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	<title>Droider</title>
	
	<link>http://www.droider.com.br</link>
	<description>Android: jogos, aplicativos, novidades tecnológicas com opinião.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 May 2012 23:46:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mini Motor Racing é diversão garantida no seu Android</title>
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		<comments>http://www.droider.com.br/android/jogos/mini-motor-racing-diversao-garantida.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 23:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos para Android]]></category>
		<category><![CDATA[games para android]]></category>
		<category><![CDATA[jogos para android]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mini-motor-racing.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="mini motor racing" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mini-motor-racing_thumb.jpg" alt="mini motor racing" width="344" height="168" border="0" /></a></p>
<a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.nextgenreality.minimoto&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5uZXh0Z2VucmVhbGl0eS5taW5pbW90byJd" rel="nofollow">Mini Motor Racing</a> reproduz na tela do seu Android aquele clima de corrida com carrinhos de controle remoto, bem ao estilo do clássico RC Pro AM, daqueles tempos do nintendinho de 8 bits. A temática em si já promete muita diversão, mas o título vai além, oferecendo ótimos gráficos e excelente jogabilidade, tudo por menos de R$ 4,00.<!--more-->

Comprei Mini Motor Racing durante os preparativos para um voo entre Manaus e Fortaleza. Sempre encho meu Android de todos os recursos “anti-monotonia” nessas ocasiões. Muita música, episódios de seriados, games, material suficiente para uma volta ao mundo de balão. Nessa tarefa, acabo buscando um game de qualidade e eis aqui uma escolha acertadíssima.

O game disponibiliza os modos de corrida rápida, carreira ou multiplayer para 4 jogadores via conexão WiFi. O modo carreira possibilita desbloquear pistas e carros extras e introduz um elemento interessante ao permitir upgrades nos carrinhos com o dinheiro obtido nas competições.

Tenho demorado a postar novidades por aqui, deixando para comentar aquilo que realmente me impressiona. É o caso deste título, diversão garantida para quem curte jogos de corrida. Para os que curtirem, vale a pena conferir a série Reckless, que possui proposta e jogabilidade assemelhada.

<object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tUDloOsDiGE?version=3&#38;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/tUDloOsDiGE?version=3&#38;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mini-motor-racing.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="mini motor racing" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mini-motor-racing_thumb.jpg" alt="mini motor racing" width="344" height="168" border="0" /></a></p>
<p><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.nextgenreality.minimoto&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5uZXh0Z2VucmVhbGl0eS5taW5pbW90byJd" rel="nofollow">Mini Motor Racing</a> reproduz na tela do seu Android aquele clima de corrida com carrinhos de controle remoto, bem ao estilo do clássico RC Pro AM, daqueles tempos do nintendinho de 8 bits. A temática em si já promete muita diversão, mas o título vai além, oferecendo ótimos gráficos e excelente jogabilidade, tudo por menos de R$ 4,00.<span id="more-4750"></span></p>
<p>Comprei Mini Motor Racing durante os preparativos para um voo entre Manaus e Fortaleza. Sempre encho meu Android de todos os recursos “anti-monotonia” nessas ocasiões. Muita música, episódios de seriados, games, material suficiente para uma volta ao mundo de balão. Nessa tarefa, acabo buscando um game de qualidade e eis aqui uma escolha acertadíssima.</p>
<p>O game disponibiliza os modos de corrida rápida, carreira ou multiplayer para 4 jogadores via conexão WiFi. O modo carreira possibilita desbloquear pistas e carros extras e introduz um elemento interessante ao permitir upgrades nos carrinhos com o dinheiro obtido nas competições.</p>
<p>Tenho demorado a postar novidades por aqui, deixando para comentar aquilo que realmente me impressiona. É o caso deste título, diversão garantida para quem curte jogos de corrida. Para os que curtirem, vale a pena conferir a série Reckless, que possui proposta e jogabilidade assemelhada.</p>
<p><object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tUDloOsDiGE?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/tUDloOsDiGE?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j_okixgaEtLZy5EadyCpdHp1Zzg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j_okixgaEtLZy5EadyCpdHp1Zzg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j_okixgaEtLZy5EadyCpdHp1Zzg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j_okixgaEtLZy5EadyCpdHp1Zzg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/qNef5KTmsTM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Flipboard para Android – download via XDA Developers</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/PObxr6H8tWQ/flipboard-android-download-xda-developers.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/aplicativos/flipboard-android-download-xda-developers.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 15:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos para Android]]></category>
		<category><![CDATA[flipboard]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/flipboard.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="flipboard" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/flipboard_thumb.jpg" alt="flipboard" width="265" height="170" border="0" /></a></p>
Famoso entre os usuários do iPhone e do iPad, o Flipboard é um ótimo app para leitura de notícias que, até então, fazia falta no Android. Não mais. Para quem estiver disposto a instalar o .APK, o aplicativo já pode ser obtido no <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?p=25866075#post25866075">XDA Developers</a>.

<!--more-->

A versão para Android do Flipboard foi desenvolvida para ser, inicialmente, uma exclusividade do Galaxy S III, mas um membro dos fóruns teve acesso ao aparelho e usou o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.sand.airdroid&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5zYW5kLmFpcmRyb2lkIl0." rel="nofollow">AirDroid</a> para resgatar o APK ali instalado.

Vazamentos como esse são comuns e acontecem inclusive com partes de versões futuras do sistema operacional. É previsível que o Flipboard, após cumprir seu prazo como exclusividade do Galaxy S III, seja disponibilizado para o público em geral na Google Play Store. Até lá, podemos usar o .APK fornecido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/flipboard.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="flipboard" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/flipboard_thumb.jpg" alt="flipboard" width="265" height="170" border="0" /></a></p>
<p>Famoso entre os usuários do iPhone e do iPad, o Flipboard é um ótimo app para leitura de notícias que, até então, fazia falta no Android. Não mais. Para quem estiver disposto a instalar o .APK, o aplicativo já pode ser obtido no <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?p=25866075#post25866075">XDA Developers</a>.</p>
<p><span id="more-4740"></span></p>
<p>A versão para Android do Flipboard foi desenvolvida para ser, inicialmente, uma exclusividade do Galaxy S III, mas um membro dos fóruns teve acesso ao aparelho e usou o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.sand.airdroid&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5zYW5kLmFpcmRyb2lkIl0." rel="nofollow">AirDroid</a> para resgatar o APK ali instalado.</p>
<p>Vazamentos como esse são comuns e acontecem inclusive com partes de versões futuras do sistema operacional. É previsível que o Flipboard, após cumprir seu prazo como exclusividade do Galaxy S III, seja disponibilizado para o público em geral na Google Play Store. Até lá, podemos usar o .APK fornecido.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ODSScpio0jhvVFMH61BaK229Kws/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ODSScpio0jhvVFMH61BaK229Kws/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ODSScpio0jhvVFMH61BaK229Kws/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ODSScpio0jhvVFMH61BaK229Kws/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/PObxr6H8tWQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vídeos, músicas e fotos do Android na TV via iMediaShare</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/6yE6lp2TVN4/videos-musicas-fotos-do-android-na-tv-imediashare.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/aplicativos/videos-musicas-fotos-do-android-na-tv-imediashare.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos para Android]]></category>
		<category><![CDATA[imediashare]]></category>
		<category><![CDATA[upnp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4731</guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/imediashare.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="imediashare" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/imediashare_thumb.jpg" alt="imediashare" width="331" height="161" border="0" /></a></p>
O <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.bianor.ams&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5iaWFub3IuYW1zIl0." rel="nofollow">iMediaShare</a> é um aplicativo que utiliza a conexão WiFi para criar um stream direto de conteúdo audiovisual entre um dispositivo com Android e um aparelho ligado à sua TV, como um PS3, um Xbox 360, ou um Bluray player.<!--more-->

A solução é simples e fácil de ser utilizada. Com o app rodando, você pode selecionar fotos, músicas ou vídeos que estejam no seu Android e comandar a reprodução nos dispositivos compatíveis que estejam na sua rede, que podem ser video games, Bluray players, Smart TVs ou mesmo um <a title="XBMC 11.0 (Eden) e AMD Fusion APU, feitos um para o outro" href="http://www.droider.com.br/tecnologia/xbmc-11-0-eden-amd-fusion-htpc-media-center.html">HTPC rodando o XBMC</a>. O conteúdo será transmitido via WiFi e exibido através do equipamento de áudio e vídeo da sua sala, dispensando a necessidade de cópias ou transferências.

Além dos arquivos de mídia armazenados no Android, o aplicativo dá acesso a inúmeros serviços de conteúdo online, que podem através dele ser reproduzidos na sua sala.

O iMediashare é compatível com qualquer Android 1.6 ou superior e se conecta a dispositivos que usem DLNA/UPnP para reprodução de streams. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente numa versão monetizada por anúncios ou adquirido por menos de R$ 10,00, para os que desejem a interface sem publicidade.

Em testes realizados com um Galaxy S II rodando o Ice Cream Sandwich e com um Galaxy W rodando o Gingerbread, o aplicativo se mostrou mais compatível e estável do que o All Share, similar fornecido pela Samsung.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/imediashare.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="imediashare" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/imediashare_thumb.jpg" alt="imediashare" width="331" height="161" border="0" /></a></p>
<p>O <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.bianor.ams&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5iaWFub3IuYW1zIl0." rel="nofollow">iMediaShare</a> é um aplicativo que utiliza a conexão WiFi para criar um stream direto de conteúdo audiovisual entre um dispositivo com Android e um aparelho ligado à sua TV, como um PS3, um Xbox 360, ou um Bluray player.<span id="more-4731"></span></p>
<p>A solução é simples e fácil de ser utilizada. Com o app rodando, você pode selecionar fotos, músicas ou vídeos que estejam no seu Android e comandar a reprodução nos dispositivos compatíveis que estejam na sua rede, que podem ser video games, Bluray players, Smart TVs ou mesmo um <a title="XBMC 11.0 (Eden) e AMD Fusion APU, feitos um para o outro" href="http://www.droider.com.br/tecnologia/xbmc-11-0-eden-amd-fusion-htpc-media-center.html">HTPC rodando o XBMC</a>. O conteúdo será transmitido via WiFi e exibido através do equipamento de áudio e vídeo da sua sala, dispensando a necessidade de cópias ou transferências.</p>
<p>Além dos arquivos de mídia armazenados no Android, o aplicativo dá acesso a inúmeros serviços de conteúdo online, que podem através dele ser reproduzidos na sua sala.</p>
<p>O iMediashare é compatível com qualquer Android 1.6 ou superior e se conecta a dispositivos que usem DLNA/UPnP para reprodução de streams. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente numa versão monetizada por anúncios ou adquirido por menos de R$ 10,00, para os que desejem a interface sem publicidade.</p>
<p>Em testes realizados com um Galaxy S II rodando o Ice Cream Sandwich e com um Galaxy W rodando o Gingerbread, o aplicativo se mostrou mais compatível e estável do que o All Share, similar fornecido pela Samsung.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jXhItMMpbWMl3TGezhOijlm2u38/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jXhItMMpbWMl3TGezhOijlm2u38/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jXhItMMpbWMl3TGezhOijlm2u38/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jXhItMMpbWMl3TGezhOijlm2u38/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/6yE6lp2TVN4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Galaxy S II Lite GT-I9070 – saiba mais sobre o novo modelo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/ahjZNcI4NvA/galaxy-ii-lite-gt-i9070-saiba-modelo.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/smartphones/galaxy-ii-lite-gt-i9070-saiba-modelo.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Smartphones Android]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s advance]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s ii lite]]></category>
		<category><![CDATA[GT-i9070]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4720</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/galaxy-s-ii-lite.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="galaxy s ii lite" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/galaxy-s-ii-lite_thumb.jpg" alt="galaxy s ii lite" width="303" height="168" border="0" /></a></p>
Às vésperas do <a href="http://www.gsmarena.com/samsung_gti9070_galaxy_s_advance_shows_up_in_photos_and_video-news-3737.php">lançamento do Galaxy S III</a>, a Samsung colocou no mercado brasileiro mais um Android de linha intermediária. Custando R$ 990,00, o GT-I9070 se apresenta como uma boa escolha para quem busca um modelo com hardware robusto sem gastar tanto.<!--more-->

O que foi chamado no Brasil espertamente de Galaxy S II Lite, lá fora se chama Galaxy S Advance. O aparelho é na verdade um meio termo entre as duas gerações do Galaxy S. Taz um processador dual core de 1Ghz, contra os 1,2Ghz do Galaxy S II, tela Super AMOLED de 4” ligeiramente curvada, como os Nexus, e câmera de 5MP capaz de filmar em 720p.

O aparelho virá rodando o Android 2.3 (Gingerbread) e uma lacuna nas informações sobre o hardware nos impede de especular sobre a possibilidade de update para o ICS. Não se sabe quanta memória RAM disponível há no GT-i9070. Sabemos que os “escassos” 512MB de RAM foram a desculpa para não levar o Galaxy S até o Ice Cream Sandwich.

A estratégia de mercado da Samsung é não deixar lacunas. A coreana tem uma extensa linha com modelos para todos os gostos e bolsos. O Galaxy S II Lite é mais uma opção interessante na faixa de preço. Deixará muita gente em dúvida entre ele e o Galaxy W i8150, que custa um pouco menos e figurou, até o momento, como a melhor escolha na linha intermediária.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/galaxy-s-ii-lite.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="galaxy s ii lite" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/galaxy-s-ii-lite_thumb.jpg" alt="galaxy s ii lite" width="303" height="168" border="0" /></a></p>
<p>Às vésperas do <a href="http://www.gsmarena.com/samsung_gti9070_galaxy_s_advance_shows_up_in_photos_and_video-news-3737.php">lançamento do Galaxy S III</a>, a Samsung colocou no mercado brasileiro mais um Android de linha intermediária. Custando R$ 990,00, o GT-I9070 se apresenta como uma boa escolha para quem busca um modelo com hardware robusto sem gastar tanto.<span id="more-4720"></span></p>
<p>O que foi chamado no Brasil espertamente de Galaxy S II Lite, lá fora se chama Galaxy S Advance. O aparelho é na verdade um meio termo entre as duas gerações do Galaxy S. Taz um processador dual core de 1Ghz, contra os 1,2Ghz do Galaxy S II, tela Super AMOLED de 4” ligeiramente curvada, como os Nexus, e câmera de 5MP capaz de filmar em 720p.</p>
<p>O aparelho virá rodando o Android 2.3 (Gingerbread) e uma lacuna nas informações sobre o hardware nos impede de especular sobre a possibilidade de update para o ICS. Não se sabe quanta memória RAM disponível há no GT-i9070. Sabemos que os “escassos” 512MB de RAM foram a desculpa para não levar o Galaxy S até o Ice Cream Sandwich.</p>
<p>A estratégia de mercado da Samsung é não deixar lacunas. A coreana tem uma extensa linha com modelos para todos os gostos e bolsos. O Galaxy S II Lite é mais uma opção interessante na faixa de preço. Deixará muita gente em dúvida entre ele e o Galaxy W i8150, que custa um pouco menos e figurou, até o momento, como a melhor escolha na linha intermediária.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5rnmMEpWio6qawOlpp5exhxQ2b8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5rnmMEpWio6qawOlpp5exhxQ2b8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5rnmMEpWio6qawOlpp5exhxQ2b8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5rnmMEpWio6qawOlpp5exhxQ2b8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/ahjZNcI4NvA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.droider.com.br/android/smartphones/galaxy-ii-lite-gt-i9070-saiba-modelo.html/feed</wfw:commentRss>
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		<title>Galaxy S III e o cenário para a próxima geração de Androids</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/5ErzNzPcH9c/galaxy-s-iii-s3-apresentado-proxima-geracao.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/smartphones/galaxy-s-iii-s3-apresentado-proxima-geracao.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 17:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Smartphones Android]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s iii]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Samsung_Galaxy_S_III_I9500_2.png"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="Samsung_Galaxy_S_III_I9500_2" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Samsung_Galaxy_S_III_I9500_2_thumb.png" alt="Samsung_Galaxy_S_III_I9500_2" width="273" height="216" border="0" /></a></p>
A Samsung apresentará hoje o Galaxy S III. O lançamento oficial deverá confirmar as especificações de hardware e alguns detalhes sobre o software que equipará um dos melhores smartphones da nova geração de Androids, mas dessa vez, como dizem algumas moças carolas no tuiter “eu escolho esperar”.

Tive o primeiro Galaxy S e agora uso um <a title="Análise do Samsung Galaxy S II – um excelente smartphone analisado sob uma perspectiva crítica" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/analise-samsung-galaxy-ii-um-excelente-smartphone-analisado-sob-uma-perspectiva-critica.html">Galaxy S II</a>. Ambos, aos seus momentos, eram os melhores smartphones disponíveis. Foram comprados pouco após seus respectivos lançamentos e desbancados, logo em seguida, pelo Nexus S e pelo Galaxy Nexus, feitos pela própria Samsung.

Desbancados não por um hardware notadamente superior, mas por modelos que traziam o Android puro, do jeito que sai da Google, que se mostrou sempre a melhor opção. A discrepância entre o sistema original e as derivações produzidas pelos fabricantes passaram a incomodar ainda mais a partir do Ice Cream Sandwich, a primeira versão do Android a oferecer uma interface verdadeiramente bem trabalhada, que dispensa as tais remodelagens.

Quanto ao terceiro Galaxy S, não há dúvida de que será, mais uma vez, uma máquina incrível. Basta unir a próxima geração do Exynos com a tecnologia em telas que põe a Samsung sempre na vanguarda. Temos aí a base de hardware para um excelente smartphone. O ponto aqui é o software.

Quando o SGS II foi lançado, o time de desenvolvimento da Samsung tinha tanta intimidade com o Gingerbread que novas versões do sistema, com Android 2.3.3 até 2.3.7 saiam para o primeiro SGS num ritmo incrível. Ademais, a Touchwiz foi feita com o Gingerbread em mente, o que a tornou uma boa escolha de interface para o sistema, não obstante as críticas recebidas.

A situação atual é distinta. O Ice Cream Sandwich, aparentemente, ainda tira o sono do time de desenvolvedores da coreana. O resultado é um sistema que, até pelo pouco tempo de vida, <a title="O que saiu errado no Ice Cream Sandwich?" href="http://www.droider.com.br/android/saiu-errado-no-ice-cream-sandwich.html">não se encontra tão maduro</a>, além de receber sobre si uma Touchwiz que não foi feita para ele, que não se integra de maneira harmoniosa com os elementos de interface do novo Android.

A verdade é que nem a Samsung e nem qualquer outra fabricante de smartphones com Android tem realizado um trabalho convincente na parte de software. Há um verdadeiro clamor para que esses fabricantes deem aos usuários, ao menos, a opção de usar ou não suas customizações. Possibilidade que alguns especuladores apontam, pode estar presente no Galaxy S III.

Pelo seu lado, o Galaxy S III, por mais incrível que seja em matéria de hardware, poderá a herdar os mencionados problemas no campo do software. Problemas que, mesmo resolvidos, ainda não nos deixam no plano ideal: nós queremos o Android em sua apresentação original. Não queremos a velha Touchwiz nem uma nova Touchwiz.

Por essas e outras, pessoalmente, optarei por esperar o próximo Nexus. Há quem diga que a produção do aparelho sairá das mãos da Samsung. A HTC parece estar trabalhando forte para se reaproximar da Google e ser encarregada da missão. Fala-se até na LG.

Caso o aparelho não seja fabricado pela Samsung, lamentaremos pela ausência da melhor tela que um smartphone pode ter. As Super AMOLED são imbatíveis, mas nem sempre se pode ter tudo. A melhor saída, no momento, é a escolha pelo sistema original, mesmo que isso implique em fazer pequenas concessões na parte de hardware.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Samsung_Galaxy_S_III_I9500_2.png"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="Samsung_Galaxy_S_III_I9500_2" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Samsung_Galaxy_S_III_I9500_2_thumb.png" alt="Samsung_Galaxy_S_III_I9500_2" width="273" height="216" border="0" /></a></p>
<p>A Samsung apresentará hoje o Galaxy S III. O lançamento oficial deverá confirmar as especificações de hardware e alguns detalhes sobre o software que equipará um dos melhores smartphones da nova geração de Androids, mas dessa vez, como dizem algumas moças carolas no tuiter “eu escolho esperar”.</p>
<p>Tive o primeiro Galaxy S e agora uso um <a title="Análise do Samsung Galaxy S II – um excelente smartphone analisado sob uma perspectiva crítica" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/analise-samsung-galaxy-ii-um-excelente-smartphone-analisado-sob-uma-perspectiva-critica.html">Galaxy S II</a>. Ambos, aos seus momentos, eram os melhores smartphones disponíveis. Foram comprados pouco após seus respectivos lançamentos e desbancados, logo em seguida, pelo Nexus S e pelo Galaxy Nexus, feitos pela própria Samsung.</p>
<p>Desbancados não por um hardware notadamente superior, mas por modelos que traziam o Android puro, do jeito que sai da Google, que se mostrou sempre a melhor opção. A discrepância entre o sistema original e as derivações produzidas pelos fabricantes passaram a incomodar ainda mais a partir do Ice Cream Sandwich, a primeira versão do Android a oferecer uma interface verdadeiramente bem trabalhada, que dispensa as tais remodelagens.</p>
<p>Quanto ao terceiro Galaxy S, não há dúvida de que será, mais uma vez, uma máquina incrível. Basta unir a próxima geração do Exynos com a tecnologia em telas que põe a Samsung sempre na vanguarda. Temos aí a base de hardware para um excelente smartphone. O ponto aqui é o software.</p>
<p>Quando o SGS II foi lançado, o time de desenvolvimento da Samsung tinha tanta intimidade com o Gingerbread que novas versões do sistema, com Android 2.3.3 até 2.3.7 saiam para o primeiro SGS num ritmo incrível. Ademais, a Touchwiz foi feita com o Gingerbread em mente, o que a tornou uma boa escolha de interface para o sistema, não obstante as críticas recebidas.</p>
<p>A situação atual é distinta. O Ice Cream Sandwich, aparentemente, ainda tira o sono do time de desenvolvedores da coreana. O resultado é um sistema que, até pelo pouco tempo de vida, <a title="O que saiu errado no Ice Cream Sandwich?" href="http://www.droider.com.br/android/saiu-errado-no-ice-cream-sandwich.html">não se encontra tão maduro</a>, além de receber sobre si uma Touchwiz que não foi feita para ele, que não se integra de maneira harmoniosa com os elementos de interface do novo Android.</p>
<p>A verdade é que nem a Samsung e nem qualquer outra fabricante de smartphones com Android tem realizado um trabalho convincente na parte de software. Há um verdadeiro clamor para que esses fabricantes deem aos usuários, ao menos, a opção de usar ou não suas customizações. Possibilidade que alguns especuladores apontam, pode estar presente no Galaxy S III.</p>
<p>Pelo seu lado, o Galaxy S III, por mais incrível que seja em matéria de hardware, poderá a herdar os mencionados problemas no campo do software. Problemas que, mesmo resolvidos, ainda não nos deixam no plano ideal: nós queremos o Android em sua apresentação original. Não queremos a velha Touchwiz nem uma nova Touchwiz.</p>
<p>Por essas e outras, pessoalmente, optarei por esperar o próximo Nexus. Há quem diga que a produção do aparelho sairá das mãos da Samsung. A HTC parece estar trabalhando forte para se reaproximar da Google e ser encarregada da missão. Fala-se até na LG.</p>
<p>Caso o aparelho não seja fabricado pela Samsung, lamentaremos pela ausência da melhor tela que um smartphone pode ter. As Super AMOLED são imbatíveis, mas nem sempre se pode ter tudo. A melhor saída, no momento, é a escolha pelo sistema original, mesmo que isso implique em fazer pequenas concessões na parte de hardware.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_hV6ocZ5CFT97hofifZ61oc7a10/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_hV6ocZ5CFT97hofifZ61oc7a10/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_hV6ocZ5CFT97hofifZ61oc7a10/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_hV6ocZ5CFT97hofifZ61oc7a10/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/5ErzNzPcH9c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>O que saiu errado no Ice Cream Sandwich?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/3ywIEisN1Qk/saiu-errado-no-ice-cream-sandwich.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/saiu-errado-no-ice-cream-sandwich.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[ice cream sandwich]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Ice-Cream-Sandwich.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Ice-Cream-Sandwich" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Ice-Cream-Sandwich_thumb.jpg" alt="Ice-Cream-Sandwich" width="315" height="177" border="0" /></a></p>
A versão mais recente do Android, apelidada Ice Cream Sandwich, tem encontrado problemas para se popularizar entre os dispositivos dos mais variados fabricantes. Além de deixar de fora uma boa leva de smartphones e tablets mais baratos, o Android 4 mostra-se problemático até quando implementado para alguns modelos hi-end.

Sem dúvida, o ICS coloca o Android no rumo em que gostamos de vê-lo em termos de interface e de novos recursos. A implementação do sistema na base instalada da plataforma é que tem se mostrado complicada.

Um bom exemplo disso é o do Nexus S, aparelho que recebe suporte direto da Google e que, após alguns exemplares em algumas operadoras receberem o update, teve a atualização pausada até que uma série de problemas fossem solucionados, o que se deu apenas recentemente.

Após instalar o Ice Cream Sandwich no Galaxy S II, testar por mais de um mês e depois fazer um test drive numa custom ROM baseada no original da Samsung, a impressão é de que o ICS nunca irá oferecer, nesse dispositivo, o bom funcionamento que o Gingerbread original apresentava.

O maior problema do ICS no Galaxy S II é, disparado, o da bateria. Instale o sistema e veja a carga ir embora voando. A autonomia de uso é ridícula, se comparada ao que vemos no Gingerbread. Como se não bastasse, o desempenho geral do sistema, embora seja bom, também deixa a desejar quando comparado ao que víamos no antecessor.

“Ah… mas a interface do Android 4.0 é linda”. Não, amigo. Estamos falando de uma ROM da Samsung completamente recoberta pela Touchwiz onde você dificilmente vê alguma diferença entre ela e a versão anterior, para piorar.

Algumas custom ROMs resolvem por completo a ligeira queda de desempenho e são até capazes de atenuar o problema com a bateria, como é o caso da Pure ICS. Pude testar por uns dias o Cyanogem Mod 9 o projeto já está realmente muito próximo de entregar uma ótima experiência com o ICS, mas ainda faltam resolver alguns problemas.

De qualquer maneira, não é admissível que custom ROMs se tornem obrigatórias para que se tenha um dispositivo em bom funcionamento. Elas são interessantes, mas é bom que sejam opcionais, sempre.

Sabemos que o ICS trouxe para o Android um grande salto em relação a versões anteriores, além de ter vindo para cumprir com a missão de reunificar o sistema entre smartphones e tablets, acabando com a divisão havida entre o Gingerbread e o Honeycomb. Talvez o salto tenha sido maior do que as pernas, daí os problemas encontrados na implementação do sistema.
<p align="left">O ano de 2012 já vai pela metade e, com a exceção dos usuários do Galaxy Nexus, quase ninguém anda muito feliz com o ICS. A atualização dos Nexus S foi retomada, mas os resultados continuam variando entre aparelhos e operadoras, com alguns usuários reportando problemas com o desempenho do rádio, principalmente.</p>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/jelly-beans.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="jelly-beans" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/jelly-beans_thumb.jpg" alt="jelly-beans" width="240" height="160" border="0" /></a></p>
A próxima versão do sistema está prevista para até a metade de 2012, ou seja, o ICS ainda nem se resolveu e o Android 5.0 (Jelly Bean) já bate à porta, talvez com a missão de, justamente, arrumar a bagunça que o antecessor fez na casa. É o que esperamos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Ice-Cream-Sandwich.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Ice-Cream-Sandwich" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Ice-Cream-Sandwich_thumb.jpg" alt="Ice-Cream-Sandwich" width="315" height="177" border="0" /></a></p>
<p>A versão mais recente do Android, apelidada Ice Cream Sandwich, tem encontrado problemas para se popularizar entre os dispositivos dos mais variados fabricantes. Além de deixar de fora uma boa leva de smartphones e tablets mais baratos, o Android 4 mostra-se problemático até quando implementado para alguns modelos hi-end.</p>
<p>Sem dúvida, o ICS coloca o Android no rumo em que gostamos de vê-lo em termos de interface e de novos recursos. A implementação do sistema na base instalada da plataforma é que tem se mostrado complicada.</p>
<p>Um bom exemplo disso é o do Nexus S, aparelho que recebe suporte direto da Google e que, após alguns exemplares em algumas operadoras receberem o update, teve a atualização pausada até que uma série de problemas fossem solucionados, o que se deu apenas recentemente.</p>
<p>Após instalar o Ice Cream Sandwich no Galaxy S II, testar por mais de um mês e depois fazer um test drive numa custom ROM baseada no original da Samsung, a impressão é de que o ICS nunca irá oferecer, nesse dispositivo, o bom funcionamento que o Gingerbread original apresentava.</p>
<p>O maior problema do ICS no Galaxy S II é, disparado, o da bateria. Instale o sistema e veja a carga ir embora voando. A autonomia de uso é ridícula, se comparada ao que vemos no Gingerbread. Como se não bastasse, o desempenho geral do sistema, embora seja bom, também deixa a desejar quando comparado ao que víamos no antecessor.</p>
<p>“Ah… mas a interface do Android 4.0 é linda”. Não, amigo. Estamos falando de uma ROM da Samsung completamente recoberta pela Touchwiz onde você dificilmente vê alguma diferença entre ela e a versão anterior, para piorar.</p>
<p>Algumas custom ROMs resolvem por completo a ligeira queda de desempenho e são até capazes de atenuar o problema com a bateria, como é o caso da Pure ICS. Pude testar por uns dias o Cyanogem Mod 9 o projeto já está realmente muito próximo de entregar uma ótima experiência com o ICS, mas ainda faltam resolver alguns problemas.</p>
<p>De qualquer maneira, não é admissível que custom ROMs se tornem obrigatórias para que se tenha um dispositivo em bom funcionamento. Elas são interessantes, mas é bom que sejam opcionais, sempre.</p>
<p>Sabemos que o ICS trouxe para o Android um grande salto em relação a versões anteriores, além de ter vindo para cumprir com a missão de reunificar o sistema entre smartphones e tablets, acabando com a divisão havida entre o Gingerbread e o Honeycomb. Talvez o salto tenha sido maior do que as pernas, daí os problemas encontrados na implementação do sistema.</p>
<p align="left">O ano de 2012 já vai pela metade e, com a exceção dos usuários do Galaxy Nexus, quase ninguém anda muito feliz com o ICS. A atualização dos Nexus S foi retomada, mas os resultados continuam variando entre aparelhos e operadoras, com alguns usuários reportando problemas com o desempenho do rádio, principalmente.</p>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/jelly-beans.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="jelly-beans" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/jelly-beans_thumb.jpg" alt="jelly-beans" width="240" height="160" border="0" /></a></p>
<p>A próxima versão do sistema está prevista para até a metade de 2012, ou seja, o ICS ainda nem se resolveu e o Android 5.0 (Jelly Bean) já bate à porta, talvez com a missão de, justamente, arrumar a bagunça que o antecessor fez na casa. É o que esperamos.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5ZEFKf0QQPvJbcXidr7DUzW9JIw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5ZEFKf0QQPvJbcXidr7DUzW9JIw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5ZEFKf0QQPvJbcXidr7DUzW9JIw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5ZEFKf0QQPvJbcXidr7DUzW9JIw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/3ywIEisN1Qk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Waze evolui como alternativa para navegação por GPS no Android</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/rXuUrfz3FOM/waze-navegacao-gps-no-android.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/aplicativos/waze-navegacao-gps-no-android.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos para Android]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos para android]]></category>
		<category><![CDATA[waze]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/waze-social.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="waze social" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/waze-social_thumb.jpg" alt="waze social" width="363" height="177" border="0" /></a></p>
O <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.waze&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS53YXplIl0." rel="nofollow">Waze</a> é um app de GPS baseado num sistema de colaboração social para aperfeiçoamento dos mapas. Uma bela iniciativa que pode resultar no melhor sistema da categoria para smartphones e, pelo que pude observar, já está a caminho de atingir essa meta.

<!--more-->

<a title="O Waze precisa de você" href="http://www.droider.com.br/android/waze-precisa-de-voce.html">Falei do Waze aqui</a> bem no início do blog, fazendo um apelo para que os poucos leitores que andavam aqui naquele tempo usassem e colaborassem com o projeto. Um ano e meio depois, o Waze já tem mais a oferecer para os usuários e, agora, vale muito mais a pena participar.

Tomando Fortaleza como exemplo, a cidade já está praticamente inteira no mapa do Waze que, pelo fato de ser atualizado continuamente com a colaboração dos usuários, é mais atualizado que os mapas dos demais sistemas de navegação por GPS. Mais atual até mesmo do que o mapa do Google, usado pelo Navegador padrão do Android.

Outra vantagem do Waze é a plataforma de troca de informações sobre o trânsito posta à disposição dos usuários, permitindo aos usuários que se ajudem mutuamente a contornar problemas no trânsito, como engarrafamentos, pistas interditadas, etc. Essa parte, pelo menos em Fortaleza, ainda precisa de maior adesão para que funcione a contento.

É interessante ver que o Waze está evoluindo. É possível perceber que, atingido o estágio atual de maturidade, é improvável que o sistema venha a falhar na sua missão de oferecer uma plataforma de navegação por GPS social. A tendência é que ele se estabeleça como o melhor aplicativo da categoria, para Android, iPhone, Blackberry, Symbian e etc.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/waze-social.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="waze social" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/waze-social_thumb.jpg" alt="waze social" width="363" height="177" border="0" /></a></p>
<p>O <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.waze&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS53YXplIl0." rel="nofollow">Waze</a> é um app de GPS baseado num sistema de colaboração social para aperfeiçoamento dos mapas. Uma bela iniciativa que pode resultar no melhor sistema da categoria para smartphones e, pelo que pude observar, já está a caminho de atingir essa meta.</p>
<p><span id="more-4692"></span></p>
<p><a title="O Waze precisa de você" href="http://www.droider.com.br/android/waze-precisa-de-voce.html">Falei do Waze aqui</a> bem no início do blog, fazendo um apelo para que os poucos leitores que andavam aqui naquele tempo usassem e colaborassem com o projeto. Um ano e meio depois, o Waze já tem mais a oferecer para os usuários e, agora, vale muito mais a pena participar.</p>
<p>Tomando Fortaleza como exemplo, a cidade já está praticamente inteira no mapa do Waze que, pelo fato de ser atualizado continuamente com a colaboração dos usuários, é mais atualizado que os mapas dos demais sistemas de navegação por GPS. Mais atual até mesmo do que o mapa do Google, usado pelo Navegador padrão do Android.</p>
<p>Outra vantagem do Waze é a plataforma de troca de informações sobre o trânsito posta à disposição dos usuários, permitindo aos usuários que se ajudem mutuamente a contornar problemas no trânsito, como engarrafamentos, pistas interditadas, etc. Essa parte, pelo menos em Fortaleza, ainda precisa de maior adesão para que funcione a contento.</p>
<p>É interessante ver que o Waze está evoluindo. É possível perceber que, atingido o estágio atual de maturidade, é improvável que o sistema venha a falhar na sua missão de oferecer uma plataforma de navegação por GPS social. A tendência é que ele se estabeleça como o melhor aplicativo da categoria, para Android, iPhone, Blackberry, Symbian e etc.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dvuaVHS_i68RHJTxIIxy-POncWA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dvuaVHS_i68RHJTxIIxy-POncWA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dvuaVHS_i68RHJTxIIxy-POncWA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dvuaVHS_i68RHJTxIIxy-POncWA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/rXuUrfz3FOM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>XBMC 11.0 (Eden) e AMD Fusion APU, feitos um para o outro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/cm5cM3ngIhc/xbmc-11-0-eden-amd-fusion-htpc-media-center.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/tecnologia/xbmc-11-0-eden-amd-fusion-htpc-media-center.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 23:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[audio e vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Fusion APU]]></category>
		<category><![CDATA[media centers]]></category>
		<category><![CDATA[xbmc]]></category>
		<category><![CDATA[xbmcbuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4679</guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/xbmc-eden-announce-2-650.jpg">
<img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="xbmc-eden-announce-2-650" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/xbmc-eden-announce-2-650_thumb.jpg" alt="xbmc-eden-announce-2-650" width="379" height="147" border="0" /></a></p>
Já testei e usei de tudo em matéria de hardware e software para HTPC. Minha melhor experiência veio agora, com um media center baseado na Fusion APU, da AMD. A máquina roda o XBMC 11.0 (Eden), mais precisamente o XBMCBuntu, e superou todas as expectativas.<!--more-->

Como sabem os mais antigos leitores, sou entusiasta de sistemas de áudio e vídeo, além de apaixonado por música, o que me leva a constantes experiências com equipamentos no sistema de home theater de casa. TV, projetor, receiver e caixas foram muito bem escolhidos e não geram inquietação por upgrades. A pedra no meu sapato sempre foi o media center (HTPC).

Há anos experimento combinações de hardware e software, sempre à procura daquela configuração que me permitisse sossegar no sofá e apenas curtir filmes e músicas sem ficar incomodado imaginando que aquilo poderia funcionar melhor.

Já usei muita coisa, já virei madrugada instalando e reinstalando codecs de áudio e vídeo, já pendulei entre soluções da nVidia e da AMD, usei MediaPortal, Windows Media Center e o próprio XBMC. Nada era compatível com o perfeccionismo que sempre moveu essa busca.
<h3>Hardware</h3>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/amd-fusion-apu-ontario.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="amd-fusion-apu-ontario" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/amd-fusion-apu-ontario_thumb.jpg" alt="amd-fusion-apu-ontario" width="240" height="192" border="0" /></a></p>
Depois dessa longa introdução, Vamos à combinação que finalmente me convenceu. O sistema foi montado e configurado essa semana com as seguintes especificações para o hardware central.
<ul>
	<li>Placa mãe <a href="http://www.asrock.com/mb/overview.asp?Model=A75M-ITX">AsRock A75M-ITX</a></li>
	<li>Processador AMD A8-3870K APU</li>
	<li>Memória de 4GB (2x2GB) DDR3 OCZ</li>
	<li>SSD Kingston SATA2 64GB</li>
</ul>
Para controlar, uso um controle universal Philips SRM5100 velho de guerra, que comanda o XBMC e os outros equipamentos da sala. Além disso, é claro, uso o app oficial de controle do XBMC via Android, que me permite escolher qualquer item da coleção de mídia e comandar a reprodução estando em qualquer lugar da casa.

Quem quer que já tenha mexido com o XBMC Live sabe que há hardware de sobra aí, pois o sistema é muito rápido e a interface se apresenta fluida e responsiva com máquinas bem menos robustas. Pela minha experiência, não se deve montar um HTPC com hardware dentro dos “requerimentos mínimos”. Uma folga é sempre bem-vinda.

A primeira razão para desejar processamento sobrando é que a aceleração de vídeo de alta definição feita pelas GPUs nem sempre funciona, ou pelo menos não funciona como gostaríamos. É verdade que o XBMCBuntu pode, hoje, acelerar vídeos HD usando uma GPU da nVidia (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/VDPAU">VDPAU</a>) ou ATI (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Video_Acceleration_API" rel="nofollow">VAAPI</a>), mas há situações em que a aceleração pode falar ou, ainda, há casos em que é preciso desativá-la para resolver problemas de compatibilidade com as especificações de encoding de alguns arquivos de vídeo.

Apenas para mostrar um caso concreto, no meu sistema, precisei desativar a VAAPI devido a problemas de instabilidade quando ativada a correção de frame rate que sincroniza a reprodução de vídeo com a taxa de atualização da tela da TV ou do projetor.

Esse recurso é muito importante para a qualidade de imagem e o uso simultâneo dele e da VAAPI estava resultando em problemas. Posso desativar a aceleração de hardware tranquilo porque os quatro números de 3GHz da CPU seguram as pontas em qualquer situação. Sistemas mais modestos baseados em nVidia Ion  (que tem um Atom, da Intel, como CPU) não podem rodar vídeos de alta definição sem que a aceleração de hardware esteja ativada.

Outra situação onde você vai desejar um processador mais rápido é quando o XBMC é usado para importar CDs de áudio para a sua coleção, convertendo-os em MP3 ou FLAC. Não existe processador bom o bastante para encoding. O melhor processador para essa finalidade é o melhor que o seu bolso pode comprar no momento, porque quando você inicia uma cópia, você espera que ela termine rápido, presumindo-se que você seja uma pessoa normal. Se desejar converter seus discos Bluray, então, nem se fala.

Não falei em armazenamento e, obviamente, os 64GB do SSD usado na máquina não dão pra muita coisa em termos de áudio e vídeo. Aqui, todo o meu acerto fica disponível na rede, em um <a title="Saiba o que um bom NAS (Network Attached Storage) tem a oferecer e que usos fazer dele" href="http://www.droider.com.br/tecnologia/saiba-um-bom-nas-network-attached-storage-tem-oferecer-usos-fazer-dele.html">NAS</a>. É possível empregar um desses e ter os filmes e músicas disponíveis em toda a casa, sem precisar de um computador ligado para isso, ou simplesmente montar o HTPC da sala com HDs espaçosos.
<h3>XBMCBuntu</h3>
A proposta do XBMCBuntu (evolução do XBMC Live) é a de transformar uma máquina baseada no hardware de um PC num verdadeiro media center de maneira que o usuário possa esquecer que aquilo um dia foi um computador.
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/XBMCEden.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="XBMCEden" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/XBMCEden_thumb.jpg" alt="XBMCEden" width="640" height="361" border="0" /></a></p>
Com uma boa configuração de hardware, você toca o botão do power e a interface do media center está na tela, sem demora e sem que você tenha qualquer contato com elementos de interface advindos de um desktop. Daí basta navegar pelas opções e acessar todas as suas coleções de filmes, concertos musicais e CDs com toda facilidade e numa bela interface.

Um diferencial que o XBMCBuntu ganhou foi a possibilidade de o usuário sair dessa interface para um ambiente de desktop LXDE, onde é possível navegar na internet usando o Chrome, alterar configurações do sistema e até atualizar tudo usando os comandos “apt-get upgrade, apt-get upgrade”.

O velho XBMC Live tinha alguma “predileção” pelo hardware da nVidia, oferecendo aceleração de hardware apenas em sistemas baseados nessas GPUs. Como dito acima, com o lançamento do XBMX 11.0 (Eden), o XBMCBuntu passou a oferecer suporte a esse recurso também em GPUs da AMD (ATI), via VAAPI.

Quem usa, em seu sistema de home theater, um receiver com áudio para segunda zona, tem um problema com qualquer solução de software baseada no Windows. A segunda zona de qualquer receiver só pode ser alimentada por áudio stereo analógico, enquanto é interessante que a sala principal use como fonte o áudio digital das saídas SPDIF ou HDMI.

Ocorre que o Windows, desde o Vista, parou de enviar áudio simultaneamente para essas duas saídas, obrigando aqueles que usam HTPCs baseados na solução da Microsoft a alternar configurações de saída de áudio sempre que quiserem fazer uso do multi-room.

Uma grata surpresa é observar que o XBMCBuntu resolve por completo esse problema. Enquanto o seu receiver recebe o áudio digital, a saída analógica permanece sempre ativa, simultaneamente. Basta ativar o multi-room do receiver e sua música estará tocando nas demais zonas sem o desconforto apresentado nos sistemas com Windows.

Passados esses detalhes técnicos, o importante é que o novo XBMC 11.0 entrega uma experiência de media center bastante evoluída com relação às versões anteriores e, sem dúvida, superior a qualquer software concorrente. A combinação com uma boa máquina baseada na Fusion APU da AMD é matadora. Digo depois de ter experimentado muito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/xbmc-eden-announce-2-650.jpg"><br />
<img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="xbmc-eden-announce-2-650" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/xbmc-eden-announce-2-650_thumb.jpg" alt="xbmc-eden-announce-2-650" width="379" height="147" border="0" /></a></p>
<p>Já testei e usei de tudo em matéria de hardware e software para HTPC. Minha melhor experiência veio agora, com um media center baseado na Fusion APU, da AMD. A máquina roda o XBMC 11.0 (Eden), mais precisamente o XBMCBuntu, e superou todas as expectativas.<span id="more-4679"></span></p>
<p>Como sabem os mais antigos leitores, sou entusiasta de sistemas de áudio e vídeo, além de apaixonado por música, o que me leva a constantes experiências com equipamentos no sistema de home theater de casa. TV, projetor, receiver e caixas foram muito bem escolhidos e não geram inquietação por upgrades. A pedra no meu sapato sempre foi o media center (HTPC).</p>
<p>Há anos experimento combinações de hardware e software, sempre à procura daquela configuração que me permitisse sossegar no sofá e apenas curtir filmes e músicas sem ficar incomodado imaginando que aquilo poderia funcionar melhor.</p>
<p>Já usei muita coisa, já virei madrugada instalando e reinstalando codecs de áudio e vídeo, já pendulei entre soluções da nVidia e da AMD, usei MediaPortal, Windows Media Center e o próprio XBMC. Nada era compatível com o perfeccionismo que sempre moveu essa busca.</p>
<h3>Hardware</h3>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/amd-fusion-apu-ontario.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="amd-fusion-apu-ontario" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/amd-fusion-apu-ontario_thumb.jpg" alt="amd-fusion-apu-ontario" width="240" height="192" border="0" /></a></p>
<p>Depois dessa longa introdução, Vamos à combinação que finalmente me convenceu. O sistema foi montado e configurado essa semana com as seguintes especificações para o hardware central.</p>
<ul>
<li>Placa mãe <a href="http://www.asrock.com/mb/overview.asp?Model=A75M-ITX">AsRock A75M-ITX</a></li>
<li>Processador AMD A8-3870K APU</li>
<li>Memória de 4GB (2x2GB) DDR3 OCZ</li>
<li>SSD Kingston SATA2 64GB</li>
</ul>
<p>Para controlar, uso um controle universal Philips SRM5100 velho de guerra, que comanda o XBMC e os outros equipamentos da sala. Além disso, é claro, uso o app oficial de controle do XBMC via Android, que me permite escolher qualquer item da coleção de mídia e comandar a reprodução estando em qualquer lugar da casa.</p>
<p>Quem quer que já tenha mexido com o XBMC Live sabe que há hardware de sobra aí, pois o sistema é muito rápido e a interface se apresenta fluida e responsiva com máquinas bem menos robustas. Pela minha experiência, não se deve montar um HTPC com hardware dentro dos “requerimentos mínimos”. Uma folga é sempre bem-vinda.</p>
<p>A primeira razão para desejar processamento sobrando é que a aceleração de vídeo de alta definição feita pelas GPUs nem sempre funciona, ou pelo menos não funciona como gostaríamos. É verdade que o XBMCBuntu pode, hoje, acelerar vídeos HD usando uma GPU da nVidia (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/VDPAU">VDPAU</a>) ou ATI (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Video_Acceleration_API" rel="nofollow">VAAPI</a>), mas há situações em que a aceleração pode falar ou, ainda, há casos em que é preciso desativá-la para resolver problemas de compatibilidade com as especificações de encoding de alguns arquivos de vídeo.</p>
<p>Apenas para mostrar um caso concreto, no meu sistema, precisei desativar a VAAPI devido a problemas de instabilidade quando ativada a correção de frame rate que sincroniza a reprodução de vídeo com a taxa de atualização da tela da TV ou do projetor.</p>
<p>Esse recurso é muito importante para a qualidade de imagem e o uso simultâneo dele e da VAAPI estava resultando em problemas. Posso desativar a aceleração de hardware tranquilo porque os quatro números de 3GHz da CPU seguram as pontas em qualquer situação. Sistemas mais modestos baseados em nVidia Ion  (que tem um Atom, da Intel, como CPU) não podem rodar vídeos de alta definição sem que a aceleração de hardware esteja ativada.</p>
<p>Outra situação onde você vai desejar um processador mais rápido é quando o XBMC é usado para importar CDs de áudio para a sua coleção, convertendo-os em MP3 ou FLAC. Não existe processador bom o bastante para encoding. O melhor processador para essa finalidade é o melhor que o seu bolso pode comprar no momento, porque quando você inicia uma cópia, você espera que ela termine rápido, presumindo-se que você seja uma pessoa normal. Se desejar converter seus discos Bluray, então, nem se fala.</p>
<p>Não falei em armazenamento e, obviamente, os 64GB do SSD usado na máquina não dão pra muita coisa em termos de áudio e vídeo. Aqui, todo o meu acerto fica disponível na rede, em um <a title="Saiba o que um bom NAS (Network Attached Storage) tem a oferecer e que usos fazer dele" href="http://www.droider.com.br/tecnologia/saiba-um-bom-nas-network-attached-storage-tem-oferecer-usos-fazer-dele.html">NAS</a>. É possível empregar um desses e ter os filmes e músicas disponíveis em toda a casa, sem precisar de um computador ligado para isso, ou simplesmente montar o HTPC da sala com HDs espaçosos.</p>
<h3>XBMCBuntu</h3>
<p>A proposta do XBMCBuntu (evolução do XBMC Live) é a de transformar uma máquina baseada no hardware de um PC num verdadeiro media center de maneira que o usuário possa esquecer que aquilo um dia foi um computador.</p>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/XBMCEden.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="XBMCEden" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/XBMCEden_thumb.jpg" alt="XBMCEden" width="640" height="361" border="0" /></a></p>
<p>Com uma boa configuração de hardware, você toca o botão do power e a interface do media center está na tela, sem demora e sem que você tenha qualquer contato com elementos de interface advindos de um desktop. Daí basta navegar pelas opções e acessar todas as suas coleções de filmes, concertos musicais e CDs com toda facilidade e numa bela interface.</p>
<p>Um diferencial que o XBMCBuntu ganhou foi a possibilidade de o usuário sair dessa interface para um ambiente de desktop LXDE, onde é possível navegar na internet usando o Chrome, alterar configurações do sistema e até atualizar tudo usando os comandos “apt-get upgrade, apt-get upgrade”.</p>
<p>O velho XBMC Live tinha alguma “predileção” pelo hardware da nVidia, oferecendo aceleração de hardware apenas em sistemas baseados nessas GPUs. Como dito acima, com o lançamento do XBMX 11.0 (Eden), o XBMCBuntu passou a oferecer suporte a esse recurso também em GPUs da AMD (ATI), via VAAPI.</p>
<p>Quem usa, em seu sistema de home theater, um receiver com áudio para segunda zona, tem um problema com qualquer solução de software baseada no Windows. A segunda zona de qualquer receiver só pode ser alimentada por áudio stereo analógico, enquanto é interessante que a sala principal use como fonte o áudio digital das saídas SPDIF ou HDMI.</p>
<p>Ocorre que o Windows, desde o Vista, parou de enviar áudio simultaneamente para essas duas saídas, obrigando aqueles que usam HTPCs baseados na solução da Microsoft a alternar configurações de saída de áudio sempre que quiserem fazer uso do multi-room.</p>
<p>Uma grata surpresa é observar que o XBMCBuntu resolve por completo esse problema. Enquanto o seu receiver recebe o áudio digital, a saída analógica permanece sempre ativa, simultaneamente. Basta ativar o multi-room do receiver e sua música estará tocando nas demais zonas sem o desconforto apresentado nos sistemas com Windows.</p>
<p>Passados esses detalhes técnicos, o importante é que o novo XBMC 11.0 entrega uma experiência de media center bastante evoluída com relação às versões anteriores e, sem dúvida, superior a qualquer software concorrente. A combinação com uma boa máquina baseada na Fusion APU da AMD é matadora. Digo depois de ter experimentado muito.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_4TU20FhdUwNQQQ_DcjuASeYIGw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_4TU20FhdUwNQQQ_DcjuASeYIGw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_4TU20FhdUwNQQQ_DcjuASeYIGw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_4TU20FhdUwNQQQ_DcjuASeYIGw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/cm5cM3ngIhc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>[Custom ROM] Pure ICS coloca o Android 4.0 puro no Galaxy S II</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/WDT1WbgGuig/custom-rom-pure-ics-android-4-0-puro-no-galaxy-s2-ii.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/custom-rom-pure-ics-android-4-0-puro-no-galaxy-s2-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 13:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Samsung Galaxy S II]]></category>
		<category><![CDATA[custom roms]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s ii]]></category>
		<category><![CDATA[ics]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4665</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/pure-ics.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="pure ics" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/pure-ics_thumb.jpg" alt="pure ics" width="310" height="185" border="0" /></a></p>
Após examinar os prós e contras de várias opções, escolhi a <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1451346">Pure ICS</a> como <em>custom ROM </em>com o propósito de ter a experiência do Ice Cream Sandwich puro no Galaxy S II, sem Touchwiz, do jeito que o Android 4.0 foi idealizado pelos designers de interface da Google.<!--more-->

Diferente do que ocorre com o <a title="Cyanogen Mod 9, com Android 4.0.4, a caminho do Galaxy S II" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/cyanogen-mod-9-android-4-0-4-a-galaxy-s-ii-2.html">Cyanogem Mod 9</a>, alguns projetos de Custom ROMs não estão sob a árdua missão de começar do zero, partindo do código original do Android liberado pela Google. Assim como outras, a Pure ICS parte do código da própria Samsung e, sobre ele, insere otimizações de sistema de modificações de design desenvolvidas na comunidade.

Tendo usado por quase um mês a <a title="O Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) para o Galaxy S II chegou" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/ice-cream-sandwich-para-o-galaxy-s-2-ii.html">ROM oficial da Samsung</a> destinada a entregar o ICS para o SGSII, posso afirmar que minhas impressões sobre o sistema não foram as melhores. Talvez os desenvolvedores da empresa tenham sido pressionados pelo prazo e liberado um sistema que ainda não estava assim tão maduro. Além do que, convenhamos, nos interessa o Ice Cream Sandwich com sua interface original, não recoberto pela Touchwiz.

Destaco os principais problemas observados no Android 4.0.3 entregue pela Samsung em sua primeira leva de ROMs oficiais:
<ul>
	<li>Drenagem de carga da bateria – um bom pedaço da sua autonomia de uso do smartphone vai pro brejo. Comparado com o que tínhamos no Gingerbread, o novo sistema está consumindo em Coulombs mais do que um Opala velho bebe de gasolina.</li>
	<li>Desempenho inferior – não que o novo sistema tenha transformado seu Galaxy S II numa carroça, mas há uma ligeira (porém perceptível) perda de desempenho com a mudança, o que é inconcebível, tendo em vista que o novo sistema foi desenvolvido para tirar melhor proveito do hardware mais atual;</li>
	<li>Touchwiz sobre o ICS – aqui a pior mancada da Samsung. Não apenas cobrir a melhor interface já feita pela Google para o Android, mas cobri-la com algo que foi claramente desenvolvido para o Gingerbread, sem qualquer alteração significativa que pudesse harmonizar melhor sua interface proprietária aos padrões do novo Android.</li>
</ul>
Dessa maneira, a abordagem de vários projetos desenvolvidos pela comunidade tem mirado a solução desses principais problemas. Minhas primeiras impressões sobre a Pure ICS são positivas. A ROM deixou meu Android inteiro com a aparência do ICS original. Além disso, oferece desempenho superior e, a primeira vista, menos voraz na drenagem da bateria.

A instalação se dá através do menu do Clockwork Mod, preferivelmente partindo do Gingerbread. Tive problemas numa tentativa que teve o Android 4.0.3 oficial da Samsung como ponto de partida. Talvez a ROM precise dos bootloaders do Gingerbread para instalação e funcionamento.

Com a Pure ICS instalada, seu Galaxy S II terá o Ice Cream Sandwich basicamente igual ao apresentado nos Nexus. Embora não seja uma ROM que parte do AOSP, o cuidado com os elementos de tema, assim como o emprego do Apex Launcher, teve um ótimo resultado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/pure-ics.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="pure ics" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/pure-ics_thumb.jpg" alt="pure ics" width="310" height="185" border="0" /></a></p>
<p>Após examinar os prós e contras de várias opções, escolhi a <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1451346">Pure ICS</a> como <em>custom ROM </em>com o propósito de ter a experiência do Ice Cream Sandwich puro no Galaxy S II, sem Touchwiz, do jeito que o Android 4.0 foi idealizado pelos designers de interface da Google.<span id="more-4665"></span></p>
<p>Diferente do que ocorre com o <a title="Cyanogen Mod 9, com Android 4.0.4, a caminho do Galaxy S II" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/cyanogen-mod-9-android-4-0-4-a-galaxy-s-ii-2.html">Cyanogem Mod 9</a>, alguns projetos de Custom ROMs não estão sob a árdua missão de começar do zero, partindo do código original do Android liberado pela Google. Assim como outras, a Pure ICS parte do código da própria Samsung e, sobre ele, insere otimizações de sistema de modificações de design desenvolvidas na comunidade.</p>
<p>Tendo usado por quase um mês a <a title="O Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) para o Galaxy S II chegou" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/ice-cream-sandwich-para-o-galaxy-s-2-ii.html">ROM oficial da Samsung</a> destinada a entregar o ICS para o SGSII, posso afirmar que minhas impressões sobre o sistema não foram as melhores. Talvez os desenvolvedores da empresa tenham sido pressionados pelo prazo e liberado um sistema que ainda não estava assim tão maduro. Além do que, convenhamos, nos interessa o Ice Cream Sandwich com sua interface original, não recoberto pela Touchwiz.</p>
<p>Destaco os principais problemas observados no Android 4.0.3 entregue pela Samsung em sua primeira leva de ROMs oficiais:</p>
<ul>
<li>Drenagem de carga da bateria – um bom pedaço da sua autonomia de uso do smartphone vai pro brejo. Comparado com o que tínhamos no Gingerbread, o novo sistema está consumindo em Coulombs mais do que um Opala velho bebe de gasolina.</li>
<li>Desempenho inferior – não que o novo sistema tenha transformado seu Galaxy S II numa carroça, mas há uma ligeira (porém perceptível) perda de desempenho com a mudança, o que é inconcebível, tendo em vista que o novo sistema foi desenvolvido para tirar melhor proveito do hardware mais atual;</li>
<li>Touchwiz sobre o ICS – aqui a pior mancada da Samsung. Não apenas cobrir a melhor interface já feita pela Google para o Android, mas cobri-la com algo que foi claramente desenvolvido para o Gingerbread, sem qualquer alteração significativa que pudesse harmonizar melhor sua interface proprietária aos padrões do novo Android.</li>
</ul>
<p>Dessa maneira, a abordagem de vários projetos desenvolvidos pela comunidade tem mirado a solução desses principais problemas. Minhas primeiras impressões sobre a Pure ICS são positivas. A ROM deixou meu Android inteiro com a aparência do ICS original. Além disso, oferece desempenho superior e, a primeira vista, menos voraz na drenagem da bateria.</p>
<p>A instalação se dá através do menu do Clockwork Mod, preferivelmente partindo do Gingerbread. Tive problemas numa tentativa que teve o Android 4.0.3 oficial da Samsung como ponto de partida. Talvez a ROM precise dos bootloaders do Gingerbread para instalação e funcionamento.</p>
<p>Com a Pure ICS instalada, seu Galaxy S II terá o Ice Cream Sandwich basicamente igual ao apresentado nos Nexus. Embora não seja uma ROM que parte do AOSP, o cuidado com os elementos de tema, assim como o emprego do Apex Launcher, teve um ótimo resultado.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oDY1UPvH90xaznzE1Px6axHYSBk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oDY1UPvH90xaznzE1Px6axHYSBk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oDY1UPvH90xaznzE1Px6axHYSBk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oDY1UPvH90xaznzE1Px6axHYSBk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/WDT1WbgGuig" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Senzari, um grande projeto do qual não se ouve falar</title>
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		<comments>http://www.droider.com.br/tecnologia/senzari-grande-projeto-do-no-ouve-falar.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 14:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[senzari]]></category>
		<category><![CDATA[stream]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4656</guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/senzari.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="senzari" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/senzari_thumb.jpg" alt="senzari" width="419" height="206" border="0" /></a></p>
Para quem curte ouvir música online e conhece os serviços disponíveis, vou apresentar o <a href="http://senzari.com" rel="nofollow">Senzari</a> de uma maneira direta: ele é como o Pandora, mas é melhor, principalmente por possuir um acervo musical dez vezes maior do que o do veterano. Outra vantagem é que ele está disponível para o Brasil, sem proxy, VPN ou qualquer “gambiarra", desde o lançamento.

Em dezembro de 2011, escrevi um artigo sobre o lançamento do Senzari para o Techtudo e fiquei realmente entusiasmado com o serviço. Não só pela qualidade do que estava sendo oferecido quanto pela iniciativa de furar <a title="Serviços de stream e copyright – os excluídos digitais somos nós" href="http://www.droider.com.br/tecnologia/servicos-de-stream-copyright-os-excluidos-digitais-somos-nos.html">o bloqueio que sofremos aqui</a>, que nos impede do acesso aos melhores serviços.

Esperava, àquele tempo, que o Senzari explodisse e virasse uma verdadeira febre no Brasil, tendo em vista o que foi dito acima e o fato de o serviço ser inteiramente desenhado para integração com redes sociais. Bom, nossa vida online é social até além da conta, mas nunca mais ouvi ninguém falar no serviço e nem vi compartilhamentos dele em minha timeline. Parece que, simplesmente, não vingou.

Imaginei que o projeto estivesse parado, mas o blog deles mostra uma postagem do dia 27 de março tratando de novos recursos e da relação com desenvolvedores parceiros. Quer dizer, morto não está, mas também não esbanja alegria de viver, digamos assim.

O que falta ao Senzari? A proposta é excelente, mas posso apontar duas enormes falhas na estratégia.
<h3>Não há um esforço contínuo para ganhar visibilidade</h3>
Uma ótima ideia e um bom trabalho na parte de software não garante nada a startup nenhuma nessa época de overdose de informação. Um empreendimento tem que investir para ser visto no meio de tanta notícia, de tantas ideias e de tantos concorrentes. Há uma multidão incontável de usuários falando de música e de tecnologia dia e noite nas redes sociais, mas ninguém ouve falar de Senzari. Até o Spotify, teoricamente indisponível para nós, é mais comentado.
<h3>Falta foco em mobilidade</h3>
Convenhamos, por melhor que seja o seu projeto, nos dias de hoje, se ele fica confinado a um <em>web app</em> desenvolvido para navegadores de desktops e notebooks, ele pode estar condenado. Se há um mandamento que precisa ser visto no mundo da tecnologia hoje é o que diz: mobilidade em primeiro lugar.

Quando me ponho a testar um serviço de música, meu primeiro passo é ver quais são as chances de usá-lo por aí com meu Android. Diferente da maior parte dos seus concorrentes (não disponíveis para o Brasil), o Senzari não possui app nem para Android nem para o iOS. Isso pesa demais contra qualquer bom projeto dessa natureza.

É bom saber, pela recente postagem postagem no blog oficial, que o Senzari está vivo, embora pareça dormir. Como grande apreciador dos serviços de música online, espero que ele acorde e faça os ajustes necessários em sua estratégia antes que seja tarde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/senzari.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="senzari" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/senzari_thumb.jpg" alt="senzari" width="419" height="206" border="0" /></a></p>
<p>Para quem curte ouvir música online e conhece os serviços disponíveis, vou apresentar o <a href="http://senzari.com" rel="nofollow">Senzari</a> de uma maneira direta: ele é como o Pandora, mas é melhor, principalmente por possuir um acervo musical dez vezes maior do que o do veterano. Outra vantagem é que ele está disponível para o Brasil, sem proxy, VPN ou qualquer “gambiarra&#8221;, desde o lançamento.</p>
<p>Em dezembro de 2011, escrevi um artigo sobre o lançamento do Senzari para o Techtudo e fiquei realmente entusiasmado com o serviço. Não só pela qualidade do que estava sendo oferecido quanto pela iniciativa de furar <a title="Serviços de stream e copyright – os excluídos digitais somos nós" href="http://www.droider.com.br/tecnologia/servicos-de-stream-copyright-os-excluidos-digitais-somos-nos.html">o bloqueio que sofremos aqui</a>, que nos impede do acesso aos melhores serviços.</p>
<p>Esperava, àquele tempo, que o Senzari explodisse e virasse uma verdadeira febre no Brasil, tendo em vista o que foi dito acima e o fato de o serviço ser inteiramente desenhado para integração com redes sociais. Bom, nossa vida online é social até além da conta, mas nunca mais ouvi ninguém falar no serviço e nem vi compartilhamentos dele em minha timeline. Parece que, simplesmente, não vingou.</p>
<p>Imaginei que o projeto estivesse parado, mas o blog deles mostra uma postagem do dia 27 de março tratando de novos recursos e da relação com desenvolvedores parceiros. Quer dizer, morto não está, mas também não esbanja alegria de viver, digamos assim.</p>
<p>O que falta ao Senzari? A proposta é excelente, mas posso apontar duas enormes falhas na estratégia.</p>
<h3>Não há um esforço contínuo para ganhar visibilidade</h3>
<p>Uma ótima ideia e um bom trabalho na parte de software não garante nada a startup nenhuma nessa época de overdose de informação. Um empreendimento tem que investir para ser visto no meio de tanta notícia, de tantas ideias e de tantos concorrentes. Há uma multidão incontável de usuários falando de música e de tecnologia dia e noite nas redes sociais, mas ninguém ouve falar de Senzari. Até o Spotify, teoricamente indisponível para nós, é mais comentado.</p>
<h3>Falta foco em mobilidade</h3>
<p>Convenhamos, por melhor que seja o seu projeto, nos dias de hoje, se ele fica confinado a um <em>web app</em> desenvolvido para navegadores de desktops e notebooks, ele pode estar condenado. Se há um mandamento que precisa ser visto no mundo da tecnologia hoje é o que diz: mobilidade em primeiro lugar.</p>
<p>Quando me ponho a testar um serviço de música, meu primeiro passo é ver quais são as chances de usá-lo por aí com meu Android. Diferente da maior parte dos seus concorrentes (não disponíveis para o Brasil), o Senzari não possui app nem para Android nem para o iOS. Isso pesa demais contra qualquer bom projeto dessa natureza.</p>
<p>É bom saber, pela recente postagem postagem no blog oficial, que o Senzari está vivo, embora pareça dormir. Como grande apreciador dos serviços de música online, espero que ele acorde e faça os ajustes necessários em sua estratégia antes que seja tarde.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/64YlA5RugYE1Ut4cvwjamrdX2D0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/64YlA5RugYE1Ut4cvwjamrdX2D0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/64YlA5RugYE1Ut4cvwjamrdX2D0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/64YlA5RugYE1Ut4cvwjamrdX2D0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/v27s9otvIyE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Instagram no Android ou “nós vamo invadir sua praia”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/o9CKCdS_u_A/instagram-no-android-invadir-sua-praia.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/aplicativos/instagram-no-android-invadir-sua-praia.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 17:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos para Android]]></category>
		<category><![CDATA[apps para android]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>

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		<description><![CDATA[<blockquote>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/instagram-android.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="instagram android" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/instagram-android_thumb.jpg" alt="instagram android" width="240" height="240" border="0" /></a></p>
Mistura sua laia
Ou foge da raia
Sai da tocaia
Pula na baia
Agora nós vamos invadir sua praia
Agora se você vai se incomodar
Então é melhor se mudar<!--more--></blockquote>
A chegada do <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.instagram.android" rel="nofollow">Instagram</a> <span style="text-decoration: line-through;">ao Android Market</span> à Google Play Store tem sido acompanhada da troca de provocações entre usuários de Android e iPhone pelas redes sociais. Na verdade, vejo tudo como provocação de torcida. É divertido, mas pode ficar feio.

Assim como no futebol, as provocações entre “torcidas adversárias” em redes sociais tem seu lado divertido e tem também uma faceta medonha. Até hoje é impossível falar sobre a sucessão do Orkut pelo Facebook sem que apareça um mané com um discurso embaraçosamente elitista, preconceituoso.

Da mesma forma, alguns usuários que consideram o iPhone um “símbolo de status” tinham no Instagram uma pretensa rede social “pra gente diferenciada”. Esses se manifestam, mas o clima em geral é de brincadeira. Para falar a verdade, no meio da troca de provocações, não dá muito pra distinguir quem é babaca de verdade e quem tá só brincando, e é melhor assim. Dessa forma a gente brinca sem se estressar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <blockquote>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/instagram-android.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="instagram android" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/instagram-android_thumb.jpg" alt="instagram android" width="240" height="240" border="0" /></a></p>
<p>Mistura sua laia<br />
Ou foge da raia<br />
Sai da tocaia<br />
Pula na baia<br />
Agora nós vamos invadir sua praia<br />
Agora se você vai se incomodar<br />
Então é melhor se mudar<span id="more-4641"></span></p></blockquote>
<p>A chegada do <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.instagram.android" rel="nofollow">Instagram</a> <span style="text-decoration: line-through;">ao Android Market</span> à Google Play Store tem sido acompanhada da troca de provocações entre usuários de Android e iPhone pelas redes sociais. Na verdade, vejo tudo como provocação de torcida. É divertido, mas pode ficar feio.</p>
<p>Assim como no futebol, as provocações entre “torcidas adversárias” em redes sociais tem seu lado divertido e tem também uma faceta medonha. Até hoje é impossível falar sobre a sucessão do Orkut pelo Facebook sem que apareça um mané com um discurso embaraçosamente elitista, preconceituoso.</p>
<p>Da mesma forma, alguns usuários que consideram o iPhone um “símbolo de status” tinham no Instagram uma pretensa rede social “pra gente diferenciada”. Esses se manifestam, mas o clima em geral é de brincadeira. Para falar a verdade, no meio da troca de provocações, não dá muito pra distinguir quem é babaca de verdade e quem tá só brincando, e é melhor assim. Dessa forma a gente brinca sem se estressar.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gRlFfoejJEgfQddMpaFfn2sAwNQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gRlFfoejJEgfQddMpaFfn2sAwNQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gRlFfoejJEgfQddMpaFfn2sAwNQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gRlFfoejJEgfQddMpaFfn2sAwNQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/o9CKCdS_u_A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desencontro 2012 surpreendeu, mais uma vez</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/jXGFp-gPxhU/desencontro-2012.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/midias-sociais/desencontro-2012.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 01:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[desencontro]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/desencontro_2012.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="desencontro_2012" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/desencontro_2012_thumb.jpg" alt="desencontro_2012" width="240" height="222" border="0" /></a></p>
O <a href="http://www.desencontro.com.br/desencontro/" rel="nofollow">Desencontro</a>, para os poucos que ainda não conhecem, é um grande evento de mídias sociais que acontece em Fortaleza. A primeira edição superou as expectativas e a segunda, que se deu agora, no último fim de semana de março, veio para consagrar de vez o projeto.<!--more-->

Há um ano, falei da primeira edição do Desencontro numa <a href="http://meiobit.com/82536/desencontro-2011-promete-um-evento-diferente-sobre-midias-sociais-em-fortaleza/" rel="nofollow">matéria para o Meio Bit</a>. À época, essa coisa de levar Internet a sério, ou um pouco mais a sério, ainda era nova pra mim, então eu tinha obrigação de conferir o evento. Fiz minha inscrição, assisti a todos os painéis, inclusive aos de assuntos que não têm absolutamente nada a ver comigo, e conheci muita gente, inclusive a turma da organização.

Entre 2011 e 2012, minha relação com a Internet amadureceu bastante, assim como o evento. Do meu lado, o amadurecimento sempre exacerba a veia crítica e faz com que eu me afaste de certas coisas com as quais acabo antipatizando no percurso, para o bem e para o mal. No lado do Desencontro, o amadurecimento da proposta vez com que ele fosse capaz se afastar da mesmice com que são tocadas as “coisas de internet”. O evento é hoje muito maior do que outros projetos usuais com temática semelhante.

Apesar de blogar e usar bastante as redes sociais, definitivamente, não me dou com besteirol “de internet”. Nem gosto de gírias “de internet” e não me acostumo a passar o dia inteiro falando “fulano tá me trollando, LoL” e coisas do tipo. Basicamente, esse comportamento abobalhado que as pessoas desenvolvem online me deixa um pouco mau-humorado, temendo que o mundo esteja se infantilizando (no mal sentido mesmo), que a linguagem esteja empobrecendo, entre outras coisas. O ciclo vicioso da internet auto-referente é uma merda (com o perdão da palavra) e me tira a paciência.

Enfim, estou na internet, já bloguei o bastante para o Google sugerir meu sobrenome a quem coloca meu nome no campo de busca (ui) , mas não sou filho da Internet e tenho uma enorme dificuldade de me relacionar com a “prole” desta rede. Aliás, falta-me qualquer interesse em aprofundar esse relacionamento.

Após ter cogitado, inicialmente, ir à Campus Party e, pra minha sorte, ter perdido o prazo de inscrição, já não botava mais fé em qualquer evento assemelhado. Quando veio o a última versão daquele evento, observei de longe as bobagens daquilo que parece ser o playground da Internet e concluí que, certamente, não seria um ambiente onde eu fosse estar muito à vontade.

Quando o Desencontro 2012 foi se aproximando, devido ao meu cansaço referente a esse universo já estar em fase bem avançada, meu interesse pela coisa já não era tanto. O Emerson Damasceno, meu amigo e criador do evento, havia falado da possibilidade de eu estar em um dos paineis, mas ficou de confirmar e, na correria gerada pelo enorme trabalho, passou batido e não falou mais nada sobre o assunto.

O evento já ia pela metade quando o colega <a href="http://twitter.com/#!/DanMartinsPR">Dan Martins</a> avisou no Twitter que eu constava no site como um dos apresentadores do painel “QUAL O FUTURO DAS MÍDIAS SOCIAIS?”, no sábado, último dia. Fui conferir o site e topei com o desafio de ter algo a acrescentar numa conversa sobre mídias sociais com  Alex Primo, Alexandre Inagaki, Rodolfo Sikora, Gilberto Knuttz, com a moderação do Nick Ellis.

<a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/papo_futuro_midias_sociais.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px; border: 0px;" title="papo_futuro_midias_sociais" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/papo_futuro_midias_sociais_thumb.jpg" alt="papo_futuro_midias_sociais" width="640" height="279" border="0" /></a>

Sem tempo pra pensar muito no que ia dizer, tomei umas notinhas no Evernote e fui para lá. O papo fluiu muito bem e, a não ser pela minha pouca (nenhuma) intimidade com microfone, o diálogo estabelecido no painel foi bastante produtivo, graças ao alto nível dos palestrantes e aos oportunos questionamentos lançados pelo Nick, que se revelou um talentoso moderador.

O Desencontro, pelo que se pode ver <a href="http://www.desencontro.com.br/programacao/" rel="nofollow">na programação</a> e comprovado comparecendo ao evento, é muito abrangente e não se limita àquele “besteirol auto-referente de Internet” que, para mim, já deu. O diferencial ali é justamente o pluralismo. Há espaço pra quem quiser tietar “celebridades” da internet e há espaço para quem tem interesse por temas tão distintos quanto a mecânica do debate político nas redes sociais ou acessibilidade da web para deficientes visuais, tratada numa interessante palestra do <a href="http://lucasradaelli.com/">Lucas Radaelli</a>.

Enfim, tem o mesmo playground que se desenvolve numa Campus Party, mas também tem espaço para um papo mais adulto. Dá até para você levar seu filho e cada um encontrar o que fazer por lá e acabar, cada qual em seu nicho de interesses, curtindo muito o evento inteiro.

Em 2013, é muito provavel que minha paciência para o besteirol auto-referente dessa rede esteja ainda menor. É possível que, até o próximo Desencontro, outros eventos sobre internet ocorram e que essa minha indisposição impeça meu comparecimento a qualquer deles, mas quando o Desencontro 2013 chegar, estarei por lá, convidado ou não para apresentar painel. Meus parabéns ao Emerson, ao Inagaki e a todos os envolvidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/desencontro_2012.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="desencontro_2012" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/desencontro_2012_thumb.jpg" alt="desencontro_2012" width="240" height="222" border="0" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.desencontro.com.br/desencontro/" rel="nofollow">Desencontro</a>, para os poucos que ainda não conhecem, é um grande evento de mídias sociais que acontece em Fortaleza. A primeira edição superou as expectativas e a segunda, que se deu agora, no último fim de semana de março, veio para consagrar de vez o projeto.<span id="more-4628"></span></p>
<p>Há um ano, falei da primeira edição do Desencontro numa <a href="http://meiobit.com/82536/desencontro-2011-promete-um-evento-diferente-sobre-midias-sociais-em-fortaleza/" rel="nofollow">matéria para o Meio Bit</a>. À época, essa coisa de levar Internet a sério, ou um pouco mais a sério, ainda era nova pra mim, então eu tinha obrigação de conferir o evento. Fiz minha inscrição, assisti a todos os painéis, inclusive aos de assuntos que não têm absolutamente nada a ver comigo, e conheci muita gente, inclusive a turma da organização.</p>
<p>Entre 2011 e 2012, minha relação com a Internet amadureceu bastante, assim como o evento. Do meu lado, o amadurecimento sempre exacerba a veia crítica e faz com que eu me afaste de certas coisas com as quais acabo antipatizando no percurso, para o bem e para o mal. No lado do Desencontro, o amadurecimento da proposta vez com que ele fosse capaz se afastar da mesmice com que são tocadas as “coisas de internet”. O evento é hoje muito maior do que outros projetos usuais com temática semelhante.</p>
<p>Apesar de blogar e usar bastante as redes sociais, definitivamente, não me dou com besteirol “de internet”. Nem gosto de gírias “de internet” e não me acostumo a passar o dia inteiro falando “fulano tá me trollando, LoL” e coisas do tipo. Basicamente, esse comportamento abobalhado que as pessoas desenvolvem online me deixa um pouco mau-humorado, temendo que o mundo esteja se infantilizando (no mal sentido mesmo), que a linguagem esteja empobrecendo, entre outras coisas. O ciclo vicioso da internet auto-referente é uma merda (com o perdão da palavra) e me tira a paciência.</p>
<p>Enfim, estou na internet, já bloguei o bastante para o Google sugerir meu sobrenome a quem coloca meu nome no campo de busca (ui) , mas não sou filho da Internet e tenho uma enorme dificuldade de me relacionar com a “prole” desta rede. Aliás, falta-me qualquer interesse em aprofundar esse relacionamento.</p>
<p>Após ter cogitado, inicialmente, ir à Campus Party e, pra minha sorte, ter perdido o prazo de inscrição, já não botava mais fé em qualquer evento assemelhado. Quando veio o a última versão daquele evento, observei de longe as bobagens daquilo que parece ser o playground da Internet e concluí que, certamente, não seria um ambiente onde eu fosse estar muito à vontade.</p>
<p>Quando o Desencontro 2012 foi se aproximando, devido ao meu cansaço referente a esse universo já estar em fase bem avançada, meu interesse pela coisa já não era tanto. O Emerson Damasceno, meu amigo e criador do evento, havia falado da possibilidade de eu estar em um dos paineis, mas ficou de confirmar e, na correria gerada pelo enorme trabalho, passou batido e não falou mais nada sobre o assunto.</p>
<p>O evento já ia pela metade quando o colega <a href="http://twitter.com/#!/DanMartinsPR">Dan Martins</a> avisou no Twitter que eu constava no site como um dos apresentadores do painel “QUAL O FUTURO DAS MÍDIAS SOCIAIS?”, no sábado, último dia. Fui conferir o site e topei com o desafio de ter algo a acrescentar numa conversa sobre mídias sociais com  Alex Primo, Alexandre Inagaki, Rodolfo Sikora, Gilberto Knuttz, com a moderação do Nick Ellis.</p>
<p><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/papo_futuro_midias_sociais.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px; border: 0px;" title="papo_futuro_midias_sociais" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/papo_futuro_midias_sociais_thumb.jpg" alt="papo_futuro_midias_sociais" width="640" height="279" border="0" /></a></p>
<p>Sem tempo pra pensar muito no que ia dizer, tomei umas notinhas no Evernote e fui para lá. O papo fluiu muito bem e, a não ser pela minha pouca (nenhuma) intimidade com microfone, o diálogo estabelecido no painel foi bastante produtivo, graças ao alto nível dos palestrantes e aos oportunos questionamentos lançados pelo Nick, que se revelou um talentoso moderador.</p>
<p>O Desencontro, pelo que se pode ver <a href="http://www.desencontro.com.br/programacao/" rel="nofollow">na programação</a> e comprovado comparecendo ao evento, é muito abrangente e não se limita àquele “besteirol auto-referente de Internet” que, para mim, já deu. O diferencial ali é justamente o pluralismo. Há espaço pra quem quiser tietar “celebridades” da internet e há espaço para quem tem interesse por temas tão distintos quanto a mecânica do debate político nas redes sociais ou acessibilidade da web para deficientes visuais, tratada numa interessante palestra do <a href="http://lucasradaelli.com/">Lucas Radaelli</a>.</p>
<p>Enfim, tem o mesmo playground que se desenvolve numa Campus Party, mas também tem espaço para um papo mais adulto. Dá até para você levar seu filho e cada um encontrar o que fazer por lá e acabar, cada qual em seu nicho de interesses, curtindo muito o evento inteiro.</p>
<p>Em 2013, é muito provavel que minha paciência para o besteirol auto-referente dessa rede esteja ainda menor. É possível que, até o próximo Desencontro, outros eventos sobre internet ocorram e que essa minha indisposição impeça meu comparecimento a qualquer deles, mas quando o Desencontro 2013 chegar, estarei por lá, convidado ou não para apresentar painel. Meus parabéns ao Emerson, ao Inagaki e a todos os envolvidos.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/clhDKGpyRiYNww2ZWaRRQNzY7ks/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/clhDKGpyRiYNww2ZWaRRQNzY7ks/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<item>
		<title>Cyanogen Mod 9, com Android 4.0.4, a caminho do Galaxy S II</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/6Ij-zxrVRRc/cyanogen-mod-9-android-4-0-4-a-galaxy-s-ii-2.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/cyanogen-mod-9-android-4-0-4-a-galaxy-s-ii-2.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 20:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Samsung Galaxy S II]]></category>
		<category><![CDATA[cyanogen mod 9]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s ii]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4621</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cyansandwich.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-width: 0px; border-color: currentColor; border-style: none;" title="cyansandwich" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cyansandwich_thumb.jpg" alt="cyansandwich" width="275" height="206" border="0" /></a></p>
As últimas versões (<a href="http://download.cyanogenmod.com/?device=galaxys2" rel="nofollow">nightly builds</a>) do Cyanogem Mod 9 para o Galaxy S II são baseadas no código do Android 4.0.4 e trazem um sistema quase inteiramente funcional. Alguns problemas com a câmera foram resolvidos, sobretudo a grave limitação que impedia, até a semana passada, o salvamento dos vídeos filmados. Os únicos recursos ainda não suportados são TV Out e Rádio FM.

<!--more-->

Para alguns, o Cyanogen Mod 9 para o Galaxy S II já é um trabalho concluído há muito tempo. Para aproveitar o “hype”, alguns blogs alardeiam que o CM9 para esse ou aquele modelo já foi “lançado”, sem ao menos dar uma checada no estágio do desenvolvimento. Versões <em>alpha</em> ou <em>pre-alpha </em>não têm utilidade para o uso diário e portanto não devem contar como um “lançamento”.

A rigor, uma ROM deve ser considerada como “lançada” quando faz funcionar adequadamente todos os recursos oferecidos pelo hardware do equipamento. Vencidos os problemas com a câmera, o Cyanogen Mod 9 já pode entregar a experiência do Android 4.0.4 puro no Galaxy S II, com a elogiada interface do Ice Cream Sandwich, pelo menos para usuários que não fazem questão do rádio FM ou do TV Out. Como faço uso desse último, deverei esperar algum avanço nesse sentido para lançar aqui um review com tutorial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cyansandwich.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-width: 0px; border-color: currentColor; border-style: none;" title="cyansandwich" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cyansandwich_thumb.jpg" alt="cyansandwich" width="275" height="206" border="0" /></a></p>
<p>As últimas versões (<a href="http://download.cyanogenmod.com/?device=galaxys2" rel="nofollow">nightly builds</a>) do Cyanogem Mod 9 para o Galaxy S II são baseadas no código do Android 4.0.4 e trazem um sistema quase inteiramente funcional. Alguns problemas com a câmera foram resolvidos, sobretudo a grave limitação que impedia, até a semana passada, o salvamento dos vídeos filmados. Os únicos recursos ainda não suportados são TV Out e Rádio FM.</p>
<p><span id="more-4621"></span></p>
<p>Para alguns, o Cyanogen Mod 9 para o Galaxy S II já é um trabalho concluído há muito tempo. Para aproveitar o “hype”, alguns blogs alardeiam que o CM9 para esse ou aquele modelo já foi “lançado”, sem ao menos dar uma checada no estágio do desenvolvimento. Versões <em>alpha</em> ou <em>pre-alpha </em>não têm utilidade para o uso diário e portanto não devem contar como um “lançamento”.</p>
<p>A rigor, uma ROM deve ser considerada como “lançada” quando faz funcionar adequadamente todos os recursos oferecidos pelo hardware do equipamento. Vencidos os problemas com a câmera, o Cyanogen Mod 9 já pode entregar a experiência do Android 4.0.4 puro no Galaxy S II, com a elogiada interface do Ice Cream Sandwich, pelo menos para usuários que não fazem questão do rádio FM ou do TV Out. Como faço uso desse último, deverei esperar algum avanço nesse sentido para lançar aqui um review com tutorial.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FQTwRGWYKLLM74wxmsrEJwMYMZo/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FQTwRGWYKLLM74wxmsrEJwMYMZo/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FQTwRGWYKLLM74wxmsrEJwMYMZo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FQTwRGWYKLLM74wxmsrEJwMYMZo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/6Ij-zxrVRRc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como eliminar o eco nas ligações do Galaxy S II</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/Zg3cVh_7i7I/como-eliminar-o-eco-nas-ligacoes-do-galaxy-s-ii.html</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 15:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Samsung Galaxy S II]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[eco]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy s ii]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/hermida-reverb.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="hermida-reverb" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/hermida-reverb_thumb.jpg" alt="hermida-reverb" width="240" height="240" border="0" /></a></p>
Há algum tempo falamos de um problema que afeta 6 a cada 5 aparelhos Samsung Galaxy S II i9100. Resumindo, se você estiver usando uma capa protetora, a pessoa com quem estiver falando deverá ouvir a própria voz devolvida, como num efeito de eco. Para maiores detalhes sobre a questão, recomendo ler o <a title="Eco nas ligações do Galaxy S II, causas e possíveis soluções" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/eco-nas-ligacoes-do-galaxy-s2-ii-possiveis-solucoes.html">primeiro texto sobre o assunto</a>. Aqui trataremos da solução.<!--more-->

Antes de seguir, é bom deixar claro que esse procedimento é um tanto “invasivo”. Sim, você vai abrir o seu Galaxy S II e criar um maior isolamento acústico para o microfone empregado no sistema de cancelamento de ruídos do aparelho, pois o problema é gerado por uma hiper-sensibilidade desse microfone, agravada quando o celular está coberto por uma capa protetora.

Dessa forma, você compreende que um erro cometido na compreensão ou na execução dessa dica <strong>poderá inutilizar seu smartphone total ou parcialmente</strong>, além de saber que isso <strong>não será responsabilidade minha</strong>. Recomendo, aos que desejarem executar a dica, que<strong> leiam o texto inteiro antes mesmo de abrir seus aparelhos</strong>.

O método aqui exposto foi originalmente publicado <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1441510" rel="nofollow">nesse tópico do XDA Delelopers</a>, de onde aproveitei também as fotos. Ele foi testado com sucesso por alguns usuários e também por mim. Caso você também deseje seguir a dica e se livrar do tal eco, vamos aos passos.
<h3>Como abrir o Galaxy S II</h3>
<a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/1.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px; border: 0px;" title="1" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/1_thumb.jpg" alt="1" width="640" height="480" border="0" /></a>

A figura acima mostra os 7 parafusos que precisam ser removidos para abrir o Galaxy S II. Você precisa de uma chave estrela com uma ponta bem minúscula para essa operação. O único ponto aqui é que quatro desses sete parafusos possuem Loctite aplicado a eles, um esmalte de fixação que deverá indicar para os técnicos da Samsung que o aparelho já foi aberto.

Se você quiser um trabalho bem feito, <strong>identifique</strong> esses parafusos e tenha Loctite da mesma cor para aplicar neles quando fechar o aparelho. Atenção, é preciso saber qual parafuso veio de qual furo, e devolvê-los aplicando Loctite (ou não) para os seus furos de origem. Essa é apenas uma tentativa de resguardar sua garantia, mas não há certeza de que ela não será perdida de qualquer maneira.

Após retirados os parafusos, você precisa abrir o aparelho, o que requer um pouco de coragem e de cautela, tendo em vista que a carcaça é fixada com bastante firmeza. A maneira mais segura de fazê-lo é usando a unha (usei uma palheta de guitarra) e começando pela parte superior, onde está o parafuso marcado como número 1 na foto. O vídeo abaixo serve de grande ajuda.

<object width="420" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QKztg1ra4-0?version=3&#38;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="420" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/QKztg1ra4-0?version=3&#38;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>

Lembre-se de que você não precisará desmontar o aparelho por inteiro (como feito no vídeo), mas <strong>apenas remover a tampa traseira</strong>. <strong>Cuidado!</strong> Os botões do <strong>volume</strong> e do <strong>power </strong>tendem a pular fora quando a tampa é removida. Fique atento para não perdê-los.
<h3>Situando o problema</h3>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/3.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="3" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/3_thumb.jpg" alt="3" width="360" height="480" border="0" /></a></p>
Com o smartphone aberto, observe atentamente a área destacada na figura acima e localize a entrada do headphone, apenas para que possamos nos situar.

Agora observe que à esquerda da entrada do headphone está uma pecinha de borracha (A). Essa peça envolve o microfone do sistema de cancelamento de ruídos, como uma caixinha que contém a peça dentro. Essa pequena estrutura é onde será executado nosso primeiro passo.

Logo à direita da entrada do headphone há o autofalante por onde você escuta a voz do seu interlocutor nas chamadas (B). Ele está objeto do segundo e último passo.
<h3>1º passo - Isolando o microfone</h3>
Você precisa retirar a pecinha de borracha  (A), sem alopração, para não arrancar junto o microfone. Com a peça fora do lugar, pressione o microfone com o dedo para que ele se acomode na estrutura plástica e devolva a peça de borracha para o seu lugar cobrindo esse microfone. O objetivo é criar um abafamento reduzir a sensibilidade da captação.

Certifique-se de que a borrachinha ficou firme o bastante para não se deslocar quando você for fechar o aparelho.
<h3>2º passo - Isolando o autofalante</h3>
À direita da entrada de headphone pode ser visto o altofalante superior do aparelho (B), destacado na figura acima, por onde você ouve a voz das pessoas durante as chamadas. Para maior garantia de que a voz do seu interlocutor não continue chegando até o microfone e provocando eco, recomenda-se cobrir esse autofalante com uma peça plástica ou de borracha. Na dica original, o autor usou um pedaço de cartão. No meu caso, usei um pedaço daquele tecido esponjoso que vem em embalagens de placa mãe de PC.

<strong>ATENÇÃO</strong>

Não usarei aqui a imagem do autofalante protegido, postada no tópico do XDA, pois nela há um possível equívoco. Note que à direita do autofalante a ser recoberto há uma <strong>contato dourado</strong>. Esses contatos se conectam a outros presentes na tampa quando o aparelho é fechado. Recomendo que essa pecinha dourada não fique recoberta pela proteção aplicada sobre o autofalante. Portanto, recorte seu material isolador na medida certa.
<h3>Fechando o aparelho</h3>
Sem alopração aqui. Essa é a etapa mais delicada do processo. Siga com cuidado.

Antes de fechar, verifique se está tudo em suas devidas posições. Observe que há um flat cable (uma pequena fitinha) que sai da lateral direita da entrada do headphone e se acopla à placa de circuito por um conector pequeno e retangular, logo abaixo do autofalante (B). Esse pequeno conector pode sair do lugar no procedimento. A função dele é “informar” à placa que o headphone foi retirado, ativando áudio no autofalante do celular. Se ele ficar desconectado, você perderá o áudio, inclusive dos ringtones e do despertador.

Com cuidado, comece a fechar a partir da parte superior e, antes de encaixar as laterais, <strong>devolva aos seus lugares os botões de volume e do power</strong>. Faça todo o procedimento de encaixe sem colocar força. Observe se o fechamento está progredindo  com uma pressão pequena ou média. Se algo estiver fora do lugar e você aplicar uma força desproporcional, pode acabar quebrando alguma das pequenas estruturas que ficam sobre a placa, com resultados desastrosos.

Se alguma coisa der errado e algo não funcionar no seu aparelho, respire fundo, tome um suco de maracujá, engula o choro, abra e examine tudo cuidadosamente. Foi assim que descobri o detalhe do <em>flat cable</em> relacionado à entrada do headphone, quando senti falta dos sons de notificações.

Com o aparelho fechado, se tudo tiver corrido bem, o problema do eco no Galaxy S II estará resolvido. Agora você pode usar sua capinha protetora e conversar pelo telefone sem que a pessoa do outro lado se sinta como se estivesse dentro de uma caverna.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/hermida-reverb.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="hermida-reverb" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/hermida-reverb_thumb.jpg" alt="hermida-reverb" width="240" height="240" border="0" /></a></p>
<p>Há algum tempo falamos de um problema que afeta 6 a cada 5 aparelhos Samsung Galaxy S II i9100. Resumindo, se você estiver usando uma capa protetora, a pessoa com quem estiver falando deverá ouvir a própria voz devolvida, como num efeito de eco. Para maiores detalhes sobre a questão, recomendo ler o <a title="Eco nas ligações do Galaxy S II, causas e possíveis soluções" href="http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-android/eco-nas-ligacoes-do-galaxy-s2-ii-possiveis-solucoes.html">primeiro texto sobre o assunto</a>. Aqui trataremos da solução.<span id="more-4608"></span></p>
<p>Antes de seguir, é bom deixar claro que esse procedimento é um tanto “invasivo”. Sim, você vai abrir o seu Galaxy S II e criar um maior isolamento acústico para o microfone empregado no sistema de cancelamento de ruídos do aparelho, pois o problema é gerado por uma hiper-sensibilidade desse microfone, agravada quando o celular está coberto por uma capa protetora.</p>
<p>Dessa forma, você compreende que um erro cometido na compreensão ou na execução dessa dica <strong>poderá inutilizar seu smartphone total ou parcialmente</strong>, além de saber que isso <strong>não será responsabilidade minha</strong>. Recomendo, aos que desejarem executar a dica, que<strong> leiam o texto inteiro antes mesmo de abrir seus aparelhos</strong>.</p>
<p>O método aqui exposto foi originalmente publicado <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1441510" rel="nofollow">nesse tópico do XDA Delelopers</a>, de onde aproveitei também as fotos. Ele foi testado com sucesso por alguns usuários e também por mim. Caso você também deseje seguir a dica e se livrar do tal eco, vamos aos passos.</p>
<h3>Como abrir o Galaxy S II</h3>
<p><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/1.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px; border: 0px;" title="1" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/1_thumb.jpg" alt="1" width="640" height="480" border="0" /></a></p>
<p>A figura acima mostra os 7 parafusos que precisam ser removidos para abrir o Galaxy S II. Você precisa de uma chave estrela com uma ponta bem minúscula para essa operação. O único ponto aqui é que quatro desses sete parafusos possuem Loctite aplicado a eles, um esmalte de fixação que deverá indicar para os técnicos da Samsung que o aparelho já foi aberto.</p>
<p>Se você quiser um trabalho bem feito, <strong>identifique</strong> esses parafusos e tenha Loctite da mesma cor para aplicar neles quando fechar o aparelho. Atenção, é preciso saber qual parafuso veio de qual furo, e devolvê-los aplicando Loctite (ou não) para os seus furos de origem. Essa é apenas uma tentativa de resguardar sua garantia, mas não há certeza de que ela não será perdida de qualquer maneira.</p>
<p>Após retirados os parafusos, você precisa abrir o aparelho, o que requer um pouco de coragem e de cautela, tendo em vista que a carcaça é fixada com bastante firmeza. A maneira mais segura de fazê-lo é usando a unha (usei uma palheta de guitarra) e começando pela parte superior, onde está o parafuso marcado como número 1 na foto. O vídeo abaixo serve de grande ajuda.</p>
<p><object width="420" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QKztg1ra4-0?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="420" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/QKztg1ra4-0?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Lembre-se de que você não precisará desmontar o aparelho por inteiro (como feito no vídeo), mas <strong>apenas remover a tampa traseira</strong>. <strong>Cuidado!</strong> Os botões do <strong>volume</strong> e do <strong>power </strong>tendem a pular fora quando a tampa é removida. Fique atento para não perdê-los.</p>
<h3>Situando o problema</h3>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/3.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="3" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/3_thumb.jpg" alt="3" width="360" height="480" border="0" /></a></p>
<p>Com o smartphone aberto, observe atentamente a área destacada na figura acima e localize a entrada do headphone, apenas para que possamos nos situar.</p>
<p>Agora observe que à esquerda da entrada do headphone está uma pecinha de borracha (A). Essa peça envolve o microfone do sistema de cancelamento de ruídos, como uma caixinha que contém a peça dentro. Essa pequena estrutura é onde será executado nosso primeiro passo.</p>
<p>Logo à direita da entrada do headphone há o autofalante por onde você escuta a voz do seu interlocutor nas chamadas (B). Ele está objeto do segundo e último passo.</p>
<h3>1º passo &#8211; Isolando o microfone</h3>
<p>Você precisa retirar a pecinha de borracha  (A), sem alopração, para não arrancar junto o microfone. Com a peça fora do lugar, pressione o microfone com o dedo para que ele se acomode na estrutura plástica e devolva a peça de borracha para o seu lugar cobrindo esse microfone. O objetivo é criar um abafamento reduzir a sensibilidade da captação.</p>
<p>Certifique-se de que a borrachinha ficou firme o bastante para não se deslocar quando você for fechar o aparelho.</p>
<h3>2º passo &#8211; Isolando o autofalante</h3>
<p>À direita da entrada de headphone pode ser visto o altofalante superior do aparelho (B), destacado na figura acima, por onde você ouve a voz das pessoas durante as chamadas. Para maior garantia de que a voz do seu interlocutor não continue chegando até o microfone e provocando eco, recomenda-se cobrir esse autofalante com uma peça plástica ou de borracha. Na dica original, o autor usou um pedaço de cartão. No meu caso, usei um pedaço daquele tecido esponjoso que vem em embalagens de placa mãe de PC.</p>
<p><strong>ATENÇÃO</strong></p>
<p>Não usarei aqui a imagem do autofalante protegido, postada no tópico do XDA, pois nela há um possível equívoco. Note que à direita do autofalante a ser recoberto há uma <strong>contato dourado</strong>. Esses contatos se conectam a outros presentes na tampa quando o aparelho é fechado. Recomendo que essa pecinha dourada não fique recoberta pela proteção aplicada sobre o autofalante. Portanto, recorte seu material isolador na medida certa.</p>
<h3>Fechando o aparelho</h3>
<p>Sem alopração aqui. Essa é a etapa mais delicada do processo. Siga com cuidado.</p>
<p>Antes de fechar, verifique se está tudo em suas devidas posições. Observe que há um flat cable (uma pequena fitinha) que sai da lateral direita da entrada do headphone e se acopla à placa de circuito por um conector pequeno e retangular, logo abaixo do autofalante (B). Esse pequeno conector pode sair do lugar no procedimento. A função dele é “informar” à placa que o headphone foi retirado, ativando áudio no autofalante do celular. Se ele ficar desconectado, você perderá o áudio, inclusive dos ringtones e do despertador.</p>
<p>Com cuidado, comece a fechar a partir da parte superior e, antes de encaixar as laterais, <strong>devolva aos seus lugares os botões de volume e do power</strong>. Faça todo o procedimento de encaixe sem colocar força. Observe se o fechamento está progredindo  com uma pressão pequena ou média. Se algo estiver fora do lugar e você aplicar uma força desproporcional, pode acabar quebrando alguma das pequenas estruturas que ficam sobre a placa, com resultados desastrosos.</p>
<p>Se alguma coisa der errado e algo não funcionar no seu aparelho, respire fundo, tome um suco de maracujá, engula o choro, abra e examine tudo cuidadosamente. Foi assim que descobri o detalhe do <em>flat cable</em> relacionado à entrada do headphone, quando senti falta dos sons de notificações.</p>
<p>Com o aparelho fechado, se tudo tiver corrido bem, o problema do eco no Galaxy S II estará resolvido. Agora você pode usar sua capinha protetora e conversar pelo telefone sem que a pessoa do outro lado se sinta como se estivesse dentro de uma caverna.</p>
 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KPgjKLyv37qx7KvhDKRZzdEtI3E/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KPgjKLyv37qx7KvhDKRZzdEtI3E/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<item>
		<title>Box, Drop Box, Android integrado à nuvem via ES File Explorer</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/rssdroider/~3/dF51nUPC3nE/box-drop-box-android-integrado-a-nuvem-es-file-explorer.html</link>
		<comments>http://www.droider.com.br/android/aplicativos/box-drop-box-android-integrado-a-nuvem-es-file-explorer.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 15:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ticiano Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos para Android]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[estrongs file explorer]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciador de arquivos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.droider.com.br/?p=4597</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/estrongs-file-explorer.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-width: 0px; border-color: currentColor; border-style: none;" title="estrongs file explorer" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/estrongs-file-explorer_thumb.jpg" alt="estrongs file explorer" width="359" height="175" border="0" /></a></p>
Para aqueles que não perceberam, o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.estrongs.android.pop&#38;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5lc3Ryb25ncy5hbmRyb2lkLnBvcCJd" rel="nofollow">Estrongs File Explorer</a> ganhou, em atualizações recentes, uma interessante função de integrar o Android aos principais serviços de armazenamento de arquivos em nuvem, como o Box, o Drop Box e o Sugar Sync.<!--more-->

Uma dos grandes atrativos do Android é a transparência no gerenciamento de arquivos. O usuário, aqui, pode organizar suas coleções de músicas, vídeos e fotos em pastas, à vontade, sem intermédio obrigatório de um programa como o iTunes e o Zune, como ocorre no iPhone e no <a title="Windows Phone Place" href="http://www.windowsphone.blog.br/">Windows Phone</a>, respectivamente.

A melhor maneira de fazer isso é com um bom gerenciador de arquivo, categoria na qual uma ótima opção é o Estrongs File Explorer, app gratuito e já listado aqui nas nossas seleções de <a title="Melhores aplicativos para Android, apps que não podem faltar" href="http://www.droider.com.br/android/aplicativos/melhores-aplicativos-para-android-apps-nao-podem-faltar.html">melhores aplicativos para Android</a>, precisamente entre os que não podem faltar.

De dentro do app, é fácil se familiarizar com o ambiente de gerenciamento de arquivos, tendo em vista que a estrutura em hierarquia de pastas é usada comumente em todos os sistemas operacionais de desktops. O adicional, relativamente recente, fica por conta da possibilidade de cadastrar suas contas no Drop Box, no Box ou no Sugar Sync e ter esses discos virtuais perfeitamente integrados ao ambiente local.

Para ter acesso ao recurso, basta tocar no canto superior esquerdo da tela, onde originalmente se vê “Local”, para acessar um menu com  as opções Local, LAN, FTP, Bluetooth e NET. As novidades estarão na opção NET, onde será possível configurar as contas dos referidos serviços de armazenamento.
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/estrongs-net.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="estrongs net" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/estrongs-net_thumb.jpg" alt="estrongs net" width="599" height="360" border="0" /></a></p>
Uma vez configuradas suas contas, fica fácil copiar arquivos que se encontrem em qualquer pasta do seu cartão SD (local) e “colar” em qualquer pasta localizada em um dos serviços configurados. O tráfego de arquivos entre quaisquer desses ambientes é possível, permitindo inclusive copiar um arquivo do Box para uma pasta no Drop Box, facilmente, embora o tráfego na operação passe através do seu smartphone.

Esse é apenas um novo recurso do aplicativo, mas vale à pena mexer um pouco no Estrongs File Explorer e descobrir mais sobre seus recursos, que vão além. Se você trabalha num ambiente de rede, com pastas compartilhadas, também é possível integrar seu Android a esse ambiente de compartilhamento com muita facilidade, para dar apenas mais um exemplo. Se você recomenda outros usos desse mesmo app, deixe sua dica nos comentários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/estrongs-file-explorer.jpg"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-width: 0px; border-color: currentColor; border-style: none;" title="estrongs file explorer" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/estrongs-file-explorer_thumb.jpg" alt="estrongs file explorer" width="359" height="175" border="0" /></a></p>
<p>Para aqueles que não perceberam, o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.estrongs.android.pop&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5lc3Ryb25ncy5hbmRyb2lkLnBvcCJd" rel="nofollow">Estrongs File Explorer</a> ganhou, em atualizações recentes, uma interessante função de integrar o Android aos principais serviços de armazenamento de arquivos em nuvem, como o Box, o Drop Box e o Sugar Sync.<span id="more-4597"></span></p>
<p>Uma dos grandes atrativos do Android é a transparência no gerenciamento de arquivos. O usuário, aqui, pode organizar suas coleções de músicas, vídeos e fotos em pastas, à vontade, sem intermédio obrigatório de um programa como o iTunes e o Zune, como ocorre no iPhone e no <a title="Windows Phone Place" href="http://www.windowsphone.blog.br/">Windows Phone</a>, respectivamente.</p>
<p>A melhor maneira de fazer isso é com um bom gerenciador de arquivo, categoria na qual uma ótima opção é o Estrongs File Explorer, app gratuito e já listado aqui nas nossas seleções de <a title="Melhores aplicativos para Android, apps que não podem faltar" href="http://www.droider.com.br/android/aplicativos/melhores-aplicativos-para-android-apps-nao-podem-faltar.html">melhores aplicativos para Android</a>, precisamente entre os que não podem faltar.</p>
<p>De dentro do app, é fácil se familiarizar com o ambiente de gerenciamento de arquivos, tendo em vista que a estrutura em hierarquia de pastas é usada comumente em todos os sistemas operacionais de desktops. O adicional, relativamente recente, fica por conta da possibilidade de cadastrar suas contas no Drop Box, no Box ou no Sugar Sync e ter esses discos virtuais perfeitamente integrados ao ambiente local.</p>
<p>Para ter acesso ao recurso, basta tocar no canto superior esquerdo da tela, onde originalmente se vê “Local”, para acessar um menu com  as opções Local, LAN, FTP, Bluetooth e NET. As novidades estarão na opção NET, onde será possível configurar as contas dos referidos serviços de armazenamento.</p>
<p align="center"><a href="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/estrongs-net.jpg"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="estrongs net" src="http://www.droider.com.br/wp-content/uploads/2012/03/estrongs-net_thumb.jpg" alt="estrongs net" width="599" height="360" border="0" /></a></p>
<p>Uma vez configuradas suas contas, fica fácil copiar arquivos que se encontrem em qualquer pasta do seu cartão SD (local) e “colar” em qualquer pasta localizada em um dos serviços configurados. O tráfego de arquivos entre quaisquer desses ambientes é possível, permitindo inclusive copiar um arquivo do Box para uma pasta no Drop Box, facilmente, embora o tráfego na operação passe através do seu smartphone.</p>
<p>Esse é apenas um novo recurso do aplicativo, mas vale à pena mexer um pouco no Estrongs File Explorer e descobrir mais sobre seus recursos, que vão além. Se você trabalha num ambiente de rede, com pastas compartilhadas, também é possível integrar seu Android a esse ambiente de compartilhamento com muita facilidade, para dar apenas mais um exemplo. Se você recomenda outros usos desse mesmo app, deixe sua dica nos comentários.</p>
 
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sCDwW6wiRfnMYBHs52Dklg6T398/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sCDwW6wiRfnMYBHs52Dklg6T398/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/rssdroider/~4/dF51nUPC3nE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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