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	<title>Sexo Sentido</title>
	
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		<title>Doce Submissão – Parte III</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 00:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos Eróticos]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div>Despertei lentamente. Estava me sentindo estranha, não conseguia  mover nenhuma parte do meu corpo. Percorri o quarto com os olhos até que vi  Bruno sentado numa cadeira que estava encostada ao fundo da cama. Tentei mexer  os braços, mas foi em vão. Olhei assustada para meu corpo e me vi toda enrolada  em faixas que me cobriam dos pés ao pescoço. Olhei novamente para Bruno que  agora me lançava seu olhar mais penetrante. Pegou uma câmera digital que estava  no pé da cama e começou a me fotografar.</p>
<p>- Isso se chama mumificação! –  falou Bruno entre um flash e outro – Geralmente fazemos isso com papel filme,  mas como você tem alergia decidi fazer com gaze mesmo, preferi não  arriscar!</p></div>
<div>
- Há quanto tempo estou assim?</p>
<p>- Terminei há pouco  tempo. Pensei até que fosse acordar antes que eu pudesse terminar, mas tive  sorte, seu sono é pesado. As paredes poderiam cair que você não acordaria, creio  eu! – Bruno sorria enquanto batia mais algumas fotos.</p>
<p>- Você usou  anestesia?</p>
<p>- Se sente anestesiada? – Bruno perguntou se mostrando super  interessado na resposta – Conte-me como se sente!</p>
<p>- Não sinto parte  alguma do meu corpo. Parece estar dormente ou algo parecido. Minhas pernas estão  juntas, mas não sinto que estão próximas uma da outra. Meus braços estão  fechados, mas não sinto o contado deles com o resto do meu corpo. Parece até que  não estou no meu corpo. É meio estranho. Preciso me soltar! – falei meio  atordoada.</p></div>
<div>- O que está sentindo é normal. Com a mumificação eu retirei um  de seus sentidos, o tato. E tem outra coisinha&#8230; – Bruno olhou maliciosamente  para o meu corpo. Eu não conseguia deixar de demonstrar meu agitamento perante  aquela situação. Era gostoso, mas eu estava ficando agoniada por não sentir meu  corpo, por não conseguir me mover. E ele continuou. – quanto mais você se mexe,  mais as faixas ficam apertadas. E quanto mais as faixas apertam seu corpo, mais  elas prendem sua circulação e o incomodo será maior ainda. Então, sugiro que  fique quietinha!</p>
<p>- Preciso sair daqui! – falei já entrando em  desespero</p>
<p>- Sairá quando eu achar que deve! – Bruno falava mais calmo que  tudo. Levantou-se e colocou a câmera em cima da penteadeira. Foi em direção ao  banheiro e saiu de lá de dentro com uma tesoura na mão.</p>
<p>- O que pretende  agora, Bruno?</p>
<p>- Cortar seu cabelo!</p>
<p>- Não! Isso não! Por favor,  Bruno! Não faz isso!</p>
<p>- “Senhor Bruno” pra você mocinha! – disse ele vindo  em minha direção com aquele sorrisinho mais sacana do mundo &#8211; E tem mais, eu ia  cortar só um pedacinho, agora vou cortar uma mecha inteira! E se continuar  resmungando vou raspar sua cabeça com máquina zero!</p>
<p>- Não Senhor, por  favor! – já falei com algumas lágrimas saindo. Via Bruno se aproximar e, apesar  de não acreditar fielmente que ele realmente fosse cortar alguma mecha do meu  cabelo, pois ele gostava dele tanto quanto eu, eu sentia um medo que crescia a  cada passo de Bruno.</p>
<p>Bruno veio por trás e colocou minha cabeça no colo  dele. Segurou meus cabelos com força e separou uma mecha. Eu já não falava mais  nada, apenas chorava. Se Bruno quisesse realmente cortar uma mecha do meu cabelo  ele cortaria independe do que eu pudesse falar ou não. Ele olhou nos meus olhos,  limpou uma lágrima que saia, veio com a tesoura, então eu fechei meus olhos.  Senti algo pressionando uma parte do meu corpo acima dos seios e, quando abri os  olhos novamente, vi Bruno cortando as faixas que me prendiam.</p></div>
<div>
<div>- Ufa!!! – pensei eu. Ele não estava falando sério. Terminou de  cortar as faixas e me fitou por algum tempo, estava observando as marcas em meu  corpo. Deslizava as mãos suavemente, depois se levantou e dirigiu sua última  ordem antes de descer.</p>
<p>- Faça o que tem que fazer e depois desça! Estarei  te esperando!</p>
<p>- Sim Senhor! – falei aliviada.</p>
<p>Fui rápida me  aprontando. Só era fazer a higiene pessoal e descer. Ainda não podia usar roupa  alguma, mesmo com Júlia andando pra cima e pra baixo por conta dos afazeres da  casa. Desci logo as escadas e não vi Bruno. Fui até a sala de janta e me deparei  com Júlia. Devo ter ficado vermelhinha na hora, mas Júlia se mostrou muito à  vontade com a situação. Não esboçou reação alguma a não ser um olhar de desejo  que fez eu me sentir mais nua ainda, parecia até que ela podia ver minha alma  ali.</p>
<p>- Err&#8230; sabe onde está Bruno? – perguntei desviando o olhar para  outro lado da sala.<br />
<span id="more-425"></span><br />
- Senhor Bruno foi atender a uma ligação lá no  escritório. Parecia urgente, pois ele não estava com uma cara muito boa. –  respondeu sem rodeios.</p>
<p>- Obrigada! – falei me voltando para a saída da  sala.</p>
<p>- Se quiser, posso ver se ele já terminou!</p>
<p>- Não, pode  deixar. Não quero atrapalhá-la, eu mesma vou lá chamá-lo. Obrigada! – falei e  dei um jeito de não prolongar mais o assunto saindo da sala  rapidamente.</p>
<p>Quando cheguei vi que a porta estava entreaberta. Entrei e  vi Bruno sentado na cadeira, estava de costa pra porta, não percebeu que eu  estava ali. Entre uma palavra ou outra pude ver que se tratava de Solange no  outro lado da linha. Permaneci no escritório e pude ouvir um pouco da conversa.  Bruno estava tentando convencer Solange de que não poderia estar lá naquele  momento, mas que daria um jeito de ir embora no outro dia.</p>
<p>- E mais uma  vez ela pra acabar com a nossa festa! – pensava eu enquanto ouvia Bruno se  despedir de Solange.</p></div>
</div>
<div>
<div>- Até mais Solange! Farei o possível! Sabe como são esses  assuntos da empresa, terei mais algumas reuniões hoje e talvez amanhã também! Se  cuida! No seu estado qualquer coisa pode ser prejudicial!</p>
<p>- No “seu  estado”??? Como assim??? – pensava eu quando vi Bruno se voltando para a porta  onde eu estava.</p>
<p>- O que quis dizer com “seu estado”? – perguntei a  Bruno.</p>
<p>- Há quanto tempo está aqui?</p>
<p>- O suficiente!</p>
<p>-  Certo&#8230; Lê, a Solange está grávida.</p>
<p>- O quê?</p>
<p>- É isso mesmo que  você ouviu!</p>
<p>- E quando pretendia me contar isso?</p>
<p>- Olha, Lê,  naquele dia que dormi na sua casa sai de lá disposto a terminar com a Solange,  mas aí ela veio com essa notícia, eu não poderia abandoná-la nesse momento. E  não te contei porque não queria que você se afastasse de mim por causa  disso.</p>
<p>- Como você pôde fazer isso comigo? Como quer que eu seja só sua  se sabe que não ficaremos juntos pra sempre? O que vamos fazer agora? Eu espero  seu bebê nascer pra você ver que seu tempo encurtou e que agora tem que ter mais  tempo pra sua nova família? – Bruno se levantou e veio em minha  direção.</p>
<p>- Teremos que aprender a lidar com isso!</p>
<p>- Eu tenho que  aprender a aceitar você com ela e você não pode aceitar nem que eu fique com  alguém??? Espera aí Bruno, eu também vou formar uma família um dia, e se não for  com você será com outra pessoa. Eu não posso ser só sua, eu também tenho minha  vida e quero poder ter uma família um dia, e&#8230; – Bruno me calou com um beijo  caloroso. Pude perceber o quanto ele estava sofrendo com aquilo tudo assim como  eu.</p>
<p>- Eu não tive escolha, meu anjo. Esse resultado positivo do teste de  gravidez também me pegou de surpresa. Eu juro que ia terminar com ela. Meu amor  é você, era com você que eu gostaria de passar a minha vida toda e constituir  uma família, mas aconteceu. Espero que agora entenda porque não posso deixar  Solange.</p></div>
</div>
<div></div>
<div>- Não sei se conseguirei ficar com você depois disso. Vai ser  difícil. E depois que o bebê nascer você também não terá tanto tempo assim pra  me ver e as coisas ficarão mais complicadas do que já são.</p>
<p>- Eu entendo  isso. Mas quero cuidar de você enquanto posso.<br />
Me virei e baixei a cabeça,  não queria que ele percebesse o quanto aquilo estava me deixando aflita por  dentro. A sensação de perda e vazio mexia muito comigo. Sabia que um dia não  poderíamos mais nos ver e que tudo aquilo que passamos juntos um dia seria  motivo de saudades. Senti Bruno me abraçando e pude perceber que ele também  compartilhava os mesmos sentimentos comigo.</p></div>
<div></div>
<div>
<div>
<div>Fomos interrompidos por Júlia, que com duas batidinhas na porta  veio nos avisar que o almoço já estava servido. Deixamos aquela “nostalgia” de  lado e fomos aproveitar o tempo que nos restava juntos. Bruno, como sempre, não  parava de me provocar na frente de Júlia que não se mostrava nem um pouco  constrangida com a situação. Quando terminamos saímos para a sala de estar  enquanto Júlia ficou lá arrumando algumas coisas.</p>
<p>Bruno me encarava com o  olhar mais sacana do mundo. Percebi quais eram as intenções dele só de olhar  aquele sorrisinho lindo que me fascinava e que conseguia me manipular da forma  que quisesse. E foi exatamente o que Bruno fez. Começou me perguntando o que  mais me agradava em Júlia, ao que eu respondi quase furiosa:</p>
<p>- Não comece  Bruno! Vamos mudar de assunto por favor?!?! Obrigada!</p>
<p>Júlia era até uma  mulher atraente, mas eu nunca havia ficado com uma antes e não estava curtindo  muito a idéia.</p>
<p>- Eu estarei aqui! Qualquer coisa me grita que eu vou te  socorrer! Mas eu tenho certeza de que você não vai precisar da minha ajuda!  Vamos, me dê esse presente?! Deixa eu te ver com ela?!</p>
<p>- Definitivamente  não!</p>
<p>- É, então acho que vou ter que apelar com você! Onde já se viu  cadelinha tão desaforada quanto você?!?! Me dizer não tantas vezes assim&#8230; acha  que vai conseguir sair dessa só porque simplesmente não quer? – dizia Bruno  tentando manter a seriedade no rosto mas não conseguindo disfarçar o quanto  estava rindo por dentro.</p>
<p>- Estou pedindo, amor! Eu não quero! Não sinto  desejo algum por ela! – falava baixinho tentando fazer com que Júlia não ouvisse  nossa conversa – não sei se conseguirei sentir algum prazer deixando uma mulher  me tocar!</p></div>
</div>
<div>
<div></div>
<div>Quando terminei de falar isso Bruno só levantou a cabeça e  passou a olhar na minha direção só que mais acima. Fiquei gelada na hora e o  silêncio que se formou fez com que eu pudesse escutar a respiração ofegante,  talvez por ter ouvido alguma parte da conversa. Permaneci na posição em que  estava. Minha vergonha era tanta que nem levantar a cabeça eu conseguia. Mas uma  coisa eu consegui ver muito bem. Só ele mesmo! Bruno abria seu sorriso mais sem  vergonha e, pelo que pude perceber, vi que ele já havia combinado tudo com  Júlia.</div>
<div>
- O que acha disso, Júlia? – Bruno se referia à minha última frase  dita naquele momento.</p>
<p>- Se me permite, Senhor Bruno, posso mostrar o que  é desejo pra ela agora mesmo!</p>
<p>Vi Bruno se acomodando melhor no sofá e  Júlia vindo em minha direção. &#8211; Pronto! &#8211; Pensei comigo. Juntando a falta de  desejo com a vergonha que estava sentindo naquele momento eu conseguiria  realizar uma proeza! Seria a primeira mulher a “brochar” sem ter tido nem a  primeira experiência. Eu acreditava segamente que não sentiria prazer algum com  Júlia. Mas algumas coisas podem nos surpreender.</p></div>
</div>
<div>
<div>Bruno observava cada passo de Júlia vindo em minha direção. –  que safado! – pensava eu. Júlia parou na minha frente, veio com as mãos por cima  do meu ombro e pressionou me fazendo encostar no sofá. Eu, sinceramente, não  estava acreditando no que estava vendo. Uma pessoa com a qual eu não tinha a  menor afinidade estava ali na minha frente pronta pra ter um envolvimento sexual  comigo. – Bruno me paga! – pensava em voz baixa. Júlia parecia saber exatamente  o que estava fazendo. Não se atrapalhava hora nenhuma. Deslizando com uma das  mãos sobre meu seio ela foi se abaixando lentamente. Me provocava com olhares  por todo o meu corpo, estava com o desejo aflorado. Deslizou com a outra mão  pela minha cintura, descendo por entre minhas pernas aonde fez algumas voltar  com o dedo sobre a minha virilha e foi descendo para as pernas. A outra mão fez  o mesmo percurso partindo do meu seio. Quando estava com as duas mãos na parte  inferior das minha s coxas, Júlia abriu minhas pernas de uma só vez. Olhando pra  Bruno pude perceber o quanto ele estava excitado observando aquilo tudo. Vendo  que eu estava olhando pra ele, Bruno soltou sua última frase:</p>
<p>- Júlia,  hoje passo todo o poder que exerço em Letícia para suas mãos. Faça o que tiver  vontade, até a hora que eu reclamar meus direitos de dono. Ou seja, aproveite  enquanto há tempo!</p>
<p>Olhei assustada para Bruno. Seria Júlia uma domme?  Isso eu iria descobrir em pouco tempo.</p></div>
</div>
<div>
<div>Júlia deixou minha bucetinha completamente exposta quando abriu  minhas pernas. Percebi a cabeça dela se aproximando de minha xaninha e uma de  suas mãos me apertando. Passeava com os dedos pela minha virilha, depois pelos  grandes lábios, até conseguir achar meu clitóris. Começou a fazer movimentos em  cima dele e, antes que eu pudesse perceber, ela já tinha me deixado molhadinha  de tesão. Incrível o que a mão de uma mulher pode fazer com uma bucetinha! Me vi  delirando e começando a rebolar na mão de Júlia. Quando ela percebeu que eu não  estava me agüentando mais ela parou com os movimentos e enfiou a língua durinha  dentro da minha xaninha. Eu comecei a soltar gemidos de forma desnorteada. Que  coisa maravilhosa!!! Estava uma delícia. Olhei pra Bruno com olhar de gratidão  por ter me proporcionado aquele momento e pude ver o quanto aquilo estava  deixando-o excitado também. Bruno já estava com a calça aberta e o pau na mão.  Enquanto observava meus delírios ele se masturbava de longe, como um perfeito  voyeur. Não me agüentei de tanto tesão até que, vendo Bruno se masturbando e  Júlia penetrando sua língua todinha dentro da minha xaninha, eu gozei  incessantemente. Sentia explosões de prazer e me rebolava loucamente na boca de  Júlia que me chupava deliciosamente. Meu corpo amoleceu e eu me encostei no  sofá, exausta.</p>
<p>Bruno, que também havia gozado, se aproximou de nós duas  e, me olhando maravilhado veio sussurrar no meu ouvido:</p>
<p>- Gostou, meu  anjo?</p>
<p>- Amei! Obrigada meu Senhor!</p>
<p>- Chegou a hora de você  retribuir, não acha?</p></div>
</div>
<div></div>
<div>
<div>
<div>Olhei para Júlia, que esperava o fim dessa conversa  ansiosamente. Pareciam ter combinado aquilo também. No começo eu fiquei confusa,  mas relaxei quando Bruno prometeu me ajudar guiando minhas mãos pelo corpo de  Júlia que já nos esperava deitada no outro sofá e com a bucetinha molhadinha de  tesão. Nos levantamos juntos e fomos satisfazer os desejos daquela linda mulher.  Bruno levantou as pernas de Júlia e fez com que eu me sentasse de frente pra ela  colocando as pernas dela abertas caídas uma pro meu lado direito e a outra pro  meu lado esquerdo, fazendo com que a visão do corpo de Júlia ficasse perfeita  dali de onde eu estava. Ele se sentou atrás de mim e veio como se fosse me  abraçar por trás. Segurou minhas mãos e as conduziu até a virilha de Júlia que  estremeceu o corpo todinho só de sentir o toque das minhas mãos. Bruno  continuava me conduzindo até que, por fim resolveu soltar minhas mãos e disse  bem baixinho no meu ouvido:</p>
<p>- Passe as mãos pelo corpo de Júlia como se  estivesse tocando seu próprio corpo. Você sabe melhor do que eu sobre como uma  mulher gosta de ser tocada afinal, você também é uma!</p></div>
</div>
<div>
<div><span style="font-size:medium;"><span><strong><br />
</strong></span></span></div>
<div>Ouvindo aquelas palavras que saiam da boca de Bruno comecei a  conduzir a situação. Tocava ela nas partes em que mais eu sentiria tesão se  fosse tocada. Me agachei sobre Júlia e, abaixada dei algumas mordidinhas nos  seios dela. Percebi que ela começava a rebolar em baixo do meu corpo. Achava que  isso era impossível, mas ali pude ver que o tesão de Júlia sempre se aflorava  mais quando eu encostava minha xaninha em uma de suas coxas. Nesse momento Bruno  se afastou novamente e ficou de longe nos observando. Deslizei com minhas mãos  pelo corpo de Júlia passando pela barriguinha tanquinho que portava um piercing  até encontrar sua xotinha molhadinha. Levantei e me deitei de frente para Júlia,  de forma que nossas xaninhas ficassem uma de frente pra outra. Júlia desceu seu  corpo pelo sofá até encostar a xaninha dela na minha. Confesso que no começo não  gostei muito daquela posição, estava achando aquilo tudo muito estranho, mas  depois me acostumei com a situação. Vi Júlia começando a rebolar fazendo a  xaninha dela roçar contra a minha. Estava realmente uma delícia. Nossos  movimentos foram ficando mais intensos, quase não sentia mais minhas pernas de  tanto que eu estava forçando enquanto remexia na xotinha de Júlia. Senti uma  quentura invadindo nossos corpos, aquele tesão maluco e nossos gemidos já  tomavam conta dos 4 cantos da casa. Bruno não se continha de tanto tesão, estava  novamente com o pau pra fora. Vi Júlia se estremecer todinha e soltar um forte  gemido, o gozo foi tão extremo que senti a buceta dela me milhar toda. Ela se  encolheu no canto do sofá e Bruno veio pra cima de mim. Abriu minhas pernas e  começou a meter bem rápido, parecia que íamos derrubar o sofá. Enfiava cada vez  mais fundo, não agüentei por muito tempo, gozei naquela vara deliciosa. Bruno  continuou metendo até que, num grito meio abafado, me encheu todinha de porra.</div>
</div>
<div>
<div>Ficamos os três ali, parados por algum tempo, sem trocar nenhuma  palavra um com o outro até que Júlia se levantou, vestiu suas roupas e, como se  nada tivesse acontecido falou para Bruno:</p>
<p>- Senhor Bruno, se não se  importa, vou continuar com meus afazeres!</p>
<p>Bruno, com aquele sorrisinho  sarcástico respondeu:</p>
<p>- Pode se retirar!</p>
<p>- Obrigada,  Senhor!</p>
<p>Olhei para Bruno, estarrecida. Aquele, com certeza, havia sido o  meu envolvimento mais passageiro com alguém. Ela nem se despediu!!! No fim  acabei rindo com Bruno.</p>
<p>- É assim que tem ser, meu anjo! – Bruno me falou  carinhosamente.</p>
<p>- Era assim que o nosso deveria ter sido&#8230;</p>
<p>- Você  pensa assim? – Bruno falou enquanto virava para me olhar melhor.</p>
<p>- Penso  que deveria ter sido assim, mas não paramos&#8230; e agora estamos pagando o  preço.</p>
<p>- Não quero que você pense assim sobre nosso  relacionamento!</p>
<p>- Que relacionamento? Não vê que desse jeito é ruim pra  mim? Não vê que fico magoada quando te ligo e você não pode atender porque está  perto dela? Quem deveria estar esperando um filho seu era eu e não ela! Se você  me amasse de verdade não teria deixado isso acontecer!</p>
<p>- Oras, Lê. Eu não  planejei isso, está me entendendo! – Bruno falou segurando o meu queixo fazendo  com que nossos olhos se encontrassem – Não me culpe por isso! Sabe muito bem que  meu desejo é você! Quando começamos com isso você também tinha um namorado  que&#8230;</p>
<p>- Que eu deixei porque te amava e descobri que não poderia viver  sem você!</p>
<p>- E eu ia fazer o mesmo, mas aconteceu! O que espera que eu  faça? Devo pedir que Solange tire essa criança? Você acha isso certo?</p>
<p>-  Jamais! Nunca pediria pra você fazer isso!</p>
<p>- E eu nunca faria isso! Mesmo  te amando tanto, isso não envolve só nós três agora.</p>
<p>- Acho melhor eu ir  embora. – falei isso me levantando – Isso não vai dar certo mesmo! O bebê ainda  nem nasceu e já estamos brigando. Eu acho que&#8230;</p>
<p>Bruno me segurou pelos  braços e começou a alterar o tom de voz.</p></div>
</div>
<div></div>
<div>- Como pode ser tão egoísta assim? Sabe que eu faço de tudo por  você!</p>
<p>- Não Bruno! Eu é que sempre faço tudo por você! Por você eu deixei  até de ter vida social, pois quase não saio esperando suas ligações. Esperando  que pudesse te ver num desses dias! Com medo de sair e você ligar e não ter  ninguém pra atender!</p>
<p>Bruno me olhava meio que perplexo. Acho que não  esperava por essa reação que tive. Me encarando de frente colocou as mãos sobre  meus ombros e calmamente falou:</p>
<p>- Lê, presta atenção! Primeiro, quero te  dizer que você fica mais linda ainda quando está nervosa. Segundo, nós vamos  embora hoje. – arregalei os olhos quando ele falou a última frase. Logo tinha  percebido que eu havia estragado aquela semana maravilhosa que ele estava me  proporcionando. Com certeza iríamos para casa e aos poucos deixaríamos de nos  falar.</p></div>
</div>
<div></div>
</div>
<div>Eu definitivamente não gostaria nem um pouco que aquilo  acontecesse. Até tentei intervir, mas parece que Bruno estava decidido.</p>
<p>-  Lê, por favor. Vá se arrumar, estaremos indo embora daqui à uma hora e  meia.</p>
<p>- Se esse é seu desejo, meu amor, então que assim seja!</p>
<p>Nós  arrumamos as coisas, e em minutos estávamos guardando tudo no carro. Bruno deu  as últimas instruções para Júlia e nos despedimos dela e daquela semana que  havia sido maravilhosa. O caminho de volta parecia uma eternidade. Nos dois mal  nos falamos. Pelo jeito não era só eu que estava magoada, Bruno também se  mostrava muito contrariado e meio inconformado com o que estava acontecendo. Ir  embora naquele momento foi a única coisa sensata que veio à cabeça dele. E se eu  estivesse certa? E se aquilo não tivesse futuro? Ele sabia que quando casasse  seria cada vez mais difícil me ver e ele me amava o suficiente para não querer  que eu sofresse mais ainda. A solução seria se afastar aos poucos, e era isso  que ele faria dali pra frente.</p>
<p>Bruno estacionou na frente da casa da  minha casa, me levou até a porta, parecia mesmo um último adeus.</p>
<p>- Eu te  ligo.</p>
<p>- Porque será que eu acho que não devo esperar por essa ligação? –  eu disse visivelmente aflita.</p>
<p>Bruno apenas me beijou delicadamente. Eu  percebi a dor no rosto de Bruno e decidi que não interferiria no rumo que as  nossas vidas deveriam seguir naquele momento.</p>
<p>- Sempre vou te amar! – eu  disse por fim.</p>
<p>Enquanto eu abria a porta, Bruno entrou no carro e seguiu  sua rota. Eu observei o último vulto do carro de Bruno sumir na curva assim como  toda a esperança que eu tinha naquele relacionamento. Fechei a porta e sentei-me  no sofá. Um peso tomou conta de todo o meu corpo, aquele sentimento de perda e  de um novo vazio dentro do peito. Seria só eu dali pra frente. Se Bruno não  voltasse a me procurar , com certeza eu também não iria atrás dele.</p></div>
<div></div>
<div>
<div>
<div>Apoiei meu corpo contra o sofá, abracei uma almofada e tudo que  eu desejava naquele momento era dormir. Dormir por um dia inteiro; por uma  semana; ou pelo mês inteiro, na esperança que aquele sono tirasse Bruno de meus  pensamentos. Mal pude sonhar com isso pois logo a campainha tocou. Levantei-me  rapidamente, meio assustada, seria Bruno? Parecia impossível, Bruno não  costumava voltar atrás nas suas decisões. Bem, o gostinho de pagar pra ver seria  muito mais saboroso, então eu corri para a porta, abrindo-a com um sorriso que  tomava conta do meu rosto de canto a canto. Sorriso esse que foi quebrado pela  perplexidade de me deparar com quem menos eu esperava naquela tarde. Era Carlos  na porta. Cheguei a ficar pálida na mesma hora. Como Carlos soube que eu já  estava em casa?</p>
<p>- Que estranho! – pensei – Mal entrei e ele já estava na  porta. Será que ele viu Bruno sair daqui?</p>
<p>Meus turbilhões de pensamentos  foram quebrados com um “olá” suave e amoroso de Carlos.</p>
<p>- Letícia! Não  sabe como esperei por você!</p>
<p>- Bom, acho que percebi, pois te falei que  voltaria só na próxima semana e mesmo assim você apareceu. Como soube que eu  estaria aqui? – Perguntei meio desconfiada.</p>
<p>- Na verdade, eu estava  passando aqui por perto. Vi que a luz estava acesa e achei que havia conseguido  se livrar da semana de reuniões do trabalho e voltado pra casa. – Nem Carlos  acreditava nessa desculpa, mas foi a que saiu e eu estava muito cansada pra  ficar questionando. Vai ver ele estava realmente ansioso pela minha volta. Vai  ver passava por ali todos os dias na esperança de que eu tivesse voltado antes  do tempo previsto. Enfim, no momento eu só queria fazer esforço pra que ele não  ficasse muito. Depois daquele dia cheio de emoções eu não estava preparada para  mais nada.</p></div>
</div>
<div>
<div>- Então, tudo bem. Sem problemas, eu acho! – eu falava soltando  um sorriso meio forçado. – Que bom que passou pra me ver. Confesso que não  estava esperando visita por agora. É que acabei de chegar e estou muito cansada  da viagem. Não quero que leve a mal, pode vir quando quiser, mas é que hoje eu  não seria uma boa companhia, se é que você me entende.</p>
<p>- Claro que  entendo! Não se preocupe, minha querida. Eu só vim ver como estava, estou de  passagem, na verdade também tenho alguns assuntos pra resolver hoje e não posso  demorar muito. – Carlos falava se aproximando de mim – Só queria te pedir uma  única coisa&#8230; será que posso?</p>
<p>- Bom, se estiver ao meu alcance, pode  sim!!! – Falei já abrindo um sorriso brando.</p>
<p>- Posso te abraçar?</p>
<p>-  Claro! Porque não falou logo? (risos)</p>
<p>Carlos chegou mais perto e me  envolveu com seus braços fortes. Vi que ele desejava muito por aquilo. Retribui  o abraço, me sentindo mais calma em meio aquele aconchego. Carlos foi virando o  rosto e me fitou por algum tempo, logo estava me beijando calorosamente. As mãos  de Carlos começaram a percorrer meu corpo, tocava minhas pernas, acariciava  minhas costas descendo delicadamente para as nádegas. Apertava deliciosamente,  eu começou a delirar de excitação, mas estava muito cansada e decidi interromper  aquele momento.</p>
<p>- Carlos, desculpa! Eu estou realmente muito cansada,  preciso me recompor. Prometo que amanhã estarei melhor e, se você quiser, a  gente se encontra em algum lugar.</p>
<p>- Sim, Lê. Eu te espero. Te esperei por  tanto tempo, porque não esperaria agora? Descanse minha pequena. Amanhã eu te  ligo e nós combinaremos algo.</p>
<p>Carlos se despediu com um beijo e saiu pra  resolver seus compromissos. Eu, que estava com os pensamentos à mil por causa de  Bruno agora também não conseguia parar de pensar na força da atração que sentia  por Carlos. Não era a mesma coisa que sentia por Bruno, mas era um desejo muito  forte de estar nos braços de Carlos. Deitei novamente no sofá e adormeci ali  mesmo, do jeito que estava.</p></div>
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<div></div>
<div>Acordei me sentindo um pouco melhor, porém com a mesma sensação  de vazio. Já se passava das onze horas da manhã, lembrei que teria que retomar  minha vida. Liguei para meu chefe avisando que mais tarde passaria por lá para  colocar algumas coisas em ordem, mas que não poderia ficar por muito tempo. Eu  era uma ótima profissional no, sempre muito responsável. Porém, senti que não  poderia continuar naquele emprego, aquilo tudo me ligava muito à Bruno e o que  eu menos queria era continuar com essa conexão tão forte entre nós dois.  Pensando nisso resolvi pedir demissão. Falaria com meu chefe e esperaria que ele  encontrasse alguém que eu pudesse treinar e passar toda a situação da empresa  para que depois disso pudesse ir embora de vez. Queria sair, mas sem prejudicar  meu chefe que sempre foi muito legal comigo. Decidi que primeiro deixaria a casa  arrumada e depois partiria em busca de outros sonhos. Talvez mudasse até de  cidade. Mas não faria isso sem que antes pudesse dar uma chance a Carlos, que se  dizia apaixonado por mim e por quem eu sentia toda uma atração estranha e  deliciosa.</p>
<div>
<div>Estava me arrumando pra sair quando o telefone tocou. Do outro  lado da linha escuto a voz de Carlos.</p>
<p>- Oi, meu anjo! Acredita que já  estou morrendo de saudades? Saudades desse seu olhar penetrante, desse seu corpo  maravilhoso e dessa sua boquinha super sexy!!!</p>
<p>- Oi Carlos, como vai? Me  deixa sem graça assim! (risos)</p>
<p>- Ah, não precisa ficar sem graça! Você é  toda linda assim mesmo! Tudo mérito seu! Sem graça fico eu de poder estar perto  de uma mulher tão maravilhosa e inteligente como você!</p>
<p>- Nossa! – falei  meio tímida – Não sou tudo isso não! Não acha que ta exagerando não,  hein?</p>
<p>- Jamais!</p>
<p>- Tá certo&#8230;</p>
<p>- Pronta para uma pequena  aventura, minha menininha linda!?</p>
<p>- Uma aventura? O que você ta  planejando? Posso saber??? – perguntei meio intrigada.</p>
<p>- Saberá quando  chegar a hora! E então, me concede esse privilégio de tê-la comigo pelo resto da  tarde?</p>
<p>- Tudo bem, desejo concedido! (risos) Mas antes tenho que passar  no meu trabalho pra colocar algumas coisas em ordem. Depois poderemos  sair.</p>
<p>- Ótimo! Passarei na sua casa por volta das 5 horas, pode  ser?</p>
<p>- Pode sim!</p>
<p>- Então está tudo combinado! Só mais uma  coisinha, Lê&#8230;</p>
<p>- O que foi dessa vez, Carlos??? – perguntei já olhando  no relógio com medo de me atrasar pra ir pro trabalho.</p>
<p>- Quero que me  espere com uma roupa bem confortável, de Cooper se possível! Use tênis, será uma  aventura demorada, quero que esteja à vontade!</p>
<p>- Está certo Carlos! Pode  deixar que me arrumarei à caráter. Apesar de não saber qual será a aventura da  vez!</p>
<p>- Tudo bem, meu anjo. Deixarei que se arrume agora, senão poderá se  atrasar mais tarde!</p>
<p>- Um beijo Carlos, até mais tarde!</p>
<p>- Um beijo  nessa sua boquinha deliciosa e até mais tarde!</p></div>
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<div><span style="font-size:medium;"><span><strong><br />
</strong></span></span></div>
<div>Desliguei o telefone e fui logo terminar de me arrumar. Meu  trabalho era perto de casa e logo eu estaria de volta me aprontando pra tal  aventura que Carlos me propôs. Fiquei pensando que seria bom passar mais tempo  com Carlos, talvez isso me ajudaria a não pensar tanto em Bruno. Esquecer seria  impossível, achava que nem com o tempo eu conseguiria essa proeza. Bruno foi uma  pessoa muito marcante na minha vida. Viveria anos e não conseguiria achar alguém  por quem meu coração batesse tão forte quanto bate por ele. É, “ainda” bate, e  muito forte por sinal. Pude constatar isso quando cheguei no meu serviço e dei  de cara com ele conversando com meu chefe. Isso reafirmava a minha idéia de que  não conseguiria esquecer ele trabalhando ali. Ele e meu chefe eram muito amigos,  por mais que eu tentasse me esquivar dele acabaria encontrando vez ou outra ali  dentro. Foi onde eu o conheci, era aonde nos encontrávamos sempre, eu realmente  não estava disposta a ficar vendo Bruno tantas vezes sem poder tocá-lo, sem  poder senti-lo, sabendo que ele nunca seria meu.</p>
<p>- Olá Letícia, tudo bem  com você? Pronta pra voltar ao batente, querida? – perguntou meu chefe.</p>
<p>-  Olá, Senhor Rodrigo! Estou bem sim, e o Senhor? Como vão as coisas por  aqui?</p>
<p>- Sabe como ficam quando você não está por perto, não é mesmo?! –  falou sorridente, mostrando contentamento por eu estar de volta – A Klarinha até  que tentou organizar algumas coisas, mas sabe, só você pra conseguir por ordem  na casa! Estou feliz que já esteja de volta!</p>
<p>- Eu imagino, Senhor  Rodrigo! Eu imagino! – falei com olhar compreensivo.</p>
<p>- Olá Bruno, tudo  bem com você também? – falei me dirigindo à Bruno, percebendo que ele esperava  ansioso pela minha atenção.</p>
<p>- Olá Lê&#8230; quer dizer, Letícia! Estou bem  sim, e vejo que você também está muito bem!</p>
<p>- Não tão bem quanto o  Senhor! Mas acho que estou bem sim!</p></div>
</div>
<div>
<div>Rodrigo nos olhou meio sem entender do que estávamos falando,  afinal, havíamos passado quase a semana toda juntos. Pelo visto, Bruno não havia  contado as novidades pra ele, ainda. Rodrigo nunca foi de se intrometer em  nossos assuntos pessoais e, apesar de saber que tínhamos um “caso” (como ele  pensava), sempre manteve o apreço que tinha tanto por mim quanto por Bruno assim  como a discrição. Com certeza não entenderia o fim deste “caso”, mas jamais se  intrometeria no meio. O que me levaria a pedir demissão daquele emprego seria o  fato de não agüentar ficar esbarrando com Bruno a todo o momento. Pedi licença e  me retirei, deixei os dois conversando e fui resolver o que tinha pra resolver  para poder ir embora logo. Estava na minha sala passando os últimos comandos  para Klarinha quando percebo Bruno encostado na porta. Parei na mesma hora. Como  ele era lindo! Como me encantava de tal forma que parecia mais feitiçaria.  Chegava a perder o chão só de sentir sua presença. Me perguntava como eu poderia  deixar de amar alguém que me fazia tão bem?! Não era justo! Mas era o que eu  teria que fazer.</p>
<p>Klarinha percebeu que Bruno queria ficar a sós comigo,  recolheu alguns documentos da minha mesa e se retirou. Bruno entrou, fechando a  porta atrás dele. Fiquei esperando, observando os movimentos dele. Como aquele  homem conseguia me dominar sem sequer pronunciar uma única palavra. Tentei  relaxar, mas era quase impossível.</p>
<p>- Creio que não esperava me ver tão  cedo depois de ontem, não é mesmo Lê?!</p>
<p>- Sabe, tirou as palavras da minha  boca!</p>
<p>- Eu espero que tenha entendido porque fiz aquilo ontem. Porque te  trouxe de volta.</p>
<p>- Na verdade eu gostaria muito de não ter entendido e de  achar que você não fez o que deveria fazer. Mas eu estaria errada se pensasse  assim. Você agiu corretamente. Só não entendo porque ainda veio  conversar.</p>
<p>- Eu também não entendi. Mas senti necessidade de te  ver.</p>
<p>- Acho que já conversamos sobre isso. Não podemos continuar  assim.</p>
<p>- Sei disso! Não vim continuar nada! Só vim te ver!</p></div>
</div>
<div>
<div>Meu chão desabou quando Bruno falou isso. Mas que diabos eu  significava pra ele então? Será que ele não sabia que isso me machucava por  dentro, quebrava mais ainda meu coração. Se não veio continuar nada, então  porque veio? Pra ver se eu estava sofrendo o suficiente? Pra ver o quanto havia  me deixado triste. Ele não deveria ter vindo me ver!</p>
<p>- Está  satisfeito?</p>
<p>- Como?</p>
<p>- Isso mesmo que ouviu. Está satisfeito? Já me  viu, não é?! O que ainda está esperando pra ir embora?</p>
<p>- Não quero ir  embora!</p>
<p>- Meu Deus, Bruno! – falei com lágrimas nos olhos – Porque está  fazendo isso comigo? O que quer mais de mim? Sabe que sempre serei inteiramente  sua, mas sabe também que não podemos continuar com isso! Por mais que eu queira,  não vou conseguir aceitar isso por muito tempo!</p>
<p>- Eu também te amo,  Letícia! E não posso ignorar isso! Você também faz parte da minha vida. Vamos  nos ver enquanto podemos ainda? Não se afaste dessa forma. Nós não podemos  prever como será daqui pra frente. Só deixe acontecer. Não vamos sofrer antes do  tempo.</p>
<p>Levantei e fui abraçar Bruno. Não resisti ao vê-lo parado ali na  minha frente me falando aquilo tudo. Só queria sentir ele por mais uma vez.  Queria sentir seu cheiro, seu abraço, seu hálito. Eu ainda o desejava muito.</p></div>
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<div>Bruno me abraçou e apertou meu corpo contra o dele. Depois me  largou e seguiu em direção à porta. Pensei que ele iria embora novamente, mas  Bruno trancou a porta e voltou tão rápido que só o senti me pegando no colo e me  levando até a mesa. Afastou alguns documentos e me jogou em cima dela. O desejo  estava falando mais alto e nos beijamos como dois loucos. Parecia que não nos  víamos há séculos. Bruno puxou minha saia pra cima e começou a tocar minha  bucetinha por cima da calcinha. Me falava coisas desconexas sussurrando no meu  ouvido. Já estava toda molhada quando ele tirou minha calcinha. Abri o terno de  Bruno e desci com as mãos pela barriguinha gostosa dele chegando até o cinto.  Abri rapidamente e o deixei em cima da mesa onde estávamos. Bruno colocou o pau  pra fora e me perguntou se eu o queria. Nossa, eu não só queria como desejava  intensamente aquele mastro todinho dentro de mim. Minha xaninha formigava de  desejo e ele me pegou novamente no colo e me fez sentar com toda a força em cima  do seu pau que foi me rasgando por dentro, me deixando alucinada.</p>
<p>- Fala  que você é minha!</p>
<p>- Eu sou sua!</p>
<p>- É minha cadelinha, safada e  vadia, é?</p>
<p>- Sou amor. Sua vadiazinha que faz tudo o que você quer, que é  louca por você!</p>
<p>Sentíamos nossos corpos esquentando por dentro, estava  tão gostoso que por nós não pararíamos nunca. Ele naquele vai e vêm gostoso,  aquele pau duro que a cada investida entrava mais ainda dentro da minha xaninha.  Estávamos chegando ao ápice. Nossos corpos tremeram e ele me agarrou e não  deixou que eu tirasse minha xaninha do pau dele. Rebolei extasiada naquela  grossura descomunal. Gozamos juntos.</p>
<p>- Eu te amo! – disse eu</p>
<p>- Eu  também te amo!</p>
<p>Ficamos abraçados por um bom tempo, depois tivemos que  retomar a postura. Estava tudo maravilhoso novamente, até Bruno me perguntar se  poderia ir na minha casa depois que eu saísse do trabalho.</p></div>
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<div><span style="font-size:medium;"><span><strong><br />
</strong></span></span></div>
<div>- Bruno, sinto muito, mas vou só passar em casa. É que tenho um  compromisso. – falei já sabendo que Bruno reagiria à isso. Ele nunca aceitava me  dividir com ninguém, apesar de eu ter que dividi-lo com a namorada  dele.</p>
<p>- Minha borboleta, sempre voando por aí! E aonde estará então,  minha flor?</p>
<p>- Bem, é que Carlos&#8230;</p>
<p>- O que tem esse Carlos? Vamos,  fale! – Bruno falou se mostrando um pouco irritado ao ouvir aquele nome  novamente.</p>
<p>- Sabe que eu também tenho que ter vida pessoal, não é  mesmo!</p>
<p>- Sim, eu sei meu bem. Prossiga. – falava tentando disfarçar a  impaciência.</p>
<p>- Então, acontece que Carlos me convidou para um passeio  hoje. E sairemos de casa daqui a pouco, só vou terminar aqui e vou me arrumar  pra encontrar com ele.</p>
<p>- Vejo que não perdeu tempo! Pelo visto você se  recuperaria rápido da nossa separação!</p>
<p>- Não, meu amor! Não é  isso.</p>
<p>- Como não? Mal eu te deixei só e você já marcou um encontro com  esse tal Carlos.</p>
<p>- Amor, já tínhamos marcado isso desde que eu estava com  você lá naquele lugar. Você mesmo viu ele me ligando!</p>
<p>- Letícia, não vou  mais me intrometer nesse assunto, você sabe o que faz!</p>
<p>Ok, não era  exatamente o que esperava ele dizer, mas as coisas estavam começando a tomar  rumos diferentes. Ele estava deixando eu seguir o meu caminho e, provavelmente  deveria estar fazendo isso porque sabia que não poderíamos ficar juntos por  muito tempo. Eu não estava gostando dessa liberação dele comigo. Gostava mais  quando ele se preocupava em me afastar de outros homens, isso porque sabia que  era porque sempre teria ele por perto e que ele não me queria com mais ninguém a  não ser com ele. Mas isso era passado. O futuro estava tomando rumos  diferentes.</p>
<p>- Ótimo! Então deixa eu me apressar porque senão me atraso  para o encontro.</p>
<p>- Tudo bem, já estou de saída também, tenho umas coisas  pra resolver. Tenho que ir ao médico com Solange, pois percebi um sangramento  nela hoje, quero que o médico a examine para ver se está tudo certo com o bebê.</p></div>
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<div>- Sangramento? Estranho. Leve-a mesmo ao médico, pode não ser um  bom sinal. – falei na melhor das intenções à Bruno. Poderia não desejar que ele  ficasse com Solange, mas jamais desejaria mal algum ao bebê.</p>
<p>- Quando  chegar do passeio me liga, tudo bem?</p>
<p>- Pode deixar, amor! Assim que eu  estiver de volta eu te ligo!</p>
<p>Nos despedimos e eu logo terminei o que  tinha ido fazer na empresa. Tomei o rumo de casa, feliz pela tarde com Bruno e  ansiosa com meu encontro com Carlos. Em casa tomei uma ducha e vesti a minha  roupa mais confortável e um tênis como me foi recomendado. Fiz um pequeno lanche  antes do passeio pois não sabia para onde iríamos nem quanto tempo demoraríamos,  quis me prevenir.</p>
<p>Às cinco horas em ponto a campainha toca. Quando abri  vi Carlos encostado no seu carro e na traseira do carro duas bicicletas. Bom,  pra falar a verdade, eu não estava com a mínima disposição para um passeio  ciclístico, mas como prometi teria que cumprir. Peguei minha mochilinha que levo  nessas horas e saí com Carlos.</p>
<p>- Para onde vamos,  Carlos?</p>
<div>
<div>- Para um lugar muito especial, tenho certeza de que irá  gostar!</p>
<p>- Creio que sim! – falei levantando um sorriso para  Carlos.</p>
<p>No caminho conversamos sobre várias coisas. Entre uma delas a  noite que tivemos naquela churrascaria. Carlos lembrava dos detalhes mais  sórdidos possíveis e eu não deixava por menos, a cada detalhe eu complementava  com outro. Ficamos nessa brincadeira até chegar ao destino traçado por Carlos.  Um lugar completamente vazio, cheio de vegetações. Quase uma mata fechada. Era  com certeza um lugar muito bonito, porém tão sombrio quanto. Carlos estacionou o  carro em algum lugar perto de uma estradinha de chão feita com marcas de  bicicleta. Descemos, ele pegou uma cesta que estava no banco de trás do  carro.</p>
<p>- Segure-a enquanto solto as bicicletas, por favor!</p>
<p>- O que  tem aqui?</p>
<p>- Nosso lanche, oras! – disse Carlos, sorrindo. – e algumas  coisinhas mais. Garanto que você vai gostar!</p>
<p>- Ai, ai, viu! Só quero ver!  – falei com deboche para Carlos.</p>
<p>Ele trancou o carro, pegou a cesta e  colocou na bicicleta dele. Subimos e começamos a seguir a trilha. Enquanto isso  Carlos me contava a história de como conheceu aquela trilha e de como ela era  especial para ele. Dizia que havia passeado muitas vezes por aquele caminho com  seu pai, que havia falecido já há algum tempo. Falou que há tempos não fazia  aquela rota e que estava muito feliz de poder voltar lá estando comigo. Parecia  muito verdadeiro em suas palavras. Aquele nosso passeio estava muito  agradável.</p>
<p>- Pronto, chegamos!</p>
<p>- Chegamos?</p>
<p>- Isso mesmo,  chegamos! Faremos nosso piquenique aqui. Era aqui que eu sempre ficava com meu  pai. Jogávamos bolinha de gude, montávamos nosso piquenique e passávamos horas  por aqui. Eu simplesmente adorava este lugar! – Carlos fez uma pequena pausa,  parecia estar refletindo, e depois continuou &#8211; E você, está gostando do  passeio?</p>
<p>- Estou adorando o passeio! Este lugar foi uma ótima escolha  sua!</p>
<p>- Eu sabia que gostaria!</p></div>
</div>
<div>
<div>Começamos a arrumar nosso piquenique enquanto eu dava risadas  com as histórias de Carlos sobre aquele lugar. Estava me divertindo muito, como  a muito tempo não fazia. Bruno havia trago muita coisa naquela cestinha,  inclusive um pacotinho que ele guardou antes que eu pudesse pegá-lo. Não dei  muita atenção à isso naquele momento, deveria ser coisa que não era pra ter  vindo na cesta. Deixei pra lá. Ele abriu o vinho, me serviu. Não quis comer as  outras coisas porque já havia feito um lanche antes de sair. Não imaginava que  iria à um piquenique. Conversa vai, conversa vem até que, depois de uns goles de  vinho começamos a falar de coisas mais picantes. Coisas do tipo “o que você  prefere” ou “como gosta” e tal. O passeio estava começando a ficar apimentado.  Não demorou muito e Carlos logo estava ao meu lado, me acariciando, tocando  todas as partes do meu corpo. Senti os bicos dos meus seios endurecerem feito  pedrinhas. Cada carícia, cada palavra que Carlos dizia, cada investida dele me  deixava com mais tesão ainda. Ele afastou as coisas que estavam em cima da  toalha e depois com um abraço gostoso foi me deitando aos poucos. Sua respiração  estava ofegante e senti seu coração acelerar mais ainda quando comecei a  acariciá-lo também. O pau de Carlos foi endurecendo na minha mão me fazendo  desejar avidamente por aquele membro todinho enfiado na minha xaninha. Carlos  percebeu isso, mas não me deu o que queria logo de cara. Ele havia preparado uma  pequena surpresa para mim.</div>
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<div>Carlos se levantou e pegou a tal sacolinha que eu tinha tirado  da cesta. Retirou de dentro uma algema e dois óleos em embalagens diferentes.  Veio por trás e me abraçou, deslizou uma de suas mãos pela parte central da  minha barriga me fazendo sentir calafrios. Depois pegou a algema, colocou meus  braços pra trás e os prendeu pelos pulsos. Bom, não sei de onde ele tirou que eu  gostaria daquilo, mas ele acertou em cheio, eu estava adorando toda a situação.  Ele me deitou de bruços e depois tirou meu short. Foi massageando minha xaninha  e retirando minha calcinha com as mãos encharcadas de um dos óleos, um que dava  a sensação de geladinho. Quando retirou toda a minha roupa, Carlos me colocou de  “4”, retirou da sacolinha um vibrador e veio pra frente de mim com ele. Pensei  que fossemos usar aquele brinquedinho naquele momento, mas Carlos veio com seu  pau e o enfiou todinho na minha boquinha. Brinquei por um bom tempo com aquele  membro delicioso. Sugava a cabecinha depois descia com a boca toda enfiada nele.  Mexia nas bolas de Carlos enquanto me deleitava com seu mastro enfiado até o  talo na minha boquinha. Mas não era daquele jeito que Carlos queria gozar.</div>
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<div><span style="font-size:medium;"><span><strong><br />
</strong></span></span></div>
<div>Depois de um bom tempo naquela brincadeirinha, ele se sentou e  me puxou pra cima dele. Ficamos assim, ele sentado e eu sentada no colo dele só  que de costas pra ele. Carlos pegou o outro óleo e começou a brincar com meu  cuzinho. Seus dedos ficavam forçando a entrada até que ele conseguiu, enfiou  dois de uma vez. No vai e vêm o óleozinho provocava a sensação de quentura e  isso deixava aquele momento mais sexy ainda. Estava quase gozando também, mas  Carlos retirou os dedos de dentro do cuzinho e depois forçou a entrada com seu  membro. Ficou um tempão na entradinha enquanto brincava com meus seios. Logo  depois ele socou de uma só vez e seu pau entrou quase me rasgando no meio.  Nossa!!! Quase fui ao céu. Um misto de prazer e dor e aquele cantinho exótico, o  clima estava simplesmente perfeito. Enquanto ele começava a bombar no meu  cuzinho, pegou o vibrador que ele havia deixado ao lado dele, esparramou  bastante óleo (o que provocava a sensação de geladinho) e depois foi tentando  enfiar na minha xaninha. Sim, Carlos tentava fazer uma DP com aquele  brinquedinho. No começo estava doendo muito, mas eu já havia feito com Bruno,  então aquilo não era muito mistério pra mim. Carlos conseguiu enfiar os dois  depois de um tempo tentando, e começou a estocar forte, tanto o vibrador quanto  seu pau. Fui perdendo os sentidos aos poucos e quando menos esperava estava  soltando um grito que deve ter assustado todos os animaizinhos que estavam por  perto. Carlos também gozou na mesma hora, soltando um urgido que me estremeceu  por dentro. Deitamos os dois de barriga pra cima contemplando as nuvens do céu  entre as pontas das árvores de onde saiam alguns pássaros voando.</div>
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<div>
<div>Repetimos aqueles encontros durante muitas vezes, Carlos não  cansava de demonstrar o quanto me amava. Ganhei até um anel de compromisso, mas  nem com tudo isso eu conseguia deixar de ver Bruno. Estávamos sempre juntos  também, o máximo de tempo que conseguíamos corríamos um pros braços do outro. Um  dia Bruno me veio com a notícia, confesso que não era o que eu desejava, mas que  com certeza iria modificar nossas vidas, e muito. Solange havia perdido o  bebê.</p>
<p>Aquela notícia fez com que Bruno sofresse muito na época. Ele  acabou meio que se culpando por não ter dado tanta atenção à Solange e também  por termos continuado com tudo mesmo ela estando muito doente. Eles não chegaram  a se casar nem a morar juntos, mas se viam freqüentemente e estavam só esperando  o término da construção da casa deles para que fossem morar juntos. Enfim,  planos que Bruno não iria concluir mais tarde. Ele decidiu que não havia mais  amor entre ele e Solange e que não faria sentido algum que eles continuassem  juntos. Como eu já havia assumido um compromisso com Carlos, ficaria meio  difícil terminar sem mais nem menos, mas esse era meu único desejo. Enfim eu  teria Bruno só pra mim e, por mais que eu gostasse muito de Carlos, não o amava  assim como amava Bruno.</p></div>
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<div>Os dias foram se passando e eu sempre encontrando desculpas para  não estar perto de Carlos. Acabamos nos afastando um pouco, com muita reclamação  de Carlos, que não queria admitir que não tínhamos mas muito em comum e que  nossa curta história já estava chegando ao fim. Assim acontecia com Bruno e  Solange também. Ela não admitia o fim do relacionamento e ficava jogando coisas  na cara de Bruno. Fazia questão de ficar ligando para ele todos os dias,  atormentando-o com suas histórias de como o bebê seria feliz naquela família e  de como ela estava sofrendo com tudo. Nada daquilo fazia mais sentido para Bruno  que não pensava em outra coisa a não ser em como seríamos felizes juntos, só eu  e ele sem Solange nem Carlos por perto. Chegamos a ter a idéia de nos mudarmos  daquele estado, mas como não queríamos nos afastar de alguns amigos decidimos  que ficaríamos por ali mesmo, mas em outra cidade. Carlos, depois de tanto ficar  atrás de mim para que voltássemos sem conseguir grandes resultados, acabou  sumindo. Fazia um bom tempo que não o via. Solange continuava a não dar trégua,  mas nunca havia ouvido falar de mim, nem por Bruno nem por nenhum outro parente  ou amigo próximo de nós. Pelo menos era o que nós pensávamos. Um dia eu estava  arrumando as nossas coisas para que pudéssemos mudar até que escuto a campainha  tocar. Na mesma hora senti um frio na barriga, não estava esperando visitas e  algo me dizia que eu não gostaria daquela.</div>
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<div><span style="font-size:medium;"><span><strong><br />
</strong></span></span></div>
<div>Fui abrir a porta meio apreensiva, e minhas suspeitas se  concretizaram na forma de Solange. Mas como ela havia adivinhado meu endereço?  Ou melhor, como ela havia me descoberto? O que me restava naquele momento era  recebê-la e esperar para saber o que ela queria.</p>
<p>- Olá. Posso ajudar em  algo? – perguntei, fingindo que não a conhecia.</p>
<p>- Oras, Letícia! Não  finja essa cara de “nuncatevinavida”! Você sabe muito bem quem sou eu, e vou te  contar um segredinho: eu já sei quem é você desde de o primeiro momento em que  você e Bruno começaram a se encontrar!</p>
<p>Uau! Isso era realmente uma  surpresa pra mim. Jamais esperaria ouvir isso de Solange um dia. Como ela  poderia saber o tempo todo se nunca havia se manifestado? Ela mesma responde  percebendo minha cara incrédula.</p>
<p>- Já até imagino o que se passa por sua  cabecinha ingênua! Acompanho os encontros entre você e Bruno há muito tempo. Ele  nunca se deixou envolver com alguém como se deixou envolver com você. Logo pude  perceber que você seria uma pedra em meu caminho!</p>
<p>- E porque não se  manifestou logo?</p>
<p>- Ah se me manifestei! Você nem imagina o  quanto!</p>
<p>- Como assim?</p>
<p>- Primeiro, a minha gravidez foi uma  farsa!</p>
<p>- O quê? Mas você tinha os exames. Tinha fotos da  ultra-sonografia. Isso também era uma farsa? Ou estava grávida de outro e falou  que era de Bruno?</p>
<p>- Nossa! – falou Solange batendo palmas – Sabe, você é  mais miraculosa que eu!!! Bem que podia ter pensado em engravidar de outro,  seria mais fácil abortar depois e ter um filho realmente do Bruno! Mas não foi  isso que fiz não!</p>
<p>Eu olhava pasma para tudo que Solange estava dizendo.  Aquela mulher na minha frente não parecia a Solange culta e inteligente de quem  as pessoas tanto falavam. Estava mais para uma louca desequilibrada e  dissimulada. Sinceramente, tudo que ela estava me falando pareciam coisas  surreais. Mal eu sabia que a situação estava pra piorar.</p>
<p>- O que você fez  então, Solange? – falei surpreendida.</p></div>
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<div><span style="font-size:medium;"><span><strong><br />
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<div>- Calminha aí! Fique muito calma, pois ainda nem comecei! E hoje  você vai ter muito o que escutar de mim! – disse ela dando risadinhas meio  sarcásticas – Primeiro, inventei sim uma gravidez, pois vi que não poderia  competir com você sem um álibi bem forte. Não sei o que você fez com Bruno que  nem colocando Carlos em seu caminho não consegui afastar vocês dois!</p>
<p>-  Carlos? – interrompi Solange – O Carlos que eu conheço?</p>
<p>- Ah é, tem mais  essa que eu já estava esquecendo! Carlos sim! Seu namoradinho, melhor, seu  ex-namoradinho! Aquele traste não me serviu de nada! Eu o havia contratado  para&#8230;</p>
<p>- Contratado? – falei interrompendo novamente Solange. O que eu  estava ouvindo dela era algo muito grave. Como ela pode ter armado tudo aquilo  só pra prender um homem que nunca a amou de verdade mesmo ela sabendo muito bem  disso. O namoro deles dois foi coisa da rotina, simples assim. Cresceram juntos,  as famílias eram amigas, sempre estudaram no mesmo colégio, enfim, era uma coisa  meio que premeditada e armada pela família. Nada que viesse realmente dos dois.  Nenhum sentimento verdadeiro, nem da parte dela pelo visto, pois quem ama não  faz o que ela fez com bruno. Não cabia na minha cabeça ela ter inventado uma  gravidez para segurar Bruno e depois simplesmente dizer que perdeu o bebê. Se  ela imaginasse o tanto que Bruno ficou ressentido com esse aborto fictício. Se  ela soubesse.</p>
<p>- Como eu estava dizendo, o contratei sim! E espero que  isto esteja ressoando como um tapa na sua cara, minha querida! Pensa que todos  os homens estão aos seus pés, sempre? Pois está enganada! Carlos foi contratado  para te tirar de perto de Bruno! Eu o paguei para que ele se reaproxima-se de  você para que eu pudesse viver em paz com Bruno!</p>
<p>- Vocês são loucos! Como  puderam armar tudo isso? E eu pensando que Bruno e eu que estávamos errados.  Vocês são piores!</p>
<p>- Ah, meu bem! Você ainda não viu nada!</p></div>
</div>
<div>
<div>Enquanto fala isso Solange percebo Solange caminhando para a  porta e a abrindo. Qual não foi a minha surpresa quando vi Carlos esperando do  lado de fora. Quando ela abriu ele entrou na mesma hora. Parecia que já estavam  combinados. Parecia não, estavam! Era tudo premeditado. Só estava tensa tentando  descobrir o que eles dois estavam fazendo ali na minha casa. Com certeza seria  outro plano de Solange, caso contrário eles não iriam pra lá juntos só para  discutir comigo. Ao conseguir recuperar o fôlego, pois fazia meses que não via  Carlos, perguntei à eles:</p>
<p>- O que vocês querem aqui? Os dois juntos? O  que estão planejando agora?</p>
<p>- Olá pra você também, Letícia, meu amor! –  disse Carlos vindo em minha direção.</p>
<p>- Se afaste! – gritei  imediatamente.</p>
<p>- O que é isso, meu anjo? Tanto tempo sem nos vermos e é  assim que você me recebe?</p>
<p>- Não acredito que está compactuando com tudo  isso! Não acredito mesmo! O que vivemos então, também foi uma farsa tudo  aquilo?</p>
<p>- Sabe, Lê, o combinado inicial era que eu a conquistasse e  deixasse o caminho livre para Solange. Depois eu me afastaria de você que  conseqüentemente não iria mais querer ficar aqui nesta cidade depois de perder  um segundo amor.</p>
<p>- Seu desgraçado!</p>
<p>- Calma, minha pequena! Não  fale assim com quem te ama! Aliás, esse foi o grande problema de tudo. Eu acabei  me apaixonando por você e não consegui ir embora. Mas a culpa não foi só minha!  Se essa mulher aqui tivesse conseguido segurar o homem dela, ele não teria se  reaproximado de você! – disse Carlos se virando pra Solange.</p>
<p>- Oras,  Carlos! Chega de meias palavras! Vamos logo com isso! – disse Solange indignada  com as palavras de Carlos.</p>
<p>- Vamos logo com o quê? – perguntei realmente  assustada. Eram dois loucos, seriam capazes de tudo e eu podia esperar de tudo  deles.</p>
<p>- Eu vim te buscar, minha princesa! – disse Carlos com um sorriso  de lado</p></div>
</div>
</div>
<h1 style="text-align:center;">Continua no próximo post</h1>
<p>Gente, a pessoa que escreve o conto ta postando aos poucos&#8230; paciencia =D</p>
</div>
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			<media:title type="html">samuwin</media:title>
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		<title>Conto Erótico – Era uma Vez…</title>
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		<comments>http://osexosentido.wordpress.com/2010/05/24/conto-erotico-era-uma-vez/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 May 2010 00:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos Eróticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Era uma vez&#8230; Não, não&#8230; Esse tipo de historia nao deveria começar assim. Era uma vez &#8230;. é assim que se começa uma historia para crianças “e todos viveram felizes para sempre..” é o final que se espera para elas. Mas hoje começaremos diferente. Procuro um inicio menos infantil, mais sem pudor, algo q possa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=420&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-423 alignleft" title="erotic_13" src="http://osexosentido.files.wordpress.com/2010/05/erotic_13.jpg?w=297&#038;h=213" alt="" width="297" height="213" />Era uma vez&#8230;</p>
<p>Não, não&#8230; Esse tipo de historia nao deveria começar assim. Era uma vez &#8230;. é assim que se começa uma historia para crianças “e todos viveram felizes para sempre..” é o final que se espera para elas.</p>
<p>Mas hoje começaremos diferente. Procuro um inicio menos infantil, mais sem pudor, algo q possa mostrar a você, meu caro leitor q essa não é uma historia sobre lobos mal que devoram vovozinhas e nem sobre princesas que moram em torres de castelos. Devo lhes dizer que não sou desse tipo de pessoa que aprecia finais felizes. Se é isso que espera dessa história pare de ler e volte ao que estava fazendo, Do contrario prepare-se para ouvir  conto sobre uma noite de sexo e desejo, de beijos quentes que fazem seu corpo arrepiar da ponta de sua orelha ate os pes, de corpos se tocando com um desejo ardente que faz o suor escorrer entre eles, de um homem que possui uma mulher como se nada mais importasse a não ser ela chegar a um orgasmo.</p>
<p>Oh!! Mas onde estão meus modos. Permita q eu me apresente: Sou Samantha, tenho dezoito anos , morena, 1.85, 60KG, seios fartos e uma bunda relativamente grande. O que vou contar aki aconteceu o ano passado em uma festa da minha cidade. Eram mais ou menos 23:00 horas quando cheguei ao local da festa. Vestia me com uma saia curta que marca bem minha bunda e uma blusa de zíper na frente. Deixei a blusa mais aberta, mostrando um pouco dos meus seios. Lá dentro encontrei minhas duas amigas Joana e Angélica. Demos uma volta para observar os homens que estavam na festa. No meio do caminho percebi um homem me olhando, chamaremos ele de Marcelo. Dei uma disfarçada para q as meninas não percebessem e retribuí olhada. Ele era moreno, alto, forte. Um corpo de dar inveja a muito marmanjo. Ele devia ter uns 30 anos no Maximo. Percebi q tinha uma moça ao seu lado, deveria ser sua esposa pois ele estava de aliança. Continuei conversando com minhas amigas e dando umas olhadelas pra ele. Ele não parava de me olhar, me comia com os olhos enquanto sua mulher conversava com suas amigas. Decidi que iria ter aquele homem essa noite de qualquer jeito e comecei a dançar com mais vontade. Minhas amigas que também estavam de olho em outros carinhas também começaram a dançar com mais empolgação. Eu descia ate o chão rebolando e passando a mão sobre o meu corpo enquanto olhava pra ele. Ele estava louco de tesão. Dei uma piscadela pra ele e disse as meninas que ia ate o bar. Sem olhar para trás sai de lá mas sabia que ele ainda me seguia com os olhos.</p>
<p><span id="more-420"></span></p>
<p>Chamei o barman e lhe pedi duas cervejas e um rum. Sentei em uma mesa enquanto esperava. Para minha surpresa Marcelo chegou com sua mulher e perguntou se ele e sua mulher e uma amiga poderiam se sentar comigo pois não havia mais mesas nem cadeiras sobrando. Eu sei pensar duas vezes disse q podia. Ele se sentou ao meu lado e sua mulher e a amiga sentaram-se mais afastadas um pouco. Ele puxou papo perguntando se eu estava gostando da festa e eu sempre respondendo tentando render assunto. De repente senti uma mão sobre a minha coxa de baixo na mesa. Olhei para ele surpresa e ele retribuiu a olhada com um sorriso malicioso. A mulher e a amiga estavam conversando e parecia q o papo ia reder muito ainda. Continuei conversando com ele e sentindo sua mão subir e descer na minha coxa. Decidi q ali seria a hora d começar a conquistá-lo abri um pouco as pernas e deixei q sua mão passasse na parte de dentro da coxa. Ele foi subindo a mão e encontrou minha minúscula calcinha. Começou a massagear minha bucetinha por cima da calcinha. Ele conversava comigo como se nada estivesse acontecendo e eu ficando cada vez mais louca de tesão.  Ele colocou minha calcinha de lado e colocou o dedo dentro da minha bucetinha. Colocou dois dedos nela e começou e fazer movimentos de vai e vem dentro dela, as vezes brincando com meu grelinho. A medida que eu ia me contorcendo de prazer ele ia aumentando o ritmo ate me fez gozar gostoso. Tive q me controlar para não gemer alto. Ele tirou o dedo recolocou minha calcinha no lugar depois os lambeu com cara de safado. Nesse momento o garçon chegou com o meu pedido. Eu peguei as bebidas dei uma piscadinha pra ele, me despedi e sai. Quando voltei minha amigas me perguntaram o porquê da demora e eu disse q o bar estava cheio. Continuamos dançando e eu só pensando no que tinha acontecido. Estavam louca de tesão ainda e teria que arrumar alguem para me satisfazer. Decidi q iria a caça pois do jeito q eu estava não ia dar pra ficar. Levantei um pouco a saia, abri um pouco mais o zíper da blusa, passei um gloss nos lábios e fiquei reparando nos homens em volta. Muitos deles me olhavam com um olhar de desejo mais nenhum me agradava e eu sabia o porque. Sabia q não conseguiria esquecer o que o Marcelo fez e toda a minha vontade de te-lo.Dei uma outra olhada e decidi quem seria o sortudo da noite. Comecei a jogar um charme, dar umas olhadinhas, dançava olhando pra ele. Foi numa dessa decidas ao chão q eu me surpreendi. Quando olhei pra frente dei de cara com uma calça jeans que eu já conhecia. Subi divagar observando todo aquele corpo, percebi uma grande volume no lugar onde deveria estar seu pau. Olhei para cima e vi Marcelo me olhando com uma cara de safado. Eu disse um oi e continuei a dançar como se ele não estisse ali. Fiquei de costas pra ele e fui descendo ate o chão devagar. Sabia q ele estava me olhando e querendo me tocar , por isso empinei mais a bundinha. De repente senti alguém atrás de mim. Encaixando seu corpo ao meu, fazendo com que eu me esfregasse nele. Senti duas mãos alisando minha cintura enquanto eu ia descendo . Olhei para cima e era ele. Subi de novo na intenção de perrguntar sobre sua mulher e antes que eu dissesse algo ele colocou uma de suas mão na minha nuca e a outra em volta da minha cintura e me puxou para um beijo. Que beijo maravilhoso. Eu sentia sua língua encaixar na minha seu corpo se moldando ao meu. Ele parou de beijar minha boca e foi descendo ate meu pescoço, subindo a mão que estava na minha cintura ate meu seio e apertando-o.</p>
<p>. Ele foi ate meu ouvido e disse que tinha vindo terminar o que começou e que não gostava de coisas inacabadas. Ele me chamou para sair dali e eu disse que não. Que se ele quizesse teria q me comer ali mesmo. Ele me olhou com cara de assustado e disse q era muito arriscado. Eu o olhei com um jeito de safada e disse que sabia eu lugar perfeito ali dentro. Peguei-o pela mão e o puxei ate o andar de cima onde havia um lugar escuro. Ele me encostou na parede e começou a me beijar de novo. Enquanto isso sua mão passeava sobre minhas coxas minha cintura. Ele puxou o zíper da minha blusa e ficou olhando meus seios q estavam durinho d tesão. Abriu meu sutiã e caio de boca neles. Ele encheu a boca ate não caber mais e começou a mamar. Ele alternava entre chupar, sugar e mordiscar os biquinhos. Eu gemia de prazer. Ele foi descendo a mão e tirou minha calcinha. Dinovo colocou um dedo dentro dela e enquanto chupava meus seios, brincava com a minha xaninha, eu gemia e me contorcia de prazer. Ficou assim ate me fazer gozar denovo. Eu levantei sua cabeça e comecei a  beija-lo novamente. Coloquei minha mão em seu ombro e fui decendo ate chegar na calca. Vi q seu membro já estava armado e fiquei passando a mão e dando leves apertadinhas  sobre a calca. Abri seu zíper e abaixei sua calca. Ele usava uma cueca preta linda . Abaixei a cueca e quase tive um orgasmo quando vi o tamanho de seu pau. Ele tinha uns 22cm e era grosso.Fiquei ajoelhada e olhei para seu rosto e ele sorriu maliciosamente. Cai de boca naquele pauzao. Passei a língua na cabecinha e depois com ele ainda na boca comecei a punhetá-lo. Ele gemi de prazer e disse q ninguém o tinha chupado com tanta habilidade.  Ele anunciou que iria gozar e eu disse que gozasse em minha boca. Ele o fez com muito prazer. Quando terminou percebi q seu pau ainda estava duro. Ele me levantou e me encostou na parede, eu abri as pernas e ele veio com aquele caralhao. Colocou a cabecinha na entrada da minha bucetinha e foi empurrando. Eu gritava de dor e prazer pois nunca tinha transado com alguém com o pau tão grande. Ele foi empurando devagarinho e me olhando. Quando entrou tudo ele começou a bombar cada vez mais forte. Eu gemia de prazer e gozei denovo. Ele me pegou e eu passei minhas pernas em volta da cintura dele enquando ele me segurava pela bunda, Comecei a galopá-lo com forca e rapidez. Cada estocado era um urro de prazer meu e dele. Ele me desceu de seu colo e me virou me deixando virada para a parede. Me abaixou e abriu as minhas pernas. Colocou a cabecinha de seu pau na minha buceta dinovo e começou a enfiar cada vez mais fundo. Sentindo suas bolas bateram na minha buceta não agüentei mais disse a ele q iria gozar dinovo e ele disse q gozaria junto comigo.  Gozamos feito loucos. Depois ele me beijou e disse que foi a melhor tranza da vida dele. Trocamos telefones. Eu vesti minha calcinha denovo, ajeitei minha blusa e ele se arrumou também. Descemos juntos, passamos no bar e compramos algumas bebidas e voltamos para onde minhas amigas estavam. Elas me perguntaram onde eu estava e eu sorrindo disse que estava no bar comprando as bebidas. Me despedi  e fui embora  encontrar  meu namorado que estava  em casa a minha espera louco por carinho e  e u mais louca ainda pra satisfaze lo.</p>
<p><strong>Conto enviado por uma amiga!!!</strong></p>
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		<title>Os vilões que atrapalham o seu orgasmo</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 21:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[gostoso]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais comum, chamado situacional, faz com que só consigamos com determinadas carícias (masturbação, por exemplo). Além dele, também tem o primário, caso de quem nunca nem sequer experimentou; o secundário, quando a gente de repente para de ir aos finalmentes; e o total, quando nenhum estímulo é suficiente para nos fazer chegar láhhh. A [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=417&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-418" title="casal" src="http://osexosentido.files.wordpress.com/2010/05/casal.jpg?w=456&#038;h=238" alt="" width="456" height="238" /></p>
<p>O mais comum, chamado situacional, faz com que só consigamos com determinadas  carícias (masturbação, por exemplo). Além dele, também tem o primário, caso de  quem nunca nem sequer experimentou; o secundário, quando a gente de repente para  de ir aos finalmentes; e o total, quando nenhum estímulo é suficiente para nos  fazer chegar láhhh. A disfunção é mesmo uma das maiores vilãs do êxtase  feminino.</p>
<p><span id="more-417"></span></p>
<h4>Conhecendo o inimigo</h4>
<p>A anorgasmia tem várias causas — e nem todas são psicológicas. Por isso, os  terapeutas aconselham nunca achar que as dificuldades só existem na sua cabeça  nem guardar suas angústias e dúvidas (conte tudo a quem pode ajudar, começando  por uma conversa franca com o médico). Elas podem ter sido desencadeadas por  cicatrizes ou danos aos nervos provocados por cirurgias ginecológicas. Fora o  uso de drogas, álcool ou certos medicamentos, como os que controlam a pressão  arterial, os antiestamínicos e os antidepressivos. Que o diga a empresária  paulistana Mariana, 26 anos: “Estava trabalhando e fazendo pós-graduação, o que  é barra pesada. Para complicar ainda mais, meu namorado foi transferido para o  Rio. Não conseguia dormir e me sentia tão destruída que fui ao médico. Ele  receitou antidepressivos e pílula contra ansiedade.” A insônia sumiu, mas,  quando foi passar um feriadão com o lindo, descobriu os efeitos colaterais. “Nem  sentia vontade de transar. Na cama, parecia uma morta-viva e me peguei pensando:  ‘Será que ele não vai se satisfazer de uma vez para acabar logo com isso?”  Percebendo que Mariana não era mais a mesma, o namorado até sugeriu procurarem  estímulos extras em uma sex shop. Diz ela que saíram da loja com a sacola cheia  de brinquedinhos, vibradores e livros. Deu certo. Não chegou a ser uma glória na  primeira vez, mas o tesão aumentou e facilitou o orgasmo — embora tenha demorado  mais que de costume. De volta a São Paulo, a moça conversou com o terapeuta, que  a ajudou a conciliar os remédios com o desejo. Mariana acabou dispensando os  antidepressivos antes do que imaginava.</p>
<h4>No caminho do prazer</h4>
<p>Excluída uma causa física, vale checar o fator emocional. São  desmancha-prazeres de marca maior a própria ansiedade de ter um orgasmo, a culpa  provocada por uma educação sexual rígida, alguma crença religiosa ou cultural  que interfere no prazer, além do medo de engravidar ou de pegar uma doença  sexualmente transmissível. O tratamento varia, óbvio, dependendo do tipo de  anorgasmia. Para quem nunca experimentou essa explosão de sensações (cerca de 5  a 10% das mulheres), os terapeutas tentam ajudá-la a relaxar e se sentir segura,  aumentando a sua capacidade de reagir positivamente aos estímulos sexuais. É o  caso da mulher que está ansiosa achando que não vai conseguir ou assustada com a  possibilidade de se descontrolar ou ainda fisicamente incomodada sem saber o que  esperar. “Já as que sofrem da secundária só precisam aprender novos truques para  chegar lá — afinal, já conhecem o caminho e sabem que são capazes de trilhá-lo”,  explica Elna McIntosh, terapeuta sexual e uma das maiores autoridades no  assunto. No caso da anorgasmia em situações específicas, a mulher precisa de  ajuda para identificar as circunstâncias favoráveis e, em seguida, melhorar sua  comunicação.</p>
<p>Aconteceu com a dentista Juliane, de 24 anos, que teve a primeira experiência  sexual quando tinha 17 anos. “Demorei para me decidir, mas fiz porque queria, e  não por pressão do namorado. Apesar disso, na hora H, entrei em pânico. Tanto  que contrai demais os músculos da vagina e a penetração foi superdolorosa. Minha  vontade era pular da cama e correr para casa”, diz. A experiência ruim se  repetiu com outros parceiros. Apesar de sentir vontade de transar, ficava tão  tensa que tornava o ato quase impossível. Não é surpresa que não soubesse o que  era um grand finale. Nem mesmo com a masturbação. Durante anos, fez vários  tratamentos e visitou uma lista de médicos. “Um deles chegou a dizer que eu  precisava operar para aumentar a abertura da vagina e cortar alguns músculos. Só  não encarei a mesa de cirurgia porque morri de medo”, lembra. Um namorado  apaixonado e sensível sugeriu recorrerem à terapia juntos. O primeiro alívio foi  descobrir que seu problema era comum — estima-se que 70% das mulheres ficam ou  já ficaram a ver navios. Depois de alguns meses de sessões, com direito a  exercícios e orientações de como tocar o outro, o casal finalmente espantou o  grande vilão da cama. “Não aconteceu de uma hora para outra. Vivemos um processo  lento, mas surpreendente. O primeiro orgasmo foi totalmente inesperado. Caí no  choro de felicidade.”</p>
<p><a class="wpgallery" href="http://nova.abril.com.br/edicoes/438/amor_sexo/viloes-que-atrapalham-orgasmo.shtml?pagina1" target="_blank">Fonte</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/osexosentido.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/osexosentido.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/osexosentido.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/osexosentido.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/osexosentido.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/osexosentido.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/osexosentido.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/osexosentido.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/osexosentido.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/osexosentido.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/osexosentido.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/osexosentido.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/osexosentido.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/osexosentido.wordpress.com/417/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=417&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sexosentido/~4/rChqvvmvjbI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">samuwin</media:title>
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			<media:title type="html">casal</media:title>
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		<title>6 tipos de sexo que o seu amor adora</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 05:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Sedutores]]></category>
		<category><![CDATA[adora]]></category>
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		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já pensou em perguntar a um homem qual seu tipo de sexo favorito? Provavelmente ouvirá: “Qualquer um, desde que seja todo dia!” Resposta 90% verdadeira. É que, ao pesquisar a questão mais a fundo, você vai descobrir o que os sexólogos já comprovaram: há seis modalidades encabeçando a lista das preferências masculinas entre os lençóis. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=409&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-411" title="bjo" src="http://osexosentido.files.wordpress.com/2010/04/bjo.jpg?w=274&#038;h=143" alt="" width="274" height="143" />Já pensou em perguntar a um homem qual seu tipo de sexo favorito? Provavelmente ouvirá: “Qualquer um, desde que seja todo dia!” Resposta 90% verdadeira. É que, ao pesquisar a questão mais a fundo, você vai descobrir o que os sexólogos já comprovaram: há seis modalidades encabeçando a lista das preferências masculinas entre os lençóis. Sugestão: comece hoje mesmo a variar o feijão-com-arroz sexual. O cardápio ficará mais tentador para os dois&#8230;</p>
<h4>1. NO REINO DO SEXO SELVAGEM</h4>
<p>Sabe aquela transa que faz tremer as estruturas da cama? Há grandes chances de seu amado sonhar acordado com esse rala-e-rola animal. Principalmente se precisou bancar o bom moço durante o fim de semana na casa dos seus pais ou vocês estiveram separados por uns dias. Uma vez liberado, ele anseia por externar sua natureza de Tarzan. “Só de imaginar as roupas espalhadas pelos cantos e os lençóis denunciando uma farra daquelas, perco o fôlego”, diz Vander, de 27 anos. “Mesmo que eu acabe com uma baita câimbra, me sinto o rei das selvas. Além disso, os gemidos me mostram que estou dando prazer à mulher.”</p>
<h5>OS HOMENS IMPLORAM</h5>
<p>A posição ideal para começar uma sessão de sexo animal é a cachorrinho. Faça com que as mãos dele enlacem sua cintura — é a pista de que você o quer no comando da penetração. E acompanhe o ritmo do lindo pra valer. Manter seu pescoço pendido para baixo a ajudará a relaxar a coluna e a se mover com gosto. O orgasmo está próximo? Aperte seu PC (músculo pubococcígeo) ao redor do pênis dele para intensificar o estímulo. Na hora H, vire-se de frente e puxe-o ainda mais fundo dentro de você.</p>
<h4>2. IMPÉRIO DOS SENTIDOS</h4>
<p>“Quando a mulher estimula os cinco sentidos de um homem, excita-o de fora para dentro, duplicando o prazer”, afirma Donald Etkes, sexólogo e autor do livro Loving with Passion (Amando com paixão). Quem testou concorda. “Minha gata me beijou dos pés à cabeça e usou cubos de gelo para me excitar”, entrega Luís, de 28 anos. Fazer amor perto da natureza também pode aumentar o apetite por uma transa sensorial.</p>
<h5>OS HOMENS IMPLORAM</h5>
<p>Acaricie os pontos quentes do gato lentamente. Em pé, pressione os seios nas costas dele e corra os dedos com óleo de massagem pelo tórax, mamilos, barriga e coxas. Ainda grudada nele, sussurre palavras picantes no ouvido e toque testículos e virilha para estimular as terminações nervosas. Já com o moço a mil, deitem-se na posição da colher. Guie o pênis para dentro da sua vagina com as mãos, circulando a base com os dedos indicador e polegar e escorregando-os para cima e para baixo no ritmo do vai-e-vem. Antes do orgasmo, sente-se sobre ele, jogue a cabeça para trás e movimente a pélvis como quem escreve o número oito, devagar.</p>
<p><span id="more-409"></span></p>
<h4>3. RENDIÇÃO TOTAL</h4>
<p>Homens são eternos conquistadores. E ficam excitadíssimos quando você se rende ao poder masculino, permitindo que assumam a direção. “Ver minha noiva deitada na cama com a boca entreaberta e as pernas levemente afastadas é mais sexy do que qualquer pôster de revista masculina”, garante Carlos, de 29 anos. E lembre-se do poder do estímulo visual para a libido dos rapazes.</p>
<h5>OS HOMENS IMPLORAM</h5>
<p>Nas preliminares, deixe seu corpo exposto. Ponha os braços abertos para trás (ou segure na cabeceira), convide-o a penetrá-la e levante a pélvis para encontrar os movimentos dele no meio do caminho. Dê ao seu namorado espaço para se mexer ao bel-prazer e alternar penetração rasa com profunda. Depois, passe as pernas sobre os ombros dele para que ele consiga agarrar seus tornozelos e posicioná-los como quiser. “É como se você dissesse que confia na capacidade dele de fazê-la chegar lá também”, avisa Etkes.</p>
<h4>4. NOVO CENÁRIO</h4>
<p>No último mês, quantas vezes vocês fizeram amor fora da cama? Uma!! Nenhuma!! “Homens deliram ao fazer sexo em lugares diferentes por causa da emoção de sair da zona de conforto”, diz Etkes. “Minha garota me levou para o banheiro da casa do chefe numa festa, levantou a saia e sentou em cima da bancada da pia”, conta Laerte, de 32 anos. “Só de ver como ela foi moleca, fiquei de pernas bambas.”</p>
<h5>OS HOMENS IMPLORAM</h5>
<p>Para curtir uma transa de “risco” no banheiro (ou em outro cenário), fique de costas e ponha as mãos na parede, como se fosse ser revistada. Arqueie o corpo para trás a fim de facilitar a penetração. Quando ele estiver em ponto de bala, sugue o dedo indicador do rapaz e leve-o até o clitóris. Ah! Pouco antes do clímax, faça um movimento repentino, como o de se segurar na toalha. “Esse tipo de gesto fica na mente do homem”, revela Rogério, de 30 anos.</p>
<h4>5. PRÊMIO INSTANTÂNEO</h4>
<p>Depois de um dia estressante no escritório, é provável que seu homem deseje uma rapidinha. O motivo, segundo sexólogos: relaxa, ele não precisa gastar aquela energia nem ficar tão preocupado em dar prazer.</p>
<h5>OS HOMENS IMPLORAM</h5>
<p>A melhor posição para uma rapidinha é deixá-lo por cima. “É simples, familiar e o rapaz controla o ritmo da penetração como quiser”, endossa Etkes. Durante os movimentos, escorregue uma das mãos para acariciar gentilmente os testículos do gato. “Eles são meros coadjuvantes para a mulher, mas quando estimulados do jeito certo nos presenteiam com um orgasmo instantâneo”, fala Ricardo, de 26 anos. E não se preocupe se ele (ou você) se esquecer de tirar a roupa, porque seu amado vai romper num piscar de olhos qualquer barreira que o impeça de chegar ao paraíso. Pode dispensar qualquer preparativo, menos o lubrificante — seu aliado quando abrevia o aquecimento, quer dizer, as preliminares.</p>
<h4>6. COMANDO FEMININO</h4>
<p>Se, ultimamente, é ele quem tem dado as cartas, inverter a ordem das coisas o fará crer que tem o que aprender com você. Alimenta o ego masculino. “Quando minha mulher diz claramente como e onde tocá-la, me sinto o maioral. Penso que só eu posso dar o que ela quer”, abre Ivan, de 30 anos.</p>
<h5>OS HOMENS IMPLORAM</h5>
<p>Não é para agir como se estivesse incorporando um personagem: seja natural. Assuma as rédeas quando estiver realmente predisposta. Tome posse do pênis, esfregue-o ao redor de seu clitóris e introduza-o na vagina como se fosse seu brinquedinho pessoal. Uma vez lá, prenda as mãos dele na cabeceira da cama e movimente a pélvis criando círculos para torturá-lo de prazer. “Minha namorada me deixa louco quando me manda lamber seus mamilos. Aliás, a língua é a única parte do meu corpo que fica livre para se movimentar”, conta Junior, de 30 anos. “Quando terminamos esse jogo excitante, tenho certeza de que as mulheres realmente deveriam governar o mundo.”</p>
<h4>3 TIPOS DE SEXO QUE ELE ABOMINA</h4>
<h5>MEGAFÔNICO</h5>
<p>Quando os gemidos da mulher quase estouram os tímpanos do rapaz. Ou, então, ela dá ordens sem nenhum tato. “Homens são sensíveis a comentários negativos na cama tanto quanto vocês com relação ao peso”, compara Roni, de 38 anos.</p>
<h5>ESTUPIDAMENTE GELADO</h5>
<p>Nem é preciso dizer quanto a ala masculina sofre quando a mulher deita e fica pensando no trabalho enquanto o coitado se esforça para dar prazer. “Sexo combina com movimento — de ambos”, diz Ronaldo, de 28 anos.</p>
<h5>SUPER-HIGIÊNICO</h5>
<p>“Perco a vontade de transar se a mulher é excessivamente preocupada com o próprio cheiro e tem restrições a tocar aqui e ali”, abre o jogo Rui, de 25 anos.</p>
<p><a class="wpgallery" href="http://nova.abril.com.br/edicoes/422/amor_sexo/6-tipos-de-sexo.shtml?pagina1" target="_blank">Fonte</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/osexosentido.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/osexosentido.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/osexosentido.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/osexosentido.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/osexosentido.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/osexosentido.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/osexosentido.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/osexosentido.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/osexosentido.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/osexosentido.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/osexosentido.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/osexosentido.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/osexosentido.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/osexosentido.wordpress.com/409/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=409&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sexosentido/~4/Iq-ojAaUW1c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Strip tease: fazer ou não?</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 04:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos Sedutores]]></category>
		<category><![CDATA[fazer ou nao?]]></category>
		<category><![CDATA[strip tease]]></category>

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		<description><![CDATA[Kim Basinger manejou um chicotinho atrás de uma persiana, se enrolou em um fio de telefone, se esfregou em uma parede e rebolou horrores até ficar completamente pelada diante das luzes da cidade, em uma cena memorável do filme 9 1/2 Semanas de Amor. Salma Hayek se enroscou em uma cobra do tamanho de uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=407&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Kim Basinger manejou um chicotinho atrás de uma persiana, se enrolou em um fio de telefone, se esfregou em uma parede e rebolou horrores até ficar completamente pelada diante das luzes da cidade, em uma cena memorável do filme 9 1/2 Semanas de Amor. Salma Hayek se enroscou em uma cobra do tamanho de uma anaconda e se lambuzou de tequila diante de um punhado de sujeitos mal-encarados, em Um Drinque no Inferno. Jessica Alba requebrou no estilo cyber-vaqueira em Sin City – A Cidade do Pecado. Demi Moore arrancou terno, gravata e chapéu em Striptease. E Rita Hayworth&#8230; Bem, Rita Hayworth enlouqueceu gerações e gerações de marmanjos despindo apenas&#8230; uma luva! – no clássico noir Gilda.</p>
<p>A interminável lista de musas do cinema que, ao longo de décadas e das mais variadas maneiras, deixaram espectadores sem fôlego tirando pedaços de roupas está aí para mostrar: o striptease é campeão absoluto na lista das pequenas safadezas que prometem esquentar a rotina sexual das pessoas.<br />
Vá ao Google. São mais de 1,4 milhões de referências a strip. Vá ao YouTube. São mais de 3 mil vídeos dedicados ao tema. Vá às livrarias. Os exemplares de Minha Vida de Stripper, da americana Diablo Cody, esgotaram-se quatro meses depois de seu lançamento. No livro, essa americana de 24 anos conta sua rotina de profissional do entretenimento noturno, mas salpica dicas divertidas para quem quer tirar a roupa com fins eróticos – e até lista a melhor trilha para a prática. (Valem músicas como Purple Rain, de Prince; Back Door Man, do The Doors; ou Honky Tonk Woman, dos Rolling Stones).</p>
<p>E vá para a vida real, ali na privacidade do seu quarto e&#8230; e agora? Comprar roupas provocantes? Ensaiar uma coreografia em torno de uma cadeira? Decorar manobras eróticas quando você mal sabe fazer uma baliza?</p>
<p><strong>Relaxe e Goze</strong></p>
<p>Como o que tudo o que diz respeito a sexo, o conselho aqui é&#8230; relaxe. Se pintar a vontade de dar uma de Pamela Anderson (a mais conhecida stripper de todos os tempos), quem há de condená-la, querida leitora? Siga em frente, mas dispa-se do medo do ridículo e não leve a coisa a sério. E vá de peça em peça, na brincadeira. “Quem começa de forma mais leve, com menos expectativas, corre menos risco. Ousando por etapas, você fica no controle”, aconselha a psicóloga de relacionamentos Rosa Avello.</p>
<p><strong>Tirando a roupa</strong></p>
<p>A designer paulistana Fabiana Preti, 29 anos, encarou esse desafio cinematográfico – e fez strip duas vezes para o ex-namorado. A primeira vez não deu muito certo, por excesso de solenidade da coisa. “Eu queria fazer uma surpresa. Comprei um CD da Sade, ensaiei alguns movimentos, coloquei uma cinta-liga preta e avisei por telefone que ele ganharia um presentinho à noite.” Mas lá veio a vida como ela é, e o casal acabou indo jantar tarde e depois foi para um flat. “Ele estava cansado&#8230; Para piorar, não tinha aparelho de CD no quarto. Fiz sem música mesmo, fiquei meio travada. Mas mesmo assim ele gostou”, afirma Fabiana. Em sua segunda atuação, ela se saiu melhorzinha. “Eu tinha bebido um pouquinho, estava mais solta e tinha música. Deu tudo certo e ele adorou.”<br />
<span id="more-407"></span><br />
A moral da experiência, segundo a designer: o homem se estimula muito rápido e qualquer coisa que fuja da rotina contribui mesmo para excitá-lo. “A mulher é que tem uma visão perfeccionista de que tudo tem de estar lindo, o corpo perfeito, a coreografia decorada. Mas homem não se liga nisso. Uma vez eu resolvi comprar uma algema de oncinha. Só de mostrá-la ele já ficou todo animado.”</p>
<p>A produtora de moda Paula Antonitsch, 27 anos, já fez vários strips para o ex-namorado. Mas não ousa repetir a dose com o atual. “Com o anterior tinha a ver fazer, ele tinha uma personalidade brincalhona e me dava abertura para este tipo de performance. Mas acho que meu atual namorado acharia babaquice.” Ela conta que uma vez, na Páscoa, foi encontrar com o ex em Florianópolis. “Fazia dois meses que a gente não se via. Botei uma roupa de coelho, um maiô cavado com pompons, e enchi uma cesta com objetos eróticos. Até bigodinhos na bochecha eu fiz. Quando ele chegou, comecei a dançar. Ele caiu na risada, foi superengraçado. Transamos alucinadamente, feito coelhos.”</p>
<p><strong>Estou preparada para o strip?</strong></p>
<p>Mesmo encarando a coisa toda na brincadeira, Rosa Avello adverte: a mulher deve responder a algumas perguntas antes de encarar uma cena assim. A relação é aberta para este tipo de jogo sexual? Eu me sinto à vontade fazendo isso ou acredito que estou me expondo? Quero fazer strip por vaidade, porque é moda ou porque vai ser legal para o casal? “Ela precisa conhecer a intenção do seu ato, saber exatamente o que está fazendo para não se submeter a um grande constrangimento ou provocar um conflito com o parceiro”, diz a psicóloga.</p>
<p>Mas, afinal, porque o “despir provocando” – tradução literal do termo striptease, cujo primeiro registro histórico data de 1917 – integra a mitologia do “sexo quente” há tanto tempo – e principalmente entre os homens? Especialistas dizem que os “machos” se excitam pela visão, enquanto as “fêmeas” entram no clima com palavras e toques. “No striptease o homem estabelece uma relação de sedução com a moça. É um jogo de ilusão, em que ele pode dar vazão a vários tipos de fantasias. Pode, por exemplo, se achar poderoso e no controle da situação. Ou pode se satisfazer por imaginar uma mulher que lhe faz lembrar momentos da adolescência”, diz Rosa. Ou pode, simplesmente, se divertir com a situação&#8230;</p>
<p>E para a mulher, qual a vantagem do strip? “Se ela estiver bem consigo mesma, se sentirá desejada, apreciada, o máximo”, responde a psicóloga.</p>
<p><a class="wpgallery" href="http://gloss.abril.com.br/sexo-amor/conteudo/strip-tease-500889.shtml" target="_blank">Fonte</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/osexosentido.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/osexosentido.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/osexosentido.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/osexosentido.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/osexosentido.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/osexosentido.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/osexosentido.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/osexosentido.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/osexosentido.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/osexosentido.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/osexosentido.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/osexosentido.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/osexosentido.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/osexosentido.wordpress.com/407/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=407&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sexosentido/~4/g3Tl3q7B6BU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Doce Submissão – Parte II</title>
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		<comments>http://osexosentido.wordpress.com/2010/04/06/doce-submissao-parte-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 16:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos Eróticos]]></category>
		<category><![CDATA[doce submissao]]></category>

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		<description><![CDATA[- Que você ama e não sabe viver sem! – disse Bruno baixando a mão e seguindo até a sala de jantar, me deixando pra trás com minhas lamentações. Eu, vendo que não adiantaria de nada ficar ali parada fui seguindo Bruno. Logo me sentei e fiquei fitando-o ainda com um olhar de ódio. Bruno [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=405&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>- Que você ama e não sabe viver sem! – disse Bruno baixando a  mão e seguindo até a sala de jantar, me deixando pra trás com minhas  lamentações. Eu, vendo que não adiantaria de nada ficar ali parada fui seguindo  Bruno. Logo me sentei e fiquei fitando-o ainda com um olhar de ódio. Bruno não  se intimidava. Júlia veio servir o almoço, primeiro à Bruno, depois caminhou em  minha direção. Andava de cabeça baixa, mas percebi quando ela levantou a cabeça,  tentando a maior discrição possível, e olhou para os meus seios. Parecia estar  gostando do que via. Eu continuava séria. Júlia desviou rapidamente o olhar, mas  não antes que Bruno tivesse percebido.</p>
<p>- Lê! – olhei para Bruno como quem  pedia para que ele ficasse na dele pois sabia que ele iria aprontar mais alguma.  – Quero que se sente ao meu lado! Júlia, pode transferir o almoço de Letícia  para mais perto, por favor!</p>
<p>Por favor??? Como assim??? Ele nunca usava  por favor para nada. Aliás, era uma palavra que não existia no vocabulário dele.  Senti uma pontinha de ciúmes com aquilo. Me levantei e fui em direção à Bruno.  Júlia dessa vez olhou-me firmemente. Não desviou o olhar um minuto até que eu me  sentasse. Talvez por ter percebido que Bruno estava querendo provocá-la usando  meu corpo para isso. Júlia voltou a servir o almoço e depois se  retirou.</p>
<p>- Só pode estar brincando! – disse eu para Bruno que começou a  rir despreocupado e me gozando pela situação.</p>
<p>- Acho que ela gostou de  você!</p>
<p>- Pelo amor de Deus, Bruno! Ela pode estar ouvindo!</p>
<p>- Que  ouça! Seria muito interessante afinal! – dizia entre risadas fartas de sinismo.</p></div>
<div>- Não vai acontecer, Bruno! – falei visivelmente  irritada.</p>
<p>- Se eu quiser vai! – Bruno falou voltando àquele ar de  seriedade que insistia em torná-lo irresistivelmente sedutor.</p>
<p>Ficamos em  silêncio até o fim do almoço que foi determinado por Bruno já que a tensão do  momento havia me impedido de colocar nem uma garfada sequer de comida dentro da  boca. Bruno só me olhava sem pronunciar uma única palavra. Chamou Júlia que  recolheu todas as coisas da mesa deixando apenas um copo de suco natural de  laranja.</p>
<p>- É falta de apetite ou a ressaca não deixou você comer nada? –  perguntou Bruno de forma irônica.</p>
<p>- Perdi a fome!</p>
<p>- Beba o suco,  será a única coisa que te sustentará até o final da noite!</p>
<p>- Não estou  com sede!</p>
<p>- Não estou pedindo!</p>
<p>Aquele olhar disse tudo. Tomei até  o último gole que desceu rasgando a garganta. Levantamos da mesa e ele, me  pegando pelo braço, me guiou até a sala de estar.</p></div>
<div>- Júlia, termine seus afazeres e depois está dispensada. Nos  veremos amanhã no horário combinado!</p>
<p>- Pode deixar, senhor Bruno! – Júlia  falou retirando as últimas coisas que restavam na mesa e caminhando até a  cozinha.</p>
<p>- Agora somos eu e você! – disse Bruno virando em minha direção.  Me olhou novamente de cima a baixo – está linda! – foi me rodeando até parar  atrás de mim. Percebi que ele havia pego algo que não consegui distinguir  direito. Fiquei tensa. Tentei me preparar mentalmente para o pior mas aquele  local era tão aconchegante que a única coisa em que eu pensava era em me  acomodar em algum cantinho daquele e ficar pertinho de Bruno. Despertei da  imaginação com uma lapada bem forte na bunda provocada por uma  palmatória.</p>
<p>- Aiiiiiiii! – gritei sem me importar que alguém pudesse ter  me ouvido.</p>
<p>- Sem gritos! Não quero ouvir um pio! Lembre-se, você provocou  isso!</p>
<p>- Ma&#8230; mas&#8230; amor, eu não fiz por mal. Já disse! – plaft</p>
<p>-  Silêncio! Cada palavra sua será um castigo a mais! – voltava a me rodear com a  palmatória na mão. Não ousei falar mais nada pois conhecia muito bem Bruno. –  Você tem se comportado muito mal! Me ligar no meio da noite dizendo que só  queria escutar minha voz é uma atitude reprovável! Sabes muito bem que Solange  pode atender a qualquer momento uma dessas suas ligações!</p>
<p>- Não era minha  intenção!</p>
<p>- psiu! – fez Bruno colocando um dedo em minha boca mandando eu  me calar – já disse que quero silêncio aqui! Só eu falo!</p></div>
<p><span id="more-405"></span></p>
<div>Bruno saiu em direção à porta da sala e a fechou. Chegou perto  da mesa e acionou um botão que estava embutido nela. Lentamente eu percebi  descendo do teto duas correntes ligadas por uma só conexão de aço aparentemente  forte. Bruno seguiu em direção à um armário trancado como um cofre. Digitou  alguns números e logo o armário estava se abrindo. Eu estava meio de lado e não  dava para observar direito o que estava dentro do armário, então me esquivei um  pouco e levei um susto com a visão que tive. Vacilei, sai do lugar em que eu  estava e fui direto em direção à porta da sala. Coloquei a mão na fechadura mas  a porta estava trancada. Olhei para Bruno com um medo que nem eu pensava que um  dia teria dele mas que se explicava facilmente se levássemos em conta os artigos  que eu viu dentro daquele armário.</p>
<p>Eram chicotes de todos os estilos e  tamanhos; coleiras, algumas com umas pontas finas e longas; algemas variadas;  alguns ferros de tamanhos diferentes; agulhas cirúrgicas; entre outras coisas  que transformavam aquele local aconchegante em um dungeon de serial  killer.</p>
<p>- Não precisa se preocupar! Não usarei nada que você não queira  ou não se sinta à vontade! – disse Bruno vindo em minha direção</p>
<p>- Bruno,  o que pretende?</p>
<p>- Diversão!</p>
<p>- Por favor, Bruno, não me machuque!</p></div>
<div>- Você gosta disso! – falando isso, Bruno me segurou pelos  braços e foi me levando para o meio da sala onde estavam as correntes  penduradas. Ali fiquei, esperando o próximo passo de Bruno. Confrontada pelo  medo e pelo desejo que sentia em meio a tantos avisos de perigo que eu fingia  não perceber. Bruno voltou com um daqueles ferros, um dos maiores que haviam  dentro do armário. Prendeu-o com as duas correntes que desciam do teto, deixando  a figura inteira formar um triângulo no ar. Segurou novamente meus braços e  levantou primeiro o direito, prendendo-o na algema que ficava em uma das pontas  do ferro. Repetiu o processo com o braço esquerdo. Meu coração palpitava tanto  que parecia que ia sair de dentro de mim a qualquer momento. Bruno então se  afastou e ficou reparando aquilo que ele chamava de obra prima: eu acorrentada,  completamente indefesa.</p>
<p>Bruno chegou mais perto e começou a deslizar suas  mãos sobre meu corpo. Parava nos seios, aproximava o rosto, lambia, mordia.  Passava as mãos nas minhas costas, tateava calmamente cada pedacinho meu.  Deslizou os dedos pela minha bundinha, tocou meu buraquinho, pressionou com um  dedo mas não penetrou. Veio por trás de mim, me abraçou e desceu com uma das  mãos pelo meu quadril, deslizando e tocando minha virilha. Com a outra mão  tocava meus seios, apertando-os com sofreguidão. Enfiou um dedo em minha xaninha  e sentiu ela molhadinha. Sussurrou no meu ouvido:</p>
<p>- Deve estar adorando  tudo isso, não é mesmo minha cadelinha?</p></div>
<div>Não respondi mas estava realmente uma delícia. Se aquilo fosse  um castigo minha regra dali em diante seria desobedecê-lo sempre. Não sabia que  o mal ainda estava por vir.</p>
<p>Bruno parou de me tocar e se afastou. Foi em  direção ao armário de onde voltou com um chicote diferente nas mãos. Não era  muito grande mas era bastante grossa em comparação as outras. Deu a volta e  tornou a ficar atrás de mim. Eu tentava sem sucesso algum olhar para  Bruno.</p>
<p>- tisc, tisc, tisc. Deveria me ouvir mais minha doce cadelinha!  Quando eu falar a partir de hoje, você vai aprender a  obedecer!</p>
<p>PLAFT&#8230;</p>
<p>Amoleci o corpo mais por conta do susto, mas a  dor também havia sido imensa.</p>
<p>PLAFT&#8230; PLAFT&#8230; PLAFT&#8230;  PLAFT&#8230;</p>
<p>- Chega! Não faz isso!</p>
<p>- Dói minha cadelinha? –  perguntou sem esperar resposta.</p>
<p>PLAFT&#8230; PLAFT&#8230;</p>
<p>- Dói!!! Dói  muito!!! Não faz, por favor!!!</p>
<p>- Já quer que eu pare?</p>
<p>Aquela  pergunta soava estranho demais. Talvez se ele parasse não iria mais longe por  minha causa. Não poderia deixar que ele desistisse de mim. Então fiz que não com  a cabeça e ele continuou.</p></div>
<div>PLAFT&#8230; PLAFT&#8230; PLAFT&#8230; PLAFT&#8230; PLAFT&#8230; PLAFT&#8230;</p>
<p>-  Quem manda nessa relação?</p>
<p>- O Senhor! – falei já com lágrimas escorrendo  pelo meu rosto.</p>
<p>- Quem dita as regras?</p>
<p>- O Senhor! – e as  lágrimas não cessavam, meu corpo amolecia.</p>
<p>- ainda quer que eu  pare?</p>
<p>- Só se o Senhor desejar!</p>
<p>- É assim que eu gosto! Minha  cadelinha se comportando! É assim que vai ser daqui pra frente se ainda me  quiser do seu lado!</p>
<p>- Eu quero amor!</p>
<p>- Então esquece esse tal de  Carlos!</p>
<p>Fiquei sem palavras na hora. Porque eu deveria esquecer Carlos se  ele não pretendia esquecer a noiva dele?</p></div>
<div>- Pelo visto isso não vai ser uma tarefa fácil pra mim, não é  mesmo Lê?! – falou Bruno meio frustrado ao me ver relutar contra a resposta que  ele gostaria de ouvir.</p>
<p>- Vai esquecer Solange?</p>
<p>- Isso é diferente!  Sou noivo da Solange. É assim que tem que ser!</p>
<p>Achei estranho Bruno falar  daquela forma sobre o noivado dele. Não tinha um brilho nos olhos. Parecia até  descontente com aquela situação. Era a primeira vez que via Bruno se expressar  daquela forma ao citar o noivado com Solange, porém resolvi não questionar mais.</p>
<p>- Então assim será, Bruno! Não me peça para esquecer  Carlos!</p>
<p>Falava aquilo mais para Bruno entender que eu não seria eterna e  exclusivamente dele. Que um dia eu poderia conhecer alguém que me encantaria e  que formaria comigo uma família, ou algo do tipo. A verdade era que eu e Carlos  estávamos nos aproximando agora e nem sabíamos no que ia dar aquele  envolvimento. Não era algo com que Bruno devesse se preocupar naquele momento, a  não ser que o envolvimento viesse a se transformar num relacionamento.  Será?</p>
<p>Bruno passou a mão pelo meu corpo e massageou todas as partes  afetadas pelo chicote.</p>
<p>- Iria adorar ver as marcas que deixei!</p>
<p>-  Me mostra! – abri um sorriso tímido para Bruno que saiu para guardar o chicote e  voltou com um espelho de tamanho mediano. Não pude ver tão bem as marcas, mas  percebi rastros de sangue em algumas. Era uma delícia ver o que as mãos de Bruno  poderiam fazer com meu corpo. Adorava ser sua “escrava sexual”, um verdadeiro  brinquedinho nas mãos dele. E tinha que admitir, Bruno sabia exatamente como eu  gostava de ser tratada quando estava com ele.</p></div>
<div>Bruno encostou o espelho de lado e voltou a massagear os vergões  em minhas costas e na minha bunda. Tocava deliciosamente as feridas. O contraste  de dor e carinho me fazia suspirar. Fez isso por algum tempo até perceber que eu  já estava relaxada, foi quando de repente descarregou um tapa em minha bunda com  uma intensidade violenta.</p>
<p>- Aiiiiiiiiii!!!! &#8211; gritei</p>
<p>- Pensou que  era só aquilo?</p>
<p>- Certamente que não! – respondi injuriada</p>
<p>- Sabes  que podes me parar quando quiseres!</p>
<p>- Seu cínico!</p>
<p>- Sua puta! –  Bruno falou enquanto acertava um tapa em meu rosto.</p>
<p>- Toda sua! – não  consegui outra resposta quando o ouvi me chamar de puta. Adoro palavrões numa  hora dessas. Era um dos meus pontos fracos que ele conhecia muito  bem.</p>
<p>Bruno segurou meu rosto pressionando seus dedos em minhas bochechas  me deixando com um biquinho forçado no rosto.</p>
<p>- Me prova!</p>
<p>Com toda  a dificuldade do mundo, pois ainda estava com os braços pendurados naquele  ferro, eu me inclinei o máximo que pude e comecei a provocar Bruno. Rebolava, me  contorcia, chamava por ele, xingava ele enquanto ele se encostava no meu corpo  tentando sentir cada rebolada que eu dava. Bruno veio pra trás de mim e segurou  na minha cintura puxando meu corpo contra o dele me fazendo ficar mais inclinada  ainda. Percebi toda a excitação dele pelo volume que eu senti enquanto ele  tentava me encoxar.</p>
<p>- Come meu cuzinho, vai?!? – pedi a Bruno enquanto  começava a me esfregar freneticamente em seu corpo.</p></div>
<div>- E o dominador é dominado! – sussurrou Bruno enquanto tirava o  pau pra fora – toma minha vadiazinha! – estocou de uma só vez e eu, apesar de já  estar bastante relaxada e excitada senti cada pedacinho daquela vara imensa  entrando em meu cuzinho. Foi algo que posso descrever como uma explosão de  prazeres. Bruno começou aquele vai e vem delicioso. Primeiro devagar, depois foi  aumentando a intensidade. Passava as mãos pelo meu corpo todo e me dizia  besteiras a todo o tempo. Me sentia usada e adorava isso. Eu ali, presa, corpo  inclinado, braços pra cima, sem roupas, sem pudores, dentro de um local que a  princípio aparentava ser um escritório mas que havia se transformado no dungeon  mais estiloso do mundo, as mãos de Bruno, seus sussurros&#8230; poderia morrer ali  mesmo&#8230; e creio que a única possibilidade da causa para a morte seria o  prazer&#8230; prazer intenso que ele me proporcionava&#8230; gostoso&#8230; demorado&#8230;  tenso&#8230; forte&#8230; não resistiria por muito tempo&#8230;</p>
<p>- Gosta de ver seu  dono arrombando esse cuzinho, né minha cadelinha! – sussurrava em meu ouvido  enquanto fodia meu cuzinho enfiando aquele membro grosso até o talo.</p>
<p>-  Mete, amor! Mais! – falava desconexamente enquanto sentia meu cuzinho ficando  quente a cada estocada. Ia me contorcendo, gemendo, sentia meu cuzinho  pressionando o pau de Bruno&#8230; e ele foi se apertando mais e mais&#8230; e ficando  mais quente cada vez mais&#8230; e Bruno colocava todo o seu peso contra meu  corpo&#8230; mexia seu pau dentro do meu cuzinho&#8230; até que&#8230;</p>
<p>-  Ainnnnnnnnnnnnnnnnn&#8230;&#8230; uhhhhhhhhhhhhh&#8230;.. – pensei que não fossem parar os  espasmos de prazer, ouvi Bruno gozar e depois não vi mais nada. Meu corpo foi  amolecendo até não restar mais nada, nem mesmo minha consciência pois fui  perdendo os sentidos.</p></div>
<p>Acordei no tapete da sala usando apenas a coleira que Bruno me dera no nosso  segundo encontro. Ela era linda e eu adorava usá-la. Éramos os dois bibelôs de  Bruno. Olhei à minha volta procurando por ele e inclinando meu pescoço quase  todo pra trás pude vê-lo me observando. Ia me levantar, mas Bruno me  interrompeu.</p>
<p>- Continue onde está! A visão é perfeita  daqui!</p>
<div>Bruno não precisou falar duas vezes. Voltei à posição em que  estava e ali fiquei. Aquele tapete era uma fofura, super aconchegante e, pra  falar a verdade, eu não estava nem um pouco a fim de levantar. Ficamos ali por  um bom tempo naquelas posições que juntas formariam um quadro perfeito. Eu toda  encolhidinha depois de um dia de amor tórrido, Bruno sentado naquele sofá  segurando seu uísque e toda aquela calmaria que sondava aquela sala. O silêncio  estava adorável, diria até perfeito se não tivesse sido interrompido pelo toque  do meu celular. Bruno olhou para o celular que estava a poucos centímetros dele,  na mesinha ao lado do sofá em que ele estava, e logo depois se voltou para mim.  Calmamente ele largou o copo de uísque em cima da mesinha e pegou meu celular.  Cheguei a sentir um frio na espinha vendo aquela cena, já até imaginava quem  seria mas desejava estar errada, pois logo imaginei Bruno travando uma luta  terrível comigo me induzindo a ser cruel com a pessoa do outro lado da linha.  Quando percebi a inquietude de Bruno ao ver quem estava ligando logo deduzi, era  Carlos. Bruno mordeu o lábio inferior visivelmente confuso. O celular continuava  tocando.</p>
<p>- Ele é insistente. – disse Bruno quase para si mesmo enquanto  se levantava do sofá. Começou a andar de um lado pro outro e o telefone  continuava alarmando. Abaixou-se ao meu lado e me entregou o celular  relutantemente.</p>
<p>- Atenda!</p>
<p>Segurei o celular, fitei Bruno por  alguns instantes e depois atendi.</p>
<p>- Oi Carlos!</p>
<p>- Coloque no  viva-voz!</p>
<p>Obedeci e logo Bruno também ouvia tudo o que Carlos falava. Sua  aparência não era uma das melhores, por mais que ele tentasse evitar pude  perceber o quanto ele havia ficado chateado com aquela ligação.</p></div>
<div>- Oi Letícia. Como você está?</p>
<p>- Tudo bem, e  você?</p>
<p>- Sabe, fiquei aqui pensando em mil e uma desculpas que eu pudesse  inventar pra justificar minha ligação tão rápida, mas não consegui pensar em  nada que soasse tão verdadeiro quanto à simples verdade.</p>
<p>- Carlos, está  tudo bem? – perguntei meio sem entender todas aquelas palavras.</p>
<p>- Está,  Letícia. Está tudo bem. Melhor agora ouvindo a sua voz.</p>
<p>- Carlos,  desculpe, não posso demorar ao telefone. Estou meio ocupada no momento. – não  quis ser grossa com ele, mas ver as reações de Bruno a cada palavra que Carlos  dizia já estava me deixando amedrontada. Pretendia terminar logo aquela conversa  e ligar para Carlos me justificando em outra hora.</p>
<p>- Tudo bem. Eu ligo  em outra hora.</p>
<p>- Não! Continue a conversa! – ordenou Bruno em meu  ouvido.</p>
<p>- Carlos, pode falar. Só não posso demorar muito, mas estou  ouvindo. – falei ainda receosa. Bruno me lançava olhares fulminantes, pude  perceber suas mãos trêmulas enquanto ouvia a conversa.</p>
<p>- Então não vou me  prolongar muito. Pensei em muitas coisas pra dizer, mas o fato é que&#8230; – Carlos  falava com um desejo perceptível e de forma carinhosa. Estava adorando ouvir  suas doces palavras, queria mais. Queria tanto que chegou a fugir da minha  cabeça que Bruno estava ali, tão perto, ouvindo tudo e prestando atenção em  todos os meus movimentos faciais. Acho que tentava captar minhas reações às  palavras de Carlos.</p>
<p>- Carlos???</p>
<p>- O fato é que não consigo te  tirar da cabeça desde ontem à noite! Pra todo lugar que olho vejo o brilho dos  teus olhos. Seu cheiro ainda está em mim e nos meus pensamentos. Seus sussurros.  Seus gemidos. Não sei definir o que seja esse sentimento, mas sei que não quero  deixar de tê-lo. Melhor, Letícia quero tê-la sempre por perto! Quando posso te  ver novamente?</p></div>
<div>
<div>Quase fiquei sem ar ouvindo aquela declaração toda. Bruno me  olhava contrariado. Ficamos os dois paralisados e sem palavras. Por algum  momento um silêncio gritante tomou conta da sala. Era óbvio em meu rosto que  aquela declaração havia mexido com todos os meus sentimentos, me provocado as  mais variadas sensações possíveis. E em Bruno não foi diferente, seu olhar era  de uma tristeza tão profunda que eu evitei confrontá-lo. Não disfarcei a alegria  que senti, mas tive cautela, na verdade não entendia como Bruno podia guardar  aquele amor que ele demonstrava sentir por mim e no fim de tudo não querer  assumir que o relacionamento dele estava afundando e que eu era a pessoa que  completava ele. Já o havia questionado o bastante. Não viveria o resto da minha  vida esperando que Bruno tomasse uma atitude e resolvesse ficar comigo. Mesmo  vendo o desgosto de Bruno, retornei ao telefone e respondi a Carlos:</p>
<p>-  Estarei fora por uma semana por conta do meu trabalho. Retornarei na  sexta-feira. Te ligo quando já estiver em casa, tudo bem? – enquanto falava isso  Bruno se levantou e caminhou para fora da casa. Estava meio desnorteado, mas  deve ter percebido que não poderia mais me impedir.</p>
<p>- Saberei esperar o  tempo que for necessário, Letícia! Mas aguardarei sua ligação  ansiosamente!</p>
<p>- Até breve, Carlos! – falei isso prestando mais atenção na  porta da sala que se fechava com Bruno do lado de fora do que no telefonema. Uma  sensação de entusiasmo e tristeza me inundava por dentro enquanto meus  pensamentos se fundiam entre a paixão de Carlos e o amor que eu sentia por  Bruno.</p></div>
</div>
<div>
<div>Assim que desliguei o telefone fui atrás de Bruno. Abri a porta  e só vi o carro do lado de fora, com certeza ele deveria ter ido dar uma volta  pra se acalmar. Como já estava tarde e eu continuava nua resolvi esperar por ele  dentro de casa mesmo. Encostei a porta e subi para o quarto, precisava de um  banho para relaxar. Tirei a coleira que estava usando, a coloquei em cima da  cama e fiquei contemplando-a por alguns segundos. Era linda! Feita de couro  cravejado com alguns diamantes que formavam nossos nomes e uma presilha de prata  com uma pequena argolinha que Bruno usava para prender correntes quando desejava  me conduzir como uma cadelinha. Um dos atos típicos praticados por  D/s.</p>
<p>Ouvi um barulho lá em baixo, o que me despertou das lembranças boas  que estava tendo enquanto olhava a coleira. Deveria ser Bruno voltando de sua  caminhada. Peguei a toalha e fui direto pro chuveiro numa tentativa de fugir de  uma conversa que teríamos que ter mais cedo ou mais tarde. Não prestei atenção  se ele havia subido ou não, estava adorando a sensação da água caindo sobre meu  corpo lavando as feridas de fora e de dentro da minha alma. Deixei cair bem  massageando meu corpo com a esponja banhada no sabonete líquido que tinha o  cheirinho do Bruno. Quando terminei só peguei a toalha e saí secando meus  cabelos.</p></div>
</div>
<div>
<div>Entrando no quarto dei de cara com Bruno sentado na beirada da  cama e segurando a coleira com as duas mãos, passando os dedos em cima dos  diamantes que marcavam meu nome. Não desviou para me olhar, também não fiz  questão de encará-lo. Virei para o espelho e comecei a pentear meus cabelos. Vi  Bruno me olhando pelo reflexo do espelho, deveria estar passando um turbilhão de  coisas na cabeça dele também. Ele se levantou e caminhou pensativo pelo quarto,  que era imenso. Eu apenas o observava pelo espelho.</div>
</div>
<div>Bruno chegou perto de mim trazendo a coleira em suas mãos.  Chegou por trás, baixou meus braços e tirou a escova da minha mão. Senti uma das  mãos de Bruno (a que estava com a coleira) deslizando pela minha nuca e a outra  segurando meus cabelos. Foi descendo com a mão passando a coleira pelos meus  seios enquanto a outra puxava fortemente meus cabelos para cima fazendo com que  eu abaixasse um pouco a cabeça. Senti seu corpo me pressionar contra a  penteadeira e sua respiração na minha nuca, ele estava ofegante. Soltou meus  cabelos fazendo-os cair para frente, tampando meu rosto. Passou a coleira pelo  meu pescoço e segurando com as duas mãos foi apertando vagarosamente. Eu estava  quase ficando sem ar então, com uma de minhas mãos puxei a coleira pra frente na  tentativa de afrouxá-la um pouco, mas Bruno não deixou. Ao mesmo tempo em que  pressionava meu corpo contra a penteadeira ia apertando cada vez mais a coleira  em meu pescoço, eu já estava ficando vermelha então comecei a me debater  tentando me livrar das mãos de Bruno. Ele começou a passar a língua pelo meu  rosto fazendo a tonalidade do meu rosto, que estava vermelho, ficar ainda mais  evidente. Debatia-me o tempo todo, tentava puxar o ar que entrava com  dificuldade, quase nada. Bruno segurou a coleira com uma das mãos e com a outra  empurrou meu corpo contra a penteadeira, fiquei inclinada e ele por trás.  Tentava empurrá-lo com minhas mãos pra trás, hora segurava a coleira tentando  puxá-la hora tentava afastá-lo de mim até que vi Bruno colocando aquele mastro  delicioso dele pra fora. Ele segurou minhas mãos e com seu pau latejando enfiou  diretinho na minha xaninha. Quando fez isso Bruno relaxou a coleira e eu dei um  suspiro profundo tentando recuperar todo o ar que faltava dentro de mim.</div>
<div></div>
<div>
<div>
<div>- Seu desgraçado! Você quer me matar? – gritei para Bruno como  uma louca, tentando afastá-lo de mim.</p>
<p>- Quero te matar de prazer, meu  amor! – disse Bruno enquanto começava a acelerar os movimentos que fazia com o  pau todinho enfiado em minha xaninha. Eu até queria me distanciar dele, mas  Bruno exercia um poder sobre mim que nem eu mesma conseguia explicar. Era uma  coisa psicológica, ele simplesmente conseguia me manipular apenas com um olhar.  Foi enfiando e me segurando contra seu corpo. Aquela pressão era deliciosa. O  pau dele todo enterrado em mim era delicioso e eu percebia porque nunca  conseguia dizer não para ele. Comecei a me rebolar também e me virei para  procurar os olhos de Bruno que não segurava mais meus braços. Ele me pegou pela  cintura e me levou até a base da penteadeira onde me sentei e abri minhas pernas  para Bruno o máximo que consegui. Ele parou por um instante e ficou apreciando  minha bucetinha lisinha na frente dele, depois veio com tudo e começou a chupar  deliciosamente. Sugava todo líquido de prazer que saia dela. Enfiava a língua  pelo meu canal vaginal e depois saia chupando. Eu me contorcia buscando  aprofundar mais, então Bruno se levantou e começou a bater o pau dele na minha  xaninha que foi ficando vermelhinha e inchada de excitação. Bruno forçou a  entradinha devagarzinho e quando dei por mim ele já estava com o pau todinho  enfiado nela. Eu o abracei por cima dos ombros dele e pude sentir aquele corpo  gostoso e definido roçando contra o meu, rebolei mais ainda. Sentia aquele  membro delicioso pulsar dentro de mim quase me rasgando por dentro, meu corpo  estremecia. Bruno mexia num frenesi alucinante.</p></div>
</div>
<div></div>
<div>- Goza, minha cadelinha! Goza no meu pau vai! – dizia Bruno  enquanto chupava o lóbulo da minha orelha. Não pude resistir àquela voz doce e  suave falando diretinho no meu ouvido lançando aquele hálito delicioso e quente,  me arrepiei todinha, pressionei meu corpo contra o de Bruno e soltei um gritinho  tão fino que quase não saiu da boca. Gozei e rebolei extasiadamente. Bruno me  desceu da penteadeira, me curvou contra ela e enfiou seu mastro macio e quente  todinho dentro da minha xaninha. Eu remexia naquele pau gostoso quando ele  agarrou meus cabelos e, numa estocada profunda, gozou deixando escapar um gemido  grosso mas suave de seus lábios enquanto deixava o corpo cair relaxado sobre o  meu me abraçando com uma mão na minha barriguinha e outra em um dos meus  seios.</p>
<p>Ficamos ali por pouco tempo. Bruno logo me soltou e saiu pro  banheiro sem dizer uma só palavra. Apenas me lançou o olhar mais frio do mundo  enquanto fechava a porta. Sabia que alguma coisa estava errada. Mas não  perguntaria naquele momento. Estava tão cansada, não só pelo momento, mas também  pelos fatos ocorridos durante o dia todo, que me joguei na cama e logo adormeci.  Não vi nem falei mais com Bruno aquele dia.</p></div>
</div>
<div style="text-align:center;"></div>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Continua no próximo post</span></h2>
<p><span style="color:#ff0000;"><br />
</span></p>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 18:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div>Eu sempre era pega de surpresa por ele. Apesar de já estar acostumada, o frio na barriga sempre vinha. Talvez porque ele nunca era previsível, sempre tinha um ar de mistério no rosto e um novo truque nas mangas&#8230;.</p>
<p>Era tarde da noite, estava voltando de um happy hour com as amigas. Roupa simples, um vestidinho leve e soltinho, pois estava fazendo muito calor. Salto alto, era sempre como eu andava. O decote na parte de trás do vestido era do comprimento dos meus cabelos que beiravam a altura dos seios, quase imperceptível pois meus cabelos soltos cobriam a maior parte do decote. Eu já estava meio alta pois havia bebido um pouquinho além da conta, porém nada que um cafezinho quente não resolvesse.</p>
<p>Não fui de carro pois sabia que beberia a mais naquele dia, então fui de carona com a bola da vez, uma amiga nossa que nunca gostou de beber. Estávamos chegando perto do meu apartamento, então pedi que ela parasse o carro na esquina da quadra para não precisarem perder muito tempo entrando lá. Disse à elas que o apartamento estava próximo e não seria necessário que esperassem que eu entrasse no condomínio pois ainda não estava tão tarde assim. Então elas seguiram o caminho delas e eu o meu.</p>
<p>Confesso que aquele vestidinho provocante que eu estava, bem coladinho no corpo, não ajudava em nada o meu estado naquele momento. Seja qual fosse a hora, com certeza haveria riscos. Eu estava indefesa e seria uma presa fácil pra qualquer um que passasse.</p>
<p>Bom, como havia me divertido muito naquela noite, conhecido várias pessoas e beijado muito, não estava esperando mais por ele. Não naquela noite. Ele era um homem comprometido e assim como eu, era uma pessoa muito atarefada. Quase não tínhamos tempo de nos encontrar. Sabia muito bem de como ele gostava que fossem nossos encontros, às surpresas. Porém naquela noite eu realmente não esperava encontrá-lo, muito menos daquela forma. Mas foi inevitável.</p></div>
<div>
<div>Andando em direção ao meu apartamento percebi que a portaria já estava fechada. O segurança com certeza deveria estar tirando o seu &#8220;cochilo&#8221; costumeiro. A escuridão não estava me dando medo mas como não podemos facilitar nos dias de hoje, eu seguia olhando para todos os lados. Porém foi tudo muito rápido, num momento mínimo de distração e eu já estava em seus braços. Ele havia me pego por trás, não tive tempo de olhar na hora e duvidava muito que fosse Bruno pois nem havíamos nos falado pela manhã. De repente me vi em desespero, estava acostumada a pertencer à Bruno de diversas formas possíveis, mas à um desconhecido? Não! Não poderia ser assim! Me senti completamente fora do controle. Senti minhas mãos sendo amarradas por trás do meu corpo e o resto da corda envolvendo minha cintura. Meu cabelo sendo puxado para trás e eu sem nenhum sucesso tentava olhar as mãos do meu mais novo algoz. Ainda tentava descobrir se não seria o Bruno e mais uma de suas surpresas, porém ele percebeu a minha tentativa de olhar para alguma parte do corpo dele e me deu um forte tapa no meu rosto fazendo com que eu quase perdesse os sentidos. Talvez nem tanto pela força do tapa mas também pelo fato de eu não estar tão em mim naquela hora e de já ter bebido além da conta. Fraquejei. Desejava muito que fosse Bruno e não outra pessoa. Estava realmente com um medo imenso imaginando o que seria de mim dali pra frente. Se estivesse mesmo nas mãos de um estranho eu, além de tudo que poderia passar, estaria correndo risco de vida.</p>
<p>Suas mãos percorriam meu corpo e me apertavam de um jeito que me deixava estranhamente alucinada. Aquela forma de me tocar era igual a de Bruno. Mas porque ele não havia entrado em contato comigo antes? Não poderia ser ele!</p></div>
<div><span id="more-403"></span></div>
<div>
<div>O estranho me puxou pela corda que prendia meus braços e foi me arrastando pra trás, para nos aproximarmos do carro. Por um instante consegui desviar o olhar e logo pude ver o carro de Bruno. Uma sensação de alívio repentino fez com que eu amolecesse o corpo e quase caísse nos braços dele. Só consegui sussurrar algumas palavras naquele momento:</p>
<p>- Bruno, é você meu amor?</p>
<p>E só ouvi como resposta sua voz firme e num tom sério:</p>
<p>- Você traiu minha confiança!</p>
<p>Pronto, fiquei sem palavras no momento. Estava pensativa. Como eu poderia ter traído a confiança dele? Era impossível isso acontecer. Primeiro porque não tínhamos compromisso sério um com o outro, daqueles que cobram fidelidade. Segundo porque só se trai a confiança de um dom se um dia nos comprometermos com outro, ou se servirmos à outro sem o consentimento do primeiro, ou ainda assim se mentirmos ou omitirmos algo, fora isso nada seria injustificável. Realmente não estava entendendo. Mas estava muito receosa com o que podia estar por vir. Se eu conhecia bem Bruno, saberia que àquele dia não seria um dos melhores dos nossos dias juntos.</p>
<p>Ele sempre foi um dom sério, obstinado, firme nos seus comandos, não costumava voltar atrás em nada. Além de tudo isso costumava demonstrar ser uma pessoa bem ciumenta e possessiva. Apesar de nunca ter passado dos limites eu ainda assim sentia um medo indescritível quando estávamos sozinhos, porém era este sentimento que me mantinha sempre aos pés de Bruno. Este ar misterioso que ele tinha, este jeito possessivo, sério porém carinhoso, tudo isso me levava à loucura. E Bruno sabia usar muito bem isso à favor dele. Sabia que aquele jeito sedutor me fazia querer sempre ele, cada vez mais e mais. O desejava tanto que abria mão de muitas coisas para podermos viver este nosso, digamos, relacionamento.</p></div>
<div>
<div>Bruno não me proibia de encontrar e sair com outras pessoas. Tínhamos nossas vidas pessoais e sociais distintas. Ele e a vida dele com a noiva, e eu e minha vida com meus namoros passageiros e ficantes variados. Ele não gostava muito dos meus envolvimentos com outros homens, mas estava aí uma coisa que ele não podia questionar. Eu era livre para isso, e tinha que ter minha vida social por fora já que não poderia formar uma com ele que não pensava em momento algum em terminar com a tal noiva. Na verdade eu já tinha até me acostumado com isso. Ser &#8220;a outra&#8221; daquela forma para mim era muito conveniente. Bruno me seduzia e muito, mas nunca fiz planos de ter uma vida com ele, pelo contrário, gostava de separar esse estilo de vida do meu mundo pessoal. Era muito gostoso e emocionante, era como ter duas vidas e vivê-las de uma forma só, à minha maneira. Não estava disposta a mudar isto.</p>
<p>Ainda intrigada com a frase dita por Bruno resolvi que não esperaria por uma resposta mais clara, iria questioná-lo até que falasse de uma vez por todas o que estava acontecendo.</p>
<p>- Bruno, não entendo, como eu posso ter traído a sua confiança? Eu não fiz nada. Não que eu saiba e, pelo visto, nem o Senhor sabe!</p>
<p>- Como ousa me desafiar dessa forma?</p>
<p>- Não estou desafiando, amor! Estou cobrando uma resposta para estar agindo assim. Sabe que eu morro de tesão quando faz isso, mas só quando sei os motivos mesmo que não seja nada demais. Assim, sem motivos e com esse jeito que o Senhor está hoje, está me deixando com medo.</p>
<p>- Sabe que não farei nada que você não queira, não sabe?</p>
<p>- Sabe que quero tudo o que vem do Senhor, não sabe?</p>
<p>- Não responda minhas perguntas com outras perguntas! Diga somente: &#8220;Sim Senhor!&#8221; ou &#8220;Não Senhor!&#8221;. Fui claro?</p>
<p>- Descul&#8230; quer dizer&#8230; sim Senhor!</p>
<p>- Quer uma resposta, não é mesmo minha cadelinha?! Então escuta o que vou te dizer!</p></div>
<div>
<div>Falando isso, Bruno me colocou de joelhos no chão de uma forma tão brusca que cheguei a sentir uma dor que parecia vir de dentro, como um choque. Fiquei ali, do jeito que ele havia me deixado.</p>
<p>- Olhe para baixo!</p>
<p>Obedeci. Tentando ainda entender seus motivos e buscando lá no fundo da minha memória encontrar algo que eu tivesse feito e talvez pudesse tê-lo deixado magoado ou algo parecido, mas nada. Tudo parecia sem sentido. E Bruno então começou com seu discurso:</p>
<p>- Letícia, não estou aguentando mais! Sei que não combinamos isso mas é impossível eu evitar. Sei que pode não parecer, mas eu gosto muito de você. E não gosto quando a vejo com outras pessoas. Você está desrespeitando o nosso trato. Combinamos que poderia ficar com quem quisesse e até que poderia namorar se assim fosse do seu desejo, porém combinamos também que não faria nada disso na minha frente!</p>
<p>Estranhei muito aquela situação. Sabia que ele gostava de mim, mas não daquela forma, com aquela intensidade. E confesso que apesar do medo que sentia, estava gostando muito de tudo aquilo.</p>
<p>- Bruno, você tem a sua vida e eu a minha. Combinamos assim e nunca deixei transparecer nada quando estamos juntos. Mas quando saio tenho todo o direito. Eu não sou a sua noiva. Eu sou seu brinquedinho. Gosto que você me use, mas não estou a fim de cobranças!</p>
<p>- Se assim quer, assim será!</p>
<p>Bruno fez menção de soltar minhas amarras e uma angústia enorme tomou conta do meu coração. Sabia que ele não gostava de levar desaforo. Se estava me soltando era porque iria embora e talvez não voltasse nunca mais. Tinha que tomar uma atitude para não deixar que aquilo acontecesse. Eu ainda precisava muito dele, na verdade eu o amava tanto quanto ele dizia me amar. Definitivamente não poderia viver sem ele. E isso talvez significasse perder por completo a minha liberdade que eu tanto prezava.</p>
<p>- Senhor, me perdoa! Não foi o que quis dizer!</p></div>
<div>
<div>Bruno parou de soltar as amarrações. Parou por um instante e me olhou com o ar mais sedutor do mundo, deu um sorrisinho sacana de lado, quase imperceptível naquela boquinha maravilhosa que me deixava super excitada.</p>
<p>- Eu sabia que não estava falando sério! Tem que aprender que meus desejos são uma ordem. Se não aceita isso, terá que aprender a viver sem me ter ao seu lado.</p>
<p>Me subiu o sangue naquela hora. Fiquei com muita raiva. Como ele poderia ter sempre o controle da situação? Porque ele sempre estava com a razão? Que dominação era essa que me deixava no chão sem ao menos tocar em mim. Ele estava fazendo de propósito, só podia. Sabia que meu maior pesadelo seria um dia deixar de pertencer a Ele. Seria não ter mais aquele corpo junto ao meu. Aliás, corpo que ele preservava muito bem, e se sentia orgulhoso por isso. Fazia o tipo sarado, apesar de ser 8 anos mais velho que eu (que já estou com 22) ele não deixava isso aparentar nem um pouco, nem no corpo, nem no estilo, nem no jeito de ser. Era um eterno garotão.</p>
<p>Até quis revidar o que ele havia dito, mas estava sem forças, e na verdade não era o que eu queria. Eu realmente gostava de estar nas suas mãos.</p>
<p>- Amor, só me conte o que eu fiz para eu poder entender e não repetir. O Senhor falou sobre várias coisas, mas ainda não achei meu erro.</p>
<p>- Fui te buscar depois do Happy Hour com suas amigas. Cheguei um pouco cedo e te vi saindo de lá acompanhada.</p>
<p>Ah, agora havia entendido tudo. No meio da farra eu encontrei um velho amigo que não via há muito tempo. Foi com ele que sai pra fora por alguns instantes. Estava tão fora de mim que não pensei que alguém poderia estar vendo. Na verdade estava totalmente maluca, pois nessa saída acabei ficando com este meu amigo. E não ficamos só nos beijos não, passamos da conta.</p></div>
<div>
<div>Nós estávamos ao lado da churrascaria, num local mais escondido. Porém nem tão escondido assim pois quem passasse por lá poderia ver eu e ele nitidamente, como aconteceu aliás.<br />
Num cantinho, cheios de tesão, meio altos não sabíamos se por conta da bebida ou pelo desejo que estávamos sentindo naquele momento. Ele tocava meu rosto, puxando pra perto dele, sugando meus lábios com toda a intensidade que ele podia. Colocava a língua dentro da minha boquinha e saia de leve tocando meus lábios terminando com leves mordidinhas entre um suspiro e outro. Já estava toda molhada de tesão. Ele também não conseguia esconder mais o tesão já que seu pau latejava por dentro da calça e, de tão duro que estava já ficava bem evidente, me fazia delirar só de olhar aquele volume todo por dentro da calça do meu amigo. Ele também não estava se contendo. Deslizou as mãos pelos meus ombros passando por trás e alcançando minha bundinha empinada. Deu um aperto tão forte nela que eu quase dei um grito, não de dor, mas de prazer. Ele viu que eu estava gostando e continuou com as carícias, dessa vez um pouco atrapalhado foi descendo as mãos pelas minhas pernas, no fim só as tocava com a pontinha dos dedos me fazendo sentir um friozinho delicioso na barriga. Com uma das mãos, ele foi levantando de leve meu vestido, foi seguindo as curvas da minha bunda até que com a pontinha do dedo indicador ele pode sentir o quanto ele estava me deixando maluca. Resmungou no meu ouvido:</p>
<p>- Se soubesse que conseguiria te deixar desse jeito já tinha tentado antes.</p>
<p>- Seu cachorro! &#8211; foi a única coisa que consegui balbucilar na hora. Estava totalmente trêmula, aquele calor do momento não estava me deixando aguentar nas minhas próprias pernas. Mais um suspiro dele no meu ouvido:</p>
<p>- Vem!?! Deixa eu sentir você!</p></div>
<div>
<div>Me derreti toda. Ele que já estava escorado no murinho que tinha perto de nós se sentou nele e, com as pernas entreabertas, me puxou para mais perto e voltou a passar os dedos por cima da minha calcinha, alcançando o clitóris. Fazia movimentos suaves que foram se intensificando à medida que percebia que meus gemidos ficavam mais fortes. Meu corpo ficando cada vez mais mole e eu sentindo o tesão dele com minhas mãos que já passeavam por cima da calça dele. De leve fui abrindo o zíper e acariciando o pau dele por cima da cueca. Não sei nem como consegui puxá-lo de dentro da calça, estava tão duro que assim que saiu pra fora ficou mirando pra cima, na posição certa! Pensava eu. Fiz menção de chupá-lo porém meu amigo não deixou. Estava com muito tesão e disse que se eu chupasse o pau dele eu poderia acabar com a diversão pois ele não conseguiria mais controlar e acabaria gozando. Foi uma pena, já estava sentindo aquele pau quentíssimo dentro da minha boquinha.<br />
Como ele viu que não aguentaria por muito tempo, me levantou (pois havia me abaixado um pouco pra abocanhar o pau dele) e, pegando pela minha cintura, me virou de repente. Se levantou e foi logo beijando minha nuca, me fazendo ter arrepios e tremidas pelo corpo todo. Me encostou na parede fria que contrastava com a quentura que estavam nossos corpos, usou uma das mãos para levantar meu vestido e com a outro foi puxando minha calcinha. Me envolveu com seus braços e desceu a calcinha com a mão na frente perto do clitóris que já estava inchado de tanto tesão. Quando conseguiu abaixar minha calcinha foi com a outra mão por baixo do vestido e alcançou meu buraquinho. Enquanto pressionava com um dedo também me apertava contra a parede e dava mordidinhas na parte de trás da orelha. Nossa!!! Não estava me aguentando&#8230;</p>
<p>- Vou gozar! &#8211; Disse com a voz trêmula e suave.</p></div>
<div>
<div>Ele não respondeu, apenas parou de tocar meu cuzinho e levantando mais meu vestido se aproximou mais e com toda a força que ele conseguiu ter naquele momento estocou todo o seu pau dentro da minha bucetinha. Subiu as mãos rapidamente pela minha cintura enquanto começava a bombar bem forte, alcançou meus seios, os tirou por cima do decote do vestido. Meus biquinhos estavam durinhos então ele os apertou com aquelas mãos de toques deliciosos. Foi massageando meus seios e continuava no vai e vém. Minhas pernas foram ficando moles, aquele arrepio pelo corpo novamente. Senti minha xaninha esquentando por dentro, tão sensível a cada investida dele dentro dela. Não consegui segurar e&#8230;</p>
<p>- Ahhhhhhhhhhhhh&#8230;</p>
<p>Amoleci na mesma hora, fazendo meu corpo pesar sobre o membro dele que ainda estocava com toda a força. Não demorou muito e escutei ele urgindo e falando no meu ouvido:</p>
<p>- Sua safada! Toma meu pau! É assim que você gosta né!</p>
<p>E num espasmo de prazer me agarrou por trás e numa estocada bem forte soltou um barulho tão alto que se alguém tivesse passado ali por perto poderia ter escutado:</p>
<p>- Uhhhhhhhhhhh&#8230;</p>
<p>Encostamos na parede, os dois corpos bem moles e suados. Aquele cheiro delicioso dos nossos sexos. E voltando à sensação de perigo por estarmos na rua àquela hora e aprontando daquele jeito.<br />
Depois de um tempo nos ajeitamos, trocamos mais algumas palavras, nossos telefones e depois voltamos pra dentro da churrascaria. Realmente tinha sido uma noite alucinante e que, pelo visto, com a chegada de Bruno, não tinha nem começado.</p></div>
<div>
<div>Depois de alguns minutos refletindo sobre aquele momento, lembrar de alguns detalhes me fez ficar toda molhada novamente. Bruno percebeu minha excitação e não gostou nem um pouco.</p>
<p>- Eu vejo no seu semblante que aquele garoto conseguiu te provocar de verdade!</p>
<p>Só abaixei a cabeça. Eu não podia negar àquilo. Carlos realmente tinha me deixado mechida por dentro. Não sei se pela intensidade do momento ou se porque ele tinha despertado algum sentimento em mim. De qualquer forma não poderia simplesmente fingir que não havia acontecido nada. Também não me achava culpada. Se Bruno tivesse visto algo a culpa não era minha. Eu não fiz de propósito, me deixei levar pelo momento. E até então eu não havia me arrependido de nada. Bruno teria que aceitar pois, pelo jeito que eu e Carlos nos despedimos na churrascaria com certeza haveria uma segunda vez. Talvez mais que isso pois a nossa química tinha sido perfeita.</p>
<p>- Vou te mostrar que você é só minha! E eu não pretendo mais dividi-la com ninguém!</p>
<p>Falando isso, Bruno me levantou ainda puxando pela corda. Abriu a porta do carro (de pintura preta e vidro fumê, um carro tão cheio de mistério quanto Bruno) me jogou no banco traseiro, deitada, de forma meio incômoda pois as mãos amarradas pra trás não me permitiam outra posição. Tocou o carro sem me dizer mais nem uma palavra. No fundo estava sentindo muito tesão com o que estava acontecendo mas não conseguia esconder o medo que estava sentindo dele e da situação. Sabia que ele não faria nada que eu não consentisse, ele respeitaria meus limites. Mas a pergunta que sondava a minha cabeça a todo momento era se eu saberia respeitar meus próprios limites. Aquele homem significava muito na minha vida e talvez eu ultrapassasse várias barreiras por ele, barreiras que poderiam significar riscos seríssimos à mim mesma. Mas falhar com ele poderia fazê-lo desistir de mim e eu não estava disposta a perdê-lo. Seria mais forte do que nunca. Bem mais forte do que ele poderia imaginar.</p></div>
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<div>Bruno abriu primeiro o porta-malas. Pude escutar ele retirando algumas coisas de lá de dentro e os passos seguindo para a casa. Por um instante uma sensação incômoda percorreu meu corpo. Ele pegara as coisas e não voltara logo, será que me deixaria ali por muito tempo? As cordas já estavam me apertando bastante, quase prendendo a circulação. Meus pensamentos estavam a bilhões por hora, ficava imaginando à todo o tempo o que ele poderia fazer comigo. A sensação de impotência era sutilmente deliciosa misturada à sensação de temor que me fazia permanecer ali, quietinha aonde estava. Tentava prestar atenção nos mínimos detalhes até que fui surpreendida por Bruno abrindo a porta do banco traseiro, onde eu estava. Fechei os olhos. Me segurei para não ter uma recaída e querer voltar atrás. Ele me puxou para fora do carro, dessa vez sem piedade nenhuma. Me fez cair de joelhos no chão. Na hora nem cheguei a sentir a dor, estava tão cansada, ainda com o cheiro de Carlos no corpo, o que me fazia delirar relembrando todos os detalhes da nossa noite.</div>
</div>
<div><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15542441284246672096"></a></p>
<div>Bruno me olhava com ar de reprovação e com um ciúme que transparecia mesmo ele não querendo. Me colocou de pé e só por um segundo pude contemplar a maravilha que era aquele lugar. Um local muito bonito e muito intrigante. A mansão realmente lembrava um castelo. Tinha estilo barroco com aquelas colunas enormes que se fixavam às paredes e às marquises. Tudo ali parecia ter vindo direto de um livro de fantasias. Uns banquinhos que cercavam o pequeno chafariz e em torno deles cercas baixas de flores das mais exóticas que eu já vi. Entre elas as Dálias, uma das minhas preferidas. O caminho que Bruno seguiu até a casa era todo feito de pedras das mais variadas. As portas e as janelas eram de madeira e representavam bem o estilo colonial daquele lugar tão encantador. A iluminação ficava por conta de pequenas lamparinas espalhadas por todo o canto. Tentava imaginar como ela seria por dentro e que ocasião tão especial era aquela que fez com que Bruno me levasse aquele local tão mágico. De quem era aquela casa? Como Bruno conseguiu encontrar um lugar tão distante, mágico e misterioso como aquele? Minha cabeça se enchia de questionamentos.</p>
<p>Bruno me segurou por um dos braços com aquelas mãos grandes de dedos finos e foi me levando para dentro da casa. Enquanto caminhávamos ele seguia ditando as regras para nossa estadia:</p>
<p>- Esta mansão é de um amigo e está à venda! Ficaremos nela por uma semana&#8230;</p>
<p>- Uma semana?! &#8211; eu interrompi ficando estática no mesmo momento &#8211; E meu trabalho? Como vou me justificar? &#8211; Perguntei realmente assustada com as conseqüências que aquelas &#8220;férias curtas&#8221; poderiam me trazer.</p>
<p>- Calma Lê! Parece até que não me conhece! Não disse desde o primeiro momento que tomaria conta de você?! Faço isso sempre, não só naquele dia! Como sabe, sou um velho amigo do seu chefe. Ele me devia alguns favores e, como conhecemos bem um ao outro, ele não me negou este. Então aproveite pois terá uma semana de sossego, pelo menos do trabalho!</p></div>
</div>
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<div>Respirei nem tanto aliviada pois havia entendido muito bem que o sossego que eu teria seria só em se tratando de trabalho, o resto estava nas mãos de Bruno. Aliás, EU estava nas mãos de Bruno, por inteira, e isso ainda me assustava um pouco.</p>
<p>- Fiz planos pra nós dois a semana inteira. Não esperava que me decepcionasse dessa forma. Fui te buscar com a mais leve das piores intenções! &#8211; deu um sorrisinho sacana de lado, aquele sorriso sexy que sempre me encantava quando fazia menção de se abrir &#8211; tive que mudar algumas partes dos meus planos, mas não tudo. Vamos aproveitar bastante. E quero que, sempre que seu amigo ligar pra você, você o atenda como se nada estivesse acontecendo. Vou cuidar de você a começar por tentar descobrir a procedência desse seu tal coleguinha.</p>
<p>- Amor, deixa o Carlos quieto. Ele nem sabia de você. Se soubesse jamais teria encostado em mim.</p>
<p>- Não farei nada demais! Preciso saber com quem você está lidando para poder proteger você, só isso! Pode ficar tranqüila que seu coleguinha não sairá machucado disso. A não ser que ele te faça sofrer em algum momento. Aí a história muda!</p>
<p>Senti toda a proteção vinda daquele homem que para mim era mais que um dono, era um amigo que cuidava dos meus passos e que, pelo visto, não me deixaria cair nunca.</p></div>
</div>
<div>
<h3><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15542441284246672096"></a></h3>
<div>Meu corpo estava muito pesado, estava realmente cansada daquela noite cheia de surpresas. Queria muito um lugar pra descansar, mas parecia que Bruno não estava disposto a me dar descanso naquela noite. Assim que entramos na casa ele me fez deitar no tapete que, àquela altura, me parecia o local mais gostoso do planeta. Reparei no interior da casa, realmente rústica. Não tão grande por dentro quanto parecia por fora, mas aquilo só a tornava um lugar mais aconchegante. Bruno me deixou deitada ali e saiu por um longo tempo. Pelo pouco que pude perceber ele estava subindo com as malas que ele trouxera para a casa. Naquele momento me lembrei que eu não havia preparado mala alguma, como poderia permanecer por uma semana naquela casa sem alguns de meus objetos mais pessoais? Não havia levado roupas; nem toalha; nem objetos para higiene íntima como escova de dentes, depilador, nada! Como ficaria ali por tanto tempo sem coisas tão básicas como aquelas. Vi Bruno se aproximando.</p>
<p>- Tenho que voltar!</p>
<p>- E como acha que vai conseguir isso?</p>
<p>- Meu Senhor, eu preciso! Não peguei nada para trazer, como ficarei aqui sem meus objetos de higiene pessoal? Pior, só estou usando este vestido e esta calcinha. O que usarei depois?</p></div>
</div>
<div>
<h3><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15542441284246672096"></a></h3>
<div>- Já disse para não se preocupar bonequinha linda! Já cuidei de tudo, tudo mesmo! &#8211; disse ele dando voltas pelo tapete em que eu estava deitada. &#8211; Primeiro, estes objetos de higiene eu já reservei tudo. Passei em um mercado antes de vir pra cá. O local estava vazio à um bom tempo, precisava de alguns toques antes de virmos. A semana inteira teremos uma secretária do lar que virá arrumar as coisas, preparar nossas refeições diárias e depois tomará o caminho dela, tudo isso sem nos incomodar. Foi indicada pelo dono da casa que também a usava da forma que vamos usar e que também não pretendia que algo saísse dessas quatro paredes! Viu amor, você está em boas mãos! As atitudes que não serão tão boas assim!</p>
<p>- Mas, e minhas roupas. &#8211; perguntei eu, procurando uma posição mais confortável para poder conversar olhando nos olhos dele.</p>
<p>- Se eu fosse você não me preocuparia com isso. Você não precisará de nenhuma roupa enquanto estivermos aqui. Andará do jeito que veio ao mundo. Quero desfrutar da sua beleza por completo! Não vou cobri-la em momento algum, mesmo se tivermos visitas. Já ouviu o ditado: Não esconda do mundo o que não quer que escondam de você?!? Pois bem!</p>
<p>- Não estou preparada para isso, meu Senhor! Tenho vergonha de tudo e o Senhor sabe muito bem disso!</p>
<p>- Vergonha?! Você?! &#8211; Sorrisos sarcásticos saíram daquela boca maravilhosa &#8211; Não era o que estava parecendo. Aliás, você se mostrou bem sem vergonha para seu amiguinho e para quem passasse por ali!</p>
<p>- Ali foi diferente, estava num clima diferente e não foi minha intenção que alguém visse tudo!</p>
<p>- Pois eu vi. E nos mínimos detalhes!</p>
<p>Me calei. Realmente não haveria nada que eu pudesse falar naquele momento que fizesse com que Bruno mudasse de idéia. Ele estava irredutível. Não havia pedido opiniões e era quase um milagre ainda estar debatendo comigo.</p>
<p>- Estou exausta! &#8211; Disse por fim sentindo meu corpo mais pesado que nunca.</p></div>
</div>
<div><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15542441284246672096"></a></p>
<div>- Não se preocupe meu anjo. Hoje reservei uma noite linda para você, para que se lembre sempre de como posso ser um bom dono, se assim fizer por merecer! &#8211; dizendo isso me levantou e foi soltando as cordas de meus braços &#8211; Quero a minha amante aqui hoje, e não o meu brinquedinho!</p>
<p>Fui envolvida por seu braços e levantada pela sua força. Meus lábios logo se encontraram com o dele, num toque suave me deu um beijo que me fez flutuar. As carnes trêmulas, um efeito colateral por estarmos tão pertos naquele local esquecido, vivendo um conto que não era de fadas. Não havia quem o desejasse mais que eu, não haviam corpos que se comunicassem tão bem quanto os nossos.</p></div>
<div>
<div>Era uma sintonia perfeita!<br />
Ele segurou meus braços e me afastou um pouco dele. Eu o olhava intrigada. Porque ele havia de parar agora? Seria um castigo novo? Ficar longe dele? Me privar daquela noite de amor tão desejada?<br />
Seus olhos me encaravam como um animal encara sua presa mais apetitosa. E brincava comigo assim como alguns leões fazem com suas presas antes de devorá-las por inteiro. Me sentia sexy com aquele olhar sedutor me “comendo” pedaço por pedaço. Estava arrepiada por completo.</div>
<div>
<div>Bruno levantou a mão como se fosse me dirigir outro tapa daqueles. Desviei de imediato o rosto e surpreendentemente não senti dor alguma. Voltei para encarar Bruno novamente. Percebi quando ele baixou a mão lançando um olhar frio em minha direção. Se afastou e me deixou ali, estática, com o desejando se aflorando cada vez mais. Se aproximou de uma estante onde haviam alguns objetos como livros, esculturas e um controle remoto. Fiquei observando-o enquanto ele pegava o controle e se voltava para mim novamente, dessa vez com um sorriso malicioso e um olhar penetrante. Apertou um dos botões do controle e um estrondo espantoso ouvi a música ressoar vindo de um aparelho de som que estava um pouco distante de nós. Era um tango. Coisa de Bruno mesmo. Ele gostava dessa paz inquieta que esse tipo de música costumava causar. Olhei para Bruno novamente. Ele vinha se aproximando ensaiando alguns passos provocantes envolvido pelo som penetrante daquele tango que, pelo pouco que havia aprendido com ele, pude reconhecer o artista e o nome da música. Se chamava “Santa Maria” de um grupo musical famosíssimo, o “Gotan Project”. E ressoava assim:</div>
<div><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://osexosentido.wordpress.com/2010/03/20/doce-submissao/"><img src="http://img.youtube.com/vi/3zD9W9SZj9w/2.jpg" alt="" /></a></span></div>
<div>Que delícia! Pensei eu. Uma dança só pra mim, será que eu merecia aquilo tudo?! Aquele homem envolvente, de olhar sedutor, corpo caliente, vindo em minha direção. Seu cheiro estava por todo canto daquela sala. E para mim aquele cheiro mais parecia um elixir afrodisíaco que mexia com cada sentido meu. Veio desabotoando a camiseta e me olhando fixamente, só movia as pernas e os pés. Como dançava bem aquele homem! Poderia levar qualquer mulher à loucura! E vejam só, era para mim que ele dançava. Era a minha atenção que ele desejava chamar. Me sentia maravilhosamente desejada.</p>
<p>Comecei a me movimentar também, ao som do tango. Nossos corpos eram livres naquele momento, livres do mundo, porém presos um ao outro. Fui andando em passos lentos avançando em direção a ele. E de forma envolvente nossos corpos se entrelaçaram harmoniosamente. Num giro de 360 graus fui parar nos braços de Bruno que me segurou quando estava prestes a encostar-me no chão. Foi me subindo lentamente e faltando pouco para ficarmos de pé novamente ele me puxou bruscamente para perto de seu corpo. Aquela música intensa e dramática nos envolvia num clima freneticamente sedutor.</p></div>
<div>Meus lábios novamente se encontravam com os de Bruno que dessa vez não deixou escapar. Envolveu-me com um de seus braços e com o outro acariciava meu rosto em passadas lentas e suaves. Todos os poros do meu corpo desejavam Bruno.<br />
Bruno deslizou a mão descendo entre meus seios tocando-os levemente. Sussurrava as poucas letras do tango curtas e impactantes em meu ouvido. Sentia o hálito de Bruno quente, provocativo. Num ato espontâneo virei-me ao encontro de seu rosto que me olhava com um ar de seriedade. Beijei-o louca e incessantemente, com as duas mãos segurando o rosto dele. Bruno soltou meu corpo e continuou me beijando sem me tocar em parte alguma. O desejo mais parecia meu do que dele. De repente, com uma das mãos, segurou meu ombro e foi me afastando devagar. Eu só olhava pra ele, perplexa. Como é doce a submissão. Ele não precisava dizer nada. Eu estava ali, entregue à Ele. Desejando-o. E num gesto firme e sem alterar nada em sua face Bruno puxou meu vestido que se rasgou ao meio como se uma faca tivesse passado ali de fora a fora. Levei um susto que transparecia em meu rosto. Estava exposta. Como Bruno gosta, pensei eu.</div>
<div>Não tentei me esconder. Pelo contrário. Provoquei-o mais.</p>
<p>- Gosta do que vê?</p>
<p>Bruno lançou um sorriso sacana de lado e veio mais perto. Num abraço apertado foi sugando meus lábios e passeando com as mãos pelas minhas costas foi procurando o feche do sutiã. Cheirando meus cabelos abriu um por um e, quando faltava o último feche, Bruno levantou meus cabelos com uma das mãos e com a outra desceu rapidamente o sutiã pelos meus braços. Eu não o ajudava nem um pouco. Gostava de me sentir bonequinha de Bruno que continuava com as provocações. Passava as mãos em todo o meu corpo. Meus biquinhos estavam durinhos e Bruno veio beijando e dando mordidinhas nele enquanto eu remexia meu corpo desmonstrando todo o tesão que estava sentindo. Bruno me jogou no sofá e ficou ai por alguns instantes me contemplando. Não aguentei e lancei um olhar cético pra Bruno. Refletindo se a finalidade de Bruno era meu corpo. Se tudo que eu significava pra ele se resumisse ao meu corpo. Fiquei meio chateada mas o desejo era grande demais. Não resisti:</p>
<p>- Vem pra sua prostituta particular, vem! &#8211; Falei em tom irônico, mas Bruno não se sentiu atingido:</p>
<p>- Se fosse só minha! Mas puta é sempre puta! Vi isso hoje! &#8211; dizendo isso Bruno tirou toda a sua roupa e se deitou em cima de mim, não me deu tempo à resposta e veio logo me beijando. Apertava meus seios com toda a intensidade que conseguia. E tenho que admitir, as aulas de Jiu-Jitso fizeram muito bem à ele. Percorreu meu corpo com uma das mãos e logo estava tirando minha calcinha. Era um fio-dental que com outro daqueles puxões de Bruno se soltou do meu corpo deixando só a marquinha de onde ficou pressionada antes de se rasgar por completo.</p></div>
<div>
<div>Bruno veio tocando minha xaninha que naquele momento estava toda enxarcada. Ele sabia como ninguém como despertar meu tesão só mexendo nela. Aquela pressão que a mão de Bruno fazia pelo fato de estar entre meu corpo e o dele deixava o toque mais gostoso. Bruno percorria todos os cantinhos de minha xaninha e com um aperto só ele conseguiu achar o que procurava, meu clitóris. Fui ao delírio, soltei um gemido que nem eu esperava. Ele, que estava adorando me ver entregue daquela forma, continuou movendo os dedos em cima do meu clitóris. Fazia voltinhas com a pontinha do dedo em cima dele enquanto eu me movia freneticamente. Era um tesão, já estava doida pra gozar, pedia pra ele e ele balançava a cabeça dizendo que não podia. Bruno parou de mexer e com a mesma mão que antes tocava minha xaninha segurou o pau dele que estava latejando de tanto tesão.</p>
<p>- Não para! &#8211; eu disse quase sem forças</p>
<p>- Não parei! &#8211; Dizendo isso Bruno enfiou o pau dele de uma só vez em minha xaninha e começou a estocar fortemente. Eu já não me continha de desejo e gemendo pedia pra ele:</p>
<p>- Mais, mete mais!</p>
<p>- Quer tudo é sua vadia?</p>
<p>- Quero! Me dá! &#8211; pedia sussurrando no ouvido de Bruno que metia cada vez mais forte.</p>
<p>- Toma! &#8211; começou a bombar bem forte e quando percebeu que eu não aguentaria as estocadas por muito tempo segurou meus braços pra cima e veio com o membro inchado e melado colocando tudo dentro da minha boquinha. Gozou extasiadamente esguichando porra pra todo canto do meu rosto. Eu catava cada gotinha próxima à minha boca mas não estava totalmente satisfeita. Meu tesão ainda era muito grande. Bruno sabia que eu não me satisfaria daquela forma e veio com aquelas mãos maravilhosas em cima de mim novamente.</p></div>
<div>
<div>Tocava cada pedacinho do meu corpo. Sussurou:</p>
<p>- Prometi ser um amante inesquecível hoje, não foi!? &#8211; não me deu tempo à resposta &#8211; E é exatamente como vai ser!</p>
<p>Foi até o barzinho e voltou com um balde de gelo. Pegou uma pedrinha e colocou na boca, chupando de forma sexy. Com outra pedrinha começou a percorrer meu corpo. Aquele frio entrava em choque com meu corpo quente e a água que escorria deslizava pela minha barriga me causando mil sensações. Bruno, ainda com a pedrinha de gelo na boca segurando-a entre os dentes veio passando pelos meus seios deixando encostar só nos biquinhos. Me arrepiava todinha.</p>
<p>- Como é cruel! &#8211; falei pra Bruno que me respondeu apenas com um olhar.</p>
<p>Parou em cima de um seio e soltou a pedrinha de gelo que escorreu em direção ao meu umbigo. Ele então, com a boca livre, começou a chupar meus seios. Ainda estava geladinha e me arrepiava quando ele soltava de propósito o ar quente de seus pulmões em direção a parte avermelhada de meus seios. Foi descendo e logo senti sua boca chupando freneticamente minha xaninha. Passeava com a língua por cada cantinho. Esticou os grandes lábios e começou a sugar meu furinho enquanto metia a língua dura dentro dele. O tesão estava à tona novamente. Bruno abriu minhas pernas mais ainda e ficou em cima de mim como se estivéssemos num 69. Esticou novamente minha xaninha mas não demorou muito para eu perceber que a intenção dele era outra. Deu um chupão em meu grelhinho e com a outra mão colocou o gelo no meu furinho.</p>
<p>- Ainnnnnnn!!!! &#8211; Susto e tesão ao mesmo tempo, se ele não tivesse tirado gozaria na hora.</p>
<p>- Quetinha! &#8211; resmungou Bruno</p>
<p>Outra vez colocou o gelo em meu buraquinho e pressionou fazendo voltas em torno dele.</p>
<p>- Humm. &#8211; gemi loucamente com as provocações de Bruno que retirou o gelo e enfiou bruscamente dois de seus dedos dentro do meu buraquinho.</p>
<p>- Ahhhhh&#8230; posso???? &#8211; pedi, implorei na verdade. Não estava aguentando o prazer que Bruno provocava em mim.</p></div>
<div>- Deve! &#8211; e com estocadas fortes de seus dedos no meu cuzinho eu gozei demoradamente. Sentia meu corpo se estremecendo por completo e mal conseguia olhar o rosto de Bruno em minha direção e aquele sorrisinho sacana entre os lábios.</p>
<p>Realmente havia sido uma noite maravilhosa. Se Bruno desejava marcar sua vida na minha, aquela noite premeditada havia sido perfeita para isso. Mas eu sabia que Bruno não havia me levado lá só para me mostrar que era um amante perfeito. Ele também iria me provar que poderia ser um Dom muito rígido. E eu ainda temia o que poderia estar por vir</p></div>
<div>Amanheci nos braços de Bruno. Olhei a nossa volta, estávamos no quarto principal e eu não fazia a mínima idéia de como fomos parar lá. A única coisa que eu tinha certeza absoluta era que os momentos agradáveis haviam acabado quando resolvi abrir os olhos.</p>
<p>- Bom dia, Bela Adormecida!</p>
<p>Meio inconformada por meus olhos terem me traído respondi:</p>
<p>- Será que terei mesmo um bom dia?</p>
<p>- Isso vai depender do seu ponto de vista! A minha manhã será perfeita, disso eu sei!</p>
<p>– dizendo isso Bruno se levantou e seguiu em direção ao banheiro – nossa secretária já está lá em baixo preparando nosso almoço já que “café da manhã á essa hora não é recomendável”, palavras dela!</p>
<p>- Tanto faz, não estou com fome mesmo. Na verdade estou com uma enxaqueca terrível. Acho que foi a bebida de ontem. – falei enquanto me levantava da cama.<br />
Bruno me observava enquanto caminhava até a porta do quarto. Fui em direção à um hobby que havia ali perto. Quando fui vesti-lo Bruno questionou na hora.</p>
<p>- O que pensa que está fazendo?</p>
<p>- Vestindo o hobby já que meu vestido está inutilizável. Esqueceu-se do estrago que fez nele?</p></div>
<div>- Não, não me esqueci. E não! Não vai usar nada! – estremeci por dentro ouvindo estas palavras saindo da boca de Bruno. Sabia muito bem que quando ele usava este tom era porque não gostaria de ser contrariado. Fiquei ali, esperando que ele voltasse atrás, mas não aconteceu.</p>
<p>- Mas amor, tem gente em casa. Como vou descer.</p>
<p>- Linda assim! E lembre-se, sem nada! – falando isso Bruno saiu fechando a porta do quarto deixando apenas seu cheiro e a certeza de que eu não deveria desobedecê-lo.</p>
<p>- Meu Deus! – exclamei sem nenhuma calma. – Como vou fazer isso? Nem sei quem é a tal secretária! Como vou aparecer nua na frente de alguém que nunca vi na vida?! – a inquietude foi invadindo meu corpo, um sentimento de raiva e tesão, sensação de impotência, uma impaciência que me fazia sentir calafrios. Por fim percebi que já estava suada por inteiro, aquela mistura de sentimentos e sensações não estavam me fazendo bem.</p>
<p>– Vou tomar o banho mais demorado que eu conseguir! – pensei em voz alta &#8211; Quem sabe assim a secretária não vá embora logo e eu não tenho que passar pela vergonha de cruzar com ela pelo caminho!</p>
<p>Entrei no banheiro e por lá fiquei por um bom tempo. Tudo que conseguia fazer enquanto me ensaboava era pensar nos últimos acontecimentos. Tudo vinha na minha cabeça de forma embaralhada. Lembrava de Carlos no canto da churrascaria, pensava naquela cara de garoto safado que ele tinha (apesar de já ter seus 27 anos). Lembrava do olhar sedutor de Bruno, naquelas mãos fortes, naquele jeito de me conduzir, de me dominar. Enfim, estava perdida em meus pensamentos quando de repente me deparei com Bruno me observando da porta do banheiro. Na hora levei um susto tremendo. Ah, se Bruno pudesse ler meus pensamentos. Não iria gostar nem um pouco de saber que Carlos ainda rondava por eles.</p></div>
<div>- Já estou acabando!</p>
<p>- Com certeza deve estar pensando que seu truque de demorar no banho afastaria qualquer situação embaraçosa que poderia vir a acontecer, não é verdade?</p>
<p>- Err&#8230; não estava pensando nisso Bruno! – falei tentando descobrir como aquele homem poderia saber tanto de mim assim.</p>
<p>- Só você mesmo Letícia! Que idéia mais boba e deliciosa! Pelo menos pude deleitar-me apreciando seus movimentos enquanto a água caia em seu corpo! – falou ele pegando a toalha e lançado-a para cima de mim – Saia já daí! Não quero desperdiçar momento algum!</p>
<p>Peguei a toalha, me embrulhei nela e fui caminhando em direção à Bruno. Meu olhar era de súplica agora. Não ousei levantar uma única palavra, mas ele sabia o que eu estava tentando pedir com os olhos.</p>
<p>- Adoro esse seu jeitinho vadia de ser! Mas não vou te dar isso agora não! Vamos, se seque e desça que estarei esperando por você na sala de estar!<br />
Baixei a cabeça e respondi um “Sim Senhor” tão frio quanto aquele momento me pareceu.</p>
<p>Bruno desceu e eu fiquei me arrumando para aparecer na frente da “secretária” pois sabia que não haveria outra saída. Cabelos; maquiagem; salto alto, como Bruno havia recomendado; perfume e pronto! Me olhei no espelho e vi meu rosto mais vermelho do que o blush poderia ter deixado. Era a vergonha e a timidez estampada para quem quisesse ver.</p>
<p>Numa tentativa de me acalmar pisquei pro meu reflexo no espelho e falei:</p>
<p>- Afinal, não será tão difícil assim! Você tá linda! – hunf, mesmo faltando todas as peças do vestuário, eu pensava.</p></div>
<div>Desci a escada apreensiva. Olhava para todos os cantos e buscava encontrar a tal secretária. Parecia até que o fato de eu encontrá-la faria com que eu pudesse evitar que ela me visse ou que um vestido mágico aparecesse de repente. Ledo engano. Procurei por Bruno e lá estava ele. Lindo! Na sala de estar como combinado. Nada da secretária. Caminhei até ele que me observou de cima a baixo, analisando cada detalhe de meu corpo.</p>
<p>- Júlia!</p>
<p>E veio a tal secretária correndo para atendê-lo parando perplexa ao me ver ali, despida, usando apenas a maquiagem e o salto que deixava meu corpo mais em evidência ainda.</p>
<p>- Ele conseguiu mesmo a bonequinha de luxo! – pensei eu talvez mais perplexa ainda, com a cara no chão, indignada. Meu rosto estava tão vermelho que deixaria qualquer camarãozinho morrendo de inveja naquele maldito momento. Olhei para a cara de Bruno que parecia extasiadamente satisfeito com a reação de ambas. – filho da puta! – eu pensava – como pode fazer isso comigo? Porque gostava de me deixar assim, no chão, completamente humilhada? E eu, uma covarde! Porque eu aceitava tudo aquilo? Podia muito bem dizer que não e sair dali. Mas não, tinha que ser fraca o suficiente para prender a atenção de Bruno. Ele gostava assim e eu estava inteiramente em suas mãos.</p>
<p>- Sim Senhor!? – disse Júlia desviando o olhar perplexo para Bruno.</p>
<p>- Pode servir! – falou sem nenhuma expressão no rosto.</p>
<p>- Está bem senhor Bruno!</p>
<p>Bruno levantou uma das mãos para buscar a minha, mas eu desviei e lancei um olhar fulminante para ele.</p>
<p>- Canalha!</p></div>
</div>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Continua em outro post</span></h1>
</div>
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		<title>Playboy Tessália</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:42:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Saaiu a Playboy da Tessália na Internet. Pra quem não viu e queri ver, taí só pra você. Fonte<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=386&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saaiu a Playboy da Tessália na Internet. Pra quem não viu e queri ver, taí só pra você. <a class="wpGallery" href="http://www.sofamosos.com.br/paparazzo/50-fotos-paparazzo/1167-fotos-playboy-tessalia-bbb-10.html" target="_blank">Fonte</a></p>

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		<title>Estudo: preservativos de tamanho errado reduzem prazer sexual</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 14:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito grandes ou pequenos, estreitos ou largos, os preservativos não apenas podem deslizar ou se romper, mas também reduzem o prazer sexual do casal, segundo um estudo publicado nesta terça-feira pela revista Sexually Transmitted Infections. Os pesquisadores do Instituto Kinsey (Universidade de Indiana, EUA) analisaram questionários feitos por 436 homens entre 18 e 67 anos, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=384&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p>Muito grandes ou pequenos, estreitos ou largos, os preservativos não apenas podem deslizar ou se romper, mas também reduzem o prazer sexual do casal, segundo um estudo publicado nesta terça-feira pela revista <em>Sexually Transmitted Infections</em>.</p>
<p>Os pesquisadores do Instituto Kinsey (Universidade de Indiana, EUA) analisaram questionários feitos por 436 homens entre 18 e 67 anos, voluntários recrutados através da imprensa e da página da Internet de uma empresa que vende preservativos.</p>
<p>Os voluntários declararam ter usado camisinhas em relações sexuais com penetração vaginal nos últimos três meses. Segundo os pesquisadores, quase a metade deles (44,7%) afirmou ter feito a experiência com preservativos inadequados. E essa parcela sofreu 2,5 mais riscos de que os preservativos inadequados deslizassem ou se rompessem, e cinco vezes mais chances de acabar com uma irritação no pênis.</p>
<p>Estes usuários também correram duas vezes mais riscos de ter um problema de ereção ou dificuldades, o mesmo que suas companheiras, para chegar ao orgasmo. Também foram duplicadas as chances de retirarem a camisinha antes do final da relação sexual.</p>
<p>O estudo, baseado em declarações voluntárias, mostra ainda que são necessárias &#8220;mensagens de saúde&#8221; para alertar os homens a escolher o tamanho adequado do preservativo, afirmam os autores Richard Crosby e Bill Yarber.</p>
<p>Bill Silver disse em um podcast (http://podcast.bmj.com/sti) que os fabricantes de preservativos deviam chamar as camisinhas menores de &#8220;grandes&#8221; e as de tamanho médio de &#8220;extra grandes&#8221;. &#8220;As pessoas não comprariam preservativos rotulados de &#8216;pequeno&#8217; ou &#8216;super pequeno&#8217;&#8221;, advertiu.</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/osexosentido.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/osexosentido.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/osexosentido.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/osexosentido.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/osexosentido.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/osexosentido.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/osexosentido.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/osexosentido.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/osexosentido.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/osexosentido.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/osexosentido.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/osexosentido.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/osexosentido.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/osexosentido.wordpress.com/384/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=384&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sexosentido/~4/VDIFU8lsExY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">samuwin</media:title>
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		<title>Só uns amassos….</title>
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		<comments>http://osexosentido.wordpress.com/2010/02/04/so-uns-amassos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 13:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samuwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas do leitor]]></category>
		<category><![CDATA[amassos]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[virgindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom meu namorado encosto o penis dele em minha vagina só que na hora H não quis mais pois fiquei com muito medo só que ele encosto o penis dele sem caminhisa hem mim só que sou virgem gostaria de saber se tem algum risco deu estar gravida e tambem só senti encostando sabe não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=379&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="size-medium wp-image-380 aligncenter" title="2eanq7a" src="http://osexosentido.files.wordpress.com/2010/02/2eanq7a.gif?w=206&#038;h=240" alt="" width="206" height="240" /></div>
<blockquote>
<div>Bom meu namorado encosto o penis dele em minha vagina só que na hora H não quis mais pois fiquei com muito medo só que ele encosto o penis dele sem caminhisa hem mim só que sou virgem gostaria de saber se tem algum risco deu estar gravida e tambem só senti encostando sabe não senti nenhum liquido ele falo que não gozo mais eu não sei se ele solto lubrificante, ou se deve alguma chance de solta o lubricante!<br />
Eu  tomo remédio, mais nesse dia tinha esquecido de tomar, então tomei assim que acordei no outro diia ! Será que poode haver algum problema ? :S  Obrigada!</div>
</blockquote>
<div><strong><em>G.A, por e-mail</em></strong></div>
<div><strong><em> </em></strong></div>
<div><strong>Bom G.A, é uma situação complicada de explicar, mas o que voces fizeram foi mais um amasso. Como não chegou a partir para o ato em si, ele disse que não gozou, as chances de você engravidar ou estar grávida são pequenas. Mas há casos de mulheres que engravidaram pelo chamado  &#8220;engravidar pelas coxas.&#8221;</strong></div>
<div><strong>Isso ocorre quando o homem ajecla bem proximo da vagina e acaba entrando um pouco no canal vaginal. Mas acho que isso é apenas uma desculpa.</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong>Quanto ao anticoncepcional, tome cuidado. Um  dia que voce esquece de usar, pode ser perigoso. Neste caso, tome os dois comprimidos anticonceptivos juntos, ja que voce esquecem o do dia anterior. Tome no mesmo horario SEMPRE!</strong></div>
<div><strong>No caso do lubrificante natural, também pode ser perigoso. O lubrificante pode conter sim espermatozóides, porem, em menor quantidade. Mas nada impede que um deles poderá fecundar em seu óvulo certo? Cuidado!</strong></div>
<div><strong>Em todas as dúvidas, melhor usar camisinha!</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong>E no seu caso, vocÊ só deve perder a virgindade com ele se estiver preparada. Ele vai saber esperar, afinal, ele te ama. Mas não fica fazendo c* doce demais, pois ele pode cansar de esperar. Não precisa figir que nao quer pra ele te provar que te ama&#8230; Provas de amor são instantaneas e de acordo com o momento.</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/osexosentido.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/osexosentido.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/osexosentido.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/osexosentido.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/osexosentido.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/osexosentido.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/osexosentido.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/osexosentido.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/osexosentido.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/osexosentido.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/osexosentido.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/osexosentido.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/osexosentido.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/osexosentido.wordpress.com/379/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=osexosentido.wordpress.com&amp;blog=8315100&amp;post=379&amp;subd=osexosentido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sexosentido/~4/JtVLx4jGP7U" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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