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	<title>Sexta Marcha</title>
	
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	<description>Discutindo sobre Frota</description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 20:29:37 +0000</pubDate>
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		<title>Como podemos lidar com a falta de infraestrutura além do PAC?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 20:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Xavier</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Aproximadamente 9% de obras do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), já estão concluídas de acordo com anúncio oficial do governo. O programa começou em janeiro de 2007, mas concluiu apenas 193 das ações que estavam previstas e investiu cerca de 30,6 bilhões. Curiosamente, em setembro de 2008, 50% da verba prevista para o ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximadamente 9% de obras do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), já estão concluídas <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL842886-9356,00-DAS+OBRAS+DO+PAC+ESTAO+CONCLUIDAS+APONTA+BALANCO+DO+GOVERNO.html" target="_blank">de acordo com anúncio oficial do governo</a>. O programa começou em janeiro de 2007, mas concluiu apenas 193 das ações que estavam previstas e investiu cerca de 30,6 bilhões. Curiosamente, em setembro de 2008, 50% da verba prevista para o ano havia sido gasta. Vale lembrar, que <a href="http://logisticaetransportes.blogspot.com/2008/10/9-das-obras-do-pac-esto-concludas.html" target="_blank">existe um delay entre o cronograma das obras e o financeiro</a> e que boa parte dessas obras ainda não chegaram às estradas. Apesar da <a href="http://logisticaetransportes.blogspot.com/2008/12/motoristas-com-menos-de-um-ano-de.html" target="_blank">preocupação do Estado</a> com as <a href="http://www.sextamarcha.com.br/?p=79" target="_blank">vítimas de acidentes</a>, a verdade é que ainda possuímos problemas básicos que afetam diretamente nossas frotas e, por extensão, nossa logística.Parte do problema pode ser compensado com o uso de softwares de gestão e da utilização extensiva de soluções em tecnologia da informação que auxiliem esse gerenciamento.</p>
<p>Podemos tentar nos antecipar aos problemas procurando saídas que <a href="http://www.sofit4.com/portal/page/portal_demo" target="_blank">interfiram positivamente nos custos da manutenção</a> da frota. Embora as rodovias ainda sejam <a href="http://www.blogdorogerio.com.br/?p=1486" target="_blank">um bom negócio</a> para as empresas do setor, todos sabemos que elas têm problemas estruturais que afetam nossa carga e, conseqüentemente, <a href="http://www.sextamarcha.com.br/?p=89" target="_blank">contribuem<br />
com a inflação</a>.</p>
<p>Não dá para aguardar o PAC chegar a todo o país. Precisamos estar um passo a frente e fazer o nosso planejamento vencer os problemas estruturais que o Brasil tem. Um fator importante é evitar que veículos envelheçam, o que diminui a frota em uso e atrapalha as entregas. Saber como está a manutenção de todos os caminhões, qual a periodicidade de vistorias e datas para reposição serão alguns dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_doze_trabalhos_de_H%C3%A9rcules" target="_blank">doze trabalhos de Hércules</a> enfrentados se você não usar o QI ou a TI mesmo.  </p>
<p>A questão exige mais inteligência e menos cadernos, mais tecnologia da informação e menos manutenção.</p>
<p>Nesse aspecto, podemos pensar também em <a href="http://www.datasul.com.br/dominio/index.php?cd_dominio=42" target="_blank">o relacionamento entre cliente e fornecedor</a> para uma aliança estratégica, que deve ser impulsionada por meio de contratos de fornecimentos. Existem mais soluções do que imaginamos e todas possuem um impacto direto no seu trabalho como administrador em meio aos problemas que enfrentamos. É hora de aproveitarmos o conceito de logística integrada e complementarmos nosso pensamento com essas ferramentas.</a></p>
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		<title>Logística no Brasil: qual a nossa estratégia?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 14:53:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Willwock</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Pouco depois de publicar uma série sobre acidentes nas estradas, a Gazeta Mercantil continuou com suas contribuições no debate sobre a gestão da logística no Brasil. Em um ótimo artigo assinado por Markenson Marques, diretor da Associação Brasileira de Logística (Aslog) e presidente da Cargolift Logística S.A., o jornal lembra os problemas que levam os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText">Pouco depois de publicar uma <a href="http://www.sextamarcha.com.br/?p=79">série sobre acidentes nas estradas</a>, a <strong><em>Gazeta Mercantil</em></strong> continuou com suas contribuições no debate sobre a gestão da logística no Brasil. Em um <a href="http://www.gazeta.com.br/GZM_Print.aspx?Parms=2116084,605,1">ótimo artigo assinado por Markenson Marques</a>, diretor da Associação Brasileira de Logística (Aslog) e presidente da Cargolift Logística S.A., o jornal lembra os problemas que levam os custos com a logística comercial a aumentarem cada vez mais. O motivo principal? A falta de infra-estrutura.</p>
<p class="MsoBodyText">&#8220;Embora o País demonstre prosperidade frente à desaceleração da economia mundial, o setor logístico está ameaçado de não obter os mesmos frutos que vinha colhendo. As razões para isso são a falta de infra-estrutura, a alta taxa dos pedágios, a elevação do preço do diesel e a restrição da circulação de veículos pesados no centro de São Paulo&#8221;, explica Marques. Sobre o rodízio, o Marcio <a href="http://www.sextamarcha.com.br/?p=22">já comentou</a> aqui no blog como a questão pode ser controversa e exagerada. E os problemas não acabam aí. </p>
<p class="MsoBodyText">Se o transporte rodoviário responde por 60% das mercadorias que circulam no país, o que pode acontecer se ele ficar mais caro? Inflação? Crise? Todas as opções anteriores? Pois é, enquanto não integrarmos o nosso planejamento de gestão de logística industrial, comercial, corporativa - e todas as demais - sofreremos com a falta de agilidade, dificuldades e sérios problemas quando houver mudanças na política.</p>
<p class="MsoBodyText">No artigo, o diretor propõe um período de cinco anos de adaptação a uma nova realidade em que sejam criados &#8220;<span style="color: #000000;">centros expandidos para restringir a circulação de veículos pesados</span>&#8220;. A idéia agradaria a gregos e troianos, prejudicados ou não pelo rodízio. Mesmo assim, enquanto isso não vira realidade, cada gestor pode otimizar seu trabalho através de ferramentas que facilitem o <a href="http://www.datasul.com.br/dominio/index.php?cd_dominio=42">gerenciamento com fornecedores</a> e de <a name="nskf"></a><a href="http://www.datasul.com.br/dominio/index.php?cd_dominio=42">transportes de cargas</a>.   </p>
<p class="MsoBodyText">Qualquer profissional da área conhece a importância de checar periodicamente <a href="http://www.sofit4.com/portal/entry/entry.action?id=6kiq2lmk">os indicadores de manutenção</a> e <a href="http://www.sofit4.com/portal/entry/entry.action?id=50mjyzgc">disponibilidade</a> da frota. Mas o problema da falta de infra-estrutura também não pode ser ignorado. Marques explica o motivo: &#8220;Deixar de tomar decisões a favor do transporte rodoviário pode trazer um efeito inflacionário e capaz de desorganizar a economia&#8221;.</p>
<p class="MsoBodyText">Quem discorda? As discussões precisam ser menos reativas e se anteciparem às crises que virão.</p>
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		<title>Problemas na BR-101: como gerenciar a logística com acidentes nas estradas?</title>
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		<comments>http://www.sextamarcha.com.br/2008/10/23/problemas-nas-estradas-como-gerenciar-essa-logistica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 14:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Xavier</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Mortes, caos, acidentes na estrada e congestionamentos. O cenário de São Paulo, que descrevi há alguns posts, poderia ser uma sinopse do filme Ano 2000 – Corrida da Morte, mas é um resumo da BR-101. Uma reportagem da Gazeta Mercantil enumera os problemas que a estrada e os motoristas enfrentam atualmente. Não acaba por aí, já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Mortes, caos, acidentes na estrada e congestionamentos. O cenário de São Paulo, que descrevi <a id="vh3n" title="há alguns posts" href="http://www.sextamarcha.com.br/?p=50">há alguns posts</a>, poderia ser uma sinopse do filme <em><a id="vr8." title="Ano 2000 – Corrida da Morte" href="http://cinema-filmeseseriados.blogspot.com/2008/09/ano-2000-corrida-da-morte.html">Ano 2000 – Corrida da Morte</a></em>, mas <strong>é um resumo da BR-101</strong>. <a id="x5m2" title="Uma reportagem da Gazeta Mercantil" href="http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?Parms=2100057,604,1">Uma reportagem da <em>Gazeta Mercantil</em></a> enumera os problemas que a estrada e os motoristas enfrentam atualmente. Não acaba por aí, já que as transportadoras também sofrem com o problema que representa um impacto na manutenção dos veículos. <strong>E quem paga essa conta?</strong></div>
<div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> </div>
<div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<div>A situação é tão grave que mesmo atendentes ou fregueses de uma lanchonete na estrada <a id="y1lh" title="criticam as placas e desvios instalados" href="http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?Parms=2100057,604,1"><span style="color: #810081;">criticam as placas e desvios instalados</span></a> e quantos sabem <a href="http://www.dirigindoseguro.com.br/?p=53" target="_blank">o que fazer nessas ocasiões</a>? &#8221;A sinalização feita por causa da obra, seja aqui em Tubarão, seja em outros trechos da BR-101, atrapalha bastante&#8221;, declarou o motorista de caminhão e funcionário de uma transportadora Fábio Grando, que percorre a BR-101 semanalmente. A rodovia será ampliada com as obras do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). Até lá <a id="f25w" title="acidentes e mortes serão inevitáveis" href="http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?Parms=2100058,604,1"><span style="color: #810081;">acidentes de trabalho e mortes</span></a> parecem ser inevitáveis, sem solução.  </div>
<p> Em situações de dificuldade os maus gestores se preocupam com quem &#8220;paga conta&#8221;, enquanto <strong>os bons profissionais encaram a responsabilidade pelo problema</strong>. Um motorista, ao descobrir alguma falha mecânica com o caminhão durante uma viagem ou qualquer outra coisa que possa atrapalhá-lo, deve imediatamente gerenciar a situação, preservando tanto sua saúde quanto o seu compromisso, evitando riscos desnecessários. E até mesmo <strong>trocar pneus à noite pode ser um risco completamente prescindível</strong>.</p>
<p>Agora, como saber o que é importante e o que não é? Ou melhor, quantas - e quais - são as falhas que poderiam ser evitadas? Para isso, existem processos gerenciais que devem ser implantados, mas, pelo enorme número de possibilidades e fatores, apenas uma solução tecnológica pode aferir com precisão os problemas.</p>
<p><a id="c4t_" title="ferramentas de TI que reduzem os custos de manutenção" href="http://www.sofit4.com/portal/page/portal_demo"><strong>Ferramentas de TI ajudam a reduzir custos de manutenção</strong></a>, abastecimento, lubrificação, pneus e taxas e, o principal, permitem que nós, gestores, possamos dar segurança aos nossos funcionários - especialmente os que estão na estrada -, para que eles possam &#8220;arregaçar as mangas&#8221; e assumir problemas.</p>
<div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Tão fundamental quanto debater soluções para esses problemas é buscar, desde já, formas de evitá-los. Vale lembrar que <strong>checar </strong><a id="lmiw" title="a disponibilidade da frota" href="http://www.sofit4.com/portal/entry/entry.action?id=50mjyzgc"><strong>a disponibilidade da frota</strong></a><strong> e seus </strong><a id="s6xu" title="indicadores" href="http://www.sofit4.com/portal/entry/entry.action?id=6kiq2lmk"><strong>indicadores</strong></a> são fatores essenciais nesse contexto.</div>
<p>É consenso que não se cresce sem riscos, mas nós, profissionais da área de transporte, sabemos que, apesar de não podermos resolver todos os problemas, podemos gerenciá-los de forma eficaz.</p></div>
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		<title>Do mito ao real: biocombustível não encarece custo de transportes</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Willwock</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer criar uma lenda? Aqui é o lugar! Poucos países são tão bons na criação de mitos como o Brasil. Um deles é o de que a alternativa pelos biocombustíveis afeta diretamente a logística no custo de transporte. Conseqüentemente, o petróleo continuaria a ser o nosso único e inevitável remédio energético. Convenceu você? Não? Nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quer criar uma lenda? Aqui é o lugar! Poucos países são tão bons na criação de mitos como o Brasil. Um deles é o de que a alternativa pelos biocombustíveis afeta diretamente a logística no custo de transporte. Conseqüentemente, o petróleo continuaria a ser o nosso único e inevitável remédio energético. Convenceu você? Não? Nem a mim. </p>
<p>Também não convence Cristiano Borges, coordenador de novos projetos para biocombustíveis da Shell Brasil. Para ele, nada é mais &#8220;sem desculpa&#8221; do que a falta de investimentos na área. Ele <a href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/7463/especiais/de-gas-ao-etanol.htm" target="_blank">já declarou</a> que a vantagem brasileira em relação ao mercado internacional é imensa. &#8220;Nos Estados Unidos, a produção do biocombustível ocorre no Meio-Oeste enquanto o maior consumo está muito distante, na Costa Oeste. O custo de transporte é altíssimo&#8221;. </p>
<p>O Brasil, no entanto, como Borges ressalta, conta com infra-estrutura de biocombustível instalada, graças ao Programa Nacional do Álcool (ProÁlcool), criado em 1975. A <a href="http://mbdobrasil.com.br/modules.php?name=News&#038;file=print&#038;sid=29" target="_blank">Petrobras já encomendou um estudo que aborda o uso de um novo tipo de biocombustível</a>. Além disso, alguns <a href="http://brasilia.usembassy.gov/HTML/ijge0308/green.htm" target="_blank">executivos já comentam a necessidade de ter opções</a>. Mesmo que apenas isso já colocasse o biocombustível como importante investimento para o futuro, ainda existe o fato de que o Brasil se destaca pela capacidade comprovada de produção. </p>
<p>O biocombustível é tão <a href="http://rastrodecarbono.hitechlive.com.br/?tag=biocombustivel" target="_blank">prejudicial para o meio ambiente quanto o Petróleo</a>, o que demanda uma gestão cuidadosa da frota. Para isso, <a href="http://www.sofit4.com/" target="_blank">existem soluções em TI que ajudam no controle de consumo</a> e no <a href="http://www.proxima.agr.br/portal/modulo_09.jsp" target="_blank">gerenciamento de custos de produção</a>. Aliadas a facilidade de sua obtenção, indicam que o biocombustível possa ser uma solução mais funcional e acessível para o setor, especialmente a longo prazo. </p>
<p>Se o Brasil se consolidar como exportador de etanol, ele terá que se planejar para atender um grande mercado no extremo leste do planeta, especialmente China e Japão, que sempre possuem enormes demandas de energia. Fará bem ao País e ao bolso de quem trabalha com transportes? É claro, o biocombustível pode ser a nossa grande realidade nos próximos anos. Vamos aproveitar ou vamos ficar discutindo mitos? </p>
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		<item>
		<title>Li no Estadão</title>
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		<comments>http://www.sextamarcha.com.br/2008/10/01/li-no-estadao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 14:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Willwock</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[transportadoras]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 18 de setembro, o Estadão publicou um “Dossiê” sobre o trânsito na capital de São Paulo. Achei alarmante! Na verdade, o caderno deveria se chamar “dossiê dos acidentes”. Por dia, 4,3 pessoas morrem no trânsito da capital paulista e 72 saem feridas. O caderno é extenso, mas os dados que me chamaram mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 18 de setembro, o Estadão <a href="http://www.estadao.com.br/busca/JSearch/TQM!tQM.action?e=&amp;s=dossi%EA%20tr%E2nsito" target="_blank">publicou um “Dossiê” sobre o trânsito na capital de São Paulo</a>. Achei alarmante! Na verdade, o caderno deveria se chamar “dossiê dos acidentes”. Por dia, <a href="http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid243657,0.htm" target="_blank">4,3 pessoas morrem no trânsito da capital paulista e 72 saem feridas</a>. O caderno é extenso, mas os dados que me chamaram mais a atenção têm tudo a ver comigo e com este blog, o Sexta Marcha.</p>
<p>Do total de atropelamentos fatais, 9,6% envolvem caminhões e 18% ônibus. Quando se fala de “acidentes fatais”, que nesse caso envolve o condutor do veículo, 10,6% ocorrem com ônibus e 10,3% com caminhões.</p>
<p>Por trás desses tristes dados existem custos altíssimos para as empresas de transporte, em vários sentidos:</p>
<p>- Mais gastos com seguros, pois isso aumenta o valor dos prêmios;</p>
<p>- prazos e atrasos quando ocorrem acidentes que impedem o trânsito;</p>
<p>-  Stress dos motoristas quando entram nessas “selvas urbanas”;</p>
<p>- Custos com remanejamento e até estoque emergencial das cargas, quando algum veículo da frota está envolvido no acidente;</p>
<p>- E, por último, o mais doloroso, a perda da vida de um colaborador, algo irreparável.</p>
<p>Quando relacionamos todos esses fatores, fica claro para nós, profissionais ligados à área de transporte, que devemos considerá-los quando desenhamos um processo de carregamento e transporte logístico, seja ele simples ou complexo, envolvendo várias cargas e centros de distribuição, tanto em São Paulo, com esses tristes índices, quanto em qualquer outra capital do País.</p>
<p>Agora vem o problema, como fazer para calcular dados tão complexos e achar os custos operacionais escondidos para daí definir as melhores alternativas? A única forma é adotar alguma solução de gestão de frotas, que são softwares acessíveis com capacidade de trabalhar várias informações orientando melhor a operação.</p>
<p>Infelizmente, nenhum desses softwares poderá evitar esses acontecimentos (que ganham essa <a href="http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid243662,0.htm" target="_blank">incrível escala</a> numa cidade com cerca de 0,5 carro por habitante), mas permitirão um melhor planejamento, levando em conta a possibilidade de ocorrem e identificando as formas mais eficazes de contorná-los.</p>
<p>Por fim, esses dados, por mais alarmantes que sejam, são sinais de desenvolvimento e nós aqui do Sexta Marcha entendemos que há muita “pista” para podermos chegar ao nível de um país desenvolvido, tanto do ponto de vista da infra-estrutura quanto do ponto de vista de uma sociedade organizada, coerente, responsável e, acima de tudo, cívica. Enquanto caminhamos nessa estrada, eu, minha equipe, você que nos lê e outros executivos ligados à área de transporte fazem o máximo para que possamos chegar o quanto antes nesse tão sonhado futuro.</p>
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		<title>“Não, obrigado” - Mais produtos com menos transportes</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 21:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Xavier</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[transportadoras]]></category>

		<category><![CDATA[demanda]]></category>

		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Se não puder fazer um trabalho, não o pegue. O mantra que todo profissional freelancer conhece serve para o atual momento das transportadoras. A diferença é que, se sempre existirá alguém interessado em pegar aquele trabalho que você não podia fazer, está cada vez mais difícil achar uma empresa que atenda à expansão da demanda. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="nc0-">Se não puder fazer um trabalho, não o pegue. O mantra que todo profissional freelancer conhece serve para o atual momento das transportadoras. A diferença é que, se sempre existirá alguém interessado em pegar aquele trabalho que você não podia fazer, está cada vez mais difícil achar uma empresa que atenda à expansão da demanda. A demanda <span>c<span id="nl6e"><span>resceu,</span></span></span> mas quem vai levar tudo isso?</div>
<div id="u1p9"></p>
<p>Os números não são animadores. De acordo com <a href="http://www.estado.com.br/editorias/2008/07/20/eco-1.93.4.20080720.1.1.xml" target="_blank">uma pesquisa do Centro de Logística da Coppead da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</a>, nos últimos 12 meses, 82% de 65 transportadoras consultadas responderam um &#8220;não, obrigado&#8221; para algum cliente. <span id="uocc"><span>Os motivos: falta de capacidade ou custo do trabalho. </span></span>Achou pouco? <span id="j8.q"><span>Tem mais</span></span>: 51% afirmam que a oferta de transporte rodoviário de cargas, responsável por 60% do que é movimentado no País, está no limite. <span id="j8.q0"><span>Não acredita?</span></span> Paulo Fleury, professor da Coppead/UFRJ, fecha o assunto: &#8220;a demanda está crescendo bem mais que a oferta&#8221;. E ele não está sozinho:</div>
<div id="gwku"></p>
<p>&#8220;Em tempos de desespero, pegamos o que vem pela frente. Mas, num cenário de demanda forte como a atual, é normal darmos preferência a serviços e clientes mais rentáveis&#8221;, opina Djalma Miranda, diretor de planejamento da Transportadora Binotto, a quarta maior do País. No nordeste o quadro se agrava com caminhões voltando sem nenhuma carga, mesmo após dois dias de espera. Clientes que vendem para supermercados, trabalho considerado oneroso, são alguns dos descartáveis.</p></div>
<div id="xknz0">O lado bom é que algumas empresas passam a trabalhar apenas com esse tipo de carga. Já existem clientes mais exigentes procurando empresas que trabalhem com essa personalização. As que podem ter mais trabalho, claro. Empresas de médio e grande porte já podem buscar <a id="ngd-" title="soluções em TI" href="http://www.sofit4.com/portal/repository/datasheet_portugues.pdf" target="_blank">soluções em TI</a> que ajudem no gerenciamento do problema de transporte. Afinal, a gestão ainda é a única saída viável para<span id="is4h"><span> administrar </span></span>questões como <a id="yp-." title="disponibilidade da frota" href="http://www.sofit4.com/portal/entry/entry.action?id=50mjyzgc" target="_blank">disponibilidade</a>, <a id="xfnk" title="gerenciamento" href="http://www.sofit4.com/portal/page/portal_conheca" target="_blank">gerenciamento</a> e <a id="mk99" title="diversas utilidades" href="http://www.sofit4.com/portal/page/portal_beneficios" target="_blank">diversas utilidades</a> para a frota.</div>
<div id="vbth0"><br id="usxf" />Muita informação? E eu nem falei do nível das estradas nacionais&#8230;</div>
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		<title>O rodízio atrapalha a logística empresarial?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 20:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Willwock</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[Como é do conhecimento geral da nação, a prefeitura paulista proibiu a livre circulação de caminhões na cidade. A restrição atinge as marginais dos rios Pinheiros e Tietê, a Avenida dos Bandeirantes e outros sete pontos da Capital e seguirá os mesmos horários e critérios do rodízio de carros. Quem descumprir o rodízio pagará multa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como é do conhecimento geral da nação, a prefeitura paulista proibiu a livre circulação de caminhões na cidade. A restrição atinge as marginais dos rios Pinheiros e Tietê, a Avenida dos Bandeirantes e outros sete pontos da Capital e seguirá os mesmos horários e critérios do rodízio de carros. Quem descumprir o rodízio pagará multa de R$ 85,13. A pretensão é reduzir em 20% a quantidade de caminhões que circulam por essas regiões. A maior queixa dos caminhoneiros e das companhias é sobre seu prejuízo. Eles argumentam que a cidade também perderia dinheiro pelo impacto na logística empresarial. Será?</p>
<p>Em <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/07/04/caminhao_agora_tera_rodizio_nas_marginais_1417748.html" target="_blank">entrevista</a> à Agência Estado, o economista Jaime Waisman, mestre em Engenharia de Transportes pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, afirma que <strong>muitas vezes o impacto econômico pode ser positivo e sem prejuízo para a logística</strong>. &#8220;O caminhão, que leva durante o dia 12 horas para fazer 20 entregas, poderá fazer 20 entregas em seis horas com o trânsito livre. Isso é economia para os transportadores. Por isso, eu acho uma boa medida&#8221;, explica Waisman. Na adaptação às mudanças, a tecnologia da informação pode ser um aliado valioso na <a href="http://www.datasul.com.br/dominio/index.php?cd_dominio=42" target="_blank">gestão do relacionamento com fornecedores</a>, <a href="http://www.datasul.com.br/dominio/index.php?cd_dominio=35" target="_blank">no gerenciamento de cargas</a> ou mesmo com ferramentas mais genéricas <a href="http://www.datasul.com.br/dominio/index.php?cd_dominio=17" target="_blank">gerenciando toda a logística</a>. Aliás, logística <strong>já era uma grande aposta de empresas de software <a href="http://www.datasul.com.br/imprensa/press_release.php?cd_press_release=180" target="_blank">há dois anos</a></strong>.</p>
<p>Além de paralisar o fluxo de produção da economia - e vale lembrar que <strong>a indústria já gera mais produção do que a quantidade de transportes suporta</strong> -, o principal argumento dos opositores do rodízio é o de que quando os caminhões saírem das ruas serão ocupados por carros menores que irão superar as vantagens do novo rodízio. “Proibir a circulação de cargas nas Marginais é inviabilizar o escoamento da produção do Sul e do Sudeste para o Porto de Santos. Acho que deve haver uma outra disciplina para os caminhões, como a restrição para circular só em três faixas das Marginais, por exemplo”, opina <strong>Nabil Bonduki</strong>, professor de Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP) .</p>
<p>Entretanto, até mesmo o impacto na logística dos portos é controverso. Matéria <a href="http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&amp;SecaoID=508074&amp;SubsecaoID=715548&amp;Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&amp;ID=626404&amp;Titulo=Rod%EDzio%20ter%E1%20impacto%20m%EDnimo" target="_blank">publicada</a> em maio pelo jornal <em>A Tribuna</em> pontua que uma reunião entre representantes da Secretaria Municipal de Transportes paulistana, da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e de três prefeituras da Baixada Santista com caminhoneiros e empresas transportadoras de cargas <strong>descartou fortes alterações na rotina dos portos</strong>. &#8220;O impacto é absolutamente administrável, será mínimo&#8221;, afirmou o secretário de Assuntos Portuários de Santos, Sérgio Aquino.</p>
<p>Independentemente do impacto, <strong>as empresas terão de lidar com a logística dos transportes nesse cenário</strong>. Existem <a href="http://www.datasul.com.br/dominio/index.php?cd_dominio=35&amp;cd_conteudo=27" target="_blank">ferramentas de TI</a> que ajudam nessa organização, que inclui tratamento de ocorrências de transporte, de frete, controle de contas e outros.</p>
<p>De qualquer modo, ainda é cedo para ter certeza das virtudes e problemas causados pela adoção do rodízio. Apesar de estar em vigência há mais de um mês, especialistas lembram que ele começou durante as férias escolares. Mesmo assim, <strong>já é possível pensar em impactos óbvios</strong>, como mudanças residenciais e de logística comercial que vão de alimentos a eletrodomésticos, entre outros produtos. E os feirantes, como vão se virar?</p>
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