<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Coisas</title><description>coisas</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Rishi Vadher)</managingEditor><pubDate>Sat, 14 Feb 2026 08:51:54 GMT</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">270</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://www.rishivadher.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="http://lh3.ggpht.com/_PThiHowomao/SF6MwL-QD_I/AAAAAAAAAEw/nx_PBr8Keps/s800/r1.jpg"/><itunes:keywords>rishivadher</itunes:keywords><itunes:summary>Coisas de R.V.</itunes:summary><itunes:subtitle>Coisas</itunes:subtitle><itunes:category text="Technology"/><itunes:category text="Science &amp; Medicine"/><itunes:author>R.V.</itunes:author><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email><itunes:name>R.V.</itunes:name></itunes:owner><xhtml:meta content="noindex" name="robots" xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml"/><item><title>Ferramentas para a inclusão através do desenho(part4)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/10/ferramentas-para-inclusao-atraves-do_2.html</link><pubDate>Mon, 2 Oct 2017 00:25:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-588693120045327060</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/09/ferramentas-para-inclusao-atraves-do_30.html" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/09/ferramentas-para-inclusao-atraves-do_30.html&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
3. A ferramenta de avaliação interativa inicial&lt;br /&gt;
Uma ferramenta interativa integrada no Fusion 360 poderá ser utilizada pelos desenhadores, podendo ser contruída através algumas linhas de código, mas podem ser difíceis de implementar a sua fase de desenvolvimento. Portanto a ferramenta pode apenas ser utilizada apenas para demonstração e simulações das ações tomadas por um desenhador que quer para avaliar a legibilidade dum elemento do desenho técnico, podendo ser demonstrado que os fatores devem ser considerados para avaliar a legibilidade como por exemplo, entre as etapas tomadas que fossem para seja configuração do material do desenho, definição da cor, definição do estilo do texto, definição da luminosidade do ambiente, configuração da distância de leitura, e outros elementos ambientais e do desenho que tivessem de ser definidos antes de avaliar a legibilidade dos rótulos e textos num contexto 3D. O objetivo da ferramenta pode ser destacar a exclusão que os desenhos em desenvolvimento podem causar. Como esses desenhos que estão em desenvolvimento, e os programadores dos produtos poderiam equilibrar os requisitos do desenho com as mudanças do desenho e em seguida, incluir gradualmente pequenas alterações em seus desenhos a favor da inclusividade.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Podendo existir dois exemplos que fossem demonstrados aos participantes que copiavam o desenho duma capa de telemóvel e outro que imitava o desenho dum controle remoto. Ambos os exemplos propuseram uma maneira interativa de verificar a legibilidade no controle remoto. Resumidamente a demonstração do controle remoto (ilustrado nas IMAGEM03 e 05) seguiu a sequência abaixo:&lt;br /&gt;
1. Projetando uma caixa com cor e material, adicionando texto com tamanho e estilo de fonte e definição do cenário de simulação, como luz ambiente, distância de leitura, etc.&lt;br /&gt;
2. Seleção do desenho inclusivo através do menu e ferramentas e no teste de visibilidade.&lt;br /&gt;
3. Uma caixa de alerta aberta descreve o alcance da população excluída da leitura do texto. Além disso pode dar alguns conselhos sobre a dimensão da fonte e o estilo e o contraste de cor de plano de fundo e ou primeiro plano.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5A2vt_zzXt1Mo8vb6AtEiwcNUdgXgYJ_oZg0N806damGgmmIzlfZEpb9A-7IL9RBWUkCjNHrz_FNktwg1flldrhjUqEZQnEFiPrWY1KdaPKvHhjwuahjZ11DmpkLzqlAe0Fvh/w1244-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM03"&gt;&lt;img alt="IMAGEM03" border="0" height="346" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5A2vt_zzXt1Mo8vb6AtEiwcNUdgXgYJ_oZg0N806damGgmmIzlfZEpb9A-7IL9RBWUkCjNHrz_FNktwg1flldrhjUqEZQnEFiPrWY1KdaPKvHhjwuahjZ11DmpkLzqlAe0Fvh/w1244-h672-no/" style="background-image: none; border: 0px currentcolor; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="IMAGEM03" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
IMAGEM03&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A razão para mostrar uma caixa de alerta como se observa na IMAGEM03 pode-se entender que os desenhadores possam encontrar a informação de inclusão e a ação recomendada que seguiu as mudanças úteis para a dimensão da fonte, estilo e contraste de cor de plano de fundo e ou primeiro plano que visava para orientar os desenhadores a recriar recursos mais legíveis ou mais inclusivos. As demonstrações estimularam o debate entre os participantes que conversam sobre os prós e contras da ferramenta relacionada à prática do desenho, podem ser questionados sobre a interface da ferramenta e a sua própria funcionalidade assim obtendo as informações e os resultados fornecidos.&lt;br /&gt;
3.1. Resultados das demonstrações&lt;br /&gt;
Os participantes forneceram comentários sobre três aspetos principais da ferramenta; o primeiro é o tipo de interface, segundo são as informações fornecidas, e terceiros são os resultados que poderiam tornar uma ferramenta de avaliação do desenho inclusiva mais adequada para práticas do desenho, que podem ser descritas mais detalhadamente com comentários dos desenhadores e clientes em relação à ferramenta 3D que em resumo são os seguintes aspetos:&lt;br /&gt;
Primeiro as interfaces interativas sendo a primeira questão se os participantes acreditavam que uma ferramenta interativa incorporada num software de desenho será útil. Os desenhadores tiveram uma resposta positiva ao conceito, e todos os desenhadores de produtos entrevistados estavam interessados na ideia de utilizar a aplicação 3D para incorporar uma análise do desenho inclusiva, pois estes tendem a desenhar em ferramentas de modelação 3D. Em outros domínios do desenho, no entanto os desenhadores não utilizam necessariamente o software 3D, assim, embora as ferramentas 3D sejam preferidas pelos desenhadores de produtos, outros domínios, como capas de telemóveis, e os seus gráficos, mas os desenhadores de interface e clientes preferem o software 2D. No entanto todos os participates concordaram que as ferramentas interativas semelhantes às apresentadas são preferíveis.&lt;br /&gt;
Segundo a informações sobre inclusão um aspecto polêmico da ferramenta foi o resultado relacionado à percentagem da população adulta excluída. De acordo com alguns dos desenhadores a informação de exclusão baseada numa percentagem de toda a população pode não afetar o mercado alvo do produto, para os clientes, por outro lado, pode indicar oportunidades no mercado. No entanto ambos os grupos sugeriram que a percentagem da população excluída poderia ser dividida em grupos demográficos, como grupos etários, classes sociais, etc. Esses grupos são frequentemente associados aos requisitos do mercado e podem avaliar os dados.&lt;br /&gt;
Terceiro o resultado por objetivos, o outro especto que requeria compreensão era se a avaliação de características do desenho em desenvolvimento era uma maneira eficaz de melhorar a inclusão em novos desenhos. Todos os desenhadores mencionaram que gostariam de receber informações mais detalhadas do que as fornecidas na ferramenta, como informações diretamente relacionadas ao desenho que estão a criar e o que é recomendado para aumentar a inclusividade e os melhores recursos para uma melhor inclusão. Depois de considerar os comentários recebidos dos participantes sobre a ferramenta inicial e as interfaces mais desenvolvidas da ferramenta levaram a mudanças em dois aspetos principais:&lt;br /&gt;
Primeiro a ferramenta que foi construída numa plataforma independente da aplicação para a web o que significava que não estava restrito aos desenhadores de produtos como nos CAD integrados, mas estava disponível para outros domínios do desenho também como para clientes.&lt;br /&gt;
Segundo pode-se continuar a avaliar o desenho em desenvolvimento e a estimar a exclusão da população adulta. No entanto através do processo de desenvolvimento iterativo, os detalhes dos resultados podem ser melhorados para satisfazer os desenhadores e as recomendações dos parâmetros para melhorar a inclusão podem ser adicionados aos resultados.&lt;br /&gt;
Uma ferramenta desenvolvida com a última versão da sua interface poderá ser detalhada numa nova seção.&lt;br /&gt;
4. Uma outra ferramenta desenvolvida como consultor externo do desenho técnico&lt;br /&gt;
Como na ferramenta inicial o requisito básico de um consultor do desenho inclusivo pode permitir aos desenhadores e clientes auditar de forma interativa a inclusão dos desenhos emergentes. As informações sobre as características das características do desenho dum desenho em desenvolvimento devem ser inseridas no sistema e os comentários são relacionados à inclusão desses recursos.&lt;br /&gt;
Como por exemplo num novo desenho duma dum sapato para avaliar a legibilidade de cada recurso do desenho e sendo obrigatório inserir no sistema os atributos de cada elemento, ou seja, para a avaliação de legibilidade dum comutador e dos seus rótulos, é obrigatório para entrar no processo do desenho inclusivo como cor do plano de fundo, os atributos do comutador como a dimensão, cor, acabamento do material, e também os atributos do rótulo, como dimensão do texto, cor e estilo. Em seguida a exclusão relacionada a problemas de legibilidade é calculada. Ao alterar qualquer atributo são fornecidos novos comentários relacionados à exclusão. A informação entregue pela ferramenta é a estimativa da percentagem da população adulta excluída de ver ou manipular confortavelmente o desenho e as recomendações para melhorar o desenho.&lt;br /&gt;
Os principais requisitos de desenho inclusivo baseiam-se nos resultados do estudo exploratório realizado desde que a ferramenta inicial foi desenvolvida, podendo alguns deste ser referenciados.&lt;br /&gt;
Continuação – …&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5A2vt_zzXt1Mo8vb6AtEiwcNUdgXgYJ_oZg0N806damGgmmIzlfZEpb9A-7IL9RBWUkCjNHrz_FNktwg1flldrhjUqEZQnEFiPrWY1KdaPKvHhjwuahjZ11DmpkLzqlAe0Fvh/s72-w1244-h672-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Ferramentas para a inclusão através do desenho(part3)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/09/ferramentas-para-inclusao-atraves-do_30.html</link><pubDate>Sat, 30 Sep 2017 18:15:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-1157496599930884145</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="http://rishivadher.blogspot.pt/2015/01/ferramentas-e-tecnicas-pra-o-desenho-de.html"&gt;http://rishivadher.blogspot.pt/2015/01/ferramentas-e-tecnicas-pra-o-desenho-de.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ao captar a essência das ferramentas e ou técnicas não faz sentido adquirir listas intermináveis de ferramentas e técnicas existentes e tentar capturar as suas potenciais contribuições de diferentes perspetivas, não só tal resultado de abordagem em listas incompletas também iria inevitavelmente levar à ocorrência de ferramentas e técnicas inclassificáveis e questões de definição de rendimento que são dificilmente construtivas. Isto implica que as tentativas que são baseadas na tipificação ou classificação de tipos de produtos que só podem levar a disputas hierárquicas.&lt;br /&gt;Alternativamente as ferramentas e técnicas são aqui agrupadas de acordo com suas características em relação à sua abrangência, amplitude, performance e objetivo no ciclo do desenho de produto.&lt;br /&gt;5.1. Posicionamento no ciclo do desenho de produto&lt;br /&gt;Um degrau óbvio para o agrupamento está disponível de acordo com o estágio do processo do desenho técnico, a identificação das fases do ciclo do desenho técnico é inerente à maioria dos métodos de projeto; portanto, uma grande variedade de definições existe, mas no entanto uma enumeração que é bastante comum é: planeamento e esclarecimento/desenho conceitual/personalização do desenho/desenho de detalhe.&lt;br /&gt;Essa lista é instrumental no agrupamento das atividades no ciclo do desenho, assim como também ferramentas e técnicas relacionadas a essas atividades podem ser agrupadas, no entanto porque algumas ferramentas apoiam uma ação específica e algumas ferramentas de suporte a uma parte considerável do ciclo de desenvolvimento como se observa na IMAGEM06 do lado direito, um esquema de classificação que é muito granular e que degradaria as ferramentas amplamente empregáveis ou continuamente duplicando-as. Portanto a classificação contra a fase de desenvolvimento geralmente resulta num corte que é demasiado genérico como exemplo uma classificação baseada no exemplo o desenho de conceito e no desenho de desenvolvimento de detalhe que se torna bastante inútil.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
5.2. Tipo de efeito&lt;br /&gt;Como as ferramentas e técnicas são inerentemente empregues para alcançar um determinado resultado o tipo de resultado esperado é um meio óbvio de classificação se expresso a partir do ponto de vista do utilizador o fenómeno efeito da ferramenta e a sua interação pode ser representado. As seguintes classes de ferramentas seriam pelo menos possivelmente ser distinguidas: Ferramentas atuando na criatividade dos utilizadores. Ferramentas baseadas especial sobre o conhecimento do objeto. Ferramentas que melhoram a forma de trabalho obrigando os profissionais a trabalhar de uma forma mais científica. Ferramentas que incentivam o uso de certos meios técnicos.&lt;br /&gt;5.3. Características dos operadores&lt;br /&gt;Ao elaborar o papel do utilizado e recordando a posição do operador como o fator fundamental em qualquer ferramenta no ciclo do desenho técnico a forma em que estes operadores compreendem e aplicam as ferramentas e é essencial, algumas ferramentas são restivas na sua aplicação porque eles ditam determinadas condições definidas do operadores. Consequentemente é possível identificar por exemplo as seguintes classes de ferramentas: Ferramentas dirigidas a determinados apenas a indivíduos ou apenas a grupos que detêm certas habilidades ou tipos de conhecimento específicos. Ferramentas em que os pedidos estão condicionados à disponibilidade de certos meios de trabalho tais como aplicações, hardware, infraestrutura, organização. Ferramentas que exigem determinadas condições de trabalho definidos, limitando a sua aplicação restritiva a determinadas situações.&lt;br /&gt;5.4. Alvo e alcance do projectos&lt;br /&gt;Em comparação com os sistemas que sustentam o ciclo do desenho técnico na secção 4 as ferramentas e técnicas são geralmente mais limitadas no alcance do projeto pelo que eles normalmente se relacionam com mais atividades individuais, mas no entanto este não produz uma forma óbvia para descrever as ferramentas e actividades. Afinal de contas o uso de ferramentas e técnicas pode abranger um ou mais atividades abordando diferentes aspetos de diferentes pontos de vista. Além disso as actividades podem ser consideradas em consistir de outras actividades. Isto indica que as ferramentas e técnicas serão interligadas em diferentes níveis de agregação e detalhe, isso implica também que a granularidade do ciclo do desenho irá variar consideravelmente levando a sobrepor as lacunas mas também recursivamente. Geralmente ferramentas do desenho de produto e as técnicas são utilizadas para apoiar melhorar ou permitir o curso dos processos do desenho como proposto por métodos do desenho técnico.&lt;br /&gt;Da mesma forma os métodos de desenhar tecnicamente, algumas ferramentas ou sistemas de subjacentes processos de projeto por exemplo nos sistemas CAD gerais, enquanto outras ferramentas de especialização facilitam as peças selecionadas do processo. Exemplos incluem ferramentas que suportam um método específico do desenho técnico e as suas atividades num desenho específico como por exemplo aplicações de reconhecimento de recursos para as atividades de preparação de produção ou assuntos específicos do desenho produto como por exemplo cálculo do rolamento de ferramentas de um portal dum fabricante. Dependendo de fatores como o alcance, frequência de utilização e grau de integração no processo e algumas ferramentas de desenho são adições úteis, mas dispensáveis para o curso do processo do desenho de produto enquanto outros fazem quebram o sucesso do processo.&lt;br /&gt;Com os diferentes tipos de actividades dirigidas pelos desenhadores o tipo de ferramentas e técnicas também variam, as ferramentas podem variar de ferramentas físicas reais via instrumentos genéricos que são para pacotes de aplicações dedicado que propositadamente suportam a técnica relacionada e independente de técnica.&lt;br /&gt;5.5. Objetivo&lt;br /&gt;Para os desenhadores é tão óbvio que a utilização de ferramentas e técnicas que muitas vezes não se relacionam de forma explícita ao uso de um objetivo formal ou objetivo. No entanto é importante examinar porque é que as ferramentas e técnicas são utilizadas. Isso dá origem à pergunta de valor acrescentado de uma combinação que pode ser entre a ferramenta e ou técnica. Geralmente a resposta a esta pergunta é simples o valor acrescentado é que os desenhadores são mais capazes de fazer o seu trabalho de uma maneira que é mais aplicável e eficaz ou eficiente. Consequentemente os desenhadores tendem a expressar esses benefícios em termos de ciclo do desenho global. Em essência os momentos em que esses benefícios são mais visíveis são os pontos em que as consequências de decisões se manifestam, portanto é extremamente interessante ver que os modelos para as decisões do desenho suportam estreita semelhança com a introdução progressiva de métodos do desenho nos ciclos dos desenhos técnicos completos, esta novamente chama a atenção para a factualidade do desenho numa sequência de etapas de tomada de decisão como se vê secção 2.1.&lt;br /&gt;Em termos abstratos e com base na lógica formal durante as atividades de síntese do processo de desenho o desenhador utiliza o seu o raciocínio abdutivo ou o raciocínio produtivo para criar uma proposta de desenho baseado em pressupostos ou modelos protótipos. Esta proposta é em seguida analisada utilizando raciocínio dedutivo para determinar as características do desempenho do desenho. A avaliação indutiva das características leva a refinamentos do desenho e o ciclo é repetido, o processo por conseguinte baseia-se na utilização de pré-estrutura como uma solução inicial que é refinado por um processo evolutivo em análise conjunta.&lt;br /&gt;Para elaborar algo sobre isso afirma-se que os desenhadores avaliem soluções comparando as alternativas e decidam qual é o melhor e ao fazer isso os desenhadores levam quatro ações básicas. A primeira ação é estabelecer necessidade ou perceber que há um problema a ser resolvido. A segunda ação é entender o problema. A terceira ação é gerar soluções potenciais a ele. A quarta acção é avaliar as soluções comparando as soluções potenciais e decidir sobre a melhor.&lt;br /&gt;Alternativamente as ações também são referidas como “avaliando, validação, navegação e Unificação”.&lt;br /&gt;Além disso se os desenhadores pretendam comunicar os resultados das suas deliberações para qualquer outra pessoa ou gravá-lo para consulta posterior é em seguida uma quinta ação que é também necessário o documento de trabalho.&lt;br /&gt;Para os desenhadores é inerentemente vantajoso utilizar ferramentas e técnicas que abordam a maior parte do ciclo do desenho afinal de contas chamando habilidades para um número limitado de ferramentas e técnicas é muito menos complexo do que o que para muitas ferramentas individuais menores e técnicas, neste último caso é também extremamente difícil manter uma visão geral e para assegurar que todas as actividades são baseadas no estado informações precisas e evolução do desenvolvimento do produto. Isto também está relacionado com o ciclo PDSA mencionado na secção 2.1. a partir de um ponto de vista de gestão desenhos que limita o número de ferramentas e técnicas que fazem parte do ciclo do desenho técnico e que é certamente favorável, e ao mesmo tempo não faz justiça à complexidade e dinâmica de trajetórias do desenho.&lt;br /&gt;Como efeito colateral este especto também pode explicar a tendência das ferramentas técnicas e outros sistemas para expandir lentamente e para incorporar mais e mais funcionalidades. &lt;br /&gt;Por um lado isso é um o benefício do desenhador simultaneamente pode fazer algumas soluções de topo com peso ou pode limitar a flexibilidade do processo do desenho técnico, como por exemplo muitos softwares de CAD convencional têm apresentado esta absorção incessante de funcionalidade que está relacionada com o núcleo do software assim como consequência utilizando específicos recursos ou hiperligações paramétricas relacionadas com o software que pode facilmente comprometer a interoperabilidade entre sistemas e ferramentas e também pode introduzir múltiplas interpretações como por exemplo tendo ambas as características do desenho de produção na mesma parte paramétrica.&lt;br /&gt;Voltando às quatro ações que são mencionados acima que são as actividades objetivas que juntas permitem que os desenhadores executarem tarefas subjetivas a um nível superior da agregação no ciclo do desenho técnico. A este respeito o subjetivo não se refere diretamente para ao desenhador ter um ponto de vista preconceituoso e isso significa que em vez do âmbito de um ciclo do desenho de produto nenhuma atividade pode ser vista como separada de todas as outras atividades. Portanto nenhuma parte interessada envolvida pode distinguir o objecto das actividades do seu contexto. O que é mais das atividades é se subjetivo é que na verdade as atividades que os desenhadores possam utilizar de forma construtiva nos seus desenhos como exemplo a analisem, o apoio, a pesquisa, a validação, s simulação, a procura, a garantia, a instigação e a decisão.&lt;br /&gt;Como mencionado anteriormente a decisão é um item especial nesta lista que realmente é a interface entre os itens dessa lista e as atividades objetivas, e em cada etapa do ciclo do desenho as atividades subjacentes a objetivos estão disponíveis para realizar a evolução da definição do produto por um conjunto de decisões inter-relacionadas como se observa na IMAGEM07. Estas decisões ligadas não só formam o motivo condutor dum ciclo de desenho técnico que também reúne todas as partes interessadas ou atores nesse ciclo e até mesmo na cadeia do ciclo de desenvolvimento de sobreposição ou de fornecimento. A chamada rede de ator que retrata todas as relações que dá uma visão de como o contexto e pode influenciar atividades individuais ou de decisões que permitem aos desenhadores empregar construtivamente conexões e sem essa descrição a ligações geralmente contribuem para a complexidade numa situação.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGN2qymx0fLfeefDtUsYPllyXf6VnWhcjCZ8EvRIfFBkNv6sW0K8zhyphenhyphen77pJLy7O9BrWsu6xOE6e49ozW0lzDK7Mcm5rLL1BfCfhCJ7vqSKqe01dY3Khb-iKiXibP3RmzKAIEZu/w651-h491-no/" target="_blank" title="imagem07"&gt;&lt;img alt="imagem07" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGN2qymx0fLfeefDtUsYPllyXf6VnWhcjCZ8EvRIfFBkNv6sW0K8zhyphenhyphen77pJLy7O9BrWsu6xOE6e49ozW0lzDK7Mcm5rLL1BfCfhCJ7vqSKqe01dY3Khb-iKiXibP3RmzKAIEZu/w651-h491-no/" style="background-image: none; border: 0px currentcolor; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="imagem07" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;IMAGEM07&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Reunindo as atividades individuais e agrupa-las assim um modelo um modelo genérico de cada etapa dos resultado das atividades das equipas do desenho técnico que é instrumental nas ferramentas de posicionamento e técnicas de esforço do desenhador como se vê na IMAGEM08, e neste modelo é evidente que a forma como a separação entre os esforços divergentes e convergentes dos desenhadores estão refletidos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaVo-xoeGqAIOy2Uu5WUVb5olDMFCodP9Hv6dd750ZVFyCyzqSmmoGp3DqL9NoG4bOF4V0U4K32JcFIwI-5h4is5Qex0TDo2iuvw9oGw2raR-bbW14uSjL5yWZCmSlNF4PmhJ2/w497-h424-no/" target="_blank" title="imagem08"&gt;&lt;img alt="imagem08" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaVo-xoeGqAIOy2Uu5WUVb5olDMFCodP9Hv6dd750ZVFyCyzqSmmoGp3DqL9NoG4bOF4V0U4K32JcFIwI-5h4is5Qex0TDo2iuvw9oGw2raR-bbW14uSjL5yWZCmSlNF4PmhJ2/w497-h424-no/" style="background-image: none; border: 0px currentcolor;" title="imagem08" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;IMAGEM08&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
5.6. Técnicas diretas contra técnicas indiretas e ferramentas&lt;br /&gt;Ao lado dos métodos de trabalho divergentes e convergentes dos ciclos do desenho técnico existe também uma clara distinção entre as atividades diretas e indiretas no ciclo do desenho de produto. Obviamente mesmo que a distinção seja aplicável às ferramentas e técnicas e que as ferramentas e técnicas diretas contribuem construtivamente para o ciclo do desenho técnico sustentando atividades como geração de conceitos ou seleção de alternativas. As ferramentas e técnicas indiretas dizem mais respeito à garantia de operações mas essencial como por exemplo relacionado com a incorporação à gravação ou comunicação.&lt;br /&gt;5.7. Características das ferramentas universais&lt;br /&gt;Para explicar o funcionamento e as consequências das ferramentas e técnicas muitas tentativas foram feitas para captar o significado das ferramentas em termos das características que são alegadamente independentes ao ponto de vista substantivo tal como apresentado nas seções anteriores e uma dessas abordagens é baseada na extensa investigação empírica com base numa investigação de medição de inquéritos às atitudes dos desenhadores em relação às características das ferramentas que utilizavam para apoiar a prática. O resultado é um conjunto de chamadas CUDT – “características universais do desenho técnico” dada as características descritivas e os termos relacionados nas TABELA01.&lt;/div&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="border-collapse: collapse; line-height: normal; width: 653px;"&gt; &lt;colgroup&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 5485; mso-width-source: userset; width: 113pt;" width="150"&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 14189; mso-width-source: userset; width: 291pt;" width="388"&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 12800; mso-width-source: userset; width: 263pt;" width="350"&gt;&lt;/col&gt; &lt;/colgroup&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td align="center" class="xl65" height="20" style="background-color: rgb(91 , 155 , 213); border: 0.5pt solid rgb(0 , 112 , 192); padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;" width="92"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;CUDT&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl65" style="background-color: rgb(91 , 155 , 213); border-color: rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: solid solid solid none; border-width: 0.5pt 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;" width="405"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Descrição&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl65" style="background-color: rgb(91 , 155 , 213); border-color: rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: solid solid solid none; border-width: 0.5pt 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;" width="154"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Termo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="68" style="height: 51pt;"&gt; &lt;td class="xl66" height="68" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192); border-style: none solid solid; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="92"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Modo de comunicação&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="405"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Como a ferramenta de desenho técnico suporta a comunicação do desenho das ideias aos outros, como a ferramenta de desenho técnico suporta a auto-reflexão e o aparecimento de desenho de idéias&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="154"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Modo autorreflexão, representação, análise, emergência, diálogo com as representações do ego&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="68" style="height: 51pt;"&gt; &lt;td class="xl66" height="68" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192); border-style: none solid solid; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="92"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Nivel de ambiguidades&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="405"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Até ao ponto a ferramenta de desenho técnico apoia a concretização mais ambígua das ideias do desenho, e até ao ponto que a ferramenta do desenho técnico apoia a concretização mais inequívoca das idéias do desenho&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="154"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Natureza destruturada, ambiguidade, não específico&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="85" style="height: 63.75pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="85" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192); border-style: none solid solid; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="92"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Habilidade de transformação&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="405"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Até que ponto a ferramenta de desenho suporta o movimento de uma ideia do desenho para uma nova ideia que são as transformações horizontais, e até que ponto a ferramenta de desenho técnico apoia o movimento duma ideia para uma variação da mesma ideia que são as transformações verticais&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="154"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Modo de transformação, duplicar, adicionar, detalhe, concretiza, modificar, revolucionar&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="103" style="height: 77.25pt; mso-height-source: userset;"&gt; &lt;td class="xl67" height="103" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192); border-style: none solid solid; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="92"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Nivel de detalhe&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="405"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Até que ponto a ferramenta de desenho técnico suporta um nível alto ou baixo de detalhe específico na concretização das ideias e até que ponto a ferramenta de desenho suporta uma impressão geral ou artística de detalhe geral na concretização das ideias&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="154"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Diferentes tipos de informação disponível, precisão pouco ou muito específica&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="84" style="height: 63pt; mso-height-source: userset;"&gt; &lt;td class="xl67" height="84" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192); border-style: none solid solid; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="92"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Nivel de empenho&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="405"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9; font-size: 10pt;"&gt;Como a ferramenta de desenho comunica um nível superior ou inferior de compromisso para desenhar as ideias&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl67" style="border-color: currentcolor rgb(0 , 112 , 192) rgb(0 , 112 , 192) currentcolor; border-style: none solid solid none; border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="154"&gt;&lt;span style="color: #d9d9d9;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Cristalização, integridade, maior compromisso, pouco ou muito comprometido&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div align="center"&gt;
TABELA01&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.com/2015/01/ferramentas-e-tecnicas-pra-o-desenho-de_12.html"&gt;https://rishivadher.blogspot.com/2015/01/ferramentas-e-tecnicas-pra-o-desenho-de_12.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGN2qymx0fLfeefDtUsYPllyXf6VnWhcjCZ8EvRIfFBkNv6sW0K8zhyphenhyphen77pJLy7O9BrWsu6xOE6e49ozW0lzDK7Mcm5rLL1BfCfhCJ7vqSKqe01dY3Khb-iKiXibP3RmzKAIEZu/s72-w651-h491-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Ferramentas para a inclusão através do desenho(part2)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/09/ferramentas-para-inclusao-atraves-do.html</link><pubDate>Tue, 12 Sep 2017 22:31:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-6182565121253642239</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/10/ferramentas-para-inclusao-atraves-do.html"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/10/ferramentas-para-inclusao-atraves-do.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
1.1. Ferramentas de desenho inclusivas &lt;br /&gt;
A necessidade de habilitar as equipas de desenho de produtos compreender os requisitos dos utilizadores finais pode levar os especialistas a desenvolver uma ampla gama de técnicas por muitos anos, mas, no entanto, de acordo as barreiras à inclusão a adoção do desenho e a incompatibilidade entre as técnicas e a prática do desenho industrial. Neste post, as ferramentas são medidas de acordo com três aspetos principais apresentados na literatura que influenciam a sua utilização uso ou falta de utilização:&lt;br /&gt;
O primeiro especto é a integração para processar quanto mais cedo um produto atenda aos requisitos do utilizador menos as mudanças afetam o processo, assim avaliar novos desenhos enquanto estes são criados durante a fase conceitual e têm efeito mínimo sobre o orçamento do desenho e o plano do desenho e da atividade desse desenho.&lt;br /&gt;
O segundo especto é interface de ferramentas de avaliação do desenho e das interfaces interativas visuais com informações gráficas, como simulações, imagens ou animações são descritas como a melhor maneira de se comunicar com os desenhadores.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O ultimo especto são os resultados efetivos seja os dados quantificáveis diretamente relacionados os problemas do desenho e não características humanas que possam ser mais eficazes e eficientes, num estudo os desenhadores sublinharam que os números de exclusão poderiam ajudar a persuadir os clientes a investir em exclusividade. Assim outro requisito é que os resultados devem persuadir não apenas os desenhadores, mas também os clientes. Conforme indicado em estudos anteriores, tanto clientes como desenhadores devem de fazer decisões do desenho e precisam de informações que atendam seus interesses.&lt;br /&gt;
As técnicas do desenho são inclusivas disponíveis variam em formato e alcance, incluindo, entre outros, diretrizes, e testes dos utilizadores e ferramentas de simulação físicas ou virtuais, podendo ser brevemente descritos abaixo, enquanto sua integração no processo da interface e dos resultados fornecidos são delineados na Tabela 1.&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="border-collapse: collapse; line-height: normal; width: 640px;"&gt; &lt;colgroup&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 6144; mso-width-source: userset;" width="168"&gt;&lt;/col&gt;&lt;/colgroup&gt; &lt;colgroup&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 17261; mso-width-source: userset;" width="472"&gt;&lt;/col&gt;&lt;/colgroup&gt; &lt;tbody&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl65" height="21" style="border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: 0.5pt solid; vertical-align: bottom; white-space: nowrap;" width="168"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl68" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: 0.5pt solid;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Processo de integração&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Diretrizes genéricas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;No início da fase conceitual&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Diretrizes específicas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Durante a fase conceitual&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Técnicas centradas no utilizador&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;No início da fase conceitual, através de produtos similares, ou mais tarde através de protótipos rápidos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Terno da terceira idade / idade de exploração&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Kit de ferramentas de simulação&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Revit&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Durante a fase conceitual&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="21" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Projeto imersivo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl70" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none; vertical-align: bottom;" width="472"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Inventor&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Durante a fase conceitual&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Simulador de deficiências&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Calculador de exclusões&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Qualquer momento através de análises de tarefas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl66" height="21" style="border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none; vertical-align: bottom;" width="168"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl68" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Interface&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Diretrizes genéricas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Informações genéricas em formato de texto e tabela&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Diretrizes específicas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Informação objetiva em formato de textos e tabelas que pode ser utilizada como lista de verificação.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Técnicas centradas no utilizador&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Observação real dos utilizadores e/ou comentários após os seus comentários&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Terno da terceira idade / idade de exploração&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Os desenhadores observam as restrições físicas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Kit de ferramentas de simulação&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Observação de si mesmos com diferentes níveis de restrições&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Revit&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Interação visual com avatares dos utilizadores integrados no CAD&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Projeto imersivo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Interação visual, integrada com o CAD&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Inventor&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Interação visual com simulação informativa dos músculos, articulações e joelhos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Simulador de deficiências&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Interação visual com a simulação de alguma perda de capacidade de visão e audição&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Calculador de exclusões&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Interação visual com uma vasta gama de tarefas aplicáveis.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl66" height="21" style="border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none; vertical-align: bottom;" width="168"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl68" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Resultados&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Diretrizes genéricas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Resultados não específicos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Diretrizes específicas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Resultados específicos relacionados com produto em desenvolvimento&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Técnicas centradas no utilizador&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Inspiração, e a exclusão não é quantificável, reavaliação do produto é um problema devido à seleção da amostra&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Terno da terceira idade / idade de exploração&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Inspirador, e a exclusão não é quantificável, reavaliação do produto significa usar o terno novamente&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Kit de ferramentas de simulação&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Revit&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A exclusão de quantificação é limitada devido ao intervalo de tarefas e à base de dados do utilizador&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="60" style="height: 45pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="60" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Projeto imersivo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A exclusão poderia ser quantificável com um amplo banco de dados antropométrico e das suas capacidades, o tamanho da amostra, no entanto, não está disponível publicamente.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="40" style="height: 30pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="40" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Inventor&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A exclusão da quantificação é limitada devido à variedade de tarefas e no foco das capacidades físicas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Simulador de deficiências&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Quantificar a exclusão é limitada devido ao foco das capacidades sensoriais&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="20" style="height: 15pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="20" style="background-color: grey; border-bottom: 0.5pt solid; border-left: 0.5pt solid; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="168"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Calculador de exclusões&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="xl69" style="background-color: rgb(51 , 63 , 79); border-bottom: 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: 0.5pt solid; border-top: medium none;" width="472"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Calcula a percentagem de exclusão da população adulta no Pais&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div align="center"&gt;
Tabela01&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
1.1.1. Diretrizes&lt;br /&gt;
Padrões e diretrizes foram sugeridos por muitos especialistas como uma forma de orientar os desenhadores a atender às necessidades dos utilizadores. Um exemplo amplamente reconhecido é o W3C, que desenvolveu padrões e diretrizes para a criação de sites acessíveis. A principal diferença entre as diretrizes é o alcance delas; alguns deles cobrem os requisitos gerais, enquanto outros cobrem informações específicas, e o tipo de informação apresentada influencia o estágio no processo em que poderia ser aplicado como mostra a Tabela 1, que está diretamente relacionado à sua integração aos processos do desenho técnico.&lt;br /&gt;
1.1.2. Testes do utilidor&lt;br /&gt;
A participação direta dos utilizadores no processo do desenho é uma forma bem conhecida de habilitar os desenhadores de entender as necessidades dos utilizadores e desenvolver empatia com eles. O envolvimento de adultos mais velhos e pessoas com deficiência é benéfico, pois os resultados mostram problemas de produtos relacionados a uma gama diversificada do utilizador que apoiam o desenho inclusivo. Os métodos em que os utilizadores finais estão envolvidos incluem testes de usabilidade e a observação dos utilizadores, o desenho colaborativo do utilizador e o ambiente do utilizador. No entanto o valor das técnicas centradas no utilizador são muitas vezes prejudicadas pelo tempo necessário para recrutar e selecionar uma amostra representativa dos utilizadores somado ao tempo de aquisição e análise de dados. Além disso, as preocupações com questões éticas, como a vulnerabilidade de idosos ou pessoas com deficiência, são frequentemente citadas pela indústria como razões para não se envolver nessa técnica. Como resultado, os testes dos utilizadores com idosos e pessoas com deficiência raramente são adotados em contextos industriais.&lt;br /&gt;
1.1.3. Simulações físicas&lt;br /&gt;
A simulação da perda de capacidade física através da utilização de aparelhos para ajudar as pessoas jovens e capazes a compreender as limitações causadas por deficiências físicas. Algumas versões recentes deste tipo de ferramenta incluem pessoas da terceira idade. Essas ferramentas possuem aparelhos, almofadas e outros repressores físicos costurados nos objetos e também têm óculos embaciados ou amarelos para limitar a visão e em alguns casos, protetores de orelha para diminuir a capacidade auditiva do utilizador. Em todas essas três ferramentas de simulação os resultados podem ser inspiradores, mas eles podem não refletir como alguém com capacidade reduzida interagirá com um produto. Os resultados dependem da forma como a tarefa é simulada e os problemas priorizados, baseados nos pressupostos do desenhador e podem produzir avaliações erradas. As estratégias de enfrentamento por exemplo, podem ocorrer quando a demanda do produto excede a capacidade do indivíduo e, portanto, as ações inesperadas são tomadas para lidar com os requisitos da tarefa. Portanto, mesmo praticantes experimentados podem não refletir performances reais dos utilizadores enquanto que nos testes dos utilizadores os problemas são priorizados de acordo com a avaliação do utilizador o que dá um resultado mais preciso com base nas suas necessidades em vez dos pressupostos do desenhador.&lt;br /&gt;
1.1.4. Simulações virtuais&lt;br /&gt;
A intenção das ferramentas virtuais é avaliar o impacto das interações antes de desenvolver novos desenhos. Essas ferramentas baseadas em computador são integradas em modelos CAD, que permitem às equipes de desenho avaliar novos conceitos durante a fase conceitual no início do processo. Estes tipos de ferramentas de desenho inclusivas são REVIT e Inventor. Outras ferramentas virtuais que exploram a perda de capacidade relacionada a algumas deficiências e o nível de perda funcional da gravidade. Dentro da calculadora de exclusão os desenhadores podem descobrir a exclusão que um produto faz selecionando a capacidade necessária para usar esse produto. O resultado é a exclusão geral da população ou a exclusão com base em cada demanda de capacidade. A maioria dessas ferramentas virtuais de simulação são mais disseminadas na academia do que na indústria.&lt;br /&gt;
Todas as ferramentas mostradas na Tabela 1 têm suas vantagens e desvantagens: algumas são bem integradas ao processo durante a fase conceitual, enquanto outras apresentam resultados efetivos ou interface visual e interativa. No entanto, uma combinação desses três aspetos não foi encontrada em uma ferramenta única. Além disso, não há uma ferramenta que conecte diretamente projetos em desenvolvimento com a exclusão que ele causa. Esta conexão é proposta neste documento como uma forma de permitir que os desenvolvedores de produtos equilibrem os requisitos de projeto com as mudanças do desenho e em seguida, incluam gradualmente pequenas mudanças em seus desenhos em favor da exclusividade. Portanto o escopo da presente investigação foi compreender como as ferramentas do desenho inclusivas poderiam funcionar em conjunto nos processos do desenho nos requisitos do projeto e nos interesses do desenvolvimento dos produtos.&lt;br /&gt;
2. Métodos&lt;br /&gt;
Continuação –&lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/09/ferramentas-para-inclusao-atraves-do_30.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt; https://rishivadher.blogspot.pt/2017/09/ferramentas-para-inclusao-atraves-do_30.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Ferramentas para a inclusão através do desenho(part1)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/10/ferramentas-para-inclusao-atraves-do.html</link><pubDate>Tue, 5 Sep 2017 02:36:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-4046205245925490665</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Gradualmente incluindo potenciais utilizadores as ferramentas para contrariar exclusões no desenho técnico, pode ser descrito num processo de desenvolvimento iterativo utilizando para estender a adequação das diferentes ferramentas de avaliação do desenho inclusivas aplicadas nas práticas do desenho técnico, e no final deste processo pode ser desenvolvida uma ferramenta chamada de aconselhamento do desenho, combinando dados relacionados a recursos do desenho de pequenos aparelhos com demandas de tarefas ergonômicas, dados antropométricos e dados de exclusão. Ao auditar um novo desenho, a ferramenta examina a exclusão que cada característica que o desenho pode causar, seguida de recomendações objetivas diretamente relacionadas a suas características. Interactivamente permitindo assim aos desenhadores ou clientes equilibrar as mudanças do desenho com a exclusão causada. Assim apresenta o tipo de informação que permite aos desenhadores e clientes discutir as necessidades dos utilizadores e tomar decisões do desenho mais inclusivas.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
1. Introdução&lt;br /&gt;
A vida independente é uma questão atual, já que muitas sociedades lidam com o envelhecimento da população, por exemplo, em Portugal e, espera-se que, em 2035, cerca de 25% da população tenha mais de 65 anos. Esta mudança demográfica significa um aumento acentuado no setor de mercado de produtos e serviços para adultos mais velhos. No entanto, em comparação com os outros grupos etários, o segmento de mercado de adultos mais velhos provavelmente terá um maior número de pessoas com deficiências físicas, sensoriais e cognitivas e de fato, na Europa, em média, a prevalência da incapacidade entre as pessoas com 65 e mais anos é quatro vezes maior que as pessoas entre os 15 e os 44 anos e duas vezes maior que as pessoas com idade entre 45 e 64 anos. Da mesma forma, nos EUA, mais de 38% das pessoas com mais de 65 anos relataram ter pelo menos um tipo de deficiência, que é a faixa etária com maior incidência de deficiência. Uma investigação recente realizada na Inglaterra demonstrou que, em média, a qualidade de vida das pessoas com mais de 64 anos diminui devido a deficiências que afetam a locomoção, a destreza, a visão, a audição, a memória e outras capacidades dos indivíduos.&lt;br /&gt;
Ao analisar estudos anteriores pondera-se afirmar que os produtos geralmente visam os utilizadores mais jovens e como resultado, os usuários mais velhos têm que lidar com a tecnologia que não atende suas necessidades mais fundamentais, causando-lhes dificuldades extras. Essas dificuldades reforçam o caso de se algo é menos útil e menos prazeroso na prática, então as pessoas são menos compreensivelmente e menos inclinadas a envolverem-se. Assim, a menos que as necessidades dos idosos e das pessoas com deficiência sejam integradas nos processos do desenho os novos desenhos não atenderão a essas necessidades ou por sua vez, promoverão a vida independente.&lt;br /&gt;
A investigação apresentada aqui reconheceu que a inclusividade pode ser um desafio para os desenhadores. Dirigir problemas de inclusão durante o desenvolvimento do produto significa que os desenhadores devem estar conscientes da diversidade de capacidades da população. No entanto, a conexão entre os recursos do desenho e a capacidade física, sensorial ou cognitiva dos utilizadores finais que não é facilmente identificada. Além disso a relação entre as habilidades exigidas pelas características do desenho e o seu impacto em diferentes níveis e tipos de perda de capacidade facilmente identificados não é simples de entender. Assim, é necessário facilitar a ligação entre os recursos do desenho a exclusão potencial que podem causar.&lt;br /&gt;
Por exemplo a interação de controlos com pequenos interruptores ou botões deslizantes ou pressionáveis colocados juntos exige apertos precisos que são difíceis de serem realizados por pessoas com problemas de destreza, como artrite ou doença de Parkinson. Em outros casos, existem inúmeros produtos e pacotes que utilizam fontes de texto ou de primeiro plano e cores de fundo ilegíveis para pessoas com perda de visão, seja resultado de degeneração macular, glaucoma, catarata, cegueira de cor, visão curta ou outra deficiência. Nesses casos, o próprio recurso do desenho causa a exclusão duma parcela da população.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDWoj1tSfOdgi3Qa9EqThCjmhq3aWhMsn2jQGbFLRL9QrI1BYQXcy4Hpy4jNwC4ZKI19P3ZVrydZUdHV8eEGhv42EdltOWFumTP6-heNTs40i0uZKBOwJYg9rx_LJdm6CxpBDb/w375-h577-no/" target="_blank" title="IMAGEM01"&gt;&lt;img alt="IMAGEM01" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDWoj1tSfOdgi3Qa9EqThCjmhq3aWhMsn2jQGbFLRL9QrI1BYQXcy4Hpy4jNwC4ZKI19P3ZVrydZUdHV8eEGhv42EdltOWFumTP6-heNTs40i0uZKBOwJYg9rx_LJdm6CxpBDb/w375-h577-no/" style="background-image: none; border: 0px currentcolor;" title="IMAGEM01" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM01&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
No entanto a investigação reconheceu que o desenvolvimento de produtos é complexo e os elementos do desenho estão interligados e o que compromete decisões desse desenho. Por exemplo a dimensão do texto dum produto pode estar relacionado ao tamanho do produto, o que pode estar relacionado à redução de materiais que o classifica como um produto sustentável. No entanto, mesmo nesse caso, o equilíbrio dos requisitos do desenho com mudanças no desenho informa as decisões do desenho. Assim, apesar dessas principais limitações, os projectista de produtos podem gradualmente incluir pequenas mudanças em seus desenhos. Como exemplo, ter a opção de alterar a fonte de texto, cor de texto ou cor de fundo para tornar um produto final mais acessível e utilizável não afetaria necessariamente outras especificações do desenho. Os telemóveis e os controles remotos na IMAGEM01 são alguns exemplos em que pequenas mudanças podem resultar em um produto mais legível e utilizável para uma ampla gama de utilizadores sem necessariamente afetar outros atributos do desenho. A dimensão do texto, a cor e a cor de fundo do primeiro plano nos telemóveis tornaram-lhos mais legível e fácies de utilizar. A opção de ter funções reduzidas ou através de funções ocultas na capa de slide e com maior contraste de cores tornam o controlo remoto à direita mais simples e legível.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFiCKG0mNCEVrvlqWjPo4NWLvuDAesvXENpiLVi8h7lKKVkZjIkaDTFNleAP6ek1asqEwj6btBuxC2Gq0pHtrUwW0bjaSJIjGJ00XApTYFv2VLHI02uTdheF6FlI9aaeurW_Db/w256-h241-no/" target="_blank" title="IMAGEM02"&gt;&lt;img alt="IMAGEM02" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFiCKG0mNCEVrvlqWjPo4NWLvuDAesvXENpiLVi8h7lKKVkZjIkaDTFNleAP6ek1asqEwj6btBuxC2Gq0pHtrUwW0bjaSJIjGJ00XApTYFv2VLHI02uTdheF6FlI9aaeurW_Db/w256-h241-no/" style="background-image: none; border: 0px currentcolor;" title="IMAGEM02" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM02&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Da mesma forma na IMAGEM02 a torradeira, a cafeteira, o telefone e a câmara podem aumentar o contraste de cores de seus rótulos para os mais legíveis. Nesses casos, os projetistas dos produtos poderiam ter sido informados sobre a exclusão do desenho permitindo-lhes fazer alterações enquanto ainda era possível durante os primeiros estágios do processo do desenho, tornando tais mudanças menos dispendiosas.&lt;br /&gt;
1.1. Ferramentas de desenho inclusivas &lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/09/ferramentas-para-inclusao-atraves-do.html" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/09/ferramentas-para-inclusao-atraves-do.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDWoj1tSfOdgi3Qa9EqThCjmhq3aWhMsn2jQGbFLRL9QrI1BYQXcy4Hpy4jNwC4ZKI19P3ZVrydZUdHV8eEGhv42EdltOWFumTP6-heNTs40i0uZKBOwJYg9rx_LJdm6CxpBDb/s72-w375-h577-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Compromisso da utilização do produto pela pessoa (parte 7/7)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto_30.html</link><pubDate>Wed, 30 Aug 2017 16:32:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-7512779768225007402</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto_16.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto_16.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwG-5cz0eVjKsTo16vjoWvyXtJmwrbRCFiaDMciiVEo3X47lPchIXiVA4ekZNiOa3KNR_1732QEzMhH9Wyq1IWD9LqXKylhJD4_gQrFHcEI7n4uUUL303Ly51lkyukWuOueJZN/w567-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM04"&gt;&lt;img alt="IMAGEM04" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwG-5cz0eVjKsTo16vjoWvyXtJmwrbRCFiaDMciiVEo3X47lPchIXiVA4ekZNiOa3KNR_1732QEzMhH9Wyq1IWD9LqXKylhJD4_gQrFHcEI7n4uUUL303Ly51lkyukWuOueJZN/w567-h672-no/" style="background-image: none; border: 0px currentcolor;" title="IMAGEM04" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM04&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Essa relação recíproca entre transformações físicas e intencionais oferecidas pelas gramáticas de descrição está em consonância com os pré-requisitos de abertura e contingência temporária de uso. Uma transformação física pode levar a um novo contexto intencional, enquanto uma transformação intencional pode levar a uma rescrição de uma configuração física, sua funcionalidade e utilidade. As regras de uma gramática de utilização podem ser implementadas de forma analítica ou generativa, para descobrir novas possibilidades de uso ou para descrever um fenômeno de utilização.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A resposta à questão sobre a relação de computação e que a utilização é, portanto, que os dois mundos podem colaborar em vez de colidir. O requisito para um relacionamento colaborativo é selecionar um sistema computacional que abrace compromissos teóricos similares a uma abordagem de criação de compromissos de produtos humanos. O caráter percetual e improvisativo de fazer gramática torna um candidato que vale a pena perseguir na busca de descrever e gerar compromissos de produtos pessoas, tarefas que se desdobram e geram paisagens materiais. Também constitui um fundamento para criticar as limitações de outros sistemas computacionais que permeiam a investigação do desenho técnico, que perpetuam implicitamente teorias estruturais e representativas de compromissos dos produtos para as pessoas.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
5. Melhorias&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Numa síntese pode-se identificar que o desenho técnico como preocupação com os produtos próprios e a experiência, sensibilidade e habilidade que entram em sua produção e utilização. Também se pode posicionar o conhecimento sobre o mundo artificial e sua criação e manutenção através da observação e reflexão sobre as atividades do desenho técnico, fabricação, produção e utilização de produtos como o próprio território da disciplina do desenho. Este post pode ser visto como parte de um esforço mais amplo para fertilizar a investigação do desenho num campo com seus métodos distintivos e tradicionalmente intelectuais, com campos que apresentam foco sobreposto num estudo de produtos e sua produção na utilização.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Tentar-se sintetizar a literatura de investigação do desenho técnico, estudos de cultura de material, sociologia do desenho e teoria de funções para articular problemas conceituais relacionados à caracterização da função e de sua utilização para identificar diferentes atitudes para resolver desses problemas e descrever as implicações dessas atitudes para a teoria na investigação do desenho técnico. A analise e comparação de três atitudes com compromissos dos produtos das pessoas como seja a uma atitude centrada no desenho técnico, comunicação e centrada na utilização, com foco nos seus principais pressupostos, argumentos e possíveis limitações. Ao concatenar o como fazer e expansão da discussão sobre a criação computacional para abranger os aspetos ativos, produtivos e criativos dos compromissos humanos com coisas materiais e oferecer um esboço provisional da utilização computacional com base na elaboração das gramáticas.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A minha motivação na fertilização cruzada de diferentes campos envolvidos com compromissos dos produtos para as pessoas tem proporcionado novas possibilidades conceituais e críticas para procurar a visão inaugural da investigação do desenho para alcançar uma consciência rigorosa dos aspetos e da cultura do material. O foco dos estudos na cultura do material sobre as coisas ênfase nas coisas que crio ou utilizo, e secundariamente na fabricação e/ou utilização destas que podem encorajar os investigadores do desenho técnico a estar mais atentos à materialidade. Essa atenção complementaria uma longa tradição em que as abstrações e modelos, descrições, representações das coisas foram vistas como uma linguagem própria do desenho técnico que frequentemente representada as próprias coisas. O foco emergente da teoria antropológica em processos e mobilidade, inversamente, apresenta oportunidades críticas e produtivas para teorias e métodos do desenho apresentando ideias de temporalidade e emergência nos fenômenos do desenho técnico e utilização.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Fazendo como um registro dessas ideias, existe um novo potencial conceitual e operacional na investigação do desenho técnico. Esse potencial não é apenas para descrever e explicar a gênese das coisas, mas também para conceituar sua função e utilização e para desenhar intuições para suas descrições computacionais. Tomada como uma nova avenida para o inquérito teórico, empírico e computacional para fazer utilização que pode concentrar na atenção da investigação do desenho técnico num desafio fundamental e ainda não respondido em como teorizar, descrever e facilitar o caráter irredutível performativo da cultura material.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwG-5cz0eVjKsTo16vjoWvyXtJmwrbRCFiaDMciiVEo3X47lPchIXiVA4ekZNiOa3KNR_1732QEzMhH9Wyq1IWD9LqXKylhJD4_gQrFHcEI7n4uUUL303Ly51lkyukWuOueJZN/s72-w567-h672-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Compromisso da utilização do produto pela pessoa (parte 6)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto_16.html</link><pubDate>Wed, 16 Aug 2017 22:33:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-679566257096279139</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Aqui tenta-se rever a visão para ultrapassar esses sistemas redutores e descobrir regras em como fazer. Ofereço um esboço especulativo de regras da utilização, esquemas de ação, dependente do momento e do fluxo de processo. Este esboço especulativo é motivado pelas questões: a computação pode elucidar ou facilitar processos de utilização ou é essencialmente antitético aos princípios teóricos de como fazer? A conjunção de uma descrição computacional e a utilização de um oxímoro?&lt;br /&gt;
Para responder a essas questões é fundamental considerar as propriedades matemáticas abstratas de vários sistemas computacionais que se tem em benefício e os compromissos teóricos implícitos na sua operação. Neste domínio um sistema computacional com potencial sugestivo não apenas para descrever a realização de atividades e incluindo para fazer a sua utilização, uma expansão recente da teoria computacional das gramáticas de forma. As gramáticas de forma são sistemas baseados em regras para descrever e gerar desenhos. As gramáticas de forma recentemente foram expandidas para fazer gramáticas que incluem a criação de coisas. Fazer gramáticas baseia-se em conjuntos de regras que correspondem a ações e transformações, ou seja, ações numa coisa no mundo, desencadeada sempre que se sente essa coisa particular. As regras são do tipo A-&amp;gt;B, onde A, B são coisas no mundo físico e a -&amp;gt; é uma operação de substituição. A operação de substituição encontra uma instância ou uma cópia escalada, girada, refletida, etc. de uma coisa A numa cena e a substitui por uma coisa B.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Aqui exponho algumas características distintivas de fazer gramáticas que os diferenciam da maioria das abordagens computacionais. A maioria dessas características também são compartilhadas pelo sistema original de gramática de formas que fazia gramáticas expandidas de formas para coisas físicas. Fazendo gramáticas computar diretamente com o mundo real, em vez de com descrições ou representações do mundo. As regras de ação transformações não são deterministas e são desencadeadas pela perceção de que uma coisa pode ser encontrada embutida em vários contextos ou locais materiais. O reconhecimento de uma possibilidade de ação incorporada em um ambiente em mudança é diferente da maioria dos sistemas computacionais em que as regras são desencadeadas após a identificação de uma entidade específica numa cena. Ao substituir a operação de identidade em que aplicar regras sobre entidades fixas com uma operação de incorporação e aplicando regras em qualquer parte de uma entidade que ofereça uma oportunidade pela ação de um sujeito, fazendo As gramáticas permitem resultados imprevisíveis e emergentes, mas vale ressaltar que, se restaurado para o seu significado ecológico original, a noção de uma possibilidade viável que poderia ser analgizada com a incorporação, pois ambos se referem a possibilidades de ação que um sujeito específico reconhece duma situação particular.&lt;br /&gt;
A adaptação de fazer gramáticas para desenvolver um novo tipo de gramática para analisar ou gerar processos de utilização excede o escopo deste trabalho, aqui tenta-se apresentar um esboço provisório que destaca os principais princípios para a criação de tal gramática. O primeiro passo é a utilização de como constituindo atos transformadores. Isso é consistente com as perspetivas que discuti na seção anterior. As regras de utilização que em seguida, representam transformações que ocorrem quando os seres humanos se envolvem com as coisas. O segundo passo é identificar os diferentes tipos de transformações que ocorrem nos processos de utilização, categorizar diferentes tipos de regras. Reiterando a visão filosófica de que os produtos têm uma natureza dupla como objetos físicos e como entidades intencionais participando de intenções, objetivos e propósitos humanos, proponho distinguir entre transformações físicas e intencionais. As transformações físicas são aquelas que operam nas propriedades físicas dum produto. As transformações intencionais são aquelas que mudam a descrição dum produto em relação a um objetivo, propósito, intenção ou ação humana.&lt;br /&gt;
As transformações físicas podem ser divididas em transformações de forma que alteram a forma dum produto e as transformações espaciais que alteram a colocação dum produto em relação ao corpo dum sujeito. As transformações de formas podem incluir a mudança da forma física duma coisa flexível como por exemplo, esticar uma faixa elástica, pressionar um cubo de pasta de dente, dobrar um fio, etc. Também podem incluir a mudança da forma de uma coisa com partes e articulações como por exemplo, pressionando um botão, removendo a tampa de uma panela, dobrando uma palha etc. Note-se aqui que as transformações, incluindo o movimento de peças ou a mudança na configuração dum produto ainda são consideradas transformações da forma do produto em oposição às transformações na posição ou orientação duma de suas partes. As transformações espaciais referem-se a mudanças na posição ou orientação de todo o produto em relação ao corpo de um sujeito humano como por exemplo, puxando uma cadeira, girando a página de um livro, girando uma cesta de lixo para cima, etc. As transformações intencionais incluem a mudança de significados e descrições que um produto adquire em diferentes contextos de ação humana. Essas descrições podem ser intenções, objetivos ou propósitos que um produto é visto como cumprindo em cada etapa do processo de utilização. Essas descrições podem ser transformadas com cada ato de utilização.&lt;br /&gt;
Uma questão chave que decorre da distinção entre transformações físicas e intencionais pertence a sua relação, em que as transformações intencionais determinam transformações físicas ou vice-versa. Os dois tipos de transformação são completamente independentes, ou seja, não sabe se eles se correlacionam de alguma forma. Uma visão chave para abordar esta questão desafiadora é fornecida por um dispositivo na teoria das gramáticas de formas conhecidas como funções de descrição. Em amplos trabalhos de pincel, as funções de descrição associam dois conjuntos paralelos de regras, uma gramática que aborda os elementos espaciais e visuais dum desenho no neste caso as transformações físicas e um conjunto de descrições de finalidade ou outras características dum desenho técnico, como seja significado da tipologia. Todas as operações que acontecem no conjunto das regras físicas têm implicações para o conjunto intencional e vice-versa. No entanto as descrições intencionais não são uma pós-racionalização duma forma nem as transformações físicas são a realização duma ordem funcional predefinida. A IMAGEM04 apresenta um diagrama de uma configuração de gramática de utilização a ser desenvolvida e concretizada em trabalhos futuros.&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto_30.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto_30.html&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Compromisso da utilização do produto pela pessoa (parte 5)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html</link><pubDate>Wed, 2 Aug 2017 06:38:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-2578839031562476849</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto_25.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto_25.html&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
3.1 Abordagens semióticas versus ecológicas na utilização de produtos&lt;br /&gt;
As perspetivas tradicionais na investigação do desenho e na teoria das funções repetiram consistentemente que os produtos têm significado apenas em relação a propósitos humanos. Por conseguinte parece natural explicar que a utilização atua através do recurso aos planos e propósitos de seus atores humanos, os utilizadores. Um exemplo característico desta abordagem é da ideia de tecnologia planos de utilização, pelo que definem o plano de utilização como qualquer sequência de ações direcionada para objetivos que envolva a manipulação dos produtos. Com esta descrição de utilização o desenho pode ser definido como a atividade de construção com os planos de utilização e, apenas secundariamente, produzindo descrições dos objetos que têm a capacidade de cumprir esses planos.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Apesar do seu apelo ao intuitivo pode-se rejeita a visão internacionalista. As visões de intencionalidade dos compromissos dos produtos humanos assumem que um agente deliberante estabelece uma meta, premedita um curso de ação, estrutura-a na forma dum plano e em seguida, executa o plano, as coisas reais que participam dessas ações são assumidas passivamente, obedientemente sucumbindo aos planos do agente deliberante. Essa atitude para o mundo material tem sido amplamente criticada no contexto dos estudos de ciência e tecnologia e estudos da cultura material. Desde o reconhecimento da agência não humana no contexto da teoria da ator e rede, houve amplas tentativas de descrever associações recíprocas entre ações humanas e produtos. Um exemplo característico que teve ampla influência no pensamento sobre compromissos dos produtos nas pessoas neste campo foi a mediação técnica, podendo se basear na hipótese de que os criadores inscrevem programas de ação ou scripts em produtos, que são combinados de diferentes maneiras com a intenção do utilizador num determinado contexto. O script traz uma clara referência semiótica. Sobre os relacionamentos dos utilizadores de desenho em termos de scripts, havendo também scripters. Ambas as contas visavam complexificar a abordagem determinista e centrada no desenho de utilização, e para mostrar que esses fenômenos são processos ativos e abertos. No entanto, como se discute na seção anterior, a substituição da presença material duma coisa com uma estrutura organizacional abstrata de unidades recombináveis e a conceitualização de utilização atua como operações nessa estrutura é controversa e limitativa.&lt;br /&gt;
Um exemplo característico duma resposta crítica à combinatória temporal da teoria do ator em rede é a teorização do como fazer da antropóloga social, podendo se articular como fazer como um novo paradigma conceitual para descrever a ação materialmente incorporada no contexto da morfogênese a gênese da forma e além, podendo-se propor uma abordagem ecológica onde os limites entre sujeitos e objetos, neste caso os utilizadores e produtos&amp;nbsp; não existam num processo ativo, mas emergem através do próprio processo e só podem ser reconhecidos retrospetivamente. Para lançar esses limites com antecedência, pode-se argumentar que é como ler o processo de trás em vez do seu processo normal.&lt;br /&gt;
De acordo com essas ideias pode-se articular que o conceito do escape das tarefas. O escape de tarefas é um conjunto de tarefas, onde as tarefas são entendidas como operações físicas ou atos de orientação, que são realizadas por agentes humanos qualificados, à medida que avançam com suas vidas. Ao contrário das atividades que podem ser isoladas e quantificadas, ou explicadas através do recurso a subcategorias ontológicas ou padrões de ação impostos sobre a matéria, essas tarefas são contínuas, qualitativas e heterogêneas, e são guiados por sua própria temporalidade, que colapsa a experiência do passado e a perspetiva do futuro no presente, atos de improvisação.&lt;br /&gt;
Nesta perspetiva, o mundo material é uma série de atos colapsados que constituem uma paisagem e o análogo incorporado das tarefas escape.&lt;br /&gt;
Esta perspetiva de exibe vislumbres visíveis da filosofia fenomenológica, especialmente em sua iniciação de encarnação e sua interpretação da temporalidade como duração vivida em vez de tempo quantificável. Também é contínuo com uma tradição de estudos de desempenho que articulam compromissos teóricos semelhantes, bem como perspetivas de performativa e desenvolvidas nos estudos da ciência e tecnologia para descrever compromissos entre humanos e coisas. Essa mudança de atenção do pensamento abstrato para a ação incorporada e das intenções de atores humanos individuais para contextos dinâmicos de ação, emaranhados com forças materiais, sociais e culturais também é consolidada nesta edição especial sob a palavra-chave em como fazer. Fazer por esta definição, possui possibilidades críticas e produtivas para a investigação do desenho técnico à medida que move a temporalidade e o centro do centro de emergência na conceitualização da produção e da utilização de produtos. A abordagem performativa dos compromissos de produtos para atores humanos promovida pela utilização da visão como um tipo de realização tem implicações importantes para os desenhadores, que agora são encorajados a olhar de novo aos produtos de seus desenhos técnicos, não como continuação de suas intenções autorais, mas como partes constitutivas de nichos de outras pessoas. Também promove a recompensa para os utilizadores, não como destinatários passivos das diretrizes dos desenhadores, nem como atores automáticos de seus scripts e planos de utilização, mas como artistas ativos de tarefas abertas, desdobradas e improvisadas e como criadores da utilização.&lt;br /&gt;
4. Utilização e as suas regras&lt;br /&gt;
Até agora, defendi os novos potenciais teóricos oferecidos pela visualização da utilização que atua como um tipo de realização, como compromisso incorporado e ativo com o mundo material. Agora passo a discutir a possibilidade de elaborar um sistema computacional capaz de analisar ou gerar processos de utilização. Aqui a utilização da computação de forma ampla para referir sistemas formais e matemáticos que incluem, mas não estão limitados às implementações num computador digital. Conforme discutido anteriormente a palavra-chave de como fazer promove a temporalidade e o surgimento como características centrais do desenho e a sus utilização. Compreender o desenho e a utilização como um tipo de fazer desafios para o aumento do emprego de métodos e sistemas computacionais na investigação do desenho. A maioria das computações digitais segue a linguagem representacional, aplicando estruturas estáticas e ontologias que limitam os possíveis resultados de um processo ativo antes de qualquer ação ter lugar. As ontologias predefinidas, as estruturas abstratas, as decomposições hierárquicas, as aproximações estatísticas e outras abordagens computacionais similares não deixam espaço para a performance dos compromissos dos produtos humanos. Para parafrasear a crítica sobre métodos analíticos e estatísticos que tentam capturar a prática cotidiana e do poder de seus cálculos reside na sua capacidade dos métodos de dividir, mas é precisamente através dessa fragmentação analítica que se perdem de vista o que se afirma em procurar e representar.&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto_16.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto_16.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Compromisso da utilização do produto pela pessoa (parte 4)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto_25.html</link><pubDate>Tue, 25 Jul 2017 05:42:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-7405248935464965439</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O rendimento, no entanto, foi posteriormente apropriado e reformulado de termos ecológicos para a teoria da comunicação, para denotar um processo de codificação de cenários para a utilização do produto para serem então decodificados pelos utilizadores.&lt;br /&gt;
A investigação cognitiva pode por e exemplo argumentar que os produtos deveriam ser desenhados para falar aos seus próprios utilizadores e ter condições de significado a provisão de pistas fortes para as operações das coisas. Quando coisas simples precisam de imagens, rótulos ou instruções, pode-se dizer que o desenho falhou. A IMAGEM02 é um diagrama da visão de dos produtos e os produtos em termos da teoria da comunicação.&lt;br /&gt;
Perspectivas como a expressada atribuem à autoridade especial ao desenhador em estabelecer normas sobre como os produtos que devem ser utilizados ou compreendidos. Esses produtos devem ser explicados da perspetiva de seus desenhadores/criadores é uma ideia enraizada na história intelectual. Pelo que os autores são intuitivamente supostamente amarrados às suas obras e no presente momento da sua receção ou utilização, as falacias desta abordagem já foram amplamente articuladas no contexto da crítica literária.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSHXsP3SRQkX4PcHxbxwVfz3YkFqbqthAkj8hEzJGJYADiDvwwpP6NBQ_5Joj1iz1YtLuGGrCM-Rz_n_old2P-vMTGz7U7oaNVgF-WfaZdYCW3wgDAiXYgE2qmfC7a-gaH683h/w1282-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM02"&gt;&lt;img alt="IMAGEM02" border="0" height="335" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSHXsP3SRQkX4PcHxbxwVfz3YkFqbqthAkj8hEzJGJYADiDvwwpP6NBQ_5Joj1iz1YtLuGGrCM-Rz_n_old2P-vMTGz7U7oaNVgF-WfaZdYCW3wgDAiXYgE2qmfC7a-gaH683h/w1282-h672-no/" style="background-image: none; border: 0px;" title="IMAGEM02" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM02&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
2.2. Utilização do texto como leitura&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O metaforismo do desenho e a utilização como escrita e leitura, a abordagem comunicativa dos produtos também invocou ideias da crítica literária. Tais ideias rejeitam o modelo de recetor do remetente da teoria da informação e veem o produto como texto abertos à significação no contexto da utilização. Ao fazê-lo pode-se mudar o foco do desenho e dos desenhadores para a utilização dos utilizadores. Dentro do domínio da metáfora do texto, essa mudança de foco é conceitualmente derivada de que o locus da escrita é, de fato, a leitura. Alguns teóricos argumentam que a unidade dum texto está no seu destino e não na sua origem.&lt;br /&gt;
Seguindo a tradição semiótica em que se conceitua a abertura da leitura como resultado do vasto número de combinações que um leitor pode realizar nas unidades elementares dum texto. A abertura e a criatividade da leitura, portanto residiriam na combinação particular, estruturação, dessas unidades que o leitor escolheria ao atravessar o texto. No entanto pode-se considerar que o leitor não como correspondente a uma pessoa particular que executa uma operação dinâmica a leitura, mas como uma entidade abstrata que encapsulou todas as possibilidades de leitura a combinações das unidades elementais contidas num texto.&lt;br /&gt;
A metáfora do texto é passível de tradução para se desenhar e é necessário substituir o autor pelo desenhador e o leitor pelo utilizador e o texto com o produto. A questão que surge aqui, no entanto, é se a metáfora do texto um modelo conceitual adequado à captação das características de utilização contingentes e abertas. Seguindo a tradição semiótica, dos atos de utilização que seriam descritos como operações de recombinação de estruturas codificadas no texto ou produto por um autor/desenhador. Se esta descrição de utilização estiver correta, então, seria possível ler utilização e a função da estrutura do produto e como uma das muitas combinações que essa estrutura permite. Função e ateização, portanto, ainda seria rastejável ao desenhador que implantou essa estrutura.&lt;br /&gt;
Esta crítica também é relevante para padrões do desenho que aspiram a produzir em trabalhos abertos ou interativos que convidam o envolvimento dos utilizadores e, alegadamente, lhes permitam escolher e mudar livremente os produtos que eles utilizam. Apesar das diferenças nas implementações específicas de tais modelos, a interpretação mais frequente da abertura é como proporcionar aos utilizadores um vocabulário das unidades que possam ser confinadas de acordo com a preferência do utilizador para produzir diferentes tipos de significados. Todas as combinações possíveis podem ser previstas com antecedência e a agência dos utilizadores que é escolher uma dessas combinações, muitas vezes pré-definidas. Esse tipo de abertura combinatória foi teorizado por trabalho aberto e que tem uma longa história em modelos computacionais iniciais do desenho participativo, que formaram protótipos para conceituar o design aberto ou sistemas interativos.&lt;br /&gt;
3. Atitudes centradas na utilização&lt;br /&gt;
Perspetivas empíricas e teóricas recentes que emanam de fora das disciplinas do desenho técnico colocaram em dúvida a distinção entre desenhadores e utilizadores, argumentando que essa distinção é paroquial e sintomática de papéis sociais culturalmente perpetuados. Como tem sido amplamente teorizado em estudos empíricos de tecnologia, e reconhecido filosoficamente, tanto como desenhadores e utilizadores realizam atos igualmente inventivos, criativos e transformadores. Os teóricos da função tomaram esse argumento como um bloco de lançamento a partir do qual desenvolver caracterizações centradas na utilização da função. Por exemplo pode-se articular uma teoria da função em que a função não depende de propósitos de atores isolados, mas cresce a partir de padrões históricos da utilização real e reprodução para essa utilização. A IMAGEM03 ilustra o continuo entre a função e a utilização e entre os contextos do desenho e a utilização. Teorizar e descrever a utilização é um problema real e difícil, pois inclui atividades que são heterogêneas, bem como espacialmente e temporariamente dispersas. A utilização duma realização contínua, mantendo juntos encontros com produtos e as ações sobre esses assuntos, e desconstruir a utilização do desenho estudá-lo como um fenômeno no seu próprio direito corrige algumas das falácias das atitudes centradas no desenho e comunicativas, que insistem em estabelecer vínculos causais entre a forma como um produto foi criado e como ele é utilizado ou entre o ator humano que o criou e que o utiliza. Concentrar-se nos atos da utilização nos casos dos compromissos dos produtos humanos e estudá-los por direito próprio traz novos potenciais para a investigação do desenho. A questão que surge então é como pensar sobre tais atos de utilização sobre tais casos de compromissos de produtos humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOiddknhoMq1XyZ74HXKgm-vGST6anx5g3fikgmbeDLMLRcaEMlbDLgxFXNfXRCrb0XKxQhEthYuaRuPaelbZjCyynm66DEnkRbMaoJUeQ_nqQC8WUjVO0tuWmNZA_8wlr2mgH/w702-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM03"&gt;&lt;img alt="IMAGEM03" border="0" height="431" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOiddknhoMq1XyZ74HXKgm-vGST6anx5g3fikgmbeDLMLRcaEMlbDLgxFXNfXRCrb0XKxQhEthYuaRuPaelbZjCyynm66DEnkRbMaoJUeQ_nqQC8WUjVO0tuWmNZA_8wlr2mgH/w702-h672-no/" style="background-image: none; border: 0px;" title="IMAGEM03" width="450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM03&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
3.1 Abordagens semióticas versus ecológicas na utilização de produtos&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/08/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSHXsP3SRQkX4PcHxbxwVfz3YkFqbqthAkj8hEzJGJYADiDvwwpP6NBQ_5Joj1iz1YtLuGGrCM-Rz_n_old2P-vMTGz7U7oaNVgF-WfaZdYCW3wgDAiXYgE2qmfC7a-gaH683h/s72-w1282-h672-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Compromisso da utilização do produto pela pessoa (parte 3)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html</link><pubDate>Mon, 10 Jul 2017 12:23:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-1387801353009162450</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação –&amp;nbsp;&lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto_30.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto_30.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
1.3. Apreciação das atitudes centradas no desenho&lt;br /&gt;
O desenhador determina que função adequada determina a utilização correta da visão padrão e assume que a utilização de ser derivada da função. Na visão padrão dos artefactos, o uso é entendido como uma reedição de uma função descrita por um desenhador, ou uma exploração de alguma outra capacidade física do artefacto, também descrita por um desenhador. No entanto um exame mais detalhado expõe essa visão para se basear em suposições questionáveis.&lt;br /&gt;
Primeiro essa abordagem assume uma tradução direta entre a descrição do desenho do artefacto por um desenhador e o material real com o qual os utilizadores se envolvem. Para estabelecer um vínculo entre o desenho e a utilização que é necessária assumir e que existe uma estrutura tecnofísica organizada pelo desenhador e que permanece invariante na realização material do artefacto. No entanto como se irá discutir nas seções subsequentes deste post essa invariância estrutural entre desenhar uma coisa, produzi-la e utiliza-la é controvérsia e empiricamente discutível. O ponto sobre a irredutibilidade de fazer para o desenho crucial, mas frequentemente ignorado. Houve alguns investigadores que expuseram recentemente este desprezo como sintomático de pressupostos culturalmente enraizados sobre a relação de forma e matéria.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Podendo haver críticas importantes contra a omnipresença do modelo morfológico no pensamento ocidental, que garante a forma como independentemente concebida no intelecto dum actor humano e impostas à matéria, podendo ser designado por um conjunto semelhante de crenças como o modelo de controlo centralizado. Por sua vez o controlo etimologicamente aponta para a cópia fiel da ideia dum ator intencional para o mundo físico.&lt;br /&gt;
Uma segunda e mais comummente crítica da atitude centrada no desenho e a utilização do ritual da adesão a métodos de raciocínio funcionais, independentemente de como esse raciocínio é informado sobre necessidades ou atividades antecipadas, não é suficiente para garantir o sucesso dum artefacto. Ao articular esta crítica o filósofo da tecnologia apontou o difícil problema de colmatar dois diferentes contextos de intenções e ações humanas; o contexto do desenho e o contexto da utilização. Na próxima seção irasse discutir teorias e métodos que assumem ou aspiram a estabelecer uma via de comunicação entre o contexto do desenho e o contexto da utilização. Essas teorias foram desenvolvidas em esforços para corrigir a consideração unilateral do contexto de do desenho promovido por atitudes centradas no desenho técnico e para lançar luz sobre o fenômeno da utilização real.&lt;br /&gt;
2. Atitudes comunicativas&lt;br /&gt;
A forma mais comum de conceituar uma via de comunicação entre os contextos divergentes do desenho técnico e a utilização é através de uma visão de processos de comunicação. De acordo com esta visão o desenhador envia uma mensagem através do artefato que o utilizador então interpreta. Esta visão é um subconjunto duma literatura maior em investigação nas ideias que são utilizadas no desenho de comunicação para enquadrar aspetos específicos de atividades do desenho e a sua utilização. No entanto, a perspetiva do processo é do particular interesse porque estabelece um vínculo entre a intenção dum desenhador e a interpretação dum utilizador. O seu pressuposto subjacente é que na medida em que os desenhadores desejam evocar pensamentos, sentimentos, experiências ou ações particulares aos utilizadores e o desenho e assim um processo comunicativo.&lt;br /&gt;
Compreender o desenho é como um processo de comunicação entre um desenhador e o utilizador, mediado por um produto físico, é uma ideia que levou a definição na engenharia. Esta mudança ocorreu ao lado dum interesse generalizado em modelos computacionais de linguísticos e a popularização da semiótica, o estudo dos sinais na sociedade. Aplicações de ideias comunicativas para desenhar produtos complexos e que eram construídos principalmente na teoria matemática da comunicação. A teoria consistia num remetente, numa mensagem, num meio e um recetor. Da mesma forma, a visão do processo de comunicação do desenho incluiu um desenhador o remetente, uma intenção de transmitir um propósito ou valor específico a mensagem, um produto físico médio e uma interpretação da mensagem por um utilizador-recetor.&lt;br /&gt;
2.1. A utilização do produto como decodificação duma mensagem&lt;br /&gt;
Os modelos comunicativos foram ainda mais refinados e generalizados na investigação do desenho técnico para se referir amplamente aos produtos, o seu desenho e interpretação, ao ponto em que se tornaram penetrantes. Tais abordagens instigaram um extenso debate sobre como as intenções do desenhador são codificadas no produto e interpretadas pelos utilizadores. Foram feitas objeções e controvérsias sobre como a contenção da intenção autoral dos produtos ou seu papel na influência das dotações dos utilizadores. Os críticos questionaram a compreensão passiva dos utilizadores implícitos neste modelo e a falta de consideração para seus contextos e intenções particulares.&lt;br /&gt;
Respondendo a tais críticas os investigadores do desenho sugeriram que fossem reutilizáveis a visão do processo de comunicação dos produtos para fins analíticos ou descritivos, em vez de normativos. Os defensores desta abordagem argumentaram que a visão do processo de comunicação do desenho é conceitualmente útil, mesmo que não possa ser traduzida em um quadro operacional para-se desenhar. O argumento para a utilidade conceitual é que porque os autores têm intenções e os utilizadores fazem interpretações dos produtos e dos conceitos de comunicação podem ser produtivos na descrição ou análise da relação à utilização do desenho. No entanto tais argumentos para a utilidade conceitual são frequentemente obscurecidos por abordagens que vinculam as intenções do desenhador com as interpretações do utilizador com o sucesso ou a eficácia de um desenho técnico.&lt;br /&gt;
Quando aplicado aos conceitos da função e utilização a visão do processo de comunicação sugeriria que o produto passa uma mensagem sobre o objetivo que se pretende executar ou uma sequência particular de ações e cenário de atividade no qual o artefacto é participar. A ideia de alinhar as sequências de ação antecipadas com as sequências das ações atuais é central na área de UXD – User Experience Design. A experiência, na maioria desses casos, representa o conceito de interpretação. Uma forma comum de falar sobre esse aspeto comunicativo de artefactos na UXD tem sido a noção de rendimento. O termo foi inicialmente proposto pela psicologia para descrever as possibilidades das ações emergentes das relações reciprocas entre atores e meio ambiente. O significado inicial do termo era ecológico, no sentido de que falava inclusivamente de organismos e seus nichos.&lt;br /&gt;
Continuação –&amp;nbsp;&lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto_25.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto_25.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Folhas caídas do outono transformam-se em componentes eletrónicos</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/07/folhas-caidas-do-outono-transformam-se.html</link><pubDate>Mon, 3 Jul 2017 15:59:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-3626653310262320172</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Da biomassa à eletrônica, as estradas do norte da China estão cercadas por árvores kiri, ou paulônia imperial, que são decíduas, ou seja, perdem as folhas no outono. Essas folhas geralmente são aproveitadas pela população, que as queima na estação mais fria.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyJPPaAkZS0C04ip9exjrIJdQQaqovL9ICZlin7gN3PQMPqYEGQLOHPuGPn_xR_5_7CaFX01jfLc2hS-AyDZoRp2nEjJ47ve2nvYggUomuEM1HcP049k2moKq3s8Fi74gWhus-/w550-h320-no/" target="_blank" title="supercapacitores"&gt;&lt;img alt="supercapacitores" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyJPPaAkZS0C04ip9exjrIJdQQaqovL9ICZlin7gN3PQMPqYEGQLOHPuGPn_xR_5_7CaFX01jfLc2hS-AyDZoRp2nEjJ47ve2nvYggUomuEM1HcP049k2moKq3s8Fi74gWhus-/w550-h320-no/" style="background-image: none; border: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="supercapacitores" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Hongfang Ma, da &lt;a href="http://english.qlu.edu.cn/" target="_blank" title="Universidade Qilu de Tecnologia"&gt;Universidade Qilu de Tecnologia&lt;/a&gt;, estava pesquisando essas folhas em busca de novas formas de converter a biomassa em materiais de carbono porosos que pudessem ser utilizadas para o armazenamento de energia em elétrodos como por exemplo em baterias.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa busca foi desenvolvido um método de converter a massa de resíduos orgânicos num material de carbono poroso que pode ser utilizado para produzir equipamentos eletrônicos de alta tecnologia e justamente para armazenar energia.&lt;br /&gt;
Estes supercapacitores de carbono utilizam um processo de várias etapas, mas bastante simples, para converter as folhas caídas das árvores numa forma de carbono que pode ser incorporada nos elétrodos como materiais ativos.&lt;br /&gt;
As folhas secas são primeiro moídas e a massa resultante foi aquecida a 220º C por 12 horas, isso produziu um pó composto de pequenas microesferas de carbono, essas microesferas são então tratadas com uma solução de hidróxido de potássio e aquecidas por aumentos graduais da temperatura em uma série de saltos, de 450 a 800º C.&lt;br /&gt;
O tratamento químico corrói a superfície das microesferas de carbono, tornando-as extremamente porosas. O produto final um pó de carbono preto, tem uma área superficial muito alta graças a esses poros minúsculos. E essa superfície proporciona ao produto propriedades elétricas extraordinárias. As curvas de corrente-tensão do material mostraram que a substância poderia ser utilizadas para construir um capacitor excelente. Testes posteriores mostram que, na verdade, o material produz supercapacitores, com capacitâncias específicas de 367 Farads por grama isto é mais de três vezes mais do que a capacitância dos supercapacitores de grafeno.&lt;br /&gt;
Estes materiais supercapacitivos são componentes elétricos presentes em toda a eletrônica, armazenando energia entre dois condutores separados um do outro por um isolante. Já os supercapacitores geralmente podem armazenar de 10 a 100 vezes mais energia do que um capacitor comum e podem carregar e descarregar muito mais rapidamente do que uma bateria recarregável típica.&lt;br /&gt;
Por isso os materiais supercapacitivos são altamente promissores para uma grande variedade de aplicações de armazenamento de energia, dos computadores aos veículos híbridos e elétricos.&lt;br /&gt;
Este grupo de investigadores pretendem a seguir melhorar ainda mais as propriedades eletroquímicas do material poroso de carbono, otimizando o processo de preparação e permitindo a dopagem do material, ou seja, a modificação de suas propriedades para aplicações específicas mediante a adição de pequenas quantidades de outros elementos, como se faz com os demais materiais utilizados na eletrônica.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyJPPaAkZS0C04ip9exjrIJdQQaqovL9ICZlin7gN3PQMPqYEGQLOHPuGPn_xR_5_7CaFX01jfLc2hS-AyDZoRp2nEjJ47ve2nvYggUomuEM1HcP049k2moKq3s8Fi74gWhus-/s72-w550-h320-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Compromisso da utilização do produto pela pessoa (part2)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto_30.html</link><pubDate>Fri, 30 Jun 2017 17:47:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-9043420829122919176</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html" target="_blank" title="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
1. Atitudes centradas no desenho técnico &lt;br /&gt;
Os investigadores do desenho técnico tradicionalmente ligaram a utilização com a ideia de função pelo que observaram por sua vez, como derivada das intenções ou ações do desenhador. Isso decorre duma longa tradição intelectual da teoria funcionalista da engenharia, que precedeu que investigação do desenho e fornecer com as seus ideais inaugurais e abordagens metodológicas. Antes do surgimento de metodologias do desenho sistemático no período pós-segunda guerra mundial, a ideia da função, como foi entendida em um objeto e como se relacionou com as propriedades físicas do objeto não recebendo atenção explícita. A função era um ideal teórico de limitado pela significância operacional que era frequentemente limitada ao se poderia chamar de desenho de contexto. No entanto a maioria das teorias que ligam a fidelidade ao propósito com valores estéticos e morais e geralmente denominados com que as funcionalidades assumiram implicitamente a atribuição de funções eram a tarefa e a responsabilidade do projetista e que tinha pouco a ver com a real utilização do dum objeto ou produto.&lt;br /&gt;
1.1. Utilização do desenho técnico&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Na década de 1960 a função e a relação com a forma tornaram-se uma questão de atenção explícita sob a rubrica de metodologia do desenho que o precursor da investigação do desenho. Os desenhadores começaram a mudar de atenção para um novo contexto em que o contexto de utilização altamente complexo e diferenciado. O início da década de 1960 encontrou muitos críticos do modernismo entre guerras e pós-guerra atribuindo as falhas das propostas modernas para o desenho socialmente orientado para as falhas metódicas e não ideológicas e a teoria infundada do conhecimento desorganizado e os modelos fiadores e universalistas dos utilizadores e suas necessidades. O esforço da metodologia do desenho iniciou com a aspiração do realizar o funcional e melhor integrando assim o desenho com dados sociais reais. Com tais aspirações os desenhadores industriais iniciaram um ciclo de conferências e simpósios que reúnem investigações em métodos do desenho sistemático. Utilizando análises computacionais e técnicas para a tomada de decisão preditiva, metodologistas de desenho que inicialmente aspiravam a detetar deficiências num projeto antes de sua produção, distribuição ou utilização.&lt;br /&gt;
A maioria desses métodos sistemáticos traduziu dados antropométricos e comportamentais para a forma física através da utilização da matemática e da lógica. As metodologistas do desenho técnico rejeitaram o conceito da função e do nome convencional de várias peças espaciais como chapa, veio, perfis que os projetistas tradicionalmente utilizavam na programação e planeamento do produto. Podendo substituir por conceitos como a atividade o que os utilizadores fazem num ambiente ou tendência o que as pessoas tentam fazer sempre que recebem a hipótese. O desenho foi reformulado como um processo para incorporar essas atividades ou tendências antecipadas na forma física de um produto ou objeto.&lt;br /&gt;
Muitos métodos do desenho precoce entenderam essa encarnação como um processo de tradução duma organização abstrata da atividade antecipada em uma descrição da forma física. Alguns teóricos do desenho técnico ou viram o artefacto e seu contexto como um conjunto controlado por uma estrutura informativa e complexa que poderia ser decomposta assim utilizando a teoria e a lógica do desenho de conjunto, por exemplo pode-se propôs um método famoso para a decomposição destes conjuntos em relações independentes entre forma e contexto e as atividades ou outras forças. O desenhador poderia então resolver essas relações independentes através de diagramas funcionais e formais, e então construir essas soluções para compor um todo novo.&lt;br /&gt;
Logo após o surgimento da metodologia do desenho início da década de 1960, as teorias e os métodos que consideravam o desenho como uma atividade de resolução de problemas passaram a ser objeto de crítica interna generalizada. Os investigadores do desenho passaram de categorias quantitativas como tendências ou atividades para métodos qualitativos para induzir necessidades humanas. Os utilizadores começaram a ser reconhecidos como entidades intencionais e até se tornaram, às vezes, diretamente implicados como participantes ativos na tomada de decisões sobre o desenho. No entanto, apesar das diferenças ideológicas significativas entre abordagens racionalistas e fenomenológicas ou participativas que se seguiram na investigação do desenho técnico, a maioria dessas teorias e métodos foram sustentados por um desenho centrado na função dos artefactos. Em outras palavras assumiram que as intenções emolduradas dos objetivos colocados e as decisões tomadas no contexto do desenho tinham autoridade especial para determinar como os artefactos funcionam e como eles eram utilizados, é que os desenhadores tradicionalmente viram os artefactos e sua utilização duma perspetiva centrada no desenho não é surpreendente. Contudo um inquérito mais aprofundado sobre essa suposição disciplinar orientadora revela que é controverso e discutível.&lt;br /&gt;
1.2. A visão padrão dos artefactos&lt;br /&gt;
A visão de que os artefactos são criações intencionais de atores e principalmente&lt;br /&gt;
objetos funcionais que tem sido amplamente aceite nas investigações do desenho técnico. Os teóricos da função caracterizam essa perspetiva centrada no desenho dos artefactos como a visão padrão dos artefactos. Esta visão que também teve popularidade entre os filósofos que postulam que os artefactos têm funções e que essas funções próprias, como se designam são um conjunto de capacidades materiais escolhidas intencionalmente por um desenhador. Essas capacidades ou disposições, para a utilização dum termo filosófico amplamente utilizado, indicam o que um artefacto faz quando é atuado duma certa maneira. Na visão padrão a utilização das capacidades do artefacto duma maneira não destinada pelo desenhador é classificado como a utilização imprópria ou função acidental. A IMAGEM01 mostra uma representação diagramática da visão padrão.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXtmQ2_DgeqJP6jjwJEVvzLYcCwKDD_aTU-sHAtGKJZkJgseY8EYySEPx_M5JwUDZso9J_ss0tpaWSx4fI_qz-OY8J5uFgKEkYfVEoJrPNsF5dP8OmS14dBjgV0lr3fhnNW6jU/w913-h538-no/" target="_blank" title="IMAGEM01"&gt;&lt;img alt="IMAGEM01" border="0" height="383" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXtmQ2_DgeqJP6jjwJEVvzLYcCwKDD_aTU-sHAtGKJZkJgseY8EYySEPx_M5JwUDZso9J_ss0tpaWSx4fI_qz-OY8J5uFgKEkYfVEoJrPNsF5dP8OmS14dBjgV0lr3fhnNW6jU/w913-h538-no/" style="background-image: none; border: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM01" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;IMAGEM01&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Além de conceder ao desenhador uma autoridade completa sobre a atribuição da função adequada, a visão padrão geralmente pressupõe que essa atribuição seja o resultado das ações intencionais do desenhador guiadas pela deliberação funcional. Uma ilustração mais recente na história da investigação do desenho que é indicativa dessa abordagem é a chamada estrutura função do comportamento da estrutura. Este modelo aspira a transmitir a transição de necessidades práticas obtidas a partir do contexto de utilização, para descrições de função “para que”, então comportamento “o que faz”, e estrutura de artefactos finais “o que é” através dum processo de formulação de decomposição que assume que a descrição semântica da função pode ser traduzida numa descrição sintática da estrutura física e que a utilidade real é alguma realização dessa estrutura tecnofísica.&lt;br /&gt;
1.3. Apreciação das atitudes centradas no desenho&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/07/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXtmQ2_DgeqJP6jjwJEVvzLYcCwKDD_aTU-sHAtGKJZkJgseY8EYySEPx_M5JwUDZso9J_ss0tpaWSx4fI_qz-OY8J5uFgKEkYfVEoJrPNsF5dP8OmS14dBjgV0lr3fhnNW6jU/s72-w913-h538-c-no/" width="72"/><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Compromisso da utilização do produto pela pessoa (parte 1)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto.html</link><pubDate>Mon, 26 Jun 2017 16:54:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-401356885523996731</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A função e a utilização são palavras-chaves que os investigadores do desenho técnico costumam empregar ao se referir a compromissos que as pessoas fazem com os produtos. No entanto, há pouco consenso sobre como os conceitos de função e utilização que se relacionam entre si e com as intenções que de os desenhadores e utilizadores, ou com suas ações e contextos que são abrangentes. Neste post tentera-se sintetizar a literatura da investigação do desenho técnico e o estudo da cultura do material, a antropologia da teoria do desenho de funções para comparar criticamente diferentes atitudes com compromissos que as pessoas têm com os produtos, implícitas em caracterizações de função e utilizações. Havendo uma identificação com as atitudes centradas no desenho técnico, comunicativas e centradas na utilização e discuto seus pressupostos e implicações por uma teoria do desenho técnico. Tentara-se terminar esboçando os princípios para abordar teoricamente e computacionalmente a utilização como um processo incorporado e temporariamente contingente e uma forma de como fazer.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Tradicionalmente na investigação do desenho técnico é interpretado como uma disciplina por direito próprio, independente dos seus domínios particulares de aplicação. De acordo com a maioria das definições a disciplina do desenho técnico inclui ao seu alcance, uma consciência rigorosa da cultura material: os próprios produtos e as atividades das sua produção e utilização. Em tais definições do desenho técnico é um termo de produto que é invocado amplamente para se referir a objetos, edifícios, cidades, sistemas ou serviços, em breve, qualquer coisa produzida ou apropriada por humanos para atender a necessidade, objetivo, propósito ou atividade. A ligação dos produtos com o cumprimento das necessidades ou propósitos humanos, práticos ou não, decorre duma tradição de investigação dos desenhos técnicos que se posicionou explicitamente como antropocêntrica e orientada para o ser humano. Como resultado a função e a utilização têm sido categorias centrais no desenvolvimento de relatos descritivos ou normativos do assunto da disciplina do desenho técnico em que os produtos e a sua produção e a sua utilização.&lt;br /&gt;
No entanto apesar da sua penetração na linguagem e significado aparentemente óbvio a função e a utilização de produtos são notoriamente difíceis de caracterizar, uma função definida como o modo de ação pelo qual qualquer coisa cumpre seu propósito e utilizar como o ato de colocar algo para trabalhar para qualquer objetivo e com base nestas definições coloquiais, pode-se dizer que a função é o que um produto faz, enquanto se utiliza e é o que as pessoas fazem com um produto. Os produtos por sua vez, apresentam uma dualidade interessante que podem ser descritos como objetos materiais físicos e também em relação a contextos de objetivos e ações humanas. Além disso parece intuitivo diferenciar-se, pelo menos provisoriamente, entre dois contextos em que essa dualidade é manifesta sendo o contexto do desenho técnico onde os desenhadores manipulam descrições das propriedades físicas e relacionais do produto, e o contexto da sua utilização onde os utilizadores manipulam os próprios produtos para seus próprios fins.&lt;br /&gt;
Esta breve exposição começa a transmitir algumas das questões e controvérsias que surgem quando se trata de teorizar a função e a utilização. Os investigadores do desenho técnico por exemplo podem envolver-se em inúmeros esforços para desenvolver uma definição laboral da função do produto ou sistematizar o raciocínio funcional no processo do desenho técnico do produto. No entanto os filósofos da tecnologia têm sido céticos quanto aos vínculos entretitos entre o desenho técnico e a atribuição de funções levantando assim as questões sobre como, no mínimo, as descrições funcionais no contexto do desenho técnico se relacionam com as propriedades das coisas produzidas ou as formas em que são utilizadas.&lt;br /&gt;
Por outro lado, ao longo das últimas décadas, o domínio da utilização dos utilizadores vem acompanhada consistentemente dos cenários da teoria e da prática do desenho técnico. Reconhecida como um fenômeno separado irredutível a funcionar e governado por suas próprias regras e táticas assim a utilização tornou-se um tema de grande interesse aos desenhadores. Os investigadores deste tipo projeto frequentemente utilizaram como medida de bom desenho como motor de decisões sobre os desenhos técnicos, ou como objeto de desenho.&lt;br /&gt;
As categorias de utilização e dos utilizadores também foram fundamentais na geração de vários gêneros de desenho técnico e de cada um com seus métodos adequados e reivindicações teóricas. Os métodos do desenho técnico são centrados no utilizador como por exemplo, incorporarem várias ferramentas das ciências humanas e das tecnologias da informação para adquirir informações sobre o contexto de utilização e antecipar relações de contexto de forma. Os métodos colaborativos e participativos aspiram a fundir o contexto do desenho no contexto da utilização e convidando os utilizadores ao processo do desenho ou do projeto de produtos abertos e funcionalmente multivalentes. No entanto uma análise teórica mais próxima da utilização real coloca questões principais pressupostos subjacentes aos métodos que os desenhadores para a modelação assim prevendo ou controlando as formas prevalecentes de conceituar compromissos abertos entre utilizadores e produtos.&lt;br /&gt;
Um tratamento mais explícito dos problemas teóricos relativos ao fenômeno da utilização está em andamento no campo interdisciplinar dos estudos na cultura do material, o campo nascente da antropologia do desenho e um ramo da filosofia conhecido como a teoria da função. Os teóricos da função invocaram a utilização e seus contextos em aspetos para caracterizar a função das coisas feitas e utilizadas pelos humanos. Apesar do seu foco principal nas funções técnicas em oposição aos sociais ou estéticos, a teoria da função faz explicitamente perguntas sobre a função de atribuição e o fenômeno de utilização que são produtivos para uma investigação teórica mais geral do desenho técnico.&lt;br /&gt;
Com o objetivo de abrir oportunidades criativas e produtivas para a investigação do desenho técnico comparo as abordagens sobre a relação entre o desenho técnico e a função e a utilização de produtos como eles foram articuladas na história da investigação do design e dos campos de estudos da cultura dos matérias do desenho de antropologia e teoria das funções, podendo-se identificar e comparar e contrasto de três atitudes em relação às atitudes em relação aos compromissos dos produtos&amp;nbsp; humanos, que se designam de centrado no desenho técnico e comunicativo e centrado na utilização. Cada atitude corresponde a um conjunto diferente de compromissos teóricos sobre os principais atores, contextos ou operações pelas quais esses compromissos devem ser conceitualizados. Com base em atitudes centradas na utilização que avance para propor novas possibilidades conceituais e operacionais na investigação do desenho técnico.&lt;br /&gt;
Comece por discutir atitudes centradas no desenho aos compromissos dos produtos para as pessoas que foram avançadas na história da investigação do desenho. Pudesse utilizar o termo de centralizado no desenho para referir-se a teorias e métodos que, em traços amplos, consideram a utilização como uma derivada da função de um produto e funcionam como definidas por decisões feitas no contexto do desenho técnico. A maioria das teorias e métodos do desenho que exibem essa atitude seguiram um modelo em que os desenhadores podem construir um modelo de utilização anti corrupto e que traduz isso em requisitos funcionais e atribuem esses requisitos à forma física através dum processo de deliberação funcional, esta abordagem explicitamente espera a utilização real para alinhar com utilizar o produto antecipadamente.&lt;br /&gt;
As atitudes comunicativas em relação as atitudes dos humanos em relação ao produto é uma interação explicitamente no alinhamento da utilização antecipada e atual, visando os produtos como dispositivos comunicacionais que ligam os contextos espaciais e temporariamente separados do desenho de utilização. Os produtos são vistos como mensagens passadas sobre a função ou o valor pretendido entre os utilizadores, que devem interpretar essas mensagens. Examino as expressões dessa abordagem na investigação do desenho que discuto várias críticas e passo a frente para interrogar uma manifestação alternativa da atitude comunicativa que aborda os produtos como texto aberto a interpretação no contexto da sua utilização, finalizara-se a seção interrogando as implicações e limitações da metáfora do texto para conceituar a utilização uso como um fenômeno não determinista e aberto.&lt;br /&gt;
Isto significa que uma evolução em atitudes centradas na utilização dos compromissos dos produtos humanos e tais atitudes abordam a utlizado como um processo de desdobramento aberto e temporário que pode ser teorizado e descrito de forma independente das intenções e ações no contexto do desenho técnico. Podendo-se apoiar esta abordagem, apresentando suas vantagens teóricas em relação às atitudes centradas no desenho ou comunicativas e ao destacar as falácias teóricas que corrige. Eu então justaposto duas maneiras de conceituar a abertura da utilizar um modelo semiótico de acordo com o qual o uso é uma promulgação de uma estrutura abstrata que sustenta a presença material dum produto e um modelo ecológico, que as vistas usam como uma espécie de fazer um e atividade incorporada e situada embutida nas forças sociais, culturais e materiais.&lt;br /&gt;
Podendo-se concluir que as implicações para fazer utilização das suas descrições computacionais formais e matemáticas, isso é em resposta ao desafio atual da edição especial para contemplar colisões e colusões entre a realização incorporada e a computação abstrata. É também em resposta duma longa tradição da investigação do desenho técnico que tenta modelar computacionalmente o uso quantificando aspetos da atividade humana ou provocando as estruturas causais que conduzem essa atividade. Podendo ser examinada os potenciais de fazer gramáticas, e assim uma expansão recente da teoria computacional das gramáticas de formas, para descrever os aspetos ativos, produtivos e criativos dos compromissos humanos com coisas materiais. Também se tenta apresentar um primeiro esboço esquemático duma gramática de utilização a ser desenvolvida em trabalhos futuros.&lt;br /&gt;
Em última análise neste post as novas perspetivas sobre como as ideias de temporalidade, situações e encarnações podem ajudar a repensar o fenômeno da utilização e sua relação do desenho técnico em articular as implicações e de se aproximar da utilização como uma espécie de comprovação teórica e de renderizações computacional.&lt;br /&gt;
1 Atitudes centradas no desenho técnico&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto_30.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/06/compromisso-da-utilizacao-do-produto_30.html &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Manipulação de objetos com superfícies 3D complexas em diferentes situações</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/06/manipulacao-de-objetos-com-superficies.html</link><pubDate>Fri, 9 Jun 2017 03:13:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-8326934143553269074</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A manipulação de objetos com superfícies complexas 3D em diferente e múltiplas situações pode requer varias garras diferentes dependendo da força de movimentação do objeto através da biomimética criaram-se ventosas adesivas que movimentam os objetos em vários sentidos.&lt;br /&gt;
Investigadores alemães parecem ter conseguido copiar a técnica que as lagartixas usam para se agarrar às paredes e tetos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_SuKyhk8zSmldXrOT-eyan8TCRhfWeIYLZui8epe8h5zxwEZ_xLKidm_N-zGf63vNXaiWqsRBZyZTyF-OxZ4ahBJhxAUd0zCrmsx2Vbr4pXlMVvCWEUmOdDYVz_g7lXxdrxcR/w1318-h457-no/" target="_blank" title="imagem_ventosas"&gt;&lt;img alt="ventosas" border="0" height="225" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_SuKyhk8zSmldXrOT-eyan8TCRhfWeIYLZui8epe8h5zxwEZ_xLKidm_N-zGf63vNXaiWqsRBZyZTyF-OxZ4ahBJhxAUd0zCrmsx2Vbr4pXlMVvCWEUmOdDYVz_g7lXxdrxcR/w1318-h457-no/" style="background-image: none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="ventosas" width="650" /&gt;&lt;/a&gt;Investigadores do Instituto Max Planck de Sistemas Inteligentes conseguiram copiar os naturais adesivos secos das patas das lagartixas. Embora muito se tenha feito especificamente nesse campo da biomimética ao longo dos anos, as demonstrações dos investigadores não parecem deixar margem a dúvidas sobre o seu sucesso.&lt;br /&gt;
Nas demonstrações os investigadores utilizaram o adesivo biomimético para pendurar diversos objetos, incluindo um frasco de vidro com 200 ml de sumo, pesando 307 gramas, várias canecas, pesando 188 gramas cada uma, e outros objetos mais leves, mas com texturas desafiadoras, como um tomate com 41 gramas e uma embalagem plástica com 139 gramas.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O adesivo biomimético consiste em uma membrana elástica recoberta com minúsculas fibras - imitando as patas das lagartixas, algo que vários outros grupos já fizeram.&lt;br /&gt;
Mas o grande avanço foi dotar internamente o material de um diferencial de pressão que evita que a carga se concentre nas bordas do adesivo. Além de segurar com maior força o material oferece uma forte adesão mesmo em superfícies curvas, a outra vantagem é que a garra pode lidar com a deformação dum objeto. Desta forma as superfícies não se soltam o que poderia levar à perda da força de adesão.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCN1uiSzZ2vana-eytRdcWShRPkjezdfc_kgr01HPmCV3yJJVVdbWm1173znyLe6EuNxNZfywnDhUDH2A0ID9Yki0RokLoxhFRUMiZOQ9beO9JAIB9oUDyKpgDkcwM5ujKgzJs/w687-h597-no/" target="_blank" title="force_graf"&gt;&lt;img alt="force graf" border="0" height="482" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCN1uiSzZ2vana-eytRdcWShRPkjezdfc_kgr01HPmCV3yJJVVdbWm1173znyLe6EuNxNZfywnDhUDH2A0ID9Yki0RokLoxhFRUMiZOQ9beO9JAIB9oUDyKpgDkcwM5ujKgzJs/w687-h597-no/" style="background-image: none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="force graf" width="450" /&gt;&lt;/a&gt; Em termos de eficiência a força máxima adesiva este grupo de investigação calcula que a sua adesão seca chegou aos 26%, o que é muito mais do que o 1,8% obtido até então.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_SuKyhk8zSmldXrOT-eyan8TCRhfWeIYLZui8epe8h5zxwEZ_xLKidm_N-zGf63vNXaiWqsRBZyZTyF-OxZ4ahBJhxAUd0zCrmsx2Vbr4pXlMVvCWEUmOdDYVz_g7lXxdrxcR/s72-w1318-h457-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Otimização da topologia para a impressão 3D e melhorar a resistência estrutural (part4/4)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/06/otimizacao-da-topologia-para-impressao.html</link><pubDate>Wed, 31 May 2017 22:21:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-3517105717971797685</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/05/otimizacao-da-topologia-para-impressao.html"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/05/otimizacao-da-topologia-para-impressao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A estrutura totalmente sólida pode ser aproximada por um modelo da estrutura e dado o layout do triângulo baseado, até mesmo por um modelo duma viga. Este é um resultado natural do processo de otimização de topologia, que distribui material de tal forma que a flexão de qualquer estrutura interna é minimizada. Esta observação é suportada pela distribuição do valor de tensão máxima absoluta como mostrado na IMAGEM02, que é quase constante ao longo das secções transversais individuais do feixe, exceto para pequenas irregularidades devido à discretização. Assumindo que qualquer valor da densidade de enchimento levaria a uma estrutura otimizada com a mesma topologia que o modelo totalmente sólido e assumindo que essa estrutura otimizada pode ser modelada usando o mesmo modelo de viga linear, a força normal transportada por um dado membro estrutural é inalterada para uma dada carga externa. Contudo a secção transversal muda por ser completamente sólida para ter um interior poroso com uma menor rigidez homogeneizada. Isto significa que as tensões axiais macroscópicas na estrutura dada são mais baixas no enchimento do que na correspondente estrutura totalmente sólida por um factor dependendo da espessura da camada superior e da densidade e pelo enchimento, enquanto as tensões no invólucro sólido são mais elevadas. Multiplicando o estado de tensão no plano para uma barra na estrutura totalmente sólida com este fator de tensão intercalar, traçado na IMAGEM02, é, por conseguinte, conhecido o estado de tensão no plano para a barra correspondente numa estrutura porosa de qualquer densidade de enchimento. A barra indicada pela seta ou pela barra correspondente, espelhada em torno da linha de simetria vertical na IMAGEM02 tem uma maior tensão absoluto principal entre as barras em compressão. Para esta barra, o estado de tensão é aproximadamente uniaxial ao longo do eixo x, o que reduz a força de encurvadura para a expressão simplificada na equação (4). A relação entre esta expressão e a tensão normal na barra correspondente a uma carga unitária proporciona assim a carga crítica para qualquer densidade de enchimento, e além disso a camada sólida pode sofrer com o encurvamento local antes de flacidez macroscópica ocorrer, contudo, a força do encurvamento da camada solida não foi modelada neste estudo.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
3. Discussão&lt;br /&gt;
Os resultados experimentais validam claramente a hipótese de que as estruturas obtidas pela abordagem de revestimento que exploram o enchimento através da produção aditiva que têm cargas de deslocamento consideravelmente maiores do que as estruturas obtidas utilizadas a partir da conformidade do padrão mínimo. Existem, no entanto, alguns desvios menores, sendo os dois principais pressupostos utilizados para os modelos numéricos que foram que o material elástico linear e que o preenchimento é homogêneo e isotrópico e satisfaz o limite superior.&lt;br /&gt;
A suposição de que o polímero impresso é um material elástico linear é uma idealização áspera, ignorando pelo menos três efeitos: viscoelasticidade, que foi observada durante os experimentos; a dependência de tensão para o módulo de Young que era difícil de distinguir de efeitos viscoelásticos dado a configuração de teste simples; e anisotropia na amostra devido à técnica de impressão filamentar.&lt;br /&gt;
A viscoelasticidade manifestou-se em uma dependência da taxa de deformação para a curva tensão-deformação e um grau significativo de fluência. Na configuração manual mostrada na IMAGEM03a que foi usado para determinar E0, as cargas foram aplicadas praticamente instantaneamente para minimizar os efeitos de fluência. As medidas da máquina de teste da carga de deslocamento que são mostradas na IMAGEM03c, foram posteriormente validadas com medições realizadas a uma taxa de deformação maior e medições realizadas com a configuração manual. O primeiro indicou uma carga de deslocamento ligeiramente superior e a última uma carga ligeiramente menor, mas ambas as medições estavam dentro dos 10% do valor relatado. Com base nessas observações, os efeitos viscoelásticos são avaliados como a principal fonte de incerteza nos experimentos. A falta duma conta desses efeitos tenderia a implicar uma superestimação dos deslocamentos medidos, o que implica uma subestimação do módulo de Young ajustado e assim a carga de encurvamento numericamente determinada, e isso pode explicar alguns dos desvios observados para a estrutura sólida.&lt;br /&gt;
A dependência da tensão para o módulo de Young pode influenciar os valores calculados em ambos os sentidos. Como mencionado anteriormente esse efeito foi difícil de distinguir dos efeitos viscoelásticos, dada a configuração de teste simples.&lt;br /&gt;
A anisotropia devido à técnica de impressão filamentar tem um efeito insignificante sobre a estrutura porosa, pois tanto a pele como o preenchimento são impressos com caminhos de extrusão paralelos à direção de carregamento local com apenas dois para a pele e um para a estrutura de preenchimento dos trajetos dos filamentos. Portanto a anisotropia é principalmente relevante na estrutura sólida, no entanto o efeito é menos crítico em uma estrutura semelhante a um quadro, pois todas as barras são impressas com o mesmo padrão de extrusão sendo a interface é impressa na direção longitudinal enquanto o interior é impresso com um padrão transversal. Em certo sentido a estrutura sólida pode ser vista como uma estrutura porosa com densidade total mas diminui ligeiramente a rigidez no interior devido à anisotropia. Uma estimativa dessa rigidez diminuída é, no entanto, além do alcance deste trabalho, e o efeito é, em certa medida, atendido pelo ajuste experimental dos parâmetros efetivos do material. Note-se que ao se estender os desenhos 3D os efeitos anisotrópicos na direção normal às camadas serão mais fortes do que dentro do plano das camadas. No entanto, o grau de anisotropia depende da tecnologia de fabricação por adição escolhida pode em certa medida ser atenuado através de tratamento térmico.&lt;br /&gt;
Além disso o pressuposto de que o preenchimento é homogêneo e isotrópico e satisfaz o limite superior que é bastante áspero. O preenchimento real do triangular, não está claramente separado em escala da estrutura macro, o que significa que o preenchimento deveria ter sido considerado como elemento estrutural individual e não como um material homogeneizado. No entanto por exemplo, informa-se que a utilização de propriedades homogeneizadas pode ser uma aproximação razoável mesmo quando se utilizam algumas células unitárias. Além disso a geometria do triângulo de preenchimento é gravemente realizada ao longo de bordas estruturais causando uma distribuição desigual de material. Isso resulta em uma inexatidão, particularmente para membros finos, o preenchimento é uma importante fonte de anisotropia para a estrutura porosa.&lt;br /&gt;
Os dois desvios mais importantes entre o modelo numérico e as experiencias foram que a carga numérica de deslocamento para a estrutura sólida era aproximadamente 20% menor do que o valor experimental e que a rigidez numericamente prevista para a estrutura porosa foi 6% menor do que a rigidez medida. Em comparação com o aumento da carga de deslocamento de um fator de cinco, esses desvios são pequenos e de modo algum alteram as conclusões do estudo. É claro que o ganho na carga de deslocamento é inerente à abordagem do revestimento e não está limitado à extrusão do filamento. A curva de estabilidade de enchimento indica que a estrutura de rigidez de preenchimento de 20% pode estar próxima da troca ideal entre a força de deslocamento local e global. Note que, no entanto, que esta afirmação se baseia numa série de pressupostos que não são apenas os pressupostos indicados em relação à derivação da curva de estabilidade do enchimento, mas também os pressupostos de que o preenchimento é homogêneo e isotrópico e satisfaz o limite superior.&lt;br /&gt;
4. Conclusões&lt;br /&gt;
Demonstrou-se que a abordagem de revestimento para otimização de topologia permite a exploração da fabricação aditiva de criar o interior de componentes que possuem propriedades de deslocamento substancialmente melhoradas em comparação com as estruturas otimizadas com a abordagem de conformidade mínima padrão. No caso de teste específico a carga de deslocamento para a estrutura porosa foi mais de cinco vezes maior que a estrutura sólida, para uma diminuição da rigidez de cerca de 20% a 25%. Este ganho na carga de encurvamento é devido ao preenchimento poroso, o que leva a elementos estruturais mais amplos e, portanto, componentes com uma relação de rigidez/flexão de flexão inerentemente maior. Os resultados numéricos foram apoiados por medidas experimentais realizadas em amostras de teste fabricadas aditivamente. Os resultados das medições foram associados a alguma incerteza, principalmente devido a suposições ásperas nas propriedades do material dos espécimes de teste. No entanto, as tendências dos resultados são muito claras, e os desvios são pequenos em comparação com as diferenças de desempenho. Para além do caso de teste estudado, algumas observações sobre relevância para o trabalho futuro devem ser declaradas. O componente poroso atingiu uma carga de encadernação tão elevada no plano que a estrutura estava limitada a falhas pelo encurvamento local devido a uma concentração de carga ao invés de deformação global. De forma mais geral, a falha de encurvamento local no preenchimento provavelmente ocorrerá ante da deformação global se a densidade de preenchimento for escolhida para ser muito baixa. O encurvamento base estrutura porosa mostrou a necessidade de projetar experiências com base em uma estrutura 3D completa. Este estudo demonstra como a otimização de topologia pode ser adaptada às oportunidades de fabricação específicas da fabricação aditiva fornecer melhorias notáveis no desempenho estrutural.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Otimização da topologia para a impressão 3D e melhorar a resistência estrutural (part3)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/05/otimizacao-da-topologia-para-impressao.html</link><pubDate>Sat, 27 May 2017 23:31:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-8633199010933019319</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/04/otimizacao-da-topologia-para-impressao_30.html"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/04/otimizacao-da-topologia-para-impressao_30.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2.5. Configuração experimental&lt;br /&gt;As medições experimentais consistiram em duas partes sendo a primeira a determinação de parâmetros de material efetivos, e a segunda a determinação de cargas de deslocamento. As duas partes foram realizadas utilizando diferentes configurações de teste, ambas com base num teste de flexão de três pontos, como mostrado nas IMAGEN02a e IMAGEM02c. Para determinar os parâmetros do material, foi colocado um suporte de aço no ponto de carga do feixe, como mostrado na IMAGEM02a.&lt;br /&gt;O deslocamento do ponto de carga foi medido directamente no suporte de carga. Uma vez que neste teste foi carregado apenas dentro do domínio linear, o ponto zero poderia ser definido arbitrariamente.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
2.6 Análise numérica&lt;br /&gt;Análise do deslocamento numérica das cargas a que ocorre o deslocamento que é referido como a carga crítica, um problema de deslocamento linear é resolvido como um problema de autovalores usando análise de elementos finitos:&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
[K+λ&lt;sub&gt;c&lt;/sub&gt;K&lt;sub&gt;σ&lt;/sub&gt;(u&lt;sub&gt;ref&lt;/sub&gt;)]Φ =0&lt;br /&gt;(3)&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A matriz de rigidez geométrica K&lt;sub&gt;σ&lt;/sub&gt;(u&lt;sub&gt;ref&lt;/sub&gt;) depende dos deslocamentos das tensões obtidas a partir do problema de equilíbrio estático linear resolvido para uma carga de referência, Ku&lt;sub&gt;ref&lt;/sub&gt; = F&lt;sub&gt;ref&lt;/sub&gt;. A carga crítica P&lt;sub&gt;c&lt;/sub&gt;, é igual à raiz menor, λ&lt;sub&gt;c&lt;/sub&gt;, do problema multiplicado pela carga de referência. O modo do deslocamento associado é dado por Φ. Observe que para um problema de deslocamento linear apenas o modo é dado, não a amplitude e, portanto, sendo os deslocamentos reais. Experiências iniciais revelaram que modos que o deslocamento fora do plano apareceriam para o modelo poroso. Por essa razão o modelo numérico é utilizado para a otimização sendo complementado por um modelo 3D no Fusion360 para comparação com as amostras impressas e elementos superpostos. A discretização para o modelo simplificado dum layout e dum elemento quadrado foi reutilizada no modelo 3D nas direções xy. &lt;br /&gt;O modelo foi extrudido a espessura da amostra na direção z, usando o comprimento do lado do elemento duplo, a fim de manter o número de graus de liberdade baixa. A discretização final consistiu assim em elementos com as dimensões 0,3mmx0,3mmx0,3mm. O enchimento foi modelado como um material sólido utilizando as propriedades de enchimento homogeneizadas em vez de ser representado como a estrutura triangular real impressa. Esta hipótese é discutida mais à frente, e a carga foi distribuída igualmente numa área correspondente. Além dos suportes definidos para o problema 3D, é o nó central carregado que foi constrangido para executar o movimento do plano exterior u3=0. Esta condição de limite corresponde ao atrito entre o actuador de força e a amostra de teste o que implica que vários modos de deflação fora dos planos que são impedidos, e em primeiro lugar, foi realizada uma auto valorização, conforme a equação (3). Esta análise foi refinada através do rastreio da resposta geometricamente não linear da estrutura utilizando um método de comprimento. Para cada caso uma perturbação de carga assimétrica pode ser introduzida como uma imperfeição com uma percentagem de encurvamento da magnitude pela análise dos autovalores. Os valores de carga de encurvamento aqui apresentados são os resultados da análise não linear que para todos os casos foi inferior a dez porcento abaixo da análise linear.&lt;br /&gt;2.7. Propriedades de encurvamento do interior &lt;br /&gt;Embora a hipótese fosse de que a carga de encurvamento macroscópica aumentaria significativamente com a diminuição da percentagem de enchimento do próprio enchimento é conhecido por se tornar mais propenso à falha de encurvamento local à medida que a densidade diminui. A força de encurvamento do preenchimento triangular pode ser prevista para um estado geral de tensão no plano macroscópico.&lt;/div&gt;
&lt;h3 align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcCsqJ-J9nbe1Op1NxtrJfmABmZyJBVVOPilaH9gyNOXraZZO3AnygG4NwihftXu3JRMvnVLjhNW1JvWIKfDBV0n71UJLw_MCrqZ-_Y02l6-iTRkHbxUT6X49qQt86FlZcxGXe/w590-h620-no/" target="_blank" title="IMAGEM04a"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img alt="IMAGEM04a" border="0" height="416" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcCsqJ-J9nbe1Op1NxtrJfmABmZyJBVVOPilaH9gyNOXraZZO3AnygG4NwihftXu3JRMvnVLjhNW1JvWIKfDBV0n71UJLw_MCrqZ-_Y02l6-iTRkHbxUT6X49qQt86FlZcxGXe/w590-h620-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM04a" width="390" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 align="center"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;IMAGEM04a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 align="center"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhU4wzo_hztYwzEIaUa3ZlJ05hQGjY0A6BBJMBm8uZC-nvq35JTZSuqH_lScNqVzIibRQvqbIAyZvAf_chgqVuYNld5msraxuFWFQp35OMyzROndgacQnbkhgv_nzUZKuqgT9jO/w420-h502-no/" target="_blank" title="IMAGEM04b"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;img alt="IMAGEM04b" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhU4wzo_hztYwzEIaUa3ZlJ05hQGjY0A6BBJMBm8uZC-nvq35JTZSuqH_lScNqVzIibRQvqbIAyZvAf_chgqVuYNld5msraxuFWFQp35OMyzROndgacQnbkhgv_nzUZKuqgT9jO/w420-h502-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM04b" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 align="center"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;IMAGEM04b&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A IMAGEM04a ilustra o preenchimento do triângulo, e a IMAGEM04b) mostra a aproximação sobre uma célula unitária, indicando o comprimento L do lado do triângulo e a espessura da parede da célula t. Observa-se que a orientação segue o que é utilizada para o modelo físico. Sabe-se que a força de encurvamento dum enchimento triangular depende da razão (t/L)&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;.&lt;br /&gt;Dada a forma triangular regular e os parâmetros constantes, apenas dois dos parâmetros L, t e λ&lt;sub&gt;m &lt;/sub&gt;são independentes. Ignorando a sobreposição de cantos triangulares e o terceiro parâmetro depende linearmente dos dois outros parâmetros. A força do encurvamento de enchimento depende, portanto, de λ&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;sub&gt;m&lt;/sub&gt;. Enquanto as propriedades elásticas do preenchimento são assumidas como isotrópicas lineares, a força de encurvamento depende das direções principais de tensão. Para a carga uniaxial direcionada ao longo de uma das orientações da parede triangular, a força de encurvamento reduz a uma expressão simplificada, assumindo assim uma carga paralela ao eixo x e a força de encurvamento é dada por&lt;/div&gt;
&lt;h3 align="center"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;sub&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;x&lt;/span&gt;&lt;/sub&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;=2.543E&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;0&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;(t/L)&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 align="center"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small; font-weight: normal;"&gt;(4)&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A discussão a seguir descreve como a força de encurvamento de enchimento para o problema de projeto estudado neste trabalho pode ser estimada para qualquer densidade de enchimento permitida λm (0,1), de notar-se que várias suposições são específicas para este problema de do dependente deste desenho.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – …&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcCsqJ-J9nbe1Op1NxtrJfmABmZyJBVVOPilaH9gyNOXraZZO3AnygG4NwihftXu3JRMvnVLjhNW1JvWIKfDBV0n71UJLw_MCrqZ-_Y02l6-iTRkHbxUT6X49qQt86FlZcxGXe/s72-w590-h620-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>As industrias do futuro serão virtuais e reais na produção</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/05/as-industrias-do-futuro-serao-virtuais.html</link><pubDate>Tue, 9 May 2017 03:30:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-6713285421701113374</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv2vHxJM9tlt3vx8g8CnXciubHlQ28YFKdYikUI8YXt16yglhCUWDRCPCFIw3T13zOpaWmCsXpQo247bLRYCw8Jc7tAyrEBVkrpJElvhPe_fTc2m8baxFQnHLCHy1HzgD9hu0Z/w681-h402-no/" target="_blank" title="factory"&gt;&lt;img alt="factory" border="0" height="385" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv2vHxJM9tlt3vx8g8CnXciubHlQ28YFKdYikUI8YXt16yglhCUWDRCPCFIw3T13zOpaWmCsXpQo247bLRYCw8Jc7tAyrEBVkrpJElvhPe_fTc2m8baxFQnHLCHy1HzgD9hu0Z/w681-h402-no/" style="background-image: none; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="factory" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As industrias 4.0, seja as empresas que se estão a preparar para o futuro terão a linha de produção virtual e real. Na minha opinião pessoal o que é necessário é desenhar e modelar todo o processo de produção fabril, permitindo a intervenção direta na produção a qualquer momento, ou a autogestão em que a própria fábrica corrige eventuais problemas. Assim as linhas de produção real e virtual irão se fundir num sistema global inteligente.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Para isso a fábrica real é totalmente modelada a nível digital, criando um clone virtual que não apenas permite visualizar o sistema de produção com todas as suas máquinas, mas também reproduz os processos dinâmicos e o comportamento dos componentes do sistema durante a produção em tudo em tempo real.&lt;br /&gt;Numa linha de produção virtual é possível observar o processo de fabricação em detalhes, sensores espalhados pela linha real alimentam continuamente o estado de funcionamento das diversas estações de trabalho individuais, abrindo assim novas possibilidades para o controlo da produção. Os planeadores de produção podem analisar o processo de produção na simulação virtual assim como otimizar ou reorganizando várias etapas individuais.&lt;br /&gt;A produção real e a produção digital são conceito da existência dum clone digital, contudo irá para além da mera simulação do sistema de produção real, o sistema é realmente bidirecional, quanto ao nível virtual é possível intervir e fazer mudanças que possam ser simuladas quase imediatamente. Inversamente é possível implementar mudanças do sistema real para o clone digital. Por exemplo um planeador de produção pode ativar máquinas adicionais para processar uma peça ou incorporar uma etapa de trabalho adicional quando uma personalização for necessária. Para fazer isso a produção não precisa ser interrompida e reconfigurada, já que o sistema reage inteligentemente a cada mudança e se reorganiza.&lt;br /&gt;A fusão da produção real e da digital cria um sistema capaz de monitorar, controlar e se corrigir enquanto a produção continua em andamento. Sempre que necessário as máquinas e o software comunicam-se autonomamente e mantêm a produção em movimento, se por exemplo, ocorrer uma falha como um subsistema que falha ou uma máquina que estraga o sistema pode decidir de forma independente como resolver o problema, e o gestor que supervisiona a mudança na produção, mas não sendo necessário intervir.&lt;br /&gt;Além disso, como o sistema alimenta o gêmeo digital continuamente com dados, é possível controlar permanentemente a qualidade das peças e do produto final. O conceito também pode ser usado para fabricar rapidamente séries de pequena escala com peças individualizadas de modo a minimizar ao máximo as interrupções na produção global. Mesmo a fabricação de peças individuais é concebível.&lt;br /&gt;A simulação dos modelos dos desenhos técnicos são a vantagem é que a linha virtual de produção poderá ser utilizada durante a etapa de modelação dos desenhos e construção dum sistema de produção real da construção da fábrica.&lt;br /&gt;Antes que a primeira peça real seja processada a empresa poderá simular o fluxo de produção antecipadamente e identificar fraquezas e otimizar os processos. Dessa forma o sistema será virtualmente colocado em operação e testado antes da produção real. Isso deverá acelerar o planeamento e facilitar a colocação em funcionamento um novo sistema de produção.&lt;br /&gt;Um dos meus objetivos é não apenas descrever tecnologias, processos e métodos-chave da Indústria 4.0, mas realmente torná-los tangíveis, e claro participar constantemente neste tipo projetos juntamente com os parceiros industriais, as equipas que estão agora trabalhar na implementação dos projetos piloto iniciais, para linhas de produção específicas assim preparando-se para colocar o sistema virtual no mercado no futuro próximo.&lt;br /&gt;O que gostaria de fazer é que nenhum dos componentes fosse proprietário e que as interfaces sejam completamente compatíveis com os padrões industriais, o claro que estes sistemas não devem de ser dispendioso, assim a empresa deve de ser capaz de recuperar o seu investimento rapidamente.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/nPgBljLZuhw?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv2vHxJM9tlt3vx8g8CnXciubHlQ28YFKdYikUI8YXt16yglhCUWDRCPCFIw3T13zOpaWmCsXpQo247bLRYCw8Jc7tAyrEBVkrpJElvhPe_fTc2m8baxFQnHLCHy1HzgD9hu0Z/s72-w681-h402-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Otimização da topologia para a impressão 3D e melhorar a resistência estrutural (part2)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/04/otimizacao-da-topologia-para-impressao_30.html</link><pubDate>Sun, 30 Apr 2017 00:03:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-931379436285557062</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/04/otimizacao-da-topologia-para-impressao.html" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/04/otimizacao-da-topologia-para-impressao.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
2 – Processos&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é demonstrar o desempenho do deslocamento de cargas dum objecto com uma estrutura sólida e comparado a uma estrutura diferente, tentou-se comparar as seguintes duas abordagens de otimização da topologia baseadas em no volume e densidade, sendo a primeira aproximação padrão baseada em projeção mínima conforme a segurança em conformidade, resultando assim numa estrutura quase perfeitamente e a segunda aproximação é uma abordagem de revestimento resultando numa estrutura composta com um invólucro exterior sólida e com preenchimento interior poroso. Para isso estuda-se um caso padrão de otimização afim de avalizar melhor o desempenho do objeto: o objecto com padrões simples do preenchimento interior predefinida, em conformidade com o deslocamento da carga de são comparadas as estruturas optimizadas, sendo que a análise de deslocamento envolve tanto uma comparação numérica como uma comparação experimental. No entanto os efeitos 3D de testes experimentais são tidos em conta e o estudo completo pode ser facilmente estendido para 3D.&lt;br /&gt;
O problema de otimização é um problema de conformidade mínimo padrão com uma restrição no volume pelo que o problema descrito é definido da seguinte forma:&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
min: c (μ)=U&lt;sup&gt;T&lt;/sup&gt;KU&lt;br /&gt;
g(μ)=V(μ)/V* –1≤0&lt;br /&gt;
0≤ μ&lt;sub&gt;e&lt;/sub&gt;≤1, ∀&lt;sub&gt;e&lt;/sub&gt;&lt;br /&gt;
(1)&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Onde, μ é o vetor de variáveis do desenho e C é a conformidade sendo K a matriz de rigidez global definida da maneira usual para otimização da topologia baseada na densidade como matriz de rigidez de soma sobre elemento, cada uma dependendo da rigidez interpolada; U é o&amp;nbsp; vetor global de deslocamento da força, respetivamente; G é a restrição de volume; V(μ) é o volume do material; V* é o volume máximo permitido. As atualizações do desenho são realizadas com base em gradientes calculados analiticamente e um esquema de atualização baseado numa programação matemática e o método de mover as assíntotas, mas as expressões de gradiente são omitidas aqui para simplificar.&lt;br /&gt;
2.2. Desenho do invólucro do objeto&lt;br /&gt;
Tanto a abordagem de otimização da topologia padrão quanto a abordagem de revestimento permitem o controlo do tamanho da estrutura estrutural de nível macro através da aplicação de filtros. Estes incluem filtros de suavizar a densidade com base em equações diferenciais parciais e na projeção nas zonas de desejadas do desenho intermediário para empurrar o problema e suavizar os desenhos. O grau de suavização é determinado pelo raio de filtro, enquanto a projeção é determinada pelo limiar, η e nitidez, β. Além desse controlo do tamanho da característica macroscópica a abordagem de revestimento possui várias alavancas para a concepção de estruturas de casca sólida com enchimento poroso. A espessura da pele t&lt;sub&gt;ref&lt;/sub&gt; determina o involucro sólido na superfície estrutural. O preenchimento é modelado utilizado as propriedades homogeneizadas, ou seja, as propriedades macroscópicas efetivas na estrutura e preenchimento periódico. Isto permite a inclusão da microestrutura fina no modelo numérico duma maneira computacionalmente viável. Dois parâmetros homogeneizados são suficientes para descrever o preenchimento homogeneizado sendo esses parâmetros a densidade e rigidez. Estes parâmetros são expressos como proporções das propriedades do material sólido, notadas como λ&lt;sub&gt;m&lt;/sub&gt; e λ&lt;sub&gt;E&lt;/sub&gt;, respetivamente. A relação entre os dois parâmetros deve satisfazer os limites para ser fisicamente significativo. Ao aplicar uma estrutura de preenchimento triangular que é assumida para atingir exatamente o limite superior podendo ver na IMAGEM01b.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
E&lt;sub&gt;m&lt;/sub&gt;=(3λ&lt;sub&gt;E&lt;/sub&gt;)/(1+2 λ&lt;sub&gt;E&lt;/sub&gt;)&lt;br /&gt;
(2) &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Podendo-se observar que esta relação é baseada no pressuposto de que o material sólido tem uma razão de Poisson e contudo, para frações de baixo volume onde a estrutura de enchimento se comporta como um favo de mel triangular com tensão/ compressão dominada a influência da razão de Poisson do material sólido é desprezível.&lt;br /&gt;
2.3. Testes dos desenhos&lt;br /&gt;
O caso de teste escolhido é o chamado problema de referência de forças simples suporte de espessura uniforme com uma relação de carregamento no ponto central numa zona do objeto.&lt;br /&gt;
As estruturas numericamente otimizadas são mostradas nas IMAGENS, com umas dimensões de 29,982 mm por 19,231 mm e com uma espessura de 42,714 mm. A fracção de volume permitida é de 25% para ambos os desenhos. O modelo descrito utiliza elementos quadrados bilineares com um comprimento lateral de 0,1mm. A espessura da pele, t&lt;sub&gt;ref&lt;/sub&gt;, é escolhida como 1 mm, enquanto que a suavização do campo de projeto é realizada com um raio de filtro de R = 1 mm. Uma condição de simetria é utilizada durante a otimização, no entanto para a análise dos deslocamentos, o modelo completo é utilizado para capturar modos assimétricos. Escolhe-se assim uma rigidez relativa para o material poroso de 20% de sólido, isto é, λ&lt;sub&gt;E&lt;/sub&gt;=0,2, implicando λ&lt;sub&gt;m&lt;/sub&gt;=0,43. Os restantes parâmetros de entrada para filtros e penalização seguem os valores utilizados em referências bibliográficas.&lt;br /&gt;
2.4. Produção das peças&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKjTAmCSSQK_8PzyK8fQu9AuOIGozwvcVFadk5wZ2MGLBm6ssD9uj1SXJZHMniq_I_ky16vNit81cOsPOKpob-PHP2aDO3ZyMASr_s5FZV4G_p04E8oX-3FY-GkSaKghOf1w1w/w1244-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM02a"&gt;&lt;img alt="IMAGEM02a" border="0" height="350" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKjTAmCSSQK_8PzyK8fQu9AuOIGozwvcVFadk5wZ2MGLBm6ssD9uj1SXJZHMniq_I_ky16vNit81cOsPOKpob-PHP2aDO3ZyMASr_s5FZV4G_p04E8oX-3FY-GkSaKghOf1w1w/w1244-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM02a" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM02a&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8nlGbxNnyn1HQJiwjHhjJq0_F31qIKviaDn5Q_hhPKc8NtwM21p-2_XxrQPM9Fhyphenhyphen2Emp4J-Y2m8u4QYCjiLw-e9VQMqPTpR-kQK33WdtRHYCs-iIiMvlXFapPC54h4njayOs2/w1244-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM02b"&gt;&lt;img alt="IMAGEM02b" border="0" height="350" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8nlGbxNnyn1HQJiwjHhjJq0_F31qIKviaDn5Q_hhPKc8NtwM21p-2_XxrQPM9Fhyphenhyphen2Emp4J-Y2m8u4QYCjiLw-e9VQMqPTpR-kQK33WdtRHYCs-iIiMvlXFapPC54h4njayOs2/w1244-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM02b" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM02b&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPDSwkGe30K2z6iGyGDg_LCPIPD9Bc17fkpHfitejaygtkaYXBs-G9ykc9hsg8kTisEe3EpLO9rF_NUuxfmwq6Yn57Xpja-4Oj4miuRnD0cQXorFAz8rdA3TMr-b5kn7udWPv6/w504-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM02c"&gt;&lt;img alt="IMAGEM02c" border="0" height="546" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPDSwkGe30K2z6iGyGDg_LCPIPD9Bc17fkpHfitejaygtkaYXBs-G9ykc9hsg8kTisEe3EpLO9rF_NUuxfmwq6Yn57Xpja-4Oj4miuRnD0cQXorFAz8rdA3TMr-b5kn7udWPv6/w504-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM02c" width="404" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM02c&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOM2uHUsvDZ5ULnhzZcW0QDB4Z6w5slbhyphenhyphenUqCpdwQoIqFWu9MQe5ngBh9qDsT-oL9ye_f4LVGsHYniu0GDNHgOg58pc1dvQKtE1FG4SIQCDWt92H2bta3HFsV_krjF5N7ufUY6/w404-h538-no/" target="_blank" title="IMAGEM02d"&gt;&lt;img alt="IMAGEM02d" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOM2uHUsvDZ5ULnhzZcW0QDB4Z6w5slbhyphenhyphenUqCpdwQoIqFWu9MQe5ngBh9qDsT-oL9ye_f4LVGsHYniu0GDNHgOg58pc1dvQKtE1FG4SIQCDWt92H2bta3HFsV_krjF5N7ufUY6/w404-h538-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM02d" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM02d&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As amostras dos testes ilustradas nas IMAGEM02c e IMAGEM02d, foram fabricados aditivamente por meio da técnica de fabricação de filamentos fundidos (FFF), utilizando uma Ultimaker com cama aquecida, com uma extremidade quente da extrusora, sendo o material de impressão ABS Acrylonitrile Butadiene Styrene, um com um alongamento à ruptura de 3-75% isto é com flexibilidade suficiente para observar os modos de deslocamentos sem quebrar a amostra de teste. Uma vez que ABS é um material viscoelástico, a folha de dados fornecida pelo fornecedor não especifica nenhum módulo de Young varia de 1,1-2,9GPa. O filamento foi extrudido com uma altura de camada de 0,1 mm e uma largura de extrusão de aproximadamente 0,5 mm. O tamanho da célula unitária no enchimento é determinado a partir desta largura de extrusão que é igual à espessura da parede celular e da densidade macroscópica. Sendo uma técnica filamentar, o processo FFF produz peças com alguma anisotropia, conforme observado para a técnica de deposição por fusão FDM. No entanto por simplicidade, o material será aqui assumido como elástico linear isotrópico. Esta hipótese é discutida na seção 4. Os parâmetros efetivos do material serão determinados experimentais e a amostra porosa fabricada mostrou-se ligeiramente mais pesada do que a especificada com a restrição de volume, uma vez que o recorte impresso real era mais denso do que o valor especificado de 43%. A espessura da pele foi validada por meio de uma pinça digital. O volume adicional pareceu ser devido a uma imprecisão entre as configurações do software do cortador e a largura do filamento extrudido no enchimento. Portanto esta diferença de volume foi contabilizada no modelo numérico atribuindo toda a massa adicional ao preenchimento. Durante a otimização, utilizou-se uma rigidez de enchimento de 20%. A densidade real corrigida foi de 52% de sólido, implicando uma rigidez de 27%. Este valor de rigidez foi utilizado no modelo de elementos finitos para a comparação com resultados experimentais. Este ligeiro aumento não tem grande influência na comparação de desempenho.&lt;br /&gt;
2.5. Configuração experimental&lt;br /&gt;
Continuação – …&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKjTAmCSSQK_8PzyK8fQu9AuOIGozwvcVFadk5wZ2MGLBm6ssD9uj1SXJZHMniq_I_ky16vNit81cOsPOKpob-PHP2aDO3ZyMASr_s5FZV4G_p04E8oX-3FY-GkSaKghOf1w1w/s72-w1244-h672-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Otimização da topologia para a impressão 3D e melhorar a resistência estrutural (part1)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/04/otimizacao-da-topologia-para-impressao.html</link><pubDate>Sat, 22 Apr 2017 20:46:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-4670881578215095913</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A fabricação aditiva permite a produção de componentes funcionalmente otimizados com alta complexidade geométrica, a oportunidade de utilizar geometrias irregulares para o enchimento como seja duma geometria porosa como parte integrante do processo de produção é um exemplo dum recurso de fabricação aditiva exclusiva. Métodos do desenho técnico automatizados são ainda incapazes de explorar plenamente essa liberdade do desenho de produto. Neste post tentarei mostrar como abordar a otimização de topologia fornecendo um meio de desenhar e projetar componentes baseados num preenchimento que possuam ter uma carga de resistência mecânica fortemente melhorada e como resultado uma estabilidade estrutural melhorada.&lt;br /&gt;
Trabalhos recentes demonstraram que o material no interior do produto dum modelo 3D pode ser desenhado para fazer com que a produção duma reprodução fabricada satisfaça demandas específicas da aplicação nas suas propriedades físicas assim como a resistência a cargas externas. Uma prática amplamente utilizada para fabricar tais modelos é a fabricação de aditivos à base de camadas da fabricação aditiva que, no entanto, sofre dum problema de adição e remoção das estruturas de suporte interiores. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A apresentação dum novo método para gerar estruturas de enchimento específicas de aplicação em células especificas de modo que as estruturas resultantes podem satisfazer automaticamente as exigências de fabrico sobre o ângulo de saliência e a espessura da parede. Estruturas de suporte adicionais podem ser evitadas inteiramente nalgumas estruturas, para conseguir isso pode-se introduzir a utilização de uma célula elástica e adaptativa, que é construída a partir de um modelo de superfície de entrada. Partindo do conjunto escasso inicial de células especiais por meio de técnicas de otimização numéricas, uma função objetiva pode ser melhorada subdividindo adaptativamente essa célula especial e assim adicionando mais paredes em células. A demonstração da eficácia deste nosso método para gerar desenhos do interior de um produto para melhorar as aplicações de rigidez mecânica e a sua estabilidade estática.&lt;br /&gt;
1-Introdução&lt;br /&gt;
A fabricação de aditiva permite a fabricação de componentes com complexidade geométrica, muito além do que pode ser alcançado com as tecnologias de fabricação convencionais. A otimização da topologia que é particularmente conhecida por criar componentes mecânicos leves nas indústrias aeroespacial e automóvel, fornecendo um meio para inteligentemente explorar essa liberdade do desenho técnico mecânico, tornando estas duas tecnologias um ajuste ideal, mas até agora as abordagens de optimização de topologia só foram adaptadas em menor grau às novas oportunidades e às restrições de fabrico relevantes para a fabricação aditiva.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZg6Z1eu41ZBOIhX8B0ZlsQz-m9p1pofHaIhJYGYIPqePu2KJJCdHiyWdA_QvAc2XdSJ4ePPldH4BwaU0vmPCqmH3xuinJXs3cEzrmdpTwrEVdhUJF1WT0suD0yVakyc8yVdXb/w439-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM01"&gt;&lt;img alt="IMAGEM01" border="0" height="292" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZg6Z1eu41ZBOIhX8B0ZlsQz-m9p1pofHaIhJYGYIPqePu2KJJCdHiyWdA_QvAc2XdSJ4ePPldH4BwaU0vmPCqmH3xuinJXs3cEzrmdpTwrEVdhUJF1WT0suD0yVakyc8yVdXb/w439-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM01" width="183" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM01&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3KxRW8vPcpCdubFD08Ayz6FRjcBihuIzI7-zUWTpvSu_NDUHfR83Funx9cULLYpe_J5IwSELMDVvkOrsedMduqLdIq7tVtilPYmA9mAR2NHeQpK0lAxpFPMQtfjmDPhbF6Vdn/w462-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM01a"&gt;&lt;img alt="IMAGEM01a" border="0" height="284" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3KxRW8vPcpCdubFD08Ayz6FRjcBihuIzI7-zUWTpvSu_NDUHfR83Funx9cULLYpe_J5IwSELMDVvkOrsedMduqLdIq7tVtilPYmA9mAR2NHeQpK0lAxpFPMQtfjmDPhbF6Vdn/w462-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM01a" width="181" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM01a&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6MfpSUb3Zjc3lLcUqDaAfCojpdL7CCiMug9zKroQQZWy-VEZrznp6ezgYJIWTMdnNEmQhnQnzktk0yyPjRuCCSSD10qE-wqwEoybAvf5kGWtGVeyGWwiyNOtI35_tATIBe7dI/w560-h324-no/" target="_blank" title="IMAGEM01b"&gt;&lt;img alt="IMAGEM01b" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6MfpSUb3Zjc3lLcUqDaAfCojpdL7CCiMug9zKroQQZWy-VEZrznp6ezgYJIWTMdnNEmQhnQnzktk0yyPjRuCCSSD10qE-wqwEoybAvf5kGWtGVeyGWwiyNOtI35_tATIBe7dI/w560-h324-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM01b" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
IMAGEM01b&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O preenchimento é um exemplo de uma característica única dos métodos de fabricação aditiva por extrusão, que permite a criação de estruturas que são compostas por uma casca exterior sólida e um interior intersticial como se observa na IMAGEM01, também pode ser chamada duma abordagem de revestimento para otimização de topologia.&lt;br /&gt;
Enquanto a otimização da topologia padrão se aproxima para a produção de estruturas sólidas como se observa na IMAGEM01a, a abordagem de revestimento resulta em estruturas com uma casca sólida e um interior poroso, exatamente como se utilizaria no enchimento como se observa na IMAGEM1b. A abordagem do revestimento não oferece uma melhoria da rigidez, mas, no entanto, como mostrado neste estudo resulta numa peça fortemente melhorada o que é um elemento importante de estabilidade estrutural. Assim se tentará demonstrar o grande potencial duma adaptação da otimização da topologia para fabricação aditiva.&lt;br /&gt;
Os componentes optimizados por topologia obtidos através duma abordagem de conformidade mínima padrão não deve de ter importância, pelo contrário a abordagem resulta em configurações denominadas de tensão e ou compressão e evita membros de flexão.&lt;br /&gt;
Como a carga de encurvadura está estreitamente relacionada com a rigidez à flexão sendo proporcional para o caso simples da encurvadura de Euler estas estruturas podem muito bem acabar por ser falha limitada pela carga de encurvadura em vez da resistência à fratura do material, e o problema torna-se cada vez mais pronunciada para frações de menor volume.&lt;br /&gt;
Diferentes trabalhos têm tratado a possibilidade de incluir uma restrição na encurvadura para resolver os problemas em conformidade na otimização da topologia. As abordagens sugeridas até agora, no entanto não produziram resultados convincentes ou são desafiadas pelo agrupamento dum elevado número de modos próprios no auto valor mais baixo da carga de encurvamento. Esse agrupamento implica a necessidade de computar um grande número de auto valores, levando a uma carga computacional perigosamente pesada. Em vez disso a análise de encurvamento obrigatório é normalmente realizada como uma etapa pós-otimização ao invés de como uma restrição de otimização integrada. Se se verificar que a estabilidade elástica do componente é insuficiente pode ser aplicado um pós-processamento para melhorar a carga mínima de encurvadura; contudo este processo pode conduzir a componentes sub óptimos.&lt;br /&gt;
A natureza proporciona uma série de exemplos de estruturas que têm uma carga de curvatura intrinsecamente elevada em comparação com o peso e a maioria dos exemplos óbvios são os ossos e as esturras das plantas que são compostas por uma casca externa rígida e sólida com um interior mais macio e poroso, o mesmo conceito é explorado em estruturas em sanduíche que são caracterizadas de forma semelhante por uma elevada rigidez à flexão em peso e assim, uma elevada carga de encurvadura. A elevada carga de encurvadura das estruturas obtidas com a técnica de revestimento com os mesmos princípios, conforme demonstrado neste trabalho a abordagem de revestimento oferece uma forma eficaz e computacionalmente barata de tornar a vantagem do enchimento da fabricação aditiva e assim assegurar uma carga de encurvadura elevada.&lt;br /&gt;
2 – Processos&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/04/otimizacao-da-topologia-para-impressao_30.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/04/otimizacao-da-topologia-para-impressao_30.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZg6Z1eu41ZBOIhX8B0ZlsQz-m9p1pofHaIhJYGYIPqePu2KJJCdHiyWdA_QvAc2XdSJ4ePPldH4BwaU0vmPCqmH3xuinJXs3cEzrmdpTwrEVdhUJF1WT0suD0yVakyc8yVdXb/s72-w439-h672-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Processos colaborativos do desenho técnico nas empresas (Part8/8)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/04/processos-colaborativos-do-desenho.html</link><pubDate>Tue, 11 Apr 2017 13:23:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-4705716545431927385</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação –&amp;nbsp;&lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho_23.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho_23.html&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
3.2 Seleção da abordagem ao desenho&lt;br /&gt;
Teoricamente as aproximações de dentro para fora e de fora para dentro ocorrem e são causadas pela combinação de diferentes tendências de trabalho dos desenhadores de engenharia e desenhadores industriais. Os quatro tipos de processos de desenhos colaborativos podem ser vistos como versões estendidas das duas abordagens. Esta seção discute a relação entre os quatro tipos e as duas abordagens e as condições para aplicar cada tipo com êxito e aplicá-las nas configurações de consultoria e parceria do cliente.&lt;br /&gt;
Para os produtos de consumo cujos contextos de utilização são enfatizados e os desenhadores industriais devem primeiramente definir o exterior em relação à usabilidade e aparência e em seguida os desenhadores de engenharia decidem as peças funcionais internas ligadas ao exterior para suportar a usabilidade e a aparência. Esta é uma abordagem de fora para dentro onde tipo 1 é adequado e tipo 2 que é quase apropriado em tais contextos. Se definimos primeiro o processo preliminar e depois se utilizar para desenvolver conjuntamente a forma exterior e o layout então o caso é tipo 3. Considerando-se as duas abordagens tipo 4 é considerado como um processo misto, pois tanto o exterior como o interior são definidos simultaneamente. Se definir-se o processo de dentro para fora como decidir o exterior depois de concluir o layout interior definitivo, não há tal processo entre as empresas estudadas, sendo menos adequado para utilização com produtos de consumo e é bastante adequado para bens duráveis industriais, como por exemplo se desenhar um motor industrial, a capacidade determina o número de enrolamento de fios elétricos e a dimensão dos núcleos magnéticos. Devemos calcular os layouts e tamanhos de rotores interiores e estatores cientificamente para alcançar um desempenho ideal. Assim as partes interiores devem ser totalmente decididas em primeiro lugar e em seguida a forma exterior é definida como sobreposição. Se desenvolver-se as partes internas de um motor com base num formulário exterior pré-definido ele não funcionará corretamente.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Ao usar o tipo 1 os desenhadores industriais podem vir acima com ideias inovadora do desenho livremente, no entanto a abordagem levará a dois problemas. Primeiro, será difícil ganhar desempenho tecnológico em termos de engenharia, para obter um desempenho ótimo e as peças funcionais internas podem entrar em choque com a forma exterior. Em segundo lugar para resolver o primeiro problema a equipa de desenho é suscetível de comprometer o conceito do desenho original através da negociação entre as funções e aparência. Para gerir esta abordagem com sucesso o forte apoio do pessoal da gestão para manter a inovação do desenho será necessário quando um compromisso deve ocorrer. O tipo 2 poderia ser uma solução alternativa para os problemas como observamos na empresa B e a sua estratégia era que os desenhadores industriais decidiam a forma exterior enquanto moviam ou coloquem as partes interiores relacionadas. Isso evita a interferência crítica entre as partes exterior e interior. No entanto pode ser é discutível se os desenhadores industriais devam executar o desenho do layout interior, além do desenvolvimento do formulário exterior à custa da liberdade de imaginação. É provável que comprometam a inovação dentro do seu conhecimento. Para aplicar tipo 2 com sucesso os desenhadores devem ter grandes conhecimento das normas do desenho industrial e desenho de engenharia.&lt;br /&gt;
Para atingir a viabilidade de um conceito de design superior na fase inicial, o tipo 4 é digno de nota como conceitos de designers industriais e engenheiros de engenharia de apoio técnico para permitir o desenvolvimento de novos produtos. Dado este processo é eficiente e suscetível de desenvolver produtos inovadores as empresas precisam de condições adequadas para empregar. Pode ser um modelo, que se sabe que os desenhadores e engenheiros compartilham um espaço de trabalho como membros de um departamento para a implementação do desenho integrado. Para facilitar esse processo as empresas precisam ter uma equipa integrada onde dois grupos compartilhem um espaço de trabalho e absorvam a cultura de cada disciplina como esperado. Mais importante é a cultura organizacional que estimula pelos desenhadores a serem desafiadores e abertos ao trabalho conjunto. Se os desenhadores estiverem preocupados com a penalidade da empresa por uma falha, eles serão mais conservadores. Sem essa mudança situacional o tipo 4 mesmo como um processo bem documentado numa empresa, não funcionará efetivamente.&lt;br /&gt;
Na indústria muitas empresas de engenharia colaboram com desenhadores industriais externos. Embora não houve uma investigação este tipo de colaboração, discussão sobre possíveis cenários de processo em referência o resultado será benéfico. Quando os fabricantes trabalham com empresas de consultoria de desenho, podem receber apoio complementar para concluir o desenho a tempo ou gerar novas ideias. Em parcerias de consultoria e clientes existem dois modos de acoplamento de processo: o acoplamento passivo onde os consultores desenvolvem soluções independentemente enquanto contactam o cliente para obter informações adicionais ou rever seus resultados e acoplamento ativo onde uma equipa colaborativa de consultores e lenhadores do cliente trabalham de perto para gerar uma solução. No acoplamento passivo como os desenhadores externos trabalham de forma independente o seu processo de desenho será semelhante ao tipo 1 ou 2, tipo 1 será útil quando os clientes querem adquirir ideias criativas, tanto quanto possível, utilizando as especialidades específicas que faltam. Este caso será útil quando as empresas clientes são altamente orientadas para a tecnologia e têm capacidade suficiente para implementar bons conceitos com fortes suportes de engenharia. Tipo 2 será apropriado quando os clientes têm menos capacidade do que no caso acima mencionado e são obrigados a utilizar desenhadores industriais externos para liderar o desenvolvimento de seus produtos na fase inicial. O modo de acoplamento ativo terá processos semelhantes aos do tipo 3 e 4. O tipo 3 será apropriado quando os clientes já tiverem boa direção do desenho e tecnologia relacionada e desejarem melhorar a aparência estética do produto. Tipo 4 será razoavelmente impossível a menos que a equipa integrada de empresas clientes e consultoras trabalhe no mesmo espaço durante o tempo do projeto. Deve haver outros fatores a serem considerados nos processos do desenho colaborativo na consultoria e na parceria do cliente. Em muitos casos as informações fornecidas pelos clientes para consultores são restritas em certa medida. Portanto, os mesmos tipos de processos colaborativos que acontecem em um consultor e parceria do cliente e dentro de uma empresa não será o mesmo em termos de conteúdo. No entanto, nossos resultados de pesquisa e discussão poderia fornecer pistas para a seleção de uma melhor abordagem do desenho no domínio da eletrónica de consumo.&lt;br /&gt;
3.3 Implicação nos tipos de processos de desenho&lt;br /&gt;
Os desenhadores industriais e desenhadores de engenharia são diferentes nas suas abordagens do desenho e perspetivas sobre o desenvolvimento de produtos. Os desenhadores industriais geram conceitos de solução centrada nos utilizadores e os desenhadores de engenharia resolvem problemas de desenho com base nas perspetivas técnicas. O processo exposto às especialidades destes dois grupos pode ser a base para o desenvolvimento de produtos competitivos e inovadores. Além disso o processo de acoplamento do desenho de engenharia é sistemático e pensamento do desenho centrado no utilizador é benéfico para gerar soluções centradas no utilizador em relações ao consultor e cliente. O processo de acoplamento é a melhor opção para uma empresa tomar e alcançar a competitividade no mercado, como por exemplo as empresas de eletrônica de consumo utilizam os quatro tipos de processos de desenho colaborativo para atingir seus objetivos de mercado. O papel dos desenhadores industriais na fase inicial dos quatro tipos é notável e a forma de adotar as especialidades dos desenhadores industriais é um fator influente na adoção dum tipo apropriado de processo de desenho colaborativo. A possibilidade de obter conceitos de desenho inovadores pode ser aumentada dando liberdade aos desenhadores industriais como no tipo 1. Então como essa liberdade pode levar os desenhadores industriais a criar conceitos de desenho inovadores. De fato os desenhadores de arquitetura e industriais começam com a imagem da solução em primeiro lugar e finalizam seguindo ensaios repetitivos. Isso é consistente com um modelo em que os desenhadores se envolvem primeiro em conjeturas baseadas em pressupostos e depois realizam análises. Isso implica que os desenhadores industriais confiam na previsão do futuro para criar conceitos inovadores ao invés de uma investigação de desenho sobre mercado e clientes. Pode ser acrescentado que a abordagem do desenho industrial é orientada pelo valor, portanto os desenhadores industriais no tipo 1 são lhes dadas liberdade de constrangimentos para gerar ideias criativas através da visualização de um futuro desejado.&lt;br /&gt;
Pode-se argumentar que o desenvolvimento de produtos inovadores ocorra com a tecnologia ou a mudança de significado em vez duma investigação sobre o desenho com abordagem centrada no ser humano, pode ser também acrescentado que os métodos dos desenhos centrados no homem são mais adequados para a melhoria incremental dos produtos existentes. No atual ambiente do desenvolvimento de produtos no domínio da eletrônica de consumo, especialistas no planeamento de produtos desempenham um papel fundamental na investigação do mercado e nos clientes. Assim a entrada da equipa de planeamento de produtos para desenhadores industriais será restrita à sua criatividade. Isso explica por que as empresas que utilizam o tipo 1 de forma inversa; desenvolvendo conceitos primeiro e depois definindo o mercado em vez de ser o contrário. Tipicamente no conceito do desenho de produto, os desenhadores consideram o conceito de função altamente relacionado à tecnologia e conceitos de estilo que dão novo significado aos utilizadores. Assim o conceito do desenho produzido por desenhadores industriais deve ser inovador por causa da função e/ou conceitos de estilo. Quando se relaciona com a tecnologia os desenhadores de engenharia devem desenvolver novas tecnologias ou investigar tecnologias apropriadas para implementar o conceito. Este tipo de processo pode levar ao desenvolvimento de novas tecnologias se não for rejeitado na fase do planeamento de desenvolvimento do produto.&lt;br /&gt;
No tipo 2 a empresa impõe vários papéis e responsabilidades nos desenhadores industriais. Como desenhadores de engenharia não devem de ser interrompidos que estes podem ter um certo nível de liberdade. A abordagem dos desenhadores industriais é orientada para a solução, estes geralmente não seguem um processo sistemático, preferem inventar novas ideias e repeti-las. No entanto o tipo 2 provavelmente interrompe a abordagem dos desenhadores industriais, impondo um outro papel no qual eles lidam com o desenho de layout interno com o desenho exterior. Os desenhadores industriais que adotam aproximações orientadas e sistemáticas do problema limitá-las-ão definitivamente da imaginação no desenvolvimento do conceito. Isso os tornará mais realistas ao considerar a viabilidade de seus conceitos do projeto. Dessa forma o resultado do projeto do tipo 2 será menos inovador do que o tipo 1. Caso contrário o tipo 2 será melhor para redesenhar do que o novo desenho. Se os designers industriais não consideram as partes internas do tipo 2 para redesenhar podendo enfrentar dificuldades e o conceito do desenho podendo ser rejeitado.&lt;br /&gt;
Se considerarmos a aplicação de tipo 2 e tipo 3 para o redesenhar quando o tipo 2 é melhor do que o tipo 3. As características do tipo 3 estão de acordo com a maioria dos processos do desenho mostrados no desenho de engenharia. O desenho industrial tem sido considerado como uma reflexão tardia no campo de concepção de engenharia. De acordo com seus pontos de vista a função do desenho industrial está relacionada aos aspetos da aparência do produto como estilo, forma e cor, depois que as características técnicas dum produto são determinadas. Tipo 3 é o processo onde os desenhadores de engenharia têm soluções tecnológicas para o conceito do desenho, estes requisitam aos desenhadores industriais o desenvolvimento da aparência exterior. Assim o tipo 3 utiliza apenas parte da perícia dos desenhadores industriais na criação de aparência estética. Nesta perspetiva o tipo 2 pode oferecer mais maneiras para os desenhadores industriais mostrarem sua experiencia do que o tipo 3. Considerando o fato de que o tipo 3 é o processo mais utilizado podendo ser mais eficiente em termos da gestão de processos. Provavelmente a incerteza na fase inicial no tipo 3 é a menor entre os quatro tipos. A maioria das soluções técnicas para o conceito do desenho são definidas pelos desenhadores de engenharia na fase inicial e designers industriais são limitados apenas para criar aparência estética.&lt;br /&gt;
O único processo que não conseguimos definir poderia ser o seria o tipo 5: liderança do processo orientado pela tecnologia, isso pode ser contrastado com o tipo 1, pelo que no tipo 5, os desenhadores de engenharia desenvolveriam uma nova tecnologia no início sem considerar o plano de desenvolvimento do produto e testariam seu desempenho com protótipos de teste. Em seguida os desenhadores industriais geram novos conceitos de concepção de produtos para a tecnologia. Então os conceitos do desenho visualizados e os protótipos poderiam ser utilizados para decidir o desenvolvimento do produto. Aplicando o tipo 5, uma empresa poderia criar uma nova categoria de produtos que aumentasse a possibilidade de abrir um novo mercado. Uma das razões pelas quais não conseguimos encontrar este tipo seria a raridade do desenvolvimento de tecnologia inovadora e uma rara oportunidade de novas tecnologias atenderem a um novo conceito. Além disso é improvável que uma empresa aguarde desenhadores de engenharia e desenhadores industriais com grande incerteza até que o desenvolvimento do produto seja decidido. Para tornar este processo melhor era necessário desenhador de engenharia para desenvolver novas tecnologias e desenhadores industriais para criar novos conceitos utilizando a tecnologia com cooperação mútua. A partir deste argumento o tipo 4 pode ser útil na aplicação oficial para o desenho de produto inovador. Também pode permitir que a tecnologia desenvolvida pelos desenhadores de engenharia seja integrada com novos conceitos gerados pelos desenhadores industriais.&lt;br /&gt;
4. Conclusão&lt;br /&gt;
Objetivou-se determinar a existência de tipos de processos do desenho colaborativo e as condições de adoção dum tipo particular numa empresa, pode-se estabelecer processos de desenho colaborativo a partir de dados de entrevista em profundidade dos desenhadores industriais e desenhadores de engenharia. Como resultado encontrou-se quatro tipos de processos de desenho colaborativo, estes &lt;br /&gt;
foram classificados de acordo com a diferença das fases iniciais do processo do desenho. Os quatro tipos de processos são utilizados para diferentes propósitos em diferentes contextos. Às vezes eles são aplicados estrategicamente para desenvolver novo desenho ou redesenho e outras vezes eles são aplicados organicamente devido a forças internas e externas, também se observou que o papel dos desenhadores engenheiros é influente e estendido.&lt;br /&gt;
O caráter abstrato dos modelos de processo do desenho e as abordagens mono disciplinares na investigação não estão bem-adaptadas à prática atual e são identificados como as causas dessa situação problemática e nesse sentido tem havido um pedido para combinar diferentes modelos de processo do desenho. Os quatro tipos de processos são processos combinados duma abordagem orientada à soluções conduzida por desenhadores de engenharia e uma abordagem orientada a problemas pelos desenhadores industrias. Sendo mostrado que o processo do desenho real não é representado com um único modelo mesmo num único domínio do consumo. Para melhorar a aplicabilidade dos processos do desenho e para receber o suporte adequado de metodologias do desenho na prática do desenho, são necessários modelos de processo mais concretos que considerem o contexto específico de uma empresa e desenho. Focamos especificamente no domínio do consumo, onde desenhadores industriais e desenhadores de engenharia colaboram de forma importante no desenvolvimento de produtos. Encontraram-se quatro tipos de processos de desenhos e foram identificados seus propósitos e contextos. Desta forma as descobertas com os detalhes contextuais fornecerão informações úteis para as empresas que planeiam uma gestão de processos do desenho eficiente para o desenvolvimento de novos produtos especialmente no domínio do consumo.&lt;br /&gt;
À luz da metodologia da investigação mostrou-se como processos do desenho colaborativo podem ser estabelecidos a partir de dados das conversas em profundidade com os desenhadores. Pode-se identificar os elementos do processo e construir processos parciais com eles e construir processos detalhados do desenho colaborativo com o nosso método de mosaico. Também é introduzido o pedaço do processo e a definição dum pedaço ou dois pedaços interagindo como uma fase. Argumenta-se que esta abordagem é benéfica para determinar o processo do desenho real no melhor nível e encontra-se que este método é aplicável à descoberta de outros processos do desenho. A forma dos modelos de processo é comparável a outros modelos baseados em fases. Descobriu-se dos modelos que a iteração reversa ou o feedback raramente ocorrem entre as fases, isso é diferente da descrição dos modelos de processo do desenho da fase de base. Numa situação ideal encontrou-se que a iteração bidirecional é possível, mas praticamente por causa da forte concorrência no mercado assim concluindo que isso raramente acontece.&lt;br /&gt;
Estudos adicionais com este método são necessários especialmente para outros casos do desenho em outros domínios de produto. As empresas neste estudo foram todos os fabricantes de produtos. Portanto o resultado é limitado a esta categoria de produto, sendo necessário testar como os quatro processos de desenho colaborativo que são aplicados em outras empresas. Por outro lado, vale a pena estudar casos de desenvolvimento de produtos inovadores e os seus processos aplicados.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>F1 de nanocarros</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/03/f1-de-nanocarros.html</link><pubDate>Fri, 31 Mar 2017 22:54:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-4883931447202727704</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJj80hPatMaGffQINznLLDkiM53WKAZHPeUOc1h6rKCGEJw-2Bt7j7nsDx8yJlLhR5GQis1YJCCGhkWvRl9Wt_Gmuj-03o-PRBXQNhdpi8UvrNAjrsjvy4YG0OtcokUzsdKQWE/w275-h233-no/" target="_blank" title="pista"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJj80hPatMaGffQINznLLDkiM53WKAZHPeUOc1h6rKCGEJw-2Bt7j7nsDx8yJlLhR5GQis1YJCCGhkWvRl9Wt_Gmuj-03o-PRBXQNhdpi8UvrNAjrsjvy4YG0OtcokUzsdKQWE/w275-h233-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Vai começar o campeonato mundial de “Fórmula Nano”, os concorrentes usam nanocarros, ou seja, carros moleculares, veículos cujas peças são moléculas e até átomos individuais sendo que todos os carros inscritos foram fabricados com poucas centenas de átomos.&lt;br /&gt;A primeira corrida acontecerá nos dias 28 e 29 de Abril em Toulouse, na França, nos laboratórios do Centro de Fabricação de Materiais e Estudos Estruturais (CEMES).&lt;br /&gt;Além da curiosidade da competição o objetivo é fomentar as investigações que visam a fabricação e o controlo e a observação das nanomáquinas como sejam carros ou não.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A corrida que será transmitida ao vivo pelo canal “Nanocar Race” no Youtube, terá 36 horas de duração máxima. Durante esse período, os competidores deverão percorrer um trajeto de 100 nanômetros em numa reta de largada tem 20 nm, seguida de uma curva de 45°, outra reta longa de 30 nm, mais uma curva a 45° e um trecho final de 20 nm. Mas na verdade o desafio começa bem antes em que com cada equipa deve de ser capaz de alinhar seu carro na pista, feita de ouro, observado num microscópio de tunelamento.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/11P2MBLA5qc?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Estão dez concorrentes inscritos, sendo seis selecionados por atender aos critérios de fabricação e propulsão, mas só quatro participarão da corrida, já que essa é a capacidade máxima do microscópio e na verdade, este é o único microscópio no mundo que permite quatro experimentos simultâneos na mesma superfície.&lt;br /&gt;Esta tecnologia atômica da qual a corrida de nanocarros é um evento de demonstração pioneiro sendo promissora numa série de campos. Como por exemplo, múltiplas nanomáquinas poderão ser utilizadas para armazenar energia, dessalinizar água do mar, construir circuitos eletrônicos átomo por átomo, desconstruir lixo eletrônico e lixo industrial átomo por átomo e uma infinidade de outras possibilidades.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVtsw4uYEarqaV1p2zDP3wnz5UPObe-3Ya-NYnApMPZRtzViKW2gEtPdP3IvNDFgr2SP6or76gVLQV2FFySlRrX80-POXgqMsS_OmoX9jlz6gS7SainkbIayD-dd9IhSAjHkeT/w200-h163-no/" /&gt;USA – Ohio Bobcat; nanowagon team; Ohio University&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDHbk4Yd9_tNRdTmHVk5dzl_zH-WlBE8hhEUD_OqV0SqHMCd4a8uf02ABmeApSWJcfwU1z0GVLuh0KmN13XN2iDsRj-vcCs1tEGXNkYDcuke0OdxBKcRQntHKKSjn5xNI0oElI/w200-h145-no/" /&gt;Áustria –&amp;nbsp; Nanocar Team,&amp;nbsp; Graz&amp;nbsp; Universitie&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNlxgZ9oe6p34xsiZRD38lMq_e_wqs97lXrjIIq3RCCxPvsJwRNuCy01YdDZ-Y_Rd33SWOIgvY9-dCEm499sm0p77OaK2qV7QLr9xRvIN69ikqjb6NciPP5E-rvlWmgUt731yD/w200-h129-no/" /&gt;Alemanha – Nano-windmill, Compagny Dresden Technical University (patrocínio-Wolkswagen)&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsOMp24ssShGlecwK5h6dosX77kvLJD1iwSPMOds1Yw_pXlkHoXTHiqlPKmbuynrUC4Gp__SaxtHyyPtXk0mMDhZD5yVLmw3FL1wTeH8QU-aaVm8-9Y8vIAeWem2mE1uoGO3S0/w200-h119-no/" /&gt;Japão – MANA-NIMS Nano-Vehicle (patrocínio-Toyota)&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4l4fc4ukbeOMoklgEtdD0hFviowhGzxwxee8CUB104xyXVVYOg1BNOWM2GxaSgJITY5BDV1oKoPbkfDy8Naoat5nI-SiWqQaKodv2rOzy3EOKx1cmOLmdN4BRgLDfln0VKbgB/w200-h138-no/" /&gt;França – NanoMobile clubCEMES-CNRS (patrocínio-PSA Group)&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6SVTt5Vc76D4sgPenidduaFCTdBsZpJBashreEPvyFFSM7kSRw-VoZo9dHL7WdfsxIqZjWFGa2dwyKVXwja620ymiOewCbEQHYAKyhQvRODfdOYfGlSlPUO_IWTri1rAFy7XL/w200-h129-no/" /&gt;Suíça&amp;nbsp; – Swiss-⁠nano Dragster; University of Basel (patrocínio-SNI-Swiss NanoScience Institute)&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJj80hPatMaGffQINznLLDkiM53WKAZHPeUOc1h6rKCGEJw-2Bt7j7nsDx8yJlLhR5GQis1YJCCGhkWvRl9Wt_Gmuj-03o-PRBXQNhdpi8UvrNAjrsjvy4YG0OtcokUzsdKQWE/s72-w275-h233-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Processos colaborativos do desenho técnico nas empresas (Part7)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho_23.html</link><pubDate>Thu, 23 Mar 2017 02:12:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-5150771077805413453</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
2.3 Tipo 3: liderança no interior do primeiro processo&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpC-NdtHAz1KOlnh_ph7CjmJVhvUBO1OAIebrgRKdnjFWhUBwkNh2S_7Y7yGjxvbI64-eSrhUfPis6J-XnYad0U4sVUN5CCizvixKyv2Ax8isZ7cp9x-ckTmTb4F3bXh9MIYGy/w487-h451-no/" target="_blank" title="imagem08"&gt;&lt;img alt="imagem08" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpC-NdtHAz1KOlnh_ph7CjmJVhvUBO1OAIebrgRKdnjFWhUBwkNh2S_7Y7yGjxvbI64-eSrhUfPis6J-XnYad0U4sVUN5CCizvixKyv2Ax8isZ7cp9x-ckTmTb4F3bXh9MIYGy/w487-h451-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem08" /&gt;&lt;/a&gt;IMAGEM08&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Tipo 3 é diferente do tipo 1 e tipo 2 em dois pontos: são utilizados apenas para redesenhar os produtos existentes e as atividades dos desenhadores de engenharia de procederem antes dos desenhadores industriais, requerendo assim um papel mais proeminente para desenhadores de engenharia ao reduzir o papel dos desenhadores industriais. Para explicar as características como segue:&lt;br /&gt;
Primeira fase planeamento de produto: conforme mostrado na IMAGEM08, a equipa de planeamento do produto inicia o projeto de desenvolvimento do produto com base no mapa anual de desenvolvimento do produto. Neste ponto eles têm um conceito funcional dos produtos no mapa organizacional. Especialistas em planeamento de produtos determinam o mercado-alvo, preço-alvo, tamanho do produto e custos de materiais com base nos produtos existentes no mercado. Frequentemente os desenhadores de engenharia os ajudam a desenvolver a especificação do produto, analisando partes técnicas dos produtos dos concorrentes e estimando o custo do material. O resultado desta fase é o documento de planeamento do produto, que inclui a especificação do produto.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Segunda fase o desenho conceptual de engenharia: os desenhadores de engenharia desenvolvem rapidamente um layout preliminar baseado na especificação do produto. Utilizam geralmente os dados de produtos previamente desenvolvidos, após sua conclusão, eles enviam o layout preliminar como dados CAD 3D aos desenhadores industriais. Este é o ponto de partida do processo do desenho industrial em que os desenhadores industriais utilizam-no como uma entrada para desenvolver a forma exterior, enquanto os desenhadores de engenharia procuram soluções para o desempenho do sistema e continuam a aperfeiçoar o layout. À medida que o layout interior e a forma exterior se desenvolvem simultaneamente, ambas as equipas interagem de perto e discutem quaisquer pontos de desacordo ou conflito, e trocam o feedback repetidamente pela modificação. Eventualmente o layout preliminar torna-se o layout definitivo enquanto o esboço do desenho se desenvolve na forma definitiva exterior. O resultado nessa fase é o layout definitivo que reflete a dimensão final do produto a desenhada.&lt;br /&gt;
Pós segunda fase desenho concetual industrial: este processo está longe de ser uma fase posterior independente, mas sim uma fase intermediária entre o segundo e o terceiro. Assim refervesse-se à fase apos a segunda que inicia com a receção do layout preliminar dos desenhadores de engenharia e prossegue simultaneamente com o desenho conceptual de engenharia. Os desenhadores industriais verificam o layout interior e sobreposição com uma forma exterior correspondente então realizam esboços de ideias, modelação CAD 3D, renderização, reuniões de avaliação do desenho e um evento de seleção de maquetes para decidir sobre o desenho do formulário exterior. Os desenhadores de engenharia continuam assessorando e avaliando a forma exterior. Como tal a forma exterior e o layout desenvolvem-se pouco a pouco através do conceito entrelaçado o desenho concetual de engenharia e industrial.&lt;br /&gt;
Terceira fase o desenho de pormenor, acompanhamento dos testes e produção: esta fase não é marcadamente diferente da do tipo 1 e tipo 2.&lt;br /&gt;
Todas as empresas com exceção da empresa B, utilizaram esse processo, isso indica que é mais amplamente utilizada. Os entrevistados observaram que esse processo é comparável às diretrizes oficiais das empresas para os processos do desenho em termos de papéis, tarefas e etapas. No entanto foi mencionado que o período real é menor do que o especificado nas diretrizes.&lt;br /&gt;
2.4 Tipo 4: liderança das sinergias dos processos&lt;br /&gt;
O tipo 4 teve lugar como uma proposta não oficial, mas nos esforços individuais dos desenhadores nas fases iniciais. Em muitos casos os engenheiros envolvidos no desenvolvimento de modelos de produção tendem a rejeitar novos conceitos do desenho propostos por desenhadores industriais, devido a problemas de viabilidade dentro do tempo limitado. Para implementar os conceitos os desenhadores industriais trabalham com desenhadores de engenharia que são mais liberais. Portanto este processo torna possível continuar com novos conceitos do desenho que foram rejeitados. Além disso os desenhadores industriais e desenhadores de engenharia fazem esforços sinérgicos. Partindo da abordagem separada convencional estes lidam com um conceito do desenho de forma integrada, considerando muitas variáveis de projetos que acorrem simultaneamente. Sendo as fases detalhadas deste processo são as seguintes:&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgW3zjEqn3ggMzfKTO0khmUVanbdfD6aI38Y27gVeMj7viociD2XlpmGgKHjEHVUCUlP42lba2JN1zy87ZnIw9JkFNPSk417VrW1z_Crcg9ixnA2OnDFQcEOl8JIa5yTeekP1K3/w475-h451-no/" target="_blank" title="imagem09"&gt;&lt;img alt="imagem09" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgW3zjEqn3ggMzfKTO0khmUVanbdfD6aI38Y27gVeMj7viociD2XlpmGgKHjEHVUCUlP42lba2JN1zy87ZnIw9JkFNPSk417VrW1z_Crcg9ixnA2OnDFQcEOl8JIa5yTeekP1K3/w475-h451-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem09" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM09&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A primeira fase a incubação de conceitos: como se observa na IMAGEM09 os desenhadores industriais concebem um novo desenho de forma independente, estes principalmente construem-no a partir das ideias do desenho que foram excluídos do processo de projetos de processo apesar de sua inovação.&lt;br /&gt;
A segunda fase a concepção: esta fase inicia quando os desenhadores industriais procuram desenhadores de engenharia que possam trabalhar com eles, quando um desenhador de engenharia concorda em juntar-se ao desenhador industrial para implementar o conceito do desenho eles trabalham em estreita colaboração ao longo desta fase. O desenhador de engenharia fornece tecnologia de ponta para o desenhador industrial para aperfeiçoar desenho conceptual. O primeiro nível do layout interno é desenvolvido com base na forma externa que está sendo desenvolvida, e os resultados desta fase são os dados 3D CAD sobre a forma exterior e layout interior.&lt;br /&gt;
Terceira fase o planeamento do produto: a equipe de planeamento do produto decide a comercialização do projeto por meio de uma reunião de avaliação do desenho. Em seguida a equipa de planeamento do produto define o mercado-alvo para o projeto e a partir dessa fase, os engenheiros responsáveis pelo desenvolvimento dos modelos de produção se tornam envolvidos.&lt;br /&gt;
Quarta fase desenho de detalhe acompanhamento da produção e teste: O processo desta fase não é muito diferente do dos tipos 1, 2 e 3.&lt;br /&gt;
O ambiente de desenvolvimento de produto existente e faz com que os desenhadores de engenharia sejam conservadores, na maioria dos projetos de desenvolvimento no domínio da eletrônica de consumo que são urgentes. As empresas costumam definir um dia de lançamento do produto nos seus planos. Assim os desenhadores executam todas as tarefas e eventos seguindo a linha do tempo para o dia. Com base nos dados das conversas com os engenheiros envolvidos neste tipo de projetos tendem a rejeitar novos conceitos de desenhos propostos pelos desenhadores industriais, porque sentem que não poderiam garantir seu trabalho com os conceitos passam os testes de desempenho e confiabilidade pelo tempo escolhido. A falha dos testes influenciará diretamente o roteiro de desenvolvimento de produtos da empresa assim como o desempenho anual do desenhador de engenharia quando avaliado assim pendendo selecionar e avaliar os conceitos dos desenhos. Por conseguinte este processo é dificilmente disponível para os desenhadores que estão diretamente envolvidos em projetos em curso sobre um cronograma de lançamento do produto no mercado. Por outro lado, os desenhadores de engenharia que estão relativamente livres do cronograma para o mercado, por exemplo, aqueles envolvidos no desenvolvimento da tecnologia avançada para futuros produtos serão mais abertos a novos conceitos do desenho. Além disso mais importante ainda, parece que os desenhadores que são mais abertos para trabalhos colaborativos com outros especialistas tendem a executar este processo.&lt;br /&gt;
No caso da empresa D, o tipo 4 teve um grande sucesso no mercado com um novo produto ao empregar esse processo, no entanto outros casos que aplicam ativamente este processo aos seguintes projetos não foram relatados em nossa entrevista. No entanto, é interessante que a empresa D colocou vários desenhadores de engenharia &lt;br /&gt;
da equipa de desenvolvimento de tecnologia avançada num gabinete vizinho da equipa de desenho industrial e isso permitiu o caso do processo sinérgico. A gerência propositadamente mudou-os para impedir que os desenhadores industriais produzissem conceitos de desenho irrealistas, permitindo que eles fornecessem os suportes técnicos necessários imediatamente aos desenhadores industriais. Isso parece estimular ambas as partes a serem mais íntimas, criando assim um clima cooperativo, e isso aumentará a possibilidade de emergentes processos do desenho integrado.&lt;br /&gt;
3 Discussão e implicações&lt;br /&gt;
3.1 Mudança nas funções&lt;br /&gt;
A contribuição dos desenhadores industriais é dominante na fase de concepção e posteriormente os desenhadores de engenharia assumem o seu papel principal e isso pode ser considerado como as características gerais dos quatro tipos de processos do desenho. Com exceção do tipo 3 todos os processos do desenho começaram com conceitos de desenhos desenvolvidos por desenhadores industriais. No caso dos tipos 1 e 2, os desenhadores industriais definem de forma independente o conceito do desenho em termos de forma e utilização. O tipo 4 é integrativo na fase do desenho de conceito, mas começa com o conceito do desenho inicial do desenhador industrial. Ao contrário dos outros três tipos de casos o tipo 3 é aonde a modificação programada de produtos existentes acontece, comece com o layout design por desenhadores de engenharia. Parece que seus papéis são divididos como desenvolvedores de conceitos e implementadores de conceitos. Curiosamente como uma empresa busca novos produtos e conceitos ou enfatiza o sentimento emocional e usabilidade, mesmo em casos de redesenhar o papel dos desenhadores industriais parece ser significativo. Este é um fenômeno diferente da ideia de que um novo conceito produto é desenvolvido através do desenvolvimento de novos princípios e tecnologia. Eles preferiram inventar novos usos ou o significado dos já existentes. Portanto isso pode ser visto como evidência de que o novo desenho também começa com as tecnologias e princípios existentes.&lt;br /&gt;
No que diz respeito ao conhecimento dos desenhadores industriais, contrariando a crença de que raramente considerariam as peças internas, eles parecem ter conhecimento suficiente para ler e manipular os componentes funcionais internos e realizar desenhos externo. Exceto para o tipo 1 em que a definição da forma externa sempre acontece ao considerar e rearranjar as partes funcionais internas por desenhadores industriais. Tipo 2 é um caso inesperado, em que os desenhadores industriais desenvolvem a forma exterior arranjando os componentes internos relacionados ao mesmo tempo, entretanto o seu trabalho nas partes internas pode limitado provavelmente devido às peças principais que afetam diretamente a forma exterior. Embora não fossem totalmente envolvidos na concepção dos detalhes de peças internas é evidente que o seu papel foi estendido para a área do desenho de engenharia e é atribuído ao forte apoio da gerência ao desenho industrial e às ferramentas CAD compartilhadas entre os dois grupos.&lt;br /&gt;
3.2 Seleção da abordagem ao desenho&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/04/processos-colaborativos-do-desenho.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/04/processos-colaborativos-do-desenho.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpC-NdtHAz1KOlnh_ph7CjmJVhvUBO1OAIebrgRKdnjFWhUBwkNh2S_7Y7yGjxvbI64-eSrhUfPis6J-XnYad0U4sVUN5CCizvixKyv2Ax8isZ7cp9x-ckTmTb4F3bXh9MIYGy/s72-w487-h451-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Processos colaborativos do desenho técnico nas empresas (Part6)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho.html</link><pubDate>Sat, 11 Mar 2017 22:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-7793554719630746644</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/02/processos-colaborativos-do-desenho.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/02/processos-colaborativos-do-desenho.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
2.1 Tipo 1: liderança conceptual orientada pelo processo&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIntMoqMhyKzu539wr-aafaRfktwIG_zQOgso9ivC1ur1A3IE_6kFnxTNe4_UPyhwqkoAJMbO93tRV04WwEJ2Q_0Q7DkMnjDvO8Dkrs5SHnjpdgImHkYhvDIxmlIPuLi4iMI21/w476-h451-no/" target="_blank" title="imagem06"&gt;&lt;img alt="imagem06" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIntMoqMhyKzu539wr-aafaRfktwIG_zQOgso9ivC1ur1A3IE_6kFnxTNe4_UPyhwqkoAJMbO93tRV04WwEJ2Q_0Q7DkMnjDvO8Dkrs5SHnjpdgImHkYhvDIxmlIPuLi4iMI21/w476-h451-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem06" /&gt;&lt;/a&gt;IMAGEM06&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Os desenhadores industriais desempenham um papel dominante na decisão do desenvolvimento do produto na fase inicial do tipo 1, existem quatro fases de acordo com os blocos do processo como observar na IMAGEM06.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A primeira fase do desenho conceptual 1: os desenhadores industriais desenvolvem de forma independente o conceito do produto sem qualquer interferência de outros departamentos, eles se concentram principalmente nos aspetos relevantes para o exterior estético e a experiência do utilizador, os desenhadores indústrias raramente consideram as partes internas, o que lhes dá muita liberdade, produzem dados CAD para o exterior e alta qualidade de imagens renderizadas para testar o conceito. Uma vez que a forma exterior é finalmente decidirem em produzem uma maquete do desenho um protótipo não funcional, para verificar o conceito. Finalmente, o melhor desenho é selecionado numa reunião de avaliação do desenho. Os resultados finais são nesta fase 3D CAD de forma externa e um modelo do desenho. Os desenhadores de engenharia não tomam nenhuma ação nessa fase. Principalmente pelo que não são criteriosas do que os desenhadores industriais estão a desenhar.&lt;br /&gt;
Segunda fase o planeamento de produto: O departamento de planeamento do produto decide sobre a comercialização do desenho selecionado assim como sobre o mercado-alvo, preço-alvo e custo do material do desenho. Finalmente preparam um documento de planeamento do produto e estabelece-se uma direção específica para a comercialização do desenho.&lt;br /&gt;
Terceira fase o desenho conceptual e ou alterações: O documento de planeamento do produto da fase anterior e os dados CAD 3D finais desenvolvidos pelos desenhadores industriais são os insumos iniciais dados aos desenhadores de engenharia. Os desenhadores de engenharia revisam a viabilidade do conceito de projeto proposto pelos desenhadores industriais, devido ao qual os desenhadores de engenharia adquirem tecnologias relevantes e organizam as peças internas nos dados CAD 3D para testar se todas as peças funcionais internas indispensáveis que podem ser colocadas dentro da forma externa. Algumas vezes os desenhadores de engenharia produzem protótipos experimentais para testar se o desempenho desejado pode ser implementado com a forma exterior pré-definida. Como os desenhadores industriais não consideram as partes internas na definição da forma exterior, os desenhadores de engenharia têm dificuldade em organizar as partes internas dentro da forma dada. Assim modificar a forma exterior é de alguma forma inevitável. Portanto existe um processo correspondente ao desenho conceptual de engenharia que é a modificação da forma pelos desenhadores industriais. Os desenhadores industriais utilizam os dados de layout recebidos dos desenhadores de engenharia para modificar a forma exterior. Neste ponto que os dois objetivos colidem uns com os outros, os desenhadores industriais tentam manter a forma original, enquanto os desenhadores de engenharia exigem a modificação para garantir funcionalidade e desempenho. Nesse processo ocorre uma interação muito próxima, sendo o resultado dados 3D CAD sobre a forma exterior e o layout da peça interior.&lt;br /&gt;
A quarta fase o desenho de detalhe teste e produção ou acompanhamento: A partir desta fase, os desenhadores de engenharia lideram o processo em todas as partes. Os desenhadores de engenharia decidem a geometria e a estrutura composicional de cada peça com base nos dados CAD 3D determinados na fase anterior. Devido à consideração da produção em massa ou teste de confiabilidade, ´também requisitado aos desenhadores industriais realizarem pequenas modificações do desenhado exterior. Após a conclusão do desenho de detalhe, protótipos de trabalho chamados amostras de engenharia são produzidos para verificar a forma e funcionalidade. Neste ponto os desenhadores industriais avaliam em que medida a forma exterior foi produzido em conformidade com o seu conceito do desenho. Em seguida os desenhadores de engenharia decidem sobre fornecedores produzem moldes e testam protótipos de pré-produção através de múltiplos processos de eventos para melhorar a confiabilidade do desempenho e a durabilidade do produto.&lt;br /&gt;
Por outro lado através do acompanhamento os desenhadores industriais decidem sobre como aplicar cor, gráficos, materiais e acabamento superficial ao produto e fornecer especificações relevantes aos desenhadores de engenharia. Para cada protótipo de trabalho produzido, os desenhadores industriais testam a qualidade estética e emocional com as especificações. Quando eles dão sua aprovação e o seu papel oficial no processo de desenho termina, a menos que eles aprovem aprovação, os desenhadores de engenharia devem produzir e testar as partes numa pergunta novamente. Descobriu-se que todas as seis empresas têm esse mecanismo para manter a qualidade do desenho de produto.&lt;br /&gt;
O tipo 1 é oposto à opinião convencional que um processo novo do desenvolvimento de produto que começa identificando as necessidades do mercado através da pesquisa de mercado ou desenvolvendo uma tecnologia nova. Começa com conceção de desenhadores industriais puros com plena liberdade e isso implica que novos produtos possam ser desenvolvidos com base em imagens que os desenhadores industriais imaginem que em suas mentes. Isto é inconsistente com os processos de concepção de produto descritos na disciplina de concepção de engenharia, onde os papeis para os desenhadores industriais no desenho conceptual está a falhar.&lt;br /&gt;
Considerando as teorias relacionadas que sugerem que a criatividade acontece antes da análise aprofundada dos problemas numa abordagem orientada a soluções como os geradores primários e o modelo da análise de conjeturas, e outras descobertas previamente argumentas e relacionados que seriam as melhores estratégias para uma empresa dar aos desenhadores industriais liberdade e autonomia na geração de conceitos de soluções criativas sem interferência externa. Na verdade, o tipo 1 é empregado em duas situações: uma é desenvolver novos produtos conceituais em forma e função, incluindo o desenvolvimento de novas categorias de produtos como nas empresas A e E, e o outro é lançar um novo modelo de um produto existente o mais rapidamente possível como na empresa C. Este último caso parece ser possível quando há desenhos de referência abundantes para que os desenhadores industriais sejam capazes de decidir sobre as dimensões dos produto e elementos exteriores, sem qualquer especificação do produto, quando o tempo de entrega é curto.&lt;br /&gt;
2.2 Tipo 2: liderança no resultado no interior do processo&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvNUitTADYKkIMnRzJ3YkIqEzQQ5i077EUbqjEq7B72Ltfvlino5GGYKgbQT-3DB1T-0hqHdW7NoL636aWYF_z3oolMFeXKEQkavhd1rRRVT2QhL_g4IlgLig3funJxs2AzllV/w476-h451-no/" target="_blank" title="imagem07"&gt;&lt;img alt="imagem07" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvNUitTADYKkIMnRzJ3YkIqEzQQ5i077EUbqjEq7B72Ltfvlino5GGYKgbQT-3DB1T-0hqHdW7NoL636aWYF_z3oolMFeXKEQkavhd1rRRVT2QhL_g4IlgLig3funJxs2AzllV/w476-h451-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem07" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM07&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As empresas que utilizam este processo para desenvolver novos tipos de produtos ou modificar os existentes, em ambos os casos ao contrário do tipo 1 a equipa de planeamento do produto inicia o processo, podendo explicar o tipo 2 em quatro fases, como mostrado na IMAGEM07.&lt;br /&gt;
A primeira fase do planeamento do produto: A equipe de planeamento do produto cria um documento de planeamento do produto para iniciar o desenvolvimento dum produto aonde se define um mercado-alvo, preço-alvo e especificação do produto. Ao desenvolver uma versão modificada dos produtos existentes, decide-os de acordo com os produtos existentes, incluindo os dos concorrentes. Ao desenvolver um novo produto, os desenhadores de engenharia ajudar a decidir sobre estes em que o resultado desta fase é um documento de planeamento do produto.&lt;br /&gt;
Segunda fase o desenho conceitual 1: ao receber o documento de planeamento do produto do departamento de planeamento do produto, os desenhadores industriais decidem sobre o exterior do produto e o respetivo interior, eles adquirem itens funcionais necessários para o produto que está sendo desenvolvido em conformidade com a dimensão do produto e especificação, e também derivar conceitos forma de investigação sobre os utilizadores ou tendências do desenho. Em seguida eles organizam as partes interiores para decidem sobre a forma exterior, evitando qualquer colisão entre as partes interiores e da forma exterior pretendida, assim eles conseguem ir para a frente e para trás entre o desenho de forma externa e a disposição das partes internas. &lt;br /&gt;
Houve uma pequena interação entre os desenhadores industriais e desenhadores de engenharia nesta fase. Para o evento final a avaliação do desenho prossegue com maquetes não funcionais do desenho. Assim o resultado nessa fase são os dados 3D CAD relativos à forma exterior e ao layout inicial do produto e uma maquete do desenho.&lt;br /&gt;
Terceira fase o desenho conceptual e a moiação da forma: ao receber os dados CAD 3D dos desenhadores industriais, os desenhadores de engenharia inspecionam de perto a viabilidade e operabilidade das peças interiores em conexão com a forma exterior e desenvolvem o layout final. Enquanto os desenhadores de engenharia verificam e frequentemente solicitam aos desenhadores industriais para modificar o layout ou a forma externa. Assim, a atividade do desenho industrial prossegue com um processo correspondente, no entanto a mudança de forma não é tão significativa quanto no tipo 1 porque se decide que a forma exterior em conexão com as partes interiores na fase anterior. O resultado nesta fase são os dados 3D CAD sobre a forma exterior final e o layout definitivo das partes interiores.&lt;br /&gt;
Quarta fase desenho de detalhe teste e produção ou acompanhamento: esta fase não é significativamente diferente da do tipo 1.&lt;br /&gt;
Uma característica notável do tipo 2 é o envolvimento dos desenhadores industriais na organização de componentes funcionais internos ao decidir a forma exterior na segunda Embora o conhecimento dos desenhadores industriais sobre a ligação entre o layout interior e a forma externa seja menos focado na engenharia, este caso demonstra claramente que o papel dos desenhadores industriais se estendeu além do que normalmente esperamos, como resultado os desenhadores industriais tornam-se influentes e tornam a iniciativa na tomada de decisão, além disso os desenhadores de engenharia estão envolvidos nesta fase, assim espera-se que o layout fosse um trabalho exclusivo de engenheiros como sugerido pela literatura de engenharia. Assumimos que pelo menos os desenhadores de engenharia forneçam aconselhamento e orientação para aos desenhadores industriais. No entanto estes esperavam que os dados chegassem dos desenhadores industriais e concederam aos designers industriais liberdade para completar a forma externa em conexão com a estrutura interna de um produto. A política do primeiro desenho da empresa parece ser a principal razão neste momento.&lt;br /&gt;
2.3 Tipo 3: liderança no interior do primeiro processo&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho_23.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho_23.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIntMoqMhyKzu539wr-aafaRfktwIG_zQOgso9ivC1ur1A3IE_6kFnxTNe4_UPyhwqkoAJMbO93tRV04WwEJ2Q_0Q7DkMnjDvO8Dkrs5SHnjpdgImHkYhvDIxmlIPuLi4iMI21/s72-w476-h451-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>A tecnologia das fabricas floresce nas zonas de cultivo (Part2/2)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/02/a-tecnologia-das-fabricas-floresce-nas_28.html</link><pubDate>Tue, 28 Feb 2017 17:56:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-3394308894545929285</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/02/a-tecnologia-das-fabricas-floresce-nas.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/02/a-tecnologia-das-fabricas-floresce-nas.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Os SW60 são máquinas autossuficiente industriais equipadas com dezenas de manipuladores robóticos independentes que são capazes de pegar num fruto um por um. Elementos chave da tecnologia patenteada do robô são a sua ferramenta de colheita, especialmente concebida para garantir o tratamento de frutos delicados e suaves, e a sua avançada visão por computador que é vital para escolher apenas frutas maduras que satisfaçam o padrão.&lt;br /&gt;
As economias são feitas pela redução dos custos de mão-de-obra e apenas pela colheita de frutos maduros.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmcopqVzlBfGLdfToB1VA0JfZe2YJxiUEENjp3-lc8HX7Xbck8xuJQxR3hrMl6BM-YBYJUVK2ExAyW6UkB6Yq19RRp81vtvjv6pgRfJqabuumtwFlk5WHJ2v2PrGlJYjtGTVZk/w862-h475-no/" target="_blank" title="imagem06"&gt;&lt;img alt="imagem06" border="0" height="359" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmcopqVzlBfGLdfToB1VA0JfZe2YJxiUEENjp3-lc8HX7Xbck8xuJQxR3hrMl6BM-YBYJUVK2ExAyW6UkB6Yq19RRp81vtvjv6pgRfJqabuumtwFlk5WHJ2v2PrGlJYjtGTVZk/w862-h475-no/" style="background-image: none; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem06" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM06&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O caso da &lt;a href="https://www.public.harvestai.com/" target="_blank"&gt;Harvest Automation&lt;/a&gt; nos EUA planta essa ideia que tem cem robôs HV-100 que reduzem lesões e aumentam o uso eficiente do espaço em estufas e viveiros, o trabalhando em equipa esses robôs móveis pequenos e fáceis de programar executam uma grande variedade de tarefas de manuseio de plantas incluindo espaçamento, consolidação e adquirir. Eles têm capacidade de carga e descarga automática e são seguros e flexíveis, foram desenhados não apenas para navegar dentro da infraestrutura atual, mas também para mudar e manipular seu ambiente. Além de realizarem trabalhos, eles estão aquisição de informações que podem ser utilizas na análise e planeamento da produção. Os produtos futuros incluirão sensores adicionais e tecnologias de captura de imagens que permitirão uma aquisição de dados mais escalável.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;a href="https://altmanplants.com/" target="_blank"&gt;Altman Plants&lt;/a&gt; têm quatro HV-100s, trabalhando no seu viveiro cor-de-rosa de 60 hectares no lago Matthews, Califórnia. Os robôs podem acomodar cerca de 200 mil plantas durante o período de pico de expedição sem afetar a disponibilidade de mão-de-obra. O resultado é uma rosa de maior qualidade e muito menos plantas que precisam de poda adicional e outro ciclo de crescimento.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-fEWCd4kwGU-k2JuzvHtNjzG76g9DHYJkvkNB_MWug78wcmNw8wectuI0-ixFSp-zL6hpPY_7BM2VXv7tsIo7y5XmfiWXCsfPzezo3Pvop6m1TWF1n9xOm_aV2l5HinX0js6e/w895-h672-no/" target="_blank" title="IMAGEM07"&gt;&lt;img alt="IMAGEM07" border="0" height="486" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-fEWCd4kwGU-k2JuzvHtNjzG76g9DHYJkvkNB_MWug78wcmNw8wectuI0-ixFSp-zL6hpPY_7BM2VXv7tsIo7y5XmfiWXCsfPzezo3Pvop6m1TWF1n9xOm_aV2l5HinX0js6e/w895-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="IMAGEM07" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM07&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O trabalho colaborativo de equipes de pequenos robôs autônomos também foram uma parte fundamental do conceito de David Dorhout quando ele veio com seu protótipo de trabalho, Prospero o Robot agricultor.&lt;br /&gt;
Prospero é controlado com um chip Parallax Propeller e um microcontrolador multicore montado numa sela sem solda, Propeller protoboard para a criação de circuitos. Seu corpo é desenhado pela Lynxmotion e é programado para andar em qualquer direção, evitando objetos.&lt;br /&gt;
Um sensor do dentro da estrutura informa se uma semente foi plantada na área no espaço e profundidade ideal. Prospero pode então cavar um buraco, plantar uma semente, cobri-lo e aplicar qualquer pré-emergência fertilizantes ou herbicidas, também pode comunicar com outros robôs na proximidade imediata via IR que precisa de ajuda de plantação ou que a área foi plantada e seguir em frente.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://dorhoutrd.com/" target="_blank"&gt;Dorhout R&amp;amp;D&lt;/a&gt; acredita que robôs inteligentes como o Prospero a trabalhar colaborativa mente num enxame podem liberar o agricultor para se concentrar no seu negócio e na ciência da agricultura.&lt;br /&gt;
Um agricultor que esteja a trabalhar no seu trator tem que tomar decisões em grande escala pelo que todas as decisões são importantes. Prospero pode tomar decisões numa maior resolução, com base em fatores como a condição do solo, pode operar numa escala muito pequena. Se estiver muito molhado para plantar um canto dum campo um dia então pode voltar a replantar mais tarde.&lt;br /&gt;
Tanto havendo robôs a trabalhar em equipa ou individualmente oferecem grandes benefícios.&lt;br /&gt;
Produtores de queijo e seus variados através do leite colhido nos seus próprios campos podem introduzir robôs que transformar os queijos na adega de queijo do campo para redistribuir a humidade que é uma parte essencial do processo de maturação de 12 a 18 meses, normalmente podem ser transformados cinco mil queijos à mão, mas um trabalho que ninguém gostava de fazer numa arca frigorífica e nem sempre é levado a cabo com consistência.&lt;br /&gt;
Desenhado pela &lt;a href="http://www.jnjautomation.ch/" target="_blank"&gt;JNJ Automation&lt;/a&gt; na Suíça, o robô, agora carinhosamente conhecido como "Tina Turner", foi projetado para ajudar. Pode ser programado facilmente através dum painel dum écran tátil e deixado sozinho para transformar os queijos, colocá-los numa prateleira diferente e até mesmo em vácuo ou escovar os topos fora. Para os produtores de queijo o grande benefício foi a melhoria na qualidade do queijo.&lt;br /&gt;
E qual será o futuro dos campos de cultivos&lt;br /&gt;
Continuamente espantado e inspirado pelos desenvolvimentos da robótica no agrícola.&lt;br /&gt;
Acho que são tempos sem precedentes para a indústria, a redução dos custos irá acontecer nos próximos anos assim como a interoperabilidade com os sistemas existentes como por exemplo, ser informado pelo GPS sobre o tempo. Os robots irão precisar de uma fonte de energia, e isso precisa de ser se pensado, mas nada disto é insuperável.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg722PsdZFNAGeaF65MGC62YFC_fOqKNPqOenLuKk4R3T2GUfA4d6K1T52lorQlkWVLFciDxXIhLeJDOuZ3UIvmm2vEF04c_6KUBYPFJ1uG9vPPzs32Qu-nLh1HnBU0BiAgtD8l/w1100-h540-no/" target="_blank" title="imagem08"&gt;&lt;img alt="imagem08" border="0" height="319" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg722PsdZFNAGeaF65MGC62YFC_fOqKNPqOenLuKk4R3T2GUfA4d6K1T52lorQlkWVLFciDxXIhLeJDOuZ3UIvmm2vEF04c_6KUBYPFJ1uG9vPPzs32Qu-nLh1HnBU0BiAgtD8l/w1100-h540-no/" style="background-image: none; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem08" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;IMAGEM08&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Inovação focada na agricultara quando os agricultores 2.0 estão a observar o céu pelo que anseiam provavelmente pela ajuda dum satélite.&lt;br /&gt;
Plantação de sementes da numa agricultura autônoma através de várias tecnologias inteligentes que estão sendo desenvolvidas para aumentar a eficiência agrícola com foco pesado em máquinas automatizadas e a orientação GPS.&lt;br /&gt;
Na agricultura autónoma a empresa &lt;a href="https://www.caseih.com/northamerica/en-us" target="_blank"&gt;Case IH&lt;/a&gt; providencia soluções inovadoras para a o negocio da agricultura e recentemente introduziu um trator autómato nos EUA. O protótipo é um trator sem condutor que foi desenvolvido pensando na produtividade e aumento da eficiência. &lt;br /&gt;
O tractor da &lt;a href="https://www.caseih.com/northamerica/en-us" target="_blank"&gt;Case IH&lt;/a&gt; representa a expressão final da tecnologia autónoma este conceito veículo introduz um conjunto de novas tecnologias, muitos dos quais irá aumentar a eficiência da produção, os produtores vêm rapidamente o potencial de como tal solução poderia contribuir para uma conclusão mais rápida da tarefa de campo o que é crítico para o aumento dos rendimentos das culturas.&lt;br /&gt;
Uma interface totalmente interativa fornece monitoramento remoto das operações pré-programadas, como controlo de profundidade da lavoura, o sistema a bordo conta automaticamente a largura para implementar e projetar as trajetórias mais eficientes em função do terreno e das obstruções e outras máquinas que operam no mesmo campo.&lt;br /&gt;
À medida que o trator avança um operador remoto pode supervisionar e ajustar trajetórias através de um computador portátil e/ou tablet. O veículo pode detetar obstáculos fixos e móveis no seu caminho utilizando radar, LIDAR para a deteção e variação imagens claras através de câmaras de vídeo a bordo. Isso fará com que pare e envie alertas sonoros e visuais para o operador que pode atribuir um novo trajeto.&lt;br /&gt;
A perda do sinal GPS ou o pressionar do botão de paragem manual também o interromperá imediatamente, as tarefas atribuídas ao trator podem ser alteradas remotamente em resposta a avisos meteorológicos, como por exemplo se começa a chover onde o trator está pulverizando pesticidas o trator pode trabalhar um campo diferente.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/o8wFw-iq_Yo" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A substituição do trator uma ideia pela empresa dinamarquesa &lt;a href="http://www.agrointelli.com/" target="_blank"&gt;Agrointelli&lt;/a&gt; quer ir mais longe, removendo o trator do campo agrícola completamente, desenvolveram Robotti, um suporte de implementos modular que pode transportar 750 kg, 150 kg acima do seu próprio peso, sendo destinado à utilização em fileiras de culturas.&lt;br /&gt;
Em cada unidade pode ter uma largura de pista e até quatro metros para implementar podendo ter um motor extra instalado para controlar máquinas de tomada de força, como um pulverizador ou rotavator. Atualmente a unidade pode funcionar por sete horas sem parar, os regulamentos da UE estipulam que esses veículos sem motorista devem ser monitorados a distância, caso eles precisem ser interrompidos manualmente, mas eles são controlados principalmente a partir do computador da herdade do campo agrícola ou dum aplicativo móvel a um quilômetro de distância.&lt;br /&gt;
Sendo quatro rodas motrizes para que possam trabalhar em qualquer terreno estando já em curso trabalhos de desenvolvimento para permitir que os robôs pulverizem pesticidas realizem trabalhos de rotavator e possivelmente colherem também as colheitas.&lt;br /&gt;
Embora ainda um protótipo Robotti vai para o lançamento completo na primavera de 2017, o custo da unidade pequena é de por volta dos sessenta e dois mil euros.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLFX9XzyjRieSYnKPgMnhusqHvpqTQHwEp9zUvvj8cAAEgbyF-LDnPOryXVHEJQbMetA7keu3B4lZ0dTiiTMk_CuzUwt83u0kyhhW3BihoM_rgmtqPDUobfN2zPObHsaG3Mxyj/w847-h672-no/" target="_blank" title="imagem09"&gt;&lt;img alt="imagem09" border="0" height="514" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLFX9XzyjRieSYnKPgMnhusqHvpqTQHwEp9zUvvj8cAAEgbyF-LDnPOryXVHEJQbMetA7keu3B4lZ0dTiiTMk_CuzUwt83u0kyhhW3BihoM_rgmtqPDUobfN2zPObHsaG3Mxyj/w847-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem09" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;IMAGEM09&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A ajuda do céu que os produtores olham fixamente frequentemente no céu, esperando a chuva para regar suas colheitas, mas quando os agricultores 2.0 olhar para o céu, eles provavelmente estão desejando ajuda de um satélite. &lt;br /&gt;
A empresa irlandesa &lt;a href="http://www.sixty-5.com/" target="_blank"&gt;Sixty-5&lt;/a&gt; desenvolveu o Grass-Guide, um sistema GPS que orienta os agricultores a espalharem fertilizantes ou pesticidas para eliminar sobreposições e áreas perdidas, a empresa diz que a utilização de GPS pode economizar até 15% nos custos com fertilizantes.&lt;br /&gt;
O operador do trator simplesmente entra dá entrada da largura e implementa no software que faz o resto. Grass-Guide exibe o mapa de cobertura e as diretrizes assim como o trajeto que o operador deve seguir eliminando a necessidade de linhas A-B ou barra de luz.&lt;br /&gt;
Construída numa plataforma Android o sistema inclui um tablet de sete polegadas Samsung. O Grass-Guide utiliza o mais recente recetor de satélite NovAtel GPS/ Glonass Agstar, o tablet liga para o receptor via Bluetooth, e uma saída GPS também está disponível para ligar a implementos como semeadores de fertilizantes. No final da operação o mapa de tratamento é enviado para um portal de nuvem online dedicado para posterior ser gerido e rastejável.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiP9_PcAzUCMMxbRzBkEGcUa5wX93EWRulOeSqJfR8thQ_7el3Av4DtqcwyWFXfzXYJ-_7GyW1OcLRA_vonqPeGyMd6ivq14uFHRq-6yRVftKaeN3Sn0FOEoSRJYKgRGRBLbTsl/w896-h672-no/" target="_blank" title="imagem10"&gt;&lt;img alt="imagem10" border="0" height="669" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiP9_PcAzUCMMxbRzBkEGcUa5wX93EWRulOeSqJfR8thQ_7el3Av4DtqcwyWFXfzXYJ-_7GyW1OcLRA_vonqPeGyMd6ivq14uFHRq-6yRVftKaeN3Sn0FOEoSRJYKgRGRBLbTsl/w896-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem10" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;IMAGEM10&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Com a tecnologia da Sixty-5 os agricultores podem aumentar a sua eficiência com um produto de nível de entrada que alivia a pressão constante para concluir os trabalhos dependentes do tempo em tempo útil, para economizar em insumos como fertilizantes e para registar o que foi feito aos legisladores e consumidores através da rastreabilidade.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmcopqVzlBfGLdfToB1VA0JfZe2YJxiUEENjp3-lc8HX7Xbck8xuJQxR3hrMl6BM-YBYJUVK2ExAyW6UkB6Yq19RRp81vtvjv6pgRfJqabuumtwFlk5WHJ2v2PrGlJYjtGTVZk/s72-w862-h475-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>Processos colaborativos do desenho técnico nas empresas (Part5)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/02/processos-colaborativos-do-desenho.html</link><pubDate>Sat, 18 Feb 2017 02:02:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-1020702864838704962</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/01/processos-colaborativos-do-desenho_24.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/01/processos-colaborativos-do-desenho_24.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
1.2.3 Simplificação dos processos&lt;br /&gt;
Depois de formular os processos colaborativos do desenho de cada empresa, estas foram categorizada para determinar os tipos, propósitos e condições deles. No entanto como os processos de cada empresa incluem ações detalhadas do desenho e informações, não é fácil compará-los diretamente entre empresas. Dessa foram simplificados os processos do desenho de cada empresa com o conceito de blocos de processo para auxiliar na sua comparabilidade mantendo ao mesmo tempo as características essenciais.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizJIgkEVUF64qaF-FSmGpe3x9lZcEE6XnVwlpdllKKAV6j-dv2MHQZJzmLnmQbeQOgZRA88l6wz_SLAAMxfDawHVYAkQYrWUCwkYZoNuUmxs20aQ-pEvZV_3qn5ozlWmdGSTeH/w390-h564-no/" target="_blank" title="imagem04"&gt;&lt;img alt="imagem04" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizJIgkEVUF64qaF-FSmGpe3x9lZcEE6XnVwlpdllKKAV6j-dv2MHQZJzmLnmQbeQOgZRA88l6wz_SLAAMxfDawHVYAkQYrWUCwkYZoNuUmxs20aQ-pEvZV_3qn5ozlWmdGSTeH/w390-h564-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem04" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM04&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Havendo um padrão num grupo de pequenas sequencias de estágios, existindo um grande trabalho concluído através de todos os estágios sequenciais. Depois de completá-los numa nova fase clara começa com outro trabalho, pode-se definir que esses pequenos estágios como blocos de processos. Caracteriza-se pela entrada inicial, iteração interna, tomada de decisão, resultado final e tendência irreversível como se observa na IMAGEM04. O processo interno num bloco de processo começa com a entrada inicial e passa por pequenos estágios internos. Iteração ou feedback pode acontecer entre pequenos estágios dentro de cada bloco, quando finalmente se tomam a decisão final sobre os resultados finais, este é um marco que indica que a fase de passar para a próxima fase, como por exemplo na IMAGME03 no bloco azul, o trabalho principal neste bloco é desenvolver um conceito do desenho executando em seis estágios pequenos. Quando eles estão na fase de renderização podendo estes voltar no estágio de esboço de ideia se os resultados da renderização não forem satisfeitos no evento de avaliação da renderização. Na última fase um projeto de maquete como o resultado é confirmado pela direção e em seguida, salta para o planeamento de produto reunião.&lt;br /&gt;
O fluxo do processo entre os dois blocos do processo tem poucas hipóteses de ser revertido após o resultado anterior e de entrar no próximo bloco. As equipas cruzadas geralmente realizam o desenho final, que é aprovado pelo diretor superior em cada bloco. Para voltar ao bloco anterior significa que não poderia cumprir o cronograma para a tempo. Assim deve haver uma decisão da direção sobre a questão com base nos dados das conversas é preferível abandonar o projeto do que voltar à fase anterior. A iteração e o feedback entre as fases são caracterizadas na maioria dos modelos baseados nos estágios. Considerando um pedaço de processo ou dois pedaços paralelos como uma fase neste estudo no entanto a iteração reversa ou feedback entre as fases raramente acontece em situações reais. Acontece entre os estágios dentro dum pedaço. Assim parece que o abandono de um projeto é quase impossível entre fases, mas possível entre fases.&lt;br /&gt;
São nomeamos os blocos do processo dos seus trabalhos principais, e ao nomear os blocos observou-se que o termo desenho concetual é utilizado pela forma diferente do desenho de engenharia e desenho industrial. Conceito do desenho em desenho de engenharia é sobre conceitos técnicos relacionados com a forma como um produto funciona através do desenvolvimento de soluções amplas para a estrutura de trabalho e funções. No entanto os desenhadores industriais decidem a direção do estilo de produto e interação na fase do desenho concetual que é representada com palavras-chave de conceito, quadros de humor, esboços de ideias e cenários dos utilizadores. Assim designa-se a atividade do desenho conceitual dos desenhadores industriais como desenho conceptual 1 e a dos desenhadores de engenharia de engenharia como desenho conceptual.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;img border="0" height="806" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNFqLt0VATNeKuHhpppl7f2eAaNJiclCFrlkeMhI1OlZwpccae1rJiLaHMuO2H5KNinHWa8wSu9yob7x54N8VNOOAvELQ9JljLaeOC26cUcKuIPzDdFHN5DL4w0d2wY43T0R9p/w640-h1276-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM05&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A IMAGM05 é a versão simplificada da IMAGEM, as cores das caixas na IMAGE3 são simplificadas com os mesmos blocos coloridos da IMAGEM05. O bloco azul na IMAGEM03 torna-se desenho conceptual 1. Definido como planeamento do produto e visualizado com um hexágono alongado, é determinada como uma única fase uma vez que é uma atividade do desenho separada e distintiva. Dentro do bloco rosa há dois blocos de processos paralelos; desenho conceptual no lado direito a pequena caixa rosa que é o bloco principal do processo e modificação da forma no lado esquerdo amarelo seja um bloco correspondente. Não são consideradas fases separadas porque são acopladas com o início ao fim dentro do bloco rosa grande. Como tal a interação entre os dois grupos de desenhadores é forte. Para diferenciar dois blocos paralelos, representamos ao pedaço principal com linhas a negro e o bloco correspondente com linhas sólidas. Nos blocos cinza como havia uma pequena diferença nas atividades do desenho entre os doze processos, combinaram-se os dois blocos dos processos sequenciais do desenho de detalhes e testes e produção em cada um. Como tal foram tratados como uma única fase neste estudo, quando o processo de desenho no bloco cinza prossegue os desenhadores industriais reagem nos tempos em tempos com base nos pedidos dos desenhadores de engenharia ou em seu próprio propósito para a inspeção do desenho, normalmente costuma-se designar a essas atividades de acompanhamento diferenciando-se de suas principais tarefas. Esses tipos de atividades aparentemente existirem, mas não pertencem a um bloco de processo estes são elementos de processo discretos como mostrado na IMAGEM03, e assim representados com linhas pontilhadas. Para ajudar a compreensão visual as setas sólidas e uma seta de direção dupla e uma única seta direcional representam fluxo de processo, interação mútua e interação unidirecional, respetivamente.&lt;br /&gt;
1.2.4 Determinação de tipos de processos do desenho colaborativo&lt;br /&gt;
Comparou-se e categorizou-se os doze processos de desenho de produtos colaborativos simplificados baseados em semelhanças na estrutura do processo, entrada e resultados dos blocos e fases de processo e interação entre os desenhadores industriais e de engenharia. Primeiro comparou-se cada bloco e fase do processo com os correspondentes blocos do processo e fases dos outros onze processos em termos da estrutura. Em seguida comparamos insumos os resultados de cada fase correspondente nos 12 processos. Por exemplo a fase do desenho concetual 1 na IMAGEM05 não tem entrada, mas produz uma maquete do desenho como uma saída. Algumas fases do desenho conceptual 1 em outros processos começaram com a entrada do layout preliminar das equipas do desenho de engenharia. Portanto examinar os tipos de entradas os resultados das fases dão uma pista para determinar como o fluxo global flui, e finalmente avalia-se a interação entre os desenhadores industriais e desenhadores de engenharia dentro duma fase. Não há interação entre os dois grupos no bloco azul, mas, no entanto, nos blocos rosa existem fortes interações entre eles. Como resultado, agruparam-se os doze processos do desenho colaborativo de produtos em quatro tipos de processos representativos.&lt;br /&gt;
2 Tipos de processos do desenho colaborativo de produtos&lt;br /&gt;
Podendo ser nomeados quatro tipos de processos do desenho colaborativo de produtos com base em nas suas características, estes são: tipo 1: liderança conceptual orientada pelo processo; tipo 2: liderança no resultado no interior do processo; tipo 3: liderança no interior do primeiro processo; e tipo 4: liderança das sinergias dos processos e das diferenças que entre eles são encontrados principalmente nas fases iniciais dos processos onde os desenhos conceptuais e layouts preliminares são desenvolvidos. Existe também uma pequena diferença após a fase do desenho de detalhe onde as tarefas dos desenhadores de engenharia dominam, sendo bastante padronizado e isso indica que os tipos de processos do desenho colaborativo do produto são determinados pelas abordagens adotadas antes da fase do desenho detalhado.&lt;/div&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="border-collapse: collapse; line-height: normal; width: 641px;"&gt; &lt;colgroup&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 2596; mso-width-source: userset; width: 53pt;" width="71"&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 6326; mso-width-source: userset; width: 130pt;" width="173"&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 4169; mso-width-source: userset; width: 86pt;" width="114"&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 3401; mso-width-source: userset; width: 70pt;" width="93"&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style="mso-width-alt: 6912; mso-width-source: userset; width: 142pt;" width="189"&gt;&lt;/col&gt; &lt;/colgroup&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr height="22" style="height: 16.5pt;"&gt; &lt;td align="center" class="xl65" height="22" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-left: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: #ed7d31 1pt solid; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="70"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Empresa&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl66" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: #ed7d31 1pt solid; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="173"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Tipo 1&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl65" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: #ed7d31 1pt solid; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="114"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Tipo 2&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl65" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: #ed7d31 1pt solid; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="93"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Tipo 3&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl65" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: #ed7d31 1pt solid; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="189"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Tipo 4&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl67" height="21" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Empresa A&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl70" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;calibri&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl73" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl71" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl71" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl68" height="21" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Empresa B&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl68" height="21" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Empresa C&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl68" height="21" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Empresa D&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl68" height="21" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Empresa E&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt;"&gt; &lt;td class="xl68" height="21" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: bottom;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Empresa F&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl74" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;●&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl72" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 0.5pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr height="81" style="height: 60.75pt;"&gt; &lt;td class="xl69" height="81" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-left: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="70"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Objetivo da situação&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl75" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="173"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Produtos de referência tem curto tempo de entrada no mercado&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl75" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="114"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Novo conceito ou redesenhar&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl76" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="93"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Redesenhar quando existe mercado-alvo claro&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="center" class="xl76" style="background-color: #bdd7ee; border-bottom: #ed7d31 1pt solid; border-left: medium none; border-right: #ed7d31 1pt solid; border-top: medium none; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px; vertical-align: middle;" width="189"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Processo desenvolvido espontaneamente por empreendimentos individuais&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;br /&gt;
TABELA3&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As empresas adotaram de um a três tipos de desenho de processos de acordo com seus objetivos e situações como se observa na TABELA3. Tipo 1 e 4 foram utilizados apenas para novos desenhos, exceto a empresa C que adotou pelo tipo 1 quando o mercado solicitou um novo estilo num curto período de tempo. Isso aconteceu quando eles tinham muitos produtos de referência e tempo de entra no mercado foi curto. Tipo 2 foi utilizado tanto para novo desenho e redesenho. Curiosamente o tipo 3 foi utilizado apenas para redesenho, a maioria dos processos foi utilizada para B, exceto na empresa C, os fabricantes de produtos de comunicação móvel, que lança seus produtos no mercado por meio de provedores de serviços. Considerando que a empresa C utilizou tipo 1 numa situação diferente da empresa A e E assim o tipo de negócio afetaria a escolha dos processos do desenho.&lt;br /&gt;
Quanto à diferença entre o processo do desenho atual e o processo documentado a maioria deles respondeu que eles documentaram os processos do desenho padrão em todas as empresas, mas eles não seguem em todas as situações. Isso é apoiado pela constatação de que os desenhadores desenvolvem suas próprias abordagens de acordo com o contexto de desenvolvimento do produto. Parecia que o processo documentado definia fluxos e estágios de tarefas padronizados, tarefas e funções de cada departamento e tempo do desenho de acordo com os tipos de projeto. No entanto sempre que foram empurrados para encurtar o tempo actual do desenho. Esse tipo de pressão de gestão provavelmente os leva a não seguir o processo documentado.&lt;br /&gt;
Comparando a frequência de utilização de cada tipo de processo o tipo 3 foi o mais utilizado, enquanto que o tipo 4 foi o menos utilizado, o tipo 2 foi utilizado com mais frequência do que tipo 1. Exceto no caso da empresa B, o tipo 3 é mais semelhante ao que a maioria dos entrevistados descrito como a empresa padrão. Considerando o argumento de que o redesenho ocorre com mais frequência do que o novo desenho e a inovação radical bem-sucedida acontece talvez uma vez a cada 5 anos, essa é uma conclusão razoável. Como tipo 4 é iniciado espontaneamente por indivíduos e não é um conjunto de procedimentos oficiais padrão, é o caso raro.&lt;br /&gt;
As características detalhadas de cada tipo de processo de desenho juntamente com contextos relacionados são descritas nas seções a seguir.&lt;br /&gt;
2.1 Tipo 1: liderança conceptual orientada pelo processo&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/03/processos-colaborativos-do-desenho.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizJIgkEVUF64qaF-FSmGpe3x9lZcEE6XnVwlpdllKKAV6j-dv2MHQZJzmLnmQbeQOgZRA88l6wz_SLAAMxfDawHVYAkQYrWUCwkYZoNuUmxs20aQ-pEvZV_3qn5ozlWmdGSTeH/s72-w390-h564-c-no/" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Lisboa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.7222524 -9.1393365999999787</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">38.6231754 -9.3006980999999787 38.8213294 -8.9779750999999788</georss:box><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item><item><title>A tecnologia das fabricas floresce nas zonas de cultivo (Part1)</title><link>http://www.rishivadher.com/2017/02/a-tecnologia-das-fabricas-floresce-nas.html</link><pubDate>Wed, 8 Feb 2017 20:36:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34502182.post-3561536950139421484</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Será a agricultura vertical o futuro da agricultura? Será possível cultivar culturas de forma mais sustentável nas ruas da cidade? As quintas, ou seja, as propriedades de cultivo flutuante serão completas com vacas e que possam funcionar com sucesso? Será que as estufas substituirão as telhas dos variados telhados? Com a população mundial a subir para 9,7 bilhões, está na hora de pensar em novas soluções para alimentar o planeta. Os agricultores 2.0 já estão a transformar a ficção em facto. Vertical, flutuante, subterrânea e urbana as quintas do futuro já estão aqui.&lt;br /&gt;
Alguns exemplos de quintas verticais, flutuantes, subterrâneas, urbanas do futuro do ambiente com segurança para a saúde. &lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqvWTB9ud7bRNCgZ1orwAOsGuSxA3yVAGtakRNXwTXsnCIdMQjy3HXfiwMttDhfzr9gLvIN-b9v_1_0_iBHbOuIAN9IHLG-GKoDAT6-DJUMjv7KVZ33fRvoIIDhRIN_pxit17j/w1008-h672-no/" target="_blank" title="imagem01"&gt;&lt;img alt="imagem01" border="0" height="432" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqvWTB9ud7bRNCgZ1orwAOsGuSxA3yVAGtakRNXwTXsnCIdMQjy3HXfiwMttDhfzr9gLvIN-b9v_1_0_iBHbOuIAN9IHLG-GKoDAT6-DJUMjv7KVZ33fRvoIIDhRIN_pxit17j/w1008-h672-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem01" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
IMAGEM01&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O primeiro exemplo a agricultura vertical: &lt;a href="http://www.greensensefarms.com/" target="_blank"&gt;Green Sense Farms&lt;/a&gt;, em Indiana nos EUA &lt;a href="http://www.greensensefarms.com/" target="_blank"&gt;Green Sense Farms&lt;/a&gt; é uma grande propriedade agrícola dentro dum edifício utilizando luzes led’s para o crescimento das plantas. Colheitas de cultivo verticalmente em camadas empilhadas, permite ao proprietário fornecer o mercado local com mini legumes e verduras, ervas culinárias e alface durante todo o ano, sem produtos químicos e utilizando menos energia.&lt;br /&gt;
A quinta está localizada num armazém que abrange quase três mil metros quadrados com duas salas climatizadas, as zonas estão equipadas com sete torres de crescimento de doze metros e sete mil módulos de produção e porque emitem menos calor do que lâmpadas fluorescentes, as luzes podem ser colocadas perto das plantas.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Para a &lt;a href="http://www.greensensefarms.com/" target="_blank"&gt;Green Sense Farms&lt;/a&gt; a agricultura vertical oferece grandes vantagens, pelo que o tempo fica fora da equação, as plantas crescem num ambiente controlado dentro de casa, sendo higiênico, seguro, fornece a capacidade de colher durante todo o ano e não são utilizados pesticidas, herbicidas, conservantes ou organismo geneticamente modificados obtendo um alto rendimento e uma pequena pegada.&lt;br /&gt;
Ao colocar estes produtos no mercado a empresa esta a interromper a distribuição dos produtos ao localizar estas quintas no ponto de consumo e distribuição, fazendo com que os produtos cresçam sempre localmente, minimizando o transporte e o impacto no meio ambiente e utilizando menos recursos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjyxLA2ZVT9vhsxTpXOEn3KJyKn2BtA2d_5-VWZM7J__EiVLwOSRWl-SkKYyGqNyt0RGTit-556WCT7SOhg6DP3DR10KiYGCW_dQS63-1fO0QjHAf-63hJet7UhHflGMET99D-Q/w590-h350-no/" target="_blank" title="imagem02"&gt;&lt;img alt="imagem02" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjyxLA2ZVT9vhsxTpXOEn3KJyKn2BtA2d_5-VWZM7J__EiVLwOSRWl-SkKYyGqNyt0RGTit-556WCT7SOhg6DP3DR10KiYGCW_dQS63-1fO0QjHAf-63hJet7UhHflGMET99D-Q/w590-h350-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem02" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM02&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O segundo exemplo de agricultura e cultivo subterrâneo em Londres no Reino Unido.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://growing-underground.com/" target="_blank"&gt;Growing Underground&lt;/a&gt; utiliza sistemas hidropônicos e tecnologia led para cultivar mini legumes e verduras, alfaces nos túneis abandonados a trinta e três metros abaixo das ruas de Londres.&lt;br /&gt;
De acordo com a gestão da empresa da quinta a agricultura tradicional enfrenta uma grande quantidade de desafios em termos de espaço de crescimento limitado, e os quilómetros nos alimentos seja a distância entre o ponto de produção e do consumidor e grande crescente das populações, pelo que o interessados é em como se produz alimentos ao mesmo tempo que estamos conscientes desses desafios, razão pela qual se tem um sistema de contabilidade de carbono que mostra e cada entrada na exploração da quinta, rastreando o impacto de carbono, que depois pode ser compensado através de um projeto de reflorestamento e reflorestamento.&lt;br /&gt;
Seu sistema hidropônico utiliza setenta porcento menos água do que a agricultura tradicional num campo aberto. Todos os nutrientes são mantidos num sistema de malhas fechadas o que reduz o risco de contaminação ambiental. E porque os consumidores estão a poucos passos de distância os legumes verdes viajam pouco da quinta ao garfo isto em apenas quatro horas.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiG2ekXpO-n_DnMlegyhrSiOyMQ6ozOV_BG-WMkU3axQQoJrOKOnSthUgVg_-yfw1J2xCppbhB5Zr-0-GCr_FHCtRvnMj5sWlmQ3D7g2lKy3Vf6gKiK-uxR9g6YESrlSY0_ebVu/w640-h319-no/" target="_blank" title="imagem03"&gt;&lt;img alt="imagem03" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiG2ekXpO-n_DnMlegyhrSiOyMQ6ozOV_BG-WMkU3axQQoJrOKOnSthUgVg_-yfw1J2xCppbhB5Zr-0-GCr_FHCtRvnMj5sWlmQ3D7g2lKy3Vf6gKiK-uxR9g6YESrlSY0_ebVu/w640-h319-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem03" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM03&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O terceiro exemplo de agricultura urbana, nos EUA a &lt;a href="http://gothamgreens.com/" target="_blank"&gt;Gotham Greens&lt;/a&gt; fundada em 2009 em Nova York produz legumes e ervas cultivadas em estufa. As operações da empresa cobrem cerca de dezasseis mil metros quadrados de estufas de telhados urbanos em quatro instalações, incluindo a maior campo de telhados do mundo, no bairro Pullman de Chicago com cerca de sete mil metros quadrados). Isto é uma utilização adaptativa do espaço não utilizado.&lt;br /&gt;
A produção durante todo o ano utiliza 100% de energia renovável. De acordo com o ambiente de cultivo completamente controlado oferece vinte a trinta vezes mais rendimentos do que a agricultura convencional, enquanto utiliza até dez vezes menos água.&lt;br /&gt;
Utilizando um sistema integrado de controle de pragas, as plantas são cultivadas sem a necessidade de produtos químicos para controlar pragas de insetos, ervas daninhas ou doenças. A água é constantemente recirculada, e fortificada com nutrientes apenas quando a cultura está em necessidade. Colhidos à mão e embalados diariamente, &lt;a href="http://gothamgreens.com/" target="_blank"&gt;Gotham Greens&lt;/a&gt; pode chegar aos consumidores em duas hora.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCUTR2OZ7F5_vHBvgYmrUOcSo0JWdibUkae9xTEKcHDnP19P4u_G9oLUeRbdDuvOlCk_ENhdldsyC_6sQWyvf3tLpnbeCFSt6JeskFDP_QtXftKlQJgAyrsPUVocIRwjxuVKRT/w1366-h595-no/" target="_blank" title="imagem04"&gt;&lt;img alt="imagem04" border="0" height="283" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCUTR2OZ7F5_vHBvgYmrUOcSo0JWdibUkae9xTEKcHDnP19P4u_G9oLUeRbdDuvOlCk_ENhdldsyC_6sQWyvf3tLpnbeCFSt6JeskFDP_QtXftKlQJgAyrsPUVocIRwjxuVKRT/w1366-h595-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem04" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM04&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O quarto exemplo de agricultura na água é exploração agrícola flutuante, nos Países Baixos. Em 2017 a cidade de Roterdão abrirá a primeiro campo de leite flutuante do mundo, as quarenta vacas da instalação terão o potencial de produzir mil litros de leite por dia.&lt;br /&gt;
O espaçoso jardim de vaca fica em cima de uma estrutura estável e flutuante desenhada por arquitetos navais para simular o ambiente natural dos animais. Quase não haverá movimento. A superfície do pasto é relva, o que significa que as vacas podem deitar-se ou pastar, as arvores e arbustos fornecem sombra. Sendo o campo desenhado para ser autos suficiente. O alimento é produzido no local, e as camas especiais fornecem ciclos curtos da germinação da semente, e a relva é crescida sob luzes do diodo emissor de luz.&lt;br /&gt;
Nutrientes são reciclados, painéis solares fornecem energia e adquirem água da chuva o que garante esteja disponível a todos os momentos. Dentro do celeiro a relva artificial filtra a urina das vacas, que é capturada numa membrana especial sob o chão da quinta flutuante.&lt;br /&gt;
Um raspador automático recolhe o adubo, colocado num biodigestor que é convertido em energia verde para fornecer calor e eletricidade. Setenta por cento da Terra está coberta de água então por que não utiliza? Quando se constrói sobre a água pode-se ter oceanos de possibilidades e novos terreno para o crescimento.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4v7mbMHuBvbZrrLQgF8H0oVtXQf17FN7GNDP4PFINkS3UGSt22gCCsCePQBV3_j4u19yCwp-rQ_lj4vfjdtvydHvItpYrQzF_hfgXKgDGze6UZjDxK1VBPdXuzhO-AEERmIvZ/w644-h316-no/" target="_blank" title="imagem05"&gt;&lt;img alt="imagem05" border="0" height="322" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4v7mbMHuBvbZrrLQgF8H0oVtXQf17FN7GNDP4PFINkS3UGSt22gCCsCePQBV3_j4u19yCwp-rQ_lj4vfjdtvydHvItpYrQzF_hfgXKgDGze6UZjDxK1VBPdXuzhO-AEERmIvZ/w644-h316-no/" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="imagem05" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
IMAGEM05&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A robótica está atualmente a determinar o que será plantado. A automação industrial&lt;br /&gt;
vai ao campo.&lt;br /&gt;
A plantação de sementes, colher frutas e organizando estufas são tarefas típicas de na agricultura. Mas permanecerão assim? Robôs agrícolas começaram a entrar na agricultura e podem até determinar o que será produzido.&lt;br /&gt;
As vendas globais de robôs agrícolas estão aumentando e poderiam chegar a dessásseis bilhões até 2020, de acordo com um &lt;a href="http://wintergreenresearch.com/reports/AgriculturalRobots.html" target="_blank"&gt;relatório&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://www.wintergreenresearch.com/" target="_blank"&gt;WinterGreen Research&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
Plantar a ideia dos robôs nos campos agrícolas está-se a tornar uma realidade as inovações destinadas a reduzir os custos de mão-de-obra, economizar energia, aumentar a produção e talvez até mesmo combater a escassez global de alimentos estão a surgir.&lt;br /&gt;
A &lt;a href="http://www.agritech-east.co.uk/" target="_blank"&gt;Agritech East&lt;/a&gt;, uma organização com sede no Reino Unido que traz agricultores e produtores junto com desenvolvedores de tecnologia e cientistas diz que a robótica agora está determinando o que será plantada. Poderia significar considerar produzir as colheitas assim que são servidas melhor à colheita robótica.&lt;br /&gt;
Em culturas protegidas as culturas cultivadas em estufas, a robótica está a começar a fazer uma grande diferença tanto que os criadores estão agora a começar a olhar para as características que significam da fruta ou vegetal é mais passível da colheita robótica. Isso mostra um verdadeiro compromisso de longo prazo com esse tipo de tecnologia, que não vai desaparecer.&lt;br /&gt;
A agricultura robótica tornou-se uma realidade por causa da justaposição da aprendizagem mecânica e da robótica suave com a capacidade de gestão de grandes conjuntos de dados.&lt;br /&gt;
Reunir todas essas disciplinas altamente complexas e sofisticadas significa que os robôs podem agora ver e aprender o que um produto pronto para a colheita parece no campo e pode colhê-lo seletivamente.&lt;br /&gt;
Escolha da colheita em Espanha e na Califórnia, as colhedoras de morangos da &lt;a href="http://www.agrobot.com/" target="_blank"&gt;Agrobot&lt;/a&gt; estão fazendo exatamente isso.&lt;br /&gt;
Continuação – &lt;a href="https://rishivadher.blogspot.pt/2017/02/a-tecnologia-das-fabricas-floresce-nas_28.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;https://rishivadher.blogspot.pt/2017/02/a-tecnologia-das-fabricas-floresce-nas_28.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqvWTB9ud7bRNCgZ1orwAOsGuSxA3yVAGtakRNXwTXsnCIdMQjy3HXfiwMttDhfzr9gLvIN-b9v_1_0_iBHbOuIAN9IHLG-GKoDAT6-DJUMjv7KVZ33fRvoIIDhRIN_pxit17j/s72-w1008-h672-c-no/" width="72"/><author>noreply@blogger.com (R.V.)</author></item></channel></rss>