AlÃ©m disso, contando com sua perspicÃ¡cia tipicamente feminina, ela decorou o texto com uma bela imagem ilustrativa. Segue uma cÃ³pia.</p>
<blockquote><p><a href="http://glossmode.wordpress.com/2010/02/25/morte-ao-ego/" target="_blank"><strong>Morte ao ego</strong></a></p>
<p><img src="http://27.media.tumblr.com/tumblr_kuni5daHVI1qzwa71o1_500.jpg" style="TEXT-ALIGN: center; WIDTH: 500px; DISPLAY: block; HEIGHT: 303px; MARGIN-LEFT: auto; MARGIN-RIGHT: auto" title="Love" height="303" width="500" alt="Love"/></p>
<p><em>A pessoa que chora de &#8220;amor&#8221;, nÃ£o chora porque perdeu o amor. Chora porque estava tÃ£o apaixonado por si a ponto de sentir pena de si. <br/></em> <em>E isso, definitivamente, nÃ£o era <a href="http://glossmode.wordpress.com/2009/04/24/o-que-e-amar/" target="_blank">amor</a>. <br/></em> <em>O amor verdadeiro Ã© aquele em que vocÃª sente pena pela pessoa amada estar perdendo vocÃª, pois a priori, vocÃª a faria feliz. <br/></em> <em>Portanto, para amar de verdade, vocÃª deve antes ter certeza que farÃ¡ a pessoa feliz; e nÃ£o mais infeliz por ter vocÃª. <br/></em> <em>Deve esquecer-se a si mesmo, e viver para o outro. Isso Ã© uma legÃ­tima &#8220;morte ao ego&#8221;.</em></p>
</blockquote>
<p>Para aqueles que quiserem aprender mais sobre o verdadeiro sentido do amor, acessem este texto no site da Editora ClÃ©ofas: <a href="http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=FAMILIA&amp;id=fam0206" target="_blank">O que Ã© amar?</a></p>
<p><strong>Nota:</strong> JustiÃ§a seja feita. Apesar destas frases serem escritas com minhas prÃ³prias palavras, as idÃ©ias sÃ£o de uma certa aula de Filosofia que andei escutando dias atrÃ¡s.</p>
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		<item>
		<title>As palavras “gentis” e “doces” de um “amÃ¡vel” ateÃ­sta</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 02:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[VocÃªs todos sabem que meia-dÃºzia de pessoas, que nÃ£o tem utilidade neste mundo, sÃ£o mais um problema daquilo de que valem. Apenas coloque-os lÃ¡ e diga: &#8220;Senhor ou Senhora, agora vocÃª serÃ¡ doce o bastante para justificar a sua existÃªncia. &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=801">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>VocÃªs todos sabem que meia-dÃºzia de pessoas, que nÃ£o tem utilidade neste mundo, sÃ£o mais um problema daquilo de que valem. Apenas coloque-os lÃ¡ e diga: &#8220;Senhor ou Senhora, agora vocÃª serÃ¡ doce o bastante para justificar a sua existÃªncia. Se vocÃª nÃ£o consegue justificar a sua existÃªncia, se vocÃª nÃ£o estÃ¡ fazendo esforÃ§o o suficiente, se vocÃª nÃ£o estÃ¡ produzindo tanto quanto consome ou preferivelmente mais, entÃ£o claramente nÃ³s nÃ£o podemos usar uma grande organizaÃ§Ã£o da nossa sociedade no propÃ³sito de manter vocÃª vivo. Porque a sua vida nÃ£o nos beneficia, e nÃ£o pode ser muito Ãºtil para vocÃª mesmo.</em></p>
<p><em>[...] Eu apelo aos quÃ­micos descobrir um &#8220;gÃ¡s humano&#8221;, que matarÃ¡ instantaneamente e sem dor. Que seja mortal, mas humano, nÃ£o cruel&#8230;</em></p>
<p>(<a href="http://www.conservapedia.com/George_Bernard_Shaw" target="_blank">George Bernard Shaw</a>, conforme <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jVcNbL6Uqek" target="_blank">The Soviet Story</a></em> )</p>
</blockquote>
<p>Depois de dez anos, tal gÃ¡s seria descoberto. Seria chamado de <a href="http://www.conservapedia.com/Zyklon_B" target="_blank">Zyklon B</a>.<br />
O homem que anteviu sua aplicaÃ§Ã£o prÃ¡tica, Adolf Eichmann, testemunharia dizendo que &#8220;graÃ§as ao Zyklon B pessoas em Auchswitz morreriam sem dor&#8221;. Zyklon B era um gÃ¡s &#8220;humano&#8221;.</p>
<p>Bernard Shaw defendeu o extermÃ­nio em massa por categoria. NÃ£o por categoria racial, mas por categoria social. Os desocupados, os inadequados. Matar os &#8220;parasitas da sociedade&#8221; era no que o marxismo acreditava.</p>
<p>Ver tambÃ©m: <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=781" target="_blank"><em>AteÃ­smo militante anti-cristÃ£o e Comunismo</em></a> <em>;</em> <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=764" target="_blank"><em>A estreita ligaÃ§Ã£o entre ateÃ­smo, perseguiÃ§Ã£o anti-cristÃ£, comunismo e assassinatos em massa</em></a> .</p>
</p>
<p><!--921b32a72b85f1a3454632d4d089bcf6--></p>
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		<item>
		<title>Entrevista para a reportagem sobre o sistema de cotas racistas</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 05:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A entrevista que fiz abaixo serviu para a jornalista do Portal3 escrever esta reportagem. Quais os motivos para o teu posicionamento contrÃ¡rio Ã s cotas raciais? R: O motivo Ã© Ãºnico e elementar: Ã© uma medida que discrimina cidadÃ£os unicamente por &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=800">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A entrevista que fiz abaixo serviu para a jornalista do <a href="http://portal3.com.br/" target="_blank">Portal3</a> escrever <a href="http://portal3.com.br/wp/brasil-das-cotas" target="_blank">esta reportagem</a>.</p>
<p><strong>Quais os motivos para o teu posicionamento contrÃ¡rio Ã s cotas raciais?</strong></p>
<p>R: O motivo Ã© Ãºnico e elementar: Ã© uma medida que discrimina cidadÃ£os unicamente por sua origem Ã©tnica, concedendo privilÃ©gios especiais a um grupo da populaÃ§Ã£o apenas usando como critÃ©rio a duvidosa classificaÃ§Ã£o de &#8220;raÃ§a&#8221;. Perceba que, ao contrÃ¡rio do que afirma a retÃ³rica dos que defendem esta polÃ­tica, ela prÃ³pria Ã© evidentemente discriminatÃ³ria e racista.</p>
<p><strong>Tu acreditas que a questÃ£o Ã© social e nÃ£o racial? <br/></strong> <br/>R: Nem uma coisa, nem outra.</p>
<p><strong>Tu achas que a polÃ­tica de cotas raciais Ã© um reflexo do ensino precÃ¡rio no Brasil? <br/></strong> <br/>R: NÃ£o. A polÃ­tica de cotas raciais &#8212; ou numa linguagem mais esclarecida, cotas racistas &#8212; Ã© uma idÃ©ia de autores marxistas importada de outros paÃ­ses, onde as reais intenÃ§Ãµes estÃ£o longe de serem boas. Para estes ideÃ³logos, a polÃ­tica de cotas racistas Ã© um instrumento para gerar conflitos entre classes, criar desorganizaÃ§Ã£o na sociedade; realizar, nas palavras deles, uma &#8220;revoluÃ§Ã£o passiva&#8221;, e conceder mais poder a uma casta Ã­nfima e privilegiada de polÃ­ticos. Para alguns isso pode parecer surpreendente, mas toda a questÃ£o se resume a isto: mais poder.</p>
<p><strong>Tu consideras a medida uma &#8220;soluÃ§Ã£o&#8221; imediata para um problema de desigualdade social e racial, que possui raÃ­zes bem mais profundas? <br/><br/></strong>R: NÃ£o. Vale a mesma justificativa Ã  pergunta acima.</p>
<p><strong>O sistema de cotas Ã© &#8220;injusto&#8221; com aqueles que se preparam para o vestibular e podem vir a perder a vaga para um cotista? <br/><br/></strong>R: O sistema de cotas Ã© uma injustiÃ§a por si sÃ³. Reservar uma cota de vagas Ã  um grupo de pessoas por causa de uma caracterÃ­stica fÃ­sica Ã© dar vantagens a este grupo e desvantagens aos que estÃ£o excluÃ­dos dele. Como o princÃ­pio da JustiÃ§a Ã© &#8220;dar a cada um aquilo que lhe Ã© devido&#8221; e isto se refere a mÃ©ritos individuais, a polÃ­tica do sistema de cotas gera um desequilÃ­brio, e, portanto, fere este princÃ­pio fundamental. O estado, cuja funÃ§Ã£o deveria garantir este princÃ­pio servindo a todos os cidadÃ£os de maneira igualitÃ¡ria, acaba preferindo servir mais a uns do que a outros, discriminatoriamente. Tenta-se corrigir injustiÃ§as cometidas no passado cometendo novas injustiÃ§as. O efeito disto Ã© contrÃ¡rio ao supostamente esperado: mais cedo ou mais tarde gera mais caos e misÃ©ria numa sociedade.</p>
<p>[ <a href="http://portal3.com.br/wp/brasil-das-cotas" target="_blank">Portal3:</a> <a href="http://portal3.com.br/wp/brasil-das-cotas" target="_blank">Brasil das cotas</a> ]</p>
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		<title>AteÃ­smo militante, imaturidade intelectual</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 00:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;[...] A histÃ³ria do ateÃ­smo militante Ã© uma sucessÃ£o prodigiosa de intrujices. Ã‰ que o ateÃ­smo, em geral, Ã© uma opÃ§Ã£o de juventude, prÃ©via a qualquer consideraÃ§Ã£o racional do assunto, e uma vez tomada nÃ£o lhe resta senÃ£o racionalizar-se a &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=799">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;[...] A histÃ³ria do ateÃ­smo militante Ã© uma sucessÃ£o prodigiosa de intrujices. Ã‰ que o ateÃ­smo, em geral, Ã© uma opÃ§Ã£o de juventude, prÃ©via a qualquer consideraÃ§Ã£o racional do assunto, e uma vez tomada nÃ£o lhe resta senÃ£o racionalizar-se <em>a posteriori</em> mediante artifÃ­cios que serÃ£o mais ou menos engenhosos conformeÂ  a aptidÃ£o e a demanda pessoal de argumentos. NÃ£o se conhece um Ãºnico caso cÃ©lebre de pensador que tenha chegado ao ateÃ­smo na idade madura, por forÃ§a de profundas reflexÃµes e por motivos intelectuais relevantes. Ademais, toda fÃ© religiosa coexiste, quase que por definiÃ§Ã£o, com as dÃºvidas e as crises, ao passo que o ateÃ­smo militante tem sempre a tÃ­pica rigidez cega das crenÃ§as de adolescente. O ateÃ­smo militante Ã©, por si, um grave sinal de imaturidade intelectual.&#8221;</p>
<p>(de CARVALHO, Olavo; O Jardim das AfliÃ§Ãµes; trecho da nota de rodapÃ© do capÃ­tulo V: <em>&#8220;A Ã­ndole do epicurismo&#8221;</em>)</p>
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		<item>
		<title>CitaÃ§Ãµes feminazistas</title>
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		<comments>http://www.sentinelas.org/reinada/?p=798#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 02:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Estas sÃ£o citaÃ§Ãµes reais de uma variedade de feministas / feminazistas da corrente principal, dizendo suas opiniÃµes e posiÃ§Ãµes. O denominador comum Ã© o Ã³bvio e flagrante Ã³dio aos homens. Nenhum ativista pelos direitos dos pais poderia sair ileso ao &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=798">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estas sÃ£o citaÃ§Ãµes reais de uma variedade de feministas / feminazistas da corrente principal, dizendo suas opiniÃµes e posiÃ§Ãµes. O denominador comum Ã© o Ã³bvio e flagrante Ã³dio aos homens. Nenhum ativista pelos direitos dos pais poderia sair ileso ao fazer estes tipos de declaraÃ§Ãµes &#8211; qualquer homem que tivesse a audÃ¡cia de dizer tais coisas sobre as mulheres automaticamente seria rotulado de &#8220;supremacista de gÃªnero&#8221;.</p>
<p>Engana-se aquele que achar que elas nÃ£o respondem pela maioria das feministas, ou que se tratam de apenas disparates ditos por algumas meras radicais.</p>
<p>Engana-se mais ainda quem achar que elas nÃ£o sÃ£o capazes de provocar nenhuma mudanÃ§a nos costumes e na polÃ­tica da CivliizaÃ§Ã£o Ocidental. Elas jÃ¡ mudaram. SÃ³ vocÃª ainda nÃ£o percebeu. <br/></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img src="http://www.sentinelas.org/reinada/images/feminazism.jpg" style="WIDTH: 324px; DISPLAY: inline; HEIGHT: 486px" height="486" alt="Feminazi" width="324"/></p>
<p><strong>* Heterofobia, Ã³dio aos homens, &#8220;todo homem Ã© um estuprador em potencial&#8221;</strong></p>
<p>&#8220;Quando uma mulher atinge orgasmo com um homem ela estÃ¡ apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua prÃ³pria opressÃ£o&#8230;&#8221; <br/>Sheila Jeffrys professora feminista lÃ©sbica e ativista polÃ­tica</p>
<p>&#8220;Todos os homens sÃ£o estupradores e Ã© tudo o que eles sÃ£o. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis e seus cÃ³digos.&#8221; <br/>Marilyn French (1929- ), novelista e feminista americana</p>
<p>&#8220;Sexo Ã© a cruz em que as mulheres sÃ£o crucificadas&#8230; sexo sÃ³ pode ser adequadamente definido como estupro universal.&#8221; <br/>Hodee Edwards, <em>Estupro define Sexo</em></p>
<p>&#8220;Numa sociedade patriarcal, toda relaÃ§Ã£o sexual heterossexual Ã© estupro porque as mulheres, como um grupo, nÃ£o sÃ£o fortes o suficiente para consentir.&#8221; <br/>Catherine MacKinnon em <em>Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women&#8217;s Studies</em>, p. 129</p>
<p>&#8220;Compare os relatos de vÃ­timas de estupro com o de relatos de sexo das mulheres. Eles se parecem muito&#8230;.A maior distinÃ§Ã£o entre coito (normal) e estupro (anormal) Ã© que o normal acontece tÃ£o freqÃ¼entemente que alguÃ©m nÃ£o pode fazer os outros enxergarem que hÃ¡ algo de errado nisso.&#8221; <br/>Catherine MacKinnon, citada no livro de Christina Hoff Sommers, <em>Hard-Line Feminists Guilty of Ms.-Representation</em>, Wall Street Journal, November 7, 1991.</p>
<p>&#8220;Eu acredito que estupro exista a qualquer hora que intercurso sexual ocorra quando este nÃ£o foi iniciado pela mulher, por sua prÃ³pria e genuÃ­na afeiÃ§Ã£o e desejo&#8221;. <br/>De Robin Morgan, <em>Teoria e prÃ¡tica: Pornografia e Estupro</em> em <em>Indo muito longe</em> 1974.</p>
<p>&#8220;Coito heterosexual Ã© a pura, formalizada expressÃ£o de desprezo pelo corpo das mulheres&#8221; <br/>Andrea Dworkin, feminista americana famosa por sua oposiÃ§Ã£o a pornografia.</p>
<p>&#8220;O fato Ã© que o processo de matar &#8211; ambos estupro e assalto domÃ©stico sÃ£o passos neste processo &#8211; Ã© o ato sexual primÃ¡rio dos homens na realidade e/ou na imaginaÃ§Ã£o.&#8221; <br/>Andrea Dworkin, <em>Letters from a War Zone</em>, p. 22..</p>
<p>&#8220;A descoberta dos homens que sua genitÃ¡lia poderia servir como arma pra gerar medo deve ser classificada como uma das descobertas mais importantes dos tempos prÃ©-histÃ³ricos, junto com o uso do fogo e o primeiro rudimentar maÃ§ado de pedra.&#8221; <br/>Susan Brownmiller, <em>Against Our Will: Men, Women, and Rape</em>, p. 5..</p>
<p>&#8220;Nossa cultura retrata sexo como estupro para que homens e mulheres se tornem mais interessados nisso&#8221;. <br/>Naomi Wolf, <em>O mito da beleza</em>, p. 138..</p>
<p>&#8220;Uma das razÃµes que as mulheres sÃ£o mantidas em um estado econÃ´mica de degradaÃ§Ã£o &#8211; porque Ã© assim que estÃ£o a maioria das mulheres &#8211; Ã© porque isso Ã© a melhor forma de manter as mulheres sexualmente disponÃ­veis.&#8221; <br/>Andrea Dworkin, <em>Letters from a War Zone</em>, p. 145..</p>
<p>&#8220;Todos os homens se beneficiam do estupro, porque todos os homens beneficiam-se do fato que as mulheres nÃ£o sÃ£o livres na sociedade; que as mulheres se encolhem;que as mulheres estÃ£o com medo; que as mulheres nÃ£o podem fazer valer os direitos que nÃ³s temos, limitados que sÃ£o, por causa da presenÃ§a ubÃ­qua do estupro&#8221;</p>
<p>&#8220;Homens que sÃ£o acusados injustamente de estupro podem Ã¡s vezes ganhar com a experiÃªncia&#8221; <br/>Catherine Comins, Universidade Vassar assistente de reitor da <em>Student Life in Time</em>, Junho 3, 1991, p. 52..</p>
<p>&#8220;Heterossexualidade Ã© um costume obstinado na qual as instituiÃ§Ãµes supremacistas masculinas asseguram sua prÃ³pria perpetuaÃ§Ã£o e controle sobre nÃ³s. As mulheres sÃ£o conservadas, mantidas e contidas atravÃ©s do terror, violÃªncia e o spray de sÃªmen&#8230; [lesbianismo Ã©] um meio ideolÃ³gico, polÃ­tico e filosÃ³fico de liberaÃ§Ã£o de todas as mulheres da tirania heterossexual&#8230;&#8221; <br/>Cheryl Clarke, <em>Lesbianismo, um ato de resistÃªncia</em>, em <em>This Bridge Called My Back: Writing by Radical Women of Color</em>, ed. Cherrie Moraga (Women of Color Press,1983), pp.128-137.</p>
<p><strong>* &#8220;Mulheres sÃ£o superiores&#8221; e &#8220;homens devem ser varridos do mapa&#8221;</strong></p>
<p>&#8220;Quem se importa como um homem se sente ou com o que eles fazem ou se eles sofrem? Eles tiveram 2000 anos para dominar e fizeram uma completa confusÃ£o disso. Agora Ã© nossa vez. Meu Ãºnico comentÃ¡rio para os homens Ã©, se vocÃª nÃ£o gostou, mÃ¡ sorte &#8211; e se vocÃª se meter no nosso caminho eu vou te botar pra correr.&#8221; <br/><em>Signed: Liberated Women</em>, Boronia. (Herald-Sun, Melbourne, Australia &#8211; 9 Fevereiro 1996)</p>
<p>&#8220;Superioridade nÃ³s sempre tivemos; tudo o que pedimos Ã© equidade.&#8221; <br/>Nancy Astor (1879-1964), polÃ­tica britÃ¢nica se referindo as mulheres</p>
<p>&#8220;Uma mulher sem um homem Ã© como um peixe sem uma bicicleta.&#8221; <br/>Gloria Steinem (1934- ), escritora e feminista americana</p>
<p>&#8220;NÃ³s somos, como um sexo, infinitamente superior aos homensâ€¦&#8221; <br/>Elizabeth Stanton, Uma mulher, <em>Um voto</em>, Wheeler, p. 58</p>
<p>&#8220;A novas variaÃ§Ãµes deste angustiante antigo tema central em hormÃ´nios e DNA: Homens sÃ£o biologicamente agressivos; seus cÃ©rebros fetais foram inundados em andrÃ³geno; seu DNA, de modo a se perpetuar, se atira em assassinato e estupro.&#8221; <br/>Andrea Dworkin, <em>Letters from a War Zone</em>, p. 114..</p>
<p>&#8220;<strong>HOMEM:</strong> â€¦ uma forma obsoleta de vida&#8230; um criatura vulgar que precisa ser vigiada&#8230; um bebÃª-homem contraditÃ³rio&#8230;&#8221; &#8220;<strong>INTOXICAÃ‡ÃƒO POR TESTOSTERONA</strong>: &#8230; &#8216;AtÃ© agora era pensado que o nÃ­vel de testosterona em um homem Ã© normal simplesmente porque eles a tÃªm. Mas se vocÃª considerar como seu comportamento Ã© anormal, entÃ£o vocÃª Ã© levado a hipÃ³tese que quase todos os homens estÃ£o sofrendo de &#8220;intoxicaÃ§Ã£o por testosterona.&#8221; <br/>Tirado de <em>Um DicionÃ¡rio Feminista</em>, ed. Kramarae and Treichler, Pandora Press, 1985</p>
<p>&#8220;As mulheres levam seu papel de cuidadoras muito a sÃ©rio e quando elas ouvem que alguem tirou vantagem de uma crianÃ§a, elas reagem mais fortemente do que os homens.&#8221; <br/>Kathleen C. Faller, professoar de assistÃªncia social na Universidade de Michigan</p>
<p>&#8220;Eu acredito que as mulheres tem uma capacidade para entendimento e compaixÃ£o que um homem estruturalmente nÃ£o tem, nÃ£o tem porque ele nÃ£o pode ter. Ele Ã© simplesmente incapaz de ter&#8221;. <br/>Ex-deputada americana Barbara Jordan</p>
<p>&#8220;Deus irÃ¡ mudar. NÃ³s mulheresâ€¦ iremos mudar tanto o mundo que ele nÃ£o terÃ¡ mais espaÃ§o&#8221; <br/>Naomi Goldenberg, <em>MudanÃ§a de deuses: Feminismo e o fim das religiÃµes tradicionais</em> (Citado no comeÃ§o de <em>From Father God to Mother Earth</em>)</p>
<p>&#8220;Em tudo que o homem constrÃ³i, eles cavam um lugar central pra morte, deixam seu cheiro detestÃ¡vel contaminar cada dimensÃ£o do qualquer coisa que ainda viva. Homens especialmente amam assassinato. Na arte eles celebram isso, e na vida eles o cometem. Eles abraÃ§am o assassinato como se a vida sem isso fosse vazia de paixÃ£o, sentido, e aÃ§Ã£o, como se assassinato fosse consolo[...]&#8221; <br/>Andrea Dworkin, <em>Letters from a War Zone</em>, p. 214</p>
<p>&#8220;AlguÃ©m pode saber tudo e ainda sim ser incapaz de aceitar o fato que sexo e assassinato estÃ£o fundidos na consciÃªncia do homem, sendo que entÃ£o um destes sem a iminente possibilidade do outro Ã© impensÃ¡vel e impossÃ­vel.&#8221; <br/>Andrea Dworkin, <em>Letters from a War Zone</em>, p. 21..</p>
<p>&#8220;<strong>Quando perguntada:</strong> &#8220;VocÃª [Greer] foi citada por dizer que sua idÃ©ia de um homem ideal Ã© uma mulher com um pau. VocÃª ainda estÃ¡ inclinada deste jeito?</p>
<p><strong>Resposta da Doutora Greer (negando que tenha dito):</strong> &#8220;Eu tenho uma enorme dificuldade com a idÃ©ia de um homem ideal. AtÃ© onde eu sei, homens sÃ£o produtos de um gene danificado. Eles fingem serem normais mas o que eles estÃ£o fazendo sentados lÃ¡ com seus sorrisos benignos no rosto Ã© que eles estÃ£o fabricando esperma. Eles fazem isso toda hora. Eles nunca param. Quero dizer, nÃ³s mulheres somos sensatas. NÃ³s soltamos um folÃ­culo a cada 28 dias, ao passo que eles estÃ£o produzindo 400 milhÃµes de espermas para cada ejaculaÃ§Ã£o, na qual quase nenhum chega perto de um Ã³vulo. Eu nÃ£o sei se a ecoesfera pode tolerar isso.&#8221; <br/>Germaine Greer, em almoÃ§o literÃ¡rio no Hilton Hotel, promovendo seu ivro <em>The Change&#8211; Women, Aging and the Menopause</em>. Tirado de uma notÃ­cia de jornal 14/11/91</p>
<p>&#8220;Conselheira da cidade de Melbourne <strong>Pat Poole</strong> anunciou sua oposiÃ§Ã£o em renomear uma rua para Martin Luther King: &#8220;Eu me pergunto se ele realmente realizou coisas, ou ele apenas agitou as pessoas e causou um monte de motins.&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu sinto que &#8216;Ã³dio aos homens&#8217; Ã© um honorÃ¡vel e viÃ¡vel ato polÃ­tico, que os oprimidos tem o direito ao Ã³dio contra a classe que a estÃ¡ oprimindo.&#8221; <br/>Robin Morgan &#8211; ex-presidente da OrganizaÃ§Ã£o Nacional das mulheres (NOW) e editora da MS magazine</p>
<p>&#8220;Eu acredito que (de uma forma ou outra) castraÃ§Ã£o pode ser a soluÃ§Ã£o. E a feminizaÃ§Ã£o da Europa e AmÃ©rica branca jÃ¡ estÃ¡ bem avanÃ§ada, vindo no acordar da guerra.&#8221; <br/>Wyndham Lewis (1882-1957), novelista e pintora britÃ¢nico <em>The Art of Being Ruled</em>.</p>
<p><strong>* Ã“dio a famÃ­lia tradicional, busca da destruiÃ§Ã£o da famÃ­lia e sua unidade, Ã³dio ao casamento, desprezo pela maternidade e por crianÃ§as</strong></p>
<p>&#8220;Nenhuma mulher deveria ser autorizada a ficar em casa e criar suas crianÃ§asâ€¦ Mulheres nÃ£o deveriam ter essa escolha, porque se houvesse tal escolha, mulheres demais iriam escolher aquela.&#8221; <br/>Simone de Beauvoir, <em>Saturday Review</em>, June 14, 1975.</p>
<p>&#8220;NÃ³s nÃ£o podemos destruir as injustiÃ§as entre homens e mulheres atÃ© destruirmos o casamento&#8221; <br/>Robin Morgan, de <em>Sisterhood Is Powerful</em> (ed), 1970, p. 537</p>
<p>&#8220;Feministas hÃ¡ muito tempo criticaram casamento como um lugar de opressÃ£o, perigo e escravidÃ£o pras mulheres&#8221; <br/>Barbara Findlen, <em>Ã‰ o casamento a resposta?</em> MS Magazine, Maio &#8211; Junho, 1995</p>
<p>&#8220;O cuidado das crianÃ§as&#8230; Ã© infinitamente melhor deixado aos melhores profissionais de ambos os sexos que escolheram isso como vocaÃ§Ã£o&#8230; [Isto] iria enfraquecer a estrutura familiar enquanto contribuiria para a liberaÃ§Ã£o das mulheres.&#8221; <br/>Kate Miller, <em>Sexual Politics</em> 178-179</p>
<p>&#8220;Casamento como uma instituiÃ§Ã£o desenvolveu-se do estupro como uma prÃ¡tica. Estupro, originalmente definido como abduÃ§Ã£o, tornou-se casamento por captura. Casamento significava que a tomada seria extendida em tempo [...]. Apenas quando a masculinidade estiver morta &#8211; e ela perecerÃ¡ quando a feminilidade devastada nÃ£o mais a sustentar&#8221; <br/>Andrea Dworkin</p>
<p>&#8220;Como a unidade familiar serÃ¡ destruÃ­da?&#8230;A exigÃªncia por isso por si sÃ³ irÃ¡ jogar toda a ideologia da famÃ­lia em questÃ£o, de modo que as mulheres possam comeÃ§ar a estabelecer uma comunidade de trabalho uma com as outras e que possamos lugar coletivamente. As mulheres irÃ¡ se sentir mais livres pra deixar seus maridos e se tornarÃ£o economicamente independentes, seja atravÃ©s de trabalho ou estado de bem estar-social&#8221; <br/>Roxanne Dunbar em <em>Female Liberation</em></p>
<p>&#8220;A primeira condiÃ§Ã£o para a liberaÃ§Ã£o da esposa Ã© trazer o sexo feminino inteiro de volta a indÃºstria pÃºblica, e por sua vez isto exige a aboliÃ§Ã£o da famÃ­lia monogÃ¢mica como a unidade econÃ´mica da sociedade&#8221; <br/>Frederick Engels, <em>The Origins of the Family, Private Property and the State</em> (1942) p.67</p>
<p>Alison Jagger escreve que a famÃ­lia nuclear Ã© &#8220;o pilar da opressÃ£o das mulheres: ela aplica a dependÃªncia das mulheres pelos homens, heterossexualidade e impÃµe as estruturas masculinas e femininas de carÃ¡ter na prÃ³xima geraÃ§Ã£o.&#8221; <br/><em>Feminist Politics and Human Nature</em></p>
<p>&#8220;A famÃ­lia nuclear deve ser destruÃ­da, e as pessoas devem encontrar melhores maneiras de viverem juntas&#8230; qualquer que seja seu derradeiro significado, a dissoluÃ§Ã£o das famÃ­lias agora Ã© um processo objetivamente revolucionÃ¡rio&#8230;. Nenhuma mulher deveria negar-se qualquer oportunidade por causa de suas obrigaÃ§Ãµes especiais com suas crianÃ§as&#8230; FamÃ­lias serÃ£o finalmente destruÃ­das apenas quando uma organizaÃ§Ã£o social e econÃ´mica revolucionÃ¡ria permitir que as necessidades das pessoas por amor e seguranÃ§a sejam supridas de modos que nÃ£o imponham divisÃµes de trabalho, ou papÃ©is externos, de jeito nenhum.&#8221; <br/>Linda Gordon, <em>FunÃ§Ãµes da FamÃ­lia</em>, <em>Mulheres: Um Jornal de LiberaÃ§Ã£o</em>, inverno, 1969</p>
<p>&#8220;As instituiÃ§Ãµes culturais que encarnam e aplicam aquelas aberraÃ§Ãµes interligadas &#8211; por exemplo, leis, arte, religiÃ£o, estados-naÃ§Ã£o, a famÃ­lia, tribo, ou comunas baseada em direito do pai &#8211; essas instituiÃ§Ãµes sÃ£o reais e elas devem ser destruÃ­das.&#8221; <br/>Andrea Dworkin</p>
<p>&#8220;Apenas com o crime ocasional que se torna cÃ©lebre Ã© que nos permitimos pensar o quase impensÃ¡vel: Que a famÃ­lia afinal pode nÃ£o ser o arranjo ideal e perfeito afinal &#8211; Que Ela pode ser um ninho de patologia e um berÃ§o de violÃªncia macabra,&#8230; Mesmo na ostensiva &#8220;funcional,&#8221; famÃ­lia nÃ£o violenta, onde ninguÃ©m Ã© morto ou mutilado, sentimentos sÃ£o rotineiramente machucados e freqÃ¼entemente retorcidos. HÃ¡ o tapa ou rebaixamento que viola o inseguro sentido de ser da crianÃ§a, o olhar frio, distraÃ­do que leva uma esposa Ã¡s lagrimas, as ironiazinhas e rivalidades&#8221;. <br/>Barbara Ehrenreich na revista <em>Time</em></p>
<p>&#8220;A famÃ­lia nuclear Ã© um viveiro de violÃªncia e depravaÃ§Ã£o&#8221; <br/>Gordon Fitch</p>
<p>&#8220;Patriarcalismo requer violÃªncia ou a ameaÃ§a subliminar de violÃªncia de modo a se manterâ€¦ A situaÃ§Ã£o mais perigosa para uma mulher nÃ£o Ã© um homem desconhecido na rua ou mesmo o inimigo em tempos de Guerra, mas o marido ou amante no isolamento do seu lar.&#8221; <br/>Gloria Steinem em <em>Revolution from Within: A Book of Self-Esteem</em>, pp. 259-61</p>
<p>&#8220;Sob o patriarcalismo, nenhuma mulher estÃ¡ segura para viver sua vida, ou para amar, ou para criar seus filhos. Sob o patriarcalismo, toda mulher Ã© uma vÃ­tima, passado, presente, e futuro. Sob o patriarcalismo, toda filha de uma mulher Ã© uma passado, presente, e futuro. Sob o patriarcalismo, todo filho de uma mulher Ã© seu traidor em potencial e tambÃ©m um inevitÃ¡vel estuprador ou explorador de outra mulher.&#8221; <br/>Andrea Dworkin, <em>Liberty</em>, p.58..</p>
<p><strong>* Outras citaÃ§Ãµes &#8220;dignas&#8221; de nota</strong></p>
<p>&#8220;As mulheres sempre foram as principais vÃ­timas da guerra. As mulheres perdem seus maridos, seus pais, seus filhos em combate&#8221;. <br/>Hillary Clinton em uma conferÃªncia de violÃªncia domÃ©stica em SÃ£o Salvador, El Salvador em 17 nov. 1998</p>
<p>&#8220;95% das experiÃªncias das mulheres sÃ£o sobre serem vÃ­timas. Ou sobre serem oprimidas ou terem que sobreviverâ€¦ as mulheres nÃ£o foram ao VietnÃ£ e explodiram coisas. Elas nÃ£o sÃ£o Rambo.&#8221; <br/>Jodie Foster em <em>The New York Times Magazine</em>, January 6, 1991, p. 19..</p>
<p><strong>***</strong></p>
<p>[ <strong>Fontes:</strong> <a href="http://www.coeffic.demon.co.uk/things.htm">http://www.coeffic.demon.co.uk/things.htm</a> <a href="http://deltabravo.net/custody/quotes.php">http://deltabravo.net/custody/quotes.php</a> ] <br/>[ <strong>CrÃ©ditos da traduÃ§Ã£o e organizaÃ§Ã£o desta coletÃ¢nea:</strong> <a href="http://silviokoerich.blogspot.com/2009/08/as-citacoes-feministas-mais.html" target="_blank">SÃ­lvio Koerich</a>. ]</p>
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		<title>MÃ¡rio Ferreira dos Santos nos dÃ¡ a letra</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 21:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Evita as longas discussÃµes, sobretudo com pessoas dispersas, que juntam argumentos sobre argumentos, sem ordem e sem disciplina, misturando juÃ­zos apenas de gosto com algumas pseudo-idÃ©ias mal-formadas e mal-assimiladas. Evita essas discussÃµes que nÃ£o sÃ£o em nada benÃ©ficas. Se nÃ£o &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=797">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Evita as longas discussÃµes, sobretudo com pessoas dispersas, que juntam argumentos sobre argumentos, sem ordem e sem disciplina, misturando juÃ­zos apenas de gosto com algumas pseudo-idÃ©ias mal-formadas e mal-assimiladas. Evita essas discussÃµes que nÃ£o sÃ£o em nada benÃ©ficas. Se nÃ£o for possÃ­vel conduzir o colÃ³quio com alguÃ©m em boa ordem, segundo boa lÃ³gica, cuidadosa e organizada, Ã© preferÃ­vel que te cales. Sempre sÃª disciplinado no trabalho mental. Essa Ã© a regra importante, e nunca ceder Ã s vagabundagens do pensamento em conversas diluÃ­das, dispersas, em que se fala de tudo e nÃ£o se fala de nada.&#8221;</em></p>
<p>(MÃ¡rio Ferreira dos Santos &#8211; <em>&#8220;Curso de integraÃ§Ã£o pessoal&#8221;</em> / CapÃ­tulo <em>&#8220;ExercÃ­cios espirituais&#8221;</em>)</p>
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		<title>Uma prova lÃ³gica de que a defesa do aborto Ã© irracional</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 22:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[ObjeÃ§Ã£o do defensor &#8220;prÃ³-escolha&#8221;: Mas nem no caso de [um estupro de uma menina de 9 anos pelo padrasto][*][**] vocÃª acha que o aborto poderia ser realizado? RÃ©plica do defensor da Vida: Nem mesmo neste caso. E por mais triste &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=796">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>ObjeÃ§Ã£o do defensor &#8220;prÃ³-escolha&#8221;:</strong></em></p>
<blockquote style="MARGIN-RIGHT: 0px" dir="ltr">
<p><span style="COLOR: #ffb9b9">Mas nem no caso de <span style="BACKGROUND: yellow; COLOR: #ff0000"><strong>[um estupro de uma menina de 9 anos pelo padrasto]</strong>[*][**]</span> vocÃª acha que o aborto poderia ser realizado?</span></p>
</blockquote>
<p dir="ltr"><strong><em>RÃ©plica do defensor da Vida:</em></strong></p>
<blockquote style="MARGIN-RIGHT: 0px" dir="ltr">
<p><span style="COLOR: #b9b9ff">Nem mesmo neste caso. E por mais triste e miserÃ¡vel que seja o exemplo que vocÃª venha me dar, e considerando: A) Os mais de dois mil anos de tempo em geraÃ§Ãµes e; B) A condiÃ§Ã£o de misÃ©ria que a humanidade enfrentava sÃ©culos atrÃ¡s; Ã© corretÃ­ssimo afirmar que uma ancestral minha tenha passado por uma condiÃ§Ã£o de tristeza e misÃ©ria EQUIVALENTE, IGUAL ou PIOR do que esta. Ã‰ corretÃ­ssimo afirmar o mesmo para uma ancestral SUA.</span></p>
<p><span style="COLOR: #b9b9ff">Portanto, se usÃ¡ssemos esse seu critÃ©rio de decisÃ£o para o assassinato ou nÃ£o de Vidas de seres humanos inocentes e indefesos, um descendente dela nÃ£o teria nascido, e nÃ£o teria dado origem Ã  descendÃªncia que chegou atÃ© a mim. NÃ³s nÃ£o estarÃ­amos aqui e agora tendo esta conversa. Em outras palavras, <strong>EU NÃƒO TERIA EXISTIDO. E EXATAMENTE O MESMO VALE PARA VOCÃŠ</strong>.</span></p>
<p><span style="COLOR: #b9b9ff">Ã‰ por isso que eu defendo a Vida &#8212; a minha, a de todos, atÃ© mesmo a SUA &#8212; indo contra o aborto EM QUALQUER CONDIÃ‡ÃƒO. Ã‰ por isso que vocÃª deveria fazer exatamente o MESMO.</span></p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Isso tambÃ©m prova que quem dÃ¡ valor Ã  prÃ³pria Vida DEVE ser contrÃ¡rio ao aborto, mesmo que seja o dos outros. Ou esta pessoa Ã© coerente defendendo a Vida, ou ela estarÃ¡ numa terrÃ­vel contradiÃ§Ã£o consigo prÃ³pria. NÃ£o existe meio-termo. Em outras palavras, ela estarÃ¡ abrindo mÃ£o da sua faculdade da RazÃ£o. Ela estarÃ¡ sendo irracional. Ela estarÃ¡ escolhendo <a href="http://espectivas.wordpress.com/2008/11/22/cipolla/" target="_blank">agir como um estÃºpido</a>, quando evidentemente estÃ¡ propondo a possibilidadade da sua prÃ³pria inexistÃªncia enquanto necessariamente estÃ¡ preferindo o contrÃ¡rio.</p>
<p dir="ltr">Logo: Ã‰ irracional defender a <em><strong>&#8220;interrupÃ§Ã£o voluntÃ¡ria de gravidez&#8221;</strong>;</em> Ã‰ irracional defender o aborto; Qualquer que seja a nomenclatura espertinha que venham a dar a isso, Ã© irracional defender o assassinato de um ser humano em gestaÃ§Ã£o, em qualquer condiÃ§Ã£o.</p>
<p dir="ltr"><strong>[*]</strong> Entre [colchetes] e <span style="BACKGROUND: yellow; COLOR: #000000">marcado</span> em amarelo, substitua por qualquer exemplo que o indivÃ­duo &#8220;prÃ³-escolha&#8221; venha a dar, por pior que seja. Pode ter certeza que serÃ¡ sempre um exemplo trÃ¡gico, engenhosamente calculado para tentar lhe persuadir atravÃ©s da emoÃ§Ã£o. Ã‰ um expediente dos mais desonestos, jÃ¡ que no fundo todos sabem que a propaganda abortista tÃªm a intenÃ§Ã£o de liberar o aborto para qualquer situaÃ§Ã£o.</p>
<p dir="ltr"><strong>[**]</strong> JÃ¡ que eu usei um exemplo bastante atual, <a href="http://migre.me/62V" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://migre.me/62W">aqui</a> e <a href="http://migre.me/62X" target="_blank">aqui</a> vÃ£o alguns casos registrados de gravidezes precoces bem sucedidas, eliminando a hipÃ³tese de que seja uma gravidez FATAL, embora de certo risco.</p>
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		<title>O grande mito da superioridade em seguranÃ§a nos sistemas nÃ£o-Microsoft</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 05:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Baboo: IBM: MacOS e Linux sÃ£o mais vulnerÃ¡veis que o Windows A X-Force, que acompanha as vulnerabilidades de acordo com cada plataforma, disponibilizou um relatÃ³rio hospedado pela IBM com os sistemas operacionais mais vulnerÃ¡veis. A tabela abaixo mostra os sistemas &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=795">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Baboo: <a href="http://www.baboo.com.br/absolutenm/templates/content.asp?articleid=34136&amp;zoneid=221&amp;resumo=" target="_blank">IBM: MacOS e Linux sÃ£o mais vulnerÃ¡veis que o Windows</a> <br/></p>
<blockquote><p>A X-Force, que acompanha as vulnerabilidades de acordo com cada plataforma, disponibilizou um relatÃ³rio hospedado pela IBM com os sistemas operacionais mais vulnerÃ¡veis. A tabela abaixo mostra os sistemas operacionais com o maior nÃºmero de vulnerabilidades documentadas em 2008.</p>
<p>Os 10 sistemas mais vulnerÃ¡veis sÃ£o responsÃ¡veis por 75% das vulnerabilidades documentadas que afetam especificamente os sistemas operacionais.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/34136-toposvuln2008qn7.png" style="DISPLAY: inline; WIDTH: 400px; HEIGHT: 368px" height="368" alt="Top OS vulnerabilities 2008i" width="400"/></p>
</blockquote>
<p style="TEXT-ALIGN: left">ComentÃ¡rio: mais alguns &#8220;pregos nos caixÃµes&#8221; dos mitos criados por <em>fanboys freetardados</em> e dos auto-intitulados &#8220;macmanÃ­acos&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Vale o preÃ§o?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 03:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O preÃ§o da desintegraÃ§Ã£o do casamento tradicional Por Ann Coulter Conforme descrevi em meu novo livro, &#8220;Guilty: Liberal &#8216;Victims&#8217; and Their Assault on America&#8221; [Culpados: As 'VÃ­timas' Liberais e Sua AgressÃ£o aos EUA], mesmo levando-se em consideraÃ§Ã£o a condiÃ§Ã£o socioeconÃ´mica, &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=794">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><strong><strong><a href="http://juliosevero.blogspot.com/2009/01/o-preo-da-desintegrao-do-casamento.html" target="_blank"><strong><strong>O preÃ§o da desintegraÃ§Ã£o do casamento tradicional</strong></strong></a></strong></strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><strong>Por <a href="http://www.anncoulter.com/" target="_blank">Ann Coulter</a></strong></p>
<p>Conforme descrevi em meu novo livro, &#8220;Guilty: Liberal &#8216;Victims&#8217; and Their Assault on America&#8221; [Culpados: As 'VÃ­timas' Liberais e Sua AgressÃ£o aos EUA], mesmo levando-se em consideraÃ§Ã£o a condiÃ§Ã£o socioeconÃ´mica, raÃ§a e lugar de residÃªncia, o fator que prediz se alguÃ©m terminarÃ¡ na prisÃ£o Ã© se ele foi criado por uma mÃ£e solteira.</p>
<p>AtÃ© 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenÃ§Ã£o juvenis estatais cumprindo sentenÃ§as de longo prazo haviam sido criados por mÃ£es solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasÃ£o escolar, suicÃ­dios, fuga de casa, delinqÃ¼Ãªncia juvenil e assassinatos de crianÃ§as envolvem filhos criados por mÃ£es solteiras. Meninas criadas sem pais sÃ£o mais sexualmente promÃ­scuas e tÃªm mais probabilidade de acabar se divorciando.</p>
<p>Um estudo de 1990 do Instituto de PolÃ­ticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o fator das mÃ£es solteiras, desaparecia a diferenÃ§a criminal entre brancos e negros.</p>
<p>VÃ¡rios estudos apresentam nÃºmeros levemente diferentes, mas todos os cÃ¡lculos sÃ£o alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista <em>Village Voice</em> revelou que crianÃ§as criadas em lares de mÃ£es solteiras &#8220;tÃªm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicÃ­dio, nove vezes maior de abandonar o colÃ©gio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisÃ£o e 32 vezes maior de fugir de casa&#8221;.</p>
<p>Com mais crianÃ§as nascendo, fugindo de casa, abandonando o colÃ©gio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que nÃ£o pÃ¡ra de aumentar. Mas, por mais que calculemos os nÃºmeros, a situaÃ§Ã£o das mÃ£es solteiras Ã© uma bomba nuclear na sociedade.</p>
<p>Muitos desses estudos, por exemplo, sÃ£o da dÃ©cada de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mÃ£es solteiras era mais baixa do que Ã© hoje. Em 1990, 28 por cento das crianÃ§as abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia sÃ³ a mÃ£e ou sÃ³ o pai, quer divorciados ou nunca casados. JÃ¡ em 2005, mais de um terÃ§o de todos os bebÃªs nascidos nos EUA eram ilegÃ­timos.</p>
<p>Isso representa imensos problemas sociais que ainda vÃ£o explodir com o tempo.</p>
<p>Mesmo assim, os liberais adoram a desintegraÃ§Ã£o do casamento tradicional e a situaÃ§Ã£o das mÃ£es nÃ£o casadas ou divorciadas. <br/>&#8212;</p>
<p>Texto traduzido, adaptado e editado por <a href="http://www.juliosevero.com/" target="_blank">Julio Severo</a>. <br/><br/>Fonte: <a href="http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&amp;pageId=86137" target="_blank">World Net Daily</a></p>
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		<item>
		<title>O discurso d’A Megera Domada</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 21:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[[...] KATHARINA Fie, fie! unknit that threatening unkind brow, And dart not scornful glances from those eyes, To wound thy lord, thy king, thy governor: It blots thy beauty as frosts do bite the meads, Confounds thy fame as whirlwinds &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=793">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[...] <br/><strong>KATHARINA</strong></p>
<p>Fie, fie! unknit that threatening unkind brow, <br/>And dart not scornful glances from those eyes, <br/>To wound thy lord, thy king, thy governor: <br/>It blots thy beauty as frosts do bite the meads, <br/>Confounds thy fame as whirlwinds shake fair buds, <br/>And in no sense is meet or amiable. <br/>A woman moved is like a fountain troubled, <br/>Muddy, ill-seeming, thick, bereft of beauty; <br/>And while it is so, none so dry or thirsty <br/>Will deign to sip or touch one drop of it. <br/>Thy husband is thy lord, thy life, thy keeper, <br/>Thy head, thy sovereign; one that cares for thee, <br/>And for thy maintenance commits his body <br/>To painful labour both by sea and land, <br/>To watch the night in storms, the day in cold, <br/>Whilst thou liest warm at home, secure and safe; <br/>And craves no other tribute at thy hands <br/>But love, fair looks and true obedience; <br/>Too little payment for so great a debt. <br/>Such duty as the subject owes the prince <br/>Even such a woman oweth to her husband; <br/>And when she is froward, peevish, sullen, sour, <br/>And not obedient to his honest will, <br/>What is she but a foul contending rebel <br/>And graceless traitor to her loving lord? <br/>I am ashamed that women are so simple <br/>To offer war where they should kneel for peace; <br/>Or seek for rule, supremacy and sway, <br/>When they are bound to serve, love and obey. <br/>Why are our bodies soft and weak and smooth, <br/>Unapt to toil and trouble in the world, <br/>But that our soft conditions and our hearts <br/>Should well agree with our external parts? <br/>Come, come, you froward and unable worms! <br/>My mind hath been as big as one of yours, <br/>My heart as great, my reason haply more, <br/>To bandy word for word and frown for frown; <br/>But now I see our lances are but straws, <br/>Our strength as weak, our weakness past compare, <br/>That seeming to be most which we indeed least are. <br/>Then vail your stomachs, for it is no boot, <br/>And place your hands below your husband&#8217;s foot: <br/>In token of which duty, if he please, <br/>My hand is ready; may it do him ease.[...][*]</p>
<p>(SHAKESPEARE, William; Excerto de <em><a href="http://shakespeare.mit.edu/taming_shrew/full.html" target="_blank" title="The taming of the shrew">The Taming of the Shrew</a></em>)</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e8/Taming_of_the_shrew.jpg" style="DISPLAY: inline; WIDTH: 400px; HEIGHT: 231px" title="A megera domada" height="231" width="400" alt="A megera domada"/> <br/><em>&#8220;The Taming of the Shrew&#8221;, Augustus Egg</em></p>
<p>[*][...]<strong>CATARINA:</strong> Tem vergonha! Desfaz essa expressÃ£o ameaÃ§adora e nÃ£o lanÃ§a olhares desdenhosos para ferir teu senhor, teu rei, teu soberano. Isso corrÃ³i tua beleza, como a geada queima o verde prado, destrÃ³i tua reputaÃ§Ã£o como o redemoinho os botÃµes em flor; e nÃ£o Ã© nem sensato nem gracioso. A mulher irritada Ã© uma fonte turva, enlameada, desagradÃ¡vel de aspecto, ausente de beleza. E enquanto estÃ¡ assim nÃ£o hÃ¡ ninguÃ©m, por mais seco e sedento, que toque os lÃ¡bios nela, que lhe beba uma gota. O marido Ã© teu senhor, tua vida, teu protetor, teu chefe, e soberano. Ã‰ quem cuida de ti, e, para manter-te, submete seu corpo a trabalho penoso seja em terra ou no mar. Sofrendo a tempestade Ã  noite, de dia o frio, enquanto dormes no teu leito morno, salva e segura, segura e salva. E nÃ£o exige de ti outro tributo senÃ£o amor, beleza, sincera obediÃªncia. Pagamento reduzido demais para tÃ£o grande esforÃ§o. O mesmo dever que prende o servo ao soberano prende, ao marido, a mulher. E quando ela Ã© teimosa, impertinente, azeda, desabrida, nÃ£o obedecendo Ã s suas ordens justas, que Ã© entÃ£o senÃ£o rebelde, infame, uma traidora que nÃ£o merece as graÃ§as de seu amo e amante? Tenho vergonha de ver mulheres tÃ£o ingÃªnuas que pensam em fazer guerra quando deviam ajoelhar e pedir paz. Ou procurando poder, supremacia e forÃ§a quando deviam amar, servir, obedecer. Por que razÃ£o o nosso corpo Ã© liso, macio, delicado, nÃ£o preparado para a fadiga e a confusÃ£o do mundo, senÃ£o para que o nosso coraÃ§Ã£o e o nosso espÃ­rito tenham delicadeza igual ao exterior? Vamos, vamos, vermes teimosos e impotentes. TambÃ©m jÃ¡ tive um gÃªnio tÃ£o difÃ­cil, um coraÃ§Ã£o pior. E mais razÃ£o, talvez, pra revidar palavra por palavra, ofensa por ofensa. Vejo agora, porÃ©m, que nossas lanÃ§as sÃ£o de palha. Nossa forÃ§a Ã© fraqueza, nossa fraqueza, sem remÃ©dio. E quanto mais queremos ser, menos nÃ³s somos. Assim, compreendido o inÃºtil desse orgulho, devemos colocar as mÃ£os, humildemente, sob os pÃ©s do senhor. Para esse dever, quando meu esposo quiser, a minha mÃ£o estÃ¡ pronta.[...]</p>
<p>(SHAKESPEARE, William; Excerto de <em>A Megera Domada</em>; TraduÃ§Ã£o de MillÃ´r Fernandes)</p>
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		<item>
		<title>“A malÃ­cia nada pode contra a sabedoria”</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 02:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre o medo de ser flagrado lendo Olavo de Carvalho por Ronald Robson Fantasia Exata, 26 de dezembro de 2008 Se hÃ¡ uma coisa especialmente idiota a acometer muitos dos leitores, ex-leitores, alunos ou ex-alunos de Olavo de Carvalho, Ã© &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=792">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><strong>Sobre o medo de ser flagrado lendo Olavo de Carvalho</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">por Ronald Robson <br/><a href="http://fantasiaexata.wordpress.com/2008/12/26/sobre-o-medo-de-ser-flagrado-lendo-olavo-de-carvalho/" target="_blank">Fantasia Exata</a>, 26 de dezembro de 2008</p>
<div class="entry-title-go-to">
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Se hÃ¡ uma coisa especialmente idiota a acometer muitos dos leitores, ex-leitores, alunos ou ex-alunos de <a href="http://www.olavodecarvalho.org/" target="_blank">Olavo de Carvalho</a>, Ã© isto: desprezÃ¡-lo apenas para posar de diferente. Isso possui um segundo motivo, atÃ© compreensÃ­vel, que comento logo Ã  frente. Mas, de imediato, a causa de tal rejeiÃ§Ã£o parte da sensaÃ§Ã£o de que toda e qualquer pessoa jovem minimamente inteligente a existir hoje, no Brasil, nÃ£o passa um dia sequer sem ler Olavo de Carvalho. E, ora, vocÃª nÃ£o quer ser sÃ³ inteligente: vocÃª quer ser <em>o mais inteligente</em>. AtÃ© aÃ­, nÃ£o hÃ¡ o que condenar. ObstruÃ§Ã£o canalha a essa aspiraÃ§Ã£o, todavia, Ã© este meio escolhido para realizÃ¡-la: jÃ¡ que todo mundo estÃ¡ lendo Olavo, eu preciso rapidamente digerir tudo o que ele ensinou, comeÃ§ar a ler uns autores nunca citados por ele, e &#8211; cereja do bolo &#8211; dizer que &#8220;Olavo jÃ¡ deu sua contribuiÃ§Ã£o Ã  cultura brasileira, jÃ¡ passou, agora eu e meus amigos Ã© que vamos fazer e acontecer&#8221;. Ã‰ batata: entro em blogs de conservadores e liberais e percebo uma espÃ©cie de pacto de silÃªncio em torno a Olavo apÃ³s terem chupado seu olho atÃ© mais nÃ£o poder e, sobretudo, atÃ© mais nÃ£o compreender. Isso Ã© de um receio pueril: medo de se tornar caricato, de ter impresso em sua testa a marca dos &#8220;novos iguais&#8221;. Medo, por exemplo, de criar um perfil no Orkut e entrar em cascata naquelas comunidades correlatas tÃ£o ao gosto <em>new conservative</em> brasileiro: Olavo de Carvalho, MÃ¡rio Ferreira dos Santos, Gustavo CorÃ§Ã£o, Bruno Tolentino, Otto Maria Carpeaux, JosÃ© Osvaldo de Meira Penna, JosÃ© Guilherme Merquior, Ortega y Gasset, Eric Voegelin, RenÃ© Girardâ€¦</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Esse modo de querer fazer-se visto Ã© parte de algo que sÃ³ vejo ser abordado, e parcialmente, por <a href="http://www.oindividuo.com/" target="_blank">Pedro Sette CÃ¢mara</a>. Mais de uma vez, jÃ¡ disse ele que a disputa entre conservadores e comunistas no Brasil Ã©, mais que uma disputa honesta, um duelo de imagens: e o fato de o time dos conservadores &#8211; como alguÃ©m jÃ¡ disse &#8211; nÃ£o lotar nem uma kombi Ã© mais um fator a tornar nossos direitistas uns seres histrionicamente empenhados em empinar o nariz e se considerarem infinitamente acima dessa coisa que chamamos, com humildade e aquiescÃªncia ao que Deus nos consagrou, &#8220;consciÃªncia humana&#8221;. AliÃ¡s, naquela aula estranhÃ­ssima &#8211; de tÃ£o equivocada &#8211; do Massimo Borghesi que estÃ¡ na <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=11024573&amp;sid=91224023610119786382229260&amp;k5=390752C8&amp;uid=" target="_blank">Dicta &amp; Contradicta nÂº 2</a>, hÃ¡, todavia, uma sÃ­ntese brilhante do que resultou do desbunde da geraÃ§Ã£o 68 e da <em>french theory</em> (como chamam os americanos) que a acompanhou: o revolucionÃ¡rio pariu o burguÃªs em estado puro. Pois bem. De forma similar, porÃ©m invertida, o Brasil passa &#8211; talvez eu esteja delirando, vendo coisas, mas vejamos &#8211; por um troÃ§o mais bisonho ainda: o novo direitista brasileiro age de forma mais Ã  esquerda que as nossas mais jurÃ¡ssicas esquerdas. Nossos direitistas se idiotizaram antes mesmo de ter nascido por aqui alguma direita. Ou dito de outra forma: o direitista brasileiro mal viu a luz e jÃ¡ se pariu Ã  imagem e semelhanÃ§a do revolucionÃ¡rio em estado puro.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">HÃ¡ algumas caracterÃ­sticas, principalmente na linha mais <em>highbrow</em>, que fazem com que jovens intelectuais conciliem a defenestraÃ§Ã£o de Olavo a uma mentalidade de gueto iluminado cuja postura, diante dos problemas da ordem do dia, Ã© em tudo igual Ã  presunÃ§Ã£o de tipo gnÃ³stico que ampara a estrutura cognitiva do revolucionÃ¡rio. HÃ¡ vÃ¡rias, mas, para nÃ£o tornar este post mais extenso do que jÃ¡ estÃ¡, citarei uma apenas: a anglofilia. Algo como querer ser um inglesinho chique sÃ³ para zombar desse pessoal breguÃ©rrimo que lÃª o brega do Olavo &#8211; algo como querer levar a sÃ©rio o personagem que <a href="http://www.soaressilva.apostos.com/" target="_blank">Alexandre Soares Silva</a> criou para si. Porque, de fato, Olavo de Carvalho nÃ£o Ã© chique e nem se esforÃ§a para ser. E ora: alÃ©m de ter de ser educado por alguÃ©m que todos os meus &#8220;pares&#8221; estÃ£o lendo, ainda terei de agÃ¼entar a breguice desse meu professor? Enfim: tambÃ©m jÃ¡ Ã© cool ser um conservador elegante e chique. O que penso disso? Nada. Nem ligo. Eu mesmo sou sÃ³ um subdesenvolvido falando mal do subdesenvolvimento, como me descreveria Nelson Rodrigues.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">E aqui chegamos ao segundo motivo, mais plausÃ­vel e referido no inÃ­cio deste post, para a renegaÃ§Ã£o de Olavo de Carvalho: muita gente em dÃ©bito com ele agora dÃ¡ uma de gostoso porque uns 70% de seus leitores sÃ£o uns seres nauseabundamente chatos. Mais uma vez, direita e esquerda batem as ancas: politizaram todos os seus interesses. Ã‰, por sinal, uma gama de leitores que nÃ£o vai alÃ©m dos artigos de jornal do Olavo e que se interessa infinitamente mais por polÃ­tica que por cultura. Ã‰ uma gente que nÃ£o dÃ¡ muita bola Ã  astrocaracteriologia, Ã  teoria dos quatro discursos, Ã  metafÃ­sica cuja ontologia toma as posiÃ§Ãµes de sujeito e objeto como abstraÃ§Ãµes e nÃ£o dados da realidade, Ã  paralaxe cognitiva, Ã  descriÃ§Ã£o dos mecanismos cognitivos prÃ³prios Ã  mentalidade revolucionÃ¡ria, Ã  dinÃ¢mica do ImpÃ©rio no mundo ocidental &#8211; e demais contribuiÃ§Ãµes originais do Olavo (sem falar nos empreendimentos editoriais). SÃ³ querem saber de PT, Obama, FARC e vocÃªs sabem todo o resto. De minha parte, acho bastante nobre a postura de quem se encarrega disso: porque eu simplesmente nÃ£o tenho saco. Minha paciÃªncia Ã© dedicada a temas e estudos que nÃ£o me permitem me inteirar tanto quanto eu gostaria a respeito desses assuntos &#8220;da ordem do dia&#8221;. Mas sempre acompanho. SÃ³ nÃ£o faÃ§o deles os meus segundos, terceiros ou sequer quartos interesses &#8211; pois sÃ£o os Ãºltimos. E, retornando ao que eu queria dizer &#8211; nÃ£o Ã© possÃ­vel julgar um autor pelos seus maus leitores. Mas Ã© isso que se tem feito com Olavo.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em resumo, eis o fato que tanto incomoda a muitos: a centralidade de Olavo de Carvalho no que se salvar da atual cultura brasileira. Sua obra transformou os debates intelectuais minimamente honestos do Brasil em um jogo de cartas marcadas. Uma hora, um irÃ¡ brandir seu Voegelin na cara do adversÃ¡rio. Noutro momento, o segundo surpreenderÃ¡ com uma citaÃ§Ã£o de Rosenstock-Huessy. Quando o debate se aproximar do Ã¡pice, um dos contendores dirÃ¡ que o outro estÃ¡ tomando o verossÃ­mil por provÃ¡vel, em uma alusÃ£o Ã  teoria dos quatro discursos. E assim por diante.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Mas, afinal, o que fazer quanto a isso? Eu, como sempre (dizem meus inimigos), tenho uma soluÃ§Ã£o: nÃ£o fazer nada, apenas continuar estudando. Naturalmente, os meus e os seus estudos deverÃ£o se encaminhar para onde nossas alma, seriedade e dedicaÃ§Ã£o indicarem. Pois, a propÃ³sito, qual o problema em passar dois, trÃªs, cinco ou dez anos digerindo um autor? Que mal haveria, sei lÃ¡, em ler MÃ¡rio Ferreira dos Santos durante a vida toda? Isso Ã© de uma canalhice que me deixa crispado de Ã³dio &#8211; a canalhice de &#8220;colecionar&#8221; autores &#8220;diferentes&#8221; a fim de tornar mais evidente a sua pinta de &#8220;intelectual&#8221;, como se leituras rÃ¡pidas e dispersas produzissem algo mais que cansaÃ§o mental.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">*</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Outro dia, em tom de pilhÃ©ria, um amigo me disse que Olavo de Carvalho salvou minha vida intelectual &#8211; ou mesmo minha vida. Que, se um dia eu nÃ£o tivesse aberto <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=3042865&amp;sid=91224023610119786382229260&amp;k5=1C8328A8&amp;uid=" target="_blank"><em>O Jardim das AfliÃ§Ãµes</em></a>, continuaria lendo Hakim Bay e Guy Debord e me lambuzando no Ã³dio de minha impotÃªncia. Eu apenas disse que sim, Ã© verdade, e com uma gratidÃ£o sincera. Pois Ã© por essas e outras que nÃ£o tenho vergonha de ser leitor de Olavo de Carvalho. NÃ£o quero ser diferente Ã s suas custas.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">*</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">(AlguÃ©m poderÃ¡ perguntar se nÃ£o tenho nenhuma objeÃ§Ã£o a fazer a nada do que Olavo escreveu. Ã‰ claro que tenho, assim como a qualquer outro autor. Mas nÃ£o darei isso a pÃºblico por um motivo evidente: nÃ£o passo de um moleque de 20 anos. Se com o tempo, estudo e reflexÃ£o tais objeÃ§Ãµes continuarem a me parecer procedentes, cessarei de compartilhÃ¡-las em conversas privadas e divulgÃ¡-las-ei, pelo menos, em blog. Isso, claro, se alguÃ©m alÃ©m de meus amigos se interessar pelo que tenho a dizer.)</p>
</p></div>
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		<item>
		<title>Trailer oficial de Watchmen, o filme (HD)</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 03:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[[ clique aqui se nÃ£o ver o vÃ­deo acima, ou se quiser ver maior ] &#8220;A novela grÃ¡fica mais celebrada de todos os tempos.&#8221; Watchmen estrÃ©ia no Brasil dia 9 de marÃ§o de 2009. Para maiores informaÃ§Ãµes, acompanhe o especial &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=791">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><object width="450" height="227"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/7376"/><param name="allowscriptaccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/7376" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" height="227" width="450" type="application/x-shockwave-flash"/></object><br/>[ clique <a href="http://www.traileraddict.com/trailer/watchmen/feature-trailer" target="_blank">aqui</a> se nÃ£o ver o vÃ­deo acima, ou se quiser ver maior ]</p>
<p><em>&#8220;A novela grÃ¡fica mais celebrada de todos os tempos.&#8221; Watchmen</em> estrÃ©ia no Brasil dia 9 de marÃ§o de 2009. Para maiores informaÃ§Ãµes, <a href="http://www.omelete.com.br/cine/100013832/Especial_WATCHMEN_.aspx" target="_blank">acompanhe o especial do Omelete sobre o filme</a>.</p>
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		<title>O essencial Ludwig von Mises</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 02:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante um de seus seminÃ¡rios, um estudante perguntou ao Professor Mises, &#8220;Por que nÃ£o sÃ£o todos os empresÃ¡rios que sÃ£o a favor do capitalismo?&#8221;. &#8220;Essa pergunta&#8221;, Mises respondeu, &#8220;Ã© inerentemente marxista.&#8221; A resposta de Mises chocou-me Ã  Ã©poca. Demorou algum &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=790">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img src="http://www.mises.org.br/images/articles/2008/outubro%2008/439px-Ludwig_von_Mises.jpg" style="DISPLAY: inline; FLOAT: left; WIDTH: 160px; HEIGHT: 218px" title="Ludwig von Mises" height="218" width="160" alt="Ludwig von Mises"/>Durante um de seus seminÃ¡rios, um estudante perguntou ao Professor Mises, &#8220;Por que nÃ£o sÃ£o todos os empresÃ¡rios que sÃ£o a favor do capitalismo?&#8221;. &#8220;Essa pergunta&#8221;, Mises respondeu, &#8220;Ã© inerentemente marxista.&#8221; A resposta de Mises chocou-me Ã  Ã©poca. Demorou algum tempo para que eu pudesse entender o que ele quis dizer. O autor da pergunta presumiu, assim como Karl Marx, que empresÃ¡rios eram um grupo que tinha um interesse especial &#8211; ou um interesse de &#8220;classe&#8221; &#8211; no capitalismo, interesse esse que outras pessoas nÃ£o tinham.</em></p>
<p><em>&#8220;O capitalismo&#8221;, prosseguiu Mises, &#8220;beneficia a todos: nÃ£o apenas os consumidores, mas as massas em geral. Ele nÃ£o beneficia apenas os homens de negÃ³cios. Na realidade, no sistema capitalista alguns homens de negÃ³cios sofrem prejuÃ­zos. A posiÃ§Ã£o de um empresÃ¡rio no mercado nunca estÃ¡ garantida; a porta sempre estÃ¡ aberta para concorrentes que podem desafiar sua posiÃ§Ã£o e, assim, privÃ¡-lo de lucros. No entanto, Ã© exatamente essa concorrÃªncia sob o capitalismo que garante aos consumidores que os empresÃ¡rios farÃ£o seu melhor para fornecer a eles, os consumidores, os bens e serviÃ§os que querem.&#8221;</em></p>
<p><em>Em vÃ¡rios de seus artigos, Mises sempre deixou claro, repetidas vezes, que nÃ£o Ã© um apologista de empresas e empresÃ¡rios. Ele estÃ¡ interessado Ã© em determinar o sistema econÃ´mico que mais aprimora o bem-estar dos indivÃ­duos e as condiÃ§Ãµes de vida das massas. E esse sistema econÃ´mico Ã© a liberdade econÃ´mica sob o capitalismo. Somente em um ambiente de liberdade econÃ´mica, dizia Mises, mais bens e serviÃ§os serÃ£o produzidos. Somente sob o capitalismo Ã© que os salÃ¡rios sobem e o padrÃ£o de vida das massas melhora progressivamente. A razÃ£o? Os consumidores sÃ£o soberanos no livre mercado capitalista. Eles estÃ£o em posiÃ§Ã£o de deixar os empresÃ¡rios saberem o que eles querem com mais urgÃªncia, recompensando com lucros aqueles que satisfazem seus desejos e impondo prejuÃ­zos &#8211; isto Ã©, retirando riqueza &#8211; Ã queles que fracassam. Ã‰ esse sistema de recompensas e penalidades que guia a produÃ§Ã£o e que garante que mais dos bens e serviÃ§os que os consumidores querem serÃ£o produzidos, elevando assim os salÃ¡rios dos trabalhadores e o padrÃ£o de vida de todos.</em></p>
<p><em>O mercado Ã© a conseqÃ¼Ãªncia da cooperaÃ§Ã£o social pacÃ­fica e da liberdade econÃ´mica. E Ã© o mercado que torna possÃ­vel a liberdade, a justiÃ§a, a moralidade, a inovaÃ§Ã£o e a harmonia social. Como escreveu Mises:</em></p>
<p><em>&#8220;Um homem sÃ³ tem liberdade enquanto puder moldar sua vida de acordo com seus planos&#8221;, e<br/>&#8220;A moralidade sÃ³ faz sentido quando dirigida para indivÃ­duos que sÃ£o agentes livres.&#8221;</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: right">Bettina Bien Greaves<br/></p>
<p>Continue a ler <em><a href="http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=187" target="_blank">Os fundamentos econÃ´micos da liberdade</a></em>, de <a href="http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=33" target="_blank">Ludwig von Mises</a>. [<strong>OBRIGATÃ“RIO! <img src='http://www.sentinelas.org/reinada/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </strong>].</p>
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		<item>
		<title>Fatos sobre o ateÃ­smo que a revista Superinteressante ignora (parte 5)</title>
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		<comments>http://www.sentinelas.org/reinada/?p=789#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 19:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosludwig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[[ originalmente postado no blog Darwinismo ] Ateus Mais Propensos Ã  SuperstiÃ§Ã£o Que CristÃ£os Logan Gage escreveu um artigo intitulado &#8220;Which Secular Superstition do you Believe?&#8221; (&#8220;Qual das SuperstiÃ§Ãµes Seculares Tu Acreditas&#8221;). Nesse artigo Gage questiona: â€¦[Quem] Ã© mais propenso &#8230; <a href="http://www.sentinelas.org/reinada/?p=789">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[ originalmente postado no blog <a href="http://darwinismo.wordpress.com/" target="_blank">Darwinismo</a> ]</p>
<p><a href="http://darwinismo.wordpress.com/2008/11/09/ateus-mais-propensos-a-supersticao-que-cristaos/" target="_blank">Ateus Mais Propensos Ã  SuperstiÃ§Ã£o Que CristÃ£os</a></p>
<p>Logan Gage escreveu um <a closure_hashcode_="930" href="http://www.dcexaminer.com/opinion/columns/guestcolumnists/Which_Secular_Superstitiion_do_you_Believe.html" target="_blank" rel="nofollow">artigo</a> intitulado <span style="FONT-STYLE: italic">&#8220;Which Secular Superstition do you Believe?&#8221;</span> <span style="FONT-SIZE: x-small"><span style="FONT-STYLE: italic"><span style="FONT-SIZE: 0.6em">(&#8220;Qual das SuperstiÃ§Ãµes Seculares Tu Acreditas&#8221;)</span></span></span>. Nesse artigo Gage questiona:</p>
<blockquote>
<p>â€¦[Quem] Ã© mais propenso a acreditar em superstiÃ§Ãµes imaginativas nos dias correntes, o religioso ou o secular?</p>
</blockquote>
<p>A resposta, segundo Gage, Ã© desambigua:</p>
<blockquote>
<p>(â€¦) Rodney Stark, um respeitado estudioso da &#8220;Institute for Studies of Religion&#8221; (Universidade de Baylor), publicou um estudo com o nome de <span style="FONT-STYLE: italic">&#8220;What Americans Really Believe.&#8221;</span><br/>A equipa de Stark comissionou a OrganizaÃ§Ã£o Gallup para esta questionar os americanos em assuntos relacionados com religiÃ£o (â€¦) A Gallup fez perguntas relativas a crenÃ§as como o &#8220;Big Foot&#8221; e o &#8220;Monstro do Loch Ness&#8221;, Atlantis, casas assombradas e astrologia. Os pesquisadores de Baylor trabalharam os resultados em uniÃ£o, produzindo um index em relaÃ§Ã£o Ã  crenÃ§a no paranormal.<br/>Mollie Ziegler Hemingway reportou os resultados no <em>The Wall Street Journal</em>:<br/>&#8220;Enquanto que 31% das pessoas que nunca vÃ£o a casas de oraÃ§Ã£o demonstraram crenÃ§a nestas coisas <span style="FONT-SIZE: x-small"><span style="FONT-STYLE: italic"><span style="FONT-SIZE: 0.6em">["Big Foot", "Monstro do Loch Ness", Atlantis, casas assombradas e astrologia, etc]</span></span></span> <span style="FONT-WEIGHT: bold">apenas 8% das pessoas que frequentam casas de oraÃ§Ã£o mais do que uma vez por semana acreditam nessas coisas</span> (â€¦) De facto, quanto mais tradicional e evangÃ©lico fosse o inquirido menos susceptÃ­vel ele era de acreditar, por exemplo, na possibilidade de comunicar com os mortos.&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>A visÃ£o judaico-cristÃ£ do universo como sendo uma emanaÃ§Ã£o de Uma Mente Racional Ã© o fundamento da ciÃªncia moderna. A ideologia ateÃ­sta, que nega propÃ³sito racional ou design na natureza, nÃ£o produz nada para o avanÃ§o da ciÃªncia.</p>
<p>Gage nota ainda:</p>
<blockquote>
<p>Presentemente, muitos historiadores nÃ£o-religiosos comprendem que, longe de perpetuar superstiÃ§Ãµes antigas, a tradiÃ§Ã£o judaico-cristÃ£ constituiu uma quebra com o pensamento pagÃ£o. Esta tradiÃ§Ã£o postulou Uma Ãšnica Mente Racional<span style="FONT-SIZE: x-small"><span style="FONT-SIZE: 0.6em">[Deus]</span></span> por trÃ¡s do universo, em vez de atribuir a origem do universo a uma mirÃ­ade de espÃ­ritos irracionais . Esta mudanÃ§a foi crucial para o surgimento da ciÃªncia actual.<br/>NÃ£o Ã© por acaso que a ciÃªncia experimental surgiu no Ocidente, onde a ideia da inteligibilidade da natureza ganhou raÃ­zes, uma vez que faz sentido procurarem-se leis ordenadas na natureza se o Universo Ã© o resultado de Um Criador Racionalâ€¦<br/>Embora as conclusÃµes dos pesquisadores de Baylor possam paracer contraintuitivas, talvez elas nÃ£o devessem ser. A partir do momento em que perdermos a fÃ© na inteligibilidade racional do universo, o que Ã© que nos dissuade de acreditar nas Ãºltimas &#8220;descobertas&#8221; da OVNI-logia?</p>
</blockquote>
<p>NÃ£o deixa de ser irÃ³nico que, apesar das pretenÃ§Ãµes de &#8220;cepticismo&#8221;, os ateus sÃ£o mais propensos que os crentes tradicionais a acreditar em proposiÃ§Ãµes pseudo-cientÃ­ficas do tipo OVNI, Bigfoot, o &#8220;Monstro&#8221; de Loch Ness, espiritismo, Atlantis e astrologia. Quatro vezes mais propensos, para ser mais exacto (31% vs. 8%).</p>
<p>Isto nÃ£o deveria ser surpresa. Quase todos os ateus acreditam que o cÃ³digo genÃ©tico e a nanotecnologia presente nas cÃ©lulas surgiram como resultado de variaÃ§Ãµes aleatÃ³rias e selecÃ§Ã£o natural.</p>
<p>Quando comparada com a crenÃ§a de que a vida surgiu por acaso e por tautologia, a crenÃ§a no &#8220;Bigfoot&#8221; e na astrologia assumem-se como altamente plausÃ­veis.</p>
<p>Gage conclui da seguinte forma:</p>
<blockquote>
<p>A questÃ£o existencial com a qual a ciÃªncia se depara hoje Ã© se ela pode sobreviver um clima intelectual dominado pela superstiÃ§Ã£o materialista.</p>
</blockquote>
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