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	<title>RelÃ³gio de Ponto</title>
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	<description>Tudo sobre relÃ³gio de ponto</description>
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		<title>Revista Exame: O RelÃ³gio de Ponto novo jÃ¡ estÃ¡ velho</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2012 09:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>autor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Â O relÃ³gioÂ de ponto novo jÃ¡ estÃ¡ velho Com uma alegada intenÃ§Ã£o de coibir fraudes, o MinistÃ©rio do Trabalho obrigou todas as empresas do paÃ­s que tÃªm mais de dez funcionÃ¡rios a substituir seus relÃ³gios de ponto. A mudanÃ§a resume em si muito do espÃ­rito anÃ¡rquico que rege as relaÃ§Ãµes de trabalho no Brasil. E Ã© [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Â O relÃ³gioÂ de ponto novo jÃ¡ estÃ¡ velho</strong></h2>
<blockquote>
<div><span style="color: #3333ff;"><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">Com uma alegada intenÃ§Ã£o de coibir fraudes, o MinistÃ©rio do Trabalho obrigou todas as empresas do paÃ­s que tÃªm mais de dez funcionÃ¡rios a substituir seus relÃ³gios de ponto. A mudanÃ§a resume em si muito do espÃ­rito anÃ¡rquico que rege as relaÃ§Ãµes de trabalho no Brasil.<br />
</span><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">E Ã© tambÃ©m um monumento ao anacronismo: em um mundo em que a tecnologia permite que as pessoas trabalhem fora dos escritÃ³rios, a nova regra jogou holofotes sobre um equipamento que simboliza horÃ¡rios e locais de labuta pÃ©treos â€” a cara do mercado de trabalho da primeira metade do sÃ©culo passado.<br />
</span><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">As empresas protestaram, mas a regra foi mantida. Agora, o novo relÃ³gio de ponto tem de emitir um comprovante para que o trabalhador o guarde em casa. Mas a norma deixou um atalho: se a empresa nÃ£o quiser comprar um novo relÃ³gio, ela pode adotar o antigo cartÃ£o de ponto. Ou, em lugar de ambos, o ainda mais ultrapassado livro de presenÃ§a â€” o que deu ar retrÃ´ a uma regra pretensamente modernizadora. Inseguras, muitas empresas decidiram dar um passo atrÃ¡s na adoÃ§Ã£o da tecnologia.<br />
</span><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">A paulista Ultracargo, que atua na armazenagem de granÃ©is lÃ­quidos, foi uma delas. As oito unidades da companhia adotam agora um controle manual de presenÃ§a: a ficha Ã© preenchida mensalmente pelos 555 funcionÃ¡rios e entregue ao departamento de recursos humanos, que guarda o documento. â€œAs indefiniÃ§Ãµes da nova portaria criaram incertezas. Optamos pelo controle manual por causa dissoâ€, diz HÃ©lio AraÃºjo, responsÃ¡vel pelo RH da Ultracargo.<br />
</span><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">A nova regra traz ainda algumas armadilhas. A homologaÃ§Ã£o dos equipamentos de ponto Ã© uma delas. O texto que regulamenta o tema diz que sÃ³ serÃ£o vÃ¡lidas as mÃ¡quinas homologadas pelo MinistÃ©rio do Trabalho. Ocorre que a validaÃ§Ã£o virou um samba do crioulo doido. O ministÃ©rio estÃ¡ autenticando equipamentos que jÃ¡ existem.<br />
</span><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">Em paralelo, convidou o Inmetro para definir os padrÃµes para a certificaÃ§Ã£o, um trabalho que sÃ³ ficarÃ¡ pronto em 2014. Em resumo: daqui a dois anos, haverÃ¡ dois tipos de equipamento, os homologados pelo ministÃ©rio e os que seguirÃ£o o Inmetro. Como o ministÃ©rio ainda nÃ£o decidiu o que farÃ¡ para evitar dois padrÃµes diferentes, existe o risco de que equipamentos comprados em 2012 tenham de ser trocados outra vez daqui a dois anos.<br />
</span><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">Dos 2 milhÃµes de empresas que precisam se sujeitar Ã  norma â€” criada em 2009, mas efetivada sÃ³ em 2012 â€”, 15% jÃ¡ estÃ£o usando o novo relÃ³gio. Se todas tiverem de substituÃ­-los, o gasto somarÃ¡ 6 bilhÃµes de reais, calcula a ConfederaÃ§Ã£o Nacional da IndÃºstria. A nova regra mais que duplicou o nÃºmero de fornecedores de relÃ³gio de ponto no paÃ­s, de 15 para 39.<br />
</span><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">Mas atÃ© quem produz a mÃ¡quina critica a confusÃ£o causada. â€œEssas mudanÃ§as complicaram a vida das empresasâ€, diz Lucienne Couto, dona da Mensis, fabricante de relÃ³gios de ponto de Belo Horizonte. â€œE pior: as fraudes nÃ£o vÃ£o acabar.â€</span></span></div>
</blockquote>
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<p><span style="color: #3333ff;"><span style="font-family: tahoma, sans-serif;"><span style="color: #000000;">Ãntegra em:</span>Â Â <a href=" http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1028/noticias/preso-aos-anos-40">http://exame.abril.com.br/<wbr>revista-exame/edicoes/1028/<wbr>noticias/preso-aos-anos-40</wbr></wbr></a></span></span></p>
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		<title>Conversando sobre o REP &#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2012 16:26:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[21/08/2012 Conversando sobre o REP &#8230; (REP = Ponto EletrÃ´nico do MTE, que surgiu pela Portaria 1510) -Oi amigo! Tudo bem? -Oi, tudo ok. Quero te contar uma coisa: VocÃª sabia ??? Que a portaria 1.510 do MTE surgiu hÃ¡ 3 anos e a idÃ©ia inicial era que estivesse em pleno vigor em 2010? Mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/uploads/2012/08/quadrinhos25.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1747" title="quadrinhos2" src="http://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/uploads/2012/08/quadrinhos25-283x300.jpg" alt="" width="283" height="300" /></a>21/08/2012</span></strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: x-large;">Conversando sobre o REP &#8230;</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">(REP = Ponto EletrÃ´nico do MTE, que surgiu pela Portaria 1510)</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Oi amigo! Tudo bem?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Oi, tudo ok. Quero te contar uma coisa:</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: large;">VocÃª sabia ???</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Que a portaria 1.510 do MTE surgiu hÃ¡ 3 anos e a idÃ©ia inicial era que estivesse em pleno vigor em 2010?</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Mas, por problemas diversos foi adiada 5 vezes!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Sabia sim, mas por que foi tantas vezes adiada?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Porque o MinistÃ©rio fez a regulamentaÃ§Ã£o e passou a exigir um novo RelÃ³gio de Ponto com Impressora, mas que fosse Certificado conforme as novas regras.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Ocorre que existiram muitos erros tÃ©cnicos na criaÃ§Ã£o destas regras.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O resultado Ã© que os tais equipamentos nÃ£o conseguiram atender ao que estÃ¡ escrito na Portaria 1.510 atÃ© hoje.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Acredita ???</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Mas eles nÃ£o foram certificados?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Verdade!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O problema Ã© que nÃ£o existem normas tÃ©cnicas. Aconteceu que, a portaria quis ser a norma legal e a norma tÃ©cnica ao mesmo tempo.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">E hoje, passados 3 anos, jÃ¡ ficou claro que as certificaÃ§Ãµes nÃ£o foram feitas dentro dos padrÃµes tÃ©cnicos habituais.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Afinal, tudo foi feito sem normas tÃ©cnicasâ€¦.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-NÃ£o foi o Inmetro que certificou os REP?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-NÃ£o!!!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Inmetro nem dava notÃ­cias disto atÃ© pouco tempo atrÃ¡s!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Bomâ€¦ apÃ³s tanta confusÃ£o, o MinistÃ©rio fez agora hÃ¡ pouco um convÃªnio com o Inmetro.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Certoâ€¦ E agora? Os REP jÃ¡ estÃ£o sendo certificados pelo Inmetro?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Esta Ã© outra histÃ³ria!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Primeiramente, saiba que o papel do Inmetro nÃ£o Ã© certificar.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Inmetro ainda hoje (ago/12) estÃ¡ criando as regras para se fazer corretamente novos RelÃ³gios REP.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-VocÃª falou â€œnovos REPâ€. Por que?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Porque o Inmetro, como disse, estÃ¡ fazendo as regras de certificaÃ§Ã£o somente agora. E pretende que a partir de dezembro de 2013 sejam comercializados somente os â€œnovos REPâ€, surgidos desta nova regra.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Curioso, pois eu vi que no Site do MTE existem 172 tipos diferentes de REP certificados. O que vai acontecer com eles entÃ£o?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Estes 172 modelos de REP â€œcertificadosâ€, na verdade nÃ£o conseguiram cumprir as determinaÃ§Ãµes impostas pela Portaria 1510; e, ao que tudo indica, nÃ£o atenderÃ£o tambÃ©m Ã s novas regras que o Inmetro estÃ¡ redigindo somente agora.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">De antemÃ£o, o Inmetro jÃ¡ avisou que todos terÃ£o suas certificaÃ§Ãµes canceladas em dezembro de 2013.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Mas e os REP que hoje sÃ£o vendidos, estÃ£o corretos?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Infelizmente nÃ£o!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Estes 172 modelos estÃ£o todos em desacordo com a Portaria 1.510.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Por isto mesmo Ã© que o Inmetro foi chamado para â€œcorrigirâ€ o problema, entendeu agora?</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Mais ou menosâ€¦ Quem comprar estes REP hoje corre algum risco?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Acredito que sim!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Imagino que a empresa que decide comprar um RelÃ³gio de ponto confia que o produto irÃ¡ trazer traquilidade; seguranÃ§a jurÃ­dica com relaÃ§Ã£o Ã  fiscalizaÃ§Ã£o, e tambÃ©m com a JustiÃ§a do Trabalho, nÃ£o Ã© mesmo?</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">DaÃ­, comprar um REP hoje sabendo destes problemas todos, deve trazer algum risco, concorda?</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">AlÃ©m da inseguranÃ§a de usar o produto, tem ainda a inseguranÃ§a de comprar e perder o investimento logo adiante:</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Se existirÃ¡ uma nova geraÃ§Ã£o de REPs Inmetro a partir de dez/2013â€¦ o que serÃ¡ feito dos que estÃ£o sendo comprados hoje?</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-EstÃ¡ dizendo que quem comprar um REP hoje poderÃ¡ ter que comprar de novo em dezembro de 2013??</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Esta pergunta Ã© interessante!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">HÃ¡ quem diga que o MinistÃ©rio nÃ£o irÃ¡ obrigar a fazer a nova troca.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">PorÃ©m&#8230; se objetivo das empresas ao comprar um RelÃ³gio de Ponto Ã© obter seguranÃ§a jurÃ­dica&#8230; quem irÃ¡ permanecer usando um equipamento que por inseguranÃ§a perdeu sua certificaÃ§Ã£o?</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Se Ã© que serÃ¡ mesmo permitido usar REP com certificado expirado&#8230;</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Olha sÃ³ o tamanho da encrenca!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-E nÃ£o haveria um jeito de renovar estas certificaÃ§Ãµes?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Ã‰ difÃ­cil&#8230;</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Teria que haver recall em todos os produtos. Alguns teriam que ser quase totalmente substituÃ­dos, eu imagino&#8230; E ainda dar garantias de que as alteraÃ§Ãµes ocorreram corretamente e em quais produtos ocorreram. Isto demandaria uma logÃ­stica que eu diria impossÃ­vel de ser realizada.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">E quanto Ã  conta deste desgaste todo&#8230; quem pagaria??</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: large;"><strong>-</strong></span></span><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>Puxa, nem imaginava isto! Agora me diga: Tenho uma pequena empresa, e um vendedor foi lÃ¡ outro dia e disse que eu deveria comprar imediatamente para nÃ£o ser multado. Isto Ã© verdade?</strong></span></span></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-<span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">HÃ¡ um certo terrorismo nistoâ€¦</span></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Para Micro e pequenas empresas a exigÃªncia do REP deve entrar em vigor em 03/09.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Mas atenÃ§Ã£o!! O MTE diz que nÃ£o haverÃ¡ multas por 90 dias (atÃ© 02/dezembro/12).</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">EntÃ£o hÃ¡ tempo para pensar bemâ€¦ aproveite estes dias para estudar com detalhes o que fazer.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Eâ€¦ quem sabe nÃ£o acontece um novo adiamento??</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Puxa&#8230; seria o mÃ­nimo! Afinal, com todos estes problemas como pode ainda ser obrigatÃ³rio?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-AtÃ© neste ponto a questÃ£o Ã© complexa. NÃ£o existe obrigatoriedade, porque as empresas com menos de 10 funcionÃ¡rios nÃ£o precisam sequer controlar o ponto.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">E as empresas acima de 10 empregados podem adotar ponto manual ou mecÃ¢nico.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Mas estes sÃ£o antigos demais e nÃ£o vÃ£o servir para minha empresa! E se eu jÃ¡ tiver um controle eletrÃ´nico?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-A portaria 1510 diz que quem usar registro eletrÃ´nico serÃ¡ obrigada a usar o REP. E Ã© somente nesta condiÃ§Ã£o que hÃ¡ &#8220;obrigadoriedade&#8221;.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Mas Ã© importante vocÃª saber que hÃ¡ exceÃ§Ãµes!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Diga logo quais sÃ£o estas exceÃ§Ãµes entÃ£o, amigo!</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Calma! JÃ¡ ia dizerâ€¦</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O que ocorre, Ã© que nem os Sindicatos dos Empregados apoiaram a ideia do REP. E em 2011 houve um acerto entre o MTE e as Centrais Sindicais, para permitir que a empresa pudesse fazer um acordo sindical, e ficar isenta da 1.510. Esta exceÃ§Ã£o foi publicada na Portaria 373/11 do MTE.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-EntÃ£o entendi bem? NÃ£o preciso comprar o REP e nem emitir o ticket se fizer acordo com o meu sindicato?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Isto mesmo!</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Para isto, vÃ¡ ao seu sindicato e protocole um pedido de IsenÃ§Ã£o da Portaria 1.510, conforme previsto na Portaria 373/11 MTE.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">JÃ¡ existem alguns sindicatos que incluÃ­ram a isenÃ§Ã£o atÃ© mesmo na ConvenÃ§Ã£o Coletiva de Trabalho, facilitando a vida de muitas empresas.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Esta seria a melhor soluÃ§Ã£o que as empresas tÃªm neste momento. Estou analisando corretamente?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Neste momento, Ã© o remÃ©dio que existe sim, jÃ¡ que as condiÃ§Ãµes nÃ£o favorecem adquirir os produtos mediante tanta controvÃ©rsia.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Mas vou ainda lembrar que existem Projetos de Lei na CÃ¢mara e no Senado que podem Sustar definitivamente a Portaria 1.510 a qualquer momento, jÃ¡ que estes projetos se encontram bastante adiantados.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">TambÃ©m podemos crer que o MinistÃ©rio hÃ¡ de tomar alguma atitude para proteger estas empresas do grande risco que jÃ¡ conversamos.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-TambÃ©m acho!</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>Amigo, como vocÃª fica sabendo de todas estas coisas?</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Na verdade todas estas informaÃ§Ãµes se encontram nas legislaÃ§Ãµes e nas publicaÃ§Ãµes do MTE, Inmetro, CÃ¢mara dos Deputados e Senado Federal.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foram feitas muitas audiÃªncias pÃºblicas no Legislativo, e isto trouxe a discussÃ£o a pÃºblico.</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">TambÃ©m existem algunsÂ documentos eÂ sites disponÃ­veis na Internet que possuem discussÃµes sÃ©rias e opiniÃµes a respeito. Vale a pena conhecer!</span></span></p>
<p align="LEFT"><a href="http://www.relogio.deponto.com.br/"><span style="color: #2e8fc6;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>www.relogio.deponto.com.br</strong></span></span></span></a></p>
<p align="LEFT"><a href="http://www.passoudoponto.com.br/"><span style="color: #2e8fc6;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>www.passoudoponto.com.br</strong></span></span></span></a></p>
<p align="LEFT"><a href="http://www.relacoesdotrabalho.com.br/"><span style="color: #2e8fc6;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>www.relacoesdotrabalho.com.br</strong></span></span></span></a></p>
<p align="LEFT"><a href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/"><span style="color: #2e8fc6;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>www.trabalhismoemdebate.com.br</strong></span></span></span></a></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>-Obrigado, amigo! Conversar com vocÃª me fez compreender tudo, espero. Agora vou correr atrÃ¡s do meu sindicato&#8230;</strong></span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'MV Boli';"><span style="font-size: medium;"><strong>Vamos lÃ¡??</strong></span></span></p>
<p align="LEFT">
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">-Desculpe, mas fica para outra vez. Agora vou em busca de outros amigos para compartilhar meu conhecimento. Ah&#8230; e me faz um favor?</span></span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-size: medium; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Passe adiante o que aprendeu comigo hoje. Existem 6 milhÃµes de pequenas empresas precisando muito da nossa ajuda!</span></p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Boa sorte!! AtÃ© mais!</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>REP RIP 2&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 02:05:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ponto EletrÃ´nico: REP RIP 2&#8230; 09/08/2012 Durante 3 anos, muitas empresas, seja por impaciÃªncia, desinformaÃ§Ã£o ou pressÃ£o, adquiriram REPs e hoje convivem com os transtornos de um equipamento que, entre as inÃºmeras mazelas, sequer atende aos critÃ©rios tÃ©cnicos que lhe foram exigidos pela Portaria 1510, apesar das CertificaÃ§Ãµes. Â  HavÃ­amos citado anteriormente no postÂ http://www.relogio.deponto.com.br/rep-rip/, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Comic Sans MS', cursive;"><span style="font-size: small;"><strong>Ponto EletrÃ´nico: REP RIP 2&#8230;</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">09/08/2012</span></span></span><br />
<a href="http://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/uploads/2012/08/aiseeutepego.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1718" title="aiseeutepego" src="http://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/uploads/2012/08/aiseeutepego-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Durante 3 anos, muitas empresas, seja por impaciÃªncia, desinformaÃ§Ã£o ou pressÃ£o, adquiriram REPs e hoje convivem com os transtornos de um equipamento que, entre as inÃºmeras mazelas, sequer atende aos critÃ©rios tÃ©cnicos que lhe foram exigidos pela Portaria 1510, apesar das CertificaÃ§Ãµes. Â </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">HavÃ­amos citado anteriormente no postÂ </span></span></span><a href="http://www.relogio.deponto.com.br/rep-rip/">http://www.relogio.deponto.com.br/rep-rip/</a><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, os 6 principais ataques que, no nosso entendimento, feriram de morte o REP, equipamento criado pela Portaria 1510.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas, quando menos se esperava, surge um nova chaga, desta vez criada pelo prÃ³prio Governo.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A nova Lei 12619 de 30/04/2012, conhecida como &#8220;Lei dos caminhoneiros&#8221; traz em seu teor algo que poderÃ¡ trazer soluÃ§Ã£o a quem durante os Ãºltimos 3 anos buscou apoio legal contra a Portaria 1510 e o uso compulsÃ³rio do REP.</span></span></span></p>
<p><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12619.htm"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12619.htm</span></span></span></a></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Diz a referida lei em seu art. V que:</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;">â€œ </span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">jornada de trabalho e tempo de direÃ§Ã£o controlados de maneira fidedigna pelo empregador, que poderÃ¡ valer-se de anotaÃ§Ã£o em diÃ¡rio de bordo, papeleta ou ficha de trabalho externo, nos termos do Â§ 3Âº do art. 74 da ConsolidaÃ§Ã£o das Leis do Trabalho â€“ CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943,Â </span></span></span><strong><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">ou de meios eletrÃ´nicos idÃ´neos instalados nos veÃ­culos, a critÃ©rio do empregador</span></span></span></strong><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">.â€</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ora, o que foi dito pelos signatÃ¡rios desta lei Ã© existem meios eletrÃ´nicos idÃ´neos para registro de ponto que nÃ£o sejam necessariamente o REP; os empregadores, neste caso, jÃ¡ podem escolher o melhor produto. Certamente outros empregadores irÃ£o pleitear para si o mesmo benefÃ­cio, valendo-se do princÃ­pio constitucional da isonomia.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se antes os tribunais tinham dÃºvidas, agora ficou muito claro.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esta informaÃ§Ã£o foi analisada por quem conhece, e pode ser encontrada no link abaixo com mais detalhes.</span></span></span></p>
<p><a href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2012/08/entendo-que-a-portaria-do-ponto-eletronico-foi-revogada/"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2012/08/entendo-que-a-portaria-do-ponto-eletronico-foi-revogada/</span></span></span></a></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Isto pode nÃ£o ser o atestado de Ã³bito. Mas jÃ¡ soa como uma nota de falecimento.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ficam as perguntas:</span></span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">E quem comprou?</span></span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Corbel, sans-serif;"><span style="font-size: small;">E como fica para quem ainda hoje, pelos motivos citados, pensa em comprar?Â </span></span></span></p>
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		<title>Ponto EletrÃ´nico: REP RIP?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2012 03:01:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ponto EletrÃ´nico: REP ou R.I.P.? &#160; HÃ¡ poucos dias a Portaria 1510 â€œfinalmenteâ€ entrou em vigor. Parecia estar mais viva que nunca. Parecia&#8230; Na verdade, o mercado nÃ£o reagiu como esperavam os fabricantes de REP e tudo anda parado, quase morto. SÃ£o muitos os fatos que contribuem para que a situaÃ§Ã£o esteja tÃ£o abatida assim. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Tunga, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Ponto EletrÃ´nico: REP ou R.I.P.?</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/uploads/2012/07/reprip-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1703" title="reprip (2)" src="http://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/uploads/2012/07/reprip-2-287x300.jpg" alt="" width="287" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-family: Tunga, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">HÃ¡ poucos dias a Portaria 1510 â€œfinalmenteâ€ entrou em vigor. Parecia estar mais viva que nunca.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Tunga, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Parecia&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Tunga, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Na verdade, o mercado nÃ£o reagiu como esperavam os fabricantes de REP e tudo anda parado, quase morto.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Tunga, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">SÃ£o muitos os fatos que contribuem para que a situaÃ§Ã£o esteja tÃ£o abatida assim. Segue o panorama:</span></span></p>
<ul>
<li>Â <span style="font-size: medium; font-family: Tunga, sans-serif;"><strong>Na CÃ¢mara dos Deputados:</strong> ApÃ³s ter ficado esquecido por quase 6 meses, o PDC-2839/10 que prevÃª a SustaÃ§Ã£o da Portaria 1510 deve caminhar. Com a aprovaÃ§Ã£o dos lÃ­deres partidÃ¡rios, o Projeto jÃ¡ consta em lista recentemente divulgada, e pode ser posta em votaÃ§Ã£o nas prÃ³ximas sessÃµes extraordinÃ¡rias. </span><a style="font-size: medium; font-family: Tunga, sans-serif;" href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/418274-CONFIRA-A-LISTA-DE-PROJETOS-QUE-PODEM-SER-VOTADOS-EM-SESSOES-EXTRAORDINARIAS.html">http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/418274-CONFIRA-A-LISTA-DE-PROJETOS-QUE-PODEM-SER-VOTADOS-EM-SESSOES-EXTRAORDINARIAS.html</a></li>
<li><span style="font-family: Tunga, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>No Senado Federal:</strong> O PDS-593/10 que igualmente pretende Sustar os efeitos da 1510 deve ser votado na CDH e seguir a plenÃ¡rio. Mas antes, haverÃ¡ nova AudiÃªncia PÃºblica, com o objetivo de novamente discutir os problemas da Portaria e do REP. <a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=98106">http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=98106</a> </span></span></li>
<li><span style="font-family: Tunga, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>No meio sindical:</strong> Proliferam os Acordos que permitem formas alternativas de Registro de Ponto. Esta hoje Ã© a principal ferramenta usada pelas empresas jÃ¡ exigidas para ficarem livres de comprar o REP. A Portaria 1510 ainda nÃ£o estÃ¡ em vigor para as Micro e Pequenas empresas, mas hoje se vÃª que estÃ£o sendo criadas facilidades para que estas tambÃ©m possam deixar de comprar o REP. Veja o exemplo recente em que uma ConvenÃ§Ã£o Coletiva registrada no MTE, libera todos os empregadores vinculados ao sindicato em questÃ£o para a utilizaÃ§Ã£o de sistemas alternativos (previstos na 373). Isto sÃ³ confirma que a â€œexceÃ§Ã£oâ€ pode virar a regra. <a href="http://www.sescap-pr.org.br/inc/uploads/convencoes/cct-sincopuava-2012-2013.pdf" target="_blank">http://www.sescap-pr.org.br/inc/uploads/convencoes/cct-sincopuava-2012-2013.pdf</a> </span></span></li>
<li><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Tunga, sans-serif;"><strong>No meio JurÃ­dico:</strong> Ã‰ cada vez menos comum a defesa da 1510, dando lugar a opiniÃµes divergentes e atÃ© mesmo crÃ­ticas Ã  RegulamentaÃ§Ã£o. Nesta semana, o Presidente do TST concedeu entrevista, na qual ressaltamos: 1) CrÃ­ticas Ã  CLT â€“ A regulaÃ§Ã£o Ã© antiga, rÃ­gida, excessivamente detalhista e confusa. DaÃ­ a origem das milhares de aÃ§Ãµes trabalhistas (e nÃ£o do Ponto EletrÃ´nico, como diziam os defensores da 1510); 2) CrÃ­ticas diretas Ã  1510 â€“ Segundo o magistrado, â€œo ponto eletrÃ´nico Ã© impraticÃ¡velâ€&#8230; â€œÃ‰ mais um entrave para o funcionamento das empresasâ€&#8230; â€œa forma de fazer esse controle tem que ser estudada de maneira mais adequadaâ€ Â <a href="http://www.conjur.com.br/2012-jul-15/tudo-mudou-exceto-legislacao-trabalhista-presidente-tst">http://www.conjur.com.br/2012-jul-15/tudo-mudou-exceto-legislacao-trabalhista-presidente-tst</a></span></span></li>
<li><span style="font-family: Tunga, sans-serif; font-size: medium;"><strong>No meio tÃ©cnico:</strong> Ã‰ flagrante a constataÃ§Ã£o de que nenhum REP produzido atÃ© hoje atende Ã  1510. O Inmetro foi chamado recentemente e passou a definir critÃ©rios para novas certificaÃ§Ãµes. Assim evidenciou-se que as certificaÃ§Ãµes existentes (todas elas) foram feitas de forma errada. E mais: como nenhum dos REP produzidos se enquadrarÃ¡ nestas novas definiÃ§Ãµes, o jeito foi dar a eles uma validade. Dezembro de 2013 Ã© a data final de validade das certificaÃ§Ãµes destes atuais. Vejam que isto sÃ³ piora as coisas, para todos: Quem irÃ¡ comprar equipamentos cuja confiabilidade estÃ¡ em xeque? E quem jÃ¡ os comprou, como conviver com esta inseguranÃ§a jurÃ­dica? E quem vendeu, terÃ¡ que novamente certificar? TerÃ¡ que substituir os jÃ¡ fornecidos?</span></li>
<li><span style="font-size: medium; font-family: Tunga, sans-serif;"><strong>No mercado:</strong> AlÃ©m dos 5 adiamentos, inÃºmeras discussÃµes, questionamentos e todos os fatores acima, aterrorizam Fabricantes e Revendedores de equipamentos. Nem mesmo os superestimados volumes de vendas apresentados pela AssociaÃ§Ã£o de fabricantes conseguem encobrir o Ã³bvio: O REP nÃ£o emplacou! A melancolia Ã© geral, porque as vendas atÃ© o momento estÃ£o bastante aquÃ©m do esperado. Os investimentos de muitos nÃ£o se pagaram ainda, e a medida sÃ³ se enfraquece a cada dia. Com o mercado paralisado hÃ¡ tempos e sem perspectiva, fabricantes jÃ¡ alvejam outros mercados. </span><a style="font-size: medium; font-family: Tunga, sans-serif;" href="http://www.contabilidadenatv.blogspot.com.br/2012/07/setor-de-relogios-de-ponto-se-volta.html">http://www.contabilidadenatv.blogspot.com.br/2012/07/setor-de-relogios-de-ponto-se-volta.html</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Tunga, sans-serif;">E por fim, o silÃªncio sepulcral emanado do MTE nos leva a concluir que o paciente jÃ¡ foi desenganado. </span></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Tunga, sans-serif;">Imagina-se que neste momento, o mais difÃ­cil seja levar a notÃ­cia do passamento a umas poucas dezenas de viÃºvas e a alguns milhares de Ã³rfÃ£os.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ponto EletrÃ´nico: Para que serve o ticket do REP?</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 03:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>autor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para que serve o ticket do REP? Segundo o MTE, o ticket &#8220;traz a seguranÃ§a da prova&#8221;; dÃ¡ &#8220;seguranÃ§a jurÃ­dica ao empregado e ao empregador&#8221;. O ticket Ã© o comprovante do trabalhador da efetiva jornada de trabalho. ServirÃ¡ como prova em possÃ­veis aÃ§Ãµes trabalhistas, e deve ser guardado por 5 anos como garantia dos direitos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que serve o ticket do REP?</p>
<p>Segundo o MTE, o ticket &#8220;traz a seguranÃ§a da prova&#8221;; dÃ¡ &#8220;seguranÃ§a jurÃ­dica ao empregado e ao empregador&#8221;.</p>
<p>O ticket Ã© o comprovante do trabalhador da efetiva jornada de trabalho. ServirÃ¡ como prova em possÃ­veis aÃ§Ãµes trabalhistas, e deve ser guardado por 5 anos como garantia dos direitos.</p>
<p>Na prÃ¡tica, uma das frequentes reclamaÃ§Ãµes que recebemos Ã© de que o ticket apaga rapidamente.</p>
<p>Isto ocorre? Por que? Quais as consequÃªncias?</p>
<p>Sim, isto ocorre com muita frequÃªncia, porque o REP utiliza o mesmo tipo de papel termosensÃ­vel dos cupons fiscais e comprovantes bancÃ¡rios.</p>
<p>Todos nÃ³s sabemos que estes apagam com a maior facilidade.</p>
<p>Tentem pesquisar nos sites de defesa do consumidor&#8230; InÃºmeras reclamaÃ§Ãµes de consumidores prejudicados pelo apagar dos comprovantes, que igualmente aos do REP, deveriam durar 5 anos&#8230; e nÃ£o duraram!</p>
<p>Exemplos:</p>
<blockquote><p>&#8220;Moro em Palmas-TO e nas lojas xxxx que tem aqui comprei 1 aparelho celular dia 16/06/2010 eis que o mesmo vendo apresentando problemas desde o inicio do ano, <strong>o cupom fiscal me entregue no ato da compra devido ao calor excessivo da cidade apagou por inteiro ficando ilÃ©givel</strong>, fazendo com que eu me dirigisse a loja e solicitasse a 2Âª via da nota fiscal.<br />
O que acontece Ã© que depois de uma sÃ©rie de perguntas sobre a compra pois eles nÃ£o podiam identifica-la apenas com o meu CPF, tem quase 2 meses q estou aguardando essa 2Âª via e eles sÃ³ me enrolando&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Fiz minha compra de um aparelho telefonico no dia 11/12/2010,e o mesmo comeÃ§ou a apresentar defeito depois de 7meses,porem ao procurar a XXX me informou que deveria entrar em contato com a fabricante do aparelho,apos o contato fui informado sobre o procedimento para enviar o celular..uma das informaÃ§Ãµes era que enviasse <strong>uma copia legivel da nota fiscal&#8230;.e para minha surpresa ao pegar o cupom fiscal me deparei com um papel quase em branco&#8230;&#8221;</strong></p>
<p>&#8220;Gostaria que a empresa providenciasse impressoras fiscais de melhor qualidade, porque <strong>em menos de dois dias o conteÃºdo do cupom fiscal comeÃ§a a ficar ilegÃ­vel e dessa maneira nÃ£o Ã© possÃ­vel acompanhar o lanÃ§amento</strong> do mesmo no site da Secretaria da Fazenda do Estado de SÃ£o Paulo.<br />
AlÃ©m disso, a Secretaria exige que o cupom fiscal esteja legÃ­vel para que nÃ³s consumidores possamos reclamar caso o cupom nÃ£o seja registrado no site da Nota Fiscal Paulista.<br />
A exemplo desta minha reclamaÃ§Ã£o,<strong> fiz a compra dia 07 de fevereiro (2012), COO 111646, e tÃ¡ pÃ©ssimo ler atÃ© mesmo o CNPJ da empresa, porque o funcionÃ¡rio colocou o dedo molhado bem em cima do mesmo.</strong> Caso a empresa por alguma falha nÃ£o lance este cupom na secretaria da fazenda e eu resolva reclamar de posse deste cupom, a secretaria<strong> nÃ£o vai aceitar &#8220;a prova&#8221; por dizer que estÃ¡ ilegÃ­vel.</strong>Â &#8221;</p></blockquote>
<p>A partir de casos como este onde COMPROVANTES FISCAIS Â se apagaram, surgiram questionamentos, investigaÃ§Ãµes do MP, estudos, aÃ§Ãµes civis pÃºblicas e atÃ© legislaÃ§Ãµes proibindo o uso de tais papÃ©is termossensÃ­veis, pois causavam prejuÃ­zos ao consumidor.</p>
<p>Mas vejam que hÃ¡ diferenÃ§as significativas entre o REP e o Emissor de Cupom Fiscal, que sÃ³ agravam a forma pensada pelos idealizadores da 1510:</p>
<p>1) Se um CUPOM FISCAL ou COMPROVANTE BANCÃRIO apaga, Ã© possÃ­vel em muitos casos se obter uma segunda via. O consumidor tem o direito Â de exigir isto do comerciante ou da instituiÃ§Ã£o bancÃ¡ria. Em contrapartida,<strong> no REP, o comprovante Ã© emitido em via Ãºnica, sem predisposiÃ§Ã£o para emissÃ£o de cÃ³pia ou segunda-via posterior.</strong></p>
<p>2) Nem todos os emissores bancÃ¡rios e fiscais utilizam papel tÃ©rmico. O REP sÃ³ se viabiliza com papel tÃ©rmico, por vÃ¡rios motivos tÃ©cnicos.</p>
<p>3) Nem sempre na ausÃªncia do CUPOM FISCAL, o consumidor perde seus direitos, jÃ¡ que cÃ³digos de sÃ©rie e etiquetamento dos produtos sÃ£o reconhecidos em muitos estabelecimentos. No caso do REP, quando o ticket apagar, <strong>o trabalhador perderÃ¡ o direito de pleitear na justiÃ§a seus direitos?</strong></p>
<p>Lembremos que o mote principalÂ do REP Ã© exatamente fornecer o tal comprovante do trabalhador, para que ele possa usÃ¡-lo em futuras reclamaÃ§Ãµes trabalhistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que diz a Portaria 1510 sobre o comprovante do trabalhador?</p>
<blockquote><p>Art.Â 4Âº O REP deverÃ¡ apresentar os seguintes requisitos:</p>
<p>III &#8211; dispor de mecanismo impressor em bobina de papel, integrado e deÂ uso exclusivo do equipamento, que permita impressÃµes com durabilidade mÃ­nimaÂ de cinco anos;</p>
<p>Art. 11 &#8211; Â§ 2Âº O empregador deverÃ¡ disponibilizar meios para a emissÃ£oÂ obrigatÃ³ria do Comprovante de Registro de Ponto doÂ Trabalhador no momento de qualquer marcaÃ§Ã£o de ponto.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se o que foi imaginado pela pela Portaria 1510, nÃ£o Ã© realidade&#8230; Â Se o ticket apaga&#8230;</p>
<p>De quem Ã© a responsabilidade quando isto ocorrer?</p>
<p>HÃ¡ muitos envolvidos neste processo, o que, segundo o MTE cria uma &#8220;teia de responsabilidades&#8221;. Vejamos:</p>
<p><strong>O fabricante</strong>Â de REP Ã© obrigado a dar um atestado comÂ conseqÃ¼Ãªncias legais, cÃ­veis e criminais, se o seu REP nÃ£o atender Ã s caracterÃ­sticas. Ele pode ser o responsÃ¡vel pela impressÃ£o que apagou?</p>
<p><strong>O certificador</strong>Â - foi este Ã³rgÃ£o que garantiu que o REP estÃ¡ em conformidade com o exigido pelo MTE.Â Ele pode ser o responsÃ¡vel pelo papel que apagou?</p>
<p><strong>O MTE</strong>Â - foi quem criou as condiÃ§Ãµes e a regulamentaÃ§Ã£o.Â Â Ele pode ser o responsÃ¡vel pelo papel que apagou?</p>
<p><strong>O empregador</strong>- Segundo o MTE informa, o empregador serÃ¡ responsÃ¡vel se utilizar papel nÃ£o recomendado pelo fabricante. PoderÃ¡ ser responsabilizado pelo ticket apagado?</p>
<p><strong>O trabalhador</strong> &#8211; O MTE defende que o trabalhador guarde por 5 anos o ticket, para usÃ¡-lo como provas trabalhistas. Sabendo que isto nÃ£o ocorrerÃ¡ na prÃ¡tica, <strong>poderÃ¡ o trabalhador ser penalizado por isto?</strong></p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p>Do site do MTE:</p>
<p>45 . A portaria prevÃª a tecnologia que serÃ¡ empregada na impressÃ£o, por exemplo impressÃ£o matricial ou tÃ©rmica?</p>
<p>NÃ£o. OÂ <strong>fabricante</strong>Â escolherÃ¡ a alternativa que achar mais conveniente. A portaria apenas determina que a impressÃ£o deverÃ¡Â ter duraÃ§Ã£o de 5 anos em condiÃ§Ãµes normais. Cabe aoÂ <strong>fabricante</strong>Â indicar os insumos que atendem Ã  exigÃªncia de durabilidadeÂ e aoÂ <strong>empregador</strong>Â seguir a indicaÃ§Ã£o do fabricante.</p>
<p>Pergunta 126 . O papel utilizado na impressÃ£o tambÃ©m terÃ¡ que ter alguma homologaÃ§Ã£o ou aprovaÃ§Ã£o do MTE?<br />
No processo de certificaÃ§Ã£o do equipamento, Ã© verificado o atendimento da Portaria, em relaÃ§Ã£o ao artigo 4Âº, inciso III, queÂ disciplina a durabilidade da impressÃ£o. Portanto, o empregador deverÃ¡ obter a informaÃ§Ã£o junto ao fabricante do REP dasÂ especificaÃ§Ãµes do papel que deverÃ¡ utilizar e buscar no mercado produto que atenda Ã s mesmas.Â <strong>O empregador Ã© oÂ responsÃ¡vel caso nÃ£o utilize o papel recomendado.</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Testes simples com os papÃ©is recomendados (norma COTEPE) comprovam: Suor, sol, chuva, calor, umidade&#8230; se ao menos um destes componentes comuns no dia-a-dia do trabalhador estiver em contato, o ticket pode se apagar NO MESMO DIA!</p>
<p>Em &#8220;condiÃ§Ãµes normais&#8221;, em boa parte dos casos, apaga-se entre 3 e 6 meses. AtÃ© mesmo guardados em gavetas.</p>
<p>Segundo fabricantes de papel, para conservar pelo prazos exigido na Portaria, os passos sÃ£o os seguintes:</p>
<p>Os dados impressos tÃªm vida Ãºtil de 5 anos, desde que se evite contato direto com outros papÃ©is, plÃ¡sticos, solventes ou produtos quÃ­micos, bem como a exposiÃ§Ã£o ao calor, umidade excessiva, luz solar e iluminaÃ§Ã£o de lÃ¢mpadas fluorescentes, dentre outros&#8230;</p>
<p>Mas tudo tambÃ©m depende de como foram mantidas as bobinas antes da impressÃ£o tambÃ©m: devem ser estocados em locais protegidos da luz intensa, com umidade relativa entre 50% e 70%, e temperatura ambiente abaixo de 25ÂºC. Nestas condiÃ§Ãµes garantimos uma performance normal durante um periodo deÂ 5 anos <strong>contados de sua produÃ§Ã£o</strong>.</p>
<p>Como controlar todo o processo desde a produÃ§Ã£o atÃ© a estocagem do ticket impresso?Â Como imputar responsabilidades pelo apagamento dos dados? Qual serÃ¡ a complexidade dos processos trabalhistas a partir destes fatos?</p>
<p>Qual o percentual de tickets que de fato servirÃ¡ para o que foi idealizado pelo MTE?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OpiniÃ£o:</strong></p>
<p>Sempre achamos que a emissÃ£o dos tickets foi Â um grande erro conceitual da Portaria, pois hÃ¡ outros meios atÃ© mais eficientes de se garantir que o trabalhador tenha acesso a seus dados de forma mais Ã¡gil e perene. Â Mas veja que Ã© mais que isto:</p>
<p>-DesnecessÃ¡rio: arquivos eletrÃ´nicos controlados sÃ£o eficientes, seguros e mais prÃ¡ticos, podendo ser requisitados pelo trabalhador, sindicato ou MTE a qualquer tempo;</p>
<p>-Restritivo: o ticket do REP sÃ³ Ã© permitido em 1 via Ãºnica ao trabalhador, no momento do registro do ponto. Segunda-via Ã© inviÃ¡vel dentro do conceito REP;</p>
<p>-Inseguro: O papel, por melhor que seja, se apaga. Praticamente impossÃ­vel garantir a durabilidade exigida, que Ã© de 5 anos. PorÃ©m, hÃ¡ casos em que a durabilidade nÃ£o pode ser verificada ao fim da prÃ³pria jornada de trabalho!</p>
<p>-IncompatÃ­vel com a realidade: Â nosso paÃ­s registra em boa parte do territÃ³rio temperaturas altas &#8211; inadequadas com as condiÃ§Ãµes de uso do papel termosensÃ­vel dos tickets. HÃ¡ ainda condiÃ§Ãµes especÃ­ficas de trabalho (ao ar livre, com altos nÃ­veis de umidade, etc) que nÃ£o permitem na prÃ¡tica a validade dos comprovantes. CondiÃ§Ãµes de uso de um RelÃ³gio de Ponto sÃ£o muito mais agressivas que as do ECF em geral&#8230; deve se pensar nisto!</p>
<p>- Inconveniente: O trabalhador em sua maioria nÃ£o aprovou o ticket. Ã‰ trabalhoso mantÃª-lo legÃ­vel e em ordem&#8230; &#8211; TambÃ©m para o empregador (especialmente o pequeno) sÃ£o tarefas complexas e custos ao dia-a-dia jÃ¡ atribulado das empresas&#8230;</p>
<p><strong>Para que serve o ticket do REP?</strong></p>
<p>A previsÃ£o Ã© de que em algum tempo cheguemos Ã  conclusÃ£o de que ele serve para muito pouco ou mesmo para nada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A reflexÃ£o que fazemos nÃ£o deve ser entendida como um crÃ­tica Ã  Portaria e ao REP simplesmente.</p>
<p>Queremos despertar a consciÃªncia e o pensamento crÃ­tico de forma que possamos pensar em alternativas que tornem as RelaÃ§Ãµes de Trabalho mais seguras e descomplicadas.</p>
<p>Convidamo os leitores a contribuÃ­rem com a reflexÃ£o e com suas experiÃªncias!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ponto EletrÃ´nico: Em defesa do consumidor.</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 12:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>autor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Legalidades]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas]]></category>
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		<description><![CDATA[20/04/2012 Nos Ãºltimos dias, com a vigÃªncia* da Portaria 1510, nos chegam com maior volume e frequÃªncia, denÃºncias e questionamentos sobre defeitos nos produtos, conduta de vendedores, preocupaÃ§Ãµes com as incertezas que rondam este assunto, e, muitas dÃºvidas sobre comprar ou nÃ£o. Sobre como proceder, o que avaliar, como se precaver, alternativas possÃ­veis, como serÃ¡ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>20/04/2012</p>
<p>Nos Ãºltimos dias, com a vigÃªncia* da Portaria 1510, nos chegam com maior volume e frequÃªncia, denÃºncias e questionamentos sobre defeitos nos produtos, conduta de vendedores, preocupaÃ§Ãµes com as incertezas que rondam este assunto, e, muitas dÃºvidas sobre comprar ou nÃ£o. Sobre como proceder, o que avaliar, como se precaver, alternativas possÃ­veis, como serÃ¡ o uso destes equipamentos, os riscos, etc&#8230;</p>
<p>MistÃ©rios tambÃ©m intrigam. Por que a enorme lista de reclamaÃ§Ãµes dos REP sumiram completamente do site RECLAME AQUI? Â Tudo isto confunde e preocupa o consumidor.</p>
<p>EspaÃ§o aberto para vendedores, que orientam inadequadamente. Quer seja por desconhecimento do assunto em sua complexidade, quer pelo desejo de vender a qualquer custo. JustiÃ§a seja feita a algumas exceÃ§Ãµes.</p>
<h5>Quem Ã© o consumidor destes produtos &#8211; o REP?</h5>
<p>Segundo o cÃ³digo de defesa do consumidor (CDC):Â Â Art. 2Â° Consumidor Ã© toda pessoa fÃ­sica ou jurÃ­dica que adquire ou utiliza produto ou serviÃ§o como destinatÃ¡rio final.</p>
<p>Neste caso, empresas (em sua grande maioria micro e pequenas), instituiÃ§Ãµes, condomÃ­nios, etc&#8230; e por consequÃªncia, seus empregados.</p>
<p>Na maioria das vezes, quem decide a compra, ou entende de leis, ou de tecnologia. Â Para complicar, ainda temos um emaranhado de &#8220;adendos&#8221; Ã  Portaria 1510, que muitas vezes passa despercebido por todos.</p>
<p>A proposta deste post Ã© fazer com que entendidos de leis saibam os problemas de tecnologia, e vice-versa.</p>
<p>Vamos lÃ¡&#8230;</p>
<p>(*Antes, fazemos algumas ressalvas importantes: Ressalve-se que a exigibilidade do REP, sÃ³ atinge neste momento mÃ©dias e grandes empresas dos setores de indÃºstria, comÃ©rcio e serviÃ§os.Ressalve-se ainda que estes setores tÃªm ainda atÃ© 02/07 para adequaÃ§Ãµes, nÃ£o sendo passÃ­vel de multa.Â Os demais setores empresariais tÃªm prazos definidos para junho e setembro.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Â <strong>***** Â  Â ***** Â  Â ***** Â  Â *****</strong></p>
<h3>Se o REP nÃ£o Ã© obrigatÃ³rio, quais outras alternativas para controle de ponto as empresas tÃªm?</h3>
<ul>
<li>Ponto manual = livro de pontoÂ â†’Â <strong>Continua permitido para empresas de qualquer porte</strong></li>
</ul>
<ul>
<li>Ponto mecÃ¢nico = relÃ³gio cartogrÃ¡fico = relÃ³gio antigo imprime em cartÃ£o de cartolinaÂ â†’Â <strong>Permitido p/ qualquer empresa</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px;">Importante dizer que este processo pode ainda ser combinado com equipamentos para PROCESSAMENTO eletrÃ´nico dos cartÃµes. Isto <strong>nÃ£o</strong> configura enquadramento na portaria 1510 e pode ser alternativa para muitas empresas, pois mantÃ©m a gestÃ£o e cÃ¡lculo de horas de forma eletrÃ´nica; &#8211; parte complicada do processo de apuraÃ§Ã£o.</p>
<p style="padding-left: 30px;">TambÃ©m Ã© possÃ­vel utilizar equipamentos de acesso (catracas ou fechaduras eletrÃ´nicas) e CFTV internos para controle adicional, pois tambÃ©m <strong>nÃ£o</strong> configuram controle de ponto. Servem para dar mais seguranÃ§a e controle.</p>
<ul>
<li>O ponto eletrÃ´nico SEM impressÃ£o de ticket<strong>â†’Permitido para toda empresa isenta do relÃ³gio REP e da 1510, sendo:</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px;">Â -Ã“rgÃ£os pÃºblicos ou qualquer regime de contrataÃ§Ã£o nÃ£o-CLT;</p>
<p style="padding-left: 30px;">Â -Empresas do setor agrÃ­cola e tambÃ©m micro e pequenas que continuam isentas atÃ© junho e setembro, respectivamente.</p>
<p style="padding-left: 30px;">-Empresas que <strong>fizeram acordo com seu sindicato e estÃ£o isentas da medida</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">-Empresas que obtiveram liminares individuais ou coletivas (verifique se seu sindicato patronal impetrou aÃ§Ã£o neste sentido)</p>
<div>
<ul>
<li>O ponto eletrÃ´nico COMÂ impressÃ£o de ticket = REPâ†’<strong>VÃ¡lido (e nÃ£o obrigatÃ³rio) somente para mÃ©dias e grandes empresas dos setores de indÃºstria, comÃ©rcio e serviÃ§os (na data atual)</strong></li>
</ul>
<div></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div style="text-align: center;"><strong>***** Â  Â ***** Â  Â ***** Â  Â ***** </strong></div>
</div>
<h3>Se nenhuma das opÃ§Ãµes alternativas acima foi possÃ­vel e Â sÃ³ me resta a de adquirir um REP, Â que tipo de tecnologia comprar? O que devo exigir do vendedor?</h3>
<h5>ObrigaÃ§Ãµes de quem compra um REP:</h5>
<p>Primeiro saiba que ao comprar um REP sua empresa passa a ter uma sÃ©rie de obrigaÃ§Ãµes adicionais: Â cadastrar o REP no MTE, manter alguns documentos exigidos na empresa, manter bobinas e condiÃ§Ãµes para imprimir a qualquer tempo, manter os dados pelo prazo legal, apresentar relatÃ³rios, submeter Ã  fiscalizaÃ§Ã£o segundo algumas regras, e inclusive manter o REP por todo o tempo de uso e por mais 5 anos funcionando no local de trabalho (atÃ© mesmo se nÃ£o estiver mais utilizando o produto).Â - Art. 21 da portaria 1510</p>
<p>E se for um REP mÃ³vel, atenÃ§Ã£o! As obrigaÃ§Ãµes sÃ£o tÃ£o severas que em alguns casos chegam a ser impossÃ­veis de serem cumpridas pela empresa.</p>
<h5>Qual tecnologia adquirir:</h5>
<p>NÃ£o discutiremos aqui se a o REP Ã© de boa ou mÃ¡ qualidade ou se os projetos sÃ£o bons ou ruins. Esta deve ser uma pesquisa minuciosa que todo consumidor deve fazer antes de comprar qualquer coisa.</p>
<p>O que vamos explicar aqui Ã©: Â <strong>se sua empresa comprar um REP, Â o que vocÃª deve exigir em relaÃ§Ã£o ao cumprimento integral da Portaria 1510, Â demais portarias e notas tÃ©cnicas correlatas</strong>. Afinal, a partir da compra, a responsabilidade e os problemas serÃ£o SEUS.</p>
<p>Atualmente, <strong>nenhum REP atende 100% Ã  1510</strong>, <strong>apesar das certificaÃ§Ãµes</strong>. Este Ã© o maior problema. As certificaÃ§Ãµes nÃ£o foram feitas da forma tÃ©cnica correta. O MTE jÃ¡ sabe disto e planeja rever dentro de algum tempo as certificaÃ§Ãµes. Mas mesmo assim, se nÃ£o houver modificaÃ§Ãµes do texto desta portaria, tudo vai continuar da mesma forma incorreto e inseguro para os consumidores e usuÃ¡rios.</p>
<p>Apesar destas graves questÃµes, muitas empresas tÃªm receio de ser multadas e compram o REP. Preparamos dicas Ãºteis para que vocÃª, sua empresa e os seus trabalhadores nÃ£o sejam prejudicados pelo &#8220;sistema&#8221; que aÃ­ estÃ¡. Vale tambÃ©m para aquelas que jÃ¡ compraram confiando que a palavra &#8220;certificado&#8221; ou &#8220;homologado&#8221; lhe garantiriam tranquilidade, mas agora jÃ¡ enxergam as dificuldades.</p>
<p>Existem diversos tipos de tecnologia de reconhecimento disponÃ­veis, como jÃ¡ existiam antes da 1510. Biometria, CartÃµes de proximidade, cÃ³digo de barras&#8230; A portaria nÃ£o indica nenhum deles em especial. Pode escolher o que lhe convÃ©m, pois isto interfere pouco na seguranÃ§a do produto, quanto Ã s exigÃªncias da 1510.</p>
<p>A <strong>tecnologia de impressÃ£o dos REP</strong> deve ser observada quanto a qualidade de impressÃ£o: deve ser impresso em cor contrastante com o papel; deveÂ permitir impressÃµes com <strong>durabilidade mÃ­nimaÂ de cinco anos</strong>; deve ter boa autonomia de papel, pois segundo oÂ Art. 11 &#8211; Â§ 2Âº da portaria, sua empresa passa a ser responsÃ¡vel por disponibilizarÂ meios para a emissÃ£oÂ obrigatÃ³ria do ComprovanteÂ no momento de qualquer marcaÃ§Ã£o de ponto. A durabilidade de 5 anos dos tickets Ã© praticamente impossÃ­vel. Fique ciente disto.</p>
<p>A<strong> tecnologia da MEMÃ“RIA PERMANENTE</strong> &#8211; MRP, no entanto, Ã© o caso mais grave. Ã‰ neste ponto que podemos afirmar que <strong>nenhum equipamento fabricado e certificado cumpre Ã s exigÃªncias da portaria 1510</strong>. Observe:</p>
<p>Portaria 1510, Art 4o. Item IV &#8211; O REP deve possuirÂ meio de armazenamento permanente, denominado MemÃ³ria deÂ Registro de Ponto â€“ MRP, onde os dados armazenados nÃ£oÂ possam ser apagados ou alterados, direta ou indiretamente;</p>
<p>Art. 21. O <strong>REP</strong> deve <strong>sempre</strong> estar <strong>disponÃ­vel</strong> no local da prestaÃ§Ã£o do trabalho paraÂ pronta extraÃ§Ã£o e impressÃ£o de dados pelo Auditor-Fiscal doÂ Trabalho</p>
<p>Do Site do MTE:<br />
33 . O que fazer quando a memÃ³ria MRP encher?<br />
A soluÃ§Ã£o tÃ©cnica serÃ¡ criada pelo fabricante e certificada pelo Ã³rgÃ£o tÃ©cnicoÂ credenciado de forma a atender Ã  legislaÃ§Ã£o relativa Ã  guarda de documentos e informaÃ§Ãµes.</p>
<p>78 . Ã‰ necessÃ¡rio enviar os arquivos gerados nos formatos especificados na Portaria 1.510/2009Â para o MTE?<br />
NÃ£o. O AFD deve estar<strong> sempre disponÃ­vel no REP</strong> para que o auditor-fiscal doÂ trabalho possa fazer uma cÃ³pia por meio da porta fiscal.</p>
<p>Note que, embora na resposta 33 o MTE diga que o fabricante Ã© quem darÃ¡ a soluÃ§Ã£o para a &#8220;troca da memÃ³ria&#8221;, a resposta 78 Ã© clara ao afirmar que os dados (arquivos AFD) devem estar <strong>SEMPRE</strong> &#8211; <strong>NO REP</strong>. Isto se confirma nos artigos 4 e 21 da Portaria tambÃ©m.</p>
<p>Em resumo, a memÃ³ria do equipamento deve ser â€œ<strong>eterna</strong>â€œ,Â <strong>imutÃ¡vel</strong> e estar <strong>sempre Ã  disposiÃ§Ã£o</strong>Â <strong>(no prÃ³prio REP). </strong>EstaÂ serÃ¡ a Ãºnica prova jurÃ­dica doÂ empregador.Â Logo, Â nÃ£o serÃ£o aceitos back-ups.</p>
<p>VocÃª consegue garantir que a memÃ³ria do seu REP vai se manter imutÃ¡vel, e manter incÃ³lumes todos os dados de registro de ponto retidos por todo o tempo de uso e + 5 anos sem apagar ou se perder?? Â <strong>Claro que nÃ£o.</strong></p>
<p>ConseguirÃ¡ impedir que seja corrompida, sofra queimas, surtos ou descargas elÃ©tricas? Â <strong>NÃ£o</strong>. E o <strong>fabricante</strong> tambÃ©m <strong>nÃ£o</strong>!!</p>
<p>Mas nÃ£o Ã© exatamente isto Â que a portaria exige?? Â <strong>Sim</strong>.</p>
<p>Os REP utilizam memÃ³rias do tipo &#8220;flash&#8221; (NOR/NAND). Este tipo de memÃ³ria Ã© das mais seguras e muitas vezes o fabricante da memÃ³ria dÃ¡ garantias extensas: 100 anos, ou atÃ© mesmo vitalÃ­cia. Eles garantem que reformatam (<strong>consertam</strong>) ou atÃ© <strong>trocam</strong> as memÃ³rias defeituosas por todo este tempo. Contudo, quando o assunto Ã© <strong>garantir os dados</strong> (que Ã© o que promete o vendedor de REP, em conformidade com o que pede a portaria 1510), <strong>a coisa muda de figura</strong>.</p>
<p>Veja o que diz um dos fabricantes deste tipo de memÃ³ria:</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;EM HIPÃ“TESE ALGUMA</strong> A SAMSUNG, seus fornecedores ou qualquer AFILIADO <strong>SERÃ RESPONSÃVEL POR</strong> QUALQUER DANO INDIRETO, CONSEQÃœENTE, danos incidentais ou ESPECIAIS, qualquer perda financeira ou<strong> perda de dados ou arquivos</strong>, mesmo se SAMSUNG TENHA SIDO AVISADA DA POSSIBILIDADE DE TAIS DANOS E INDEPENDENTE DE FALHA PROPOSITAL, ESSENCIAL DE QUALQUER RECURSO.&#8221;</p></blockquote>
<p>Outros fabricantes como Toshiba San Disk e Kingston dizem o mesmo. Ou seja: <strong>NÃ£o garantem nem se responsabilizam por eventuais perdas de dados</strong>. Mas se der defeito, eles garantem o conserto ou substituiÃ§Ã£o da memÃ³ria.</p>
<p>EntÃ£o serÃ¡ que o fabricante de REP, que utiliza a tecnologia destes fabricantes, estÃ¡ garantindo algo que lhe seja possÃ­vel ?? Â <strong>Estamos certos que NÃƒO.</strong></p>
<p>Outro fato importante: Â O REP nÃ£o Ã© reaproveitÃ¡vel e se perde apÃ³s algum Â tempo de uso. Na prÃ¡tica, se a MRP encher (o que certamente irÃ¡ acontecer, jÃ¡ que nÃ£o pode ser apagada), vocÃª vai ter queÂ <strong>comprar outro REP</strong>. E<strong>Â manter os 2</strong>Â para a fiscalizaÃ§Ã£o;Â <strong>POR no mÃ­nimo + 5 ANOS, e em funcionamento!</strong>Â SerÃ£o 2 custos de manutenÃ§Ã£o, 2 responsabilidades para vocÃª. E que nÃ£o pÃ¡ra por aÃ­&#8230; JÃ¡ sabia disto?</p>
<p>AtenÃ§Ã£o aos detalhes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>O fabricante jÃ¡ Ã© obrigado a lhe dar 2 coisas:</h5>
<p>1-Â Art. 17. O fabricante do equipamento REP deverÃ¡ fornecer ao empregador usuÃ¡rio umÂ documento denominado &#8220;Atestado TÃ©cnico e Termo de Responsabilidade&#8221;Â assinado pelo responsÃ¡vel tÃ©cnico e pelo responsÃ¡vel legal pela empresa, afirmando expressamente que o equipamento e os programas nele embutidos atendem Ã sÂ determinaÃ§Ãµes desta portaria&#8230;</p>
<p>2- O termo de garantia do equipamento, que deve ser parte de qualquer produto.</p>
<p>Pesquisamos entre os fabricantes de REP e descobrimos que<strong>Â nestes 2 documentos, nenhum deles atualmenteÂ </strong><strong>garante que seu REP nÃ£o perderÃ¡ os dados independente do motivo; e, que, se isto ocorrer, serÃ¡ responsÃ¡vel pelos prejuÃ­zos e danos adivindos desta inadequaÃ§Ã£o Ã s exigÃªncias da Portaria 1510</strong>.</p>
<p>Curioso que o MTE, atravÃ©s da Portaria 793/11 estabeleceu um modelo-padrÃ£o para este atestado. PorÃ©m nÃ£o deixa claro que estÃ¡ assegurado a perenidade dos dados da MRP a quem compra o REP. Â  InseguranÃ§a!!</p>
<p>Portanto, garantir somente que atende Ã  1510, como estÃ£o fazendo atualmente,<strong> nÃ£o vale nada!</strong> Isto nÃ£o demonstra clareza ao consumidor! Â  Lembre-se que para a portaria 1510, nÃ£o importa o motivo&#8230; Â <strong>A MRP nÃ£o pode apagar</strong> durante todo o tempo de uso e apÃ³s isto, por mais 5 anos! Ela Ã© a <strong>Ãºnica prova jurÃ­dico-trabalhista do empregador, e Ã© isto que serÃ¡ exigido de vocÃª e de sua empresa</strong>.</p>
<p>Entenda que qualquer problema nesta memÃ³ria pode lhe render multas e perdas de processos trabalhistas. E se vocÃª nÃ£o exigir clareza de seu fornecedor, ficarÃ¡ difÃ­cil reclamar depois.</p>
<p>Certamente em caso de perdas na MRP, nÃ£o serÃ¡ fÃ¡cil recorrer ao MTE ou ao Certificador do produto.Â Por isto, nÃ£o esqueÃ§a!Â Antes de comprar,Â <strong>exija do fabricante, tudo o que a portaria pede, literalmente por escrito!</strong></p>
<h5></h5>
<h5><strong>O que devo exigir do fabricante:</strong></h5>
<p>VocÃª deve exigir por escrito que:</p>
<p>1) A garantia de que, conforme exigido na portaria, o REP possuiÂ MemÃ³ria deÂ Registro de Ponto â€“ <strong>MRP, onde os dados armazenados nÃ£oÂ possam ser apagados ou alterados, direta ou indiretamente.</strong></p>
<p>2) <strong>O fabricante se responsabilizarÃ¡ Â por qualquer perda de dados contidos na MRP, independente do motivo; e que, se isto ocorrer, ficarÃ¡ responsÃ¡vel pelos prejuÃ­zos e danos adivindos desta inadequaÃ§Ã£o Ã s exigÃªncias da Portaria 1510.</strong></p>
<p>3) Se possÃ­vel, faÃ§a um contrato de fornecimento e leve junto as informaÃ§Ãµes deste post a um advogado. Ele irÃ¡ auxiliar certamente.</p>
<p>TambÃ©m sugerimos questionar ao MTE por escrito que tipo de multa ou problema trabalhista vocÃª poderÃ¡ ter se o REP for roubado, se houver um incÃªndio Â em sua empresa. Afinal, nestes casos, os dados deixarÃ£o de estarÂ <strong>SEMPRE</strong>Â -Â <strong>NO REP</strong>.</p>
<p>Uma simples ocorrÃªncia policial, serÃ¡ aceita como justificativa, ou vocÃª continua sofrendo riscos de perder aÃ§Ãµes trabalhistas ??</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consumidor: Equipamentos que nÃ£o executam funÃ§Ãµes prometidas, podem caracterizar &#8220;vÃ­cio oculto&#8221;; isto Ã© previsto no CDC.</p>
<p>Como dizem os antigos: &#8220;Melhor prevenir do que remediar&#8221;!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bom, se alguÃ©m conseguir obter todas estas garantias do fabricante e as respostas do MTE, conte tudo isto para a gente!</p>
<p>Vamos querer comentar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ffffff;">mrp apagou falha defeito propaganda enganosa defesa consumidor ministÃ©rio do trabalho relogio de ponto comprar mrp apaga apagou defeito no rep portaria 1510 cancelada 373 sou obrigado passar cartÃ£o ponto registrar ponto adiada comprar nÃ£o comprar obrigatÃ³rio sistema alternativo sistemas alternativosao rep Â alternativa alternativas obrigatoriedade lei exigencia exigibilidade data implantaÃ§Ã£o implantar adequar adequaÃ§Ã£o relogio relÃ³gios de ponto venda compra vender comprar preÃ§o quanto custa prorrogado adiado 2012 norma regra clt exigencia</span></p>
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		<title>Ponto eletrÃ´nico: AudiÃªncia pÃºblica evidencia inviabilidade do novo sistema</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 18:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>autor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[12/04/2012 Governo, trabalhadores e empresÃ¡rios concordam em buscar acordo sobre ponto eletrÃ´nico &#160; Iara Farias Borges Governo, trabalhadores e empresÃ¡rios vÃ£o constituir uma comissÃ£o tripartite para discutir a regulamentaÃ§Ã£o de registro eletrÃ´nico de ponto nas empresas. A decisÃ£o foi anunciada nesta quinta-feira (12), durante audiÃªncia pÃºblica que discutiu na ComissÃ£o de Direitos Humanos e LegislaÃ§Ã£o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="portal-breadcrumbs">12/04/2012</div>
<h3>Governo, trabalhadores e empresÃ¡rios concordam em buscar acordo sobre ponto eletrÃ´nico</h3>
<div>
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<div id="___plusone_0"></div>
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</div>
<div id="content-core">
<p>&nbsp;</p>
<p>Iara Farias Borges</p>
<div id="parent-fieldname-text">
<p><img src="http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2012/04/12/resolveuid/6a47303d-f889-46a2-bc6f-213ca7d75d4f" alt="" /></p>
<p>Governo, trabalhadores e empresÃ¡rios vÃ£o constituir uma comissÃ£o tripartite para discutir a regulamentaÃ§Ã£o de registro eletrÃ´nico de ponto nas empresas. A decisÃ£o foi anunciada nesta quinta-feira (12), durante audiÃªncia pÃºblica que discutiu na ComissÃ£o de Direitos Humanos e LegislaÃ§Ã£o Participativa (CDH) a suspensÃ£o da portaria do MinistÃ©rio do Trabalho e Emprego que exige o uso do Registrador EletrÃ´nico de Ponto (REP).</p>
<p>Na avaliaÃ§Ã£o do presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), relator do Projeto de Decreto Legislativo (PDS)Â <a href="http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=98106" target="_blank">593/2010</a>, que susta os efeitos da portaria, Ã© preciso garantir seguranÃ§a jurÃ­dica Ã s relaÃ§Ãµes trabalhistas, para proteger tanto os trabalhadores como os empresÃ¡rios. O senador disse estar disposto a aguardar entendimento entre as partes envolvidas antes de elaborar seu parecer.</p>
<p>â€“ Se for possÃ­vel dialogar, e eu vi aqui que todo mundo quer dialogar, eu espero. Agora, se nÃ£o houver conversa, eu terei, naturalmente, de apresentar meu parecer e colocÃ¡-lo em votaÃ§Ã£o â€“ disse Paim.</p>
<p>O prazo para implementaÃ§Ã£o do REP, depois de vÃ¡rias prorrogaÃ§Ãµes, foi definido para este ano, de abril a setembro, de acordo com o setor empresarial.</p>
<p><strong>Fraudes no registro</strong></p>
<p>Ao defender a manutenÃ§Ã£o da portaria, a presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), RosÃ¢ngela Silva Rassy, afirmou que a necessidade do REP se impÃµe porque os sistemas de ponto eletrÃ´nico utilizados pelas empresas sÃ£o passÃ­veis de fraude, o que Ã© detectado em operaÃ§Ãµes de fiscalizaÃ§Ã£o do MinistÃ©rio do Trabalho.</p>
<p>As fraudes mais comuns, relatou, sÃ£o alteraÃ§Ãµes no sistema para exclusÃ£o de horas extras e de bancos de horas, bloqueio dos registros feitos fora do horÃ¡rio padrÃ£o, coaÃ§Ã£o para que o trabalhador nÃ£o registre as horas extraordinÃ¡rias trabalhadas e a marcaÃ§Ã£o automÃ¡tica do ponto.</p>
<p>No entanto, para o representante da ConfederaÃ§Ã£o Nacional das InstituiÃ§Ãµes Financeiras (CNF), DamiÃ£o Cordeiro de Moraes, o ministÃ©rio nÃ£o deve normatizar com base em uma situaÃ§Ã£o de exceÃ§Ã£o, uma vez que o nÃºmero de aÃ§Ãµes trabalhistas que reclamam de fraudes nos sistemas eletrÃ´nicos de ponto Ã© pequeno â€“ cerca de 2% do total.</p>
<p>DamiÃ£o Moraes afirmou que as empresas brasileiras vÃ£o ter de investir de R$ 5 bilhÃµes a R$ 6 bilhÃµes para implantar o REP, custo que, segundo ele, contraria a polÃ­tica do governo de desonerar a folha de pagamento. Ele afirmou nÃ£o ser contrÃ¡rio ao controle da jornada de trabalho, mas, sim, Ã  imposiÃ§Ã£o da adoÃ§Ã£o do REP por meio de portaria.</p>
<p>JÃ¡ o presidente da AssociaÃ§Ã£o Nacional dos Magistrados da JustiÃ§a do Trabalho (Anamatra), Renato Henry Santâ€™Anna, afirmou que, apesar de as aÃ§Ãµes trabalhistas nÃ£o questionarem especificamente os equipamentos de ponto, 80% delas dizem respeito a horas extras.</p>
<p>Ele observou que a falta de pagamento das horas excedentes resulta em prejuÃ­zo ao trabalhador e Ã  UniÃ£o, que deixa de arrecadar o Fundo de Garantia do Tempo de ServiÃ§o (FGTS) e o Imposto de Renda.</p>
<p>Segundo a representante do MinistÃ©rio do Trabalho e Emprego, Vera Albuquerque, o sistema eletrÃ´nico de registro de ponto tende a ser adotado por todas as empresas, em razÃ£o da facilidade tecnolÃ³gica e da seguranÃ§a jurÃ­dica. As dificuldades e problemas verificados com o sistema podem ser resolvidos, observou.</p>
<p><strong>Alternativas</strong></p>
<p>Ao pedir que a suspensÃ£o da portaria seja aprovada pelo Senado, a representante dos pequenos fabricantes de relÃ³gio e sistemas de ponto, Lucienne Fontes, argumentou ser inviÃ¡vel a produÃ§Ã£o dos equipamentos exigidos pelo ministÃ©rio. Ela afirmou que o REP nÃ£o impossibilita a fraude, nem pode ter garantia de funcionamento, sempre disponÃ­vel aos trabalhadores e Ã  fiscalizaÃ§Ã£o.</p>
<p>â€“ NÃ£o somos nem contra nem a favor Ã  portaria, mas contra a obrigatoriedade de um equipamento que Ã© falho. NÃ£o entendo porque os fabricantes nÃ£o informam isso. NÃ£o dÃ¡ pra ter lucro em cima de uma mentira â€“ disse Lucienne Fontes.</p>
<p>Apesar de considerar importante a regulamentaÃ§Ã£o do ponto eletrÃ´nico, o gerente-executivo de RelaÃ§Ãµes de Trabalho da ConfederaÃ§Ã£o Nacional da IndÃºstria (CNI), Emerson Casali Almeida, tambÃ©m defendeu a extinÃ§Ã£o da portaria. Ele sugeriu a utilizaÃ§Ã£o de certificaÃ§Ã£o digital para garantir a seguranÃ§a jurÃ­dica.</p>
<p>A inviabilidade do REP tambÃ©m foi ressaltada pelo vice-presidente da ConfederaÃ§Ã£o Nacional do ComÃ©rcio (CNC), deputado federal LaÃ©rcio JosÃ© de Oliveira (PR-SE). Ele tambÃ©m defendeu a certificaÃ§Ã£o digital dos sistemas em uso e a extinÃ§Ã£o da portaria, a ser substituÃ­da por outra resultante da discussÃ£o entre os setores envolvidos.</p>
<p>Apesar de defenderem a manutenÃ§Ã£o da portaria que regula o REP como meio de auferir as horas trabalhadas, os representantes dos trabalhadores concordaram com a discussÃ£o do tema. Ledja Australino Silva, que representou da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), afirmou que os problemas devem ser discutidos para aprimorar os equipamentos e garantir os direitos dos trabalhadores e empregadores.</p>
</div>
<p>AgÃªncia Senado</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Portaria 1510 x Competitividade</title>
		<link>https://www.relogio.deponto.com.br/portaria-1510-x-competitividade/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 00:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>autor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Competitividade: contradiÃ§Ãµes do governo TerÃ§a, 10 de Abril de 2012 Fonte:Â http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,competitividade-contradicoes-do-governo,859178.htm As Ãºltimas semanas foram marcadas por vÃ¡rias medidas em favor da melhoria da competitividade brasileira. A que mais chamou a atenÃ§Ã£o foi a desoneraÃ§Ã£o da folha de salÃ¡rios. Falou-se tambÃ©m sobre tributos, energia, infraestrutura, burocracia e educaÃ§Ã£o. Abordarei esses dois Ãºltimos temas. No mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="corpo">
<div id="corpoMateria">
<h1>Competitividade: contradiÃ§Ãµes do governo</h1>
<div>TerÃ§a, 10 de Abril de 2012</div>
<div>Fonte:Â <a href="http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,competitividade-contradicoes-do-governo,859178.htm">http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,competitividade-contradicoes-do-governo,859178.htm</a></div>
<p>As Ãºltimas semanas foram marcadas por vÃ¡rias medidas em favor da melhoria da competitividade brasileira. A que mais chamou a atenÃ§Ã£o foi a desoneraÃ§Ã£o da folha de salÃ¡rios. Falou-se tambÃ©m sobre tributos, energia, infraestrutura, burocracia e educaÃ§Ã£o. Abordarei esses dois Ãºltimos temas.</p>
<p>No mesmo momento em que o governo jurou simplificar a infernal burocracia, o MinistÃ©rio do Trabalho e Emprego (MTE) implantou uma enorme complicaÃ§Ã£o para controlar a jornada de trabalho. Trata-se do Registrador EletrÃ´nico do Ponto (REP) &#8211; aparelho modelo Ãºnico que todas as empresas com mais de dez empregados estÃ£o obrigadas a adquirir.</p>
<p>Doravante, os empregados terÃ£o de marcar o ponto nesse aparelho e obter um papelzinho que deve ser guardado pelo resto da vida, para eventuais disputas trabalhistas. O ritual Ã© demorado, formam-se filas e gasta-se um tempo precioso para a empresa e para o empregado, quando a tendÃªncia moderna Ã© a eliminaÃ§Ã£o do uso de ponto ou a sua efetivaÃ§Ã£o por meio de sistemas disponÃ­veis no mercado e que sÃ£o inviolÃ¡veis. As empresas que dispÃµem de tais sistemas &#8211; que exigiram investimentos &#8211; terÃ£o de sucateÃ¡-los para adquirir o REP. Estima-se que o setor produtivo nacional gastarÃ¡ cerca de R$ 5 bilhÃµes na compra e instalaÃ§Ã£o do novo equipamento.</p>
<p>NÃ£o dÃ¡ para entender a razÃ£o dessa complicaÃ§Ã£o, porque os dados do prÃ³prio MTE indicam que, das 18 mil multas lavradas no campo da jornada de trabalho em 2011, nenhuma foi por causa da violaÃ§Ã£o de relÃ³gio de ponto.</p>
<p>Querem mais uma complicaÃ§Ã£o? Com a entrada em vigor da lei que regula o teletrabalho (Lei n.Âº 12.551/11), pergunto: haverÃ¡ um REP para cada local onde estÃ£o os que trabalham a distÃ¢ncia?</p>
<p>Essa medida Ã© um absurdo numa hora em que se busca simplificar os processos para ganhar eficiÃªncia. Os nossos concorrentes estÃ£o morrendo de rir&#8230;</p>
<p>&#8230;.</p>
<p>NÃ£o consigo entender a razÃ£o dessas contradiÃ§Ãµes dentro do mesmo governo. Sinceramente, estÃ¡ difÃ­cil pensar que o Brasil seja um paÃ­s sÃ©rio.</p>
<p>&#8230;<br />
Sejamos realistas. Para ganharmos competitividade, precisamos que as aÃ§Ãµes sejam, no mÃ­nimo, convergentes, e nÃ£o contraditÃ³rias.</p>
<p>Mas hÃ¡ esperanÃ§a. Se a presidente Dilma quiser, as duas contradiÃ§Ãµes apontadas podem ser corrigidas de modo firme e expedito.</p>
<p><strong>Se vocÃª concorda com isso, escreva a ela.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>OpiniÃ£o do Blog RelÃ³gio de Ponto</p>
<p>Se vocÃª nÃ£o concorda com a Portaria 1510, ou atÃ© mesmo concorda, mas gostaria de melhorÃ¡-la em algo, envie isto Ã  Presidente.</p>
<p>Mobilizar neste momento Ã© fazer valer seus direitos.</p>
<p>Ã‰ possÃ­vel obter na internet os endereÃ§os de e-mail da PresidÃªncia e tambÃ©m da Casa Civil.</p>
</div>
</div>
<div id="foot"></div>
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		<item>
		<title>Ponto EletrÃ´nico: O que fazer??</title>
		<link>https://www.relogio.deponto.com.br/ponto-eletronico-o-que-fazer/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 12:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>autor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Portaria 1510 do MTE, jÃ¡ adiada por 5 vezes e agora vi uma reportagem dizendo que Ã© obrigatÃ³rio. Veio um vendedor em minha empresa e informou que sou obrigada a comprar um relÃ³gio da &#8220;nova lei&#8221;. &#160; E agora??? E o que fazer? Devo comprar o &#8220;novo&#8221; equipamento? &#160; Em momentos como este muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Portaria 1510 do MTE, jÃ¡ adiada por 5 vezes e agora vi uma reportagem dizendo que Ã© obrigatÃ³rio.</p>
<p>Veio um vendedor em minha empresa e informou que sou obrigada a comprar um relÃ³gio da &#8220;nova lei&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>E agora???</h4>
<h4>E o que fazer? Devo comprar o &#8220;novo&#8221; equipamento?</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em momentos como este muitas perguntas chegam ao Blog. As empresas ficam novamente preocupadas e muitas vezes atÃ© mesmo desorientadas sobre o que fazer a respeito. Para piorar a situaÃ§Ã£o, boa parte dos vendedores faz questÃ£o de desinformar ao invÃ©s de prestar bons serviÃ§os.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>AÃ­ vamos nÃ³s novamente emitir nossa opiniÃ£o e dar esclarecimentos confiÃ¡veis.</p>
<p><strong>1. Tenho uma pequena empresa. Sou obrigada a comprar o REP agora?</strong></p>
<p><strong>NÃ£o deve comprar nada <span style="text-decoration: underline;">agora </span>se for <span style="text-decoration: underline;">pequena/mÃ©dia empresa ou do ramo agrÃ­cola</span>. </strong>Porque para estas categorias empresariais, as datas sÃ£o <span style="text-decoration: underline;">Setembro </span>e <span style="text-decoration: underline;">Junho</span>, respectivamente.</p>
<p>Obs.: Ainda hÃ¡ uma controvÃ©rsia, pois o texto do Ãºltimo adiamento deixa a entender que a exigibilidade dos REP se daria apÃ³s a carÃªncia de 1 ano sobre esta vigÃªncia de agora. E neste sentido, talvez valha consultar um advogado e ver formas de garantir este entendimento.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">2. Uso relÃ³gio mecÃ¢nico atualmente. Devo comprar o REP?</span></p>
<p>NÃ£o deve comprar se utiliza livro de ponto ou relÃ³gio mecÃ¢nico (com registro em cartÃ£o de papel).</p>
<p>Se vocÃª nÃ£o sabe ainda, a Portaria 1510 nÃ£o obriga nenhuma empresa a utilizar o relÃ³gio eletrÃ´nico. Portanto, se vocÃª usa estas 2 opÃ§Ãµes citadas no item 2, o melhor a fazer agora Ã© manter do jeito que estÃ¡. Â Se utiliza relÃ³gio eletrÃ´nico e pretende passar a usar o livro ou o relÃ³gio mecÃ¢nico, isto tambÃ©m estÃ¡ permitido!</p>
<p><strong>3. Devo comprar um REP se eu jÃ¡ possuo relÃ³gio eletrÃ´nico?</strong></p>
<p>Em nossa opiniÃ£o, vocÃª que utiliza relÃ³gio eletrÃ´nico nÃ£o adequado Ã  1510, pode tambÃ©m mantÃª-lo por <span style="text-decoration: underline;">mais algum tempo</span>, pois o MTE garante nÃ£o multar agora, mas somente orientar nos prÃ³ximos 90 dias.</p>
<blockquote><p>&#8220;ObserveÂ-se que nos primeiros noventa dias de obrigatoriedade de utilizacao do REP a fiscalizacao serÃ¡Â orientativa, conforme art. 627 da CLT e art. 23 do Decreto no 4.552/2002, Regulamento da Inspecao do Trabalho&#8221; (texto extraÃ­do do site do MTE na data de hoje)</p></blockquote>
<p>Afinal, a portaria 1510 foi adiada por 5 vezes na Ãºltima hora. E se for novamente adiada ou cancelada???</p>
<p><strong>4. Qual o melhor REP do mercado?</strong></p>
<p>O que dizemos aos pretensos consumidores destes produtos Ã© que Ã© preciso saber que por falhas na especificaÃ§Ã£o e tambÃ©m na conduÃ§Ã£o do processo, <span style="text-decoration: underline;">nenhum equipamento disponÃ­vel no mercado atende plenamente aos requisitos definidos na Portaria 1510</span>, apesar de homologados.</p>
<p>Por que isto ocorre? Isto Ã© devido ao fato de a portaria ter sido criada sem consulta Ã  sociedade em geral. A medida foi tomada sem qualquer discussÃ£o. E esta seria a condiÃ§Ã£o primeira para tambÃ©m se estabelecer as Normas TÃ©cnicas relativas ao produto. Mas nada disto foi feito no inÃ­cio. Com a portaria editada, produtos foram sendo fabricados, e nenhuma norma tÃ©cnica existia. Por consequÃªncia, a ausÃªncia de normas trouxe produtos mal concebidos e homologaÃ§Ãµes imprecisas. Esta foi a porta de entrada para os inÃºmeros problemas tÃ©cnicos que aÃ­ estÃ£o. Talvez isto agora torne claro para vocÃª porque tantos adiamentos&#8230;</p>
<p>No fim de 2011 o MTE reconheceu a falta de normas, os problemas de homologaÃ§Ã£o, e chamou o Inmetro para tentar consertar. Mas infelizmente isto ainda nÃ£o significa nada! NÃ£o existe nada ainda sob a intevenÃ§Ã£o do Inmetro, que anunciou que serÃ£o necessÃ¡rios 24 a 36 meses para que possa avalizar as &#8220;novas&#8221; certificaÃ§Ãµes. Ou seja, os REP que existem hoje foram &#8220;homologados&#8221; Â entre marÃ§o/2010 e janeiro/2012. E o Inmetro sÃ³ garantirÃ¡ produtos homologados a partir do final de 2013/2014.</p>
<p>Conclui-se com isto, caros leitores, que o risco Ã© de quem comprar! NÃ£o Ã© um risco apenas de comprar um produto e perdÃª-los logo a seguir&#8230; Ã‰ muito mais! Ã‰ o risco trabalhista de utilizar produtos em desconformidade e poder ser penalizado por isto atÃ© os prÃ³ximos 5 anos&#8230; pense nisto!</p>
<p><strong>5. Qual marca de relÃ³gio vocÃªs recomendam?</strong></p>
<p>Este site nÃ£o foi criado com objetivos comerciais. Portanto, a todos que nos pedem opiniÃµes, recomendamos ler muito, estudar muito antes de comprar. Isto inclui observar outras tecnologias e outras opÃ§Ãµes de controle para sua empresa.Â Pesquise tambÃ©m em sites de reclamaÃ§Ã£o como o Reclame Aqui, ou atÃ© mesmo neste Blog, onde jÃ¡ relatamos vÃ¡rias vezes reclamaÃ§Ãµes de empresas usuÃ¡rias.</p>
<p>Tenha em mente que nÃ£o basta ter um REP &#8220;homologado&#8221;. Ele tem que de fato corresponder ao que Ã© exigido pela 1510. E jÃ¡ que sabemos que hÃ¡ falhas nas homologaÃ§Ãµes, isto pode colocar a empresa usuÃ¡ria em enormes dificuldades.</p>
<p>Exija claramente de seu fornecedor um compromisso. O Atestado TÃ©cnico obrigatÃ³rio Ã© insuficiente para isto. VocÃª deve exigir que ele se manifeste sobre quais serÃ£o suas garantias em possÃ­veis falhas do equipamento que lhe trouxerem prejuÃ­zos trabalhistas. Confronte o Atestado TÃ©cnico com o Termo de Garantia do produto e veja se estÃ¡ sendo fornecido ao consumidor a garantia necessÃ¡ria, conforme exigido pela Portaria 1510. E a questÃ£o Ã© sutil e complexa. Estude a fundo.</p>
<p>Veja por exemplo a questÃ£o da &#8220;MemÃ³ria InviolÃ¡vel&#8221;. Â A Portaria diz que &#8220;nenhum dado pode ser alterado ou apagado da memÃ³ria&#8221;. Neste caso hÃ¡ entraves tecnolÃ³gicos conhecidos, como:</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #000000;">Nenhuma memÃ³ria eletrÃ´nica consegue garantir inviolabilidade ou retenÃ§Ã£o dos dados para sempre (ou nem mesmo por 5 anos).</span></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #000000;">Os fabricantes das memÃ³rias usadas nos REP garantem as memÃ³rias, mas nÃ£o os dados contidos nela. (Lembre-se que estes sÃ£o os dados fiscais que segundo a Portaria, devem ser inviolÃ¡veis e por isto devem ser mantidos por 5 anos para efeitos de fiscalizaÃ§Ã£o e demandas judiciais)</span></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">NÃ£o serÃ¡ possÃ­vel </span><span style="font-size: x-small;">vender ou reaproveitar o REP apÃ³s a memÃ³ria se encher; (Isto mesmo! O REP quando enche a memÃ³ria, deve ser mantido funcionando para fiscalizaÃ§Ã£o por mais 5 anos e aÃ­ vocÃª terÃ¡ que comprar outro REP para novos registros de ponto&#8230;). Este processo se repete sempre que a memÃ³ria encher</span></span></li>
</ul>
<p>Por ordem do MTE, o fabricante fornece atestado que garante que os equipamentos nÃ£o possuem mecanismos e dispositivos que permitam restriÃ§Ãµes, bloqueios e apagamento dos dados. Mas ele nÃ£o garante sequer que em caso de perda de dados a sua empresa possa contar com alguma alternativa vÃ¡lida judicialmente. E se a memÃ³ria Ã© passÃ­vel de falhas&#8230; quem irÃ¡ socorrer a sua empresa quanto Ã s novas exigÃªncias feitas pela 1510? O fabricante? O homologador? O MTE?</p>
<p>Fique atento, pois o mercado anda repleto de Vendedores de Sonhos.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">6. Me informaram que agora toda empresa deve ter o relÃ³gio biomÃ©trico ou da digital. Isto Ã© verdade?</span></p>
<p>NÃ£o Ã© verdade. Existem modelos diversos e este &#8220;da digital&#8221; talvez nem seja o mais adequado Ã  sua atividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>CenÃ¡rio atual:</h3>
<p>-Equipamentos disponÃ­veis no mercado sequer cumprem as exigÃªncias da 1510.</p>
<p>-Empresas compradoras nÃ£o possuem garantias quanto ao uso do equipamento.</p>
<p>-Problemas de homologaÃ§Ã£o nÃ£o solucionados.</p>
<p>-Propostas alternativas apresentadas pelos setores da sociedade nÃ£o foram devidamente analisadas pelo Governo.</p>
<p>-Projetos de Lei em andamento no Senado e CÃ¢mara podem sustar a Portaria 1510.</p>
<p>-NÃ£o foi nomeado o novo Ministro do Trabalho. (que Ã© quem deverÃ¡ conduzir o diÃ¡logo sobre o assunto)</p>
<p>-Conflitos com a nova lei aprovada do Teletrabalho inviabilizam os REP</p>
<p>-O momento do paÃ­s Ã© de reduÃ§Ã£o de custos para a indÃºstria, em face ao momento econÃ´mico e Ã  desindustrializaÃ§Ã£o.</p>
<p>Por estes e outros motivos,Â <span style="text-decoration: underline;">nÃ£o acreditamos que entre em vigor da forma como ainda se apresenta hoje</span>.</p>
<h4>ConsideraÃ§Ãµes Finais:</h4>
<p>Amigos leitores, este Blog se fez pela opiniÃ£o dos Autores e tambÃ©m de seus Leitores.</p>
<p>NÃ£o se considerou atÃ© hoje que um RelÃ³gio de Ponto EletrÃ´nico Ã© apenas uma automaÃ§Ã£o de um processo que existe hÃ¡ anos nas empresas de todo o mundo. A automaÃ§Ã£o em si traz reduÃ§Ã£o de custos e facilidade. Por isto naturalmente vinha sendo bem aceito pelo mercado durante todos estes anos.</p>
<p>Acreditamos que uma soluÃ§Ã£o inadequada, de alto custo e que nÃ£o traz benefÃ­cios nÃ£o serÃ¡ comprada pelo mercado, mas apenas por quem nÃ£o entendeu adequadamente o problema. Isto sÃ³ penaliza nossa sociedade e nossas empresas.</p>
<p>Este Post tem a Ãºnica intenÃ§Ã£o de orientar pessoas e empresas. TornÃ¡-las cientes dos problemas existentes. E jÃ¡ que hÃ¡ opÃ§Ãµes, que elas possam escolher a melhor!</p>
<p>Se vocÃª ainda tem dÃºvidas especÃ­ficas, deixe abaixo sua opiniÃ£o!</p>
<h3>Continue lendo sobre o que fazer em:</h3>
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<h5><a href="http://www.relogio.deponto.com.br/conversando-sobre-o-rep/" target="_blank">http://www.relogio.deponto.<wbr>com.br/conversando-sobre-o-<wbr>rep/</wbr></wbr></a></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>AtualizaÃ§Ã£o do Post:</p>
<p>PS. Recebemos uma informaÃ§Ã£o de que as dezenas de ReclamaÃ§Ãµes sobre REP /SREP feitas no site RECLAME AQUI sumiram, e, muitas delas sem soluÃ§Ã£o! Estranhamos este procedimento e tentaremos buscar explicaÃ§Ãµes junto aos editores do site. Decidimos assim criar aqui mais um espaÃ§o para que os consumidores possam continuar a reclamar. Conte para nÃ³s seus problemas e experiÃªncias. Quem sabe compartilhando problemas encontraremos as soluÃ§Ãµes?</p>
<p><a href="http://www.relogio.deponto.com.br/denuncie-ou-reclame/">http://www.relogio.deponto.com.br/denuncie-ou-reclame/</a></p>
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		<slash:comments>56</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Permanece impasse acerca da Portaria 1510 &#8211; Parlamentar chama a atenÃ§Ã£o para o problema.</title>
		<link>https://www.relogio.deponto.com.br/discussoes-portaria-1510-camar/</link>
		<comments>https://www.relogio.deponto.com.br/discussoes-portaria-1510-camar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 11:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>autor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Legalidades]]></category>
		<category><![CDATA[RegulamentaÃ§Ã£o]]></category>
		<category><![CDATA[RelÃ³gios de Ponto]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas NotÃ­cias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pronunciamento do Dep. Renato Molling CÃ‚MARA DOS DEPUTADOS SessÃ£o: 021.2.54.O Hora: 10:18 Fase: BC Orador: RENATO MOLLING, PP-RS Data: 29/02/2012 Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, vamos tratar, nesta oportunidade, de um tema que tem sido objeto da nossa atenÃ§Ã£o jÃ¡ hÃ¡ algum tempo. Estamos nos referindo Ã  Portaria nÂº 1.510, editada pelo MinistÃ©rio do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="600">
<h2>Pronunciamento do Dep. Renato Molling</h2>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="600">
<h2>CÃ‚MARA DOS DEPUTADOS</h2>
</td>
<td width="160" align="right"></td>
</tr>
<tr>
<td>SessÃ£o: 021.2.54.O</td>
<td align="right">Hora: 10:18</td>
<td align="right">Fase: BC</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">Orador: RENATO MOLLING, PP-RS</td>
<td align="right">Data: 29/02/2012</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<blockquote><p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, vamos tratar, nesta oportunidade, de um tema que tem sido objeto da nossa atenÃ§Ã£o jÃ¡ hÃ¡ algum tempo. Estamos nos referindo Ã  Portaria nÂº 1.510, editada pelo MinistÃ©rio do Trabalho e Emprego no ano de 2009 e que atÃ© hoje tem causado muita polÃªmica.<br />
A referida portaria visa a disciplinar o registro eletrÃ´nico de ponto e a utilizaÃ§Ã£o do Sistema de Registro EletrÃ´nico de Ponto, identificado pela sigla SREP. Nos termos da Portaria, &#8220;<em>SREP Ã© o conjunto de equipamentos e programas informatizados destinados Ã  anotaÃ§Ã£o por meio eletrÃ´nico da entrada e saÃ­da dos trabalhadores das empresas&#8221;.</em><br />
De acordo com a portaria, todas as empresas que jÃ¡ fazem uso de equipamento eletrÃ´nico para registro da jornada de trabalho serÃ£o obrigadas a adotar o novo sistema, cujas principais novidades sÃ£o a instalaÃ§Ã£o de memÃ³ria protegida e a impressÃ£o de comprovantes dos horÃ¡rios de entrada e de saÃ­da dos empregados.<br />
NÃ£o somos contra, em absoluto, as iniciativas de defesa dos empregados, mas as mudanÃ§as precisam ser feitas apÃ³s um debate aberto e consensual entre os diversos segmentos da sociedade, como Poder Executivo, Congresso Nacional, trabalhadores e empregadores.<br />
AlÃ©m dos problemas de ordem legal, hÃ¡ tambÃ©m implicaÃ§Ãµes de outra natureza. Ã‰ o caso, por exemplo, do substancial aumento dos custos das empresas com a aquisiÃ§Ã£o de novos equipamentos ou a adaptaÃ§Ã£o dos sistemas antigos e a exigÃªncia de emissÃ£o de recibo de comprovante do registro de ponto em papel, providÃªncias que deverÃ£o atingir mais pesadamente as pequenas empresas. Tal exigÃªncia, aliÃ¡s, mostra-se um verdadeiro contrassenso nos dias atuais, em que se busca, cada vez mais, a informatizaÃ§Ã£o dos procedimentos administrativos como forma de reduÃ§Ã£o das despesas nÃ£o apenas dos empregadores privados, mas, igualmente, dos Ã³rgÃ£os pÃºblicos.<br />
No Congresso Nacional, inÃºmeros Parlamentares apresentaram projetos de decreto legislativo com a finalidade de sustar os efeitos dessa portaria. Cito o PDC 2.839, de 2010, do Deputado Arnaldo Madeira, ao qual foram apensados outros quatro projetos, todos com o mesmo objeto: o PDC 2.847, de 2010, do Deputado Walter Ihoshi, e os PDCs 4, 5 e 6, os trÃªs de 2011, dos Deputados Vanderlei Macris, Gonzaga Patriota e Guilherme Campos, respectivamente.<br />
As proposiÃ§Ãµes foram distribuÃ­das Ã  ComissÃ£o de Trabalho, de AdministraÃ§Ã£o e ServiÃ§o PÃºblico &#8211; CTASP, para anÃ¡lise do mÃ©rito, e Ã  ComissÃ£o de ConstituiÃ§Ã£o e JustiÃ§a e de Cidadania &#8211; CCJC, para apreciaÃ§Ã£o da constitucionalidade, juridicidade e tÃ©cnica legislativa.<br />
Na CTASP, reconhecendo-se a controvÃ©rsia gerada pela matÃ©ria, foi aprovado parecer favorÃ¡vel Ã  sustaÃ§Ã£o da portaria. Resta, agora, apreciÃ¡-la na CCJC, onde jÃ¡ hÃ¡ parecer pela constitucionalidade dos PDCs.<br />
Registre-se que tambÃ©m no Senado Federal foi apresentada proposiÃ§Ã£o objetivando a sustaÃ§Ã£o da portaria. Naquela Casa, o PDC foi recentemente aprovado pela ComissÃ£o de Assuntos Sociais, e serÃ¡ encaminhado para a ComissÃ£o de Direitos Humanos antes de ser enviado para o exame do PlenÃ¡rio.<br />
Como jÃ¡ dissemos, Ã© inegÃ¡vel que a execuÃ§Ã£o da portaria gerou controvÃ©rsias. E prova desse fato Ã© o comportamento do prÃ³prio MinistÃ©rio do Trabalho e Emprego em relaÃ§Ã£o Ã  vigÃªncia do ato normativo. O prazo estipulado pela portaria para a instalaÃ§Ã£o do sistema eletrÃ´nico era o dia 21 de agosto de 2010, mas esse prazo jÃ¡ foi adiado cinco vezes por aquele Ã³rgÃ£o do Poder Executivo atÃ© a presente data, em face dos inÃºmeros problemas ainda nÃ£o solucionados.<br />
Essa controvÃ©rsia tambÃ©m jÃ¡ se encontra no JudiciÃ¡rio, onde foram ajuizadas vÃ¡rias aÃ§Ãµes em que se requer a suspensÃ£o dos efeitos da portaria. Depois de inÃºmeras liminares concedidas em diversos Estados da FederaÃ§Ã£o, a questÃ£o jÃ¡ recebeu decisÃ£o favorÃ¡vel da segunda instÃ¢ncia trabalhista do ParanÃ¡, que desobrigou as empresas reclamantes de cumprirem a Portaria nÂº 1.510, de 2009.<br />
E, para que nÃ£o fique a sensaÃ§Ã£o de que apenas os empregadores se sentem contrariados com os dispositivos da portaria, devemos registrar que tambÃ©m as centrais sindicais solicitaram que o MinistÃ©rio do Trabalho e Emprego tornasse flexÃ­vel a sua aplicaÃ§Ã£o, no que foram atendidos pela ediÃ§Ã£o de uma portaria que permite que os sindicatos dos trabalhadores possam negociar acordos e liberar as empresas de aderir Ã  portaria.<br />
Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, diante dos argumentos, trazidos Ã  exaustÃ£o, Ã© evidente o impasse gerado sobre a aplicaÃ§Ã£o da Portaria nÂº 1.510. Passados 2 anos e meio de sua ediÃ§Ã£o, com a alteraÃ§Ã£o do prazo para a sua vigÃªncia em cinco oportunidades e um grande nÃºmero de decisÃµes judiciais favorÃ¡veis Ã  sua suspensÃ£o, o tema ainda gera muita inseguranÃ§a entre empregadores e trabalhadores.<br />
Eram essas as minhas consideraÃ§Ãµes.<br />
PeÃ§o que este discurso seja registrado nos Ã³rgÃ£os de comunicaÃ§Ã£o desta Casa.<br />
Muito obrigado.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<p style="font-family: Arial;">
<p style="font-family: Arial;">Notas:</p>
<p style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lembramos que recentemente no Senado outro projeto que igualmente a suspensÃ£o da Portaria 1510 foi aprovado na CAS. Seguiu para a CDH e jÃ¡ possui novo relator, o Senador Maldaner (SC).<br />
</span></span></span></p>
<p style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Problemas nos equipamentos e em suas homologaÃ§Ãµes persistem.<br />
</span></span></span></p>
<ul style="font-family: Arial;">
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grandes 	empresas tem nova data em 1/04<br />
</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Empresas 	agrÃ­colas a partir de 01/06<br />
</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Micro 	e Pequenas empresas somente em SETEMBRO.<br />
</span></span></span></li>
</ul>
<p style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O mercado aguarda com estagnaÃ§Ã£o e ansiedade soluÃ§Ã£o para o problema.</span></span></span></p>
<p style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><br />
Ainda nÃ£o se sabe se estas datas serÃ£o aplicÃ¡veis em 2012, ou 2013, uma vez que o texto do Ãºltimo adiamento (o quinto) foi bastante complexo. </span></span></span></p>
<p style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Vide link <a href="http://www.relogio.deponto.com.br/adiado-pela-5-vez/">http://www.relogio.deponto.com.br/adiado-pela-5-vez/</a></span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></p>
<p style="font-family: Arial;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Sem soluÃ§Ã£o para o impasse, vislumbramos um novo adiamento&#8230;</span></p>
<p><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.relogio.deponto.com.br%2Fdiscussoes-portaria-1510-camar%2F&amp;linkname=Permanece%20impasse%20acerca%20da%20Portaria%201510%20%E2%80%93%20Parlamentar%20chama%20a%20aten%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o%20para%20o%20problema." title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="https://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.relogio.deponto.com.br%2Fdiscussoes-portaria-1510-camar%2F&amp;linkname=Permanece%20impasse%20acerca%20da%20Portaria%201510%20%E2%80%93%20Parlamentar%20chama%20a%20aten%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o%20para%20o%20problema." title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="https://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.relogio.deponto.com.br%2Fdiscussoes-portaria-1510-camar%2F&amp;linkname=Permanece%20impasse%20acerca%20da%20Portaria%201510%20%E2%80%93%20Parlamentar%20chama%20a%20aten%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o%20para%20o%20problema." title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="https://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.relogio.deponto.com.br%2Fdiscussoes-portaria-1510-camar%2F&amp;linkname=Permanece%20impasse%20acerca%20da%20Portaria%201510%20%E2%80%93%20Parlamentar%20chama%20a%20aten%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o%20para%20o%20problema." title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="https://www.relogio.deponto.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="https://www.relogio.deponto.com.br/discussoes-portaria-1510-camar/" data-text="Permanece impasse acerca da Portaria 1510 &#8211; Parlamentar chama a atenÃ§Ã£o para o problema."></a><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="https://www.relogio.deponto.com.br/discussoes-portaria-1510-camar/"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="https://www.relogio.deponto.com.br/discussoes-portaria-1510-camar/"></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=https%3A%2F%2Fwww.relogio.deponto.com.br%2Fdiscussoes-portaria-1510-camar%2F&amp;title=Permanece%20impasse%20acerca%20da%20Portaria%201510%20%E2%80%93%20Parlamentar%20chama%20a%20aten%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o%20para%20o%20problema." id="wpa2a_20">Compartilhe - Ajude a divulgar</a></p>]]></content:encoded>
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