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	<title>Revertério</title>
	
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	<description>Jornalismo ao avesso</description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Mar 2010 17:11:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O céu e o inferno juntos no Baianão</title>
		<link>http://reverterio.com/2010/03/15/o-ceu-e-o-inferno-juntos-no-baianao</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 22:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrique Escudero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Insinuando]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato baiano]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória da Conquista]]></category>

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		<description><![CDATA[O Campeonato Baiano 2010 tem um quê inovador. Ou não. De qualquer forma é muito interessante &#8220;fazer&#8221; duas competições paralelas. Três quadrangulares coexistem. Não entendeu? Eu explico, então.
Doze equipes participam do Campeonato Baiano. Dessas doze, oito se classificaram para a segunda fase. Essa segunda fase se transformou em dois quadrangulares, dois grupos com quatro times [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Campeonato Baiano 2010 tem um quê inovador. Ou não. De qualquer forma é muito interessante &#8220;fazer&#8221; duas competições paralelas. Três quadrangulares coexistem. Não entendeu? Eu explico, então.</p>
<p>Doze equipes participam do Campeonato Baiano. Dessas doze, oito se classificaram para a segunda fase. Essa segunda fase se transformou em dois quadrangulares, dois grupos com quatro times cada. O interessante é que o título não sai agora não. Duas equipes de cada grupo se classificarão e, aí sim, disputarão a taça em semi-finais e, depois, final.</p>
<p>Mas as equipes que não se classificaram lá no começo? Pois é, as quatro que não conseguiram se classificar para a segunda fase disputam um quadrangular da morte. Os dois times com menos pontos serão rebaixados.</p>
<p>Resumo da ópera: dois campeonatos distintos estão sendo disputados na Bahia.</p>
<p>No primeiro campeonato, os quadrangulares que valem o título têm três times da cidade de Feira de Santana. E nessa primeira rodada todos jogaram em casa, então os jogos foram todos repartidos nessa semana. Tudo começou com Fluminense de Feira e Camaçari jogando na quinta-feira, e o resultado foi 4&#215;2 para o Flu. Daí teve mais um jogo sábado, Feirense 1&#215;5 Bahia, com direito a gol de Edilson. No domingo mais jogos foram realizados: Bahia de Feira 2&#215;0 Vitória e Atlético 1&#215;1 Vitória da Conquista.</p>
<p>Depois da rodada de três dias, os grupos 3 e 4 (os que brigam pelo título) do campeonato baiano ficaram assim:</p>
<p><strong>Grupo 3</strong></p>
<p><strong>1° &#8211; </strong>Bahia de Feira &#8211; <strong>3 pts (saldo: +2)<br />
</strong></p>
<p><strong>2° &#8211; </strong>Atlético -<strong> 1 pt (saldo: 0)<br />
</strong></p>
<p><strong>2° &#8211; </strong>Vitória da Conquista &#8211; <strong>1 pt (saldo: 0)</strong></p>
<p><strong>4° &#8211; </strong>Vitória &#8211; <strong>0 pt (saldo: -2)<br />
</strong></p>
<p><strong>Grupo 4</strong></p>
<p><strong>1° &#8211; </strong>Bahia &#8211; <strong>3 pts (saldo: +4)<br />
</strong></p>
<p><strong>2° -</strong> Fluminense -<strong> 3 pts (saldo: +2)</strong></p>
<p><strong>3° &#8211; </strong>Camaçari &#8211; <strong>0 pt (saldo: -2)<br />
</strong></p>
<p><strong>4° &#8211; </strong>Feirense &#8211; <strong>0 pt (saldo -4)</strong></p>
<p>Já no segundo campeonato, todos os jogos foram no domingo, com o Colo Colo fazendo 2 a 0 no Ipitanga em Ilhéus, e o Itabuna empatando em casa por 0 a 0 com o Madre de Deus. Pois então, segue a classificação de mais um quadrangular, esse define os rebaixados do Baianão 2010.</p>
<p><strong>Rebaixamento</strong></p>
<p><strong>1 ° &#8211; </strong>Colo Colo <strong>- 3 pts (saldo: +2)<br />
</strong></p>
<p><strong>2° -</strong> Itabuna <strong>- 1 pt (saldo: 0)<br />
</strong></p>
<p><strong>2° &#8211; </strong>Madre de Deus <strong>- 1 pt (saldo: 0)</strong></p>
<p><strong>4° &#8211; </strong>Ipitanga <strong>- 0 pt (saldo: -2)</strong></p>
<p>Um pouco complicado, mas que dá para entender. Nesse momento, todos os times brigam por alguma razão. E isso é, sem dúvida, legal.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>É hora de dizer “sim”</title>
		<link>http://reverterio.com/2010/03/13/e-hora-de-dizer-sim</link>
		<comments>http://reverterio.com/2010/03/13/e-hora-de-dizer-sim#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 11:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sâmia Louise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controverso]]></category>
		<category><![CDATA[casamento gay]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualismo]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sim&#8221;. Este é o momento mais esperado por noivas, noivos e convidados em tradicionais cerimônias de casamento, antes de o juiz ou chefe religioso concluir: “Então eu vos declaro marido e mulher”. Nesta última quinta-feira (11/09), porém, não foi bem esta a declaração de um juiz matrimonial na Cidade do México. “Sim, esta é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sim&#8221;. Este é o momento mais esperado por noivas, noivos e convidados em tradicionais cerimônias de casamento, antes de o juiz ou chefe religioso concluir: “Então eu vos declaro marido e mulher”. Nesta última quinta-feira (11/09), porém, não foi bem esta a declaração de um juiz matrimonial na Cidade do México. “Sim, esta é a minha vontade”, foi a típica resposta de Lol Kin Castañeda, quando o juiz perguntou-lhe se desejava se casar com Judith Vázquez. A diferença é que dessa vez não se tratavam de marido e mulher, mas sim do primeiro casamento lésbico realizado na América Latina.  </p>
<p>Graças a uma lei aprovada na capital mexicana em dezembro do ano passado, Lol Kin e Judith puderam se unir na mesma cerimônia que também celebrou o casamento de Jesusa e Liliana, Ema e Janice, Daniel e Temístocles, e Jaime e David: todos casais homossexuais. As reformas no Código Civil da cidade permitem não apenas o casamento de pessoas do mesmo sexo, mas igualmente lhes garantem a adoção de crianças nos mesmos termos que casais hetero. A alteração mais significativa do Código Civil está no artigo 146, que substitui a denominação de casamento como uma “união livre entre um homem e uma mulher” por “união livre entre duas pessoas”.</p>
<p><a href="http://reverterio.com/wp-content/uploads/2010/03/reverteriomateria2.jpg"><img src="http://reverterio.com/wp-content/uploads/2010/03/reverteriomateria2-150x150.jpg" alt="" title="reverteriomateria" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-3776" /></a>A Cidade do México não foi o primeiro lugar a dar esse grande salto para a superação de velhos preconceitos. Em Washington, capital dos Estados Unidos, Sinjoyla Townsend e Angelisa Young formalizaram seu relacionamento no último dia 09, depois de mais de 10 anos juntas.  No estado da Califórnia, onde a união civil de gays já era legalizada, o senador Ray Ashburn – que sempre votou contra propostas gays no parlamento – depois de um escândalo, assumiu enfim sua homossexualidade, afirmando o quão foi difícil fazê-lo. Eu não culpo Ashburn. Admitir o homossexualismo, ainda hoje, é dar a cara à tapa a uma sociedade retrógrada e discriminatória. Mas não admitir é ser complacente com ela. </p>
<p>Eu admiro quem dá a cara à tapa. Nesta edição do programa <em>Big Brother Brasil</em>, três corajosos levantaram as mãos para assumir sua sexualidade. Em alguns casos, nem seria preciso fazê-lo. Serginho, Dicésar e Angélica levaram muitas pessoas a afirmar que esta é “a edição mais gay do programa”. Concordo. E, sempre que assisto, fico me perguntando por que pessoas que aparentemente levam vidas tão normais ainda não são vistas e tratadas como tal. E, pior, têm que lidar com um conjunto de leis que não as reconhece e não as institui dessa forma. </p>
<p>No Brasil, o Supremo Tribunal Federal recebeu em 2008 uma ação proposta pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, de analisar o regime jurídico das uniões estáveis previstas pelo Código Civil. O governador propôs que uniões homossexuais, assim como as hetero, dessem aos companheiros o direito de, por exemplo, pensão em caso de morte do cônjuge, pensão alimentícia e herança. Atualmente, o Superior Tribunal de Justiça está julgando se a união gay deve ser considerada ou não uma união estável e, portanto, igualmente merecedora desses direitos. Mesmo tendo que enfrentar tantas controvérsias, os primeiros registros em cartório de uniões homossexuais datam de 2003. A mais divulgada pela imprensa foi entre o jornalista da <em>RedeTv!</em> Felipeh Campos e produtor de moda Rafael Scapucim, que além do registro civil tiveram também a celebração religiosa do candomblé, em abril de 2008.</p>
<p>Mas tantos avanços já significativos emperram a todo o momento com manifestações contrárias.   Depois de presenciarem cerimônias como a de Sinjoyla Townsend e Angelisa Young, moradores de Washington pretendem anular a lei de união homossexual através de um plebiscito. Reação não diferente foi a dos portugueses, que fizeram uma manifestação mês passado se posicionando contra o casamento gay, aprovado em Portugal no mês de janeiro. E o primeiro matrimônio gay de Buenos Aires, segundo da Argentina, foi anulado uma semana depois, sob a alegação do juiz de violação do Código Civil.</p>
<p>E assim ocorre sempre, com tudo que a sociedade insiste em rotular de diferente o que é normal. As raízes tradicionais são fortes, mas há que construir o nosso tempo e, principalmente, o tempo dos que virão. Assim aconteceu e acontece com tantas ditas “minorias”, que apesar de ainda ter que lidar com o preconceito sobrevivente, se estruturaram e conseguem a cada dia mais avanços. </p>
<p>Casais gays são capazes de estruturar um núcleo familiar, muitas vezes mais estável que os comuns. Quantos filhos crescem com pais divorciados ou são criados por outro membro da família? Quantos não convivem com irmãos ou têm problemas com madrastas/padrastos? Quantos presenciam ou são vítimas de cenas de agressão? O que é a sexualidade perante isso? Reitero: casais gays devem ter o direito não apenas de se casar, mas de adotar filhos e viver em família. Não devem ser olhados torto ao saírem pra jantar ou andar nas ruas de mãos dadas. Tudo é questão de aceitação e, principalmente, de respeito.</p>
<p>Ver os avanços? Lutar pela quebra de tabus? Ser convidada para cerimônias matrimoniais gays que lhes dêem os direitos que todos merecem? Perdoe-me o plágio, Lol Kin Castañeda, mas “<em>sim, esta é a minha vontade</em>”.</p>
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		<title>Um socorro à medicina</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 03:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lays Macêdo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informando]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[jequié]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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		<description><![CDATA[Há problemas que, desde antes mesmo de se tornarem um, serão tragicamente inevitáveis.
Um exemplo? O curso de medicina da Uesb, no campus de Jequié, implantado no ano passado.
A rapidez e a sensível falta de estrutura com que o curso foi concebido foram refletidas na manhã da ultima sexta-feira (12), em manifestações feitas pelos próprios alunos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há problemas que, desde antes mesmo de se tornarem um, serão tragicamente inevitáveis.</p>
<p>Um exemplo? O curso de medicina da Uesb, no campus de Jequié, implantado no ano passado.</p>
<p>A rapidez e a sensível falta de estrutura com que o curso foi concebido foram refletidas na manhã da ultima sexta-feira (12), em manifestações feitas pelos próprios alunos, no Campus de Vitória da Conquista.</p>
<p>Aproveitando a realização da reunião do Conselho Superior da Universidade (CONSU), com o objetivo de redefinir o calendário eleitoral para escolha do novo reitor, os estudantes do curso de medicina da Uesb (campus de Jequié) reivindicaram a falta de professores, salas e materiais nos laboratórios.</p>
<p>Caso não haja uma tentativa de reversão do quadro, os alunos pretendem aderir a greve, a partir dessa segunda-feira (15).</p>
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		<title>O petismo emburrece.</title>
		<link>http://reverterio.com/2010/03/11/o-petismo-emburrece</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 00:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ígor Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controverso]]></category>
		<category><![CDATA[concursos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<category><![CDATA[Wagner]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu estou afastado do petismo. Estou afastado da política de um modo geral. Ao longo de um tempo, li mais discursos de Lula do que li Flaubert. O petismo me emburrece. A prova cabal disso é que eu perdi o bolão do Oscar promovido pela Canal 3. Estou tentando voltar aos poucos para o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estou afastado do petismo. Estou afastado da política de um modo geral. Ao longo de um tempo, li mais discursos de Lula do que li Flaubert. O petismo me emburrece. A prova cabal disso é que eu perdi o bolão do Oscar promovido pela <em>Canal 3</em>. Estou tentando voltar aos poucos para o mundo cultural. Mas perdi o jeito. Kathryn Bigelow ganhou o Oscar de melhor diretora? <em>Guerra ao Terror</em> ganhou o Oscar de melhor filme? Eu estava apostando em James Cameron e<em> Avatar</em>. Ou, em outra hipótese, Quentin Tarantino e <em>Bastardos Inglórios</em>. Houve outra publicação com uma longa entrevista do Eric Hobsbown? Desculpe, mas eu ainda não li. Há quanto tempo estou afastado do Hobsbown? Preciso correr do petismo. Ele emburrece. Ou como foi comprovado em um <em>e-mail</em> que eu recebi, ele dá azar.</p>
<p>A decisão de me afastar de Lula, do PT e da política foi revista na semana passada. Wilson Júnior, colega de <em>Revertério</em>, comentou um texto que eu publiquei há um tempo. Alguns colegas não gostaram porque, em seu textinho, o autor diz que eu coloquei <em>“dados que beiram o absurdo de mentirosos”</em>. O ombudsman achou <em>“depreciativo”</em>. Eu penso diferente. Penso como Wilson Júnior. Como o <em>Revertério</em> não tem uma identidade política, acho satisfatória esse tipo de discussão. Também não ligo para os xingamentos. Acho um instrumento retórico totalmente válido. Apesar disso, eu ia ficar quieto dessa vez. Já estava até pensando no meu novo texto cultural. O problema foi a publicação do último ombudsman. Cauê Marques, em sua despedida e na despedida do cargo, comentou: <em>“Agora, cabe a Ígor Luz deixar de escrever sobre cultura (ufa!) e responder à altura. Calado, Luz apenas provará que os dados fornecidos eram mentirosos – e dará razão a Wilson. O leitor do site tem o direito de saber quem está falando a verdade.”</em> Fui desafiado publicamente. Fui jogado na arena. Se eu estava pensando em falar sobre Kathryn Bigelow, esqueci do seu novo filme abordando a fronteira do Brasil imediatamente. Se eu estava pensando na entrevista de Hobsbown, deixei pra lá. Fui obrigado a voltar para política. Forçadamente, como um calouro da Universidade de Mogi das Cruzes.</p>
<p>O problema é que Wilson Júnior prestou atenção em apenas um período do meu texto. Ele tenta combater quando eu digo que <em>“a falta de empregos na Bahia é refletida na falta de concurso”</em>. Ele não percebe que depois do período não há ponto. Há uma continuação. Eu disse que o petismo emburrece. Na verdade, qualquer leitor atento notaria que a frase que Wilson salientou é apenas a introdução para a frase completa: <em>“A falta de empregos é refletida na falta de concurso, de estímulo e nas vaias que o Presidente e Governador petistas receberam de representantes de entidades sindicais de professores e de trabalhadores da Segurança Pública, no último dia 25, em Cachoeira.”</em> Ou seja, o período longo pode ser simplificado para melhor compreensão do autor, eliminando as outras enumerações: <em>“A falta de empregos é refletida na falta de concurso [...] de professores e de trabalhadores da Segurança Pública [...] [de] Cachoeira.”</em> Eu disse à época, 05 de junho, que havia a falta de concurso público em Cachoeira. Peneirei ainda mais: professores e de trabalhadores da Segurança Pública. E, por isso, o governador e presidente petistas foram justamente vaiados. Poderia postar <em>links</em> para o autor e para os leitores. Mas farei como Wilson Júnior e sugerirei uma googlada. Podem colocar lá <em>“Wagner”</em>, <em>“Lula”</em>, <em>“vaia”</em>, <em>“Cachoeira”</em> e <em>“concurso público”</em>. Aparecerão vários <em>sites</em> e <em>blogs</em> relatando o episódio. Apesar da minha costumeira preguiça, eu fiz o trabalho de rever tudo. Achei, inclusive, uma frase esclarecedora sobre o episódio: <em>“Estudante autodidata não dá. Precisamos de professores já”</em>.</p>
<p>Repito: meu texto foi publicado em 05 de junho de 2009. Ainda não havia estourado a chatice da paralisação da Uesb, que todos nós presenciamos. Para quem não é chegado aos jornais políticos, aquela paralisação não ocorreu somente por aqui, e, sim, nas mais importantes universidades estaduais da Bahia. Graças a Wilson Júnior, que sugere <em>“pesquisa no Google”</em>, encontrei o depoimento de uma professora da Uneb, Maria do Socorro Ferreira. Ela diz que nesse governo há <em>“um problema crônico de falta de professores”</em>. Que <em>“nem mesmo no governo carlista”</em> houve tanto impedimento na forma dos docentes trabalharem. E, completa: <em>“Desde 1997, não há aumento no número de vagas”</em>. Maria Socorro Ferreira: professora da Uneb e diretora da Associação dos Docentes da Universidade Estadual da Bahia (Aduneb).</p>
<p>Ainda rodando pelo Google (sugestão de Wilson Júnior) encontrei uma ata em que o Deputado Estadual Misael Neto (DEM) comenta sobre uma suspeita fraude em concurso público. O Ministério Público recomendou e a Justiça determinou a suspensão do concurso realizado pelo Governo petista na Sesab. Encontrei também desabafos de professores desempregados indignados. Eles passaram em concursos públicos e nunca foram chamados. Quando pensam que é hora de começar a trabalhar, dá-lhe outro concurso. Na minha empreitada de caça às travessuras do petismo com relação a seleções públicas, encontrei o caso do prefeito de Ibicaraí, Lenildo Santana. Ele exonerou 155 funcionários concursados, escolhidos a dedo, e manteve na folha de pagamento os contratados por portaria (cargos de confiança). Essa denúncia foi recente. Ainda mais recente que o texto de Wilson Júnior. É isso que dá realizar tantos concursos públicos.</p>
<p>Eu ainda encontrei várias coisas. Cada clicada, uma surpresa. Tudo relacionado a Jacques Wagner: violência, epidemias, falta de professores, fraudes, contas irregulares. Li várias cartinhas de protesto de pessoas que votaram nele. Tudo valia um novo texto. Tudo valia um texto-bomba. Mas, como eu disse, estou cansado de política. Preciso voltar para meus filmes, para Flaubert, para Hobsbown. Apenas dei minha piscadela no <em>Controverso</em> porque fui chamado. Forçosamente. Agora posso sair da arena. Violência, epidemias, falta de professores, fraudes, contas irregulares. Como disse Maria do Socorro Ferreira, <em>“nem mesmo no governo carlista”</em> era assim.</p>
<p>&#8230;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Torneio de Futsal na UESB</title>
		<link>http://reverterio.com/2010/03/10/torneio-de-futsal-na-uesb</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 01:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Müller Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informando]]></category>
		<category><![CDATA[SEMANA DO CALOURO]]></category>
		<category><![CDATA[torneio futsal UESB]]></category>
		<category><![CDATA[uesb]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o dia 5 deste mês a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) promove a Semana de Integração. Com o objetivo de proporcionar interação entre os estudantes, o evento na sua segunda edição  conta com ?shows, workshops e torneios esportivos.
Na noite desta quarta feira teve início o torneio de Futsal Masculino.
Os 10 times foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o dia 5 deste mês a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) promove a Semana de Integração. Com o objetivo de proporcionar interação entre os estudantes, o evento na sua segunda edição  conta com ?shows, <em>workshops</em> e torneios esportivos.</p>
<p>Na noite desta quarta feira teve início o torneio de Futsal Masculino.</p>
<p>Os 10 times foram dispostos em duas chaves em jogos eliminatórios, no jargão futebolístico: mata-mata. Cada equipe representa um curso de graduação e tem que inserir no elenco pelo menos um calouro.</p>
<p>Os resultados desta noite foram os seguintes:</p>
<p><span style="background-color: #ffffff">Comunicativos (Comunicação Social) 1 x 6 <strong>Calourísica </strong>(Física)</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff">Liga da Justiça (Direito) 2 x 2 <strong>Laduma</strong> (Agronomia). Laduma classificado nos penaltis</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff"><strong>Las cascavelas do Amo</strong><strong>r</strong> (Ciência da Computação) 3 x 1 Interjurídicos  (Direito)</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Toc, toc, toc… lá  vem elas!</title>
		<link>http://reverterio.com/2010/03/08/toc-toc-toc-la-vem-elas</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sâmia Louise</dc:creator>
				<category><![CDATA[De casa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[8 de março]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[homenagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
Toc, toc, toc&#8230; A denúncia sempre fora um dos maiores pecados do salto alto. Não havia escapatória: os pescoços já haviam se curvado. Dos educados, um elogio. Dos mais ousados, cantadas horrendas. Dos concentrados, um resmungo. Dos mais discretos, nada mais. Mulher é isso: beleza singular. Não importa a estatura, o peso, o sorriso. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://reverterio.com/wp-content/uploads/2010/03/8demarco.jpg"><img class="wp-image-3731  aligncenter noborder" title="8demarco" src="http://reverterio.com/wp-content/uploads/2010/03/8demarco.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Toc, toc, toc&#8230; A denúncia sempre fora um dos maiores pecados do salto alto. Não havia escapatória: os pescoços já haviam se curvado. Dos educados, um elogio. Dos mais ousados, cantadas horrendas. Dos concentrados, um resmungo. Dos mais discretos, nada mais. Mulher é isso: beleza singular. Não importa a estatura, o peso, o sorriso. Não importa se é jeans ou seda. Se é louro, ruivo, ou cacheado. Não importa se esqueceu de colocar o batom na bolsa. Ou se não teve tempo de terminar de ler aquele livro.</p>
<p>Mulher, mulher, mulher. Quanta diversidade! Ser mulher é poder tudo. Dona dos gracejos e cortesias, tem sempre um truque faceiro guardado para o inesperado. Dona de curvas escondidas por debaixo da roupa, tem sempre o inesperado guardado para mais um truque. Sensível ou arrogante, há sempre um novo humor para se tirar do cabide toda manhã</p>
<p>Toc, toc, toc&#8230; Caminha Emilãine Iemai, com o seu típico aroma de criatividade que exala por onde ela passa. A pele clara que dá forma ao rosto de menina contrasta com o arco-íris em seus olhos. Dona das cores e da criação, há quem diga que nasceu para fazer arte.</p>
<p>E se umas nascem para fazer arte, outras nascem para pôr ordem. O que seria desta patota que faz caminhar o Revertério se não fossem as largas passadas de Juliana Pinto? Com sua tez calma, ela vem pronta para o que for preciso. Inova, pede, grita, quer silêncio, toma a frente&#8230; E assim, com esse jeitinho materno de quem no fim das contas só quer proteger a cria, ela sempre está lá, nos recebendo calorosamente em nossa caixa de e-mail.</p>
<p>Mesmo quando ainda está distante, sabemos quem vem: Lays Macêdo. Esta não é denunciada pelo salto alto, mas pelo seu timbre ecoando em meio a berros ou risadas orgásticas. Viva, ruiva, inconfundível. A pimenta que tempera tudo com o seu típico sabor: alegria contagiosa. E se a língua arder por exagero da dosagem, perdoem-na, ela está de TPM.</p>
<p>Gravador na mão, ela está pronta para o trabalho. Thanize Borges, que brinca de fazer entrevistas e brilha brincando. Amável e amada, quem vê o porte de mulher não diz que esconde um coração de menina. Dê-me licença a própria: Ô gente! Mas é linda!</p>
<p>Entre versos e rimas se esconde Mariana Lacerda. Sensível, sente as pequenas pulsações do mundo para transformá-las em linhas e emoções. A poesia é sua mãe, amiga e confidente. Dela tudo sabe e pouco diz. Manhãs, medos, abraços: inteligente, nada ela desperdiça. Tudo ganha vida.</p>
<p>Sâmia Louise tem ar de cabeça: seu jeito maduro traduz calma e esconde uma verdadeira contadora de histórias. O ar de mulher grande se perde dentro dos personagens que imagina, inventa, vê, sente, vive&#8230; A liberdade para ser o que quer é a sua maior fortaleza. Entre metáforas e verdades, ela se revela sem ninguém ver. E, livre, ri sozinha disso.</p>
<p>Toc, toc, toc&#8230; Lá vêm elas! Com toda a sua unicidade, donas de si, com sede de descobertas, com vontade de ser, de romper tabus. Parabéns a todas as mulheres que gostam de maquiagem, sofrem de TPM, são mães, filhas, amigas, estudantes, funcionárias e donas-de-casa. Parabéns a todas as mulheres que gostam de dizer ‘sim’, mas sabem a hora de dizer ‘não’. Parabéns às mulheres que usam chapinha, brigam com o namorado, comem chocolate escondido, gostam de dormir com calcinha de algodão.  Parabéns a todas as mulheres que um dia acordam se sentindo feias, explodem por pouca coisa e choram por menos ainda. Parabéns às mulheres que têm vontade de quebrar regras, desmistificar velhos preconceitos, que têm coragem de SER.</p>
<p>Parabéns em especial às mulheres do Revertério, que além de fazerem tudo isso bem feito, se completam para dar gás não apenas a um site, mas sobretudo a um sonho.</p>
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		<title>O trote do Blog do Anderson</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ígor Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controverso]]></category>
		<category><![CDATA[blog do anderson]]></category>
		<category><![CDATA[calouros]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[trote]]></category>
		<category><![CDATA[uesb]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós somos os estudantes veteranos de medicina da Universidade de Mogi das Cruzes. Claro: muito mais pobres. Claro: muito menos abrangentes. Se nós, colunistas do Revertério e demais veteranos do curso de Comunicação Social, somos os veteranos de medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, o Blog do Anderson só pode ser o Fantástico. Claro: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós somos os estudantes veteranos de medicina da Universidade de Mogi das Cruzes. Claro: muito mais pobres. Claro: muito menos abrangentes. Se nós, colunistas do <em>Revertério</em> e demais veteranos do curso de Comunicação Social, somos os veteranos de medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, o <em>Blog do Anderson</em> só pode ser o <em>Fantástico</em>. Claro: muito mais pobre. Claro: muito menos abrangente.</p>
<p>No último dia 05, Anderson Oliveira publicou uma notinha comentando o trote da turma de Comunicação Social. Acho que ele deve estar sem assunto. Na verdade, acho que sempre falta assunto. Tanto que, vira e mexe, ele reproduz um texto do <em>Revertério</em> em seu <em>Blog</em>. Eu entendo Anderson Oliveira. Reproduzir textos do nosso <em>site</em> é a melhor atitude jornalística que ele pode ter.</p>
<p>O blogueiro não veio a campo sem provas. Ele analisou algumas imagens no <em>YouTube</em> e tratou logo de dar o parecer. O <em>Fantástico</em> convocou o professor de medicina comportamental, José Roberto Leite, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), para analisar as imagens. Espero urgentemente que o <em>Blog do Anderson</em> faça a mesma coisa. Estou seriamente preocupado. Quero ver se o nosso comportamento é considerado patológico, doentio e agressivo.</p>
<p>Vou ter que fazer algo inédito no <em>Revertério</em>. Vou reproduzir uma pequena parte do <em>Blog do Anderson</em>. Eu sei: é aborrecido. Mas se tem gente disposta a comentar seus textos, deve ter gente disposta a aturá-lo por 216 toques. <em>“Um vídeo no Youtube mostra os calouros da Faculdade de Comunicação Social sendo forçados a dançar, ganharam pinturas nos em seus rostos além ainda de serem colocados de joelhos para um suposto juramento pintados”.</em> Essas acusações fariam ainda mais sentido se Anderson Oliveira soubesse fazer uso correto da vírgula.</p>
<p>Claro que isso tudo é uma babaquice sem fim. Qualquer pessoa que olhar as imagens vai perceber que tudo é uma grande brincadeira. Todos riem e se divertem. Ninguém é “forçado” a nada. Na verdade, a intenção é a interação. Todos brincam. Todos dançam. Como até o próprio <em>Blog do Anderson</em> publicou, “calouros e veteranos caindo na dança no dia do trote”. Eu não cheguei a participar das brincadeiras na Universidade. Mas, logo depois, todos foram para um bar e ficaram conversando sobre o curso, estreitando as relações. Nenhum calouro parecia humilhado, frustrado ou com intenção de desistir do curso por causa do trote (como aconteceu na Universidade de Mogi das Cruzes). Quanto ao juramento, precisamos realmente explicar que tudo que os calouros leram ali era pura piada?</p>
<p>O que os alunos de Comunicação Social fizeram foi uma recepção, com tintas, farinha, risadas e cervejas. Não houve cuspe na cara, comida estragada, tapas na cabeça, beijos nos pés. Não houve vômito, fezes, fígado de boi. Não houve nada patológico, doentio ou agressivo. Foi diversão.</p>
<p>Se o <em>Blog do Anderson</em> continuar sem assunto e ele precisar recorrer ao <em>Revertério</em> para preencher suas lacunas, sugiro que ele reproduza, na íntegra, esse texto. Mas não estou forçando nada. É apenas se ele assim desejar.</p>
<p>&#8230;</p>
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		<title>War Cry em Conquista</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrique Escudero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informando]]></category>
		<category><![CDATA[cama de jornal]]></category>
		<category><![CDATA[hardcore]]></category>
		<category><![CDATA[punk rock]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória da Conquista]]></category>
		<category><![CDATA[war cry]]></category>

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		<description><![CDATA[A banda norte-americana de hardcore War Cry se apresenta em Vitória da Conquista na quarta-feira, dia 10, no Teatro Municipal Carlos Jehovah à partir das 19:30h. O show faz parte da turnê brasileira do grupo originário da cidade de Portland, nos Estados Unidos. A banda, antes de chegar em Conquista, fará uma parada em Poções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banda norte-americana de <em>hardcore </em>War Cry se apresenta em Vitória da Conquista na quarta-feira, dia 10, no Teatro Municipal Carlos Jehovah à partir das 19:30h. O show faz parte da turnê brasileira do grupo originário da cidade de Portland, nos Estados Unidos. A banda, antes de chegar em Conquista, fará uma parada em Poções para um bate-papo com alunos de uma escola pública da cidade.</p>
<p>O evento  é organizado pela produtora Caso à Parte Eventos, com apoio do Coletivo Suíça Bahiana, e vai contar com a participação da banda conquistense Cama de Jornal, que é conhecida no cenário <em>punk rock </em>da Bahia e já até fez uma mini-turnê com a banda paulista Cólera.</p>
<p>Os ingressos serão vendidos na loja Zas Tras, situada na Alameda Lima Guerra, e custarão R$5,00.</p>
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		<title>O último dos ombudsmans</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 21:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cauê Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ombudsman]]></category>

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		<description><![CDATA[“Críticas. Qual o problema das pessoas com elas? Qual o problema dos jornalistas com elas?” (Enrique Escudero)
“Eu, tão acostumado a ser estilingue, sentirei a emoção de ser vidraça&#8230;” (Ígor Luz)
“Agora via quem sempre esteve catando os cacos ao invés de empurrá-los para debaixo do tapete”&#8230; (Sâmia Louise)
O ombudsman é, essencialmente, um catador de cacos. Enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Críticas. Qual o problema das pessoas com elas? Qual o problema dos jornalistas com elas?</em>” (Enrique Escudero)</p>
<p>“<em>Eu, tão acostumado a ser estilingue, sentirei a emoção de ser vidraça&#8230;</em>” (Ígor Luz)</p>
<p>“<em>Agora via quem sempre esteve catando os cacos ao invés de empurrá-los para debaixo do tapete</em>”&#8230; (Sâmia Louise)</p>
<p>O <em>ombudsman</em> é, essencialmente, um catador de cacos. Enquanto os jornalistas se esforçam para apresentar ao leitor um espelho de múltiplas imagens, um reflexo da realidade testemunhada pelo repórter, pelo fotógrafo e pelo entrevistado, o <em>ombudsman</em> faz exatamente o contrário: transforma cada um dos espelhos jornalísticos em vidraça e então, atira pedras para, caco por caco, procurar deformações nas imagens.</p>
<p>Jornalistas não gostam de críticas, jornalistas não gostam de cacos – jornalistas gostam de espelhos. Uma matéria bem construída não é mais do que isso: um espelho da realidade que enxergamos, um reflexo da sociedade em que vivemos. Mas e quando esse espelho tem manchas e deformações? E quando esse espelho reflete a imagem não da realidade, mas de um jornalista equivocado que, às vezes, nem sabe onde está o seu erro?</p>
<p>O <em>Revertério</em> é um espelho de todos nós, estudantes de Comunicação Social da Uesb. Mas quando erramos com o site, a imagem que refletimos é a de estudantes irresponsáveis e mal preparados para o mercado de trabalho. Empurrar cacos para debaixo do tapete é correr o risco de se cortar no futuro, quando alguém puxá-lo exatamente sobre os nossos pés. E é por isso que todos os <em>ombudsmans</em> sempre se preocuparam em analisar com tanto cuidado cada caquinho de erro: um caco exposto agora fere muito menos gente do que um caco escondido no futuro.</p>
<p>No meu último texto como <em>ombudsman</em>, alguns cacos ainda serão revelados para o público. O de Juliana Silva, por exemplo, que foi extremamente infeliz ao comparar o <em>Revertério</em> com uma porta em <em>Nada é em vão*</em>. Ok, Juliana, entendemos o que você quis dizer. Mas lembre-se que, em bom português, ser comparado com uma “porta” é ser chamado de burro. E como o <em>Revertério</em> não é nada burro, essa metáfora não foi muito inteligente. Não poderia ter sido “porta de entrada”, uma “página que se abre” ou outra melhor?</p>
<p>Sobre <em>PT, o menos pior</em>, por Wilson Júnior, acredito que chamar um dos colegas de Revertério de “mentiroso” é tão depreciativo quanto criticar os métodos de divulgação do site. Agora, cabe a Ígor Luz deixar de escrever sobre cultura (ufa!) e responder à altura. Calado, Luz apenas provará que os dados fornecidos eram mentirosos – e dará razão a Wilson. O leitor do site tem o direito de saber quem está falando a verdade. Por isso, recomendo ao Conselho Diretor que, se solicitado, dê a Ígor um direito de resposta, o quanto antes.</p>
<p>Citando alguns cacos mais antigos, lembro do comentário de Netto Nunes em <em>Músicas, limites e carnaval</em>, de Mariana Lacerda: onde estão os créditos das fotos postadas no site? Eis aí uma polêmica que, como <em>ombudsman</em>, gostaria de ter escrito mais a fundo. E uma sugestão a Diego Ribeiro, que nunca foi lembrada em minha coluna: deixe claro de quem são as opiniões do seu texto. No antigo <em>A música do carnaval</em>, segundo quem mesmo “<em>a melhor música ou pelo menos a de melhor qualidade está na boca da rainha do axé, Daniela Mercury</em>”? Segundo o autor, segundo algum especialista ou segundo uma pesquisa de opinião? Não só esse, mas outros textos de Diego cometem a mesma falha, que contribuem para confundir o leitor.</p>
<p>E, por fim, me despeço do cargo. Desejo a todos os autores do <em>Revertério</em> boa sorte e peço desculpas especialmente a Müller Leandro pelas críticas incisivas em minha coluna. O conselho que fica? Cuidado com a síndrome de Narciso: quem acredita muito em espelhos, se afoga em sua própria imagem quando é reduzido a cacos. E isso, todo ex-<em>ombudsman</em> sabe muito bem.</p>
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		<title>Uesb inaugura emissora de rádio</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 11:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sâmia Louise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informando]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[surte]]></category>
		<category><![CDATA[uesb]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem (05), às 18 horas, foi inaugurada a UesbFM Educativa, uma nova emissora de rádio em Vitória da Conquista que abrangerá cerca de 50 cidades. Sintonizada pela frequência 97,5, a rádio oferece cobertura jornalística, com informações locais e regionais, e uma programação também voltada para as áreas esportiva, rural, dentre outras. 
A UesbFM é fruto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem (05), às 18 horas, foi inaugurada a UesbFM Educativa, uma nova emissora de rádio em Vitória da Conquista que abrangerá cerca de 50 cidades. Sintonizada pela frequência 97,5, a rádio oferece cobertura jornalística, com informações locais e regionais, e uma programação também voltada para as áreas esportiva, rural, dentre outras. </p>
<p>A UesbFM é fruto de um projeto SURTE (Sistema Uesb de Rádio e Televisão Educativas) e se destaca por ser a primeira rádio educativa dirigida por uma universidade do interior do Nordeste.  </p>
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