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	<title>Roberta de Felippe</title>
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	<description>Entre contos e crônicas, textos repletos de poesia ainda que se percam na prosa.</description>
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		<title>Solidão</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 05:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Roberta de Felippe]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Toda mulher quer ser amada. Toda mulher sabe que, por mais bem-sucedida que seja em outros fatores da vida, não estará totalmente realizada enquanto não for amada. Você acorda antes mesmo que o sol, preenche seu dia com milhares de afazeres e mesmo assim se deita à noite com aquela impressão de que algo faltou. Às vezes faz isso acompanhada mas, no meio da madrugada, olha para o lado e se pergunta até que ponto aquela situação está lhe fazendo bem. Então, quando percebe que o que deseja de verdade é o sentimento e não apenas a sensação, tenta disfarçar [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Toda mulher quer ser amada. Toda mulher sabe que, por mais bem-sucedida que seja em outros fatores da vida, não estará totalmente realizada enquanto não for amada. Você acorda antes mesmo que o sol, preenche seu dia com milhares de afazeres e mesmo assim se deita à noite com aquela impressão de que algo faltou. Às vezes faz isso acompanhada mas, no meio da madrugada, olha para o lado e se pergunta até que ponto aquela situação está lhe fazendo bem.</p>
<p><img src="http://i2.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0005.jpg?resize=745%2C500" alt="Solidão" class="aligncenter size-full wp-image-64" srcset="http://i2.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0005.jpg?w=745 745w, http://i2.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0005.jpg?resize=300%2C201 300w, http://i2.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0005.jpg?resize=150%2C101 150w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Então, quando percebe que o que deseja de verdade é o sentimento e não apenas a sensação, tenta disfarçar e esconder o rosto para que a lágrima rolando não seja notada. E não adianta negar, mentir para si mesma, porque nada substitui o amor. Pelo contrário, quanto mais ele faz falta mais você tem certeza de que trocaria qualquer coisa (ou tudo) por ele. Cuidado com a solidão, pior é sentir-se sozinha mesmo quando não se está.</p>
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		<title>Quem sabe ainda sou uma garotinha</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 20:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Roberta de Felippe]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>É tão mais fácil ser uma garotinha&#8230; Eu penso nisso sempre, me preocupo em lembrar-me disso sempre, mesmo não encarando a maturidade como algo que machuca. Eu consigo fugir de mim quando vou de encontro àquela que eu fui e, pasmem, também consigo voltar segura e consciente quando bem quero. Ou preciso. Ser uma garotinha não me impede de ser mulher, apenas faz de mim a combinação de tudo o que necessito para realmente ser. Sim, eu sou agora porque já fui. Mas há momentos na vida em que a gente não pode ser uma garotinha, momentos esses em que [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É tão mais fácil ser uma garotinha&#8230; Eu penso nisso sempre, me preocupo em lembrar-me disso sempre, mesmo não encarando a maturidade como algo que machuca. Eu consigo fugir de mim quando vou de encontro àquela que eu fui e, pasmem, também consigo voltar segura e consciente quando bem quero. Ou preciso. Ser uma garotinha não me impede de ser mulher, apenas faz de mim a combinação de tudo o que necessito para realmente ser. Sim, eu sou agora porque já fui.</p>
<p><img src="http://i1.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0004.jpg?resize=745%2C500" alt="Quem sabe ainda sou uma garotinha" class="aligncenter size-full wp-image-59" srcset="http://i1.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0004.jpg?w=745 745w, http://i1.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0004.jpg?resize=300%2C201 300w, http://i1.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0004.jpg?resize=150%2C101 150w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Mas há momentos na vida em que a gente não pode ser uma garotinha, momentos esses em que é preciso agir como mulher e confesso ser isso o que me incomoda: a obrigação. Quero poder escolher quando ser adulta ou não, é um direito que eu gostaria de possuir e que me fosse dado sem questionamentos, assim como toda criança deveria ter direito a saúde e educação. Não é assim que funciona, eu sei.</p>
<p>Então eu fico aqui revoltada com as regras impostas por quem eu desconheço, emburrada, irritadiça, faço bico. Posso até mesmo ser chamada de infantil no momento exato em que esperam de mim uma reação oposta. E, se eu quero ser apenas uma garotinha, isso não significa que não desejo que esperem o que quer que seja de mim?! Ah, mas é claro, de nada importa a minha vontade agora, porque é hora de ser mulher.</p>
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		<title>Sobre cavalos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2016 00:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Roberta de Felippe]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Que o ser humano deveria ser mais humano todos sabemos, mas não é sobre a humanidade que quero falar agora. Quero falar sobre cavalos. Volte alguns séculos no tempo, como tenho feito ultimamente ao prestar mais atenção à minha coleção de livros e filmes épicos, e repare que muitas vezes no dia a dia nós nos assemelhamos aos cavalos. Enquanto reis se esforçavam para manter o poder sobre seus reinos e cavaleiros travavam batalhas mortais para defender os interesses dos próprios reis, qual era o papel dos cavalos em relação às guerras? Eram criados e adestrados com apenas um intuito: [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Que o ser humano deveria ser mais humano todos sabemos, mas não é sobre a humanidade que quero falar agora. Quero falar sobre cavalos. Volte alguns séculos no tempo, como tenho feito ultimamente ao prestar mais atenção à minha coleção de livros e filmes épicos, e repare que muitas vezes no dia a dia nós nos assemelhamos aos cavalos.</p>
<p><img src="http://i2.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0003.jpg?resize=745%2C500" alt="Sobre cavalos" class="aligncenter size-full wp-image-53" srcset="http://i2.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0003.jpg?w=745 745w, http://i2.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0003.jpg?resize=300%2C201 300w, http://i2.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0003.jpg?resize=150%2C101 150w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Enquanto reis se esforçavam para manter o poder sobre seus reinos e cavaleiros travavam batalhas mortais para defender os interesses dos próprios reis, qual era o papel dos cavalos em relação às guerras? Eram criados e adestrados com apenas um intuito: servir. Se um cavalo era ferido em batalha era também, e consequentemente, sacrificado. Não para evitar seu sofrimento mas sim porque já não tinha mais serventia. Ninguém sentia dó ao matar um cavalo, até porque atingindo o animal tornava-se mais fácil fazer o mesmo com o inimigo.</p>
<p>Percebem? Nós somos cavalos. Vivemos uma guerra diária onde a disputa de poderes nos divide em dois grupos: os úteis e os inúteis. Você pode ter certeza absoluta de que é importante e, no momento seguinte, descobre que já não passa de algo sem serventia que será sacrificado para que não atrapalhe. E o mais triste é que estamos em pleno século XXI, nos  chamados tempos modernos, mas ainda somos cavalos.</p>
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		<title>Senhora do Tempo</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2016 09:04:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Se eu fosse Senhora do Tempo as horas não passariam tão devagar como estão passando agora, nem passariam tão depressa como aconteceu antes. Elas teriam sua certa duração, de acordo com a minha vontade. Poderiam até mesmo parar no instante em que eu desejasse, sob a influência de um estalar de dedos, dos meus dedos, esses mesmos que escrevem agora para eternizar aquilo que, de outra forma, ficaria apenas na lembrança. Se eu fosse Senhora do Tempo o passado não seria fixo, não seria imutável e talvez sequer fosse passado. Eu poderia conjugar os verbos no tempo que eu bem [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu fosse Senhora do Tempo as horas não passariam tão devagar como estão passando agora, nem passariam tão depressa como aconteceu antes. Elas teriam sua certa duração, de acordo com a minha vontade. Poderiam até mesmo parar no instante em que eu desejasse, sob a influência de um estalar de dedos, dos meus dedos, esses mesmos que escrevem agora para eternizar aquilo que, de outra forma, ficaria apenas na lembrança. Se eu fosse Senhora do Tempo o passado não seria fixo, não seria imutável e talvez sequer fosse passado. Eu poderia conjugar os verbos no tempo que eu bem quisesse (afinal, eu seria sua Senhora) e não precisaria esperar por um futuro que quero viver agora. Não, eu não precisaria nem mesmo esperar. Se eu fosse Senhora do Tempo aquele momento se repetiria por muitas, muitas e muitas outras vezes. Eu o prolongaria, brincaria com ele como uma criança, sem pressa, sem compromisso.</p>
<p><img src="http://i0.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0002.jpg?resize=745%2C500" alt="Senhora do Tempo" class="aligncenter size-full wp-image-43" srcset="http://i0.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0002.jpg?w=745 745w, http://i0.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0002.jpg?resize=300%2C201 300w, http://i0.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0002.jpg?resize=150%2C101 150w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Depois de reviver as sensações, cada uma delas por quantas vezes eu sentisse vontade, eu colocaria o tempo em suas mãos. Seus dedos estariam sobre o relógio e você poderia brincar de ser Deus. Então, o que você faria? Teria coragem o suficiente para apressar as coisas, pular etapas, dar um salto maior do que é capaz agora? Ou moveria os ponteiros ao contrário para assim poder fazer tudo de forma diferente? Enfim… Se eu fosse Senhora do Tempo, não estaria fazendo tais perguntas. Eu teria todas as respostas sem precisar perguntar.</p>
<p>Mas o tempo é real e é cruel, ele finge não passar nunca ou passa rápido demais e esses movimentos nunca estão de acordo com a nossa vontade. Nem com a minha, nem com a sua. Então, enquanto fico aqui pensando no Tempo como se sua Senhora eu fosse, ele insiste em provar que me bastaria ser Senhora de Mim.</p>
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		<title>Livre para ser</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2016 03:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Roberta de Felippe]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sabe, a vida não é tão difícil assim. Você pode sair pela manhã vestindo sua calça listrada e calçando seu chinelo de dedo sem receio, depois voltar à noite com a blusa de linho amarrotada e com os cabelos despenteados sem medo da imagem que encontrará ao se observar no espelho. A vida é simples, todos irão reparar mas provavelmente ninguém irá se importar. É isso mesmo, você pode ser quem é ainda que não saiba ao certo. Não, não me fale de cultura ou de intelectuais que passam seus dias iguais lendo Nietzsche e filosofando sozinhos sobre a importância [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe, a vida não é tão difícil assim. Você pode sair pela manhã vestindo sua calça listrada e calçando seu chinelo de dedo sem receio, depois voltar à noite com a blusa de linho amarrotada e com os cabelos despenteados sem medo da imagem que encontrará ao se observar no espelho. A vida é simples, todos irão reparar mas provavelmente ninguém irá se importar. É isso mesmo, você pode ser quem é ainda que não saiba ao certo.</p>
<p>Não, não me fale de cultura ou de intelectuais que passam seus dias iguais lendo Nietzsche e filosofando sozinhos sobre a importância de Deus em suas existências medíocres. Eles são contraditórios e não podem crêr em Deus e em Nietzsche ao mesmo tempo e, se pudessem, talvez seus dias não fossem tão monótonos assim. Preocupe-se apenas com o seu saber. Não importa a quantidade de coisas que se sabe mas sim o quanto elas nos são úteis.</p>
<div id="attachment_33" style="width: 755px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://i1.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0001.jpg?resize=745%2C500" alt="Livre também para escrever" class="size-full wp-image-33" srcset="http://i1.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0001.jpg?w=745 745w, http://i1.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0001.jpg?resize=300%2C201 300w, http://i1.wp.com/robertadefelippe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/post0001.jpg?resize=150%2C101 150w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" data-recalc-dims="1" /><p class="wp-caption-text">Livre também para escrever</p></div>
<p>Se expresse, você não precisa traduzir, apenas se fazer entender. Manter seus sentimentos escondidos dentro de si mesmo é desperdício, não faça isso com você. Nem com o resto do mundo, que ainda não aprendeu a enxergar o que quase sempre está bem diante de seus olhos. Há conforto em tudo o que você compartilha, até na tristeza. É a magia da matemática que faz, neste caso, a divisão resultar em subtração.</p>
<p>Vá além, não se contente com o lugar-comum. Haverá muita descoberta pelo caminho se você não se concentrar apenas em seu caminhar. E quando chegar ao seu destino faça logo sua escolha antes que se esgotem as opções. Então, quando até as coisas mínimas ganharem importância, você poderá sair pela manhã vestindo sua calça listrada e calçando seu chinelo de dedo sem receio.</p>
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