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  <title>Comentários do blog Vila Forte</title>
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  <description>Vila Forte - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Wed, 29 Jan 2014 17:34:58 GMT</pubDate>
  <author>Autores do blog</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487928.html?view=2804984#t2804984</link>
  <title>Comentário a Foi um prazer estar convosco neste esplanada</title>
  <description>Mais de 3 anos após o encerramento do Vila Forte os seus fundadores continuam com tudo no sítio.&lt;br /&gt;Quando se voltam a encontrar, o que não podendo ser mais amiúde, são bastantes as vezes, volta a celebrar-se a alegria do reencontro à beira do Rio Lena.&lt;br /&gt;Por isso, é para nós obvio que o melhor do blog Vila Forte continua vivo. E o melhor é a nossa amizade, a liberdade de opinar, a alegria dos nossos brindes, as nossas memórias e a esperança no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos</description>
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  <pubDate>Sun, 20 Nov 2011 19:44:26 GMT</pubDate>
  <author>António Silveira</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/264765.html?view=2802493#t2802493</link>
  <title>Comentário a Ruínas de Alares</title>
  <description>A quem possa interessar aprofundar um pouco mais o tema alerta-se para a existência de uma pequena publicação de 1925, de vários autores, denominada &quot;Questão entre povos - o povo do Rosmaninhal contra os povos de Alares, Cobeira e Cegonhas&quot;. &lt;br /&gt;Parabéns pelo texto publicado no blog</description>
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  <pubDate>Tue, 12 Oct 2010 16:07:58 GMT</pubDate>
  <author>Anónimo</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/432067.html?view=2800323#t2800323</link>
  <title>Comentário a 4 de Março de 2002</title>
  <description>Obrigada por recordarem este dia. É importante de certo para a família destas meninas, e sim não saiu da cabeça das pessoas que viveram esse momento. É difícil para crianças de nove anos viveram com a ideia de que escaparam à morte nesse dia... &lt;br /&gt;Mais uma vez obrigada por recordarem aos Portomosenses de que esta data ainda existe. </description>
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  <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 13:36:43 GMT</pubDate>
  <author>António Maria Romeiro Carvalho</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/264765.html?view=2799421#t2799421</link>
  <title>Comentário a Ruínas de Alares</title>
  <description>Excelente texto.&lt;br /&gt;As fotos estão boas e a paisagem é deveras espectacular, de uma beleza dura, mas atraente e dominadora.&lt;br /&gt;Estive lá, falei com o casal que ali vivia, em 1991, no âmbito da investigação para o mestrado. Vivi uma semana na Soalheira.&lt;br /&gt;Publiquei um artigo na Gazeta do Interior, em Agosto de 1991.&lt;br /&gt;António Romeiro&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 05 Jul 2010 05:46:43 GMT</pubDate>
  <author>gatinhafofa</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/486448.html?view=2798896#t2798896</link>
  <title>Comentário a E não deixes para amanhã o que deves fazer JÁ!</title>
  <description>nunca devemos deixar para amanha o que devemos fazer hoje. excelente escolha sem duvida.... beijokas!!</description>
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  <pubDate>Tue, 08 Jun 2010 09:01:55 GMT</pubDate>
  <author>crescita seno</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487147.html?view=2798059#t2798059</link>
  <title>Comentário a Montanheiros</title>
  <description>Parabéns pelo seu blog, muito bom!&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 07 Jun 2010 22:11:59 GMT</pubDate>
  <author>João M. Gil</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487147.html?view=2797803#t2797803</link>
  <title>Comentário a Montanheiros</title>
  <description>No meu último comentário, quis dizer &quot;sede&quot; e não &quot;cede&quot;. Peço desculpas.</description>
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  <pubDate>Mon, 07 Jun 2010 12:01:50 GMT</pubDate>
  <author>João M. Gil</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487147.html?view=2797035#t2797035</link>
  <title>Comentário a Montanheiros</title>
  <description>Cara Ana Narciso,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito obrigado pelo simpático post. &lt;br /&gt;Mas não entendo porque esperar pela segunda edição, para ler as histórias! É a tal coisa da privação para depois compensar, talvez. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o frio e fome: são excepções as vezes em que, ou eu ou o Verdasca, sentimos frio e fome lá em cima. A ideia não é essa. Aliás, fome não me lembro de sentir nenhuma vez. E já um e outro deixou os enlatados há muitos anos. Uma vez, cheguei ao final de dois dias longos de caminhada com cede, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visão, olhares e leituras montanheiras.&lt;br /&gt;João</description>
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  <pubDate>Sun, 06 Jun 2010 21:10:52 GMT</pubDate>
  <author>Nuno Verdasca</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487147.html?view=2796523#t2796523</link>
  <title>Comentário a Montanheiros</title>
  <description>Claro que vale, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nosso objectivo fazer os leitores subirem em espírito às montanhas ao lerem e verem o livro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pelas simpáticas palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre bom saber que transmitimos alegria e entusiasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumprimentos,&lt;br /&gt;Nuno Verdasca</description>
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  <pubDate>Fri, 04 Jun 2010 11:39:45 GMT</pubDate>
  <author>Pedro M Crespo</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/484825.html?view=2796249#t2796249</link>
  <title>Comentário a Europa: um ou dois anões?</title>
  <description>Pois parece que sim... &lt;br&gt;Parece que os europeus eram os únicos que não viam... &lt;br&gt;Vive-se num sentimento de &quot;direitos adquiridos&quot; pós 2ª Guerra Mundial, como se tudo o que aconteceu antes estivesse já ultrapassado e que a partir de agora não houvessem mais mudanças globais. &lt;br&gt;Como se a Europa pudesse viver de um estatuto. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Durante mais de uma década ouvi bocas e piadas a este Portugal - como isto começou mal , com o filho a bater na mãe - que era melhor que fossemos Espanhóis, etc. e isto por pessoas que não dispensam de comemorar o 1.º de Dezembro, claro! &lt;br&gt;&lt;br&gt;Depois disso veio ainda um descrédito maior, e face aos nossos políticos, dizia-se que tinha que ser a Europa a pôr a mão nisto! &lt;br&gt;&lt;br&gt;Então qual a surpresa? &lt;br&gt;Não queríamos que a Europa mandasse? &lt;br&gt;&lt;br&gt;Agora que esta esplanada está a fechar, o melhor é ir trabalhar... &lt;br&gt;&lt;br&gt;Abraço aos pensadores livres... &lt;br /&gt;e aos homens de acção!&lt;br&gt;&lt;br&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 04 Jun 2010 11:07:34 GMT</pubDate>
  <author>Pedro M Crespo</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487267.html?view=2795875#t2795875</link>
  <title>Comentário a Aos 12 anos</title>
  <description>Olá Pedro! &lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse é um dos muitos temas &quot;Tabu&quot; da nova sociedade... &lt;br&gt;&lt;br&gt;Está tudo virado para a satisfação imediata e para o prazer. &lt;br&gt;As crianças estudam línguas, praticam desporto, têm artes, viajam, fazem compras, navegam na net , saem à noite, etc. ; quase como adultos... e muitos chegam mesmo a adultos sem sequer conhecer o outro lado da vida: o trabalho (campo, oficina ou escritório), a doença num hospital ou até um enterro num funeral. &lt;br&gt;São poupadas... como se fosse possível depois ter uma vida sem estas coisas... &lt;br&gt;São &quot;tabús&quot;... &lt;br&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 02 Jun 2010 16:53:17 GMT</pubDate>
  <author>herlandersilva</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487267.html?view=2795107#t2795107</link>
  <title>Comentário a Aos 12 anos</title>
  <description>Parabéns ao rapaz e... aos paizinhos babados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Pedro&lt;br /&gt;Se quiseres inserir no Blog o link &lt;br /&gt; http ://desastredaescola.pt.vu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço sinceramente. Já recebi notícias de Portomosenses que estão fora e... viram no Vila forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não me estranha, eu quando quero saber noticias da terrinha, venho também aqui.&lt;br /&gt;Abraço&lt;br /&gt;Herlander&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 01 Jun 2010 11:25:07 GMT</pubDate>
  <author>patti</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487267.html?view=2792803#t2792803</link>
  <title>Comentário a Aos 12 anos</title>
  <description>Parabéns ao filho, caro Pedro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje os nossos filhos só começaram a trabalhar muito depois dos 25 anos. Tornam-se homens e mulheres muito mais tarde.</description>
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  <pubDate>Mon, 31 May 2010 15:39:10 GMT</pubDate>
  <author>Maria Antonieta</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487267.html?view=2792291#t2792291</link>
  <title>Comentário a Aos 12 anos</title>
  <description>Sinceramente penso que não faria mal nenhum aos putos saberem o que é responsabilide de trabalho e sobretudo sentirem que é bom trabalhar pois só assim é possivel ter-se dinheiro.&lt;br /&gt;Claro que não estamos a falar de trabalho em que se exploram as crianças, mas algum trabalho ainda que leve  proporcional á sua idade, na minha opiniãonão faria mal algum. &lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 31 May 2010 15:25:47 GMT</pubDate>
  <author>Pedro Rosa de Oliveira</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/485267.html?view=2792083#t2792083</link>
  <title>Comentário a Recordar é viver</title>
  <description>Pode comprovar também pelo post em que coloco a dedicatória da Prof Arminda que data de Abril de 1990.Logo estas fotos têm os anos que escrevi.&lt;br /&gt;Obrigado!</description>
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  <pubDate>Mon, 31 May 2010 15:03:07 GMT</pubDate>
  <author>Pedro Rosa de Oliveira</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/485267.html?view=2791827#t2791827</link>
  <title>Comentário a Recordar é viver</title>
  <description>Olá, &lt;br /&gt;Estas fotos foram tiradas nas comemorações do 18º ano aniversário,na Tremoceira,disso não tenho qualquer dúvida, do João Rino, do Donato Fonseca e do Gonçalo Beato ,que vão fazer em Outubro de 2010, 40 anos.Eu sou um ano mais novo.&lt;br /&gt;Obrigado eu, pela visita e comentário.</description>
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  <pubDate>Mon, 31 May 2010 13:46:44 GMT</pubDate>
  <author>benvinda januario</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/485267.html?view=2791571#t2791571</link>
  <title>Comentário a Recordar é viver</title>
  <description>Pedro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atrevo-me a comentar as duas fotografias publicadas...Não podem ter 22 anos!!..., talvez 15, 16, no máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, além da Mariza, que eu vi crescer e do Helder (que eu não conheço), também o &quot;meu &quot; Ricardo já não está  entre nós.&lt;br /&gt;Obrigada por esta surpresa...</description>
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  <pubDate>Mon, 31 May 2010 12:33:26 GMT</pubDate>
  <author>Paulo Sousa</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/487267.html?view=2791267#t2791267</link>
  <title>Comentário a Aos 12 anos</title>
  <description>Bom dia,&lt;br /&gt;Em primeiro lugar parabéns ao &apos;puto&apos; muito fixe que cá em casa tratamos e conhecemos por Joazito. Sabemos que ele sabe que pertence (mas também faz por merecer) a uma família feliz e exemplar a um nível infelizmente invulgar no nosso país. Parabéns também aos pais e avós que vêm estes doze anos como parte de um privilégio.&lt;br /&gt;Sobre o trabalho infantil (?) também concordo com muitas das questões que levantas. Também eu ajudei os meus pais na loja desde pequeno (nem sei bem quando é que deixei de ali andar só a brincar e comecei a ajudar) e também acho que as gerações mais novas precisam de assumir algumas responsabilidades sem que isso seja considerado abusivo. A fronteira entre isto e o trabalho infantil deve ser definida pelo bom senso, e nunca estas responsabilidades deverão impedir as horas de brincadeira nem, e claro, o acesso ao ensino.&lt;br /&gt;Adorei ler este post e ver a foto.</description>
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  <pubDate>Mon, 31 May 2010 11:07:38 GMT</pubDate>
  <author>Jorge Leitão</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/483834.html?view=2791162#t2791162</link>
  <title>Comentário a Combate ao desperdício</title>
  <description>Não vou comentar o post mas aproveito este espaço para publicar uma carta do Presidente da Camara de Santarém qual eu admiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; MOITA FLORES PRESIDENTE DA CAMARA DE SANTARÉM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ser verdade, honra lhe seja feita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________&lt;br /&gt;Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o&lt;br /&gt;Banco Alimentar contra a Fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tomei posse como presidente da Câmara de Santarém fui&lt;br /&gt;confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete.&lt;br /&gt;Era a véspera de Natal. Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a&lt;br /&gt;hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes&lt;br /&gt;luxuosos e dezenas de bolos-rei cheirou-me a esturro. Também chegaram&lt;br /&gt;coisas menores. E coisas nobres: recebi vários ramos de flores, a&lt;br /&gt;única prenda que não consigo recusar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições de&lt;br /&gt;solidariedade social, com excepção das flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo Natal a coisa repetiu-se. E então percebi que as prendas se&lt;br /&gt;distribuíam por três grupos. O primeiro claramente sedutor e manhoso&lt;br /&gt;que oferecia um chouriço para nos pedir um porco. O segundo, menos&lt;br /&gt;provocador, resultava de listas que grandes empresas ligadas a&lt;br /&gt;fornecimento de produtos, mesmo sem relação directa com o município,&lt;br /&gt;que enviam como se quisessem recordar que existem. O terceiro grupo é&lt;br /&gt;aquele que decorre dos afectos, sem valor material mas com significado&lt;br /&gt;simbólico: flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças&lt;br /&gt;de Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de tudo isto, o correio é encharcado com milhares de postais de&lt;br /&gt;boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala&lt;br /&gt;inimaginável. Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar&lt;br /&gt;um cartão de boas--festas quando se recebe milhares e se expede&lt;br /&gt;milhares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito,&lt;br /&gt;alterei-o. Foi enviada nova carta em que informámos que agradecíamos&lt;br /&gt;todas as prendas que enviassem. Porém, pedíamos que fosse em géneros&lt;br /&gt;de longa duração para serem ofertados ao Banco Alimentar contra a&lt;br /&gt;Fome. Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora&lt;br /&gt;têm um destino merecido. E assim, nos últimos dois Natais recebemos&lt;br /&gt;cerca de 8 toneladas de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao&lt;br /&gt;Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário&lt;br /&gt;público. Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros,&lt;br /&gt;ainda se compreendia e seria razoável. Em vários países do mundo é&lt;br /&gt;assim. Aqui não. Quer passar-se do 8 para o 80. O que significa que&lt;br /&gt;nada vai mudar. Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei&lt;br /&gt;enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que&lt;br /&gt;possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar. E jamais devolverei&lt;br /&gt;uma flor que me seja oferecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Moita Flores, Professor Universitário</description>
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  <guid isPermaLink='true'>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/483834.html?view=2790906#t2790906</guid>
  <pubDate>Mon, 31 May 2010 10:35:52 GMT</pubDate>
  <author>Pedro Rosa de Oliveira</author>  <link>https://vilaforte.blogs.sapo.pt/483834.html?view=2790906#t2790906</link>
  <title>Comentário a Combate ao desperdício</title>
  <description>(...) do que os cortes salariais (e aumentos do impostos sobre o trabalho) propostos nestes países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, porque só o corte na despesa pública é verdadeiramente consistente e impede o desmando das contas públicas. Sem cortar na despesa pública, todos os sacrifícios exigidos aos portugueses serão insuficientes, porque o problema subsiste. Inevitavelmente, novos sacrifícios lhes serão exigidos a breve trecho para continuar a alimentar o Estado, incapaz de conter o seu voraz e doentio apetite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, convém não esquecer que o PEC (entretanto já revisto e “agravado”) apresentado pelo governo português, não prevê crescimento económico. Isto é, não podendo contar com o aumento da riqueza produzida para atenuar os sacrifícios exigidos aos portugueses, os esforços da consolidação serão forçosamente feitos à custa de cortes e do agravamento de impostos, como estamos a ver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer-me parecer, portanto, que os sacrifícios não se vão ficar por aqui… &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado no Diário de Coimbra de 31 de Maio de 2010 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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