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	<description>Tudo sobre futebol americano</description>
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		<title>Por que Kaepernick voltará à NFL em breve</title>
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				<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 02:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Uma franquia da NFL recentemente ligou para Pete Carroll, head coach do Seattle Seahawks, o último time a receber Colin Kaepernick para atividades em 2017, perguntando sobre e mostrando interesse no quarterback. O treinador do Los Angeles Charges Anthony Lynn declarou que sua lista de nomes a serem avaliados presencialmente em 2020 conta com Kaepernick. [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap">Uma franquia da NFL recentemente ligou para Pete Carroll, <em>head coach </em>do Seattle Seahawks, o último time a receber Colin Kaepernick para atividades em 2017, perguntando sobre e mostrando interesse no <em>quarterback</em>. O treinador do Los Angeles Charges Anthony Lynn declarou que sua lista de nomes a serem avaliados presencialmente em 2020 conta com Kaepernick. E a nova proprietária do Detroit Lions, Sheila Ford Hamp, disse que, se o o treinador e <em>general manager</em> de seu time quiserem, ela está aberta a contratar o <em>signal-caller</em>.</p>



<p>Ao lado de outras apurações, os fatos acima apontam para uma coisa: Kaepernick tem gerado <em>real</em> interesse entre os times da NFL. Interesse esse que, pelas últimas notícias, parece ser mais do que uma “estratégia de relações públicas” das equipes.</p>



<p>É possível que Kaepernick retorne ao futebol americano profissional em breve. E aqui estão três motivos por trás disso.</p>



<h4><strong>Ele não deveria ter saído</strong></h4>



<p>Kaepernick não tem mais nível técnico para ser titular na NFL.&nbsp;E além das limitações do <em>quarterback</em>, todas as equipes da liga parecem esperançosas (e momentaneamente resolvidas) com a atual situação <em>under center</em>. </p>



<p>Todavia, tal conjuntura não é extrema ao ponto de Kaepernick não ser capaz de contribuir como reserva imediato &#8212; ou terceiro <em>quarterback</em> dos elencos que contam com a opção.</p>



<p>Mas por que isso não acontece? Essa resposta requer uma breve passagem desde a última temporada jogada por Kaepernick até casos recentes nos quais ele evidentemente poderia impactar de forma positiva.</p>



<p>Na pré-temporada da campanha de 2016, vindo de três cirurgias na <em>offseason</em>, Kaepernick protestou durante o hino nacional dos Estados Unidos pela primeira vez, inicialmente permanecendo sentado e depois ajoelhado durante o hino. Ele mirava a brutalidade policial e questões raciais ao redor dos EUA e, enquanto outros jogadores abraçaram a causa e despertaram uma série de protestos da mesma natureza, os proprietários das franquias junto com outras pessoas fora das quatro linhas não gostaram dos atos e os consideravam uma distração. Essa<em> </em>distração incomodou a ponto de manter Kaepernick fora da liga desde que ele se tornou <em>free agent</em> em março de 2017.</p>



<p>Verdade seja dita, dentro de campo Kaepernick não foi bem em 2016. Uma vitórias em 10 jogos como titular, menos de 60% de aproveitamento nos passes, 16 <em>touchdowns</em>… O brilho daquele <em>quarterback</em> que chegou ao Super Bowl quatro temporadas antes, estava distante. Depois de disputar duas finais da NFC seguidas nas temporadas de 2012 e 2013, os 49ers terminaram 2016 com campanha 2-14, seu pior aproveitamento desde 2004.</p>



<p>Um processo de reconstrução do elenco começou na <em>offseason</em> de 2017, e ele foi encabeçado pela contratação de um novo <em>head coach</em> &#8211; Kyle Shanahan, cujo sistema ofensivo, segundo ele, não se encaixava com Kaepernick.&nbsp;</p>



<p>San Francisco planejava dispensar Kaepernick, que aceitou encerrar seu contrato diante da <em>free agency</em>. Não dá para dizer que os 49ers estavam errados por não continuar com o jogador. Errado foi nenhuma equipe ter oferecido para o <em>quarterback </em>retornar à liga desde então. </p>



<p><em>“Caio, mas ele jogou mal nas últimas temporadas que fez, por que os times o contratariam?”&nbsp;</em></p>



<p>Kaepernick fez 21 partidas (19 como titular) em 2015 e 2016, seus dois últimos anos, e obteve as seguintes médias por 16 jogos disputados: 59,1% dos passes completados, 2.931 jardas aéreas, 17 <em>touchdowns </em>e sete interceptações — um rating de 85,5. Ele também contribuiu com 552 jardas corridas e dois TDs terrestres na média de uma temporada regular.</p>



<p>O <em>rating</em> de 85 não é impressionante, ainda mais na atual era da NFL com ataques aéreos em alta. Mas ele é, por exemplo, superior ao <em>rating</em> de Mason Rudolph (82) e Devlin Hodges (71.4), ambos <em>quarterbacks</em> do Pittsburgh Steelers e que foram titulares em 2019 após a lesão de Ben Roethlisberger. É superior também ao <em>rating</em> dos dois <em>backups</em> que o Detroit Lions precisou no ano passado, Jeff Driskel e David Blough. E detalhe: Driskel e Blough tiveram campanha 0-8 como titulares.</p>



<p>Ademais, correndo com a bola, Kaepernick parece um <em>running back</em> quando comparado a Rudolph, Hodges, Driskel e Blough.</p>



<p>Steelers e Lions no ano passado foram times que pareciam fazer sentido uma busca por alguém como Kaepernick. Afinal, são equipes visando Super Bowl a curto prazo, que precisam de um QB reserva capaz de “não cometer erros grotescos” e deixar um grupo competitivo em posição de vencer partidas na ausência do titular veterano. </p>



<p>Em 2018, será que Kaepernick não teria feito mais pelo Green Bay Packers do que Brett Hundley? Uma temporada antes disso, o Seattle Seahawks contratou <a href="http://shotgun.football/os-seahawks-preferiram-austin-davis-a-colin-kaepernick/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Austin Davis (abre numa nova aba)">Austin Davis</a> para ser reserva de Russell Wilson.</p>



<p>Neste ano, entre vários exemplos, os dois primeiros times que vieram em mente foram… Los Angeles Rams e Tennessee Titans.</p>



<p>Os Rams, que tiveram Blake Bortles como interessante <em>backup</em> em 2019, passaram a <em>offseason</em> 2020 até agora <em>contentes</em> com John Wolford de opção imediata caso Jared Goff esteja fora. Enquanto isso, os Titans seguem com Logan Woodside como primeiro substituto de Ryan Tannehill — meses depois de sentirem na pele os benefícios de um veterano capaz no banco de reservas.</p>



<p>Wolford e Woodside, calouro não-<em>draftado</em> em 2018 e escolha de sétima rodada no mesmo ano, respectivamente, ainda não disputaram um <em>snap</em> oficial na NFL.&nbsp;</p>



<p>O fato de alguns desses times não ter contratado Kaepernick pode estar ligado a outros motivos, como o <em>salary cap</em> em determinados casos, por exemplo. E a questão aqui não é apontar quais franquias deveriam ter dado uma chance a Kaepernick. O ponto é que nenhuma deu, por três temporadas, mesmo sabendo que o <em>quarterback</em> acrescentaria positivamente. E se não fosse uma morte absurda e lamentável, 2020 provavelmente seria a quarta temporada nessa lista.</p>



<h4><strong>Os times, enfim, parecem agir contra problemas fora de campo</strong></h4>



<p>As franquias da NFL viram que os protestos de Kaepernick em 2016 não eram uma distração. Para tal, lamentavelmente, precisou que algo absurdo como a morte de George Floyd sob custódia policial acontecesse. E os protestos despertados em diversas cidades da América do Norte após o ocorrido ganhou força nas redes sociais por meio dos jogadores e treinadores e, mais tarde, foi endereçado de alguma forma por cada time da NFL. A liga admitiu estar errada por “não ter ouvido” Kaepernick.&nbsp;</p>



<p>Desta maneira, a primeira forma de reconhecer o erro e começar mudanças em uma situação de desigualdade e injustiça racial que vai além dos campos de futebol americano é dando uma nova chance ao jogador que foi prejudicado por pedir que esse cenário mudasse, e não causasse mortes como a de Floyd, há anos.</p>



<p>É difícil cravar que as 32 franquias da NFL se importam com o desigualdade racial nos EUA da mesma forma, mesmo após os fatos recentes. E é possível que uma ou outra até não tenha mudado de opinião, por incrível que pareça. Contudo, times — no plural — querem mudar. Sabem que precisam. E contratar Kaepernick neste momento pode ajudá-los tanto dentro quanto fora de campo.</p>



<h4><strong>O valor do quarterback reserva</strong></h4>



<p>É impressionante como as equipes da NFL têm precisado de seus <em>backups</em>. Há elencos com a mordomia de terem <em>under center</em> um nome que está em campo <em>toda </em>semana, porém de um modo geral a função de <em>quarterback</em> reserva está em pauta. </p>



<p>Como citado anteriormente, Steelers e Lions precisaram de dois <em>backups</em> em 2019. Além disso, o Carolina Panthers jogou com um reserva durante toda a temporada, enquanto o Jacksonville Jaguars passou por algo parecido quando teve que dar chance a Gardner Minshew após lesão de Nick Foles na semana 1.</p>



<p>Entre outros times, New Orleans Saints, Indianapolis Colts, Denver Broncos e Kansas City Chiefs também contaram com participação de <em>quarterback </em>reserva em situações relevantes.</p>



<p>Detalhe: tudo isso só em 2019. Nem é preciso relembrar maiores casos como o Philadelphia Eagles de Foles para ilustrar que priorizar um <em>backup</em> <em>quarterback</em> não é perder dinheiro.</p>
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		<title>Nível dos times; Cowboys com elenco para título? Respondendo perguntas dos leitores</title>
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				<pubDate>Sat, 23 May 2020 17:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Semanalmente fica aberta a caixa de perguntas no Instagram do Shotgun e como algumas perguntas precisavam de mais espaço para análise, decidi colocá-las em formado de texto, complementando a resumida resposta inicial. Confesso que o plano inicial era incluir todas as perguntas nesse artigo. Contudo, (felizmente) foram mais de 50, o que faria disso um [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap">Semanalmente fica aberta a caixa de perguntas no<a href="https://www.instagram.com/shotgunfutebolamericano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" Instagram (abre numa nova aba)"> Instagram</a> do Shotgun e como algumas perguntas precisavam de mais espaço para análise, decidi colocá-las em formado de texto, complementando a resumida resposta inicial.</p>



<p>Confesso que o plano inicial era incluir todas as perguntas nesse artigo. Contudo, (felizmente) foram mais de 50, o que faria disso um <em>livro</em>. Portanto, todos que enviaram perguntas tiveram pelo menos uma delas respondidas. Os seguidores que enviaram múltiplas questões, filtrei-as de acordo com o tema (pertinência, relação com outros questionamentos, etc.). Se a curta e direta resposta no Instagram foi suficiente, isso também excluiu a pergunta do grupo abaixo.</p>



<p>Logo na primeira pergunta, por exemplo, engloba outras cinco questões, então todas as respostas estão na mesma parte — claro, com a especificação de usuário e resposta para cada leitor.</p>



<p>Sem mais delongas, vamos ao que interessa — e prepare para a diversidade de assuntos comentados. Nenhum dos níveis está em ordem</p>



<h4>&#8220;O nível dos times&#8221; <em>(@Ar7urmeirelles12)</em></h4>



<p><strong>Favoritos (não ficaria surpreso se chegassem ao Super Bowl)</strong></p>



<p>Bills<br>Ravens<br>Saints<br>Chiefs<br>49ers<br>Cowboys<br>Buccaneers<br>Packers</p>



<p>A maioria dos times aqui não precisa de maiores explicações sobre o porque de serem considerados favoritos. Separei meu comentário para as três últimas da lista, que coincidentemente responde múltiplas perguntas recebidas no Instagram.</p>



<p>Buccaneers — <strong><em>&#8220;Com a chegada de Gronkowski e Brady, o que pode faltar para os Bucs chegarem ao Super Bowl?” (@felipe_tp92)</em></strong><em> — </em>Como não colocar o Brady, com um dos melhores elencos que ele já teve ao redor, no grupo dos favoritos? No papel, tudo está encaixado para Tampa Bay, dos dois lados da bola. Na prática, as lesões (incomodaram vários titulares em 2019), a jovem secundária (subiu de crescimento em dezembro mas teve um começo de campeonato abaixo do esperado), o pass rush (a temporada do Shaq Barrett não foi tão boa quanto parece), o jogo corrido (com Ronald Jones, os Bucs têm um dos piores titulares da liga) e a linha ofensiva (o quinteto titular é aceitável mas a rotação deixa a desejar) são quesitos que, se fossemos bem rigorosos, poderíamos questionar.</p>



<p>Cowboys<em> — </em><strong><em>&#8220;Dallas já tem um time para disputar SB esse ano?&#8221; (@yghorgb)</em></strong><em> — </em>Sim e, ao lado dos Bucs, foram os únicos times que apareceram neste nível sem terem disputando os playoffs em 2019. Por quê? Goste ou não do Dak Prescott, ele é acima da média. O Ezekiel Elliott é o <a rel="noreferrer noopener" aria-label="melhor running back (abre numa nova aba)" href="http://shotgun.football/os-5-melhores-jogadores-da-nfl-por-posicao-ataque/" target="_blank">melhor running back</a> da NFL, a linha ofensiva segue competitiva, o pass rush tem peças para produzir e a dupla de linebackers titular é uma das cinco melhores. O talento por trás disso é suficiente para complementar baixas de setores mais frágeis, como a secundária. <strong><em>Mas então o que falta para Dallas</em></strong><em>?</em> A mentalidade de um treinador vitorioso pode ser uma alternativa, mas o fato de as maiores estrelas do elenco sumirem nos playoffs (ou em dezembro) tem enorme parcela nisso. Para prosperar na pós-temporada, é preciso ter o momento em dezembro e janeiro, e não ser levado por um ou dois jogos convincentes. Em janeiro especialmente, é preciso que algum jogador faça um passe diferente, uma corrida imprevisível, uma recepção brilhante, um tackle milimétrico que muda o jogo, uma chamada ousada… Recentemente, os Cowboys não tiveram isso; sofreram com isso é verdade. Quando Dallas fez algo parecido — Dez Bryant no Lambeau Field — não valeu.</p>



<p>Packers&nbsp;<strong>— Rodgers é passivo/agressivo, GB deu o recado que ele não manda no time. Green Bay implode? (@eeuclidesneto)</strong></p>



<p><strong>— Expectativa de campanha de GB…Rodgers vai acordar? (@jg_pinheiro)</strong></p>



<p><strong>— O que GB precisa melhorar para ir às finais, fora adicionar WRs? (@Fabriciofernandeseng)</strong></p>



<p>Não vejo a escolha do Jordan Love como um recado para o Aaron Rodgers. Mas acho sim que o Rodgers pode, pela natureza da equipe ter adicionado competição, ser “mais agressivo” e ter uma temporada histórica. Então sim, espero um Rodgers mais competitivo em 2020 e o legado de alguns jogadores já me ensinou a nunca duvidar deles. Sobre o elenco de Green Bay, o grupo de recebedores e linebacker faltam nomes mais sólidos, além de profundidade na linha ofensiva. Porém, se o Rodgers não estiver bem (e o sistema ofensivo não conseguir extrair o melhor dele), nem com um novo All-Pro wide receiver e um Pro Bowl linebacker os Packers conseguem ganhar.</p>



<p>Chiefs — <strong><em>&#8220;Quais as chances de KC manter o título?” (@_icaroroodrigues)</em></strong><em> — </em>É difícil vencer campeonatos consecutivamente na NFL e o que faz um time ter chances disso é o quarterback — times sem alguém diferenciado under center dificilmente repetem ótimas campanhas. Kansas City tem o <a rel="noreferrer noopener" aria-label="melhor quarterback (abre numa nova aba)" href="http://shotgun.football/os-5-melhores-jogadores-da-nfl-por-posicao-ataque/" target="_blank">melhor quarterback</a> do planeta e, portanto, as chances de Super Bowl continuam.</p>



<p><strong>Podem incomodar nos playoffs (potenciais candidatos subestimados a Super Bowl)</strong></p>



<p>Eagles<br>Steelers<br>Vikings<br>Titans<br>Texans<br>Cardinals<br>Seahawks</p>



<p>Cardinals — <strong><em>&#8220;O que falta para os Cardinals entrarem de vez na briga pela divisão num futuro próximo?” (@Gabrieldatrino) </em></strong><em>— </em>Sim, é exagero colocar os Cardinals, um time que passou longe dos playoffs em 2019, já no segundo nível dessa lista. Contudo, considero a equipe uma zebra interessante ao Super Bowl, então achei melhor (não mais sensato) cometer tal exagero. As chances de o Kyler Murray não evoluir como o esperado existem e colocaria todas essas previsões abaixo. Entretanto, se Arizona encaixar como pode (e essa possibilidade é mais próxima do real que do utópico) um grande time de futebol americano pode surgir.</p>



<p>Vikings — <strong><em>&#8220;Cousins tem capacidade para chegar e vencer um Super Bowl? (@Gabrielmr17)</em></strong><em> — </em>Sozinho não, porém vitórias como diante dos Saints em New Orleans ano passado mostram que o Kirk Cousins tem algo a mais para oferecer. Se o time dos Vikings engrenar na hora certa da temporada (tem faltado consistência em dezembro e janeiro), o conjunto da equipe — com o Cousins aparecendo nos momentos certos — pode fazer mais do que uma zebra. </p>



<p><strong>Playoffs é realidade</strong></p>



<p>Browns<br>Bears<br>Colts<br>Falcons<br>Broncos</p>



<p><strong>A vaga extra nos playoffs pode ajudar</strong></p>



<p>Jets<br>Patriots<br>Giants<br>Bengals<br>Lions<br>Chargers<br>Raiders<br>Rams</p>



<p>Rams — <strong><em>“Em que posição geral vc acha que os Rams ficarão nessa temporada?” (@vini_1937) </em></strong><em>—</em> Acho que o Los Angeles Rams será um “time de meio de tabela”. Há posições de alto nível no elenco, porém há setores muito fracos. E esse desequilíbrio costuma ser cruel. De qualquer forma, vale ressaltar: o talento individual dos Rams, comandados por Sean McVay, pode falar mais alto em algumas ocasiões.</p>



<p>Giants — <strong><em>“Qual sua previsão para os Giants?” (@rodrigodetros) </em></strong><em>— </em>Sete vitórias e nove derrotas é minha previsão base. No melhor cenário, coloco duas vitórias a mais, 9-7, portanto. No pior, 5-11. Se o melhor dos casos acontecer, mesmo na disputada NFC, a vaga extra nos playoffs pode entrar em cena.</p>



<p><strong>Terminar fora do top 5 do próximo draft seria comemorável</strong></p>



<p>Dolphins<br>Redskins<br>Jaguars<br>Panthers</p>



<p>Panthers — <strong><em>&#8220;Os panthers são realmente tão ruins quanto estão apontando?” (@jg_pinheiro)</em></strong><em> — </em>Coloco os Panthers entre os candidatos à primeira escolha geral no Draft 2021. O processo de reformulação do time parece no caminho certo, porém falta talento individual, o Teddy Bridgewater nunca deu indícios que levará o grupo nas costas e a defesa é repleta de jovens jogadores buscando construir uma carreira. Ah, e o Matt Rhule é um treinador estreante. Em 2020, Carolina busca acima de tudo encontrar uma identidade (ou o rascunho dela).</p>



<h4>&#8220;Top 10 free agency&#8221; (@wagner_w99)</h4>



<p><strong>Buccaneers </strong>— Contrataram Brady e Gronk. Ponto.</p>



<p><strong>Dolphins</strong> — Os três níveis defensivos foram reforçados por sólidos titulares.</p>



<p><strong>Cardinals </strong>— Os interessantes reforços defensivos até ficaram em segundo plano com a chegada do DeAndre Hopkins.</p>



<p><strong>Bills </strong>— Stefon Diggs, Mario Addison, Josh Norman… Buffalo continua melhorando.</p>



<p><strong>Raiders</strong> — Las Vegas precisava de LBs titulares e ter contratado o melhor da posição disponível foi sensacional.</p>



<p><strong>Bengals</strong> — D.J. Reader e Mackensie Alexander são dois dos jogadores mais subestimado da NFL.</p>



<p><strong>Browns</strong> — Cleveland merece crédito por ter contratado o melhor RT e TE do mercado.</p>



<p><strong>Colts </strong>— Além de buscar um dos melhores QBs livres, Indy acrescentou um pass rusher titular.</p>



<p><strong>Saints</strong> — New Orleans precisa de reforços pontuais e por isso foram felizes ao assinarem com Emmanuel Sanders e Malcolm Jenkins.</p>



<p><strong>Chargers</strong> — Bryan Bulaga, Linval Joseph e Chris Harris. Todos eles serão jogadores dos Chargers em 2020.</p>



<h4>“Quais times devem ser as maiores surpresas (positivas e negativas) da temporada?” (@jg_pinheiro)</h4>



<p><em>Estamos apenas em maio, mas&#8230;</em></p>



<p><strong>Positivas</strong></p>



<p>Cardinals &#8212; Explicado nas respostas anteriores.</p>



<p>Jets — Ainda acredito no Sam Darnold, o Le’Veon Bell ainda é um dos melhores, o C.J. Mosley está de volta e a offseason acrescentou bons jogadores.</p>



<p>Bengals — Apesar da campanha 2-14 indicar o contrário, Cincinnati não ficou tão distante assim de ser um time realmente competitivo em 2019. E tudo que estava de errado ano passado foi reforçado.</p>



<p><strong>Negativas</strong></p>



<p>49ers — Surpresa negativa não significa falta de competitividade. Mas não estou certo que a veterana secundária da equipe manterá o altíssimo nível, tampouco que o jovem grupo de recebedores fará a diferença. — <strong>Respondendo a @junio.rocha7</strong></p>



<p>Broncos — Essencialmente, o Drew Lock ainda não provou nada, e a linha ofensiva de Denver, principalmente na função de tackles, é limitada. A defesa, por sua vez, não passa perto de ser uma das melhores da liga como em outrora<em> — </em><strong>Respondendo a @Tuliortorres</strong></p>



<p>Titans — Eu sou o único que não ficaria surpreso se o Ryan Tannehill não mantivesse o nível de 2019? E a perda do Logan Ryan pode ser pior do que parece.</p>



<h4>“Expectativa para NFC South?” <em>(@Luisfelipearaujogarcia3)</em></h4>



<p>Meu palpite de classificação final é:</p>



<p>Saints<br>Buccaneers<br>Falcons<br>Panthers</p>



<p><em>Não ficaria surpreso se três times dessa divisão chegassem aos playoffs, tampouco se o representante da NFC no Super Bowl e a equipe com a primeira escolha geral em 2021 também fossem desse grupo. Espero uma temporada muito equilibrada de Saints e Bucs — possivelmente terminando com campanhas similares. Mas o fato de New Orleans estar junto a mais tempo é um detalhe que pode prevalecer. </em></p>



<h4>&#8220;Patrick queen, DROY?” <em>(@m_anttonio)</em></h4>



<p><em>Está no top 3 dos favoritos a Defensive Rookie of the Year. Aqui meus 10 candidatos:</em></p>



<p>10 &#8211; Grant Delpit, S, Browns<br>9 &#8211; Willie Gay Jr., LB, Chiefs<br>8 &#8211; Xavier McKinney, S, Giants<br>7 &#8211; CJ Henderson, CB, Jaguars<br>6 &#8211; Derrick Brown, DT, Panthers<br>5 &#8211; K’Lavon Chaisson, EDGE, Jaguars<br>4 &#8211; Jeff Okudah, CB, Lions<br>3 &#8211; Patrick Queen, LB, Ravens<br>2 &#8211; Isaiah Simmons, LB, Cardinals<br>1 &#8211; Chase Young, EDGE, Redskins</p>



<h4>&#8220;Quais jogadores se espera subir muito de produção após o ano de calouro?” <em>(@Humbertosarruda)</em></h4>



<p>Q<strong>B Drew Lock, Broncos —</strong> A expectativa com Lock é enorme: os Broncos fizeram uma offseason dedicada quase que inteiramente em adquirir melhores peças para o segundo-anista; chegaram Melvin Gordon, Jerry Jeudy, Graham Glasnow. Lock venceu quatro dos cinco primeiros jogos profissionais na reta final do campeonato passado. A expectativa agora é que ele resolva um grande problema de Denver.</p>



<p><strong>QB Kyler Murray, Cardinals</strong> — Arizona viu exatamente o que queria em Murray ao lado do head coach Kliff Kingsbury e espera que o quarterback se confirme como um dos melhores jovens signal-callers da NFL. A chegada do Hopkins pode ser a cereja do bolo em um dos ataques mais promissores da liga.</p>



<p><strong>EDGE Josh Allen, Cardinals</strong> — Allen teve 10,5 sacks como calouro e em 2020 tudo indica que ele será referência no front seven dos Jaguars após a saída de Calais Campbell e possivelmente Yannick Ngakoue. Estamos falando de um jogador que completará 23 anos de idade nesta temporada e demonstrou enorme habilidade tanto contra o passe (pressão e cobertura) quanto parando o jogo corrido.</p>



<p><strong>DL Jeffery Simmons, Titans</strong> — Simmons foi atrapalhado por lesões antes da temporada passada, mas vale lembrar que se não fosse por isso, ele possivelmente teria sido chamado no top 10 do Draft 2019. Agora titular desde a semana 1, Tennessee espera que Simmons possa de fato confirmar o talento demonstrado em Mississippi State.</p>



<p><strong>OT Andre Dillard, Eagles</strong> — Philadelphia recrutou Dillard pensando no futuro da posição de left tackle e esse futuro aparentemente chegou. Com Jason Peters ainda free agent, o discurso de Doug Pederson indica que os Eagles estão prontos para consolidar Dillard como titular no lado esquerdo. Left tackle é a função mais importante para a proteção de Carson Wentz, que vem sofrendo com lesões, e não fique surpreso se Dillard der conta do recado.</p>



<h4>“O que esperar de Garoppolo nesta temporada?” <em>(@pedro_mizael)</em></h4>



<p>A mesma coisa do ano passado. Ficaria extremamente surpreso se o Jimmy Garoppolo tivesse uma temporada a nível de MVP; o sistema ofensivo do San Francisco 49ers não parece estar construído para isso. Imagino que os Niners continuem correndo muito com a bola e que Kyle Shanahan siga explorando jogadas ideias para jardas depois da recepção com seus recebedores — Brandon Aiyuk tende a ser importante nisso. Portanto, uma nova campanha com alta porcentagem de aproveitamento nos passes, quantidade decente de jardas e touchdowns e um número não-alarmante de interceptações parece ser o padrão de Garoppolo para mais um ano.</p>



<h4>“Em vista do sucesso de The Last Dance, é possível vislumbrar um documentário nos mesmos moldes na NFL?” <em>(@Paulomelobarbosa)</em></h4>



<p>O sucesso de <em>The Last Dance</em> foi tão grande que a partir de agora o documentário será uma referência para os próximos e dificilmente as comparações terão os novatos como vencedor. Espero sim novas produções surgindo em um futuro próximo.</p>



<p>A ESPN anunciou nesta semana, por exemplo, que lançará em 2021 um filme de nove partes de Tom Brady — <a rel="noreferrer noopener" aria-label="clique aqui (abre numa nova aba)" href="https://twitter.com/TomBrady/status/1263513066907619335" target="_blank">clique aqui</a> para ver o trailer. O documentário mostrará a carreira sem precedentes de Brady, que foi de quase não-draftado ao maior vencedor de Super Bowl da história.</p>



<h4>“O que o (Miami) Hurricanes precisa para sair do buraco que está?” (@Mfritzd)</h4>



<p>Comparado ao que era na década de 1990 e começo dos anos 2000, o passado recente de Miami é irreconhecível. Nenhum título de conferência desde 2004, temporadas negativas, poucas vitórias em Bowls… O time começou uma nova era ao contratar Manny Diaz na temporada passada e a primeira campanha não foi boa (6-7).</p>



<p>Falta para os Hurricanes aquilo que é crucial para um programa de college football de sucesso: acertar treinador, comissão técnica e quem está por trás da montagem do time de futebol americano. A surpreendente saída Mark Richt, o antecessor de Diaz, complicou os planos do time. Richt terminou 7-6 em 2018, mas havia vencido 10 jogos e a divisão no ano anterior.&nbsp;</p>



<p>Sistemas são a essência dos times no college football. E um sistema ganha prosperidade com o tempo, principalmente quando os responsáveis por recrutar bons jogadores fazem um trabalho sólido. Tem faltado essas duas coisas em Miami.</p>
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		<title>Os 5 melhores jogadores da NFL por posição (Defesa)</title>
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				<pubDate>Fri, 22 May 2020 19:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Fui “desafiado&#8221; por um amigo no WhatsApp a listar os três melhores jogadores por posição na NFL. E isso aconteceu na mesma época em que o Gabriel Martins &#8211; o Cara dos Sports &#8211; começou uma série abordando o top 5 de cada posição em seus podcasts, dos quais fui convidado duas vezes (tight ends [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap">Fui “desafiado&#8221; por um amigo no WhatsApp a listar os três melhores jogadores por posição na NFL. E isso aconteceu na mesma época em que o Gabriel Martins &#8211; o <em><a href="https://twitter.com/caradossports" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Cara dos Sports (abre numa nova aba)">Cara dos Sports</a></em> &#8211; começou uma série abordando o <em>top 5</em> de cada posição em seus <em>podcasts</em>, dos quais fui convidado duas vezes (<em>tight ends</em> e <em>wide receivers</em>).</p>



<p>Além disso, com certa frequência perguntam quem considero os melhores da NFL na caixa de perguntas do <a href="https://www.instagram.com/shotgunfutebolamericano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Instagram (abre numa nova aba)">Instagram</a>.</p>



<p>Assim sendo, e também aproveitando o período de quarentena, decidi seguir tal ideia por completo e comentar sobre meu <em>top 5</em> atual em todas as posições. </p>



<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://shotgun.football/os-5-melhores-jogadores-da-nfl-por-posicao-ataque/">Ataque</a> I <strong>Defesa </strong></span></p>



<h4>Interior defensive lineman</h4>



<ol><li><strong>Aaron Donald, Rams<br></strong> <br><em> O defensor mais dominante da liga.<br></em> </li><li><strong>Chris Jones, Chiefs</strong><br> <br><em> A atuação no Super Bowl LIV mostrou que Jones é, possivelmente, o segundo jogador mais importante dos Chiefs atualmente.<br></em> </li><li><strong>Fletcher Cox, Eagles<br></strong> <br><em> Não é comum um defensive tackle dominar o jogo corrido e pressionar o quarterback adversário em alto nível. Cox, apesar de um 2019 instável, ainda é capaz disso.<br></em> </li><li><strong>Geno Atkins, Bengals<br></strong> <br><em> Depois do Donald, os 43,5 sacks do Atkins desde 2015 lideram a NFL entre defensive tackles/interior defensive linemen.<br></em> </li><li><strong>Cameron Heyward, Steelers<br></strong> <br><em>Heyward sempre foi excelente contra o jogo corrido, mas seus 29 sacks desde 2017 mostram que seu jogo atingiu outro nível.</em></li></ol>



<h4>Edge rusher (OLB e DE)</h4>



<ol><li><strong>Myles Garrett, Browns<br></strong> <br><em>Garrett era o grande favorito ao prêmio de Defensor do Ano antes da briga com o Mason Rudolph.<br></em> </li><li><strong>Von Miller, Broncos<br></strong> <br><em>Desde que chegou à NFL em 2011, Miller sempre foi top 5 em sua função. Um ano abaixo da média — com oito sacks — não muda isso.<br></em> </li><li><strong>Khalil Mack, Bears<br></strong> <br><em>Se um edge de rotação de um front seven tivesse 11 sacks desde 2018, não seria desastroso. O Mack tem essa quantidade… de fumbles forçados nesse período.<br></em> </li><li><strong>T.J. Watt, Steelers<br></strong> <br><em> Ainda sobre fumbles forçados, o Watt acumula 14 (!) nas duas últimas temporadas. Junto de 27,5 sacks, 57 hits ao QB adversário e duas interceptações.<br></em> </li><li><strong>Chandler Jones, Cardinals<br></strong> <br><em>72,5 sacks desde 2015. Nenhum jogador chega próximo do Jones nesse quesito.</em></li></ol>



<h4>Linebacker</h4>



<ol><li><strong>Bobby Wagner, Seahawks<br></strong> <br><em> Deveria ser autoexplicativo, mas vou ressaltar que o Wagner tem quatro All-Pros consecutivos e lidera a liga em tackles desde 2016.<br></em> </li><li><strong>Darius Leonard, Colts<br></strong> <br><em>Apenas um jogador teve pelo menos 200 tackles, 10 sacks, cinco interceptações, cinco fumbles forçados e um touchdown desde 2018.<br></em> </li><li><strong>C.J. Mosley, Jets<br></strong> <br><em>As lesões praticamente anularam a temporada 2019 do Mosley. Em dois jogos disputados apenas, contudo, foram nove tackles dois passes defendidos e um touchdown, mostrando o que ele faz quando está em campo. <br></em> </li><li><strong>Tremaine Edmunds, Bills<br></strong> <br><em> Toda defesa de elite precisa de um líder. O dos Bills foi ao primeiro Pro Bowl da carreira aos 21 anos de idade.<br></em> </li><li><strong>Anthony Barr, Vikings<br></strong> <br><em>Um ano instável do Barr teve 79 tackles, um touchdown, 1,5 sack e um fumble forçado. São quatro Pro Bowls desde 2015.</em></li></ol>



<h4>Safety</h4>



<ol><li><strong>Jamal Adams, Jets<br></strong> <br><em>Para encontrar um safety que combine força, instinto, explosão e técnica como Adams precisei pensar em hall of famers. <br></em> </li><li><strong>Minkah Fitzpatrick, Steelers<br></strong> <br><em> É difícil imaginar que a secundária dos Steelers estaria altamente competitiva se não fosse a chegada de Fitzpatrick. E seria absurdo dizer que ele já é um dos três jogadores mais importantes do time?<br></em> </li><li><strong>Derwin James, Chargers<br></strong> <br><em>Não há nada que o James não consiga fazer em alto nível dentro de campo. O que se viu dele como calouro merece o benefício da dúvida depois de um 2019 devastado por lesões.<br></em> </li><li><strong>Harrison Smith, Vikings<br></strong> <br><em>Quando um jogador vai ao Pro Bowl múltiplas vezes consecutivas e poucas pessoas comentam, é porque estar entre os melhores da posição virou algo comum. Smith, de técnica e inteligência impecáveis, esteve em todos os Pro Bowls desde 2015.<br></em> </li><li><strong>Eddie Jackson, Bears<br></strong> <br><em> O safety com as melhores mãos da NFL.&nbsp;</em></li></ol>



<h4>Cornerback</h4>



<ol><li><strong>Stephon Gilmore, Patriots<br></strong> <br><em>Um cornerback não é eleito o melhor defensor da temporada por acaso. Impressionante como o Gilmore continua melhorando a cada temporada.<br></em> </li><li><strong>Tre’Davious White, Bills<br></strong> <br><em>É difícil argumentar contra um cornerback All-Pro, ainda mais quando esse é referência em uma das melhores secundárias da NFL e acabou de liderar a liga em interceptações em sua posição.<br></em> </li><li><strong>Marlon Humphrey, Ravens<br></strong> <br><em>A chegada de reforços à defesa dos Ravens parece ter sido o que faltava para o Humphrey engrenar. A habilidade de playmaker dele agora é complementada por uma versatilidade e habilidade atlética rara na posição.<br></em> </li><li><strong>Jalen Ramsey, Rams<br></strong> <br><em>São três anos seguidos jogando no mais alto nível. Relativos altos e baixos nesse período são normais.<br></em> </li><li><strong>Kyle Fuller, Bears<br></strong> <br><em>A temporada 2019 foi instável para toda a defesa dos Bears, mas tenha isso em mente que: o Fuller acumula 55 passes defendidos desde 2017, segunda melhor marca da NFL (Darius Slay, 56). O Gilmore, por exemplo, teve 49.</em></li></ol>
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		<title>Os 5 melhores jogadores da NFL por posição (Ataque)</title>
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				<pubDate>Fri, 22 May 2020 19:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Fui “desafiado&#8221; por um amigo no WhatsApp a listar os três melhores jogadores por posição na NFL. E isso aconteceu na mesma época em que o Gabriel Martins &#8211; o Cara dos Sports &#8211; começou uma série abordando o top 5 de cada posição em seus podcasts, dos quais fui convidado duas vezes (tight ends [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap">Fui “desafiado&#8221; por um amigo no WhatsApp a listar os três melhores jogadores por posição na NFL. E isso aconteceu na mesma época em que o Gabriel Martins &#8211; o <em><a href="https://twitter.com/caradossports" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Cara dos Sports (abre numa nova aba)">Cara dos Sports</a></em> &#8211; começou uma série abordando o <em>top 5</em> de cada posição em seus <em>podcasts</em>, dos quais fui convidado duas vezes (<em>tight ends</em> e <em>wide receivers</em>).</p>



<p>Além disso, com certa frequência perguntam quem considero os melhores da NFL na caixa de perguntas do <a href="https://www.instagram.com/shotgunfutebolamericano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Instagram (abre numa nova aba)">Instagram</a>.</p>



<p>Assim sendo, e também aproveitando o período de quarentena, decidi seguir tal ideia por completo e comentar sobre meu <em>top 5</em> atual em todas as posições. </p>



<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ataque</span></strong><span style="text-decoration: underline;"> I <a href="http://shotgun.football/os-5-melhores-jogadores-da-nfl-por-posicao-defesa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Defesa (abre numa nova aba)">Defesa</a> </span></p>



<h4><strong>Quarterback</strong></h4>



<ol><li><strong>Patrick Mahomes, Chiefs <br></strong> <br> <em>Autoexplicativo.</em><br> </li><li><strong>Russell Wilson, Seahawks <br></strong> <br><em>O QB mais importante para seu time na NFL. Nos últimos três anos, teve produção ofensiva com mínima quantidade de erros incomum no futebol americano.</em><br> </li><li><strong>Aaron Rodgers, Packers<br></strong> <br><em>Alguns QBs jogam por um legado depois de certo tempo na NFL. E a história já mostrou que não devemos duvidar desses jogadores.</em><br> </li><li><strong>Deshaun Watson, Texans<br></strong> <br><em>Um poder de decisão absurdo. Mostrou na última temporada que, além de levar os Texans aos playoffs, também irá vencer jogos em janeiro.</em><br> </li><li><strong>Drew Brees, Saints<br></strong> <br><em>Brees ocupa a única posição desse grupo que considero aberta. Desde 2018, o camisa #9 lidera a liga em porcentagem de passes completos (74,4%) e soma 59 touchdowns contra nove interceptações em 26 jogos (campanha 21-5).</em></li></ol>



<h4>Running back</h4>



<ol><li><strong>Ezekiel Elliott, Cowboys<br></strong> <br><em>O Zeke teve 1.777 jardas de scrimmage e 14 touchdowns em 2019 e isso pareceu uma temporada comum. Talvez porque tenha sido possivelmente apenas a terceira (!) melhor campanha das quatro que ele já disputou na NFL.<br></em> </li><li><strong>Saquon Barkley, Giants <br></strong> <br><em>O talento hipnotizante&nbsp; do Barkley é merecedor do benefício da dúvida após uma campanha não-espetacular.<br></em> </li><li><strong>Christian McCaffrey, Panthers<br></strong> <br><em>Um ótimo running back, mas um playmaker. Em três temporadas, são pelo menos 2.500 jardas recebidas e corridas para o CMC. <br></em> </li><li><strong>Derrick Henry, Titans<br></strong> <br><em>Os adversários sabiam o que os Titans iriam fazer na reta final da temporada passada, e mesmo assim não conseguiam parar. O segredo? Henry.<br></em> </li><li><strong>Nick Chubb, Browns<br></strong> <br><em>Instinto absurdo no backfield. Em dois anos profissionais, não sofreu com lesões e teve pelo menos cinco jardas por tentativa em ambos.</em></li></ol>



<h4>Wide receiver</h4>



<ol><li><strong>Julio Jones, Falcons<br></strong> <br><em>O wide receiver com maior média de jardas recebidas por partida na história da NFL teve 99 recepções, 1.394 jardas e seis touchdowns e foi ao sexto Pro Bowl consecutivo aos 30 anos de idade.<br></em> </li><li><strong>Michael Thomas, Saints<br></strong> <br><em>Depois de ter quebrado o histórico recorde de recepções (e liderar a liga em jardas recebidas), fico com a impressão que não seria surpreendente se Thomas fizesse isso de novo em um futuro próximo.<br></em> </li><li><strong>DeAndre Hopkins, Cardinals<br></strong> <br><em>O instinto e noção de campo extraterrestres de Hopkins fazem dele um alvo imprevisível em qualquer lugar do campo. Há quarterbacks que fazem recebedores parecerem melhores. Mas há também recebedores que melhoram seus quarterbacks.<br></em> </li><li><strong>Mike Evans, Buccaneers<br></strong> <br><em> Evans pode ser tornar em 2020 o primeiro jogador da história a totalizar 1.000 jardas recebidas nas sete primeiras temporadas profissionais.<br></em> </li><li><strong>Odell Beckham Jr., Browns<br></strong> <br><em> Mais um caso em que o talento absurdo e indiscutível fala mais alto.</em><br><br><a rel="noreferrer noopener" aria-label="CLIQUE AQUI (abre numa nova aba)" href="https://twitter.com/caradossports/status/1262913897666949122" target="_blank"><em>CLIQUE AQUI</em></a><em> para ouvir o podcast sobre o Top 5 wide receivers do Cara dos Sports.</em></li></ol>



<h4>Tight end</h4>



<ol><li><strong>George Kittle, 49ers<br></strong> <br><em>O jogador mais importante do ataque dos 49ers, de contribuição gigantesca nos bloqueios para o jogo corrido e habilidade de ganhar jardas após a recepção intocável por qualquer outro nome da posição.<br></em> </li><li><strong>Travis Kelce, Chiefs<br></strong> <br><em>O melhor “tight end recebedor” da NFL. Assim que terminar a leitura deste texto, assista vídeos e repare a inteligência do Kelce ao executar as rotas. Um absurdo.<br></em> </li><li><strong>Zach Ertz, Eagles<br></strong> <br><em>O Ertz fez 88 recepções, 916 jardas e seis touchdowns parecer normal no ano passado.<br></em> </li><li><strong>Kyle Rudolph, Vikings<br></strong> <br><em> A produção ofensiva de Rudolph certamente não o colocaria aqui por si só. Mas a essência da posição de tight end (que não é só receber), segurança em cada jogada e importância para os Vikings nele são das coisas mais subestimadas da NFL. <br></em> </li><li><strong>Rob Gronkowski, Buccaneers<br></strong> <br><em> Sim, um enorme benefício da dúvida. Se o Gronk jogar 75% do que já jogou, justificará o top 5.</em><br><br><em><a href="https://twitter.com/caradossports/status/1260915046760222721" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="CLIQUE AQUI para ouvir o podcast sobre o Top 5 tight ends do Cara dos Sports. (abre numa nova aba)">CLIQUE AQUI para ouvir o podcast sobre o Top 5 tight ends do Cara dos Sports.</a></em></li></ol>



<h4>Offensive tackle</h4>



<ol><li><strong>Mitchell Schwartz, Chiefs<br></strong> <br><em>De 2012 a 2015, ninguém lembrava da posição de right tackle dos Browns. E o mesmo acontece nos Chiefs desde 2016. O ponto em comum? Schwartz.<br></em> </li><li><strong>Lane Johnson, Eagles<br></strong> <br><em>Um sack cedido em 2019 e agora três Pro Bowls consecutivos no currículo.<br></em> </li><li><strong>David Bakhtiari, Packers<br></strong> <br><em> A consistência em altíssimo nível desde 2016 fala mais alto do que um 2019 abaixo da média.<br></em> </li><li><strong>Ronnie Stanley, Ravens<br></strong> <br><em> Nenhum sack permitido ano passado, fazendo parte do ataque que teve o MVP e o melhor ataque corrido da temporada. <br></em> </li><li><strong>Ryan Ramczyk, Saints<br></strong> <br><em>Enfim, um All-Pro. Indiscutível, aliás, após uma campanha em que nenhum sack em Brees, Bridgewater ou Hill foi permitido por ele.</em></li></ol>



<h4>Guard</h4>



<ol><li><strong>Quenton Nelson, Colts<br></strong> <br><em> O melhor bloqueador da NFL.<br></em> </li><li><strong>Zack Martin, Cowboys<br></strong> <br><em> 1,5 sack permitido em 2019. Três penalidades cometidas desde 2017. Martin é peça fundamental de um dos melhores ataques corridos da NFL e não acumula seis Pro Bowls (e quatro All-Pros) por acaso.<br></em> </li><li><strong>David DeCastro, Steelers<br></strong> <br><em> Mais um offensive lineman que não permitiu sack em 2019. Aliás, DeCastro alcançou tal marca em dois dos últimos três anos.<br></em> </li><li><strong>Brandon Brooks, Eagles<br></strong> <br><em>Brooks disputou 95% dos snaps ofensivos desde 2018 (um total de 2.133) e cometeu cinco penalidades e permitiu dois sacks. <br></em> </li><li><strong>Joel Bitonio, Browns<br></strong> <br><em>Dois Pro Bowls seguidos e todos (!) os snaps ofensivos disputados desde 2017.</em></li></ol>



<h4>Center</h4>



<ol><li><strong>Jason Kelce, Eagles<br></strong> <br><em>O “quarterback da linha ofensiva” precisa estar em campo: Kelce começou todas as partidas possíveis desde 2015, venceu um Super Bowl e foi eleito All-Pro nas últimas três temporadas.<br></em> </li><li><strong>Rodney Hudson, Raiders<br></strong> <br><em>Pro Bowler três vezes desde 2016, Hudson permitiu 1,5 sack nas últimas cinco temporadas.<br></em> </li><li><strong>Maurkice Pouncey, Steelers<br></strong> <br><em>Pouncey chegou à NFL em 2010. Ele acumula oito Pro Bowls.<br></em> </li><li><strong>Alex Mack, Falcons<br></strong> <br><em>A temporada 2019 abaixo dos padrões não parece suficiente para tirar Mack do grupo dos melhores centers — são quatro Pro Bowls desde 2015.<br></em> </li><li><strong>Mike Pouncey, Chargers<br></strong> <br><em>A lesão de Pouncey ano passado fez a linha ofensiva dos Chargers parecer uma das piores da NFL, enquanto o setor normalmente situa-se na média da liga. <br></em> <br> </li></ol>
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		<title>10 textos sobre NFL ou college football de leitura obrigatória durante a quarentena</title>
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				<pubDate>Fri, 22 May 2020 03:03:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Desde que criei o Shotgun, quase 2.000 textos já foram aqui publicados por mim, Caio Miari. E por mais que a frequência de outrora não se repita atualmente &#8211; por isso -, a produção de conteúdo precisa sempre ser submetida à adaptação.  Por isso deslanchamos com o “Você é o GM” no Instagram. Por isso [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde que criei o Shotgun, quase 2.000 textos já foram aqui publicados por mim, Caio Miari. E por mais que a frequência de outrora não se repita atualmente &#8211; <a href="https://www.thescore.com/author/caio-miari" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="por isso (abre numa nova aba)">por isso</a> -, a produção de conteúdo precisa sempre ser submetida à adaptação. </p>



<p>Por isso deslanchamos com o <em>“Você é o GM”</em> no <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Instagram (abre numa nova aba)" href="https://www.instagram.com/shotgunfutebolamericano/" target="_blank">Instagram</a>. Por isso os debates do <a href="https://twitter.com/ShotgunFA" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Twitter (abre numa nova aba)">Twitter</a> ficam cada vez melhores. E por isso decidi separar os textos abaixo. </p>



<p>Apenas um dos artigos abaixo foi escrito em 2020 (o último), o que indica que um fato ou outro (número de jardas, vitórias ou <em>touchdowns</em> de um time ou jogador, por exemplo) podem ter sido alterados recentemente. Ainda assim, para a maioria dos artigos sugeridos, tentei evitar isso.</p>



<p>Prezei a pesquisa de preparação, <em>feedback</em> dos leitores e encaixe dos assuntos acima de tudo para agrupar esses dez textos que todos os fãs de futebol americano precisam usar o tempo livre desta quarentena para ler.</p>



<h4>As três trajetórias brilhantes de se tornar um quarterback na NFL</h4>



<p><em>Peyton Manning, Aaron Rodgers e Tom Brady. Os três são Hall of Famers indiscutíveis e figuram na lista de melhores (e maiores) quarterbacks de todos os tempos. Contudo, para que eles construíssem tais gloriosas trajetórias, tiveram que tomar caminhos diferentes no futebol americano profissional</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/formas-de-se-tornar-quarterback-nfl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="LINK DO TEXTO (abre numa nova aba)">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>As mudanças e alguns precursores da evolução dos QBs na NFL (2017)</h4>



<p><em>A posição de quarterback é a referência de uma franquia atualmente e as mutações que essa sofreu ao longo dos anos chama atenção. Números outrora considerados utópicos hoje são meros relatos nos livros dos recordes &#8211; e que podem ser substituídos a qualquer momento</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/as-mudancas-evolucao-quarterbacks-nfl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="LINK DO TEXTO (abre numa nova aba)">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>10 dúvidas sobre futebol americano que você já teve (ou ainda tem) (2017)</h4>



<p><em>O livro de regras do futebol americano tem mais detalhes do que você, leitor, imagina. Com isso em mente, separei há algum tempo dez situações (a maioria delas comuns no esporte), mas que essencialmente merecem definições básicas</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/dez-duvidas-sobre-futebol-americano-que-voce-ja-teve/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="LINK DO TEXTO (abre numa nova aba)">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>Os anos de domínio de Manning, Brady, Brees e Rodgers (2019)</h4>



<p><em>Quem começou a acompanhar o futebol americano nos anos 2000 e 2010, sempre viu Peyton Manning, Tom Brady, Aaron Rodgers e/ou Drew Brees como referências. Uma pesquisa aprofundada neste assunto ilustra a situação com ainda mais ênfase</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/anos-de-dominio-manning-brady-brees-rodgers-nfl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="LINK DO TEXTO (abre numa nova aba)">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>O quanto Peyton Manning e Tom Brady foram superiores aos outros QBs? (2019)</h4>



<p><em>O topo do grupo de quarterbacks sempre teve Manning, Brady, Rodgers e Brees. Todavia, os dois primeiros nomes dessa lista encontraram mais sucesso na carreira: a forma como Brady e Manning lideraram seus times à vitórias jamais foi vista na história da liga</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/o-quanto-peyton-manning-tom-brady-superiores-outros-qbs/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="LINK DO TEXTO (abre numa nova aba)">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>Por que Drew Brees nunca venceu o prêmio de MVP da temporada regular? (2019)</h4>



<p><em>Brees tem um Super Bowl, no qual foi MVP, e provavelmente irá se aposentar com todos os recordes relevantes no que diz respeito à produção de um quarterback. Contudo, em quase duas décadas under center &#8211; e mesmo sendo o único QB da história com múltiplas temporadas de 5.000/+ jardas aéreas -, o líder dos Saints jamais foi nomeado o MVP da temporada regular. Por quê?</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/por-que-drew-brees-nunca-venceu-premio-mvp-nfl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="LINK DO TEXTO (abre numa nova aba)">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>30 fatos sobre Antonio Brown: como ele entra no ranking dos melhores WRs da história? (2018)</h4>



<p><em>A carreira de Antonio Brown merece um livro, verdade seja dita. E apesar dos problemas fora de campo do ex-recebedor dos Steelers, o que Brown já fez na NFL é inegável e dá a ele um interessante espaço na lista e melhores wide receiver de todos os tempos</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/30-fatos-sobre-antonio-brown/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="LINK DO TEXTO (abre numa nova aba)">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>Falando sobre a CFL &#8211; e em que ela é diferente da NFL (2018)</h4>



<p><em>A Canadian Football League não é uma subdivisão da National Football League. A CFL é até mais antiga do que a liga profissional (período unificada) e, por mais que não tenha enorme reconhecimento internacional, ocupa papel importante na cultura Canadense. Ah, e as regras também são diferentes &#8211; muito diferentes</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/falando-sobre-cfl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="LINK DO TEXTO (abre numa nova aba)">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>A controvérsia que está por trás do nome &#8220;Redskins&#8221; (2016)</h4>



<p><em>Essa controvérsia parece perder forças com o passar do tempo, porém algumas pessoas optam por não usarem Washington Redskins, mas sim apenas Washington. Entenda o que está por trás disso</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/controversia-por-tras-do-nome-redskins/">LINK DO TEXTO</a></p>



<h4>Peyton Manning, Everaldo Marques e a free agency (2020)</h4>



<p><em>Peyton Manning é o esportista mais importante da carreira deste autor. Everaldo Marques é jornalista mais responsável por este autor ter seguido esta carreira. E a “free agency” de ambos recentemente significa muito</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/peyton-manning-everaldo-marques-free-agency/">LINK DO TEXTO</a> </p>



<h4>BÔNUS: Livro dos Recordes</h4>



<p><em>Tenha acesso à dezenas de recordes da NFL, de todas as posições e diferentes times, quando quiser</em> &#8211; <a href="http://shotgun.football/livro-dos-recordes/">LINK DO TEXTO</a> </p>
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		<title>Mock Draft 2020: cenários e necessidades para os 32 times da NFL</title>
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				<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 16:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Draft]]></category>
		<category><![CDATA[NFL]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião e análises]]></category>
		<category><![CDATA[2020]]></category>
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		<category><![CDATA[joe burrow]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Devido à agenda apertada (você já deveria saber disso), para mim tem sido impossível produzir no Shotgun a mesma cobertura do draft dos últimos anos. Por isso, decidi elaborar um mock diferente em 2020, pautado em opinião, apuração e até descontração em diferentes situações da classe e que aborda mais que apenas &#8220;quem são prospectos [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Devido à agenda apertada (você já deveria saber <a href="https://www.thescore.com/author/caio-miari" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">disso</a>), para mim tem sido <em>impossível</em> produzir no Shotgun a mesma cobertura do draft dos últimos anos. Por isso, decidi elaborar um <em>mock</em> diferente em 2020, pautado em opinião, apuração e até descontração em diferentes situações da classe e que aborda mais que apenas &#8220;quem são prospectos sensatos para cada time no <em>round</em> inicial&#8221;.</p>



<p>Comentei sobre todos os times, incluindo aqueles que trocaram suas escolhas nesta primeira rodada. Além disso, se há algum debate ou informação pertinente sobre determinado assunto, também disseretei durante o texto, ao invés de ficar limitado a um formato.</p>



<p>Designei a OPÇÃO PRINCIPAL, o CENÁRIO ALTERNATIVO, o PALPITE INSANO e as OUTRAS POSIÇÕES para cada equipe nesta 1ª rodada. Ademais, listei brevemente os principais prospectos que podem cair para a segunda rodada com base nas considerações e legenda abaixo.</p>



<p><strong>Opção em destaque/Principal cenário (o que acho que os times deveriam fazer)</strong><br><em>É a opção de “maior valor” no artigo e, portanto, está disponível ou não para os outros cenários (abaixo).</em><br>Faz sentido? ★★★★★<br>Apuração? ★★★★</p>



<p><strong>Cenário alternativo (também sensato para os times)<br></strong>Faz sentido? ★★★★★<br>Apuração? ★★★</p>



<p><strong>Palpite/Previsão insano (a) (Autoexplicativo)<br></strong>Faz sentido? ★★★<br>Apuração? ★ (e olhe lá!)</p>



<p><strong>Outras posições que o time deve escolher (Autoexplicativo; não organizado por necessidade/importância)<br></strong>Faz sentido? ★★★★★<br>Apuração? ★★★★</p>



<p>Sem mais delongas, vamos ao que mais interessa.</p>



<h4>1 &#8211; Cincinnati Bengals: Joe Burrow, QB, LSU</h4>



<p>Dá pra discutir se Burrow é ou não o melhor prospecto da posição de <em>quarterback </em>a longo prazo. De imediato, não: 60 <em>touchdowns</em> na SEC, Troféu Heisman e título nacional, tudo em 2019! Burrow é a escolha óbvia para o primeiro time do Draft com prioridade em QB.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> Tua Tagovailoa, QB, Alabama.<br><strong>Palpite insano:</strong> Bengals trocam 1ª escolha geral.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> OL, LB, S, CB, TE, RB.</p>



<h4>2 &#8211; Washington Redskins: Chase Young, <em>EDGE, </em>Ohio State</h4>



<p>Pressionar o <em>quarterback</em> adversário não é a maior necessidade dos Redskins. Porém, a equipe não tem um jogador com o potencial nem próximo do que o Young oferece &#8211; poucas equipes têm essa mordomia, aliás.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> os Redskins trocam a escolha.<br><strong>Palpite insano:</strong> Washington se torna o 3º time da história a recrutar dois QBs de primeira rodada em anos consecutivos ao chamarem Tagovailoa.&nbsp;<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> WR, OL, LB, CB, RB.</p>



<h4>3 &#8211; Detroit Lions: TROCA &#8211; Dolphins: Tua Tagovailoa, QB, Alabama</h4>



<p>A primeira troca do draft deveria acontecer aqui. Sim, seria Dolphins ou Chargers, buscando garantir aquele que consideram o segundo melhor QB da classe. Então não descarte Justin Herbert, mas o mais sensato é imaginar Tagovailoa.&nbsp;</p>



<p><em>E por que Miami&nbsp; &#8211; e não Los Angeles?</em> A equipe da Florida tem sido mais agressiva na offseason, a necessidade <em>under center </em>é considerada maior internamente e, antes do fechamento das academias devido o coronavírus, os Dolphins tentaram adiantar de qualquer maneira uma reunião que tinha com o ex-QB de Alabama. E ainda há rumores que o time não considera ficar com Herbert.</p>



<p><strong>Cenário alternativo (DET):</strong> Lions permanecerem com a 3ª escolha e chamam Jeff Okudah, CB, Ohio State.<br><strong>Palpite insano (DET):</strong> Lions permanecerem com a 3ª escolha e chamam&#8230; CJ Henderson, CB, Florida.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe (DET):</strong> OL, RB, DL, CB, S.</p>



<h4>4 &#8211; New York Giants: Andrew Thomas, OT, Georgia&nbsp;</h4>



<p>Nenhuma dupla de <em>tackles</em> titular permitiu tantas pressões combinadas quanto à dos Giants em 2019. Com Daniel Jones buscando evolução e Saquon Barkley no <em>backfield,</em> reforçar a OL significa cuidar das maiores joias do elenco.</p>



<p><em>P.S por ser os Giants, por que não imaginar um cenário alternativo e um palpite insano a mais?&nbsp;</em></p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> os Giants vão pelo melhor nome disponível &#8211; e popular: Isaiah Simmons, LB, Clemson.&nbsp;<br><strong>Cenário alternativo II:</strong> TROCA. Tirando os Bengals, os outros três times do top 4 não têm por que não aceitarem uma boa oferta.&nbsp;<br><strong>Palpite insano: </strong>New York se torna a principal história do draft novamente ao buscar um novo <em>melhor amigo</em> para Jones: Jerry Jeudy, WR, Alabama.<br><strong>Palpite insano II:</strong> a disputa por QBs esquenta no top 3 e deixa Young livre na 4ª posição.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> WR, EDGE, S, LB.</p>



<h4>5 &#8211; Miami Dolphins: TROCA &#8211; Lions: Jeff Okudah, CB, Ohio State</h4>



<p>Por isso faz sentido uma troca para Detroit: mesmo caindo posições, é possível resolver um problema com o mesmo prospecto que seria recrutado anteriormente &#8211; e recebendo algo em troca.</p>



<p><strong>Cenário alternativo (MIA):</strong> nem Dolphins &#8211; e nem Chargers &#8211; sobem. Miami mesmo assim fica com o Tagovailoa. <br><strong><em>(atualização)</em> Cenário alternativo II (MIA): </strong>deveria ser parte do <em>palpite insano</em> &#8211; de acordo com apurações recentes, os Dolphins estão em conversas com os Lions pela 3ª escolha geral, como já previsto. Porém, é possível que Miami selecione um <em>OFFENSIVE TACKLE </em>com tal <em>pick</em>, e não um QB.<br><strong>Palpite insano (MIA): </strong>Justin Herbert, QB, Oregon&#8230; com Tagovailoa ainda livre.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe (MIA):</strong> OL, WR, DL, EDGE, S, RB.</p>



<h4>6 &#8211; Los Angeles Chargers: Justin Herbert, QB, Oregon</h4>



<p><s>Joe Burrow</s><br><s>Tua Tagovailoa</s><br>Justin Herbert</p>



<p>Anthony Lynn adora o Tyrod Taylor, mas não tem como os Chargers, que têm um elenco tão completo em geral, deixarem de escolher um QB promissor na 6ª escolha depois de perderem Philip Rivers.</p>



<p><strong>Cenário alternativo: </strong>Tagovailoa, com uma TROCA para dentro do top 5.<br><strong>Cenário alternativo II:</strong> Tagovailoa vai para os Dolphins e os Chargers deixam Herbert passar, focando em outro setor limitado com Jedrick Wills Jr., OT, Oklahoma.<br><strong>Palpite insano: </strong>as avaliações das lesões to Tagovailoa têm uma reviravolta (<em>onde tem fumaça, tem fogo</em>), Herbert despenca e Los Angeles chama Wills Jr. mesmo com os dois <em>signal-callers</em> livres.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>OL, RB, TE, LB.</p>



<h4>7 &#8211; Carolina Panthers: Isaiah Simmons, LB, Clemson</h4>



<p>É evidente o processo de reformulação dos Panthers, que perderam Luke Kuechly e agoram podem buscar o defensor mais versátil da classe.</p>



<p><strong>Cenário alternativo: </strong>Derrick Brown, DT, Auburn<br><strong>Palpite insano:</strong> os Panthers TROCAM Curtis Samuel e juntam o melhor grupo de WRs da NFL ao selecionarem CeeDee Lamb (Oklahoma).<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> TE, OL, DL, CB, S.</p>



<h4>8 &#8211; Arizona Cardinals: Jedrick Wills Jr., OT, Oklahoma</h4>



<p>Como grupo de WRs já reforçado por alguém chamado DeAndre Hopkins, é hora de fazer com que Kyler Murray tenha o tempo ideal para esse <em>simples</em> recebedor que veio do Houston Texans.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> o <em>pass rush</em> dos Cardinals precisa de reforços, especificamente a linha defensiva. Derrick Brown seria uma reposta pontual.<br><strong>Palpite insano:</strong> a &#8220;campanha&#8221; de Murray funciona e os Cardinals exageram no grupo de recebedores com CeeDee Lamb já pensando no substituto de Larry Fitzgerald.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>TE, DL, EDGE, LB, CB, S.</p>



<h4>9 &#8211; Jacksonville Jaguars: K’Lavon Chaisson, EDGE, LSU</h4>



<p>A lista de necessidades dos Jaguars é tão grande que essencialmente qualquer posição faria sentido aqui. </p>



<p><em>Por que EDGE, então? Cornerback</em> talvez faça até mais sentido, mas Chaisson na 9ª escolha oferece um valor interessante &#8211; e Jacksonville já mostrou que adora ter uma dupla de <em>edge-rushers</em> de elite. Lembre-se também que Yannick Ngakoue está de saída.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> Tristan Wirfs, OT, Iowa &#8211; faz sentido melhorar a proteção para Gardner Minshew.<br><strong>Palpite insano:</strong> os Lions deixam Okudah passar e o melhor CB do draft cai perfeitamente nas mãos dos Jaguars. <br><strong>Palpite (muito) insano (<em>e provavelmente já depois de algum tempo no bar</em>):</strong> TROCA! Dolphins ou Chargers sobem para a 2ª escolha geral (e não 3ª) visando o Tagovailoa, enquanto os Jaguars TROCAM Ngakoue com os Lions, subindo para 3ª posição, onde chamam Chase Young.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>OL, DL, CB, S, WR, QB, RB <em>(ainda bem que a equipe tem 12 escolhas)</em>.</p>



<h4>10 &#8211; Cleveland Browns: TROCA &#8211; Broncos: Jerry Jeudy, WR, Alabama</h4>



<p>É hora dos fantásticos <em>wide receivers</em> entrarem em ação. </p>



<p>Os Broncos precisam de mais um sólido WR e nada mais sensato que, ao invés de esperar por um, passar à frente de concorrentes diretos por prospectos. O Jeudy, por sua vez, dispensa comentários; provavelmente o <em>wide receiver </em>mais preparado desta classe. </p>



<p>Jeudy ou CeeDee Lamb é uma boa discussão, já que Lamb talvez tenha maior potencial. Enquanto isso, Henry Ruggs também merece menção nesse top 3 pela rara capacidade de <em>playmaker</em>.</p>



<p><strong>Cenário alternativo (CLE): </strong>Mekhi Becton, OT, Louisville. Lembrando que os Browns ainda sonham em adquirir Trent Williams, dos Redskins. Oferecer a 10ª escolha seria um exagero, mas Williams poderia mudar o panorama do draft em Cleveland.<br><strong>Palpite insano (CLE):</strong> os Browns chamam um WR<em>; </em>Lamb parece se encaixar melhor. Claro, rumores (apenas rumores) de uma troca envolvendo Odell Beckham Jr. explodem novamente.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe (CLE): </strong>OL, LB, S.</p>



<h4>11 &#8211; New York Jets: CeeDee Lamb, WR, Oklahoma</h4>



<p>Os Jets têm possivelmente o pior conjunto de <em>wide receivers</em> da NFL, o que chega a ser <em>inadmissível</em> considerando que a franquia busca novos ares com Sam Darnold <em>under center</em>.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> Henry Ruggs, WR, Alabama. Até mesmo para um cenário alternativo, não tem como pensar em algo diferente de WR. Deixar Lamb passar pode ser um grande erro, contudo.<br><strong>Palpite insano:</strong> com Lamb e Ruggs disponíveis, New York tenta resolver seu problema na OL ao buscar Tristan Wirfs.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> OL, EDGE, CB, RB, TE</p>



<h4>12 &#8211; Las Vegas Raiders: Derrick Brown, DT, Auburn</h4>



<p><em>Os Raiders não escolhem um wide receiver???&nbsp;</em></p>



<p>Las Vegas precisa de um <em>wide receiver</em> nº 1, que seja uma referência no sistema ofensivo. E Henry Ruggs, o principal WR disponível, não parece ser esse jogador. A capacidade de <em>playmaker</em> dele é indiscutível, porém o encaixe pode não ser o ideal.</p>



<p>Enquanto isso, Brown na 12ª escolha pode configurar um grande <em>steal</em>. A contratação de Maliek Collins até indica os Raiders não esperam Brown livre aqui, mas imaginar uma linha com Brown, Collins, Maurice Hurst, PJ Hall seria irresistível.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> foco na posição de WR. Ruggs ou… Denzel Mims, de Baylor.<br><strong>Palpite insano: </strong>CJ Henderson, CB, Florida. E se os Raiders não priorizarem WR (e nem DL), buscando uma solução para uma posição que o time tanto tentou (sem sucesso) reforçar na <em>free agency</em>?<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>WR, CB, OL.</p>



<h4>13 &#8211; San Francisco 49ers (de IND): TROCA &#8211; Eagles: Henry Ruggs III, WR, Alabama</h4>



<p>Com os Raiders deixando Ruggs passar, os Eagles não pensariam duas vezes antes de subirem buscando reforços para Carson Wentz.&nbsp;</p>



<p><strong>Cenário alternativo (SF):</strong> sem a troca, os 49ers usam a escolha recebida dos Colts na troca de DeForest Buckner focando justamente na DL: Javon Kinlaw, de South Carolina.<br><strong>Palpite insano (SF): </strong>Tristan Wirfs. E se o OT Joe Staley não retornar em 2020?<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe (SF):</strong> OL, RB, WR.</p>



<p><em>E onde os Colts ficam nessa história?&nbsp;</em></p>



<p><em>Gostei da troca que os Colts fizeram pelo Buckner, um defensor de 26 anos que protagonizou as duas melhores temporadas da carreira desde 2018. Acho que Indianapolis assinou um contrato caro demais com ele (4 anos, US$ 84 milhões), porém que é entendível pelo momento e valorização de homens de linha defensiva que chegam ao quarterback.</em></p>



<p><em>No mais, Indianapolis chega ao draft com sete escolhas, incluindo duas de segunda rodada (34ª e 44ª). Detalhe: essa quantidade de picks pode subir considerando as recentes apurações de que Indy considera trocas envolvendo o S Malik Hooker e o CB Quincy Wilson. De um modo geral, espere a franquia buscando prospectos nas seguintes posições: S, CB, LB, TE, WR.&nbsp;</em></p>



<h4>14 &#8211; Tampa Bay Buccaneers: Tristan Wirfs, OT, Iowa</h4>



<p>Com a chegada de Tom Brady, faz sentido reforçar a linha ofensiva. Com Wirfs ainda disponível, então, a decisão pode ser feita sem hesitação.</p>



<p><strong>Cenário alternativo: </strong>Xavier McKinney, S, Alabama. A secundária de Tampa Bay, principalmente na função de <em>safety</em>, precisa melhorar.<br><strong>Palpite insano:</strong> hoje, o pior setor do sistema ofensivo dos Bucs é o grupo de <em>running backs</em>. Mas Bruce Arians tenta encontrar uma solução para isso: Clyde Edwards-Helaire, de LSU.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>RB, CB, S. </p>



<h4>15 &#8211; Denver Broncos: TROCA &#8211; Browns: Mekhi Becton, OT, Louisville</h4>



<p>Apesar da troca, os Browns ainda continuariam em posição de chamar um dos principais <em>offensive tackles</em>.&nbsp;A OL do time precisa de novos titulares, e a habilidade atlética demonstrada por Becton durante o Combine é absurda. </p>



<p>Ele violou o protocolo de substâncias ilegais da NFL durante o Combine, porém as apurações não indicam que ele perderá muito valor na classe. Além disso, Cleveland é um dos times que menos se preocupa com incidentes desse tipo.&nbsp;</p>



<p><strong>Cenário alternativo (DEN):</strong> se os Broncos não conseguirem uma troca com os Browns (ou times como Cardinals e Panthers), a 15ª posição renderia o CB CJ Anderson, de Florida.<br><strong>Palpite insano (DEN):</strong> Justin Jefferson, WR, LSU. Jefferson é um excelente prospecto e foi fundamental na história temporada 2019 de LSU. Mas chamá-lo na primeira metade do draft não parece estar no roteiro de ninguém. A ideia de ter Jefferson e Courtland Sutton alinhados juntos, entretanto, fala mais alto para John Elway.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe (DEN):</strong> LB, CB, DL, OL.</p>



<h4>16 &#8211; Atlanta Falcons: CJ Henderson, CB, Florida</h4>



<p>Espere os Falcons agressivos na 1ª rodada. Caso as tentativas de troca da equipe sejam falhas, o impacto disso talvez nem seja péssimo, já que Henderson continua livre e Atlanta pode priorizar sua limitada secundária com um excelente jogador.</p>



<p><strong>Cenário aternativo:</strong> TROCA. Os Falcons almejam subir, enquanto times como Cardinals, Panthers, Jaguars aparentemente aceitariam negociar suas <em>picks</em>. Por que Atlanta subiria? Garantir Henderson pode ser uma opção (ler mais abaixo). <br><strong>Cenário alternativo II:</strong> se nem Broncos e Falcons conseguirem parceiros para trocas, Henderson pode parar em Denver, o que faria Atlanta priorizar uma outra necessidade defensiva: Javon Kinlaw, DT, South Carolina.<br><strong>Palpite insano:</strong> a TROCA dos Falcons funciona! Mais próximo do top 10, o time acrescentaria Derrick Brown à linha defensiva, ao lado de Grady Jarrett. Estratégia interessante para uma equipe que enfrentará Brady e Drew Brees no mínimo duas vezes por temporada.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> RB, DL, OL, WR.</p>



<h4>17 &#8211; Dallas Cowboys: Kristian Fulton, CB, LSU</h4>



<p>Poucas apurações concretas apontam para como os Cowboys começarão o Draft 2020. Mas se sabe que, após o começo da <em>free agency</em>, as necessidades imediatas do time são:<br><br><em>Cornerback</em><br><em>Edge-rusher</em><br>Linha ofensiva (interior)</p>



<p>Dos três setores, CB é o menos profundo deste draft, e por isso a aposta em Fulton. O ex-LSU pode não ser o defensor mais atlético da classe, porém vem de ótima temporada, na qual brilhou marcando os melhores recebedores da SEC.</p>



<p><strong>Cenário alternativo: </strong>Yetus Gross-Matos, DE, Penn State. Mais um sólido <em>edge</em> deixaria a rotação titular do <em>front seven</em> dos Cowboys sem pontos fracos.<br><strong>Palpite insano:</strong> Dallas TROCA a 17ª escolha, entre outras, para os Jets pelo S Jamal Adams.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>OL, EDGE, DL, CB, S, WR.</p>



<h4>18 &#8211; Miami Dolphins (de PIT): Javon Kinlaw, DT, South Carolina</h4>



<p>A segunda escolha de 1ª rodada dos Dolphins vai para a linha defensiva &#8211; e com um potencial de <em>steal</em>. Kinlaw é com segurança o melhor nome livre neste momento, e ele bate com uma necessidade da franquia ao formar dupla com Christian Wilkins.</p>



<p><strong>Cenário alternativo (MIA):</strong> Yetus Gross-Matos, DE, Penn State, pois ainda falta um <em>EDGE</em> para jogar do lado oposto ao recém-chegado Shaq Lawson na linha defensiva.<br><strong>Palpite insano (MIA):</strong> os Dolphins perderam algumas escolhas na troca com os Lions pela 3ª <em>pick</em> geral. Para compensar isso, Miami faz uma nova negociação: TROCA a 18ª escolha com um time determinado a selecionar Jordan Love, <em>quarterback</em> de Utah State&#8230; Patriots ou Saints!<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe (MIA):</strong> OL, WR, EDGE, S, RB.</p>



<p><em>Os Steelers são um dos vencedores do Draft 2020</em></p>



<p><em>Esta escolha que os Steelers deram aos Dolphins foi a recompensa principal pelo defensive back Minkah Fitzpatrick, adquirido durante a temporada 2019. É difícil imaginar que Pittsburgh conseguiria algo melhor neste ano com essa pick do que um All-Pro (e Pro Bowl) safety de 23 anos de idade.</em></p>



<p><em>Para o Draft 2020 como um todo, os Steelers têm posições discretas, com somente uma pick no top 50 (49ª). A boa notícia é que a principal necessidade do elenco &#8211; wide receiver &#8211; está representada por um histórico grupo de prospectos neste ano. No mais, espere Mike Tomlin e companhia com investidas em iOL, CB, DL.&nbsp;</em></p>



<h4>19 &#8211; Las Vegas Raiders (de CHI): Tee Higgins, WR, Clemson</h4>



<p>Depois de terem deixado <em>wide receivers</em> passarem na primeira escolha deste <em>round</em>, os Raiders não podem sair da rodada inicial sem reforçar o grupo de recebedores. </p>



<p>Higgins pode não ser o melhor prospecto WR disponível aqui (Denzel Mims), porém também entre os outros alvos livre com potencial top 20 (Justin Jefferson, Laviska Shenault Jr., Jalen Reagor), ele é aquele que melhor ocupa a função de WR nº 1.&nbsp;</p>



<p>Em 2019, os Raiders recrutaram três jogadores de Clemson, incluindo o WR Hunter Renfrow, hoje o dono da posição de <em>slot receiver</em> do time.</p>



<p><strong>Cenário alternativo: </strong>Xavier McKinney, S, Alabama.<br><strong>Palpite insano: </strong>TROCA com alguma equipe visando o Jordan Love. Las Vegas aproveitaria a profundidade da classe de WRs posteriormente.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> CB, OL.</p>



<p><em>Chicago ainda pagando por Khalil Mack</em></p>



<p><em>Os Bears mandaram esta escolha aos Raiders como parte da recompensa por Mack em 2018. Não há motivos para arrependimento quanto a adquirir um excepcional jogador como Mack, porém a classe 2020 de Chicago não empolga inicialmente. </em></p>



<p><em>A franquia tem sete escolhas neste momento, incluindo duas no top 50 (43ª e 50ª). Depois disso, todavia, os Bears não escolhem até a quinta rodada (163ª escolha). Ainda assim, o time deve encontrar opções interessantes de wide receiver, principal necessidade do elenco. No mais, espere Chicago também direcionando escolhas para OL, DL, RB. </em></p>



<h4>20 &#8211; Jacksonville Jaguars (de LAR): Xavier McKinney, S, Alabama</h4>



<p><em>Cornerback</em> talvez seja a posição ideal aqui. Porém, <em>safety</em> também é uma grande necessidade e McKinney aparece como o melhor defensor disponível.</p>



<p><strong>Cenário alternativo: </strong>A.J. Terrell, CB, Clemson.<br><strong>Cenário alternativo II: </strong>Denzel Mims, WR, Baylor.<br><strong>Palpite insano: </strong>Clyde Edwards-Helaire, RB, LSU. Por que um <em>running back</em>? Pois o titular Leonard Fournette será trocado.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> OL, DL, CB, WR, QB.</p>



<p><em>Uma escolha que os Rams lamentam não ter</em></p>



<p><em>A menos que o time execute alguma troca nos próximos dias, você não verá os Rams escolhendo no top 50 &#8211; a primeira escolha de L.A. é a 52ª. Enquanto o poder de fogo de Los Angeles nos estágios iniciais do draft é zero, as coisas relativamente melhorasm posteriormente, uma vez que a equipe também conta com outra escolha de segunda rodada (57ª), além de outras duas picks no terceiro round (84ª e 104ª). Ao todo, são sete escolhas e as maiores necessidades são OL, EDGE, LB, RB, CB.</em></p>



<p><em>Os Rams não têm a escolha de primeira rodada em 2020 pela troca pelo CB Jalen Ramsey. A curto prazo, a expectativa era que Ramsey complementasse um elenco já sólido. Contudo, Los Angeles vem em decadência e o poder de reação do time encontra no apertado teto salarial um desafio. Enormes contratos colocam as decisões dos Rams em xeque nas próximas offseasons.</em></p>



<h4>21 &#8211; Philadelphia Eagles: TROCA &#8211; 49ers: Denzel Mims, WR, Baylor</h4>



<p>Apesar de adiar a primeira escolha neste <em>round</em> com a troca com os Eagles,  Kyle Shanahan agora busca um <em>wide receiver</em> que, embora não tenha começado a temporada do draft em alta, impulsionou seu valor depois do Combine e Senior Bowl. </p>



<p>Mims se encaixaria bem no grupo de recebedores de San Francisco, que ainda carrega incertezas depois da saída de Emmanuel Sanders e pode perder Marquise Goodwin a qualquer momento.</p>



<p><strong>Cenário alternativo (PHI):</strong> se a busca por um WR não acontecer, reforçar a secundária faz sentido para os Eagles: A.J. Terrell, CB, Clemson<br><strong>Palpite insano (PHI):</strong> sabendo que Okudah passou pelos Lions, os Eagles TROCAM para dentro do top 10 a fim de recrutar o melhor CB da classe.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe (PHI):</strong> OL, EDGE, LB, CB, S.</p>



<h4>22 &#8211; Minnesota Vikings (de BUF): Laviska Shenault Jr., WR, Colorado</h4>



<p><em>Por que Shenault &#8211; não Justin Jefferson &#8211; será o substituto de Stefon Diggs aqui?</em></p>



<p>Jefferson vem de uma temporada magnífica e tem recepções contestadas como principal arma. O ponto negativo é que, na temporada passada, todos os recebedores de LSU se destacaram. Shenault, por sua vez, teve um 2019 em baixa e marcado por lesões, mas a velocidade, explosão e instinto impressionam. </p>



<p>Em geral, Shenault parece encaixar melhor no sistema ofensivo dos Vikings, que agoram recebedores rápidos e versáteis, capazes de executar função de corredores e até retornar chutes. E Shenault é um desses jogadores.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> <em>(ALERTA DE SPOILER PARA A 25ª ESCOLHA!)</em> Yetur Gross-Matos, DE, Penn State. Se não for um WR, Minnesota precisa encontrar um substituto para Everson Griffen<em>.</em><br><strong>Palpite insano: </strong>usar a 22ª escolha seria um exagero, mas o seguinte cenário merece ser mencionado: os Vikings TROCAM pelo OT Trent Williams, dos Redskins.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> DL, EDGE, CB, OL</p>



<p><em>Pelo menos em tese, uma decisão inteligente dos Bills</em></p>



<p><em>Quantos wide receivers desta classe atingirão o nível de Stefon Diggs? Ou melhor, quantos WRs livres na 22ª escolha chegarão a tal patamar? Ao invés de descobrir tal resposta por conta própria, os Bills optaram por direcionar uma necessidade no grupo de recebedores dando a escolha aos Vikings em troca por Diggs, o que me parece um valor justo pelo recebedor de 26 anos.</em></p>



<p><em>Para o decorrer do draft, os Bills têm sete picks começando com a 54ª geral. Com o grupo de WRs endereçado e um elenco sólido formado, parece sensato para Buffalo em 2020 focar em profundidade para: running backs, linha ofensiva, edge-rusher e cornerback.</em></p>



<h4>23 &#8211; New England Patriots: Jordan Love, QB, Utah State</h4>



<p>Depois de duas décadas de certeza na posição de <em>quarterback</em>, os Patriots chegam ao draft com uma grande incerteza na posição. )s pontos positivos e negativos fazem de Love um (interessante) diamante a ser lapidado e, por mais que alguns diamantes jamais adquirem a forma esperada, o potencial do projeto faz a situação valer a pena.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> os Patriots têm pouquíssimo talento no que diz respeito a <em>edge-rushers</em> neste momento. Portanto, Yetur Gross-Matos (Penn State), A.J. Epenesa (Iowa) ou Zack Baun (Wisconsin) fariam sentido.<br><strong>Cenário alternativo II:</strong> LB não é necessariamente a principal necessidade de New England, porém Patrick Queen, de LSU, oferece um talento especial na posição que pode ser interessante para essa nova fase do time.<br><strong>Palpite insano:</strong> Jalen Hurts, QB, Oklahoma. Há quem avalie Hurts acima de Love.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>DL, EDGE, OL, WR, TE.</p>



<h4>24 &#8211; New Orleans Saints: A.J. Terrell, CB, Clemson</h4>



<p>Os Saints têm limitações na secundária e o time esteve interessado em <em>cornerbacks</em> nesta <em>free agency. </em>Se o foco for, de fato, <em>cornerback</em> nesta reta final de 1ª rodada, Terrell é meu favorito, apesar de não ser o único com avaliação positiva (Jaylon Johnson, Trevon Diggs, Bryce Hall).</p>



<p><strong>Cenário alternativo: </strong>Justin Jefferson, WR, LSU. O grupo de recebedores dos Saints ganhou um grande reforço com a chegada de Emmanuel Sanders. Mas o veterano pode não ter muitas temporadas de altíssimo nível restantes, o que faz de Jefferson uma opção ainda melhor para New Orleans.<br><strong>Cenário alternativo II:</strong> Patrick Queen, LB, LSU.<br><strong>Palpite insano: </strong>Saints TROCAM com Dolphins (18ª escolha) ou Raiders (19ª) a fim de recrutar Jordan Love.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>LB, WR, OL</p>



<h4>25 &#8211; Minnesota Vikings: Yetur Gross-Matos, DE, Penn State</h4>



<p>São duas escolhas de primeira rodada e as principais necessidades são WR e EDGE. Com o grupo de recebedores endereçado anteriormente, os Vikings agora focam no substituto de Griffen, o qual teve oito <em>sacks</em> em 2019. Gross-Matos, que oferece excelente combinação de força e habilidade atlética, chegaria por um valor impecável.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> linha ofensiva clamaria por um novo nome. Esse seria Lucas Niang, OT, TCU ou Cesar Ruiz, iOL, Michigan.&nbsp;<br><strong>Palpite insano:</strong> Shenault ou Jefferson foi o debate para os Vikings na 22ª escolha. Mas e se Minnesota substituísse a saída de Diggs com dois WRs logo de cara? Shenault na 22ª <em>pick</em> e Jefferson três <em>pick</em>s mais tarde!<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>DL, CB, OL.</p>



<h4>26 &#8211; Miami Dolphins (de HOU): Justin Jefferson, WR, LSU</h4>



<p>Pela terceira vez nesta 1ª rodada, a mescla necessidade/melhor prospecto disponível funciona para os Dolphins &#8211; começar uma era com Tagovailoa e Jefferson é tentador.&nbsp;</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> OL, especificamente <em>offensive tackle</em>. Os melhores disponíveis: Lucas Niang, OT, TCU e Austin Jackson, OT, USC.<br><strong>Palpite insano:</strong> Miami usa uma das 11 <em>picks</em> que ainda tem neste draft depois do 1º <em>round</em> em uma troca com os Redskins por Trent Williams. <em>Apuração: múltiplos times estão em contato com Washington por Williams</em>. Um deles é os Browns. Outros candidatos sensatos seriam Vikings, Dolphins e&#8230; um dos times abaixo.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> OL, EDGE, S, RB.</p>



<p><em>Por que os Texans não têm uma escolha de 1ª rodada em 2020?</em></p>



<p><em>Os Texans começaram o ano com DeAndre Hopkins no elenco e sem uma escolha de primeira rodada. Hopkins se foi em troca com os Cardinals e Houston continuou sem uma pick no primeiro round.</em></p>



<p><em>Os torcedores dos Texans deverão ver o time com apenas duas escolhas no top 100 (40ª e 90ª). Além disso, das sete escolhas totais da franquia neste ano, três são na sétima rodada (duas delas compensátorias). É basicamente com isso que Deshaun Watson tentará levar o time de volta aos playoffs nesta temporada. Se possível, Houston deveria reforçar os setores: LB, EDGE, CB.</em></p>



<h4>27 &#8211; Seattle Seahawks: TROCA (envolvendo o Fournette) &#8211; Jaguars: Jalen Reagor, WR, TCU</h4>



<p>Dentre as opções principais deste <em>Mock Draft</em>, esta é, de longe, a mais <em>insana</em>, porém não totalmente aleatória.</p>



<p>A TROCA DA PRIMEIRA RODADA deixa os Jaguars com três escolhas no <em>round </em>inicial e entrega o <em>running back</em> Leonard Fournette aos Seahawks, entre outras <em>picks</em>.&nbsp;</p>



<p>Por que JAX trocou? Para aproveitar mais um talento da posição de <em>wide receiver</em> em Reagor, um <em>playmaker</em> interessante. O ideal seria Jefferson, que parou em Miami. Mas os Jaguars são… os Jaguars, que têm Fournette no <em>trade block</em>.</p>



<p>Por que SEA trocou? Nas duas últimas temporadas, os Seahawks foram um dos dois times que tiveram mais de 1.000 corridas combinadas (Ravens). O time, embora tenha Russell Wilson, depende do jogo corrido e, com Chris Carson e Rashaad Penny vindo de lesões, Fournette faz sentido em Seattle. Sem falar que a franquia saiu da 1ª rodada por troca quatro vezes nas últimas sete temporadas.&nbsp;</p>



<p><strong>Cenário alternativo (SEA):</strong> Justin Madubuike, DT, Texas A&amp;M.<br><strong>Palpite insano (SEA):</strong> Clyde Edwards-Helaire, RB, LSU. Com as lesões de Carson e Penny, um deles (provavelmente o último) deixaria o elenco &#8211; e Seattle, na mesma 27ª escolha que escolheu Penny em 2018, chamaria seu substituto.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe (SEA): </strong>OL, RB, EDGE, DL, S, CB.</p>



<h4>28 &#8211; Baltimore Ravens: Patrick Queen, LB, LSU&nbsp;</h4>



<p>Queen é um dos dois <em>linebackers</em> que faz parte do segundo patamar da posição em 2020, com Simmons solitário no topo. O torcedor de Baltimore pode até clamar uma escolha mais ousada &#8211; possivelmente voltada ao ataque &#8211; porém ponderando necessidade e melhor prospecto disponível, Queen seria o nome mais sensato.</p>



<p>A dúvida poderia ser por Queen e Kenneth Murray, o outro LB desse nível. Mas o potencial do primeiro é consideravelmente maior, em especial pela versatilidade e instinto. Uma dupla Queen e Murray seria o ideal. Escolhendo um para uma defesa rápida e ágil como a dos Ravens, o ex-LSU chama mais atenção.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> Zack Baun, EDGE, Wisconsin.<br><strong>Palpite insano:</strong> após Jefferson (ou Shenault) passar pelos Vikings, os Ravens iriam <em>all-in </em>em uma TROCA com os Dolphins (26ª escolha) para adicionar mais um WR especial ao ataque de Lamar Jackson.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>EDGE, WR, OL, S.</p>



<h4>29 &#8211; Tennessee Titans: Jaylon Johnson, CB, Utah</h4>



<p>Dava como certo que o nome ideal para os Titans, se a equipe aqui focasse em <em>cornerback</em>, era Trevon Diggs. Porém, Diggs vem perdendo valor e, embora seu potencial continue alto, Johnson levaria a melhor. Versátil e muito físico, Johnson acrescentaria importante profundidade à secundária de Tennessee.</p>



<p><strong>Cenário alternativo: </strong>Lucas Niang, OT, TCU.<br><strong>Palpite insano:</strong> os Titans têm sido agressivos nesta <em>offseason</em> e buscariam uma TROCA com os Redskins por Trent Williams.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>OL, RB, TE, DL, EDGE.</p>



<h4>30 &#8211; Green Bay Packers: Kenneth Murray, LB, Oklahoma</h4>



<p>Terminar a 1ª rodada sem um <em>wide receiver</em> pode ser decepcionante ao torcedor dos Packers. Mas com os principais nomes já escolhidos, Green Bay terá que prezar a profundidade da posição na classe &#8211; e isso não precisa acontecer agora.</p>



<p>Por isso, os Packers focam no interior de seu sistema defensivo ao recrutar um dos defensores mais explosivos do draft. A cobertura de passe de Murray levanta questionamentos, mas ele parece ser o prospecto ideal para uma defesa que busca reforçar o combate ao jogo corrido.&nbsp;</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> Lucas Niang, OT, TCU.<br><strong>Palpite insano:</strong> Alguém disse “vencer agora” com Aaron Rodgers?</p>



<figure class="wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">É win-now que vocês querem? <a href="https://t.co/pIfcOg4yK3">pic.twitter.com/pIfcOg4yK3</a></p>&mdash; Wendell Ferreira (@wendellfp) <a href="https://twitter.com/wendellfp/status/1252657811550502913?ref_src=twsrc%5Etfw">April 21, 2020</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>WR, TE, RB, DL, OL.</p>



<h4>31 &#8211; San Francisco 49ers: Cesar Ruiz, iOL, Michigan</h4>



<p>O interior da linha ofensiva dos 49ers tem incógnitas, especificamente a posição de <em>right tackle</em>, o que não é nada aconselhável para um time que prioriza o jogo terrestre. Ruiz, o principal <em>interior offensive linemen</em> da classe, seria uma interessante tentativa de solução para isso.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> Justin Madubuike, DT, Texas A&amp;M.<br><strong>Palpite insano:</strong> com Matt Breida ou Tevin Coleman trocado, os 49ers teriam que buscar um RB &#8211; e possivelmente seriam o único time a fazer isso na primeira rodada; Clyde Edwards-Helaire (LSU) e D&#8217;Andre Swift (Georgia) se destacam.<br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe:</strong> OL, WR, CB, S.</p>



<h4>32 &#8211; Kansas City Chiefs: Antoine Winfield Jr., S, Minnesota</h4>



<p><em>Safety</em> não é uma necessidade dos Chiefs, pelo contrário. Mas o fato de Winfield, talvez um prospecto top 20 deste draft, ainda estar disponível pesa mais que a necessidade na última escolha do <em>round</em>. Winfield terá a chance e aprender e eventualmente substituir o ótimo veterano Tyrann Mathieu.</p>



<p><strong>Cenário alternativo:</strong> os Chiefs forçariam um <em>reach</em> ao direcionar uma necessidade do elenco em Trevon Diggs, CB, Alabama.<br><strong>Palpite insano (troca por Fournette!):</strong> uma série de acontecimentos espetaculares tomam conta em Kansas City: os Chiefs reestruturam alguns contratos (talvez até um vínculo de longo prazo com o DT Chris Jones) para abrir espaço no teto salarial. Com isso, mandariam a 32ª escolha geral para Jacksonville em TROCA por Fournette. Que ataque absurdo seria formado!<br>&nbsp;<br><em>De fato, Fournette foi trocado para os Seahawks na 27ª escolha e se algo foi colocado na opção principal desse Mock Draft, não pode ser incluído como nenhuma alternativa para os times seguintes. Contudo, abri uma exceção neste caso pois, como citado, a troca envolvendo Seahawks e Jaguars foi insana demais para uma opção principal.</em><br><strong>Outras posições que o time deve escolher na classe: </strong>WR, RB, LB, CB.</p>



<p><strong>Principais prospectos não chamados na 1ª rodada (opção principal do </strong><em><strong>Mock</strong></em><strong>):</strong><br><br>Grant Delpit, S, LSU<br>Clyde Edwards-Helaire, RB, LSU<br>D&#8217;Andre Swift, RB, Georgia<br>J.K. Dobbins, RB, Ohio State<br>Jonathan Taylor, RB, Wisconsin<br>Justin Madubuike, DT, Texas A&amp;M<br>Zack Baun, EDGE, Wisconsin<br>A.J. Epenesa, EDGE, Iowa<br>Lucas Niang, OT, TCU<br>Austin Jackson, OT, USC<br>Michael Pittman Jr., WR, USC<br>KJ Hamler, WR, Penn State<br>Trevon Diggs, CB, Alabama<br>Jalen Hurts, QB, Oklahoma</p>
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		<title>Playoffs com 14 times, temporada de 17 jogos, novos salários mínimos: saiba EM DETALHES os termos do novo CBA </title>
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				<pubDate>Sun, 15 Mar 2020 15:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>17 jogos de temporada regular, 14 times nos playoffs e NFL assegurada até 2030. A Associação dos Jogadores da NFL (NFLPA) anunciou neste domingo o resultado da votação em que os jogadores aprovaram o novo collective bargaining agreement (CBA) da National Football League.  A resultado final da votação, que teve no último sábado (14) às [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>17 jogos de temporada regular, 14 times nos <i>playoffs </i>e NFL assegurada até 2030.</p>
<p>A Associação dos Jogadores da NFL (NFLPA) anunciou neste domingo o resultado da votação em que os jogadores aprovaram o novo <em>collective bargaining agreement</em> (CBA) da National Football League.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A resultado final da votação, que teve no último sábado (14) às 23h59min o prazo final, foi de 1.019 a 959 para os votos a favor. Era necessário apenas a maioria mínima dos votos a favor para que o contrato fosse ratificado.</p>
<p>Após o anúncio da aprovação do novo acordo, a NFL definiu que o novo teto da temporada 2020 será de US$ 198,2 milhões, US$ 10 milhões a mais do que na temporada passada, de acordo com Tom Pelissero (NFL Network).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O novo CBA assegura a temporada da NFL até 2030 &#8212; cada CBA tem duração de 10 anos. O então acordo em vigência chegaria ao fim após o término da temporada 2020, porém ambas as partes asseguram que o calendário da NFL não seja ameaçado por um impasse nas negociações eventualmente.</p>
<p>Com o novo acordo aprovado, são várias as mudanças que entrarão em cena para a NFL e franquias. As principais delas são:</p>
<ul>
<li><b><i>Playoffs</i> com 14 times:</b> até então, a pós-temporada da NFL era constituída por 12 equipes, seis de cada conferência, sendo que as duas melhores ranqueadas de cada uma delas folgava na primeira rodada do mata-mata. A partir da temporada 2020, serão sete times da AFC e outros sete da NFC nos <i>playoffs </i>— um total de 14, portanto —, com apenas o primeira colocado de cada conferência folgando no primeiro <i>round.</i></li>
<li><b>Temporada regular com 17 jogos: </b>de 16 partidas de temporada regular, a NFL acrescentará uma partida extra, totalizando 17 confrontos. A expectativa é que o novo calendário comece a partir da temporada 2021 (pode ser efetivado até 2023), porém a confirmação da mudança deve esperar a negociação dos direitos televisivos entre a NFL e emissoras em breve.</li>
<li><b>Salários mínimos:</b> com mais tempo de jogo, os jogadores receberão aumento salarial, além de outros benefícios tanto para os atletas em atividade quanto para os já aposentados.<span class="Apple-converted-space"> </span></li>
</ul>
<p>Tenha em mente que aproximadamente 60% dos jogadores da NFL jogam sob o salário mínimo permitido a eles por temporada — isso mudará imediatamente com o novo CBA. Por exemplo, um jogador com uma <i>temporada de crédito</i> (calouro em 2019) receberia US$ 585.000 anualmente. Após a aprovação do novo contrato, esse valor sobre para US$ 675.000. Jogadores com duas temporadas de crédito, de US$ 660.000 em 2020, vão para US$ 750.000 neste ano e US$ 850.000 em 2021.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<ul>
<li><b>A porcentagem de lucro dos jogadores: </b>com o novo acordo, os jogadores terão uma parcela maior que os atuais 47% do lucro total da NFL. É estimado que os 48% que os jogadores terão direito a partir de 2021 darão a eles cerca de US$ 200 milhões a mais.<span class="Apple-converted-space"> </span></li>
</ul>
<p>Lembrando que algumas cláusulas do novo CBA colocam que, se os contratos televisivos a serem negociados pela NFL subam em no mínimo 60%, os jogadores receberiam 48,5% do lucro. Se o crescimento for de 120% com as emissores, os jogadores ganhariam 48,8%.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<h4><b>Outras mudanças relevantes</b></h4>
<ul>
<li><b>Duas vagas </b>a mais nos elencos oficiais das equipes (até então os times permitem 53 jogadores no elenco ativo da temporada regular, com 46 se vestido para as partidas).</li>
<li><b>Treinamentos com equipamentos completos</b> (<i>padded practices</i>) cairão de 28 para 16 durante o training camp. Ademais, os <i>padded practices</i> estarão limitados a 2,5 horas agora, ao invés de três.<span class="Apple-converted-space"> </span></li>
<li>Se um jogador <b>não atuar</b> durante a temporada devido à lesão, ele receberá 100% de seu salário até o limite de US$ 2 milhões, e não 50% para um máximo de US$ 1,2 mi do antigo acordo.<span class="Apple-converted-space"> </span></li>
<li>Jogadores podem perder até <b>cinco dias</b> do programa da <i>offseason</i> e ainda assim ganharão os bônus completos pelo trabalho na <i>offseason.</i></li>
<li>Vale ressaltar também que, com a aprovação do novo CBA, as franquias volta a estar permitidas a usar apenas <b>uma <i>tag</i> nesta <i>offseason</i></b>. No último ano do CBA em vigor, os times são autorizados a usarem até duas <i>tags</i> para segurarem potenciais <i>free agents</i>, mas isso cai uma vez que o novo CBA acaba de ser aprovado.<span class="Apple-converted-space"><br />
</span></li>
</ul>
<p>Ao todo, o novo CBA contém 439 páginas, as quais você pode ler (e baixar) <a href="https://nflpaweb.blob.core.windows.net/media/Default/NFLPA/CBA2020/NFL-NFLPA_CBA_March_5_2020.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;"><strong>aqui</strong></span></a>.</p>
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		<title>Como os Redskins carregam o primeiro trunfo do Draft 2020 da NFL</title>
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				<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 23:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>A essência da primeira rodada do Draft 2020 da NFL não desperta muitas discussões. Dois quarterbacks estão muito acima dos demais como prospectos, um outro signal-caller também se destaca, os dois jogadores mais preparados vindo do college football provavelmente são defensores e nenhum prospecto ganhou mais valor após o Combine do que o mais versátil [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>A essência da primeira rodada do Draft 2020 da NFL não desperta muitas discussões.</p>
<p>Dois <i>quarterbacks</i> estão muito acima dos demais como prospectos, um outro <i>signal-caller</i> também se destaca, os dois jogadores mais preparados vindo do <i>college football</i> provavelmente são defensores e nenhum prospecto ganhou mais valor após o Combine do que o mais versátil defensor da classe.</p>
<p>Sabe-se também a ordem das escolhas de cada equipe atualmente e, mais importante, quais delas precisam desesperadamente de um novo jovem <em>quarterback</em>.</p>
<p>Tendo as últimas <em>offseasons </em>como base, algo que poderia mudar tudo isso é, por exemplo, o interesse &#8220;inesperado&#8221; de uma franquia em algum prospecto da posição mais importante do futebol americano.</p>
<p>Em uma classe teoricamente pouco profunda na posição, isso pode arruinar os planos de determinados elencos a curto prazo — e é por isso que o Washington Redskins hoje carrega a primeira incógnita do <em>draft</em>.</p>
<p>Em primeiro lugar, vamos comentar alguns fatos e prováveis acontecimentos do recrutamento. Começando pelas primeiras sete escolhas:<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>1- Cincinnati Bengals</p>
<p>2- Washington Redskins</p>
<p>3- Detroit Lions</p>
<p>4- New York Giants</p>
<p>5- Miami Dolphins</p>
<p>6- Los Angeles Chargers</p>
<p>7- Carolina Panthers</p>
<p><strong>O que sabemos:<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>I- A menos que algo  historicamente surpreendente aconteça até abril, os Bengals selecionarão Joe Burrow, <i>quarterback</i> que protagonizou possivelmente a melhor temporada da história do <em>college football</em> por LSU em 2019. E de fato é impossível argumentar contra Burrow neste momento: experiência, leitura de jogo, decisões, mobilidade, toque na bola, produção universitária… Em tese, ele é o prospecto ideal para uma equipe que precisa de um novo <i>quarterback.</i></p>
<p>II- Aproveitando o assunto <i>quarterbacks</i>: se o melhor prospecto da posição em 2020 não for Burrow, Tua Tagovailoa será o nome mais forte. Um rápido resumo da carreira de Tagovailoa: antes da temporada 2019, ele era apontado como o favorito à primeira escolha geral por um estilo de jogo encantador em Alabama. Contudo, por mais que quando em campo os melhores momentos eram indiscutíveis, Tagovailoa sofreu com lesões ano passado, fato que, combinado à ascensão de Burrow, resultou em uma queda de valor do <i>signal-caller</i>. Vários exames foram feitos e todos eles apontaram para uma recuperação completa de Tagovailoa até abril.</p>
<p>III- Burrow e Tagovailoa lideram a classe de <i>quarterbacks</i>, no entanto, a maioria dos <i>scouts</i> parece ter Chase Young (<i>edge, </i>Ohio State) e Jeff Okudah (<i>cornerback</i>, Ohio State) talvez como os dois prospectos mais preparados do <i>draft</i> como um todo, como Young sendo referência.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>IV- Isaiah Simmons, guarde este nome. Simmons teve uma brilhante carreira em Clemson, por onde fez de tudo. O prospecto encanta justamente pela capacidade de atuar em diversas posições: <i>pass-rusher</i>, <i>linebacker, defensive back</i>, não importa, Simmons já mostrou que dá conta do recado. E mais: após uma exuberante apresentação no Combine, ele tem especulação para ser escolhido ainda mais alto.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>V- Três equipes do Top 7 acima não têm o <i>quarterback</i> titular (a longo e provavelmente curto prazo) no elenco atualmente, e a expectativa é que este venha do <i>draft </i>— Bengals, Dolphins e Chargers. Vale ressaltar ainda que os Panthers podem entrar neste grupo, dependendo do que for feito com Cam Newton (as últimas apurações indicam que a equipe deve seguir com o outrora MVP).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>VI- Os Giants não escolherão um <i>quarterback</i>. Pelo contrário, a mentalidade de New York agora é reforçar as várias posições frágeis do elenco a fim de oferecer um elenco competitivo a Daniel Jones.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>VII- Os Redskins podem fazer qualquer coisa — e é sobre isso que precisamos falar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>* * *</strong></h5>
<p>A maioria das simulações pré-Draft acreditam que os três primeiros selecionados serão:<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>1- Burrow, Bengals</p>
<p>2- Young, Redskins</p>
<p>3- Okudah, Lions</p>
<p>Burrow em Cincinnati dispensa maiores explicações, como citado. Young em Washington seria uma decisão pautada, acima de tudo, em “não deixar um talento como Young passar”. Mas tenha em mente que <i>pass-rush</i> não está nem entre as cinco principais necessidades dos Redskins. Finalmente, Okudah em Detroit combina um raro talento com um setor instável do elenco.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Contudo, os Redskins serão treinados agora por Ron Rivera, ex-Panthers que foi contratado em janeiro. E Rivera, naturalmente, quer começar o novo trabalho ao lado de um <i>quarterback</i> confiável, competitivo e vencedor. Ele estava na comissão técnica dos Panthers quando a franquia recrutou Newton em 2011, por exemplo.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Rivera, por outro lado, não fazia parte dos Redskins quando a organização escolheu Dwayne Haskins. E a relação Rivera-Haskins entra em cena neste caso, já que o <em>quarterback</em> <span class="Apple-converted-space"> protagonizou atuações abaixo da média nas sete vezes que foi titular como calouro depois de ter sido a </span>15ª escolha geral em 2019.</p>
<p>E há duas formas de analisar a situação de Haskins agora. Ele teve atuações abaixo da média pela falta de experiência, por estar com uma comissão técnica turbulenta e rodeado por um elenco abaixo da média, é a uma das opções. Ademais, é possível olhar para Haskins e temer que ele seja algo parecido com Josh Rosen: simplesmente não agrada e há questionamentos reais se ele algum dia será titular absoluto na liga.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O que sabemos é que Rivera disse durante o Combine que a posição de <i>quarterback</i> dos Redskins está em aberto, que Haskins precisará conquistá-la e que adicionar competição <i>under center</i> é sensato. Sabemos, além disso, que Washington fará treinamentos internos com Burrow e Tagovailoa, durante o processo de avaliação pré-Draft da equipe, quando essa se reunirá e treinará individualmente com vários prospectos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>E se os Redskins se encantarem por Tagovailoa após a reunião com o QB? Saudável, é plausível que o <em>quarterback</em> ex-Crimson Tide promova isso. E se Washington fizer algo similar ao Arizona Cardinals, que com um novo <i>head coach</i> tinha certeza que tinha em Kyler Murray o nome ideal para o novo ataque da franquia em 2019 e por isso o recrutou mesmo um ano após ter chamado Rosen no <em>top 10</em>?</p>
<p>Como prospecto, completada a recuperação, Tagovailoa está acima do que Haskins foi antes do Draft 2019 em todos os indicadores relevantes.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<h4><b>Se os Redskins selecionarem Tagovailoa…</b></h4>
<p>Se Washington optar por um <i>quarterback</i>, que seria Tagovailoa, os Dolphins provavelmente seriam os maiores prejudicados. Miami mira Tagovailoa há algum tempo e, pelo momento de reconstrução da equipe, Justin Herbert — o terceiro principal QB deste <i>draft</i> — oferece consideravelmente menos do que Tagovailoa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Recrutar um <i>quarterback</i> “por recrutar” não é o que os Dolphins querem, ao invés de “escolherem a dedo” quem será o novo líder de uma franquia que não vence um jogo de <i>playoffs</i> desde 2000.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Obviamente, rumores que os Dolphins irão trocar para cima no Draft 2020 para garantirem Tagovailoa existem e são sensatos. Todavia, se os Redskins estiverem determinados a buscarem o QB de Alabama, de nada mais adianta Miami subir para terceiro. E a ideia de subir para a primeiríssima colocação parece utópica.</p>
<p>Seria melhor recrutar Herbert, portanto? Ou a ideia continua reforçando o elenco à espera do adiado encontro do futuro <i>franchise quarterback </i>segue ativa? E detalhe: se os Dolphins decidirem escolher Herbert, ainda assim o time poderia ter que protagonizar uma troca, para evitar que um concorrente como os Chargers, por exemplo, não façam isso e tirem os três principais <i>signal-callers</i> do quadro.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Sobraria Jordan Love.</p>
<p>Burrow em primeiro, Tagovailoa em segundo e… O que os Lions fariam na terceira posição? Okudah e Young estariam disponíveis.</p>
<p>Young parece a opção óbvia aqui, mas o <em>pass rush </em>de Detroit, apesar da produção decepcionante em 2019, foi alvo de grande investimento na última <i>offseason</i>, com a contratação de Trey Flowers. Enquanto isso, Okudah &#8220;cairia como uma luva&#8221; na secundária dos Lions, em especial perante à inevitável saída de Darius Slay.</p>
<p>Ao mesmo tempo, deixar Young passar é deixar passar um talento único em uma posição crucial do elenco.</p>
<p>Se isso acontecer, os torcedores dos Giants teriam motivo para uma carreata. Se não, Okudah estaria disponível e New York teria que decidir entre um <i>cornerback</i> na primeira rodada pela segunda temporada consecutiva ou priorizaria outro setor, como a linha ofensiva.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Desta maneira, restariam no Top 7 Dolphins, Chargers e Panthers, com Simmons, Okudah, Herbert e Love disponíveis. Isso sem mencionar outros excelentes prospectos de linha ofensiva e defensiva, vale ressaltar.</p>
<p>Não seria o cenário ideal para Miami, aparentemente. Los Angeles acabaria com mais opções do que planeja. E Carolina dependeria de mais um rival escolher <i>quarterback </i>para ter dois grandes <i>steals</i> à disposição.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Na história da NFL, apenas duas vezes uma equipe recrutou <i>quarterbacks</i> em primeira rodada por dois anos consecutivos: o Indianapolis Colts no começo dos anos 80 e os Cardinals nos dois últimos <i>drafts</i>.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Vários times precisam estar preparados caso um terceiro nome seja adicionado à essa lista em abril.</p>
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		<title>Cinco fatos que merecem destaque após o Super Bowl LIV</title>
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				<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 15:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[patrick mahomes]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>A 100ª temporada da NFL chegou ao fim com a espetacular vitória do Kansas City Chiefs sobre o San Francisco 49ers por 31-20 em Miami.&#160; Como de costume, muita coisa pode ser dita sobre o grande jogo do campeonato, especialmente neste caso, em que altos e baixos predominaram para ambos os lados, tanto coletiva quanto [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap">A 100ª temporada da 	NFL chegou ao fim com a espetacular vitória do Kansas City Chiefs sobre o San Francisco 49ers por 31-20 em Miami.&nbsp;</p>



<p>Como de costume, muita coisa pode ser dita sobre o grande jogo do campeonato, especialmente neste caso, em que altos e baixos predominaram para ambos os lados, tanto coletiva quanto individualmente.</p>



<p>É com isso em mente que separei os destaques que, para mim, despertaram as melhores conclusões após o Super Bowl LIV.</p>



<h4><strong>O espaço de Mahomes na história da NFL</strong></h4>



<p>Patrick Mahomes se tornou o <em>quarterback</em> mais jovem da história da NFL a vencer o prêmio de MVP do Super Bowl. Ele é também o terceiro jogador em geral mais jovem a ganhar tal honra e, se levarmos em conta ambos os prêmios ao mesmo tempo, ele volta ao primeiro lugar da lista. </p>



<p>Tudo isso em seu terceiro ano profissional — e segunda temporada como titular. Brilhante, não? Mas saiba ainda que que ele obteve 5.000 jardas e 50 <em>touchdowns</em> aéreos em 2018, assegurando o prêmio de MVP da temporada regular também. </p>



<p>A impressão que fica é que não existe uma fórmula para parar Mahomes. </p>



<p>A agressividade do adversário dos dois lados da bola parece crucial para derrotar os Chiefs sob o comando do camisa #15 — e isso ficou em falta para San Francisco, diga-se de passagem (ver mais abaixo). </p>



<p>Vale lembrar ainda que o título dos Chiefs sacramenta uma pós-temporada marcada por reviravoltas de um time de enorme resiliência. Kansas City se tornou a primeira equipe da história a estar perdendo por 10/+ pontos em três jogos dos <em>playoffs</em> e ainda assim vencer os confrontos por diferença de 10/+ tentos. </p>



<p>A própria atuação de Mahomes no Super Bowl LIV resume este cenário. Depois de três quartos iniciais muito abaixo da média, o <em>quarterback</em> brilhou no último &#8212; e decisivo &#8212; período ao completar oito dos 13 lançamentos tentados, para 114 jardas e dois <em>touchdowns</em> nos últimos 12 minutos do Grande Jogo. Ele sacramentou uma virada de 10 pontos que levou o troféu Vince Lombardi de volta a Kansas City depois de 50 anos.</p>



<p>Incrível.&nbsp;</p>



<p>O lugar de Mahomes na história da NFL já está guardado e reservado. Resta saber qual o tamanho do espaço que ele precisa.</p>



<h4><strong>O legado de Reid</strong></h4>



<p>Andy Reid muito provavelmente chegaria ao Hall da Fama independentemente do resultado do Super Bowl LIV. Com seis aparições em finais de conferência, um Super Bowl disputado e mais de 200 vitórias na carreira, o treinador já tinha um excelente currículo.</p>



<p>Entretanto, após o Grande Jogo desta temporada, Reid, indiscutivelmente, coloca seu legado em outro patamar ao aumentar ainda mais cada um dos quesitos citados acima, além, obviamente, de conquistar seu primeiro campeonato. </p>



<p>Reid, 61, agora liderou a equipe sob seu comando a pelo menos 10 triunfos nas últimas cinco temporadas. Isso, aliás, aconteceu em 14 dos 21 anos de trabalho do treinador.</p>



<p>No total, são 207 vitórias em temporada regular, sétima maior marca da história da NFL (e segundo entre treinadores em atividade).&nbsp;</p>



<p>Ele também tem um prêmio de Técnico do Ano (2002) e um Super Bowl conquistado como assistente, pelo Green Bay Packers na temporada de 1996.</p>



<p>Se alguém merecia conquistar o Super Bowl LIV pelo passado &#8220;crucificado&#8221; pela ausência de um troféu, esse era Andy Reid.</p>



<p>Conquistar ou não um Super Bowl muitas vezes muda o legado dos profissionais ligados ao futebol americano. Às vezes isso é injusto, mas acaba por ser ponto forte nos debates sobre a NFL e sua história. História essa que Reid continua escrevendo alguns capítulos.</p>



<h4><strong>A mudança no plano de jogo e o conservadorismo dos 49ers</strong></h4>



<p>Um dos assuntos mais comentados após o Super Bowl LIV foi o gerenciamento de relógio e chamada de jogadas dos 49ers em momentos muito importantes do confronto.&nbsp;</p>



<p>Especificamente, San Francisco foi questionado durante e após a partida por não ter usado um <em>timeout</em> na reta final do segundo quarto e por não ter corrido mais vezes com a bola no último período, em especial na campanha antes de devolver a bola para Kansas City com o placar 20-17.</p>



<p>O <em>head coach</em> Kyle Shanahan falou sobre o a decisão de não parar o relógio no fim do primeiro tempo e parte de sua explicação foi: </p>



<p>“Eles tinham três <em>timeouts</em>. Estava 10-10”, disse o treinador. “A última coisa que eu queria fazer era permitir que eles pegassem a bola de volta com três tempos, especialmente com o <em>quarterback</em> e velocidade ofensiva deles, para irem lá e marcar antes do intervalo. Senti muito bem com os 10-10 para nós começando (o segundo tempo) com a bola.&#8221;</p>



<p>Com base nisso, opinei sobre tais decisões separadamente &#8212; <strong><a href="http://shotgun.football/conservadorismo-plano-49ers-sb-liv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="CLIQUE AQUI  (abre numa nova aba)">CLIQUE AQUI </a></strong>para acessar o texto. </p>



<h4><strong>O limite de Garoppolo</strong></h4>



<p>Garoppolo teve uma partida firme e dentro das expectativas por três períodos. Ele esteve longe de ser brilhante, mas conseguiu liderar os 49ers a boas campanhas — com os <em>inexplicáveis</em> erros <em>de sempre</em> — até o último período do Grande Jogo. </p>



<p>No último quarto, o camisa #10 completou três dos 11 passes que tentou, para 36 jardas e uma interceptação, tendo ainda sofrido <em>sack</em> em uma quarta descida.&nbsp;</p>



<p>Ele fechou a noite, portanto, com 20/31, 219 jardas, um <em>touchdown</em> e duas interceptações.&nbsp;</p>



<p>Se os 49ers tivessem dominado os Chiefs nas trincheiras, como fizeram diversas vezes no campeonato 2019/20, as estatísticas finais de Garoppolo talvez tivessem sido suficientes para o triunfo. Contudo, San Francisco precisou de algo a mais do <em>quarterback</em>, em dois momentos vitais, e ele não realizou as jogadas. </p>



<p>Detalhei no tópico acima (se preferir, <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="neste link (abre numa nova aba)" href="http://shotgun.football/conservadorismo-plano-49ers-sb-liv/" target="_blank">neste link</a></strong>), o conservadorismo e diferentes chamadas ofensivas dos 49ers no Super Bowl LIV. Esse segundo item inclui o último quarto, quando o time californiano tentou uma corrida e dois passes na campanha seguinte ao <em>touchdown</em> dos Chiefs que cortou a vantagem dos Niners no marcador de 10 para três tentos. </p>



<p>Ambos os passes foram incompletos.</p>



<p>De fato, a defesa dos Chiefs fez um bom trabalho em ambas as jogadas, principalmente pelo meio da linha defensiva com Chris Jones. Contudo, o <em>quarterback</em> diferente — que costuma sair vitorioso em jogos decididos nos pequenos detalhes — precisa completar um passe de cinco jardas no último período e garantir um <em>first down</em> muito importante. </p>



<p>Garoppolo não fez isso. O <em>signal-caller</em>, no entanto, teve uma nova chance, desta vez atrás no marcador, 20-24. </p>



<p>Com aproximadamente 1:40 restante na partida, os 49ers estavam na linha de 49 jardas do campo de ataque, em uma terceira para 10 jardas.&nbsp;</p>



<p>Garoppolo percebeu Emmanuel Sanders na linha de 10 jardas com vantagem sobre os marcadores após a rota em profundidade. Tomou a decisão certa de acionar o “desmarcado” <em>wide receiver</em>. Porém, o lançamento acabou muito à frente de Sanders.</p>



<figure class="wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Jimmy Garoppolo had Emmanuel Sanders open behind the defense to give the <a href="https://twitter.com/hashtag/49ers?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#49ers</a> the lead with just over a minute to go. Missed the throw, and lost the game. Average QB at best. <a href="https://t.co/7jDjntFlqY">pic.twitter.com/7jDjntFlqY</a></p>&mdash; Alex Ohári <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/1f1ed-1f1fa.png" alt="🇭🇺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/1f534.png" alt="🔴" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/26aa.png" alt="⚪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> (@FutureCanes) <a href="https://twitter.com/FutureCanes/status/1224183015443771392?ref_src=twsrc%5Etfw">February 3, 2020</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>Neste lance, as desculpas são mínimas e a explicação é simples: Garoppolo errou o passe. E sim, erros acontecem. Assim como os jogos acabam perdidos.&nbsp;</p>



<p>Seria, na pior das hipóteses, um lance que deixaria San Francisco dentro da linha de cinco jardas, com a possibilidade de queimar o relógio (ou gastar todos os <em>timeouts</em> dos Chiefs) e marcar um <em>touchdown</em> “simples” que provavelmente venceria o confronto.</p>



<p>A reação de Shanahan nas <em>sidelines </em>após o lance ilustra o tamanho da oportunidade que San Francisco perdeu.</p>



<figure class="wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">John Lynch reacts, with Kyle Shanahan in frame, to the failed deep ball on 3rd-and-10. The <a href="https://twitter.com/hashtag/49ers?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#49ers</a> could have taken a lead with less than 2 minutes, but Jimmy Garoppolo overthrew an open Emmanuel Sanders <a href="https://t.co/9q2RoY79Ny">pic.twitter.com/9q2RoY79Ny</a></p>&mdash; Kevin Boilard (@247KevinBoilard) <a href="https://twitter.com/247KevinBoilard/status/1224388923432062977?ref_src=twsrc%5Etfw">February 3, 2020</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>Garoppolo teve uma atuação positiva nos primeiros três quartos do Super Bowl LIV, jogando melhor — e mais seguro — do que Mahomes. No último quarto, contudo, Mahomes apareceu e protagonizou os lances positivos, enquanto Garoppolo sumiu.</p>



<h4><strong>Três heróis indispensáveis aos Chiefs</strong></h4>



<p><strong>Chris Jones —</strong> Jones foi, possivelmente, o melhor jogador em campo no Super Bowl LIV. A posição de <em>defensive tackle</em> não costuma receber os devidos créditos durante as partidas e os números do camisa #95 nem foram tão brilhantes.&nbsp;</p>



<p>Todavia, tenha em mente que ele foi o responsável por atingir e forçar Garoppolo a lançar a interceptação no primeiro quarto. Foi Jones que desviou o passe na terceira descida para cinco jardas que devolveu a bola aos Chiefs com o placar 20-17. E foi Jones que desviou um dos passes de Garoppolo com Kansas City vencendo por 24-20 e menos de 1:49 no relógio.</p>



<p><strong>Damien Williams —</strong> Nos <em>playoffs</em> da temporada 2019, Williams totalizou 46 corridas e 11 recepções para 290 jardas combinadas e seis <em>touchdowns</em>. Disso, 135 jardas e dois TDs vieram no Super Bowl. </p>



<p>Impulsionado por um sistema ofensivo imprevisível e orquestrado brilhantemente, Williams surgiu como o trunfo dos Chiefs e fez a diferença. De um jogador não-<em>draftado</em> e mais tarde dispensado pelo Miami Dolphins, Williams fez história como um dos nomes mais importantes desta campanha.</p>



<p><strong>Mitchell Schwartz —</strong> Se a posição de <em>defensive tackle</em> não ganha o merecido reconhecimento o que dizer sobre os jogares de linha ofensiva em um Super Bowl? O reconhecimento coletivo vem à tona, mas nem sempre o lado individual dos bloqueadores ganha destaque.&nbsp;</p>



<p>Bom, este não é o caso aqui. Pelo menos não com Schwartz.</p>



<p>O <em>offensive tackle</em>, que acumula consecutivamente mais de 120 jogos como titular e 7.800 <em>snaps</em>, terminou a pós-temporada com 90 <em>snaps</em> de jogadas de passe jogados e apenas uma pressão cedida em Mahomes, de acordo com o Pro Football Focus. </p>



<p>Mesmo em momentos que a linha ofensiva dos Chiefs sofreu — como em parte do Super Bowl LIV, por exemplo — Schwartz foi uma certeza em seu sistema ofensivo.</p>
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		<title>O que explica o conservadorismo e mudança  no plano de jogo dos 49ers no SB LIV</title>
		<link>http://shotgun.football/conservadorismo-plano-49ers-sb-liv/</link>
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				<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 15:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Miari]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais comentados após o Super Bowl LIV foi o gerenciamento de relógio e chamada de jogadas dos 49ers em momentos muito importantes do confronto.&#160; Especificamente, San Francisco foi questionado durante e após a partida por não ter usado um timeout na reta final do segundo quarto e por não ter corrido mais [&#8230;]</p>
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<p>Um dos assuntos mais comentados após o Super Bowl LIV foi o gerenciamento de relógio e chamada de jogadas dos 49ers em momentos muito importantes do confronto.&nbsp;</p>



<p>Especificamente, San Francisco foi questionado durante e após a partida por não ter usado um <em>timeout</em> na reta final do segundo quarto e por não ter corrido mais vezes com a bola no último período, em especial na campanha antes de devolver a bola para Kansas City com o placar 20-17.</p>



<p>O <em>head coach</em> Kyle Shanahan falou sobre o assunto e, com base nisso, opinei sobre tais decisões abaixo.</p>



<h4><strong><em>Timeouts</em> antes do intervalo</strong></h4>



<p>Os 49ers pararam os Chiefs dentro de campo em uma terceira descida na reta final do segundo período, com 1:53 por jogar antes do intervalo. Apesar de ter todos os três <em>timeouts</em>, Shanahan optou por não usar nenhum deles, claramente optando por manter a partida como estava. </p>



<p>O preço pago pelo conservadorismo foi receber a bola de volta com 59 segundos restantes. E o que estava na cabeça de Shanahan naquele momento?</p>



<p>“Eles tinham três <em>timeouts</em>. Estava 10-10”, o treinador disse, de acordo com o <a href="https://theathletic.com/1579191/2020/02/03/kawakami-dont-just-blame-kyle-shanahan-for-this-super-bowl-collapse-it-was-a-total-49ers-system-failure/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="The Athletic (abre numa nova aba)">The Athletic</a>. “A última coisa que eu queria fazer era permitir que eles pegassem a bola de volta com três tempos, especialmente com o <em>quarterback</em> e velocidade ofensiva deles, para irem lá e marcar antes do intervalo. Senti muito bem com os 10-10 para nós começando (o segundo tempo) com a bola. Acho que funcionou bem. …</p>



<p>“Nós estávamos bem com aquela situação. Muito bem. Eu teria feito aquilo em todas as vezes, especialmente conosco começando o terceiro quarto com a bola. Uma vez que nós conseguimos um <em>first down, </em>nós tentamos algo. A gente conseguiria pontos, mas sofremos com aquele infortuna penalidade.”</p>



<p>Nos segundos finais do segundo período, San Francisco continuou com cautela, correndo duas vezes. Com 14 segundos restantes, Jimmy Garoppolo completou um passe de 42 jardas para George Kittle, que deixaria os 49ers em posição de <em>field goal</em>. Mas uma chamada de interferência ofensiva de passe cancelou o avanço, forçando o time de Shanahan a ajoelhar na jogada seguinte e ir para os vestiários empatado.</p>



<p>Algo é inegável neste caso: San Francisco, de fato, dominou o terceiro período, vencendo parcialmente por 10-0. Mas um conservadorismo dessa forma, contra o melhor <em>quarterback</em> da NFL, não é aconselhável. </p>



<p>E não foi mais uma vez.</p>



<h4><strong>A chamada de jogadas no último período</strong></h4>



<p>Outra história do Super Bowl LIV foi a mudança do “estilo de jogo” dos 49ers. San Francisco chegou para enfrentar Kansas City impulsionado por duas partidas nos <em>playoffs</em> nas quais a equipe californiana teve 42 e 47 corridas em cada um delas. </p>



<p>No Super Bowl, correu 22 vezes. </p>



<p>Em janeiro, os 49ers tiveram 4 e 6,8 jardas terrestres por tentativa contra Minnesota Vikings e Green Bay Packers, respectivamente. Contra os Chiefs, este número foi de 6,4.</p>



<p>Tudo isso aumenta o questionamento sobre as chamadas de jogadas de Shanahan em uma das campanhas cruciais do último quarto.</p>



<p>Vencendo por 20-17, os 49ers receberam a bola de volta com 6:06 minutos restantes. </p>



<p>Depois de correr uma vez e ganhar cinco jardas, San Francisco chamou dois passes consecutivos, os quais Garoppolo não completou. Resultado: Kansas City recebeu uma nova chance com o relógio mostrando 5:30 &#8212; e o resto da história você, leitor, já sabe.</p>



<p>Por que Shanahan não chamou mais corridas, como tinha feito anteriormente &#8212; e abusadamente &#8212; nesta pós-temporada para gastar mais tempo com isso?</p>



<p>“(É) a última coisa que você pensa quando está a frente por três pontos e tem tanto tempo sobrando”, disse o <em>head coach</em>. “O relógio não é uma questão naquele momento, especialmente pelos <em>timeouts</em> restantes. A questão é mover as correntes. Se você move as correntes, então você move o relógio.” </p>



<p>Faz sentido. </p>



<p>Mas, então, por que não correr apenas pelo fato de o jogo terrestre dos 49ers estar em um dia inspirado? Mais uma vez: média era de 6,4 jardas por carregada. </p>



<p>A explicação por trás disso, claro, está no <em>play action</em>. E sim, Garoppolo é melhor em jogadas de <em>play action</em> e os Chiefs estavam esperando as corridas de San Francisco. Assim como os Packers na final de conferência, e de nada adiantou. </p>



<p>Com a partida terminada, certamente é “fácil” apontar para o que deu certo ou errado. Porém… A decisão de Shanahan, no fim das contas, deu errado. E o jogo corrido dos 49ers saiu ileso.&nbsp;</p>



<p>&#8211;</p>



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