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	<title>Droider</title>
	
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	<description>Android: jogos, aplicativos, novidades tecnológicas com opinião.</description>
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		<title>JellyBean 4.1.2 para o Galaxy S II GT-i9100 disponível</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Mar 2013 18:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Samsung Galaxy S II]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s ii]]></category>
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		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/03/jb-galaxy-sii.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="jb galaxy sii" alt="jb galaxy sii" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/03/jb-galaxy-sii_thumb.jpg" width="335" height="168" border="0" /></a></p>
Versões um tanto problemáticas do Android 4.1.2 (JellyBean) para o Galaxy S II GT-i9100 já caíram na rede há algum tempo. O maior problema encontrado nos firmwares prematuros era o elevado consumo de bateria e um bug afetando o funcionamento da tela de bloqueio. Ao que parece, a distribuição de uma <strong>versão final</strong> já está em andamento e esperamos que a Samsung tenha corrigido os problemas.<!--more-->

A distribuição é gradativa e talvez o update demore um pouco a chegar para o Brasil, mas para quem está disposto a atualizar manualmente, já é possível fazê-lo usando o Odin. Esse <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=2149477">tópico do XDA Developers</a> foi criado para reunir os firmwares oficiais já disponíveis com a última versão do Android para o SGS 2. Além dos links para downloads, há também os comentários de usuários que já estão testando a nova versão.

A instalação de qualquer firmware oficial no Galaxy S II a partir do Odin pode ser feita seguindo um <a href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/seu-galaxy-s2-de-volta-ao-sistema-original-sem-marcas-de-operadora.html">procedimento já ensinado aqui</a>. Uma dica para quem ficar indeciso sobre qual versão baixar: no lançamento do Ice Cream Sandwich, o firmware oficial que veio para o Brasil foi idêntico ao distribuído em Trindade e Tobago.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/03/jb-galaxy-sii.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="jb galaxy sii" alt="jb galaxy sii" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/03/jb-galaxy-sii_thumb.jpg" width="335" height="168" border="0" /></a></p>
<p>Versões um tanto problemáticas do Android 4.1.2 (JellyBean) para o Galaxy S II GT-i9100 já caíram na rede há algum tempo. O maior problema encontrado nos firmwares prematuros era o elevado consumo de bateria e um bug afetando o funcionamento da tela de bloqueio. Ao que parece, a distribuição de uma <strong>versão final</strong> já está em andamento e esperamos que a Samsung tenha corrigido os problemas.<span id="more-5093"></span></p>
<p>A distribuição é gradativa e talvez o update demore um pouco a chegar para o Brasil, mas para quem está disposto a atualizar manualmente, já é possível fazê-lo usando o Odin. Esse <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=2149477">tópico do XDA Developers</a> foi criado para reunir os firmwares oficiais já disponíveis com a última versão do Android para o SGS 2. Além dos links para downloads, há também os comentários de usuários que já estão testando a nova versão.</p>
<p>A instalação de qualquer firmware oficial no Galaxy S II a partir do Odin pode ser feita seguindo um <a href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/seu-galaxy-s2-de-volta-ao-sistema-original-sem-marcas-de-operadora.html">procedimento já ensinado aqui</a>. Uma dica para quem ficar indeciso sobre qual versão baixar: no lançamento do Ice Cream Sandwich, o firmware oficial que veio para o Brasil foi idêntico ao distribuído em Trindade e Tobago.</p>
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		<title>CyanogenMod pede ajuda para integrante que enfrenta terrível doença</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/P6JR0wm7pUE/cyanogenmod-pede-ajuda-a-integrante-fasciite-necrotica.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/comunidade/cyanogenmod-pede-ajuda-a-integrante-fasciite-necrotica.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 21:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/cyanogenmod.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="cyanogenmod" alt="cyanogenmod" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/cyanogenmod_thumb.jpg" width="280" height="187" border="0" /></a></p>
Notícia triste para nós que usufruímos do trabalho voluntário, inteiramente gratuito, dessa turma que produz algo tão valioso quanto o <a href="http://www.droider.com.br/android/cyanogen-mod-7-miui-rom-um-comparativo-entre-duas-maiores-custom-roms-para-android.html">CyanogenMod</a>. A equipe acabou de <a href="https://www.facebook.com/CyanogenMod/posts/10152696957310425">usar sua página no Facebook para fazer um apelo</a>, pedindo ajuda para um integrante do time que enfrenta uma fasciite necrótica. Trata-se de uma terrível doença infeciosa provocada por bactérias conhecidas como “comedoras de carne”.

<!--more-->

A vítima da doença é Ryan Scott, conhecido na comunidade pelo nickname ChiefzReloaded, que vive no Líbano e não possui recursos para custear o tratamento. Trata-se de uma luta dramática travada por um camarada que, direta ou indiretamente, ajudou muitos de nós com seu trabalho, inteiramente gratuito, como desenvolvedor do CyanogenMod.

[caption id="" align="aligncenter" width="264"]<a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/chiefzreloaded.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="chiefzreloaded" alt="chiefzreloaded" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/chiefzreloaded_thumb.jpg" width="264" height="264" border="0" /></a> Ryan Scott (ChiefzReloaded).[/caption]

A postagem no Facebook indica maneiras de enviar ajuda a Ryan, inclusive com uma conta no Paypal (chiefz.reloaded@gmail.com). É importante fazer com que essa notícia chegue a toda a comunidade de “heavy users” da plataforma Android, que terá a oportunidade de prestar solidariedade ao desenvolvedor. Transferências via Paypal podem ser feitas em qualquer valor e, numa hora dessas, toda ajuda é bem-vinda.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/cyanogenmod.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="cyanogenmod" alt="cyanogenmod" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/cyanogenmod_thumb.jpg" width="280" height="187" border="0" /></a></p>
<p>Notícia triste para nós que usufruímos do trabalho voluntário, inteiramente gratuito, dessa turma que produz algo tão valioso quanto o <a href="http://www.droider.com.br/android/cyanogen-mod-7-miui-rom-um-comparativo-entre-duas-maiores-custom-roms-para-android.html">CyanogenMod</a>. A equipe acabou de <a href="https://www.facebook.com/CyanogenMod/posts/10152696957310425">usar sua página no Facebook para fazer um apelo</a>, pedindo ajuda para um integrante do time que enfrenta uma fasciite necrótica. Trata-se de uma terrível doença infeciosa provocada por bactérias conhecidas como “comedoras de carne”.</p>
<p><span id="more-5086"></span></p>
<p>A vítima da doença é Ryan Scott, conhecido na comunidade pelo nickname ChiefzReloaded, que vive no Líbano e não possui recursos para custear o tratamento. Trata-se de uma luta dramática travada por um camarada que, direta ou indiretamente, ajudou muitos de nós com seu trabalho, inteiramente gratuito, como desenvolvedor do CyanogenMod.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 274px"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/chiefzreloaded.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="chiefzreloaded" alt="chiefzreloaded" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/chiefzreloaded_thumb.jpg" width="264" height="264" border="0" /></a><p class="wp-caption-text">Ryan Scott (ChiefzReloaded).</p></div>
<p>A postagem no Facebook indica maneiras de enviar ajuda a Ryan, inclusive com uma conta no Paypal (chiefz.reloaded@gmail.com). É importante fazer com que essa notícia chegue a toda a comunidade de “heavy users” da plataforma Android, que terá a oportunidade de prestar solidariedade ao desenvolvedor. Transferências via Paypal podem ser feitas em qualquer valor e, numa hora dessas, toda ajuda é bem-vinda.</p>
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		<title>Melhores apps para estudantes e dicas para Android na universidade</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Feb 2013 15:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos para Android]]></category>
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		<category><![CDATA[apps para estudantes]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/android-apps.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="android-apps" alt="android-apps" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/android-apps_thumb.jpg" width="324" height="224" border="0" /></a></p>
Além de me manter afastado do blog, a universidade tem me servido também para experimentar um novo tipo de utilização do Android e de vários aplicativos, além de aprender um pouco de medicina também. As possibilidades de uso do sistema móvel para ganhar produtividade, organizar tarefas e otimizar sua vida de estudante são inúmeras e aqui passarei algumas dicas que considero fundamentais, abordando não só os aplicativos como maneiras de utilização voltadas para a vida acadêmica.

<!--more-->

Não se trata apenas de indicar aplicativos acadêmicos para Android, mas também de mostrar dicas de utilização para apps que vocês já devem conhecer, tornando-os mais úteis no cotidiano escolar ou universitário. O objetivo é fazer com que o Android facilite a sua vida de estudante, aumente sua produtividade nos estudos, e mantenha tudo o mais organizado e acessível possível.

Em vários casos, há diferentes apps disponíveis numa mesma categoria, com finalidades muito semelhantes. Nesses casos, apontarei minhas escolhas e as razões de escolher. Quem tiver outra opinião, favor usar os comentários do blog.

Esse artigo será um pouco extenso, pois pretende ser o mais completo possível, contemplando todas as possibilidades que pude explorar. Aos estudantes interessados, sugiro a leitura completa e o compartilhamento do texto para colegas de curso. Assim podemos começar uma discussão e, quem sabe, enriquecer ainda mais essa experiência.
<h2>Armazenamento em nuvem</h2>
<p align="left">Lembro de quando cursei minha primeira faculdade e do inferno que era perder trabalhos devido ao mau funcionamento de um <em>floppy disk</em> ou, posteriormente, até mesmo de um CD. Hoje os pen drives já amenizaram esse drama mas, vá por mim, nada se compara à vantagem de manter <strong>todos os seus arquivos</strong> <strong>espelhados e sincronizados com um serviço de armazenamento em nuvem</strong>.</p>
Dentre as inúmeras vantagens desses serviços, talvez a <strong>segurança</strong> seja a principal delas, tendo em vista que para cada arquivo existirá sempre, pelo menos, uma cópia extra na nuvem. No caso de dano ou perda de uma unidade de armazenamento físico (defeito num HD, por exemplo), haverá sempre a cópia salva online para livrá-lo de ter que refazer um trabalho inteiro.

Ademais, ganha-se muito em <strong>acessibilidade</strong>. Não é preciso lembrar que numa dada ocasião você deverá ter consigo um determinado arquivo. Nem mesmo de andar sempre por aí com seu próprio equipamento. De onde estiver, usando qualquer dispositivo conectado à internet, é possível acessar, editar, imprimir seus trabalhos, a qualquer hora.

Dentre os vários serviços de armazenamento em nuvem disponíveis, meu escolhido para usar na faculdade foi o <a href="http://db.tt/iQF7TVc"><strong>Dropbox</strong></a>, tendo em vista a praticidade do sistema de sincronização do aplicativo para desktops ou notebooks. Tanto faz estar no Windows, no MacOS ou no Linux. É possível sempre manter uma pasta inteiramente sincronizada com o armazenamento do Dropbox, de maneira que as <strong>alterações feitas nos arquivos sejam salvas imediatamente nas cópias mantidas na nuvem</strong>. Isso faz com que as versões mais recentes dos seus arquivos fiquem, também, sempre disponíveis para o tablet e para o smartphone, através do <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.dropbox.android&#38;feature=nav_result#?t=W251bGwsMSwxLDMsImNvbS5kcm9wYm94LmFuZHJvaWQiXQ..">app do Dropbox</a> instalado.
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/dropbox.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="dropbox" alt="dropbox" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/dropbox_thumb.jpg" width="600" height="292" border="0" /></a></p>
Essa sincronização cumpre com a finalidade de manter seus arquivos sempre seguros e acessíveis desde que você mantenha todos eles salvos numa pasta específica no Dropbox, bem organizados, e mantenha o aplicativo de sincronização instalado na sua máquina de trabalho, desktop ou notebook. No meu caso, tudo o que é relacionado à faculdade está no Dropbox, numa <strong>pasta chamada “Faculdade”</strong>, dentro da qual há outras <strong>subpastas para os períodos</strong> e dentro delas <strong>outras para as disciplinas</strong>.

Dessa forma, absolutamente nada do que está relacionado à faculdade fica fora dessas pastas. Seja um arquivo recebido de um professor por e-mail, seja um scan de caderno de colega, seja um trabalho acadêmico. Tudo vai pra a pasta daquela disciplina, o que me possibilita a tranquilidade de saber que existe um backup desse material e que eu poderei acessá-lo quando quiser e de onde quiser. Em suma, <strong>habitue-se a manter todos os arquivos relacionados ao seu curso numa pasta do Dropbox</strong>, de preferência bem organizado em subpastas.

Dentre os outros serviços disponíveis, um concorrente a ser destacado é o <a href="https://www.box.com/"><strong>Box</strong></a>, que disponibiliza um maior espaço nas contas gratuitas. Ele pode ser usado como opção secundária para compartilhamento de material com colegas, tendo em vista poder armazenar maior volume de dados, mas não é tão interessante quanto o Dropbox para o uso pessoal, tomadas as nossas finalidades, pois carece de um sistema de sincronização tão eficiente e prático quanto o do Dropbox.
<h2>Escaneamento de documentos com o Android</h2>
Falei de scan de caderno de colega no tópico anterior, então aqui vai uma <strong>dica de ouro</strong> para usar o Android na faculdade. Talvez você não saiba, mas tem andado com um scanner, e dos bons, no bolso, dependendo um pouco da qualidade da câmera do seu dispositivo. Dessa maneira, é possível escanear o caderno daquele colega que copia tudo bonitinho durante as aulas ou mesmo capítulos inteiros de livros, dependendo apenas da sua disposição e da luz ambiente.
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/camscanner.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="camscanner" alt="camscanner" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/camscanner_thumb.jpg" width="600" height="292" border="0" /></a></p>
Embora existam outros apps com a mesma finalidade, acabei adotando o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.intsig.camscanner&#38;feature=nav_result#?t=W251bGwsMSwxLDMsImNvbS5pbnRzaWcuY2Ftc2Nhbm5lciJd"><strong>CamScanner</strong></a> e ele tem me atendido a contento. A interface é relativamente simples e para ter uma boa cópia basta estar num ambiente bem iluminado (evite o flash da câmera) e ganhar prática no enquadramento das páginas. Há também uma <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.intsig.camscannerhd&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5pbnRzaWcuY2Ftc2Nhbm5lcmhkIl0.">versão para tablets</a>.

Depois de fotografada, cada página é processada e a imagem recebe um tratamento que melhora a legibilidade do que está escrito. O resultado é salvo em PDF para estudar depois e, claro, deve ser guardado na pasta do Dropbox para aquela disciplina.
<h2>Anotações sempre acessíveis</h2>
O <strong>Evernote</strong> é um aplicativo famoso, e merecedor de toda a fama, para tomada de anotações, que são mantidas bem organizadas por <em>tags </em>e ficam sempre disponíveis, reproduzidas nos vários dispositivos que você vier a usar, esteja onde estiver. Mais uma vez, a organização é tudo e, aqui, mantenho <strong>uma<em> tag </em>para anotações da faculdade e outras que distinguem as disciplinas</strong>.
<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/evernote.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="evernote" alt="evernote" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/evernote_thumb.jpg" width="600" height="292" border="0" /></a></p>
O objetivo é ter um bloquinho de notas digital, muito seguro e versátil. Tudo o que você anotar ficará imediatamente disponível para ser lido a partir de qualquer dispositivo, seja do celular, do tablet, do seu computador pessoal com o software instalado ou mesmo de qualquer outra máquina, acessando sua conta pela web.

Para os “calouros em Evernote” um exemplo de utilização bem básica. A primeira coisa que fiz quando tive acesso aos meus horários de aulas para esse período foi criar uma nota com o roteiro da semana para consultar que aulas terei de segunda a sexta, nos diferentes horários e em que salas de aula elas aconteceriam. Diante de qualquer dúvida, basta sacar o celular do bolso, encontrar <em>tag </em>da faculdade e lá está.

Outra possibilidade interessante é a de anexar arquivos a uma determinada anotação, permitindo que você, por exemplo, atrele um PDF ou uma fotografia àquela nota. Dou mais um exemplo. Com a aproximação de uma prova de citologia, criei uma nota com palpites meus para assuntos passíveis de caírem no teste, sendo que um deles envolvia memorização de estrutura e características químicas de aminoácidos. Em anexo, uma tabela em PDF contendo todas essas informações. Vez por outra tirava o celular do bolso pra dar mais uma olhadinha. <strong>Memorizar é conviver com a informação e, nesse caso, tê-la sempre no bolso ajuda muito</strong>.
<h2>Gerenciamento de tarefas e afazeres</h2>
Outro aspecto fundamental para manter sua vida acadêmica organizada e produtiva é o <strong>gerenciamento de afazeres</strong>. É comum que provas e trabalhos de várias disciplinas, tratando de diversos assuntos, convirjam frequentemente pra uma mesma semana e se as coisas não estiverem bem organizadas, o caos toma conta de tudo.
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/anydo.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="anydo" alt="anydo" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/anydo_thumb.jpg" width="600" height="292" border="0" /></a></p>
Dentre os aplicativos que experimentei, o melhor nessa categoria parece ser o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.anydo&#38;feature=nav_result#?t=W251bGwsMSwxLDMsImNvbS5hbnlkbyJd">Any.Do</a>. Um ponto forte do app é a interface simples, fácil de compreender, de modo que rapidamente você estará familiarizado e utilizando plenamente os recursos. Além disso, a boa apresentação da sua agenda de afazeres, que usa também a barra de notificações do Android, serve para que você não deixe passar nada.
<h2>Leitura de livros e artigos em formatos digitais</h2>
Para quem está habituado à leitura no tablet, a vida acadêmica de hoje praticamente dispensa aquela visitação frequente à famosa xerox do Centro Acadêmico. Muita <span style="text-decoration: line-through;">pirataria de livros</span> coisa interessante circula em PDF. Bom conteúdo pode ser acessado na própria web, desde que se saiba selecionar com critério, usando o <a href="http://scholar.google.com.br/">Google Acadêmico</a> ou mesmo o sistema da <a href="http://www.capes.gov.br/">CAPES</a>.

Trabalhando com conteúdo da web, uma ferramenta interessantíssima é o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.instapaper.android&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5pbnN0YXBhcGVyLmFuZHJvaWQiXQ..">Instapaper</a>, que permite salvar o material para leitura posterior, inclusive offline, além de formatar páginas da web de maneira que elas pareçam mais com material impresso, facilitando o estudo.

Outra dica interessante é o <a href="http://pt.scribd.com/">Scrbd</a>, uma plataforma de veiculação de texto digital onde é possível encontrar inclusive bons artigos acadêmicos. Há recursos disponíveis apenas para usuários pagantes, mas desde que você possua o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.scribd.app.reader0&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5zY3JpYmQuYXBwLnJlYWRlcjAiXQ..">aplicativo instalado no seu Android</a>, os recursos gratuitos já suprem bastante suas necessidades, permitindo <em>favoritar</em> conteúdo de interesse para acesso posterior. Tudo fica melhor no tablet, que é mais adequado à leitura.

Além disso, é interessante ter em vista as plataformas de comercialização de livros digitais, tanto do Kindle quanto da própria Google, avaliando em que ocasiões se faz vantajoso comprar um título em ebook. Infelizmente, a política de preços para ebooks ainda parece sem sentido. Em muitos casos, principalmente nos melhores títulos, o preço da cópia digital se aproxima muito daquele cobrado pela edição impressa, o que é um desrespeito à inteligência do usuário.

Há uma forte argumentação no sentido de subverter os direitos autorais em prol da formação científica e, claro, muita <span style="text-decoration: line-through;">pirataria de livros</span> coisa interessante, que antes circulava na xerox do Centro Acadêmico, acaba circulando em PDF. Entre os vários leitores de PDF que experimentei no tablet, o melhor para Android parece ser o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=udk.android.reader&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsInVkay5hbmRyb2lkLnJlYWRlciJd">EZPDF Reader</a>. Comprei a versão paga por uma bagatela numa dessas promoções da Google Play Store.
<h2>Aplicativos acadêmicos para tablets Android</h2>
Convém que cada usuário disponha, além dessas opções listadas acima, de aplicativos acadêmicos que podem tornar seu tablet ou celular com Android um melhor aliado na universidade. Essa pesquisa está relacionada com os interesses de cada curso e, portanto, requer uma busca pessoal dos interessados.

No momento estou flertando com alguns apps para estudantes de medicina e quem sabe em breve poderei opinar aqui sobre o melhor atlas de anatomia em 3D para usar com seu tablet Android, dentre outras recomendações.

Esse artigo marca o retorno do blog numa nova fase, mais focada na qualidade a na maturidade do conteúdo em detrimento daquele comentário frenético de <a title="Intoxicação por besteirol tecnológico e uma drástica mudança de rumo" href="http://www.droider.com.br/metablogagem/intoxicacao-besteirol-tecnologico-uma-drastica-mudanca-rumo.html">bobagens sobre as notícias do dia</a> no mundo das tecnologias móveis e da plataforma Android. Espero que gostem e deixo o convite para que usemos os comentários para discutir esse e outros temas vindouros.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/android-apps.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="android-apps" alt="android-apps" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/android-apps_thumb.jpg" width="324" height="224" border="0" /></a></p>
<p>Além de me manter afastado do blog, a universidade tem me servido também para experimentar um novo tipo de utilização do Android e de vários aplicativos, além de aprender um pouco de medicina também. As possibilidades de uso do sistema móvel para ganhar produtividade, organizar tarefas e otimizar sua vida de estudante são inúmeras e aqui passarei algumas dicas que considero fundamentais, abordando não só os aplicativos como maneiras de utilização voltadas para a vida acadêmica.</p>
<p><span id="more-5079"></span></p>
<p>Não se trata apenas de indicar aplicativos acadêmicos para Android, mas também de mostrar dicas de utilização para apps que vocês já devem conhecer, tornando-os mais úteis no cotidiano escolar ou universitário. O objetivo é fazer com que o Android facilite a sua vida de estudante, aumente sua produtividade nos estudos, e mantenha tudo o mais organizado e acessível possível.</p>
<p>Em vários casos, há diferentes apps disponíveis numa mesma categoria, com finalidades muito semelhantes. Nesses casos, apontarei minhas escolhas e as razões de escolher. Quem tiver outra opinião, favor usar os comentários do blog.</p>
<p>Esse artigo será um pouco extenso, pois pretende ser o mais completo possível, contemplando todas as possibilidades que pude explorar. Aos estudantes interessados, sugiro a leitura completa e o compartilhamento do texto para colegas de curso. Assim podemos começar uma discussão e, quem sabe, enriquecer ainda mais essa experiência.</p>
<h2>Armazenamento em nuvem</h2>
<p align="left">Lembro de quando cursei minha primeira faculdade e do inferno que era perder trabalhos devido ao mau funcionamento de um <em>floppy disk</em> ou, posteriormente, até mesmo de um CD. Hoje os pen drives já amenizaram esse drama mas, vá por mim, nada se compara à vantagem de manter <strong>todos os seus arquivos</strong> <strong>espelhados e sincronizados com um serviço de armazenamento em nuvem</strong>.</p>
<p>Dentre as inúmeras vantagens desses serviços, talvez a <strong>segurança</strong> seja a principal delas, tendo em vista que para cada arquivo existirá sempre, pelo menos, uma cópia extra na nuvem. No caso de dano ou perda de uma unidade de armazenamento físico (defeito num HD, por exemplo), haverá sempre a cópia salva online para livrá-lo de ter que refazer um trabalho inteiro.</p>
<p>Ademais, ganha-se muito em <strong>acessibilidade</strong>. Não é preciso lembrar que numa dada ocasião você deverá ter consigo um determinado arquivo. Nem mesmo de andar sempre por aí com seu próprio equipamento. De onde estiver, usando qualquer dispositivo conectado à internet, é possível acessar, editar, imprimir seus trabalhos, a qualquer hora.</p>
<p>Dentre os vários serviços de armazenamento em nuvem disponíveis, meu escolhido para usar na faculdade foi o <a href="http://db.tt/iQF7TVc"><strong>Dropbox</strong></a>, tendo em vista a praticidade do sistema de sincronização do aplicativo para desktops ou notebooks. Tanto faz estar no Windows, no MacOS ou no Linux. É possível sempre manter uma pasta inteiramente sincronizada com o armazenamento do Dropbox, de maneira que as <strong>alterações feitas nos arquivos sejam salvas imediatamente nas cópias mantidas na nuvem</strong>. Isso faz com que as versões mais recentes dos seus arquivos fiquem, também, sempre disponíveis para o tablet e para o smartphone, através do <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.dropbox.android&amp;feature=nav_result#?t=W251bGwsMSwxLDMsImNvbS5kcm9wYm94LmFuZHJvaWQiXQ..">app do Dropbox</a> instalado.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/dropbox.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="dropbox" alt="dropbox" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/dropbox_thumb.jpg" width="600" height="292" border="0" /></a></p>
<p>Essa sincronização cumpre com a finalidade de manter seus arquivos sempre seguros e acessíveis desde que você mantenha todos eles salvos numa pasta específica no Dropbox, bem organizados, e mantenha o aplicativo de sincronização instalado na sua máquina de trabalho, desktop ou notebook. No meu caso, tudo o que é relacionado à faculdade está no Dropbox, numa <strong>pasta chamada “Faculdade”</strong>, dentro da qual há outras <strong>subpastas para os períodos</strong> e dentro delas <strong>outras para as disciplinas</strong>.</p>
<p>Dessa forma, absolutamente nada do que está relacionado à faculdade fica fora dessas pastas. Seja um arquivo recebido de um professor por e-mail, seja um scan de caderno de colega, seja um trabalho acadêmico. Tudo vai pra a pasta daquela disciplina, o que me possibilita a tranquilidade de saber que existe um backup desse material e que eu poderei acessá-lo quando quiser e de onde quiser. Em suma, <strong>habitue-se a manter todos os arquivos relacionados ao seu curso numa pasta do Dropbox</strong>, de preferência bem organizado em subpastas.</p>
<p>Dentre os outros serviços disponíveis, um concorrente a ser destacado é o <a href="https://www.box.com/"><strong>Box</strong></a>, que disponibiliza um maior espaço nas contas gratuitas. Ele pode ser usado como opção secundária para compartilhamento de material com colegas, tendo em vista poder armazenar maior volume de dados, mas não é tão interessante quanto o Dropbox para o uso pessoal, tomadas as nossas finalidades, pois carece de um sistema de sincronização tão eficiente e prático quanto o do Dropbox.</p>
<h2>Escaneamento de documentos com o Android</h2>
<p>Falei de scan de caderno de colega no tópico anterior, então aqui vai uma <strong>dica de ouro</strong> para usar o Android na faculdade. Talvez você não saiba, mas tem andado com um scanner, e dos bons, no bolso, dependendo um pouco da qualidade da câmera do seu dispositivo. Dessa maneira, é possível escanear o caderno daquele colega que copia tudo bonitinho durante as aulas ou mesmo capítulos inteiros de livros, dependendo apenas da sua disposição e da luz ambiente.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/camscanner.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="camscanner" alt="camscanner" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/camscanner_thumb.jpg" width="600" height="292" border="0" /></a></p>
<p>Embora existam outros apps com a mesma finalidade, acabei adotando o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.intsig.camscanner&amp;feature=nav_result#?t=W251bGwsMSwxLDMsImNvbS5pbnRzaWcuY2Ftc2Nhbm5lciJd"><strong>CamScanner</strong></a> e ele tem me atendido a contento. A interface é relativamente simples e para ter uma boa cópia basta estar num ambiente bem iluminado (evite o flash da câmera) e ganhar prática no enquadramento das páginas. Há também uma <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.intsig.camscannerhd&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5pbnRzaWcuY2Ftc2Nhbm5lcmhkIl0.">versão para tablets</a>.</p>
<p>Depois de fotografada, cada página é processada e a imagem recebe um tratamento que melhora a legibilidade do que está escrito. O resultado é salvo em PDF para estudar depois e, claro, deve ser guardado na pasta do Dropbox para aquela disciplina.</p>
<h2>Anotações sempre acessíveis</h2>
<p>O <strong>Evernote</strong> é um aplicativo famoso, e merecedor de toda a fama, para tomada de anotações, que são mantidas bem organizadas por <em>tags </em>e ficam sempre disponíveis, reproduzidas nos vários dispositivos que você vier a usar, esteja onde estiver. Mais uma vez, a organização é tudo e, aqui, mantenho <strong>uma<em> tag </em>para anotações da faculdade e outras que distinguem as disciplinas</strong>.</p>
<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/evernote.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="evernote" alt="evernote" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/evernote_thumb.jpg" width="600" height="292" border="0" /></a></p>
<p>O objetivo é ter um bloquinho de notas digital, muito seguro e versátil. Tudo o que você anotar ficará imediatamente disponível para ser lido a partir de qualquer dispositivo, seja do celular, do tablet, do seu computador pessoal com o software instalado ou mesmo de qualquer outra máquina, acessando sua conta pela web.</p>
<p>Para os “calouros em Evernote” um exemplo de utilização bem básica. A primeira coisa que fiz quando tive acesso aos meus horários de aulas para esse período foi criar uma nota com o roteiro da semana para consultar que aulas terei de segunda a sexta, nos diferentes horários e em que salas de aula elas aconteceriam. Diante de qualquer dúvida, basta sacar o celular do bolso, encontrar <em>tag </em>da faculdade e lá está.</p>
<p>Outra possibilidade interessante é a de anexar arquivos a uma determinada anotação, permitindo que você, por exemplo, atrele um PDF ou uma fotografia àquela nota. Dou mais um exemplo. Com a aproximação de uma prova de citologia, criei uma nota com palpites meus para assuntos passíveis de caírem no teste, sendo que um deles envolvia memorização de estrutura e características químicas de aminoácidos. Em anexo, uma tabela em PDF contendo todas essas informações. Vez por outra tirava o celular do bolso pra dar mais uma olhadinha. <strong>Memorizar é conviver com a informação e, nesse caso, tê-la sempre no bolso ajuda muito</strong>.</p>
<h2>Gerenciamento de tarefas e afazeres</h2>
<p>Outro aspecto fundamental para manter sua vida acadêmica organizada e produtiva é o <strong>gerenciamento de afazeres</strong>. É comum que provas e trabalhos de várias disciplinas, tratando de diversos assuntos, convirjam frequentemente pra uma mesma semana e se as coisas não estiverem bem organizadas, o caos toma conta de tudo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/anydo.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="anydo" alt="anydo" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2013/02/anydo_thumb.jpg" width="600" height="292" border="0" /></a></p>
<p>Dentre os aplicativos que experimentei, o melhor nessa categoria parece ser o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.anydo&amp;feature=nav_result#?t=W251bGwsMSwxLDMsImNvbS5hbnlkbyJd">Any.Do</a>. Um ponto forte do app é a interface simples, fácil de compreender, de modo que rapidamente você estará familiarizado e utilizando plenamente os recursos. Além disso, a boa apresentação da sua agenda de afazeres, que usa também a barra de notificações do Android, serve para que você não deixe passar nada.</p>
<h2>Leitura de livros e artigos em formatos digitais</h2>
<p>Para quem está habituado à leitura no tablet, a vida acadêmica de hoje praticamente dispensa aquela visitação frequente à famosa xerox do Centro Acadêmico. Muita <span style="text-decoration: line-through;">pirataria de livros</span> coisa interessante circula em PDF. Bom conteúdo pode ser acessado na própria web, desde que se saiba selecionar com critério, usando o <a href="http://scholar.google.com.br/">Google Acadêmico</a> ou mesmo o sistema da <a href="http://www.capes.gov.br/">CAPES</a>.</p>
<p>Trabalhando com conteúdo da web, uma ferramenta interessantíssima é o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.instapaper.android&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5pbnN0YXBhcGVyLmFuZHJvaWQiXQ..">Instapaper</a>, que permite salvar o material para leitura posterior, inclusive offline, além de formatar páginas da web de maneira que elas pareçam mais com material impresso, facilitando o estudo.</p>
<p>Outra dica interessante é o <a href="http://pt.scribd.com/">Scrbd</a>, uma plataforma de veiculação de texto digital onde é possível encontrar inclusive bons artigos acadêmicos. Há recursos disponíveis apenas para usuários pagantes, mas desde que você possua o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.scribd.app.reader0&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5zY3JpYmQuYXBwLnJlYWRlcjAiXQ..">aplicativo instalado no seu Android</a>, os recursos gratuitos já suprem bastante suas necessidades, permitindo <em>favoritar</em> conteúdo de interesse para acesso posterior. Tudo fica melhor no tablet, que é mais adequado à leitura.</p>
<p>Além disso, é interessante ter em vista as plataformas de comercialização de livros digitais, tanto do Kindle quanto da própria Google, avaliando em que ocasiões se faz vantajoso comprar um título em ebook. Infelizmente, a política de preços para ebooks ainda parece sem sentido. Em muitos casos, principalmente nos melhores títulos, o preço da cópia digital se aproxima muito daquele cobrado pela edição impressa, o que é um desrespeito à inteligência do usuário.</p>
<p>Há uma forte argumentação no sentido de subverter os direitos autorais em prol da formação científica e, claro, muita <span style="text-decoration: line-through;">pirataria de livros</span> coisa interessante, que antes circulava na xerox do Centro Acadêmico, acaba circulando em PDF. Entre os vários leitores de PDF que experimentei no tablet, o melhor para Android parece ser o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=udk.android.reader&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsInVkay5hbmRyb2lkLnJlYWRlciJd">EZPDF Reader</a>. Comprei a versão paga por uma bagatela numa dessas promoções da Google Play Store.</p>
<h2>Aplicativos acadêmicos para tablets Android</h2>
<p>Convém que cada usuário disponha, além dessas opções listadas acima, de aplicativos acadêmicos que podem tornar seu tablet ou celular com Android um melhor aliado na universidade. Essa pesquisa está relacionada com os interesses de cada curso e, portanto, requer uma busca pessoal dos interessados.</p>
<p>No momento estou flertando com alguns apps para estudantes de medicina e quem sabe em breve poderei opinar aqui sobre o melhor atlas de anatomia em 3D para usar com seu tablet Android, dentre outras recomendações.</p>
<p>Esse artigo marca o retorno do blog numa nova fase, mais focada na qualidade a na maturidade do conteúdo em detrimento daquele comentário frenético de <a title="Intoxicação por besteirol tecnológico e uma drástica mudança de rumo" href="http://www.droider.com.br/metablogagem/intoxicacao-besteirol-tecnologico-uma-drastica-mudanca-rumo.html">bobagens sobre as notícias do dia</a> no mundo das tecnologias móveis e da plataforma Android. Espero que gostem e deixo o convite para que usemos os comentários para discutir esse e outros temas vindouros.</p>
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		<title>XBMC para Android tem primeira versão beta publicada</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/wOO2_RUYk2Y/xbmc-android-primeira-versao-beta-publicada.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/aplicativos/xbmc-android-primeira-versao-beta-publicada.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 16:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos para Android]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[xbmc]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/12/xbmc-android-google-play.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="xbmc-android-google-play" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/12/xbmc-android-google-play_thumb.jpg" alt="xbmc-android-google-play" width="308" height="204" border="0" /></a></p>
O XBMC é hoje a mais completa, robusta e versátil solução de software para integração de computadores a sistemas de mídia, em ambientes como salas de home theater. Sou entusiasta dessa aplicação desde seu surgimento, no underground do software “homebrew” para a primeira geração do Xbox, instalável mediante o uso de modchips. Como parte da incrível evolução, temos agora uma versão do <a href="http://wiki.xbmc.org/index.php?title=XBMC_for_Android_specific_FAQ">XBMC para Android</a> saindo em versão beta.

<!--more-->

O anúncio de uma versão do XBMC para o Android havia sido <a href="http://www.droider.com.br/android/aplicativos/xbmc-para-android-pivos-xios-ds.html">comentado aqui</a> há algum tempo. Trata-se de um app muito bem vindo e que poderá mudar completamente a forma de acessar e consumir conteúdo de áudio e vídeo em smartphones e tablets. Como havia dito à época, que se cuidem os demais apps reprodutores de áudio e vídeo. <a href="http://mirrors.xbmc.org/releases/android/">O download do APK pode ser feito aqui</a>.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/12/xbmc-android-google-play.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="xbmc-android-google-play" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/12/xbmc-android-google-play_thumb.jpg" alt="xbmc-android-google-play" width="308" height="204" border="0" /></a></p>
<p>O XBMC é hoje a mais completa, robusta e versátil solução de software para integração de computadores a sistemas de mídia, em ambientes como salas de home theater. Sou entusiasta dessa aplicação desde seu surgimento, no underground do software “homebrew” para a primeira geração do Xbox, instalável mediante o uso de modchips. Como parte da incrível evolução, temos agora uma versão do <a href="http://wiki.xbmc.org/index.php?title=XBMC_for_Android_specific_FAQ">XBMC para Android</a> saindo em versão beta.</p>
<p><span id="more-5061"></span></p>
<p>O anúncio de uma versão do XBMC para o Android havia sido <a href="http://www.droider.com.br/android/aplicativos/xbmc-para-android-pivos-xios-ds.html">comentado aqui</a> há algum tempo. Trata-se de um app muito bem vindo e que poderá mudar completamente a forma de acessar e consumir conteúdo de áudio e vídeo em smartphones e tablets. Como havia dito à época, que se cuidem os demais apps reprodutores de áudio e vídeo. <a href="http://mirrors.xbmc.org/releases/android/">O download do APK pode ser feito aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Android 4.1.2 (Jelly Bean) para o Galaxy S II cai na rede</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/RIzksZlY1UI/android-4-1-2-jelly-bean-para-o-galaxy-s2-ii.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/android-4-1-2-jelly-bean-para-o-galaxy-s2-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 04:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Samsung Galaxy S II]]></category>
		<category><![CDATA[android 4.1.2]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s ii]]></category>
		<category><![CDATA[jelly bean]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/galaxys2jellybean.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="galaxys2jellybean" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/galaxys2jellybean_thumb.jpg" alt="galaxys2jellybean" width="362" height="181" border="0" /></a></p>
Como é de costume acontecer um pouco antes de toda atualização oficial da Samsung, uma cópia do Android 4.1.2 (Jelly Bean) para o Galaxy S II acabou de “cair na rede”. Trata-se provavelmente de uma versão para testes internos da empresa, que agora está disponível para os usuários mais curiosos.

<!--more-->

Apesar de ainda não ser, confirmadamente, a atualização final, trata-se de uma ROM com o Android 4.1.2 advinda da própria Samsung. Mesmo com pouco tempo de testes, os primeiros comentários sobre sobre o Jelly Bean para o Galaxy S II são positivos. Quem quiser se aventurar, basta <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1995987">seguir o link</a> e se inteirar do procedimento de instalação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/galaxys2jellybean.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="galaxys2jellybean" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/galaxys2jellybean_thumb.jpg" alt="galaxys2jellybean" width="362" height="181" border="0" /></a></p>
<p>Como é de costume acontecer um pouco antes de toda atualização oficial da Samsung, uma cópia do Android 4.1.2 (Jelly Bean) para o Galaxy S II acabou de “cair na rede”. Trata-se provavelmente de uma versão para testes internos da empresa, que agora está disponível para os usuários mais curiosos.</p>
<p><span id="more-5054"></span></p>
<p>Apesar de ainda não ser, confirmadamente, a atualização final, trata-se de uma ROM com o Android 4.1.2 advinda da própria Samsung. Mesmo com pouco tempo de testes, os primeiros comentários sobre sobre o Jelly Bean para o Galaxy S II são positivos. Quem quiser se aventurar, basta <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1995987">seguir o link</a> e se inteirar do procedimento de instalação.</p>
 <img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/RIzksZlY1UI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Candidatos usam smartphones no ENEM, mas o problema é… a Veja!?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/ZEus-PZRnic/candidatos-usam-smartphones-no-enem-problema-e-a-veja.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/opiniao/candidatos-usam-smartphones-no-enem-problema-e-a-veja.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 18:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[enem]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[smartphones]]></category>
		<category><![CDATA[veja]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=5034</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/opiniao/candidatos-usam-smartphones-no-enem-problema-e-a-veja.html/attachment/enem-no-instagram" rel="attachment wp-att-5038"><img class="aligncenter size-full wp-image-5038" title="enem no instagram" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/enem-no-instagram1.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
Todo ano o ENEM traz suas “pérolas”. Não me refiro às famosas trapalhadas na redação, aquelas que servem para rirmos, de maneira sádica e cínica, da ignorância da juventude num país que não leva educação a sério. As maiores trapalhadas no ENEM advêm da própria organização do concurso. O episódio desse ano se deu com uma “moda” de candidatos usando smartphones em locais de prova e mandando fotos dos próprios cadernos para as redes sociais.

<!--more-->

Antes de substituírem o vestibular tradicional pela mega farsa do ENEM, a fiscalização feita pelas próprias universidades em seus processos seletivos era coisa séria. Para ir ao banheiro o candidato passava por detector de metais, inclusive. Em boa parte dos casos, quem fosse visto portando um telefone celular, ligado ou desligado, num local de prova, era sumariamente eliminado do processo.

Tendo vivenciado a transição dos vestibulares tradicionais para o ENEM, algo que logo me impressionou foi a tremenda mudança nesse quesito. Nunca havia estado num local de prova, num concurso público, com uma fiscalização tão frouxa com relação a dispositivos eletrônicos.

No ENEM, quanto ao telefone celular, o candidato apenas chega à sala de aula e é convidado a desligar o aparelho e guardá-lo num saco plástico, fechado depois com uma cola forte, que deve mantê-lo lacrado até o fim do exame. Tudo depende inteiramente da boa fé de cada candidato, pois ninguém confere se os aparelhos foram de fato desligados e guardados. Na hora de ir ao banheiro também não há qualquer verificação nesse sentido.

Esse ano circularam fotos dos cadernos de prova, tiradas com smartphones por candidatos que, obviamente, não deram a mínima para a recomendação de uso do tal saco plástico. A questão é: se havia gente estúpida o bastante pra postar fotos e depois ser eliminada do exame, como aconteceu, obviamente havia gente mais esperta usando a frouxidão na segurança do concurso para, quem sabe, ir ao banheiro com seu smartphone e tirar umas dúvidas no Google, calmamente sentada no trono. Talvez usando a calculadora pra aquelas “complexas” questões de “matemática”, que hoje em dia não passam de contas de troco de botequim com muitas casas decimais.

O ocorrido serviu para demonstrar que há (mais) um enorme problema comprometendo a segurança desse concurso. O uso de dispositivos com grande poder computacional e total acesso à internet é hoje amplamente difundido. Enquanto essas tecnologias avançaram e seu uso foi massificado, o rigor na fiscalização retrocedeu, se compararmos o ENEM com o vestibular tradicional. Mas o melhor de tudo é a reação da claque do aplauso incondicional ao governo.

<a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/veja-enem.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="veja enem" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/veja-enem_thumb.jpg" alt="veja enem" width="470" height="92" border="0" /></a>

A molecagem de postar fotos do caderno de prova do ENEM nas redes sociais começou cedo. As primeiras surgiram no primeiro dia da aplicação da prova, sábado, 3 de novembro. No segundo dia, a revista Veja postou uma mensagem no Twitter com o texto acima, que tem interpretação um tanto dúbia, à vista de um idiota.
<p align="left">Se a regra do exame proíbe (embora a organização não fiscalize a contento) o uso de celular durante as provas, obviamente as “fotos do ENEM” que o candidato poderia, licitamente, enviar para a Veja eram fotos dos locais de prova, das filas para entrar nesses locais, dos eventuais acontecimentos exteriores às salas de aplicação. A mensagem da revista talvez tenha sido interpretada num sentido que ampliou um problema anterior a ela. O que não se pode afirmar, de maneira alguma, é que o problema foi provocado pela Veja, tendo em vista que a mensagem foi postada no dia 4 e já tínhamos muitas dessas fotos publicadas no dia anterior.</p>
Na leitura do lobotomizado que aplaude incondicionalmente o governo, em qualquer dos seus atos, aconteça o que acontecer, a explicação para o ocorrido é a seguinte: jovens inocentes foram induzidos por uma revista elitista, golpista, raiz de todo o mal, a um comportamento que fez com que parte deles fosse desclassificada do concurso, numa jogada oportunista para abalar a irretocável imagem de um governo infalível, na aplicação de um processo como o ENEM, de perfeição cristalina, que só tem defeitos inventados por gente mal intencionada.

Não há quem questione como a fiscalização permitiu que tantas fotos de cadernos de prova fossem postadas em redes sociais. Não há quem imagine quantos mais espertos não estiveram fazendo uso de smartphones para pescar informações no Google ou para fazer uso da calculadora, que depois da imbecilização do programa de matemática, operada pelo ENEM, se transformou num oráculo supremo.

É impossível afirmar, pelo texto da mensagem enviada pela Veja, que o objetivo da revista era desnudar esse grande e grave problema na segurança do ENEM. Se não foi, e muito provavelmente não foi, acabou funcionando nesse sentido. E para completar, tornou mais evidente a velha cegueira do observador médio da política brasileira. Alienado, sempre disposto a se comportar como quem defende seu time de futebol, preferindo repetir invariavelmente a mesma cantiga a lidar com a realidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/opiniao/candidatos-usam-smartphones-no-enem-problema-e-a-veja.html/attachment/enem-no-instagram" rel="attachment wp-att-5038"><img class="aligncenter size-full wp-image-5038" title="enem no instagram" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/enem-no-instagram1.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Todo ano o ENEM traz suas “pérolas”. Não me refiro às famosas trapalhadas na redação, aquelas que servem para rirmos, de maneira sádica e cínica, da ignorância da juventude num país que não leva educação a sério. As maiores trapalhadas no ENEM advêm da própria organização do concurso. O episódio desse ano se deu com uma “moda” de candidatos usando smartphones em locais de prova e mandando fotos dos próprios cadernos para as redes sociais.</p>
<p><span id="more-5034"></span></p>
<p>Antes de substituírem o vestibular tradicional pela mega farsa do ENEM, a fiscalização feita pelas próprias universidades em seus processos seletivos era coisa séria. Para ir ao banheiro o candidato passava por detector de metais, inclusive. Em boa parte dos casos, quem fosse visto portando um telefone celular, ligado ou desligado, num local de prova, era sumariamente eliminado do processo.</p>
<p>Tendo vivenciado a transição dos vestibulares tradicionais para o ENEM, algo que logo me impressionou foi a tremenda mudança nesse quesito. Nunca havia estado num local de prova, num concurso público, com uma fiscalização tão frouxa com relação a dispositivos eletrônicos.</p>
<p>No ENEM, quanto ao telefone celular, o candidato apenas chega à sala de aula e é convidado a desligar o aparelho e guardá-lo num saco plástico, fechado depois com uma cola forte, que deve mantê-lo lacrado até o fim do exame. Tudo depende inteiramente da boa fé de cada candidato, pois ninguém confere se os aparelhos foram de fato desligados e guardados. Na hora de ir ao banheiro também não há qualquer verificação nesse sentido.</p>
<p>Esse ano circularam fotos dos cadernos de prova, tiradas com smartphones por candidatos que, obviamente, não deram a mínima para a recomendação de uso do tal saco plástico. A questão é: se havia gente estúpida o bastante pra postar fotos e depois ser eliminada do exame, como aconteceu, obviamente havia gente mais esperta usando a frouxidão na segurança do concurso para, quem sabe, ir ao banheiro com seu smartphone e tirar umas dúvidas no Google, calmamente sentada no trono. Talvez usando a calculadora pra aquelas “complexas” questões de “matemática”, que hoje em dia não passam de contas de troco de botequim com muitas casas decimais.</p>
<p>O ocorrido serviu para demonstrar que há (mais) um enorme problema comprometendo a segurança desse concurso. O uso de dispositivos com grande poder computacional e total acesso à internet é hoje amplamente difundido. Enquanto essas tecnologias avançaram e seu uso foi massificado, o rigor na fiscalização retrocedeu, se compararmos o ENEM com o vestibular tradicional. Mas o melhor de tudo é a reação da claque do aplauso incondicional ao governo.</p>
<p><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/veja-enem.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="veja enem" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/11/veja-enem_thumb.jpg" alt="veja enem" width="470" height="92" border="0" /></a></p>
<p>A molecagem de postar fotos do caderno de prova do ENEM nas redes sociais começou cedo. As primeiras surgiram no primeiro dia da aplicação da prova, sábado, 3 de novembro. No segundo dia, a revista Veja postou uma mensagem no Twitter com o texto acima, que tem interpretação um tanto dúbia, à vista de um idiota.</p>
<p align="left">Se a regra do exame proíbe (embora a organização não fiscalize a contento) o uso de celular durante as provas, obviamente as “fotos do ENEM” que o candidato poderia, licitamente, enviar para a Veja eram fotos dos locais de prova, das filas para entrar nesses locais, dos eventuais acontecimentos exteriores às salas de aplicação. A mensagem da revista talvez tenha sido interpretada num sentido que ampliou um problema anterior a ela. O que não se pode afirmar, de maneira alguma, é que o problema foi provocado pela Veja, tendo em vista que a mensagem foi postada no dia 4 e já tínhamos muitas dessas fotos publicadas no dia anterior.</p>
<p>Na leitura do lobotomizado que aplaude incondicionalmente o governo, em qualquer dos seus atos, aconteça o que acontecer, a explicação para o ocorrido é a seguinte: jovens inocentes foram induzidos por uma revista elitista, golpista, raiz de todo o mal, a um comportamento que fez com que parte deles fosse desclassificada do concurso, numa jogada oportunista para abalar a irretocável imagem de um governo infalível, na aplicação de um processo como o ENEM, de perfeição cristalina, que só tem defeitos inventados por gente mal intencionada.</p>
<p>Não há quem questione como a fiscalização permitiu que tantas fotos de cadernos de prova fossem postadas em redes sociais. Não há quem imagine quantos mais espertos não estiveram fazendo uso de smartphones para pescar informações no Google ou para fazer uso da calculadora, que depois da imbecilização do programa de matemática, operada pelo ENEM, se transformou num oráculo supremo.</p>
<p>É impossível afirmar, pelo texto da mensagem enviada pela Veja, que o objetivo da revista era desnudar esse grande e grave problema na segurança do ENEM. Se não foi, e muito provavelmente não foi, acabou funcionando nesse sentido. E para completar, tornou mais evidente a velha cegueira do observador médio da política brasileira. Alienado, sempre disposto a se comportar como quem defende seu time de futebol, preferindo repetir invariavelmente a mesma cantiga a lidar com a realidade.</p>
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		<item>
		<title>Apple demite Scott Forstall e precisa completar o luto de Jobs</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/CP3UAZEftuw/apple-demite-scott-forstall-precisa-completar-luto-jobs.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/apple/apple-demite-scott-forstall-precisa-completar-luto-jobs.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 11:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[ios]]></category>
		<category><![CDATA[ios 6]]></category>
		<category><![CDATA[Scott Forstall]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Scott-Forstall.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Scott-Forstall" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Scott-Forstall_thumb.jpg" alt="Scott-Forstall" width="315" height="177" border="0" /></a></p>
A Apple acabou de anunciar, sem cerimônia, a demissão de Scott Forstall, executivo que cuidou diretamente do iOS desde seu surgimento. Ao contrário do ocorrido em outros desligamentos, Scott sai sem levar consigo muitos elogios no anúncio da empresa à mídia. A manobra sinaliza preocupação com os rumos do sistema móvel.

<!--more-->

Não é necessário observar muito minunciosamente para perceber que o salto dado pelo Android desde o Ice Cream Sandwich até a versão 4.2 recém anunciada não encontra correspondência com a história recente do iOS. A versão 6 do sistema móvel da Apple, na percepção dos próprios usuários, teve como principais características uma execução mais pesada e um grande retrocesso na parte de navegação por mapas, além de algumas mudanças na integração com redes sociais.

O Android, por sua vez, pelo menos em sua versão original, desenhada pela Google, avança rapidamente, amadurecendo maneiras de interagir com a interface, explorando mais e mais o recurso dos widgets customizáveis, que agora poderão ser acessados diretamente da <em>lock screen</em>, antes mesmo do destravamento do aparelho, para ficar em apenas um detalhe. O sistema tem ganhado bastante na beleza de sua apresentação gráfica, em desempenho e em maneiras de interação.

Para fazer frente ao avanço do principal concorrente, a Apple vive o desafio de concluir o luto de Steve Jobs. A empresa precisa de alguém com a moral suficientemente elevada para, inclusive, quebrar paradigmas inseridos pelo próprio Jobs na filosofia da empresa, especialmente no que se refere ao iOS. O receio de mexer no legado do homem está claramente empatando o processo criativo, e isso precisa ser enfrentado.

O iPad Mini é um tímido sinal de que algo está sendo feito nesse sentido. É um produto difícil de imaginar numa Apple sob influência direta de Jobs, um confesso obcecado por padronização para quem tablets só faziam sentido no formato apresentado pelo iPad original. Um pequeno passo, mas que não mexe no cerne da questão, não envolve diretamente interface, formas de interação, temas centrais e muito marcados pelo discurso de Jobs.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Scott-Forstall.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Scott-Forstall" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Scott-Forstall_thumb.jpg" alt="Scott-Forstall" width="315" height="177" border="0" /></a></p>
<p>A Apple acabou de anunciar, sem cerimônia, a demissão de Scott Forstall, executivo que cuidou diretamente do iOS desde seu surgimento. Ao contrário do ocorrido em outros desligamentos, Scott sai sem levar consigo muitos elogios no anúncio da empresa à mídia. A manobra sinaliza preocupação com os rumos do sistema móvel.</p>
<p><span id="more-5026"></span></p>
<p>Não é necessário observar muito minunciosamente para perceber que o salto dado pelo Android desde o Ice Cream Sandwich até a versão 4.2 recém anunciada não encontra correspondência com a história recente do iOS. A versão 6 do sistema móvel da Apple, na percepção dos próprios usuários, teve como principais características uma execução mais pesada e um grande retrocesso na parte de navegação por mapas, além de algumas mudanças na integração com redes sociais.</p>
<p>O Android, por sua vez, pelo menos em sua versão original, desenhada pela Google, avança rapidamente, amadurecendo maneiras de interagir com a interface, explorando mais e mais o recurso dos widgets customizáveis, que agora poderão ser acessados diretamente da <em>lock screen</em>, antes mesmo do destravamento do aparelho, para ficar em apenas um detalhe. O sistema tem ganhado bastante na beleza de sua apresentação gráfica, em desempenho e em maneiras de interação.</p>
<p>Para fazer frente ao avanço do principal concorrente, a Apple vive o desafio de concluir o luto de Steve Jobs. A empresa precisa de alguém com a moral suficientemente elevada para, inclusive, quebrar paradigmas inseridos pelo próprio Jobs na filosofia da empresa, especialmente no que se refere ao iOS. O receio de mexer no legado do homem está claramente empatando o processo criativo, e isso precisa ser enfrentado.</p>
<p>O iPad Mini é um tímido sinal de que algo está sendo feito nesse sentido. É um produto difícil de imaginar numa Apple sob influência direta de Jobs, um confesso obcecado por padronização para quem tablets só faziam sentido no formato apresentado pelo iPad original. Um pequeno passo, mas que não mexe no cerne da questão, não envolve diretamente interface, formas de interação, temas centrais e muito marcados pelo discurso de Jobs.</p>
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		<item>
		<title>Temos um gênio à frente da Anatel</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/0y_Mwk3dTu4/temos-genio-a-frente-da-anatel.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/telefonia/temos-genio-a-frente-da-anatel.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2012 20:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Telefonia]]></category>
		<category><![CDATA[anatel]]></category>
		<category><![CDATA[telecom]]></category>
		<category><![CDATA[telefonia celular]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ESP_Joao_Rezende_Anatel_ClienteSA.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="ESP_Joao_Rezende_Anatel_ClienteSA" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ESP_Joao_Rezende_Anatel_ClienteSA_thumb.jpg" alt="ESP_Joao_Rezende_Anatel_ClienteSA" width="302" height="185" border="0" /></a></p>
João Rezende está se revelando um gênio na presidência da Anatel. Acho que de lá ele sai direto pra receber algum prêmio Nobel. Se não tiver uma categoria do Nobel aplicável ao seu ramo de atividade, deverão criar uma pra ele, pra reverenciar uma mente tão profícua.

<!--more-->

Tempos atrás, as operadoras que se encontravam sob <a title="Para Tim “os incomodados que se retirem” parece um bom argumento" href="http://www.droider.com.br/telefonia/tim-os-incomodados-retirem-bom-argumento.html">sanção administrativa</a>, impedidas de comercializar novos planos devido ao caos generalizado no serviço, conseguiram sair do "sufoco" mediante uma simples promessa de adequação. Sem que nada fosse efetivamente posto em prática, se livraram da situação através de um "gentleman's agreement" com João Rezende, o implacável presidente daquela agência reguladora.

O novo episódio parte de uma proposta genial do João, essa que deverá lhe render o reconhecimento como um intelecto de imensa magnitude. A ideia é que <strong>as multas pagas pelas operadoras sejam convertidas em melhorias nas suas próprias redes</strong>, nos seus próprios equipamentos. Deu na <a href="http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE89M08020121023?sp=true">Reuters</a>.

É um jogo de cena para tapear gente ingênua. A sanção, a multa no caso, é um instrumento jurídico a ser usado para pressionar no sentido contrário aquele agente (pessoa física ou jurídica) que incorre em ilicitude, desestimulando individual e socialmente a conduta reprovável. A sanção deve ser sentida em seus efeitos negativos, do contrário não é sanção e perde sua natureza. Perde a função e a razão de existir.

O que a Anatel está acenando é, mais uma vez, uma abertura de espaço para que as operadoras se sintam mais confortáveis em tripudiar de maneira geral e irrestrita dos direitos do consumidor. Caso sejam merecedoras de alguma punição, que beleza, <strong>a multa deverá retornar à própria empresa, sendo reincorporada ao seu próprio capital fixo. Não é lindo?</strong>

A telefonia é exercida por empresas privadas através de concessão. O Estado delega, dessa maneira, a exploração da atividade. Agora, diante da proposta do João, o Estado reassume parte do papel de administrar as companhias.

O Poder Público passará, através da aplicação dessa nova modalidade de multa, a determinar em que medida a receita das operadoras deverá ser reinvestida em suas próprias estruturas. Multa não serve mais pra punir, serve apenas para calibrar a política de investimento da empresa.

Para quem vive furioso com o péssimo serviço da telefonia móvel no Brasil: não destine toda a sua fúria apenas à operadora. A Anatel é responsável, e muito, por esse quadro. Está inclusive mudando os mais basilares conceitos jurídicos para garantir sua irrestrita conivência com essa patifaria.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ESP_Joao_Rezende_Anatel_ClienteSA.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="ESP_Joao_Rezende_Anatel_ClienteSA" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ESP_Joao_Rezende_Anatel_ClienteSA_thumb.jpg" alt="ESP_Joao_Rezende_Anatel_ClienteSA" width="302" height="185" border="0" /></a></p>
<p>João Rezende está se revelando um gênio na presidência da Anatel. Acho que de lá ele sai direto pra receber algum prêmio Nobel. Se não tiver uma categoria do Nobel aplicável ao seu ramo de atividade, deverão criar uma pra ele, pra reverenciar uma mente tão profícua.</p>
<p><span id="more-5020"></span></p>
<p>Tempos atrás, as operadoras que se encontravam sob <a title="Para Tim “os incomodados que se retirem” parece um bom argumento" href="http://www.droider.com.br/telefonia/tim-os-incomodados-retirem-bom-argumento.html">sanção administrativa</a>, impedidas de comercializar novos planos devido ao caos generalizado no serviço, conseguiram sair do &#8220;sufoco&#8221; mediante uma simples promessa de adequação. Sem que nada fosse efetivamente posto em prática, se livraram da situação através de um &#8220;gentleman&#8217;s agreement&#8221; com João Rezende, o implacável presidente daquela agência reguladora.</p>
<p>O novo episódio parte de uma proposta genial do João, essa que deverá lhe render o reconhecimento como um intelecto de imensa magnitude. A ideia é que <strong>as multas pagas pelas operadoras sejam convertidas em melhorias nas suas próprias redes</strong>, nos seus próprios equipamentos. Deu na <a href="http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE89M08020121023?sp=true">Reuters</a>.</p>
<p>É um jogo de cena para tapear gente ingênua. A sanção, a multa no caso, é um instrumento jurídico a ser usado para pressionar no sentido contrário aquele agente (pessoa física ou jurídica) que incorre em ilicitude, desestimulando individual e socialmente a conduta reprovável. A sanção deve ser sentida em seus efeitos negativos, do contrário não é sanção e perde sua natureza. Perde a função e a razão de existir.</p>
<p>O que a Anatel está acenando é, mais uma vez, uma abertura de espaço para que as operadoras se sintam mais confortáveis em tripudiar de maneira geral e irrestrita dos direitos do consumidor. Caso sejam merecedoras de alguma punição, que beleza, <strong>a multa deverá retornar à própria empresa, sendo reincorporada ao seu próprio capital fixo. Não é lindo?</strong></p>
<p>A telefonia é exercida por empresas privadas através de concessão. O Estado delega, dessa maneira, a exploração da atividade. Agora, diante da proposta do João, o Estado reassume parte do papel de administrar as companhias.</p>
<p>O Poder Público passará, através da aplicação dessa nova modalidade de multa, a determinar em que medida a receita das operadoras deverá ser reinvestida em suas próprias estruturas. Multa não serve mais pra punir, serve apenas para calibrar a política de investimento da empresa.</p>
<p>Para quem vive furioso com o péssimo serviço da telefonia móvel no Brasil: não destine toda a sua fúria apenas à operadora. A Anatel é responsável, e muito, por esse quadro. Está inclusive mudando os mais basilares conceitos jurídicos para garantir sua irrestrita conivência com essa patifaria.</p>
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		<item>
		<title>Samsung comprometida com a abertura do Exynos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/p-T7WH4ZCds/samsung-exynos-aberto-open-sourc.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/custom-roms-android/samsung-exynos-aberto-open-sourc.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Custom ROMs]]></category>
		<category><![CDATA[custom roms]]></category>
		<category><![CDATA[cyanogenmod]]></category>
		<category><![CDATA[exynos]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/exynos-4-quad-processor-samsung-galaxy-s3-0.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="exynos-4-quad-processor-samsung-galaxy-s3-0" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/exynos-4-quad-processor-samsung-galaxy-s3-0_thumb.jpg" alt="exynos-4-quad-processor-samsung-galaxy-s3-0" width="324" height="216" border="0" /></a></p>
Temos de dar crédito a quem trabalha no sentido de merecê-lo. Mesmo que tenhamos nossas críticas à Samsung como fabricante de dispositivos com Android, temos de reconhecer que a coreana merece a posição conquistada, sobretudo pelo canal aberto de diálogo que faz com que ela escute alguns de nossos anseios com rapidez. Com poucos dias, temos a <a href="http://www.sammobile.com/2012/10/21/after-months-of-speculation-exynos-will-go-open-source/#.UIRNmGlUJEg.twitter">confirmação de que o Exynos será open source</a>. Ótima notícia.

<!--more-->

Ao mesmo tempo em que não sou fã da Touchwiz e tenho uma profunda irritação toda vez que um toque no botão “home” do Galaxy S II lança aquele assistente de voz (uma SIRI paraguaia) perguntando “what you’d like to do?”, minhas experiências com o CyanogenMod 10 no aparelho foram muitíssimo gratificantes. Ali, sim, temos o Android do jeito que ele foi concebido para ser.

Acontece que pedir à Samsung ou a qualquer outro fabricante que entregue seus produtos com o Android puro, direto do AOSP, é pedir demais. Por questões de mercado, essas empresas não querem limitar seu papel à comercialização do hardware. Elas precisam batalhar para conquistar o consumidor com uma solução completa de smartphone, incluindo o software. E o Android para isso é apenas um meio, nunca um fim.

A vantagem de uma empresa adotar o Android na fabricação de seus dispositivos é justamente a liberdade que ela tem de moldá-lo como bem entender. Não importa o que um grupo de usuários mais críticos pense a respeito dessas alterações. Elas fazem parte do jogo comercial e continuarão ali. Para nós, é fundamental que tenhamos acesso a um bom trabalho de desenvolvimento independente, de Custom ROMs.

Com a abertura do Exynos, o que a Samsung irá nos garantir é que os projetos de Custom ROMs ganhem força, que as novas versões do CyanogenMod saiam mais rapidamente e que elas não fiquem mais estagnadas naqueles últimos bugs ou nos problemas de recursos faltando que ninguém consegue resolver. Basta observar o que se dá com os aparelhos baseados no OMAP, da Texas Instruments, que é mais aberto e recebe um suporte muito mais rápido e eficiente desses projetos.

Há ainda uma preocupação sobre a maneira como se dará essa abertura. Segundo os desenvolvedores, o que eles precisam é de informações mais detalhadas sobre as implementações específicas do Exynos em cada aparelhos. Talvez a simples documentação da placa não seja suficiente, por exemplo, para explicar as razões de nenhum projeto baseado em AOSP conseguir fazer o HWComposer funcionar no Jelly Beam no Galaxy S II, o que deixa o aparelho sem a completa implementação do tal Project Butter, desenvolvido pela Google para que a interface do Android se torne ainda mais ágil.

O que temos até o momento é uma promessa. Precisamos ainda dos resultados. Confesso que essa medida me devolve o interesse em aparelhos da Samsung, que eu já andava perdendo devido à minha desgastada relação com o software desenvolvido por eles e pelas desvantagens de adotar um CyanogenMod que nunca disponibilizava todos os recursos do aparelho.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/exynos-4-quad-processor-samsung-galaxy-s3-0.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="exynos-4-quad-processor-samsung-galaxy-s3-0" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/exynos-4-quad-processor-samsung-galaxy-s3-0_thumb.jpg" alt="exynos-4-quad-processor-samsung-galaxy-s3-0" width="324" height="216" border="0" /></a></p>
<p>Temos de dar crédito a quem trabalha no sentido de merecê-lo. Mesmo que tenhamos nossas críticas à Samsung como fabricante de dispositivos com Android, temos de reconhecer que a coreana merece a posição conquistada, sobretudo pelo canal aberto de diálogo que faz com que ela escute alguns de nossos anseios com rapidez. Com poucos dias, temos a <a href="http://www.sammobile.com/2012/10/21/after-months-of-speculation-exynos-will-go-open-source/#.UIRNmGlUJEg.twitter">confirmação de que o Exynos será open source</a>. Ótima notícia.</p>
<p><span id="more-5014"></span></p>
<p>Ao mesmo tempo em que não sou fã da Touchwiz e tenho uma profunda irritação toda vez que um toque no botão “home” do Galaxy S II lança aquele assistente de voz (uma SIRI paraguaia) perguntando “what you’d like to do?”, minhas experiências com o CyanogenMod 10 no aparelho foram muitíssimo gratificantes. Ali, sim, temos o Android do jeito que ele foi concebido para ser.</p>
<p>Acontece que pedir à Samsung ou a qualquer outro fabricante que entregue seus produtos com o Android puro, direto do AOSP, é pedir demais. Por questões de mercado, essas empresas não querem limitar seu papel à comercialização do hardware. Elas precisam batalhar para conquistar o consumidor com uma solução completa de smartphone, incluindo o software. E o Android para isso é apenas um meio, nunca um fim.</p>
<p>A vantagem de uma empresa adotar o Android na fabricação de seus dispositivos é justamente a liberdade que ela tem de moldá-lo como bem entender. Não importa o que um grupo de usuários mais críticos pense a respeito dessas alterações. Elas fazem parte do jogo comercial e continuarão ali. Para nós, é fundamental que tenhamos acesso a um bom trabalho de desenvolvimento independente, de Custom ROMs.</p>
<p>Com a abertura do Exynos, o que a Samsung irá nos garantir é que os projetos de Custom ROMs ganhem força, que as novas versões do CyanogenMod saiam mais rapidamente e que elas não fiquem mais estagnadas naqueles últimos bugs ou nos problemas de recursos faltando que ninguém consegue resolver. Basta observar o que se dá com os aparelhos baseados no OMAP, da Texas Instruments, que é mais aberto e recebe um suporte muito mais rápido e eficiente desses projetos.</p>
<p>Há ainda uma preocupação sobre a maneira como se dará essa abertura. Segundo os desenvolvedores, o que eles precisam é de informações mais detalhadas sobre as implementações específicas do Exynos em cada aparelhos. Talvez a simples documentação da placa não seja suficiente, por exemplo, para explicar as razões de nenhum projeto baseado em AOSP conseguir fazer o HWComposer funcionar no Jelly Beam no Galaxy S II, o que deixa o aparelho sem a completa implementação do tal Project Butter, desenvolvido pela Google para que a interface do Android se torne ainda mais ágil.</p>
<p>O que temos até o momento é uma promessa. Precisamos ainda dos resultados. Confesso que essa medida me devolve o interesse em aparelhos da Samsung, que eu já andava perdendo devido à minha desgastada relação com o software desenvolvido por eles e pelas desvantagens de adotar um CyanogenMod que nunca disponibilizava todos os recursos do aparelho.</p>
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		<item>
		<title>Samsung parece disposta a abrir o Exynos aos desenvolvedores</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/lZsaIuINd-w/samsung-abrir-exynos-drivers-documentacao.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/custom-roms-android/samsung-abrir-exynos-drivers-documentacao.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 19:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Custom ROMs]]></category>
		<category><![CDATA[custom roms]]></category>
		<category><![CDATA[cyanogenmod]]></category>
		<category><![CDATA[exynos]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ExynosProcessorLogo-580-75.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="ExynosProcessorLogo-580-75" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ExynosProcessorLogo-580-75_thumb.jpg" alt="ExynosProcessorLogo-580-75" width="279" height="157" border="0" /></a></p>
A importância das ditas <a title="Cyanogen Mod 7 e MIUI ROM – um comparativo entre as duas maiores custom ROMs para Android" href="http://www.droider.com.br/android/cyanogen-mod-7-miui-rom-um-comparativo-entre-duas-maiores-custom-roms-para-android.html">Custom ROMs</a> para os usuários de dispositivos Android demorou a ser compreendida pelos fabricantes. Até hoje alguns problemas são enfrentados pelos generosos desenvolvedores devido a empecilhos existentes nos aparelhos. Alguns são <a title="Escolhendo um Android mais aberto para customizações" href="http://www.droider.com.br/android/escolhendo-android-aberto-customizacoes.html">mais abertos que outros</a>. Nesse sentido, a Samsung está agora ouvindo o clamor por maior abertura do SoC Exynos, o que facilitaria o trabalho dos desenvolvedores.

Apesar de a Samsung ter uma boa relação com a comunidade de desenvolvedores, manter bootloaders abertos, liberar com agilidade o código fonte de suas ROMs, dois grandes problemas são enfrentados por quem se dispõe a trabalhar tanto com o Galaxy S II quanto com o Galaxy S III. O Exynos, o “System on a Chip” que equipa esses aparelhos, possui <strong>documentação lacunosa</strong> e <strong>drivers fechados</strong>.

<a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/open-exynos.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="open exynos" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/open-exynos_thumb.jpg" alt="open exynos" width="640" height="256" border="0" /></a>

Em atenção às demandas da comunidade, a Samsung declarou estar empenhada em abrir o código dos drivers e em melhor detalhar a documentação técnica do Exynos. Isso deverá facilitar por demais a vida dos desenvolvedores, fazendo com que projetos como o CyanogenMod amadureçam mais rapidamente e surtam melhores resultados nos dispositivos da coreana equipados com esse hardware.

Para quem quiser participar dando aquela forcinha no pedido, <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1929188">esse tópico no XDA</a> Developers está discutindo a situação e lá estão os links para os canais da Samsung nas redes sociais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ExynosProcessorLogo-580-75.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="ExynosProcessorLogo-580-75" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ExynosProcessorLogo-580-75_thumb.jpg" alt="ExynosProcessorLogo-580-75" width="279" height="157" border="0" /></a></p>
<p>A importância das ditas <a title="Cyanogen Mod 7 e MIUI ROM – um comparativo entre as duas maiores custom ROMs para Android" href="http://www.droider.com.br/android/cyanogen-mod-7-miui-rom-um-comparativo-entre-duas-maiores-custom-roms-para-android.html">Custom ROMs</a> para os usuários de dispositivos Android demorou a ser compreendida pelos fabricantes. Até hoje alguns problemas são enfrentados pelos generosos desenvolvedores devido a empecilhos existentes nos aparelhos. Alguns são <a title="Escolhendo um Android mais aberto para customizações" href="http://www.droider.com.br/android/escolhendo-android-aberto-customizacoes.html">mais abertos que outros</a>. Nesse sentido, a Samsung está agora ouvindo o clamor por maior abertura do SoC Exynos, o que facilitaria o trabalho dos desenvolvedores.</p>
<p>Apesar de a Samsung ter uma boa relação com a comunidade de desenvolvedores, manter bootloaders abertos, liberar com agilidade o código fonte de suas ROMs, dois grandes problemas são enfrentados por quem se dispõe a trabalhar tanto com o Galaxy S II quanto com o Galaxy S III. O Exynos, o “System on a Chip” que equipa esses aparelhos, possui <strong>documentação lacunosa</strong> e <strong>drivers fechados</strong>.</p>
<p><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/open-exynos.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="open exynos" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/open-exynos_thumb.jpg" alt="open exynos" width="640" height="256" border="0" /></a></p>
<p>Em atenção às demandas da comunidade, a Samsung declarou estar empenhada em abrir o código dos drivers e em melhor detalhar a documentação técnica do Exynos. Isso deverá facilitar por demais a vida dos desenvolvedores, fazendo com que projetos como o CyanogenMod amadureçam mais rapidamente e surtam melhores resultados nos dispositivos da coreana equipados com esse hardware.</p>
<p>Para quem quiser participar dando aquela forcinha no pedido, <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1929188">esse tópico no XDA</a> Developers está discutindo a situação e lá estão os links para os canais da Samsung nas redes sociais.</p>
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		<item>
		<title>[Análise] Harmony Link e automação de home theater com Android</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/-FeNBME3WpU/analise-harmony-link-automacao-home-theater-android.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/acessorios/analise-harmony-link-automacao-home-theater-android.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2012 21:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessórios para Android]]></category>
		<category><![CDATA[automação]]></category>
		<category><![CDATA[harmony link]]></category>
		<category><![CDATA[home theater]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4990</guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Logitech-Harmony-Link.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Logitech-Harmony-Link" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Logitech-Harmony-Link_thumb.jpg" alt="Logitech-Harmony-Link" width="294" height="190" border="0" /></a></p>
O <a title="Logitech Harmony Link emprega Android e iOS em sistemas de automação" href="http://www.droider.com.br/audio-video-automacao/logitech-harmony-link-android-ios-automacao.html">Harmony Link, da Logitech</a>, foi tema de postagem aqui no blog logo quando anunciado. Trata-se de um dispositivo que, conectado à rede WiFi, faz o intermédio entre smartphones ou tablets, tanto com iOS quanto com Android, e quaisquer equipamentos numa sala de home theater, permitindo controlá-los individualmente ou programar macros para automação de diversas funções. Com o aparelho em uso há duas semanas, passo aqui minhas impressões.

A proposta da Logitech com o Harmony Link e com outros controles é distinta da de outras marcas que fabricam sistemas completos de automação, mais poderosos, mais caros e mais difíceis de instalar e configurar.

A ideia aqui é dispensar serviços profissionais, permitindo que o próprio usuário possa deixar tudo funcionando. Ao final, tem-se algo simples, que apenas opera e automatiza funções corriqueiras de uma sala de home theater, mas que funciona a contento tornando o uso integrado dos equipamentos mais cômodo e prático. Outra vantagem é o precinho de apenas US$ 100,00 (lá fora).
<h3>Configurando o Logitech Harmony Link</h3>
O dispositivo vem com uma fonte, com um cabo mini USB para configuração e com um transmissor de infravermelho para as situações em que se precise disparar rumo a um equipamento de acesso mais difícil. Após configurado, ele funcionará ligado apenas à fonte, o que facilita posicioná-lo melhor na sala.

O procedimento de instalação se dá com o Link plugado ao seu computador via USB e através de uma interface web no site <a href="http://www.myharmony.com/">My Harmony</a>, que requer a instalação do Silverlight, da Microsoft, para operar. A exigência pode gerar transtornos para quem só dispõe em máquinas com MacOS ou Linux.

<a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/harmony-link-atividades.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border: 0px;" title="harmony link atividades" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/harmony-link-atividades_thumb.jpg" alt="harmony link atividades" width="288" height="480" align="left" border="0" /></a>O primeiro passo é adicionar todos os dispositivos que você deseja operar através do seu smartphone ou tablet. Nessa etapa é importante ter um mãos todas as referências de marcas, modelos, e às vezes até número de série dos equipamentos. Depois de tudo adicionado, é hora de criar as as macros de programação que na interface são chamadas “Atividades”, o que é feito com tremenda facilidade.

Se você, por exemplo, deseja que, num único comando, sua sala se prepare para reprodução de um Bluray na TV usando o áudio do receiver e com o condicionador de ar ligado, basta criar uma atividade envolvendo todos esses equipamentos.

Durante a criação da Atividade, a interface perguntará coisas como “Qual desses equipamentos controla o volume do áudio” ou “qual desses equipamentos será encarregado da exibição de imagem”. Mais adiante você deverá informar em qual porta HDMI o seu Bluray player está conectado ao receiver e em qual porta HDMI o receiver se encontra conectado à TV.

O sistema usará as informações fornecidas nesse “questionário” para gerar uma macro que, quando ativada, iniciará disparos de pulsos infra vermelhos que irão ligar todos os aparelhos e configurar as entradas certinhas de todos os equipamentos envolvidos, conforme o uso a ser feito deles naquela atividade. Ou seja, nada daquela coisa de operar vários controles e sair “arrumando” a sala inteira para ver um filme. Com um toque, o sistema inteiro se apronta “sozinho”.
<h3>Posicionando o dispositivo na sala</h3>
Esse formato de domo do Harmony Link tem uma justificativa. O aparelhinho é projetado para disparar radiação infra vermelha em todas as direções na sua sala, mas é preciso algum cuidado na escolha do lugar definitivo para o aparelho.

O importante é ter em mente que <strong>radiação eletromagnética não faz curvas</strong>. Todos os os receptores de infra vermelho dos seus dispositivos têm de estar acessíveis a um raio que parta em linha reta saindo do Link. Outra dica é ter em mente o posicionamento habitual das pessoas na sala, pois elas podem funcionar também como anteparo, impedindo o bom funcionamento do sistema.

Na prática, o sistema não costuma falhar. Durante meus testes, cheguei a colocá-lo em posições bem desfavoráveis na sala para checar sua capacidade e, mesmo assim, ele conseguiu se comunicar com os aparelhos. Para que as falhas sejam evitadas no dia a dia, com o funcionamento prolongado, recomenda-se escolher uma boa posição para ele.

Caso algum dispositivo se encontre inacessível, há ainda a possibilidade de usar um emissor de infra vermelho extra que vem na embalagem. Se houver vários inacessíveis, é possível plugar mais dois pequenos emissores a serem adquiridos separadamente.
<h3>Controlando seu home theater com o Android</h3>
Usar o Harmony Link com o Android, com um iPhone ou iPad, é fácil. Basta instalar o aplicativo que, ao ser iniciado, encontra o dispositivo na rede WiFi e é sincronizado com ele. A partir de então, as atividades que você criou ficarão disponíveis na tela.

O simples toque em “Bluray no projetor (AC On)”, usando um exemplo do meu sistema, irá ligar o Bluray Player, ligar o receiver, ligar o projetor (o que faz baixar a tela elétrica) e em seguida mandar os comandos para que cada dispositivo esteja na porta HDMI selecionada para aquela atividade. Tudo isso se faz num só toque.

Em casas onde a iluminação é também controlável remotamente, com dimmers e etc, é possível criar atividades envolvendo esses controles de iluminação. Suspeito que até mesmo um switch para luz controlável por Infra Vermelho desses do DealExtreme sirva. Dessa forma, ao iniciar uma atividade que faça uso do projetor, é possível determinar que o sistema apague as luzes, por exemplo.

Dentro de cada atividade, o app permite controlar os aparelhos através de uma interface unificada, onde o controle do volume se comunica com o receiver, os controles de play, pause, stop, se comunicam com o Bluray player e etc.. Tudo simples, prático, e à mão.
<h3>Descaso com usuários de Android</h3>
O Harmony Link me surpreendeu positivamente em muitos aspectos, mas o descaso da Logitech para com o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.logitech.harmonylink">app disponível para o Android</a> precisa ser comentado. O aplicativo oferecido na Google Play Store nem sequer é compatível com as últimas versões do sistema operacional, ficando restrito a dispositivos rodando o no máximo o Gingerbread, até a versão 2.3.7.

A incompatibilidade é, em parte, “solucionada” baixando o APK e instalando manualmente, mas o aplicativo apresenta eventuais instabilidades que, diante da defasagem das atualizações frente às novas versões do Android, parecem ser geradas justamente pelo descaso da Logitech nesse quesito. A última atualização do app para Android se deu em dezembro de 2011, enquanto o app para o iOS teve sua última versão lançada em setembro de 2012.
<h3>Conclusões</h3>
Para quem tem seu smartphone ou tablet sempre à mão, o Harmony Link oferece uma solução capaz de tornar muito mais prática e cômoda a operação de toda a parafernália existente numa completíssima sala de home theater. Isso por um custo inacreditavelmente baixo.

O funcionamento geral do sistema é bom, estável, mas podem ocorrer problemas eventuais em se tratando do uso do Android, em virtude do abandono em que se encontra o desenvolvimento do aplicativo.

Não sei qual a prioridade dada ao Harmony Link pela Logitech, pois ao que parece o produto nem sequer chegou oficialmente ao Brasil, a essas alturas. Caso a marca deseje dar continuidade a esse interessante produto, é fundamental rever a política de atualizações de seus apps. No mais, é um excelente produto e imbatível na sua faixa de preço.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Logitech-Harmony-Link.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Logitech-Harmony-Link" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Logitech-Harmony-Link_thumb.jpg" alt="Logitech-Harmony-Link" width="294" height="190" border="0" /></a></p>
<p>O <a title="Logitech Harmony Link emprega Android e iOS em sistemas de automação" href="http://www.droider.com.br/audio-video-automacao/logitech-harmony-link-android-ios-automacao.html">Harmony Link, da Logitech</a>, foi tema de postagem aqui no blog logo quando anunciado. Trata-se de um dispositivo que, conectado à rede WiFi, faz o intermédio entre smartphones ou tablets, tanto com iOS quanto com Android, e quaisquer equipamentos numa sala de home theater, permitindo controlá-los individualmente ou programar macros para automação de diversas funções. Com o aparelho em uso há duas semanas, passo aqui minhas impressões.</p>
<p>A proposta da Logitech com o Harmony Link e com outros controles é distinta da de outras marcas que fabricam sistemas completos de automação, mais poderosos, mais caros e mais difíceis de instalar e configurar.</p>
<p>A ideia aqui é dispensar serviços profissionais, permitindo que o próprio usuário possa deixar tudo funcionando. Ao final, tem-se algo simples, que apenas opera e automatiza funções corriqueiras de uma sala de home theater, mas que funciona a contento tornando o uso integrado dos equipamentos mais cômodo e prático. Outra vantagem é o precinho de apenas US$ 100,00 (lá fora).</p>
<h3>Configurando o Logitech Harmony Link</h3>
<p>O dispositivo vem com uma fonte, com um cabo mini USB para configuração e com um transmissor de infravermelho para as situações em que se precise disparar rumo a um equipamento de acesso mais difícil. Após configurado, ele funcionará ligado apenas à fonte, o que facilita posicioná-lo melhor na sala.</p>
<p>O procedimento de instalação se dá com o Link plugado ao seu computador via USB e através de uma interface web no site <a href="http://www.myharmony.com/">My Harmony</a>, que requer a instalação do Silverlight, da Microsoft, para operar. A exigência pode gerar transtornos para quem só dispõe em máquinas com MacOS ou Linux.</p>
<p><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/harmony-link-atividades.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border: 0px;" title="harmony link atividades" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/10/harmony-link-atividades_thumb.jpg" alt="harmony link atividades" width="288" height="480" align="left" border="0" /></a>O primeiro passo é adicionar todos os dispositivos que você deseja operar através do seu smartphone ou tablet. Nessa etapa é importante ter um mãos todas as referências de marcas, modelos, e às vezes até número de série dos equipamentos. Depois de tudo adicionado, é hora de criar as as macros de programação que na interface são chamadas “Atividades”, o que é feito com tremenda facilidade.</p>
<p>Se você, por exemplo, deseja que, num único comando, sua sala se prepare para reprodução de um Bluray na TV usando o áudio do receiver e com o condicionador de ar ligado, basta criar uma atividade envolvendo todos esses equipamentos.</p>
<p>Durante a criação da Atividade, a interface perguntará coisas como “Qual desses equipamentos controla o volume do áudio” ou “qual desses equipamentos será encarregado da exibição de imagem”. Mais adiante você deverá informar em qual porta HDMI o seu Bluray player está conectado ao receiver e em qual porta HDMI o receiver se encontra conectado à TV.</p>
<p>O sistema usará as informações fornecidas nesse “questionário” para gerar uma macro que, quando ativada, iniciará disparos de pulsos infra vermelhos que irão ligar todos os aparelhos e configurar as entradas certinhas de todos os equipamentos envolvidos, conforme o uso a ser feito deles naquela atividade. Ou seja, nada daquela coisa de operar vários controles e sair “arrumando” a sala inteira para ver um filme. Com um toque, o sistema inteiro se apronta “sozinho”.</p>
<h3>Posicionando o dispositivo na sala</h3>
<p>Esse formato de domo do Harmony Link tem uma justificativa. O aparelhinho é projetado para disparar radiação infra vermelha em todas as direções na sua sala, mas é preciso algum cuidado na escolha do lugar definitivo para o aparelho.</p>
<p>O importante é ter em mente que <strong>radiação eletromagnética não faz curvas</strong>. Todos os os receptores de infra vermelho dos seus dispositivos têm de estar acessíveis a um raio que parta em linha reta saindo do Link. Outra dica é ter em mente o posicionamento habitual das pessoas na sala, pois elas podem funcionar também como anteparo, impedindo o bom funcionamento do sistema.</p>
<p>Na prática, o sistema não costuma falhar. Durante meus testes, cheguei a colocá-lo em posições bem desfavoráveis na sala para checar sua capacidade e, mesmo assim, ele conseguiu se comunicar com os aparelhos. Para que as falhas sejam evitadas no dia a dia, com o funcionamento prolongado, recomenda-se escolher uma boa posição para ele.</p>
<p>Caso algum dispositivo se encontre inacessível, há ainda a possibilidade de usar um emissor de infra vermelho extra que vem na embalagem. Se houver vários inacessíveis, é possível plugar mais dois pequenos emissores a serem adquiridos separadamente.</p>
<h3>Controlando seu home theater com o Android</h3>
<p>Usar o Harmony Link com o Android, com um iPhone ou iPad, é fácil. Basta instalar o aplicativo que, ao ser iniciado, encontra o dispositivo na rede WiFi e é sincronizado com ele. A partir de então, as atividades que você criou ficarão disponíveis na tela.</p>
<p>O simples toque em “Bluray no projetor (AC On)”, usando um exemplo do meu sistema, irá ligar o Bluray Player, ligar o receiver, ligar o projetor (o que faz baixar a tela elétrica) e em seguida mandar os comandos para que cada dispositivo esteja na porta HDMI selecionada para aquela atividade. Tudo isso se faz num só toque.</p>
<p>Em casas onde a iluminação é também controlável remotamente, com dimmers e etc, é possível criar atividades envolvendo esses controles de iluminação. Suspeito que até mesmo um switch para luz controlável por Infra Vermelho desses do DealExtreme sirva. Dessa forma, ao iniciar uma atividade que faça uso do projetor, é possível determinar que o sistema apague as luzes, por exemplo.</p>
<p>Dentro de cada atividade, o app permite controlar os aparelhos através de uma interface unificada, onde o controle do volume se comunica com o receiver, os controles de play, pause, stop, se comunicam com o Bluray player e etc.. Tudo simples, prático, e à mão.</p>
<h3>Descaso com usuários de Android</h3>
<p>O Harmony Link me surpreendeu positivamente em muitos aspectos, mas o descaso da Logitech para com o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.logitech.harmonylink">app disponível para o Android</a> precisa ser comentado. O aplicativo oferecido na Google Play Store nem sequer é compatível com as últimas versões do sistema operacional, ficando restrito a dispositivos rodando o no máximo o Gingerbread, até a versão 2.3.7.</p>
<p>A incompatibilidade é, em parte, “solucionada” baixando o APK e instalando manualmente, mas o aplicativo apresenta eventuais instabilidades que, diante da defasagem das atualizações frente às novas versões do Android, parecem ser geradas justamente pelo descaso da Logitech nesse quesito. A última atualização do app para Android se deu em dezembro de 2011, enquanto o app para o iOS teve sua última versão lançada em setembro de 2012.</p>
<h3>Conclusões</h3>
<p>Para quem tem seu smartphone ou tablet sempre à mão, o Harmony Link oferece uma solução capaz de tornar muito mais prática e cômoda a operação de toda a parafernália existente numa completíssima sala de home theater. Isso por um custo inacreditavelmente baixo.</p>
<p>O funcionamento geral do sistema é bom, estável, mas podem ocorrer problemas eventuais em se tratando do uso do Android, em virtude do abandono em que se encontra o desenvolvimento do aplicativo.</p>
<p>Não sei qual a prioridade dada ao Harmony Link pela Logitech, pois ao que parece o produto nem sequer chegou oficialmente ao Brasil, a essas alturas. Caso a marca deseje dar continuidade a esse interessante produto, é fundamental rever a política de atualizações de seus apps. No mais, é um excelente produto e imbatível na sua faixa de preço.</p>
 <img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/-FeNBME3WpU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bradesco sairá na frente com depósito de cheques via smartphones</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/uxOj1efwnCY/bradesco-deposito-cheques-android-iphone.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/smartphone/bradesco-deposito-cheques-android-iphone.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 21:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Smartphone]]></category>
		<category><![CDATA[bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[cheques]]></category>
		<category><![CDATA[depósito]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/09/paypal-android-check-featured.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="paypal-android-check-featured" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/09/paypal-android-check-featured_thumb.jpg" alt="paypal-android-check-featured" width="280" height="188" border="0" /></a></p>
Luca Cavalcanti, diretor dos canais digitais do Bradesco, acabou de anunciar em sua <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=437871636254963&#38;set=a.371594102882717.78083.290897237619071&#38;type=1">página no Facebook</a> um novo aplicativo que permitirá depositar cheques numa conta bancária usando apenas a câmera do smartphone.

Por enquanto, não há maiores detalhes sobre o aplicativo, seu funcionamento ou plataformas com que será compatível. Como o app principal do Bradesco existe para todos os principais sistemas móveis, acredito que a novidade também deva abranger Android, iOS e até Windows Phone.

O depósito de cheques usando a câmera do smartphone é uma função disponível no exterior através do app do Paypal. A opção, infelizmente, nunca foi viabilizada no Brasil. Ela traria a vantagem de trabalhar com múltiplos bancos.

Com o Bradesco saindo na frente, é bem provável que os outros bancos invistam algum esforço na implementação dessa muito bem-vinda modalidade de depósitos. E que venha o falado “mobile payment” via NFC.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/09/paypal-android-check-featured.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="paypal-android-check-featured" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/09/paypal-android-check-featured_thumb.jpg" alt="paypal-android-check-featured" width="280" height="188" border="0" /></a></p>
<p>Luca Cavalcanti, diretor dos canais digitais do Bradesco, acabou de anunciar em sua <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=437871636254963&amp;set=a.371594102882717.78083.290897237619071&amp;type=1">página no Facebook</a> um novo aplicativo que permitirá depositar cheques numa conta bancária usando apenas a câmera do smartphone.</p>
<p>Por enquanto, não há maiores detalhes sobre o aplicativo, seu funcionamento ou plataformas com que será compatível. Como o app principal do Bradesco existe para todos os principais sistemas móveis, acredito que a novidade também deva abranger Android, iOS e até Windows Phone.</p>
<p>O depósito de cheques usando a câmera do smartphone é uma função disponível no exterior através do app do Paypal. A opção, infelizmente, nunca foi viabilizada no Brasil. Ela traria a vantagem de trabalhar com múltiplos bancos.</p>
<p>Com o Bradesco saindo na frente, é bem provável que os outros bancos invistam algum esforço na implementação dessa muito bem-vinda modalidade de depósitos. E que venha o falado “mobile payment” via NFC.</p>
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		<item>
		<title>Backup e sincronização de save games em dispositivos Android</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/puNmmPnB2ko/backup-sincronizacao-save-games-android.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/aplicativos/backup-sincronizacao-save-games-android.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2012 18:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos para Android]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos para android]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[datasync]]></category>
		<category><![CDATA[melhores aplicativos para android]]></category>
		<category><![CDATA[melhores apps android]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/SyncPicture.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="SyncPicture" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/SyncPicture_thumb.jpg" alt="SyncPicture" width="262" height="168" border="0" /></a></p>
Perder todo o seu progresso num determinado jogo do Android devido a um factory reset ou a uma troca de ROM é chato. Poder continuar no tablet o que você vinha fazendo num game no smartphone é uma possibilidade interessante. Uma solução para ambas as situações se encontra no <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.quintstoffers.DataSync&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5xdWludHN0b2ZmZXJzLkRhdGFTeW5jIl0.">Datasync</a>, o app mais interessante que descobri nos últimos tempos (requer <a title="O que é root no Android e para que serve? [Colher de chá]" href="http://www.droider.com.br/android/android-root-para-que-serve-como-faze.html">root</a>).

<!--more-->

O blog vem há um tempo sem indicar apps simplesmente porque já fiz <a href="http://www.droider.com.br/tags/melhores-aplicativos-para-android">muitas indicações</a> e ando difícil de ser impressionado. Não gosto de indicar por indicar. Gosto de passar dicas realmente interessantes e o Datasync foi uma grata surpresa.  Esse aplicativo pode pode evitar, com total eficácia, a perda dos seus “save games”, tendo em vista que mantém backups sincronizados com serviços armazenamento em nuvem, como o Box ou o Drop Box. Além disso, os arquivos enviados para a nuvem podem ser “espelhados” em mais de um dispositivo, fazendo com que seus save games do Android sejam os mesmos no tablet e no smartphone.

O vídeo feito pelo desenvolvedor mostra o Datasync em funcionamento.

<object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Cf2qmLP8qLQ?version=3&#38;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/Cf2qmLP8qLQ?version=3&#38;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>
<h3>Como usar o Datasync</h3>
Um ponto fraco desse app é que a interface parece pouco intuitiva, dificultando um pouco a vida dos novos usuários, mas indicarei aqui um passo a passo para que o leitor possa se situar.

<a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/datasync1.png"><img style="background-image: none; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="datasync1" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/datasync1_thumb.png" alt="datasync1" width="300" height="500" align="left" border="0" /></a>A primeira tela que você verá na interface do Datasync é uma lista dos aplicativos e jogos instalados no seu Android. Um único toque selecionará o app ou game, que será incluído numa lista. Deslize a tela e faça suas seleções. Uma notificação na parte inferior indica quantos games já estão na sua lista.

Agora você precisa da sua lista salva, o que pode ser feito tocando o ícone do disquete no topo da interface.

Com a lista salva, precisa se certificar de que ela esteja carregada. Um aviso na parte inferior da tela indica se sua fila está vazia ou se há arquivos para sincronia. Se a fila estiver vazia, basta deslizar a interface para a esquerda e tocar uma vez a que você salvou. O aviso na parte inferior indicará quantos games estão na fila para o backup.

Feito isso, basta tocar o ícone com duas setas na parte superior da interface, à esquerda do disquete, para ir à tela de sincronia.

Na tela de sincronia, você pode escolher sincronizar os save games diretamente com outro dispositivo que o Datasync tenha encontrado na rede WiFi ou usar serviços de armazenamento em nuvem. Considero preferível usar a nuvem e, no meu caso, uso o Box. Basta selecionar o método e a sincronização deverá correr numa boa. Lembrando que, nessa mesma tela, você deverá configurar o acesso às contas do Drop Box ou do Box, caso não tenha feito ainda.

O uso mais óbvio do Datasync envolve backup e sincronia de save games, mas nada impede que ele seja usado em outros tipos de apps. Caso você considere interessante fazer backup na nuvem dos dados de outro tipo de aplicativo, ou sincronizar esses dados entre um smartphone e um tablet, eis aqui sua melhor opção.

Já era possível fazer isso combinando o uso do Titanium Backup com o do Titanium Media Sync, mas não com tanta praticidade quanto a oferecida pelo Datasync. Fundamental para quem possui um smartphone e um tablet com Android e pretende mantê-los totalmente sincronizados entre si. A versão gratuita é bastante completa, mas algumas funções extras, como as sincronizações agendadas, só estão disponíveis na versão paga.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/SyncPicture.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="SyncPicture" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/SyncPicture_thumb.jpg" alt="SyncPicture" width="262" height="168" border="0" /></a></p>
<p>Perder todo o seu progresso num determinado jogo do Android devido a um factory reset ou a uma troca de ROM é chato. Poder continuar no tablet o que você vinha fazendo num game no smartphone é uma possibilidade interessante. Uma solução para ambas as situações se encontra no <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.quintstoffers.DataSync&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5xdWludHN0b2ZmZXJzLkRhdGFTeW5jIl0.">Datasync</a>, o app mais interessante que descobri nos últimos tempos (requer <a title="O que é root no Android e para que serve? [Colher de chá]" href="http://www.droider.com.br/android/android-root-para-que-serve-como-faze.html">root</a>).</p>
<p><span id="more-4963"></span></p>
<p>O blog vem há um tempo sem indicar apps simplesmente porque já fiz <a href="http://www.droider.com.br/tags/melhores-aplicativos-para-android">muitas indicações</a> e ando difícil de ser impressionado. Não gosto de indicar por indicar. Gosto de passar dicas realmente interessantes e o Datasync foi uma grata surpresa.  Esse aplicativo pode pode evitar, com total eficácia, a perda dos seus “save games”, tendo em vista que mantém backups sincronizados com serviços armazenamento em nuvem, como o Box ou o Drop Box. Além disso, os arquivos enviados para a nuvem podem ser “espelhados” em mais de um dispositivo, fazendo com que seus save games do Android sejam os mesmos no tablet e no smartphone.</p>
<p>O vídeo feito pelo desenvolvedor mostra o Datasync em funcionamento.</p>
<p><object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Cf2qmLP8qLQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/Cf2qmLP8qLQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<h3>Como usar o Datasync</h3>
<p>Um ponto fraco desse app é que a interface parece pouco intuitiva, dificultando um pouco a vida dos novos usuários, mas indicarei aqui um passo a passo para que o leitor possa se situar.</p>
<p><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/datasync1.png"><img style="background-image: none; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="datasync1" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/datasync1_thumb.png" alt="datasync1" width="300" height="500" align="left" border="0" /></a>A primeira tela que você verá na interface do Datasync é uma lista dos aplicativos e jogos instalados no seu Android. Um único toque selecionará o app ou game, que será incluído numa lista. Deslize a tela e faça suas seleções. Uma notificação na parte inferior indica quantos games já estão na sua lista.</p>
<p>Agora você precisa da sua lista salva, o que pode ser feito tocando o ícone do disquete no topo da interface.</p>
<p>Com a lista salva, precisa se certificar de que ela esteja carregada. Um aviso na parte inferior da tela indica se sua fila está vazia ou se há arquivos para sincronia. Se a fila estiver vazia, basta deslizar a interface para a esquerda e tocar uma vez a que você salvou. O aviso na parte inferior indicará quantos games estão na fila para o backup.</p>
<p>Feito isso, basta tocar o ícone com duas setas na parte superior da interface, à esquerda do disquete, para ir à tela de sincronia.</p>
<p>Na tela de sincronia, você pode escolher sincronizar os save games diretamente com outro dispositivo que o Datasync tenha encontrado na rede WiFi ou usar serviços de armazenamento em nuvem. Considero preferível usar a nuvem e, no meu caso, uso o Box. Basta selecionar o método e a sincronização deverá correr numa boa. Lembrando que, nessa mesma tela, você deverá configurar o acesso às contas do Drop Box ou do Box, caso não tenha feito ainda.</p>
<p>O uso mais óbvio do Datasync envolve backup e sincronia de save games, mas nada impede que ele seja usado em outros tipos de apps. Caso você considere interessante fazer backup na nuvem dos dados de outro tipo de aplicativo, ou sincronizar esses dados entre um smartphone e um tablet, eis aqui sua melhor opção.</p>
<p>Já era possível fazer isso combinando o uso do Titanium Backup com o do Titanium Media Sync, mas não com tanta praticidade quanto a oferecida pelo Datasync. Fundamental para quem possui um smartphone e um tablet com Android e pretende mantê-los totalmente sincronizados entre si. A versão gratuita é bastante completa, mas algumas funções extras, como as sincronizações agendadas, só estão disponíveis na versão paga.</p>
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		<item>
		<title>Confirmado Jelly Bean oficial para o Galaxy S II até outubro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/pUWmHaNZDOw/confirmado-jelly-bean-oficial-galaxy-ii.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/confirmado-jelly-bean-oficial-galaxy-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 18:46:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Samsung Galaxy S II]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s ii]]></category>
		<category><![CDATA[jelly bean]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4953</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/jelly-bean-galaxy-s-ii.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="jelly bean galaxy s ii" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/jelly-bean-galaxy-s-ii_thumb.jpg" alt="jelly bean galaxy s ii" width="310" height="181" border="0" /></a></p>
O silêncio inicial da Samsung sobre a atualização do Galaxy S II para o Android 4.1 (Jelly Bean) chegou a gerar uma <a title="Jelly Bean para o Galaxy S II é incerto, ou mesmo improvável" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/jelly-bean-galaxy-ii-incerto.html">onda de pessimismo</a>. Gradativamente, a empresa passou a dar sinais positivos quanto ao update, revertendo o clima e deixando usuários e desenvolvedores <a title="Android 4.1 (Jelly Bean) para o Galaxy S II, novidades e otimismo" href="http://www.droider.com.br/android/android-4-1-jelly-bean-galaxy-ii-novidades-otimismo.html">mais otimistas</a>. Agora é oficial: uma postagem no <a href="http://www.sammobile.com/2012/08/16/confirmed-galaxy-s-ii-to-get-jelly-bean/">SamMobile</a> dá conta de que a atualização para o SGS II está em fase final de testes, com lançamento previsto para outubro ou mesmo setembro.

<!--more-->

Diferente do que acontecia com o modelo anterior, que trazia diferenças de hardware entre o modelo brasileiro e a versão internacional, o SGS II é igual praticamente no mundo inteiro (com algumas exceções na Ásia), de forma que suas atualizações têm distribuição bastante rápida. Logo logo, usuários serão notificados através do KIES para que façam o update dos seus aparelhos.

Para quem não quiser esperar pelo Kies, será possível muito em breve instalar alguma ROM oficial através do Odin, tão logo os arquivos caiam na rede. Para quem quiser, nesse intervalo, ir experimentando o Jelly Bean baseado no AOSP, o <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1794758">CyanogenMOD 10</a> já possui uma versão bastante amadurecida, embora ainda considerada experimental.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/jelly-bean-galaxy-s-ii.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="jelly bean galaxy s ii" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/jelly-bean-galaxy-s-ii_thumb.jpg" alt="jelly bean galaxy s ii" width="310" height="181" border="0" /></a></p>
<p>O silêncio inicial da Samsung sobre a atualização do Galaxy S II para o Android 4.1 (Jelly Bean) chegou a gerar uma <a title="Jelly Bean para o Galaxy S II é incerto, ou mesmo improvável" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/jelly-bean-galaxy-ii-incerto.html">onda de pessimismo</a>. Gradativamente, a empresa passou a dar sinais positivos quanto ao update, revertendo o clima e deixando usuários e desenvolvedores <a title="Android 4.1 (Jelly Bean) para o Galaxy S II, novidades e otimismo" href="http://www.droider.com.br/android/android-4-1-jelly-bean-galaxy-ii-novidades-otimismo.html">mais otimistas</a>. Agora é oficial: uma postagem no <a href="http://www.sammobile.com/2012/08/16/confirmed-galaxy-s-ii-to-get-jelly-bean/">SamMobile</a> dá conta de que a atualização para o SGS II está em fase final de testes, com lançamento previsto para outubro ou mesmo setembro.</p>
<p><span id="more-4953"></span></p>
<p>Diferente do que acontecia com o modelo anterior, que trazia diferenças de hardware entre o modelo brasileiro e a versão internacional, o SGS II é igual praticamente no mundo inteiro (com algumas exceções na Ásia), de forma que suas atualizações têm distribuição bastante rápida. Logo logo, usuários serão notificados através do KIES para que façam o update dos seus aparelhos.</p>
<p>Para quem não quiser esperar pelo Kies, será possível muito em breve instalar alguma ROM oficial através do Odin, tão logo os arquivos caiam na rede. Para quem quiser, nesse intervalo, ir experimentando o Jelly Bean baseado no AOSP, o <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1794758">CyanogenMOD 10</a> já possui uma versão bastante amadurecida, embora ainda considerada experimental.</p>
 <img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/pUWmHaNZDOw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>[Overclock] Turbine o Nexus 7 com o Trinity Kernel</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/kroinwNt9qQ/overclock-turbine-nexus-7-trinity-kernel.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/tablets/google-nexus-7/overclock-turbine-nexus-7-trinity-kernel.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2012 00:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google Nexus 7]]></category>
		<category><![CDATA[customização]]></category>
		<category><![CDATA[kernels]]></category>
		<category><![CDATA[nexus 7]]></category>
		<category><![CDATA[overclock]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4944</guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Trinity-Kernel-Toolbox.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Trinity-Kernel-Toolbox" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Trinity-Kernel-Toolbox_thumb.jpg" alt="Trinity-Kernel-Toolbox" width="276" height="135" border="0" /></a></p>
O Trinity é um kernel customizado para os dispositivos Nexus, já famoso na linha de smartphones, que agora desembarca no Google Nexus 7 para turbinar ainda mais o já possante hardware do tablet com Android 4.1.1 (Jelly Bean) baseado no nVidia Tegra 3.<!--more-->

Como todo bom dispositivo “oficial” da Google, o Nexus 7 vem completamente aberto a customizações. Disso resulta, <a href="http://www.droider.com.br/android/escolhendo-android-aberto-customizacoes.html">como já foi comentado</a>, um dispositivo que recebe atualizações oficiais com muita agilidade e, além disso, recebe aquele suporte “extra oficial” que muitos de nós aprenderam a curtir.

A princípio, ninguém sente necessidade de customizar esse tablet. A experiência de desempenho geral do sistema e a performance do Tegra 3 até mesmo nos games mais pesados é simplesmente incrível. Por outro lado, estamos num sistema aberto e, se alguns aprimoramentos estão à mão, por que não usufruir deles?

A questão é que, além do overclock, o kernel tem comprovada eficácia no sentido de aumentar ainda mais a vida útil da bateria. Nas configurações padrão do tablet, a autonomia de carga já é muito boa, mas, convenhamos, no mundo de hoje ninguém dispensa um pouco mais de rendimento da bateria de qualquer dispositivo.
<h2> Overclock no Google Nexus 7</h2>
O Trinity Kernel é facilmente instalado no tablet através do menu de recuperação do ClockworkMOD, que pode ser obtido usando o <a href="http://www.droider.com.br/tablets/google-nexus-7/acesso-root-ao-nexus-7-truques-nexus-7-toolkit.html">Nexus 7 Toolkit</a>. A partir do menu, basta dar “flash” no arquivo zip do novo kernel e pronto, mas seu tablet ainda não está completamente turbinado.

Para operar as funções avançadas do novo kernel, é preciso instalar o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.derkernel.tkt&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5kZXJrZXJuZWwudGt0Il0.">Trinity Kernel Toolbox</a>, um app que pode ser obtido na Play Store por algo em torno de R$ 7,50. A partir dele, a intimidade do sistema e dos controles sobre o hardware é exposta. De lá é possível realizar o overclock e controlar as voltagens aplicadas sobre os componentes do Tegra 3.

Não cheguei a mexer com voltagens na minha experiência. Apenas sai da frequência padrão de 1300Mhz para 1640Mhz, utilizei o tablet normalmente e realizei alguns testes de benchmark. Nos resultados abaixo você pode ver o “antes e depois” a partir da análise do <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.aurorasoftworks.quadrant.ui.standard&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5hdXJvcmFzb2Z0d29ya3MucXVhZHJhbnQudWkuc3RhbmRhcmQiXQ..">Quadrant Standard</a>.

<a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/trinity-overclock.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="trinity overclock" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/trinity-overclock_thumb.jpg" alt="trinity overclock" width="605" height="480" border="0" /></a>

Não estou entre os que tomam o Quadrant como perfeita referência para comparação entre dispositivos. Nem mesmo nos casos em que um mesmo dispositivo é testado com ROMs ou kernels distintos os resultados podem ser tomados, a rigor, como reflexo de um salto real de desempenho.

Por outro lado, o benchmark continua oferecendo a vantagem de nos dar um dado numérico, mais exato do que a simples percepção de ganho de desempenho na utilização de apps e games em geral. Pensando em obter tais impressões, rodei aquela pesadíssima <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.nvidia.demo.glowball&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5udmlkaWEuZGVtby5nbG93YmFsbCJd">Glow Ball da nVidia</a>, uma demonstração que objetiva testar o Tegra 3 em seus limites, e notei a animação bem mais fluida com o overclock do que sem ele. Talvez seja o único caminho para perceber algo a olho nu, porque aquela aplicação é realmente pesadíssima.
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/tablets/google-nexus-7/overclock-turbine-nexus-7-trinity-kernel.html/attachment/screenshot_2012-08-13-21-33-061" rel="attachment wp-att-4946"><img class="aligncenter size-full wp-image-4946" title="Screenshot_2012-08-13-21-33-06[1]" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Screenshot_2012-08-13-21-33-061-e1344905620375.png" alt="" width="960" height="600" /></a></p>
Após realizados os testes, resolvi deixar o Nexus 7, pelo menos por uns dias, com seus quatro núcleos rodando a, no máximo 1400Mhz. São míseros 100Mhz a mais que a frequência padrão para os quais o Quadrant já atribui um bom salto nos resultados. Considerei mais seguro que “chutar” para 1640Mhz de largada.
<h3>Não me responsabilizo</h3>
É preciso dizer que não me responsabilizo pela integridade dos dispositivos de quem se dispuser a testar esse tipo de dicas. Se seu Nexus 7 super-aquecer, derreter, explodir, você estará por sua conta e risco. Dicas de customização precisam ser dadas juntamente com esse aviso e, principalmente, quando elas envolvem overclock ou alteração nas voltagens padrão dos chips de um dispositivo.

Por enquanto, meu Nexus 7 está com a ROM padrão do Android 4.1.1 (Jelly Bean) fornecida pela Google e a única customização fica por conta do Trinity Kernel. Aos corajosos que estejam dispostos a testar essa e outras dicas de customização para o tablet, vale acompanhar o blog e trocar ideias e recomendações nos comentários.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Trinity-Kernel-Toolbox.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Trinity-Kernel-Toolbox" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Trinity-Kernel-Toolbox_thumb.jpg" alt="Trinity-Kernel-Toolbox" width="276" height="135" border="0" /></a></p>
<p>O Trinity é um kernel customizado para os dispositivos Nexus, já famoso na linha de smartphones, que agora desembarca no Google Nexus 7 para turbinar ainda mais o já possante hardware do tablet com Android 4.1.1 (Jelly Bean) baseado no nVidia Tegra 3.<span id="more-4944"></span></p>
<p>Como todo bom dispositivo “oficial” da Google, o Nexus 7 vem completamente aberto a customizações. Disso resulta, <a href="http://www.droider.com.br/android/escolhendo-android-aberto-customizacoes.html">como já foi comentado</a>, um dispositivo que recebe atualizações oficiais com muita agilidade e, além disso, recebe aquele suporte “extra oficial” que muitos de nós aprenderam a curtir.</p>
<p>A princípio, ninguém sente necessidade de customizar esse tablet. A experiência de desempenho geral do sistema e a performance do Tegra 3 até mesmo nos games mais pesados é simplesmente incrível. Por outro lado, estamos num sistema aberto e, se alguns aprimoramentos estão à mão, por que não usufruir deles?</p>
<p>A questão é que, além do overclock, o kernel tem comprovada eficácia no sentido de aumentar ainda mais a vida útil da bateria. Nas configurações padrão do tablet, a autonomia de carga já é muito boa, mas, convenhamos, no mundo de hoje ninguém dispensa um pouco mais de rendimento da bateria de qualquer dispositivo.</p>
<h2> Overclock no Google Nexus 7</h2>
<p>O Trinity Kernel é facilmente instalado no tablet através do menu de recuperação do ClockworkMOD, que pode ser obtido usando o <a href="http://www.droider.com.br/tablets/google-nexus-7/acesso-root-ao-nexus-7-truques-nexus-7-toolkit.html">Nexus 7 Toolkit</a>. A partir do menu, basta dar “flash” no arquivo zip do novo kernel e pronto, mas seu tablet ainda não está completamente turbinado.</p>
<p>Para operar as funções avançadas do novo kernel, é preciso instalar o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.derkernel.tkt&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5kZXJrZXJuZWwudGt0Il0.">Trinity Kernel Toolbox</a>, um app que pode ser obtido na Play Store por algo em torno de R$ 7,50. A partir dele, a intimidade do sistema e dos controles sobre o hardware é exposta. De lá é possível realizar o overclock e controlar as voltagens aplicadas sobre os componentes do Tegra 3.</p>
<p>Não cheguei a mexer com voltagens na minha experiência. Apenas sai da frequência padrão de 1300Mhz para 1640Mhz, utilizei o tablet normalmente e realizei alguns testes de benchmark. Nos resultados abaixo você pode ver o “antes e depois” a partir da análise do <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.aurorasoftworks.quadrant.ui.standard&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5hdXJvcmFzb2Z0d29ya3MucXVhZHJhbnQudWkuc3RhbmRhcmQiXQ..">Quadrant Standard</a>.</p>
<p><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/trinity-overclock.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="trinity overclock" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/trinity-overclock_thumb.jpg" alt="trinity overclock" width="605" height="480" border="0" /></a></p>
<p>Não estou entre os que tomam o Quadrant como perfeita referência para comparação entre dispositivos. Nem mesmo nos casos em que um mesmo dispositivo é testado com ROMs ou kernels distintos os resultados podem ser tomados, a rigor, como reflexo de um salto real de desempenho.</p>
<p>Por outro lado, o benchmark continua oferecendo a vantagem de nos dar um dado numérico, mais exato do que a simples percepção de ganho de desempenho na utilização de apps e games em geral. Pensando em obter tais impressões, rodei aquela pesadíssima <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.nvidia.demo.glowball&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5udmlkaWEuZGVtby5nbG93YmFsbCJd">Glow Ball da nVidia</a>, uma demonstração que objetiva testar o Tegra 3 em seus limites, e notei a animação bem mais fluida com o overclock do que sem ele. Talvez seja o único caminho para perceber algo a olho nu, porque aquela aplicação é realmente pesadíssima.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/tablets/google-nexus-7/overclock-turbine-nexus-7-trinity-kernel.html/attachment/screenshot_2012-08-13-21-33-061" rel="attachment wp-att-4946"><img class="aligncenter size-full wp-image-4946" title="Screenshot_2012-08-13-21-33-06[1]" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Screenshot_2012-08-13-21-33-061-e1344905620375.png" alt="" width="960" height="600" /></a></p>
<p>Após realizados os testes, resolvi deixar o Nexus 7, pelo menos por uns dias, com seus quatro núcleos rodando a, no máximo 1400Mhz. São míseros 100Mhz a mais que a frequência padrão para os quais o Quadrant já atribui um bom salto nos resultados. Considerei mais seguro que “chutar” para 1640Mhz de largada.</p>
<h3>Não me responsabilizo</h3>
<p>É preciso dizer que não me responsabilizo pela integridade dos dispositivos de quem se dispuser a testar esse tipo de dicas. Se seu Nexus 7 super-aquecer, derreter, explodir, você estará por sua conta e risco. Dicas de customização precisam ser dadas juntamente com esse aviso e, principalmente, quando elas envolvem overclock ou alteração nas voltagens padrão dos chips de um dispositivo.</p>
<p>Por enquanto, meu Nexus 7 está com a ROM padrão do Android 4.1.1 (Jelly Bean) fornecida pela Google e a única customização fica por conta do Trinity Kernel. Aos corajosos que estejam dispostos a testar essa e outras dicas de customização para o tablet, vale acompanhar o blog e trocar ideias e recomendações nos comentários.</p>
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