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	<title>seiti.eti.br</title>
	
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	<description>Programação e cacarecos tecnológicos</description>
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		<title>Inserindo registro geoespaciais: ArcSDE e SQL Server</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 21:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[arcgis]]></category>
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		<description><![CDATA[Inserir registros diretamente através de comandos SQL é bem simples. Note que estou usando como tipo de dado geoespacial o GEOMETRY, nativo do SQL Server 2008.
Primeiro  é necessário criar uma tabela no SQL Server e registrá-la junto ao ArcSDE. Isto é bem simples de se realizar utilizando o ArcCatalog (note que também dá para se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inserir registros diretamente através de comandos SQL é bem simples. Note que estou usando como tipo de dado geoespacial o <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/arcsde-e-ms-sql-server-2008">GEOMETRY</a>, nativo do SQL Server 2008.</p>
<p>Primeiro  é necessário criar uma tabela no SQL Server e registrá-la junto ao ArcSDE. Isto é bem simples de se realizar utilizando o ArcCatalog (note que também dá para se criar a tabela via SQL e registrá-la no ArcSDE via linha de comando).  Basta entrar no ArcCatalog, conectar-se com sua instância do ArcSDE e clicar com o botão direito no ícone do banco de dados. Depois é só escolher o <em>Feature Class</em>:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a title="Feature Class by Seiti Yamashiro, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/4423382146/"><img title="Criando um Feature Class" src="http://farm5.static.flickr.com/4068/4423382146_547ffd9792.jpg" alt="Feature Class" width="333" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Criando um Feature Class</p></div>
<p>É apresentada então uma caixa de diálogo para criar sua tabela que conterá sua feição. Criei uma tabela chamada <em>MeuFeatureClass</em>. As colunas <strong>OBJECTID</strong> e <strong>SHAPE</strong> são criadas por padrão. Adicionei um <strong>campo1</strong> e um <strong>campo2</strong> também. E escolhi o tipo da geometria como <em>POINT</em>.</p>
<p>Criada a tabela é bem simples de se inserir um registro através de comando SQL:</p>
<pre class="brush: plain;">
INSERT INTO
MeuBD.sde.MeuFeatureClass
(OBJECTID, campo1, campo2, shape)
VALUES
(1, valor1, valor2, geometry::STGeomFromText('POINT (-46.616667 -23.533333)', 4674))
</pre>
<p>O comando acima insere um registro na tabela contendo um ponto localizado no município de São Paulo &#8211; SP, usando o SRID 4674 (<a href="http://seiti.eti.br/blog/2010/sirgas-2000">SIRGAS 2000</a>).</p>
<p>Note que não usamos uma função típica do T-SQL  para transformar o texto dado em uma coordenada válida pro sistema.  Isto me deixou confuso no início, pois eu não encontrava funções geoespaciais no banco de dados. Liste as funções existentes no banco de dados do ArcSDE que oê não encontrará nada relacionado ao sistema geo.</p>
<p>Estas funções ficam disponíveis como métodos da classe e objetos  <strong><em>geometry</em></strong>.  No caso acima, o <tt>STGeomFromText</tt> é um método estático da classe <tt>geometry</tt>. Os mundos da Orientação a Objetos e do SQL se mesclam cada vez mais&#8230;
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/02YMbQ1hMVALlCXyugrrnf0Esx4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/02YMbQ1hMVALlCXyugrrnf0Esx4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/FgTUofcHzts" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cache e camadas no ArcGIS Server</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/EqdeVcklM1A/cache-camadas-no-arcgis-server</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2010/cache-camadas-no-arcgis-server#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:59:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[arcgis]]></category>
		<category><![CDATA[gis]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou trabalhando com o ArcGIS Server 9.3.1 e tenho de inserir alguns serviços nele. Cada serviço corresponde à uma camada, ou  layer, em meu mapa.
Para melhorar o  desempenho &#8211; sofrível se comparado com o MapServer &#8211; existe uma opção para a utilização de cache no ArcGIS Server que funciona bem. Ao invés do servidor ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou trabalhando com o ArcGIS Server 9.3.1 e tenho de inserir alguns serviços nele. Cada serviço corresponde à uma camada, ou <em> layer</em>, em meu mapa.</p>
<p>Para melhorar o  desempenho &#8211; sofrível se comparado com o <a href="http://mapserver.org/">MapServer</a> &#8211; existe uma opção para a utilização de <em>cache</em> no ArcGIS Server que funciona bem. Ao invés do servidor ter de reconstruir a imagem, toda vez que ela é requisitada, ele gera esta imagem apenas uma vez, grava em algum lugar e depois apenas a repassa para o servidor de aplicação.</p>
<p>Isto gerou um problema. Quando as imagens era geradas dinamicamente, havia a possibilidade do ArcGIS Server reprojetar e/ou reposicionar o mapa para  combiná-la com todos os layers.  Se um serviço usa EPSG:<a href="http://spatialreference.org/ref/epsg/4618/">4618</a> e outro usa <a href="http://spatialreference.org/ref/sr-org/95/">SR-ORG:95</a>,  por exemplo. Mas com o uso do cache, a imagem criada possui apenas o sistema de referenciamento definida no serviço, não podendo mudar.</p>
<p>Assim, ao combinar dois layers cujos sistemas de referenciamento espacial são diferentes, temos as seguintes situações:</p>
<ul>
<li>Os dois layers são dinâmicos:  um sistema é escolhido e os dois layers utilizam este;</li>
<li>Um dos layers é dinâmico e o outro possui cache: o dinâmico é projetado/adaptado ao sistema do que tem cache;</li>
<li>Os dois layers usam cache: apenas um deles é exibido. Não há reprojeção.</li>
</ul>
<p>O ideal então é manter um único sistema de referenciamento espacial nos serviços. E aproveitar para deixar todos no <a href="http://seiti.eti.br/blog/2010/sirgas-2000">SIRGAS2000</a>.
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IN12NYJ6xFd2oynUt94XGtGWh9Y/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IN12NYJ6xFd2oynUt94XGtGWh9Y/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/EqdeVcklM1A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Carregando bibliotecas Javascript abertas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/c2N4_t8y0is/carregando-bibliotecas-javascript-abertas</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2010/carregando-bibliotecas-javascript-abertas#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 15:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[javascript]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=44</guid>
		<description><![CDATA[Ext, jQuery, prototype, MooTools, Dojo, scrip.taculo.us, YUI. São algumas das feras que um desenvolvedor web tem de enfrentar, no caminho para matar o Dragão.
Algo que pode ajudar nesta tarefa é usar a própria API Google para carregar estas outras APIs:
http://code.google.com/apis/ajaxlibs/
O código, retirado direto do site, é o seguinte:

// Load Google JS API
&#60;script src=&#34;http://www.google.com/jsapi&#34;&#62;&#60;/script&#62;
&#60;script&#62;
// Load jQuery
google.load(&#34;jquery&#34;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ext, jQuery, prototype, MooTools, Dojo, scrip.taculo.us, YUI. São algumas das feras que um desenvolvedor web tem de enfrentar, no caminho para <a href="http://www.scribd.com/doc/320372/How-to-kill-a-Dragon-with-Programming">matar o Dragão</a>.</p>
<p>Algo que pode ajudar nesta tarefa é usar a própria API Google para carregar estas outras APIs:</p>
<p><a href="http://code.google.com/apis/ajaxlibs/">http://code.google.com/apis/ajaxlibs/</a></p>
<p>O código, retirado direto do site, é o seguinte:</p>
<pre class="brush: plain;">
// Load Google JS API
&lt;script src=&quot;http://www.google.com/jsapi&quot;&gt;&lt;/script&gt;
&lt;script&gt;
// Load jQuery
google.load(&quot;jquery&quot;, &quot;1&quot;);
&lt;/script&gt;
</pre>
<p>Você simplesmente:</p>
<ul>
<li>carrega a API javascript do Google;</li>
<li>utiliza a API do Google para carregar as outras APIs, podendo escolher a versão, inclusive.</li>
</ul>
<p>A opção de escolher a versão do script ajuda bastante a manter seus sistemas atualizados de forma bem simples.</p>
<p>O problema é apenas não poder guardar as APIs no servidor. Em uma rede local sem acesso à internet, por exemplo, isto já não serve.
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</ul>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9LodW_KPzT0u8vHshltsVPo0tXE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9LodW_KPzT0u8vHshltsVPo0tXE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/c2N4_t8y0is" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bluebirds.exe ??</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/Fjs3mKkERrs/bluebirds-exe</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2010/bluebirds-exe#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 19:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[cacarecos]]></category>
		<category><![CDATA[hardware]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=749</guid>
		<description><![CDATA[Em minha última montagem de PC, acabei comprando um gravador de DVD, desses comuns, da LG.
Instalado o sistema operacional, e configurada a conexão com a internet, removi o DVD de instalação do SO. Foi quando notei que uma mídia ainda era detectada, mesmo não havendo disco algum no drive.  E além de tudo ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em minha última montagem de PC, acabei comprando um gravador de DVD, desses comuns, da LG.</p>
<p>Instalado o sistema operacional, e configurada a conexão com a internet, removi o DVD de instalação do SO. Foi quando notei que uma mídia ainda era detectada, mesmo não havendo disco algum no drive.  E além de tudo ainda apresentava um executável no autorun.</p>
<p>Muito estranho! Não tem disco <strong>nenhum</strong> no drive e o sistema me diz que tem, e ainda por cima pede para executar um tal de <strong>Bluebirds.exe</strong>?  Já teria pego um vírus?</p>
<p>Na verdade se tratava do firmware do drive, que, quando vazio, achava por bem simular  um disco de instalação de software.  Daqueles que vem junto do drive e você usa de porta-copo ou de frisbee.</p>
<p>A solução é atualizar o firmware. É só baixar e executar:</p>
<p><a href="http://www.lge.com/us/support/product/support-product-profile.jsp?customerModelCode=GH22NS50">http://www.lge.com/us/support/product/support-product-profile.jsp?customerModelCode=GH22NS50</a></p>
<p>Pronto. Seu drive vazio continuará vazio.</p>
<p>Referência: <a href="http://www.msfn.org/board//index.php?act=ST&amp;f=5&amp;t=135300">http://www.msfn.org/board//index.php?act=ST&amp;f=5&amp;t=135300</a>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gpFkSoPUKvGAphu20guuK1tFA-A/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gpFkSoPUKvGAphu20guuK1tFA-A/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/Fjs3mKkERrs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>SIRGAS 2000</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/1G9wkRK9zAw/sirgas-2000</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2010/sirgas-2000#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 16:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[geo]]></category>
		<category><![CDATA[gis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=951</guid>
		<description><![CDATA[Antes Sistema de Referencia Geocéntrico para America del Sur e agora Sistema de Referencia Geocéntrico para las Américas, o SIRGAS é o sistema de referenciamento espacial padrão do Brasil, definido pelo IBGE.
Seu SRID, num sistema geográfico, é  EPSG:  4674:

GEOGCS[&#34;SIRGAS 2000&#34;,
    DATUM[&#34;Sistema_de_Referencia_Geocentrico_para_America_del_Sur_2000&#34;,
        SPHEROID[&#34;GRS 1980&#34;,6378137,298.257222101,
   [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes <em>Sistema de Referencia Geocéntrico para America del Sur</em> e agora <em>Sistema de Referencia Geocéntrico para las Américas</em>, o <a href="http://www.sirgas.org">SIRGAS</a> é o <a href="http://seiti.eti.br/blog/2010/sistema-de-referenciamento-espacial">sistema de referenciamento espacial</a> padrão do Brasil, definido pelo <a href="http://www.ibge.gov.br/sirgas/">IBGE</a>.</p>
<p>Seu SRID, num<a href="http://seiti.eti.br/blog/2010/sistema-de-referenciamento-espacial"> sistema geográfico</a>, é  <a href="http://www.spatialreference.org/ref/epsg/4674/">EPSG:  4674</a>:</p>
<pre class="brush: plain;">
GEOGCS[&quot;SIRGAS 2000&quot;,
    DATUM[&quot;Sistema_de_Referencia_Geocentrico_para_America_del_Sur_2000&quot;,
        SPHEROID[&quot;GRS 1980&quot;,6378137,298.257222101,
            AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;7019&quot;]],
        TOWGS84[0,0,0,0,0,0,0],
        AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;6674&quot;]],
    PRIMEM[&quot;Greenwich&quot;,0,
        AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;8901&quot;]],
    UNIT[&quot;degree&quot;,0.01745329251994328,
        AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;9122&quot;]],
    AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;4674&quot;]]
</pre>
<p>Na prática o SIRGAS utiliza <strong>o mesmo</strong> elipsóde de referência do WGS84 &#8211; <em>GRS 1980</em>. Veja mais no <a href="http://www6.ufrgs.br/engcart/Teste/refer_exp.html">site da UFRGS</a>. O mesmo ocorre com o <strong>posicionamento</strong> do elipsóide, com seus centros situando-se bem próximos um do outro.</p>
<p>Isto significa que as medidas dados pelo SIRGAS são quase iguais aos dados pelo WGS84,  onde uma diferença entre as medidas pode ser menor que o erro aproximado de seu instrumento GPS, pois esta diferença está na ordem de centímetros.</p>
<p>Assim, se seu equipamento for antigo é bem provável que ocorram duas coisas:</p>
<ul>
<li>ele não tenha uma precisão tão boa a ponto de se distinguir entre WGS84 e SIRGAS 2000;</li>
<li>ele não possua o SIRGAS 2000 em seu rol de referências.</li>
</ul>
<p>Então use o WGS84 e seja feliz.
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		<title>Sistema de Referenciamento Espacial</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 20:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[geo]]></category>
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		<description><![CDATA[Spatial Reference System,  ou Sistema de Referenciamento Espacial, define como descrever uma posição, uma localização no espaço.
Para determinarmos essa posição precisamos de duas coisas: um ponto de referência e um sistema de coordenadas.
Datum
Para descrever esta localização temos de levar em conta algumas coisas. Primeiro, a Terra não é plana. Verdade. E nem uma bola.  Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Spatial Reference System</em>,  ou Sistema de Referenciamento Espacial, define como descrever uma posição, uma localização no espaço.</p>
<p>Para determinarmos essa posição precisamos de duas coisas: um ponto de referência e um sistema de coordenadas.</p>
<h2><em>Datum</em></h2>
<p>Para descrever esta localização temos de levar em conta algumas coisas. Primeiro, a Terra não é plana. Verdade. E nem uma bola.  Mas podemos aproximar sua superfície à algumas formas geométricas.  A primeira que vem à mente é a <strong>esfera</strong>. É boa para se montar globos escolares e pintar os continentes em  bolas de  praia. Mas, como aprendemos na escolinha, a Terra é achatada nos pólos. Mas a aproximação com a esfera serve para qualquer coisa que conte com uma escala pequena.</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 390px"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:GEO_Globe.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9f/GEO_Globe.jpg" alt="" width="380" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Globo terrestre</p></div>
<p>Segue então uma segunda aproximação: um <strong>elipsóide ou esferóide</strong>. Ou uma esfera achatada.  Esta forma geométrica é bastante utilizada para descrever a superfície do planeta,  parte por facilitar bastante os cálculos envolvidos e parte por se adequar razoavelmente à superfície verdadeira da Terra. Para obter um grau maior de aproximação modificamos os tamanhos dos eixos do elipsóide e também deslocamos seu centro, ajeitando-o com relação à Terra.</p>
<p>Ou seja, se a Terra fosse um esferóide perfeito, todos os pontos de sua superfície iriam tocar nos pontos do esferóide de referência.  Como isso não ocorre, a gente ajeita o esferóide, <em>definindo em que pontos</em> o esferóide toca a superfície do planeta.  Note que definição de pontos tem <em>data de validade</em>, ou pelo menos data de referência, visto que a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deriva_continental">posição relativa entre os continentes muda com o tempo</a>. Digamos que nosso esferóide toca a superfície do planeta em um ponto específico de Pindamonhangaba e em outro em Paris. Infelizmente estes pontos não corresponderão exatamente ao mesmo local no dia seguinte. Por isso temos nomes como WGS84, SAD69. Os números se referem ao ano .</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 393px"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:OblateSpheroid.PNG"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b5/OblateSpheroid.PNG" alt="" width="383" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Esferóide</p></div>
<p>Uma outra forma é a <strong>geóide</strong>. A geóide se trata de uma figura geométrica cuja superfície possui sempre a mesma força gravitacional, correspondendo mais ou menos ao nível médio do mar. Uma esfera não rolaria para lado nenhum em cima da superfície de uma geóide. Os cálculos sobre esta figura são mais complicados, mas é uma aproximação bastante útil para analisar a construção de canais, rodovias extensas e redes de água e esgoto.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Geoids_sm.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/56/Geoids_sm.jpg" alt="" width="490" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Geóide</p></div>
<p>A escolha da figura geométrica, a definição de suas dimensões e o posicionamento desta figura com relação à Terra nos dá o <em><strong>datum</strong></em> (nota: só estou considerando sistema geocêntricos, deixando os topocêntricos de lado).</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Sperm-egg.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/86/Sperm-egg.jpg" alt="" width="400" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Espermatozóide</p></div>
<p style="text-align: center;">
<h2>Sistema Geográfico de Coordenadas</h2>
<p>Temos um <em>datum</em>. Mas isto não basta. Precisamos de um sistema de coordenadas para localizar o que quer que seja. Para isto temos um Sistema Geográfico de Coordenadas (<em>geographic coordinate system</em> ou <strong>GCS</strong>), também conhecido como sistema <strong>esférico</strong> de coordenadas,  que inclui uma unidade de medida angular, um meridiano principal e um <em>datum</em>.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Geographic_coordinates_sphere.svg"><img class=" " src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d9/Geographic_coordinates_sphere.svg/500px-Geographic_coordinates_sphere.svg.png" alt="" width="320" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Latitude (φ) e Longitude (λ)</p></div>
<p>Com o <em>datum</em>, o equador e o meridiano principal, geralmente o de <em>Greenwich</em>, conseguimos um ponto de referência,  onde φ = 0° e λ = 0°,  e o centro do esferóide, a partir do qual todas as medidas são baseadas. Só para constar, a cidade de São Paulo se encontra em <tt>23°33′0″ S, 46°38′0″ W</tt>, ou seja, latitude  <tt>-23°33′0″</tt> e longitude<tt> -46°38′0″</tt>.</p>
<h2>Sistema de Coordenadas Projetadas</h2>
<p>O GCS ajuda a localizar algum ponto. Mas para visualizar o mapa no papel, ou na tela do computador, precisamos levar tudo que está em um objeto 3D em pontos correspondentes em um plano 2D. Isto se chama <strong>projeção</strong>. A mesma projeção que se ensina nas aulas de matemática da escolinha, mas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Map_projection">aplicada em nossos mapas</a>.</p>
<p>Pensando na superfície da Terra, podemos pensar em algumas características:</p>
<ul>
<li>Área</li>
<li>Forma</li>
<li>Direção</li>
<li>Posicionamento relativo</li>
<li>Distância</li>
<li>Escala</li>
</ul>
<p>Quando projetamos esta superfície em um plano, podemos preservar algumas delas. Mas não todas. Por isto existem vários tipos de projeção. Cada uma prioriza alguma das propriedades descritas. A mais famosa é a Projeção de Mercator, que privilegia direção e posicionamento relativo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 474px"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Mercator-projection.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/74/Mercator-projection.jpg/773px-Mercator-projection.jpg" alt="" width="464" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Projeção de Mercator</p></div>
<p>A projeção de Mercator é do tipo cilíndrica. Pense em uma bola de tênis enfiada em uma lata de batatas Pringles.  O problema dela é que deforma bastante a área conforme nos afastamos da linha do Equador. É só reparar no tamanho da Ántártica, que não é nem o dobro da do Brasil.</p>
<p>O cilindro em que é projetado o mapa tem seu eixo na mesma direção do eixo de rotação da Terra,  ou seja, o cilindro toca a Terra ao longo da linha do Equador.</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 275px"><a href="http://webhelp.esri.com/arcgisdesktop/9.2/index.cfm?TopicName=About_map_projections"><img src="http://webhelp.esri.com/arcgisdesktop/9.2/published_images/lightbulb.gif" alt="" width="265" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Projeção cilíndrica</p></div>
<p>Isto nos leva à outra projeção importante: o Sistema Universal Transverso de Mercator (<strong>UTM</strong>). Ele é bastante semelhante à projeção de Mercator tradicional.</p>
<p>As diferenças são que o eixo do cilindro faz 90° com o eixo de rotação da Terra e o próprio cilindro é rotacionado  para obtermos projeções  mais precisas em cada fatia em que o cilindro toca a Terra.</p>
<div id="attachment_941" class="wp-caption aligncenter" style="width: 541px"><a href="http://www.swisstopo.admin.ch/internet/swisstopo/en/home/topics/survey/sys/refsys/projections.html"><img class="size-full wp-image-941" title="projections.parsys.19330.Image" src="http://seiti.eti.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/projections.parsys.19330.Image_.gif" alt="" width="531" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Universal Transverse of Mercator</p></div>
<p>Estas fatias são então quadriculadas em uma grade. Cada quadrado desta grade forma então um sistema de coordenadas cartesianas, onde a unidade de medida é o <strong>metro</strong>.</p>
<h2>Sistema de Referenciamento Espacial (Spatial Reference System)</h2>
<p>E por fim temos o sistema de referencimento espacial, que nada mais é que a descrição de um conjunto que tem tudo que esta aí em cima. Um exemplo:</p>
<pre class="brush: plain;">
GEOGCS[&quot;SAD69&quot;,
    DATUM[&quot;South_American_Datum_1969&quot;,
        SPHEROID[&quot;GRS 1967 (SAD69)&quot;,6378160,298.25,
            AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;7050&quot;]],
        AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;6618&quot;]],
    PRIMEM[&quot;Greenwich&quot;,0,
        AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;8901&quot;]],
    UNIT[&quot;degree&quot;,0.01745329251994328,
        AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;9122&quot;]],
    AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;4618&quot;]]
</pre>
<p>O que é descrito acima, num formato conhecido como <em>Well Known Text</em> (WKT),  é o sistema SAD 69. Note é descrito o sistema geográfico de coordenadas (<strong>GEOGCS</strong>) com o <em>datum</em> utilizado,  o meridiano principal &#8211; Greenwich e a unidade de medida &#8211; <em>degree</em>,  assim como outras informações.  É comum utilizar apenas um número para nos referir a esta referência espacial. Este número, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SRID">SRID</a>,  pode ser visto na última linha: <strong>EPSG 4618.</strong> Muito mais exemplos em <a href="http://www.spatialreference.org/">SpatialReference.org</a>.</p>
<p>Outro exemplo:</p>
<pre class="brush: plain;">
PROJCS[&quot;SIRGAS 2000 / UTM zone 23S&quot;,
    GEOGCS[&quot;SIRGAS 2000&quot;,
        DATUM[&quot;Sistema_de_Referencia_Geocentrico_para_America_del_Sur_2000&quot;,
            SPHEROID[&quot;GRS 1980&quot;,6378137,298.257222101,
                AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;7019&quot;]],
            TOWGS84[0,0,0,0,0,0,0],
            AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;6674&quot;]],
        PRIMEM[&quot;Greenwich&quot;,0,
            AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;8901&quot;]],
        UNIT[&quot;degree&quot;,0.01745329251994328,
            AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;9122&quot;]],
        AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;4674&quot;]],
    UNIT[&quot;metre&quot;,1,
        AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;9001&quot;]],
    PROJECTION[&quot;Transverse_Mercator&quot;],
    PARAMETER[&quot;latitude_of_origin&quot;,0],
    PARAMETER[&quot;central_meridian&quot;,-45],
    PARAMETER[&quot;scale_factor&quot;,0.9996],
    PARAMETER[&quot;false_easting&quot;,500000],
    PARAMETER[&quot;false_northing&quot;,10000000],
    AUTHORITY[&quot;EPSG&quot;,&quot;31983&quot;],
    AXIS[&quot;Easting&quot;,EAST],
    AXIS[&quot;Northing&quot;,NORTH]]
</pre>
<p>Neste caso é descrito um sistema de coordenadas projetadas (<strong>PROJCS</strong>), o que requer, além das informações previstas para o GEOGCS, qual o tipo de projeção &#8211; <em>Transverse Mercator</em> &#8211; e localização do ponto de referência  que determina o origem do sistema de medidas, no caso  em metros.  O srid é <strong>31983.</strong></p>
<p>Ao invés de passar toda estas informações para alguém, basta informar o SRID.  Finalmente sabemos de onde vem o tal SRID que popula nossos banco de dados geográficos, e que devemos passar como parâmetro para as APIs Geo deste  mundão esferóide afora.
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		<item>
		<title>O Menu Asp.NET e o Chrome (e Safari)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/AZnt7UJrHic/o-menu-asp-net-e-o-chrome-e-safari</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2010/o-menu-asp-net-e-o-chrome-e-safari#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 18:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[asp.net]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe um problema no controle Menu no Asp.NET WebForms que faz com que ele não seja renderizado corretamente no Safari e no Google Chrome. O que acontece é que o servidor detecta o user-agent do navegador do cliente e monta a página de acordo.  Mas o  Asp.NET não reconhece o Safari e o Chrome como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um problema no controle Menu no Asp.NET WebForms que faz com que ele não seja renderizado corretamente no Safari e no Google Chrome. O que acontece é que o servidor detecta o <em>user-agent</em> do navegador do cliente e monta a página de acordo.  Mas o  Asp.NET não reconhece o Safari e o Chrome como<strong> navegadores capazes</strong>, e por isso não conseguem renderizar um Menu em toda sua glória infestada de table&#8217;s, tr&#8217;s e td&#8217;s. Então lhes é servido um menu mais pobre, feio e maltratado .</p>
<p>O jeito é então alertar o Asp.NET  da existência destes navegadores.  E para isto basta criar uma pasta e um arquivo.</p>
<p>Se já não existir, crie em seu projeto uma pasta <em>App_Browsers</em>. E dentro dela crie um arquivo chamado <em>safari.browser</em>, que deve conter o seguinte:</p>
<pre class="brush: plain;">
&lt;browsers&gt;
    &lt;browser refID=&quot;Safari1Plus&quot;&gt;
        &lt;controlAdapters&gt;
            &lt;adapter controlType=&quot;System.Web.UI.WebControls.Menu&quot;adapterType=&quot;&quot; /&gt;
        &lt;/controlAdapters&gt;
    &lt;/browser&gt;
&lt;/browsers&gt;
</pre>
<p>E pronto! Tanto Safari quanto Chrome agora poderão mostrar seus lindos menus <em>tablefull.</em>
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		<feedburner:origLink>http://seiti.eti.br/blog/2010/o-menu-asp-net-e-o-chrome-e-safari</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Desligando o automount no Ubuntu</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/oREsCAVezYI/desligando-o-automount-no-ubuntu</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2010/desligando-o-automount-no-ubuntu#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 16:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=921</guid>
		<description><![CDATA[Meu cartão micro SD de 16GB resolveu deixar de funcionar. Embora ele possa ser aberto e eu até consiga listar o primeiro nível de diretórios, não há jeito de abrir arquivos, ou mesmo copiar muitos deles. Sorte que, salvo algumas fotos recentes, quase todos os arquivos eu tenho guardado no HD ou no Google ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu cartão micro SD de 16GB resolveu deixar de funcionar. Embora ele possa ser aberto e eu até consiga listar o primeiro nível de diretórios, não há jeito de abrir arquivos, ou mesmo copiar muitos deles. Sorte que, salvo algumas fotos recentes, quase todos os arquivos eu tenho guardado no HD ou no Google ou no Flickr.</p>
<p>A parte chata é tentar desmontar, no Ubuntu,  o cartão. Como o cartão estava com defeito o gnome travava e era preciso matar uns processos. A fato é que não conseguia desmontar o cartão, que era montado automaticamente. E eu precisava dele desmontado, mas inserido no sistema, para tentar rodar um <em>dosfsck</em> ou  uma formatação.</p>
<p>A solução foi desligar o automount do Ubuntu 9.10 &#8211; Karmic Koala. Como? Assim:</p>
<pre class="brush: plain;">
gconftool-2 --type bool --set /apps/nautilus/preferences/media_automount false
</pre>
<p>E pronto! Pena que o cartão não teve jeito. RIP, cartão de 16GB&#8230;
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			<wfw:commentRss>http://seiti.eti.br/blog/2010/desligando-o-automount-no-ubuntu/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://seiti.eti.br/blog/2010/desligando-o-automount-no-ubuntu</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Sincronizando a agenda do Google e a do Google Apps</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/pZwYqFLhOJg/sincronizando-a-agenda-do-google-e-a-do-google-apps</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/sincronizando-a-agenda-do-google-e-a-do-google-apps#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 03:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[cacarecos]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[milestone]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=911</guid>
		<description><![CDATA[Após alguns problemas associando minhas duas contas do Google no Milestone, restou apenas o problema da agenda.  Recapitulando, tenho duas contas: uma do Google, comum, e outra do Google Apps for Your Domain (GAFYD ou apenas Google Apps).
Cada uma delas conta com sua própria agenda, mas eu só utilizo a do Google Apps.  Mas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após alguns problemas associando minhas <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/nao-consegue-adicionar-outra-conta-google-no-motorola-milestone">duas contas do Google no Milestone</a>, restou apenas o problema da agenda.  Recapitulando, tenho duas contas: uma do Google, comum, e outra do Google Apps for Your Domain (GAFYD ou apenas <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/migrando-para-o-google-apps-gmail">Google Apps</a>).</p>
<p>Cada uma delas conta com sua própria agenda, mas eu só utilizo a do Google Apps.  Mas o Milestone  sincroniza a agenda com apenas <strong>uma conta</strong>, a <strong>primeira</strong> que você cadastrar. E para solucionar o problema do <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/nao-consegue-adicionar-outra-conta-google-no-motorola-milestone">post anterior</a> tive de cadastrar primeiro minha conta Google comum.</p>
<p>Algo estranho, deveria ser possível ao menos escolher com qual conta sincronizar. Bom, o jeito é remediar. Como? Primeiro entre na seção de configuração do calendário, na interface administrativa do Google Apps. O endereço é algo assim:</p>
<blockquote><p>https://www.google.com/a/cpanel/example.com/CalendarSettings</p></blockquote>
<p>Claro que você deve substituir <em>example.com</em> por seu próprio domínio.  Note o item &#8220;<em>Sharing options</em>&#8220;. Assegure-se de escolher o item &#8220;<em><label for="public_fullshare_write">Share all information, and outsiders can change calendars</label></em>&#8220;.</p>
<p>Atenção!  Para que esta configuração tenha efeito pode demorar alguns minutos. Caso os passos seguintes não dêem resultado, tnte novamente depois.</p>
<p>Bom, agora você pode compartilhar sua agenda do Google Apps e inserí-la na agenda do Google, através do  <em>My Calendars</em> → <em>Settings </em>→ <em>Sharing</em>.  Coloque seu email <strong>@gmail.com</strong> e escolha na caixa a opção <em>Make changes AND manage sharing</em>. Pronto!</p>
<p><a title="Compartilhando o Google Calendar por Seiti Yamashiro, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/4224438288/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4032/4224438288_0fe3f2b355.jpg" alt="Compartilhando o Google Calendar" width="440" height="290" /></a></p>
<p>Agora você conseguirá visulizar ambas as agendas em seu Motorola Milestone. só espero que em um próximo update do Android isto deixe de ser necessário.
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yqX2znlRVfsjU98Je90-kQsjY3g/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yqX2znlRVfsjU98Je90-kQsjY3g/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/pZwYqFLhOJg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Não consegue adicionar outra conta Google no Motorola Milestone?</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 02:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um problema vinha me atormentando no Motorola Milestone. Adicionei através do Android Market os aplicativos Google Listen e Google My Maps Editor. Mas infelizmente não pude testá-los, pois foi exigida a adição de uma conta Google para tanto. Ué, mas já tenho uma conta  do Google Apps  configurada no aparelho. Aparentemente minha conta do Google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um problema vinha me atormentando no <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/motorola-milestone-droid">Motorola Milestone</a>. Adicionei através do <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/milestone-e-o-android-market">Android Market</a> os aplicativos <a href="http://listen.googlelabs.com/">Google Listen</a> e <a href="http://www.android.com/market/free.html#app=mymapseditor">Google My Maps Editor</a>. Mas infelizmente não pude testá-los, pois foi exigida a adição de uma conta Google para tanto. Ué, mas já tenho uma conta  do Google Apps  configurada no aparelho. Aparentemente minha conta do <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/migrando-para-o-google-apps-gmail">Google Apps for Your Domain</a> (conhecido também como GAFYD ou simplesmente Google Apps) não é suficiente para utilizar serviços como o Listen.</p>
<p>Vamos então cadastrar no aparelho outra conta Google. O problema é este: após já ter configurado uma conta do GAFYD, não consigo criar  ou vincular uma conta comum do Google no Milestone. Sempre surge um problema de conexão do tipo &#8221; o servidor não responde, tente novamente mais tarde&#8221;.  Mas o resultado é sempre o mesmo, seja via Wi-Fi, seja via HSPA/3G.</p>
<p>Procurando pela internet, parece que a ordem em que se inclui as contas Google nos Androids influencia no resultado final: nos calendários, nos contatos e no Google Talk.  O jeito é tentar então adicionar primeiro minha conta  Google e só depois o do GAFYD. Mas como alterar a ordem de cadastro de contas?</p>
<p>Primeiro é preciso limpar o aparelho através de um <a href="http://www.expansys.com.br/ft.aspx?k=122448"><strong>hard reset</strong></a>. O procedimento, simples, é diferente do usado no <strong>Droid</strong> (o Milestone dos americanos):</p>
<ol>
<li>Desligue o aparelho;</li>
<li>Aperte e segure o botão da câmera, e depois pressione o de ligar. Continue apertando o botão da câmera até surgir um triângulo na tela;</li>
<li>Com o triângulo na tela, pressione <em>ao mesmo tempo</em> os botões de <strong>aumentar volume</strong> e o da <strong>câmera &#8211; </strong>é difícil, podem ser necessárias várias tentativas &#8211; até surgir um menu;</li>
<li>No menu selecione o item <em>clear user data</em> (ou algo semelhante), através do direcional;</li>
<li>Pronto! Selecione o reboot e aguarde. O aparelho está como saiu da caixa novamente!</li>
</ol>
<p>Agora tome o cuidade de registrar no Milestone alguma conta Google <em>comum</em>,  sem ser do GAFYD.  Pronto! Agora sim,  adicione quantas contas  quiser, inclusive a do GAFYD. Finalmente consigo acessar o Listen e o My Maps Editor.</p>
<p>PS: Um problema que agora preciso resolver é fazer o diabo do calendário sincronizar com o calendário do GAFYD.  Ele só sincroniza no Google comum.  Não há opção de qual conta sincronizar, diferente fo Gmail e dos contatos&#8230;
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8M_vi0OcBv60aDA13EmTGzyqggo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8M_vi0OcBv60aDA13EmTGzyqggo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/kJirFlp0PXA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Milestone e o Android Market</title>
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		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/milestone-e-o-android-market#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 21:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[celular]]></category>
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		<category><![CDATA[milestone]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos principais motivos para um geek querer um cacareco do calibre do Milestone, é poder instalar os famigerados apps (embora tenha quem queira controlar isso). Listo então aquilo que vale a pena, levando em conta o acesso restrito dado aos brasileiros &#8211; não podemos pagar por nenhum aplicativo, por exemplo, então eles nem são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><img style="display: block;" src="http://seiti.eti.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/wpid-2009-12-12-21.53.33.jpg" alt="image" width="499" height="373" /><p class="wp-caption-text">Inserido via wpToGo</p></div>
<p>Um dos principais motivos para um geek querer um cacareco do calibre do <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/motorola-milestone-droid">Milestone</a>, é poder instalar os famigerados <em>apps</em> (embora tenha <a href="http://zumo.uol.com.br/2009/12/01/dell-mini-3ix-um-android-com-pouca-cara-de-google/">quem queira controlar</a> isso). Listo então aquilo que vale a pena, levando em conta o acesso restrito dado aos brasileiros &#8211; não podemos pagar por nenhum aplicativo, por exemplo, então eles nem são listados (o que não te impede de efetuar uma compra direta com o desenvolvedor).</p>
<p><span id="more-865"></span></p>
<h3>Barcode scanner</h3>
<p>O caminho que segui para obter este foi meio tortuoso. Entre no www.google.com/products e clique no botão &#8220;Scan barcode&#8221;.  Você será redirecionado para o Android Market e o aplicativo será instalado.</p>
<p>E o que fazer com isto? Este leitor interpreta o QR Code, um sistema que consegue guardar uma quantidade razoável de dados num quadradinho mágico. Em meu N95 este leitor era muito útil,  quando usado em conjunto do addon para o Firefox, o <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/2780">Mobile Barcoder</a>. Basta você apontar a câmera para o QR Code em seu monitor e a URL da página que você visita vai para seu celular.</p>
<p>Vamos ver se continuarei a utilizá-lo, tendo em vista o teclado QWERTY do Milestone.</p>
<h3>MotoID</h3>
<p>Este aplicativo já se encontra instalado. No N95 eu usava o excelente Midomi para identificar as músicas que estavam tocando na rádio. Este é semelhante. Na verdade é quase igual , até no logo.  O princípio é simples: cante no celular (se você for afinado, é claro) ou coloque-o perto do alto-falante tocando a música. Alguma troca de dados com servidores operados por unicórnios e pronto, o nome da música surgirá em sua tela.  Ou quase isso. Depende do seu gosto musical.</p>
<h3>Twidroid</h3>
<p>Um cliente Twitter. Baixe, instale, configure. Pronto. Você começa a receber as mensagens de seus contatos. O interessante é ser acordado no meio da noite com estas mensagens&#8230; Eu já disse que não se desliga os aplicativos no Android. Bom, aprendi que este aplicativo <strong>pode ser desligado</strong> através de seu próprio menu. Isto após perder um tempão procurando como desligar o acesso à rede de dados, mas mantendo ativa a recepção de ligações  (configuração que ainda não descobri se existe).</p>
<h3>NetCounter</h3>
<p>Indispensável para checar o uso da rede de dados. Ele guarda quantidades diárias, semanais e mensais de uso de megabytes tanto na rede EDGE/3G quanto na Wi-Fi.</p>
<p>E aparelhos Android são <strong>FAMINTOS</strong> por dados. Eu consumia cerca de 110MB mensais com meu N95.  Só no primeiro dia com o Milestone já foram 15MB. Vamos ver o que acontece depois que eu me acostumar com ele e  o número de aplicativos instalados estabilizar. Minha previsão é de que o browser veloz e esta tela enorme vão ajudar a estourar o limite de dados&#8230;</p>
<h3>Wapedia</h3>
<p>Já usava bastante no N95. Ele é muito bom para acessar o conteúdo da Wikipédia, pois o formata para ser digerível por aparelhos portáteis, tornando o acesso mais rápido, simples e pesando menos na carga de dados do fim do mês.  A própria Wikipédia tem um portal WAP, mas ele é muito simplificado.  Um smartphone se dá melhor com o Wapedia.</p>
<h3>Robo Defense Free</h3>
<p>Jogo estilo <em>Tower Defense</em>. O jogo é bem simples, não tem muitas opções de torres, mas é viciante.</p>
<h3>Nesoid Lite</h3>
<p>Emulador de Nintendo 8 bits. Excelente para relembrar Mega Man 2, Battletoads, Super Mario Bros. 3, Ninja Gaiden e outros clássicos. Mas só para lembrar mesmo, terminar o Battletoads no Milestone deve ser <strong>impossível</strong>. Bom, eu já achava isso impossível no NES mesmo&#8230; (mas consegui chegar na última fase UMA vez!).</p>
<h3>Labyrinth Lite</h3>
<p>Direto do iPhone, o famoso labirinto. Tem até um modo 3D. Bom para testar o acelerômetro e ver se teu pulso anda firme.</p>
<h3>wpToGo</h3>
<p>App para você gerenciar, atualizar e incluir posts no Wordpress (estou escrevendo no Milestone neste momento).<br />
Ele até posta imagens!</p>
<h3>APNdroid</h3>
<p>Uma chave para  desligar/ligar  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Access_Point_Name">APN</a>s. Para quê? Para desativar o acesso à rede de dados de seu provedor de telefonia. Importantíssimo caso você tenha um plano de dados limitado, como o meu. Importante até mesmo para aqueles com plano ilimitado,  pois geralmente eles reduzem a velocidade quando se passa um certo limiar. Não duvide da fome por dados em um Android faminto.</p>
<p>Basta desligar o acesso e religar quando for checar email, mapas, twitter etc.</p>
<h3>É só, pessoal</h3>
<p>Por enquanto é isto. Outros serviços online eu ainda acesso de maneiras mais tradicionais. No Flickr, por exemplo, posto minhas fotos via email: um para fotos públicas, um  para fotos privadas e outro para publicar também no Twitter.</p>
<p>E em outros o navegador dá conta do recado, como no caso do Google Docs. Mas ainda sinto falta de um cliente nativo para o  Evernote.</p>
<p>Outro app que sinto falta é o <a href="http://www.worldmate.com/">Worldmate</a>. Todos os dias, às 9 e às 21h, uma voz feminina me dizia a previsão do tempo.</p>
<p>Depois coloco um texto com dicas para coisas simples, como copiar e colar.
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/myyGg-6r1bGMLe7hUGjRwCwI1hA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/myyGg-6r1bGMLe7hUGjRwCwI1hA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/WsRKHOCNFe8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Motorola Milestone (Droid)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 04:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava eu, pensando e contando moedas para comprar meu Android, quando finalmente a Vivo lança o Samsung Galaxy. Viva! Um Android que posso comprar!
Tentei achar o dito aparelho nas lojas a Vivo, sem sucesso.  E  tive de ser atendido pelos despreparados vendedores da Vivo, que sequer sabiam me informar o preço do aparelho para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu, pensando e contando moedas para comprar meu Android, quando finalmente a Vivo lança o <em>Samsung Galaxy</em>. Viva! Um Android que posso comprar!</p>
<p>Tentei achar o dito aparelho nas lojas a Vivo, sem sucesso.  E  tive de ser atendido pelos despreparados vendedores da Vivo, que sequer sabiam me informar o preço do aparelho para o meu plano.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a title="Milestone aberto por Seiti Yamashiro, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/4186843256/"><img class=" " src="http://farm3.static.flickr.com/2662/4186843256_139c1aa6ea.jpg" alt="Milestone aberto" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Motorola Milestone</p></div>
<p>Minha sorte mudou quando vi a notícia no Gizmodo de que a Vivo havia lançado, em primeira mão, o <em>Motorola Milestone</em> no Brasil. E por um preço surpreendente! Eu achava que o Milestone chegaria ao Brasil com um valor semelhante ao N97 (um olho e  um braço), quando na verdade ele chegou com um preço <strong>igual</strong> ao Samsung Galaxy.</p>
<h3>Android, finalmente</h3>
<p>Fui à loja conceito da Vivo no Shopping Morumbi, a primeira loja oficial da Vivo em que fui bem atendido, com um vendedor que sabia responder  minhas perguntas &#8211; mas <strong>atenção</strong>, ser <strong>bem</strong> atendido é diferente de ser <strong>rapidamente </strong>atendido. Minha espera foi de cerca de 40 minutos. Por outro lado, sempre fui bem atendido por vendedores de <strong>lojas autorizadas</strong>, mas enfim.</p>
<p>Após a compra me ofereceram um suporte pós-compra, para aprender a destrinchar as funções do dito cujo, que prontamente recusei, pois não via a hora de eu mesmo fuçar o cacareco. Mesmo assim fiquei surpreso por existir e oferecerem este serviço. Fiquei depois curioso para conhecer sua qualidade. Fica para outra vez.</p>
<p>Vamos ver agora o que o Milestone tem a oferecer para um ex-dono de um N95.</p>
<p><span id="more-860"></span></p>
<h3>Chupando cana e assoviando</h3>
<p>O Milestone é <strong>multitarefa</strong>, mas <strong>não tem</strong> a função de <strong>fechar</strong> aplicativos. Isto é  novidade, para quem vem do mundo Symbian &#8211; S60. Neste quesito ele é semelhante ao iPhone.  A grande diferença para com o telefone da Apple é poder ouvir minhas músicas <strong>e também</strong> navegar pelo Google Maps, coisa que sempre fiz no N95.</p>
<p>Então basta pendurar o aparelho no pára-brisa, ligá-lo ao rádio do carro (uso um cabo P2 comum), dar o play na coleção de 8GB de mp3 e botar no Google Maps. E receber uma ligação bem na hora em que você está em dúvida sobre o caminho&#8230;</p>
<h3>Ouvindo</h3>
<p>Falando em MP3, o player do Android é muito bom. Não tem <em>cover flow</em>, mas achei a interface simples, eficiente e rápida. É o que me basta. Não notei muita diferença na qualidade da reprodução, mas não sou nenhum audiófilo.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Milestone media player por Seiti Yamashiro, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/4186089471/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2544/4186089471_1f9d992291.jpg" alt="Milestone media player" width="500" height="375" /></a></p>
<p>O que notei foi que o alto-falante estéro do N95 dá um banho no alto-falante mono do Milestone. Mas como sempre uso fones de ouvido ou o rádio do carro, sem problemas.</p>
<h3>Registrando</h3>
<p>A câmera é outro departamento em que o N95 é superior. Já faz muito tempo que não carrego uma câmera digital por conta da qualidade da câmera do N95. Mas, embora a câmera do Milestone não esteja no mesmo nível, ele cumpre sua função. Mas agora terei de carregar uma câmera dedicada, se quiser registrar festas e encontros com amigos com mais qualidade.</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 384px"><a title="Milestone tirando foto do N95 por Seiti Yamashiro, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/4186863750/"><img title="Foto no N95, tirada pelo Milestone" src="http://farm3.static.flickr.com/2649/4186863750_d7feee7438.jpg" alt="Milestone tirando foto do N95" width="374" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Foto do N95, tirada pelo Milestone. Para comparar, as outras fotos do post foram tiradas com o N95.</p></div>
<h3>Energia</h3>
<p>A bateria não dura o que eu esperava. Ao menos agora, enquanto o aparelho é novidade, não está otimizado, fico navegando na internet, jogando, testando, instalando, desinstalando. Tenho de recarregar DUAS vezes no dia. Ou mantê-lo no cabo, ligado ao computador. Ao menos o cabo é padrão, o micro-USB. Tenha ao menos dois, um em casa e outro no trabalho. E outro no carro se puder. Ainda não os tenho. Faz falta. Mas um recurso bacana é ao menos saber quem é o responsável por drenar a energia.</p>
<p><strong>Update</strong>: depois de instalar o APNdroid, que liga/desliga a rede de dados EDGE/3G, consigo ficar longe da tomada tanto quanto eu conseguia com o N95: um dia inteiro (à vezes até mais). Não é muito, mas é melhor que ter de recarregar no meio da tarde.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="gerenciador de energia por Seiti Yamashiro, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/4186868244/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4046/4186868244_7f521e36a8.jpg" alt="gerenciador de energia" width="500" height="375" /></a></p>
<p>O bacana é que o <em>Multimedia Station</em>, um berço para deixar na mesa, veio na caixa. Ao deitá-lo no berço, o Milestone se torna praticamente um relógio-despertador de mesa. O ruim é que não vem na caixa o suporte para pára-brisa.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a title="Milestone no Multimedia Station por Seiti Yamashiro, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/4186069507/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4010/4186069507_4fce8b3070.jpg" alt="Milestone no Multimedia Station" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Despertador de mesa</p></div>
<p style="text-align: center;">
<h3>Contatos</h3>
<p>Mesmo no N95 eu já centralizava meus contatos no Google Contacts do Google Apps, por meio do ótimo <a href="http://www.goosync.com/">GooSync</a>.  E a atualização era automatizada pelo <a href="http://code.google.com/p/bergamot/wiki/Swim">Swim</a>, onde eu havia agendado a sincronização diária. Já no Milestone foi questão de inserir nome, domínio e senha para trazer minha lista de telefones e emails, automaticamente.</p>
<p>O interessante é as fotos de seus contatos são atualizados com os servidores do Google também.</p>
<p>Ainda não instalei um Fringe,  Nimbuz ou equivalente, mas o Android vem com o Google Talk incorporado.</p>
<h3>Mapas</h3>
<p>Ver o Google Maps em um tela de quase 4 polegadas, quanta diferença. Mais espaço, mais nitidez.  Infelizmente o modo navegador ficou restrito ao Droid americano, mesmo assim o Google Maps é um daqueles aplicativos que se tornam indispensáveis depois que você se acostuma a ele.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a title="Milestone e o Google Maps por Seiti Yamashiro, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/4186864186/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2788/4186864186_e3f4d9df77.jpg" alt="Milestone e o Google Maps" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Navegando e ouvindo música</p></div>
<p>Infelizmente uma função que eu usava bastante no N95, o de marcar <strong>favoritos</strong>, não existe no Milestone. Mas já deve estar programado, pois neste mês, dezembro de 2009, o Google Maps do S60 foi atualizado e pude subir todos meus favoritos, gravando-os em minha conta. Antes eles ficavam na memória do celular.  Agora eles estão só a espera desta atualização para voltarem aos meus mapas, agora  no Milestone.</p>
<h3>Adeus N95</h3>
<p>Uma coisa que me agradou muito foi a velocidade. A transição entre os aplicativos, a carga de imagens da galeria, a listagem de músicas, cantores e álbuns. Tudo MUITO rápido, principalmente para quem estava acostumado com o N95.</p>
<p>No <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/milestone-e-o-android-market">próximo post </a>comento sobre o <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/milestone-e-o-android-market">Android Market e seus aplicativos</a>. Ah! E todas as fotos foram tiradas com meu N95, que sem chip de operadora se tranformou em uma camera com wi-fi e GPS. É só tirar a foto e enviar por email via rede. Logo mais coloco este valente telefone no Mercado Livre!
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AwtcEGzR_pmaNu8UPKDgBK5Gu3M/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AwtcEGzR_pmaNu8UPKDgBK5Gu3M/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/HaKxUHfR8GY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>ArcSDE e MS SQL Server 2008</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/fUgyY9hTOXo/arcsde-e-ms-sql-server-2008</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/arcsde-e-ms-sql-server-2008#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 18:32:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[geo]]></category>
		<category><![CDATA[gis]]></category>

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		<description><![CDATA[O ArcSDE é um produto da ESRI que consiste-se em uma camada sobre bancos de dados relacionais, tornando-os capazes, se já não forem, de manipular informações geograficamente referenciadas, ou dados geo.
O MS SQL Server 2008 é o banco de dados relacionais da Microsoft.
A versão mais recente do ArcSDE, a 9.3, tornou possível utilizar o tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.esri.com/software/arcgis/arcsde/"><strong>ArcSDE</strong> </a>é um produto da <strong>ESRI</strong> que consiste-se em uma camada sobre bancos de dados relacionais, tornando-os capazes, se já não forem, de manipular informações geograficamente referenciadas, ou dados <em>geo</em>.</p>
<p>O MS SQL Server 2008 é o banco de dados relacionais da Microsoft.</p>
<p>A versão mais recente do ArcSDE, a 9.3, tornou possível utilizar o tipo de geometria nativa: o  &#8216;GEOMETRY&#8217; . Mas como configurar o sistema de forma a utilizá-lo?</p>
<p>Existe uma entrada no banco de dados que deve ser alterada. Ela se encontra na tabela <strong>sde.db_tune</strong>. Dê uma xeretada para verifcar seu conteúdo:</p>
<pre class="brush: sql;">
SELECT *
FROM sde.dbtune
WHERE
    keyword like 'DEFAULTS'    AND
    parameter_name like 'GEOMETRY_STORAGE'
</pre>
<p>A entrada que deve ser alterada é esta:</p>
<pre class="brush: sql;">
UPDATE sde.dbtune
SET config_string = 'GEOMETRY'
WHERE
    keyword like 'DEFAULTS'    AND
    parameter_name like 'GEOMETRY_STORAGE'
</pre>
<p>A listagem de tipos disponíneis em seus respectivos sistema pode ser obtido no <a href="http://webhelp.esri.com/arcgisdesktop/9.3/index.cfm?TopicName=An_overview_of_feature_geometry_and_raster_data_storage">help do ArcSDE</a>.
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		<title>ajudando o próximo com o Kiva</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/5cgFzLHSW74/ajudando-o-proximo-com-o-kiva</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/ajudando-o-proximo-com-o-kiva#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 05:42:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[vida®]]></category>
		<category><![CDATA[boa ação]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>

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		<description><![CDATA[Costumo usar o Google Reader  &#8211; tanto que está se tornando mais um vício &#8211; e sigo alguns blogs de programadores e entusiastas linux. Em meio aos textos,  li um post de Nat Friedman &#8211; criador do SUSE Studio, que me tocou.
Já viu o post? Vá lá ver, eu espero.
Ele doou USD 169,00 à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Costumo usar o Google Reader  &#8211; tanto que está se tornando mais um vício &#8211; e sigo alguns blogs de programadores e entusiastas linux. Em meio aos textos,  li um <a href="http://nat.org/blog/2009/10/pencils-for-kids/">post de Nat Friedman</a> &#8211; criador do <a href="http://susestudio.com/">SUSE Studio</a>, que me tocou.</p>
<p>Já viu o post? Vá lá ver, eu espero.</p>
<p>Ele doou USD 169,00 à uma escola pobre para a compra de lápis de cor e apontadores.  E recebeu algumas cartas das mesmas crianças que receberam os lápis.  Uma ação tão pequena, gerando uma dose de emoção tão grande. Fiquei com inveja.</p>
<p>Uma característica que admiro em uma pessoa é a capacidade de transformar coisa ruins em coisas boas.  Eu, como toda pessoa, estou repleto de coisas ruins. Eu quero me admirar. Eu tenho inveja do Nat. Eu acredito no capitalismo.</p>
<p>Como tirar algo bom disto tudo? Eu encontrei o <a href="http://www.kiva.org">Kiva</a>. O Kiva é um sistema de microcrédito para minúsculos empreendedores em partes pobres do mundo.  Você adere ao Kiva para agir como um financiador de empreendimentos alheios, emprestando dinheiro, de forma a fornecer crédito para estas pessoas, presas à informalidade e sem acesso ao tipo de crédito que bancos fornecem.</p>
<blockquote>
<h3>Choose an Entrepreneur, Lend, Get Repaid</h3>
</blockquote>
<p>Eu? Financiando alguém? Um banco financia, uma grande instituição financia, como alguém como eu pode financiar alguma coisa? Ora, emprestando o  valor de USD25,00! Note o <strong>emprestar</strong>. Ele será devolvido, com algum juro. Como todo empréstimo ele tem seus riscos, e um deles é você conseguir ajudar e  mudar a vida de alguém,  e ainda ter seu dinheiro de volta.</p>
<p>De um modo geral eu sou contra doações. A não ser que elas gerem oportunidades. E o  que o Kiva faz é exatamente isto, dar oportunidade às pessoas &#8211; isto é humano, e sob a forma de crédito, não doação &#8211; isto é capitalismo.  Este dinheiro que volta pode ser investido em outro empreendedor. Nota o ciclo virtuoso?</p>
<p>Pronto, não tenho mais inveja do Nat.  Só um pouco.</p>
<p>PS: Aqui está meu perfil no Kiva: <a href="http://www.kiva.org/lender/seiti">http://www.kiva.org/lender/seiti</a>. Sim, eu fiz bem pouco, eu sei. Mas o que <strong>você</strong> já fez? Me conte, logo abaixo =)
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vxdPkLr8550NyPgYBwodRSjbEuY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vxdPkLr8550NyPgYBwodRSjbEuY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/5cgFzLHSW74" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Programar é arte</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/BzdFkFnQ9yw/programar-e-arte</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/programar-e-arte#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema é recorrente.  Desde o monumental The Art of Computer Programming ao, hmm&#8230;, pragmático  The Pragmatic Programmer existe a noção de que programar não é uma ciência exata. Não é produção, tampouco engenharia. Programar é uma atividade que requer criatividade, visão, trabalho e destreza. É arte.
Vem daí a dificuldade de se estabelecer prazos. De gerar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema é recorrente.  Desde o monumental <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Art_of_Computer_Programming"><em>The Art of Computer Programming</em></a> ao, hmm&#8230;, pragmático  <a href="http://www.pragprog.com/titles/tpp/the-pragmatic-programmer"><em>The Pragmatic Programmer</em></a> existe a noção de que programar não é uma ciência exata. Não é produção, tampouco engenharia. Programar é uma atividade que requer criatividade, visão, trabalho e destreza. É <strong>arte</strong>.</p>
<p>Vem daí a dificuldade de se estabelecer prazos. De gerar metodologias. De ser produtivo, ter qualidade e criar soluções. Como apressar, controlar e gerenciar algo tão pessoal quanto a produção de código? Talvez tornando-o impessoal e automático. Mas não seria isto remover as características que diferenciam um software <strong>bom</strong> de um <strong>ótimo</strong>?</p>
<p>Pode-se criar arte em massa. Pode-se criar obra únicas. Pode-se apreciar ou não uma obra-prima.  Não é tão diferente no mundo do código fonte. Quem já não vislumbrou, modificando um programa qualquer, uma obra de arte <em>barroca</em>? Cheia de meandros, voltas, incertezas e becos sem saída. Um labirinto a provocar emoções: fúria, alegria,  raiva, medo, alívio (bom, este só quando o código compila e/ou passa nos testes). Estou divergindo&#8230;</p>
<p>E quem programa pode ser entendido como <em>um artesão.</em> Alguém que martela teclas para produzir, vez ou outra, um pouco de arte. E podemos encontrar,  procurando bastante,  entre estes artesãos, um verdadeiro <em>artista</em>.</p>
<h3><em>Why?</em></h3>
<p>É o caso de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Why_the_lucky_stiff"><em>Why the Luck Stiff</em></a>, ou simplesmente _why. Seu trabalho mais conhecido é seu livro: <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/ruby-whys-poinant-guide-to-ruby">Why&#8217;s (poignant) Guide to Ruby</a>. Mesmo que você não programe, mesmo que você não entenda nem mesmo HTML, dê uma olhada.  O livro é excelente. Se parece com algo saído de uma viagem  de LSD, misturado com Alice no País das Maravilhas e lições de Ruby. E existe até uma trilha sonora para acompanhá-la!</p>
<p>Mas, onde encontro este livro? O site do _why saiu do ar. Assim como muitos outros projetos pertencentes a ele. Até a conta no twitter, @_why, sumiu. _why desapareceu. Ninguém sabe ninguém viu.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Where´s why? by Seiti Yamashiro, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3930444328/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3578/3930444328_30a945feac.jpg" alt="Where´s why?" width="284" height="480" /></a></p>
<p>É um feito notável para alguém que alcançou certa notoriedade online, e com uma presença forte na internet. Participou de palestras e eventos, mas sempre se identificando por seu pseudônimo.  Ainda existe o anonimato, afinal (há quem diga que <em>_why</em> apenas está dando um tempo e retornará como <em>_because</em>).</p>
<p>Mas dá para apreciar sua obra em alguns <a href="http://mislav.uniqpath.com/poignant-guide/">mirrors</a>.  E já tratei de guardar a <a href="http://mislav.uniqpath.com/poignant-guide/soundtrack/">trilha sonora</a> para ouvir enquanto programo. Quem sabe não tenho uma epifania (ou uma síncope, dependendo do código a editar). E tem até <a href="http://why.nomedojogo.com/">tradução para o português</a>, que até onde vi está ótima.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/04/Why%27s_foxes.png" alt="" width="560" height="162" /><p class="wp-caption-text">As raposas de _why</p></div>
<p>So long _why, and thanks for all the chunky bacon.
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1qdtWjSP12dI4MG2vEn-1gTg4kk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1qdtWjSP12dI4MG2vEn-1gTg4kk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/BzdFkFnQ9yw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Página nova no ar!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[arcade]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[DIY]]></category>
		<category><![CDATA[streetfighter]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu antigo controle andava meio abandonado. Primeiro pelo tamanho. É bem grande e desengonçado para se carregar por aí. E segundo, eu mesmo não estava jogando muita coisa que necessitasse dele – Left4Dead, por exemplo.
Mais em Controle Arcade. Round 2!
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Meu <a href="../controle-arcade">antigo controle</a> andava meio abandonado. Primeiro pelo tamanho. É bem grande e desengonçado para se carregar por aí. E segundo, eu mesmo não estava jogando muita coisa que necessitasse dele – Left4Dead, por exemplo.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Controle Arcade 1P</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/q0-eqtYtou4/controle-arcade-1p</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/controle-arcade-1p#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 01:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[cacarecos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?page_id=788</guid>
		<description><![CDATA[Meu antigo controle andava meio abandonado. Primeiro pelo tamanho. É bem grande e desengonçado para se carregar por aí. E segundo, eu mesmo não estava jogando muita coisa que necessitasse dele &#8211; Left4Dead, por exemplo.
Isso até lançarem o Street Fighter 4 para PC.

O jogo é sensacional. Tem uma ótima jogabilidade, combos fáceis, combos difíceis, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu <a href="http://seiti.eti.br/blog/controle-arcade">antigo controle</a> andava meio abandonado. Primeiro pelo tamanho. É bem grande e desengonçado para se carregar por aí. E segundo, eu mesmo não estava jogando muita coisa que necessitasse dele &#8211; Left4Dead, por exemplo.</p>
<p>Isso até lançarem o Street Fighter 4 para PC.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="arcade by Seiti Yamashiro, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3926980459/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2547/3926980459_3a88394fde_m.jpg" alt="arcade" width="240" height="180" /></a></p>
<p>O jogo é sensacional. Tem uma ótima jogabilidade, combos fáceis, combos difíceis, e os personagens são quase equilibrados entre si. Mas o principal atrativo é a possibilidade de se jogar online!  Quando entrei no jogo para terminar no modo Arcade, e vi surgir um &#8220;Here comes a new challenger!&#8221;, me senti dentro uma casa de fliperama.</p>
<p>Isto me motivou a terminar meu projeto: o de um controle arcade individual. Há tempos eu havia planejado sua construção, mas a única coisa que eu tinha eram os botões, o controle e só.</p>
<p>Já era hora de voltar ao projeto. Primeiro criei um modelo no excelente Google Sketchup. Foi bem divertido criar o modelo. Ele se encontra logo abaixo, disponível para download.</p>
<p style="text-align:center">
<iframe src='http://sketchup.google.com/3dwarehouse/mini?mid=6cd892625f996148b038cc8fd30d2eb3&#038;width=400&#038;height=300' frameborder='0' scrolling='no' marginheight='0' marginwidth='0' width='400' height='300'></iframe></p>
<p>Depois entreguei o projeto para meu amigo Batata, que, com suas ferramentas mágicas, tranformou placas MDF na caixa do controle. Um trabalho fantástico, praticamente profissional. Valeu Batata!</p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3876952994/" title="IMG_1836 by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2572/3876952994_578e926360_m.jpg" width="240" height="180" alt="IMG_1836" /></a> <a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3876166469/" title="IMG_1839 by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2630/3876166469_cfb2814574_m.jpg" width="240" height="180" alt="IMG_1839" /></a></p>
<p>Instalei os botões e o joystick. Depois peguei a minha <a href="http://www.ultimarc.com/ipac1.php">placa I-PAC</a> e o instalei no interior da caixa, após ligar todos os cabos com suas respectivas microchaves com conectores F. </p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3924612676/" title="controle arcade by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2526/3924612676_b3f280fde4_m.jpg" width="240" height="180" alt="controle arcade" /></a> <a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3923826721/" title="controle arcade by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2563/3923826721_98924e5b38_m.jpg" width="240" height="180" alt="controle arcade" /></a></p>
<p>E, depois de pronto, <em>Round 1! Fight!</em></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3926980751/" title="arcade by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3439/3926980751_0b5b3b65f4.jpg" width="375" height="500" alt="arcade" /></a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6GJ_CgF0GysUGFtL8Y2X4830uLc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6GJ_CgF0GysUGFtL8Y2X4830uLc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6GJ_CgF0GysUGFtL8Y2X4830uLc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6GJ_CgF0GysUGFtL8Y2X4830uLc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/seiti/~4/q0-eqtYtou4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>ArcGIS Javascript, Dojo e o método require</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/LuAiZ48FuT0/arcgis-javascript-dojo-e-o-metodo-require</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/arcgis-javascript-dojo-e-o-metodo-require#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 23:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[arcgis]]></category>
		<category><![CDATA[gis]]></category>
		<category><![CDATA[javascript]]></category>

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		<description><![CDATA[Ando investigando a API Javascript ArcGIS. Esta API é escrita em cima do framework Dojo, que provê um monte de funções úteis, além de um biblioteca bacana de widgets.
Tentando criar um código JS mais organizado, encontrei o método dojo.require, que, em conjunto dos métodos dojo.declare e dojo.provide, devolvem um pouco de sanidade ao programandor.  Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ando investigando a API <a href="http://resources.esri.com/arcgisserver/index.cfm?fa=JSAPIs">Javascript ArcGIS</a>. Esta API é escrita em cima do framework <a href="http://dojotoolkit.org/">Dojo</a>, que provê um monte de funções úteis, além de um biblioteca bacana de <em>widgets</em>.</p>
<p>Tentando criar um código <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mission:_Impossible">JS mais organizado</a>, encontrei o método <a href="http://docs.dojocampus.org/dojo/require"><em>dojo.require</em></a>, que, em conjunto dos métodos <em>dojo.declare</em> e <em>dojo.provide</em>, devolvem um pouco de sanidade ao programandor.  Ele funciona da seguinte maneira.  Você inventa um namespace/pacote,  e depois associa um caminho à ele:</p>
<pre class="prettyprint">dojo.registerModulePath( "pacote", "http://localhost/scripts/")</pre>
<p>E depois pode incluir ou  importar pacotes assim:</p>
<pre class="prettyprint">dojo.require("pacote.MinhaClasse");</pre>
<p>A mágica é que o arquivo  <strong><em>http://localhost/scripts/MinhaClasse.js</em></strong> é  carregado automaticamente. Legal! Parecido com Java, C# e um monte de outras linguagens. Agora vou criar arquivos correspondentes às classes que criarei, e organizar a macarronada Javascript.</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Mas não. A API Javascript ArcGIS, por alguma razão, procura pelo arquivo <strong><em>http://localhost/scripts/MinhaClasse.xd.js</em></strong> !!! De onde saiu este <strong>xd</strong>? E mesmo criando o arquivo que ele espera, seu conteúdo não é processado da forma correta.</span></p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Elaborando alguns testes eu susbtitui a referência:</span></p>
<blockquote class="prettyprint"><p><span style="text-decoration: line-through;">&lt;script type=&#8221;text/javascript&#8221; src=&#8221;http://serverapi.arcgisonline.com/jsapi/arcgis/?v=1.4&#8243;&gt;&lt;/script&gt;</span></p></blockquote>
<p><span style="text-decoration: line-through;">pela:</span></p>
<blockquote class="prettyprint"><p><span style="text-decoration: line-through;">&lt;script type=&#8221;text/javascript&#8221; src=&#8221;http://dojotoolkit.org/sites/all/modules/dojo/dtk_build/dojo/dojo.js&#8221;&gt;&lt;/script&gt;</span></p></blockquote>
<p><span style="text-decoration: line-through;">E funcionou ok. Parece que a versão do dojo entregue pela ESRI no ArcGIS não permite o uso do <em>dojo.require</em>. Para que isto seja possível, é necessário compilar o dojo de forma a permiti-lo carregar arquivos de domínios distintos, ou <a href="http://www.dojotoolkit.org/node/17"><em>cross domain</em></a>. Mas na API da ESRI não dá. Pena.</span></p>
<p>Encontrei como resolver o problema:</p>
<pre class="prettyprint">
        djConfig = {
            parseOnLoad: true,
            baseUrl: "./scripts",
            modulePaths: {
                "minhasClasses": "./minhasClasses",
                "meusDijits": "./BLA"
            },
           isDebug: true
        }
</pre>
<p>Isto me ensina a aprender direito antes de escrever! =)
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		<item>
		<title>Analogia pobre</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/wFRMnKpzlgY/analogia-pobre</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/analogia-pobre#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 20:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[vida®]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[As analogias servem para se apresentar, de maneira fácil, uma idéia complexa. No entanto, ela é mais utilizada para apresentar, de maneira distorcida, uma idéia  a qual quero garantir apoio (ou repúdio).
Um exemplo é o texto &#8220;A delinqüência no mundo virtual&#8220;,  de Vittorio Medioli, sobre a Lei Azeredo (que encontrei pela web, lendo sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As analogias servem para se apresentar, de maneira fácil, uma idéia complexa. No entanto, ela é mais utilizada para apresentar, de maneira distorcida, uma idéia  a qual quero garantir apoio (ou repúdio).</p>
<p>Um exemplo é o texto &#8220;<a href="http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1299&amp;IdColunaEdicao=8573">A delinqüência no mundo virtual</a>&#8220;,  de Vittorio Medioli, sobre a <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=63967">Lei Azeredo</a> (que encontrei pela web, lendo sobre a <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/regulamentacao-de-profissoes-na-area-de-ti">PLS 607/2007</a>):</p>
<blockquote><p>É norteada por um intuito preventivo, como seria a construção de uma passarela antes de acontecerem dezenas de atropelamentos no mesmo local. Sabe-se que aí as vítimas aumentarão em breve, e agir com rapidez permitirá economizar transtornos e lágrimas.</p></blockquote>
<p>Creio que  uma analogia melhor seja:</p>
<blockquote><p>É norteada por um intuito monitorativo, como seria a construção de um posto de checagem, onde se anotaria o horário, o nome, a origem e destino de qualquer pessoa que porventura passe pelo  local. Assim, em caso de necessidade, pode-se consultar esta base de dados.</p></blockquote>
<p>Creio que assim fica mais claro o que a lei implica, ao invés do objetivo, correto ou não, que se quer passar adiante. Quem responde pelo uso destas informações? Elas servem apenas para identificar culpados de &#8220;atropelamento&#8221;? Surgem questões de deixar qualquer paranóico de cabelos em pé&#8230;
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		<item>
		<title>Odbc DataSource 32bits no Windows 7</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/seiti/~3/CUMW4KM68uw/odbc-datasource-32bits-no-windows-7</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 22:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[driver]]></category>
		<category><![CDATA[odbc]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Ando efetuando uns testes com o Postgresql e o Virtual Box, ambos excelentes sistemas. No Virtual Box eu criei uma máquina virtual, nele instalando um Ubuntu Server 64 bits com o Postgresql &#8211; e configurando o postgresql.conf e pg_hba.conf como sempre.
A partir de outra máquina virtual, rodando o Ubuntu Jaunty Desktop, consigo normalmente acessar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ando efetuando uns testes com o Postgresql e o Virtual Box, ambos excelentes sistemas. No Virtual Box eu criei uma máquina virtual, nele instalando um Ubuntu Server 64 bits com o Postgresql &#8211; e configurando o <em>postgresql.conf</em> e <em>pg_hba.conf</em> como sempre.</p>
<p>A partir de outra máquina virtual, rodando o Ubuntu Jaunty Desktop, consigo normalmente acessar o banco de dados no Ubuntu Server, então tudo ok. Ou quase tudo ok.</p>
<p>Para acessar o banco de dados postgresql a partir de meu sistema <strong>hospedeiro</strong> &#8211; ou seria <strong>anfitirião</strong>? <strong>estalajadeiro</strong>?, rodando o indefectível ( até o momento) Windows 7 tive de instalar os controladores ODBC (disponíves no <a href="http://www.postgresql.org/ftp/odbc/versions/msi/">ftp do Postgresql</a>) .</p>
<p>Depois de instalar, navego até o <em>Painel de Controle</em>, depois para  <em>Fontes de dados Odbc</em> e, CADÊ? Sumiu, ninguém viu. Só aparecem listados os controladores das fontes de dados do SQL Server. Muito estranho.</p>
<p>Mas eu já havia feito isto. Uma busca em <a href="http://www.google.com">minha memória</a> e<a href="http://razorsql.com/docs/odbc_setup.html"> me lembrei</a> que era um problema de versão do sistema. O controlador, ou <em>driver</em> , que instalei é de 32 bits. O sistema é de 64 bits. E o Windows não gosta de misturar alhos com bugalhos.</p>
<p>Para acessar finalmente o gerenciador de fontes de dados ODBC 32 bits é necessário executar este safado:</p>
<blockquote><p>C:\Windows\SysWOW64\odbcad32.exe</p></blockquote>
<p>Agora sim!
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