<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;C0YEQX06eip7ImA9WxNWEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091</id><updated>2009-10-09T03:51:40.312-03:00</updated><title>Samuel Kirschner - Impacta Mídia</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/" /><link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><link rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/samuelkirschner" type="application/atom+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><entry gd:etag="W/&quot;DEcBRH8yfip7ImA9WxdSFE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-8748893711000248372</id><published>2008-05-22T00:05:00.000-03:00</published><updated>2008-05-22T00:14:15.196-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-05-22T00:14:15.196-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Riqueza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Produtividade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sociedade" /><title>Anti-conceito: Sustentabilidade</title><content type="html">&lt;div&gt;Além do artifício de &lt;a title="blocked::http://www.ocapitalista.com/search/label/Roubando palavras" href="http://www.ocapitalista.com/search/label/Roubando%20palavras" target="_blank"&gt;roubar palavras&lt;/a&gt;, uma das artimanhas intelectuais favoritas de  esquerdistas e, nos tempos mais recentes, ambientalistas é o anti-conceito.  Enquanto ao roubar palavras usa-se uma palavra para dizer o contrário daquilo  que ela significa, no anti-conceito cria-se um conceito inválido que em si já  destrói qualquer possibilidade de discussão racional sobre o  assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O anti-conceito "Sustentabilidade"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como diz  a célebre frase de Lavoisier, na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se  transforma. Vivemos em um planeta finito, escolha qualquer material que quiser –  a quantidade que existe na Terra é limitada. Não se cria algo a partir do  nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é impossível destruir a matéria. Nada do que se  consome é de fato consumido. Todos os materiais continuam lá, embora em outras  formas. Estas formas podem nos ser menos úteis, mas os materiais ainda  existem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um lado, portanto, nada é "sustentável" já que tudo o que  existe na Terra existe em uma quantidade finita (embora possamos não conhecê-la  no momento). Por outro, absolutamente tudo é "sustentável" pois somos incapazes  de criar ou destruir matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o que diabos quer dizer  "sustentabilidade"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitas das coisas que transformamos na natureza  há meios conhecidos de retornar algumas das coisas transformadas a seu estado  inicial. Se um processo industrial usa água para lavar alguma coisa, esta água  pode depois ser filtrada e tratada quimicamente de forma a torná-la igual ao que  era antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a este tipo de ciclo fechado que ambientalistas se referem  quando falam em "sustentabilidade". Seu ideal é que toda a ação humana deixe o  ambiente exatamente como era antes. Segundo seus argumentos, esta seria única  forma de garantir a continuidade de nossa  existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Sustentabilidade" é impossível&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há vários  problemas com a doutrina da "sustentabilidade". Tudo o que existe faz parte do  ambiente. Para ser completamente "sustentável", uma dada ação teria de ter como  resultado final a mesma situação atual. Ou seja, a única coisa rigorosamente  "sustentável" é não fazer absolutamente nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observando as ações das  organizações ambientalistas, percebe-se que esta verdade está clara para elas. O  ativismo ambientalista trata-se essencialmente de impedir que se façam coisas.  Não derrubem florestas, não cacem, não pesquem, não construam hidrelétricas, não  queimem gasolina, a lista é longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que o resultado final de  seguir este princípio consistentemente é a inexistência do homem. Alguns  ambientalistas são até honestos o suficiente para reconhecer que este é  realmente seu ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que se tolere que o ambiente seja alterado  temporariamente, ainda é impossível ser verdadeiramente "sustentável". Se  usarmos um filtro para limpar a água, de onde vem o filtro? Se usarmos um  material reciclável para o filtro, com que construímos a máquina que o recicla?  E o que fazemos com a sujeira que tiramos do filtro sujo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Raízes  do anti-conceito "Sustentabilidade"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há três erros fundamentais e de  princípio por trás da idéia de "sustentabilidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é a idéia  que a natureza tem valor intrínseco, independente de seu valor para o homem. O  conceito de "valor" é dependente da existência de um ser capaz de julgar. Para  seres irracionais ou objetos inanimados não há valores, apenas fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma  maneira de deixar um ambientalista totalmente embasbacado é, ao ouvir o  inevitável "precisamos salvar o mico-leão dourado" (ou a espécie ameaçada do  momento) responder simplesmente "por quê?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais provável é ouvir uma  resposta vaga sobre "biodiversidade" ou sobre utilidades que ainda não  descobrimos. A realidade é que na maioria dos casos não há nenhum benefício real  em preservar espécies em extinção. As espécies que nos são realmente úteis são  as menos "ameaçadas" do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo erro é não reconhecer que meio  natural de sobrevivência do homem é alterar as coisas, adaptá-las a si. Ao  tratar o homem como algo à parte da natureza, nos condenam por agir como temos  de agir, por nossa natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza humana é a de indivíduos dotados  de razão. Nosso meio de sobreviver é entender a natureza e alterá-la em nosso  benefício. Condenar o homem por fazer isto é condenar o homem por viver, tão  irracional quanto condenar uma bactéria por produzir gás carbônico ao decompor  uma árvore caída na floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro erro é a idéia que a capacidade  humana é estática. Quando se fala em "sustentabilidade" sempre se está  preocupado sobre se é possível continuar fazendo indefinidamente as coisas como  fazemos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade é que a vida humana é de constante progresso.  Hoje é trivial fazer coisas que seriam "insustentáveis" cem anos atrás. Mas o  progresso da capacidade humana de alterar a natureza depende da liberdade de  usar &lt;em&gt;hoje&lt;/em&gt; aquilo que temos hoje, da maneira mais produtiva que pudermos  imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As três premissas acima estão implícitas no anti-conceito  "sustentabilidade", é impossível uma discussão racional sobre a ação humana se  esta idéia for admitida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto significa então que devemos destruir tudo o  que vemos pela frente como um enxame de gafanhotos? É claro que não. A ação  humana é resultado do pensamendo racional. Pensar no longo prazo é algo  fundamentalmente racional. Também não se pode admitir o dano à propriedade  alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que existem inúmeros motivos racionais para usar com  eficiência os recursos naturais, reaproveitar muitos dos materiais que usamos e  garantir para nós mesmos um meio saudável e agradável para viver. Não é uma  questão de "sustentabilidade" mas sim de tirar o maior proveito possível das  coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um conceito válido para substituir um anti-conceito:  Produtividade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nada tem valor exceto em relação à vida do homem.  Seres racionais são os únicos capazes de fazer juízos de valor e sua vida é a  referência em relação à qual os valores são medidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação humana é  capaz de transformar a natureza de formas menos úteis para formas mais úteis ao  homem. Tal ação cria valor, pois os produtos beneficiam mais a vida do homem que  os materiais de que são constituídos. A ação humana também é capaz de destruir  valor, quando os produtos valem menos para o homem do que os materiais de que  são constituídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como, embora limitados, todos os materiais presentes na  natureza são indestrutíveis (*), o único limite para a produção é nossa  capacidade de transformar os materiais das formas em que os encontramos para a  forma que desejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único limite real, portanto, é a capacidade  humana. É o esforço humano. Quem realmente se preocupa com o bem da humanidade,  ou seja, com o bem de cada um dos indivíduos que a compõe, deve se preocupar não  com "sustentabilidade" mas com "produtividade". Não com "preservação" mas com  "produção".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;* Neste artigo foi  desprezada a transformação de matéria em energia por ser irrelevante para todos  os efeitos práticos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;(Fonte: &lt;a title="blocked::http://www.ocapitalista.com/2008/05/anti-conceito-sustentabilidade.html" href="http://www.ocapitalista.com/2008/05/anti-conceito-sustentabilidade.html" target="_blank"&gt;http://www.ocapitalista.com/2008/05/anti-conceito-sustentabilidade.html&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-8748893711000248372?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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É uma estratégia que tem se repetido nos últimos 11 anos, no chamado "Abril Vermelho", como forma de relembrar o assassinato de 19 militantes em Eldorado dos Carajás, município do sul do Pará, em um confronto com policiais militares em 1996. Neste ano, os sem-terra apostaram em um novo formato de manifestação para insuflar ânimo e garantir mais impacto ao "Abril Vermelho". O palco escolhido foi a Estrada de Ferro Carajás, no município de Parauapebas, próximo da região onde os militantes foram mortos. O resultado da nova estratégia é a foto que ilustra a abertura desta reportagem: um grupo de sem-terra à frente de uma locomotiva da Vale, imobilizada em meio a um protesto contra o capitalismo, a iniciativa privada e companhias que representam o "neoliberalismo e a globalização". A reação do governo ao golpe de imagem do MST é nula. Mas as empresas, cada vez mais acuadas por ameaças desse tipo, começaram a reagir. Na invasão da Estrada de Ferro Carajás, a Vale acompanhou cada detalhe da mobilização dos sem-terra e deslocou até mesmo um helicóptero com um fotógrafo e um cinegrafista a bordo para registrar o protesto minuto a minuto, com o objetivo de identificar abusos cometidos pelos manifestantes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A reação da Vale mostra uma nova conduta por parte das empresas com relação ao MST: elas decidiram sair da posição de alvo e contra-atacar. Para isso, têm contratado desde espiões infiltrados no movimento até advogados, sociólogos e analistas políticos que conheçam o modus operandi do movimento. A Vale é a empresa que está mais avançada nesse processo. A mineradora sofreu nove invasões nos últimos oito meses, e todas degeneraram em conflitos entre os sem-terra e funcionários. Numa dessas ações, na Estrada de Ferro Vitória­Minas, um operador de locomotiva de 63 anos foi tomado como refém por 12 horas. Noutra, os sem-terra interditaram a Estrada de Ferro Carajás e interromperam o fornecimento de minério por um dia. O prejuízo com as ações do MST foi estimado em 20 milhões de reais. O movimento, frente ao esgotamento de sua causa em prol da reforma agrária, partiu para uma campanha aberta contra a empresa e para defender sua reestatização. "A Vale é campeã em multas e agressões ao meio ambiente. Isso não é um problema só de reforma agrária, mas da humanidade e do povo brasileiro", diz Gilmar Mauro, um dos coordenadores do movimento. A reação da Vale tem sido dura. Seu presidente, Roger Agnelli, afirmou publicamente que as ações do MST eram "atos criminosos praticados por bandidos, que não respeitam a lei nem a democracia". Ciente dos riscos que corria durante o "Abril Vermelho", a Vale conseguiu, na Justiça do Pará, uma decisão inédita, obrigando a União e o governo estadual a agir imediatamente para impedir a ocupação da Estrada de Ferro Carajás em caso de invasão. Só no Pará, seis advogados ficaram de prontidão para acionar a Justiça contra o MST. Mas, escaldada com o freqüente descumprimento dessas ordens judiciais, a companhia acionou também seu grupo de crise, sediado no Rio de Janeiro, e mobilizou mais de 100 funcionários em todo o país para reagir aos sem-terra.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="300"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr bgcolor="#ececec"&gt; &lt;td style="padding: 5px;" bgcolor="#e0e0e0"&gt;&lt;strong&gt;Na mira do MST&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;As empresas que se transformaram em alvo constante das ações dos sem-terra&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;strong&gt;VALE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mineradora é alvo de uma feroz campanha do MST. Foram três ações só neste ano. O movimento quer a reestatização da empresa&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;strong&gt;AMBEV&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No início de abril, 600 famílias invadiram uma área ao lado da fábrica de Agudos, no interior de São Paulo, mas saíram por determinação da Justiça&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;strong&gt;ARACRUZ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma fazenda de reflorestamento da empresa na Bahia foi ocupada no início de abril por 700 sem-terra. Foi a terceira invasão em áreas da Aracruz desde 2005&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;strong&gt;MONSANTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A unidade de Santa Cruz das Palmeiras, em São Paulo, foi invadida e destruída em março. Desde 2001, a Monsanto já sofreu cinco invasões&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;strong&gt;CUTRALE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A fazenda da empresa no município de Araraquara, em São Paulo, está ocupada por 600 famílias de sem-terra, que resistem à ordem de reintegração de posse&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;strong&gt;SYNGENTA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A estação de pesquisa de Cascavel, no Paraná, está ocupada desde novembro. Um sem-terra e um segurança morreram em confronto durante a invasão&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O GRUPO DE CRISE DA VALE, que funciona como uma espécie de central de inteligência da empresa, já atuou em outros episódios de conflitos e ameaças de invasões, como a dos índios xicrim, em outubro de 2006. Desde o ano passado, tem dedicado especial atenção à movimentação do MST. Em março, quando os líderes dos sem-terra anunciaram que se mobilizariam contra a Vale, o grupo passou a se reunir pelo menos duas vezes por dia, ocasiões em que analisaram possíveis alvos, fragilidades no esquema de segurança e principalmente estratégias para conter abusos dos manifestantes. Entre a segunda quinzena de março e a última semana de abril, período crítico das invasões, a sala de crise da empresa no Rio de Janeiro funcionou a todo o vapor. Cerca de 20 funcionários, entre advogados, chefes de segurança, assessores de imprensa e diretores da companhia, participavam de duas teleconferências diárias para rever a situação e tomar decisões sobre o que fazer. Enquanto isso, outro grupo de funcionários percorria as ferrovias e áreas da Vale para detectar ameaças de ataques. Também tem se tornado comum na empresa a troca de informações sobre a movimentação dos sem-terra com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). "O grupo de crise tem total autonomia para tomar decisões, que não precisam nem mesmo passar por outros níveis hierárquicos da empresa", diz Walter Cover, diretor de projetos institucionais e de sustentabilidade da Vale e responsável pela operação do grupo de crise. Cover, no entanto, não revela que decisões são essas, consideradas estratégicas pela empresa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Apesar de não ser a única companhia sob a mira dos sem-terra, a Vale é uma exceção na forma como trata abertamente do assunto. Para esta reportagem, EXAME entrou em contato com dez empresas que já sofreram algum tipo de ação dos sem-terra. Apenas duas, além da Vale, concordaram em falar sobre o assunto, mas preferiram não ter seu nome divulgado para não provocar reação do MST. "Todas as vezes que falamos contra os sem-terra, uma unidade nossa é invadida", diz o diretor de uma dessas empresas, uma multinacional do setor agropecuário, com presença em todo o Brasil. Segundo ele, a companhia já contratou, no passado, consultorias privadas de inteligência para antecipar as ações do movimento. A princípio eram contratos esporádicos, firmados em momentos mais críticos. Mas as constantes invasões do MST fizeram com que a companhia decidisse implantar, há seis meses, um departamento interno de segurança patrimo nial voltado para o monitoramento de invasões. "Passamos a ter uma preocupação maior em antecipar as invasões e proteger os funcionários. Eles ficam muito assustados quando vêem os sem-terra brandindo foices e facões", diz o diretor. Embora a orientação de não reagir seja unânime, nem sempre isso acontece. Em outubro passado, em Santa Tereza do Oeste, no Paraná, um sem-terra e um segurança da multinacional de sementes Syngenta morreram durante um conflito na invasão de uma estação de pesquisas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para o filósofo Denis Rosenfield, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul que estuda o MST há oito anos, a adoção de reações truculentas contra os sem-terra é um "equívoco estratégico" para as empresas. "Esse tipo de ação desastrada cria mártires para o MST e tem um efeito bombástico na opinião pública", diz. O confronto com o movimento, para o professor, deveria ser feito justamente da forma que a maioria das empresas tem procurado evitar, ou seja, com a maior transparência possível. "O MST não tem reivindicações que as empresas possam atender. O que eles querem é influenciar a opinião pública. Assim, é preciso brigar no mesmo nível", diz Rosenfield. "Além disso, muitos governantes e até mesmo juízes só agem sob pressão." Desde o início do ano, Rosenfield já foi chamado para dar palestras sobre o MST a uma dúzia de empresas e federações setoriais. "Os empresários querem entender o que é o movimento, como ele funciona, quem são seus líderes e qual a melhor maneira de reagir."&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Rosenfield diz que a tendência é que as invasões de áreas de empresas privadas aumentem nos próximos anos. Agora, se alinham entre os inimigos dos sem-terra empresas sucroalcooleiras, de pesquisas agronômicas (como Monsanto e Syngenta), da área de papel e celulose (Aracruz) e de mineração (Vale) -- setores que de certa forma se enquadram dentro da lógica do movimento. No entanto, os sem-terra têm ido além e atacado empresas que nada têm a ver com sua bandeira. É o caso da Ambev, que teve uma área invadida pela primeira vez neste ano, ao lado de sua fábrica em Agudos, na região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Os sem-terra usaram a estapafúrdia alegação de que a empresa polui o aqüífero Guarani, a colossal reserva subterrânea de água que se estende por boa parte das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil. Oficialmente, a Ambev considerou o protesto um fato isolado sem maiores conseqüências. "Esse é um tipo de ação que só vai se radicalizar daqui para a frente", diz Rosenfield. "Ainda falta compreensão política às empresas para perceber que a melhor defesa, nesses casos, é a reação." É o que resta quando o Estado se exime de exercer sua função de assegurar direitos básicos de pessoas e de empresas.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-5046664357818055775?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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How can men consciously express their masculinity without becoming cold or closed-hearted on the one hand… or wimpy and emasculated on the other? What’s the most loving way for a conscious man to express himself?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Here are 10 ways to live more consciously as a man:&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;1. Make real decisions.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A man understands and respects the power of choice. He lives a life of his own creation. He knows that life stagnates when he fails to decide and flourishes when he chooses a clear path.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;When a man makes a decision, he opens the door he wants and closes the doors he doesn’t want. He locks onto his target like a guided missile. There’s no guarantee he’ll reach his target, and he knows this, but he doesn’t need such guarantees. He simply enjoys the sense of inevitability that comes from pushing the launch button.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man doesn’t require the approval of others. He’s willing to follow his heart wherever it leads him. When a man is following his heart-centered path, it’s of little consequence if the entire world is against him.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;2. Put your relationships second.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A man who claims his #1 commitment in life is his relationship partner (or his family) is either too dishonest or too weak to be trusted. His loyalties are misplaced. A man who values individuals above his own integrity is a wretch, not a free thinker.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man knows he must commit to something greater than satisfying the needs of a few people. He’s not willing to be domesticated, but he is willing to accept the responsibility that comes with greater challenges. He knows that when he shirks that duty, he becomes something less than a man. When others observe that the man is unyieldingly committed to his values and ideals, he gains their trust and respect, even when he cannot gain their direct support. The surest way for a man to lose the respect of others (as well as his self-respect) is to violate his own values.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Life will test the man to see if he’s willing to put loyalty to others ahead of loyalty to his principles. The man will be offered many temptations to expose his true loyalties. A man’s greatest reward is to live with integrity, and his greatest punishment is what he inflicts upon himself for placing anything above his integrity. Whenever the man sacrifices his integrity, he loses his freedom… and himself as well. He becomes an object of pity.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;3. Be willing to fail.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A man is willing to make mistakes. He’s willing to be wrong. He’d rather try and fail than do nothing.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man’s self-trust is one of his greatest assets. When he second-guesses himself by worrying about failure, he diminishes himself. An intelligent man considers the prospect of failure, but he doesn’t preoccupy himself with pointless worry. He accepts that if a failure outcome occurs, he can deal with it.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man grows more from failure than he does from success. Success cannot test his resolve in the way that failure can. Success has its challenges, but a man learns more about himself when he takes on challenges that involve risk. When a man plays it safe, his vitality is lost, and he loses his edge.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;4. Be confident.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A man speaks and acts with confidence. He owns his attitude.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man doesn’t adopt a confident posture because he knows he’ll succeed. He often knows that failure is a likely outcome. But when the odds of success are clearly against him, he still exudes confidence. It isn’t because he’s ignorant or suffering from denial. It’s because he’s proving to himself that he has the strength to transcend his self-doubt. This builds his courage and persistence, two of his most valuable allies.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man is willing to be defeated by the world. He’s willing to be taken down by circumstances beyond his control. But he refuses to be overwhelmed by his own self-doubt. He knows that when he stops trusting himself, he is surely lost. He’ll surrender to fate when necessary, but he won’t surrender to fear.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;5. Express love actively.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A man is an active giver of love, not a passive receiver. A man is the first to initiate a conversation, the first to ask for what’s needed, and the first to say “I love you.” Waiting for someone else to make the first move is unbecoming of him. The universe does not respond positively to his hesitation. Only when he’s in motion do the floodgates of abundance open.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Man is the out-breath of source energy. It is his job — his duty — to share his love with the world. He must wean himself from suckling the energy of others and become a vibrant transmitter of energy himself. He must allow that energy to flow from source, through him, and into the world. When he assumes this role, he has no doubt he is living as his true self.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;6. Re-channel sex energy.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A man doesn’t hide his sexuality. If others shrink from him because he’s too masculine, he allows them to have their reaction. There’s no need for him to lower his energy just to avoid frightening the timid. A man accepts the consequences of being male; he makes no apologies for his nature.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man is careful not to allow his energy to get stuck at the level of lust. He re-channels much of his sexual energy into his heart and head, where it can serve his higher values instead of just his animal instincts. (You can do this by visualizing the energy rising, expanding, and eventually flowing throughout your entire body and beyond.)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man channels his sexual energy into his heart-centered pursuits. He feels such energy pulsing within him, driving him to action. He feels uncomfortable standing still. He allows his sexual energy to explode through his heart, not just his genitals.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;7. Face your fears.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;For a man, being afraid of something is reason enough to do it. A man’s fear is a call to be tested. When a man hides from his fears, he knows he’s fallen out of alignment with his true self. He feels weak, depressed, and helpless. No matter how hard he tries to comfort himself and achieve a state of peace, he cannot overcome his inner feeling of dread. Only when facing his fears does a man experience peace.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man makes a friend of risk. He doesn’t run and hide from the tests of fear. He turns toward them and engages them boldly.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man succeeds or fails. A coward never makes the attempt. Specific outcomes are of less concern to a man than his direction.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man feels like a man whenever he faces the right way, staring straight into his fears. He feels even more like a man when he advances in the direction of his fears, as if sailing on the winds of an inner scream.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;8. Honor the masculinity of other men.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;When a man sees a male friend undertaking a new venture that will clearly lead to failure, what does the man do? Does he warn his friend off such a path? No, the man encourages his friend to continue. The man knows it’s better for his friend to strike out confidently and learn from the failure experience. The man honors his friend’s decision to reach out and make the attempt. The man won’t deny his friend the benefits of a failure experience. The man may offer his friend guidance, but he knows his friend must fail repeatedly in order to develop self-trust and courage.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;When you see a man at the gym struggling to lift a heavy weight, do you jump in and say, “Here… let me help you with that. Maybe the two of us can lift it together”? No, that would rob him of the growth experience — and probably make a quick enemy of him as well.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;The male path is filled with obstacles. It typically includes more failures than successes. These obstacles help a man discover what’s truly important to him. Through repeated failures a man learns to persist in the pursuit of worthy goals and to abandon goals that are unworthy of him.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man can handle being knocked down many times. For every physical setback he experiences, he enjoys a spiritual advancement, and that is enough for him.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;9. Accept responsibility for your relationships.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A man chooses his friends, lovers, and associates consciously. He actively seeks out the company of people who inspire and challenge him, and he willingly sheds those who hold him back.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man doesn’t blame others for his relationship problems. When a relationship is no longer compatible with his heart-centered path, he initiates the break-up and departs without blame or guilt.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man holds himself accountable for the relationships he allows into his life. He holds others accountable for their behavior, but he holds himself accountable for his decision to tolerate such behavior.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man teaches others how to treat him by the relationships he’s willing to allow into his life. A man refuses to fill his life with negative or destructive relationships; he knows that’s a form of self-abuse.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;10. Die well.&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A man’s great challenge is to develop the inner strength to express his true self. He must learn to share his love with the world without holding back. When a man is satisfied that he’s done that, he can make peace with death. But if he fails to do so, death becomes his enemy and haunts him all the days of his life.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A man cannot die well unless he lives well. A man lives well when he accepts his mortality and draws strength from knowing that his physical existence is temporary. When a man faces and accepts the inevitability of death… when he learns to see death as his ally instead of his enemy… he’s finally able to express his true self. So a man isn’t ready to live until he accepts that he’s already dead.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.stevepavlina.com/blog/2008/05/how-to-be-a-man/"&gt;http://www.stevepavlina.com/blog/2008/05/how-to-be-a-man/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-9119044536896409867?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/lpc5v9lc2LE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/9119044536896409867/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=9119044536896409867&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/9119044536896409867?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/9119044536896409867?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/lpc5v9lc2LE/how-to-be-man.html" title="How to Be a Man" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/05/how-to-be-man.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EARnY8eSp7ImA9WxZaGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-2488589755496099086</id><published>2008-05-04T00:25:00.001-03:00</published><updated>2008-05-04T00:27:27.871-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-05-04T00:27:27.871-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sociedade" /><title>Cientista diz que aquecimento é "farsa"</title><content type="html">&lt;h1&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;Fonte: Carbono Brasil - 05/11/07&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;   &lt;!--&lt;div class="fotonoticia"&gt;&lt;img src="/conteudo/noticias/miniatura/ac0c839ea00a581d072bf13a1ef8c6cf" /&gt;&lt;/div&gt;--&gt;  &lt;div id="mudaFonte"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;O aquecimento global não passa de uma farsa montada por grandes grupos financeiros que dominam a economia mundial. E mais: não há indícios científicos que comprovem essa teoria. Ao invés de aquecimento, o planeta começou a entrar numa fase de resfriamento, que deve durar 20 anos. O resfriamento provocará a redução das chuvas, aumento de geadas no sul do Brasil e até 20% de aumento de secas na Amazônia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;O autor da polêmica idéia, também defendida por poucos estudiosos é o doutor em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e representante da América Latina junto à Organização Meteorológica Mundial, o brasileiro Luiz Carlos Baldicero Molion. Ele esteve em Belém na semana que passou, participando da 5ª Amazoníada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;Molion não teme represálias por defender uma idéia que garante ser produto de profundos estudos e afirma que os alarmistas de plantão montaram uma fraude científica cujo objetivo principal seria eleger o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para a Presidência dos Estados Unidos. Gore ganhou no mês passado o Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o aquecimento global. O brasileiro vê contradições na comunidade científica, mas não se diz disposto a encampar 'mentiras' como a do aquecimento global, que, para ele, acabou em 1998, como concordam outros 'cientistas independentes'.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;E cita o caso de Robert Carter, investigador do Laboratório Geofísico da Universidade James Cook, da Austrália, no simpósio em Estocolmo, na Suécia, no ano passado. Lá, ele comparou resultados obtidos com cilindros de gelo, da Antártida e da Groenlândia, e sedimentos marinhos da plataforma da Nova Zelândia. De acordo com as análises efetuadas, Carter concluiu que o 'aquecimento global' atingiu o pico em 1998. Desde então, há uma tendência de queda das temperaturas médias do planeta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;Em termos de radiação (aquecimento) a taxa de aumento entre 1993 e 2005 foi de + 0,33W/m2. Já a taxa de arrefecimento (esfriamento) entre 2003 e 2005 foi de -1,01 W/m2. O oceano de onde foram retirados os sedimentos esfriou entre 2004-2005. Carter afirmou que, hoje em dia, um cientista que faça declarações não alarmistas, como a que ele fez em Estocolmo, já sabe que não terá financiamento para suas pesquisas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;Pacífico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;O termômetro da temperatura global é o oceano Pacífico, que ocupa 35% da superfície terrestre. Ele passa 30 anos aquecendo suas águas e outros 30, resfriando. De 1977 a 1998, o oceano esteve mais quente. Esse período coincide com o aumento da temperatura média do planeta. Mas, desde 1999, o Pacífico dá sinais de que está esfriando. Como o sol também vai produzir menos energia, a conclusão de Molin é uma só: 'Nos próximos 20 anos acontecerá o período de resfriamento da Terra'.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;A prova de que esse resfriamento já está chegando foi que no sul do Brasil e da América do Sul, o inverno foi extremamente rigoroso entre os meses de julho e agosto passado. Seus colegas que trabalham com pesquisa em agronomia relataram que em locais como São Joaquim (SC), a temperatura na superfície chegou a 12 graus abaixo de zero. 'Como é que se vai explicar para alguém que está havendo aquecimento global se ele pega invernos tão rigorosos como esse?', questiona. Ele mesmo produziu um mapa climático provando que, em média, as temperaturas no Centro e no Norte da Argentina estiveram sete graus abaixo do normal entre julho e agosto. Isto só ocorreu porque está havendo o resfriamento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;Por que, então, quem vive na Amazônia, por exemplo, não sente muito essa queda de temperatura? Resposta: ao contrário, o resfriamento tende a reduzir a cobertura de nuvens. Se isso ocorre, entra maior radiação solar e a sensação de quem está na superfície é de temperatura mais alta. Fora dos trópicos, como nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Ásia, essas populações irão sofrer mais com o resfriamento nos próximos 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;Em relação ao consumo de petróleo e à queima de combustíveis fósseis no ar, o Brasil é o 16º colocado, porque grande parte do nosso consumo de energia sai de hidrelétricas. Mas, se o país adicionar a isso a queima de florestas saltamos para o quarto lugar, segundo os defensores do aquecimento global. As queimadas na Amazônia, diante disso, produziriam, com o lançamento de gás carbônico na atmosfera, uma contribuição negativa para o mundo. Molin duvida disso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;Carbono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;Mesmo com a destruição de 20 mil quilômetros quadrados por ano de florestas na Amazônia, cerca de dois milhões de hectares, ainda assim a região lança na atmosfera 300 milhões de toneladas de gás carbônico, e não 600 milhões como afirmam entidades internacionais. Esse gás não comanda o clima global, via efeito estufa. E nem o homem pode interferir no clima a ponto de provocar o aquecimento do planeta, como alegam as correntes de cientistas hoje mais badaladas pela mídia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;'Estou comparando o que homem lança na atmosfera com os ciclos da natureza. Se eu pegar os oceanos, os pólos e mais a vegetação do planeta, isto soma um total de 200 bilhões de toneladas de carbono por ano que saem desses reservatórios naturais. O homem coloca no ar seis bilhões de toneladas. Seriam 3% da contribuição humana nisso que muitos cientistas chamam de aquecimento global', avalia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;Os interesses econômicos que ele acusa estarem financiando a campanha 'catastrofista' do aquecimento global possuiriam várias formas de atuação. A indústria automobilística é uma delas. O cientista lembra que desde 1870 é conhecido o projeto do carro com motor movido a ar comprimido. 'Você enche um tanque de ar comprimido e o carro anda sem poluir o meio ambiente, ou seja, sem queimar combustível'.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;Esse projeto, informa o professor, foi reativado recentemente por um francês. Ele desenhou um carro para cinco pessoas que atinge até 100 km por hora e tem autonomia de 300 km com o tanque cheio de ar comprimido. A pergunta que Molin gostaria de ver respondida pelas fábricas de automóveis: por que elas não fabricam em larga escala esse tipo de carro? Ele mesmo responde: 'Porque não possuem qualquer preocupação com o meio ambiente'.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0px; text-align: justify;" class="tinyRTE"&gt;&lt;span style=""&gt;Se tivessem, completa, abandonariam a forma tradicional de movimentar os motores de seus carros, toda ela baseada na queima na atmosfera dos derivados do petróleo. O etanol e o biodiesel, como combustíveis limpos, observa, interessam hoje à indústria automobilística para elas criarem uma 'fachada verde', de respeito ao meio ambiente. Com isso, angariam maior simpatia da opinião pública e ainda venderiam mais carros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-2488589755496099086?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Seria bom lembrar que até mesmo a melhor das intenções pode revelar-se  mortal, quando, na nossa preocupação com precaução, deixamos de contemplar as  consequências imprevistas de nossos atos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Milhões de hectares de florestas tropicais estão rapidamente desaparecendo na  América do Sul, na Ásia e noutros lugares assim que fazendeiros conseguem limpar  os terrenos para o cultivo. Entre os culpados está o subsídio governamental do  etanol à base de milho - um suposto antídoto para as alterações climáticas. US$5  bilhões de dólares em subsídios são esperados para este ano, que está levando  agricultores americanos a dedicar mais terreno para milho no lugar da soja. Por  conseguinte, suas contrapartes em todo o mundo estão limpando a superfície para  capitalizar maiores preços para as culturas deslocadas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A cada 30 segundos, uma criança em alguma parte do mundo morre de malária, de  acordo com a Organização Mundial de Saúde. Embora seja um tanto evitável e  tratável, a doença consome com mais de um milhão de vidas por ano. O principal  meio de prevenção é o controle dos mosquitos transmissores da doença. De 12  pesticidas recomendados, o DDT (dicloro-difenil-tricloroetano) é o mais  reconhecido amplamente como sendo eficiente. Mas as alegações errôneas sobre a  toxicidade do DDT no livro de Rachel Carson &lt;em&gt;Silent Spring&lt;/em&gt; levou, em  1972, a Agência de Proteção Ambiental americana a proibir o pesticida,  precipitando a suspensão de pulverização em dezenas de países -- e as mortes de  dezenas de milhões de pessoas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dezenas de milhares de motoristas e passageiros têm perecido em colisões por  causa das normas de economia de combustível. Especificamente, os mandatos  governamentais para melhorar a eficiência do combustível levaram fabricantes de  automóveis a produzir carros pequenos com materiais mais leves como plástico,  alumínio e fibra de vidro. Mas uma redução de 230 quilogramas no peso do veículo  aumentam as mortes em colisões entre 14 e 27 por cento anualmente, de acordo com  a Universidade de Harvard e o Instituto Brookings, entre outros. Além disso,  veículos com peso inferior a 1000 kg contabilizam duas vezes e meia mais vítimas  mortais do que veículos utilitários esportivos pesando 2000 kg ou mais, de  acordo com o Institute para Segurança nas Estradas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um surto de cólera na América Latina matou mais de 10 mil pessoas e deixou  até um milhão de outras infectadas após o governo do Peru ter limitado a  cloração das fontes de abastecimento público de água -- como exigido pelo  Greenpeace e outros ativistas ambientais. A guerra contra o cloro nos Estados  Unidos foi estimulada pela Agência de Proteção Ambiental, que erroneamente  associou a cloração da água com um aumento do risco de câncer. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Milhares de toneladas de maçãs foram deixadas a se degradar e pomares foram  perdidos para cumprir as recomendações de relatórios que Alar, um agente comum  de amadurecimento da fruta, foi o mais potente causador de câncer composto no  abastecimento familiar. O Conselho Americano de Ciência e Saúde posteriormente  revelou que uma criança teria de beber 18000 litros de sumo de maçã todos os  dias para o resto de sua vida para consumir a mesma quantidade de Alar dados a  ratos durante testes para o câncer. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além destes erros trágicos, louváveis progressos foram feitos na melhoria da  qualidade ambiental. Mas não basta simplesmente dizer que junto do bom vem o  ruim. Os erros de cálculos que custaram tantas vidas eram totalmente previsíveis  e totalmente evitáveis. O valor que nos oferecem neste Dia da Terra é como um  lembrete para rejeitarmos fanatismos e procurarmos por uma boa ciência na  política ambiental; para rejeitarmos o alarmismo e exigirmos fatos nos meios de  comunicação, e para resistirmos à noção de que o controle governamental dos  recursos naturais é necessariamente mais vantajoso do que o livre exercício dos  direitos de propriedade e o direito comum de proteger as belezas naturais que  nos são tão valiosas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;-- Diane Katz é diretora de risco, ambiente, e estudos de política de energia  no &lt;a title="blocked::http://www.fraserinstitute.org/" href="http://www.fraserinstitute.org/" target="_blank"&gt;Instituto Fraser&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Notas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;[&lt;a name="1197edf6e03550f2_#nota1globalcons"&gt;1&lt;/a&gt;]  &lt;strong&gt;Tradução:&lt;/strong&gt; &lt;a title="blocked::http://www.sentinelas.org/reinada" href="http://www.sentinelas.org/reinada" target="_blank"&gt;Marcos Ludwig&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Artigo originalmente em inglês: &lt;em&gt;Unintended Global Consequences&lt;/em&gt;,  publicado em 22/04/2008 no blog &lt;em&gt;&lt;a title="blocked::http://planetgore.nationalreview.com/" href="http://planetgore.nationalreview.com/" target="_blank"&gt;Planet Gore&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;  do site &lt;em&gt;National Review Online&lt;/em&gt; [ Leia o original &lt;a title="blocked::http://planetgore.nationalreview.com/post/?q=Y2NkNmExOGFmYzBjMTliZDg2ZWEzNzY2YjQ0ZDUyMzQ" href="http://planetgore.nationalreview.com/post/?q=Y2NkNmExOGFmYzBjMTliZDg2ZWEzNzY2YjQ0ZDUyMzQ" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. ]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-1480042932571653516?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/diN889URSrY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/7239583295766897408/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=7239583295766897408&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7239583295766897408?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7239583295766897408?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/diN889URSrY/petrossauro.html" title="Petrossauro" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/04/petrossauro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QDRX89eip7ImA9WxZbEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-1398720583832992936</id><published>2008-04-12T13:55:00.000-03:00</published><updated>2008-04-12T13:56:14.162-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-04-12T13:56:14.162-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informática" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sociedade" /><title>Mentiras e Boatos</title><content type="html">Está sendo divulgado na internet, e por emails, mais um "hoax" - um alerta falso - sobre um vírus chamado "invitation".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem é mais ou menos assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subject: Urgente..!!!!! A T E N Ç Ã O !!!! ....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;! ! ! ! ! ! L E I A M C O M A T E N Ç Ã O ! ! ! ! ! !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POR FAVOR, CIRCULEM ESTE E-MAIL ENTRE AMIGOS, FAMÍLIA E CONTATOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem atentos nos próximos dias! Não abram nenhuma mensagem com um arquivo chamado "invitation", independente de quem a enviou. É um vírus que "abre" um tocha olímpica que "queima" todo o disco rígido do computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este vírus virá de uma pessoa conhecida que tem seu nome em sua lista de endereços, por isso você deve enviar esta mensagem a todos os seus contatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preferível receber 25 vezes esta mensagem, do que receber o vírus e abri-lo. Se receber a mensagem chamada "Invitation" não a abra e apague do seu computador imediatamente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o pior vírus anunciado pela CNN e classificado pela Microsoft como o mais destrutivo que já existiu. Ele foi descoberto ontem pela tarde pela McKafee e não existe anti-vírus para ele. O vírus destrói o Setor Zero do Disco Rígido, onde as informações vitais de seu funcionamento são guardadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENVIE ESTA MENSAGEM A TODOS QUE VOCÊ CONHECE COPIE ESTE E-MAIL E ENVIE A TODOS OS SEUS AMIGOS E LÉMBRE-SE QUE SE FIZER ISTO ESTARÁ BENEFICIANDO A TODOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse alerta, como tantos outros que circulam na internet, é falso e se aproveita da ignorância e ingenuidade das pessoas. A McAfee, não McKafee, não descobriu vírus nenhum, muito menos ontem pela tarde; checando no próprio site da empresa, veremos que este "hoax" foi reportado pela primeira vez em 16 de novembro de 2000! Ou seja, algum americano babaca escreveu essa porcaria para incomodar as pessoas há quase oito anos atrás, e depois algum brasileiro babaca foi lá e traduziu pelo mesmo motivo idiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso senso crítico para perceber que frases bombásticas como "o pior vírus anunciado pela CNN" e "classificado pela Microsoft como o mais destrutivo que já existiu" são estúpidas demais para ser verdade. Basta procurar a informação nas fontes citadas e ver que essas empresas jamais publicaram, e jamais publicariam uma notícia dessa maneira histriônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo boato e toda mentira são auxiliados por pessoas que simplesmente repassam a informação sem nem parar um segundo pra pensar nela. No caso deste email, os danos se restringem a lixo eletrônico na caixa de entrada de milhões de pessoas e no gasto que as empresas citadas tem com comunicados oficiais desmentindo a informação. Agora, imaginem informações incorretas a respeito de assuntos de suma importância, como política, economia, saúde, etc. As conseqüencias disto sim, são as piores e mais destrutivas que já existiram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-1398720583832992936?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/BxzECDXfuFs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/2530329057264142050/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=2530329057264142050&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/2530329057264142050?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/2530329057264142050?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/BxzECDXfuFs/uma-charge-divertida-e-relativamente.html" title="" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/04/uma-charge-divertida-e-relativamente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUIFRHs_cSp7ImA9WxZVGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-2946015628532674199</id><published>2008-03-29T14:56:00.002-03:00</published><updated>2008-03-29T14:58:35.549-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-29T14:58:35.549-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sociedade" /><title>Em apuros</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um garoto de 16 anos matou 6 pessoas em Novo Hamburgo. O caso suscita as mais variadas opiniões, e faz despertar o misto de indignação e perplexidade decorrentes da nossa impotência perante a violência cotidiana que assola este país. Este caso, sem dúvida, é terrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, ainda mais alarmante é a opinião de alguém supostamente "esclarecido", como o Promotor de Justiça Eugênio Paes Amorim, que ao Jornal NH declarou o seguinte: "Ele é uma prova de que o crime, muitas vezes, tem fatores biológicos. O sujeito nasce ruim e isso deveria ser provado com o estudo do cérebro desse tipo de pessoa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impressionante a leviandade desse pronunciamento. O próprio ato de fala do Promotor revela o seu pensamento totalitário: ele não está interessado em descobrir a verdade, em descobrir como é a realidade de fato. Isso percebe-se claramente pela expressão "...isso deveria ser provado...". O autor de um disparate desses não está preocupado em saber se o fato PODE ou não ser provado: ele QUER que seja provado. Ele está deixando transparecer a sua vontade de como deveria funcionar o mundo. Ele deseja que o crime seja reduzido a um ou dois cromossomos ruins, para que assim fique mais fácil de lidar com ele: descobre-se desde cedo quem está predestinado a ser um criminoso, e isola-se o futuro infrator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem conhece a sangrenta história do século XX sabe bem aonde leva este tipo de pensamento: a Hitler, Stalin, Mussolini, Mao e seus genocídios em massa. Querer reduzir o homem meramente a sua esfera biológica é transformá-lo numa besta e justamente arrancar dele algo que o difere dos demais animais: a possibilidade de fazer uma escolha moral. A capacidade de transcender as limitações impostas pelo seu corpo e pelo ambiente em que se encontra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior do que sofrermos a agressão de um jovem que, por motivos que ainda não compreendemos, se desviou do reto caminho, é saber que temos pessoas com opiniões não só completamente infundadas, mas também historicamente perigosas, ocupando cargos como uma Promotoria de Justiça. Aí sim, estamos em apuros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-2946015628532674199?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/rZ4HCZTI-j0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/2946015628532674199/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=2946015628532674199&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/2946015628532674199?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/2946015628532674199?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/rZ4HCZTI-j0/em-apuros.html" title="Em apuros" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/03/em-apuros.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08DQXw-fCp7ImA9WxZVEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-129223713592175372</id><published>2008-03-21T00:46:00.004-03:00</published><updated>2008-03-21T00:57:50.254-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-21T00:57:50.254-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Riqueza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia" /><title>Capitalismo em crise?</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.marxists.org/archive/foot-paul/1977/wysbas/cartoons/cartoon06.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.marxists.org/archive/foot-paul/1977/wysbas/cartoons/cartoon06.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sempre que há uma ameaça à  continuidade da prosperidade mundial ouve-se que o Capitalismo está em crise.  Quando a crise é nos Estados Unidos da América, fonte, inspiração e principal  motor do modelo que predomina no mundo atual, isto toma o caráter de verdade  inquestionável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="__feedview__feedItemPubDateAndAuthor"&gt;&lt;br /&gt;Da esquerda esta conclusão toma ares de comemoração, a  cada crise vislumbram o colapso previsto por Karl Marx, que levaria finalmente  ao glorioso futuro comunista. A cada crise acham que está comprovada sua tese de  que o Capitalismo é inviável e destrutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos supostos defensores do  livre mercado ouve-se o medo das conseqüências da crise e uma defesa  envergonhada do Capitalismo. Como fez o Reinaldo Azevedo ontem mesmo [1],  argumentam que, apesar de suas crises, na média o "modelo ocidental" criou muito  mais prosperidade que perdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atual crise imobiliária e financeira  americana é um excelente exemplo de porque ambos estão errados. Esta crise, como  as que a precederam, não é uma crise do Capitalismo por um motivo extremamente  simples. Não há Capitalismo no mercado financeiro imobiliário dos Estados  Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Empréstimos no Capitalismo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Capitalismo é a &lt;a title="blocked::http://www.ocapitalista.com/2008/03/o-que-capitalismo.html" href="http://www.ocapitalista.com/2008/03/o-que-capitalismo.html"&gt;organização  econômica&lt;/a&gt; que ocorre espontaneamente quando os direitos individuais à vida,  propriedade e liberdade são garantidos a todos. No Capitalismo o governo  simplesmente garante o cumprimento dos contratos – trata se da defesa do direito  de propriedade. Não ajuda ninguém e não protege ninguém dos riscos que decidiu  correr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um contrato de empréstimo envolve a incerteza de que quem tomou o  dinheiro emprestado será capaz de pagar sua dívida. Alguns conseguirão pagar sua  dívida, outros não. Quem empresta dinheiro no Capitalismo, portanto, precisa  incluir nas taxas que pratica uma margem para cobrir este risco. Este "extra"  cobre as perdas com os inadimplentes. Quanto mais incerto o pagamento, maior a  taxa praticada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, em uma economia Capitalista, o custo de tomar  dinheiro emprestado é diretamente relacionado com o risco de não conseguir  pagar. No caso de financiamento imobiliário o próprio imóvel é usado como  garantia de pagamento, este risco é significativamente reduzido. Caso o devedor  não consiga pagar, o credor pode tomar o imóvel para cobrir toda ou parte da  dívida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta relação entre risco e custo do empréstimo existe, portanto,  porque quem empresta o dinheiro está correndo o risco de não recebê-lo de volta.  Se o financiador subestimar o nível de inadimplência, terá prejuízo. Em um  ambiente Capitalista, cada um corre os riscos que quiser com sua propriedade – e  arca sozinho com as conseqüências dos seus erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A crise  imobiliária&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, no entanto, não é isto que acontece.  O governo americano, através de mecanismos de incentivo à habitação, provê  empréstimos a milhões de americanos a taxas abaixo do mercado. Menos do que o  real custo financeiro do empréstimo somado ao valor adicional que teria de ser  cobrado para cobrir o risco de não pagamento da dívida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo só pode  fazer isto por ter uma fonte de riqueza que independe de seu sucesso em  recuperar o dinheiro que empresta: os impostos. Em outras palavras, o governo  americano toma à força dinheiro de cidadãos inocentes e usa para oferecer a  outros americanos empréstimos imobiliários a preços que não garantem o retorno  do dinheiro investido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferecer empréstimos artificialmente baratos  através de programas de incentivo não é a única coisa que o governo americano  faz com a riqueza que toma de seus cidadãos. Como os grandes bancos e empresas  de financiamento imobiliário são "essenciais para o país", o governo se coloca  como garantidor destas instituições – estando sempre pronto a salvá-las quando  se encontram em dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, foram colocados à disposição do  grupo JP Morgan 30 bilhões de dólares do governo para cobrir eventuais perdas  com a recente compra da Bear Sterns, falida por seus negócios no mercado de  financiamento imobiliário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o governo oferece empréstimos abaixo de seu  real custo mais pessoas buscarão estes empréstimos – assim como quando se abaixa  o preço de qualquer outro produto ou serviço. É evidente também que esta demanda  adicional por empréstimos é de pessoas que têm maior risco de não pagar suas  obrigações. São exatamente aquelas pessoas para quem, sem a intervenção do  governo, o empréstimo seria caro demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ciclo  vicioso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta demanda adicional tem efeitos imediatos e efeitos de  longo prazo. O efeito imediato é aumentar a demanda por imóveis. Todo o  contingente adicional que passa a ter acesso a financiamento imobiliário pela  intervenção do governo vai buscar casas para comprar, o que necessariamente  eleva o preço dos imóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os próprios imóveis são a garantia dos  empréstimos, quem empresta dinheiro enxerga esta valorização como uma redução de  risco. Afinal se o devedor não pagar, ele poderá tomar o imóvel valorizado como  pagamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento do preço dos imóveis, causado pelo dinheiro fácil do  governo, faz com que todo o mercado de empréstimo reduza sua percepção de risco.  Esta redução diminui ainda mais o custo dos empréstimos, o que aumenta mais a  demanda por imóveis e aumenta ainda mais seus preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o mecanismo  da chamada "bolha imobiliária". Se o governo não estivesse continuamente  injetando no mercado dinheiro roubado, não existiria a demanda artificial que  sustenta o ciclo vicioso. Sem a fonte milagrosa de dinheiro fácil que são os  impostos, o ciclo nunca teria começado. Como se pode ver, a bolha não resulta do  Capitalismo, resulta da falta de respeito ao direito de propriedade. Da falta de  Capitalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o problema não pára aí. Como o governo americano, além  de tudo, está sempre pronto para salvar os grandes bancos e financeiras "para o  bem de todos", estas empresas têm um enorme incentivo a correr riscos. Enquanto  a bolha persiste, elas ganham fortunas, quando a bolha estoura o governo as  salva através de empréstimos de "pai para filho" de centenas de bilhões de  dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O estouro da bolha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A crise atual se iniciou  quando as condições de mercado levaram a uma queda dos valores de imóveis,  apesar de toda a interferência governamental no sentido contrário. Os  financiadores, que contavam com a valorização dos imóveis em suas estimativas de  risco, aumentaram suas taxas. Este aumento de taxas levou a um aumento da  inadimplência, e conseqüentemente mais imóveis sendo retomados para saldar as  dívidas. Ao serem colocados no mercado, estes imóveis retomados contribuem para  baixar mais os preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, quando o mercado percebeu que a bolha  existia, o ciclo passou a operar na outra direção – desvalorização dos imóveis,  aumento das taxas, mais devedores inadimplentes levando à execução de dívidas e  mais desvalorização dos imóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A atual  crise americana não é uma crise do Capitalismo. É uma crise de falta de  Capitalismo. Se o governo americano não violasse o direito de propriedade de  seus cidadãos através dos impostos, não poderia gastar este dinheiro para  artificialmente baratear financiamentos gerando uma bolha de preços. Se  simplesmente cumprisse sua função legítima de assegurar o cumprimento de  contratos, as grandes e pequenas financeiras não correriam riscos  irresponsáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro momento as taxas de financiamento imobiliário  seriam mais altas, mas não haveria bolha de preços (ou seja, os imóveis em si  seriam mais baratos) e não haveria o "crash" que inevitavelmente segue quando se  descobre que um setor inteiro da economia está operando com base em uma grande  mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No longo prazo, a prosperidade verdadeira do Capitalismo  tornaria a habitação mais acessível do que em qualquer programa governamental  neste falso capitalismo de hoje. E de forma permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1] Blog do Reinaldo Azevedo, "E lá estão  eles moralizando a crise do capitalismo...", &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="blocked::http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008_03_16_reinaldo_azevedo_arquivo.html" href="http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008_03_16_reinaldo_azevedo_arquivo.html"&gt;&lt;span title="blocked::http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008_03_16_reinaldo_azevedo_arquivo.html"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;span title="blocked::http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008_03_16_reinaldo_azevedo_arquivo.html"  style="font-size:85%;"&gt;19/03/2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="__feedview__feedItemBody"&gt;(Fonte: &lt;a title="blocked::http://www.ocapitalista.com/2008/03/capitalismo-em-crise.html" href="http://www.ocapitalista.com/2008/03/capitalismo-em-crise.html"&gt;http://www.ocapitalista.com/2008/03/capitalismo-em-crise.html&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-129223713592175372?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/nTXc8yR7iFI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/129223713592175372/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=129223713592175372&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/129223713592175372?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/129223713592175372?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/nTXc8yR7iFI/capitalismo-em-crise.html" title="Capitalismo em crise?" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/03/capitalismo-em-crise.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MHR389fip7ImA9WxZWGUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-8427580912042015021</id><published>2008-03-19T23:05:00.004-03:00</published><updated>2008-03-19T23:17:16.166-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-19T23:17:16.166-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Riqueza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Produtividade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Negócios" /><title>O ciclo vicioso da regulamentação</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://prison-penpals.com/knowledge-against-prison.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://prison-penpals.com/knowledge-against-prison.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No Brasil existe uma paixão mórbida pela regulamentação da atividade econômica. A frase "isto ainda não está regulamentado" confere um certo desprezo à atividade em questão, como se a ação produtiva das pessoas precisasse de um certificado do governo para ter legitimidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mesma frase oculta uma premissa implícita ao sugerir que a regulamentação seja lá do que for é apenas uma questão de tempo. A premissa é de que absolutamente tudo é passível de regulamentação governamental.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este viés é parte da cultura nacional, presente dos grandes veículos de mídia às mesas de bar. Quem nunca ouviu nos noticiários, editoriais e colunas de opinião que uma dada atividade sofre falta de investimentos porque "carece de regulamentação específica"? Quem nunca ouviu em conversa entre amigos que algum serviço ou produto deveria ser proibido, ou obrigatório?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Longe de ser fundamental para o progresso econômico e prosperidade, a regulamentação da atividade econômica é um enorme ciclo vicioso que desvia os esforços das pessoas da produção de riqueza para a disputa política, e desvia o capital do investimento produtivo para a dissipação em lobby, politicagem e &lt;a title="blocked::http://www.ocapitalista.com/2007/10/estado-regulador-e-corrupo.html" href="http://www.ocapitalista.com/2007/10/estado-regulador-e-corrupo.html" target="_blank"&gt;corrupção&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A própria questão dos investimentos é um excelente exemplo. Não é a ausência de regulamentação que impede investimentos, é a certeza de que a regulamentação virá que torna o investimento antecipado um risco inaceitável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em países economicamente livres empresários investem fortunas em novos negócios, produtos e serviços sem qualquer aprovação prévia do governo. Investem com base em seu conhecimento do mercado e dos seus riscos: o produto pode não funcionar, as pessoas podem não gostar dele, um concorrente pode ter uma idéia ainda melhor. Nada disso impede o investimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O investidor e o empresário são capazes de analisar estes riscos, e se preparam para lidar com eles. Em países com governos intervencionistas, no entanto, acrescenta-se um risco maior e de outra natureza: o governo. Este é um risco imprevisível, e não há como lidar com ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se um produto não funciona como esperado ou encontra forte concorrência, investe-se mais em desenvolvimento. Se o público não percebe seu valor, investe-se em marketing. Mas se o governo proíbe a venda de seu produto, estipula limites de preço que comprometem seu retorno ou obrigam sua empresa a ajudar seus próprios concorrentes – não há nada que se possa fazer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diferente de todas as incertezas que fazem parte da natureza dos negócios, a regulamentação governamental é capaz de transformar em fracasso uma atividade produtiva perfeitamente viável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O grande entrave ao investimento em países com governos intervencionistas é o próprio governo. É o fato de que o governo interfere em absolutamente todos os aspectos da economia que faz com que o empresário e o investidor evitem colocar seu capital em qualquer negócio novo. A expectativa da regulamentação iminente é que torna a regulamentação "necessária" para o investimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É claro que esperar a regulamentação não protege o empreendedor da depredação governamental. Governos intervencionistas não se contentam em interferir nas "regras do jogo", o que já seria ruim. Eles querem definir o resultado. Mesmo em atividades já regulamentadas é comum a mudança de regras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A inibição da inovação, do investimento e dos empreendedores é apenas uma das formas em que a cultura da regulamentação torna-se um ciclo vicioso. As regras em si sempre criam distorções, e a única solução que governo e sociedade conseguem imaginar são mais regras...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;( Fonte: &lt;a title="blocked::http://www.ocapitalista.com/2008/03/o-ciclo-vicioso-da-regulamentao.html" href="http://www.ocapitalista.com/2008/03/o-ciclo-vicioso-da-regulamentao.html" target="_blank"&gt;http://www.ocapitalista.com/2008/03/o-ciclo-vicioso-da-regulamentao.html&lt;/a&gt; )&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-8427580912042015021?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/5pI0QpkmqbA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/8427580912042015021/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=8427580912042015021&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/8427580912042015021?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/8427580912042015021?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/5pI0QpkmqbA/o-ciclo-vicioso-da-regulamentao.html" title="O ciclo vicioso da regulamentação" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/03/o-ciclo-vicioso-da-regulamentao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04DRnYyfSp7ImA9WxZWF0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-3012776661050533930</id><published>2008-03-17T21:25:00.000-03:00</published><updated>2008-03-17T21:26:17.895-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-17T21:26:17.895-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Riqueza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Entretenimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Produtividade" /><title /><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R98MD-1U-jI/AAAAAAAAAEs/cEME4t6tgz4/s1600-h/Libertarianism_charge_02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178871359045171762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R98MD-1U-jI/AAAAAAAAAEs/cEME4t6tgz4/s400/Libertarianism_charge_02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-3012776661050533930?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/Mo5ynmB1rEw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/3012776661050533930/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=3012776661050533930&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/3012776661050533930?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/3012776661050533930?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/Mo5ynmB1rEw/blog-post.html" title="" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R98MD-1U-jI/AAAAAAAAAEs/cEME4t6tgz4/s72-c/Libertarianism_charge_02.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/03/blog-post.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04FRH8zfyp7ImA9WxZWE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-7372955325503270030</id><published>2008-03-12T21:08:00.007-03:00</published><updated>2008-03-12T21:58:35.187-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-12T21:58:35.187-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Entretenimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Motivação" /><title>Rocky Balboa</title><content type="html">&lt;a href="http://i167.photobucket.com/albums/u123/emulinhabr/mr/rocky_um_lutador.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://i167.photobucket.com/albums/u123/emulinhabr/mr/rocky_um_lutador.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Artigo muito legal que meu amigo Marcos Ludwig me passou por email:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que os esquerdistas odeiam o Rocky Balboa?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque os esquerdistas odeiam o Rocky Balboa e todos os outros filmes que retratam o triunfo individual&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Adaptado/traduzido &lt;a title="blocked::http://www.frontpagemag.com/articles/Read.aspx?GUID=" href="http://www.frontpagemag.com/articles/Read.aspx?GUID={3EAE089D-4C2D-4E39-91FF-A646FB1DB4F5}"&gt;do artigo de Jamie Glazov&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há filmes que contrariam a vontade dos figurões do socialismo internacional e retratam o indivíduo como responsável pelo seu próprio destino, minimizando os papéis dos "órgãos reguladores" e "programas sociais" coletivistas, paternalistas e totalitários. Enquanto num mundo livre as pessoas teriam assegurada sua liberdade de buscar a felicidade, num estado socialista estará assegurada a infelicidade de todos (exceto a camarilha que está no poder).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1976, o Sylvester Stallone criou e atuou no clássico "Rocky", que ganhou prêmio de melhor filme."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rocky" simbolizou mais do que um mero pugilista simplório. O que seu filme celebrava era o triunfo do espírito humano e da iniciativa individual contra todas as condições adversas. E é justamente isso que enerva os esquerdistas. Muitos deles não conseguem conter a raiva e o profundo desprezo pelo filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No "Rocky I", testemunhamos as tentativas e tribulações de Rocky Balboa, um boxeador de uma área pobre da Filadélfia. Primeiro, o vemos como um pugilista amador que luta por uns trocados e trabalha como cobrador para um agiota. No final, mesmo ele perdendo a luta final por uma margem mínima de pontuação, ele ainda consegue ser bem sucedido, como lutador e como ser humano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tema principal do filme não poderia ser mais claro: o indivíduo consegue ser bem sucedido não importam as condições - desde que ele se esforce com determinação e suor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E é aqui que percebemos a primeira pista do porque ser difícil para um esquerdista gostar desse tipo de filme. Esses ideólogos passaram suas vidas inteiras odiando os EUA e vendo esse país como uma "ordem social injusta", politica e economicamente. Eles não conseguem se humanizar o suficiente para reconhecer as dimensões humanas desse filme. Isso seria uma traição à sua fé política.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto uma pessoa normal assiste o filme e se emociona com a simplicidade e o esforço do protagonista, os esquerdistas reclamam da "estrutura de classe" ou outra palavrinha da moda esquerdista qualquer. Eles odeiam o filme pelo que ele é e pelo que ele não é. É como ir a um show de comédia e reclamar que o comediante fica contando piada toda hora e que as pessoas estão rindo demais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Rocky luta contra a burocracia que se mete em tudo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro grande obstáculo do pugilista não é a idade ou a disposição para treinar. São os burocratas intrometidos que, pelo menos inicialmente, negam licensa para lutar e, consequentemente, negam seu direito de buscar sua felicidade pessoal. Eis o diálogo que retrata isso:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rocky Balboa: Ei, cadê os meus direitos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Burocrata da Comissão Atlética Estadual: Que direitos você pensa que está se referindo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rocky Balboa: Direitos, como aqueles que estão escritos naquele documento oficial ali na rua.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Burocrata: Aquela é a Carta de Direitos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rocky Balboa: Sim, sim. Carta de Direitos. Ali não diz algo sobre correr atrás do que te faz feliz?Burocrata: Não, é a busca da felicidade. Mas o que isso tem a ver?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rocky Balboa: Tem a ver é que eu estou buscando algo e ninguém parece muito contente com isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Burocrata: Mas... nós estamos cuidando dos seus interesses.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rocky Balboa: Eu agradeço, mas talvez vocês estejam cuidando dos interesses de vocês um pouco mais do que os meus... Quero dizer, talvez vocês estejam fazendo o seu trabalho mas por que vocês têm que me impedir de fazer o meu? Pois se alguém está disposto a batalhar para chegar à uma posição, quem tem o direito de impedir? Talvez alguns de vocês fez uma coisa e nunca terminou, algo que queriam muito fazer, algo que nunca contaram a ninguém, alguma coisa... e dizem à vocês "não", mesmo depois que vocês pagaram o que deviam? Quem tem o direito de dizer isso à vocês? Ninguém! É o seu direito de seguir sua própria cabeça, ninguém tem direito de dizer "não" depois que você fez por merecer o direito de chegar onde você quiser e fazer o que você quiser! ... Quanto mais velho eu fico, mais coisas eu tenho que deixar para trás, essa é a vida. A única coisa que eu peço à vocês que deixem para mim... é o que é direito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viver a vida como esquerdista é como uma tortura porque eles praticamente tentam negar todos os impulsos naturais o tempo inteiro e tentam suprimir esses impulsos nos outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na verdade, as esquerdas sempre viram o ser humano como uma entidade moldável a ser conformada segundo um padrão. Foi isso que Rousseau e Marx propuseram e o experimento comunista tentou praticar. Não é mistério nenhum, portanto, que a mera menção do Rocky Balboa cause convulsões histéricas nos esquerdistas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vejamos o tema homem-mulher que o filme retrata. Rocky representa um cara duro na queda e isso raramente é visto na cultura popular de hoje em dia. Por causa do politicamente correto, está havendo uma feminização da cultura. Os heróis proclamados pelo politicamente correto estão começando a parecer frutinhas e Rocky Balboa viola o código esquerdo-fascista que tira do homem o direito de ser macho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As partes mais bonitas do filme são quando o Rocky conversa com a Adrian sobre a vida de um homem. Ele fala da necessidade de enfrentar os desafios, de sua vulnerabilidade e seus medos. Quantas vezes isso foi retratado na cultura popular recente? Nunca mais ouvimos falar disso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No âmago do sonho esquerdista está a destruição dos gêneros, já que os papéis de homem e mulher são vistos como uma construção social opressiva. Portanto, não é de se admirar que, um cara musculoso, que tem que ser "macho" e entrar no ringue, enfureça tanto as esquerdas. Segundo as feministas cooptadas pela esquerda, a presença de um homem musculoso é um ataque às mulheres. A exibição de um personagem heróico, agressivo e determinado tem tudo a ver com ideologia política e com a noção de "masculinidade" sendo imposta aos homens para a desvantagem das mulheres - segundo o credo esquerdo-feminista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É de se imaginar como será quando essa apregoada igualdade chegar. Homens vão entrar no ringue sem nenhum músculo, só com pelancas e banhas. Talvez, na verdadeira utopia, em vez de vestirem calções e tênis de boxe, os lutadores entrarão no ringue de tanguinhas e saltinhos altos. É claro que para esses esquerdo-feministas vai ser preferível que o boxe nem exista. E, provavelmente, que os homens não existam também.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro ponto intragável para os esquerdistas é a maneira como Rocky e Adrian se amam. Rocky repete para Adrian que ele é um homem e tem que fazer o que um homem deve fazer. Adrian concorda, apesar de suas reservas, em apoiá-lo e ficar ao seu lado - porque ela é uma mulher. É uma relação muito amorosa, difícil de se ver hoje em dia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rocky tenta fazer com que ela se sinta como uma mulher - algo que ela tinha escondido dentro dela. Ela se escondia por trás de suas roupas e seus óculos. Há uma cena em que ele tira os óculos dela, rompendo os limites que continham sua feminilidade. E eles se beijam pela primeira vez. É nesse momento que vemos a sedução de uma mulher por um homem - esse ingrediente atemporal e glorioso da nossa condição humana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas quando um esquerdo-feminista assiste isso, bem, eles ou elas odeiam esses temas. Eles querem acabar com essas realidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além do aspecto de gênero, "Rocky" trangride a fé "progressista" na ausência de oportunidade econômica e social do capitalismo "opressivo". Rocky consegue uma chance de subir na vida. A esquerda simplesmente odeia isso. Mas Stallone celebra o fato de que em um país capitalista, as pessoas têm chances e podem ser bem sucedidas em suas iniciativas. A chave é que Rocky atinge sua meta individualmente. É ele contra tudo. Assim vemos o triunfo do indivíduo e do espírito humano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para a esquerda, os indivíduos devem ser apagados e o espírito humano simplesmente não existe. Para eles, Rocky é um filme ruim e opressivo que "perpetua a desigualdade" porque o protagonista atinge o sucesso individualmente. Para uma verdadeira "justiça social", eles dizem que a revolução deve ser feita por uma "vanguarda coletiva". Eles ficam agonizando o tempo todo sobre o porque de ninguém (isto é, os outros) compartilhar tudo. Eles negam que há realidades universais que nenhuma sociedade será capaz de mudar ou apagar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A crítica esquerdista clássica do filme "Rocky" é que ele retrata o desejo de superar as possibilidades limitadas que o capitalismo supostamente impõe sobre as classes mais pobres. Esse desejo é individualista e, de acordo com eles, tende a reforçar o fundamento do sistema e legitimiza a "ideologia capitalista" por sugerir que aqueles que conseguem se elevar da classe operária são melhores, mais desenvolvidos individualmente do que seus colegas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em outras palavras, "Rocky" viola o credo esquerdista de como a luta contra a pobreza no capitalismo deve ocorrer coletivamente, e não individualistamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se um regime socialista conseguisse atingir seu objetivo, existiriam filmes como Rocky? Certamente não, pois nenhum regime ia querer mostrar a ascensão de um ser humano. No lugar disso, os filmes mostrariam os operários trabalhando nas fábricas dia após dia. Chato demais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rocky vai ao ringue na noite anterior à da luta. Ele confronta o seu medo. Então ele se volta para Adrian e diz saber que vai ser derrotado. Mas diz que quer ficar de pé até o décimo-quinto round. Seu sonho e sua esperança é apenas agüentar de pé ...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aguentar as porradas que a vida dá&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No último filme da série, "Rocky Balboa" (conhecido como Rocky VI), Rocky decide lutar com o atual campeão mesmo já cinquentão, em idade de se aposentar, para poder, com isso, enfrentar e vencer seus dilemas interiores. Um dos diálogos de Rocky com seu filho, que tentava convencê-lo de não lutar, ilustra como a luta deve ser individual e espiritual em vez de coletiva e materialista:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Deixe-me dizer uma coisa que você já deve saber. O mundo não é ensolarado e cheio de arco-íris. É um lugar muito rude e traiçoeiro que vai lhe deixar de joelhos e fazer você ficar de joelhos pra sempre se você deixar. Nem você, nem eu, nem ninguém dá porradas mais fortes do que a vida. Mas não importa o quão forte é a porrada que você dá; o que importa é quanta porrada você pode tomar e continuar marchando. Quanto você consegue aguentar e continuar seguindo em frente. É assim que se vence. Agora, se você sabe o quanto você vale, então vai lá e lute pelo que você merece. Mas você tem que estar disposto a aguentar a porrada, e não ficar apontando o dedo dizendo que você não consegue por causa dele, dela ou de ninguém. Você é melhor do que isso!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maioria dos que já passaram por dificuldades na vida sabe o que é isso e entende. É difícil colocar em palavras, porque de certa maneira, isso é transcedente. Mas na luta pela vida contra todas as condições adversas, com todo o suor e as lágrimas, muitas vezes a única coisa que queremos é terminar de pé. Tem a ver com orgulho, medo e coragem. E é aí que "Rocky" toca as pessoas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E quando a luta com o Apolo Doutrinador acaba, a Adrian chega ao ringue e perde seu gorro. E Rocky, que acabou de lutar a maior luta de toda sua vida, que enfrentou seu medo, e com a cara toda quebrada, só faz perguntar "Cadê o seu chapéu ?"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso mostra a importância essencial da simplicidade e da afeição de um pelo outro. Rocky esquece de si mesmo porque sua batalha já terminou, e seu próximo passo é se importar com uma outra pessoa. Ele já fez o que tinha que fazer e a partir dali era hora de cuidar da Adrian. É como na vida: a pessoa tem que cuidar de si e, depois de se superar, doar de si para outro ser humano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não importa quantos experimentos de engenharia social sejam tentados, eles nunca mudarão o que o ser humano realmente é: imperfeito, lutando contra as condições contrárias, perdendo e ganhando, chorando e rindo, se protegendo e se arriscando. Isso diz muito mais do que o sonho canibalístico e mutilante do Socialismo. O personagem Rocky Balboa, com sua humanidade e coragem, nos lembra disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: &lt;a title="blocked::http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/2007/08/por-que-os-esquerdistas-odeiam-o-rocky.html" href="http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/2007/08/por-que-os-esquerdistas-odeiam-o-rocky.html"&gt;http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/2007/08/por-que-os-esquerdistas-odeiam-o-rocky.html&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-7372955325503270030?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/nnceT3ypaEc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/7372955325503270030/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=7372955325503270030&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7372955325503270030?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7372955325503270030?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/nnceT3ypaEc/rocky-balboa.html" title="Rocky Balboa" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/03/rocky-balboa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUAQnc_eCp7ImA9WxZXGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-1507112493026894920</id><published>2008-03-08T12:14:00.006-03:00</published><updated>2008-03-08T12:30:43.940-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-08T12:30:43.940-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><title>Dia Internacional da Mulher</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R9KwUe1U-iI/AAAAAAAAAEg/3ezF5Jkbu8c/s1600-h/nessa2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175392787722730018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R9KwUe1U-iI/AAAAAAAAAEg/3ezF5Jkbu8c/s400/nessa2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de Março. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos económicos, políticos e sociais alcançados pela mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão econômica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existem outros acontecimentos que podem provar a tese como o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras. Segundo esta versão, 129 trabalhadoras durante um protesto teriam sido trancadas e queimadas vivas. Este evento porém nunca aconteceu e o incêndio da Triangle Shirtwaist continua como o pior incêndio da história de Nova Iorque.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos outros protestos se seguiram nos anos seguintes ao episódio de 8 de Março, destacando-se um outro em 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução de horário, melhores salários, e o direito ao voto. Assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910, a primeira conferência internacional sobre a mulher ocorreu em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido. No ano seguinte, esse dia foi celebrado por mais de um milhão de pessoas na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, no dia 19 de Março. No entanto, logo depois, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 140 costureiras; o número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Além disto, ocorreram também manifestações pela Paz em toda a Europa nas vésperas da Primeira Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher serviram de estopim para a Revolução russa de 1917. Depois da Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a sua vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a sua simpatia ou amor pelas mulheres da sua vida — um tanto semelhante a uma mistura dos feriados ocidentais Dia da Mãe e Dia dos Namorados. O dia permanece como feriado oficial na Rússia (bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia), e verifica-se pelas ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres (quaisquer mulheres). Quando à Checoslováquia integrou o Bloco Soviético, esta celebração foi apoiada oficialmente e gradualmente transformada em paródia — ver MDŽ.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, um abraço para todas as mulheres, especialmente para a minha!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-1507112493026894920?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/2eghwl1IrZ0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/1507112493026894920/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=1507112493026894920&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/1507112493026894920?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/1507112493026894920?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/2eghwl1IrZ0/dia-internacional-da-mulher.html" title="Dia Internacional da Mulher" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R9KwUe1U-iI/AAAAAAAAAEg/3ezF5Jkbu8c/s72-c/nessa2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/03/dia-internacional-da-mulher.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08MRXg5cCp7ImA9WxZXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-226044543219371115</id><published>2008-03-03T23:51:00.006-03:00</published><updated>2008-03-04T00:04:44.628-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-04T00:04:44.628-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Produtividade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Negócios" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Impacta" /><title>Catálogo Terralog</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R8y8MaTI4GI/AAAAAAAAAEY/OOHWzirXvng/s1600-h/para+mostrar+foloderzao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173716993345904738" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R8y8MaTI4GI/AAAAAAAAAEY/OOHWzirXvng/s400/para+mostrar+foloderzao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o catálogo de serviços da Terralog, desenvolvido pela Impacta Mídia &amp;amp; Marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Clique na imagem para vê-la em seu tamanho original.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-226044543219371115?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/uotspLoj2hY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/226044543219371115/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=226044543219371115&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/226044543219371115?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/226044543219371115?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/uotspLoj2hY/catlogo-terralog.html" title="Catálogo Terralog" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R8y8MaTI4GI/AAAAAAAAAEY/OOHWzirXvng/s72-c/para+mostrar+foloderzao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/03/catlogo-terralog.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8DQns5fCp7ImA9WxZXE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-8389875588418986180</id><published>2008-03-01T12:32:00.004-03:00</published><updated>2008-03-01T14:01:13.524-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-01T14:01:13.524-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><title>Direitos Individuais</title><content type="html">&lt;a href="http://img353.imageshack.us/img353/7599/billofrightssmallda4.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://img353.imageshack.us/img353/7599/billofrightssmallda4.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O homem é um animal racional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todos os seres vivos, o homem necessita de certos valores para sobreviver, mas ele é o único que precisa escolher os valores necessários para sua vida, porque estes não lhe são dados de forma automática. Sua habilidade de experimentar o mundo ao seu redor e compreendê-lo pelo uso da razão dá ao homem a capacidade de entender os valores que sua vida requer, e então adquirí-los. Cada valor que nós usufruímos na nossa existência confortável e civilizada é o produto da aplicação da mente de um homem à realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não existe "mente coletiva"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todo esforço criativo, cada invenção na história, foi criada pelo esforço mental de indivíduos. Algumas vezes eles trabalharam juintos, e seu conhecimento foi aumentado pelo trabalho de predecessores, mas cada avanço que eles fizeram foi por conta própria. A mente não pode ser recebida, compartilhada ou emprestada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O homem precisa de liberdade para viver&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para viver, o homem precisa adquirir os valores necessários para sustentar sua vida. Para adquirir valores, o homem precisa ser livre para pensar e para agir de acordo com seu julgamento. Restrições na liberdade forçam o homem a focar não na realidade absoluta, mas nas idéias arbitrárias dos outros. Em uma sociedade livre, um homem pode escolher não se associar com aqueles que não respeitam o seu julgamento - encontrando um novo emprego, novos amigos, ou um novo amor. Mesmo se não há ninguém com quem compartilhar suas idéias, todo homem ainda assim é livre para apresentar sua própria visão - publicando suas idéias ou tornando-se um empreendedor. No entanto, logo que ele se depara com a ameaça da força física, a possibilidade de qualquer dessas alternativas torna-se irrelevante. O início da força torna a mente inútil como instrumento de sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Liberdade requer direitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direitos são princípios morais definindo liberdade de ação na sociedade. O propósito de se estabelecer direitos individuais é para proteger o homem do homem - para definir as condições básicas necessárias para a existência social. Todos os direitos derivam do direito do homem à sua própria vida, incluindo o direito à vida, liberdade, propriedade, e a busca da felicidade. Seja por roubo, fraude, ou coerção governamental, os direitos do homem podem ser violados somente pela iniciação da força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direitos são inalienáveis e não-conflitantes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Direitos não são garantias às coisas ou obrigações colocadas nos outros, mas apenas garantias de estar livre de violência (o direito à vida), livre para agir (o direito à liberdade), e dos resultados dessas ações (o direito à propriedade). As únicas obrigações que os direitos de alguém impõe nos outros homens é o respeito aos mesmos e iguais direitos. Um homem pode ter seus direitos violados por um criminoso ou um governo corrupto, mas moralmente ele permanece correto, e o criminoso está errado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-8389875588418986180?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/G0eUDpq7A4g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/8389875588418986180/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=8389875588418986180&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/8389875588418986180?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/8389875588418986180?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/G0eUDpq7A4g/direitos-individuais.html" title="Direitos Individuais" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/03/direitos-individuais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkIMRXc-fSp7ImA9WxZXEUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-7656771954463920174</id><published>2008-02-25T21:49:00.002-03:00</published><updated>2008-02-28T00:16:24.955-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-28T00:16:24.955-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Riqueza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Motivação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Experiências" /><title>Self-Made Men</title><content type="html">&lt;a href="http://img.timeinc.net/golf/i/tours/2007/06/trump_plane_299x400.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://img.timeinc.net/golf/i/tours/2007/06/trump_plane_299x400.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Revista Forbes fez 20 perguntas para 21 bilionários americanos. O primeiro deles foi Donald Trump.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idade: 61 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrimônio: $3 bilhões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem da riqueza: Imóveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O que você sonhava ser quando era criança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jogador de basquete ou um construtor. Eu fazia arranha-céus com meus blocos de montar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Em termos de tempo, qual era sua proporção estudo-festa na faculdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Wharton, eu diria 50/50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Que empreendedor você mais admira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu respeito Bill Gates, John Mack, Terry Lundgren, Jack Welch, Stan O'Neil, Jeff Immelt e muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Qual seu hobby favorite?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu adoro jogar golfe e tênis. Eu também sou dono de quatro campos de golfe, então não é mais um hobby exatamente. Estou construindo um na Escócia agora. Será o melhor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Quanto do seu sucesso você atribui à pura sorte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que poderia ser mais hereditariedade do que sorte (o que também é sorte). Eu estava perto do meu pai, trabalhando com ele e observando ele trabalhar, desde muito cedo. Eu aprendi um monte por osmose, mas a sorte sempre tem um papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Qual é o seu maior prazer proibido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comer sorvete e um monte de outras comidas boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. De onde você tira a maior parte das informações sobre o seu negócio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu leio um monte de jornais todos os dias sobre eventos nacionais, internacionais e de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Qual foi o melhor dia da sua vida até agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tive muitos dias ótimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Na media, com quantos funcionários você interage a cada dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ás vezes centenas, às vezes milhares, às vezes dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Qual foi a última noite que não foi planejada antecipadamente? O que você fez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi há tanto tempo que eu não me lembro – provavelmente um filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Qual a sua pior qualidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu posso ser impaciente. Normalmente há uma boa razão pra isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Qual seu livro favorito e porque?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Arte da Negociação por Donald Trump. Era uma grande leitura em 1987, um best-seller, e nada mudou de lá pra cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Qual decisão na sua vida precisou de mais coragem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei se coragem é a palavra correta, mas na minha adolescência eu tive que decidir entre ir pra USC estudar cinema ou estudar pra uma carreira em imóveis na Wharton. Eu tomei a decisão certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Se você pudesse tomar um drinque com alguém, com quem seria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Digamos que você tivesse $100,000 para investir: o que você faria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu procuraria algo em imóveis. É território familiar e eu tive muita sorte com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Se você tivesse apenas 3 meses de vida, como você os passaria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a minha família e amigos (e ainda combatendo os inimigos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Qual o montante certo de dinheiro para deixar para os filhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso depende de quão espertos e responsáveis eles são. Tantos jovens recebem grandes quantias e se perdem, então isso dependeria da sua segurança e habilidade. Eu tenho filhos espertos – eles vão se dar bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Qual a lição mais dura que você teve que aprender?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A não perder o foco. Quando eu tive problemas financeiros nos anos 90, eu não podia culpar ninguém a não ser eu mesmo. O mercado dos imóveis não estava bem, mas eu definitivamente perdi o foco por um tempo. Eu peguei de volta bem rápido – eu não tinha escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Qual a próxima idéia bilionária esperando pra ser explorada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu soubesse não contaria – eu nunca falo sobre acordos antes deles acontecerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Muito do que é tido como sabedoria está errado. Que conselho contrário você poderia oferecer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferre-os de volta. Se alguém ferrar com você, pregue-os na parede.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-7656771954463920174?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/qxIX1J6oRLM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/7656771954463920174/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=7656771954463920174&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7656771954463920174?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7656771954463920174?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/qxIX1J6oRLM/self-made-men.html" title="Self-Made Men" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/02/self-made-men.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8BRHk4fyp7ImA9WxZQFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-4505726420731623183</id><published>2008-02-20T23:57:00.001-03:00</published><updated>2008-02-21T00:00:55.737-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-21T00:00:55.737-03:00</app:edited><title>Os Pais da Nação</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://cache.eb.com/eb/image?id=75502&amp;amp;rendTypeId=4"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://cache.eb.com/eb/image?id=75502&amp;amp;rendTypeId=4" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Administrar um negócio certamente nao é um pré-requisito para administrar uma nação. Mas muitos presidentes dos Estados Unidos também foram empreendedores. Donos de negócios e presidentes tem muito em comum – agendas lotadas de encontros, funcionários para lidar com, comparsas para puxar o saco e noites sem dormir preocupando-se se tomaram a decisão correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns presidentes, seus empreendimentos foram a porta de entrada da política. Por exemplo, mais da metade dos presidentes começaram suas carreiras como advogados e muitos deles tinham seu próprio escritório, como Martin Van Buren, Abraham Lincoln e William Taft.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, ser um empreendedor proporcionou a alguns dos presidentes americanos a fortuna, notoriedade e conexões necessárias para concorrer ao cargo. Aqui vai uma amostra de cinco Chefes de Estado e o negócio que eles iniciaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;George Washington&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro presidente, 1789-1797&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de beber moderadamente, de acordo com fontes historicas, George Washington construiu uma destilaria de uisque na sua propriedade em Mount Vernon no ano em que ele deixou a presidencia. Em 1799, a destilaria de Washington era uma das maiores do país, produzindo 41000 litros de uísque por ano. Mas essa não foi a única empresa de Washington em Mount Vernon; ele também produzia e vendia milho e farinha no mundo todo. Ele herdou sua propriedade da família, e expandiu de 800 hectares para 3000 hectares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrew Johnson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17º presidente, 1865-1869&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transicao de alfaiate para presidente parece estranha, mas foi na sua alfaiataria em Greenville, Tennesse, que Johnson se envolveu em política. Um dos clientes que iam lá para discutir sobre o governo o desafiou para um debate. Johnson entrou para um grupo de debates e atuou como membro do conselho da Prefeitura e prefeito antes de se tornar presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herbert Hoover&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31º presidente, 1929-1933&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de se formar em Stanford, Hoover se tornou um engenheiro de minas e fundou uma firma de consultoria em 1908. Com escritórios em Londres, São Francisco, Nova Iorque, Paris e Petrogrado, Hoover ajudou a otimizar minas ao redor do mundo e lucrou com isso. Apesar do sucesso, suas prioridades mudaram com o início da Primeira Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a Guerra, Hoover se tornou o chefe do Comitê de Socorro na Bélgica e foi nomeado chefe da American Food Administration, órgão que regula a produção de alimento nos Estados Unidos. Apesar do tino para negócios de Hoover, a Grande Depressão se instalou durante seu mandato, e ele perdeu a eleição seguinte para Franklin D. Roosevelt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry Truman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33º presidente, 1945-1953&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Truman fundou uma loja de armarinhos que atendia aos homens que voltavam da primeira grande guerra na Europa. Na verdade, foi seu sócio, Edward Jacobson, que influenciou sua presidência. Eles administraram uma cantina militar no acampamento Doniphan em Oklahoma e depois abriram a loja de armarinhos Truman and Jacobson em Kansas City em 1919. A loja fechou em 1922, no início da recessão pós-guerra. Truman, no entanto, se recusou a declarar falência e eventualmente pagou todas as dividas do negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Truman foi estudar Direito e se tornou presidente, e Jacobson abriu uma loja de roupas. Mas os dois continuaram amigos, e foi Jacobson que encorajou Truman a se encontrar com o líder de movimento sionista e apoiar a fundação de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;George W. Bush&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43º presidente, 2001-2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O antigo governador do Texas é conhecido por seu envolvimento com petroleo e baseball. Bush fundou a companhia de gás e petróleo Arbusto Energy em 1978. Em 1983, a companhia se fundiu com a Spectrum 7 Energy Corp., e Bush foi nomeado presidente do conselho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bush tambem coordenou o grupo que comprou o controle acionario do time de baseball Texas Rangers e usou o dinheiro da sua empresa de petróleo para investir no time. Ele atuou como conselheiro até abdicar da posição para se tornar governador. Quando Tom Hicks comprou os Rangers em 1998, Bush ganhou 14,9 milhoes de dólares. No ano seguinte, ele começou a se preparar para concorrer à presidência. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-4505726420731623183?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/J7sUyRcZvhw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/4505726420731623183/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=4505726420731623183&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/4505726420731623183?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/4505726420731623183?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/J7sUyRcZvhw/os-pais-da-nao.html" title="Os Pais da Nação" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/02/os-pais-da-nao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08ARXoyeCp7ImA9WxZQFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-2172865666438166714</id><published>2008-02-16T16:09:00.003-02:00</published><updated>2008-02-22T00:10:44.490-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-22T00:10:44.490-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Motivação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Experiências" /><title>“Você tem que encontrar o que você gosta”, diz Steve Jobs</title><content type="html">&lt;a href="http://tmgcanada.files.wordpress.com/2007/06/steve-jobs.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://tmgcanada.files.wordpress.com/2007/06/steve-jobs.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Este é o discurso que o Presidente da Apple Computer proferiu para uma turma de graduandos em 12 de Junho de 2005.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sinto-me honrado de estar com vocês hoje na sua formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei. Verdade seja dita, isso é o mais próximo que eu cheguei de uma formatura de faculdade. Hoje eu quero contar pra vocês três histórias da minha vida. É isso. Nada de mais. Apenas três histórias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira história é sobre ligar os pontos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu abandonei a Universidade Reed depois de 6 meses, mas fiquei por perto por cerca de outros 18 meses antes de eu realmente ir embora. Por que eu saí?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma universitária jovem e solteira, e ela decidiu me doar. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas formadas, então tudo foi arranjado para que eu fosse adotado assim que eu nascesse por um advogado e sua esposa. Só que na hora que eu apareci eles decidiram no último minuto que eles queriam mesmo era uma menina. Então meus pais, que eram os próximos da lista de espera, receberam um telefonema no meio da noite perguntando: “Nós temos um menino, vocês o querem?” Eles disseram: “Claro”. Minha mãe biológica descobriu mais tarde que minha mãe nunca se formou e que meu pai sequer completou o Ensino Médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só cedeu alguns meses mais tarde quando meus pais prometeram que um dia eu iria para a universidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E 17 anos depois, eu fui. Mas ingenuamente eu escolhi uma universidade que era tão cara quanto Stanford, e todas as economias dos meus pais de classe média estavam sendo gastas na minha formação. Depois de seis meses, eu não conseguia ver valor naquilo. Eu não tinha a mínima idéia do que eu queria fazer da minha vida e menos ainda de como a faculdade iria me ajudar a descobrir. E aqui estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais economizaram a vida toda. Então eu decidi sair e confiar que tudo daria certo. Na época foi bem assustador, mas olhando agora eu vejo que foi uma das melhores decisões que eu já fiz. No minuto que eu saí eu pude parar de ir às aulas que não me interessavam, e começar a freqüentar aquelas que pareciam interessantes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não foi tudo um mar de rosas. Eu não tinha dormitório, então eu dormia no chão do quarto dos meus amigos, eu devolvia garrafas de coca por cinco centavos para comprar comida, e eu caminhava mais de 11 quilômetros pela cidade todo domingo de noite para conseguir uma boa refeição por semana no templo Hare Krishna. Eu adorava. E muitas das coisas em que eu esbarrei por seguir minha curiosidade e intuição acabaram sendo valiosíssimas mais tarde. Deixe me dar um exemplo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Universidade Reed na época oferecia talvez o melhor curso de caligrafia no país. No campus, cada pôster, cada marca em cada desenho, era magnificamente feita à mão. Como eu havia abandonado e não precisava mais ir às aulas normais, eu decidi ir ao curso para aprender a fazer aquilo. Eu aprendi sobre fontes serif e san serif, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, tudo sobre como criar uma ótima caligrafia. Era lindo, histórico e artisticamente sutil duma maneira que a ciência não pode capturar, e eu achei fascinante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nada disto tinha sequer uma esperança de ter qualquer aplicação prática na minha vida. Mas dez anos depois, quando nós estávamos desenhando o primeiro Macintosh, eu lembrei de tudo. E nós desenhamos tudo dentro do Mac. Foi o primeiro computador com bela tipografia. Se eu nunca tivesse assistido àquele curso na faculdade, o Mac jamais teria múltiplas fontes ou fontes proporcionalmente espaçadas. E como o Windows copiou tudo do Mac, provavelmente nenhum computador teria. Se eu nunca tivesse abandonado a faculdade, eu jamais teria entrado na aula de caligrafia, e computadores não teriam a maravilhosa tipografia que eles possuem. Claro que era impossível ligar os pontos adiante quando eu estava na universidade. Mas ficou muito claro olhando pra trás dez anos depois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com efeito, você não consegue ligar os pontos olhando pra frente; você só consegue ligá-los olhando pra trás. Então você tem que confiar que os pontos se ligarão algum dia no futuro. Você tem que confiar em algo – seu instinto, destino, vida, carma, o que for. Esta abordagem nunca me desapontou, e fez toda diferença na minha vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minha segunda história é sobre amor e perda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu tive sorte – eu descobri o que gostava de fazer logo cedo na vida. Steve Wozniak e eu fundamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha vinte anos. Nós trabalhamos duro, e em dez anos a Apple cresceu de apenas nós dois numa garagem para uma companhia de 2 bilhões de dólares com mais de 4000 funcionários. Nós havíamos lançado nossa melhor criação – o Macintosh – um ano antes, e eu recém havia feito 30 anos. E então eu fui demitido. Como você pode ser demitido da companhia que você fundou? Bem, como a Apple cresceu nós contratamos alguém que eu pensei ser muito talentoso para administrar a empresa comigo, e durante o primeiro ano as coisas funcionaram. Mas então nossas visões do futuro começaram a divergir e eventualmente nós nos desentendemos. Quando isso aconteceu, nosso Conselho Diretor ficou do lado dele. Então, aos 30 anos eu estava fora. E de forma bem pública. O que havia sido o foco da minha vida adulta inteira havia acabado, e foi devastador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu realmente não sabia o que fazer por alguns meses. Eu senti que eu havia desapontado a geração anterior de empreendedores – que eu tinha deixado cair o bastão que havia sido passado pra mim. Eu me encontrei com David Packard e Bob Noyce e tentei pedir desculpas por ter estragado tudo. Eu era um fracasso amplamente divulgado, e até mesmo pensei em fugir da Vale do Silício. Mas algo lentamente começou a se mostrar pra mim – eu ainda adorava o que fazia. Os eventos na Apple não mudaram isso nem um pouquinho. Eu havia sido rejeitado, mas ainda estava apaixonado. Então eu decidi começar de novo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu não vi isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter me acontecido. O peso de ser bem-sucedido foi substituído pela leveza de ser um principiante novamente, menos seguro sobre tudo. Libertou-me para entrar em um dos períodos mais criativos da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante os cinco anos seguintes, eu fundei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar, e me apaixonei por uma incrível mulher que se tornaria minha esposa. A Pixar criou o primeiro filme de desenho animado totalmente feito em computador, Toy Story, e agora é o estúdio de animação mais bem-sucedido do mundo. Em uma memorável seqüência de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei pra Apple, e a tecnologia que nós desenvolvemos na NeXT está no coração do recente renascimento da Apple. E Laurene e eu temos uma família maravilhosa juntos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho certeza que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio de péssimo gosto, mas eu acho que o paciente precisava. Às vezes a vida te acerta na cabeça com um tijolo. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me manteve em pé foi gostar do que eu fazia. Você tem que encontrar o que você gosta. E isso é verdade tanto para o seu trabalho quanto para seus companheiros. Seu trabalho vai ocupar uma grande parte da sua vida, e a única maneira de estar verdadeiramente satisfeito é fazendo aquilo que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um ótimo trabalho é fazendo o que você ama fazer. Se você ainda não encontrou, continue procurando. Não se contente. Assim como com as coisas do coração, você saberá quando encontrar. E, como qualquer ótimo relacionamento, fica melhor e melhor com o passar dos anos. Então continue procurando e você vai encontrar. Não se contente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minha terceira história é sobre morte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu tinha 17 anos, eu li uma frase que era algo assim: “Se você vive cada dia como se fosse o último, algum dia você vai estar certo.” Ela causou uma impressão em mim, e desde então, pelos últimos 33 anos, eu tenho olhando no espelho toda manhã e perguntado a mim mesmo: “Se hoje fosse o último dia da minha vida, eu faria o que eu vou fazer hoje?” E sempre que a resposta tem sido “Não” por muitos dias seguidos, eu sei que eu preciso mudar alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembrar-me de que logo eu vou estar morto é a ferramenta mais importante que eu encontrei pra me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Porque quase tudo – todas as expectativas exteriores, todo o orgulho, todo o medo de passar vergonha ou falhar – todas essas coisas simplesmente ficam pequenas diante da morte, deixando apenas o que é realmente importante. Lembrando-se de que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço pra evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há motivo para não seguir seu coração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cerca de um ano atrás eu fui diagnosticado com câncer. Eu tive um exame às 7h30min da manhã, e ele claramente mostrou um tumor no meu pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos disseram-me que era quase que certamente um tipo incurável de câncer, e que eu não viveria mais que 3 ou 6 meses. Meu medico me aconselhou a ir pra casa e colocar meus assuntos em ordem, o que é o código médico para prepare-se para morrer. Isso significa tentar dizer pros seus filhos tudo o que você planejava dizer nos próximos dez anos em apenas alguns meses. Significa ter certeza que tudo está ajustado de maneira que seja o mais fácil possível para sua família. Significa dizer os seus adeuses.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu vivi com aquele diagnóstico durante o resto do dia. Mais tarde naquele mesmo dia eu fiz uma biópsia, onde eles enfiaram um endoscópio na minha goela, através do meu estomago e meus intestinos, colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha esposa, que estava lá, contou-me que quando os médicos viram as células debaixo de um microscópio, eles começaram a chorar, porque no fim das contas era um tipo muito raro de câncer pancreático que é curável através de cirurgia. Eu fiz a cirurgia e estou bem agora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso foi a mais próximo que eu estive de encarar a morte, e espero que seja o mais próximo que eu chegue por mais algumas décadas. Tendo passado por isso, eu agora posso dizer isso pra vocês com um pouco mais de certeza do que quando a morte era apenas um conceito útil, mas puramente conceitual:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ninguém quer morrer. Mesmo pessoas que querem ir pro céu não querem morrer pra chegar lá. E mesmo assim a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém jamais escapou. E é assim que tem que ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente causador de mudanças da vida. Ela elimina o velho para criar espaço pro novo. Agora o novo são vocês, mas não muito longe de agora, vocês gradualmente se tornarão o velho e serão eliminados. Sinto muito ser tão dramático, mas é a verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seu tempo é limitado, então não percam tempo vivendo a vida de outro. Não sejam aprisionados pelo dogma – que é viver com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior. E mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição. Eles de alguma forma já sabem o que você realmente quer se tornar. Tudo o mais é secundário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu era novo, havia uma publicação incrível chamada The Whole Earth Catalog (O Catálogo Inteiro da Terra), que era uma das bíblias da minha geração. Ela foi criada por um sujeito chamado Stewart Brand não muito longe daqui em Menlo Park, e ele a trouxe à vida com seu toque poético. Era o final dos anos 60, antes dos computadores pessoais e seus editores de texto e impressoras, então ela era toda feita com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. Era como um Google formato de papel de jornal, 35 anos antes do Google aparecer: era idealístico, e cheio de ferramentas legais e grandes conceitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Stewart e seu time publicaram varias edições do The Whole Earth Catalog, e quando chegou a hora, eles fizeram a edição final. Foi no meio dos anos setenta, e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa da edição final havia uma fotografia de uma estrada de interior de manhã cedo, do tipo que você encontra trilhando se for aventureiro o suficiente. Nela estavam as palavras: “Permaneça faminto. Permaneça tolo.” Era a mensagem de adeus deles. Permaneça faminto. Permaneça tolo. E eu sempre desejei isso pra mim. E agora, que vocês se formaram, eu desejo isso pra vocês.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Permaneçam famintos. Permaneçam tolos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muito obrigado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Traduçã0: Samuel Kirschner&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-2172865666438166714?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/f3e94tg1cZ4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/2172865666438166714/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=2172865666438166714&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/2172865666438166714?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/2172865666438166714?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/f3e94tg1cZ4/voc-tem-que-encontrar-o-que-voc-gosta.html" title="“Você tem que encontrar o que você gosta”, diz Steve Jobs" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/02/voc-tem-que-encontrar-o-que-voc-gosta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4NSHk_fip7ImA9WxZRGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-87515855296861805</id><published>2008-02-12T20:41:00.000-02:00</published><updated>2008-02-12T21:29:59.746-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-12T21:29:59.746-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Riqueza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Motivação" /><title>8 Segredos para Construir Riqueza</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.getacoach.co.nz/images/Oct4/wealth1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.getacoach.co.nz/images/Oct4/wealth1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos atalhos para construir riqueza é aprender com aqueles que adquiriram grande fortuna. O bilionário John Paul Getty é conhecido como um dos maiores construidores de riqueza da história dos Estados Unidos. Ele escreveu suas idéias em um livro sobre o qual comentarei em outra oportunidade. Aqui estão as principais idéias:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segredo Número 1:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para construir riqueza, você precisa ter seu próprio negócio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você pode pensar que o executivo com um salário de R$ 100.000,00 está melhor que o dono de um pequeno supermercado, mas o executivo está sempre sendo pressionado para melhorar seus resultados e os impostos comem a maioria dos seus rendimentos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pequeno empresário tem oportunidades ilimitadas de expandir seu negócio e sua renda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segredo Número 2:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você precisa ter conhecimento do negócio no início e continuar a aumentar seu conhecimento à medida que o negócio se desenvolve. Se você não sabe o que está fazendo quando começa, seus erros serão caros e frequentemente desnecessários, e você não vai conseguir acompanhar a concorrência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comece esperto e continue esperto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segredo Número 3:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Você deve economizar dinheiro tanto na sua vida pessoal como nos seus negócios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Disciplina é chave para guardar dinheiro. Você deve desenvolver a força de vontade necessária para resistir à gratificação instantânea. Recursos serão necessários para expandir e devem ser protegidos atenciosamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segredo Número 4:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você deve correr riscos, tanto com seu dinheiro como com dinheiro emprestado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Correr riscos é essencial para o crescimento dos negócios. Alguns dos homem mais ricos apostaram sua fortuna inteira e perderam, mais de uma vez, antes de serem compensados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amenize o risco com bom senso, experiência, comprometimento e apoio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segredo Número 5:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você deve não somente aprender a viver com estresse, mas procurá-lo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma vez que você aprenda a lidar com o estresse, você vai não só gostar dele, mas vai procurá-lo entusiasticamente e se perguntar como conseguia viver sem ele. Homens de posses olham para o dinheiro como se fosse um jogo que eles amam jogar. Leve-o muito a sério e você vai sofrer mais do que o necessário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leve a vida na esportiva ou seu estresse vai atingir níveis além do seu controle.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segredo Número 6:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Construir riqueza é uma consequência do sucesso do seu negócio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se dinheiro é seu único objetivo, você provavelmente vai falhar. Riqueza é apenas um benefício do jogo. Se você vencer, o dinheiro vai estar lá. Se você perder, e você vai perder de tempos em tempos se você jogar o suficiente, deverá ter sido divertido ou não terá valido a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segredo Número 7:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paciência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este é o maior ativo dos negócios. Espero pelo momento certo para agir. Deixe seu negócio crescer naturalmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segredo Número 8:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diversifique no topo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma vez tendo atingido o sucesso, você entenderá que qualquer negócio é limitado nos desafios que ele oferece. Você vai querer e vai precisar de outros desafios, então deve procurar outros negócios para manter seu interesse.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-87515855296861805?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/q3i3Vb-sJqQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/5528617392453479269/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=5528617392453479269&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/5528617392453479269?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/5528617392453479269?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/q3i3Vb-sJqQ/cartes-de-visita-que-impacta.html" title="Campanha Terralog" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R7Dae6JFtPI/AAAAAAAAACE/ohovXbzXTNo/s72-c/cartao+pretao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/02/cartes-de-visita-que-impacta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcGR3kyeyp7ImA9WxZRFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-7900044198552825755</id><published>2008-02-09T13:11:00.000-02:00</published><updated>2008-02-09T13:47:06.793-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-09T13:47:06.793-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Negócios" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Impacta" /><title>Campanha Banco do Brasil</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R63IRaJFtMI/AAAAAAAAABs/5iCJUDo9z4w/s1600-h/carrobb.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165004549064602818" style="WIDTH: 417px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" height="197" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R63IRaJFtMI/AAAAAAAAABs/5iCJUDo9z4w/s400/carrobb.JPG" width="387" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R63GsqJFtKI/AAAAAAAAABc/8vpy0yLnLYY/s1600-h/creditobb.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165002818192782498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R63GsqJFtKI/AAAAAAAAABc/8vpy0yLnLYY/s400/creditobb.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são as duas peças publicitárias que a Impacta fez para o Banco do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R63DE6JFtGI/AAAAAAAAAA8/W6cMmJM7hF8/s1600-h/creditobb.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-7900044198552825755?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:F7zBnMyn0Lo"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:F7zBnMyn0Lo" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:KwTdNBX3Jqk"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:KwTdNBX3Jqk" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:l6gmwiTKsz0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=l6gmwiTKsz0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=RceDvO62Jok:fnsjGXg-xnU:TzevzKxY174"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=TzevzKxY174" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/RceDvO62Jok" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/7900044198552825755/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=7900044198552825755&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7900044198552825755?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7900044198552825755?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/RceDvO62Jok/blog-post.html" title="Campanha Banco do Brasil" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_f_YuhakK9_8/R63IRaJFtMI/AAAAAAAAABs/5iCJUDo9z4w/s72-c/carrobb.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/02/blog-post.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEMNSHo_fyp7ImA9WxZRFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-7726831900252760584</id><published>2008-02-04T16:53:00.000-02:00</published><updated>2008-02-09T13:54:59.447-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-09T13:54:59.447-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Negócios" /><title>A Grande Ironia</title><content type="html">&lt;a href="http://a.abcnews.com/images/Business/microsoft_yahoo_070504_ms.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://a.abcnews.com/images/Business/microsoft_yahoo_070504_ms.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A Microsoft planeja comprar o Yahoo. Um dos ícones da Web, o Yahoo já foi a empresa símbolo da internet, e o grande motor de busca da mesma, mas perdeu ambas posições para o Google. Há subjacente neste evento uma grande ironia que tentarei explicitar nos parágrafos seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais de tecnologia tendem a preferir os produtos das pequenas companhias ao invés dos produtos das gigantes, numa espécie de tesão Davi X Golias. Exemplos são a briga Linux x Windows, ICQ x MSN, Firefox x Internet Explorer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todos esses exemplos, a Microsoft foi a grande vilã. Há cerca de pouco mais de dez anos atrás, a Microsoft decidiu entrar com tudo no mercado internético, e o fez com aquisições violentas de pequenas empresas que eram o xodó de todo nerd da face da Terra. O caso mais emblemático (e traumático, para os geeks) foi a compra da Netscape, na época o navegador de internet mais utilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo é um lugar dinâmico, e o mundo dos negócios, mais ainda. Um dia, a Microsoft já foi vista como Davi, uma audaciosa empresa que ousou e conseguiu passar a perna no gigante Golias, naquele caso, a poderosa IBM. Uma vez estabelecida, a Microsoft passou a ser vista como vilã, por conta de seu voraz apetite de aquisições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Davi a Golias em trinta anos, a Microsoft reinou imbatível na internet por cerca de dez anos, até o surgimento de outro Davi, o Google. Realizando a transição Davi-Golias em três ou quatro anos, o Google é a Microsoft com anabolizantes. E isso se refere também ao apetite de aquisições. Hoje a Microsoft é vista como uma respeitável balzaquiana, e o Google é o novo vilão do pedaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a meteórica ascensão do Google, o Yahoo tem amargados perdas financeiras e de prestígio, para o terror dos profissionais de Silicon Valley, que a vêem como o símbolo de uma época inocente e feliz da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande ironia é que a única salvação do Yahoo é a sua compra pela Microsoft, outrora grande vilã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderá a parceria Microsoft-Yahoo frear o temível Google?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-7726831900252760584?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:F7zBnMyn0Lo"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:F7zBnMyn0Lo" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:KwTdNBX3Jqk"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:KwTdNBX3Jqk" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:l6gmwiTKsz0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=l6gmwiTKsz0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=EdRurHBP17A:lmtdWqnyIRA:TzevzKxY174"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=TzevzKxY174" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/EdRurHBP17A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/7726831900252760584/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=7726831900252760584&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7726831900252760584?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/7726831900252760584?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/EdRurHBP17A/grande-ironia.html" title="A Grande Ironia" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/02/grande-ironia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUcHQXg_eip7ImA9WxZRFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7096353602513838091.post-1603945981158201887</id><published>2008-01-31T15:08:00.000-02:00</published><updated>2008-02-09T14:03:50.642-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-09T14:03:50.642-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Produtividade" /><title>Questionando as Questões</title><content type="html">&lt;a href="http://www.datacarte.com/doc/imgcontenu/Point_Interrogation.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.datacarte.com/doc/imgcontenu/Point_Interrogation.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Qual foi a última vez que você, durante uma reunião no trabalho, pensou consigo mesmo: "Isso aqui é uma completa perda de tempo"? Estatísticas apontem que a maioria das reuniões de trabalho não servem pra nada, a não ser dar material para essas estatísticas. Por que isso acontece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Talvez seja porque os líderes colocam as questões erradas no começo do encontro. Ou pior, eles não perguntam nada que engaje o grupo, e como resultado, a reunião torna-se apenas um relatório da situação atual ou uma sessão de recados unilateral, falhando em captar o interesse ou curiosidades dos participantes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;A utilidade do conhecimento que nós adquirimos ou a efetividade das ações que tomamos dependem da qualidade das questões que nós perguntamos. Perguntas abrem a porta para o diálogo e a descoberta. Elas são um convite para a criatividade e o pensamento filosófico. Perguntas podem levar a ação em assuntos estratégicos; gerando insights criativos, elas podem causar mudanças.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Considere a possibilidade de que tudo que nós sabemos hoje sobre o mundo emergiu porque algumas pessoas foram curiosas. Elas formularam uma questão ou uma série de questões sobre algo que estavam interessadas ou profundamente preocupadas, o que as levou a aprender algo novo. Saber onde se quer chegar constitui metade do caminho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;Comece a aplicar esta técnica nas diversas áreas de sua vida, e perceberá aos poucos que os problemas se tornam mais fáceis de serem solucionados uma vez que o panorama geral está clarificado pelas questões corretas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7096353602513838091-1603945981158201887?l=samuelkirschner.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:F7zBnMyn0Lo"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:F7zBnMyn0Lo" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:KwTdNBX3Jqk"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?i=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:KwTdNBX3Jqk" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:l6gmwiTKsz0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=l6gmwiTKsz0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?a=fsvbyWBeATo:i3f9Y-e3yVg:TzevzKxY174"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/samuelkirschner?d=TzevzKxY174" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/samuelkirschner/~4/fsvbyWBeATo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://samuelkirschner.blogspot.com/feeds/1603945981158201887/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7096353602513838091&amp;postID=1603945981158201887&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/1603945981158201887?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7096353602513838091/posts/default/1603945981158201887?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/samuelkirschner/~3/fsvbyWBeATo/questionando-as-questes.html" title="Questionando as Questões" /><author><name>Samuel Kirschner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06043035893521777796</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="07761969449931948940" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://samuelkirschner.blogspot.com/2008/01/questionando-as-questes.html</feedburner:origLink></entry></feed>
