<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923</id><updated>2024-11-08T07:41:19.974-08:00</updated><category term="saúde mental"/><category term="reforma psiquiátrica"/><category term="caps"/><category term="serviço social"/><category term="Memória da loucura"/><category term="loucura"/><category term="ministério da saúde"/><category term="desistitucionalização"/><category term="18 de maio"/><category term="conferência nacional"/><category term="desinstitucionalização"/><category term="hpj"/><category term="história da psiquiátria"/><category term="residências terapêuticas"/><category term="serviço residencial terapêutica"/><category term="srt"/><category term="barbacena"/><category term="esquizofrenia"/><category term="família"/><category term="luta antimanicomial"/><category term="oficinas terapêuticas"/><category term="psicologia"/><category term="retratos da história"/><category term="UERJ"/><category term="UFF"/><category term="UFRJ"/><category term="assistente social"/><category term="ato-médico"/><category term="benefícios"/><category term="drogas"/><category term="encontro"/><category term="filme"/><category term="hospital psiquiátrico de jurujuba"/><category term="implantação da rede de saúde mental"/><category term="juliano moureira"/><category term="lei 10.216"/><category term="manicômio"/><category term="paulo delgado"/><category term="programa de volta para casa"/><category term="psiquiatria"/><category term="psiquiátrico"/><category term="teatro"/><category term="trabalhador"/><category term="BPC"/><category term="IFB"/><category term="Instituto Franco Basaglia"/><category term="PNDH 3"/><category term="PNDH III"/><category term="SUS"/><category term="SUS; 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da década de 70, percebe-se no país alguns movimentos de crítica ao 
modelo hospitalocêntrico no que se refere à assistência psiquiátrica. A 
violência nos manicômios e a exclusão já eram pautas de discussões que 
reivindicavam os direitos do doente mental. Os principais 
questionamentos se relacionavam à natureza do modelo privatista e à sua 
incapacidade de produzir um atendimento que contemplasse as necessidades
 de seus usuários. Entretanto, ainda não havia um modelo de cuidado 
muito claro e nem uma proposta estruturada de intervenção clínica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Foi
 só na década de 80 que o movimento pela reforma psiquiátrica, no Brasil
 ganhou importância, tanto política como social. Tal período, marcado 
pelo final da ditadura, abriu a possibilidade de mudanças no setor da 
saúde e permitiu a participação de outros setores, que não os médicos, 
nesse processo. Ganhou ênfase também uma série de críticas às noções de 
clínica e cidadania, ambas ancoradas em uma concepção universal de 
sujeito, em que a normalidade deveria ser reconstituída. Para Birman 
(1992), a construção de um novo espaço social para a loucura exigia que a
 noção de cidadania e a base do saber psiquiátrico fossem colocados em 
debate. Era preciso inventar novos locais, instrumentos técnicos e 
terapêuticos, como também novos modos sociais de estabelecer relações 
com esses sujeitos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Nessa
 trajetória, a influência da psiquiatria democrática italiana, a partir 
de meados dos anos 80, ganhou força no país. Este movimento propunha o 
questionamento da suposta universalidade do racionalismo científico das 
psiquiatrias, desvelando sua pretensa neutralidade. Novos protagonistas,
 como usuários e familiares, aumentaram o coro de reivindicações por 
outras possibilidades de atenção, espaços e avanços técnicos. 
Corroboraram esta tendência, a implementação de experiências de 
hospitais-dia; a inserção do movimento psicanalítico em vários setores, a
 realização da 1ª Conferência Nacional de Saúde Mental no Rio de 
Janeiro, em 1987, considerada um marco histórico na psiquiatria 
brasileira; a criação do Centro de Atenção Psicossocial Professor Luiz 
Cerqueira, em São Paulo, no mesmo ano; a intervenção, em 1988, na Casa 
de Saúde Anchieta, em Santos e o Projeto de Lei do deputado federal 
Paulo Delgado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Nos
 anos 90, assistimos a criação e consolidação de propostas como os 
Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Núcleos de Atenção Psicossocial 
(NAPS), Lares Abrigados, etc., embora, desde os anos 80, algumas 
experiências já estivessem sendo desenvolvidas (Venancio, 1990) e apesar
 do fato dos hospitais psiquiátricos ainda absorverem a maior parte das 
verbas destinadas à assistência em psiquiatria (Alves, 1994). A esta 
década parece ter ficado o papel de, efetivamente, implementar novos 
dispositivos, sem perder o compromisso da reflexão e do fluxo constante 
de avaliações, sem os quais corre-se o risco de produzir novos 
enclausuramentos e novas hegemonias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Algumas Reflexões Sobre o Conceito de Autonomia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhGb7YXFezJvleHYbdS5FCNjlzpnwIbtd5fLqOvhOXC4-cu2T663uNDYBrUZoP2yATR49R2VqAdi3s0UnCTtr_EeHE-7J0y7K6-h8U9DNwPsW6fag0hIf_68BANfrQp05SYRfKH5zpabJpv/s1600/loucura.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;209&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhGb7YXFezJvleHYbdS5FCNjlzpnwIbtd5fLqOvhOXC4-cu2T663uNDYBrUZoP2yATR49R2VqAdi3s0UnCTtr_EeHE-7J0y7K6-h8U9DNwPsW6fag0hIf_68BANfrQp05SYRfKH5zpabJpv/s320/loucura.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;A
 palavra autonomia é originada do grego para designar a capacidade de um
 indivíduo de se autodeterminar, de se auto-realizar, de autos (si 
mesmo) e nomos (lei). No Dicionário encontramos: &lt;i&gt;autonomia&lt;/i&gt;. sf  1. qualidade ou estado de autônomo, independente, livre. &lt;i&gt;Autonomia&lt;/i&gt;.
 1. faculdade de se governar por si mesmo. Autonomia significa então 
auto-construção, autogoverno. A discussão travada em torno deste 
conceito é recente e encontra-se em outras instâncias da sociedade como 
autonomia na escola, autonomia operária, autonomia institucional. 
Contudo, no campo da saúde mental o conceito parece recobrir-se de 
sentidos imprecisos. Como lidar com este tema quando se trata de 
sujeitos destituídos de todo e qualquer valor ao receber o atributo de 
doente mental? Outra pergunta que pode ser feita é se as instituições 
que utilizam novos dispositivos assistenciais, contrários àqueles do 
tradicional manicômio, propiciam a produção de autonomia para os 
usuários que se beneficiam do tratamento?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Parece
 que o ponto nodal está em definir o que pode ser entendido como 
autonomia para nós e para a clientela assistida. De acordo com Leal a 
produção de autonomia pode ser caracterizada em duas vias: &lt;i&gt;Primeiro o
 abandono da expectativa de resolutividade e eficácia a partir da 
comparação com o nosso desempenho; e segundo a criação de outras 
possibilidades de vida a partir deste outro padrão de subjetivação 
(Leal, 1994:153). Outra questão diretamente  interligada ao tema diz 
respeito à possibilidade de repensar o processo de cura em psiquiatria a
 partir da discussão de uma autonomia possível. Dessa forma, entra em 
cena também a polêmica entre autonomia e tutela&lt;/i&gt;. Segundo Delgado 
(1992), todo cuidado implica um grau de tutela, todo serviço de caráter 
protetivo, tem a função de tutela. Entretanto, as atuais modalidades 
assistenciais não visam mais a adequação a um padrão único de 
subjetividade, seu sentido sendo bastante diferente daquele instituído 
pela clínica clássica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Pode-se
 observar que no Brasil, a tradição de pesquisa sobre a produção de 
autonomia é ainda muito recente, principalmente na área com a qual 
estamos lidando. Um dos impasses é como avaliar ou quais critérios 
eleger para que a realidade possa ser retratada sem que seja reduzida a 
padrões universalizantes e reducionistas. Observa-se atualmente, a 
realização de alguns estudos (Pitta, 1997) sobre o assunto pautado na 
definição e avaliação de critérios chamados pragmáticos e apragmáticos, 
como autonomia para higiene, alimentação, medicação, ir e vir, trabalho e
 relações sociais (família, amigos, grupos sociais). No entanto, quando 
se trata de uma clientela específica como é o caso dos sujeitos 
psicóticos, a adoção de tais critérios não nos parece suficiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Assim, 
uma concepção possível para autonomia seria pensá-la como o momento em 
que o sujeito passa a conviver com seus problemas de  forma a requerer 
menos dispositivos assistenciais do próprio serviço. Assim, caberia à 
instituição funcionar como um espaço intermediário, um local de 
passagem, na medida em que possibilitaria aos usuários um aumento de seu
 poder contratual, emprestando-lhe, segundo Tykanori (1996), sua própria
 contratualidade. Importa menos, neste sentido, criar e impor critérios 
de autonomia para esta clientela, mas observar qual seria o lugar 
ocupado pela questão no interior de uma nova perspectiva de atenção à 
loucura, como a instituição a concebe e promove no cuidado de seus 
usuários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Fonte:&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Núbia Schaper Santos&lt;sup&gt;I, &lt;a href=&quot;http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=8959400046975704923&quot; name=&quot;ast1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-98932000000400006&amp;amp;script=sci_arttext#ast1b&quot;&gt;*&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;; Patty Fidelis de Almeida&lt;sup&gt;II, &lt;a href=&quot;http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=8959400046975704923&quot; name=&quot;ast2&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-98932000000400006&amp;amp;script=sci_arttext#ast2b&quot;&gt;**&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;;  Ana Teresa Venancio&lt;sup&gt;III, &lt;a href=&quot;http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=8959400046975704923&quot; name=&quot;ast3&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-98932000000400006&amp;amp;script=sci_arttext#ast3b&quot;&gt;***&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;; Pedro Gabriel Delgado&lt;sup&gt;III, &lt;a href=&quot;http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=8959400046975704923&quot; name=&quot;ast4&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-98932000000400006&amp;amp;script=sci_arttext#ast4b&quot;&gt;****&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;sup&gt;&amp;nbsp;&lt;/sup&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;sup&gt;I&lt;/sup&gt; Universidade Federal de São Carlos    &lt;br /&gt; &lt;sup&gt;II&lt;/sup&gt; Escola Nacional de Saúde Pública / Fundação Oswaldo Cruz    &lt;br /&gt; &lt;sup&gt;III&lt;/sup&gt; Núcleo de Pesquisa do Instituto Franco Basaglia - RJ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strike&gt;&lt;/strike&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/5917036556033278498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2013/03/a-autonomia-do-sujeito-psicotico-no.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5917036556033278498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5917036556033278498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2013/03/a-autonomia-do-sujeito-psicotico-no.html' title='A autonomia do sujeito psicótico no contexto da reforma psiquiátrica brasileira'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhGb7YXFezJvleHYbdS5FCNjlzpnwIbtd5fLqOvhOXC4-cu2T663uNDYBrUZoP2yATR49R2VqAdi3s0UnCTtr_EeHE-7J0y7K6-h8U9DNwPsW6fag0hIf_68BANfrQp05SYRfKH5zpabJpv/s72-c/loucura.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-5627883031194048989</id><published>2013-03-20T07:33:00.000-07:00</published><updated>2013-03-20T18:43:42.731-07:00</updated><title type='text'> SERVIÇO RESIDENCIAL TERAPÊUTICO:   o olhar a partir do processo de desinstitucionalização de pessoas com transtornos mentais</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;O
presente estudo que tem por título “Serviço Residencial Terapêutico: o olhar a
partir do processo de desinstitucionalização de pessoas com transtornos
mentais” aborda o movimento que se desencadeia, de forma especial, a partir da
Reforma Psiquiátrica Brasileira, com foco no processo de desinstitucionalização
de pessoas com transtornos mentais a partir do olhar sob o funcionamento de um
serviço residencial terapêutico constituído no município de Niterói. A análise
buscou conhecer se o Serviço Residencial Terapêutico proporciona efetivamente
um espaço de moradia adequado para essas pessoas, como preconizado pela
Portaria/GM nº106 de 11 de fevereiro de 2000. O estudo utilizou a metodologia
qualitativa por possibilitar a descrição e explicação do cotidiano, nas
situações sociais vividas, como forma de apreender os processos sociais
presentes e as sequências de acontecimentos em que ocorrem a experiência
humana, condutas e significados atribuídos dentro do seu cenário social.
Trabalhamos com questionário e entrevista para visibilizar essa proposta, e
indicamos também caminhos de intervenção do Serviço Social no processo de
Reabilitação Psicossocial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Por : Patrícia Lima&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Gostaria de prestar minha homenagem à&amp;nbsp; grande de amiga que acaba de concluir seu trabalho de conclusão de curso pela UFF. Ex estagiária do Hospital de Jururjuba, militante e trabalhadora da Saúde Mental em Niterói, desde 2010 vem se destacando com seu trabalho junto à rede. Sua trajetória singular foi um exemplo da atuação de um Assistente Social inserido na saúde mental. Crítica , Criativa e Competente soube manter o foco na questão social sem perder de vista o &quot;sujeito&quot; e as implicações da psicose. Incansavelmente seus trabalhos foram surtindo efeito desde o inicío com pacientes de longa&amp;nbsp; pemanência dentro hospital, passando pela reinserção destes nos serviços residenciais terpêuticos (obras do PAC-Prevetório), Centro de Convivência e Caps(adulto) centro de niterói,&amp;nbsp; em ambos trabalhando atualmente. Além disso, recentemente no carnaval 2013&amp;nbsp; fez um lindo trabalho junto à equipe no Bloco carnavalesco &quot;loucos pela Vida&quot;.&amp;nbsp; Patrícia, sua monografia é o resultado de atuação prática, de alguém que se debruçou sobre a realidade e como&amp;nbsp; eu dizia desde o início:&amp;nbsp; &quot; Vamos colocar a mão na massa&quot;! A articulação entre teoria e prática sei que não foi objeto de&amp;nbsp; tanta angústia, como acontece com muitos alunos da graduação. Em breve , trarei mais postagens&amp;nbsp; da Patrícia a respeito desse assunto (tema da sua monografia). Parabéns, Paty! Te vejo na Residência multiprofissional!!(Marcelle,&amp;nbsp; Assistente Social (autora deste Blog)&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Patrícia Ferreira de Lima&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://facebook/marcelletrindade.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;facebook&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/5627883031194048989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2013/03/servico-residencial-terapeutico-o-olhar.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5627883031194048989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5627883031194048989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2013/03/servico-residencial-terapeutico-o-olhar.html' title=' SERVIÇO RESIDENCIAL TERAPÊUTICO:   o olhar a partir do processo de desinstitucionalização de pessoas com transtornos mentais'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTci2g5TTjHtlLHrFC-LzHYHVNkoesrNOh2qhd2KDiWuzXpbaZ_BH9w20NKauSwhe_p8I_3l5ab8i-3WIDkY-Q7iMMjxv7XMwko7_T7aGC1fg7SLmsUtzQNq7YUWp5YRFVMoBxknikVk9T/s72-c/DSC01198.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>9</thr:total><georss:featurename>Niterói - RJ, República Federativa do Brasil</georss:featurename><georss:point>-22.8807655 -43.104334999999992</georss:point><georss:box>-22.997766499999997 -43.26569649999999 -22.7637645 -42.942973499999994</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-5392276263673403209</id><published>2012-06-15T18:59:00.003-07:00</published><updated>2012-06-15T18:59:46.655-07:00</updated><title type='text'>Rumos da saúde mental frente aos desafios do SUS</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCm2_trVyH_xjro4cXRf_jqOjG4bxVvcmyUYN4K-_esQGWk24u3WY35pYzmhM_N56Aj0uD7V2J1RmaJnhhqtB0lTxJLKIPsABbFPmaEsNZ-Dvx-6q6sPL2yWo0X9DiOPfMELrt3qj0i3r2/s1600/amarante.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCm2_trVyH_xjro4cXRf_jqOjG4bxVvcmyUYN4K-_esQGWk24u3WY35pYzmhM_N56Aj0uD7V2J1RmaJnhhqtB0lTxJLKIPsABbFPmaEsNZ-Dvx-6q6sPL2yWo0X9DiOPfMELrt3qj0i3r2/s1600/amarante.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como a conjuntura social e política, nas últimas décadas, afetou no 
desenvolvimento do campo da Reforma Psiquiátrica no Brasil? Esta foi a 
principal questão explorada na mesa-redonda &lt;em&gt;Análise das Políticas Públicas da Saúde Mental no Brasil e sua contribuição na Saúde Coletiva&lt;/em&gt;
 no segundo dia (8/6) do III Congresso Brasileiro de Saúde Mental. Um 
dos expositores desta atividade foi o pesquisador da ENSP/Fiocruz Paulo 
Amarante, que destacou ser fundamental que a militância da saúde mental 
volte suas forças para fazer críticas atualizadas ao pensamento 
psiquiátrico e não fique apenas preocupada em abrir novos Centros de 
Atenção Psicossocial pelo país.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 O psiquiatra italiano 
Ernesto Venturini foi o primeiro a se apresentar na mesa-redonda e 
levantou o impasse do tratamento das drogas, em especial do crack, hoje 
no Brasil. Para ele, há um movimento pela retomada do controle do 
comportamento do usuário, voltado para uma estrutura psiquiátrica 
fechada e indo contra as conquistas obtidas pela Reforma Psiquiátrica 
Brasileira. “Precisamos desenvolver uma série de avaliações científicas e
 críticas para comparar os custos diretos e indiretos dessas ações. O 
papel familiar é fundamental nesta luta contra as drogas, e precisamos 
também de pesquisas que possam mostrar o quanto este tipo de apoio 
reflete no bom tratamento do usuário”, ressaltou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 Outro 
ponto explorado pelo italiano com relação ao consumo de drogas é se a 
dependência vem do poder da substância ou da intenção da pessoa em 
querer consumi-la. Para Ernesto, é fundamental que os atores que 
trabalham neste processo compreendam os diferentes fatores envolvidos 
nesta questão, abranjendo o contexto social em que o usuário está 
inserido. “O consumo de drogas é proporcional a uma sociedade que incita
 o consumo de mercadorias desenfreadamente. A única diferença está na 
maneira como o produto é usado”, encerrou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 Já o psicólogo e 
professor da UFRJ, Eduardo Mourão Vasconcelos, mostrou que os problemas 
enfrentados pelo movimento da saúde mental estão hoje intrinsecamente 
ligados à crise econômica global que vivemos. Segundo sua exposição, o 
fato de as decisões mundiais acontecerem diretamente nas esferas 
financeiras, a crise ambiental afetar o ecossistema do planeta e o novo 
padrão de desenvolvimento não sustentável dos países são os fatores para
 que os países deixem de investir em políticas sociais, o que 
consequentemente &amp;nbsp;afeta a população.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 “E é isso o que vem
 ocorrendo no Brasil”, segundo Mourão. O SUS sofre com o sucateamento 
das políticas sociais e com a precarização dos vínculos de trabalho, 
&amp;nbsp;afetando o campo da saúde mental. “A conjuntura que se abre por conta 
das políticas neoliberais fez com que os avanços obtidos pela 
psiquiatria nos últimos anos sofressem um baque, exigindo hoje maior 
mobilização do movimento antimanicomial para dar respostas políticas de 
peso contra tais ameaças”, afirmou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 Terceira a se 
apresentar, a enfermeira e pesquisadora da Universidade de Feira de 
Santana, Marluce Maria Araújo Assis, traçou um panorama histórico do 
movimento da saúde no país desde os anos 1970, quando, em plena época da
 ditadura, começou a se desenhar o conceito de que saúde é democracia e 
democracia é saúde. Pontuando o que de mais importante aconteceu nos 
anos 1980, 1990 e 2000 &amp;nbsp;na saúde pública e na saúde mental pelo país, 
Marluce ressaltou que o movimento social atuou ao longo desse período 
entendendo a saúde como um processo de Estado e não de governo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

 Entretanto, a pesquisadora lembrou que, apesar de um sistema sólido, 
ainda há muito a ser feito, e o SUS enfrenta atualmente uma série de 
dilemas, como a insuficiência de financiamento para atender às 
necessidades brasileiras, a hospitalização da atenção como uma prática 
dominante, além de um modelo de atenção fragmentado e de baixa 
qualidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 Encerrando essa mesa de debates, o presidente
 da Abrasme e pesquisador da ENSP, Paulo Amarante, afirmou que os 
debates neste III Congresso são para provocar uma reação na comunidade 
da saúde mental. “Não queremos uma reforma psiquiátrica no sentido do 
serviço apenas. Não é só fechar os hospitais e abrir Caps pelo país. 
Temos que mudar a relação que a sociedade tem com as pessoas 
consideradas com transtorno mental. Esse é o nosso desafio”, disse.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

 Segundo o pesquisador, o modelo de atenção psicossocial vigente é o de 
que o doente não pode viver em sociedade. Se faz necessária uma reforma 
para transformar este conceito. A adoção da política de abertura de Caps
 1, 2 ou 3 pelo país burocratizou o atendimento ao usuário, deixando-o 
centrado em modelo médico, que olha apenas para &amp;nbsp;o seu diagnóstico, sem 
se preocupar em transformar a relação com ele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 Amarante 
lembrou ainda que há pouco investimento no país para o desenvolvimento 
de novos pensamentos para o campo da saúde mental. “A Reforma 
Psiquiátrica não é apenas uma reforma do serviço, e sim da nossa relação
 com os sujeitos, descobrindo novos conceitos, atores e experiências 
territoriais”, afirmou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe/30439&quot;&gt;ENSP &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/5392276263673403209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2012/06/rumos-da-saude-mental-frente-aos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5392276263673403209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5392276263673403209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2012/06/rumos-da-saude-mental-frente-aos.html' title='Rumos da saúde mental frente aos desafios do SUS'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCm2_trVyH_xjro4cXRf_jqOjG4bxVvcmyUYN4K-_esQGWk24u3WY35pYzmhM_N56Aj0uD7V2J1RmaJnhhqtB0lTxJLKIPsABbFPmaEsNZ-Dvx-6q6sPL2yWo0X9DiOPfMELrt3qj0i3r2/s72-c/amarante.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-8045259666995813534</id><published>2011-09-18T17:23:00.000-07:00</published><updated>2011-09-18T17:23:27.681-07:00</updated><title type='text'>Desinstitucionalizar é ultrapassar fronteiras sanitárias: o desafio da intersetorialidade e do trabalho em rede</title><content type='html'>Nos últimos anos é visível como a reforma psiquiátrica vem avançando no país, desde discussões mais afinadas acerca dos fundamentos históricos e conceituais da proposta de reforma em curso, até a análise crítica de seus principais dispositivos de intervenção, das conquistas e dos impasses que trabalhadores, gestores, usuários e familiares têm enfrentado no sentido de fazer avançar processos de desinstitucionalização requeridos, mas não garantidos, pelo aparato jurídico/estrutural da legislação vigente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível reconhecer também que há uma sensibilidade mais aguçada que nos leva a reconhecer que a reforma psiquiátrica está articulada à produção de novos modos de subjetivação, pressupondo práticas de cuidado diversas das predominantes no modelo asilar, bem como a ruptura da lógica tutelar a ele associada. Esse reconhecimento parte do pressuposto de que a loucura se encontra confinada em saberes e instituições psiquiátricas, e em função disso, as inúmeras possibilidades da loucura enquanto radicalidade da alteridade são reduzidas a um único significado: doença mental.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Sabemos, portanto, que daí derivam as práticas de controle, tutela, domínio, normatização e medicalização, tão evidentes em nosso cotidiano. A manutenção dessas práticas, a produção de novas formas de controle cada vez mais sutis e eficazes, assim como a dificuldade de produzir interferências nesse âmbito, tudo isso vem sendo descortinado dia após dia. Queremos mudar, mas esse querer vai sendo enfraquecido, pois também está atravessado por uma lógica, aqui entendida como marcas invisíveis que produzem formas de subjetivação, que se expressa através de um desejo em nós de dominar, de subjugar, de classificar, de hierarquizar, de oprimir e de controlar a vida (Machado e Lavrador, 2001). Trata-se, pois, de uma cultura manicomial, dos nossos manicômios mentais (Pelbart, 1990). Isso indica claramente que a reforma psiquiátrica não se restringe a uma ordem macropolítica. Clausuras subjetivas nos habitam e são muito poderosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditamos que há também lampejos em nossa compreensão atual de que não é para recuperar socialmente nem para retomar a normalidade perdida que a luta antimanicomial deveria operar, mas produzir novas formas de sociabilidade, reorientar nossas vidas a partir da mistura de diferentes códigos, romper os sentidos de mundo que a época nos impõe, produzir fissuras na ordem mundial, na hegemonia, na monotonia, constranger as linhas de força que operam hegemonicamente e que nos faz cada vez mais silenciosos, obedientes, dóceis e conformistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com base nesses princípios tentamos contribuir com o debate nacional gerando interlocução com atores sociais envolvidos na luta antimanicomial que produzem interferências decisivas nos rumos do processo de reforma psiquiátrica. Esses atores, independente da condição de gestores, pesquisadores, trabalhadores de saúde mental, usuários, familiares, etc, constituem um coletivo que insiste na sustentação de uma utopia e na não conformação com as atuais promessas enganosas do hospital psiquiátrico humanizado, reformado, maquiado (Amarante, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse intuito, queremos “botar lenha” na utopia, fomentar estratégias de resistência e criação no campo da saúde mental que venham ampliar nossa capacidade de análise e intervenção junto aos coletivos de trabalho, assim como contribuir para a produção de novos modos de operar a política de saúde mental que sustente e faça avançar a luta antimanicomial. Consideramos que para fazer um movimento social amplo e complexo acontecer, tal como se apresenta a reforma psiquiátrica, precisamos empreender uma guerra contra essa política de subjetivação que exige consensos, razoabilidade e, em contrapartida, promete segurança, bem-estar, pacificação, conforto, operando pela via do medo e da esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário para tanto operar críticas em dois âmbitos: um questionamento no campo científico, no qual a loucura enquanto doença mental é produzida pelo saber psiquiátrico, tendo um arcabouço técnico para tratá-la, e de outro, no âmbito da configuração social, onde as práticas científicas e os ideais modernos sustentam as formas de enclausuramento e silenciamento da loucura. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Fonte: Magda Dimenstein Mariana Liberato - Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN (Revista Brasileira de Saúde Mental, &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Vol 1, n&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;1, jan-abr. 2009 )&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/8045259666995813534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/09/desinstitucionalizar-e-ultrapassar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/8045259666995813534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/8045259666995813534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/09/desinstitucionalizar-e-ultrapassar.html' title='Desinstitucionalizar é ultrapassar fronteiras sanitárias: o desafio da intersetorialidade e do trabalho em rede'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-952717061079796080</id><published>2011-06-14T18:26:00.000-07:00</published><updated>2011-06-14T18:29:14.249-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hpj"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="loucura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="manicômio"/><title type='text'>Ah, eu tô maluco! O Hospital Psiquiátrico de Jurujuba não sairá do meu coração</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjc6t0_9nyVSnirgv1K_uBTMxz1hi0ItPaj31LpjSOmOiYpYImK3IzdvVkwVrsM-21wfth0NvW2dSakNNa_QLGQThlDvebQWg28T_AnRaITkFgE8aLvf5yzMm_Y215oNeY-C2VyYTPvxFBp/s1600/Louco.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjc6t0_9nyVSnirgv1K_uBTMxz1hi0ItPaj31LpjSOmOiYpYImK3IzdvVkwVrsM-21wfth0NvW2dSakNNa_QLGQThlDvebQWg28T_AnRaITkFgE8aLvf5yzMm_Y215oNeY-C2VyYTPvxFBp/s200/Louco.jpg&quot; t8=&quot;true&quot; width=&quot;127&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Algumas histórias que já ouvimos sobre manicômios, psiquiatria, loucura caem no senso comum e muitas vezes reproduzimos coisas sem sabermos o seu real significado. Por exemplo, quem nunca brincou chamando a atenção de alguém: Fulano, você ta maluco? Ih! Vou te levar para o Jurujuba! Sicrano ta pinel! Eu vou te internar, heim? Pois é... são coisas que dizemos no nosso dia a dia sem jamais probletizarmos o que representou a exclusão total do louco em longas internações psiquiátricas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Minha experiência singular enquanto estagiaria no Hospital psiquiátrico de Jurujuba em Niterói foi o que de melhor aconteceu em minha formação, pois lá aprendi ser uma pessoa impulsionada para a” prática”, ou seja, o trabalho em equipe, meu olhar suas sobre a ‘questão social’ e suas múltiplas demandas, a maneira que com que fui aprendendo lidar com aqueles sujeitos a partir das suas próprias histórias de vida fez-me ter outro olhar sobre a loucura e desconstruir todo aquele imaginário equivocado do perigo, da incapacidade de o sujeito realizar trocas sociais&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foi no ano de 2010 (último período de estágio) já advinda de um momento anterior na saúde mental que cheguei a um dos setores que ainda acolhem pessoas em lona permanência institucional o chamado “Albergue” localizado no hospital de Jurujuba.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando cheguei ao hospital lia muito sobre como foi criado esse espaço e o que ele representava nos dias de hoje no atual contexto da reforma psiquiátrica e no tão falado processo de desinstitucionalização. Quando pegava os textos, os livros e tal sobre o espaço sempre havia a seguinte marca: ’’Albergue, uma casa de passagem’’. Eu pediria agora licença a toda equipe do Hospital para com muito orgulho dizer: “Albergue, minha casa de passagem”. Uma casa de passagem porque é neste espaço que os moradores encontram nova maneira de reinvenção de vida, pois depois de muito trabalho eles vão para uma residência terapêutica, para o condomínio do PAC ou até mesmo voltam para casa. Minha casa de passagem porque fui tomada por uma vontade imensa de trabalhar motivada pela maneira qual essa instituição faz um bom trabalho discutindo caso a caso, um projeto para cada um morador desde que os portões do antigo manicômio foram abertos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando cheguei ao Albergue, espaço já criado há 20 anos, inseri-me na equipe e mini-equipes e semanalmente nos reuníamos para discutirmos os projetos terapêuticos, as intercorrências, nossos erros e acertos, os Caps, etc. Os investimentos dos profissionais no trabalho foi uma das coisas que mais me chamou a atenção. Às vezes quietinha sentada refletia: “gente, aqui é um lugar em não há possibilidade mais de se reproduzir a cultura manicomial” Ainda que isso não seja unânime, que alguns profissionais mais antigos não entendam isso, mas no geral, nessa instituição já há cultura e uma prática voltada para a autonomia, de respeito e de investimento muito grande nos aspectos que envolvem a cidadania do sujeito.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enquanto estagiária de Serviço Social não me senti constrangida porque sabia que não poderia dar conta dos delírios e das produções alucinatórias dos moradores do Albergue e nem me aproximei da figura de uma “terapeuta” como muita pessoas da categoria por preconceito pensam quando nos inserimos na saúde mental. Mas, sobretudo, acolher demandas da área social que vai fazer muita diferença no que diz respeito à própria autonomia do louco. E disso não posso reclamar. A equipe do albergue me deixou trabalhar, propor, investir e até mesmo errar, errar para poder aprender. Em nenhum momento da minha vida profissional pude fazer tanta coisa, escutar tanto as pessoas e me aproximar da realidade social respeitando a situação psíquica daqueles moradores. Não senti essa angústia que estudantes de serviço social, às vezes, sentem quando o trabalho foge de uma rotina, da triagem, viabilização de benefícios ou de uma burocracia e ficam perdidos não sabendo o que fazer. Aproveitava o espaço de convivência para escutá-los e percebia que eu me identificava com algum dos seus muitos dramas vividos do passado. Gente, essas pessoas tem histórias de vida como a gente. Vivem há muitos anos com a experiência da psicose, mas são sujeitos com nós somos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No Albergue , pude acompanhar alguns casos muito de perto pois lá além propor atividades participava delas bem como eu estava sempre por perto na viabilização de algum benefício, ia à comunidade do Preventório e etc. Conforme a coordenadora do Albergue sempre dizia: “se você quiser ter uma boa passagem por aqui, aqui é uma equipe voltada para o trabalho”. Foi com ela que aprendi também a estranhar tudo a minha volta e não deixar o trabalho cair na rotina e achar tudo normal. Cada fala, cada gesto, podia ser objeto de escuta também e, assim dividia com a equipe nas reuniões. E é assim que o trabalho andava, nas propostas, nas discussões, no desejo ardente de as coisas funcionassem, ainda que ainda não tenha chegado o ideal. Há projeto terapêutico de desinstitucionalização para cada morador, portanto, há trabalho para todo conjunto da equipe interdisciplinar do Albergue e nisso posso relatar que pude colaborar com o melhor do meu saber ainda que eu estivesse em formação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Essa experiência impar como estudante no Albergue me rendeu o tema da minha monografia; o tema do meu futuro mestrado, o privilégio de acompanhar um caso de saída de um sujeito de longa permanência institucional até sua saída para os aptos PAC. Aí poderia relatar desde começo em investir em propostas de atividades foras do hospital, passeios, idas a comunidade, barbearia até por fim, acompanhar a compra da sua cama junto à sua nova cuidadoras, para a saída definitiva do hospital; aprendi muito com a liderança do Albergue, o que é de fato encarar os desafios de um longo trabalho na instituição e por fim, e mais importante: tive a alegria inenarrável de trabalhar com sujeitos moradores que me ensinaram muito além da minha formação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em suma, percebi desde que entrei em período de estágio que fui à única pessoa da turma que me estagiei com moradores de longa permanência institucional e alguns às vezes comentavam: Você deveria vir para o Caps.! É uma ótima experiência para conhecer a psiquiatria renovada! Eu respondia brincando: Vocês também poderiam vi cá, é uma ótima experiência para se desconstruir o que antiga psiquiatria antiga desinvestiu.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje, sou Assistente Social, orgulhosa de feito um bom trabalho junto àquela equipe tão investida com trabalho de desinstitucionalização no Albergue. Obrigada, Adriana, Maria Paula, Ana Paula, Sérgio Bezz, Maritelma e todos os demais da equipe do Hospital de Jurujuba.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Por uma Sociedade sem Manicômios”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/952717061079796080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/06/ah-eu-to-maluco-o-hpj-nao-saira-do-meu.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/952717061079796080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/952717061079796080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/06/ah-eu-to-maluco-o-hpj-nao-saira-do-meu.html' title='Ah, eu tô maluco! O Hospital Psiquiátrico de Jurujuba não sairá do meu coração'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjc6t0_9nyVSnirgv1K_uBTMxz1hi0ItPaj31LpjSOmOiYpYImK3IzdvVkwVrsM-21wfth0NvW2dSakNNa_QLGQThlDvebQWg28T_AnRaITkFgE8aLvf5yzMm_Y215oNeY-C2VyYTPvxFBp/s72-c/Louco.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-4630272703819123011</id><published>2011-04-16T16:30:00.000-07:00</published><updated>2011-04-16T16:35:35.336-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desinstitucionalização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reforma psiquiátrica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="serviço social"/><title type='text'>Desinstitucionalização no contexto neoliberal brasileiro</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizSwjRFPucaKxQQDZbZJzrPIdGSm90NdIEjgi44O4zKDbvl_BZynBl5SOyMzmU9SOmEJ1ZunZr2VJUzBepFzBIv3uoRtK2c9DgqGT3XiuleCcB0IfQDmODmUd6e_fEaL5vGIZNUiiJVD5E/s1600/neoliberalismo.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizSwjRFPucaKxQQDZbZJzrPIdGSm90NdIEjgi44O4zKDbvl_BZynBl5SOyMzmU9SOmEJ1ZunZr2VJUzBepFzBIv3uoRtK2c9DgqGT3XiuleCcB0IfQDmODmUd6e_fEaL5vGIZNUiiJVD5E/s200/neoliberalismo.gif&quot; width=&quot;191&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No final da década de 70, entra em crise mundial o modelo capitalista denominado de “Welfare State”. Suas principais características eram: o Estado protetor e indutor do crescimento econômico e, ao mesmo tempo, promotor do bem estar social. Também, era função do Estado a manutenção e o estímulo à criação de uma política de pleno emprego. É claro que havia diferenças entre os países que adotaram o Welfare State.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com a crise deste modelo de desenvolvimento econômico ocorre um avanço do ideário neoliberal pelo mundo, baseado no fim do intervencionismo estatal na esfera econômica e social. Para o ideário neoliberal este intervencionismo estimulou a crise fiscal do estado. A proposta agora é a reconstituição do papel do mercado que deveria ser mais competivito e globalizado. No campo das políticas públicas, o Estado deverá estimular a redução dos serviços sociais públicos transferindo os serviços mais rentáveis ao mercado privado. Portanto, o neoliberalismo contribui para o crescimento da desigualde social e da exclusão em todos os países nos quais se instala, preservando as devidas proporções.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No contexto brasileiro, o primeiro presidente a adotar publicamente o neoliberalismo foi Collor de Mello em 1990. Suas principais ações foram: estimular a privatização, desregulamentação dos direitos sociais e trabalhistas, enfraquecimento dos sindicatos, aumento da seletividade nos programas de enfrentamento à pobreza, acarretando assim o aumento da exclusão, da desigualdade social e da violência social. Todas estas medidas têm sido adotadas pelos demais Presidentes da República que o sucederam ao longo dos anos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Somado ao neoliberalismo, não podemos nos esquecer que a globalização da economia foi acelerada pelo desenvolvimento das tecnologias de informática; o que contribuiu, de modo significativo, para a sua transnacionalização conforme nos aponta Borón:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;“O surgimento de um pequeno conglomerado de gigantescas empresas transnacionais, os “novos leviatãs”, cuja escala planetária e gravitação social os torna atores políticos de primeiríssima ordem, quase impossíveis de controlar e causadores de um desequilíbrio dificilmente reparável no âmbito das instituições e das práticas democráticas das sociedades capitalistas” (Borón, 2000, p 07-08).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É claro que todos os segmentos sociais da população brasileira têm sofrido com a adoção do neoliberalismo e com o processo de globalização da economia. Contudo, neste contexto, as classes mais vulneráveis são: as pessoas pauperizadas, os idosos, crianças/adolescentes e pessoas portadoras de doenças graves ou psíquicas. Borón (2000), ainda alerta para a dificuldade que será sustentar regimes democráticos em sociedade tão desiguais e injustas já que o princípio norteador da democracia se baseia na igualdade de oportunidade para todos, ou melhor, num governo para todos. Parece oportuno, apontar para o significado da palavra democracia para demonstrar o quanto ele se torna inapropriado dentro da lógica do capital financeiro globalizado. Segundo o dicionário on-line da língua portuguesa, democracia é definida como:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;“sistema político fundamentado no princípio de que a autoridade emana do povo (conjunto de cidadãos) e é exercida por ele ao investir o poder soberano através de eleições periódicas livres, e no princípio da distribuição eqüitativa do poder; sociedade que garante a liberdade de associação e de expressão e na qual não existem distinções ou privilégios de classe hereditários ou arbitrários” (&lt;/em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ditcom.com.br/dicionário.htm&quot;&gt;&lt;em&gt;www.ditcom.com.br/dicionário.htm&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conforme dados do Ministério da Saúde, é palpável a magnitude epidemiológica dos transtornos mentais, cuja prevalência em cidades brasileiras oscila de 20% a 50%. Mundialmente, das dez doenças incapacitantes e que maior sobrecarga causam na vida das pessoas, 05 são de natureza psiquiátrica (BRASIL,1999).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Joel Birman (1988), na conferência “Abordagem Política dos Aspectos da Psiquiatria no Brasil” destacou a doença mental como motivo do maior número de mutilados socialmente no Brasil. Isto não por ausência de políticas de saúde, mas, sim pela existência de políticas de exclusão em que, por excesso de jornada de trabalho, condições insalubres, baixos salários, péssimas condições de moradia e alimentação, e ausência de lazer, os trabalhadores chegam à loucura ou procuram-na como recurso para se “encostarem” no INPS e assim ajudar na manutenção econômica da família.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mais uma vez, esses cidadãos brasileiros se tornam mais vulneráveis na medida em que as políticas de seguridade social brasileira passam a ser mais seletivas, fragmentadas e pontuais tanto no campo da assistência social como no campo da saúde. Já na esfera previdenciária muitos portadores de transtorno psíquicos não conseguem ter seus direitos&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;assegurados, pois integram o mercado informal de trabalho. Portanto, segundo a lógica previdenciária, uma vez que não contribuem ao INSS não podem recorrer ao mesmo em caso de doença ou qualquer outro tipo de eventualidade que lhe retire a capacidade para o trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Torna-se relevante destacar que no contexto das políticas sociais neoliberais, os portadores de transtorno mental têm sofrido com o vertiginoso desinvestimento nos programas sociais, o sucateamento dos serviços, a sobrecarga da jornada de trabalho dos trabalhadores em saúde e em saúde mental, e com a falta de recursos para implantação de serviços abertos e de oficinas terapêuticas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Amarante (2003) alerta para o que ele denomina de “capsização do modelo assistencial” na medida em que a atual política nacional de saúde mental vem se reduzindo à implantação desse tipo de serviço. Assim, limitar a reforma psiquiátrica a isso não é suficiente para a superação do paradigma psiquiátrico, pois mesmo dentro dos CAP´s podem ocorrem práticas cronificadoras e segregadoras. Por conseguinte, se torna relevante a discussão sobre o processo de alta dos usuários de serviços abertos e a efetivação de políticas sociais que realmente colaborem para a plena inserção dos mesmos na sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desta maneira a desinstitucionalização deve ser objetivada no sentido de desconstrução, ou seja, de superação de um modelo arcaico centrado na doença. A desinstitucionalização significa tratar o sujeito em sua existência e em relação com suas condições concretas de vida. O tratamento volta-se para a criação de possibilidades concretas de sociabilidade e subjetividade. Esta proposta passa pela criação de um novo projeto ético que busca introduzir na sociedade novos sujeitos de direitos e novos direitos para esses sujeitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: Um Jogo em Aberto: Cidadania dos Portadores de Transtorno Mental</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/4630272703819123011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/04/desinstitucionalizacao-no-contexto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/4630272703819123011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/4630272703819123011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/04/desinstitucionalizacao-no-contexto.html' title='Desinstitucionalização no contexto neoliberal brasileiro'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizSwjRFPucaKxQQDZbZJzrPIdGSm90NdIEjgi44O4zKDbvl_BZynBl5SOyMzmU9SOmEJ1ZunZr2VJUzBepFzBIv3uoRtK2c9DgqGT3XiuleCcB0IfQDmODmUd6e_fEaL5vGIZNUiiJVD5E/s72-c/neoliberalismo.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-7761170122351711630</id><published>2011-01-17T13:38:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T13:38:26.661-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="drogas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="loucura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>Os brasileiros se entopem de Rivotril</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbmV9LHo5xPBddx3xhnt_K73fGYZPozR7Zz25JLLwBMMJzPQuiVlEnyPppOx2Wv8K12zclmQIVuF-PFqQzxdQvKvTABd8t4N2DuCei2_SR-rWQC5Wbx93PCGM0kkGBXgMrMaQ0LAuGhEw-/s1600/rivotril.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbmV9LHo5xPBddx3xhnt_K73fGYZPozR7Zz25JLLwBMMJzPQuiVlEnyPppOx2Wv8K12zclmQIVuF-PFqQzxdQvKvTABd8t4N2DuCei2_SR-rWQC5Wbx93PCGM0kkGBXgMrMaQ0LAuGhEw-/s1600/rivotril.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Venda de calmante tem alta de 36% em quatro anos no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 4 anos, salto foi de 36%; tranquilizante é o 2º mais vendido entre  drogas com receita e só perde para anticoncepcional. Para psiquiatras,  há um abuso na indicação do tarja preta clonazepam, que causa  dependência e danos na memória.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A venda do ansiolítico clonazepam disparou nos últimos quatro anos no  Brasil, fazendo do remédio o segundo mais comercializado- entre as  vendas sob prescrição.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre 2006 e 2010, o número de caixinhas vendidas saltou de 13,57  milhões para 18,45 milhões, um aumento de 36%. O Rivotril domina esse  mercado, respondendo por 77% das vendas em unidades (14 milhões por  ano). &lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O levantamento foi feito pelo IMS Health, instituto que audita a  indústria farmacêutica, a pedido da Folha. O tranquilizante só perde  hoje para o anticoncepcional Microvlar (em média, 20 milhões de unidades  por ano).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para os psiquiatras, há um abuso na indicação desse medicamento tarja  preta, que causa dependência e pode provocar sonolência, dificuldade de  concentração e falhas da memória.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eles apontam algumas hipóteses para explicar o aumento no consumo: as  pessoas querem cada vez mais soluções rápidas para aliviar a ansiedade e  o clonazepam é barato (R$ 10, em média).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Médicos de outras especialidades podem prescrever o ansiolítico e há  falta de fiscalização das vigilâncias sanitárias no comércio da droga.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Procurada, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não se manifestou sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para o psiquiatra Mauro Aranha de Lima, conselheiro do Cremesp  (Conselho Regional de Medicina), é “evidente” que existe indicação  inapropriada do remédio, especialmente por parte de médicos  generalistas, não familiarizados com a saúde mental.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muitos pacientes, segundo ele, já chegam ao consultório com queixas  de ansiedade e pedindo o Rivotril. “As pessoas trabalham até tarde,  chegam em casa ansiosas e querem dormir logo. Não relaxam, não se  preparam para o sono. Tomar Rivotril ficou mais fácil”, diz ele, também  presidente do Conselho Estadual Sobre Drogas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lima explica que entre as medidas adotadas pelo Cremesp para conter o  abuso no uso do remédio estão cursos de educação continuada voltados a  médicos generalistas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na sua opinião, a precariedade do atendimento de saúde mental no país também propicia o abuso do remédio.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;INDICAÇÃO DE AMIGO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O psiquiatra José Carlos Zeppellini conta que recebe muitos pacientes  que não tinham indicação para usar o remédio e que se tornaram  dependentes da droga.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Em geral, começaram a tomá-lo por sugestão de amigos e vizinhos, em  um momento de tristeza, após terminar um namoro, por exemplo. Não é  doença. Depois, não conseguem parar de tomá-lo porque têm medo de não se  adaptar. É mais uma dependência psíquica do que física”, acredita ele.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre os usuários do Rivotril, existe um misto de glamorização e demonização em relação à droga.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Páginas no Facebook, classificadas na categoria entretenimento,  tratam o Rivotril como “remedinho maravilhoso”. Outros grupos on-line,  porém, discutem a dependência e os efeitos colaterais do remédio.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Dependência ocorre após 3 meses, segundo psiquiatra&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O psiquiatra Ronaldo Laranjeira, professor na Unifesp e coordenador  da Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas), alerta que três meses  de uso do Rivotril já são suficientes para criar uma dependência da  droga. Para ele, a falta de fiscalização no comércio do remédio, o baixo  preço e um possível “conluio” da indústria com o mercado poderiam  explicar o sucesso do remédio no Brasil, que não se repete em outros  países. A Roche, fabricante do Rivotril, informa que o remédio faz  sucesso porque é eficaz e barato. Também diz que, como a droga está há  muito tempo no mercado, não há ações de marketing. A seguir, trechos da  entrevista à Folha:&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Folha – A que o sr. atribui esse aumento do uso de Rivotril?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ronaldo Laranjeira – Temos uma vigilância sanitária muito falha no  Brasil. Duvido que essa quantidade de prescrição seja legítima. Nos  países desenvolvidos, a tendência é de diminuição dos benzodiazepínicos.  A prescrição médica é mais rigorosa e fiscalizada, o que não acontece  por aqui. É curioso saber também por que o Rivotril se destaca entre  todos os benzodiazepínicos, coisa que não acontece lá fora.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Você tem alguma suspeita?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A gente pensa em algum conluio, em alguma colaboração da própria  indústria com esse mercado ilegítimo ou cinza de venda do medicamento.  Mas é só suspeita.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O fato de ser um remédio muito barato também ajuda?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sem dúvida. A falta de controle na fiscalização e o baixo preço facilita  o uso de qualquer droga. Por que no Brasil os opiáceos não são  problema? Porque o controle é rigoroso e o preço é alto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;E quais os problemas reais que esse remédio causa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eles são hoje a principal causa de queda em idosos nos EUA. Os  profissionais têm medo de prescrever e ser processados depois. Também  não há indicação médica para seu uso regular. A maioria dos usuários no  Brasil são crônicos, dependentes, às vezes de baixa dose. A pessoa pode  ficar dependente e não necessariamente fazer uma escalada da droga. Pode  usar um comprimido de Rivotril por dez, 20, 30 anos e ficar só naquela  dose.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Em quanto tempo a pessoa se torna dependente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em geral, após três meses.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;E o que fazer se quiser parar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tem que ir diminuindo aos poucos a dose, por um período de seis semanas.  Se parar de uma vez, tem risco de convulsões, de mal-estar. Mas, se a  pessoa tem outros transtornos, precisa de avaliação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;“Não vivo sem o meu Rivotril”, diz vendedora&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há cinco anos, a vendedora Mariana Vasconcelos do Prado, 26, não sabe  o que é uma noite de sono sem o tranquilizante Rivotril. “Sei que estou  dependente dele, mas não consigo largar porque me sinto muito bem”, diz  ela.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tudo começou com uma síndrome do pânico, quando ela se mudou de  Atibaia (SP) para São Paulo, capital. “Tinha medo de morrer. Não  dormia.”&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O diagnóstico foi feito pelo psiquiatra da tia, de Pouso Alegre (MG).  À época, ela recebeu a prescrição do Rivotril e do antidepressivo  venlafaxina.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Comecei com a dose de 125 mg [de venlafaxina] e hoje tomo 37,5 mg  todos os dias. O psiquiatra já sugeriu que diminuíssemos a dose do  Rivotril, mas não adianta”, conta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Não consigo dormir se eu não tomar 2 mg de Rivotril. Já entro em pânico só de pensar em ficar sem ele”, diz Mariana.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A dependência é tanta que, mesmo tomando o remédio só à noite, ela o  carrega dentro da bolsa o tempo todo. “Não vivo sem o meu Rivotril. Já é  uma dependência mais emocional do que física.”&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mariana passa por consulta com o psiquiatra uma vez por ano. Mas, a  cada mês, o médico renova para ela as receitas dos remédios. Pelo  Rivotril, ela paga R$ 8 a caixa com 30 comprimidos.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
A ação do tranquilizante&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;ANSIEDADE&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estimula a ação de um ácido (conhecido como gaba) no cérebro, que inibe a ativação de áreas relacionadas ao medo e à ansiedade&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;SONO&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Reforça os estágios do sono REM, que correspondem aos períodos de  sonhos, mas reduz os estágios não REM. Essas fases são justamente as que  restauram as atividades nos neurônios&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;INDICAÇÕES&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tratamento de vários transtornos mentais, como síndrome do pânico,  distúrbio bipolar, depressão (usado como coadjuvante de  antidepressivos). O remédio não é recomendado para aliviar tensões do  cotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;EFEITOS COLATERAIS&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sonolência, movimentos anormais dos olhos, movimentos involuntários  dos membros, fraqueza muscular, fala mal articulada, tremor, vertigem,  perda de equilíbrio, dificuldades no processo de aprendizagem e de  memorização.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;DEPENDÊNCIA&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O tempo varia de pessoa para pessoa. Pode acontecer em um mês ou em  um ano. Pacientes que tomam clonazepam não podem consumir álcool.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;b&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/861768-venda-de-calmante-dispara-no-brasil.shtml&quot;&gt;JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/7761170122351711630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/01/os-brasileiros-se-entopem-de-rivotril.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/7761170122351711630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/7761170122351711630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/01/os-brasileiros-se-entopem-de-rivotril.html' title='Os brasileiros se entopem de Rivotril'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbmV9LHo5xPBddx3xhnt_K73fGYZPozR7Zz25JLLwBMMJzPQuiVlEnyPppOx2Wv8K12zclmQIVuF-PFqQzxdQvKvTABd8t4N2DuCei2_SR-rWQC5Wbx93PCGM0kkGBXgMrMaQ0LAuGhEw-/s72-c/rivotril.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-5424794489274538212</id><published>2011-01-16T16:52:00.000-08:00</published><updated>2011-01-16T16:52:18.404-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ministério da saúde"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reforma psiquiátrica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>Transição de governo e reforma psiquiátrica: nós, militantes antimanicomiais, precisamos acompanhar isso com muita atenção!</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Gostaria de convidar a todos os companheiros que militam no campo antimanicomial e pela continuidade do processo de reforma psiquiátrica no Brasil, para acompanharem com atenção o processo de transição que está ocorrendo no novo governo Dilma, particulamente na montagem da nova gestão no Ministério da Saúde. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como militante histórico destes movimentos, e mais recentemente, como um dos dois relatores da IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial (IV CNSM-I), venho observando de perto e com cuidado os vários desafios e riscos políticos para nossas lutas. No ano passado, procurei sistematizar minha análise no pequeno livro “Desafios políticos da reforma psiquiátrica brasileira”, por mim organizado, e publicado pela Editora Hucitec, por ocasião da IV CNSM-I. Agora, continuo preocupado com o quadro que se descortina no novo governo, e gostaria de dividir estas preocupações com vocês, meus companheiros de luta.&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É claro que temos que reconhecer que vários desafios e riscos maiores já foram superados, com muitos passos e conquistas importantes: a vitória sobre o candidato Serra pela coalisão liderada pelo PT, com Dilma Russsef, e após a vitória dela, os inúmeros nomes elencados como possíveis ministros da saúde que poderiam ser complicados para uma gestão política mais adequada do ministério, do SUS e da política de saúde mental. Não há dúvidas de que, em tese, a montagem do primeiro e segundo escalão do Ministério da Saúde nos deixou inicialmente mais tranqüilos. Entretanto, para mim, esta primeira impressão ainda não foi suficiente para afastar todos os riscos que temos nesta transição, e que merecem nosso acompanhamento cuidadoso. Gostaria de listar as minhas principais fontes de preocupação:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;1) A plena ocupação do primeiro e segundo escalão do Ministério da Saúde por lideranças reconhecidas do movimento sanitário e do PT, em troca de uma gestão que era da “quota do PMDB” e com vários de seus representantes em cargos importantes do ministério, pode potencialmente ter um “efeito bumerangue” indesejável sobre a política de saúde mental e de reforma psiquiátrica. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Explicando: o fervor de uma plena ocupação do Ministério da Saúde e de estabelecer uma gestão que não seja uma continuidade da anterior pode, em tese, e em associação com os desafios e processos listados abaixo, levar a uma identificação da política de saúde mental levada até então com a gestão anterior, particularmente na Secretaria de Atenção à Saúde (SAS). Isso pode induzir a anseios de uma direção política completamente nova no campo, de cima para baixo, sem apreender as especificidades de cada área, gerando incertezas, particularmente tendo em vista a atuação de várias outras forças políticas contrárias à política de saúde mental até então. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cabe a nós, do movimento antimanicomial e de reforma psiquiátrica, mostrar que a Coordenação e a política de Saúde Mental, embora fosse institucionalmente subordinada à gestão anterior da SAS e do ministério, vem sendo pautada principalmente por um movimento social popular vivo e muito ativo, e por políticas emanadas por 4 conferências nacionais de peso. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;2) O tema da política de enfrentamento ao crack continua “quente” e pautado por anseios de medidas mais contundentes, estigmatizadoras e autoritárias, e vem contaminando a avaliação mais geral da política de saúde mental efetivada nos últimos anos, como se tivesse sido frágil e débil.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para quem é informado apenas pela mídia comum, ficou a sensação de que após a forte cobertura do tema do crack realizada até meados do ano passado, a nova política nacional de álcool e outras drogas emanada pelo Ministério da Saúde e SENAD foram suficientes para dar uma resposta suficiente às inúmeras forças políticas que se organizaram em torno de tema, dado que ele não teve mais tanta visibilidade nos principais meios de comunicação. No entanto, o impacto político do assunto dentro no governo Lula foi pouco divulgado, e há fortes indícios de que estas forças, que incluem amplas frentes parlamentares e vários setores da gestão federal, particularmente das áreas de segurança e justiça, não ficaram satisfeitas. Além disso, a vitória inicial na ocupação militar do Complexo do Alemão estimula os anseios para medidas cirúrgicas e de caráter policial. Os indícios que temos é de que o novo governo é muito sensível a estes temas de forte repercussão popular e na mídia, o que pode gerar demandas de respostas pretensamente mais eficazes e mais imediatistas no combate ao crack. Por outro lado, estes anseios incidem sobre a avaliação do conjunto da política e da gestão no campo da saúde mental, como se tivesse sido débil, frágil, e incapaz de responder aos “anseios mais urgentes da sociedade brasileira”. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como testemunha privilegiada, inclusive pela participação intensa em Brasília na organização da IV CNSA-I e posteriormente na construção de seu relatório final, a avaliação que faço da gestão de nossa política de saúde mental nos últimos anos, e particularmente em 2010, vai na direção contrária. Sugiro aos companheiros dar uma olhada na Mensagem Circular n.o 62, de 30/12/2010 (colocado como anexo logo abaixo), que lista as novas iniciativas do novo programa de álcool e drogas, para ter uma idéia do vasto campo de respostas que está se implementando. Além disto, sugiro também passar o olho no Boletim Saúde Mental n.o 30 (anexo a este e-mail), recentemente divulgado pelo Ministério, que faz um balanço de toda a política nacional de saúde mental em 2010. Este ano foi duríssimo para todos os envolvidos, no sentido de garantir a organização da IV CNSM-I, em condições bastante desfavoráveis, e ao mesmo tempo não só gerar a nova política de álcool e outras drogas, como também manter a expansão dos serviços substitutivos de saúde mental. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, caberá ao movimento antimanicomial e de reforma psiquiátrica neste momento dar visibilidade e defender este patrimônio, que é de todos nós, como realizações importantes de uma política adequada para o campo e que deverá ter continuidade, apesar de todas as limitações colocadas pela conjuntura econômica e social mais ampla. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Embora esteja consciente de que o movimento antimanicomial esteja dividido, inclusive em relação a esta avaliação da gestão até então, não tenho dúvidas de hoje temos adversários maiores, e que precisamos neste momento saber identificá-los para garantir a continuidade de nossa luta mais ampla e estratégica.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além disso, cabe a nós cerrar fileiras em torno de uma política de álcool e outras drogas coerente com nossos princípios antimanicomiais, contrária a programas e medidas autoritárias, imediatistas e que priorizam a internação de longo prazo de usuários de drogas, de forma desintegrada com uma rede de atenção psicossocial na comunidade, capaz de gerar novos caminhos de vida para eles.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;3) Há resistências dentro do próprio movimento sanitário mais amplo em relação à organização própria da saúde mental dentro do campo mais amplo da saúde, como fosse apenas uma especialidade ou fruto de anseios corporativistas da área. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É importante lembrar que o Conselho Nacional de Saúde já tinha decidido por uma posição contrária à realização de qualquer conferência específica dentro da saúde, e que a IV CNSM-I foi conquistada apenas após a Marcha dos Usuários em setembro de 2009. Assim, há resistências ao campo e à política de saúde mental levada até então, até mesmo entre nossos companheiros sanitaristas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para nós, do movimento antimanicomial, cabe demonstrar então aquilo que a IV CNSM-I deixou claro: o campo da saúde mental e da reforma psiquiátrica não se trata apenas de uma especialidade dentro da saúde em geral, mas de um campo que atravessa todo o campo da saúde e das políticas intersetoriais que se mobilizam junto conosco. Além disso, a saúde mental é protagonista e vanguarda de inúmeros movimentos e processos inovadores que inspiram todo este campo de políticas sociais: desinstitucionalização, interdisciplinaridade, integralidade, intersetorialidade, humanização, gestão participativa de serviços, empoderamento de usuários e familiares, acompanhamento da política de Estado por um movimento social ativo e crítico, etc. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;4) As forças corporativistas e privativistas do campo médico e da psiquiatria biomédica sofreram apenas um pequeno revés temporário com a derrota de José Serra, e continuam ativas e com forte penetração no novo governo, inclusive em seus anseios de reverter a política de saúde mental levada até então.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não tenho dúvidas de que as forças políticas mais conservadoras do campo médico continuam suas ações de lobby no novo governo. Dilma se encontrou com algumas de suas principais organizações. Por outro lado, a Associação Brasileira de Psiquiatria elegeu recentemente uma nova diretoria, ainda mais conservadora e contrária à política de reforma psiquiátrica. Assim, em um momento de transição, este tipo de pressão, se associado às demandas das demais forças e processos políticos identificados acima, pode ser capaz de provocar forte incerteza política quanto à continuidade da atual política de saúde mental.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;******&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, companheiros, para além das primeiras impressões, a conjuntura imediata exige muita atenção e um acompanhamento cuidadoso, de perto. Por favor, divulguem este texto, tomando-o apenas como um alerta, e façam comentários e críticas. O importante é convocar a todos para ficarmos atentos aos sinais que emanam do presente processo de transição no novo governo, para garantir a continuidade do processo de reforma psiquiátrica em nosso país.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Rio de Janeiro, 06/01/2010&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eduardo Mourão Vasconcelos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Psicólogo, cientista político, e professor da UFRJ.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/5424794489274538212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/01/transicao-de-governo-e-reforma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5424794489274538212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5424794489274538212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2011/01/transicao-de-governo-e-reforma.html' title='Transição de governo e reforma psiquiátrica: nós, militantes antimanicomiais, precisamos acompanhar isso com muita atenção!'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-7263912703804258899</id><published>2010-11-29T13:36:00.000-08:00</published><updated>2010-11-29T13:36:59.382-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="história da psiquiátria"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="implantação da rede de saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="psiquiatria"/><title type='text'>5 tratamentos psiquiátricos bizarros que caíram em desuso</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Matéria da&lt;a href=&quot;http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/5-tratamentos-psiquiatricos-bizarros-que-cairam-em-desuso/&quot;&gt; revista Super Interessante&lt;/a&gt; mostra&amp;nbsp; tratamentos psiquiátricos que caíram em desuso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Até que se entendessem as doenças mentais, muita coisa absurda já foi  feita para dar um jeito nos loucos. De choque térmico por infecção pelo  protozoário da malária (!) a perfurações no crânio (ambos tendo rendido o  Prêmio Nobel a seus criadores!), listamos 5 “tratamentos” bizarros já  usados para curar males psiquiátricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1 - Infecção po malária&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; 2 - Terapia por choque insulínico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3 - Trepanação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4 - Lobotomia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5 - Mesmerismo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;1- Infecção por malária&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiIo5Qwgdt9tzKtDZW6gkUqHSVq5ETe6dpquJM1AmpVKuIMEPZcmy_rhP2Bfg67Zoh86Ka9HKeI921fpnPgpHuI4fw9O8VPLON4YPLOxo93PPvCySOSJnr6gPsgIAg8GEL8Vm0kw0yMZ9T/s1600/1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiIo5Qwgdt9tzKtDZW6gkUqHSVq5ETe6dpquJM1AmpVKuIMEPZcmy_rhP2Bfg67Zoh86Ka9HKeI921fpnPgpHuI4fw9O8VPLON4YPLOxo93PPvCySOSJnr6gPsgIAg8GEL8Vm0kw0yMZ9T/s200/1.jpg&quot; width=&quot;154&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estamos nos anos 30 e a sífilis, incurável nessa época, é a maior  causa de demência no mundo. Ninguém sabe o que fazer com tanta gente  paranóica, violenta e incontrolável nos manicômios. Mas aí o médico  austríaco Julius Wagner von Jauregg observou que, quando essas pessoas  contraíam alguma doença que provocasse episódios de febre alta e  convulsão, a loucura ia embora. O que o doutor Julius fez, então? É. Ele  colocou o sangue contaminado de um soldado com malária em nove  pacientes com paresia crônica, a demência que ocorre em um estágio  avançado da sífilis, para que elas contraíssem febre alta e tivessem  convulsões. O resultado foi impressionante e até lhe rendeu um Premio  Nobel em 1927: ele conseguiu recuperação completa em quatro desses  pacientes e uma melhora em mais dois. “Parece absurdo dar o Prêmio Nobel  a alguém que infectava os pacientes com a malária, mas o desespero na  época era muito grande”, diz Renato Sabbatini, neurocientista da  Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Esse tratamento,  obviamente, era muito perigoso (você melhorava da loucura, mas ganhava a  malária de presente) e deixou de ser usado nos anos 60, com a  descoberta de antibióticos e medicamentos próprios para problemas  mentais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;2 - Terapia por choque insulínico&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpSbS1kfshAUfANvcaQF6E-DrIPWbTctkHz2Au38yQMYpES1b3X-YYjEnFHXi3Nkdge-5CUQKGJq6CEb-z0dG0-B_rGkaULm2z4oC71Wc8z4gfTctJ8Hubs3rkgTw5hM-Bw0IdRPvRikjG/s1600/2.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpSbS1kfshAUfANvcaQF6E-DrIPWbTctkHz2Au38yQMYpES1b3X-YYjEnFHXi3Nkdge-5CUQKGJq6CEb-z0dG0-B_rGkaULm2z4oC71Wc8z4gfTctJ8Hubs3rkgTw5hM-Bw0IdRPvRikjG/s200/2.gif&quot; width=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 1927, o neurologista e psiquiatra polonês Manfred Sakel pesou a mão  na dose de insulina que aplicou em uma paciente diabética (que era,  dizem, uma cantora lírica famosa na época) e ela entrou em coma. Mas o  que poderia ter sido um desastre virou uma bela descoberta: a mulher  tinha psicose maníaco-depressiva e obteve uma notável recuperação de  suas faculdades mentais. Então Sakel descobriu que o tratamento era  eficaz para pacientes com vários tipos de psicoses, particularmente a  esquizofrenia. “Esta foi uma das mais importantes contribuições jamais  feitas pela psiquiatria”, diz Sabbatini. A técnica passou a ser usada em  todo o mundo, mas o entusiasmo inicial diminuiu depois que estudos  mostraram que a melhora era, na maioria das vezes, temporária. Sem  contar, é claro, que era extremamente perigoso. Assim, esse tratamento  também caiu em desuso após a descoberta de medicamentos mais adequados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;3- Trepanação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhI5CRWkUKn0lGDNyZm_qU98ntAqZPxt2AgYCAvWBziItPUxStiPbHeIqObYwlhzNOH3GvKq_73C6gOjjH4NhdyFAdz3qqt0JkH0So8OKFp2OAq9fVmZlcnKwyLQyWTQy-PkAVPhyphenhyphenzgylB1/s1600/3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;189&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhI5CRWkUKn0lGDNyZm_qU98ntAqZPxt2AgYCAvWBziItPUxStiPbHeIqObYwlhzNOH3GvKq_73C6gOjjH4NhdyFAdz3qqt0JkH0So8OKFp2OAq9fVmZlcnKwyLQyWTQy-PkAVPhyphenhyphenzgylB1/s200/3.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Achados arqueológicos mostram que a trepanação, cirurgia em que era  aberto um buraco (geralmente de 2,5cm a 3,5 cm de diâmetro) no crânio  das pessoas, já era feita em várias partes do mundo 40 mil anos atrás. A  cirurgia era realizada em rituais religiosos para liberar a pessoa de  demônios e espíritos ruins – quando, na verdade, ela era vítima de  doenças mentais. Até hoje é realizada por algumas tribos da África e da  Oceania para fins rituais e em alguns centros modernos de neurologia  para aliviar a pressão intracraniana em caso de fortes pancadas na  cabeça, por exemplo. Mas não só. “Se esse procedimento for feito por  algum outro motivo, isso é bizarro e perigoso”, afirma Sabbatini. Mas  existem organizações hoje que defendem essa técnica “como forma de  facilitar o movimento do sangue pelo cérebro e melhorar as funções  cerebrais que são mais importantes do que nunca para se adaptar a um  mundo em cada vez mais rápida evolução”. Isso é o que diz o &lt;a href=&quot;http://www.trepan.com/&quot;&gt;site&lt;/a&gt;  de um grupo internacional em defesa da trepanação, que defende que  qualquer pessoa que deseje melhorar suas funções mentais e sua qualidade  de vida deve poder realizar o procedimento.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;4 - Lobotomia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeraEzMLStxWk9KpXtX9JaZ2aS3lvRpAkwKfoVay9QLFmf47dAnSbBuHF_vU9DigwlPt7Qea6bUvcNt3EZpYkzSCMSS1qBe7CKld9_htSzEI6mnqP-M-g1t87VuMWMfUvpS9gTdD2zW2t_/s1600/4.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;157&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeraEzMLStxWk9KpXtX9JaZ2aS3lvRpAkwKfoVay9QLFmf47dAnSbBuHF_vU9DigwlPt7Qea6bUvcNt3EZpYkzSCMSS1qBe7CKld9_htSzEI6mnqP-M-g1t87VuMWMfUvpS9gTdD2zW2t_/s200/4.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A trepanação deu origem a outro procedimento macabro: a lobotomia,  incisão pequena para separar o feixe de fibras do lobo pré-frontal do  resto do cérebro. Como isso provoca o desligamento na parte das emoções,  pessoas agitadas se acalmavam como se tivessem tomado tranquilizantes.  Essa técnica, criada pelo neurologista português Antônio Egas Moniz, foi  realizada pela primeira vez em 1935 e também lhe rendeu um Nobel, em  1949. Os resultados foram tão bons, que a lobotomia começou a ser usada  em vários países como uma tentativa de reduzir psicose e depressão  severa ou comportamento violento em pacientes que não podiam ser  tratados com qualquer outro meio (na ocasião, não havia muitos). O  problema é que a técnica, que deveria ser o último recurso, passou a ser  usada maciçamente nos manicômios para controlar comportamentos  indesejáveis – inclusive em crianças agitadas e adolescentes rebeldes.  Entre os anos de 1945 e 1956, mais de 50,000 pessoas foram sujeitas a  lobotomia no mundo inteiro. E os efeitos colaterais eram horríveis: a  pessoa virava um vegetal – sem emoções, apáticas para tudo. Com o  aparecimento de drogas efetivas contra ansiedade, depressão e psicoses,  nos anos 50, e com a evidência de seu abuso difundido e efeitos  colaterais, a lobotomia foi abandonada.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;5 - Mesmerismo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZfJlP10HnCbITKF27gqfI47EAf3HmwTjHvp2uSqMX7hzCweYDX-oaNSUTe4z2p8t5uv48BQeJLYJ8hPrT3hxB5fR9xuPyglckB3HrVuIAaIKGyUDIcSECz0ZPb0cKgnnFYkF8FND_p8fv/s1600/5.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZfJlP10HnCbITKF27gqfI47EAf3HmwTjHvp2uSqMX7hzCweYDX-oaNSUTe4z2p8t5uv48BQeJLYJ8hPrT3hxB5fR9xuPyglckB3HrVuIAaIKGyUDIcSECz0ZPb0cKgnnFYkF8FND_p8fv/s200/5.jpg&quot; width=&quot;149&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;O médico austríaco Franz Anton Mesmer acreditava ser possível aliviar  sintomas clínicos e psicológicos passando imãs sobre o corpo de seus  pacientes – procedimento conhecido como mesmerismo. “Mesmer acreditava  que os fluidos do corpo eram magnetizados e que muitas doenças físicas e  mentais eram causadas pelo desalinhamento desses fluidos. Ele também  achava que era possível obter os mesmos resultados sem os imãs, passando  apenas as mãos sobre o corpo do paciente”, explica o professor de  psicologia Renato Sampaio Lima, da Universidade Federal de Sergipe  (UFS). Ahhh, o poder da sugestão. Era tudo picaretagem. Ou efeito  placebo, para ser mais exato. Esta arte de cura disseminou-se entre  outros praticantes no século XVIII e chegou aos Estados Unidos no início  do século XIX. Mesmer foi expulso de vários países e cidades porque não  conseguiu provar a eficiência do seu método, mas ganhava uma grana dos  crédulos. “Em todos os lugares em que ele foi, a comunidade médica o  repudiou. Ele pegava madames com doenças psicossomáticas leves, fáceis  de tratar com placebo, e baseava o seu prestigio nesse efeito”, completa  Sabbatini. O suposto sucesso não dependia das técnicas usadas, mas no  seu poder de persuasão. Após muitas críticas, a prática do mesmerismo  caiu em desuso no início do século XX.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/7263912703804258899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/11/5-tratamentos-psiquiatricos-bizarros.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/7263912703804258899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/7263912703804258899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/11/5-tratamentos-psiquiatricos-bizarros.html' title='5 tratamentos psiquiátricos bizarros que caíram em desuso'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiIo5Qwgdt9tzKtDZW6gkUqHSVq5ETe6dpquJM1AmpVKuIMEPZcmy_rhP2Bfg67Zoh86Ka9HKeI921fpnPgpHuI4fw9O8VPLON4YPLOxo93PPvCySOSJnr6gPsgIAg8GEL8Vm0kw0yMZ9T/s72-c/1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-8456334900909138236</id><published>2010-11-19T13:42:00.000-08:00</published><updated>2010-11-19T19:30:14.196-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desinstitucionalização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="família"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>SAÚDE MENTAL: A DESINSTITUCIONALIZAÇÃO PSIQUIÁTRICA E O ENCARGO SOBRE AS FAMÍLIAS</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPK5L0Q8JpOCypKai3cWaJlGNF8Cl6dJLVz2LxUHLxaDhIl7ui9yD0hY7xOaVlsucPimt45H83Y9uzC1Zje9l7q7hFDXpNut1Ur6w-He74x0FeXIgcZr_44GROAgTs2-2HgGOqQx7fo0sg/s1600/familia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;112&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPK5L0Q8JpOCypKai3cWaJlGNF8Cl6dJLVz2LxUHLxaDhIl7ui9yD0hY7xOaVlsucPimt45H83Y9uzC1Zje9l7q7hFDXpNut1Ur6w-He74x0FeXIgcZr_44GROAgTs2-2HgGOqQx7fo0sg/s200/familia.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;É de conhecimento de todos     que a área de Saúde Mental experimentou ao longo dos anos 80, e mais particularmente na     entrada da década de 90, transformações substanciais com o avanço do movimento pela     Reforma Psiquiátrica. Não apenas as discussões sobre o reconhecimento da cidadania do     louco lograram aparição pública, deixando de ser um tema de interesse circunscrito a     profissionais progressistas da área para envolver usuários, familiares dos serviços     psiquiátricos e a população em geral, como também a implantação de programas e     serviços de portas abertas&lt;i&gt; &lt;/i&gt;(tais como CAPS, NAPS, hospitais-dias, enfermarias de     curta internação) mostraram ser possível um outro tipo de intervenção sobre a loucura     que não fosse estigmatizante, cronificante e, sobretudo, que não reafirmasse a exclusão     social dos loucos. &lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;É neste contexto que a família     passa a ser um elemento privilegiado das políticas institucionais de atendimento na     saúde mental, o que não significa dizer que a prática psiquiátrica de outrora     desconsiderasse a família. No entanto, não podemos esquecer que o tratamento asilar     tinha por objetivo excluir do convívio social aquelas pessoas que eram potencialmente uma     ameaça para si, para a família e para toda sociedade. Na medida em que o asilamento do     louco passa a sofrer duras denúncias e críticas, na medida em que a internação &lt;i&gt;ad     eterno&lt;/i&gt; da loucura passa a ser desprivilegiada, é que a reinserção social e a     reinserção familiar do paciente psiquiátrico tornam-se objetivos primordiais das     instituições e serviços psiquiátricos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;No entanto, é necessário que     consideremos o contexto mais amplo em que a Reforma Psiquiátrica avança no país,     contexto de ofensiva neoliberal, de redução de serviços, e, particularmente na área de     Saúde Mental, de redução de leitos psiquiátricos em um número superior à criação     de serviços psiquiátricos comunitários alternativos ao asilamento. Podemos acrescentar     a isso um outro dado: o baixo potencial de cobertura assistencial da maioria dos serviços     alternativos à internação, em especial os hospitais-dia, ainda restritos a atenção a     uma clientela de nosologia mais leve e de prognóstico mais favorável. Tais fatos nos     levam a crer que, em nosso país, a responsabilidade diária de cuidado com os pacientes     crônicos tem sido em grande parte creditada às famílias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;A família tem ressurgido neste     final do século como um tema altamente privilegiado para intervenção do Serviço     Social. Acreditamos que a reemergência desse fenômeno não esteja ocorrendo por acaso.     São muitas as instituições, programas e serviços que têm buscado privilegiar em suas     ações a reinserção familiar. Mas qual o desafio que hoje este tema traz para o     Serviço Social? Em primeiro lugar, pensar a intervenção profissional com a família na     atualidade não deve ser sinônimo para ressurreição do Serviço Social Tradicional.     Isso não é uma exigência apenas dos avanços obtidos pela profissão nestas duas     últimas décadas. É importante que entendamos que o próprio &quot;progressismo&quot; de     muitas áreas onde o Serviço Social está inserido exige também da categoria o     rompimento com o conservadorismo e com a intervenção adaptativa e tutelar. Exemplo claro     disso é a saúde mental, que avançou de uma cultura segregacionista e cronificadora para     luta pelo reconhecimento da cidadania do louco. Portanto, não cabe hoje tratar a     temática da família naquela perspectiva tradicionalista de adestramento a um estilo de     vida condizente com o modo de produção burguês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;E de que maneira podemos, então,     abordar a família sem que abortemos os avanços teórico-metodológicos e     ético-políticos conquistados pela profissão nos anos 90, posto que estes avanços nos     exigem que tratemos a questão da família no quadro sociohistórico mais amplo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Este quadro mais amplo não     apenas atinge as condições e relações de trabalho do assistente social, mas também     atinge as condições de vida da população usuária dos serviços sociais. Sendo assim,     devemos considerar que a família não está imune às profundas modificações que     assolam a sociedade capitalista na contemporaneidade. Ela é diretamente afetada pelo     quadro sociohistórico mais amplo. De acordo com SALES (1997), as mudanças do mundo do     trabalho - o desemprego estrutural, a precarização do trabalho que transformam um     contingente cada vez maior de mulheres em &quot;chefes de família&quot; - atingem     diretamente uma das tarefas básicas cumpridas historicamente pela família: a     reprodução material e espiritual dos indivíduos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Somada a estas alterações de     ordem econômica, a família está sofrendo também mudanças de natureza cultural que     indicam a ruptura de velhos padrões ao redefinir papéis de gênero e a relação entre     as diferentes gerações (pensemos no divórcio, nas pessoas morando só, no aborto, nas     mães solteiras, na liberalização dos costumes, etc.).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Tais mudanças se expressam na     configuração de uma nova composição familiar, fenômeno mundial também observado na     estrutura demográfica brasileira da atualidade. O que estes dados refletem, segundo     especialistas da área é o fim da grande família, que potencialmente era capaz de     oferecer amplas redes de sociabilidade, suportes afetivos cruzados e, eventualmente, ajuda     econômica. A família restrita (ou família sem colaterais) é a tendência da     composição familiar atual que afeta a todas as classes sociais, mas seu rebatimento nos     setores populares traz conseqüências mais penosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Para SALES (&lt;i&gt;Op. cit.&lt;/i&gt;), o     que esses dados sinalizam é que os mecanismos de solidariedade familiar, considerados     elementos básicos na proteção dos indivíduos contra as agressões externas e a     exclusão social, adquirem agora o formato de uma interação limitada e precária entre     alguns membros da família. Torna-se mais árduo para um membro familiar em dificuldade     acionar uma rede de parentesco limitada ou dispersa, o que exige novas estratégias de     organização doméstica, sobretudo, no que diz respeito ao cuidado com os dependentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;A hipótese que sustentamos é     que, malgrado a relevância que a família possa ter para os novos serviços e programas     de desconstrução asilar, muitas vezes o processo de desinstitucionalização     psiquiátrica é efetivado à revelia das dificuldades concretas que os familiares     enfrentam para manter seu ente em casa. Muitos trabalhos de reinserção familiar de     pacientes psiquiátricos são conduzidos sob o privilégio de abordagens quase que     exclusivamente psicológicas, sem que se dê voz aos problemas concretos vividos pelas     famílias no convívio e sustento diário de seus loucos. Assim sendo, embora mais     presentes nesses serviços, as famílias tendem a não ser consideradas como usuárias dos     mesmos, ou como um usuário de menor importância que teima em obstaculizar a Reforma     Psiquiátrica. É notória a ausência de reflexões nos Serviços de Saúde Mental sobre     as dificuldades que as famílias de pacientes psiquiátricos têm em conciliar lazer,     trabalho e cuidado diário de seus entes doentes. Mesmo quando questões como essas     conseguem ter um canal de expressão nos serviços, acabam por não ter eco na dinâmica     ou reorganização do mesmo. A maior parte dos serviços de Saúde Mental ofertados hoje     à população tende a depositar o peso do cuidado com a loucura sobre as famílias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Há uma necessidade premente para     a constituição de serviços de saúde mental capazes de compatibilizar interesses e     direitos conflitantes de usuários e familiares (GIANNICHEDA, 1989 e SOMMER, 1990).     Serviços que se estruturem como dispositivos assistenciais dispostos a rever com a     família a distribuição do tempo de cuidado, a permitir maior poder de interferência     dos familiares na sua dinâmica e organização internas, ultrapassando as abordagens que     culpabilizam as famílias pelo adoecimento de seus entes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Os autores em tela apontam,     ainda, para o papel de &quot;maximização do tempo de produção&quot; que os asilos     psiquiátricos e as instituições totais de uma maneira geral cumpriam frente as     famílias das classes trabalhadoras. O que se intenta ressaltar é que, para além da     função repressiva, as instituições totais exerciam uma função econômica, posto que     ao enclausurarem os loucos, e toda sorte de dependentes, elas acabavam por poupar o tempo     das famílias com o cuidado de seus entes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Podemos encontrar uma análise     sobre a função econômica das instituições totais também em IGNATIEFF (1987), que     discorre sobre os riscos que as análises históricas das instituições totais trazem -     principalmente aquelas que se apóiam em Goffman e Foucault - de tornarem-se uma     &quot;história institucional&quot;, isto é, uma história limitada ao que ocorre no     interior da instituição, um relato &quot;da sua arquitetura, da sua administração, das     relações de quem captura e é capturado&quot;. Para o autor, o melhor ponto de abordagem     desta história deve se localizar a partir do exterior da instituição: &quot;a partir do     mundo das classes trabalhadoras&quot;. A história das instituições totais se situa na     relação entre o que ocorre no interior da instituição e o que se passa fora dela: no     papel exercido pela instituição total na reprodução da ordem social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;As mudanças na natureza do     trabalho de mulheres e um aumento global na duração e na intensificação de trabalho     para homens e crianças durante a industrialização tornaram mais difícil para as     famílias de trabalhadores combinarem emprego, cuidado e alimentação de dependentes no     lar. Essas suposições podem esclarecer novas questões acerca da demanda vinda da classe     trabalhadora para as instituições do Estado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Um dos maiores desafios postos na     contemporaneidade aos profissionais que atuam na saúde mental, principalmente para     aqueles que são contrários à privatização da questão do cuidado dos loucos no     âmbito das famílias, é elucidar de que forma o hospício participa da reprodução das     relações sociais de classe que conformam a ordem burguesa. É compreender a demanda pela     institucionalização psiquiátrica ou, em outros termos, dos obstáculos ao     &quot;retorno&quot; do paciente ao convívio social, como expressão da &quot;questão     social&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Esse não é um desafio fácil,     posto que a maioria das interpretações críticas da história da Psiquiatria,     fundamentalmente aquelas ancoradas no pensamento foucaultiano, pensa o asilo psiquiátrico     como uma estrutura eminentemente ordenada pela lógica punitiva, uma estrutura descolada     da esfera da dominação de classes. Assim, o asilo é visto como produto de um outro     fenômeno, na maioria das vezes, fruto da dominação da razão normativa; uma estrutura     apartada das interações entre o Estado e a sociedade civil, das lutas de classe e da     &quot;questão social&quot; na ordem burguesa monopólica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;CASTEL (1991) demonstra como o     asilamento não foi, como sugere Foucault, um fenômeno universal que tivesse por objeto a     loucura em geral, isto é, independente da classe de origem do alienado. Embora o autor     declare expressamente que sua análise segue a linha aberta por Foucault em &lt;i&gt;História     da Loucura&lt;/i&gt; (1987), as considerações a respeito da criação dos primeiros hospícios     franceses demonstram que a história da institucionalização da loucura se passa como     estratégia de dominação de classe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;O referido autor aponta - e isto     é de extrema relevância – que, embora a aliança entre o movimento filantrópico e     o alienismo tenha-se esforçado para creditar à Psiquiatria amplos poderes sobre o     destino social dos loucos - regularização do processo de internação e interdição da     loucura sob crivos médicos, remodelação da estrutura assistencial da saúde mental por     todo o território francês, construção de asilos especificamente para doentes mentais     em quantidade e qualidade terapêutica suficientes - a idade de ouro do alienismo nunca     existiu. Os avanços ficaram circunscritos apenas aos loucos pobres, principalmente     aqueles sem família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Para o autor supracitado, a     assistência psiquiátrica asilar recai com peso diverso para as diferentes classes     sociais, pois a Psiquiatria que surge como especialização médica na aurora do século     XIX é uma Psiquiatria de classe. No entanto, a intenção do autor não é afirmar que os     loucos de origem abastada não conheceram o asilamento (até porque o problema da     institucionalização da loucura requer uma compreensão mais ampla), posto que a origem     de classe compõe uma importante dimensão do problema, mas não a única. A gravidade da     &quot;patologia&quot; e o suporte familiar constituem também elementos determinantes do     destino social do alienado. Uma característica muito pouco observada corrige o     funcionamento de classe da Psiquiatria, mas somente para os doentes mais graves: quanto     mais longa e seriamente doente estiver uma pessoa, mais perderá seus privilégios de     classe. A família se cansa de consultar unidades médicas e de pagar, sem resultados,     contas hospitalares proibitivas. O louco de boa família pode se tornar, assim, um     crônico de asilo, mas depois de um processo mais lento e menos necessário do que o do     indigente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Estes &quot;critérios&quot; -     origem de classe, gravidade do adoecimento, suporte familiar -, devem, a nosso ver, ser     utilizados para entendermos a demanda de institucionalização advinda da própria     família do paciente psiquiátrico. Desse modo, o alienismo ou o asilamento que o     representa não podem ser interpretados como medidas de força que se impõem sobre a     cabeça dos alienados mais pobres, sem família e mais adoentados, sem que exista uma     demanda real para aquilo que Castel (&lt;i&gt;Op. cit.&lt;/i&gt;) denomina de &quot;encargo pelo     exterior&quot;. O cuidado doméstico dos dependentes recai mais pesado nas famílias     trabalhadoras que naquelas que não necessitam colocar sua força de trabalho à venda no     mercado; ele é um trabalho pesado que geralmente não é socializado dentro do próprio     clã familiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;Se desejamos de fato reconhecer a     família como um ator político privilegiado no processo de desinstitucionalização     psiquiátrica, é necessário que reconheçamos que o cuidado doméstico dos dependentes     é um trabalho pesado, repetitivo, invisível e que exige do provedor um estilo de vida     que o isola do mundo exterior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;FONTE:&amp;nbsp; http://www.ubiobio.cl/cps/ponencia/doc/p16.2.htm&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/8456334900909138236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/11/saude-mental-desinstitucionalizacao.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/8456334900909138236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/8456334900909138236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/11/saude-mental-desinstitucionalizacao.html' title='SAÚDE MENTAL: A DESINSTITUCIONALIZAÇÃO PSIQUIÁTRICA E O ENCARGO SOBRE AS FAMÍLIAS'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPK5L0Q8JpOCypKai3cWaJlGNF8Cl6dJLVz2LxUHLxaDhIl7ui9yD0hY7xOaVlsucPimt45H83Y9uzC1Zje9l7q7hFDXpNut1Ur6w-He74x0FeXIgcZr_44GROAgTs2-2HgGOqQx7fo0sg/s72-c/familia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-5650513866166322572</id><published>2010-10-29T06:58:00.000-07:00</published><updated>2010-10-29T06:58:00.666-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="drogas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ministério da saúde"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="serviço social"/><title type='text'>Saúde Mental e uso de entorpecentes</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRkdnLJBLQoCqgnVcvBA7M6ov3Jy9VISnAnrRmYaHBhk1Ne2sE9zxK2Wyfp9RJlsNPUH0yv4eTwQxsTLs8-VILkD2_bbNOdKKe0iFZU_2hw3XWUS3a1vzEueBWfG1x3DwEGJ0FXDkqAuKC/s1600/drogas-2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;104&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRkdnLJBLQoCqgnVcvBA7M6ov3Jy9VISnAnrRmYaHBhk1Ne2sE9zxK2Wyfp9RJlsNPUH0yv4eTwQxsTLs8-VILkD2_bbNOdKKe0iFZU_2hw3XWUS3a1vzEueBWfG1x3DwEGJ0FXDkqAuKC/s320/drogas-2.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de ler a nova &lt;a href=&quot;http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/portaria2841_20092010_caps_ad_iii.pdf&quot;&gt;portaria nº. 2.841 de setembro de 2010 do Ministério da Saúde,&lt;/a&gt; que institui no âmbito do SUS os Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e outras Drogas - 24 horas - CAPS ad III, comparo essa decisão brasileira com outra iniciativa na França e na Alemanha, sobre a criação de salas seguras para o consumo de drogas, também conhecida como Narcosalas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segue a reportagem completo do &lt;a href=&quot;http://maierovitch.blog.terra.com.br/2010/10/20/sala-segura-para-uso-de-drogas-aprovada-em-paris-dilma-e-serra-silenciam-a-respeito/&quot;&gt;blog Sem Fronteiras&lt;/a&gt;, do jurista e professor Wálter Fanganiello Maierovitch. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Em post de 16 de agosto passado foi comentada a  resistência do governo Nicolas Sarkozy, como acontecera no do socialista  François Mitterrand, em aprovar, no campo da saúde pública, a  instalação de salas seguras (na Europa chamadas de narcossalas) para uso  de drogas proibidas. &lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;Quando da proibição, ocorreram dois protestos de peso.&amp;nbsp;Um da  Associação Nacional para a Prevenção ao Alcoolismo e à Dependência  (ANPAA) e&amp;nbsp;outro da&amp;nbsp;Associação para a Redução de Riscos (AFR).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para a ANPAA, a “história da epidemiologia e a experiência clínica  demonstram que a política governamental (de Sarkozy) de uma sociedade  sem consumo de drogas é ilusório. As posturas proibicionistas e  repressivas são inócuas. Isto porque uma cura raramente se dá apenas  pela abstinência”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Diante dos protestos, o Conselho Comunitário de Paris, uma espécie de  câmara municipal, resolveu se debruçar sobre o caso e, ontem, votou a  favor da abertura de pelo menos uma sala segura para consumo de drogas  proibidas na cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O conselho entendeu que com as narcossalas os consumidores de drogas proibidas correrão menos riscos de danos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A iniciativa do Conselho de Paris contou com o apoio da Agência  Regional de Saúde, a prefeitura, as associações comunitárias de redução  de danos e de riscos aos usuários e os organismos de saúde pública  envolvidos em atendimentos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; No campo dos direitos humanos, as narcossalas  representam práticas sociossanitárias. Além de locais seguros para  consumo, oferecem programas de emprego, informações e assistência médica  permanente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O modelo europeu considerado&amp;nbsp;sucesso foi o implantado em Frankfurt,  na Alemanha, em 1994, quando a cidade tinha cerca de 6 mil dependentes  químicos. Até a Suíça trocou as praças pelos ambientes fechados e  controlados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em Frankfurt, o número de usuários e dependentes caiu pela metade até  2003. Além disso, outras oito cidades alemãs adotaram as salas seguras.  Os hospitais e os postos de saúde, antes das narcossalas, atendiam 15  casos graves por dia, com um custo estimado de 350 euros por  intervenção. Tais resultados inspiraram a Espanha, que realiza  experiências com as salas seguras.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O sistema alemão oferece acolhida aos que vivem marginalizados, em  péssimas condições de saúde e econômicas. Foi, sem dúvida, uma forma de  aproximação, incluindo cuidados médicos, informações úteis e ofertas de  formação profissional e de trabalho. Com isso, o uso de drogas  injetáveis despencou 50%.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Reduziram-se também significativamente os casos de Aids e outras  patologias correlatas ao consumo de drogas proibidas. Vale destacar  ainda que, entre os usuários que ingressaram nos programas de  narcossalas, caiu o índice de mortalidade em virtude da melhora da  qualidade de vida. Por sua vez, as mortes por overdose também baixaram,  tendo o mesmo sucedido, no campo da microcriminalidade, com os delitos  relacionadas ao consumo de drogas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A experiência de Frankfurt serviu para afastar a tese de que as  narcossalas poderiam estimular os jovens a ingressar no mundo das  drogas. Pesquisas realizadas por autoridades sanitárias demonstraram que  os jovens de idade entre 15 e 18 anos da cidade não partiram para o uso  de heroína ou cocaína e menos de 1% nunca provou uma dessas drogas na  vida. Um levantamento epidemiológico revela o aumento na idade do  consumidor: subiu para entre 30 e 34 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As narcossalas, nos lugares onde foram implantadas, deram certo não  só em relação à redução da demanda, mas também pela contribuição  positiva quanto aos aspectos e práticas humanos, solidários e de  reinserção social. Na Alemanha, as federações do comércio e da indústria  apoiaram com cerca de 1 milhão de euros os programas das narcossalas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Alguém ousa opinar de como seria essa experiência aqui no Brasil, cujo país possui tamanhos continentais?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/5650513866166322572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/10/saude-mental-e-uso-de-entorpecentes.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5650513866166322572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5650513866166322572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/10/saude-mental-e-uso-de-entorpecentes.html' title='Saúde Mental e uso de entorpecentes'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRkdnLJBLQoCqgnVcvBA7M6ov3Jy9VISnAnrRmYaHBhk1Ne2sE9zxK2Wyfp9RJlsNPUH0yv4eTwQxsTLs8-VILkD2_bbNOdKKe0iFZU_2hw3XWUS3a1vzEueBWfG1x3DwEGJ0FXDkqAuKC/s72-c/drogas-2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-3997880104381149006</id><published>2010-09-27T15:34:00.000-07:00</published><updated>2010-09-27T15:37:19.147-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="família"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="serviço social"/><title type='text'>ALGUMAS LIMITAÇÕES NO TRABALHO COM A FAMÍLIA DE BAIXA RENDA - Parte 2</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinQto7GxKsXLmZMluja_qlqGzSHedvjo7UIe5pL-YbfsEM6hzJ2We6slsUibhiOIERxi4YEh1HmrHImzlOB29rjIbYhNEPiP1Rv9H1H1ynbLGs4ZJdKbBvccOlYjWkSiKwLE78tHluXngu/s200/familia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinQto7GxKsXLmZMluja_qlqGzSHedvjo7UIe5pL-YbfsEM6hzJ2We6slsUibhiOIERxi4YEh1HmrHImzlOB29rjIbYhNEPiP1Rv9H1H1ynbLGs4ZJdKbBvccOlYjWkSiKwLE78tHluXngu/s200/familia.jpg&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;No  dia-a-dia da abordagem com a família, vários riscos permeiam a atuação  do profissional. O primeiro é ele se dispor a fazer um trabalho com a  família sem o devido preparo teórico-metodológico e ético. Nesse  sentido, ele pode se sentir como “doutor em família”, por ter vivido e  sofrido a vida toda a influência das relações familiares. Desse modo,  “naturalmente”, pode acreditar que entende de família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A  ação conjunta de dois ou mais profissionais de diferentes categorias  também pode trazer problemas. Se todos não tiverem preparo mínimo e  maturidade, podem reproduzir conflitos que a família vivencia. Podem  entrar em um jogo de disputa por competência ou para angariar a simpatia  da família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É  comum em um serviço de saúde, até em um CAPs, a família sentir que não  foi atendida se não falar ou passar por uma consulta com um psiquiatra,  mesmo tendo sido assistida por todos os demais profissionais da equipe  de nível superior. Às vezes, a atuação desses profissionais é mais  intensa com os cuidadores domésticos, mas é comum, em reuniões ou  assembléias, estes elogiarem ou reconhecerem publicamente apenas a ação  médica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Em  muitos serviços, além dos vínculos precários de trabalho e dos baixos  salários, há um baixo nível de recompensa simbólica, como o  reconhecimento pelo trabalho realizado, que os profissionais esperam e  muitas vezes não têm, da parte dos cuidadores domésticos. Não é rara a  decepção e a fala indignada de profissionais que não se sentem  reconhecidos. É preciso maturidade, bom senso e, acima de tudo,  comportamento ético para enfrentar essa situação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os  conflitos interprofissionais também podem ser reproduzidos na  intervenção com os familiares/cuidadores, quando os profissionais querem  apresentar soluções e mostrar-se úteis para a família. Muitas vezes as  disputas acabam reproduzindo conflitos vivenciados entre os membros de  cada grupo familiar. A carência afetivo-simbólica do profissional pode  acabar se sobrepondo às necessidades das pessoas e grupos  vulnerabilizados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É  necessário muita auto-vigilância nas práticas com a família. O espaço  das supervisões é fundamental para equacionar divergências entre  categorias profissionais e para apontar conflitos interpessoais. Outro  aspecto importante é a relação com famílias de baixa renda. Poucos  profissionais são capacitados academicamente para trabalhar com a  família e, quando o são, parte significativa está preparada para lidar  apenas com a família de classe média, de consultório, em uma realidade  próxima à de sua experiência pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Nesse  contexto, quando o profissional olha para a família dos segmentos de  baixa renda, em estado de crise, muitas vezes só consegue ver  desorganização, desestruturação. Mas é justamente nessa situação que ela  busca um profissional ou um serviço de saúde mental. O profissional  está pouco habituado a entender códigos culturais, lingüísticos e  comportamentais que não sejam os de sua classe social, confundindo  pobreza econômica e material com pobreza cultural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os  familiares/cuidadores, em geral, trazem para os profissionais e  serviços de saúde, além da crise psiquiátrica, todos os seus problemas  existenciais. A crise psiquiátrica apenas intensifica os dramas vividos  pelas famílias, vulnerabilizadas pelo contexto de pobreza e  exclusão/destituição social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Nessas  circunstâncias, o profissional corre o risco de só ver pobreza e  impotência, ficar paralisado como a família e não vislumbrar outras  possibilidades. Na crise, o grupo familiar costuma mostrar toda sua  fragilidade, mas podem também aflorar capacidades que às vezes não se  consegue identificar. É o momento em que o profissional pode observar a  dinâmica familiar de forma exponenciada, na solidariedade ou na ausência  dela, nas tentativas de encontrar saídas, nos recursos ou na falta  deles. É também o momento de observar se a família conta com uma rede  social com oportunidades para obter suporte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Diante  da família em crise e que quer transferir a resolução de seus problemas  para aqueles que “estudaram e entendem disso” (do cuidado com o PTM”), é  comum o profissional se ver diante do dilema de ter que dar uma  resposta, seja qual for, até para aliviar sua própria angústia ou  demonstrar competência para lidar com o caso que tem diante de si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Para  o médico, parece ser mais tranqüilo prescrever uma medicação ou  requisitar um exame. Para os demais profissionais, existe a tendência de  utilização dos recursos da comunidade, que muitas vezes assume uma  postura de transferência de responsabilidade, e não de compartilhamento  de soluções. A família cuidadora coloca o profissional como o  solucionador de problemas familiares, e muitos profissionais incorporam  tal encargo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Ao  assumir o exercício da profissão como “doutor”, a atenção pode deslizar  para uma atitude autoritária, caso o profissional considere que sabe  tudo e, por isso, pode tudo resolver, sem dialogo e interlocução com a  família/cuidador, tendo uma resposta para todas as questões, a fim de se  manter nesse lugar. Essa atitude autoritária permeia as intervenções e  coloca o profissional como única pessoa capaz de solucionar os  problemas. Daí também a prática do “aconselhamento”&lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://draft.blogger.com/post-edit.g?blogID=8959400046975704923&amp;amp;postID=3997880104381149006&quot; name=&quot;ast3&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;  ser generalizada. Freqüentemente o profissional acha que sabe o que é  melhor para todas as famílias que chegam a seu consultório/serviço ou se  encontram sob sua responsabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Nesse  horizonte, é importante registrar as reações do profissional, ao se  deparar com o grupo familiar e seus problemas. Cecchin (2000, p. 73)  aponta cinco respostas básicas do profissional em relação à família:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;•  ele tem necessidade de se tornar útil para a família. Nesse cenário,  quanto mais é útil, mais a família se sente inútil, desamparada e  impotente, pois não constrói novas soluções para seus problemas;    &lt;br /&gt;
•  alguns se colocam como professores, prescrevendo comportamentos,  “aconselhando” sem a família/cuidador ter solicitado. Nesse sentido,  quanto mais for professoral, menos a família/cuidador aprende e menor  qualidade interacional existirá entre ambos;    &lt;br /&gt;
• o profissional deseja controlar o grupo, disciplinar o processo interativo, deixando os membros dependentes ou apáticos;    &lt;br /&gt;
•  o profissional quer proteger as pessoas, percebidas por ele como  desorganizadas, infelizes, desestruturadas, e toma para si a tarefa de  reorganizar e cuidar do grupo. Nesse sentido, não há um aprendizado do  grupo na resolução de seus problemas;    &lt;br /&gt;
• o profissional manifesta,  consciente ou inconscientemente, o desejo de punir a família quer dar  uma lição a quem ele considera um mau marido, má mãe, má filha, mau  cuidador.    &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Nas  formas acima esboçadas de oferecer resposta ao grupo familiar/cuidador,  o profissional arrisca-se a exercer a cruel compaixão (Szasz, 1994),  pois, sob pretexto de auxiliar o grupo a sair de sua crise, substitui o  papel dos membros da família, subtrai a competência própria da família,  desconsidera os recursos e a necessidade da família de construir sua  história e sentir-se suficientemente capaz para resolver suas questões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Assim,  como visto, embora permeado por limitações, o trabalho com a família  nos remete a reflexões que podem apontar possibilidades e desafios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/3997880104381149006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/09/no-dia-dia-da-abordagem-com-familia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/3997880104381149006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/3997880104381149006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/09/no-dia-dia-da-abordagem-com-familia.html' title='ALGUMAS LIMITAÇÕES NO TRABALHO COM A FAMÍLIA DE BAIXA RENDA - Parte 2'/><author><name>Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481928622102778832</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinQto7GxKsXLmZMluja_qlqGzSHedvjo7UIe5pL-YbfsEM6hzJ2We6slsUibhiOIERxi4YEh1HmrHImzlOB29rjIbYhNEPiP1Rv9H1H1ynbLGs4ZJdKbBvccOlYjWkSiKwLE78tHluXngu/s72-c/familia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-6900204193267340523</id><published>2010-09-19T18:49:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T18:49:08.367-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lançamentos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="serviço social"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="UFRJ"/><title type='text'>Lançamento do livro Karl Marx e Subjetividade Humana - Eduardo Mourão Vasconcelos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiY0i5hW9xlpRbjYdSecytk3MQanw72igoAtBqfXOYdwdWepTFouMJLQjXEPGSF7iq_WBxQqu7V9ghHaKurMhM0gvIX5UU2_jNsMFrBmDBjEuQKpyizqjdwPQLgIFxtARLVMgzhmbbcHFn-/s1600/Marcelle+x+Eduardo.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiY0i5hW9xlpRbjYdSecytk3MQanw72igoAtBqfXOYdwdWepTFouMJLQjXEPGSF7iq_WBxQqu7V9ghHaKurMhM0gvIX5UU2_jNsMFrBmDBjEuQKpyizqjdwPQLgIFxtARLVMgzhmbbcHFn-/s400/Marcelle+x+Eduardo.JPG&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Marcelle, prazer tê-la como aluna e amiga. (assim na dedicatória)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj859buJ7LlGBNQN9G7j3pxIVrg__g8TOh56fVAoMZoBHR8DHbS1Iigy_OT7O41V-zk50eFKBkUXBFfI3OTOPL7HotQ8AYg0zIIMxVkr3UkZO5CX_BMk15Re61epfxy5-Bvlla9HFjpGoV3/s1600/Rita+x+Meninas.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj859buJ7LlGBNQN9G7j3pxIVrg__g8TOh56fVAoMZoBHR8DHbS1Iigy_OT7O41V-zk50eFKBkUXBFfI3OTOPL7HotQ8AYg0zIIMxVkr3UkZO5CX_BMk15Re61epfxy5-Bvlla9HFjpGoV3/s400/Rita+x+Meninas.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Léa, prof. Rita Vasconcelos, eu e Lili representando a graduação da UFRJ.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/6900204193267340523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/09/lancamento-do-livro-karl-marx-e.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/6900204193267340523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/6900204193267340523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/09/lancamento-do-livro-karl-marx-e.html' title='Lançamento do livro Karl Marx e Subjetividade Humana - Eduardo Mourão Vasconcelos'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiY0i5hW9xlpRbjYdSecytk3MQanw72igoAtBqfXOYdwdWepTFouMJLQjXEPGSF7iq_WBxQqu7V9ghHaKurMhM0gvIX5UU2_jNsMFrBmDBjEuQKpyizqjdwPQLgIFxtARLVMgzhmbbcHFn-/s72-c/Marcelle+x+Eduardo.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-7906298937780526084</id><published>2010-09-01T11:56:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T11:56:54.062-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="família"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="loucura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>ALGUMAS LIMITAÇÕES NO TRABALHO COM A FAMÍLIA DE BAIXA RENDA</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinQto7GxKsXLmZMluja_qlqGzSHedvjo7UIe5pL-YbfsEM6hzJ2We6slsUibhiOIERxi4YEh1HmrHImzlOB29rjIbYhNEPiP1Rv9H1H1ynbLGs4ZJdKbBvccOlYjWkSiKwLE78tHluXngu/s1600/familia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinQto7GxKsXLmZMluja_qlqGzSHedvjo7UIe5pL-YbfsEM6hzJ2We6slsUibhiOIERxi4YEh1HmrHImzlOB29rjIbYhNEPiP1Rv9H1H1ynbLGs4ZJdKbBvccOlYjWkSiKwLE78tHluXngu/s200/familia.jpg&quot; width=&quot;132&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Trabalhar com famílias de baixa renda implica lidar com várias limitações, decorrentes sobretudo de dupla estigmatização: a de serem pobres, em uma sociedade que só recentemente, depois da Constituição de 1988, reconheceu formalmente os pobres como cidadãos detentores de direitos; e de terem em seu meio um portador de transtorno mental, enfermidade carregada de imagens de periculosidade e incapacidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O deslocamento do familiar/cuidador até o serviço assistencial psiquiátrico, no geral, é complicado para esse segmento social, tendo em vista suas dificuldades econômicas, que o obrigam muitas vezes a andar a pé ou de bicicleta. Contudo, grupalizar os familiares cuidadores parece ser uma estratégia interessante, por propiciar a troca de experiências e mostrar que é possível conviver com o portador de transtorno mental de diferentes maneiras. Se, por um lado, os familiares cuidadores podem ser homogeneizados em sua condição de vida e na forma como enfrentam os desafios cotidianos, por outro lado há muita riqueza nos encontros.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Mas, mesmo nas reuniões semanais, uma das principais dificuldades é assegurar a presença dos familiares. A sobrecarga das tarefas domiciliares, sobretudo para o cuidador do portador de transtorno mental, que tende a ser o único cuidador direto no grupo, e as dificuldades econômicas da família explicitamse na alta rotatividade nas reuniões. Alguns serviços disponibilizam vale-transporte para o cuidador doméstico comparecer a elas, mas é raro algum deles manter freqüência semanal, apesar de as considerar importantes e participarem ativamente delas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Por outro lado, as dificuldades com transporte nos serviços psiquiátricos, sobretudo nos hospitais, a lógica de organização de muitos deles e a sobrecarga dos profissionais impedem um trabalho mais sistemático na comunidade, no espaço doméstico, na rede de relações sociais do portador de transtorno mental, que corre o risco de ficar em segundo plano. Nesse sentido, os centros de atenção psicossocial têm inovado no trabalho com a família, com as associações de moradores, com as rádios comunitárias, com grupos de mulheres e com conselhos de políticas públicas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Embora tais intervenções sejam fundamentais, a família demanda um preparo para o cuidado doméstico ao portador de transtorno mental e para enfrentar suas próprias questões, múltiplas e multifacetadas. A necessidade de atendimento à família na assistência psiquiátrica A abordagem da família é um encargo de toda a equipe dos serviços de assistência psiquiátrica. Nenhum profissional pode deter monopólio ou exclusividade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Tem-se observado que cada serviço ou equipe se organiza de maneira própria para abordar a família. Historicamente, nos hospitais psiquiátricos o assistente social era o principal encarregado das questões relacionadas à família, possivelmente porque os pacientes geralmente eram pobres. Tudo o que não &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;era da alçada estritamente clínica era remetido ao assistente social. Ainda hoje ocorre esse entendimento.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Em alguns centros de atenção psicossocial, como no caso estudado por Ramos (2003) no Ceará, o assistente social é considerado pelas equipes como o “profissional da família”. Geralmente, o interesse pessoal de determinado profissional, a capacitação individual de cada agente e a condição de classe da unidade familiar têm definido quem se sente apto ou desejoso de trabalhar com a família.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Quando se identifica o aparecimento de um PTM no seio de uma família, ocorre um momento de crise, uma ruptura de rotinas, um conflito de papéis, pois cuidar de uma pessoa adulta, dependente, em geral está fora do previsto na história do grupo e de seu repertório de respostas. A família tem que reconstruir sua unidade, aprender a se relacionar com o transtorno mental, com os serviços de saúde mental e com a linguagem dos técnicos, que geralmente não estão preparados para dialogar com a população que não teve acesso à educação formal.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Nos serviços comunitários abertos, com internação parcial, de início se supõe maior interação da família com o serviço psiquiátrico, posto que o portador de transtorno mental permanece no máximo de sete a oito horas por dia na instituição, retornando no final da tarde para seu domicílio. No Piauí, há uma chamada para reunião com familiares uma vez por semana, com duração média de uma hora. No hospital psiquiátrico, no regime de internação integral, a reunião com a família, em geral, apresenta menor número de participantes. Já nos serviços com internação parcial, a participação de familiares é sempre maior.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Nessas reuniões, várias questões são observadas. Embora chamadas de reuniões de família, freqüentemente agregam cuidadores, pessoas que, no interior do grupo familiar, são responsáveis pelos cuidados diretos do portador de transtorno mental. No geral esse cuidador é a única pessoa da família a se encarregar desses cuidados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Outro aspecto que chama atenção é a presença feminina no grupo de familiares/cuidadores, constatada nas reuniões nos serviços de saúde mental. Historicamente, as mulheres ficaram identificadas com o trabalho de cuidar dos outros, tanto na esfera privada quanto na pública. Não são raros os homens nessas reuniões, mas comparecem sempre em pequena quantidade. Nesse sentido, parece ser natural atribuir à mulher tal incumbência, por caber-lhe também os papéis de engravidar e amamentar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CONTINUA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Texto de Lúcia Cristina dos Santos Rosa -A inclusão da família nos projetos terapêuticos dos serviços de saúde mental (Psicologia em Revista)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/7906298937780526084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/09/algumas-limitacoes-no-trabalho-com.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/7906298937780526084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/7906298937780526084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/09/algumas-limitacoes-no-trabalho-com.html' title='ALGUMAS LIMITAÇÕES NO TRABALHO COM A FAMÍLIA DE BAIXA RENDA'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinQto7GxKsXLmZMluja_qlqGzSHedvjo7UIe5pL-YbfsEM6hzJ2We6slsUibhiOIERxi4YEh1HmrHImzlOB29rjIbYhNEPiP1Rv9H1H1ynbLGs4ZJdKbBvccOlYjWkSiKwLE78tHluXngu/s72-c/familia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-839506709629725979</id><published>2010-08-15T16:04:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T16:04:53.465-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desinstitucionalização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalhador"/><title type='text'>Desinstitucionalizar é ultrapassar fronteiras sanitárias: o desafio da intersetorialidade e do trabalho em rede</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3AToRpASdGWKtdkuz4_Ni56H-nW2qBfVW2CXaIw5CopV5HNPZC1ipO0eyaRhD_16euFyXdcJCbBgmUdOD9LmjZfID80kI_Nr9KtU7Adi02vCmFANWIn_6E_F1QeGZ8ti6iRXhm21QBMsk/s1600/trabalho+em+rede.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;157&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3AToRpASdGWKtdkuz4_Ni56H-nW2qBfVW2CXaIw5CopV5HNPZC1ipO0eyaRhD_16euFyXdcJCbBgmUdOD9LmjZfID80kI_Nr9KtU7Adi02vCmFANWIn_6E_F1QeGZ8ti6iRXhm21QBMsk/s200/trabalho+em+rede.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nos últimos anos é visível como a reforma psiquiátrica vem avançando no país, desde discussões mais afinadas acerca dos fundamentos históricos e conceituais da proposta de reforma em curso, até a análise crítica de seus principais dispositivos de intervenção, das conquistas e dos impasses que trabalhadores, gestores, usuários e familiares têm enfrentado no sentido de fazer avançar processos de desinstitucionalização requeridos, mas não garantidos, pelo aparato jurídico/estrutural da legislação vigente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
É possível reconhecer também que há uma sensibilidade mais aguçada que nos leva a reconhecer que a reforma psiquiátrica está articulada à produção de novos modos de subjetivação, pressupondo práticas de cuidado diversas das predominantes no modelo asilar, bem como a ruptura da lógica tutelar a ele associada. Esse reconhecimento parte do pressuposto de que a loucura se encontra confinada em saberes e instituições psiquiátricas, e em função disso, as inúmeras possibilidades da loucura enquanto radicalidade da alteridade são reduzidas a um único significado: doença mental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sabemos, portanto, que daí derivam as práticas de controle, tutela, domínio, normatização e medicalização, tão evidentes em nosso cotidiano. A manutenção dessas práticas, a produção de novas formas de controle cada vez mais sutis e eficazes, assim como a dificuldade de produzir interferências nesse âmbito, tudo isso vem sendo descortinado dia após dia. Queremos mudar, mas esse querer vai sendo enfraquecido, pois também está atravessado por uma lógica, aqui entendida como marcas invisíveis que produzem formas de subjetivação, que se expressa através de um desejo em nós de dominar, de subjugar, de classificar, de hierarquizar, de oprimir e de controlar a vida (Machado e Lavrador, 2001). Trata-se, pois, de uma cultura manicomial, dos nossos manicômios mentais (Pelbart, 1990). Isso indica claramente que a reforma psiquiátrica não se restringe a uma ordem macropolítica. Clausuras subjetivas nos habitam e são muito poderosas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Acreditamos que há também lampejos em nossa compreensão atual de que não é para recuperar socialmente nem para retomar a normalidade perdida que a luta antimanicomial deveria operar, mas produzir novas formas de sociabilidade, reorientar nossas vidas a partir da mistura de diferentes códigos, romper os sentidos de mundo que a época nos impõe, produzir fissuras na ordem mundial, na hegemonia, na monotonia, constranger as linhas de força que operam hegemonicamente e que nos faz cada vez mais silenciosos, obedientes, dóceis e conformistas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com base nesses princípios tentamos contribuir com o debate nacional gerando interlocução com atores sociais envolvidos na luta antimanicomial que produzem interferências decisivas nos rumos do processo de reforma psiquiátrica. Esses atores, independente da condição de gestores, pesquisadores, trabalhadores de saúde mental, usuários, familiares, etc, constituem um coletivo que insiste na sustentação de uma utopia e na não conformação com as atuais promessas enganosas do hospital psiquiátrico humanizado, reformado, maquiado (Amarante, 2007).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesse intuito, queremos “botar lenha” na utopia, fomentar estratégias de resistência e criação no campo da saúde mental que venham ampliar nossa capacidade de análise e intervenção junto aos coletivos de trabalho, assim como contribuir para a produção de novos modos de operar a política de saúde mental que sustente e faça avançar a luta antimanicomial. Consideramos que para fazer um movimento social amplo e complexo acontecer, tal como se apresenta a reforma psiquiátrica, precisamos empreender uma guerra contra essa política de subjetivação que exige consensos, razoabilidade e, em contrapartida, promete segurança, bem-estar, pacificação, conforto, operando pela via do medo e da esperança.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É necessário para tanto operar críticas em dois âmbitos: um questionamento no campo científico, no qual a loucura enquanto doença mental é produzida pelo saber psiquiátrico, tendo um arcabouço técnico para tratá-la, e de outro, no âmbito da configuração social, onde as práticas científicas e os ideais modernos sustentam as formas de enclausuramento e silenciamento da loucura.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;b&gt;Magda Dimenstein Mariana Liberato&lt;br /&gt;
Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/839506709629725979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/08/desinstitucionalizar-e-ultrapassar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/839506709629725979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/839506709629725979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/08/desinstitucionalizar-e-ultrapassar.html' title='Desinstitucionalizar é ultrapassar fronteiras sanitárias: o desafio da intersetorialidade e do trabalho em rede'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3AToRpASdGWKtdkuz4_Ni56H-nW2qBfVW2CXaIw5CopV5HNPZC1ipO0eyaRhD_16euFyXdcJCbBgmUdOD9LmjZfID80kI_Nr9KtU7Adi02vCmFANWIn_6E_F1QeGZ8ti6iRXhm21QBMsk/s72-c/trabalho+em+rede.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-2815093704959312301</id><published>2010-08-05T06:27:00.000-07:00</published><updated>2010-08-05T06:37:39.164-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="esquizofrenia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reforma psiquiátrica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>Programa A Liga (Band): A saúde mental no Brasil</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyP0EqaDCIxYoJsKuz4WewCOBwX59gxD2aaojJScAeWa14Jvf_LZf6qIRVqJl6vWFEjjHX6aY5iLW2X8ISTX6qIHGI7KRdyFDmtjuVLCiQZ4vsCH_uWGT30Jab3YMomjQ-fNz_jLzuwr53/s1600/A-Liga-Band.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyP0EqaDCIxYoJsKuz4WewCOBwX59gxD2aaojJScAeWa14Jvf_LZf6qIRVqJl6vWFEjjHX6aY5iLW2X8ISTX6qIHGI7KRdyFDmtjuVLCiQZ4vsCH_uWGT30Jab3YMomjQ-fNz_jLzuwr53/s200/A-Liga-Band.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesta última terça-feira, 03 de agosto, o programa A liga exibido pela TV Band relatou um cenário sobre a saúde mental no Brasil. O programa é apresentado pelo Rafinha Bastos, jornalista e comediante também atuante no CQC, Débora Villalba, jornalista e modelo, o músico e ator Thaíde e a atriz Rosanne Mulholland.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;A SAÚDE MENTAL NO PAÍS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/N1qCaJICVp0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/N1qCaJICVp0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A maior parte da população nasce saudável, sã e com perspectivas de uma vida promissora, mas nem todos vivem assim. A loucura, a esquizofrenia, o sofrimento mental e as doenças mentais podem acontecer com qualquer pessoa. Muitas vezes sem motivos, a doença tem início em qualquer fase da vida. Uma dura realidade que é melhor quando vivida com a compreensão, carinho e respeito das pessoas, em especial, da família.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para buscar diminuir um pouco o sofrimento de pacientes e familiares, no ano de 1978 tiveram início as primeiras lutas e movimentos sociais pelos direitos dos pacientes psiquiátricos no Brasil. Esta luta, contava com o Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental (MTSM), que era formado por associações de parentes, sindicalistas, profissionais do meio e pessoas com longo histórico de internações psiquiátricas. Eles tinham como objetivo denunciar os métodos usados nos manicômios, denunciar a violência e o abuso da medicação e choques nos internos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após inúmeras reivindicações, em 1987 aconteceu o II Congresso Nacional do MTSM na cidade de Bauru, em São Paulo, com o objetivo de que fosse feita a reforma psiquiátrica, mas apenas na década de 1990 foi firmado pelo Brasil a assinatura da Declaração de Caracas, que passou a vigorar no país as primeiras normas federais que regulamentavam a implantação de serviços de atenção diária , fundadas nas experiências dos primeiros Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Núcleos de Atenção Psicossocial (NAPS) e Hospitais-dia, e as primeiras normas para fiscalização e classificação dos hospitais psiquiátricos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os CAPS são serviços públicos de saúde mental, destinados ao atendimento de pessoas com transtornos mentais. Este serviço tem como objetivo, a substituição das internações em hospitais psiquiátricos com modelos antigos como os manicômios e tratar a saúde mental do indivíduo de forma adequada, com atendimento, acompanhamento clínico, auxílio na reinserção social dos doentes na sociedade e na própria família.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além do CAPS, existe também os NAPS, que foi criado pela Secretaria Municipal de Saúde de Santos, em São Paulo, após receber denúncias de que a Casa de Saúde Anchieta era um lugar que maltratava os pacientes, tendo havido casos de morte no local. O assunto teve repercussão nacional o que marcou o processo de reforma psiquiátrica brasileira. O espaço foi abordado inclusive no filme “Bicho de Sete Cabeças”, estrelado pelo ator Rodrigo Santoro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/FwFMkAlaNwU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/FwFMkAlaNwU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;b&gt;A reforma psiquiátrica após a lei nacional&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje,  sofrem de transtornos mentais severos (esquizofrenia, autismo, psicose  infantil, neuroses graves, depressão profunda e deficiência mental  severa com sintomas psicóticos) 3% da população do país, ou seja, entre 5  e 6 milhões de pessoas. Além destes pacientes graves, se considerar  aqueles que possuem os chamados transtornos mentais leves (depressão não  tão profunda, fobias, demências moderadas), chegam a 12% da população,  cerca de 20 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente no ano de 2001, após 12  anos de tramitação no Congresso Nacional, a Lei Paulo Delgado foi  sancionada no país, a tão sonhada reforma psiquiátrica. Com isso, a Lei  Federal 10.216 redireciona a assistência em saúde mental, privilegiando o  oferecimento de tratamento em serviços e a proteção dos direitos das  pessoas com transtornos mentais, mas não deixa claro a total extinção  dos manicômios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/j1YYx40G8io&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/j1YYx40G8io&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Quem é internado em uma clínica?&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;script src=&quot;http://static.ak.connect.facebook.com/js/api_lib/v0.4/FeatureLoader.js.php/pt_BR&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;
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&lt;/script&gt;              &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;Difícil definir qual o momento certo para a  internação de um paciente em uma clínica psiquiátrica. É uma decisão  delicada para o paciente e para as famílias, mas antes de qualquer  decisão, é necessário uma avaliação médica, que mostre alguns sintomas  que justifiquem a internação, tais como: falta de memória, fobias,  síndromes, medos, crises de estresse, comportamento suicida ou homicida,  falar sozinho, agressividade, alucinações e delírios, problemas em  seguir um padrão social e suas regras de convivência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;Sendo  assim, para os especialistas, os problemas começam quando a pessoa não  consegue mais distinguir a realidade da fantasia. É importante dizer que  fatores genéticos, biológicos e problemas sócio-econômicos são motivos  que também levam pessoas a ter problemas mentais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;Uma das doenças  mentais mais comuns é a esquizofrenia, que gera uma desordem cerebral  crônica, grave e incapacitante e afeta em torno de 1% da população.  Essas pessoas podem escutar vozes e acreditar que outros estão lendo e  controlando seus pensamentos ou conspirando para prejudicá-las. Essas  experiências são aterrorizantes e podem causar medo, recolhimento ou  extrema agitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;Sintomas psicóticos, como alucinações e  delírios, geralmente aparecem nos homens durante a adolescência tardia e  próximo doas 20 anos. Nas mulheres variam geralmente entre 25 e 30  anos. Esquizofrenia raramente aparece depois dos 45 anos de idade ou  antes da puberdade, embora já tenham sido registrados casos em crianças  de cinco anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/pW5vdRbUaNk&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/pW5vdRbUaNk&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sintomas da esquizofrenia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;-Sintomas positivos:São pensamentos e percepções diferentes como alucinações, delírios e desordens no pensamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;-Sintomas  negativos: Representam a perda ou diminuição na capacidade de iniciar  planos, falar, expressar emoções ou encontrar prazer na vida&amp;nbsp; comum.  Esses sintomas são difíceis de reconhecer como parte da esquizofrenia e  podem ser confundidos com preguiça ou depressão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;-Sintomas  cognitivos:São problemas&amp;nbsp; com atenção, certos tipos de memória e funções  de execução que permite planejar e organizar. Déficits cognitivos  também podem ser difíceis de reconhecer como parte da esquizofrenia,  porém são os mais incapacitantes para levar uma vida normal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;b&gt;Tratamento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;Para tratar a esquizofrenia é um pouco complicado, tendo em vista que a causa da doença ainda é desconhecida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;Os  tratamentos incluem medicamentos antipsicóticos e tratamento  psicossocial e podem aliviar significadamente os sintomas, porém, a  maioria das pessoas com esquizofrenia enfrentam alguns sintomas  residuais por toda a vida, apesar de muitas delas conseguirem levar uma  vida construtiva em suas comunidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/sp1I9563rwU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/sp1I9563rwU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Quando voltar ao convício social?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;script src=&quot;http://static.ak.connect.facebook.com/js/api_lib/v0.4/FeatureLoader.js.php/pt_BR&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;São várias as razões que podem justificar uma  internação, mas como analisar o momento certo de um interno deixar uma  clínica psiquiátrica e voltar para o convício social?&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo  com a psicóloga Marielle Oliveira Batista, da Clínica Neuro-Psiquiátrica  de Alfenas (MG), o paciente é analisado por completo, desde seu  histórico no período em que esteve internado na clínica, a evolução no  seu discurso e conversas, até sua higiene pessoal. Também é importante  verificar a qualidade do sono dele, como o mesmo esta reagindo ao  tratamento, como esta o seu comportamento quando junto a outras pessoas.&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um  dos fatores também analisados antes da alta do paciente é se ele ainda  possui alucinações e a freqüência em que acontecem as crises. Segundo  Marielle, “os indícios de sentimentos suicidas e homicidas são os mais  analisados. Nenhum médico quer dar alta para um paciente, e logo depois  aparecer a notícia de que ele cometeu suicídio ou atentou contra a vida  de uma outra pessoa.”&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Geralmente, os pacientes da Clínica  Neuro-Pisiquiátrica ficam internados entre três e seis meses. “Os  internos são inteligentes e possuem capacidade suficiente para produzir e  conviver na sociedade após o tratamento. Eles conseguem conviver com o  sofrimento mental, o difícil é conviver com a indiferença e o  preconceito que enfrentam logo que saem” concluiu Marielle.&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt; &lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/GpXpi7nIJBs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/GpXpi7nIJBs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;b&gt;Movimento antimanicomial&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O  Movimento Antimanicomial, também conhecido como Luta Antimanicomial, se  refere a um processo organizado de transformação dos serviços  psiquiátricos, relacionados a uma série de eventos políticos nacionais e  internacionais. A campanha tem o dia 18 de maio como data de celebração  no calendário brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desde 2001 o número de leitos em  hospitais caiu de 51 mil para 35 mil e as residências terapêuticas com  regime aberto eram 85 agora são 563 ao total. Nos séculos passados,  quando ainda não havia controle de saúde mental, a loucura era uma  questão privada, onde as famílias eram responsáveis por seus membros  portadores de transtorno mental.&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com o passar dos anos, começou  então a discussão e luta pela implantação de serviços de saúde mental no  Brasil. Foi quando surgiram as primeiras instituições, no ano de 1841,  na cidade do Rio de Janeiro, que era um abrigo provisório. Somente agora  no final do século XX é que a militância por serviços humanizados  conseguiu as primeiras implantações de Centros de Atenção Psicossocial,  os CAPS.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Texto da redatora do programa Cristiane Andrade. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/2815093704959312301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/08/programa-liga-band-saude-mental-no.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/2815093704959312301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/2815093704959312301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/08/programa-liga-band-saude-mental-no.html' title='Programa A Liga (Band): A saúde mental no Brasil'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyP0EqaDCIxYoJsKuz4WewCOBwX59gxD2aaojJScAeWa14Jvf_LZf6qIRVqJl6vWFEjjHX6aY5iLW2X8ISTX6qIHGI7KRdyFDmtjuVLCiQZ4vsCH_uWGT30Jab3YMomjQ-fNz_jLzuwr53/s72-c/A-Liga-Band.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-4287941234033746279</id><published>2010-07-22T19:21:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T19:21:09.647-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="esquizofrenia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="juliano moureira"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="livros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>Arthur Bispo do Rosário - 50 anos na Colônia Juliano Moreira (RJ)</title><content type='html'>&lt;meta content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot; http-equiv=&quot;Content-Type&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Word.Document&quot; name=&quot;ProgId&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Generator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Originator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMayko%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot; rel=&quot;File-List&quot;&gt;&lt;/link&gt;&lt;o:smarttagtype name=&quot;metricconverter&quot; namespaceuri=&quot;urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags&quot;&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;style&gt;
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&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3ZvMbVzlOtLp2PTqX6W9m-2liMCZ3MArW8tAuBz57ou70PYEmLAn1KsnHJxhtc2yuwrhet7j9TMDsSCNrWU6j3t_YvzNmrbekLQ6Ntj4WpOq0bZFHM9Vp0Xm5u6r1wj5TbZR30h-R5xTX/s1600/bispo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3ZvMbVzlOtLp2PTqX6W9m-2liMCZ3MArW8tAuBz57ou70PYEmLAn1KsnHJxhtc2yuwrhet7j9TMDsSCNrWU6j3t_YvzNmrbekLQ6Ntj4WpOq0bZFHM9Vp0Xm5u6r1wj5TbZR30h-R5xTX/s200/bispo.jpg&quot; width=&quot;180&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Arthur Bispo do Rosário perambulou numa delicada região entre a realidade e o delírio, a vida e a arte. Na tentativa de seguir passos e pistas, também eu (autora Luciana Hidalgo) peregrinei nessa estrada. E muitas vezes deixei-me perder no labirinto de bispo. O que dizer de um homem internado em um hospício do subúrbio carioca durante quase 50 anos, tido como louco que um dia seria celebrado como artista em exposições internacionais? A biografia de ator bispo do Rosário mistura fragmentos que ora se encaixam ora se estranham.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Colar pedaços desse mundo foi uma serie de achados e perdidos. Quis saber mais sobre Arthur Bispo do Rosário, o homem por trás do artista e do esquizofrênico-paranóico diagnosticado pela psiquiatria. Procurei o cidadão brasileiro, ex-marinheiro e pugilista, eleitor e trabalhador. Investiguei impressões digitais, registros policiais, documentos, prontuários médicos. Deparei com a boa vontade de fontes e esbarrei na memória fraca do país. Resultado: as pegadas de Bispo surgem e desaparecem numa seqüência de altos e baixos.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Internado na Colônia Juliana Moreira, em Jacarepaguá, de &lt;st1:metricconverter productid=&quot;1939 a&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;1939 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 1989, entre idas e vindas, ele construiu um universo de miniaturas. A obra, inspirado por anjos e pela virgem Maria, seria apresentada ao Todo-Poderoso no dia do Juízo Final. Ele nunca quis ser um artista. A viagem estética de Arthur Bispo do Rosário era uma missão ditada por seres do além. Quando alguém perguntava sobre sua origem, Bispo desviava: era um enviado dos céus, um Cristo, o próprio. E arriscava: &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- Um dia eu simplesmente apareci no mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Respeitei a versão de Bispo, mas fui até Japaratuba, uma pequena e simpática cidade do Sergipe. No empoeirado livro de batistério da igreja local, acabei encontrando o registro do pequeno Arthur, batizado aos três meses, em 05 de outubro de 1909. Suspirei aliviada num primeiro momento, orgulhei-me da descoberta, para só então compreender o protagonista desta história. Arthur Bispo do Rosário um dia apareceu no mundo e compôs uma trajetória tão peculiar que dados biográficos por vezes esvaem-se entre verdades e fantasias. Ele viveu num mundo paralelo&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;O que os médicos classificariam como delírios místicos Bispo traduziria como designos da fé. Uma devoção que resultou em quase mil obras. Seu mundo particular, feito em parte da sucata do hospício, seria um dia catalogado como obra de arte. E Arthur Bispo do Rosário? Um artista plástico, que representaria o Brasil num dos maiores eventos internacionais de artes plásticas, a Bienal de Veneza, na Itália, em 1955. Nessa ocasião, estimou-se em R$ 318.000 o valor do seguro de 143 peças de Bispo. E centros como o Georges Pompidou, de Paris, e o Whitney Museum, de Nova York, solicitaram suas obras para exposições.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Diante de tão singular trajetória, recolhi-me à insignificância da jornalista diante do biografado e me permiti compor esta quase biografia de Arthur Bispo do Rosário. Conversei com as pessoas das famílias Leoni e Bonfim, que lhe deram guarida fora do manicômio. Ouvi a história de Rosângela Maria, a estagiária de psicologia que conseguiu atender Bispo nos anos 80 e por quem ele nutriu um carinho especial. Foi à única terapeuta que Bispo deixou entrar. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;O foco está no cotidiano da Colônia Juliano Moureira, um baú de reminiscências psiquiátricas que servem como pano de fundo para o personagem principal. Bispo driblou eletrochoques, lobotomias e remédios, impõe-se como xerife do núcleo Ulisses Vianas e fez do asilo suas trincheiras. Orquestrou &lt;b&gt;&lt;i&gt;assemblagens, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;e estandartes e objetos no silêncio da clausura. Desfiou o próprio uniforme do hospício para seus bordados e escreveu sem descanso. Ele precisava das palavras escritas, por isso trechos do seu manuscrito abrem cada capítulo, com o devido respeito à grafia original. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;A triste face da loucura encarcerada me tirou o sono de início. Até o dia em que alguém me disse: - Não se incomode, afinal, isso aqui é um hospício. – Mandei a lógica às favas e embarguei nos sonhos e pesadelos de uma instituição como essa. Confesso que até agora é difícil entender como Bispo foi capaz de erguer um império de formas e cores amarradas à rotina do asilo. Ele não coube nessa paisagem árida, deixando se perder e achar no labirinto que ele mesmo criou e no qual me aventurei para tentar encontrá-lo. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;LUCIANA HIDALGO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;Livro: Arthur Bispo do Rosario: o senhor do labirinto&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/4287941234033746279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/07/arthur-bispo-do-rosario-50-anos-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/4287941234033746279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/4287941234033746279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/07/arthur-bispo-do-rosario-50-anos-na.html' title='Arthur Bispo do Rosário - 50 anos na Colônia Juliano Moreira (RJ)'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3ZvMbVzlOtLp2PTqX6W9m-2liMCZ3MArW8tAuBz57ou70PYEmLAn1KsnHJxhtc2yuwrhet7j9TMDsSCNrWU6j3t_YvzNmrbekLQ6Ntj4WpOq0bZFHM9Vp0Xm5u6r1wj5TbZR30h-R5xTX/s72-c/bispo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-5686516586187132969</id><published>2010-07-18T07:28:00.001-07:00</published><updated>2010-07-18T07:28:47.093-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hpj"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="poesias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>Poesias de um morador da longa permanência</title><content type='html'>&lt;meta content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot; http-equiv=&quot;Content-Type&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Word.Document&quot; name=&quot;ProgId&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Generator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Originator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMARCEL%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot; rel=&quot;File-List&quot;&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
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&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;FICO A ESPERAR&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Às vezes entristeço meu coração, mas logo vem a alegria. Solidão lá fora, na noite faz frio, ao pensar no meu passado. Mas logo a alegria chega e mais me alegra meu coração. Digo eu: “nem tudo está perdido, outro dia virá”.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Penso eu, nunca é tarde para conquistar tudo de bom: paz, saúde, alegria e felicidade. Nada como um dia de hoje e de manhã que pertence a Deus. A alegria chegará. A vida é curta e passageira. A esperança nunca morre. Amar e viver, sofrer não. Felicidade sim.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;AMOR&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Naquela rua mora um anjo com quem vivo a sonhar&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Olho a rua não te vejo, amor que me faz brilhar&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Jasmim morena, uma flor de amor cheirosa&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quero com você estar, amor&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Onde está?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A noite fico só, sentindo esse amor&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Falta do amor que perdi&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aurora traz de volta...&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/5686516586187132969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/07/poesias-de-um-morador-da-longa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5686516586187132969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/5686516586187132969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/07/poesias-de-um-morador-da-longa.html' title='Poesias de um morador da longa permanência'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-4353473322216883926</id><published>2010-06-28T19:30:00.000-07:00</published><updated>2010-06-28T19:30:38.711-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="caps"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desinstitucionalização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hpj"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reforma psiquiátrica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="serviço residencial terapêutica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="srt"/><title type='text'>A Longa Permanência Hospitalar  e os caminhos da desinstitucionalização.</title><content type='html'>&lt;meta content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot; http-equiv=&quot;Content-Type&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Word.Document&quot; name=&quot;ProgId&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Generator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Originator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMayko%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot; rel=&quot;File-List&quot;&gt;&lt;/link&gt;&lt;o:smarttagtype name=&quot;metricconverter&quot; namespaceuri=&quot;urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags&quot;&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype name=&quot;PersonName&quot; namespaceuri=&quot;urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags&quot;&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;style&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-s2WiMqBfh17V1GQ-EJtJMUDdFa60EaDdXUEsp3qSKA_K9eniBiqNfflMjGiqA2_wmEeTm9FJFqoFaiz7akJ7HhkyHM26ZEGTKBcova0tKusbKOND9xbtRPDGHxse_-zHJZHnnqk4aI29/s1600/casa.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;178&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-s2WiMqBfh17V1GQ-EJtJMUDdFa60EaDdXUEsp3qSKA_K9eniBiqNfflMjGiqA2_wmEeTm9FJFqoFaiz7akJ7HhkyHM26ZEGTKBcova0tKusbKOND9xbtRPDGHxse_-zHJZHnnqk4aI29/s200/casa.gif&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Inserida em campo de estágio há um ano e meio trabalhando com usuários de longa permanência do Hospital Psiquiátrico em Jurujuba - Niterói - tenho refletido e pensado a respeito dos trabalhos, projetos terapêuticos e os novos rumos da desinstitucionalização no contexto da Reforma Psiquiátrica.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;Fazendo um balanço desde o movimento dos Trabalhadores &lt;st1:personname productid=&quot;em Saúde Mental&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em Saúde Mental&lt;/st1:personname&gt;&amp;nbsp; na década de 70, no fortalecimento do MNLA (Movimento Nacional de Luta Antimanicomial) e,&amp;nbsp; principalmente, o importante projeto de Lei&amp;nbsp; em &lt;st1:metricconverter productid=&quot;2001, a&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;2001, a&lt;/st1:metricconverter&gt; Lei 10216, um marco no âmbito da Reforma Psiquiátrica, é inegável os avanços e as conquistas nesse sentido. Graças&amp;nbsp; ao fortalecimento dos movimentos sociais e às próprias demandas dos trabalhadores da Saúde Mental por uma psiquiatria mais democrática e práticas menos segregadoras é que a atual configuração da Reforma Psiquiátrica se direciona para o encerramento dos leitos psiquiátricos e avanço na lógica da atenção e do cuidado no território. &lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas infelizmente ainda existe uma parcela ou uma pequena parcela, se é que poderíamos falar assim, morando em hospitais psiquiátricos. Seja porque não contam mais com suporte familiar (são os &quot;esquecidos&quot; no hospital à época do manicômio), seja porque não é possível viver com tais parentes ou porque não tem benefício social (suporte financeiro) até porque muitos deles não têm nenhum documento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Diante disso ficam as perguntas intrigantes: Como trabalhar na lógica contrária dos manicômios em relação&amp;nbsp; a esses moradores? Como construir uma nova realidade antimanicomial no cotidiano desses moradores mesmo estando eles ainda dependentes dos muros do hospital?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesse aspecto CAPS, equipe interdisciplinar, psiquiatra, o próprio hospital se unem para construir&amp;nbsp; projetos terapêuticos singulares que visam&amp;nbsp; a possível saída desses moradores para uma residência terapêutica ou, quem sabe, o retorno às famílias.&amp;nbsp; Estive analisando vários prontuários com moradores do hospital, aonde me encontro atualmente estagiando, e constatei que&amp;nbsp; existem projetos terapêuticos para cada um deles. Percebi que há esforço enorme da equipe em trabalhar esse morador para uma saída do dos muros da instituição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É bastante progressista quando a gente vê na prática a forma de se lidar com o louco mesmo ele morando no hospital. Eles circulam pelo HPJ o tempo todo. As celas fortes já não existem mais. Há um respeito por parte dos funcionários, mesmo até aquele vigilante&amp;nbsp; contratado&amp;nbsp; que conversa e o chama pelo nome, talvez entendendo, de alguma forma, o trabalho que a equipe faz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em outro momento relatarei meu último ano de estágio no HPJ contando as histórias do meu diário de campo, é claro, sempre preservando a identidades desses sujeitos. Outro dia participei de uma festa junina justamente no quintal da Longa Permanência, em que todos que estavam no hospital foram convocados a participar. Equipe e usuários juntos&amp;nbsp; dançando ao som do DJ em uma animada festa. Olhei aquele espetáculo e pensei: &quot;Sou da geração que vi a&amp;nbsp; psiquiatria renovada e inflama meu coração saber que no passado essa mistura de&amp;nbsp; psicólogo, estagiários, médicos, diretores embalados no forró com usuários não seria possível&quot;. Não que não existam contradições, perspectivas e práticas segregadoras nos hospitais, em geral, mas&amp;nbsp; de fato mudanças significativas no tratamento aos loucos ocorreram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A principal crítica que se faz&amp;nbsp; no novo contexto da Reforma Psiquiátrica não é está em si, mas no enxugamento das Políticas Sociais&amp;nbsp; no Estado Neoliberal. Temos de estar atento ao rebatimento da questão social na saúde mental também. Como falar em reabilitação psicossocial em uma sociedade &quot;desabilitadora&quot;? &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como vamos caminhar&amp;nbsp; em uma perspectiva de autonomia do portador de transtorno mental tentando assegurar-lhe igualdade conseguindo emprego, se o desemprego&amp;nbsp; assola nossa sociedade? Habitação é um direito de cidadania e o que o Estado tem feito para as classes populares e aí, me refiro também aos loucos, no sentido de garanti-lhes o direito à habitação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os Serviços Residenciais Terapêuticos serão sempre insuficientes enquanto não se combater a questão central, a meu ver, nesse processo: A Questão Social. Aquele sujeito que deambula pelas ruas numa crise aguda pego pela ambulância e levado para o hospital, sem família, sem história, será um forte candidato à longa permanência hospitalar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não devemos deixar de considerar o sofrimento mental em si, a psicose grave que está ali e que precisa de uma intervenção médica. Da mesma maneira, o nosso olhar sobre&amp;nbsp; sofrimento psíquico pode estar pautado numa visão mais &quot;psi&quot;, ou seja, esse sujeito teve uma infância e uma criação conflituosa e pode ter desenvolvido uma esquizofrenia, independente de que classe social pertença. Mas jamais podemos deixar de considerar os problemas sociais como, também, constitutivos do sofrimento mental.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Marcelle Trindade (estudante da Escola de Serviço Social da UFRJ e autora desse blog)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/4353473322216883926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/longa-permanencia-hospitalar-e-os.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/4353473322216883926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/4353473322216883926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/longa-permanencia-hospitalar-e-os.html' title='A Longa Permanência Hospitalar  e os caminhos da desinstitucionalização.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-s2WiMqBfh17V1GQ-EJtJMUDdFa60EaDdXUEsp3qSKA_K9eniBiqNfflMjGiqA2_wmEeTm9FJFqoFaiz7akJ7HhkyHM26ZEGTKBcova0tKusbKOND9xbtRPDGHxse_-zHJZHnnqk4aI29/s72-c/casa.gif" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-513986206828143320</id><published>2010-06-27T17:48:00.000-07:00</published><updated>2010-06-27T17:48:27.433-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conferência nacional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="encontro"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="luta antimanicomial"/><title type='text'>1º Encontro Nacional de Estudantes Antimanicomiais</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2qiFCfqyTW9Tf9zCzFtbhUuy0QbN1ja6gI-PEGAi_J29cvbKqrJwek45lspD9bcQ8x4KjxkKkKYceUYevSsd9Ij88GmF2wHR9Mb3rIahmp-T3nlURDzXNG5DqJlIB8zyg0cY2zJQOPGtI/s1600/Eneama.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2qiFCfqyTW9Tf9zCzFtbhUuy0QbN1ja6gI-PEGAi_J29cvbKqrJwek45lspD9bcQ8x4KjxkKkKYceUYevSsd9Ij88GmF2wHR9Mb3rIahmp-T3nlURDzXNG5DqJlIB8zyg0cY2zJQOPGtI/s640/Eneama.JPG&quot; width=&quot;528&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333399;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;color: #3366ff;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Informações&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #3333ff; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://enema.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;eneama.org&lt;/a&gt;@&lt;a href=&quot;http://gmail.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; style=&quot;color: #3333ff;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/513986206828143320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/1-encontro-nacional-de-estudantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/513986206828143320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/513986206828143320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/1-encontro-nacional-de-estudantes.html' title='1º Encontro Nacional de Estudantes Antimanicomiais'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2qiFCfqyTW9Tf9zCzFtbhUuy0QbN1ja6gI-PEGAi_J29cvbKqrJwek45lspD9bcQ8x4KjxkKkKYceUYevSsd9Ij88GmF2wHR9Mb3rIahmp-T3nlURDzXNG5DqJlIB8zyg0cY2zJQOPGtI/s72-c/Eneama.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-8842534486056188207</id><published>2010-06-25T05:14:00.000-07:00</published><updated>2010-06-25T05:14:13.627-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conferência nacional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>IV Conferência Nacional de Saúde Mental - Brasília</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQYBj4oa_QSa-WgfmabGW_Ln9rYfTWyrjlXiNlsKBZdhUe_OJXpCiMg3YPkNVCf9IdOp8DstQMc6Ab_Fasu_4MmpeapeGySiNAHPhMHHwzBxrfXFcyaKKsvePjpQ2VgFAVEu0lptC8XyJR/s1600/banner_ivconferencia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQYBj4oa_QSa-WgfmabGW_Ln9rYfTWyrjlXiNlsKBZdhUe_OJXpCiMg3YPkNVCf9IdOp8DstQMc6Ab_Fasu_4MmpeapeGySiNAHPhMHHwzBxrfXFcyaKKsvePjpQ2VgFAVEu0lptC8XyJR/s200/banner_ivconferencia.jpg&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As Conferências de Saúde são fundamentais para a  construção democrática das políticas públicas do Sistema Único de Saúde.  A Saúde Mental já realizou três conferências setoriais, que produziram  importantes deliberações que têm subsidiado a Política Nacional de Saúde  Mental.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A primeira conferência foi realizada em 1987, no esteio  da VIII Conferência de Saúde (1986), marco histórico na construção do  SUS. A segunda, ocorrida em 1992, foi inspirada em outro marco histórico  para o campo da saúde mental, a Conferência de Caracas (1990), que em  reunião dos países da região, definiu os princípios para a  Reestruturação da Assistência Psiquiátrica nas Américas. Já a terceira  conferência aconteceu em 2001, ano em que foi aprovada a Lei 10.216, que  trata dos direitos das pessoas com transtornos mentais e reorienta o  modelo assistencial em saúde mental, na direção de um modelo comunitário  de atenção integral. A III Conferência teve especial importância para  impulsionar a Política Nacional de Saúde Mental, sobretudo com o  respaldo da lei federal. &lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nestes quase 10 anos do processo de Reforma Psiquiátrica  sob vigência da lei, o SUS ampliou significativamente a rede de  serviços extra-hospitalares e reduziu leitos em hospitais psiquiátricos  com baixa qualidade assistencial, lugar de constantes violações de  direitos humanos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No Governo Lula, estas mudanças foram intensificadas e o  cenário da atenção em saúde mental no país teve mudanças radicais: em  2002 havia 424 Centros de Atenção Psicossocial, que representavam  cobertura de 22% da população, e atualmente são 1467 serviços, com 60%  de cobertura assistencial. Neste período foi criado, por lei federal, o  Programa de Volta para Casa, para egressos de longas internações  psiquiátricas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje são 3.445 beneficiários, que recebem o  auxílio-reabilitação psicossocial de R$ 420,00. Além disto, há inúmeras  outras ações e serviços de atenção em saúde mental: ações de saúde  mental na Estratégia Saúde da Família, 860 ambulatórios, 2.600 leitos em  hospitais gerais, 550 residências terapêuticas, 393 experiências de  geração de renda (projeto Saúde Mental e Economia Solitária, que  beneficia cerca de 6.000 usuários), 51 centros de convivência, entre  outros. O governo federal criou também a Política de Atenção Integral a  Usuários de Álcool e outras Drogas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;br /&gt;
Neste cenário, a intersetorialidade é um dos  principais desafios colocados à atenção em saúde mental. Com a  consolidação da reorientação do modelo assistencial, a necessidade de  ampliação da garantia de direitos das pessoas com transtornos mentais e a  intensa discussão da cidadania como princípio ético das políticas  voltadas para este campo, é fundamental a articulação de diversas  políticas sociais. A Saúde Mental tem destacado como parceiros  privilegiados a Secretaria Especial de Direitos Humanos, o Ministério do  Desenvolvimento Social, o Ministério da Justiça, o Ministério da  Cultura, o Ministério da Educação e o Ministério do Trabalho. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;__ss_4611375&quot; style=&quot;width: 477px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;display: block; margin: 12px 0pt 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.slideshare.net/mtbqueiroz/iv-cnsm-4611375&quot; title=&quot;Iv cnsm&quot;&gt;Iv cnsm&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object height=&quot;510&quot; id=&quot;__sse4611375&quot; width=&quot;477&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=ivcnsm-100625065807-phpapp02&amp;amp;stripped_title=iv-cnsm-4611375&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;/&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;/&gt;&lt;embed name=&quot;__sse4611375&quot; src=&quot;http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=ivcnsm-100625065807-phpapp02&amp;amp;stripped_title=iv-cnsm-4611375&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;477&quot; height=&quot;510&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style=&quot;padding: 5px 0pt 12px;&quot;&gt;View more &lt;a href=&quot;http://www.slideshare.net/&quot;&gt;documents&lt;/a&gt; from &lt;a href=&quot;http://www.slideshare.net/mtbqueiroz&quot;&gt;mtbqueiroz&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/8842534486056188207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/iv-conferencia-nacional-de-saude-mental.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/8842534486056188207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/8842534486056188207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/iv-conferencia-nacional-de-saude-mental.html' title='IV Conferência Nacional de Saúde Mental - Brasília'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQYBj4oa_QSa-WgfmabGW_Ln9rYfTWyrjlXiNlsKBZdhUe_OJXpCiMg3YPkNVCf9IdOp8DstQMc6Ab_Fasu_4MmpeapeGySiNAHPhMHHwzBxrfXFcyaKKsvePjpQ2VgFAVEu0lptC8XyJR/s72-c/banner_ivconferencia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-436911721899791739</id><published>2010-06-10T07:24:00.000-07:00</published><updated>2010-06-10T07:24:25.662-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conferência nacional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="UERJ"/><title type='text'>IV Conferência Estadual de Saúde Mental - Intersetorial do Rio de Janeiro</title><content type='html'>De 11 a 13 de junho de 2010 será realizada a IV Conferência Estadual de Saúde Mental - Intersetorial Rio de Janeiro - na Uerj.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;DA IV CONFERËNCIA  ESTADUAL DE SAÚDE MENTAL – INTERSETORIAL DO RIO DE JANEIRO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;11/06/2010  (Sexta-feira)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;10:00 às 16:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Recepção e  Credenciamento das Delegações&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;12:00 às 13:30&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Almoço&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;14:00 às 15:00 –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;Leitura do  Regulamento Interno para a IV Conferência Estadual de Saúde Mental –  Intersetorial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;15:00 às 17:30&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Plenária de  eleição dos Delegados à IV Conferência Nacional de Saúde – Intersetorial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;17:30 às 18:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Coffee Break&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;18:00 às 19:00 –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;Mesa de Abertura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria Estadual  de Saúde e Defesa Civil&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;UERJ&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Conselho Estadual de  Saúde (Sr. Fernando Goulart ou outro designado)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Coordenador da Área  Técnica de Saúde Mental – SESDEC (Dr. Marcos Gago)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Comissão Organizadora  da IV Conferência Estadual de Saúde – Intersetorial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Ministério da Saúde&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Conselho Nacional de  Saúde&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Governo do Estado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;COSEMS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria Estadual  de Assistência Social e Direitos Humanos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria de  Assistência Social e Direitos Humanos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria de Estado  de Administração Penitenciária&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria de Estado  de Turismo, Esporte e Lazer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria de Estado  de Governo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria de Estado  de Trabalho e Renda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria de Estado  de Educação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Secretaria de Estado  de Cultura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;19:00 às 21:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;- Mesa Redonda do  Eixo I “Saúde Mental e Políticas de Estado: Pactuar Caminhos  Intersetoriais”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Coordenação: Conselho  Estadual de Saúde do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Conselheiro Estadual  de Saúde&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;1º Debatedor:  Representante do segmento gestor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Pedro Gabriel Delgado (Coordenador Nacional de  Saúde Mental-MS)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;2º Debatedor:  Representante do segmento profissional&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Paulo Amarante  (ENSP-FIOCRUZ)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;3º Debatedor:  Representante do segmento usuário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Edvaldo da Silva Nabuco (Núcleo Estadual do  MNLA)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;4º Debatedor:  Representante do segmento Intersetorialidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Ricardo Manuel dos  Santos Henriques (SEASDH-RJ)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;21:00 às 22:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Coquetel de  Abertura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; 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style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;12/06/2010 (Sábado)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;08:00 às 10:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Mesa Redonda do  Eixo II “Consolidar a Rede de Atenção Psicossocial e fortalecer os  movimentos sociais”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Coordenação:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Marcos Gago  (Coordenador Estadual de Saúde Mental-SESDEC-RJ)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;1º Debatedor:  Representante do segmento gestor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Sandra Fagundes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;2º Debatedor:  Representante do segmento profissional&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Benilton Bezerra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;3º Debatedor:  Representante do segmento usuário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Fernando Goulart (CES / usuário)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;4º Debatedor:  Representante do segmento Intersetorialidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Maria Christina de  Menezes (SETRAB)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;10:00 às 12:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Mesa Redonda do  Eixo III “Direitos Humanos e cidadania como desafio ético e  intersetorial”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Coordenação:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Reneza Rocha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;1º Debatedor:  Representante do segmento gestor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Décio de Castro Alves (Secretário Municipal de  Saúde de Santo André-SP)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;2º Debatedor:  Representante do segmento profissional&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Eduardo Passos (Grupo  Tortura Nunca Mais)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;3º Debatedor:  Representante do segmento usuário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Milton Freire&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;·&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;4º Debatedor:  Representante do segmento Intersetorialidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt 5pt 72pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Lizyane Chaves  (Procuradora MP-Trabalho)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;12:00 às 13:30&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Almoço&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;14:00 às 18:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Grupos de Trabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;18:00 às 18:30&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Coffee Break&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;18:30 às 21:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;– Grupos de Trabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;13/06/2010 (Domingo)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;08:30&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;às 10:00 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Plenária de  homologação dos Delegados à IV Conferência Nacional de Saúde Mental –  Intersetorial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;10:00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;às 12:00 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Plenária final -  Apresentação da relatoria dos Grupos de Trabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; 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style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;plenária final -  Apresentação da relatoria dos Grupos de Trabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Encerramento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Para maiores informações e documentos acesse o link da SESDEC&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.saude.rj.gov.br/iv-conferencia-estadual-de-saude-mental-intersetorial&quot;&gt;http://www.saude.rj.gov.br/iv-conferencia-estadual-de-saude-mental-intersetorial&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;Em Defesa do SUS!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;Em Defesa da Reforma Psiquiátrica Democrática e  Antimanicomial.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt;&quot;&gt;Mais informações no blog do &lt;a href=&quot;http://saudementalnauerj.blogspot.com/&quot;&gt;NEPS/UERJ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/436911721899791739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/iv-conferencia-estadual-de-saude-mental.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/436911721899791739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/436911721899791739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/iv-conferencia-estadual-de-saude-mental.html' title='IV Conferência Estadual de Saúde Mental - Intersetorial do Rio de Janeiro'/><author><name>Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481928622102778832</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-6275600972410732449</id><published>2010-06-05T14:35:00.000-07:00</published><updated>2010-06-06T17:10:49.999-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="encontro"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seminário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="serviço social"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="UERJ"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="UFF"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="UFRJ"/><title type='text'>I Encontro Estadual de Serviço Social e Saúde Mental e II Seminário Uerj de Serviço Social e Saúde Mental</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Saúde Mental e Atenção Psicossocial:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;trabalho e formação para um novo modelo de cuidado em Saúde Mental&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYba5lEwaLea26VqWQMec1ycnsbEEh-9YO-3voDDy-fgTHkDoxRdO70lQkIQ4gbFbxd5sqdsuxFrCoY-czkzhQsFyuTOjTT4XQYGXGWLrNb9omDZc0ZbkS4ujpAwXZKe9mcsKKIZLoPwjE/s1600/DSC00935.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYba5lEwaLea26VqWQMec1ycnsbEEh-9YO-3voDDy-fgTHkDoxRdO70lQkIQ4gbFbxd5sqdsuxFrCoY-czkzhQsFyuTOjTT4XQYGXGWLrNb9omDZc0ZbkS4ujpAwXZKe9mcsKKIZLoPwjE/s400/DSC00935.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Prof. Marco José Duarte (FASSO/UERJ) e também do blog &lt;a href=&quot;http://saudementalnauerj.blogspot.com/&quot;&gt;Saúde Mental e Atenção Psicossocial na UERJ.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYwJ5PZLae9yZPxVnyTNc6K_zuJuZWJbX8GbnIJf9Tizity9QShvLT0Twhx7IksFQuIob662lRIL28QkTZ55AlSnkrX8himcEgHdaETxV3Fmz-4QGc6-sN1GzD4EpWjLpvJ8FnZ1QzMy2s/s1600/DSC00934.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYwJ5PZLae9yZPxVnyTNc6K_zuJuZWJbX8GbnIJf9Tizity9QShvLT0Twhx7IksFQuIob662lRIL28QkTZ55AlSnkrX8himcEgHdaETxV3Fmz-4QGc6-sN1GzD4EpWjLpvJ8FnZ1QzMy2s/s400/DSC00934.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Prof. José Augusto Bisneto (ESS/UFRJ)&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ao lado do meu orientador em monografia e Professor de Prática Profissional em Saúde Mental.Orgulho-me muito&amp;nbsp; da minha formação&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjW5TisevkAg_UN7sbrvewagU9yL_xLj25DFQcBgMaZHD98bwcZqORNhFO3uKdXTlMjLlHbOTJ2IyRzzA6598i9cUfJpt-IKKMVytvQluUgQomvTrZEs9Jqcgqmw2HFA5jGQg5pLInvpT72/s1600/DSC00938.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjW5TisevkAg_UN7sbrvewagU9yL_xLj25DFQcBgMaZHD98bwcZqORNhFO3uKdXTlMjLlHbOTJ2IyRzzA6598i9cUfJpt-IKKMVytvQluUgQomvTrZEs9Jqcgqmw2HFA5jGQg5pLInvpT72/s400/DSC00938.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Após horas de debate, pausa para o almoço. Na mesa A Social Cintia e as estagiárias do CAPS AD Niterói, eu e Melissandi do Hosp Psiq. em Jurujuba e Beatriz do CAPS Adulto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSZ6brwKDr0GE7D-hKmTynvEFSCcGYazvBx5va8BxNT8npB5RpYH1D20ZYRpZ1ZOVDe1dMl1E1r4VDUfcWJkgeZjq4VrBvpz5_U-Msc3EO1JSNAGiVF0YR-XOeNq7XSBknByBqFanIXhhZ/s1600/DSC00949.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSZ6brwKDr0GE7D-hKmTynvEFSCcGYazvBx5va8BxNT8npB5RpYH1D20ZYRpZ1ZOVDe1dMl1E1r4VDUfcWJkgeZjq4VrBvpz5_U-Msc3EO1JSNAGiVF0YR-XOeNq7XSBknByBqFanIXhhZ/s320/DSC00949.JPG&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp;Eu (Hosp. Psiq. Jurujuba) e Helisa (CAPS AD) representando os estudantes da UFRJ no encontro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1Qi2Pr2CvAba6SFlA9EYhp2F1cV7gG3XWCIDjnAt0rDpMJmehClVDcw1oRf8G0VB_LEtUnPy3RewRv76EIsPZkYWJ9ZMf8B6SdrzK0e5xaD1FOPFyz-91dcPjPhwmw2tOKW2UxDTxWxtu/s1600/DSC00933.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1Qi2Pr2CvAba6SFlA9EYhp2F1cV7gG3XWCIDjnAt0rDpMJmehClVDcw1oRf8G0VB_LEtUnPy3RewRv76EIsPZkYWJ9ZMf8B6SdrzK0e5xaD1FOPFyz-91dcPjPhwmw2tOKW2UxDTxWxtu/s400/DSC00933.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp;No debate Prof Erimaldo Nicácio e Prof. Eduardo MourãoVasconcelos (ESS/UFRJ), Prof. AS Conceição Maria (CRESS-RJ) e Prof. Marco José Duarte (FASSO/UERJ).&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/6275600972410732449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/i-encontro-estadual-de-servico-social-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/6275600972410732449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/6275600972410732449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/06/i-encontro-estadual-de-servico-social-e.html' title='I Encontro Estadual de Serviço Social e Saúde Mental e II Seminário Uerj de Serviço Social e Saúde Mental'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYba5lEwaLea26VqWQMec1ycnsbEEh-9YO-3voDDy-fgTHkDoxRdO70lQkIQ4gbFbxd5sqdsuxFrCoY-czkzhQsFyuTOjTT4XQYGXGWLrNb9omDZc0ZbkS4ujpAwXZKe9mcsKKIZLoPwjE/s72-c/DSC00935.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-7554231551779820221</id><published>2010-05-29T17:59:00.000-07:00</published><updated>2010-05-29T17:59:25.948-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="18 de maio"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desinstitucionalização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="psicologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="serviço social"/><title type='text'>Desinstitucionalização e suas práticas práticas cotidianas. Parte 2</title><content type='html'>&lt;meta content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot; http-equiv=&quot;Content-Type&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Word.Document&quot; name=&quot;ProgId&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Generator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Originator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarcelle%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot; rel=&quot;File-List&quot;&gt;&lt;/link&gt;&lt;o:smarttagtype name=&quot;PersonName&quot; namespaceuri=&quot;urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags&quot;&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;style&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Na tentativa de criar algumas estratégias de superação dos manicômios, a legislação brasileira instituiu serviços substitutivos, que devem ser inseridos na rede de saúde mental de cada município. Entre esses serviços, estão ações de Saúde Mental na atenção básica, leitos em hospitais gerais, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), residências terapêuticas e centros de cooperativa e convivência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;Para acompanhar a primeira parte &lt;a href=&quot;http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/05/desinstitucionalizacao-e-suas-praticas.html&quot;&gt;CLIQUE AQUI. &lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;A residência terapêutica é uma moradia para ex-internos de hospitais psiquiátricos que não possuem mais vínculos familiares, ou para as quais esses vínculos são insuportáveis, e, por isso, não teriam onde morar. Segundo a psicóloga Cristiane Knijnik (CRP 05/39275), que trabalha com essas residências no município de Paracambi, não há um modelo padronizado, pois, em cada caso, uma nova forma pode ser criada. “As residências terapêuticas são inexplicáveis e é por isso que elas são bacanas. Elas são para isso mesmo, para inventarmos sempre uma nova maneira de morar”.&lt;o:p&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Segundo a legislação, nas residências terapêuticas podem viver, no máximo, oito ex-internos. Essas moradias são mantidas pela prefeitura do município com a verba anteriormente destinada ao leito no hospital, além de receberem incentivos do Ministério da Saúde para sua implantação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Os usuários de saúde mental residentes nesses espaços são acompanhados por cuidadores, que os ajudam a restabelecer seus vínculos sociais. “Cada cidade do Brasil tem suas especificidades, mas, em Paracambi, temos cuidadores que são pessoas da comunidade e que ajudam esses moradores a cuidarem de uma casa. Por exemplo, há uma história de uma senhora que viveu só no campo antes de ser internada no hospital. Por isso, ela não conhece o dinheiro. Então, ela precisava de um reconhecimento mínimo das notas para poder sair e tivemos que mostrar a ela”, diz Cristiane.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Outro serviço substitutivo aos manicômios são os CAPS, espaços em que pessoas em sofrimento psíquico são acolhidas e cuidadas, a partir de uma equipe multiprofissional. Alguns dos princípios fundamentais se concretizam em ações dirigidas aos familiares,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;no comprometimento com a construção de projetos de inserção social, através do trabalho,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;lazer e exercício dos direitos civis, e no fortalecimento dos laços comunitários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Os CAPS são classificados em I, II ou III, definidos por ordem crescente de porte, complexidade e abrangência populacional. Essas instituições possuem ainda duas variações de acordo com a demanda dos usuários: os CAPS-ad atendem dependentes de álcool e outras drogas e os CAPSi são destinados a crianças e adolescentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;No entanto, não basta haver a legislação para que a Reforma Psiquiátrica seja implementada. Os profissionais que atuam na área chamam a atenção para a necessidade de comprometimento dos gestores e trabalhadores de Saúde Mental para que esses serviços representem, de fato, uma mudança. “As prefeituras constroem esses processos, mas, muitas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;vezes, não conseguem compreender a lógica desses serviços e os transformam &lt;st1:personname productid=&quot;em mini-manicômios. Então&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em mini-manicômios. Então&lt;/st1:personname&gt;, verifica-se que há dificuldade para a implementação de políticas públicas emancipatórias. Estas dificuldades são históricas, porque é um tema sempre ligado ao processo de produção de uma cultura da exclusão”, coloca Patrícia Dorneles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Nesse contexto, torna-se central o trabalho multiprofissional, a conscientização desses profissionais e uma formação que aponte para a importância da Reforma. “É importante entender que política pública não se faz só com os recursos e implementação das estruturas. Ela também deve ser feita com o compromisso ético dos profissionais que se inserem nela através dos concursos públicos. O que falta também é compreensão e formação dos técnicos para atuarem nos serviços substitutivos para implementar, de fato, a Reforma Psiquiátrica na sua região”, afirma Patrícia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Por outro lado, é importante que haja uma maior valorização, pelo poder público, do trabalho &lt;st1:personname productid=&quot;em Saúde Mental. Lula&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em Saúde  Mental. Lula&lt;/st1:personname&gt; Wanderley aponta para uma precarização desse trabalho. “Hoje, a Saúde Mental nas grandes cidades brasileiras é desorganizada. Não temos, por exemplo, um plano para a Saúde Mental do Rio de Janeiro. A desorganização do Sistema de Saúde do Rio começa com os baixíssimos salários que fazem com que a equipe de um CAPS não dure mais que dois ou três anos. Sem uma equipe estável e duradoura, é impossível acolher e suportar o sofrimento, ponto de partida para a construção de uma clínica capaz de perceber os fatos e construir as metas”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Por fim, além dos gestores e profissionais, é importante destacar a participação dos próprios usuários na Reforma Psiquiátrica. Essas pessoas que viveram anos em hospitais psiquiátricos possuem uma rica experiência e podem compartilhar sua vivência para a construção de novos modelos de atendimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Cristiane Knijnik levanta como exemplo a demanda desses usuários por mais espaço para exercício de sua liberdade. “Houve uma pesquisa com usuários em uma cidade do Sul e a resposta deles foi: ‘Isso (a desinstitucionalização) é bom porque, quando eu quero comer, eu como, quando eu quero dormir, eu durmo, quando eu quero sair, eu saio’. Então, a questão central para eles é a liberdade. Eu sempre escuto isso deles: o que muda é poder, em alguma medida, cuidar da sua própria vida, e não delegar a outro que cuide dela”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #292526; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: Jornal do CRP/RJ &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/7554231551779820221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/05/desinstitucionalizacao-e-suas-praticas_29.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/7554231551779820221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/7554231551779820221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/05/desinstitucionalizacao-e-suas-praticas_29.html' title='Desinstitucionalização e suas práticas práticas cotidianas. Parte 2'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8959400046975704923.post-46679507683569026</id><published>2010-05-25T04:53:00.000-07:00</published><updated>2010-05-25T04:54:18.653-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conferência nacional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reforma psiquiátrica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><title type='text'>Abaixo-Assinado: À Comissão Organizadora da IV Conferência Nacional de Saúde Mental - Intersetorial:</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEii1dbzbbVKJnKJRt4nSJ4MQ8beruoanZ38QPI77FgX0NfD5FUdhjPIJ3ncqE9oiNGisFnTicnC-rbysP2hbaBbT6hFtyOr3nItJko6EYorNQ8Rq4qSUKVcVHL8hCEmrZeP85GDmbpUejO8/s1600/saude_mental.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;160&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEii1dbzbbVKJnKJRt4nSJ4MQ8beruoanZ38QPI77FgX0NfD5FUdhjPIJ3ncqE9oiNGisFnTicnC-rbysP2hbaBbT6hFtyOr3nItJko6EYorNQ8Rq4qSUKVcVHL8hCEmrZeP85GDmbpUejO8/s200/saude_mental.gif&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Destinatário&lt;/b&gt;:  ivconferencia.ms@saude.gov.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio de Janeiro, 24/05/2010 &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;À Comissão Organizadora da IV Conferência Nacional de Saúde Mental -  Intersetorial,&lt;br /&gt;
a/c do Presidente da IV CNSM &lt;br /&gt;
Dr. Pedro Gabriel Delgado&lt;br /&gt;
c/c para Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Saúde&lt;br /&gt;
Sra. Rozangela Camapum&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É com profunda preocupação com o desenrolar do processo de construção e  de organização da Conferência Estadual de Saúde Mental do Rio de Janeiro  que os Trabalhadores de Saúde Mental vêm, através deste documento,  denunciar sérios acontecimentos que estão colocando em risco a  realização de uma Conferência Estadual democrática, transparente e  representativa. As irregularidades vão se somando sem que esteja sendo  possível um retorno à legalidade, e chegamos agora ao ponto de pedir à  Comissão Organizadora da Conferência Nacional de Saúde Mental -  Intersetorial a verificação dessas irregularidades e a possibilidade de  operacionalizar uma mediação no andamento da Conferência Estadual de  Saúde Mental do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Considerando o Art.2º do Capítulo II do regimento da IV CNSM, que afirma  que: A IV Conferência Nacional de Saúde Mental Intersetorial terá  abrangência nacional e ocorrerá em etapas, nos âmbitos municipal e/ou  regional, estadual e nacional, deduzimos que tanto as etapas municipais  quanto a etapa Estadual estão submetidas e terão que se adequar ao  Regimento da IV CNSM, pois são etapas de uma só Conferência. Entretanto,  a Comissão Organizadora da Conferência Estadual do RJ (CO-RJ), liderada  pelo Conselho Estadual de Saúde do Rio de Janeiro (CES-RJ), tem  conduzido o processo como se gozasse de total autonomia para decidir  sobre sua realização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por orientação da CO-RJ, foram realizadas etapas regionais mesmo em  municípios que haviam feito suas Conferências Municipais, contrariando o  Regimento da IV CNSM que em seu artigo Art.5º do Capitulo II, da  Realização, diz: § 1º Os Municípios que não realizarem as suas  Conferências Municipais poderão, em caráter extraordinário, realizar  Conferências Regionais de Saúde Mental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contrariando o mesmo Regimento que declara no CAPÍTULO II - DA  REALIZAÇÃO – Art. 4º § 1º: Os delegados dos Estados para a etapa  nacional serão indicados nas respectivas Etapas Estaduais, foram eleitos  delegados nas etapas regionais já investidos da condição de delegados  para a Conferência Nacional, sem que sua eleição tenha sido feita na  etapa Estadual, que sequer ainda se realizou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consciente da ilegitimidade em que se encontrava, o CES-RJ realizou uma  reunião extraordinária no dia 21 de maio de 2010 para aprovação de outro  Regimento e outro Regulamento para a etapa Estadual da IV Conferência.  Os trabalhadores de saúde mental foram testemunhar essa plenária. Apesar  de nossa insistência, não foi, em momento algum, nos dado direito à  fala. Tentamos através de alguns conselheiros sensíveis às nossas  argumentações defender algumas propostas. Em muitas vezes, nos vimos  obrigados a nos colocar, mesmo sob protestos inflamados da mesa  diretora, presidida pelo Sr. Orany Francisco Araujo Sobrinho, que nos  refutava sempre aos berros e com o microfone em punho, não nos dando o  direito de resposta e nos ameaçando de sermos retirados da sala por  seguranças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta plenária do CES, foram decididas as transferências de diversos  artigos do Regulamento da etapa Estadual para o Regimento da mesma, com o  objetivo explícito de evitar o debate político sobre eles, já que só o  Regulamento tem necessidade de ser aprovado tão logo seja iniciada a  Conferência de SM. Esse artifício da Plenária do CES, na pessoa do Sr.  Orany (proponente dessa idéia), também fere o Regimento da IV CNSM,  CAPÍTULO III - DO TEMÁRIO OFICIAL E RELATORIA, que deixa claro em seu  artigo 10º: A metodologia específica da IV Conferência Nacional de Saúde  Mental – Intersetorial será explicitada no regulamento interno, com o  objetivo de propiciar participação ampla e democrática de todos os  segmentos representados na Conferência e a obtenção de um produto final  que contribua para o alcance dos seus objetivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi transferido do regulamento para o regimento o artigo que versa sobre  a eleição dos delegados para a nacional. Para a CO-RJ, que registrara  em seu ‘primeiro regimento’, revisto na plenária do CES do dia 21/05/10,  a finalidade de apenas homologar na etapa estadual os delegados ‘já  eleitos para nacional’ nas etapas regionais, a exigência de eleição será  cumprida de forma meramente burocrática, já que visa a realizar a  eleição para a nacional no início da Conferência estadual, logo após a  plenária de abertura. Este procedimento irregular, além de impedir que a  eleição reflita as discussões sobre os temas e eixos da Conferência, já  que seria feita antes destas discussões, reduz a eleição a uma mera  homologação e finge atender às exigências da Comissão Organizadora  Nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, trabalhadores de saúde mental, defendemos que apenas após a  observação e avaliação da cada um dos delegados na defesa de suas teses,  através dos diferentes espaços coletivos de discussão, é possível fazer  uma escolha consciente e elegê-los para representar o estado do Rio na  Conferência Nacional. Só ao fim de uma conferência fica claro o que cada  um pensa, como cada um se coloca frente ao que pensa, e quanta coragem  tem e demonstra ter para defender as idéias que representam o pacto  coletivo. Essa posição não contraria a possibilidade de que delegados  que foram eleitos nas etapas regionais, mesmo que de forma equivocada, e  que sejam realmente representativos, tenham sua eleição reiterada, e  dessa vez de forma legítima.  Estamos em um processo democrático e todos  nós devemos estar dispostos a submeter nossos nomes à consulta, para  que seja fidedigna nossa representatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo ponto que gostaríamos que fosse revisto é o Art. 19º do  regulamento da CESM, que também será transferido para o regimento. Este  artigo diz que os grupos de trabalho apresentarão propostas a partir do  Documento-Base, resultante da Consolidação das Conferências Regionais.  Entretanto, foi explicitado pela CO-RJ que não serão possíveis inclusões  de novas propostas além das já registradas no documento-base. Vale  registrar que este documento foi montado a partir de uma síntese dos  relatórios das regionais, solicitados as pressas às respectivas  comissões organizadoras e que, portanto, não contempla o conjunto das  propostas aprovadas em quaisquer das regionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos exigível que seja permitida a discussão e inclusão de novas  propostas nos grupos, para posterior aprovação em plenária. Três razões  principais avalizam essa idéia:&lt;br /&gt;
 Muitas propostas importantes que foram aclamadas em plenárias  regionais não foram incluídas nos resumos/sínteses;&lt;br /&gt;
 Tivemos conhecimento de que em algumas conferências regionais as  propostas foram apenas lidas, não sendo permitido nenhum destaque e sem  que tenha sido realizada qualquer votação pela plenária para a aprovação  das mesmas;&lt;br /&gt;
 Parece-nos que se não houver novas propostas, a CESM se reduzirá à  condição de uma comissão para rever as propostas das CMSM e CRSM,  contrariando o regimento da CNSM que explicita em seu Artigo 6º do  CAPÍTULO II - DA REALIZAÇÃO – A Etapa Estadual terá por objetivo  analisar a situação estadual sobre saúde mental, acrescido das propostas  aprovadas nas Conferências Municipais e/ou Regionais, e elaborar  propostas para o Estado e União, [grifo nosso]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda em relação às propostas, a CO-RJ transferiu para o regimento o  artigo 23º § 1º (que integrava o seu regulamento) que diz: A proposta  que não sofrer destaque nos grupos de trabalho, estará aprovada pelo  Grupo e será apresentada à plenária final. Este artigo não contém a  palavra VOTADA, o que nos permite supor que a proposta sem destaque nos  grupos será apenas apresentada e automaticamente aprovada na plenária  final, da mesma maneira que ocorreu em algumas regiões, como por  exemplo, na etapa regional da região Metropolitana I B (Baixada  Fluminense).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro ponto que precisa ser revisto é a maneira como está definida a  participação dos convidados, dos observadores e dos ouvintes para a IV  CESM. Em uma manobra da mesa diretora da Plenária do CES para aprovação  do ‘novo’ Regimento e Regulamento, os observadores - que sequer existiam  na versão anterior do regimento - se tornaram convidados da própria  Comissão Organizadora, e a possibilidade de haver ouvintes não foi  sequer mencionada. Parece-nos que uma Conferência que se quer  democrática e que esteja discutindo políticas públicas não deveria  obstar a participação de ouvintes e observadores, mantendo sua  transparência e condição pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto a destacar: não é possível garantir que os convidados e os  observadores colaborarão para a riqueza do debate se a área técnica de  saúde mental da Secretaria de Estado de Saúde não puder participar da  escolha dos mesmos. A Equipe Técnica de SM do Estado não tem conseguido  interferir nas decisões da CO-RJ. Consideramos imprescindível que a  Conferência seja acompanhada pela equipe técnica de Saúde Mental do  Estado em sua concepção, formulação, organização e execução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Munidos da programação da IV CESM também nos deparamos com vários  problemas graves. Citamos dois:&lt;br /&gt;
1. A Conferência será recheada de mesas redondas e só haverá 4 (quatro)  horas para o debate e conseqüente elaboração de propostas nos Grupos de  Trabalho;&lt;br /&gt;
2. Foi aumentado para 56 (cinqüenta e seis) o número de delegados  “natos” do CES-RJ para a Conferência Estadual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a situação se mantiver como está, não há necessidade de se realizar  uma Conferência, pois nós não vamos fazer propostas, não vamos debater  propostas e nem eleger nenhum delegado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses motivos, o Movimento de Trabalhadores de Saúde Mental do  Rio de Janeiro, decidido em garantir que se realize uma Conferência  Estadual de Saúde Mental democrática e profícua, considera  imprescindível não apenas a tomada de conhecimento, por parte da  Comissão Organizadora da IV CNSM-I, como também a tomada de uma posição,  aquela que esta Comissão julgar mais adequada e apropriada a uma  situação de tamanha gravidade, irregularidade e ilegalidade, seja para  acompanhar e mediar a etapa Estadual da IV Conferência de Saúde Mental  no caso em que esse acompanhamento e essa mediação possam mudar  significativamente o cenário atual e fazer um retorno à legalidade  democrática, seja para tomar outras providências que se lhe afigurem  cabíveis no caso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No aguardo de uma posição da Comissão Organizadora da IV Conferência  Nacional de Saúde Mental, subscrevemo-nos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cordialmente,&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;MOVIMENTO DOS TRABALHADORES DE SAÚDE MENTAL DO RIO DE JANEIRO&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/assinar/6202&quot;&gt;&lt;b style=&quot;color: red;&quot;&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; ASSINE ESTE ABAIXO - ASSINADO &amp;lt;&amp;lt;&amp;lt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/feeds/46679507683569026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/05/abaixo-assinado-comissao-organizadora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/46679507683569026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8959400046975704923/posts/default/46679507683569026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://saudementalecidadania.blogspot.com/2010/05/abaixo-assinado-comissao-organizadora.html' title='Abaixo-Assinado: À Comissão Organizadora da IV Conferência Nacional de Saúde Mental - Intersetorial:'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02005092881014478226</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEii1dbzbbVKJnKJRt4nSJ4MQ8beruoanZ38QPI77FgX0NfD5FUdhjPIJ3ncqE9oiNGisFnTicnC-rbysP2hbaBbT6hFtyOr3nItJko6EYorNQ8Rq4qSUKVcVHL8hCEmrZeP85GDmbpUejO8/s72-c/saude_mental.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>