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                    <title>Remixando</title>
                    <link>http://www.remixando.com.br</link>
                    <description>Narrativas e Remixagens do Remixando</description>
                    <language>pt-br</language>
                    <lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 09:56:11 GMT+3</lastBuildDate>
                    <docs>http://www.remixando.com.br</docs>
                    <managingEditor>contato@remixando.com.br</managingEditor>
                    <webMaster>contato@remixando.com.br</webMaster>
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                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/MamawSkz97s/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[19/11/2011]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>&amp;nbsp;asfafasfas<br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=5&amp;narrativa_id=944</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: adsads&lt;?php phpinfo() ?&gt;]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/-KgnlTusoS8/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[19/11/2010]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Linda<br><br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=5&amp;narrativa_id=943</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: UM DIA NEM T&Atilde;O FELIZ]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/1XV4sVtOW_U/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[18/09/2009]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Welson Menescal<br>Ent&amp;atilde;o tive um dia que no m&amp;iacute;nimo pode ser chamado de engra&amp;ccedil;ado, eu to sem trabalho, mas essa nem &amp;eacute; a melhor ou mais interessante da hist&amp;oacute;ria. Tive uma entrevista em uma transportadora em um lugar muito, muito mais muito longe. Cheguei l&amp;aacute; meia hora antes do combinado como qualquer desempregado faria.
S&amp;oacute; que como o local &amp;eacute; super protegido por seguran&amp;ccedil;as armados eu n&amp;atilde;o pude entrar e tive que esperar do lado de fora, de camisa, cal&amp;ccedil;as e sapatos sociais e uma temperatura que n&amp;atilde;o chegava aos 16&amp;deg;. Esperei e esperei, resolvi para tentar aquecer meu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ligar para a minha m&amp;atilde;e e perguntar como tinha come&amp;ccedil;ado o dia dela.
&amp;nbsp;
Ela me retornou, pois n&amp;atilde;o tinha cr&amp;eacute;ditos no celular e com voz de sono ela me perguntou o que havia acontecido e eu disse o que estava acontecendo comigo naquele come&amp;ccedil;o de dia. Ela sem muita paci&amp;ecirc;ncia me disse &amp;ldquo;Meu filho o ar condicionado do quarto estar marcando 18&amp;deg; e eu n&amp;atilde;o to com frio&amp;rdquo; me desejou boa sorte e um bom dia.
&amp;nbsp;
Depois dessa n&amp;atilde;o seria um seguran&amp;ccedil;a que me deixaria passar frio e ele viu dentro dos meus olhos que eu poderia me tornar uma pessoa perigosa (risos). Entrei e j&amp;aacute; havia mais pessoas esperando para ser entrevistadas. Fomos para uma sala e tr&amp;ecirc;s horas depois fomos liberados.
&amp;nbsp;
Cheguei com a mo&amp;ccedil;a que entrevistou meu grupo e perguntei se havia um caixa eletr&amp;ocirc;nico pr&amp;oacute;ximo dali, mas n&amp;atilde;o havia percebido que ela tinha 2m10 de altura, pois ela com a cara mais lavada do mundo me disse a 5 minutos a p&amp;eacute;s daqui existe um caixa, agradeci e sai andando.
&amp;nbsp;
Andei por aproximadamente 30 minutos, lembrem-se de sapatos sociais e no frio e enfim e FELIZ. Por fim encontrei um banco onde enfim consegui sacar o dinheiro e pensei &amp;ldquo;vou pegar um taxi at&amp;eacute; o metro&amp;rdquo; (+ risos) engano e dos piores, ap&amp;oacute;s ter andado todo esse tempo esperei por exatos mais 40 minutos o t&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o chegado taxi.
&amp;nbsp;
Com fome, sede, cansado, estressado eu esperei, pois n&amp;atilde;o podia fazer nada, pois eu estava em um local dois quil&amp;ocirc;metros depois do fim do mundo. Ap&amp;oacute;s esse tempo de tortura eu resolvi ir para um ponto de &amp;ocirc;nibus. N&amp;atilde;o mais que de repente aparece ao longe um taxi em alta velocidade. Quase me joguei na frente do carro, n&amp;atilde;o suportava mais o frio e nem a fome.
&amp;nbsp;
O mo&amp;ccedil;o gordinho e engra&amp;ccedil;ado me perguntou se eu ia para longe e eu respondi que ia at&amp;eacute; o metr&amp;ocirc; mais pr&amp;oacute;ximo. Ele disse &amp;ldquo;tudo bem eu levo voc&amp;ecirc;&amp;rdquo; mas ele tamb&amp;eacute;m disse &amp;ldquo;estou atrasado e vou correr&amp;rdquo; eu no alto do desespero disse &amp;ldquo;tudo bem&amp;rdquo; e o veloc&amp;iacute;metro j&amp;aacute; passava dos 80 quil&amp;ocirc;metros. &amp;nbsp;
&amp;nbsp;
Ele disse que ia dobrar e ia por um lugar mais tranq&amp;uuml;ilo, fez a curva sem pisar no freio e quando eu me vi est&amp;aacute;vamos parados, a tampa do motor aberta, um pouco de fuma&amp;ccedil;a saindo e o meu bra&amp;ccedil;o um pouco dolorido. Eu ainda perguntei o que aconteceu e ele rindo me disse &amp;rdquo;batemos, em uma Mercedes&amp;rdquo; pensei que rico.
&amp;nbsp;
Tive que ir no hospital isso com fome, sede, cansado e agora com dor, cheguei l&amp;aacute; o m&amp;eacute;dico disse n&amp;atilde;o foi NADA, vai para casa e toma esse remedinho. Por volta das 16h cheguei em casa e acreditem vivo.
&amp;nbsp;
To aliviado em poder contar isso ...<br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=5&amp;narrativa_id=942</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: Protocoopera&ccedil;&atilde;o]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/ulLzxhF6S2E/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[06/08/2009]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: lorrany fernandes ribeiro<br>&amp;nbsp;
Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Protocoopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou Mutualismo Facultativo &amp;eacute; toda rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ecol&amp;oacute;gica em que ambas as esp&amp;eacute;cies s&amp;atilde;o beneficiadas mas uma pode viver independentemente da outra.
A protocoopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ben&amp;eacute;fica para ambas as esp&amp;eacute;cies, embora n&amp;atilde;o lhes seja indispens&amp;aacute;vel. Os seres associados mant&amp;ecirc;m certa independ&amp;ecirc;ncia: apenas se beneficiam das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais ou menos duradouras que estabelecem, fazendo sexo entre elas.

&amp;nbsp;Exemplos
Um exemplo de protocoopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ocorre entre o caranguejo Bernardo-Eremita (paguro) e a an&amp;ecirc;mona: o paguro serve de meio de transporte para a an&amp;ecirc;mona, e a an&amp;ecirc;mona protege o paguro contra o ataque de predadores (devido &amp;agrave; presen&amp;ccedil;a de subst&amp;acirc;ncias urticantes em seus tent&amp;aacute;culos).<br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=6&amp;narrativa_id=941</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: Verdadeiro Amor]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/7bQHCUjNwOs/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[24/06/2009]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Welson Menescal<br>Uma &amp;iacute;ndia Guaj&amp;aacute; amamenta um cateto, filhote de porco-do-mato, ato comum nesta tribo do Maranh&amp;atilde;o. Depois da ca&amp;ccedil;a, quando os &amp;iacute;ndios percebem que mataram a f&amp;ecirc;mea e h&amp;aacute; filhotes &amp;oacute;rf&amp;atilde;os, estes s&amp;atilde;o levados para a tribo e criados como filhos leg&amp;iacute;timos. &amp;Eacute; uma maneira de preservar a fauna.
&amp;nbsp;
Imagem de Folha de&amp;nbsp;S. Paulo<br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=4&amp;narrativa_id=940</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: Pensamento Para Eles]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/SlJ_0rMv_HU/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[01/06/2009]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Welson Menescal<br>As palavras mais importantes hoje s&amp;atilde;o import&amp;acirc;ncia e diferen&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;E s&amp;oacute; consigo formular perguntas com elas, nada de respostas. Acho que envelheci, n&amp;atilde;o sei mais como funciona o c&amp;eacute;rebro deles. 
Ser&amp;aacute; mesmo importante eu ter casa, carro, mulher e filhos, qual a diferen&amp;ccedil;a faria para voc&amp;ecirc;s se eu fosse &amp;aacute;rabe ou negro.&amp;nbsp;Se eu chegar e falar das verdadeiras import&amp;acirc;ncias de minha vida, far&amp;aacute; alguma diferen&amp;ccedil;a para voc&amp;ecirc;s.
Se essas import&amp;acirc;ncias n&amp;atilde;o se encaixarem do jeito que a cabe&amp;ccedil;a de voc&amp;ecirc;s projetou as coisas para mim. A diferen&amp;ccedil;a &amp;eacute; t&amp;atilde;o grande de mim para o mais novo.
A diferen&amp;ccedil;a que eu tenho dentro de mim n&amp;atilde;o seria culpa de voc&amp;ecirc;s. E qual ser&amp;aacute; a import&amp;acirc;ncia disso tudo daqui a alguns anos. Se eu n&amp;atilde;o for assim t&amp;atilde;o importante para as pessoas ao meu redor isso vai mesmo se tornar algo importante na minha vida se eu tiver feliz de verdade.
Diferente mesmo &amp;eacute; ser importante para si e para algu&amp;eacute;m bem especial. E depois que isso tudo nem for mais t&amp;atilde;o importante, s&amp;oacute; vai ficar a diferen&amp;ccedil;a. &amp;nbsp;ACREDITA!<br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=1&amp;narrativa_id=939</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: Planos para um futuro ...]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/-hrfe7uGjVI/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[14/05/2009]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Welson Menescal<br>Se eu pudesse te daria o C&amp;eacute;u a Terra e umas tr&amp;ecirc;s estrelas, s&amp;oacute; para que elas brilhassem mais s&amp;oacute; para voc&amp;ecirc; ver. Te levaria na lua uma vez por semana para s&amp;oacute; voc&amp;ecirc; entre poucos experimentar a beleza de ter um planeta azul s&amp;oacute; seu. Terias gatos, cachorros, lhamas, coalas e zebras e mais os animais impens&amp;aacute;veis que desejasse ter.
Te daria o ar, o prazer de levitar, de andar nas nuvens e de saborear o sublime, sentir o gosto das cores e de sentir cheiro de terra molhada diariamente. Te levaria onde o sol brilha mais forte e onde o gelo &amp;eacute; mais azul, em cavernas profundas e lagos transl&amp;uacute;cidos.
Ver&amp;iacute;amos &amp;aacute;guas nascendo, lavas saindo de vulc&amp;otilde;es e a noite caindo. E depois de tudo isso, depois de cansado de sermos ricos e ter olhado tudo de mais lindo, te ofereceria meu bra&amp;ccedil;o para um abra&amp;ccedil;o forte e meus l&amp;aacute;bios para um beijo de boa noite e domar&amp;iacute;amos juntos, at&amp;eacute; que o novo dia nascesse e nos desse a chance de rever tudo mais uma vez.
&amp;nbsp;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;... uma parte j&amp;aacute; tenho hoje.
&amp;nbsp;<br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=2&amp;narrativa_id=938</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: &quot;L&uacute;cia e o Sexo&quot;]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/-SkiFAnvUEU/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[13/07/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>Adriana Setti tem um blog que me d&amp;aacute; vontade de arrumar a mala e sair sem rumo. Queria mesmo tirar 7 meses de f&amp;eacute;rias, como a Gl&amp;oacute;ria Maria, ex-apresentadora do Fant&amp;aacute;stico. Queria tamb&amp;eacute;m viajar sem bagagem, como o Ronaldo. Escolher o destino no aeroporto e s&amp;oacute; pensar [se fico ou continuo a viagem] depois de circular pelo centro da cidade. &amp;Eacute; duro n&amp;atilde;o poder, ter compromissos, compromissos! 
Adriana de motoca no Farol de Barberia, &amp;iacute;cone do filme &amp;quot;Lucia e o Sexo&amp;quot;, que fez a ilha ficar conhecidinha. &amp;quot;A areia da praia &amp;eacute; branca e fofa e o mar consegue a proeza de ter o azul mais fosforescente entre as Baleares. O mar &amp;eacute; uma piscina&amp;quot;, nos diz Adriana.
J&amp;aacute; que n&amp;atilde;o estou na ilha, sigo at&amp;eacute; a locadora mais pr&amp;oacute;xima e alugo &amp;quot;L&amp;uacute;cia e o sexo&amp;quot; para sonhar. <br>Tags: Lucia e o sexo, Farol de Baberia, Adriana Setti]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=1&amp;narrativa_id=937</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: Mem&oacute;ria viva]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/4Zs84Ff0BBc/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[12/07/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Felipe Lobo<br>O programa Roda Viva, da TV Cultura, entrevista semanalmente personalidades do mundo da pol&amp;iacute;tica, da cultura e do esporte. Por l&amp;aacute; j&amp;aacute; passaram muitos nomes importantes de todas as &amp;aacute;reas citadas, al&amp;eacute;m de outros de &amp;aacute;res menos abrangentes,
O blog GJOL destacou:
&amp;quot;O projeto &amp;quot;Mem&amp;oacute;ria Roda Viva&amp;quot;, uma iniciativa conjunta do Labjor/Unicamp, Fapesp, Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Padre Anchieta e Nepp/Unicamp est&amp;aacute; disponibilizando, na &amp;iacute;ntegra, todas as entrevistas feitas pelo programa &amp;quot;Roda Viva&amp;quot; da TV Cultura&amp;quot;
As entrevistas est&amp;atilde;o inteiramente transcritas, al&amp;eacute;m de o usu&amp;aacute;rio poder assistir a trechos dos v&amp;iacute;deos. Vale uma visita!<br>Tags: cultura, TV Cultura, Roda Viva]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=5&amp;narrativa_id=936</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Narrativa: Mojito e  Paulo Miklos: a dupla perfeita]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/KH7hFrzEas8/narrativa.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[02/07/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>02/07/08. A tarde come&amp;ccedil;ava com um sol t&amp;iacute;mido, mas gostoso. No primeiro dia de f&amp;eacute;rias, resolvi almo&amp;ccedil;ar no Pitanga, restaurante localizado na charmosa rua Original, 162, Vila Madalena, em S&amp;atilde;o Paulo. Paredes amarelas, piso hidr&amp;aacute;ulico, muitas plantas. Logo na entrada, um antigo port&amp;atilde;o de demoli&amp;ccedil;&amp;atilde;o art nouveau e uma pitangueira frondosa nos convidam para entrar. Uma pequena escada separa a rua de um jardim de inverno. O chef paulista Gilberto Oller, o Peninha, conseguiu criar um espa&amp;ccedil;o acolhedor como casa de m&amp;atilde;e, o que tornou-se perfeito para o abra&amp;ccedil;o que eu mesma me dei. Estava reflexiva e pensando sobre a felicidade poss&amp;iacute;vel, eu explico, pequenos momentos m&amp;aacute;gicos que devemos aproveitar ao m&amp;aacute;ximo, j&amp;aacute; que n&amp;atilde;o conseguimos [e ningu&amp;eacute;m consegue] ter o casamento perfeito, o emprego dos sonhos, a casa que gostaria, no bairro em que gostaria, os filhos sempre educados, 12 horas por dia, enfim, o mundo de Truman, preso em seu show televisivo. Nesse exato momento tudo se congela, pois Paulo Miklos entra para almo&amp;ccedil;ar. Tudo perdeu a import&amp;acirc;ncia, tornei-me totalmente f&amp;atilde;, comecei a suar frio. Sim, meu vocalista preferido, minha banda nacional favorita, tudo se materializou na minha frente. N&amp;atilde;o fui pedir aut&amp;oacute;grafo, pois queria me deliciar [&amp;agrave; dist&amp;acirc;ncia] com meu &amp;iacute;dolo. Pedi um Mojito para comemorar. Ali&amp;aacute;s, o Pitanga tem o melhor Mojito de S&amp;atilde;o Paulo. Depois fui calmamente at&amp;eacute; o fog&amp;atilde;o a lenha, me senti alada, almo&amp;ccedil;ando com Miklos. Pronto: meu dia tornou-se especial, voltei cantando para os compromissos restantes. 
Receita de Mojito
6 cl de rum cubano (havana, bacardi, etc.)
metade de um lim&amp;atilde;o verde
1 colher de caf&amp;eacute; de a&amp;ccedil;&amp;uacute;car
4 folhas de hortel&amp;atilde;-menta
&amp;aacute;gua gaseificada&amp;nbsp;<br>Tags: Paulo Miklos, Mojito, f&eacute;rias, Pitanga restaurante]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/narrativa.php?secao_id=3&amp;narrativa_id=935</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: UM DIA NEM T&Atilde;O FELIZ]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/DRy3BBPRodQ/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[19/11/2010]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Linda<br>Ent&amp;atilde;o tive um dia que no m&amp;iacute;nimo pode ser chamado de engra&amp;ccedil;ado, eu to sem trabalho, mas essa nem &amp;eacute; a melhor ou mais interessante da hist&amp;oacute;ria. Tive uma entrevista em uma transportadora em um lugar muito, muito mais muito longe. Cheguei l&amp;aacute; meia hora antes do combinado como qualquer desempregado faria.
S&amp;oacute; que como o local &amp;eacute; super protegido por seguran&amp;ccedil;as armados eu n&amp;atilde;o pude entrar e tive que esperar do lado de fora, de camisa, cal&amp;ccedil;as e sapatos sociais e uma temperatura que n&amp;atilde;o chegava aos 16&amp;deg;. Esperei e esperei, resolvi para tentar aquecer meu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ligar para a minha m&amp;atilde;e e perguntar como tinha come&amp;ccedil;ado o dia dela.
&amp;nbsp;
Ela me retornou, pois n&amp;atilde;o tinha cr&amp;eacute;ditos no celular e com voz de sono ela me perguntou o que havia acontecido e eu disse o que estava acontecendo comigo naquele come&amp;ccedil;o de dia. Ela sem muita paci&amp;ecirc;ncia me disse &amp;ldquo;Meu filho o ar condicionado do quarto estar marcando 18&amp;deg; e eu n&amp;atilde;o to com frio&amp;rdquo; me desejou boa sorte e um bom dia.
&amp;nbsp;
Depois dessa n&amp;atilde;o seria um seguran&amp;ccedil;a que me deixaria passar frio e ele viu dentro dos meus olhos que eu poderia me tornar uma pessoa perigosa (risos). Entrei e j&amp;aacute; havia mais pessoas esperando para ser entrevistadas. Fomos para uma sala e tr&amp;ecirc;s horas depois fomos liberados.
&amp;nbsp;
Cheguei com a mo&amp;ccedil;a que entrevistou meu grupo e perguntei se havia um caixa eletr&amp;ocirc;nico pr&amp;oacute;ximo dali, mas n&amp;atilde;o havia percebido que ela tinha 2m10 de altura, pois ela com a cara mais lavada do mundo me disse a 5 minutos a p&amp;eacute;s daqui existe um caixa, agradeci e sai andando.
&amp;nbsp;
Andei por aproximadamente 30 minutos, lembrem-se de sapatos sociais e no frio e enfim e FELIZ. Por fim encontrei um banco onde enfim consegui sacar o dinheiro e pensei &amp;ldquo;vou pegar um taxi at&amp;eacute; o metro&amp;rdquo; (+ risos) engano e dos piores, ap&amp;oacute;s ter andado todo esse tempo esperei por exatos mais 40 minutos o t&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o chegado taxi.
&amp;nbsp;
Com fome, sede, cansado, estressado eu esperei, pois n&amp;atilde;o podia fazer nada, pois eu estava em um local dois quil&amp;ocirc;metros depois do fim do mundo. Ap&amp;oacute;s esse tempo de tortura eu resolvi ir para um ponto de &amp;ocirc;nibus. N&amp;atilde;o mais que de repente aparece ao longe um taxi em alta velocidade. Quase me joguei na frente do carro, n&amp;atilde;o suportava mais o frio e nem a fome.
&amp;nbsp;
O mo&amp;ccedil;o gordinho e engra&amp;ccedil;ado me perguntou se eu ia para longe e eu respondi que ia at&amp;eacute; o metr&amp;ocirc; mais pr&amp;oacute;ximo. Ele disse &amp;ldquo;tudo bem eu levo voc&amp;ecirc;&amp;rdquo; mas ele tamb&amp;eacute;m disse &amp;ldquo;estou atrasado e vou correr&amp;rdquo; eu no alto do desespero disse &amp;ldquo;tudo bem&amp;rdquo; e o veloc&amp;iacute;metro j&amp;aacute; passava dos 80 quil&amp;ocirc;metros. &amp;nbsp;
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Ele disse que ia dobrar e ia por um lugar mais tranq&amp;uuml;ilo, fez a curva sem pisar no freio e quando eu me vi est&amp;aacute;vamos parados, a tampa do motor aberta, um pouco de fuma&amp;ccedil;a saindo e o meu bra&amp;ccedil;o um pouco dolorido. Eu ainda perguntei o que aconteceu e ele rindo me disse &amp;rdquo;batemos, em uma Mercedes&amp;rdquo; pensei que rico.
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Tive que ir no hospital isso com fome, sede, cansado e agora com dor, cheguei l&amp;aacute; o m&amp;eacute;dico disse n&amp;atilde;o foi NADA, vai para casa e toma esse remedinho. Por volta das 16h cheguei em casa e acreditem vivo.
&amp;nbsp;
To aliviado em poder contar isso ...<br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=5&amp;narrativa_id=942&amp;continuacao_id=319</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: Verdadeiro Amor]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/h7Kcy5rYl_0/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[24/06/2009]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Welson Menescal<br>Uma &amp;iacute;ndia Guaj&amp;aacute; amamenta um cateto, filhote de porco-do-mato, ato comum nesta tribo do Maranh&amp;atilde;o. Depois da ca&amp;ccedil;a, quando os &amp;iacute;ndios percebem que mataram a f&amp;ecirc;mea e h&amp;aacute; filhotes &amp;oacute;rf&amp;atilde;os, estes s&amp;atilde;o levados para a tribo e criados como filhos leg&amp;iacute;timos. &amp;Eacute; uma maneira de preservar a fauna.
&amp;nbsp;
Imagem de Folha de&amp;nbsp;S. Paulo<br>Tags: ]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=4&amp;narrativa_id=940&amp;continuacao_id=318</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: Ca&ccedil;ambas [grafites] enfeitam a cidade]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/n-0Dg3db4X4/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[13/06/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>O Motomix 2008 est&amp;aacute; totalmente remixado, coletivo e feito pelo participante. Aproprie-se das id&amp;eacute;ias que circulam no blog e proponha a sua. O Disk-Mobilidade, por exemplo, n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; uma interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o urbana, mas v&amp;aacute;rias. 30 ca&amp;ccedil;ambas de entulho ser&amp;atilde;o transformadas em plataformas m&amp;oacute;veis de vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e arte. No interior, plantas; nas laterais, o seu projeto gr&amp;aacute;fico. Essa galeria de arte ambulante e gratuita circular&amp;aacute; pela cidade, pronta para ser apreciada por todos.<br>Tags: Motomix, ca&ccedil;ambas, grafite]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=7&amp;narrativa_id=924&amp;continuacao_id=317</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: A moda que passa]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/qiLteb_50kM/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[07/06/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>Anos 80. O metal farofa &amp;eacute; um estilo muito difundido, popular, utilizado. Bandas famosas, como o Whitesnake, causam furor. Essas bandas eram s&amp;iacute;mbolos de sensualidade e seus clipes eram concorrid&amp;iacute;ssimos - em um tempo que clipes de m&amp;uacute;sica estreavam no Fant&amp;aacute;stico.
Quando o clipe abaixo foi lan&amp;ccedil;ado, os rapazes do Whitesnake eram &amp;iacute;cones de um movimento em alta. Os cabelos grandes, compridos, volumosos eram um sucesso. 
As mulheres, com seus cabelos cheios de volume, s&amp;iacute;mbolos de desejo. O vestido da mo&amp;ccedil;a no clipe, com calcinha asa delta marcando, era pura sensualidade.
Mas hoje... Bom, talvez a sua opini&amp;atilde;o hoje n&amp;atilde;o seja essa. &amp;Eacute; s&amp;oacute; assistir ao clipe, logo a&amp;iacute; abaixo, e ver que a moda era incr&amp;iacute;vel - e agora &amp;eacute; hil&amp;aacute;ria!<br>Tags: moda, m&uacute;sica, cultura, anos 80]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=4&amp;narrativa_id=918&amp;continuacao_id=316</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: Grazie Mille]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/nUJzRs6CIRI/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[23/04/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>Muitas vezes esquecemos da nossa import&amp;acirc;ncia no Universo, esquecemos que pertencemos a tudo isso. Depois de dois dias de dores fortes e uma ida, sozinha, ao hospital hoje e muitas horas em observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e forte medica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o m&amp;eacute;dico disse: &amp;quot;N&amp;atilde;o posso mais prescrever nada para dor, vai embora e fica em repouso at&amp;eacute; amanh&amp;atilde;&amp;quot;, at&amp;eacute; logo, diz o m&amp;eacute;dico grisalho com cara de triste, com cara de quem tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o se acha merecedor da Lua Cheia que agora olho feliz. Sem esperar, sou resgatada por um anjo da guarda que veio nesta encarna&amp;ccedil;&amp;atilde;o para cuidar de mim. Choro, acho a vida pesada, quero pedir muita coisa para Deus, mas n&amp;atilde;o me acho merecedora de pedir, apenas de agradecer.
Fico tentando dormir, como o m&amp;eacute;dico mandou, mas a cabe&amp;ccedil;a gira 180 graus, mil pensamentos - a solid&amp;atilde;o e a tristeza, companhias antigas - aparecem e dizem: mais uma perda sua boba, a vida sempre d&amp;aacute; de ombros e voc&amp;ecirc; acha que est&amp;aacute; abafando....
Resolvo sair, comprar &amp;oacute;leo e banho cheiroso e no caminho, pelo bairro, acho o livro &amp;quot;comer, rezar e amar&amp;quot;, que simplesmente pula no meu colo. Ele me achou! Incr&amp;iacute;vel, pois estou na p&amp;aacute;gina 119 e n&amp;atilde;o consigo parar de ler....anoto trechos, escrevo coisas no notebook em cima da cama, pois afinal, tento repousar como mandou o m&amp;eacute;dico.
Alguns trechos sensacionais de Liza desvendando Roma
&amp;quot;Al&amp;eacute;m disso, tenho problemas de limites com os homens. Ou talvez n&amp;atilde;o seja justo dizer isso. Para ter problemas com limites, &amp;eacute; preciso primeiro ter limites, certo?. Mas eu sou inteiramente tragada pela pessoa que amo. Sou como uma membrana perme&amp;aacute;vel. Se eu amo voc&amp;ecirc;, eu lhe dou tudo que tenho. Dou-lhe meu tempo, a minha dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a minha bunda, o meu dinheiro, a minha fam&amp;iacute;lia, o meu cachorro, o dinheiro do meu cachorro, o tempo do meu cachorro - tudo. Se eu amo voc&amp;ecirc;, carregarei para voc&amp;ecirc; toda a sua dor, assumirei por voc&amp;ecirc; todas as suas d&amp;iacute;vidas (em todos os sentidos da palavra), protegerei voc&amp;ecirc; da sua pr&amp;oacute;pria inseguran&amp;ccedil;a, projetarei em voc&amp;ecirc; todo tipo de qualidade que voc&amp;ecirc; na verdade nunca cultivou em si mesmo e comprarei presentes de Natal para toda a sua fam&amp;iacute;lia. Eu lhe darei o sol e a chuva....Darei a voc&amp;ecirc; tudo isso e mais, at&amp;eacute; ficar t&amp;atilde;o exausta e debilitada que a &amp;uacute;nica maneira que terei de recuperar minha energia ser&amp;aacute; me apaixonar por outra pessoa (...)
&amp;nbsp;
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&amp;nbsp;
&amp;nbsp;<br>Tags: comer, rezar, amar, Elizabeth Gilbert, livros, folga for&ccedil;ada]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=7&amp;narrativa_id=863&amp;continuacao_id=315</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: Grazie Mille]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/6AdnCicjiR8/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[23/04/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>Muitas vezes esquecemos da nossa import&amp;acirc;ncia no Universo, esquecemos que pertencemos a tudo isso. Depois de dois dias de dores fortes e uma ida, sozinha, ao hospital hoje e muitas horas em observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e forte medica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o m&amp;eacute;dico disse: &amp;quot;N&amp;atilde;o posso mais prescrever nada para dor, vai embora e fica em repouso at&amp;eacute; amanh&amp;atilde;&amp;quot;, at&amp;eacute; logo, diz o m&amp;eacute;dico grisalho com cara de triste, com cara de quem tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o se acha merecedor da Lua Cheia que agora olho feliz. Sem esperar, sou resgatada por um anjo da guarda que veio nesta encarna&amp;ccedil;&amp;atilde;o para cuidar de mim. Choro, acho a vida pesada, quero pedir muita coisa para Deus, mas n&amp;atilde;o me acho merecedora de pedir, apenas de agradecer.
Fico tentando dormir, como o m&amp;eacute;dico mandou, mas a cabe&amp;ccedil;a gira 180 graus, mil pensamentos - a solid&amp;atilde;o e a tristeza, companhias antigas - aparecem e dizem: mais uma perda sua boba, a vida sempre d&amp;aacute; de ombros e voc&amp;ecirc; acha que est&amp;aacute; abafando....
Resolvo sair, comprar &amp;oacute;leo e banho cheiroso e no caminho, pelo bairro, acho o livro &amp;quot;comer, rezar e amar&amp;quot;, que simplesmente pula no meu colo. Ele me achou! Incr&amp;iacute;vel, pois estou na p&amp;aacute;gina 119 e n&amp;atilde;o consigo parar de ler....anoto trechos, escrevo coisas no notebook em cima da cama, pois afinal, tento repousar como mandou o m&amp;eacute;dico.
Alguns trechos sensacionais de Liza desvendando Roma
&amp;quot;Al&amp;eacute;m disso, tenho problemas de limites com os homens. Ou talvez n&amp;atilde;o seja justo dizer isso. Para ter problemas com limites, &amp;eacute; preciso primeiro ter limites, certo?. Mas eu sou inteiramente tragada pela pessoa que amo. Sou como uma membrana perme&amp;aacute;vel. Se eu amo voc&amp;ecirc;, eu lhe dou tudo que tenho. Dou-lhe meu tempo, a minha dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a minha bunda, o meu dinheiro, a minha fam&amp;iacute;lia, o meu cachorro, o dinheiro do meu cachorro, o tempo do meu cachorro - tudo. Se eu amo voc&amp;ecirc;, carregarei para voc&amp;ecirc; toda a sua dor, assumirei por voc&amp;ecirc; todas as suas d&amp;iacute;vidas (em todos os sentidos da palavra), protegerei voc&amp;ecirc; da sua pr&amp;oacute;pria inseguran&amp;ccedil;a, projetarei em voc&amp;ecirc; todo tipo de qualidade que voc&amp;ecirc; na verdade nunca cultivou em si mesmo e comprarei presentes de Natal para toda a sua fam&amp;iacute;lia. Eu lhe darei o sol e a chuva....Darei a voc&amp;ecirc; tudo isso e mais, at&amp;eacute; ficar t&amp;atilde;o exausta e debilitada que a &amp;uacute;nica maneira que terei de recuperar minha energia ser&amp;aacute; me apaixonar por outra pessoa (...)
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&amp;nbsp;<br>Tags: comer, rezar, amar, Elizabeth Gilbert, livros, folga for&ccedil;ada]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=7&amp;narrativa_id=863&amp;continuacao_id=314</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: Fogo amigo]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/zej-kRshsdM/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[14/04/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Fernando Silva<br>Fazia anos que ela n&amp;atilde;o o via. Desde os tempos de faculdade tinha uma atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem igual por aquele corpo moreno, sempre belo, e aquele sorriso que a devastava.
A noite era de reencontro de alguns amigos, mas ela se distraiu quando ele entrou. At&amp;eacute; se esqueceu de tentar disfar&amp;ccedil;ar nos olhos a forte atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que sentia por ele - e que tanto a amedrontava.
Tudo porque ela tra&amp;ccedil;ou um plano quando se viam todos os dias. Tentaria conquist&amp;aacute;-lo de forma sutil. Usaria a &amp;quot;m&amp;aacute;quina de governo&amp;quot; a seu favor, como os pol&amp;iacute;ticos: a amizade forte que tinham.
Tentou mostrar a ele, sem ter que dizer com todas as letras ou agarr&amp;aacute;-lo em uma das baladas que iam juntos - embora, por vezes, tivesse uma vontade enorme de faz&amp;ecirc;-lo.
Os anos parecem n&amp;atilde;o ter mudado nada nessa atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Eram dois anos sem v&amp;ecirc;-lo, mas bastou que ele passasse pela porta para que tudo voltasse.
E durante a noite, a vontade foi crescendo... A esperan&amp;ccedil;a, morta, parece renascer das cinzas de onde n&amp;atilde;o havia nada. Uma sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de f&amp;ecirc;nix enquanto rolava a m&amp;uacute;sica muito alta.
Mas e a amizade? Tinha medo de arriscar. O que ele pensaria se ela se atirasse em seus bra&amp;ccedil;os e dissesse que ele era tudo que ela queria? Que nenhum homem a fazia sentir aquilo?
Pensou muito, mas n&amp;atilde;o fez nada al&amp;eacute;m de aproveitar cada toque da sua m&amp;atilde;o, cada aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os corpos. Sentia a m&amp;uacute;sica enquanto seu corpo vibrava perto dele.
Aquele fim ela conhecia: fim de noite, os dois iam embora juntos, se despediam e at&amp;eacute; a pr&amp;oacute;xima. Talvez, ela pensava, nunca v&amp;aacute; acontecer nada. Talvez a amizade seja tudo que ela vai ter. Mas como explicar isso aos pensamentos que ela tinha ao v&amp;ecirc;-lo?<br>Tags: Amor, tempo, relacionamentos]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=2&amp;narrativa_id=844&amp;continuacao_id=313</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: Me sinto como Tangerina....]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/0lL48_B8K_g/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[11/04/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>S&amp;oacute; falta o cabelo cor de tangerina para eu me sentir totalmente Clementine hoje. Fa&amp;ccedil;a o teste da remixagem: coloque a m&amp;uacute;sica &amp;quot;Todo sentimento&amp;quot; para tocar e fique vendo imagens, como slide show, do filme &amp;quot;Brilho eterno de uma mente sem lembran&amp;ccedil;as&amp;quot;. Al&amp;eacute;m de chorar muito, perceber&amp;aacute; que tudo se encaixa e descobrir&amp;aacute; [nesta fant&amp;aacute;stica dica de Marcia Okida] que &amp;quot;Todo sentimento daria uma trilha perfeita para o filme. Para&amp;nbsp; acompanhar, uma tangerina suculenta e bem doce.
Preciso n&amp;atilde;o dormir
At&amp;eacute; se consumar
O tempo
Da gente
Preciso conduzir
Um tempo de te amar
Te amando devagar
E urgentemente
Pretendo descobrir
No &amp;uacute;ltimo momento
Um tempo que refaz o que desfez
Que recolhe todo o sentimento
E bota no corpo uma outra vez

Prometo te querer
At&amp;eacute; o amor cair
Doente
Doente
Prefiro ent&amp;atilde;o partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder
Te encontro, com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde n&amp;atilde;o diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei, como encantado
Ao lado teu

&amp;nbsp;<br>Tags: Brilho eterno de uma mente sem lembran&ccedil;as, tangerina, Todo sentimento, Chico Buarque]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=6&amp;narrativa_id=841&amp;continuacao_id=312</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: Fala que eu te escuto]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/_vLrGKZQnwI/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[05/04/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>Confesso: adoro ouvir conversas alheias. E o engra&amp;ccedil;ado &amp;eacute; que parece que tem pessoas que gostam &amp;eacute; de serem ouvidas mesmo - ou falam alto &amp;agrave; toa, vai saber.
Eis que na vida cotidiana em S&amp;atilde;o Paulo, em &amp;ocirc;nibus e metr&amp;ocirc;s lotados, tr&amp;acirc;nsito e horas em transporte p&amp;uacute;blico, eu diria que &amp;eacute; quase inevit&amp;aacute;vel que as conversas se sobreponham e que ou&amp;ccedil;amos as conversas alheias.
No meu caso, eu presto aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o mesmo. Ontem, a conversa das meninas ao lado tava t&amp;atilde;o mais interessante que a m&amp;uacute;sica no meu mp3 player que quase instintivamente passei a ouvi-las e nem lembro mais as m&amp;uacute;sicas.
Uma delas falava sobre as escolhas que fazemos na vida. Fazia faculdade em outro lugar e resolveu trocar por outro curso na USP atrav&amp;eacute;s de transfer&amp;ecirc;ncia (n&amp;atilde;o sei se ela fazia l&amp;aacute; mesmo ou veio de transfer&amp;ecirc;ncia externa, mas enfim).
Dizia que n&amp;atilde;o tinha certeza, na &amp;eacute;poca, se era o melhor, porque demoraria mais tempo para se formar - o que atrasaria o seu mestrado, que ela queria tanto. Mas preferiu deixar as coisas acontecerem e fez o que achou que devia.
Fiquei atento &amp;agrave; conversa porque, de certa forma, me senti bastante identificado. Tamb&amp;eacute;m tive d&amp;uacute;vidas sobre fazer ou n&amp;atilde;o outro curso de gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fazer cursinho de novo, enfim, todas aquelas d&amp;uacute;vidas terr&amp;iacute;veis. Mas ela enfrentou, assim como eu. &amp;Eacute; bom ver pessoas que se arriscam, porque &amp;eacute; isso que nos faz bem.
Ela disse ainda, com sorriso no rosto, que sente que vai cumprir tr&amp;ecirc;s objetivos nesse ano: ter casa pr&amp;oacute;pria, arrumar um novo emprego e um namorado. A mulher exerce uma certa atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela conversa. Tem 27 anos, um rosto bonito de quem faz o que acha que deve fazer, luta por seus objetivos.
Espero que a mo&amp;ccedil;a arrume um namorado que fa&amp;ccedil;a jus a essas aspira&amp;ccedil;&amp;otilde;es todas que ela tem. Ela merece.<br>Tags: conversa, cotidiano, confiss&otilde;es]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=3&amp;narrativa_id=827&amp;continuacao_id=311</feedburner:origLink></item><item><title><![CDATA[Remixagem: Catira, afogado e bandeiras para o Divino]]></title>
                    <link>http://feedproxy.google.com/~r/remixando/~3/RJEL8_ztJSw/continuacao.php</link>
                                        <pubDate><![CDATA[01/04/2008]]></pubDate>
<description><![CDATA[Por: Pollyana Ferrari<br>&amp;nbsp;
O estandarte com a data de 1935, j&amp;aacute; amarelado na matriz de S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o Batista, d&amp;aacute; alguma pista de quando se iniciou o Ciclo do Divino Esp&amp;iacute;rito Santo em Joan&amp;oacute;polis, cidade conhecida por seu sequilho, a fama do Lobisomem e por ser a J&amp;oacute;ia da Mantiqueira. No &amp;uacute;ltimo domingo, 30 de mar&amp;ccedil;o, cavaleiros trouxeram bandeiras vermelhas, enfeitadas com fitas coloridas e uma pequena imagem do Divino. Um casal de crian&amp;ccedil;as vestidos de vermelho, que simbolizam a esperan&amp;ccedil;a, harmonia e paz sa&amp;iacute;ram defronte &amp;agrave; Casa do Artes&amp;atilde;o e seguiram para igreja matriz. L&amp;aacute; c&amp;acirc;nticos t&amp;iacute;picos regionais encheram a igreja de alegria e luz. Por sete semanas as bandeiras visitar&amp;atilde;o as casas da cidade, retornando para a igreja em 11 de maio, quando haver&amp;aacute; apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dan&amp;ccedil;as t&amp;iacute;picas, como a Catira, e a degusta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Afogado do Divino, prato t&amp;iacute;pico da festa [carne de panela cozida em molho de tomate e servida com farinha], preparado pelas fam&amp;iacute;lias locais e oferecido na pra&amp;ccedil;a central da matriz.&amp;nbsp; <br>Tags: Catira, afogado, Joan&oacute;polis, festa do Divino]]></description>
                <feedburner:origLink>http://remixando.ig.com.br/HTML/continuacao.php?secao_id=1&amp;narrativa_id=821&amp;continuacao_id=310</feedburner:origLink></item></channel></rss>

