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	<description>Inovação, Investimentos e empreendedorismo.</description>
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		<title>ESX 2026 movimenta R$ 40,9 milhões em intenções de negócios e amplia participação de startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>
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<p>O ESX – Innovation Experience Espírito Santo 2026 encerrou sua sexta edição com R$ 40,9 milhões em intenções de compras e investimentos registrados nas rodadas de negócios realizadas no espaço Business Lab. O resultado supera os R$ 24,9 milhões contabilizados durante toda a edição de 2025. Realizado na Praça do Papa, em Vitória (ES), o [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O ESX – Innovation Experience Espírito Santo 2026 encerrou sua sexta edição com R$ 40,9 milhões em intenções de compras e investimentos registrados nas rodadas de negócios realizadas no espaço Business Lab. O resultado supera os R$ 24,9 milhões contabilizados durante toda a edição de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado na Praça do Papa, em Vitória (ES), o evento reuniu 213 startups, das quais 118 participaram das rodadas de negócios. A programação contou com mais de 150 palestrantes distribuídos em cinco ambientes simultâneos, abordando temas como inteligência artificial, empreendedorismo, liderança, criatividade, transformação digital e futuro do trabalho. Até o segundo dia, o evento havia recebido cerca de 17 mil participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro dia do encontro, 52 startups participaram das rodadas de negócios e realizaram 203 conexões com potenciais compradores, gerando R$ 11,9 milhões em intenções de compras. Segundo o diretor técnico do Sebrae/ES, Eurípedes Pedrinha, os resultados refletem o desenvolvimento das conexões realizadas durante o evento. “O evento continua superando todas as expectativas em termos de negócios, público, conexões e entrega. Estamos vendo conexões de qualidade acontecendo, oportunidades surgindo e um público cada vez mais preparado para discutir inovação e tecnologia”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedrinha também destacou mudanças no perfil dos participantes ao longo das edições. “Hoje vemos muitos estudantes técnicos e jovens adultos procurando oportunidades de negócio. O perfil das conversas mudou e isso mostra a evolução e o amadurecimento do evento ao longo dos anos”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a abertura do evento, o diretor técnico do Sebrae/ES ressaltou o papel das conexões promovidas pelo encontro entre startups, investidores, empresas e instituições. “A estrutura atual, os ambientes temáticos e a participação de startups, investidores, empresas e instituições criam conexões reais que geram negócios e oportunidades”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O executivo também relacionou inovação à adoção de tecnologias e novos processos. “No ESX, a experiência de inovação é vivida desde o credenciamento, em toda a jornada do participante, por meio de experiências, tecnologia e serviços diferenciados. Inovar é evoluir, aplicar automação, vencer desafios com inteligência e ajudar a juventude a perseguir o novo para transformar a realidade”, declarou.</p>
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		<title>A Inteligência Artificial na implementação e avanços em ESG</title>
		<link>https://startupi.com.br/a-inteligencia-artificial-na-implementacao-e-avancos-em-esg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Convidado Especial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:21:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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<p>* Por Alcione Pereira Num primeiro momento, é possível que muitos não percebam bem a relação e se perguntem o que a Inteligência Artificial tem a ver com ESG. Quando pensamos na infinidade de dados gerados por qualquer operação, sabemos que o trabalho de análise desses dados pode perfeitamente ser feito por uma pessoa. Porém, [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>* Por Alcione Pereira</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Num primeiro momento, é possível que muitos não percebam bem a relação e se perguntem o que a Inteligência Artificial tem a ver com ESG. Quando pensamos na infinidade de dados gerados por qualquer operação, sabemos que o trabalho de análise desses dados pode perfeitamente ser feito por uma pessoa. Porém, o recurso humano também pode ser perfeitamente mais bem aproveitado para desenhar estratégias a partir das análises feitas pela IA, que, diga-se de passagem, faria isso em muito menos tempo. Portanto, a questão aqui é muito mais de otimização de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como acontece com tudo na vida, existem prós e contras no uso da IA, claro. E não é de hoje que os grandes empresários, os mais inovadores e, principalmente, os que permanecem por mais tempo num mercado altamente volátil, já se deram conta de que não vale a pena nem resistir às mudanças nem focar no lado negativo, nas ameaças. Conhecê-las é uma questão de sobrevivência, mas colocar atenção em criar oportunidades é ainda mais vital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trazendo essa visão para os negócios de impacto, o cenário não é diferente. Para ser sustentável de maneira abrangente, e não apenas para o próprio negócio, uma empresa precisa ter disponíveis as informações mais precisas possíveis sobre cada área que afeta o seu resultado. Em especial, os indicadores que mostram, de maneira objetiva, o seu impacto positivo em cada letra da sigla ESG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Meio Ambiente, a IA pode trazer benefícios para o monitoramento ambiental. Isto é, a tecnologia pode ser usada para acompanhar, em tempo real, a qualidade do ar, da água e do solo, permitindo que as empresas identifiquem e solucionem problemas de forma mais rápida e eficiente. Na gestão de recursos, a IA pode otimizar o uso de eletricidade e água, por exemplo, reduzindo o consumo e as emissões de gases de efeito estufa. E também pode ser um importante aliado para desenvolver e aprimorar tecnologias de energia renovável, agricultura sustentável e outros campos relacionados ao meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que diz respeito ao âmbito Social, a IA pode contribuir para a gestão da cadeia de suprimentos, ajudando as empresas a identificar e eliminar violações de direitos humanos e práticas trabalhistas abusivas em suas cadeias de suprimentos. Além disso, pode ser usada para promover a diversidade e a inclusão no local de trabalho, por exemplo, através de ferramentas de recrutamento e seleção imparciais, assim como para identificar e prevenir riscos à saúde e segurança dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Governança, a tecnologia pode auxiliar as organizações a identificar e gerenciar riscos climáticos, regulatórios e de corrupção. Também pode fornecer insights para auxiliar na tomada de decisões estratégicas relacionadas aos critérios ESG. Por meio da IA, é possível melhorar a comunicação, e promover e aumentar a transparência das empresas em relação ao seu desempenho em todas as áreas, por exemplo, através da geração de relatórios automatizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora pensando na cadeia de alimentos e em como reduzir o desperdício, a Inteligência Artificial pode: ajudar a criar e monitorar uma efetiva estratégia ESG que contemple, entre outros pontos, dar maior visibilidade de onde surgem as perdas e o desperdício, para que seja possível eliminar essas fontes ou, ao menos, reduzi-las; fornecer a informação necessária para a geração de treinamentos específicos para os colaboradores direta e indiretamente envolvidos no fluxo das perdas e do desperdício; e mapear os impactos ambientais dos excedentes antes e depois de serem transformados em alimento bom para ser doado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso tem o potencial de gerar cada vez mais inovação de maneira realmente sustentável. Por isso, nunca é demais lembrar que é muito importante que a matriz de materialidade das empresas de toda a cadeia de produção alimentícia, considere seus excedentes como alimentos, e não como resíduos. Afinal, esses artigos que, por qualquer motivo, deixam de poder ser comercializados não têm mais vida econômica, mas ainda têm uma vida social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Alcione Pereira é fundadora da Connecting Food</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>STF decidi hoje sobre o Marco Civil da internet: prepare sua startup para os cenários que vêm aí</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolha do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Civil da Internet]]></category>
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<p>O julgamento do STF sobre o Marco Civil da Internet pode redefinir as regras do jogo para quem vive de plataforma. A Corte sinaliza que a velha lógica do &#8220;só retiro com ordem judicial&#8221; pode estar com os dias contados — e isso tem implicações diretas no seu negócio. A discussão em pauta é a [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O julgamento do STF sobre o Marco Civil da Internet pode redefinir as regras do jogo para quem vive de plataforma. A Corte sinaliza que a velha lógica do &#8220;só retiro com ordem judicial&#8221; pode estar com os dias contados — e isso tem implicações diretas no seu negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão em pauta é a mitigação do Artigo 19. Se aprovada, a tese criaria um novo entendimento: plataformas que forem notificadas extrajudicialmente sobre conteúdos ilegais e não agirem de forma justificada dentro de um prazo razoável poderiam responder civilmente — e de forma solidária — pelos danos causados por terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: a inércia pode se tornar um passivo financeiro real.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que essa discussão está na mesa agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário é conhecido. Diante da dificuldade do Congresso em avançar com uma regulação clara para as redes, o Judiciário pode assumir o protagonismo institucional. Se a tendência se confirmar, o que antes era uma autorregulação baseada em termos de uso pode se transformar em obrigações legais mais estritas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma reação direta à pressão por conter o que muitos classificam como &#8220;caos informacional&#8221; e crimes cometidos em ambientes digitais. O recado latente: a era da autogestão sem freios pode estar perto do fim.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que pode mudar na sua operação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a tese for aprovada, prepare-se para rever processos, alocar recursos e repensar times:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Prazo de adaptação: a proposta em discussão fala em até 60 dias para adequação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Novo fluxo de moderação: notificações extrajudiciais exigiriam ação imediata ou justificativa robusta documentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Responsabilidade solidária: sua empresa poderia ser acionada judicialmente por danos gerados por terceiros se não agir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Custo de compliance: seria necessário investir em ferramentas, pessoas e processos para lidar com o novo patamar de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Efeito colateral</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande risco, caso a tese avance, é a **moderação hiper-preventiva**. O medo de punições financeiras severas pode levar as plataformas a calibrar algoritmos pelo excesso de cautela. O resultado prático? Conteúdos legítimos — debates, críticas, posicionamentos políticos — podem ser derrubados apenas para evitar dor de cabeça jurídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a sua startup, isso significa:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Potencial perda de engajamento de usuários que se sintam censurados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Incerteza sobre o que seria considerado &#8220;justificável&#8221; remover ou manter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Aumento de custos operacionais com revisão manual e jurídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que sua startup pode fazer agora (antes da decisão)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de esperar a decisão bater na porta, vale a pena se antecipar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Mapeie seu fluxo atual de moderação — você tem métricas claras de tempo de resposta? Cada decisão é documentada?</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Forme um grupo de trabalho (jurídico + produto + operações) para simular cenários e desenhar políticas adaptáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Revise seus termos de uso e políticas de comunidade para alinhá-los a um possível novo patamar de exigência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Teste ferramentas de moderação automatizada que permitam escalar a análise sem destruir a experiência do usuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E o futuro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a tese for confirmada, haverá mais segurança jurídica imediata — as regras do jogo ficarão mais claras. Mas o preço pode ser uma internet mais engessada, onde o risco jurídico passa a ditar o que pode ou não ser dito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o empreendedor, o alerta é estratégico: a moderação pode deixar de ser um problema de produto para se tornar um problema de sobrevivência financeira. Estudar os cenários agora é mais barato do que correr atrás do prejuízo depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento está na fase final e o que se espera é que o tabuleiro pode virar, mas quem estiver preparado vai levar vantagem.</p>
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		<title>Roxo de vergonha: números de “bancão”, problemas de startup</title>
		<link>https://startupi.com.br/roxo-de-vergonha-numeros-de-bancao-problemas-de-de-startup/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolha do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do editor]]></category>
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<p>Alerta falso de liquidação expõe fragilidade operacional e desperta “crise de identidade” no Nubank</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na era da hiperconectividade, um mero <em>push notification</em> enviado por engano tem o poder de derreter reputações em segundos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recente pedido de desculpas de <strong>Cristina Junqueira</strong>, após um teste de sistemas vazar um alerta falso sobre a <strong>liquidação do Nubank</strong>, escancarou um incômodo paradoxo. O roxinho hoje tem tamanho e valor de mercado de gente grande, mas a operação derrapou num amadorismos típico das &#8220;empresas de garagem&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, porque a <strong>cultura de startup</strong> preza pela velocidade extrema. Só que, quando se gerencia o dinheiro de mais de 100 milhões de correntistas, o clássico lema de &#8220;errar rápido&#8221; gera pânico financeiro, e não inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo, falta a governança blindada dos <strong>bancões tradicionais</strong>. O Nubank escalou em ritmo geométrico, mas seus processos internos de controle parecem não ter acompanhado o rigor exigido para o seu novo patamar institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a marca é refém da própria narrativa de disrupção e infalibilidade. E quando um erro técnico básico acontece, o preço exigido pela percepção pública vem com juros abusivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Nubank pode ter descoberto que não dá para colher o lucro de gigantes mantendo o arrojo dos iniciantes. Agora é esperar para ver se o mercado tolera um titã financeiro que ainda sofre com dores de estagiário.  </p>
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		<item>
		<title>A revolução invisível do ESG: startups de olho nas emissões que ninguém vê</title>
		<link>https://startupi.com.br/a-revolucao-invisivel-do-esg-startups-de-olho-nas-emissoes-que-ninguem-ve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[Startupi Expresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>Startups de olho num tema ainda pouco conhecido: por que as emissões de Escopo 3 viraram prioridade estratégica para grandes empresas.</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Se você acha que a pegada de carbono de uma empresa se resume às fábricas e frotas próprias, prepare-se para um choque de realidade. Entre 70% e 95% das emissões totais vêm da cadeia de fornecedores – as chamadas emissões de **Escopo 3**. Invisíveis, complexas e, para muitos negócios, um verdadeiro ponto cego estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema foi um dos destaques do 9º Congresso Ambiental CAMBI, realizado no fim de maio em São Paulo, e já mobiliza grandes corporações – e também startups brasileiras. Uma delas é a <strong>Gedanken</strong>, de Ribeirão Preto (SP), que saiu do radar de gestão de risco de fornecedores para mirar um território ainda mais estratégico: rastrear o impacto ambiental indireto na cadeia de suprimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com clientes como Carrefour, MRV e DHL, e um aporte de R$ 4 milhões da ABSeed e Caravela Capital, a empresa – que já foi listada como uma das “100 Startups to Watch” – aposta que a sustentabilidade na cadeia de valor será o próximo grande campo de inovação B2B no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas por que isso importa para founders e gestores de startups? Pressionadas por investidores, reguladores (como a diretiva CSRD da União Europeia) e consumidores mais exigentes, empresas de todos os portes terão que rastrear o que acontece fora de seus muros. Quem dominar o Escopo 3 não apenas evita riscos reputacionais e regulatórios – ganha vantagem competitiva real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender esse novo fronte do ESG, o editor da GZM, Ricardo Azevedo, conversou com <strong>Lucas Madureira</strong>, <strong>Co-CEO da Gedanken</strong>. O papo aborda desde os riscos de exclusão de fundos ESG até as oportunidades para startups que ajudam a enxergar o que antes era invisível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A entrevista completa está disponível no GZM Talks (Spotify e YouTube) e também no link a seguir:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A revolução invisível do ESG, com Lucas Madureira, da Gendaken" width="788" height="443" src="https://www.youtube.com/embed/GZ0wPZhj1Rc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Inspira capta R$ 15 milhões em rodada liderada pela Cloud9 Capital</title>
		<link>https://startupi.com.br/inspira-capta-r-15-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:27:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aporte]]></category>
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<p>A legaltech Inspira recebeu um aporte de R$ 15 milhões em uma rodada liderada pela Cloud9 Capital, com participação do Vivo Ventures, fundo de corporate venture capital da Vivo. Segundo a empresa, os recursos serão destinados ao desenvolvimento de sua plataforma de inteligência artificial voltada ao setor jurídico e à ampliação da atuação no mercado [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A legaltech Inspira recebeu um aporte de R$ 15 milhões em uma rodada liderada pela Cloud9 Capital, com participação do Vivo Ventures, fundo de corporate venture capital da Vivo. Segundo a empresa, os recursos serão destinados ao desenvolvimento de sua plataforma de inteligência artificial voltada ao setor jurídico e à ampliação da atuação no mercado brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rodada ocorre em um contexto de crescimento dos investimentos em legaltechs. De acordo com levantamento do Legaltech Hub, o setor movimentou US$ 1,42 bilhão em 35 rodadas de investimento no primeiro trimestre de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundada por advogados, a Inspira desenvolve uma plataforma que reúne ferramentas para pesquisa jurídica, consulta de dados públicos, integração de bases de conhecimento e automação de tarefas. A proposta é centralizar atividades realizadas por escritórios de advocacia, departamentos jurídicos, órgãos públicos e profissionais autônomos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando fundamos a Inspira há quatro anos, partimos da convicção de que a tecnologia jurídica que já existia em outros mercados deveria estar acessível no Brasil. Hoje, com o aporte da Cloud9 Capital e do Vivo Ventures, ampliamos essa proposta por meio de uma plataforma voltada à advocacia brasileira&#8221;, afirma Rafael Grimaldi, CEO e cofundador da Inspira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a empresa, a plataforma atende mais de 300 clientes e soma mais de 17 mil usuários ativos. Entre os clientes estão escritórios de advocacia, instituições financeiras e empresas de diferentes setores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Antes de ser um investimento, a Inspira foi uma decisão do próprio departamento jurídico da Vivo, que já utilizava a ferramenta para pesquisa de jurisprudência. Isso demonstrou a aderência da solução às necessidades dos usuários&#8221;, afirma Phillip Trauer, diretor do Vivo Ventures e da Wayra Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa informa que sua base de dados cobre 86 tribunais brasileiros e reúne 83 milhões de decisões judiciais. De acordo com a Inspira, o uso da plataforma permitiu reduzir o tempo dedicado a atividades operacionais em alguns casos analisados pela companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Noah Stern, sócia e cofundadora da Cloud9 Capital, o investimento está relacionado ao potencial de aplicação da inteligência artificial no setor jurídico. &#8220;A Inspira já atua em escritórios e departamentos jurídicos e busca ampliar o uso de inteligência artificial em atividades do dia a dia da advocacia&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Layers lança fundo de M&#038;As e investimento de R$ 5 milhões para startups e empresas na América Latina</title>
		<link>https://startupi.com.br/layers-lanca-fundo-de-mas-e-investimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:23:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[m&a]]></category>
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<p>A Layers, edtech criadora do SuperApp da Educação, anunciou a criação de seu programa de aquisições com capital dedicado de R$ 5 milhões, voltado à identificação, investimento e integração de empresas e startups educacionais na América Latina. Como parte da iniciativa, a empresa abriu um pipeline público para que as companhias possam se candidatar online, [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Layers, edtech criadora do SuperApp da Educação, anunciou a criação de seu programa de aquisições com capital dedicado de R$ 5 milhões, voltado à identificação, investimento e integração de empresas e startups educacionais na América Latina. Como parte da iniciativa, a empresa abriu um pipeline público para que as companhias possam se candidatar online, diretamente pela landing page, passando por um processo estruturado de avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco do programa está no cruzamento de dois eixos estratégicos. O primeiro envolve o tipo de solução: engajamento escolar (como comunicação entre escola e famílias), vendas e marketplace (matrículas, contratos e pagamentos) e integradores (conexão entre sistemas acadêmicos, financeiros e ERPs). O segundo eixo considera os segmentos atendidos: educação infantil, básica e superior, em qualquer país da América Latina. Empresas fora desse recorte também podem se conectar ao ecossistema da Layers por meio de integrações e parcerias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa surge em um momento de transformação no ecossistema de startups da América Latina. Após o período conhecido como “inverno das startups” em 2022 e 2023, marcado por alta de juros, retração de venture capital e queda no volume de fusões e aquisições, o setor passou a apresentar sinais de recuperação em 2024 e 2025, com maior seletividade e foco em eficiência. Segundo a Distrito, a região reúne mais de 30 mil startups ativas, com o Brasil concentrando cerca de 80% do capital investido, que ultrapassa US$ 20 bilhões entre 2017 e 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com o passar dos anos, o número de M&amp;As relevantes caiu, abrindo espaço para movimentos de consolidação liderados por empresas operacionais com capacidade de execução e integração. Esse é o cenário em que a Layers busca atuar: a partir de uma iniciativa voltada não apenas à aquisição, mas à construção de um ecossistema integrado de soluções educacionais. Mais do que adquirir empresas, queremos fortalecer o ecossistema. Acreditamos que a interoperabilidade entre soluções é o caminho para uma educação mais eficiente, inclusiva e personalizada”, afirma o CEO da Layers, Danilo Yoneshige.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Layers alcançou breakeven em 2023 e mantém EBITDA superior a 40%. Em 2025, concluiu uma rodada pré-Series A de R$ 21 milhões liderada pela Constellation, parte da qual foi destinada à estruturação do programa de aquisições. Atualmente, a edtech atende mais de 9 mil instituições de ensino e 3,5 milhões de alunos, com operação no Brasil, México e Argentina. A expectativa é dobrar de tamanho nos próximos dois anos, impulsionada pela expansão internacional e pela integração de novas soluções ao seu ecossistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa</title>
		<link>https://startupi.com.br/como-a-proxima-linha-de-codigo-pode-quebrar-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Think Tank]]></category>
		<category><![CDATA[cybersegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>Enquanto reguladores endurecem normas de proteção de dados e ataques com IA crescem em escala, CEOs, CFOs e fundadores precisam de um plano claro para proteger lucros, operações e reputação</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O cenário empresarial de 2026 é intrinsecamente digital, mas com a digitalização vêm desafios exponenciais. A cibersegurança, outrora um tema relegado ao departamento de TI, emergiu como um pilar central na estratégia de negócios, na gestão de riscos e na construção da confiança.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, especialmente, as empresas navegam em um mar de oportunidades e ameaças, com o país frequentemente figurando entre os alvos mais visados por ataques cibernéticos. A intersecção da inovação impulsionada pela Inteligência Artificial (IA) e um arcabouço regulatório cada vez mais rigoroso, como a LGPD, redefine a maneira como as empresas operam e entregam valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ascensão da IA no campo de batalha cibernético</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Inteligência Artificial transformou-se em uma “espada de dois gumes” no universo da cibersegurança. Embora ofereça ferramentas sofisticadas para detectar e combater ameaças, ela também empodera cibercriminosos com capacidades sem precedentes, intensificando a sofisticação e a escala dos ataques.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ransomware evoluído e automatizado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, o ransomware transcendeu a fase de ataques isolados. Agora, ele é parte de cadeias de ataque complexas, explorando vulnerabilidades em cadeias de suprimentos, plataformas SaaS e infraestruturas distribuídas. O modelo de &#8220;ransomware como serviço&#8221; (RaaS) prospera, com estimativas indicando que ele será responsável por mais de 40% das violações de segurança relatadas neste ano. A IA amplifica a capacidade desses ataques de evadir defesas tradicionais e se infiltrar em sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Deepfakes e engenharia social aprimorada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A IA é um vetor poderoso para a engenharia social. Deepfakes e técnicas de spoofing se tornam cada vez mais convincentes, enganando até os usuários mais cautelosos. Relatos apontam que 85% dos ataques cibernéticos em 2024 já incorporaram algum tipo de recurso de IA, demonstrando a ubiquidade dessa tecnologia nas ofensivas digitais. A exploração de APIs e as vulnerabilidades na cadeia de suprimentos ampliam ainda mais a superfície de ataque.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>IA na defesa: fortalecendo a resiliência cibernética</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Paradoxalmente, a mesma IA que potencializa ataques também oferece soluções robustas para a defesa. Sistemas de segurança baseados em IA podem analisar grandes volumes de dados para identificar padrões anômalos, prever ameaças e automatizar a resposta a incidentes de forma muito mais rápida do que os métodos tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Detecção proativa de ameaças</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Firewalls</em> avançados e sistemas anti-DDoS, complementados por IA, são cruciais para identificar e mitigar ameaças em tempo real. A segurança em nuvem e a autenticação multifator (MFA) são essenciais, enquanto a segurança quântica, antes uma teoria distante, começa a ser uma realidade, oferecendo novas camadas de proteção contra ataques futuros.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="729" height="500" src="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image.png" alt="Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa" class="wp-image-259245" title="Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa" srcset="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image.png 729w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-300x206.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-474x324.png 474w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-150x103.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-450x309.png 450w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O radar acima ilustra a percepção de impacto das principais ameaças cibernéticas em 2026 versus a eficácia das defesas atuais. Nota-se que ameaças impulsionadas por IA e ransomware têm alto impacto e defesas ainda insuficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O cenário regulatório e a luta por confiança</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O custo de não conformidade nunca foi tão alto. Leis como a LGPD no Brasil e o RGPD na Europa estabelecem um novo padrão para a proteção de dados pessoais, transformando a cibersegurança de uma questão técnica em um imperativo legal e ético.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LGPD e RGPD: pilares da privacidade digital</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, fiscalizada pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) na União Europeia, são marcos regulatórios que ditam as regras para a coleta, uso, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais. O não cumprimento dessas leis acarreta sanções severas, incluindo multas milionárias, e pode causar danos irreparáveis à reputação corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ANPD: guardiã da privacidade no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ANPD desempenha um papel crucial na orientação e fiscalização das práticas de proteção de dados no país. Para as empresas, isso significa uma necessidade contínua de *compliance*, governança de dados e transparência, não apenas para evitar penalidades, mas para construir e manter a confiança dos “stakeholders”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estratégias de defesa abrangentes para 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de um cenário de ameaças em constante evolução, as empresas precisam adotar uma abordagem multifacetada e proativa para a cibersegurança. A integração de tecnologia, processos e pessoas é fundamental para construir uma resiliência cibernética duradoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este mapa mental ilustra as interconexões entre os pilares essenciais da cibersegurança em 2026, destacando a complexidade e a necessidade de uma abordagem integrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Governança e responsabilidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cibersegurança deve ser uma prioridade no conselho e na alta gerência. A adoção de uma postura de &#8220;segurança por design&#8221; em todas as iniciativas, especialmente com IA, é crucial. Isso inclui orçamento dedicado, planos de ação alinhados aos objetivos estratégicos e auditorias regulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resiliência e continuidade de negócios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolver planos robustos de resposta a incidentes e recuperação de desastres é crucial para minimizar o impacto de violações. A capacidade de resistir a interrupções e restaurar operações rapidamente é um indicador de maturidade cibernética.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conscientização e treinamento contínuo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fator humano continua sendo um dos elos mais fracos na cadeia de segurança. Capacitar funcionários para identificar ameaças como phishing, usar senhas fortes e adotar boas práticas digitais é a primeira linha de defesa contra muitos ataques.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Protegendo o sonho digital contra ameaças invisíveis</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empreendedores de startups, focados em inovação e crescimento, podem subestimar as ameaças cibernéticas, acreditando que são &#8220;pequenos demais&#8221; para serem alvos. Essa é uma percepção perigosa. Startups são alvos atraentes devido a recursos limitados, falta de políticas formais e infraestrutura tecnológica em desenvolvimento. A negligência inicial pode custar não apenas dinheiro, mas a própria sobrevivência do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que startups são alvos atraentes?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Recursos limitados: orçamentos menores para segurança de TI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Falta de políticas formais: ausência de políticas de segurança estabelecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Infraestrutura em desenvolvimento: sistemas em fase inicial podem ser mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Dados valiosos: mesmo pequenas startups podem possuir dados valiosos de clientes ou propriedade intelectual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As ameaças mais comuns</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Phishing</em> e engenharia social, ransomware, malware e ataques de negação de serviço (DoS/DDoS) são algumas das ameaças mais frequentes. O uso de senhas fracas e a reutilização de credenciais também representam um risco significativo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="740" height="455" src="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1.png" alt="Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa" class="wp-image-259246" title="Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa" srcset="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1.png 740w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1-300x184.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1-150x92.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1-450x277.png 450w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O gráfico de barras acima apresenta a probabilidade de ocorrência das ameaças cibernéticas mais comuns enfrentadas por startups, em uma escala de 1 a 10.*</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Passos essenciais para blindar sua startup</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Eduque sua equipe: treinamentos regulares sobre phishing, senhas fortes e uso seguro da internet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Use senhas fortes e autenticação de dois fatores (2FA): Habilite o 2FA em todas as contas e utilize gerenciadores de senhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Mantenha tudo atualizado: garanta que sistemas operacionais, softwares e aplicativos estejam sempre atualizados para corrigir vulnerabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Faça backups regularmente: mantenha cópias de segurança dos dados importantes em locais seguros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Proteja seus dispositivos: Utilize softwares antivírus e antimalware confiáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Crie políticas de segurança simples: documente como lidar com informações sensíveis e responder a e-mails suspeitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Considere um parceiro de segurança: se o orçamento permitir, trabalhe com empresas especializadas em cibersegurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A cibersegurança como diferencial competitivo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proteção digital não é mais um custo incidental, mas um investimento estratégico que garante a sustentabilidade e o crescimento. Empresas que investem proativamente em cibersegurança constroem confiança com clientes, investidores e reguladores, enquanto as que ignoram o tema enfrentam consequências cada vez mais severas no ambiente digital.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="740" height="373" src="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3.jpg" alt="Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa" class="wp-image-259248" title="Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa" srcset="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3.jpg 740w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-300x151.jpg 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-150x76.jpg 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-450x227.jpg 450w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Um firewall moderno, essencial para proteger redes corporativas contra acessos não autorizados e ataques cibernéticos, ilustra a importância da tecnologia na linha de frente da defesa digital.</em></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tabela abaixo resume as principais diferenças de abordagem para cibersegurança entre C-Levels e empreendedores de startups:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="511" src="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-1024x511.png" alt="Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa" class="wp-image-259247" title="Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa" srcset="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-1024x511.png 1024w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-300x150.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-768x383.png 768w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-150x75.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-450x225.png 450w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2.png 1056w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FAQ: Desvendando a cibersegurança em 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é o maior desafio de cibersegurança para as empresas em 2026?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior desafio é a crescente sofisticação dos ataques impulsionados pela Inteligência Artificial. A IA permite que cibercriminosos automatizem a exploração de vulnerabilidades, criem deepfakes para engenharia social e desenvolvam ransomware mais complexos e evasivos, tornando as defesas tradicionais insuficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como a LGPD e o RGPD impactam as empresas brasileiras?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A LGPD e o RGPD estabelecem regras rigorosas para o tratamento de dados pessoais, exigindo que as empresas obtenham consentimento claro, garantam a segurança dos dados e sejam transparentes sobre seu uso. O não cumprimento pode resultar em multas severas e danos reputacionais significativos. A ANPD fiscaliza a aplicação da LGPD no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Startups são realmente alvos de ciberataques?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, startups são alvos atraentes devido a recursos limitados para segurança, infraestrutura em desenvolvimento e falta de políticas formais. Embora possam ter menos dados em volume, a propriedade intelectual ou dados de clientes podem ser valiosos para cibercriminosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que significa &#8220;segurança por design&#8221;?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Segurança por design&#8221; é uma abordagem que integra a cibersegurança desde as fases iniciais de desenvolvimento de produtos, serviços e sistemas. Isso significa que a proteção de dados e a mitigação de riscos são consideradas intrínsecas ao design, e não adicionadas como um item secundário após a conclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são as ações mais importantes que uma empresa pode tomar para melhorar sua cibersegurança?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações mais importantes incluem a integração da cibersegurança na governança corporativa, investimento em tecnologias de defesa avançadas (como IA para detecção de ameaças), conscientização e treinamento contínuo dos funcionários, desenvolvimento de planos robustos de resposta a incidentes e monitoramento proativo de ameaças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, a cibersegurança não é apenas uma questão técnica, mas uma filosofia empresarial. A intersecção da inovação impulsionada pela IA e de um ambiente regulatório cada vez mais exigente molda um novo cenário onde a resiliência cibernética é sinônimo de sobrevivência e crescimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que abraçam uma abordagem proativa, estratégica e holística para a segurança digital estarão mais bem posicionadas para inovar, competir e prosperar em um mundo cada vez mais interconectado e, paradoxalmente, mais perigoso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O custo da inação supera em muito o investimento necessário para se proteger, transformando a cibersegurança de um mero departamento em um diferencial competitivo vital.</p>
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		<title>Aos 14 anos, ele fugiu de casa. Hoje, lidera agência de palestrantes que movimenta mais de R$ 100 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:37:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[No palco]]></category>
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<p>A história de Márcio Spagnolo e da PSA Palestras cresceram juntas ao longo dos últimos anos. Enquanto o empreendedor construía uma trajetória marcada pela busca por independência e desenvolvimento pessoal, a empresa se consolidava como uma das principais operações do mercado de palestras corporativas no Brasil. Hoje, a PSA Palestras, agência com a maior plataforma [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A história de Márcio Spagnolo e da PSA Palestras cresceram juntas ao longo dos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o empreendedor construía uma trajetória marcada pela busca por independência e desenvolvimento pessoal, a empresa se consolidava como uma das principais operações do mercado de palestras corporativas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a PSA Palestras, agência com a <a href="https://palestrantes.profissionaissa.com.br/palestrantes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">maior plataforma de palestrantes do Brasil</a>, movimenta mais de R$100 milhões por ano e mantém uma base de cerca de 20 mil especialistas cadastrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundada em 2012, a PSA Palestras se consolidou como uma das principais empresas do setor ao apostar em curadoria, tecnologia e desenvolvimento humano em um mercado historicamente marcado pela informalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a <a href="https://profissionaissa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">agência de palestrantes</a> atua em todo o país conectando empresas a especialistas de diferentes áreas do conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória de Spagnolo ajuda a explicar parte da cultura construída dentro da empresa. Aos 14 anos, ele deixou a casa dos pais no interior do Rio Grande do Sul e passou a trabalhar em uma copiadora universitária para conquistar a independência financeira. “Eu aprendi muito cedo que precisava construir minhas próprias oportunidades. Talvez por isso eu tenha essa obsessão por crescimento, desenvolvimento e transformação”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora tenha construído carreira em diferentes áreas ao longo dos anos, foi durante o período em que trabalhava com comercialização de cursos de pós-graduação que surgiu a oportunidade que daria origem ao negócio. “As empresas começaram a perguntar se eu conhecia palestrantes de liderança, marketing e inovação. Quando percebi, aquilo estava voltando para mim o tempo inteiro”, relembra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De uma demanda recorrente a um novo negócio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O que começou como uma demanda recorrente de clientes acabou se transformando em uma operação estruturada. O primeiro site foi criado de forma simples, ainda sem grandes pretensões comerciais, mas rapidamente começaram a surgir novos contratos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, a PSA Palestras abriu seu primeiro escritório em Porto Alegre. Na época, a equipe contava com apenas seis pessoas. O crescimento veio acompanhado de investimentos em marketing digital, posicionamento de marca e, posteriormente, tecnologia. Em 2017, a empresa iniciou a construção de uma base própria para cadastro de especialistas, permitindo ampliar o acesso de profissionais independentes ao mercado corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a empresa, mais de 800 palestrantes aderiram rapidamente à plataforma nos primeiros meses. “Ali percebemos o tamanho da demanda que existia. Havia muitas empresas procurando conteúdo e muitos profissionais querendo atuar nesse mercado, mas faltava conexão”, diz Spagnolo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo período, a PSA Palestras ganhou projeção nacional ao realizar eventos de grande repercussão. Um dos marcos foi uma apresentação do técnico Tite em Porto Alegre pouco depois de assumir a Seleção Brasileira, reunindo cerca de 1,5 mil pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da crise à expansão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A fase de crescimento enfrentou seu maior teste em 2020. Com a paralisação dos eventos presenciais durante a pandemia, dezenas de contratos foram cancelados em poucas semanas. Segundo Spagnolo, aproximadamente 85 palestras deixaram de acontecer logo no início da crise sanitária, impactando cerca de R$4 milhões em receitas previstas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário era especialmente delicado porque a empresa havia acabado de investir cerca de R$1,8 milhão em estrutura física e expansão operacional. “A sensação era de que o chão tinha desaparecido. Tínhamos acabado de ampliar o escritório, contratar pessoas e acelerar o crescimento. De repente, tudo parou”, relembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem havia deixado a casa da família ainda na adolescência e construído a própria trajetória profissional a partir de diferentes oportunidades, enfrentar períodos de instabilidade não era uma experiência inédita. Embora a pandemia tenha representado o maior desafio da história da empresa, a busca por alternativas em cenários adversos já fazia parte da trajetória do fundador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reação à crise acabou redefinindo o posicionamento da companhia. Segundo o fundador, a empresa passou a enxergar sua atuação para além da intermediação de palestrantes. “O que salvou a empresa foi entender que não vendíamos apenas palestras. Vendíamos desenvolvimento humano.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi justamente naquele contexto que a PSA Palestras passou a revisar o próprio papel dentro do mercado corporativo. Mais do que reagir à interrupção dos eventos presenciais, a empresa começou a questionar quais problemas realmente ajudava a resolver para seus clientes. A partir desse entendimento, ampliou sua atuação com iniciativas voltadas à curadoria de conteúdo, qualificação de especialistas e desenvolvimento de soluções ligadas à educação corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Spagnolo, a mesma busca por independência e construção de oportunidades que marcou sua adolescência continua influenciando sua atuação como empresário. “No fim do dia, a PSA Palestras trabalha para gerar impacto dentro das empresas e na vida das pessoas. É isso que continua movendo a gente”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Comprar Marte, mas pagando na Terra: o triunfo das narrativas no IPO da SpaceX</title>
		<link>https://startupi.com.br/comprar-marte-mas-pagando-na-terra-o-triunfo-das-narrativas-no-ipo-da-spacex/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolha do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do editor]]></category>
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<p>O maior IPO da história prova que, no mercado, contar uma boa história pode sempre surpreender as planilhas de valuation</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em uma era dominada pelo imediatismo digital e pelo culto à genialidade disruptiva, a ficção científica e a finança tradicional finalmente colidiram. A <strong>SpaceX</strong> fez história ao captar <strong>US$ 75 bilhões</strong>, atingindo o valor de <strong>US$ 1,8 trilhão</strong>. Embora a Starlink e foguetes deem sustentação real, a matemática pura não explica essa órbita. O valuation astronômico reflete a força irresistível do <strong>storytelling corporativo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, porque investidores compram o amanhã. Musk não vendeu apenas balanços, mas a promessa de “colonização de Marte”, transformando papéis da bolsa em bilhetes para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo, a liderança messiânica funciona como um ímã de liquidez. O perfil agressivo e ultra-comunicativo do fundador gera um senso de inevitabilidade tecnológica que desafia a gravidade dos fundamentos econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, há a escassez de grandes teses. Em um mercado saturado, a empresa oferece a fantasia definitiva de crescimento infinito, operando sob uma lógica similar à febre da inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resta saber se os acionistas financiam uma revolução comercial real ou apenas pagam o ingresso para um show de ficção científica. Boa sorte aos pragmáticos; as boas histórias já venceram a primeira rodada.</p>
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