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	<title>SP Jornal</title>
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	<description>Notícias regionais - Zona Leste de São Paulo</description>
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	<title>SP Jornal</title>
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		<title>Reclamação de barulho provoca confusão em bar na Vila Formosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:00:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jornal de Vila Formosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma discussão envolvendo uma moradora e frequentadores de um bar na Vila Formosa, na Zona Leste de São Paulo, terminou em agressão e deixou uma mulher ferida. O caso ocorreu após uma série de reclamações relacionadas ao barulho gerado pelo estabelecimento durante a madrugada. Adriana, que mora na rua há um ano e quatro meses, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma discussão envolvendo uma moradora e frequentadores de um bar na Vila Formosa, na Zona Leste de São Paulo, terminou em agressão e deixou uma mulher ferida. O caso ocorreu após uma série de reclamações relacionadas ao barulho gerado pelo estabelecimento durante a madrugada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana, que mora na rua há um ano e quatro meses, relata que os ruídos provocados pelo funcionamento do bar e pela permanência de clientes na calçada se tornaram recorrentes. Segundo ela, as comemorações de Ano Novo, que teriam se estendido até aproximadamente 3h da manhã do dia 1º de janeiro, motivaram o registro de um boletim de ocorrência por perturbação do sossego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos transtornos, Adriana afirma que manteve uma relação cordial com Ivanira, proprietária do estabelecimento. De acordo com a moradora, as duas chegaram a conversar sobre os problemas causados pelo barulho e, na ocasião, Ivanira teria demonstrado compreensão e disposição para colaborar na busca de soluções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relacionamento, no entanto, se desgastou após uma nova reclamação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Ela começou a colocar os clientes contra mim. Falava mal de mim para eles, que começaram a pegar bronca minha. Eu cansei de vê-los olhando para a minha sacada, apontando para minha casa, dando risada alta, como se fizessem de propósito. De tanto barulho, eu ia dormir no meu carro, no frio, até que quando o bar fechasse, meu filho vinha me avisar para voltar para casa”</em>, afirma Adriana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Eu sinto muito pelo que ela sofreu e jamais quis que a situação chegasse a esse ponto. Aqui na rua eu me entendo com todos os vizinhos, o bar está aqui há 15 anos. Ela acredita que estou fazendo de propósito e não estou. Eu abro o bar às 10h e fecho entre 23h30 e 1h. Eu peço às pessoas que controlem conversas e risos, mas não tenho controle sobre elas e nem posso mandá-las embora”,</em> afirma Ivanira.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A briga</strong><strong><br></strong>Segundo Adriana, ao procurar o estabelecimento para solicitar que o volume das conversas e demais ruídos fosse reduzido, ela teria sido agredida por duas pessoas que estavam sentadas em cadeiras em frente ao local. A moradora sofreu uma fratura na vértebra L4 e uma fratura de rádio distal. Conforme seu relato, as lesões provocam dores ao respirar e limitam os movimentos da mão direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ivanira afirma que não presenciou o episódio. Segundo a comerciante, ela estava na cidade de Assis, no interior paulista, acompanhando a filha, que se encontrava em trabalho de parto. A proprietária lamentou o ocorrido e declarou que, caso estivesse no estabelecimento no momento da confusão, teria tentado impedir que a situação chegasse ao ponto da agressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Ela disse que sou desequilibrada, que saio na rua de roupão para procurar briga. Eu só pedi, gentilmente, para que não fizessem barulho, eu estava com muita dor de cabeça e precisava descansar. Eu sou mediadora de paz, eu não quero brigar com ninguém, mas entendo que tenho meus direitos, principalmente o de descansar sossegadamente. Contudo, acabei sendo agredida de forma covarde por pedir a eles que me respeitassem”, </em>relata Adriana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Eu não estava por aqui. Eu estava em Assis, acompanhando minha filha que iria ganhar bebê. Eu lamento como isso aconteceu, mas segundo soube, ela quis cobrar silêncio de um casal que estava sentado na mesa, incomodou a mulher, apontando o celular para ela e querendo lhe filmar. O casal estava indo embora, quando ela provocou a mulher do meu cliente, que não se conteve e partiu para a agressão. Se estivesse aqui, teria impedido, lógico”</em>, relata Ivanira.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o advogado de dona Adriana, José Luiz Dread: <em>&#8220;Por enquanto, estamos esperando a definição do próprio inquérito policial, que ainda é muito novo e a gente precisa entender, qual é a linha investigativa da polícia para encontrar os agressores, porque nós temos algumas das características e alguns pontos já definidos. Uma coisa é a responsabilidade de alguém que tá dentro de um bar de terceiro, e a responsabilidade do próprio bar que, na minha opinião, é cível em relação a uma omissão, e não necessariamente com relação a agressão, porque nós não temos prova de que houve uma incitação do bar para atacá-la [Adriana]</em>&#8220;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana afirma estar traumatizada com a situação e pede justiça para o seu caso: <em>“Eu não consigo sequer olhar pela janela da minha casa. Tenho medo do que possa me acontecer depois disso tudo. Eu fui educada desde o começo e acabei me prejudicando. Agora, espero Justiça não apenas para mim, mas para todos que se incomodam tanto quanto eu e sentem medo de se pronunciar.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A dona do bar também informou que ainda não constituiu advogado para eventual processo judicial relacionado ao caso. Ela afirma desejar conversar com Adriana e buscar uma solução amigável para o conflito. <em>&#8220;Eu ainda não tenho advogado. Eu tenho a minha verdade e gostaria muito que a Adriana entendesse que eu nada tenho contra ela e não tenho nada a ver com essa briga. Quero que tudo seja resolvido de forma pacífica&#8221;,</em> declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso deverá seguir sob apuração das autoridades competentes, que irão analisar as circunstâncias da agressão e eventuais responsabilidades dos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Fernando Aires.&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;Divulgação.</p>



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		<title>Subprefeitura esclarece destino de área em frente ao Shopping Anália Franco </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Subprefeitura Aricanduva/Formosa/Carrão esclareceu por meio do Chefe de Gabinete, sr. Marcio Tavares, a situação do terreno localizado em frente ao Shopping Anália Franco, área que tem sido alvo de questionamentos por parte dos moradores devido à instalação de estruturas provisórias da Sabesp no local. De acordo com a administração regional, o terreno possui destinação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Subprefeitura Aricanduva/Formosa/Carrão esclareceu por meio do Chefe de Gabinete, sr. Marcio Tavares, a situação do terreno localizado em frente ao Shopping Anália Franco, área que tem sido alvo de questionamentos por parte dos moradores devido à instalação de estruturas provisórias da Sabesp no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a administração regional, o terreno possui destinação legal exclusiva para projetos de habitação popular. Isso significa que, pela legislação vigente, não podem ser construídos no local equipamentos públicos como unidades de saúde, hospitais, sedes administrativas ou qualquer outro empreendimento que não esteja relacionado à moradia popular. A área pertence à Cohab.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, um acordo com o Ministério Público, permite que a Subprefeitura faça concessões com o terreno, para que o mesmo não seja invadido:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“De tempo em tempo podem haver incursões para invasão, então, a Subprefeitura que é a responsável por cuidar da área, tem que garantir a segurança do terreno. Nós temos um acordo com o Ministério Público, de fazer concessões com a área, porque também não temos recursos para manter uma equipe de vigilância 24 horas no terreno. Hoje, por lei, ele é destinado à projetos de moradia popular e esses projetos são de responsabilidade da Cohab. Portanto, não dá para fazer hospital nem nada no local, a menos que os vereadores votem um projeto de lei que mude a especificidade do terreno.”, </em>disse Márcio Tavares, chefe de gabinete da Subprefeitura Aricanduva.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As construções que surgiram recentemente no terreno e geraram preocupação entre moradores não representam empreendimentos definitivos. Conforme explicado pela administração, tratam-se de instalações provisórias destinadas a servir como canteiro de obras para intervenções realizadas na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concessão atual possui prazo determinado de dois anos e, segundo a Subprefeitura, poderá ser interrompida imediatamente caso seja iniciado qualquer projeto habitacional na área. Dessa forma, a utilização temporária não altera nem compromete a finalidade original do terreno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Se amanhã surgir um projeto da Cohab para aquela área, e parece que existem inúmeros já prontos, o prefeito dá a ordem de início para a obra e a Sabesp deixa o local. A destinação daquela área é moradia, cedo ou tarde”.&nbsp;&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contrapartida</strong><strong><br></strong>A administração também destacou que toda concessão envolve contrapartidas por parte das empresas autorizadas a utilizar o espaço. Entre os exemplos citados estão a doação de cestas básicas para instituições sociais e a realização de atividades voltadas a públicos específicos, como idosos e pessoas com deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Na época do circo, por exemplo, tínhamos muitas campanhas e em que os artistas nos ajudavam alegrando a comunidade, por exemplo, grupos de idosos, crianças. No caso da Sabesp, a contrapartida é com cestas básicas.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre eventuais projetos habitacionais para o local, a Subprefeitura informou que sua responsabilidade se limita à administração e preservação da área, não participando diretamente dos processos de aprovação dos empreendimentos. Assim, não há informações confirmadas sobre o estágio atual de possíveis projetos de moradia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Eu sei que existem muitos projetos de moradia para aquela área e até o momento, não entrou recursos suficientes para aquele terreno. É claro, muita gente faz um lobby contra, e muita gente também defende a área para moradia. A Subprefeitura não pode e nem deve interferir nisso, nós apenas cuidamos do terreno e desejamos que o mesmo seja de utilidade para todos, incluindo aqueles que venham morar no local futuramente”.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das discussões sobre outras possibilidades de uso para o terreno, a administração reforçou que a legislação atual mantém a destinação da área para habitação popular. Qualquer mudança dependeria da aprovação de um novo projeto de lei pela Câmara Municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Fernando Aires.&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;Divulgação.</p>



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		<title>O papagaio de pirata na Terra do Tio Sam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem diga que o Brasil é uma comédia involuntária, mas poucos personagens conseguem elevar o roteiro ao nível de sátira shakespeariana. Eis que surge o nosso papagaio de pirata, aquele que se pendura no ombro do Tio Sam como se fosse medalha&#160;de honra, mas na verdade não passa de souvenir de aeroporto. O sujeito [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Há quem diga que o Brasil é uma comédia involuntária, mas poucos personagens conseguem elevar o roteiro ao nível de sátira shakespeariana. Eis que surge o nosso papagaio de pirata, aquele que se pendura no ombro do Tio Sam como se fosse medalha&nbsp;de honra, mas na verdade não passa de souvenir de aeroporto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sujeito acordou de um transe quixotesco e decidiu que queria ser presidente. Afinal, se o &#8220;father&#8221; foi moralista de palco, por que não repetir a peça? O detalhe é que, tal como o velho, nunca conseguiu aprovar nada de interesse nacional — mas isso não impede o herdeiro de se autoproclamar o único capaz de salvar a pátria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Competência? Não precisa provar, basta declarar em alto e bom som. Projetos de interesse nacional? Zero, mas quem liga?&nbsp;O importante é dar pitaco no Congresso e&nbsp;bancar o&nbsp;messias. E quando a credibilidade&nbsp;escorre pelo ralo, a solução é simples:&nbsp;corre&nbsp;para o colo do Tio Sam, reclama do governo brasileiro e posa de fofoqueiro internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E como todo bom papagaio, repete frases prontas: &#8220;não sou&nbsp;coveiro&#8221;,&nbsp;&#8220;sou audacioso&#8221;, &#8220;sou humano&#8221;. Mas humano de que espécie? Daquela que se enrosca em negócios pouco&nbsp;republicanos e depois corre para o colo do Tio Sam, chorando mágoas do governo brasileiro. A cena é digna de novela mexicana: o papagaio fofoqueiro, ao lado de Trump, pedindo bênção para espantar o mau-olhado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, claro, a moralidade pública é uma flor rara — e o nosso personagem insiste em se apresentar como a mais perfumada delas, mesmo carregando o apelido de &#8220;Rachadinha&#8221; como quem ostenta medalha olímpica. A credibilidade, já escassa, se dissolve&nbsp;junto com a amizade inconveniente com Vorcaro. Mas, na cabeça do papagaio, isso é detalhe: ele continua convencido de ser a única alternativa séria, sólida e confiável ao governo de Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O delírio hereditário culmina na frase final: &#8220;sou a única alternativa viva para o Brasil&#8221;. Viva, sim, mas de que vive? De bravatas, de pose, de inglês de popcorn&nbsp;e da eterna vocação de papagaio de pirata.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Júlio César Cardoso é&nbsp;servidor federal aposentado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Foto</strong>: Divulgação.</p>



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		<title>Renata Abreu reforça luta contra o feminicídio e cobra mais proteção às mulheres </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Renata Abreu tem reforçado sua atuação no combate à violência contra a mulher e cobrado mais proteção, prevenção e políticas públicas diante do aumento dos casos de feminicídio no Brasil.&#160; Segundo dados recentes, o país registrou recorde histórico de feminicídios em 2025, com cerca de quatro mulheres assassinadas por dia e mais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A deputada federal Renata Abreu tem reforçado sua atuação no combate à violência contra a mulher e cobrado mais proteção, prevenção e políticas públicas diante do aumento dos casos de feminicídio no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados recentes, o país registrou recorde histórico de feminicídios em 2025, com cerca de quatro mulheres assassinadas por dia e mais de 1.470 casos ao longo do ano. Além disso, aproximadamente 3,7 milhões de brasileiras sofreram violência doméstica no mesmo período. Na maioria das vezes, o agressor é alguém próximo da vítima e os crimes acontecem dentro de casa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Renata Abreu, os números mostram que o enfrentamento à violência contra a mulher precisa ser tratado como prioridade nacional. “Meu trabalho começa na escuta. Todos os dias recebo relatos de mulheres que confiam em mim para dividir suas dores, seus medos e suas esperanças. Cada história é levada a sério e transformada em estudo, projeto e ação concreta para proteger vidas”, afirma a deputada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do mandato, Renata Abreu tem atuado diretamente na criação e defesa de leis voltadas à proteção das mulheres. Entre elas está a Lei nº 14.316/2022, que autoriza o uso de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública em ações de combate à violência doméstica e familiar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra conquista importante foi a Lei nº 13.931/2019, que determina que casos de violência contra a mulher sejam registrados no prontuário médico e comunicados à polícia em até 24 horas, fortalecendo a rede de proteção e ajudando a romper o silêncio imposto pelos agressores. Renata também é autora da Lei nº 13.718/2018, que transformou a importunação sexual em crime, com pena de até cinco anos de prisão. Antes da mudança, esse tipo de violência era tratado apenas como contravenção penal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro destaque da atuação de Renata Abreu foi a relatoria da Lei nº 14.786/2023, conhecida como Protocolo “Não é Não”, criada para proteger mulheres contra assédio e violência em bares, casas noturnas, shows e eventos. A legislação determina que os estabelecimentos tenham funcionários treinados para acolher mulheres em situação de risco, disponibilizem informações de apoio, como o telefone 180, acionem a polícia em casos de violência e garantam uma saída segura para a vítima.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a deputada, a proposta nasceu após ouvir mulheres que relataram situações de medo, constrangimento e violência nesses ambientes. “A defesa das mulheres não pode ser algo pontual. É uma luta diária. Meu compromisso é seguir estudando, propondo leis e trabalhando para que nenhuma mulher viva com medo ou se sinta desamparada”, declarou Renata Abreu. A parlamentar afirma que continuará atuando pela ampliação de políticas públicas, endurecimento das leis e fortalecimento da rede de proteção às mulheres em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Da redação.&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;Divulgação.</p>



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		<title>Casa dos Açores reúne fé, tradição e cultura na 52ª Festa do Divino Espírito Santo e celebração ao Senhor Santo Cristo dos Milagres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 11:00:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A comunidade açoriana de São Paulo viveu dois importantes momentos de fé e tradição no mês de maio com a realização da 52ª Festa do Divino Espírito Santo e da tradicional celebração em honra ao Senhor Santo Cristo dos Milagres, promovidas pela Casa dos Açores de São Paulo, na Vila Carrão. As festividades reuniram centenas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A comunidade açoriana de São Paulo viveu dois importantes momentos de fé e tradição no mês de maio com a realização da 52ª Festa do Divino Espírito Santo e da tradicional celebração em honra ao Senhor Santo Cristo dos Milagres, promovidas pela Casa dos Açores de São Paulo, na Vila Carrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As festividades reuniram centenas de devotos, descendentes de açorianos e moradores da região em uma programação marcada por manifestações religiosas, ações solidárias, cultura e gastronomia típica dos Açores, fortalecendo laços comunitários e preservando tradições centenárias trazidas pelos imigrantes portugueses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preparação para a Festa do Divino Espírito Santo começou ainda no período pascal, com a realização do tradicional Terço do Divino ao longo das sete semanas que antecedem Pentecostes. Inspirada nos costumes do arquipélago dos Açores, a prática envolveu encontros em residências da comunidade, conhecidas como “Domingas”, onde famílias receberam os símbolos do Divino Espírito Santo e promoveram momentos de oração e reflexão sobre os sete dons do Espírito Santo: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse período, a tradicional Folia do Divino percorreu casas de colaboradores e apoiadores da festa, levando bênçãos e distribuindo alimentos simbólicos, como massa sovada, carne e vinho. Paralelamente, voluntários da Casa dos Açores realizaram ações solidárias com a entrega de cestas básicas para entidades assistenciais da região, reforçando os valores de fraternidade e partilha que caracterizam a devoção ao Divino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto alto das celebrações aconteceu no fim de semana de Pentecostes. A programação religiosa contou com procissão e missa especial na Paróquia Coração Eucarístico de Jesus e Santa Marina. Durante a celebração, sete crianças foram coroadas em referência aos sete dons do Espírito Santo, tradição que remonta à devoção introduzida em Portugal pela Rainha Santa Isabel e posteriormente levada aos Açores pelos primeiros povoadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As festividades também incluíram uma grande festa de rua em frente à sede da Casa dos Açores de São Paulo, atraindo moradores da Vila Carrão e de diversos bairros da capital. O público acompanhou apresentações folclóricas, além de degustar pratos típicos da culinária luso-açoriana, como malassadas, bolinhos de bacalhau, caldo verde, massa sovada e outras especialidades tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro momento marcante foi a celebração em honra ao Senhor Santo Cristo dos Milagres, uma das mais profundas expressões de fé do povo açoriano. A devoção tem origem na Ilha de São Miguel, nos Açores, onde a imagem do Ecce Homo — representação de Cristo flagelado — tornou-se símbolo de esperança para a população durante períodos de intensos abalos sísmicos que atingiram a região. Segundo a tradição, os tremores cessaram após fervorosas orações dirigidas ao Santo Cristo, fortalecendo uma devoção que atravessa gerações e fronteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, a missa em louvor ao Senhor Santo Cristo dos Milagres reuniu a comunidade açoriana na sede da Casa dos Açores. A entidade mantém uma réplica da imagem venerada nos Açores, que também participou das celebrações de Pentecostes ao lado da imagem de Nossa Senhora de Fátima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os açorianos espalhados pelo mundo, a devoção ao Divino Espírito Santo e ao Senhor Santo Cristo dos Milagres representa muito mais do que uma manifestação religiosa. Trata-se de um elo permanente com suas raízes, sua história e sua identidade cultural. Ao promover essas celebrações há mais de cinco décadas, a Casa dos Açores de São Paulo mantém viva uma herança que continua emocionando gerações e fortalecendo o sentimento de pertencimento da comunidade luso-açoriana na capital paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 52ª edição da Festa do Divino Espírito Santo teve como mordomos o casal Marcelo e Fabiane Correia, responsáveis pela organização dos eventos deste ano. Mais uma vez, a tradição mostrou sua força ao reunir fé, solidariedade, cultura e confraternização em uma das mais importantes celebrações da comunidade açoriana no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Da redação.&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;Divulgação.</p>



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		<title>Multiplica Futuro abre inscrições para jovens em São Paulo com formação gratuita e possibilidade de renda de até R$ 6,5 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:00:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o programa Multiplica Futuro em São Paulo, iniciativa do Ministério do Empreendedorismo que oferece 500 vagas para jovens de 18 a 24 anos em situação de vulnerabilidade social. O projeto combina formação técnica gratuita com a possibilidade de inserção em oportunidades reais de trabalho, com expectativa de geração de renda [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Estão abertas as inscrições para o <strong>programa Multiplica Futuro</strong> em São Paulo, iniciativa do Ministério do Empreendedorismo que oferece 500 vagas para jovens de 18 a 24 anos em situação de vulnerabilidade social. O projeto combina formação técnica gratuita com a possibilidade de inserção em oportunidades reais de trabalho, com expectativa de geração de renda mensal entre R$ 4.500 e R$ 6.500.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Voltado a moradores de bairros da periferia da capital paulista, o programa busca responder a um cenário em que o desemprego entre jovens nessas regiões chega a 28%, enquanto setores específicos enfrentam escassez de mão de obra qualificada. A iniciativa conecta esses dois contextos ao preparar os participantes para atuar em áreas com demanda no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem se inscrever jovens com renda familiar de até R$ 2.400 mensais, residentes nas regiões de Cachoeirinha, Capão Redondo, Grajaú, Guaianases, Itaquera, Marsilac, Perus, Pirituba e São Miguel Paulista. As atividades são presenciais, com encontros aos sábados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação começa com uma etapa técnica de 20 horas, com conteúdos das trilhas de formação em áreas como zeladoria patrimonial e restauro, turismo sustentável, agente de empreendedorismo, educação patrimonial e design de embalagens. Em seguida, os participantes realizam um módulo complementar de 20 horas no modelo EAD, com aprendizados sobre mercado de trabalho, educação financeira e empreendedorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diferencial do programa está na conexão com o mercado. Ao final da formação, os jovens podem ser formalizados como microempreendedores individuais (MEIs) e cadastrados no Contrata+Brasil, plataforma do Governo Federal que conecta prestadores de serviço a oportunidades de trabalho, ampliando as chances de geração de renda imediata.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://multiplicafuturo.org.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="533" src="https://spjornal.com.br/wp-content/uploads/2026/06/materia-800x533-pixels-1.jpg" alt="" class="wp-image-36958" srcset="https://spjornal.com.br/wp-content/uploads/2026/06/materia-800x533-pixels-1.jpg 800w, https://spjornal.com.br/wp-content/uploads/2026/06/materia-800x533-pixels-1-300x200.jpg 300w, https://spjornal.com.br/wp-content/uploads/2026/06/materia-800x533-pixels-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Multiplica Futuro integra ações voltadas à qualificação profissional e ao estímulo ao empreendedorismo entre jovens das periferias. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site<a href="http://www.multiplicafuturo.org.br/"> </a><a href="http://www.multiplicafuturo.org.br/">www.multiplicafuturo.org.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Da redação.&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;Divulgação.</p>



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		<title>Sicredi fortalece crédito pessoal e imobiliário com foco em planejamento financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal de Vila Carrão]]></category>
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		<category><![CDATA[Zona Leste]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[sicredi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com atendimento próximo, análise consultiva e participação nos resultados, cooperativa apresenta soluções de crédito pensadas para cada etapa da vida dos associados Comprar a casa própria, reformar o imóvel, organizar as finanças ou realizar um projeto pessoal são decisões que, na maioria das vezes, dependem de crédito. A forma como esse crédito é oferecido diz [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Com atendimento próximo, análise consultiva e participação nos resultados, cooperativa apresenta soluções de crédito pensadas para cada etapa da vida dos associados</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Comprar a casa própria, reformar o imóvel, organizar as finanças ou realizar um projeto pessoal são decisões que, na maioria das vezes, dependem de crédito. A forma como esse crédito é oferecido diz muito sobre a relação entre a instituição financeira e quem o contrata. Atento a esse cenário, o Sicredi reforça a sua atuação junto ao público pessoa física com um portfólio que combina uma série de linhas de crédito, com destaque para o crédito pessoal e o imobiliário, com atendimento próximo de verdade e participação do associado nos resultados da instituição.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito pessoal e o planejamento financeiro</strong><br>No Sicredi, o crédito pessoal é voltado para atender desde demandas pontuais, como organização do orçamento até a realização de projetos pessoais. A partir de um relacionamento próximo, a cooperativa consegue analisar o histórico e o planejamento do associado e oferecer a linha mais adequada para o momento de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as soluções disponíveis estão o crédito pessoal e linhas específicas para reformas, educação e saúde. Todas as operações podem ser contratadas nas agências físicas, no aplicativo Sicredi ou via WhatsApp, com orientação de um gerente de relacionamento que conhece o associado pelo nome.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“O crédito, quando bem orientado, é uma ferramenta de planejamento. Nosso papel vai além da liberação de recursos: é entender o momento de vida do associado, avaliar se aquele crédito faz sentido e, muitas vezes, indicar o caminho mais adequado”, afirma Bruno Gervasoni, gerente de desenvolvimento de negócios na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito imobiliário com quem conhece a região</strong><br>No crédito imobiliário, o Sicredi oferece financiamento para aquisição de imóvel residencial novo ou usado, construção, reforma e compra de terreno, com prazos estendidos e acompanhamento de um especialista do início ao fim do processo. A cooperativa opera dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), além de ser agente credenciada do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando o acesso à moradia para famílias de diferentes perfis de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos diferenciais é o modelo de atendimento. No Sicredi, o processo acontece com um gerente da própria região, que conhece o mercado local, o perfil dos imóveis e as particularidades de cada localidade. Esse modelo acelera a análise e dá ao associado clareza sobre cada etapa, da simulação à assinatura do contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O diferencial cooperativo: o associado é dono</strong><br>O que separa o Sicredi das instituições financeiras tradicionais não está apenas nas soluções ofertadas, mas no modelo de negócio. Ao contratar um produto ou serviço, o associado movimenta a própria cooperativa, e, ao final do exercício, tem direito à distribuição dos resultados.<br><br>Em 2025, os benefícios econômicos gerados pela instituição para os seus mais de 10 milhões de associados somaram R$ 31,1 bilhões, um crescimento de 22% em comparação ao ano anterior. O valor representou uma economia média gerada de R$ 3,1 mil<strong>&nbsp;</strong>no ano passado para cada um dos associados. Na prática, isso significa que o resultado circula na própria região: é reinvestido em novas agências, em programas sociais daquela localidade e distribuído entre os próprios donos do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Quando o associado toma um crédito conosco, ele está girando recursos dentro de uma instituição da qual é dono. O resultado gerado por essa operação volta para ele, seja na conta capital, seja em melhorias para a região onde vive. É um modelo que funciona porque todo mundo ganha: o associado, a cooperativa e a localidade”, reforça Bruno.</em><br><strong><br>Expansão e proximidade</strong><br>Após consolidar a presença em endereços de alta visibilidade em São Paulo, como na Avenida Paulista, Rebouças, Berrini e Faria Lima, o Sicredi chegou ao total de 32 agências na capital e 12 no Grande ABC. Nos últimos meses, foram inauguradas 16, nos bairros de Pirituba, São Mateus, Casa Verde, Vila Leopoldina, Vila Prudente, Tucuruvi, Jabaquara, Centro Histórico, Butantã, São Miguel Paulista, Vila Guilherme, Penha, Liberdade, Socorro, Itaquera e Parelheiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Publieditorial.&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;Divulgação.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mídias Regionais mostram a sua força no 1º Local Summit de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[local summit]]></category>
		<category><![CDATA[mídias regionais]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 7 de maio, a Universidade Cruzeiro do Sul – campus Liberdade, recebeu em seu auditório um evento histórico e de grande importância, sobretudo democrática, à imprensa regional: o 1º Local Summit, realizado pela SP Regional, para debater o futuro da publicidade nas mídias de bairro. O evento que reuniu cinco distintos empresários do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No dia 7 de maio, a Universidade Cruzeiro do Sul – campus Liberdade, recebeu em seu auditório um evento histórico e de grande importância, sobretudo democrática, à imprensa regional: o 1º Local Summit, realizado pela SP Regional, para debater o futuro da publicidade nas mídias de bairro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento que reuniu cinco distintos empresários do ramo da comunicação, também contou com o apoio do curso de publicidade e propaganda da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um encontro entre profissionais da área, o Local Summit consolidou-se como um espaço de troca de experiências, fortalecimento de networking e valorização da comunicação regional, que diariamente aproxima comunidades, negócios e cidadãos por meio da informação acessível e contextualizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E claro, apresentou os desafios enfrentados para receber apoio financeiro e publicidade, por profissionais que não medem esforços para levar conteúdo de qualidade às suas comunidades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os palestrantes</strong><strong><br></strong>Entre os convidados presentes estavam importantes nomes da comunicação regional paulistana, como Roger Fildimaque, diretor dos veículos&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/desenvolveleste/">Desenvolve Leste</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/desenvolveitaquera/">Desenvolve Itaquera</a>; Rita Gabriele Zuini, fundadora do portal&nbsp;<a href="https://www.pegaessanovidade.com.br/">Pega Essa Novidade</a>; Eduardo Micheletto, editor do&nbsp;<a href="https://minutomicheletto.com.br/">Minuto Micheletto</a>; Tábita Sáez, criadora do&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/vempraliba/">Vem Pra Liba</a>; e Armando Ferraz, diretor da&nbsp;<a href="https://alvarenga.tv.br/">Alvarenga TV</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, temas como credibilidade da informação, produção de conteúdo hiperlocal, monetização da mídia regional, presença digital e o impacto das redes sociais no jornalismo comunitário estiveram entre os principais assuntos debatidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Armando Ferraz</strong><strong><br></strong><em>“Eu trabalhava aos finais de semana com minha esposa, na loja de roupas dela. Trabalhava como analista de dados, e um dia, cansado de ver um buraco na rua, resolvi tirar a foto e postá-lo na rede social. Sem saber, aquilo foi crescendo e quando percebi, estava lidando com problemas diversos da comunidade, buscando soluções junto ao poder público, até que um dia, o prefeito quis falar comigo e me agradeceu, por diversas matérias feitas sobre as reivindicações da sociedade. Foi assim que nasceu a Alvarenga TV. A loja da minha mulher fechou e hoje ela trabalha comigo.</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a publicidade, Armando ressalta:<em>&nbsp;“É muito difícil, porque se você não tem o apoio do poder público, em verbas, o pequeno e médio comerciante não tem como sustentar essa estrutura, então, buscamos sempre um equilíbrio, lutando bastante por recursos”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tábita Saez</strong><strong><br></strong><em>“O Vem pra Liba nasceu de um Trabalho de Conclusão de Curso. Eu moro na Liberdade desde criança e conheço tudo sobre o bairro. Então, resolvi criar uma página, na rede social, sobre o bairro. Onde comprar os melhores presentinhos, onde comer o melhor Lámmen, onde conhecer melhor a cultura chinesa, coreana, lugares históricos, tudo isso eu coloquei na página. Um dia, depois de muitos meses que havia me formado, lembrei da página e quando entrei na rede social para excluí-la, me deparei com mais de um milhão de visualizações, milhares de seguidores e centenas de reivindicações, denúncias, pedidos. Foi quando percebi que, aquela página tinha, então, outra função: a de ser uma voz da Liberdade”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a forma de estruturar a mídia com as verbas, Tábita afirma:&nbsp;<em>“A gente não tem concorrentes, a gente divide espaço com outros perfis e páginas, dentro da nossa rede de comunicação, porque estamos todos no mesmo barco. Quanto mais visualizações tivermos e compartilhamos juntos, maiores as chances de termos juntos um retorno publicitário, para nos mantermos nessa jornada”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rita Zuini</strong><strong><br></strong><em>“Eu fui ‘cara de pau’. Sabia que meu professor de publicidade tinha um jornal de bairro, então, fui até ele e pedi a capa do jornal, para entrevistar artistas diversos. E eu tinha uma mania de onde fosse cobrir, antes de falar da novidade, dizer pra câmera, ‘gente, pega essa, hoje estou aqui com o artista…’, então, o termo ‘pega essa novidade’, vem daí. Hoje, cobrimos eventos culturais, gastronômicos, principalmente para prestar um serviço de utilidade pública, indicando, por exemplo, lugares que tenham maior acessibilidade ao público, lugares que respeitem as diversidades, além de ajudar no incentivo à cultura”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A respeito da maneira como se mantém o portal e as redes, Rita enfatiza a importância do ‘colab’:&nbsp;<em>“Somos um time de colaboradores e claro, quando surge a oportunidade de um retorno, dividimos, mas temos muito trabalho e hoje, esse time está fechadinho, principalmente para divulgar peças, shows, entrevistar artistas, produtores, e claro, ações de marketing e publicidade de grandes empresas que após longo tempo nos acompanhando, já confiam em nosso trabalho. Por isso, é importante sempre acreditar no seu sonho”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Roger Fildimaque</strong><strong><br></strong><em>“Já tem algum tempo que como presidente do CDL Itaquera – Câmara de Dirigentes Lojistas de Itaquera, a gente percebe tanto as limitações, quanto às necessidades dos bairros, sobretudo aqueles onde os lojistas se encontram saturados de tanta precariedade que muitas vezes os prejudica. O ‘Desenvolve Itaquera’ e ‘Desenvolve Zona Leste’ têm essa preocupação, de levar conteúdo de qualidade para que também possa, com o peso deste trabalho, abrir caminhos à economia local”.</em><em><br></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Roger também afirmou: “A grande imprensa muitas vezes não tem espaço para falar do bairro com a assiduidade que a mídia local terá. O buraco no chão, o lixo da rua, além dos pontos positivos, serão retratados pela mídia de bairro”.</em><em><br></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Roger falou da importância do digital e a defesa do meio impresso:<em>&nbsp;“O jornal impresso pode ser distribuído como uma panfletagem legal nas ruas. Construtoras e clientes anunciam porque gostam do formato e as pessoas baixam o vidro dos carros para pegar o jornal local sendo distribuído”, destacou.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eduardo Micheletto</strong><strong><br></strong><em>“Estamos entrando na terceira temporada, e já pensando em uma quarta deste podcast que agora, é transmitido também pela Vivax TV, às segundas-feiras, às 22h. Levamos sempre políticos, empresários, para que com uma linguagem leve, possamos debater questões políticas importantes sobre a cidade de São paulo, os bairros, e claro, abrir espaços às novas lideranças que surgem. Nós criamos um sistema, além da publicidade, onde também entram entrevistas ‘pagas’, principalmente para quem deseja divulgar um serviço ou produto”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mediação ficou por conta do publicitário e jornalista Antonio Gelfusa Junior, que conduziu as discussões com foco na transformação da comunicação local e no papel estratégico desses veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Esse evento é importante porque mostra a força nas mídias regionais, principalmente os jornais de bairro, que são tão importantes e contam com poucos recursos do poder público, sobretudo do Governo Estadual, que tem se recusado a receber a categoria ao longo dos últimos 4 anos. No entanto, na hora de divulgar os releases e ações do governo, chove e-mails e ligações da assessoria do Estado, querendo um espaço gratuito. E sabemos que sem os jornais de bairro e mídias comunitárias, as informações não chegam na ponta, porque a grande mídia não vê a mesma relevância. São as mídias regionais, que mostram suas comunidades com vontade e informam a população com a qualidade que esta não encontra nas grandes mídias”</em>, afirma Antonio Gelfusa Junior, diretor da&nbsp;<a href="https://spregional.com.br/">SP Regional</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No auditório, estudantes do 1º e 4º ano de publicidade e profissionais do setor aguardavam ansiosos o momento de fazerem suas perguntas aos palestrantes.&nbsp;O auditório estava tão lotado, que tinha estudantes sentados no chão, acompanhando os debates.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SP Regional, ao final, fez um agradecimento público ao professor Alê Ferreira, colaborador do evento e ao professor Vagner Novaes Tranche, coordenador dos cursos de publicidade da Universidade Cruzeiro do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima edição, sem data definida, deve acontecer no campus Anália Franco da Cruzeiro do Sul, em 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Fernando Aires.&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;Divulgação.</p>



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		<title>5 plataformas para transformar conteúdo em renda em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal do Tatuapé]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Sul]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[economy creator]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Creator economy cresce no Brasil e amplia oportunidades de monetização para produtores de conteúdo. A creator economy deixou de ser tendência para se tornar uma realidade para milhões de brasileiros. Com um celular e acesso à internet, criadores de diferentes perfis conseguem transformar conhecimento, entretenimento e comunidade em fonte de renda. As oportunidades são diversas: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Creator economy cresce no Brasil e amplia oportunidades de monetização para produtores de conteúdo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A creator economy deixou de ser tendência para se tornar uma realidade para milhões de brasileiros. Com um celular e acesso à internet, criadores de diferentes perfis conseguem transformar conhecimento, entretenimento e comunidade em fonte de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As oportunidades são diversas: há quem monetize por meio da venda de cursos e mentorias, enquanto outros preferem criar conteúdo, construir uma audiência própria e gerar receita diretamente com seus seguidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem deseja começar ou ampliar sua monetização online, algumas plataformas vêm se destacando em 2026. Confira cinco opções que estão ajudando criadores a transformar presença digital em renda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Privacy</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://privacy.com.br/?utm_source=branded_content&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=branded_content_junho_2026&amp;utm_content=nome_privacy_paragrafo1">Privacy</a>&nbsp;é a maior plataforma de monetização e produção de conteúdo do Brasil, com mais de 25 milhões de usuários e 700 mil criadores. Criada em 2020, a plataforma se consolidou como um espaço onde criadores podem monetizar seu conteúdo desde o primeiro dia, sem a necessidade de grandes audiências ou estruturas complexas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O potencial da plataforma pode ser ilustrado por casos como o da atriz e dubladora&nbsp;Tânia Gaidarji, conhecida por dar voz a personagens como Bulma, de Dragon Ball Z, e Emily, de O Diabo Veste Prada. Após mais de 33 anos de carreira, ela ingressou na Privacy e somou&nbsp;<a href="https://blog.privacy.com.br/de-bulma-a-emily-em-o-diabo-veste-prada-2-tania-gaidarji-amplia-atuacao-digital-e-ultrapassa-r-170-mil-na-privacy/?utm_source=branded_content&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=branded_content_junho_2026&amp;utm_content=faturamento_tania_gaidarji">faturamento superior a R$ 170 mil</a>&nbsp;em pouco mais de um mês na plataforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso reflete uma tendência crescente da creator economy: profissionais de diferentes áreas, incluindo artistas, especialistas e influenciadores, têm utilizado plataformas de monetização para criar novas fontes de renda e fortalecer a conexão com suas comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.privacy.com.br/como-ganhar-dinheiro-na-internet-criadora/?utm_source=branded_content&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=branded_content_junho_2026&amp;utm_content=formatos_receita_criadores">Na Privacy, os criadores contam com diferentes formatos de receita</a>: assinatura mensal, conteúdo avulso, mensagens diretas pagas, lives com gorjetas em tempo real, chamadas 1:1 e o recurso de mimo, pelo qual fãs podem enviar valores extras fora da assinatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente de modelos que dependem exclusivamente de publicidade ou da venda de produtos digitais, a plataforma permite combinar diversas formas de monetização em um único ambiente, criando mais oportunidades para que cada criador desenvolva sua própria estratégia de receita.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Hotmart</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Hotmart é uma plataforma especializada na comercialização e divulgação de infoprodutos, materiais produzidos e distribuídos online, geralmente com foco educativo ou instrutivo. Por ela, produtores conseguem hospedar e vender cursos online, ebooks, podcasts, audiobooks e outros formatos, sem custo de assinatura, pagando apenas comissões sobre as vendas realizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma funciona como uma ponte entre produtores, afiliados e compradores. Quem atua como afiliado pode se associar a produtos já existentes no catálogo e ganha comissões a cada venda concluída, sem precisar criar nada do zero.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Kiwify</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Kiwify é uma alternativa em crescimento para quem quer hospedar e vender infoprodutos com baixo custo de entrada. A plataforma permite hospedagem gratuita na área de membros e cobra taxas apenas sobre as vendas realizadas, modelo ideal para quem está iniciando e ainda não tem volume garantido de vendas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Redes sociais como fonte de renda</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Instagram, TikTok, YouTube e demais redes deixaram de ser apenas canais de entretenimento e se consolidaram como plataformas reais de geração de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criadores de conteúdo monetizam suas audiências por meio de publicidade, parcerias com marcas e vendas diretas, tudo sem sair das redes que já usam no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica é simples: quanto maior e mais engajada a audiência, maiores as oportunidades de monetização. Plataformas como o YouTube oferecem ainda o programa de monetização direta por visualizações, enquanto o TikTok e o Instagram remuneram criadores por meio de fundos próprios e ferramentas de assinatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do potencial de alcance, a monetização nas redes sociais costuma depender de regras específicas de cada plataforma, volume de audiência e programas próprios de remuneração. Por isso, muitos criadores utilizam essas redes como canal de aquisição e relacionamento, direcionando sua audiência para plataformas especializadas em monetização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Eduzz</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Eduzz completa a lista como uma plataforma robusta de gestão e venda de produtos digitais. O cadastro é gratuito e pode ser feito como pessoa física ou jurídica. Um dos diferenciais é o sistema de recrutamento de afiliados integrado, que permite ao produtor construir uma rede de divulgadores e escalar as vendas de forma organizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem atua como afiliado, o acesso ao catálogo de produtos é imediato após o cadastro, e as comissões são estabelecidas por cada produtor de acordo com o produto escolhido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da creator economy mostra que ganhar dinheiro na internet já não é privilégio de criadores com milhões de seguidores. Hoje, existem plataformas capazes de atender diferentes perfis, desde especialistas que desejam vender conhecimento até produtores de conteúdo focados em construir comunidades e monetizar sua audiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a Privacy se destaca por reunir múltiplos formatos de monetização, uma base consolidada de usuários e uma operação em expansão pela América Latina, oferecendo aos criadores mais possibilidades para transformar conteúdo em renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Publieditorial.&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;Divulgação.</p>



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		<title>Parque Bixiga: Prefeitura escolhe projeto que recupera e reintegra córrego à cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bixiga]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
		<category><![CDATA[parque]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O futuro&#160;Parque Municipal do Bixiga&#160;começa a ganhar forma e, com ele, surge uma nova relação entre a cidade e sua própria história. O projeto vencedor do concurso público, anunciado pela Prefeitura de São Paulo, propõe&#160;revelar novamente o córrego do Bixiga, hoje oculto sob a terra, trazendo-o de volta à paisagem urbana e ao cotidiano das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O futuro&nbsp;Parque Municipal do Bixiga&nbsp;começa a ganhar forma e, com ele, surge uma nova relação entre a cidade e sua própria história. O projeto vencedor do concurso público, anunciado pela Prefeitura de São Paulo, propõe&nbsp;revelar novamente o córrego do Bixiga, hoje oculto sob a terra, trazendo-o de volta à paisagem urbana e ao cotidiano das pessoas. Mais do que recuperar um curso d’água,&nbsp;a proposta transforma o córrego no coração do parque,&nbsp;reorganizando o espaço ao seu redor e criando um eixo de convivência, natureza e permanência no Centro da capital.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o projeto vencedor,&nbsp;o curso d’água, hoje aterrado, será recuperado e reaberto, passando a estruturar todo o parque.&nbsp;O projeto prevê uma&nbsp;passarela-deck&nbsp;que acompanha o córrego ao longo de seu trajeto, permitindo&nbsp;caminhada e contemplação, além da implantação de&nbsp;bosque agroecológico e mirante em formato de arquibancada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;escritório Democratic Architects, autor da proposta vencedora, será contratado para desenvolver as etapas executivas do projeto, conforme previsto em edital. O desenho inclui uma&nbsp;arquibancada-arrimo que conecta os diferentes níveis do terreno e cria uma área de permanência ao ar livre, além de&nbsp;infraestrutura voltada ao lazer, ao esporte e à convivência, como quadras, parquinho infantil, espaços multiuso e áreas destinadas ao bem-estar, com ambientes para práticas contemplativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autores, a proposta adota uma&nbsp;abordagem contemporânea&nbsp;de parque urbano ao valorizar a experiência do visitante e a reconexão com a natureza. O projeto se organiza em dois níveis complementares:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Parque Alto: acima da cota 754, concentra equipamentos sociais e esportivos e a maior parte das edificações; </li>



<li>Parque Baixo: mais permeável, é dedicado à recuperação ambiental. Nesse trecho, trilhas curvas acompanham o curso d’água e estimulam uma fruição mais lenta e integrada à paisagem.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O setor inferior abriga um programa agroflorestal&nbsp;de caráter educativo e contemplativo, com foco na renaturalização da área e na formação de um bosque urbano com espécies nativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta contribui para a criação de um&nbsp;novo corredor ecológico&nbsp;e incorpora soluções como jardins de chuva, que auxiliam na drenagem e na adaptação às variações do nível da água. A&nbsp;passarela-deck, com estrutura leve e acessível,&nbsp;percorre o parque ao lado do córrego, garantindo circulação contínua e integração entre os diferentes espaços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Wanderley Soares, o projeto aponta para um modelo de cidade mais resiliente e integrado ao cotidiano das pessoas. “O Parque do Bixiga nasce de um processo inovador, construído a partir do diálogo com a população, de estudos técnicos qualificados e de uma visão contemporânea de cidade. Esse passo reforça nosso compromisso com a adaptação climática, a recuperação ambiental e a valorização dos rios urbanos como parte essencial da infraestrutura da cidade”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As diretrizes do projeto foram construídas com base em&nbsp;estudos técnicos, consultas especializadas e oficinas participativas com a população, que indicaram tanto o desejo coletivo quanto a viabilidade da renaturalização do córrego. A iniciativa reforça o&nbsp;uso de soluções baseadas na natureza&nbsp;como estratégia para qualificar o espaço urbano e enfrentar os desafios climáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;Parque Municipal do Bixiga será um dos primeiros do Centro Expandido projetados por meio de concurso público com&nbsp;foco na renaturalização de cursos d’água como elemento estruturador, consolidando esse modelo como referência para futuras intervenções na cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O concurso foi realizado em duas etapas. Na primeira fase, cinco propostas foram selecionadas e cada equipe recebeu R$ 18 mil para aprofundamento das soluções. Na etapa final, o júri classificou os três melhores projetos, com premiações de R$ 130 mil, R$ 60 mil e R$ 40 mil para primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente. A homologação do resultado está prevista para 17 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil &#8211; Departamento São Paulo (IABsp), Danielle Santana, destacou que o concurso público amplia a qualidade das propostas e fortalece a participação social. “O desafio das equipes foi traduzir as demandas técnicas e os anseios da população em soluções inovadoras, tendo como premissa a renaturalização do córrego do Bixiga, que pode inspirar novas iniciativas em São Paulo e em outras cidades”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto do&nbsp;Parque Municipal do Bixiga&nbsp;foi aprovado em 2024, após a Prefeitura viabilizar a área para implantação do equipamento público, atendendo a uma demanda histórica por mais espaços verdes na região central.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem:</strong> Da redação. <strong>Foto:</strong> Divulgação.</p>



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