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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="0.91"><channel><title>Conselho Federal de Contabilidade</title><link>http://www.cfc.org.br/</link><description>Últimas notícias do CFC</description><language>pt-br</language><image> <title>Conselho Federal de Contabilidade</title>  <url>http://www.cfc.org.br/sisweb/rss/cfc.jpg</url> <link>http://www.cfc.org.br</link>  <width>144</width>  <height>60</height>  </image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/xml" href="http://feeds.feedburner.com/rsscfc" /><feedburner:info uri="rsscfc" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Instrução Normativa RFB nº 1.248</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/esf16237pYc/conteudo.aspx</link><description>Instrução Normativa RFB nº 1.248, de 17 de fevereiro de 2012 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOU de 22.2.2012 
&lt;table border="0" width="100%" sizset="21" sizcache="29"&gt;&lt;tbody sizset="21" sizcache="29"&gt;&lt;tr sizset="21" sizcache="29"&gt;&lt;td width="36%"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="63%" align="right"&gt;Aprova, para o ano-calendário de 2012, o programa multiplataforma da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;SECRETÁRIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, SUBSTITUTA&lt;/b&gt;, no uso das atribuições que lhe conferem a Portaria MF nº 233, de 14 de abril de 2011, e os incisos III e XVI do art. 273 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 587, de 21 de dezembro de 2010, e tendo em vista o disposto na Instrução Normativa RFB nº 1.246, de 3 de fevereiro de 2012, resolve: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º&lt;/b&gt; Aprovar o programa multiplataforma para preenchimento da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, da Declaração de Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, referentes ao exercício de 2012, ano-calendário de 2011 (IRPF2012), para uso em computador que possua máquina virtual Java (JVM), versão 1.6 ou superior, instalada. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º&lt;/b&gt; O IRPF2012 é composto por: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - 3 (três) versões com instaladores específicos, compatíveis com os sistemas operacionais Windows, Linux e MacOS X; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - 2 (duas) versões de uso geral para todos os sistemas operacionais instalados em computadores que atendam à condição prevista no art. 1º, sendo um instalador e um pacote contendo os arquivos do programa; e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - 2 (dois) pacotes de instalação específicos para distribuições do sistema operacional Linux compatíveis com Debian e RedHat. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Art. 3º&lt;/strong&gt; A partir de 24 de fevereiro de 2012, o programa IRPF2012, de reprodução livre, estará disponível no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, no endereço &amp;lt; http:// www. receita. fazenda. gov. br&amp;gt;. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º&lt;/b&gt; As declarações geradas pelo programa IRPF2012 devem ser apresentadas no período de 1º de março a 30 de abril de 2012: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - pela Internet, mediante utilização do programa de transmissão Receitanet Java, disponível no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, no endereço referido no art.3º; ou &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - em disquete, nas agências do Banco do Brasil S.A. ou da Caixa Econômica Federal localizadas no País, durante o seu horário de expediente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Art. 5º&lt;/strong&gt; Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;ZAYDA &lt;/b&gt;&lt;b&gt;BASTOS MANATTA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6238</feedburner:origLink></item><item><title>Receita antecipa liberação do programa do Imposto de Renda para sexta-feira de manhã</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/EYpE7q7ZxYI/conteudo.aspx</link><description>&lt;div class="content" align="justify"&gt;
				&lt;strong&gt;Daniel Lima&lt;/strong&gt;
				&lt;em&gt;
						&lt;br /&gt;
						&lt;strong&gt;Repórter da Agência Brasil&lt;/strong&gt;
				&lt;/em&gt;
				&lt;strong&gt;
						&lt;br /&gt;
						&lt;br /&gt;Brasília -&lt;/strong&gt; A Receita Federal irá liberar o programa de computador para o preenchimento da declaração do Imposto de Renda às 8h da próxima sexta-feira (24), na página da Receita Federal na &lt;em&gt;internet&lt;/em&gt;, e não mais às 18h, como tinha anunciado antes. O novo horário foi confirmado pelo supervisor do Programa do Imposto de Renda, Joaquim Adir. &lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ter direito à restituição nos primeiros lotes, os declarantes devem preencher e enviar o formulário eletrônico logo no início do prazo. As pessoas com idade acima de 65 anos têm prioridade. A regra não vale se forem constatadas inconsistências ou pendências na declaração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se der certo este ano, a Receita Federal pretende liberar o programa gerador da declaração antes do prazo nos próximos anos para facilitar o preenchimento pelo contribuinte. Segundo Joaquim Adir, com a antecipação, o contribuinte poderá fazer a declaração com tranquilidade e se familiarizar com o aplicativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas físicas que preencherem a declaração logo no início, terão, no entanto, que esperar até março para enviar o documento. O prazo para entrega do documento será de 1º de março a 30 de abril pela &lt;em&gt;internet &lt;/em&gt;ou em disquetes nas agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil. A Receita informou ainda que o prazo para as empresas entregarem a declaração com a relação de rendimentos pagos aos trabalhadores (o total do recolhimento em impostos e os descontos) termina no dia 29 de fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Receita espera receber este ano mais de 25 milhões de declarações. Segundo Joaquim Adir, além da recomposição salarial, houve o ingresso de trabalhadores no mercado de trabalho. Em 2011, foram enviados 24,37 milhões de documentos. As regras para a Declaração do Imposto de Renda 2012 foram publicadas no início de fevereiro no &lt;em&gt;Diário Oficial da União&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A declaração pode ser preenchida de forma rápida e simples desde que se tenha todas as informações necessárias, mas o contribuinte deve ter cuidado, porque a omissão de informações e a inconsistência nos dados podem levar a declaração à malha fina. Outro prejuízo para o contribuinte é que o cálculo da restituição pode não ser feito corretamente. &lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Edição: Nádia Franco&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6237</feedburner:origLink></item><item><title>Simples será avaliado pelo Supremo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/1_WPGhKR5IQ/conteudo.aspx</link><description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;
				&lt;tbody&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;div class="node-author"&gt;Por &lt;b&gt;Laura Ignacio | De São Paulo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
										&lt;div class="n-content last" align="justify"&gt;
												&lt;br /&gt;O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará se as empresas optantes do Simples são obrigadas a pagar de forma antecipada o ICMS, quando o Estado onde estão instalas possuem lei nesse sentido. O recurso que será analisado pela Corte foi proposto por uma empresa de Rondônia que contesta norma do Estado. O Decreto nº 13.188, de 2007, estabelece o recolhimento do ICMS antecipado, quando a mercadoria que entra em Rondônia é de outro Estado. A empresa alega que a norma gera bitributação, pois já recolhe o imposto unificado do Simples, que inclui o ICMS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recurso interposto é de uma companhia do ramo de importação e exportação contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJ-RO). A empresa argumenta que o Estado usurpa a competência da União ao dispor sobre a tributação favorecida às micro e pequenas empresas, ao contrariar o tratamento estabelecido pela Lei Complementar nº 123, de 2006. Alega também violação da regra constitucional da não cumulatividade porque as empresas optantes do Simples não podem aproveitar créditos do imposto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo fato de a vedação ter sido imposta por meio de um decreto, o advogado Bruno Zanim, do escritório Mesquita Pereira, Marcelino Almeida e Esteves Advogados, argumenta que a empresa deverá ser vitoriosa. "A empresa do Simples deve se beneficiar do incentivo fiscal", diz. O tributarista afirma também que o decreto viola o princípio constitucional da não cumulatividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão começou com um mandado de segurança proposto pela empresa contra o Estado de Rondônia. Segundo o advogado Diego Aubin Miguita, do escritório Vaz, Barreto, Shingaki &amp;amp; Oioli Advogados, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já se posicionou sobre a questão. Em um outro julgamento, a Corte entendeu que um decreto semelhante não feriu o princípio da não cumulatividade. O advogado acredita que o entendimento do Supremo deverá ser no mesmo sentido do STJ. "A própria Lei Complementar nº 123 deixa claro que optantes do Simples devem recolher o diferencial de alíquotas, que corresponde à antecipação do imposto", afirma o advogado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator da matéria é o ministro Joaquim Barbosa. Ao declarar a repercussão geral do julgamento, o ministro expôs algumas ponderações, sem se posicionar. "A tensão entre os entes federados transcende interesses meramente localizados de contribuintes e das Fazendas interessadas", ressaltou.&lt;/div&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt; &lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
				&lt;/tbody&gt;
		&lt;/table&gt;
		&lt;br /&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6236</feedburner:origLink></item><item><title>Comunicado - Recesso de Carnaval</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/w1iPxw-I80A/conteudo.aspx</link><description>&lt;p align="justify"&gt;O Conselho Federal de Contabilidade comunica que a sua sede, localizada no Setor de Autarquias Sul (SAS) quadra 5, lote 3, bloco "J", Edifício CFC, em Brasília (DF), estará fechada para atendimento ao público no dias 20, 21 e 22 de fevereiro, em função do feriado de Carnaval. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atendimento do CFC volta ao normal no dia 23 de fevereiro (quinta-feira), às 8 horas.&lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6235</feedburner:origLink></item><item><title>Simples Nacional e MEI: Alterações para 2012</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/CdwpCyeKuZI/conteudo.aspx</link><description>&lt;p align="justify"&gt;O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) aprovou a Resolução nº 94 que consolida todas as resoluções do Simples Nacional voltadas para os contribuintes.  A Resolução contempla, também, a regulamentação das alterações trazidas pela Lei Complementar nº 139, de 10/11/2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida consolida 15 resoluções, as quais ficaram revogadas a partir dessa data (inclusive a que trata do parcelamento -  Resolução CGSN nº 92). A consolidação normativa visou também à padronização de expressões, reorganização dos assuntos e fundamentação dos dispositivos, de forma a facilitar o trabalho dos operadores do Simples Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira &lt;a title="http://www.fenacon.org.br/outras_publicacoes/alteracoes_simples_nacional_2012.pdf" href="http://www.fenacon.org.br/outras_publicacoes/alteracoes_simples_nacional_2012.pdf" target="_blank"&gt;aqu&lt;/a&gt;i as principais alterações trazidas pela Resolução.&lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6234</feedburner:origLink></item><item><title>Noventa S.As. têm de mudar estatuto social até abril</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/LEQp-gfRS-I/conteudo.aspx</link><description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;
				&lt;tbody&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;br /&gt;
										&lt;div class="node-author"&gt;Por &lt;b&gt;Fernando Torres | De São Paulo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
										&lt;div class="hdr-right"&gt;
										&lt;/div&gt;
										&lt;div class="ml-image mdl mblue mdl-img right ml-image-preset-media_library_small_horizontal  media-library-image" align="justify"&gt;
												&lt;br /&gt;Metade das empresas listadas no Novo Mercado e nos Níveis 1 e 2 de governança corporativa da BM&amp;amp;FBovespa ainda não adaptou o estatuto social às mudanças decorrentes da reforma do regulamento desses segmentos, aprovada em setembro de 2010 e vigente desde maio de 2011.&lt;/div&gt;
										&lt;div class="n-content last" align="justify"&gt;
												&lt;br /&gt;Na reforma, cujo processo de discussão demorou dois anos para ser concluído, as companhias passaram, entre outras coisas, a ter de colocar na lista de atribuições do conselho de administração a obrigação de se manifestar em caso de recebimento de oferta de aquisição de ações da empresa. O novo regulamento também exige uma cláusula que trate dos casos de saída do segmento de listagem para a hipótese de a empresa não ter controlador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar, porém, que a principal alteração aprovada na reforma, referente ao fim obrigatório da acumulação dos cargos de presidente do conselho administração e de diretor-presidente, tem prazo final para adaptação em 2014. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excluindo esse último ponto, o prazo para que novos estatutos sejam aprovados pelos acionistas em assembleia vence em 30 de abril para todas as empresas que têm como exercício social o ano-calendário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BM&amp;amp;FBovespa enviou ofício na tarde de ontem para as companhias, alertando sobre a proximidade do prazo final. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das 125 companhias com ações no Novo Mercado, 67 já fizeram as alterações necessárias no estatuto. Entre as 55 empresas com papéis listados no Nível 1 e Nível 2, 24 realizaram as alterações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, do total de 180 companhias nos níveis diferenciados de governança, 91 já estão adaptadas e outras 89 ainda precisam aprovar as mudanças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ofício, a BM&amp;amp;FBovespa lembrou às companhias que tem prestado um serviço de análise prévia da minuta dos estatutos, para garantir que eles estejam aderentes aos devidos regulamentos antes de serem levados para votação dos acionistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que tenha condições de fazer a revisão da documentação a tempo, a BM&amp;amp;FBovespa disse que fará análise prévia das minutas que receber até 13 de março. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora costume realizar essas revisões em cerca de 5 dias, a bolsa se reserva um limite de até 30 dias para fazer a análise - principalmente considerando o acúmulo de trabalho que deve ocorrer nessa reta final até abril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a devolução de todos os pedidos até no máximo o dia 13 de abril, ainda haverá tempo hábil para que as companhias façam a convocação da assembleia com a antecedência de 15 dias prevista em lei e consigam a aprovação das mudanças no estatuto social até o dia 30 de abril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo como base a experiência das 91 empresas que já fizeram as adaptações, a gerente de regulação e orientação a emissores da BM&amp;amp;Bovespa, Patrícia Pellini, destaca que o ponto que mais gera exigência de modificações da bolsa é o que trata dos casos de saída do segmento de listagem quando a empresa não tem acionista controlador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa é uma cláusula mínima, que deve estar no estatuto independentemente da estrutura acionária ou jurídica da empresa, se é privada ou estatal", afirma a executiva da bolsa. Muitas companhias argumentaram que não faria sentido ter essas regras no estatuto pelo fato de existir controlador. Ocorre que o regulamento não faz essa distinção, até porque a mudança de estrutura de controle pode ocorrer sem que o estatuto seja alterado previamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas dessas companhias - inclusive estatais - mostraram receio de que a inserção da cláusula pudesse ser mal-entendida. De qualquer forma, o regulamento foi aprovado dessa forma pelas próprias empresas listadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrícia destaca ainda três pontos que as empresas precisam lembrar na hora de preparar a minuta do novo estatuto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um é colocar, na lista de atribuições do conselho de administração, a obrigação de se manifestar em caso de recebimento de oferta de aquisição de controle. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma segunda questão tem a ver com o uso de definições de termos. "Muitas empresas colocaram definições nos estatutos, e algumas delas foram alteradas", lembrou a gerente da BM&amp;amp;Bovespa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, ela ressalta que é preciso ter atenção com os dispositivos ligados ao uso da Câmara de Arbitragem do Mercado. A regra básica não mudou, mas algumas empresas possuem cláusulas adicionais nos estatutos ligadas a isso, que podem contrariar o que está no regulamento dos segmentos de governança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de descumprimento de prazos, a primeira ação da BM&amp;amp;FBovespa será enviar uma notificação à empresa, dando um prazo para defesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a irregularidade persistir, a bolsa pode aplicar uma multa pecuniária de até R$ 100 mil, que deve ser paga pelo acionista controlador ou, na ausência dele, pelos conselheiros de administração e diretores estatutários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista de sanções previstas continua com possibilidade de negociação dos papéis de forma separada, suspensão dos negócios e até obrigação de realização de uma oferta pública para deslistagem do segmento, pelo valor econômico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Alberto Rebello Sobrinho, diretor da área de regulação de emissores da bolsa, recomenda que as empresas usem o serviço de análise prévia oferecido pela bolsa até 13 de março. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele argumenta que quando a empresa opta por apresentar a minuta do novo estatuto diretamente junto com a convocação da assembleia, a área de regulação da BM&amp;amp;Bovespa até se esforça para fazer a revisão rapidamente, mas quem sofre é o acionista. "Ele acaba ficando sem tempo hábil para analisar a documentação correta para votar", diz o executivo.&lt;/div&gt;
										&lt;br /&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt; &lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;strong&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/strong&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
				&lt;/tbody&gt;
		&lt;/table&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6233</feedburner:origLink></item><item><title>Dificuldade com certidões trava negócios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/0I14xVihnhs/conteudo.aspx</link><description>&lt;u&gt;Brasil burocrático&lt;/u&gt;
		&lt;br /&gt;
		&lt;!--/KICKER--&gt;
		&lt;!--TITULO--&gt;
		&lt;br /&gt;
		&lt;em&gt;Deficiência em registros leva a pendência indevida e prejudica participação em licitações e vendas para o governo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum empresa só conseguir regularização na Justiça, mesmo que quite seus débitos, dizem advogados &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;
		&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;
				&lt;tbody&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;p align="justify"&gt;
												&lt;br /&gt;
												&lt;strong&gt;CAROLINA MATOS&lt;/strong&gt;
												&lt;br /&gt;
												&lt;!--/CREDIT--&gt;
												&lt;!--ORIGIN--&gt;
												&lt;strong&gt;DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--CREDIT--&gt;MAELI PRADO&lt;br /&gt;&lt;!--/CREDIT--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;DE BRASÍLIA&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A ineficiência do sistema de registro e cruzamento de dados dos órgãos públicos dificulta a vida dos empresários que pretendem participar de licitações para vender bens ou serviços ao governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, para entrar em concorrências desse tipo, as companhias precisam apresentar diversas certidões de regularidade - conhecidas como certidões negativas - em âmbito tributário, previdenciário e trabalhista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frequentemente, de acordo com advogados ouvidos pela Folha, a demora para atualização do banco de dados, principalmente da Receita Federal, pode gerar pendências antigas, já quitadas, mas que não foram retiradas dos arquivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É muito comum que o empresário obtenha uma certidão negativa na esfera tributária e, na semana seguinte, ao retirar novo documento, encontre uma pendência com data anterior à da primeira certidão, que estava limpa", diz Julio Augusto Oliveira, sócio do setor tributário do Siqueira Castro Advogados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema ocorre pela demora da atualização do banco de dados, tanto para a retirada de pendências já quitadas como para que débitos verificados em fiscalizações nas empresas sejam incluídos no sistema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por isso, no Brasil, as certidões negativas não garantem nada, diferentemente do que ocorre nos países desenvolvidos", diz Oliveira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com o advogado, para não perder os prazos de uma licitação, por exemplo, é comum que as companhias entrem na Justiça para conseguir, nos órgãos públicos, a retirada de uma pendência indevida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Considerando todos os trâmites judiciais, a atualização do banco de dados não é feita em menos de quatro meses; sem acionar a Justiça, nem há prazo previsto", afirma Oliveira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem citar nomes, o advogado diz ter atendido uma empresa de auditoria contábil de médio porte que perdeu a chance de participar da concorrência por um contrato no Rio, no valor de R$ 15 milhões, porque não conseguiu obter em tempo hábil a atualização de uma pendência indevida sobre depósito do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTRANGEIROS &lt;br /&gt;"Para os empresários estrangeiros, é ainda mais difícil entender essa instabilidade que existe aqui. Já cheguei a levar cliente para a sala do juiz para ele ver como funciona," afirma Oliveira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Camargo, professor e coordenador da pós-graduação em direito do Insper, destaca que a exigência de certidões negativas inverte o ônus da prova. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa situação faz parte do custo Brasil. Aqui, o empresário precisa provar que não deve", afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martim Machado, sócio do escritório Campos Mello Advogados, diz que todos os controles existentes no país foram criados para evitar fraudes, mas pondera que os bons empresários acabam "pagando a conta". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É um verdadeiro calvário, que consome tempo de dinheiro. Controles podem e devem existir, mas precisam ser eficientes. A burocracia também gera corrupção." &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Lei muda, e grupo quase perde benefício &lt;br /&gt;&lt;!--/TITULO--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois de 40 anos de funcionamento da papelaria da família em Belo Horizonte (MG), Marco Antônio Gaspar, 42, que hoje comanda o negócio, não imaginava o "perrengue" que enfrentaria para conseguir se beneficiar de uma mudança das normas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, um complemento à lei da micro e pequena empresa, que envolve o Simples Nacional (sistema diferenciado de tributação), possibilitou que as companhias participantes pudessem formar sociedades de propósito específico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vantagem: ganhar escala para, por exemplo, negociar preços com fornecedores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação na qual Gaspar entrou reúne 27 empresas e mais de 50 sócios. Teoricamente, bastava fazer o cadastro via internet na Junta Comercial mineira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eles fazem propaganda de que é um cadastro sincronizado on-line, que agiliza o processo", diz Gaspar. "Sabe o que aconteceu? O formulário foi devolvido 12 vezes." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tantas devoluções, problema detectado: alguns números de CEP da cidade haviam sido alterados sem que os empresários soubessem -as correspondências continuavam chegando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não vinha, no formulário, nenhum aviso sobre qual era o problema; tínhamos que preencher de novo as fichas dos mais de 50 sócios." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALVÁRIO &lt;br /&gt;Quatro meses após o início do processo, finalmente os formulários foram aceitos. Mas não foi o fim do calvário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Gaspar, a Junta Comercial de Minas negou a solicitação do grupo argumentando que a lei proibia pequenas empresas do Simples de formar sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nem os órgãos responsáveis entendem as mudanças da lei. Levou um mês para que eles, finalmente, aceitassem o pedido", diz Gaspar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Além de cuidar de tudo no negócio, o pequeno empresário precisa encontrar tempo para estudar legislação, senão sai perdendo." &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;Outro lado &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;!--/KICKER--&gt;&lt;!--TITULO--&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sistema ficará mais 'robusto', afirma governo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/TITULO--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Procurada pela Folha, a Receita Federal disse, por e-mail, que haverá melhora do sistema "com a implantação efetiva do Redesim [Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios]". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Receita Federal afirmou que "o sistema vai ficar mais robusto e vai ocorrer cruzamento de dados com os demais órgãos". Com isso, as "inconsistências que provocam erros devem praticamente desaparecer". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angela Pace, presidente da Junta Comercial de Minas Gerais, disse, por telefone, que a instituição "desenvolve e aprimora", desde 2005, um sistema próprio, on-line, de registro de empresas e de atualização de funcionários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As mudanças nas regras acontecem muito rápido e, às vezes, pode levar um certo tempo para que os funcionários e o próprio sistema acompanhem." &lt;br /&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
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										&lt;strong&gt;Fonte: Folha de S.Paulo&lt;/strong&gt;
								&lt;/td&gt;
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		&lt;/table&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6232</feedburner:origLink></item><item><title>CVM divulga nota sobre pane no sistema de balanços</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/Fg76PUSUBtY/conteudo.aspx</link><description>&lt;p align="justify"&gt;Site afetou entrega de resultados de empresas como Gerdau e ValeApós 19h da pane em seu sistema de arquivamento de balanços, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou nota que pouco esclarece o problema. Segundo a autarquia, após as 19h40min de ontem, os Sistemas IPE e Empresas.Net, utilizados pelas companhias para o arquivamento de informações periódicas e eventuais, sofreram um problema técnico que foi solucionado pela BM&amp;amp;Bovespa às 10h20min de hoje. O site da autarquia ficou sem atualizações desde cerca das 20h de ontem até as 10h de hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A CVM acompanhou o problema e levará em conta essa circunstância específica nos casos que venham a ser analisados - informa a nota, sem dar detalhes sobre o que de fato aconteceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site da autarquia voltou a receber comunicados das companhias às 10h21min de hoje, após ficar cerca de 14 horas sem atualizações. Por conta do problema técnico, companhias como Vale, Gerdau, TIM Participações, Comgás e Equatorial Energia não conseguiram arquivar ontem à noite seus balanços do último trimestre de 2011 no endereço eletrônico da CVM. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Vale optou por divulgar seu balanço na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e, mais tarde, em seu site de Relações com Investidores. O documento só foi registrado na CVM às 11h23min de hoje. Já o balanço da Gerdau só foi arquivado às 10h38min desta quinta-feira. Os resultados de 2011 da Comgás foram publicados à imprensa, assim como os da Telefônica Brasil, que estava programado para esta manhã. Por conta da instabilidade no sistema da CVM, a Tim Participações passou sua teleconferência para apresentação dos resultados de 10h30min para às 11h de hoje.  &lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6231</feedburner:origLink></item><item><title>Corte no Orçamento atinge investimento e emendas de políticos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/vlL1BFOx7_k/conteudo.aspx</link><description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;
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										&lt;p align="justify"&gt;
												&lt;em&gt;Governo bloqueia projetos propostos pelo Congresso ao rever sua programação de despesas para este ano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medida reduz gastos em R$ 55 bilhões para abrir caminho para que o BC continue baixando a taxa básica de juros &lt;br /&gt;&lt;!--CREDIT--&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;SHEILA D?AMORIM&lt;br /&gt;&lt;!--/CREDIT--&gt;&lt;!--CREDIT--&gt;VALDO CRUZ,&lt;br /&gt;&lt;!--/CREDIT--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;DE BRASÍLIA&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o argumento de que é preciso abrir espaço para a continuidade da redução dos juros no país e garantir o crescimento da economia este ano, o governo anunciou ontem um corte de R$ 55 bilhões nas despesas públicas previstas para 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bloqueio afetou a totalidade das despesas propostas por parlamentares, no valor total de R$ 20 bilhões, e pelo menos R$ 5 bilhões em investimentos planejados pelo governo, que a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff havia garantido que seriam preservados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao conter a expansão dos gastos públicos, o objetivo da área econômica do governo é diminuir a pressão sobre a inflação e dar mais espaço para que o Banco Central derrube a taxa básica de juros da economia para o patamar de um dígito nos próximos meses. Hoje ela está em 10,5% ao ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para chegar aos R$ 55 bilhões, o governo incluiu na conta uma redução de R$ 20 bilhões na previsão de gastos com benefícios da Previdência Social e outras despesas obrigatórias. &lt;br /&gt;Com isso, o corte efetivo de despesas será de apenas R$ 35 bilhões, praticamente o mesmo montante anunciado no ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A programação orçamentária privilegia o aumento do investimento, que é a locomotiva do crescimento no Brasil", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao anunciar a medida. &lt;br /&gt;Os investimentos propostos por emendas parlamentares tradicionalmente são alvos de bloqueio no início do ano. Na prática, são projetos com os quais o Palácio do Planalto não tem compromisso e atendem aos interesses políticos dos parlamentares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senador Clesio Andrade (sem partido-MG), que deve se filiar ao PMDB no início de março, classificou de "inadmissível" o tamanho do bloqueio das emendas. "É um desapreço ao Legislativo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parlamentares governistas afirmam que a insatisfação com o bloqueio das emendas poderá criar problemas para o governo nas próximas votações de projetos de interesse do Palácio do Planalto, especialmente na Câmara dos Deputados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ministra do Planejamento, Míriam Belchior, enfatizou que o ajuste programado para o Orçamento deste ano levou em conta quatro pilares: crescimento de 4,5%, manutenção dos investimentos prioritários como as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), fortalecimento dos programas sociais e garantia de desenvolvimento das regiões mais pobres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números, porém, mostram que os ministérios da área social e também aqueles responsáveis por grandes obras não foram poupados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o economista Mansueto Almeida, especialista em contas públicas, o governo terá que recorrer a artifícios contábeis para cumprir a economia anunciada neste ano, como empurrar gastos para o ano seguinte ou exigir que as estatais paguem mais dividendos ao Tesouro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O que o governo podia segurar nas despesas da máquina ele já vem segurando, não tem como fazer milagre e cortar muito com o número de ministérios crescendo", afirmou Almeida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele duvida que a redução de R$ 7,7 bilhões prevista para as despesas da Previdência se confirmará e lembra que previsões semelhantes feitas pelo governo ao anunciar o corte do ano passado não se confirmaram.&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Colaboraram NATUZA NERY e LORENNA RODRIGUES, de Brasília&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aumento de receita é dúvida em ano de recuperação &lt;br /&gt;&lt;!--/TITULO--&gt;&lt;!--CREDIT--&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;MARIANA CARNEIRO,&lt;br /&gt;&lt;!--/CREDIT--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;DE SÃO PAULO&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do congelamento anunciado, economistas duvidam que o governo conseguirá apertar as despesas novamente neste ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011, diante de uma receita além do esperado, o governo elevou a meta de esforço fiscal em R$ 10 bilhões e a economia total chegou a R$ 128 bilhões - equivalente a 3,1% do PIB (Produto Interno Bruto). Neste ano, o governo almeja objetivo semelhante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este ano vai ter algum aperto, mas nem tanto [quanto 2011]", diz o economista-chefe do banco Itaú, Ilan Goldfajn. "O governo precisa investir, tem Copa, Olimpíada, infraestrutura. O governo quer cumprir a meta fiscal, mas enfrenta limitações." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estimativa do banco é que o esforço ficará em 2,5% do PIB. Além dos investimentos, Goldfajn lembra que as despesas serão maiores com o reajuste do salário mínimo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro desafio é o aumento da receita do governo num ano em que a economia se recupera lentamente. A expectativa da Fazenda é de um crescimento de 4,5%, mas as projeções do mercado são mais modestas (3,3%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o economista Felipe Salto, da consultoria Tendências, o governo pode elevar os dividendos pagos pelas estatais para engordar o caixa. Mas não contará com receita extra da concessão dos aeroportos, que somente virá nos próximos anos. Também há benefícios tributários anunciados que sugerem menos arrecadação do governo. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Análise / Ajuste fiscal&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/KICKER--&gt;&lt;!--TITULO--&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Governo terá dificuldade para cumprir meta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/TITULO--&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Risco pode levar Planalto a recorrer a manobras contábeis para bancar a promessa de economia de gastos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TAL COMO NO ANO PASSADO, AS RECEITAS FEDERAIS TERÃO DE BOMBAR PARA QUE O SETOR PÚBLICO FAÇA UMA ECONOMIA DE 3,1% DO PIB E GARANTA, AO MERCADO, QUE SUA DÍVIDA SERÁ DECLINANTE&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;!--CREDIT--&gt;&lt;br /&gt;VALDO CRUZ,&lt;br /&gt;&lt;!--/CREDIT--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;DE BRASÍLIA&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo Dilma terá de torcer, mais uma vez, para que os astros estejam do seu lado a fim de cumprir a meta de superavit primário neste ano sem sacrificar sua conta de investimentos. &lt;br /&gt;Tal como no ano passado, as receitas federais terão de bombar para que o setor público faça uma economia de 3,1% do PIB e garanta, ao mercado, que sua dívida pública será declinante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011, o governo só conseguiu atingir a prometida meta de superavit primário porque as receitas subiram de 18,7% do PIB para 19,8%, mesmo num ano de crescimento econômico bem mais acanhado que 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fosse esse fenômeno, o governo teria descumprido a meta ou reduzido ainda mais investimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o corte de R$ 50 bilhões anunciado no início do ano passado acabou caindo para algo na casa dos R$ 20 bilhões por conta de despesas públicas maiores do que as previstas originalmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos motivos foi o uso de manobra, repetida agora, de reduzir estimativas de despesas obrigatórias para fechar as contas do corte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são cortes efetivos, mas uma expectativa, quase uma torcida, de que despesas das quais o governo não pode fugir fechem abaixo do projetado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011, a ideia não funcionou. Economia de R$ 3 bilhões com pagamentos de seguro desemprego e abono salarial virou um gasto maior de R$ 5 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redução de pagamentos previdenciários em R$ 2 bilhões se transformou em aumento de R$ 3 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, ao divulgar o bloqueio de R$ 55 bilhões de seus gastos, o governo recalculou despesas obrigatórias para "economizar" R$ 20,5 bilhões em 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disso, R$ 7,7 bilhões viriam de benefícios da Previdência Social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem errou na conta no passado pode cometer, novamente, o mesmo equívoco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda mais num período em que o salário mínimo teve aumento real elevado, o que vai pesar negativamente nas contas da Previdência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem falar que, ao fazer suas contas, o governo estimou que a economia brasileira irá crescer 4,5% em 2012, quando até o Banco Central, mais realista, fala em 3,5%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescimento menor gera receita menor, tornando bem mais complicada a tarefa de fazer o superavit prometido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, é bom lembrar que, se os astros não forem favoráveis ao governo, ele sempre terá à mão outros artifícios e manobras contábeis para bancar sua promessa em 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dividendos de estatais, atraso no pagamento de despesas na reta final do ano e antecipação de receita de concessões podem, muito bem, engordar o caixa e deixar o mercado feliz, que não vislumbra crise fiscal no país no curto prazo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
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										&lt;strong&gt;Fonte: Folha de S.Paulo&lt;/strong&gt;
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		&lt;/table&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6230</feedburner:origLink></item><item><title>Projeto suspende exigência do ponto eletrônico</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/WDZV8MXlx68/conteudo.aspx</link><description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;
				&lt;tbody&gt;
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										&lt;br /&gt;
										&lt;div class="node-author"&gt;Por &lt;b&gt;Folhapress, de Brasília&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
										&lt;div class="n-content last" align="justify"&gt;
												&lt;br /&gt;A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou ontem um projeto de decreto legislativo que susta os efeitos de uma portaria do Ministério do Trabalho sobre o registro eletrônico de ponto e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto segue para análise da Comissão de Direitos Humanos antes de ser submetido ao plenário. Pela portaria nº 1.510, de 2009, todas as empresas que já usam equipamento eletrônico para o registro da jornada de trabalho dos empregados devem adotar o novo sistema, que tem como novidade a memória protegida e a impressão de comprovantes do horário da entrada e saída dos funcionários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério do Trabalho, no fim do ano passado, adiou a entrada em vigor de parte da portaria que permite ao empregado a possibilidade de imprimir o comprovante de entrada e de saída do trabalho. A medida começa a valer em abril para algumas empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a edição da portaria, em 2009, foram inúmeras divergências entre os setores sindicais e as confederações patronais. Para os sindicatos, a portaria vai evitar que os trabalhadores façam horas extras e não recebam por elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As entidades sindicais patronais argumentam que a adoção do ponto eletrônico impresso pode gerar altos custos, principalmente para as pequenas empresas, que teriam de comprar novos equipamentos ou adaptar os antigos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Trabalho afirma que a regra está sendo adotada para evitar fraudes na marcação das horas trabalhadas. O controle eletrônico já é previsto na CLT, mas faltava uma regra que impedisse alterações do registro da presença dos funcionários por recursos tecnológicos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
								&lt;/td&gt;
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								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt; &lt;/td&gt;
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								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;strong&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/strong&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
				&lt;/tbody&gt;
		&lt;/table&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6229</feedburner:origLink></item><item><title>Comunicado  sobre a DHP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/ApzM4UyzYvk/conteudo.aspx</link><description>&lt;p align="justify"&gt;
				&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Plenário do Conselho Federal de Contabilidade decidiu, em reunião realizada no dia 10 de fevereiro de 2012, suspender por 90 dias os efeitos da aplicação da Resolução CFC nº 1.363/11, que dispõe sobre a utilização da Declaração de Habilitação Profissional (DHP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização da DHP na emissão da Declaração Comprobatória de percepção de Rendimentos (Decore) ou quando exigida em edital de licitação ou convênios firmados pelos Conselhos Regionais, não foi suspensa. &lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6228</feedburner:origLink></item><item><title>Fundo de Participação dos Estados e ICMS são prioridades do Senado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/4kfrwO1sUcw/conteudo.aspx</link><description>&lt;p align="justify"&gt;
				&lt;strong&gt;Mariana Jungmann&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;
				&lt;br /&gt;
				&lt;em&gt;Repórter da Agência Brasil&lt;/em&gt;
				&lt;br /&gt;
				&lt;br /&gt;
				&lt;strong&gt;Brasília -&lt;/strong&gt; Os debates em torno da nova distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e da proposta de alíquota zero do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre produtos importados devem ser a prioridade do Senado nesse primeiro semestre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após reunião na tarde de hoje (14), os líderes partidários da Casa definiram que o projeto de lei sobre o FPE deverá ser votado até junho. Já o projeto de resolução do Senado que trata de novas alíquotas para o ICMS sobre produtos importados deve ser votado até abril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que é preciso rapidez na votação do FPE. Ele lembrou que o Supremo Tribunal Federal decidiu que o atual modelo de distribuição do FPE só será válido até o fim deste ano. O prazo até junho para a votação no Senado leva em consideração que a Câmara também precisará avaliar o texto depois que ele for aprovado pelos senadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como este é um ano eleitoral, os senadores também demonstraram preocupação com o chamado "recesso branco", quando o Congresso Nacional para, porque os parlamentares ficam envolvidos com as campanhas municipais em seus estados. Por isso, o líder do PT, senador Valter Pinheiro disse que se não houver tempo de votar o novo FPE até dezembro, o Congresso precisará negociar com o Supremo. "Vamos juntar as três comissões [Constituição e Justiça, Assuntos Econômicos e Desenvolvimento Regional] até 31 de janeiro temos de apresentar uma nova proposta de FPE. Mas temos de discutir também a questão dos municípios, e também a questão dos &lt;em&gt;royalties"&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o líder do PSDB, senador Álvaro Dias (PR), defendeu que a nova distribuição do FPE seja tratada de maneira independente. "A discussão foi em torno do FPE, que temos um prazo até o final do ano para regulamentar, caso contrário o Supremo faz a nossa parte. Então esses projetos tramitariam independentemente do debate sobre pacto federativo e se dará por meio da formação de uma comissão externa". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao projeto de mudanças na alíquota do ICMS para produtos importados, ficou decidido que uma série de audiências será feita depois do carnaval. A ideia é fazer um acordo com a maior parte das bancadas estaduais para um parecer que irá substituir o projeto do senador Romero Jucá que enfrenta resistência de alguns estados. O projeto de Jucá propõe alíquota zero para os importados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As propostas de emenda à Constituição (PECs) relacionadas à reforma política também receberão atenção dos senadores, mas elas não devem ser prioridade na pauta. Segundo os líderes, as PECs serão encaixadas nas pautas de votação quando houver espaço entre a deliberação das medidas provisórias.  &lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Edição: Rivadavia Severo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6227</feedburner:origLink></item><item><title>Em 10 anos, 33 empresas refizeram dados de balanço</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/v_ZVRMlGPJM/conteudo.aspx</link><description>&lt;div class="bb-md-noticia-autor"&gt;MARIANA DURÃO - Agência Estado&lt;/div&gt;
		&lt;div class="corpo" align="justify"&gt;
				&lt;br /&gt;RIO - Nos últimos dez anos, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou que 33 empresas refizessem ou republicassem suas demonstrações financeiras. Só em 2011 houve cinco casos, envolvendo grupos como Energisa, Hotéis Othon, Estrela e Inepar. As motivações são variadas. O caso mais recente foi o da Energisa, que terá de republicar os balanços financeiros referentes ao primeiro, segundo e terceiro trimestres de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a CVM, a empresa errou ao registrar uma captação em notas perpétuas realizada em janeiro daquele ano no patrimônio líquido e não no passivo exigível do balanço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) recebeu ofício da Superintendência de Empresas para refazer algumas notas explicativas do balanço do terceiro trimestre de 2008. As notas traziam explicações sobre a política de hedge da empresa e a contabilização de derivativos como contratos de swap. No mesmo ano, a Perdigão teve de reapresentar os dados do primeiro, segundo e terceiro trimestres de 2008 com ajustes referentes aos processos de incorporação e aquisição de companhias como Eleva e Batávia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-presidente da CVM, Luiz Leonardo Cantidiano, afirma que o órgão regulador é competente para questionar a omissão ou erro de publicação de uma despesa ou receita, mas deve levar em conta a relevância das informações e as implicações da incorreção no resultado trimestral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petrobras poderia ser chamada a dar explicações, mas só seria punida se constatada má-fé da administração. "Nesse caso a CVM pode abrir um processo e eventualmente aplicar alguma penalidade", diz Cantidiano. &lt;/div&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6226</feedburner:origLink></item><item><title>Classe contábil é convidada a auxiliar Estado a quitar precatórios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/KJknprgBQrw/conteudo.aspx</link><description>&lt;strong&gt;Deise Dantas&lt;/strong&gt;
		&lt;div align="justify"&gt;
				&lt;br /&gt;O presidente do SESCON-SP e da AESCON-SP e do Conselho de Assuntos Tributários da Fecomercio-SP, José Maria Chapina Alcazar, representou as entidades congraçadas da contabilidade em reunião com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Ricardo Garisio Sartori, e a OAB-SP, realizada nesta segunda-feira (13/02).&lt;/div&gt;
		&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;
		&lt;div align="justify"&gt;Segundo dados da OAB, o Estado de São Paulo deve cerca de R$ 22 bilhões em precatórios e a intenção do TJ é uma possível parceria com a iniciativa privada, envolvendo contadores, auditores e peritos, para discutir a viabilidade da realização desse procedimento diminuindo o valor da dívida e, ao mesmo tempo, realizando um número maior de pagamentos.&lt;/div&gt;
		&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
		&lt;div align="justify"&gt;"Somos gratos pela confiança e parabenizamos o Estado por convidar a sociedade a participar na busca por soluções para São Paulo", enfatiza Chapina Alcazar.&lt;/div&gt;
		&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
		&lt;div align="justify"&gt;A meta do governo do estado é finalizar o pagamento destas dívidas antes do prazo estabelecido, que vence em dez anos&lt;/div&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6225</feedburner:origLink></item><item><title>País é o mais lento dos Brics para abertura de empresas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/b7i45nTAkcs/conteudo.aspx</link><description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;
				&lt;tbody&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;p align="justify"&gt;
												&lt;em&gt;Apesar de melhora de 20% em cinco anos, abrir negócio leva 120 dias &lt;br /&gt;Estrangeiro precisa dar endereço de companhia, mas que só pode sair após registro do executivo no país &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;
												&lt;!--CREDIT--&gt;
												&lt;br /&gt;
												&lt;strong&gt;CAROLINA MATOS&lt;br /&gt;&lt;!--/CREDIT--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;&lt;/strong&gt;DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--CREDIT--&gt;&lt;strong&gt;MAELI PRADO&lt;br /&gt;&lt;!--/CREDIT--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;&lt;/strong&gt;DE BRASÍLIA&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo que se leva para abrir uma empresa no Brasil encolheu 20% nos últimos cinco anos, mas segue entre os maiores do mundo, segundo dados do Banco Mundial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atuais 119 dias de processo já foram 152 em 2007. Apesar da melhora, somente quatro países exigem hoje mais paciência dos futuros empresários: Guiné Equatorial (137 dias), Venezuela (141), República do Congo (160) e Suriname (694 dias). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A burocracia empurra o Brasil para o 179º lugar no ranking global com 183 países. E em último entre os emergentes chamados Brics, grupo que inclui ainda Índia (29 dias), Rússia (30), China (38) e África do Sul (19 dias). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banco Mundial considera a maior cidade de cada país; no Brasil, São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para abrir uma empresa no Brasil, são necessários registros nas três instâncias [federal, estadual e municipal] e, muitas vezes, é preciso esperar sair um documento para pedir o outro", diz Jorge Zaninetti, advogado e sócio do setor tributário do escritório Siqueira Castro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em número de procedimentos, segundo o Banco Mundial, o Brasil exige 13 -menos que os 17 de cinco anos atrás- para a abertura de uma empresa, como registro na Receita Federal e na Junta Comercial, inscrição na Previdência Social e obtenção do alvará municipal para funcionamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, na maioria das cidades, todos os pedidos são feitos separadamente em cada órgão, o que contribui para deixar o processo mais lento e mais caro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTRANGEIROS &lt;br /&gt;"No exterior, é comum que a inscrição da empresa seja feita em uma única instância, que integra os procedimentos", diz Zaninetti. Na China, abrir um negócio custa um sétimo do preço do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Banco Mundial, abre-se uma empresa com apenas um procedimento legal no Canadá e na Nova Zelândia. Já a liberação sai em um dia na Nova Zelândia, e em cinco no Canadá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a empresa interessada em se instalar no Brasil vier do exterior, o número de procedimentos exigidos sobe para 15, pois envolve a regularização do executivo estrangeiro no país e o cadastro da empresa no Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior), da Receita Federal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o estrangeiro se tornar responsável pela futura empresa no Brasil, precisa, primeiro, fornecer o endereço dessa companhia -que, por sua vez, depende do registro do executivo no país para ser aberta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, cria-se um "mercado" para resolver esse tipo de impasse, com brasileiros entrando como sócios em uma fase inicial para que um endereço seja informado e aceito. Depois que a empresa é aberta, altera-se o endereço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Muitas vezes esse 'serviço' é oferecido por escritórios de contabilidade. Não é ilegal, mas é cobrado", diz Martim Machado, sócio do escritório Campos Mello Advogados. "É difícil para o estrangeiro entender como todo esse processo é lento e complicado no Brasil. Ele não chega a desistir, mas precisa rever e estender os prazos." &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Outro lado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/KICKER--&gt;&lt;!--TITULO--&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudanças estão em andamento, diz ministério&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/TITULO--&gt;&lt;!--ORIGIN--&gt;&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;!--/ORIGIN--&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurado pela Folha para comentar a burocracia no ambiente de negócios no país, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior afirmou, por e-mail, que "mudanças profundas estão em andamento". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo cita a criação da Redesim (Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios), em 2007. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rede foi criada para promover a integração dos procedimentos de registro e legalização das empresas envolvendo Receita Federal, juntas comerciais, secretarias estaduais e prefeituras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministério destacou também que microempreendedores individuais podem formalizar suas atividades "em poucos minutos" no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) e ressaltou que, de junho de 2010 a dezembro de 2011, foi feito 1,8 milhão de formalizações via internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministério afirmou ainda discordar da metodologia adotada pelo Banco Mundial para seu ranking, "por não comparar de forma harmonizada os diferentes processos de abertura [de empresas] entre os países". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRIMEIRA ETAPA &lt;br /&gt;A Receita Federal também ressaltou, por e-mail, a importância da Redesim e disse que está prevista, para 2012, a primeira etapa de implantação do sistema em seis Estados: Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e Pará. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com a Receita, a iniciativa da nova rede para simplificação será estendida a outros Estados a partir de 2013. &lt;br /&gt;&lt;!--TEXTO - FSP//--&gt;&lt;/p&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt; &lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;strong&gt;Fonte: Folha de S.Paulo &lt;/strong&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
				&lt;/tbody&gt;
		&lt;/table&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6224</feedburner:origLink></item><item><title>Encerradas as inscrições para o 1º Exame de Suficiência de 2012</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/xZxXa4Ccq1w/conteudo.aspx</link><description>&lt;p align="justify"&gt;As inscrições para o 1º Exame de Suficiência de 2012 foram encerradas no dia 13 de fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta quarta-feira, dia 15/2, o número de inscritos é de aproximadamente 30 mil. Segundo os organizadores do Exame, em decorrência do prazo de compensação bancária, o número final deverá ser conhecido na próxima semana.&lt;/p&gt;
		&lt;p align="justify"&gt;Clique &lt;a title="http://www.cfc.org.br/sisweb/exame/inscricao/" href="/sisweb/exame/inscricao/" target="_blank"&gt;aqui &lt;/a&gt;para acompanhamento da inscrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12/01/2012&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="/sisweb/exame/inscricao/"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; e faça a sua inscrição. Para acompanhamento da inscrição, acesse o mesmo link.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AVISO: O resultado da análise dos pedidos de isenção de taxa de inscrição será divulgado até o dia 27 de janeiro de 2012, via sistema de inscrição, conforme disposto no Edital Exame de Suficiência n.º 1/2012.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;_________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09/01/2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CFC publica edital do 1º Exame de Suficiência de 2012&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 12 de janeiro a 13 fevereiro estarão abertas as inscrições para o 1º Exame de Suficiência de 2012, cujas provas serão realizadas no dia 25 de março próximo. Essas informações estão no &lt;em&gt;&lt;a title="http://www.cfc.org.br/uparq/Edital_01_2012.pdf" href="/uparq/Edital_01_2012.pdf" target="_blank"&gt;Edital do Exame&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, publicado hoje, 9 de janeiro, pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), no Diário Oficial da União (DOU) - Seção 3. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aprovação no Exame de Suficiência é requisito para a obtenção ou o restabelecimento de registro profissional em Conselho Regional de Contabilidade (CRC), conforme estabelecido pela Lei nº 12.249/2010. As normas que regem o Exame estão previstas na Resolução CFC nº 1.373/2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Exame de Suficiência é constituído de provas em duas modalidades: para bacharéis em Ciências Contábeis e para Técnicos em Contabilidade. As provas do 1º Exame de 2012 serão executadas pela Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC), entidade contratada pelo CFC para a realização do certame em todo o território nacional. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Inscrições&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As inscrições para o 1º Exame de Suficiência de 2012 podem ser feitas somente nos &lt;em&gt;sites&lt;/em&gt; da FBC (&lt;em&gt;&lt;a title="http://www.fbc.org.br/" href="http://www.fbc.org.br/" target="_blank"&gt;http://www.fbc.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;), dos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) ou do CFC, durante o período de 12 de janeiro e 13 de fevereiro. A taxa será de R$ 100,00. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente poderão se inscrever para a prova de Bacharel em Ciências Contábeis os candidatos que estejam cursando o último ano ou que tenham efetivamente concluído a graduação. Para a prova de Técnico em Contabilidade, os candidatos deverão ter concluído o curso. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Provas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O Exame será aplicado no dia 25 de março de 2012, no período das 8h30 às 12h30, horário de Brasília-DF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os locais de realização das provas serão divulgados até o dia 5 de março de 2012, por meio do sistema de inscrição. O Edital estabelece que o CFC poderá mudar o local de realização das provas para localidades vizinhas caso não haja número suficiente de candidatos nas cidades constantes do local de inscrição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As provas para bacharéis e técnicos serão compostas, cada uma, de 50 questões objetivas, valendo um ponto cada, abrangendo as seguintes áreas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para &lt;b&gt;técnicos em contabilidade&lt;/b&gt;: Contabilidade Geral; Contabilidade de Custos; Noções de Direito; Matemática Financeira; Legislação e Ética Profissional; Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade; e Língua Portuguesa Aplicada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para &lt;b&gt;bacharéis em Ciências Contábeis&lt;/b&gt;: Contabilidade Geral; Contabilidade de Custos; Contabilidade Aplicada ao Setor Público; Contabilidade Gerencial; Noções de Direito; Matemática Financeira e Estatística; Teoria da Contabilidade; Legislação e Ética Profissional; Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade; Auditoria Contábil; Perícia Contábil; Controladoria; e Língua Portuguesa Aplicada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o &lt;a title="http://www.cfc.org.br/uparq/Detalhamento_2012.pdf" href="/uparq/Detalhamento_2012.pdf" target="_blank"&gt;detalhamento&lt;/a&gt; do conteúdo programático.&lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6145</feedburner:origLink></item><item><title>Auditor tem maior alta entre líderes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/LjWCtQtJIr0/conteudo.aspx</link><description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;
				&lt;tbody&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;p align="justify"&gt;
												&lt;em&gt;Maior presença do país no setor de mercado de capitais puxa aumento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O ritmo de abertura de negócios e de aumento de investimentos em empresas de médio e grande portes movimentou o mercado em auditoria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse cenário, gerentes da área tiveram o maior aumento salarial em 2011 entre gerentes e diretores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil tem despontado globalmente no mercado de capitais, justifica Eduardo Pocetti, presidente do Ibracon (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil). Mas o espaço para novos profissionais "ainda é pequeno", diz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa parcela está Igor Estrada Gouvêa, 31, que trabalha desde 2003 na área. Hoje gerente de auditoria, ele afirma haver oportunidades crescentes para quem tem intenção de atuar nesse segmento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento é bom para os que "se prepararam adequadamente". Gouvêa, que é economista, buscou qualificação por meio de cursos e certificações internacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o caminho para despontar no setor, diz Braselino Silva, diretor-presidente do IIA Brasil (Instituto dos Auditores Internos do Brasil). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NA LANTERNA &lt;br /&gt;Dentre os cargos de liderança, quem saiu perdendo no ano passado foram os diretores de RH, que tiveram o menor aumento. "A área passou por estruturação e foi enxugada", afirma Leyla Nascimento, presidente da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora de RH da Marte Científica, Anneliese Malschitzky Rocha, 28, que teve 10% de reajuste salarial em 2010, não recebeu aumento no ano passado devido a investimentos na empresa de medidores analógicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com o crescimento [da companhia], serei melhor remunerada neste ano", prevê. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt; &lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;strong&gt;Fonte: Folha de S.Paulo&lt;/strong&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
				&lt;/tbody&gt;
		&lt;/table&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6223</feedburner:origLink></item><item><title>Novos processos ampliam setor de contabilidade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/CorP2QU5-_Y/conteudo.aspx</link><description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;
				&lt;tbody&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;p align="justify"&gt;Na toada de novos processos da Receita Federal, como possibilidades de parcelamentos de débitos, profissionais de contabilidade ganham mercado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As empresas descobriram que a contabilidade é instrumento de gestão", diz Valdir Pietrobon, presidente da Fenacon (federação das empresas contábeis). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa preocupação, diz, reforça a demanda por assistentes de contabilidade, como Neusa Sousa do Carmo, 48. Com formação superior e há quase 30 anos na área, a profissional enxerga oportunidades tanto em escritórios de contabilidade como na área comercial de grandes empresas. "Se ficasse desempregada, conseguiria trabalho em dois ou três meses." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que os processos estejam cada vez mais informatizados e simples, micro e pequenos negócios preferem contratar profissionais da área e passam a representar fatia significativa das novas ofertas de trabalho, avalia Pietrobon. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essas empresas perceberam que não dá mais para tirar recursos de um lado para tapar buracos. Com o aumento das obrigações fiscais, elas não se arriscam a proceder sozinhas", diz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A procura, explica, eleva a remuneração de quem tem mais experiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos assistentes, o de contabilidade foi o que teve o maior aumento salarial no ano passado, com 8,71%. Carmo teve 8%. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt; &lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
						&lt;tr&gt;
								&lt;td class="style2" bgcolor="#ffffff" colspan="2"&gt;
										&lt;strong&gt;Fonte: Folha de S.Paulo&lt;/strong&gt;
								&lt;/td&gt;
						&lt;/tr&gt;
				&lt;/tbody&gt;
		&lt;/table&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6222</feedburner:origLink></item><item><title>Presidente do CFC prestigia a solenidade de posse do Conselho Diretor do CRCSP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/ItvmMtAfp4Y/conteudo.aspx</link><description>&lt;p align="justify"&gt;
				&lt;br /&gt;
				&lt;strong&gt;Eleito por unanimidade pelo novo Plenário, o Contabilista Luiz Fernando Nóbrega assume a entidade em São Paulo com a missão de intensificar a atuação contábil na sociedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Juarez Domingues Carneiro, prestigiou a solenidade de posse do Conselho Diretor do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São  Paulo (CRC SP), realizado no dia 10 de fevereiro de 2012, em São Paulo, onde o jovem empresário e contador, Luiz Fernando Nóbrega, 37, assumiu a presidência para a gestão 2012/2013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
		&lt;p align="center"&gt;
				&lt;img style="WIDTH: 312px; HEIGHT: 222px" border="0" hspace="0" alt="Juarez Domingues Carneiro - Posse CRCSP " src="/administracao/arquivo/imagem/verimagem.aspx?codigo=2010" width="454" height="371" /&gt;
		&lt;/p&gt;
		&lt;p align="justify"&gt;
				&lt;br /&gt;
				&lt;br /&gt;Com uma visão moderna e empreendedora, Nóbrega pretende intensificar a divulgação e ter participação ativa nos assuntos contábeis, mostrando à sociedade a importância de profissionais bem preparados, especialmente neste momento em que o Brasil assume posição de destaque no cenário internacional, liderando a convergência das Normas de Contabilidade aos padrões internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por meio do nosso trabalho e de nossa atuação profissional, contribuímos para o desenvolvimento da sociedade, com empresas saudáveis contábil e financeiramente, além de sermos parceiros dos órgãos públicos, atuando para uma eficaz arrecadação. Por isso, não basta ao profissional contábil apenas concluir o curso de técnico ou bacharelado, ele precisa atualizar e reciclar seus conhecimentos permanentemente, se preparando para exercer a profissão", afirma o novo presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro, ressaltou a satisfação em ver a nova composição do Conselho Diretor do CRC SP que apesar da juventude, seus membros trazem experiências vividas em gestões anteriores, por meio da atuação nas vice-presidências. "São Paulo vem demonstrando ao longo dos anos um trabalho de continuidade dentro da diretoria da entidade e esses jovens, que estão aqui hoje, passaram por esse processo interno, especificamente o Luiz Fernando, justamente para atingir um ponto de maturidade e de conhecimento para poder dar  prosseguimento  a esse trabalho", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juarez desejou boa sorte e reafirmou o trabalho do novo presidente do CRC SP. "Tenho certeza que o Luiz Fernando vai desenvolver um trabalho maravilhoso, pois São Paulo é um estado forte dentro da Contabilidade e a hora é de consolidar a imagem da profissão perante à sociedade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado do novo presidente estão os vice-presidentes Claudio Avelino Mac-Knight Filippi (Administração e Finanças), Gildo Freire de Araújo (Fiscalização, Ética e Disciplina), Márcia Ruiz Alcazar (Desenvolvimento Profissional) e Ari Milton Campanhã (Registro) que irão compor o Conselho Diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perfil de Luiz Fernando Nóbrega &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de jovem, Luiz Fernando Nóbrega tem mais de 20 anos de profissão. Ingressou no curso de Ciências Contábeis aos 17 anos na Instituição Toledo de Ensino, de Bauru, mesma idade que começou a trabalhar em um escritório contábil. É pós-graduado em Administração de Marketing e Recursos Humanos e em Controladoria e Finanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresário contábil desde 1996, iniciou sua atuação nas entidades de classe como diretor e membro da Comissão de Ética do Sindicato dos Contabilistas de Bauru. Nóbrega é conselheiro efetivo do CRC SP há mais de 12 anos, sendo um dos mais novos integrantes do órgão. Foi vice-presidente de Desenvolvimento Profissional na gestão 2008-2009 e vice-presidente de Administração e Fiscalização na gestão 2010-2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É professor universitário da Instituição Toledo de Ensino, ministrando aulas no curso de graduação em Ciências Contábeis, nas disciplinas Ética Geral e Profissional, Análise de Custos e Contabilidade Internacional, além de palestrante com várias apresentações no Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6221</feedburner:origLink></item><item><title>Presidente do Ibracon participa de reunião Plenária do CFC</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/rsscfc/~3/hQQ5saVXmZM/conteudo.aspx</link><description>&lt;p align="justify"&gt;
				&lt;br /&gt;O presidente da Diretoria Nacional do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), Eduardo Augusto Rocha Pocetti, participou de reunião Plenária do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) na manhã desta sexta-feira, dia 10. "Não apenas nesta Plenária, mas sempre que seja necessário, o CFC está aberto para receber o Ibracon", afirmou o presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro, agradecendo a presença de Pocetti. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
		&lt;p align="center"&gt;
				&lt;img border="0" hspace="0" alt="pocetti2 " src="/administracao/arquivo/imagem/verimagem.aspx?codigo=2009" width="293" height="202" /&gt;
		&lt;/p&gt;
		&lt;p align="justify"&gt;Eleito e empossado no dia 2 de janeiro de 2012, o novo presidente do Ibracon apresentou aos conselheiros do CFC algumas metas da sua gestão. Ele destacou o fortalecimento da parceria com o Conselho Federal de Contabilidade: "O Ibracon está empenhado em trabalhar em linha com o CFC". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Instituto ressaltou a necessidade de se manter o estreito trabalho conjunto das entidades, uma vez que "os auditores independentes, acima de tudo, são contabilistas". Estima-se que, atualmente, existam cerca de dez mil contadores trabalhando como auditores independentes no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do fortalecimento das parcerias com o CFC, Pocetti citou como meta de sua gestão a atenção redobrada às pequenas e médias firmas de auditoria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Ibracon também destacou a força da Contabilidade brasileira, lembrando que a implantação das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS, na sigla em inglês) é um grande exemplo disso. "Nós implantamos as IFRS em pouco mais de um ano e meio, enquanto alguns países da Europa ainda patinam". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pocetti fez questão de falar a respeito da sua satisfação em participar da Plenária do CFC. "Como contador, que milita na profissão desde 1975, é um grande orgulho participar de Plenária do órgão máximo da nossa profissão". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
		&lt;p align="center"&gt;
				&lt;img border="0" hspace="0" alt="pocetti " src="/administracao/arquivo/imagem/verimagem.aspx?codigo=2008" /&gt;
		&lt;/p&gt;
		&lt;p align="center"&gt;
				&lt;font size="2"&gt;Eduardo Pocetti e o presidente do CFC, Juarez Carneiro&lt;/font&gt;
		&lt;/p&gt;
		&lt;p align="justify"&gt;A atual Diretoria Nacional do Ibracon foi eleita, em 2 de janeiro, para mandato de três anos (2012/2014). De acordo com o seu presidente, o Ibracon possui hoje aproximadamente 1.100 pessoas físicas e 120 firmas de auditoria associadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 13 de dezembro de 2011, o Instituto comemorou 40 anos de existência.&lt;/p&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&amp;codConteudo=6220</feedburner:origLink></item></channel></rss>

